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Meta tem seis horas para remover robôs que atacaram Veneziano

02/10/2026

Liminar aponta fortes indícios de ataque artificial e determina fornecimento de dados para identificar responsáveis. Grande passo no combate à pirataria digital nas eleições.

A notícia

A Justiça Eleitoral determinou hoje, sexta-feira (02/10) que a Meta remova, em até seis horas, os comentários feitos por perfis apontados como inautênticos nas cinco publicações de Veneziano Vital do Rêgo atingidas por um ataque coordenado no Instagram. Segundo levantamento da campanha, a medida alcança cerca de 1,2 mil comentários.

A decisão

É da juíza auxiliar da Propaganda Eleitoral Renata Barros de Assunção Paiva, do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). Ao analisar as provas, a magistrada reconheceu a existência de “fortes indícios de comportamento não espontâneo e de possível amplificação artificial” contra o candidato.

O ataque

Ocorreu na manhã desta sexta-feira. A documentação...

Liminar aponta fortes indícios de ataque artificial e determina fornecimento de dados para identificar responsáveis. Grande passo no combate à pirataria digital nas eleições.

A notícia

A Justiça Eleitoral determinou hoje, sexta-feira (02/10) que a Meta remova, em até seis horas, os comentários feitos por perfis apontados como inautênticos nas cinco publicações de Veneziano Vital do Rêgo atingidas por um ataque coordenado no Instagram. Segundo levantamento da campanha, a medida alcança cerca de 1,2 mil comentários.

A decisão

É da juíza auxiliar da Propaganda Eleitoral Renata Barros de Assunção Paiva, do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). Ao analisar as provas, a magistrada reconheceu a existência de “fortes indícios de comportamento não espontâneo e de possível amplificação artificial” contra o candidato.

O ataque

Ocorreu na manhã desta sexta-feira. A documentação apresentada à Justiça registrou centenas de comentários semelhantes disparados praticamente ao mesmo tempo, com repetição de emojis e atuação simultânea de vários perfis. Em uma das amostras, seis comentários foram publicados em apenas 13 segundos.

Estado artificial

Na decisão, a juíza afirma que os elementos indicam possível uso de engajamento inautêntico para “forjar artificialmente um estado de rejeição popular generalizada contra o candidato às vésperas do pleito”.

Rumo a identificar a origem

Além de retirar os comentários, a Meta terá de preservar os dados das contas e, em até 24 horas, fornecer informações técnicas que possam ajudar a identificar os responsáveis, incluindo endereços IP e registros de acesso. O descumprimento injustificado da decisão pode gerar multa diária de R$ 20 mil.

É Findi Eleição - O Dramalhão do Domingo de Votação - Poema Bem-humorado - Por IA*

02/10/2026

No domingo bem cedo o alarme já toca,

E na mente a dúvida logo se apoca.

Procura a colinha, procura a caneta,

O título digital abre em outro planeta.

Sai pela rua com passo apertado,

Encontra o vizinho de humor alterado.

É fila pra lá, falação para cá,

E o tiozinho na frente não sabe onde está.

Olho pro alto e pergunto cismado:

Quem será o presidente, meu Deus do céu?

É tanto discurso, promessa, confusão e debate, debate??? e teve???

Que a gente só torce pra não dar empate!

Chega a sua vez, encara o mesário,

Assina o livro, que é o ritual diário.

Na frente da urna, um minuto de paz,

Digita os dígitos, confirma e faz:

Piii-ri-ri! Barulhinho sagrado,

Dever cumprido, eleitor liberado!

Volta pra casa correndo pro almoço,

No domingo bem cedo o alarme já toca,

E na mente a dúvida logo se apoca.

Procura a colinha, procura a caneta,

O título digital abre em outro planeta.

Sai pela rua com passo apertado,

Encontra o vizinho de humor alterado.

É fila pra lá, falação para cá,

E o tiozinho na frente não sabe onde está.

Olho pro alto e pergunto cismado:

Quem será o presidente, meu Deus do céu?

É tanto discurso, promessa, confusão e debate, debate??? e teve???

Que a gente só torce pra não dar empate!

Chega a sua vez, encara o mesário,

Assina o livro, que é o ritual diário.

Na frente da urna, um minuto de paz,

Digita os dígitos, confirma e faz:

Piii-ri-ri! Barulhinho sagrado,

Dever cumprido, eleitor liberado!

Volta pra casa correndo pro almoço,

Pois votar com o estômago 'roncando' é um grande sufoco.


A Editoria - Criado por IA*

Abaixo: as 'colinhas'


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É Findi - Série História de Pernambuco - Guararapes: quando o cerco apertou - Por Alfredo Cabral de Melo*

02/10/2026

Depois das vitórias de Tabocas e Casa Forte, a situação dos neerlandeses em Pernambuco havia mudado. O Recife continuava sob o domínio da Companhia das Índias Ocidentais, protegido por suas fortificações e ainda capaz de receber homens, armas e mantimentos. Fora da cidade, porém, o cenário era outro. As forças da restauração haviam conquistado posições importantes e mantinham pressão sobre as áreas que permaneciam sob controle neerlandês.

A guerra entrava, assim, em uma fase diferente. Os homens que haviam iniciado a luta em 1645 já tinham adquirido experiência nos combates e conheciam melhor os caminhos do interior. Do outro lado, a Companhia das Índias Ocidentais precisava demonstrar que ainda tinha condições de recuperar o terreno perdido. A chegada de novos reforços vindos da Europa, no início de 1648, contribuiu com essa possibilidade.

Cerca de seis mil combatentes chegaram a Pernambuco naquele período, fortalecendo consideravelmente a posição militar...

Depois das vitórias de Tabocas e Casa Forte, a situação dos neerlandeses em Pernambuco havia mudado. O Recife continuava sob o domínio da Companhia das Índias Ocidentais, protegido por suas fortificações e ainda capaz de receber homens, armas e mantimentos. Fora da cidade, porém, o cenário era outro. As forças da restauração haviam conquistado posições importantes e mantinham pressão sobre as áreas que permaneciam sob controle neerlandês.

A guerra entrava, assim, em uma fase diferente. Os homens que haviam iniciado a luta em 1645 já tinham adquirido experiência nos combates e conheciam melhor os caminhos do interior. Do outro lado, a Companhia das Índias Ocidentais precisava demonstrar que ainda tinha condições de recuperar o terreno perdido. A chegada de novos reforços vindos da Europa, no início de 1648, contribuiu com essa possibilidade.

Cerca de seis mil combatentes chegaram a Pernambuco naquele período, fortalecendo consideravelmente a posição militar neerlandesa. A intenção era utilizar esses homens para romper o cerco que vinha sendo formado ao redor do Recife e recuperar áreas importantes para o abastecimento e para as comunicações. O conflito, que durante algum tempo parecera favorecer cada vez mais as forças da restauração, voltava a apresentar uma situação de incerteza.

Francisco Barreto de Menezes havia sido designado por D. João IV para assumir o comando geral das tropas da restauração. Ao seu lado estavam homens que já conheciam aquela guerra havia anos, entre eles João Fernandes Vieira, André Vidal de Negreiros, Antônio Dias Cardoso, Henrique Dias e Filipe Camarão. Eram trajetórias diferentes e nem sempre ligadas pelos mesmos interesses, mas que naquele momento se encontravam no esforço de combater o domínio neerlandês.

No lado contrário, Sigismund Von Schkoppe recebeu a responsabilidade de conduzir a operação. O objetivo era sair do Recife, avançar pelo território e alcançar áreas que poderiam contribuir para o abastecimento das tropas. O movimento levava em direção ao sul, passando por uma região que, naquele momento, ainda não carregava o significado que receberia nos séculos seguintes.

Os Montes Guararapes ficavam no atual município de Jaboatão dos Guararapes. Para quem observa hoje a paisagem a partir da cidade que cresceu ao seu redor, pode ser difícil imaginar a importância que aquelas elevações tinham para a movimentação de um exército no século XVII. Naquele tempo, o relevo, a vegetação e as áreas alagadas interferiam diretamente na passagem de grandes contingentes.

Para os homens que já haviam lutado em Pernambuco, conhecer o terreno representava uma vantagem. Tabocas havia mostrado isso. A escolha de um lugar adequado podia reduzir a vantagem numérica do adversário e permitir que uma força menor enfrentasse um contingente mais numeroso em condições menos desfavoráveis.

Quando a movimentação neerlandesa se aproximou dos Guararapes, as forças da restauração se prepararam para enfrentá-la. Na noite de 18 de abril, os homens comandados por Barreto de Menezes marcharam em direção aos montes. No dia seguinte, os dois contingentes se encontraram.

A batalha não aconteceu em um campo aberto. O terreno obrigava os soldados a se movimentarem entre elevações, vegetação e áreas de difícil passagem. A superioridade numérica dos neerlandeses, acompanhada de artilharia e de soldados experientes, não desaparecia por causa disso, mas também não podia ser utilizada com a mesma facilidade que teria em uma área mais ampla.

O combate foi intenso. Houve disparos de armas de fogo, avanços, recuos e luta corpo a corpo. Os homens procuravam aproveitar as características do terreno enquanto os neerlandeses tentavam manter sua capacidade de combate diante de uma tropa que conhecia melhor aquelas condições.

Entre os comandantes da restauração estavam João Fernandes Vieira e André Vidal de Negreiros, enquanto Henrique Dias e Filipe Camarão conduziam seus respectivos terços. Antônio Dias Cardoso também participou da operação. Francisco Barreto de Menezes exercia o comando geral.

Sabemos desses acontecimentos não apenas por narrativas escritas posteriormente. Existem documentos produzidos em torno da própria campanha. José Antônio Gonsalves de Mello identificou as partes oficiais dos dois comandantes adversários, Francisco Barreto de Menezes e Sigismund Von Schkoppe. Há ainda o relato de Filipe Bandeira de Melo, tenente de Barreto, dirigido ao rei e datado de 19 de maio de 1648, cujo original se encontrava anexado a uma consulta do Conselho Ultramarino. Do lado neerlandês, existe o relato de Cornelius Van Der Brande, coronel de um dos regimentos e substituto de Schkoppe.

Esses documentos não contam necessariamente a mesma história. Cada comandante tinha suas próprias razões para apresentar o combate de determinada maneira. O vencedor procurava destacar o êxito de suas armas; o derrotado precisava explicar a razão da retirada. É justamente por isso que o confronto entre os relatos é tão importante. A história não precisa escolher uma narrativa pronta quando é possível colocar as versões lado a lado.

Também existe a narrativa de Diogo Lopes Santiago, contemporâneo dos acontecimentos e autor da mais extensa descrição conhecida das batalhas dos Guararapes. Segundo a apresentação de José Antônio Gonsalves de Mello, seu manuscrito foi encontrado na Biblioteca Municipal do Porto e publicado posteriormente. Sua narrativa pode ser confrontada com as partes dos comandantes, permitindo perceber tanto as coincidências quanto as diferenças entre as versões.

Ao final do combate, os neerlandeses recuaram em direção ao Recife. A vitória das forças da restauração foi importante, mas seus limites precisam ser preservados. O Recife continuava nas mãos da Companhia das Índias Ocidentais, suas fortificações permaneciam intactas e os reforços recém-chegados ainda representavam uma ameaça.

Guararapes, portanto, não expulsou os neerlandeses de Pernambuco. Tampouco encerrou a guerra. O que ocorreu foi uma derrota importante para uma tentativa de romper o cerco e recuperar o espaço que a Companhia das Índias Ocidentais vinha perdendo desde os primeiros anos da insurreição.

A batalha também colocou novamente em evidência homens que já haviam aparecido nos episódios anteriores. Vieira, Vidal de Negreiros, Henrique Dias, Filipe Camarão e Antônio Dias Cardoso não surgiram em Guararapes como personagens de uma história pronta. Suas trajetórias vinham sendo construídas ao longo de anos de conflito, com diferentes origens, interesses e experiências.

Foi somente muito depois que aquela composição passou a receber outro significado. A presença de portugueses, moradores da terra, indígenas e negros nos combates seria transformada em símbolo de uma suposta união das três raças na formação do Brasil. A participação desses grupos é um fato histórico. O significado que posteriormente lhe foi atribuído pertence, porém, a outra camada da história, sendo necessário separar essas duas coisas.

Em 1648, não havia ainda o Brasil independente que conheceríamos no século XIX. Os homens que estavam nos Guararapes viviam em uma sociedade colonial e estavam envolvidos em uma guerra que reunia interesses políticos, econômicos, religiosos, militares e pessoais. Alguns defendiam a restauração portuguesa; outros haviam escolhido permanecer ligados aos neerlandeses. As razões que levaram cada um deles ao combate não podem ser reduzidas a uma única explicação.

Talvez seja justamente essa distância entre o acontecimento e a memória posterior que torne Guararapes tão interessante. Os homens que lutaram naquele 19 de abril não poderiam saber o significado que seus atos receberiam séculos mais tarde. Para eles, a questão era bem mais imediata: vencer ou ser derrotado em uma guerra que ainda estava longe de terminar.

Naquele dia, os neerlandeses recuaram para o Recife. As forças da restauração haviam conseguido impedir o avanço e manter a pressão sobre a praça. Mas a cidade continuava de pé, e a Companhia das Índias Ocidentais ainda tinha recursos para continuar lutando.

A primeira batalha dos Guararapes havia terminado. A guerra, não e os mesmos montes ainda voltariam a receber os dois lados.


Fontes


Evaldo Cabral de Mello. Olinda Restaurada: guerra e açúcar no Nordeste, 1630–1654.

Evaldo Cabral de Mello. Rubro Veio: o imaginário da restauração pernambucana.

José Antônio Gonsalves de Mello. Fontes para a História do Brasil Holandês.

José Antônio Gonsalves de Mello. João Fernandes Vieira: mestre de campo do terço de infantaria de Pernambuco.

José Antônio Gonsalves de Mello. Fontes para a história das duas batalhas, estudo publicado em 1959, com identificação das partes e relatos relativos aos combates dos Guararapes.

Diogo Lopes Santiago. História da Guerra de Pernambuco.

Francisco Augusto Pereira da Costa. Anais Pernambucanos, vol. 3.

Documentação da primeira batalha dos Guararapes, incluindo as partes de Francisco Barreto de Menezes e Sigismund Von Schkoppe, o relato de Filipe Bandeira de Melo e o de Cornelius Van Der Brande.


*Alfredo Cabral de Melo, é Advogado, Historiador, Jornalista, e Membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP) e do Instituto Histórico do Maranhão (IHGM). @alfredo.cabral.de.melo


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O É Findi é uma coluna semanal de cultura e lazer. Exclusiva de O Poder. Através de qualquer matéria, você acessa as demais. Boas leituras. Leia e compartilhe.

É Findi - Véus - Poema - Por Ana Pottes*

02/10/2026

Escolhas pesadas
Em véus embrulhadas
Disfarçam desejos
Afagam anseios

Palavras faladas
Veladas por atos
Mascaram os fatos
Expressam prisões

Nos céus profecias
Demarcam caminhos
Definem destinos
Em nuvens pintados
E acolhem incautos

Direitos
Deveres
Favores insanos?

Por fim o que resta
De tanta bondade?
Uma réstia de vida
Numa sobrevida
Descobre a crueza
De quase morrer


*Ana Pottes, psicóloga, gosta de escrever crônicas, contos e poemas sobre as interações emocionais com a vida. Autora do livro de poemas: Nem tudo são flores, mas... elas existem! @ana_pottes



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Escolhas pesadas
Em véus embrulhadas
Disfarçam desejos
Afagam anseios

Palavras faladas
Veladas por atos
Mascaram os fatos
Expressam prisões

Nos céus profecias
Demarcam caminhos
Definem destinos
Em nuvens pintados
E acolhem incautos

Direitos
Deveres
Favores insanos?

Por fim o que resta
De tanta bondade?
Uma réstia de vida
Numa sobrevida
Descobre a crueza
De quase morrer


*Ana Pottes, psicóloga, gosta de escrever crônicas, contos e poemas sobre as interações emocionais com a vida. Autora do livro de poemas: Nem tudo são flores, mas... elas existem! @ana_pottes


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É Findi Eleição - Entre Capitanias e Dinastias - Poema - Por Eduardo Albuquerque*

02/10/2026

Que País é este, Brasil?
O que sonhamos, varonil,
agora está andrajoso e senil,
sem perspectiva, já servil!

Quinhentos anos de história,
nada que se agregue à memória;
o tempo se esvai, célere e inglório...
Líderes? Mais parecem escória!

Piores que as capitanias hereditárias,
vejam suas vis e recorrentes trajetórias,
que se perpetuam quais sombras merencórias:



na Bahia, os Magalhães;
os Sarney, no Maranhão;
os Barbalho, no Pará;
os Ferreira Gomes, no Ceará;
os Caiado, em Goiás;
em Alagoas, os Calheiros;
em Pernambuco, os Arraes e os Campos...

Tudo, tudo ao Deus-dará!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



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Que País é este, Brasil?
O que sonhamos, varonil,
agora está andrajoso e senil,
sem perspectiva, já servil!

Quinhentos anos de história,
nada que se agregue à memória;
o tempo se esvai, célere e inglório...
Líderes? Mais parecem escória!

Piores que as capitanias hereditárias,
vejam suas vis e recorrentes trajetórias,
que se perpetuam quais sombras merencórias:


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na Bahia, os Magalhães;
os Sarney, no Maranhão;
os Barbalho, no Pará;
os Ferreira Gomes, no Ceará;
os Caiado, em Goiás;
em Alagoas, os Calheiros;
em Pernambuco, os Arraes e os Campos...

Tudo, tudo ao Deus-dará!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99


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É Findi - Série Prédios Ícones de Pernambuco - Mercado da Madalena - Antônio Tibúrcio Cavalcanti Filho*

02/10/2026

O mercado

O Mercado da Madalena surgiu em 1925. Foi inaugurado mais especificamente no dia 19 de outubro daquele ano. Completou, portanto, um século de existência. No início, ele era conhecido como Mercado do Bacurau, porque fechava muito tarde. Os boxes funcionavam até às dez da noite.

Antigamente, os restaurantes viravam a madrugada, porque vinha gente do Internacional, de festas, bailes de Carnaval etc. Ali tinha um sarapatel muito famoso. O pessoal gostava muito de sarapatel, ia comer no mercado, e ia todo mundo de terno para o mercado.

Houve grandes reformas ao longo do tempo. Destaco a do período em que Gustavo Krause foi prefeito e mandou colocar azulejo em todos os boxes, porque, por mais a gente que pintasse, ficava um negócio feio. Outra foi a da gestão de Roberto Magalhães, que deu origem à praça da alimentação externa e requalificou a Praça Solange Pinto Melo, onde o mercado se encontra.

Havia muita fiscaliz...

O mercado

O Mercado da Madalena surgiu em 1925. Foi inaugurado mais especificamente no dia 19 de outubro daquele ano. Completou, portanto, um século de existência. No início, ele era conhecido como Mercado do Bacurau, porque fechava muito tarde. Os boxes funcionavam até às dez da noite.

Antigamente, os restaurantes viravam a madrugada, porque vinha gente do Internacional, de festas, bailes de Carnaval etc. Ali tinha um sarapatel muito famoso. O pessoal gostava muito de sarapatel, ia comer no mercado, e ia todo mundo de terno para o mercado.

Houve grandes reformas ao longo do tempo. Destaco a do período em que Gustavo Krause foi prefeito e mandou colocar azulejo em todos os boxes, porque, por mais a gente que pintasse, ficava um negócio feio. Outra foi a da gestão de Roberto Magalhães, que deu origem à praça da alimentação externa e requalificou a Praça Solange Pinto Melo, onde o mercado se encontra.

Havia muita fiscalização, não era bagunçado. Você não podia botar um rádio alto, ou fazer qualquer algazarra. Se tivesse uma malandragem, pegavam, prendiam e botavam ali na parte onde ficava a administração. Aí chamavam a polícia, e quando a polícia vinha ela torava no meio, o pau cantava.

Nas quartas-feiras, chegava muita mercadoria para ser vendida aos locatários. Muitas frutas e verduras, muito açougue. Era um movimento grande: o que você quisesse encontrar, achava lá. E tinha também aquelas carrocinhas. Os comerciantes de verduras compravam as coisas lá no mercado, botavam nos carrinhos e saíam buzinando pela Madalena, que sempre foi um bairro nobre.

A sapataria

A Sapataria Trovão é de 1943. Foi fundada por meu pai, Antônio Tibúrcio Cavalcanti, que nasceu em Campo Alegre, uma localidade de Lagoa do Carro. O pai dele, meu avô, era fazendeiro e tinha muitas propriedades. Mas meu pai decidiu fugir para o Recife em uma “sopa”, um daqueles ônibus improvisados em chassis de caminhão.

Ele passou um tempo em Olinda, aprendeu o ofício de sapateiro e conseguiu pagar por um box na Madalena. Casou com minha mãe e teve dois filhos: eu, o primeiro, e minha irmã. Por isso, minha infância foi toda na sapataria. Ele tinha mais de dez empregados e quis que eu trabalhasse lá com ele.

Eu relutei. Tinha vergonha. Casei pela primeira vez e fui embora morar em Boa Viagem. Queria montar uma oficina de conserto de calçados no Edifício Califórnia, mas disseram a mim que ali não era bom porque “ali não presta, não; aquilo é mesmo que um cabaré”. Voltei então para a Trovão e comecei a crescer.

Meu pai se aposentou e passou o negócio para mim e minha irmã. Nós registramos a firma no CNPJ em 1978 e fui comprar maquinário e material no Sul e no Sudeste, sem incentivo fiscal ou financeiro nenhum. O preconceito era grande: “Essas máquinas são de alta produção. Para que você comprar essas máquinas se você não tem dinheiro?”. Eu respondia: “Eu tenho”. E comprava.

Minha relação com o mercado

Completei 79 anos e estou aposentado há quatro. Consertei sapato para três gerações. Chegava menino e moça que eu vi quando crianças, filhos dos meus clientes antigos. Daqui a pouco chegavam esses filhos, já grandes, e diziam: “Toinho, o meu filho aqui”. Eram os netos dos primeiros.

Em 1981, fiz um curso de aperfeiçoamento em Novo Hamburgo (RS), com bolsa do Senai PE (passagens aéreas e ajuda de custo). Passei seis dias lá e fiquei maravilhado em conhecer uma fábrica de calçados. Me chamaram para ficar por lá, mas não quis. Quis ficar na Trovão.
Tive como clientes Dr. Ricardo Brennand; Dr. Osvaldo Coelho, ex-deputado federal; Fred Oliveira, ex-presidente da Federação Pernambucana de Futebol; Dr. João Davi de Souza Filho, juiz; Doutor Geraldo Magela Danta] Campos, desembargador; o ex-prefeito e ex-governador Gustavo Krause, e o pai dele, Bido Krause.

Eu organizava uma missa todo ano, na frente da Sapataria Trovão. Arrecadava mais 700 quilos de mercadoria e levava tudo para a Igreja do Perpétuo Socorro, ali pertinho. Quem contribuía eram os meus clientes, que eu convidava, porque no mercado o pessoal não dava quase nada, dava besteira. Sou pioneiro mesmo: passei 50 anos lá dentro. E papai também passou 50 anos, até se aposentar.


*Antônio Tibúrcio Cavalcanti Filho é sócio-proprietário da Sapataria Trovão, estabelecimento mais antigo ainda em atividade no Mercado da Madalena


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É Findi - A Velha casa dos Martírios - Por Josué Sena*

02/10/2026

Goiana. A velha casa de Luiz Gomes, nos Martírios,
Tem uma porta, tal para o Passado,
Para cruzar o acesso a que me refiro,
Um passe em rimas deve ser recitado.



Após a porta, há campos de lírios,
E nichos de mármore desgastado,
Onde cintilam brancos círios,
Indicando o rumo a ser tomado.

O caminho é o das nuvens do Poente,
Onde se sentam profetas de barbas,
Onde a luz, quase de repente,



Some, de montes, entre as abas
E numa delas Prometeu, preso a corrente,
Repete-se a dizer: "Aqui o Tempo acaba".


*Josué Sena, poeta e desembargador do TJPE.



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Goiana. A velha casa de Luiz Gomes, nos Martírios,
Tem uma porta, tal para o Passado,
Para cruzar o acesso a que me refiro,
Um passe em rimas deve ser recitado.


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Após a porta, há campos de lírios,
E nichos de mármore desgastado,
Onde cintilam brancos círios,
Indicando o rumo a ser tomado.

O caminho é o das nuvens do Poente,
Onde se sentam profetas de barbas,
Onde a luz, quase de repente,


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Some, de montes, entre as abas
E numa delas Prometeu, preso a corrente,
Repete-se a dizer: "Aqui o Tempo acaba".


*Josué Sena, poeta e desembargador do TJPE.


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É Findi – Doutor dos Pneus – Ou de como viver sob pressão - Croniqueta - Por Xico Bizerra*

02/10/2026

Da série Meus Breves Contos – 14


Sua mãe queria que ele fosse médico. Até porque seu irmão não quis estudar e administrava a borracharia da família. Cuidava de pneus. Para atender à mãe e não frustrar a tradição familiar, estudou Medicina especializando-se em PNEUmologia. Sócio do irmão, vive hoje dividido entre o consultório – onde calibra a pressão das pessoas e a borracharia - onde afere a pressão de pneus.


*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor. @bizerraxico



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Da série Meus Breves Contos – 14


Sua mãe queria que ele fosse médico. Até porque seu irmão não quis estudar e administrava a borracharia da família. Cuidava de pneus. Para atender à mãe e não frustrar a tradição familiar, estudou Medicina especializando-se em PNEUmologia. Sócio do irmão, vive hoje dividido entre o consultório – onde calibra a pressão das pessoas e a borracharia - onde afere a pressão de pneus.


*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor. @bizerraxico


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É Findi – O Boi - Poema - Por Victor Sousa Júnior*

02/10/2026

No meio do povo, passista, brincante
De veste elegante, lá vinha o boi.
Baixando, subindo, girando e girando
No meio da rua, passava o boi.
E o seu olhar congelado parecia sorrir
Do povo descrente, de sonho carente
No meio da praça, do ponto mais alto, voava o boi
E o príncipe estrangeiro com seu humor tórrido
Com olhar complacente
Diria sorrir
É o boi na caatinga, com sede, com nada
De olhar impassível, sem nada entender
Igual fez a morte, sem hora, aviso
Por pouco me leva, sem nada temer
O enredo do fim, o cheiro do sangue
A morte na ponta da espada
Do toureiro vaidoso
A agulha, o bisturi na sala de cirurgia
Fez do azul um poço escuro
E o olho aberto parecia chorar.


*Victor Sousa Júnior, é escritor Caruaruense, hoje radicado em Coimbra, Portugal. Autor de livros infantis.



O É Findi é um...

No meio do povo, passista, brincante
De veste elegante, lá vinha o boi.
Baixando, subindo, girando e girando
No meio da rua, passava o boi.
E o seu olhar congelado parecia sorrir
Do povo descrente, de sonho carente
No meio da praça, do ponto mais alto, voava o boi
E o príncipe estrangeiro com seu humor tórrido
Com olhar complacente
Diria sorrir
É o boi na caatinga, com sede, com nada
De olhar impassível, sem nada entender
Igual fez a morte, sem hora, aviso
Por pouco me leva, sem nada temer
O enredo do fim, o cheiro do sangue
A morte na ponta da espada
Do toureiro vaidoso
A agulha, o bisturi na sala de cirurgia
Fez do azul um poço escuro
E o olho aberto parecia chorar.


*Victor Sousa Júnior, é escritor Caruaruense, hoje radicado em Coimbra, Portugal. Autor de livros infantis.


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É Findi Eleição - Hora H - Art. 37 da Constituição - Crônica - Por Malude Maciel*

02/10/2026

Pois é, está chegando a hora de nós, brasileiros, cumprirmos nosso dever cívico de votar em candidatos aos postos mais importantes e significativos do país: presidente; governador; senadores e deputados. Isto é de suma importância para toda a nação.
Apesar das desconfianças no sistema de urnas eletrônicas, precisamos de fazer a nossa parte e ter fé em Deus que as apurações do escrutínio sejam ilibadas. Mas, o que podemos fazer? Ao eleitor cabe apenas depositar seu voto e esperar o desenrolar do processo, mas não é tão fácil. Muitas vezes, entre aqueles que aparecem na televisão não está a figura que tenha o perfil para nos representar. Quando não é a pessoa que destoa é o partido que decepciona; ora o postulante é qualificado, mas não cativa o eleitorado, ora fica bem patente que se está sendo enganado, outra vez. É sério.

As campanhas

Durante o período de propaganda eleitoral é um deus nos acuda. Os candidatos prometem o céu na terra e são a...

Pois é, está chegando a hora de nós, brasileiros, cumprirmos nosso dever cívico de votar em candidatos aos postos mais importantes e significativos do país: presidente; governador; senadores e deputados. Isto é de suma importância para toda a nação.
Apesar das desconfianças no sistema de urnas eletrônicas, precisamos de fazer a nossa parte e ter fé em Deus que as apurações do escrutínio sejam ilibadas. Mas, o que podemos fazer? Ao eleitor cabe apenas depositar seu voto e esperar o desenrolar do processo, mas não é tão fácil. Muitas vezes, entre aqueles que aparecem na televisão não está a figura que tenha o perfil para nos representar. Quando não é a pessoa que destoa é o partido que decepciona; ora o postulante é qualificado, mas não cativa o eleitorado, ora fica bem patente que se está sendo enganado, outra vez. É sério.

As campanhas

Durante o período de propaganda eleitoral é um deus nos acuda. Os candidatos prometem o céu na terra e são as mais simpáticas criaturas do planeta. Há sempre uma barulheira incrível com gritaria enorme e todos eles querem se mostrar os melhores, porém os cidadãos conscientes estudam a trajetória de cada um e procura acertar. Segundo um ditado popular: "ruim por ruim, voto em mim", então, que seja o menos ruim, pois, passada a eleição a coisa sempre muda. Já vimos esse filme, antes.
O comportamento dos eleitos dificilmente será o mesmo do tempo de campanha. Nenhum conhece nem recebe ninguém e não quer perder tempo com o eleitor de outrora, muito menos suas reivindicações. Isso é público e notório, com raríssimas exceções e essas atitudes são insuportáveis. As promessas, nem conte com elas; todos esquecem e pensam que são os donos do mundo.

Mágoas

Todas esses procedimentos magoam os indivíduos, humilham, deixam o povo revoltado, com o título nas mãos e sem noção de como atingir o alvo, mudando a história.
Por outro lado, ainda existem os votantes que são: "Maria vai com as outras", infelizmente, o que atrapalha muito o processo da votação consciente e esmerada, num país continental onde a falta de educação geral ainda faz questão de atrasar as conquistas.

Decepções

A verdade é que a maioria dos cidadãos está decepcionada com os políticos em geral, pois dia menos dia, vem à tona corrupções dali e de lá e, não se aguenta mais tanta mentira daqueles que deveriam representar, justamente, quem lhes paga os honorários altíssimos e as suas mordomias.
Há tanta, mais tanta coisa pra ajeitar por aí a fora, na área da saúde, na educação, na segurança, etc. e o que o Executivo sanciona é mínimo diante das carências e do que poderia ser feito com seriedade.

Quantidade não é qualidade

Sabemos que não é preciso tantos deputados e senadores na Câmara e no Senado nacionais; com a metade seria o suficiente pra resolver todos os problemas eficazmente, se houvesse um bom trabalho e menos ganância pessoal. Sim, porque economia no erário tem que começar na base.
Cortar o número de assessores, por exemplo. E o dinheiro gasto sem regras, seria empregado em urgências maiores e necessárias.

Tem que adivinhar

Como disse e repito, não é fácil votar; entregar de mão beijada um cargo altamente significativo pra alguém que não se deixa conhecer, que não transparece suas atitudes, que não dialoga e/ou não aceita críticas construtivas nem sugestões, dói nas consequências. Essa maneira de governar ou administrar, olhando para o próprio umbigo, é vista costumeiramente até em pequenos cargos de instituições e isso demonstra o tipo de pessoa pública que deve ser descartada.

A população

O povo brasileiro precisa de mais força política: exigir, cobrar, pedir prestação de contas e não apenas reclamar em reservado, afinal estamos numa Democracia e precisamos exercê-la literalmente, dia em quem doer. Só não aprovo, de jeito nenhum, protesto com quebra-quebra e bandalheira. Mas, exigir o cumprimento de seus deveres é direito nosso, cidadãos comuns.

Está na hora

Minha gente, de votar bem e acompanhar os eleitos nos seus atos no seu mandato.

A sorte está lançada!
Valha-nos Deus!


O Artigo 37 da Constituição Federal de 1988 estabelece as regras básicas e os princípios que toda a administração pública do Brasil deve seguir.

Princípios Fundamentais

A administração pública direta e indireta (em todos os níveis de governo) deve obedecer ao mnemônico:

* Legalidade: O agente público só pode fazer o que a lei permite.
* Impessoalidade: A atuação deve ser neutra, sem favorecer ou perseguir pessoas.
* Moralidade: É obrigatório agir com ética, honestidade e boa-fé.
* Publicidade: Os atos oficiais devem ser transparentes e divulgados à população.
* Eficiência: É preciso buscar os melhores resultados com o menor desperdício de recursos.


*Malude Maciel, Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, ACACCIL, cadeira 15 pertencente à professora Sinhazina. @malude.maciel


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O É Findi é uma coluna semanal de cultura e lazer. Exclusiva de O Poder. Através de qualquer matéria, você acessa as demais. Boas leituras. Leia e compartilhe.

É Findi Eleição - Espelhos - Por Felipe Bezerra*

02/10/2026

Pensando bem,
não saiu caro
o golpe do Vorcaro.

Foi até barato,
ver novamente,
todos comprados.

Os 3 Poderes
na suruba comunitária,
juntos e misturados.

E você, otário,
ainda banca a farra,
com tributo e consignado.

Mas vá votar no domingo,
achando-se iluminado,
demonizando o outro lado.

Ao voltar do pleito,
olhe-se no espelho
e reconheça o palhaço.


*Felipe Bezerra, advogado e poeta. @felipebezerradesouza



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Pensando bem,
não saiu caro
o golpe do Vorcaro.

Foi até barato,
ver novamente,
todos comprados.

Os 3 Poderes
na suruba comunitária,
juntos e misturados.

E você, otário,
ainda banca a farra,
com tributo e consignado.

Mas vá votar no domingo,
achando-se iluminado,
demonizando o outro lado.

Ao voltar do pleito,
olhe-se no espelho
e reconheça o palhaço.


*Felipe Bezerra, advogado e poeta. @felipebezerradesouza


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É Findi Eleição – Poeta Pica-Pau* em Dose Dupla pra vocês

02/10/2026

Votar é cidadania


Existem bons candidatos
É só a gente pesquisar
Faça um estudo, uma análise
Em quem você vai votar
Votar é soberania
Fortalece a democracia
Num governo popular

Você é quem tem poder
De fazer a transição
Não vote por um favor
Vote por determinação
Vote com cidadania
Quatro de outubro é o dia
Do destino da nação

Se tem político avarento
E faz o que é errado
Em um contexto geral
Você também é culpado
Por não querer interagir
Deixando os outros decidir
Por você o resultado

Meu caro amigo eleitor
Que tem de setenta pra lá
Não relaxe, vá às urnas
Vá se certificar
Que com a sua idade
Você é prioridade
Não vai a fila enfrentar

Eu particularmente
Estou certo que vou votar
Nos programas sociais
Que veio a...

Votar é cidadania


Existem bons candidatos
É só a gente pesquisar
Faça um estudo, uma análise
Em quem você vai votar
Votar é soberania
Fortalece a democracia
Num governo popular

Você é quem tem poder
De fazer a transição
Não vote por um favor
Vote por determinação
Vote com cidadania
Quatro de outubro é o dia
Do destino da nação

Se tem político avarento
E faz o que é errado
Em um contexto geral
Você também é culpado
Por não querer interagir
Deixando os outros decidir
Por você o resultado

Meu caro amigo eleitor
Que tem de setenta pra lá
Não relaxe, vá às urnas
Vá se certificar
Que com a sua idade
Você é prioridade
Não vai a fila enfrentar

Eu particularmente
Estou certo que vou votar
Nos programas sociais
Que veio a se implantar
E pra falar a verdade
Vou dá continuidade
E não pretendo mudar


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Seja Sujeito Pacato


Se você tem seu candidato
E sua ideologia
Mas discute todo dia
Sem um exemplo exato
Seja sujeito pacato
Não se torne um cabra vil
Seja claro e viril
Sem se encomendar com crítica
E escolha nessa política
O que é melhor para Brasil


*Pica-Pau é poeta. Vive em Palmares, PE. @poeta.picapau


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É Findi Eleição - O Voto da Vergonha - Crônica - Por Romero Falcão*

02/10/2026

Meus quatro fiéis leitores, acreditem: eu gostaria de começar esta crônica de maneira leve, repleta de positividade, esperança. Mas não posso tapar o nariz diante da podridão da República.

No próximo domingo tem eleição. Tem, sim, senhor.

Meu palhaço interior não faz graça. Pelo contrário: indignado, atira impropérios. Cogita casas de recurso, surubas, putaria da mais depravada.

Ontem, sonhei com ratos e cupins. Na assembleia dos roedores, ficou decidido que firmariam contrato com insetos que devoram até as paredes dos palácios. Cada qual se empenharia numa operação kafkiana, da base à cumeeira. Não sobraria nada.

Acordei pensando em Gregor Samsa. Em que inseto estará se transformando o Brasil?

No domingo, vou desentranhar da gaveta meu empoeirado título de eleitor. Me vem uma expressão bonita, inscrita na Constituição Federal: sufrágio universal.

A Carta Magna não imagina o meu sofrimento para ex...

Meus quatro fiéis leitores, acreditem: eu gostaria de começar esta crônica de maneira leve, repleta de positividade, esperança. Mas não posso tapar o nariz diante da podridão da República.

No próximo domingo tem eleição. Tem, sim, senhor.

Meu palhaço interior não faz graça. Pelo contrário: indignado, atira impropérios. Cogita casas de recurso, surubas, putaria da mais depravada.

Ontem, sonhei com ratos e cupins. Na assembleia dos roedores, ficou decidido que firmariam contrato com insetos que devoram até as paredes dos palácios. Cada qual se empenharia numa operação kafkiana, da base à cumeeira. Não sobraria nada.

Acordei pensando em Gregor Samsa. Em que inseto estará se transformando o Brasil?

No domingo, vou desentranhar da gaveta meu empoeirado título de eleitor. Me vem uma expressão bonita, inscrita na Constituição Federal: sufrágio universal.

A Carta Magna não imagina o meu sofrimento para exercer, atualmente, o indigno sufrágio.

Mas vejam que ironia: o zero, temido pelos alunos de matemática, o zero que não é primo de ninguém, o zero absoluto, que atormenta moléculas e átomos. Pois é o zero quem me socorre na hora do voto.

O amigo zero me livra do peso da consciência. Não permite que eu suje os dedos, nem que as promessas vãs ceguem meus olhos.

Que a zerésima me perdoe.

O voto é secreto.

O meu é uma escandalosa vergonha.

Mas, na hora H, pode haver uma chance: todo número diferente de zero elevado a zero é igual a um.


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda


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Robôs do exterior defendem Nabor e atacam Vené

02/10/2026

Cesteiro que faz um cesto. Faz um cento. Nunca se ouviu falar de tanto derrame de dinheiro em uma campanha eleitoral na Paraíba. Supostamente, é claro. E supostamente, também, dizem os comentários gerais, recursos originados da corrupção do Banco Master. E da tabelinha entre o banqueiro bandido e o político libado Hugo Motta, o filho de Nabor. Sem suposicao, nesse caso. Tal pai, tal filho.

Representação à justiça

Aponta cerca de 1,5 mil comentários disparados em poucos minutos e pede identificação de operadores e eventuais contratantes. Tudo girando em torno de robôs, operados do exterior. Vários, elogiando Nabor em língua estrangeira.

A notícia

A campanha Veneziano acionou o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) hoje sexta-feira (2/10), a dois dias da eleição, após cerca de 1,5 mil comentários negativos serem disparados em poucos minutos contra cinco publicações do candidato no Instagram. A representaç...

Cesteiro que faz um cesto. Faz um cento. Nunca se ouviu falar de tanto derrame de dinheiro em uma campanha eleitoral na Paraíba. Supostamente, é claro. E supostamente, também, dizem os comentários gerais, recursos originados da corrupção do Banco Master. E da tabelinha entre o banqueiro bandido e o político libado Hugo Motta, o filho de Nabor. Sem suposicao, nesse caso. Tal pai, tal filho.

Representação à justiça

Aponta cerca de 1,5 mil comentários disparados em poucos minutos e pede identificação de operadores e eventuais contratantes. Tudo girando em torno de robôs, operados do exterior. Vários, elogiando Nabor em língua estrangeira.

A notícia

A campanha Veneziano acionou o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) hoje sexta-feira (2/10), a dois dias da eleição, após cerca de 1,5 mil comentários negativos serem disparados em poucos minutos contra cinco publicações do candidato no Instagram. A representação foi protocolada com pedido de urgência e busca identificar os responsáveis pela operação.

De acordo com a ação

Cada publicação recebeu aproximadamente 300 comentários, concentrados por volta das 10h15 e postados em intervalos de segundos. Grande parte partiu de contas vazias, com nomes genéricos ou aparentemente estrangeiros, e se limitava à repetição de emojis negativos.

A representação

Também chama atenção para um movimento registrado no perfil de Nabor Wanderley. Contas com padrão semelhante aparecem fazendo, no mesmo período, o caminho inverso: uma sequência de elogios genéricos, muitos em inglês e sem relação com a Paraíba ou com o conteúdo das publicações.


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A ação

Aponta indícios de que as duas movimentações tenham partido de uma mesma rede de contas inautênticas ou, pelo menos, de um mesmo fornecedor de engajamento artificial. A confirmação depende dos dados técnicos mantidos pela Meta.

Por isso

A campanha de Vené pede que a Justiça determine à empresa o cruzamento das contas, incluindo endereços IP, dispositivos, padrões de criação e atividade, meios de pagamento e possíveis operadores comuns. Também solicita a identificação dos responsáveis, a preservação dos dados e medidas contra as contas identificadas como inautênticas ou automatizadas.6

Polícia Federal

A representação pede ainda o envio do caso à Polícia Federal e ao Ministério Público Eleitoral para apuração da autoria, de eventuais contratantes e beneficiários. Em relação a Nabor, requer que o candidato se abstenha de contratar, utilizar ou se beneficiar de perfis inautênticos, automatizados ou de engajamento comprado e retire de suas publicações os comentários das contas apontadas na ação.

O processo

De número 0601344-33.2026.6.15.0000, aguarda apreciação da Justiça Eleitoral.






Microfones, salas e distorção - A estreia avassaladora do Led Zeppelin, por Zé da Flauta*

02/10/2026

O álbum de estreia do Led Zeppelin, lançado em janeiro de 1969, é amplamente reconhecido como um dos marcos fundamentais da história do rock. Produzido por Jimmy Page e gravado em apenas 30 horas nos estúdios Olympic, em Londres, o disco capturou a energia crua e a virtuosidade de quatro músicos em estado de graça. O trabalho redefiniu os limites do blues elétrico, fundindo a cadência pesada do gênero com uma agressividade inédita que pavimentou o caminho para o hard rock e o heavy metal.

Riffs e psicodelia

A sonoridade do álbum destaca-se pela abordagem inovadora de captação de áudio e pela química imediata entre os seus integrantes. A bateria avassaladora de John Bonham e o baixo sólido e melódico de John Paul Jones criaram uma seção rítmica de peso inigualável.

Na linha de frente, as guitarras de Jimmy Page, alternando entre riffs cortantes e atmosferas psicodélicas com o uso de um arco de violoncelo, casavam-se com os vocais rasg...

O álbum de estreia do Led Zeppelin, lançado em janeiro de 1969, é amplamente reconhecido como um dos marcos fundamentais da história do rock. Produzido por Jimmy Page e gravado em apenas 30 horas nos estúdios Olympic, em Londres, o disco capturou a energia crua e a virtuosidade de quatro músicos em estado de graça. O trabalho redefiniu os limites do blues elétrico, fundindo a cadência pesada do gênero com uma agressividade inédita que pavimentou o caminho para o hard rock e o heavy metal.

Riffs e psicodelia

A sonoridade do álbum destaca-se pela abordagem inovadora de captação de áudio e pela química imediata entre os seus integrantes. A bateria avassaladora de John Bonham e o baixo sólido e melódico de John Paul Jones criaram uma seção rítmica de peso inigualável.

Na linha de frente, as guitarras de Jimmy Page, alternando entre riffs cortantes e atmosferas psicodélicas com o uso de um arco de violoncelo, casavam-se com os vocais rasgados e dramáticos de Robert Plant, estabelecendo uma nova estética para as bandas de rock das décadas seguintes.

Experimentação

O repertório do LP reúne clássicos imortais que exemplificam a versatilidade do grupo. Faixas como "Good Times Bad Times" e "Communication Breakdown" apresentaram ao público uma urgência e um ritmo acelerado, enquanto "Babe I'm Gonna Leave You" demonstrou a habilidade da banda em alternar momentos dinâmicos de violão acústico com explosões elétricas. A suíte "Dazed and Confused", por sua vez, tornou-se o ponto alto da experimentação do disco, levando o ouvinte por uma jornada sombria e hipnótica.

Referência

A capa do álbum, que ostenta a célebre ilustração do desastre do zepelim LZ 129 Hindenburg em tons de preto e branco, tornou-se tão icônica quanto a própria música contida no vinil. Criada pelo designer George Hardie a partir da histórica fotografia de 1937, a imagem traduz perfeitamente o impacto avassalador e a natureza explosiva da estreia do Led Zeppelin. Décadas após o seu lançamento, o disco permanece como uma referência obrigatória e uma obra incontornável na discografia do rock mundial.


Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista


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A seleção que não fugia do debate, 1989, por Roberto Vieira*

02/10/2026

Diante do cancelamento do debate da Globo do dia 1.º de outubro, das pisadas de bola do Supremo Tribunal Federal e da fuga do presidente deste país para visitar o podcast do Flow, resta-nos a saudade daquele inflamável 1989, quando todo mundo dava a cara a tapa. Então, vamos fazer uma seleção de 1989 e esclarecer quem foi o primeiro a escapulir de debates no Brasil.



Defesa

O goleiro Leonel Brizola nasceu gaúcho como Taffarel. Na lateral direita havia Lula, chamado por Brizola carinhosamente de "sapo barbudo", e, na esquerda, o pianista Maluf. A zaga, com Roberto Freire e o Dr. Enéas, tinha verbo para dar e vender. Debate, basquete e eletrocardiograma era com essa turma mesmo.

Meio-campo

O trio no meio tinha o mineiro Ulisses, espécie de Dirceu Lopes, craque distante da seleção principal. Outro mineiro, Aureliano tentou a presidência num cochilo cardiológico da ditadura, mas não deu. Eles tocavam p...

Diante do cancelamento do debate da Globo do dia 1.º de outubro, das pisadas de bola do Supremo Tribunal Federal e da fuga do presidente deste país para visitar o podcast do Flow, resta-nos a saudade daquele inflamável 1989, quando todo mundo dava a cara a tapa. Então, vamos fazer uma seleção de 1989 e esclarecer quem foi o primeiro a escapulir de debates no Brasil.


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Defesa

O goleiro Leonel Brizola nasceu gaúcho como Taffarel. Na lateral direita havia Lula, chamado por Brizola carinhosamente de "sapo barbudo", e, na esquerda, o pianista Maluf. A zaga, com Roberto Freire e o Dr. Enéas, tinha verbo para dar e vender. Debate, basquete e eletrocardiograma era com essa turma mesmo.

Meio-campo

O trio no meio tinha o mineiro Ulisses, espécie de Dirceu Lopes, craque distante da seleção principal. Outro mineiro, Aureliano tentou a presidência num cochilo cardiológico da ditadura, mas não deu. Eles tocavam pouco a bola para Afif — pena, Afif era bom de bola.

Ataque

Collor / Caiado / Covas, o ataque dos 3 Cs foi eclético. Collor ganhou as eleições para depois perder o rumo; Caiado virou um Stanley Matthews das urnas — ou seria o goleiro Fábio? Já Mário Covas era nosso vozeirão do Santos. Hoje, a memória frágil dos brasileiros acredita ser Covas apenas uma rodovia.


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Saudade

Qualquer um destes senhores — reparem, não havia senhoras — sequer ousaria fugir das câmaras. Fugir era palavrão para os guris dos anos 1940 e 1950. Pena que o presidente Lula continue falando pelos cotovelos, porém falando apenas para seus fiéis seguidores. Messias morrendo de medo dos gentios. Por quê será? Brizola saberia nos dizer, tchê?

Fujão

Porém, a realidade é diferente. O primeiro fujão, como Lula, nesta quinta-feira, foi Jânio Quadros, em 15 de setembro de 1960, no programa Pinga-Fogo, da TV Tupi. Os adversários Lott e Ademar de Barros compareceram ao programa, enquanto Jânio voou para Recife, veio tomar uns uísques em Boa Viagem. Era o líder das pesquisas, para que debate? Pena. Poucos dias depois, Kennedy e Nixon entraram para a história com o primeiro debate presidencial da memória da televisão mundial.

Toga

Jânio foi o primeiro a driblar um debate. O segundo foi Collor, nos primeiros debates de 1989. Todo mundo sabe o que aconteceu com Jânio e Collor, né? Porém, uma diferença imensa existe entre eles e Lula. O atual presidente se utilizou da Seleção de Toga para ludibriar os eleitores. O Brasil de Lula virou uma república onde o jogo político tem juiz e bandeirinhas, é verdade. Mas o juiz e os bandeirinhas são do Lula F. C.

NOTA: A redescoberta deste debate presidencial brasileiro de 1960 se deve ao meu amigo, o jornalista Marcelo Duarte.

Roberto Vieira é médico e cronista
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.


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Veneziano ganha mais 4 direitos de reposta em cadeia de rádio e TV, que serão veiculados mesmo com o término do guia

02/10/2026

A Justiça Eleitoral concedeu ao Senador e candidato à reeleição Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) mais quatro direitos de resposta, que serão veiculados em cadeia extraordinária de rádio e TV. A decisão é do juiz Bianor Arruda Bezerra Neto.

O tempo

Cada direito de resposta terá tempo de um minuto e será utilizado por Veneziano para repor a verdade em relação a inverdades proferidas no guia eleitoral do candidato ao Senado Marcelo Queiroga.

Determinou

Como o período de veiculação do guia eleitoral foi encerado ontem (01/10), a justiça determinou a formação de cadeias extraordinárias de rádio e TV, “nos horários em que seriam veiculados os programas eleitorais em rede, correspondentes aos períodos das respectivas ofensas, mediante formação extraordinária da rede”, disse o magistrado.

A veiculação ocorre hoje, sexta-feira (02/10), nos horários em que os guias vinham sendo exibidos ordinariamente.

A Justiça Eleitoral concedeu ao Senador e candidato à reeleição Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) mais quatro direitos de resposta, que serão veiculados em cadeia extraordinária de rádio e TV. A decisão é do juiz Bianor Arruda Bezerra Neto.

O tempo

Cada direito de resposta terá tempo de um minuto e será utilizado por Veneziano para repor a verdade em relação a inverdades proferidas no guia eleitoral do candidato ao Senado Marcelo Queiroga.

Determinou

Como o período de veiculação do guia eleitoral foi encerado ontem (01/10), a justiça determinou a formação de cadeias extraordinárias de rádio e TV, “nos horários em que seriam veiculados os programas eleitorais em rede, correspondentes aos períodos das respectivas ofensas, mediante formação extraordinária da rede”, disse o magistrado.

A veiculação ocorre hoje, sexta-feira (02/10), nos horários em que os guias vinham sendo exibidos ordinariamente.

Justiça Eleitoral orienta eleitores a justificarem ausência do voto no dia das eleições

02/10/2026

O eleitor que estiver fora do domicílio eleitoral no dia da votação pode justificar ausência para o 1º turno primeiro turno, 4 de outubro, e para o 2º turno, 25 de outubro. A justificativa pode ser feita de forma online ou presencial. O procedimento online estará disponível das 8h às 17h (horário de Brasília) e só poderá ser realizado se a pessoa estiver fora do seu domicílio eleitoral.

A justificativa

A justificativa pode ser apresentada no próprio dia da eleição pelo aplicativo e-Título ou por meio do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE). O formulário deve ser preenchido e entregue nas mesas receptoras de votos ou de justificativas instaladas para essa finalidade, nos locais divulgados pelos?tribunais regionais eleitorais?e pelos cartórios eleitorais.

Documentos

Não é preciso apresentar ou anexar documentos que comprovem o motivo da ausência quando a justificativa for feita no dia de votação.
...

O eleitor que estiver fora do domicílio eleitoral no dia da votação pode justificar ausência para o 1º turno primeiro turno, 4 de outubro, e para o 2º turno, 25 de outubro. A justificativa pode ser feita de forma online ou presencial. O procedimento online estará disponível das 8h às 17h (horário de Brasília) e só poderá ser realizado se a pessoa estiver fora do seu domicílio eleitoral.

A justificativa

A justificativa pode ser apresentada no próprio dia da eleição pelo aplicativo e-Título ou por meio do Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE). O formulário deve ser preenchido e entregue nas mesas receptoras de votos ou de justificativas instaladas para essa finalidade, nos locais divulgados pelos?tribunais regionais eleitorais?e pelos cartórios eleitorais.

Documentos

Não é preciso apresentar ou anexar documentos que comprovem o motivo da ausência quando a justificativa for feita no dia de votação.

A justificativa é válida para o turno em que o eleitor estiver ausente do domicílio eleitoral. Caso falte no primeiro e no segundo turno, as justificativas devem ser feitas separadamente.

Através do e-Título

A ausência do voto pode ser justificada de forma online através do aplicativo e-Título, disponível para download em Android e iOS.

Os passos

São três passos: baixe o aplicativo do e-Título, preencha os dados, confirme sua identidade e cria sua senha; Selecione no canto inferior direito “mais opções” e logo em seguida clique em “Justificativa de Ausência”; e Autorize o aplicativo para usar a localização atual e justifique.


O eleitor pode optar por preencher o formulário de Requerimento de Justificativa Eleitoral disponível no site do Superior Tribunal Eleitoral (TSE) em PDF. O formulário também pode ser encontrado nos locais de votação.

Documento com foto

No momento da justificativa presencial, o eleitor também deve apresentar um documento oficial com foto. Caso não consiga apresentar a justificativa de ausência no dia do voto, o eleitor tem até 60 dias após cada turno para apresentar o documento.

O Poder

Brasil tem mais de 158 milhões de eleitoras e eleitores aptos a votar

02/10/2026

Os eleitores brasileiros irão às urnas no domingo (04/10) para votar no 1º das eleições gerais de 2026. A votação ocorre das 8h às 17h pelo horário de Brasília. O Brasil chega às Eleições 2026 com 158,7 milhões de eleitoras e eleitores aptos a votar em todo o país, de acordo com dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O número representa um acréscimo de 2,2 milhões de eleitores em relação ao pleito anterior.

Os cargos

Nas eleições deste ano, brasileiras e brasileiros vão às urnas para escolher presidente da República, governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital. A taxa de abstenção, contudo, só será conhecida após o fechamento de todas as urnas e a consolidação dos resultados.

São Paulo lidera, mas registra queda no eleitorado

O estado de São Paulo segue como o maior colégio eleitoral do país, com 34,1 milhões de eleitores aptos. No entanto, chama atenção o fato de que a reg...

Os eleitores brasileiros irão às urnas no domingo (04/10) para votar no 1º das eleições gerais de 2026. A votação ocorre das 8h às 17h pelo horário de Brasília. O Brasil chega às Eleições 2026 com 158,7 milhões de eleitoras e eleitores aptos a votar em todo o país, de acordo com dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O número representa um acréscimo de 2,2 milhões de eleitores em relação ao pleito anterior.

Os cargos

Nas eleições deste ano, brasileiras e brasileiros vão às urnas para escolher presidente da República, governador, senador, deputado federal, deputado estadual e deputado distrital. A taxa de abstenção, contudo, só será conhecida após o fechamento de todas as urnas e a consolidação dos resultados.

São Paulo lidera, mas registra queda no eleitorado

O estado de São Paulo segue como o maior colégio eleitoral do país, com 34,1 milhões de eleitores aptos. No entanto, chama atenção o fato de que a região Sudeste como um todo registrou uma redução de 0,57% no número de eleitores em comparação com a eleição anterior, o equivalente a cerca de 400 mil pessoas a menos.

Concentrados

Apesar disso, três dos quatro maiores colégios eleitorais do Brasil estão concentrados nessa região. Em contrapartida, todas as demais regiões do país apresentaram crescimento no eleitorado. A região Norte foi a que registrou o maior aumento proporcional entre todas as regiões brasileiras.

Os maiores colégios eleitorais do país

Após São Paulo, Minas Gerais aparece como o segundo maior colégio eleitoral, com mais de 16 milhões de eleitores, representando pouco mais de 10% do total nacional. O Rio de Janeiro ocupa a terceira posição, com 12 milhões de pessoas aptas a votar.
Os demais estados, juntos, representam 60% do eleitorado brasileiro, incluindo a Bahia, que figura como o quarto maior colégio eleitoral do país.

A influência

A concentração do eleitorado influencia diretamente as estratégias de campanha dos candidatos. Todos os principais postulantes à presidência passaram pelos quatro maiores colégios eleitorais, sendo São Paulo o palco do ato final de campanha.

O peso de Minas Gerais nas eleições

Minas Gerais desperta atenção especial não apenas pelo volume de eleitores, mas pelo perfil diversificado de seu eleitorado. Especialistas consideram que o estado representa, em miniatura, a pluralidade do Brasil.

Decisivo

Essa heterogeneidade faz com que Minas Gerais seja historicamente decisivo nos resultados das eleições presidenciais desde a redemocratização, conforme ressaltado durante a análise dos dados eleitorais.

Com CNN

Candidatos ao governo de Pernambuco realizam últimas atividades de campanha antes do pleito; confira agenda desta sexta-feira

02/10/2026

Penúltimo dia da campanha. A dois do primeiro turno das eleições, os candidatos e candidatas ao governo de Pernambuco realizam as últimas atividades de campanha antes do pleito. Panfletagens, carreatas, caravanas e encontros com apoiadores, marcam a agenda dos postulantes ao Palácio Campo das Princesas hoje, sexta-feira (02/10).

Confira as agendas dos candidatos ao Governo de Pernambuco nesta sexta-feira (02/10):

Raquel Teixeira Lyra (PSD)

A candidata Raquel Lyra divide o dia entre a capital pernambucana e o interior do estado. Pela manhã, às 09h00, a programação começa com um panfletaço no bairro da Imbiribeira, na Zona Sul do Recife. No período da noite, a postulante mobiliza apoiadores no Agreste e na Zona da Mata com duas carreatas seguidas: a primeira em Gravatá, às 19h00, e a segunda em Vitória de Santo Antão, às 20h30.

9h00 – Panfletaço Local: Imbiribeira
19h00 – Carreata em Gravatá
20h30 – Carreata...

Penúltimo dia da campanha. A dois do primeiro turno das eleições, os candidatos e candidatas ao governo de Pernambuco realizam as últimas atividades de campanha antes do pleito. Panfletagens, carreatas, caravanas e encontros com apoiadores, marcam a agenda dos postulantes ao Palácio Campo das Princesas hoje, sexta-feira (02/10).

Confira as agendas dos candidatos ao Governo de Pernambuco nesta sexta-feira (02/10):

Raquel Teixeira Lyra (PSD)

A candidata Raquel Lyra divide o dia entre a capital pernambucana e o interior do estado. Pela manhã, às 09h00, a programação começa com um panfletaço no bairro da Imbiribeira, na Zona Sul do Recife. No período da noite, a postulante mobiliza apoiadores no Agreste e na Zona da Mata com duas carreatas seguidas: a primeira em Gravatá, às 19h00, e a segunda em Vitória de Santo Antão, às 20h30.

9h00 – Panfletaço Local: Imbiribeira
19h00 – Carreata em Gravatá
20h30 – Carreata em Vitória de Santo Antão

Camila Falcão (UP)
AGENDA – conjunta com a candidata à Presidência da República Samara Martins
16h – Comício com saída no Pátio do Carmo até a Estação Centro do Recife

Ivan Moraes (PSOL)
Ivan Moraes inicia o dia no Recife com um café da manhã às 7h30 no Mercado da Madalena, situado na Rua Real da Torre, 521. Às 10h, o candidato visita a Associação de Surdos de Pernambuco, localizada na Rua do Riachuelo, 105, na Boa Vista.
Ivan Moraes toma café da manhã no Mercado da Madalena
7h30 - R. Real da Torre, 521 – Madalena, Recife – PE;
Ivan Moraes visita a Associação de Surdos de Pernambuco
10h - R. do Riachuelo, 105 – Boa Vista, Recife – PE;
Ivan Moraes panfleta na UNINASSAU
11h R. Guilherme Pinto, 114 – Graças, Recife – PE;
Ivan Mora es panfleta no Mercado de São José
14h Praça Dom Vital s/n, Recife;
Ivan Moraes panfleta no bairro da Boa Vista
15h Av. Conde da Boa Vista, 385 – Boa Vista, Recife – PE;
Ivan Moraes adere à Plataforma de Compromisso Com a Classe Trabalhadora da Central Única dos Trabalhadores (CUT)
16h20 CUT (Rua Manoel Pereira, 183 – Santo Amaro, Recife – PE);
Ivan Moraes dá rolê no Baobá da Encruzilhada
19h Baobá da Encruzilhada (R. Amaro Coutinho, 100B – Encruzilhada, Recife – PE).

João Campos (PSB)
O candidato João Campos cumpre uma extensa agenda que combina ações na Capital e em diversos municípios da Região Metropolitana. As atividades começam às 09h com a ação "Porta a Porta" no Recife, seguida pela "Caravana 40" em Ipojuca, marcada para as 10h30. No período da tarde, o postulante lidera uma série de mini carreatas: às 13h00 em Jaboatão dos Guararapes, às 15h00 em São Lourenço da Mata e, encerrando a programação do dia, às 17h30, passando por Camaragibe e retornando ao Recife.

09h00: Porta a Porta
Local: Recife
10h30: Caravana 40
Local: Ipojuca
13h00: Mini Carreata
Local: Jaboatão dos Guararapes
15h00: Mini Carreata
Local: São Lourenço da Mata
17h30: Mini Carreata
Local: Camaragibe e Recife

Guilherme Fonseca (PSTU)
06:30 Panfletagem no metrô central
11h00 Panfletagem na Praça do Derby
17h00 Panfletagem no condomínio Ignês Andreassa

Não divulgaram

Os candidatos Renan Hallais (MISSÃO) e Victor Assis (PCO) não informaram agenda

Outros compromissos

Seis dos sete candidatos ao governo de Pernambuco cumpriram agendas de campanha ontem, quinta-feira (01/10), três dias antes das eleições, que acontecem no domingo (04/10). Entre os compromissos, houve debate, panfletagens, caminhadas e encontros com representantes de setores da sociedade no Grande Recife e no interior.

Guilherme Fonseca (PSTU)
Segundo a agenda do candidato, Guilherme Fonseca fez panfletagem no Centro Paulo Freire de Professores do Recife, no bairro da Madalena, na Zona Oeste da capital. À tarde, participou de uma nova panfletagem, na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), no bairro de Dois Irmãos, na Zona Norte da capital.

Ivan Moraes (PSOL)
Ivan Moraes participou do debate da TV Jornal, no bairro de Santo Amaro, na área central do Recife. Em seguida, o candidato visitou o Sítio Ághata, em Tracunhaém, na Zona da Mata Norte. No fim da tarde, fez panfletagem em uma universidade na Boa Vista, na área central do Recife.

João Campos (PSB)
João Campos participou do debate da TV Jornal, no Recife. Em entrevista à TV Globo durante a agenda, o candidato afirmou que pretende fortalecer o setor cultural do estado com a criação do Pernambucoflix, uma plataforma gratuita de streaming voltada para a produção audiovisual pernambucana.

Depois, participou de um encontro com representantes do segmento da Saúde, no bairro do Poço da Panela, na Zona Norte do Recife. À tarde, o candidato fez panfletagem e participou de uma minicarreata em Jaboatão dos Guararapes e uma caminhada no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife.


Professora Camila (UP)

Professora Camila iniciou a agenda com panfletagem e diálogo com trabalhadores em Olinda. Em seguida, participou de atividades com estudantes de uma universidade em Paulista, no Grande Recife, e com trabalhadores na mesma cidade.

Na capital, a candidata fez panfletagem e conversou com passageiros no Terminal Integrado Joana Bezerra, no Mercado de São José e fez um ato de rua "porta a porta" nos bairros do Jiquiá e da Iputinga, na Zona Oeste do Recife.

Raquel Teixeira Lyra (PSD)
A governadora e candidata à reeleição participou do debate da TV Jornal, no Recife. Em entrevista à TV Globo durante a agenda, Raquel Lyra prometeu ampliar o acesso da população às manifestações culturais por meio da expansão do Festival Pernambuco Meu País para as periferias e da valorização do patrimônio histórico e cultural do estado.
À tarde, a candidata participou de uma caminhada em Dois Unidos e, em seguida, de outra no Morro da Conceição, ambos na Zona Norte da capital. O último compromisso do dia foi uma caminhada em Camaragibe, no Grande Recife.

Renan Hallais (Missão)

Segundo a agenda do partido, o candidato do Missão fez panfletagem em Brasília Teimosa, na Zona Sul do Recife. À tarde, Renan participou de uma nova panfletagem no Pina, também na Zona Sul da capital.

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