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Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta quinta-feira Por Alek Maracajá

15/10/2026

Brasília, 15 de outubro de 2026

Vamos lá… bom dia! Faltam 10 dias para o 2º turno. A Quaest trouxe Flávio 46% × Lula 44%, empate técnico, e o Senado aprovou o fim da escala 6x1 por 75 votos a 1. Ontem até a jornada de trabalho encolheu; só a diferença na pesquisa ficou parada no lugar

No Instagram, Lula chega a 17,3 milhões de seguidores; Flávio cresce mais rápido e ganha 250 mil em dois dias, contra 225 mil de Lula.

Fora a 6x1, o dia teve IA da Meta na berlinda, Centrão fechado com Hugo Motta para 2027 e o STF com pressa no caso Master.

Resumo da manhã: a pesquisa não mexeu, o trabalhador ganhou um dia de folga e as duas campanhas querem a autoria da folga
Termômetro eleitoral: Quaest × Digital

Flávio 46% × Fula 44%: os dois sobem 2 pontos e a distância não sai do lugar


Votos totais: Flávio 46%, Lula 44%, brancos e nulos 9%, indecisos 1%. Na rodada de 3/10 eram 44%...

Brasília, 15 de outubro de 2026

Vamos lá… bom dia! Faltam 10 dias para o 2º turno. A Quaest trouxe Flávio 46% × Lula 44%, empate técnico, e o Senado aprovou o fim da escala 6x1 por 75 votos a 1. Ontem até a jornada de trabalho encolheu; só a diferença na pesquisa ficou parada no lugar

No Instagram, Lula chega a 17,3 milhões de seguidores; Flávio cresce mais rápido e ganha 250 mil em dois dias, contra 225 mil de Lula.

Fora a 6x1, o dia teve IA da Meta na berlinda, Centrão fechado com Hugo Motta para 2027 e o STF com pressa no caso Master.

Resumo da manhã: a pesquisa não mexeu, o trabalhador ganhou um dia de folga e as duas campanhas querem a autoria da folga
Termômetro eleitoral: Quaest × Digital

Flávio 46% × Fula 44%: os dois sobem 2 pontos e a distância não sai do lugar


Votos totais: Flávio 46%, Lula 44%, brancos e nulos 9%, indecisos 1%. Na rodada de 3/10 eram 44% × 42%. Pelo cálculo Ativaweb, nos válidos fica 51% × 49%.

Margem de 2 pontos: empate técnico. Foram 2.154 entrevistas de 10 a 13 de outubro, contratante Grupo Globo, registro BR-08729/2026.

Leitura: a alta dos dois coincide com a queda de brancos e nulos, de 13% para 9%. Por enquanto, a disputa é por quem estava fora, não por quem já escolheu lado.

Dois pontos de vantagem, dois pontos de margem. A matemática fez as pazes antes dos candidatos


Termômetro digital — Ativaweb Datalab
Instagram, últimos dois dias


Lula: +225.000 novos seguidores (+1,3%)
Flávio: +250.000 novos seguidores (+1,8%)

Soma: 475 mil novos seguidores em 48 horas.


Lula passa de 17,2 milhões, mas Flávio pisa mais fundo no acelerador

Lula tem 17,27 milhões de seguidores, contra 14,12 milhões de Flávio: 3,15 milhões de diferença.

Engajamento em queda para os dois: Lula foi de 5,20% para 4,59%; Flávio, de 7,04% para 6,55%. Flávio segue engajando mais por seguidor.

Leitura: Lula tem a maior audiência; Flávio cresce mais em número e em proporção nas últimas 48 horas. Na semana passada o ritmo era de Lula; nesta janela, virou.

"Engajamento caindo com seguidor subindo é sinal de público novo chegando: mais gente olhando, menos gente reagindo. Na reta final, o desafio deixa de ser atrair e passa a ser converter." — Alek Maracajá

Seguidor novo é igual convidado de casamento: chega, olha tudo, come o bem-casado e ainda não decidiu se curte

Principais movimentos

6x1 no Senado: 75 a 1 e uma disputa pela paternidade

O Senado aprovou em dois turnos, por 75 votos a 1, a PEC que reduz a jornada de 44 para 40 horas semanais, sem corte salarial, com dois dias de descanso. A transição é de 14 meses; o único voto contra foi de Hamilton Mourão (Republicanos-RS). Flávio votou a favor, de forma remota; Davi Alcolumbre sinalizou promulgar já na próxima semana.
Lula ganha a "conquista histórica" que postou nas redes; o PL diz que "nunca mudou de opinião", enquanto Flávio assina também a PEC do Trabalho Flexível, de Rogério Marinho, que admite contrato por hora.
Proposta aprovada por 75 a 1 tem mais pai que filho de novela das nove.

A IA da meta não desenha Lula, mas desenha Flávio

Teste do Brasil de Fato mostrou a Meta AI, no WhatsApp, recusando banners com "Vote Lula 13" e gerando peças com "Vote Flávio 22". A Meta diz que proibiu temporariamente imagens de candidatos para cumprir a lei eleitoral e que reforçou o bloqueio por nome e número. No TSE, onde a campanha de Lula acusa falhas que prejudicaram seu alcance, a empresa nega favorecer candidatos.
São alegações de um lado e resposta do outro, sem favorecimento comprovado; mas a pauta "algoritmo e eleição" ganhou um exemplo fácil de compartilhar.
A IA disse que não tinha motivo específico para recusar. Pela primeira vez, a máquina deu a desculpa clássica do grupo da família.

Centrão já escolheu o presidente… da Câmara

MDB, PP, PSD, União Brasil, Republicanos, PSDB-Cidadania, Podemos e Solidariedade-PRD anunciaram apoio à reeleição de Hugo Motta em 2027. O PL resiste; para Sóstenes Cavalcante, "se alguém quiser se colocar como candidato agora, queima a largada". O PT ainda não declarou apoio.
O bloco isola o PL, maior bancada, e garante que qualquer presidente eleito vai negociar com o mesmo comando da Câmara.
O Brasil nem sabe quem governa em 2027, mas o Centrão já sabe quem senta na cadeira. Planejamento estratégico nível Ativaweb

Caso Master: STF quer pressa para fugir do impeachment

Parte do STF quer concluir até o fim do ano a apuração interna sobre menções a ministros no caso Master, para reduzir o risco de impeachment no Senado que toma posse em 2027. Na terça, Fachin pediu à PF todas as menções a ministros, sem juízo de valor; o relatório deve sair só depois do 2º turno. Os ministros citados não se manifestaram, e ser mencionado não significa ter cometido crime.
O Master vira tema do próximo Senado antes mesmo de virar processo.
O STF quer pressa, a PF entrega depois da eleição e o recesso começa dia 20 de dezembro. Brasília inventou a urgência com calendário flexível

Leitura estratégica Ativaweb Datalab

Eleitoral: Quaest 46% × 44%, empate técnico; a diferença de 2 pontos se manteve e brancos e nulos caíram de 13% para 9%.
Digital: Lula tem 3,15 milhões de seguidores a mais; Flávio cresce 1,8% contra 1,3% nas últimas 48 horas e engaja mais.
Narrativo: a 6x1 vira disputa de autoria: "conquista histórica" de um lado, "nunca mudou de opinião" do outro.
Institucional: TSE e Meta de um lado, STF e PF do outro. As instituições seguem dividindo a manchete com os candidatos.
Trabalho: se a promulgação sair antes do dia 25, como sinalizou Alcolumbre, a jornada de 40 horas entra no 2º turno como fato, não como promessa.

Pesquisa parada, folga aprovada, IA tímida e Centrão adiantado. A única coisa que não tem transição de 14 meses é a eleição

Alerta Ativaweb

Crescer mais rápido não é ter mais. Flávio ganhou mais seguidores nas últimas 48 horas; Lula continua com 3,15 milhões a mais. E o engajamento caiu para os dois, sinal de público novo, ainda pouco ativo.

Na Quaest, a mesma lição: os dois subiram e a distância ficou igual. Movimento não é virada.

Pesquisa mede intenção.
Digital mede atenção e interação.
Urna mede voto.

Fechamento

A história desta quinta é empate, folga e algoritmo.

A Quaest mantém o empate técnico com os dois em alta, e o Senado entrega o fim da 6x1 quase por unanimidade, com Lula e PL disputando quem chegou primeiro.

No digital, Lula tem a maior vitrine e Flávio o maior ritmo. Em Brasília, a Meta se explica, o Centrão escolhe 2027 e o STF corre contra o calendário do Master.

Faltam 10 dias para o 2º turno.

A pesquisa fotografa. O digital acelera. A 6x1 descansa. A urna decide no dia 25

Alek Maracajá
CEO da Ativaweb DataLab | Cientista de Dados e Pesquisador

Regra de transição e dois dias de folga: confira como ficou a proposta que acaba com a escala 6x1

15/10/2026

O Senado aprovou na noite de ontem, quarta-feira (14/10) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 e garante dois dias de folga por semana para o trabalhador sem diminuição do salário.
O texto ainda precisa ser promulgado para entrar em vigor. A previsão é que isso ocorra na semana que vem.

Transição

Mas, para que os trabalhadores brasileiros cheguem à nova jornada, haverá ainda uma transição.
O período para a adaptação das empresas terá início logo depois da promulgação: em dois meses, redução da jornada semanal para 42 horas, com dois dias de repouso semanal remunerado; em um ano após esses dois meses, redução da jornada semanal para 40 horas.

Reduzida definitivo

Depois de 14 meses da promulgação, a jornada máxima será reduzida em definitivo sem redução de salário.
Segundo as novas regras, o trabalhador terá direito a dois dias de descanso remunerado por semana,...

O Senado aprovou na noite de ontem, quarta-feira (14/10) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6x1 e garante dois dias de folga por semana para o trabalhador sem diminuição do salário.
O texto ainda precisa ser promulgado para entrar em vigor. A previsão é que isso ocorra na semana que vem.

Transição

Mas, para que os trabalhadores brasileiros cheguem à nova jornada, haverá ainda uma transição.
O período para a adaptação das empresas terá início logo depois da promulgação: em dois meses, redução da jornada semanal para 42 horas, com dois dias de repouso semanal remunerado; em um ano após esses dois meses, redução da jornada semanal para 40 horas.

Reduzida definitivo

Depois de 14 meses da promulgação, a jornada máxima será reduzida em definitivo sem redução de salário.
Segundo as novas regras, o trabalhador terá direito a dois dias de descanso remunerado por semana, em vez da possibilidade atual de trabalhar seis dias e ter apenas um dia de folga.

Horas extras e banco de horas

A redução da jornada não acaba com as horas extras nem com mecanismos de compensação, como o banco de horas.
Esses instrumentos ainda poderão ser utilizados, desde que respeitem os novos limites e as regras previstas na legislação e nos acordos ou convenções coletivas.

Negociação

Durante a transição, a negociação coletiva também poderá estabelecer formas de distribuição das horas trabalhadas para facilitar a adaptação das empresas.

Regras específicas para categorias
Algumas categorias terão regras específicas. Atividades contínuas e essenciais, como saúde, segurança, transporte e limpeza urbana, poderão adotar formas diferentes de organização da jornada por meio de acordos ou convenções coletivas.

Com diploma

Também há regras específicas para trabalhadores com diploma de curso superior que recebam mais de 2,5 vezes o teto da Previdência Social, ou seja, quem ganhe mais de R$ 21.188 por mês.
Para esses profissionais, os limites gerais de jornada e as regras de controle de horário terão tratamento diferenciado, mas permanece o direito a dois dias de descanso por semana.

Terceirizados e MEIs

No caso dos trabalhadores terceirizados que prestam serviços à administração pública, a redução da jornada dependerá da assinatura de um termo aditivo aos contratos.
Os órgãos públicos terão até um ano para fazer essa alteração. Se não houver acordo nesse prazo, a redução passará a valer automaticamente.

A votação

Em uma decisão histórica, o plenário do Senado Federal aprovou na noite desta quarta-feira (14), em votação em dois turnos, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 221/2019, que põe fim à escala 6x1 de trabalho, aquela em que o empregado trabalha seis dias por um de folga na semana.

Os votos

Foram 75 votos a favor da PEC e apenas um contrário, em ambos os turnos.
O quórum exigido para uma emenda constitucional era de pelo menos 49 votos favoráveis. O número de parlamentares com presença registrada em plenário chegou a 77 dos 81 senadores, segundo o painel de votação.

O texto

O texto prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5x2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.

A mudança

A mudança representa um marco na luta por direitos trabalhistas desde a Constituição de 1988, quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas semanais, e concede um dia a mais de descanso para que trabalhadores com carteira assinada possam descansar, ampliar o convívio com a família e ter mais tempo de lazer e estudos.

A escala

Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5x2 e reduzir a jornada máxima para o máximo de 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.

Veneziano alerta que Flávio Bolsonaro eleito revogaria a nova norma pelo fim da escala 6x1

15/10/2026

O senador e líder da maioria no Senado Federal Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) fez um alerta, na noite desta quarta-feira (14), durante votação da PEC que põe fim à escala de trabalho 6x1, sem redução salarial. Ao orientar o voto da bancada da Maioria, Veneziano disse que o Brasil estava vivendo um momento histórico e muito importante.

Alertou

Entretanto, Veneziano alertou para a necessidade de reeleição do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), neste 2º turno, para que a mudança seja efetivada. Ele lembrou que o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) se manifestou, em diversas oportunidades, contrário à proposta e que se ele for eleito, irá revogar a PEC, acabando com o benefício aos trabalhadores.

Lembrou

Veneziano lembrou que, apesar de ser contra a proposta, Flávio Bolsonaro agora, na véspera da eleição, disse que votava favorável à PEC, mas falou a empresários e aliados que, eleito, voltaria a...

O senador e líder da maioria no Senado Federal Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) fez um alerta, na noite desta quarta-feira (14), durante votação da PEC que põe fim à escala de trabalho 6x1, sem redução salarial. Ao orientar o voto da bancada da Maioria, Veneziano disse que o Brasil estava vivendo um momento histórico e muito importante.

Alertou

Entretanto, Veneziano alertou para a necessidade de reeleição do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), neste 2º turno, para que a mudança seja efetivada. Ele lembrou que o candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) se manifestou, em diversas oportunidades, contrário à proposta e que se ele for eleito, irá revogar a PEC, acabando com o benefício aos trabalhadores.

Lembrou

Veneziano lembrou que, apesar de ser contra a proposta, Flávio Bolsonaro agora, na véspera da eleição, disse que votava favorável à PEC, mas falou a empresários e aliados que, eleito, voltaria atrás em sua posição.

“Se nós estivéssemos aqui com outro governo, pelas próprias palavras (de Flávio Bolsonaro), o projeto seria levado à revogação. Então, em nome da manutenção dessa conquista para a classe trabalhadora, da escala 5x2, é fundamental, decisivo, feérica e energicamente que nós estejamos com o Bora-Lula, o Vira-Vira, pra que garantamos aos trabalhadores a escala 5x2”.

O Poder

Eleições 2026 - Primeira pesquisa Quaest do 2º turno será divulgada ainda hoje. Confira as novidades para o seu Papo da Noite

14/10/2026

A Quaest divulga no começo da noite de hoje, quarta-feira, 14/10, a partir das 18h00, sua primeira pesquisa de intenção de voto para o segundo turno da eleição presidencial de 2026. Segundo os dados registrados no Tribunal Superior Eleitoral, TSE, foram entrevistadas 2.154 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 13/10. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-08729/2026.

- Além das intenções de voto em Flávio, PL, e em Lula, PT, a Quaest também pesquisou sobre o voto no primeiro turno, níveis de rejeição aos candidatos, conhecimento sobre propostas dos presidenciáveis e avaliação do governo Lula.

- Datafolha amanhã: o Datafolha também apresentará um novo levantamento sobre a disputa presidencial amanhã.A pesquisa, encomendada pelo jornal Folha de S.Paulo, será divulgada na quinta-feira, 15/10. O novo levantamento do Datafolh...

A Quaest divulga no começo da noite de hoje, quarta-feira, 14/10, a partir das 18h00, sua primeira pesquisa de intenção de voto para o segundo turno da eleição presidencial de 2026. Segundo os dados registrados no Tribunal Superior Eleitoral, TSE, foram entrevistadas 2.154 pessoas com 16 anos ou mais, entre os dias 10 e 13/10. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-08729/2026.

- Além das intenções de voto em Flávio, PL, e em Lula, PT, a Quaest também pesquisou sobre o voto no primeiro turno, níveis de rejeição aos candidatos, conhecimento sobre propostas dos presidenciáveis e avaliação do governo Lula.

- Datafolha amanhã: o Datafolha também apresentará um novo levantamento sobre a disputa presidencial amanhã.A pesquisa, encomendada pelo jornal Folha de S.Paulo, será divulgada na quinta-feira, 15/10. O novo levantamento do Datafolha prevê entrevistas com 2.520 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 13 e 15/10. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no TSE é BR-00466/2026.

- Fim da 6 x 1: O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, disse que o plenário da Casa irá finalizar, hoje, quarta-feira, 14/10, a votação, em dois turnos, da PEC que acaba com a escala 6x1.

- Fim da 6 x 1: Senado prevê promulgar PEC do fim da jornada 6x1 na semana que vem. Alcolumbre aguarda votação para tomar decisão sobre data.


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- O senador Veneziano, presidente da sessão da 6x1 no Senado usa adesivo de Lula. Procurado, senador Veneziano Vital do Rêgo não respondeu. Durante sessão, parlamentar retirou o adesivo, mas ressalvou que não retira a "condição de eleitor de Lula". “Vou retirar (o adesivo) aqui pela condição de estar presidindo, mas vocês sabem que no meu coração não retiro a condição de ser eleitor do presidente Lula."

- Eleições 2026: Lula, PT, acionou hoje, 14/10, o TSE com novos questionamentos contra a Meta, empresa responsável pelo Instagram, Facebook e WhatsApp. O motivo é uma falha na IA, inteligência artificial da empresa, que bloqueou a geração de imagens com o termo “Lula 13”, mas permitiu a criação de peças com “Flávio 22”, referência ao senador Flávio Bolsonaro, PL.


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- Eleições 2026: Voto de legenda é o menor em série histórica de três décadas. Votos direcionados ao partido

O voto de legenda registrou nestas eleições a menor proporção em relação ao total de votos desde o início do registro na base de dados do TSE, em 1998. Nesse tipo de voto, o eleitor digita na urna apenas o número do partido, e não o de um candidato a deputado federal, estadual ou distrital específico. Mesmo sem ser destinado a nenhum postulante, o voto ajuda a legenda a conquistar cadeiras no sistema proporcional. Entre os 122,9 milhões de votos para a Câmara dos Deputados, incluindo brancos e nulos, 3,4 milhões foram destinados às legendas e não a um candidato, o que equivale a 2,8% do total. Em 1998, esse tipo de voto correspondeu a 11,3% do sufrágio para a Câmara. Nos pleitos às Assembleias de Estados e à Câmara do Distrito Federal, a proporção de votos de legenda foi de 5,8% em relação ao total. Os dados são do TSE. Entre os partidos com representação no Congresso, a Rede registra o maior porcentual de votação na legenda, com 19% dos votos oriundos da modalidade. Já o PT teve o maior quantitativo de votos do tipo, 1 milhão, equivalentes a 6,8% do total de votos da sigla. O PL, que elegeu a maior bancada da próxima legislatura, registrou 623 mil votos do tipo, ou 2,4% dos votos. O menor porcentual de voto de legenda é do Podemos, com 1,1%.

- Eleições 2026: Campanha de Lula vai à OEA contra “interferência” de big techs. PT diz que Meta favorece Flávio na IA do WhatsApp e leva denúncia ao exterior. Grok e X também aparecem, em menor grau.

- Caso Master: Flávio Bolsonaro era 'usuário master' de conta ligada a jato de Vorcaro. Relatório da Polícia Federal aponta que o candidato do PL tinha acesso elevado à conta de holding que detinha um terço da aeronave. Flávio e o advogado Willer Tomaz negam.

- Eleições 2026: Kassio deve se reunir com Janones para discutir 'Exército do Lula' no WhatsApp. Canal ultrapassa 4 milhões de usuários e foi suspenso novamente na noite de ontem, 13/10.

- Em dia de votação da 6x1, líder do PL, Sóstenes Cavalcante, diz que tentará votar PEC por hora trabalhada em 2027. Protocolada pelo senador Rogério Marinho, PL, o texto era defendido pela oposição como alternativa à redução da jornada de trabalho.


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- Mercado de Games: Lula regulamenta lei dos games com promessa de juros mais baixos a desenvolvedores, e acena a jovens

O presidente Lula, PT, sancionou hoje, quarta-feira, 14/10, o decreto que regulamenta o Marco Legal dos Games, de 2024, e abre caminho, segundo o governo, para acesso ao crédito público com juros mais baratos. O anúncio, que também incluiu um pacote de medidas para o setor, busca acenar ao público jovem e à comunidade de gamers no Brasil na reta final das eleições. Estão previstas chamadas públicas de incentivo ao setor, acesso a instrumentos de fomento, como o Fundo Setorial Audiovisual, e a criação de cursos de formação específica para o desenvolvimento de games. "Não queremos apenas participar do mercado global de produção. Queremos que o Brasil seja referência mundial em produção, inovação e conhecimento", afirmou o presidente Lula hoje. A Ancine, Agência Nacional do Cinema, proporá ao Comitê Gestor do Fundo Setorial do Audiovisual, FSA, a redução do valor mínimo dos empréstimos e da taxa de juros para o setor. O Ministério da Cultura, Minc, prevê lançar duas chamadas de R$ 50 milhões para equipar laboratórios e espaços de desenvolvimento, e apoiar a produção, o lançamento e a venda de jogos brasileiros independentes. Também está prevista, segundo o Minc, a "Rouanet Games". (Com a Folha de S.Paulo)

- Eleições 2026: TV Globo faz entrevistas e debate com candidatos à Presidência no segundo turno. Encontros serão exibidos ao vivo pela TV Globo, GloboNews e pelo g1. Luiz Inácio Lula da Silva, PT, será entrevistado amanhã, dia 15/10, e Flávio Bolsonaro, PL, no dia 16/10. Os encontros serão conduzidos por Renata Lo Prete e exibidos após o ‘Jornal Nacional’.

- No dia 23/10, a Globo realiza o último debate entre os dois e será Mediado pelo jornalista César Tralli.

- Aconteceu hoje: PGR pede pela anulação do afastamento liminar de Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF. Documento argumenta que a decisão afeta cadeia de comando e interfere em ordem administrativa.

- Situação do Metrô do Recife: Linha Sul volta a circular após parar pela 2ª vez em três dias por falha elétrica. Problema afetou cerca de 60 mil passageiros. Ramal ficou sem operação por mais de 12 horas anteontem.


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- UFPE aprova a criação de 5 novos cursos de graduação: As novas formações abrangem as áreas de saúde, educação, tecnologia e ciências exatas.

A UFPE aprovou a criação de cinco novos cursos de graduação. As novas formações são Pedagogia Bilíngue (Libras-Português) e Engenharia Física, no Campus Recife; Fonoaudiologia e Ciência de Dados e Inteligência Artificial, no Centro Acadêmico do Agreste (CAA); e Terapia Ocupacional, no Centro Acadêmico de Vitória (CAV). A previsão é de que os novos cursos tenham início a partir de 2027. Para o reitor da UFPE, Alfredo Gomes, a aprovação dos novos cursos representa mais uma etapa do processo de expansão da Universidade. “A UFPE segue avançando, ampliando oportunidades e formando profissionais para os desafios de Pernambuco e do Brasil”, destaca o reitor. Segundo ele, a iniciativa também está relacionada à política de interiorização da Universidade. Em 2027, o Centro Acadêmico do Sertão (CAS), em Sertânia, receberá o curso de Medicina, fortalecendo a presença da UFPE no interior do Estado. “Mais cursos, mais oportunidades, mais inclusão e desenvolvimento para Pernambuco”, afirma Alfredo Gomes.

- Estradas em PE: BR-232 terá mudança de trânsito para içamento de estrutura de passarela no domingo, 18/10.


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- Eleições 2026: Recife terá creches abertas no dia do 2o turno para acolher crianças enquanto famílias votam

A Prefeitura do Recife vai abrir 136 unidades de Educação Infantil da rede municipal na manhã de domingo, 25/10, dia do segundo turno, para acolher as crianças enquanto mães, pais e responsáveis vão às urnas. A ação, que deve atender cerca de 21 mil crianças, foi anunciada hoje, quarta-feira, 14/10, pelo prefeito Victor Marques. Ao anunciar a medida, o prefeito destacou que a democracia depende de condições para que todas as pessoas participem. As unidades fazem parte de uma rede que alcança cerca de 40 mil famílias, e a relação das que abrirão as portas estará disponível no aplicativo Conecta Recife.

- Prefeitura do Recife sanciona lei que institui o Dia de Nossa Senhora de Fátima no calendário oficial da cidade. Data será celebrada todo 13 de maio e valoriza a tradição de fé de gerações de recifenses. Capital abriga o mais antigo santuário dedicado à santa fora de Portugal.

- Dólar perde força após bater em R$ 5,06. Ibovespa devolve perdas, com alívio nos juros. Bolsa marcou queda significativa, logo cedo, com surpresa negativa com inflação dos EUA, que pode gerar alta dos juros por lá, enquanto investidores aguardam pesquisa Quaest com intenção de votos para o 2o turno, que será divulgada ainda hoje.


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- Petróleo, gás e minerais: Trump anuncia exploração “massiva” de recursos na Groenlândia

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou hoje, quarta-feira, 14/10, que uma exploração “massiva” de petróleo, gás e minerais está prestes a começar na Groenlândia. Na Truth Social, Trump afirmou que especialistas apontam a existência de grandes quantidades de petróleo de fácil extração na região. O presidente, porém, não apresentou estudos, cronograma ou detalhes sobre a participação dos EUA no projeto. Apesar de Trump ter usado a expressão “nossa nova e bela Groenlândia”, o território continua autônomo e vinculado ao Reino da Dinamarca. Em setembro, EUA, Dinamarca e Groenlândia assinaram um acordo que amplia a presença militar norte-americana na ilha. O documento reafirma a soberania dinamarquesa e o direito dos groenlandeses à autodeterminação, mas não concede aos EUA direitos especiais para explorar recursos naturais. Trump também destacou a posição estratégica da Groenlândia para a defesa dos EUA e da Europa. Segundo ele, o território permitiria detectar e interceptar drones, mísseis e outras ameaças dirigidas aos norte-americanos. O anúncio ocorre em meio à pressão sobre o setor energético dos Estados Unidos.

- Trump e a Guerra no Oriente Médio: As refinarias do país operam próximo do limite para compensar interrupções provocadas pela guerra no Oriente Médio, enquanto a reserva estratégica de petróleo está no menor nível desde 1982.

- Papa Leão XIV pede orações por sua saúde: Análise dos linfonodos vai confirmar estadiamento do câncer do Papa e definir se ele precisará de outro tratamento. Resultado do material retirado na cirurgia de terça-feira, 13/10, ainda não foi divulgado pelo Vaticano. Estágio, margem do tumor e mutações vão orientar os próximos passos.

- Presidente da Colômbia muda regras de resposta a protestos na véspera de manifestações contra o governo. Decreto amplia as situações em que a polícia pode usar a força e estabelece novas regras para a atuação das autoridades durante atos públicos. Medida começa a valer hoje, 14/10.

- Keiko Fujimori adota a cartilha de Bukele nas escolas do Peru. Com rígido código de conduta sobre cabelos, maquiagem e vestimentas, a presidente peruana promete combater a violência escolar, mas enfrenta críticas de sexismo e dúvidas sobre a eficácia das medidas.

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- Trump e a Guerra na Ucrânia: Zelensky diz que é "doloroso" quando Trump escolhe outro lado na guerra

O presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, disse em entrevista, hoje, quarta-feira, 14/10, que foi "doloroso" quando Donald Trump toma outro lado na guerra em curso entre a Ucrânia e a Rússia. A declaração surge após o presidente americano dizer que Zelensky deveria ser substituído. Zelensky disse ao talk show britânico "Piers Morgan Uncensored": "É doloroso quando o presidente Trump escolhe um lado, e não o nosso." Ele também disse que não se importava que Trump estivesse no meio do caminho entre Ucrânia e Rússia, mas acrescentou: "Se você está no meio, você tem que permanecer no meio." Questionado se se sentia traído por Trump, que no fim de semana pediu que a Ucrânia elegesse um novo presidente após concordar em suspender as sanções às exportações russas de diesel, Zelensky respondeu: "Sinceramente, sim... mas é um pouco mais complicado do que apenas minhas emoções ou meus sentimentos." "É uma pena que estejamos perdendo um parceiro forte", acrescentou. Zelensky também disse: "Nós não estamos vendendo nosso país... para nós não se trata de negócios, é simplesmente a nossa vida e este é o nosso país."

Centro da disputa eleitoral entre Lula e Flávio - Senado abre sessão que vai analisar fim da 6x1

14/10/2026

O Senado vota nesta tarde de quarta-feira, 14/10, em dois turnos, a PEC, Proposta de Emenda à Constituição, que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. A proposta encerra a etapa de debates no plenário e pode avançar ainda nesta quarta para a análise dos senadores. Para que a votação em dois turnos ocorra na mesma data, é necessário reunir ao menos 54 assinaturas para encurtar o intervalo entre as votações. Segundo a CNN, o governo diz que conseguiu superar essa marca, reunindo 57 apoios, mais do que o mínimo exigido.

Articulação

O governo vinha buscando as assinaturas desde a semana passada, quando o Congresso retomou as atividades. Na terça-feira, 13/10, informações já indicavam que o número necessário havia sido alcançado, e o anúncio oficial foi feito hoje, 14/10. Para a aprovação da PEC em si, são necessários ao menos 49 votos, por se tratar de uma PEC. O governo avalia que já tem votos suficientes para aprovar a matéria nos dois turnos. Caso a...

O Senado vota nesta tarde de quarta-feira, 14/10, em dois turnos, a PEC, Proposta de Emenda à Constituição, que prevê o fim da escala de trabalho 6x1. A proposta encerra a etapa de debates no plenário e pode avançar ainda nesta quarta para a análise dos senadores. Para que a votação em dois turnos ocorra na mesma data, é necessário reunir ao menos 54 assinaturas para encurtar o intervalo entre as votações. Segundo a CNN, o governo diz que conseguiu superar essa marca, reunindo 57 apoios, mais do que o mínimo exigido.

Articulação

O governo vinha buscando as assinaturas desde a semana passada, quando o Congresso retomou as atividades. Na terça-feira, 13/10, informações já indicavam que o número necessário havia sido alcançado, e o anúncio oficial foi feito hoje, 14/10. Para a aprovação da PEC em si, são necessários ao menos 49 votos, por se tratar de uma PEC. O governo avalia que já tem votos suficientes para aprovar a matéria nos dois turnos. Caso a votação seja concluída ainda hoje, o governo pretende aproveitar o embalo para votar também a PEC da Segurança Pública e trabalhar com a ideia de promulgação o quanto antes, podendo ocorrer ainda nesta semana ou na semana seguinte.

Ato simbólico e oposição

A perspectiva é de realizar um ato simbólico próximo ao segundo turno das eleições presidenciais, marcado para o dia 25/10. Paralelamente, o governo monitora estratégias da oposição para tentar obstruir a votação, e senadores governistas se reuniram no final da manhã para elaborar contramedidas.

STF x Bolsonaro - Cármen e Fachin negam Habeas Corpus para libertar Jair Bolsonaro

14/10/2026

Os ministros do Supremo Tribunal Federal, STF, Cármen Lúcia e Edson Fachin rejeitaram dois pedidos de habeas corpus que buscavam a libertação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros condenados por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. As decisões apontaram problemas processuais nas solicitações, apresentadas por pessoas que não fazem parte das defesas dos réus.



Cármen Lúcia

Cármen Lúcia negou um pedido para libertar Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar enquanto executa a pena de 27 anos e três meses de prisão por liderar a trama golpista. A ministra destacou que o autor do habeas corpus não apresentou documentação que sustentasse as alegações e que a solicitação não atendia aos requisitos processuais necessários. O pedido alegava que o ex-presidente estaria submetido a constrangimento ilegal em razão de decisões do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo que levou à condenação. Cármen Lúcia, no entanto, ressa...

Os ministros do Supremo Tribunal Federal, STF, Cármen Lúcia e Edson Fachin rejeitaram dois pedidos de habeas corpus que buscavam a libertação do ex-presidente Jair Bolsonaro e de outros condenados por envolvimento na tentativa de golpe de Estado. As decisões apontaram problemas processuais nas solicitações, apresentadas por pessoas que não fazem parte das defesas dos réus.


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Cármen Lúcia

Cármen Lúcia negou um pedido para libertar Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar enquanto executa a pena de 27 anos e três meses de prisão por liderar a trama golpista. A ministra destacou que o autor do habeas corpus não apresentou documentação que sustentasse as alegações e que a solicitação não atendia aos requisitos processuais necessários. O pedido alegava que o ex-presidente estaria submetido a constrangimento ilegal em razão de decisões do ministro Alexandre de Moraes, relator do processo que levou à condenação. Cármen Lúcia, no entanto, ressaltou que não cabe utilizar habeas corpus para contestar decisões individuais de ministros do Supremo. “A prática de ato judicial constitui desempenho de atribuição judicial obrigatória”, escreveu a ministra. Ela também observou que a decisão questionada havia sido proferida em um processo que tramitou regularmente no STF. Na decisão, Cármen Lúcia ressaltou a ausência de elementos probatórios que sustentassem os argumentos do autor.


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Edson Fachin

Em outra decisão, o presidente do STF, Edson Fachin, rejeitou um habeas corpus coletivo que pretendia libertar Bolsonaro, o general Walter Braga Netto e os ex-ministros Anderson Torres e Augusto Heleno, além de outros condenados pela tentativa de golpe de Estado. O autor alegava constrangimento ilegal durante a investigação e pedia o reconhecimento da nulidade das condenações. Assim como no caso analisado por Cármen Lúcia, ele não integrava a defesa dos réus.

Caso Master - Em carta, Daniel Vorcaro diz querer falar com "transparência sobre todos os assuntos"

14/10/2026

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, que está preso desde março no Complexo da Papuda, em Brasília, DF, divulgou uma carta por meio de seu advogado reforçando sua disposição para colaborar com as investigações em curso. No documento, ele afirma querer falar de forma objetiva e transparente sobre todos os assuntos investigados e sobre todas as suas relações.

Carta

Na carta, Vorcaro declarou: "Reitero que quero falar de forma objetiva e transparente sobre todos os assuntos investigados e todas as minhas relações. Sei da importância desses esclarecimentos e quero prestá-los com responsabilidade pelas vias adequadas e com respeito ao devido processo legal". No último parágrafo do documento, ele reforçou sua posição: "Manifesto de forma clara toda a minha disposição para colaborar com as investigações para que todos conheçam a verdade por inteiro".



Rede de prostituição

A carta foi divulgada após uma reportag...

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, que está preso desde março no Complexo da Papuda, em Brasília, DF, divulgou uma carta por meio de seu advogado reforçando sua disposição para colaborar com as investigações em curso. No documento, ele afirma querer falar de forma objetiva e transparente sobre todos os assuntos investigados e sobre todas as suas relações.

Carta

Na carta, Vorcaro declarou: "Reitero que quero falar de forma objetiva e transparente sobre todos os assuntos investigados e todas as minhas relações. Sei da importância desses esclarecimentos e quero prestá-los com responsabilidade pelas vias adequadas e com respeito ao devido processo legal". No último parágrafo do documento, ele reforçou sua posição: "Manifesto de forma clara toda a minha disposição para colaborar com as investigações para que todos conheçam a verdade por inteiro".


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Rede de prostituição

A carta foi divulgada após uma reportagem citar que Vorcaro seria sócio de uma rede de prostituição e exploração de mulheres internacionais no Brasil. Segundo a CNN, Vorcaro nega a autenticidade de uma mensagem a ele atribuída e aproveita o documento para reafirmar que deseja falar sobre todos os seus contatos e relações com transparência e objetividade. Esta é a primeira vez que ele se manifesta publicamente à imprensa desde sua prisão. Vorcaro já havia tentado formalizar propostas de delação premiada por duas vezes. No entanto, tanto a PF quanto a PGR rejeitaram formalmente os acordos, sob o argumento de que ele não estava colaborando de maneira efetiva. O ex-banqueiro prestará novo depoimento à PF amanhã, quinta-feira, 15/10, por videoconferência. (Com a CNN)

Eleições 2026 - Decisão de Nunes Marques no TSE volta a tirar ‘Exército do Lula’ do ar por 48 horas

14/10/2026

O canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que reúne mais de 4 milhões de inscritos e é coordenado pelo deputado federal reeleito André Janones, Rede, voltou a ser suspenso após decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, TSE, ministro Kassio Nunes Marques. A ferramenta, que havia sido liberada pelo TSE ontem, 13/10, após a campanha do PT cumprir uma decisão do ministro e registrar o canal no portal de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais, DivulgaCand, foi novamente retirada do ar ainda na noite de terça-feira e só poderá voltar às atividades após o prazo de 48 horas estabelecido pela Corte.

Nunes Marques

Apesar de reconhecer o cumprimento da exigência formal, Nunes Marques estabeleceu que o envio de novas atualizações e a entrada de novos seguidores deverão cumprir o prazo de carência antes da liberação total. O ministro argumenta que a regularização do cadastro, por si só, não autoriza o restabelecimento imediato de todas as ativi...

O canal de WhatsApp “Exército do Lula”, que reúne mais de 4 milhões de inscritos e é coordenado pelo deputado federal reeleito André Janones, Rede, voltou a ser suspenso após decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral, TSE, ministro Kassio Nunes Marques. A ferramenta, que havia sido liberada pelo TSE ontem, 13/10, após a campanha do PT cumprir uma decisão do ministro e registrar o canal no portal de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais, DivulgaCand, foi novamente retirada do ar ainda na noite de terça-feira e só poderá voltar às atividades após o prazo de 48 horas estabelecido pela Corte.

Nunes Marques

Apesar de reconhecer o cumprimento da exigência formal, Nunes Marques estabeleceu que o envio de novas atualizações e a entrada de novos seguidores deverão cumprir o prazo de carência antes da liberação total. O ministro argumenta que a regularização do cadastro, por si só, não autoriza o restabelecimento imediato de todas as atividades do canal. A suspensão foi determinada em um processo movido pela campanha do senador Flávio Bolsonaro, PL, que questionou a regularidade do canal e seu funcionamento durante o período eleitoral. O espaço é utilizado para distribuir áudios, vídeos e orientações a apoiadores do presidente Lula, PT.


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Solicitação de reativação

André Janones solicitou hoje, quarta-feira, 14/10, ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Kassio Nunes Marques, a reativação imediata do canal de WhatsApp “Exército do Lula” e o envio do caso à análise do plenário. (Com O Estadão)

Parte do Teto de Túnel da Câmara dos Deputados desabou hoje, não há feridos

14/10/2026

Uma parte do reboco do teto do chamado “túnel do tempo” da Câmara dos Deputados desabou hoje, quarta-feira, 14/10. Não houve feridos e a passagem para funcionários e/ou visitantes pelo corredor foi fechada. O túnel forma um corredor que liga o Anexo II da Câmara, onde ficam as comissões permanentes, até o Salão Verde, que é o espaço que dá acesso ao plenário.



Tem sessão hoje

Equipes de engenharia da casa legislativa estão no local para reparar o dano. Não foram detectados danos à estrutura do prédio da Câmara, que tem sessão deliberativa marcada para às 13h55 para debater projetos de lei e decreto legislativo. (Com a Agência Brasil).

Uma parte do reboco do teto do chamado “túnel do tempo” da Câmara dos Deputados desabou hoje, quarta-feira, 14/10. Não houve feridos e a passagem para funcionários e/ou visitantes pelo corredor foi fechada. O túnel forma um corredor que liga o Anexo II da Câmara, onde ficam as comissões permanentes, até o Salão Verde, que é o espaço que dá acesso ao plenário.


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Tem sessão hoje

Equipes de engenharia da casa legislativa estão no local para reparar o dano. Não foram detectados danos à estrutura do prédio da Câmara, que tem sessão deliberativa marcada para às 13h55 para debater projetos de lei e decreto legislativo. (Com a Agência Brasil).

CNEN, 70 Anos de Ciência e Tecnologia: um patrimônio estratégico para a soberania nacional brasileira - Por Amadeu Robalinho*

14/10/2026

A celebração dos 70 anos da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) representa muito mais do que a passagem de sete décadas de existência de uma instituição pública. Constitui uma oportunidade para refletir sobre o papel da ciência, da pesquisa, da inovação tecnológica e do domínio do conhecimento nuclear na construção de um Brasil soberano, seguro e preparado para os desafios estratégicos do século XXI.

Criada em 1956, em um período marcado pela reorganização da ordem internacional no pós-guerra e pela crescente importância estratégica da tecnologia nuclear, a CNEN consolidou-se como uma das instituições fundamentais para o desenvolvimento científico e tecnológico brasileiro. Sua trajetória está vinculada à formação de pesquisadores, à estruturação de competências nacionais e ao desenvolvimento de aplicações nucleares voltadas à saúde, à indústria, à agricultura, à proteção radiológica e à pesquisa científica. Em 1962, a instituição foi formalizada como autarquia fe...

A celebração dos 70 anos da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) representa muito mais do que a passagem de sete décadas de existência de uma instituição pública. Constitui uma oportunidade para refletir sobre o papel da ciência, da pesquisa, da inovação tecnológica e do domínio do conhecimento nuclear na construção de um Brasil soberano, seguro e preparado para os desafios estratégicos do século XXI.

Criada em 1956, em um período marcado pela reorganização da ordem internacional no pós-guerra e pela crescente importância estratégica da tecnologia nuclear, a CNEN consolidou-se como uma das instituições fundamentais para o desenvolvimento científico e tecnológico brasileiro. Sua trajetória está vinculada à formação de pesquisadores, à estruturação de competências nacionais e ao desenvolvimento de aplicações nucleares voltadas à saúde, à indústria, à agricultura, à proteção radiológica e à pesquisa científica. Em 1962, a instituição foi formalizada como autarquia federal, fortalecendo sua posição na estrutura estatal brasileira.

A tecnologia nuclear ocupa posição singular nesse contexto. Trata-se de um campo multidisciplinar que integra física, química, engenharia, ciência dos materiais, instrumentação, computação, proteção radiológica e sistemas de segurança de elevada complexidade. O conhecimento produzido nessa área repercute sobre setores essenciais da economia e da infraestrutura nacional, contribuindo para ampliar a capacidade científica do País e reduzir vulnerabilidades decorrentes da dependência externa.


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Energia nuclear, pesquisa e desenvolvimento nacional.

A contribuição da CNEN para o Brasil pode ser observada em aplicações que alcançam diretamente a vida da população. Na medicina nuclear, os radioisótopos e os radiofármacos são fundamentais para diferentes procedimentos diagnósticos e terapêuticos. Na indústria, as técnicas nucleares permitem inspecionar materiais, avaliar processos e aprimorar produtos. Na agricultura e no meio ambiente, a tecnologia das radiações e os métodos nucleares oferecem recursos para pesquisa, controle e desenvolvimento de soluções especializadas.

Essas atividades demonstram que a energia nuclear não deve ser compreendida exclusivamente pela perspectiva da geração de eletricidade ou de suas aplicações estratégicas mais conhecidas. Seu alcance é consideravelmente mais amplo, abrangendo conhecimentos e tecnologias que sustentam serviços de saúde, processos industriais, formação acadêmica e inovação científica. A própria missão institucional da CNEN contempla o uso seguro e pacífico da energia nuclear e o desenvolvimento de tecnologias em benefício da sociedade.
Entretanto, nenhuma política de desenvolvimento tecnológico alcança resultados duradouros sem investimentos contínuos em pesquisa, infraestrutura laboratorial, formação de recursos humanos e valorização dos profissionais responsáveis pela produção do conhecimento. Uma instituição científica não se fortalece apenas por sua história, mas pela capacidade de renovar suas equipes, preservar competências acumuladas e transformar descobertas científicas em soluções concretas para o País.

Nesse sentido, os 70 anos da CNEN devem servir também como compromisso com o futuro. É necessário assegurar condições para a continuidade dos projetos estruturantes, a modernização das instalações, a formação de novas gerações de pesquisadores e a integração entre universidades, centros de pesquisa, empresas nacionais e instituições governamentais.
A iniciativa comemorativa de concessão de bolsas de mestrado e doutorado anunciada pela CNEN em 2026, contemplando pesquisas em áreas estratégicas do setor nuclear e radiológico, ilustra a importância da formação especializada para a continuidade desse esforço nacional.

Soberania tecnológica e defesa nacional.

No campo da Defesa Nacional, a tecnologia nuclear possui relevância estratégica que ultrapassa os limites da pesquisa científica convencional. O domínio de conhecimentos relacionados à física nuclear, aos materiais avançados, à instrumentação, à segurança e à engenharia de sistemas complexos integra o conjunto de competências que podem ampliar a autonomia tecnológica de um Estado.

O Brasil, detentor de território continental, recursos naturais estratégicos, uma extensa área marítima e responsabilidades proporcionais à sua dimensão geopolítica, precisa compreender a ciência e a tecnologia como componentes estruturantes de seu poder nacional. A capacidade de desenvolver conhecimentos próprios, preservar infraestrutura científica e formar especialistas constitui um elemento indispensável para reduzir vulnerabilidades e ampliar a liberdade de ação do Estado brasileiro.

Nesse horizonte, a tecnologia nuclear também se relaciona com a segurança energética, a proteção de infraestruturas críticas, a segurança radiológica e a capacidade de resposta a emergências. O desenvolvimento de tecnologias nacionais, conduzido sob rigorosos padrões de segurança, controle e utilização pacífica, contribui para fortalecer a resiliência do País diante de desafios tecnológicos, econômicos e geopolíticos.

É importante, contudo, distinguir as atribuições institucionais. A CNEN possui responsabilidades relacionadas à pesquisa, ao desenvolvimento tecnológico, à promoção das aplicações nucleares e à segurança do setor, dentro do marco legal vigente. A política nuclear brasileira envolve, por sua vez, diferentes instituições e competências estatais. A articulação entre esses atores é essencial para que o conhecimento científico se converta em capacidade efetiva de desenvolvimento e proteção dos interesses nacionais.

O futuro exige continuidade, planejamento e visão estratégica

Entre os desafios que merecem atenção estão a ampliação da capacidade nacional de produção de radioisótopos, o fortalecimento da pesquisa em reatores, o desenvolvimento de materiais avançados, a modernização dos laboratórios e a formação de especialistas em áreas de elevada complexidade tecnológica.

Projetos como o Reator Multipropósito Brasileiro, voltado à ampliação das capacidades nacionais de pesquisa e à produção de radioisótopos, evidenciam a conexão entre ciência, saúde pública, engenharia e autonomia tecnológica. Também merecem atenção as pesquisas relacionadas a reatores avançados, fusão nuclear, inteligência artificial aplicada a sistemas complexos e tecnologias de segurança nuclear. Essas iniciativas exigem planejamento de longo prazo, financiamento previsível, governança eficiente e cooperação entre instituições científicas e setores produtivos.

A questão central, portanto, não é apenas quanto o Brasil investe em ciência nuclear, mas como transforma esses investimentos em conhecimento acumulado, capacidade industrial, inovação, qualificação profissional e independência tecnológica.

Uma política estratégica consistente precisa assegurar que os resultados da pesquisa não permaneçam restritos aos laboratórios. É necessário criar condições para que o conhecimento produzido nas instituições públicas alcance a indústria nacional, estimule a inovação, fortaleça as cadeias produtivas e contribua para a solução de problemas concretos da sociedade brasileira.

Essa é uma perspectiva particularmente relevante para a engenharia, cuja função não se limita à aplicação de conhecimentos científicos já disponíveis. A engenharia também constitui instrumento de transformação de recursos, conhecimento e capacidade institucional em sistemas, produtos e soluções que ampliam o poder de realização de uma nação.

Uma homenagem à instituição e aos profissionais da ciência nuclear.

Como associado da Associação Brasileira de Energia Nuclear (ABEN), considero os 70 anos da CNEN uma ocasião especialmente significativa para reconhecer o trabalho dos pesquisadores, engenheiros, físicos, químicos, técnicos, professores e demais profissionais que contribuíram para a consolidação da área nuclear brasileira.

A atuação dessas pessoas representa um patrimônio intelectual que precisa ser preservado e continuamente ampliado. Por trás de cada avanço científico, de cada procedimento de segurança e de cada aplicação tecnológica, existe uma estrutura de conhecimento construída ao longo de décadas, sustentada pela experiência, pela formação especializada e pelo compromisso com o interesse público.

A valorização desse patrimônio exige o reconhecimento de que ciência e tecnologia não podem depender exclusivamente de ciclos políticos ou de prioridades administrativas de curto prazo. Projetos científicos complexos demandam continuidade, estabilidade institucional e planejamento compatível com o tempo necessário à formação de especialistas e à maturação de tecnologias estratégicas.

Celebrar a CNEN é, portanto, reconhecer a importância de uma instituição que participa da construção das capacidades científicas e tecnológicas brasileiras e reafirmar a necessidade de garantir condições para que essa contribuição prossiga nas próximas décadas.

Setenta anos de história, um compromisso com a soberania

Aos 70 anos, a Comissão Nacional de Energia Nuclear simboliza uma dimensão essencial do projeto de desenvolvimento brasileiro: a compreensão de que o conhecimento científico constitui um recurso estratégico e de que sua transformação em capacidade tecnológica exige instituições sólidas, profissionais qualificados e visão de Estado.

Na perspectiva da Engenharia de Soberania e Estratégia, o desenvolvimento nacional depende da articulação entre recursos, infraestrutura, ciência, tecnologia e capacidade institucional. A energia nuclear integra esse sistema por reunir conhecimentos de elevada complexidade, aplicações civis essenciais e competências que exigem planejamento, responsabilidade e domínio técnico.

O Brasil possui condições para ampliar sua participação no cenário científico e tecnológico internacional, mas essa possibilidade depende de decisões concretas: investir em pesquisa, preservar competências, formar novas gerações de especialistas, fortalecer a indústria nacional e garantir continuidade aos projetos estratégicos.

Uma nação que pretende ser soberana precisa ser capaz de produzir conhecimento, dominar tecnologias essenciais e transformar sua capacidade científica em desenvolvimento, segurança e autonomia de decisão.

Que os 70 anos da CNEN sejam não apenas uma celebração de seu legado, mas também um marco de renovação do compromisso brasileiro com a pesquisa científica, a inovação tecnológica, a segurança nuclear e a construção de um futuro no qual o conhecimento produzido no País seja cada vez mais um instrumento de desenvolvimento e soberania nacional.


Vida longa à CNEN. Que a ciência nuclear brasileira continue a serviço do desenvolvimento, da segurança e da soberania do Brasil.


*Amadeu Robalinho, é Pesquisador independente e autor interdisciplinar, associado à Associação Brasileira de Energia Nuclear (ABEN), Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

O Dia em que Conheci Chico Xavier e Apresentei meus Trabalhos Autorais - Por Ricardo Andrade*

14/10/2026

Trabalhos autorais, de cunho religioso. Os 2 CD's que cantei músicas em sua homenagem, e entreguei ao saudoso Chico Xavier(1999/2000), e o DVD a Elias Sobreira(In memorian) com uma música dedicada a ele, o fundador da Campanha do Quilo. Ter o prazer de ter conhecido, tanto o Elias Alverne Sobreira, quanto ao Chico Xavier foi marcante e único em nossas vidas. Cantei ainda em vida, as músicas que fiz pros dois, ícones da caridade e do movimento espírita. Cantei a música,."Irã Sobreira na casa dele, em Casa Forte no Hopital da Aeronáutica, ele se emcionou muito. Frequntávamo as reuniões no C.E Irmã Sobreira.

Chico Xavier

Chico perguntou de onde éramos, e quando respondemos que era de Recife, ele falou logo, das pontes do Capibaribe. Em seguida pediu que parassem a reunião, para que pudesse cantar a música, "*Chico, irmão na fé" uma das 3 músicas que fizemos em sua homenagem. Ele ouviu atentamente e agradeceu ao final. No ano seguinte, em 2000, retorna...

Trabalhos autorais, de cunho religioso. Os 2 CD's que cantei músicas em sua homenagem, e entreguei ao saudoso Chico Xavier(1999/2000), e o DVD a Elias Sobreira(In memorian) com uma música dedicada a ele, o fundador da Campanha do Quilo. Ter o prazer de ter conhecido, tanto o Elias Alverne Sobreira, quanto ao Chico Xavier foi marcante e único em nossas vidas. Cantei ainda em vida, as músicas que fiz pros dois, ícones da caridade e do movimento espírita. Cantei a música,."Irã Sobreira na casa dele, em Casa Forte no Hopital da Aeronáutica, ele se emcionou muito. Frequntávamo as reuniões no C.E Irmã Sobreira.

Chico Xavier

Chico perguntou de onde éramos, e quando respondemos que era de Recife, ele falou logo, das pontes do Capibaribe. Em seguida pediu que parassem a reunião, para que pudesse cantar a música, "*Chico, irmão na fé" uma das 3 músicas que fizemos em sua homenagem. Ele ouviu atentamente e agradeceu ao final. No ano seguinte, em 2000, retornamos já com o CD em mãos, e o entregamos. Naquele ambiente de amor e de luz, irradiado por energias salutares, era impossível não beber daquela paz imorredoura. Em 2002 no dia em que o Brasil de sagrou penta campeão mundial de futebol, como Chico havia previsto (que iria desencarnar num dia de extrema alegria do povo brasileiro), ele fez sua viagem a vida maior.


*Ricardo Andrade, é Historiador, Mestre em Gestão Pública (Fundaj) e Presidente do IHGAAP (Instituto Histórico, Geográfico, Arqueológico, Antropológico do Paulista). @ricardo060370


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.


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Eleições na República Macunaímica, por Sérgio Alves*

14/10/2026

A primeira eleição de Lula, em 2002, foi precedida de histeria midiática. Profetizava-se a estatização da economia e a socialização da propriedade privada.
O pânico, inteiramente infundado, só arrefeceu com a Carta ao Povo Brasileiro e o endosso de capitalistas como Jorge Gerdau e Antônio Ermírio de Moraes.

Campanha do medo

Em 2014, o vetor se inverteu. Para reeleger Dilma Rousseff, o PT valeu-se do mesmo expediente: Marina Silva (PSB) foi transformada em “a candidata dos banqueiros que acabaria com o Bolsa Família”.
A campanha do medo funcionou. O lulopetismo mostrou que dominava a tecnologia da desqualificação do adversário.

A facada

Em 2018, uma facada decidiu a eleição. O atentado contra Jair Bolsonaro, em Juiz de Fora, interrompeu a campanha nas ruas e criou a figura do mártir. Sem debates, elegeu-se no grito.

O juiz joga

Em 2022, o árbitro entrou em campo...

A primeira eleição de Lula, em 2002, foi precedida de histeria midiática. Profetizava-se a estatização da economia e a socialização da propriedade privada.
O pânico, inteiramente infundado, só arrefeceu com a Carta ao Povo Brasileiro e o endosso de capitalistas como Jorge Gerdau e Antônio Ermírio de Moraes.

Campanha do medo

Em 2014, o vetor se inverteu. Para reeleger Dilma Rousseff, o PT valeu-se do mesmo expediente: Marina Silva (PSB) foi transformada em “a candidata dos banqueiros que acabaria com o Bolsa Família”.
A campanha do medo funcionou. O lulopetismo mostrou que dominava a tecnologia da desqualificação do adversário.

A facada

Em 2018, uma facada decidiu a eleição. O atentado contra Jair Bolsonaro, em Juiz de Fora, interrompeu a campanha nas ruas e criou a figura do mártir. Sem debates, elegeu-se no grito.

O juiz joga

Em 2022, o árbitro entrou em campo. Ao celebrar a vitória eleitoral em um congresso da UNE, em 2023, o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, sintetizou o espírito do momento: “Nós derrotamos o bolsonarismo”.
A frase, somada ao desdenhoso “perdeu, mané”, dirigido a um cidadão na rua, revelou a República macunaímica: o guardião da Constituição comportava-se como torcedor de arquibancada.

Marketing do terror

Chegamos a 2026, e o roteiro se repete; só muda o alvo. O marketing que explora o medo da ruptura democrática e da perda de direitos sociais com a eleição de Flávio Bolsonaro reedita, com sinal trocado, o mesmo pânico fabricado de outrora.

Eleição de narrativas

De 2002 a 2026, o Brasil não elege apenas presidentes. Elege narrativas. Ora o medo do mercado, ora a faca, ora a toga. O eleitor muda. O roteirista permanece. Assim caminha a combalida democracia brasileira.

*Sérgio Alves é autor do livro O Estado do Líder.

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

O Brasil na banguela - Como transformaram o país num circo sem lona e com ingresso caro, por Zé da Flauta*

14/10/2026

Ciprestes, filósofos e grandes teorias são bonitos no livro, mas a realidade nua e crua da rua é outra: o brasileiro acorda todo dia e sente que está pilotando um Fusca 73 desgovernado, na banguela, descendo a Serra do Mar, enquanto no banco de trás os passageiros de terno e gravata brigam para ver quem vai escolher a rádio.

A gente olha para o painel, a luz do óleo já acendeu há dez anos, o freio de mão virou enfeite e o cobrador ainda passa cobrando pedágio a cada três quilômetros. Se isso não é surrealismo puro, Dali que me desculpe, mas nem o relógio derretido dele explicava essa bagunça!

Falência moral

O problema da nossa falência moral é que a malandragem virou o único esporte nacional com patrocínio estatal. Antigamente, o sujeito tinha vergonha de ser pego com a mão na botija; hoje ele abre uma live, manda beijo para a torcida e ainda acusa a botija de ser antidemocrática.

Criamos um país onde a ética é tipo r...

Ciprestes, filósofos e grandes teorias são bonitos no livro, mas a realidade nua e crua da rua é outra: o brasileiro acorda todo dia e sente que está pilotando um Fusca 73 desgovernado, na banguela, descendo a Serra do Mar, enquanto no banco de trás os passageiros de terno e gravata brigam para ver quem vai escolher a rádio.

A gente olha para o painel, a luz do óleo já acendeu há dez anos, o freio de mão virou enfeite e o cobrador ainda passa cobrando pedágio a cada três quilômetros. Se isso não é surrealismo puro, Dali que me desculpe, mas nem o relógio derretido dele explicava essa bagunça!

Falência moral

O problema da nossa falência moral é que a malandragem virou o único esporte nacional com patrocínio estatal. Antigamente, o sujeito tinha vergonha de ser pego com a mão na botija; hoje ele abre uma live, manda beijo para a torcida e ainda acusa a botija de ser antidemocrática.

Criamos um país onde a ética é tipo regra de trânsito na madrugada de domingo: só serve para o tonto que para no sinal vermelho enquanto o esperto passa a cem por hora e ainda buzina xingando. Se o pilantra é do nosso partido, a gente chama de "guerreiro do povo"; se é do outro lado, a gente pede prisão perpétua com direito a confisco do chiclete. A honestidade do coitado que acorda às quatro da manhã para pegar três conduções virou motivo de piada nos corredores do poder, como se ser correto fosse uma deficiência intelectual leve.

Prazo de validade

Aí você olha para as instituições e o negócio vira comédia pastelão de quinta categoria. As leis brasileiras viraram chiclete: cada um estica até onde a conveniência mandar. O juiz de hoje acorda de humor mudado, resolve jogar o regulamento no lixo e inventa uma regra nova no meio do segundo tempo.

O juiz vira o atacante, o bandeirinha cobra o escanteio e, se a arquibancada vaiar, o tribunal manda prender o pipoqueiro por "atentado contra a segurança do espetáculo". O resultado? Ninguém sabe o que é proibido ou permitido amanhã. É a única democracia do mundo onde a lei tem prazo de validade menor que o da caixinha de leite na geladeira!

Estado obeso

E onde deságua toda essa palhaçada? Exatamente onde mais dói: no bolso do brasileiro. A gente trabalha cinco meses por ano só para pagar imposto para sustentáculo de mafras, lagostas parlamentares e auxílio-paletó de quem nunca pregou um prego na vida. O sujeito rala o mês inteiro, vai no supermercado, olha o preço do quilo do café e descobre que está sustentando uma máquina pública que consome mais que opala seis cilindros e entrega menos que carrinho de rolimã sem rodinha. É um Estado obeso, guloso e inútil, que cobra preço de Suíça e devolve serviço de terra abandonada.
No fim das contas, a gente rir para não surtar. Mas lá no fundo, a pergunta que fica martelando na cabeça do povo entre um boleto e outro é bem simples:

Para Refletir

Até quando o brasileiro vai continuar aceitando pagar o ingresso mais caro do mundo para assistir, de pé e com fome, ao espetáculo do seu próprio desastre?

Até a próxima!
Zé da Flauta é compositor e cronista*


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Lula e o Nordeste Independente, parte 2: Senado vs. STF, por Roberto Vieira*

14/10/2026

A apuração do pleito de outubro de 2026 para o Senado da jovem República do Nordeste foi o segundo grande choque para o regime do Partido dos Trabalhadores (PT), após 23 anos de hegemonia ininterrupta. Enquanto os governadores se dividiam na sua fidelidade ao Executivo centra, o eleitorado enviou para a sede do Senado uma bancada composta majoritariamente por perfis fiscalistas, liberais e de oposição.

Senado

Com 27 senadores compondo a Casa (três por estado), a oposição conquistou a maioria dos assentos em jogo. A Direita e Centro-Direita dominaram a eleição, impulsionadas pelo voto das capitais e das regiões de agronegócio exportador. Partidos como PL, PP, União Brasil e Republicanos formaram um bloco de 16 senadores com perfil abertamente oposicionista e fiscalista, prontos para travar a agenda de gastos do governo central e as indicações para tribunais superiores.

Lula

Para o presidente Luiz Inácio Lula da S...

A apuração do pleito de outubro de 2026 para o Senado da jovem República do Nordeste foi o segundo grande choque para o regime do Partido dos Trabalhadores (PT), após 23 anos de hegemonia ininterrupta. Enquanto os governadores se dividiam na sua fidelidade ao Executivo centra, o eleitorado enviou para a sede do Senado uma bancada composta majoritariamente por perfis fiscalistas, liberais e de oposição.

Senado

Com 27 senadores compondo a Casa (três por estado), a oposição conquistou a maioria dos assentos em jogo. A Direita e Centro-Direita dominaram a eleição, impulsionadas pelo voto das capitais e das regiões de agronegócio exportador. Partidos como PL, PP, União Brasil e Republicanos formaram um bloco de 16 senadores com perfil abertamente oposicionista e fiscalista, prontos para travar a agenda de gastos do governo central e as indicações para tribunais superiores.

Lula

Para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reeleito pelo PT, o Senado de 2026 desenhou um cenário de paralisia legislativa inédito na história do Nordeste Independente. Sem controle das pautas orçamentárias e com a oposição majoritária, o Palácio Lindu viu suas propostas de alinhamento geopolítico e reformas estatizantes serem barradas na Casa Alta. A oposição, agora com voz e força parlamentar, prometeu usar o Senado como "um escudo contra as aventuras ideológicas" do Executivo.

STF

Diante do cerco legislativo no Senado e na Câmara (onde a esquerda também se tornou minoria), o governo do Nordeste Independente agarrou-se à sua última e mais poderosa trincheira: o Supremo Tribunal Federal (STF).Composto por 11 ministros nomeados ao longo dos 23 anos de hegemonia petista, o STF, carinhosamente apelidado de "A Corte dos Guardiões", transformou-se no verdadeiro guardião não da Constituição, mas do regime. Blindada pela Corte, a hegemonia ideológica seguiu intacta, apesar das derrotas nas urnas. Através de decisões monocráticas e interpretações controversas, os ministros passaram a arbitrar diretamente os conflitos entre os Poderes, anulando pautas oposicionistas e validando decretos presidenciais.

Censura

Paralelamente, o governo avançou em sua estratégia de blindagem. O Palácio Lindu implementou o sistema de "Vigilância Soberana", restringindo o acesso a redes sociais do "Brasil Restante" e a veículos de imprensa ocidentais, sob o argumento de combate à "desinformação e sabotagem". Nas palavras do presidente, tratava-se de "proteger a democracia popular das forças reacionárias externas".

Paradoxo

O paradoxo do Nordeste Independente de 2026 estava completo: uma população que votou majoritariamente em pautas liberais e de oposição no Legislativo, mas que permanecia refém de uma estrutura judicial e geopolítica blindada. O Senado Inesperado de 2026 foi uma primavera de esperança na canção popular de Ivanildo Vilanova, sendo sufocada pelos donos do Poder.

NOTA: Todas as informações e projeções deste capítulo baseiam-se nos dados reais do pleito de outubro de

Roberto Viera é médico e cronista
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.


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Candidatos à Presidência da República cumprem agenda em Brasília e Porto Alegre nesta quarta-feira

14/10/2026

Os candidatos à Presidência da República que disputam o segundo turno das eleições gerais cumprem agenda em Brasília e Porto Alegre, hoje, quarta-feira (14/10).

Confira:
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

À tarde, acompanhará, de forma remota, a votação no Senado da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1.
Flávio Bolsonaro (PL)

Às 15h, conversa com moradores da região de Vila Brasília (bairro Sarandi, próximo ao dique), em Porto Alegre. Às 17h, faz comício e ato de mobilização no Largo Glênio Peres (ao lado do Mercado Público), no Centro Histórico de Porto Alegre.

Os candidatos à Presidência da República que disputam o segundo turno das eleições gerais cumprem agenda em Brasília e Porto Alegre, hoje, quarta-feira (14/10).

Confira:
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

À tarde, acompanhará, de forma remota, a votação no Senado da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1.
Flávio Bolsonaro (PL)

Às 15h, conversa com moradores da região de Vila Brasília (bairro Sarandi, próximo ao dique), em Porto Alegre. Às 17h, faz comício e ato de mobilização no Largo Glênio Peres (ao lado do Mercado Público), no Centro Histórico de Porto Alegre.

Domingo tem debate na Band. Flávio confirma que vai

14/10/2026

Lula já tinha confirmado. Flávio disse que não ia, mudou de ideia. A ameaça de cadeira vazia decidiu a parada. Assim, no próximo domingo, acontece o primeiro debate cara a cara entre o presidente Lula o o senador Flávio. Vai sair faísca.

Afirmou

O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), publicou um vídeo, hoje, quarta-feira (14/10) afirmando que irá ao debate previsto para acontecer neste domingo (18/10).

“Bastou eu falar que não ia no debate, para você [Lula], no minuto seguinte, falar que vai no debate. É claro que eu vou no debate, eu só queria que você confirmasse”, afirmou o candidato.

Outro debate

Durante evento em São Paulo, ontem, terça-feira (13/10), Flávio disse que não iria ao debate previsto para esta semana e que ainda vai avaliar se comparecerá ao da TV Globo, marcado para a próxima semana, no dia 23/10.

Lula já tinha confirmado. Flávio disse que não ia, mudou de ideia. A ameaça de cadeira vazia decidiu a parada. Assim, no próximo domingo, acontece o primeiro debate cara a cara entre o presidente Lula o o senador Flávio. Vai sair faísca.

Afirmou

O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), publicou um vídeo, hoje, quarta-feira (14/10) afirmando que irá ao debate previsto para acontecer neste domingo (18/10).

“Bastou eu falar que não ia no debate, para você [Lula], no minuto seguinte, falar que vai no debate. É claro que eu vou no debate, eu só queria que você confirmasse”, afirmou o candidato.

Outro debate

Durante evento em São Paulo, ontem, terça-feira (13/10), Flávio disse que não iria ao debate previsto para esta semana e que ainda vai avaliar se comparecerá ao da TV Globo, marcado para a próxima semana, no dia 23/10.

Silvinho diverge do Republicanos e está na campanha de Lula

14/10/2026

O ex-ministro de Lula e deputado federal reeleito, Silvio Costa Filho, se reuniu, nesta terça-feira, em Brasília, com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e representantes de partidos aliados à campanha de reeleição do presidente Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin. O encontro teve como objetivo discutir estratégias e ações para fortalecer a campanha e ampliar o diálogo entre as forças políticas que integram a base de apoio ao presidente.

Único integrante

No Republicanos, Silvio foi o único integrante da legenda a se posicionar favoravelmente à reeleição do presidente Lula. O gesto de Costa Filho, segundo interlocutores do Planalto, deixou o presidente Lula e toda cúpula do governo bastante satisfeito e grato pela posição mesmo diante da decisão do Republicanos nacional de apoiar Flávio Bolsonaro.

Debateram

Durante a reunião, Silvio, Edinho e os representantes das legendas aliadas debateram iniciati...

O ex-ministro de Lula e deputado federal reeleito, Silvio Costa Filho, se reuniu, nesta terça-feira, em Brasília, com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e representantes de partidos aliados à campanha de reeleição do presidente Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin. O encontro teve como objetivo discutir estratégias e ações para fortalecer a campanha e ampliar o diálogo entre as forças políticas que integram a base de apoio ao presidente.

Único integrante

No Republicanos, Silvio foi o único integrante da legenda a se posicionar favoravelmente à reeleição do presidente Lula. O gesto de Costa Filho, segundo interlocutores do Planalto, deixou o presidente Lula e toda cúpula do governo bastante satisfeito e grato pela posição mesmo diante da decisão do Republicanos nacional de apoiar Flávio Bolsonaro.

Debateram

Durante a reunião, Silvio, Edinho e os representantes das legendas aliadas debateram iniciativas voltadas ao fortalecimento da campanha de Lula, além da articulação política no Congresso Nacional e nos estados.

Mantido diálogo

Silvio Costa Filho tem mantido diálogo com lideranças políticas em Brasília e trabalhado na articulação para ampliar o apoio à reeleição do presidente Lula. O parlamentar pernambucano também tem defendido a união de forças políticas em torno de uma agenda voltada ao desenvolvimento econômico, à retomada de políticas públicas e à promoção da justiça social.

“Me reuni na tarde de ontem com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, para discutir ações estratégicas para fortalecer o nosso campo progressista no Congresso Nacional e na reeleição do presidente Lula. Estamos trabalhando muito aqui em Brasília e Pernambuco para fortalecer o projeto do presidente Lula. Não tenho dúvida que o presidente é o melhor caminho para fazer que o Brasil cresça e se desenvolva. Retome cada vez mais suas políticas públicas e a gente possa buscar um estado com desenvolvimento, mas, sobretudo, com justiça social”, informou Silvio.

Os participantes

Participaram do encontro o presidente nacional do PSB, João Campos; o presidente do PDT, Carlos Lupi: os ministros Alexandre Silveira, Luciana Santos, Renan Filho e Jader Filho; além do deputado federal André Janones.

CCJ do Senado conclui análise e PEC da Segurança vai ao plenário

14/10/2026

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado concluiu hoje, quarta-feira (14/10) a análise da chamada PEC da Segurança Pública. O texto seguirá agora para a análise do plenário.

Texto-base

O colegiado já havia aprovado texto-base da proposta, no mês passado, e ainda tinha pendente a análise de três trechos separados da proposta, os chamados destaques.

Considerou

O senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da CCJ, considerou que os trechos não poderiam ser votados porque os autores dos pedidos não estavam na reunião e, assim, deu como concluída a análise da PEC na comissão.
"Não estando presentes [os autores], a matéria vai ao plenário do Senado Federal, até porque o texto original já tinha sido discutido e aprovado pelo colegiado da Comissão de Constituição e Justiça", declarou Otto.

A reunião

Na reunião, que durou cerca de oito minutos, o relator da PEC, senado...

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado concluiu hoje, quarta-feira (14/10) a análise da chamada PEC da Segurança Pública. O texto seguirá agora para a análise do plenário.

Texto-base

O colegiado já havia aprovado texto-base da proposta, no mês passado, e ainda tinha pendente a análise de três trechos separados da proposta, os chamados destaques.

Considerou

O senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da CCJ, considerou que os trechos não poderiam ser votados porque os autores dos pedidos não estavam na reunião e, assim, deu como concluída a análise da PEC na comissão.
"Não estando presentes [os autores], a matéria vai ao plenário do Senado Federal, até porque o texto original já tinha sido discutido e aprovado pelo colegiado da Comissão de Constituição e Justiça", declarou Otto.

A reunião

Na reunião, que durou cerca de oito minutos, o relator da PEC, senador Rogério Carvalho (PT-SE), propôs ajustes redacionais, que foram aprovados de forma simbólica.

Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta quarta-feira Por Alek Maracajá

14/10/2026

Brasília, 14 de outubro de 2026

Cheguei EU VOU … faltam 11 dias para o 2º turno. A quarta começou com um púlpito vazio reservado na Band, um canal de WhatsApp em quarentena e um voto na 6x1 que mudou de lado entre a casa do pai e o Senado

O PoderData/Aya traz Flávio 51% × Lula 49% nos válidos, empate técnico. No Instagram, Lula passou de 17,18 milhões e ganhou 1,15 milhão de seguidores desde o dia 7, o dobro de Flávio.

Flávio confirma que não vai ao debate da Band, anuncia voto pelo fim da 6x1 depois de visitar Bolsonaro, o "Exército do Lula" sai do ar de novo e o governo lança o pacote dos MEIs.

Resumo da manhã: a diferença encolheu, o púlpito ficou vazio e a 6x1 ganhou um eleitor inesperado

Termômetro eleitoral: Poderdata/aya × Digital

Flávio 51% × Lula 49%: diferença cai de 6 para 2 pontos
Na rodada de 8/10, eram 53% × 47%. Agora a distância é de 2 pontos, com margem de 1...

Brasília, 14 de outubro de 2026

Cheguei EU VOU … faltam 11 dias para o 2º turno. A quarta começou com um púlpito vazio reservado na Band, um canal de WhatsApp em quarentena e um voto na 6x1 que mudou de lado entre a casa do pai e o Senado

O PoderData/Aya traz Flávio 51% × Lula 49% nos válidos, empate técnico. No Instagram, Lula passou de 17,18 milhões e ganhou 1,15 milhão de seguidores desde o dia 7, o dobro de Flávio.

Flávio confirma que não vai ao debate da Band, anuncia voto pelo fim da 6x1 depois de visitar Bolsonaro, o "Exército do Lula" sai do ar de novo e o governo lança o pacote dos MEIs.

Resumo da manhã: a diferença encolheu, o púlpito ficou vazio e a 6x1 ganhou um eleitor inesperado

Termômetro eleitoral: Poderdata/aya × Digital

Flávio 51% × Lula 49%: diferença cai de 6 para 2 pontos
Na rodada de 8/10, eram 53% × 47%. Agora a distância é de 2 pontos, com margem de 1,8 ponto: empate técnico.

Rejeição: Lula 46%, estável; Flávio 44%, contra 43% na semana passada. Foram 3.000 entrevistas por telefone (URA), de 10 a 12 de outubro, registro BR-01209/2026.

Leitura: Flávio segue numericamente à frente, mas o movimento da semana é de aproximação de Lula. Sinal de tendência, não garantia de virada.

A diferença caiu quatro pontos em cinco dias. A margem de erro continua na sala e ninguém deveria expulsá-la antes da apuração

Termômetro Digital — Ativaweb Datalab

Instagram, desde 7/10

Lula: +1.150.000 novos seguidores (+7,2%)
Flávio: +565.700 novos seguidores (+4,2%)

Soma: 1,72 milhão de novos seguidores em uma semana.

Lula passa de 17 milhões e cresce duas vezes mais

Lula chega a 17,18 milhões de seguidores, contra 14,01 milhões de Flávio: 3,17 milhões de vantagem. Flávio mantém taxa de engajamento superior.

Aceleração recente: desde a medição de 12/10, os dois ganharam cerca de 135 mil a 140 mil seguidores cada um. O ritmo das últimas horas ficou parelho.

No Ranking de Influência Digital Política 2026 da DataLab, Lula é o 1º da esquerda. Flávio é o 5º da direita, atrás de Jair Bolsonaro, Nikolas Ferreira, Michelle Bolsonaro e Lucas Pavanato.

Leitura: Lula tem mais audiência e cresceu mais na semana, em número e em proporção. Flávio engaja mais por seguidor, mas divide a vitrine com outros nomes do próprio campo.

"Nas redes, eleição não se ganha na largada, se ganha no fôlego. E fôlego se mede na reta, não na semana." — Alek Maracajá

Lula lidera a torcida da esquerda sozinho; Flávio é o quinto da própria arquibancada. No Instagram, até a família disputa o placar


Principais movimentos

Debate da Band: um púlpito, zero Flávio

Flávio confirmou que não vai ao debate da Band no domingo, 18: "Não está previsto ir nesse debate domingo". O presidente do PT, Edinho Silva, garantiu Lula: "Ele quer o confronto com Flávio". A Band manterá o programa e deixará o púlpito de Flávio vazio; sobre a Globo, dia 23, ele diz que a equipe técnica decide.
A ausência vira munição para o PT; para Flávio, a aposta é que evitar o confronto custa menos que enfrentá-lo.
Debate com um candidato só é a primeira vez que um púlpito vazio vai ter tempo de resposta garantido

A 6x1 ganhou um voto no caminho da casa do pai

Depois de visitar Jair Bolsonaro, Flávio anunciou: "A maioria dos trabalhadores brasileiros quer o fim da 6x1, então eu vou votar a favor". Antes ele evitava dizer como votaria, enquanto Lula cobrava sua posição desde o dia 7. Agora condiciona: "o governo vai ter que bancar essa compensação" às empresas. Segundo aliados ouvidos pelo O Globo, o pai também pediu cautela ao falar de ministérios e da sucessão no Congresso; Flávio confirmou que recebeu "algumas dicas", sem detalhar.
O recuo tira de Lula um contraste fácil, mas abre o flanco da coerência, que o PT vai explorar.
A escala é 6x1, mas a pauta política funciona 24x7. E agora com conselho paterno incluso

"Exército do Lula" no modo avião

O canal de WhatsApp de André Janones, com mais de 4 milhões de seguidores, saiu do ar na noite de terça por decisão do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques. Ele entendeu que o canal funcionava como propaganda sem formalização e condicionou a volta à regularização. A área técnica do TSE não encontrou fake news no conteúdo analisado, mas apontou riscos; a campanha de Flávio, autora da ação, diz que enviará novo relatório.
A disputa digital segue migrando para o tribunal, e canal de apoiador agora precisa de registro na Justiça Eleitoral.
? Suspenso, liberado, suspenso de novo. O canal já tem mais idas e vindas que grupo de família no fim do ano

Pix, perdão e desenrola: o mei vira eleitor vip

O governo lançou o Prospera MEI: Pix de até R$ 5 mil, que ainda depende do Congresso, e projeto para perdoar R$ 12,6 bilhões em dívidas com a União de 3,6 milhões de MEIs, segundo o ministro Dario Durigan. Inclui ainda Desenrola específico com os bancos e fim da nota fiscal obrigatória em vendas para pessoa física.
O pacote mira renda e dívida de quem empreende sozinho; o debate sobre custo fiscal e timing eleitoral vem junto.
Reta final é assim: o MEI acorda microempreendedor e dorme público-alvo prioritário dos dois lados

Leitura estratégica Ativaweb Datalab
Eleitoral: PoderData/Aya 51% × 49%, empate técnico; a diferença caiu 4 pontos em uma semana.
Digital: Lula cresce 7,2% contra 4,2% de Flávio na semana, mas o ritmo das últimas horas ficou parelho e Flávio segue com engajamento maior.
Narrativo: "fugiu do debate" de um lado, "mudou de ideia na 6x1" do outro. Cada campanha ganhou um bordão contra a outra.
Institucional: o TSE segue como personagem central, com o "Exército do Lula" entrando e saindo do ar.
Economia: MEI e jornada de trabalho levam renda, dívida e custo empresarial para o centro do 2º turno.

Pesquisa empatada, púlpito vazio, canal suspenso e PEC com novo apoiador. Brasília inventou o 2º turno de fôlego

Alerta Ativaweb

Média da semana não é ritmo do dia. Na janela desde 7/10, Lula cresceu o dobro. Na comparação com a medição de 12/10, os dois cresceram quase igual. As duas leituras são verdadeiras, só respondem a perguntas diferentes.

Por isso, olhamos sempre mais de uma janela. E nenhuma delas mede voto.

Pesquisa mede intenção.
Digital mede atenção e interação.
Urna mede voto.

Fechamento

A história desta quarta é aproximação, ausência e recuo.

O PoderData/Aya mostra Lula encurtando a distância, ainda dentro do empate técnico. No Instagram, ele dobra o crescimento de Flávio na semana, enquanto Flávio segue engajando mais por seguidor.

Flávio dispensa o debate da Band e troca o silêncio sobre a 6x1 pelo voto a favor. Lula ganha palco sozinho e um pacote para os MEIs, mas perde de novo o canal de Janones.

Faltam 11 dias para o 2º turno.

A pesquisa fotografa. O digital acelera. O púlpito espera. A urna decide no dia 25

Alek Maracajá
CEO da Ativaweb DataLab | Cientista de Dados e Pesquisador

Administradora destaca a importância de compreender o comportamento humano para obter o sucesso no mercado de trabalho

14/10/2026

O conhecimento técnico é essencial para o desempenho profissional, mas habilidades como comunicação, empatia e inteligência emocional também são fundamentais para o crescimento na carreira. Cada vez mais, as empresas valorizam profissionais que sabem trabalhar em equipe, administrar conflitos e lidar com mudanças.

As competências

Para Juliana Gomes, administradora, pós-graduada em Gestão de Departamento Pessoal e Legislação Trabalhista, as competências comportamentais, conhecidas como soft skills, influenciam as relações de trabalho e os resultados das organizações.

Inteligência

A inteligência emocional é um dos principais diferenciais nesse cenário. “Profissionais com alto grau de IE tendem a ser mais resilientes, adaptáveis e confiantes, conseguem lidar com feedbacks, aceitar mudanças, assumir responsabilidades e manter-se motivados mesmo em tempos difíceis.

Avaliações e desempenho
...

O conhecimento técnico é essencial para o desempenho profissional, mas habilidades como comunicação, empatia e inteligência emocional também são fundamentais para o crescimento na carreira. Cada vez mais, as empresas valorizam profissionais que sabem trabalhar em equipe, administrar conflitos e lidar com mudanças.

As competências

Para Juliana Gomes, administradora, pós-graduada em Gestão de Departamento Pessoal e Legislação Trabalhista, as competências comportamentais, conhecidas como soft skills, influenciam as relações de trabalho e os resultados das organizações.

Inteligência

A inteligência emocional é um dos principais diferenciais nesse cenário. “Profissionais com alto grau de IE tendem a ser mais resilientes, adaptáveis e confiantes, conseguem lidar com feedbacks, aceitar mudanças, assumir responsabilidades e manter-se motivados mesmo em tempos difíceis.

Avaliações e desempenho

Além disso a IE é cada vez mais valorizada em processos seletivos, avaliações de desempenho e programas de liderança, reduzindo o estresse, absenteísmo e turnover. Entre outras palavras, desenvolver a Inteligência Emocional não apenas melhora o seu bem-estar e suas relações no trabalho, como também abre portas para novas oportunidades profissionais”, explica a especialista.

“Os comportamentos que mais prejudicam as relações profissionais são: atrasos e descumprimento de prazos, ausência de controle emocional, resistência às mudanças, dificuldade de trabalhar em equipe, incapacidade de receber críticas construtivas e assumir erros. Comportamentos que podem ser mudados com uma melhor gestão de tempo, regulação emocional, adaptabilidade, comunicação assertiva, empatia, escuta ativa, resiliência e autorresponsabilidade”, destaca Juliana.


O desenvolvimento

O desenvolvimento dessas habilidades depende do autoconhecimento e da disposição para rever atitudes. As empresas também podem contribuir com treinamentos, feedbacks contínuos e programas de desenvolvimento de lideranças.

Primeiro passo

Segundo a especialista, o primeiro passo para melhorar as relações profissionais é reconhecer as próprias emoções e compreender como elas influenciam o comportamento. “O primeiro passo para desenvolver a Inteligência Emocional e melhorar as relações no trabalho é a autoconsciência. Que é a capacidade de observar a si mesmo com atenção, percebendo o que sente, como pensa e como reage diante das situações do dia a dia.”

Combinação

A combinação entre conhecimento técnico e habilidades socioemocionais favorece o crescimento profissional e contribui para equipes mais colaborativas e produtivas.

Telefone/Whatsapp

Brasília

(61) 99667-4410

Recife

(81) 99967-9957

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