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'Carbono Oculto': o cabeça de esquema do PCC está por trás de 100 empresas, de usina a locadora

29/08/2025 -

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Ao menos 100 empresas estariam ligadas "diretamente ou indiretamente" a Mohamad Hussein Mourad, segundo a investigação que desencadeou uma megaoperação realizada ontem pela PF e a Receita Federal. Ele foi apontado como o epicentro de um esquema do PCC. A lista extensa apresentada pela investigação cita usinas de cana-de-açúcar e transportadoras. A maior parte da lista é composta de fundos de investimentos, são 35. Na sequência, aparecem 17 distribuidoras de combustíveis. O ramo de atuação de Mourad era muito diversificado, incluindo também locadoras de veículos, escritórios de advocacia e lojas de conveniência. No caso das distribuidoras de combustível, as investigações sugerem que a criação das empresas tem indícios de formação de cartel. Ao menos 14 das 17 distribuidoras de combustível ligadas a Mourad foram constituídas com o mesmo capital social: R$ 4,5 milhões. Mais de 1.000 postos de 10 estados eram utilizados para a lavagem de dinheiro.

Mourad o "epicentro" do esquema do PCC

O empresário foi apontado como o "epicentro" do esquema do PCC, que envolve inclusive seus familiares. A megaoperação deflagrada ontem teve 350 alvos, entre pessoas físicas e jurídicas, e apura uma estrutura de fraudes e lavagem de dinheiro, principalmente no setor de combustíveis. Há um mandado de prisão expedido contra Mourad, mas ele ainda não foi executado, já que o suspeito não foi encontrado pelos agentes. As autoridades apontam 7 familiares do empresário com atuação no esquema suspeito. A irmã de Mourad, Amine Hussein Ali Mourad, é citada como titular da Khadige Conveniência Ltda, uma rede de conveniências com 168 filiais. Ela também é sócia de uma transportadora em Osasco, SP.

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Faria Lima

A megaoperação da PF e da RF também mirou ontem 42 endereços da avenida Brigadeiro Faria Lima. O endereço, na capital paulista, é conhecido como o maior centro financeiro do país. Os agentes cumpriram mandatos de busca e apreensão em escritórios de corretoras, fundos de investimentos, por exemplo. Segundo a investigação, o dinheiro ilícito era ocultado em fintechs. As empresas do serviço financeiro recebiam valores em espécie e ficavam em uma conta aberta pela fintech que era reinvestida em fundos de investimento controlados pela organização criminosa.

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