Assine O PODER

É GRÁTIS!

Preencha o formulário e seja o nosso assinante!

Bolsonaro tem prorrogado prazo de prisão domiciliar, mas com tornozeleira, cassação de porte de arma e somente visitas autorizadas

04/07/2026

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Eleitoral (STF), autorizou a prorrogação do prazo para que o ex-presidente Jair Bolsonaro permaneça em prisão domiciliar humanitária até que se restabeleça totalmente dos seus problemas de saúde. A decisão acompanha a manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) que não se opôs a manutenção de Bolsonaro em sua residência.

Na decisão, o ministro manteve todas as medidas fixadas anteriormente, como o uso de monitoramento eletrônico e a proibição de Bolsonaro utilizar celular, telefone ou qualquer outro meio de comunicação externa, direta ou indireta, inclusive por intermédio de terceiros.

Visitas restritas

As visitas à residência também permanecem limitadas a pessoas previamente autorizadas pelo magistrado, com exceção dos filhos Flávio, Carlos e Jair Renan, que são autorizados a visitar o pai em dias e horários fixos (quartas e sábados). A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro...

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Eleitoral (STF), autorizou a prorrogação do prazo para que o ex-presidente Jair Bolsonaro permaneça em prisão domiciliar humanitária até que se restabeleça totalmente dos seus problemas de saúde. A decisão acompanha a manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) que não se opôs a manutenção de Bolsonaro em sua residência.

Na decisão, o ministro manteve todas as medidas fixadas anteriormente, como o uso de monitoramento eletrônico e a proibição de Bolsonaro utilizar celular, telefone ou qualquer outro meio de comunicação externa, direta ou indireta, inclusive por intermédio de terceiros.

Visitas restritas

As visitas à residência também permanecem limitadas a pessoas previamente autorizadas pelo magistrado, com exceção dos filhos Flávio, Carlos e Jair Renan, que são autorizados a visitar o pai em dias e horários fixos (quartas e sábados). A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro; a filha, Laura; e a enteada, Letícia, têm livre acesso, por residirem no local.

Além da manutenção das medidas, Moraes determinou a revogação total do porte de arma e do Certificado de Registro como CAC (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador) do ex-presidente. A decisão ordena a apreensão imediata de todas as armas de fogo vinculadas a Bolsonaro, o que inclui uma lista de pistolas, fuzis e espingardas de diversas marcas, como Taurus, Glock e SIG-Sauer.

48 horas para entrega das armas

A defesa do ex-presidente tem prazo de 48 horas para entregar todo esse armamento à Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal, sob pena de revogação do benefício humanitário e retorno imediato dele ao regime fechado para cumprimento da pena ao qual foi condenado.

Bolsonaro foi condenado a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e, em função de problemas de saúde, teve a mudança de regime prisional para domiciliar concedida em caráter humanitário por um período inicial de 90 dias, que foi encerrado na última quinta-feira (25/6). Com o término desse prazo, na semana passada, a defesa solicitou a prorrogação da medida, acolhida agora por Moraes. Os advogados informaram ao STF que o ex-presidente voltou a apresentar crises de soluço e pediram a realização de novos exames médicos.


imagem2

Começam neste sábado (4) restrições eleitorais previstas em lei para o pleito 2026

04/07/2026

A partir deste sábado (04/07), a administração pública em todo o país passa a cumprir uma série de restrições previstas na legislação eleitoral. Tem início o chamado “defeso eleitoral”, período de três meses que antecede o primeiro turno das eleições de 2026 e que busca impedir o uso da máquina pública em benefício de candidaturas.

As regras estão previstas nos artigos 73 a 78 da Lei nº 9.504/1997, a Lei das Eleições, e valem para agentes públicos de todas as esferas de governo, sejam eles eleitos, nomeados, contratados ou ocupantes de cargos em comissão. As limitações permanecem em vigor até 25 de outubro, data prevista para a realização do segundo turno.

Publicidade de órgãos públicos proibida

Entre as principais mudanças está a proibição da publicidade institucional de órgãos públicos. Durante o período, não podem ser divulgados atos, programas, obras ou serviços governamentais, salvo em casos de grave e urgente necessidade pública...

A partir deste sábado (04/07), a administração pública em todo o país passa a cumprir uma série de restrições previstas na legislação eleitoral. Tem início o chamado “defeso eleitoral”, período de três meses que antecede o primeiro turno das eleições de 2026 e que busca impedir o uso da máquina pública em benefício de candidaturas.

As regras estão previstas nos artigos 73 a 78 da Lei nº 9.504/1997, a Lei das Eleições, e valem para agentes públicos de todas as esferas de governo, sejam eles eleitos, nomeados, contratados ou ocupantes de cargos em comissão. As limitações permanecem em vigor até 25 de outubro, data prevista para a realização do segundo turno.

Publicidade de órgãos públicos proibida

Entre as principais mudanças está a proibição da publicidade institucional de órgãos públicos. Durante o período, não podem ser divulgados atos, programas, obras ou serviços governamentais, salvo em casos de grave e urgente necessidade pública reconhecida pela Justiça Eleitoral ou quando se tratar de produtos e serviços que disputem mercado com empresas privadas.

Na área de comunicação, órgãos públicos também precisam adequar seus canais oficiais. Em âmbito federal, ministérios e outros órgãos já anunciaram mudanças na presença digital para evitar que conteúdos possam promover autoridades ou ações de governo durante o período eleitoral.

Sem nomeações, contratações nem demissões

O defeso também restringe a gestão de pessoal. Ficam proibidas nomeações, contratações e demissões de servidores sem justa causa na circunscrição do pleito, com exceção dos cargos em comissão, funções de confiança e situações indispensáveis à continuidade de serviços públicos essenciais.

Outra medida prevista na legislação é a suspensão das transferências voluntárias de recursos entre os entes federativos. Permanecem autorizados apenas os repasses destinados ao cumprimento de obrigações já assumidas em obras em andamento ou aqueles necessários para atender situações de emergência e calamidade pública.

Inaugurações e shows vedados

Os candidatos também ficam impedidos de participar de inaugurações de obras públicas três meses que antecedem a votação. A legislação ainda proíbe a contratação de shows artísticos com recursos públicos para esses eventos.

Conforme informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o descumprimento das regras pode acarretar em sanções severas. Entre elas, estão a suspensão da conduta irregular, aplicação de multas, cassação do registro ou do diploma do candidato beneficiado e, conforme o caso, responsabilização por improbidade administrativa.

— Com informações do TSE e Correio Braziliense

Senador Veneziano Vital do Rêgo confirma R$ 25 milhões para a área de Saúde em João Pessoa

04/07/2026

O Senador Veneziano Vital do Rêgo MDB-PB), atual líder da maioria no Senado Federal, confirmou na noite desta sexta-feira (03/07) a viabilização de recursos da ordem de R$ 25 milhões para João Pessoa. O montante será destinado à saúde pública na capital paraibana e já foi comunicado pelo parlamentar ao prefeito da cidade, Leo Bezerra (PSB).

Os recursos a serem repassados pelo Governo Federal referem-se a uma verba destinada ao custeio da área da saúde que foi articulado no âmbito federal e comunicado às autoridades municipais, com o objetivo de garantir a manutenção e o reforço dos serviços e atendimentos prestados à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Setor “essencial”

Veneziano é conhecido, no Congresso Nacional, pela defesa que faz para a garantia, ampliação e desburocratização dos repasses financeiros para a saúde pública. Ele sempre ressalta o setor, em sua atuação parlamentar e nos seus discursos, como “essencial para...

O Senador Veneziano Vital do Rêgo MDB-PB), atual líder da maioria no Senado Federal, confirmou na noite desta sexta-feira (03/07) a viabilização de recursos da ordem de R$ 25 milhões para João Pessoa. O montante será destinado à saúde pública na capital paraibana e já foi comunicado pelo parlamentar ao prefeito da cidade, Leo Bezerra (PSB).

Os recursos a serem repassados pelo Governo Federal referem-se a uma verba destinada ao custeio da área da saúde que foi articulado no âmbito federal e comunicado às autoridades municipais, com o objetivo de garantir a manutenção e o reforço dos serviços e atendimentos prestados à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Setor “essencial”

Veneziano é conhecido, no Congresso Nacional, pela defesa que faz para a garantia, ampliação e desburocratização dos repasses financeiros para a saúde pública. Ele sempre ressalta o setor, em sua atuação parlamentar e nos seus discursos, como “essencial para o fortalecimento do SUS, a manutenção de hospitais de referência e a redução das filas de espera”.

Os principais pontos defendidos e articulados pelo senador sobre o tema ao longo do seu mandato abrangem: segurança no financiamento, agilidade nos repasses e investimentos estruturais.

Mínimo constitucional da Saúde

Em relação ao quesito segurança no financiamento, ele foi relator de projetos que incluem gastos com hospitais universitários no cálculo do mínimo constitucional da Saúde e atuou para ampliar o teto de recursos para municípios.

Já no tocante à agilidade nos repasses, constantemente Veneziano atua junto ao Ministério da Saúde para a liberação de verbas de custeio e emendas parlamentares para santas casas e prefeituras da Paraíba.

E no quesito investimentos estruturais, é grande o destaque feito por ele sobre a importância dos repasses para a renovação de frotas (como ambulâncias do SAMU) e a aquisição de equipamentos de alta complexidade.

Adeus José Severino do Carmo. Um ser humano doce, dedicado à comunicação e a fazer o bem

04/07/2026

Faleceu ontem, 03 de julho de 2026, em Caruaru, onde residia, vítima de problemas cardíacos, o publicitário, jornalista, escritor e empreendedor cultural José Severino do Carmo, aos 84 anos. A morte causou impacto na sociedade pernambucana, onde José Severino era unanimidade pelo talento, dedicação , capacidade empresarial, cortesia e compromisso social.

Origem

José Severino nasceu em 06 de novembro de 1941, no Sítio Caianinha, entre Pesqueira e Sanharó, quando aquela cidade pertencia ao Municipio de Pesqueira. Residiu, por muitos anos, na cidade de Caruaru-PE, onde plantou raízes e constituiu família.

Formação

José Severino era graduado em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caruaru e especializado em Publicidade e Marketing pela Faculdade dos Meios de Comunicação da PUC/RS

Livros publicados

Publicou o 1º Guia Turístico de Caruaru em 1976....

Faleceu ontem, 03 de julho de 2026, em Caruaru, onde residia, vítima de problemas cardíacos, o publicitário, jornalista, escritor e empreendedor cultural José Severino do Carmo, aos 84 anos. A morte causou impacto na sociedade pernambucana, onde José Severino era unanimidade pelo talento, dedicação , capacidade empresarial, cortesia e compromisso social.

Origem

José Severino nasceu em 06 de novembro de 1941, no Sítio Caianinha, entre Pesqueira e Sanharó, quando aquela cidade pertencia ao Municipio de Pesqueira. Residiu, por muitos anos, na cidade de Caruaru-PE, onde plantou raízes e constituiu família.

Formação

José Severino era graduado em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caruaru e especializado em Publicidade e Marketing pela Faculdade dos Meios de Comunicação da PUC/RS

Livros publicados

Publicou o 1º Guia Turístico de Caruaru em 1976. Também o livro “Pelos Meus Olhos” -Uma visão da vida, do tempo, dos fatos – Editora Bargaço- 2007;
Publicou mais de 20 títulos de cordéis, entre 2012 a 2025. Editou a Revista Moda & Negócios, de 2014 a 2022, onde nosso diretor José Nivaldo Junior assinou, por muito tempo, uma coluna dedicada ao marketing e à cultura. José Severino era colaborador do nosso Jornal O Poder. No final desta matéria, reproduzimos o link de uma das suas matérias. Um poema significativo, onde recomenda que o tempo deve ser usado para aproveitar a vida. Conselho que ele mesmo praticou, até os últimos momentos.


imagem2


Cidadania

José Severino recebeu o título de Cidadão Honorário de Caruaru, outorgado pela Câmara Municipal, em novembro de 1994. Exercitou diversas atividades sociais e comunitárias. Foi presidente do Lions Clube de Pesqueira e do Clube dos 50, em 197. Presidente da AABB- Associação Atlética Banco do Brasil, em Caruaru, entre 1976/1978. Diretor de Promoção da Câmara de Dirigentes Lojistas de Caruaru, entre 1980/1982. Presidente da Festa do Comércio de Caruaru, em 1980. Presidente do Lions Clube de Caruaru, nos mandatos 1981/1982 e 2002/2003.
Presidente do Lions Clube Recife/Boa Viagem, em 1987/1988.
Vice-Presidente do Sindicato das Agências de Propaganda de Pernambuco, entre 1989/1991.
Governador do Distrito LA-3 do Lions Internacional com jurisdição nos Estados de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, em 2010/2011.
Vice-presidente da Academia Caruaruense de Literatura de Cordel, em 2013/2014. Presidente da Academia Caruaruense de Cultura Ciências e Letras- ACACCIL, em 2021/2022.

Atividades profissionais

José Severino do Carmo foi produtor da Rádio Difusora de Pesqueira, nos anos 1960 a 1963,
fiscal da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial do Banco do Brasil, de 1970 a 1973,
diretor da JS Propaganda & Marketing S/C Ltda. de 1973 a 2023. Foi também
titular da Carteira de Câmbio (CACEX) do Banco do Brasil, no Recife, de 1983 a 1991 e gerente geral da Rádio Jornal (antiga Rádio Difusora de Caruaru), de 1993 a 1996. Foi também gerente comercial das Rádios Liberdade AM e FM de 1996 a 2002, e editor da Revista Moda & Negócios, de 2014 a 2023.


imagem3


Academias

José Severino era membro da Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras-Acaccil, onde ocupava a cadeira 34, cujo patrono é o grande Nélson Barbalho e da Academia Caruaruense de Literatura de Cordel-ACLC.

Velório

Será realizado hoje, sábado 04/07/26, a partir das 12h, e o sepultamento está marcado para as 17h, no Cemitério Parque dos Arcos, em Caruaru.

Confira o poema O tempo

https://www.jornalopoder.com.br/noticias/20958/o-tempo-por-jose-severino-do-carmo

Pesquisa aponta - Filho de Nabor Wanderley e neto de Chica Motta, Hugo Motta é o segundo político mais odiado do Brasil

04/07/2026

Pesquisa divulgada pela AtlasIntel/Bloomberg ontem, sexta-feira (03/07) apontou o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), como o segundo político mais odiado do Brasil, superado apenas pelo presidente do Congresso e do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP). Hugo Motta tem 88% de rejeição dos brasileiros.

Sua posição foi lembrada por muitos políticos nordestinos como parecida com a situação observada pelo pai, Nabor Wanderley (Republicanos), ex-prefeito do município de Patos (PB) que concorre a uma vaga no Senado pela Paraíba este ano.

Nabor, além de figurar abaixo do seu principal adversário político, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) nas pesquisas para o Senado, viu Veneziano receber o apoio do presidente Lula para a sua candidatura à reeleição — por meio de um vídeo no qual Lula oficializou a aliança entre os dois e elogiou o alinhamento e a postura do parlamentar.



Histór...

Pesquisa divulgada pela AtlasIntel/Bloomberg ontem, sexta-feira (03/07) apontou o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), como o segundo político mais odiado do Brasil, superado apenas pelo presidente do Congresso e do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP). Hugo Motta tem 88% de rejeição dos brasileiros.

Sua posição foi lembrada por muitos políticos nordestinos como parecida com a situação observada pelo pai, Nabor Wanderley (Republicanos), ex-prefeito do município de Patos (PB) que concorre a uma vaga no Senado pela Paraíba este ano.

Nabor, além de figurar abaixo do seu principal adversário político, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) nas pesquisas para o Senado, viu Veneziano receber o apoio do presidente Lula para a sua candidatura à reeleição — por meio de um vídeo no qual Lula oficializou a aliança entre os dois e elogiou o alinhamento e a postura do parlamentar.


imagem2


Histórico

A família, cujo berço político é Patos/PB, enfrenta problemas há três gerações. A avó de Hugo, Chico Motta, foi prefeita. Acusada de corrupção, usou tornozeleira eletrônica durante um tempo. O pai, Nabor Wanderley, também enfrentou várias acusações.

Hugo, recentemente, esteve envolvido no escândalo das malas que passaram sem fiscalização pela alfândega. Também foi autor da chamada ‘Emenda Master’, para beneficiar o conglomerado de Daniel Vorcaro com bilhões. O Supremo Tribunal Federal (STF) barrou a emenda.

Os piores entre 17 lideranças

Segundo o levantamento divulgado ontem, realizado no âmbito do projeto Latam Pulse, Alcolumbre e Motta concentram os piores índices de imagem entre 17 lideranças políticas avaliadas. Conforme essa pesquisa, no caso de Alcolumbre a imagem negativa é observada por 90% dos entrevistados. Hugo Motta fica bem próximo, como 88% de imagem negativa entre o total de entrevistados.

Nenhum outro nome possui maior rejeição que a de Alcolumbre e de Motta, a não ser o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), que apresenta o mesmo percentual de imagem negativa de Motta, mas tem o diferencial de não possuir qualquer cargo de comando no Congresso Nacional.

Além disso, Motta e Alcolumbre não apresentam saldo positivo de imagem. O percentual de pessoas que disseram ser favoráveis a eles foi de 3%.


imagem3


Desgastes dos chefes do Congresso

O resultado, conforme avaliação feita pelos responsáveis pela pesquisa, reforça o desgaste dos chefes das duas Casas do Congresso Nacional em meio a um cenário de alta rejeição a lideranças políticas de diferentes campos.

E indica que a avaliação negativa não se restringe ao Governo Federal ou à oposição, mas atinge também nomes do Legislativo, ex-presidentes, governadores e figuras ligadas à disputa presidencial de 2026.

Imagens mais positivas

O levantamento também aponta que o presidente Lula (PT) é, atualmente, o político com maior índice de imagem positiva, 46%. Na sequência do ranking aparecem o pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), com 43% de imagem positiva; o ex-presidente Jair Bolsonaro, com 42%; o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), com 39%; o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 38%.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, aparecem, ambas, com 35%; o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, com 33%; e os ex-governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (União-GO), empatados com 32%.

Avaliações negativas

Entre os nomes mais conhecidos nacionalmente, Jair Bolsonaro registra 58% de avaliação negativa, enquanto Fernando Haddad e Lula aparecem empatados com 54%.

Já o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa apresenta a menor rejeição da pesquisa, com 41%, seguido por Tarcísio de Freitas (48%) e Geraldo Alckmin (50%).

Pessoas ouvidas

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, realizada no âmbito do projeto Latam Pulse, ouviu 4.999 brasileiros adultos entre os dias 26 e 30 de junho de 2026. As entrevistas foram realizadas por meio da metodologia de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR), que seleciona participantes durante a navegação na internet em dispositivos móveis e computadores.

Segundo o instituto, a margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04582/2026.

Raquel entregou ambulâncias de fachada que não estão prontas. Nenhum prefeito levou qualquer veículo

03/07/2026

Quem levou sua ambulância levante o dedo e mande o video, que O Poder publica.
O que deveria marcar um reforço na saúde pública terminou em constrangimento para prefeitos de diversas cidades pernambucanas. Após participarem da solenidade de “entrega” de novas ambulâncias promovida pelo Governo Raquel Teixeira Lyra, os gestores municipais foram surpreendidos com a informação de que não poderiam levar os veículos para seus municípios.

O motivo

Causou ainda mais espanto: as ambulâncias apresentadas no evento não estariam prontas para entrar em operação. Segundo relatos de participantes, os veículos ainda precisariam passar por procedimentos operacionais antes de serem efetivamente liberados, frustrando a expectativa dos prefeitos, que imaginavam retornar às suas cidades já com os novos equipamentos.

A situação

Gerou perplexidade entre os gestores, que deixaram o evento sem os veículos anunciados como entreg...

Quem levou sua ambulância levante o dedo e mande o video, que O Poder publica.
O que deveria marcar um reforço na saúde pública terminou em constrangimento para prefeitos de diversas cidades pernambucanas. Após participarem da solenidade de “entrega” de novas ambulâncias promovida pelo Governo Raquel Teixeira Lyra, os gestores municipais foram surpreendidos com a informação de que não poderiam levar os veículos para seus municípios.

O motivo

Causou ainda mais espanto: as ambulâncias apresentadas no evento não estariam prontas para entrar em operação. Segundo relatos de participantes, os veículos ainda precisariam passar por procedimentos operacionais antes de serem efetivamente liberados, frustrando a expectativa dos prefeitos, que imaginavam retornar às suas cidades já com os novos equipamentos.

A situação

Gerou perplexidade entre os gestores, que deixaram o evento sem os veículos anunciados como entregues pelo governo estadual. Nos bastidores, o episódio foi interpretado como mais uma ação voltada à produção de imagem do que à efetiva prestação de serviços à população.

O episódio

Reforça uma crítica que tem se tornado recorrente em relação à atual gestão estadual: a de um “governo de fachada”, que prioriza cerimônias, anúncios e intervenções de forte impacto visual, mas nem sempre entrega soluções concretas para os problemas mais graves de Pernambuco. O exemplo mais citado por opositores é o do Hospital da Restauração, onde, enquanto alas recebem ações estéticas, pacientes e profissionais continuam convivendo com superlotação, infiltrações, quedas de teto e problemas estruturais denunciados há meses.

Agora

A mesma lógica parece ter alcançado a entrega de ambulâncias. Os veículos foram exibidos, fotografados e anunciados como entregues, mas permaneceram no local porque ainda não estavam aptos a seguir para os municípios. Para muitos prefeitos, ficou a impressão de que participaram de um evento pensado para gerar imagens e manchetes, e não para colocar imediatamente novos equipamentos a serviço da população.

Em Pernambuco

Até a entrega de ambulâncias acabou alimentando a percepção de um governo mais preocupado com a fachada do que com a efetividade das políticas públicas.

Confira o vídeo

A governadora finge que entrega as ambulâncias que não estão prontas para atender à população. E em nenhum momento assume isso, pelo contrário. Dá a entender que esta tudo 100%. Assista ao vídeo e tire suas próprias conclusões.






É Findi - Crônicas de Paris! - Por Ina Melo*

03/07/2026

Lembras amiga? dos nossos encontros nos velhos Cafés parisienses? Éramos jovens e como tal, inconsequentes, vivendo o hoje como se não houvesse amanhã! Estávamos no alvorecer dos anos setenta, quando uma maluca inglesa resolveu subir as saias das mulheres até as nuvens! O mundo começava a virar de cabeça pra cima, mostrando a força de uma juventude livre da opressão social, dona do seu corpo e querendo ter voz entre os poderosos machões! É verdade que essa “Revolução” das saias, acontecia gradativamente desde o princípio do Século XIX, mas só ousou enfrentar o mundo, quando surgiu um grupo de jovens, com cabelos compridos e uma música alucinante, para mostrar que também poderiam ter o seu lugar ao sol! Nós, sempre fomos rebeldes, corajosas e livres de corpo e alma, desde que nos apaixonamos pela “belle epoque”. Fumávamos, dançávamos e bebíamos junto com eles, mesmo sabendo que as “escolhidas” seriam as puras e comportadas do lar! Quanta hipocrisia! Quantas mentiras, caso fôssemos procu...

Lembras amiga? dos nossos encontros nos velhos Cafés parisienses? Éramos jovens e como tal, inconsequentes, vivendo o hoje como se não houvesse amanhã! Estávamos no alvorecer dos anos setenta, quando uma maluca inglesa resolveu subir as saias das mulheres até as nuvens! O mundo começava a virar de cabeça pra cima, mostrando a força de uma juventude livre da opressão social, dona do seu corpo e querendo ter voz entre os poderosos machões! É verdade que essa “Revolução” das saias, acontecia gradativamente desde o princípio do Século XIX, mas só ousou enfrentar o mundo, quando surgiu um grupo de jovens, com cabelos compridos e uma música alucinante, para mostrar que também poderiam ter o seu lugar ao sol! Nós, sempre fomos rebeldes, corajosas e livres de corpo e alma, desde que nos apaixonamos pela “belle epoque”. Fumávamos, dançávamos e bebíamos junto com eles, mesmo sabendo que as “escolhidas” seriam as puras e comportadas do lar! Quanta hipocrisia! Quantas mentiras, caso fôssemos procurar entre os finos lençóis, o quanto eles eram enganados. Agora não. Estávamos num pé de igualdade, mesmo banidas da burguesia encoberta pelas dogmas da religião e da moral! Mas voltemos aos nossos mundos, onde a irreverência prevalecia e homens e mulheres se misturavam sem distinção de cor e classe social.

A década de setenta foi “os anos loucos “ do século vinte. Lembro da nossa primeira viagem, saindo de uma pequena aldeia para abraçarmos a revolução estudantil de 1968, justamente em Paris, onde tudo acontecia em pré estreia. As duas meninas, quase mulher, não ousaram enfrentar o seu “mundinho” hermético e hipocrita e voaram nas asas do pássaro de ferro para o centro do mundo. Para ter essa coragem, estudamos e fomos muito bem comportadas. Para duas mulheres no auge da juventude, nada melhor do que Paris, cidade luz e apaixonante!

Bem que poderíamos ter ido para onde tudo começou, a vizinha Londres. Não. Preferimos viver a nossa era de liberdade, ali no fervilhante Quartier Latin, junto com os rebeldes remanescentes dos existencialistas! Ali uma mulher que pensasse, não vivia à margem dos intelectuais, mas sim, junto com eles. E lá fomos nós, usando saias curtas, podendo sentar e beber, sem precisar do aval masculino. Claro que para nós, tudo era novidade. Ah! Amiga querida, como seria bom um retorno no tempo, que para mim nunca foi perdido, mas o melhor que vivi! Quando a juventude vai embora, mas os sonhos permanecem, é através das lembranças que conservamos a alegria de viver! Um dia, quem sabe, antes que a luz ou a escuridão desçam sobre nós, não nos encontraremos para uma taça borbulhante de champanhe!

*Ina Melo, é jornalista. Publicou poemas, contos e crônicas na Revista de Cultura do Estado do Ceará e em diversas antologias como "Crônicas e contos inesquecíveis" e "Contistas do Terceiro Milênio". Graduada pela UFPE, com especialização em Antropologia Cultural, faz parte da Academia Internacional de Literatura e Artes. É autora dos livros: "Simone de Beauvoir - Mulher lúcida e livre", "Sonhos em dueto" e, pela Confraria do Vento, "Cartas de Paris". @inamelo2016


imagem2

É Findi - Campeões Mundiais - Por Felipe Bezerra*

03/07/2026

A taça do mundo é nossa!

Da crescente ignorância,
da corrupção que grassa,
da criminalidade que avança.

Dos intocáveis em segurança,
da Constituição em desgraça,
da liberdade que dança.

A taça do mundo é nossa!

Do INSS sem governança,
do roubo que não se disfarça,
do aposentado sem esperança.

Da mentira que a todos cansa,
da picanha cara e escassa,
do desgoverno, da vingança!

Mas nada disso importa,
pois se a taça vem para a massa,
a reeleição tem mais segurança!

A taça do mundo será nossa,
até que seja roubada,
como nosso futuro e nossa herança!

*Felipe Bezerra, advogado e poeta. @felipebezerradesouza

A taça do mundo é nossa!

Da crescente ignorância,
da corrupção que grassa,
da criminalidade que avança.

Dos intocáveis em segurança,
da Constituição em desgraça,
da liberdade que dança.

A taça do mundo é nossa!

Do INSS sem governança,
do roubo que não se disfarça,
do aposentado sem esperança.

Da mentira que a todos cansa,
da picanha cara e escassa,
do desgoverno, da vingança!

Mas nada disso importa,
pois se a taça vem para a massa,
a reeleição tem mais segurança!

A taça do mundo será nossa,
até que seja roubada,
como nosso futuro e nossa herança!

*Felipe Bezerra, advogado e poeta. @felipebezerradesouza

É Findi - A Raia - Poema - Por Eduardo Albuquerque*

03/07/2026

Cada doce lar,
tem seu mar,
o rio que ali,
se diz ‘do lugar’;
dos sonhos,
acalentados ao luar.

Mesmo se sabendo,
que não é o ‘Mar’;
mas, deveras,
há-de se enamorar:
Guadiana, Minho,
Douro, Tejo,
“A Raia”...



La vieja España,
Cervantes!
A Terrinha,
Camões!

*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



Cada doce lar,
tem seu mar,
o rio que ali,
se diz ‘do lugar’;
dos sonhos,
acalentados ao luar.

Mesmo se sabendo,
que não é o ‘Mar’;
mas, deveras,
há-de se enamorar:
Guadiana, Minho,
Douro, Tejo,
“A Raia”...


imagem2


La vieja España,
Cervantes!
A Terrinha,
Camões!

*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99


imagem3

É Findi - Amigo - Crônica - Por AJ Fontes*

03/07/2026

No sítio, o fim do dia invernoso, quando até os passarinhos se recolhem, deixando aos sapos e grilos o trabalho prazeroso de pontilhar os sons da escuridão, os pensamentos se clareiam; as lembranças se abrem feito uma flor noturna. Nisso desabrocham coisas passadas, escondidas nas dobras da mente e surgem os amigos das brincadeiras nos quintais, nos colégios; aqueles das primeiras confidências; das farras; dos bem e mal feitos, no início da juventude.

Desde os tempos aristotélicos, chegando aos momentos sartreanos, segundo páginas de um atlas virtual, o qual passei uma vista rápida, amizade coexiste no espaço onde uma palavra é dita em momentos distintos e distantes ou em longas conversas que tomam parte de dias seguidos.

Da minha parte conto com Antônios, Joãos, e mais letras do alfabeto. Daqueles, um tal João arribou para o Sul Maravilha faz uns anos. Lembro de noitadas caruaruenses quando nos sentávamos em uma mesa do – Brasileirinho - bar de nossa pref...

No sítio, o fim do dia invernoso, quando até os passarinhos se recolhem, deixando aos sapos e grilos o trabalho prazeroso de pontilhar os sons da escuridão, os pensamentos se clareiam; as lembranças se abrem feito uma flor noturna. Nisso desabrocham coisas passadas, escondidas nas dobras da mente e surgem os amigos das brincadeiras nos quintais, nos colégios; aqueles das primeiras confidências; das farras; dos bem e mal feitos, no início da juventude.

Desde os tempos aristotélicos, chegando aos momentos sartreanos, segundo páginas de um atlas virtual, o qual passei uma vista rápida, amizade coexiste no espaço onde uma palavra é dita em momentos distintos e distantes ou em longas conversas que tomam parte de dias seguidos.

Da minha parte conto com Antônios, Joãos, e mais letras do alfabeto. Daqueles, um tal João arribou para o Sul Maravilha faz uns anos. Lembro de noitadas caruaruenses quando nos sentávamos em uma mesa do – Brasileirinho - bar de nossa preferência. O garçom, nosso amigo, dispunha uma grade, de madeira, sob a mesa para colecionar as garrafas vazias de cerveja.

Raro não preenchermos os vinte e quatro cubículos com Brahmas da Antártica, ou o contrário.

Dias de muita conversa. Recém chegados das casas das respectivas namoradas da vez, havia sempre comentários sobre as nossas queridas para depois iniciarmos a levantar as questões caseiras e suas possíveis soluções. Não eram as melhores, visto que revisitávamos os subitens na busca de novas soluções ou só para reclamar de pai, mãe, irmão, irmã. Não estávamos certos se eles deveriam existir.

Antes de chegar na décima garrafa já o colégio e a cidade eram assunto. Era comum, nessa hora, aparecer outro amigo que tomava um ou dois copos e trazia uma novidade.

Entre uma tragada no cigarro, uma gargalhada e um gole, eclodia o trecho de uma nova música de Chico e a questão política não entendida pela censura burra que deixou passar; os caracóis dos cabelos de Caetano, resultado de uma visita do Rei ao amigo na London Town, se derramavam, desafinados na mesa.

Falando da arte dos menestréis, lembro que nos apropriamos de uma música de Roberto Carlos, cuja letra esquecemos de propósito e compusemos outra. De verdade, eu só dei uns palpites. Peço desculpas por nosso arroubo infanto-juvenil, embora não creia que o Rei tenha percebido o feito. Além da dupla, nem a namorada-musa da vez ouviu a versão.

Perdi a conta. Talvez seja o efeito retardado do álcool, mas a conversa seguia até a enésima garrafa, quando, guiados por algum anjo de plantão, ziguezaguiávamos pelas calçadas orvalhadas para, na manhã seguinte, ao despertar, confirmar que estávamos, cada um na respectiva casa.

São coisas de meninos do interior, nos fins dos anos 1960, que mostram o valor guardado desde então e que fez parte da demorada construção do indivíduo que escreve. O mesmo que compôs com outros, em encontros mais ou menos frequentes uma ligação de amizade. Peças da mesma construção que, bem ou mal, permite meu caminhar, com alegrias e tristezas, por calçadas e veredas.

Bem dito que é coisa que a gente guarda, cuida e se alegra ao reconhecer um novo.

*AJ Fontes, contista e cronista, engenheiro aposentado, e eterno estudante na arte da escrita, publicou o livro de contos: ‘Mantas e Lençóis’. @aj.fontes


imagem2

É Findi - Vermelho e Verde - Por Marcelo Mário de Melo*

03/07/2026

Vestir o manto vermelho
em festa espera e clamor
semáforo e bandeira
ante os sinais do opressor
na travessia da trilha
ao verde libertador.

O vermelho da bandeira
o verde da esperança
enleados em um fio
como um casal numa dança
alavanca envolvente
por onde a vida avança.

Vamos entrar nessa onda
encher o nosso salão
divulgar a nossa festa
do grupo à multidão
porta a porta um a um
poesia humor atração.

O poeta está inscrito
antes durante e depois
poemAndando nas trilhas
que a história compôs
por livre escolha vibrante
pois isto ninguém lhe impôs.

É opção militante
contra a dor e o capital
tudo que amesquinha a vida
nega o bem promove o mal
Ego Id Superego
em assembleia geral.

Sons dos anseios gerais
e pulsaçõe...

Vestir o manto vermelho
em festa espera e clamor
semáforo e bandeira
ante os sinais do opressor
na travessia da trilha
ao verde libertador.

O vermelho da bandeira
o verde da esperança
enleados em um fio
como um casal numa dança
alavanca envolvente
por onde a vida avança.

Vamos entrar nessa onda
encher o nosso salão
divulgar a nossa festa
do grupo à multidão
porta a porta um a um
poesia humor atração.

O poeta está inscrito
antes durante e depois
poemAndando nas trilhas
que a história compôs
por livre escolha vibrante
pois isto ninguém lhe impôs.

É opção militante
contra a dor e o capital
tudo que amesquinha a vida
nega o bem promove o mal
Ego Id Superego
em assembleia geral.

Sons dos anseios gerais
e pulsações do umbigo
sintonia e mixagem
na consciência em abrigo
por tristezas e alegrias
em vermelho e verde eu sigo

*Marcelo Mário de Melo, ex-preso político, jornalista e poeta. Seu lema é: "Só ultrapasse pela esquerda". @marcelommm

É Findi - Domingo Iluminado - Crônica - Por Malude Maciel*

03/07/2026

Após mais de uma semana inteira de chuvas e muito frio, nessa época junina na Capital do Agreste, o domingo 28/6/26, chegou cheio de brilho e luz do astro Rei. Algo bonito estava para acontecer pois, havia um convite para a cerimônia de posse de dois novos acadêmicos na Academia Caruaruense de Artes e Filosofia - ACAFIL, promovendo a Cultura, a Literatura, as Artes e o pensamento filosófico, fortalecendo o patrimônio intelectual de Caruaru, Pernambuco e do Brasil.

Realmente um lindo dia

Quando duas Academias locais e distintas entre si mas, com objetivos comuns, uniram-se numa solenidade importante, acrescendo ao quadro de associados dois novos acadêmicos, demonstrando o amor, o respeito e os cuidados que ambas nutrem pela terra que as acolheu e mantém seus nomes na História Contemporânea.

Local

O evento ocorreu na sede da ACACCIL-Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, à rua XV de Novembro, 215 no c...

Após mais de uma semana inteira de chuvas e muito frio, nessa época junina na Capital do Agreste, o domingo 28/6/26, chegou cheio de brilho e luz do astro Rei. Algo bonito estava para acontecer pois, havia um convite para a cerimônia de posse de dois novos acadêmicos na Academia Caruaruense de Artes e Filosofia - ACAFIL, promovendo a Cultura, a Literatura, as Artes e o pensamento filosófico, fortalecendo o patrimônio intelectual de Caruaru, Pernambuco e do Brasil.

Realmente um lindo dia

Quando duas Academias locais e distintas entre si mas, com objetivos comuns, uniram-se numa solenidade importante, acrescendo ao quadro de associados dois novos acadêmicos, demonstrando o amor, o respeito e os cuidados que ambas nutrem pela terra que as acolheu e mantém seus nomes na História Contemporânea.

Local

O evento ocorreu na sede da ACACCIL-Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, à rua XV de Novembro, 215 no centro de nossa cidade, no qual a acadêmica Edivalda Miranda atuou como presidente da Casa, desde que o Prof. Paulo Muniz Lopes não se fez presente, por motivo de viagem. A presidente da ACAFIL, Profa. Amélia Campello, fez a abertura dos trabalhos tendo o acadêmico Robson Santos como mestre de cerimônias, anunciando e agradecendo as presenças.

Oficialmente

Foi chamado à frente, para sua posse oficial, o novo acadêmico, Fábio Mirom, que recebeu seu colar (distintivo da instituição) e também diploma, das mãos da acadêmica Cláudia Pinto que também representou o Instituto Histórico de Caruaru; da mesma forma aconteceucom a nova acadêmica, Mabel Cavalcanti, que foi contemplada com seu colar e o diploma, entregues pela Presidente Amélia Campello. Ambos fizeram seus discursos de posse com muita galhardia, sob muitos aplausos, sendo que que a cordelista Mabel, teve sua fala em forma de cordel e foi muito interessante.

Palestra magnífica

O palestrante, escritor Melchiades Montenegro, ex-presidente da Academia Recifense de Letras, foi apresentado pelo acadêmico emérito e ex-presidente da ACAFIL, Caesar Sobreira e proferiu excelente aula sobre o tema: A Origem das Academias e Sua Proliferação no Brasil, tendo distribuído cópias da mesma com a plateia ávida por acrescer conhecimentos a respeito. Foi algo realmente gratificante saborear as informações e presenciar a maneira peculiar e elegante como o professor desempenhou sua função na mais alta competência e simplicidade.

Confraternização

No mais, houve muita interação, abraços, fotografias registrando o grande momento, seguindo-se dos comes e bebes, costumeiros nessas ocasiões de entrelaçamentos culturais, artísticos e literários, quando se tem oportunidade de conversar mais aproximadamente, trocar endereços e ideias, enfim, ficar mais próximo de figuras admiráveis. Coisa bem salutar.

Lisonjas

Tanto Caruaru como a ACACCIL ficaram lisonjeados em sediar tamanho acontecimento pois, é raro reunir tantas cabeças pensantes, num convívio harmonioso e feliz como o que ora tivemos o privilégio de participar.

Parabéns

Congratulações aos organizadores e protagonistas e, muitos votos de prosseguimento nesse afã de desenvolver essa gama de novos estudiosos e precursores do progresso cívico, cultural, intelectual e histórico que tanto precisamos no mundo atual e deixando um legado às gerações do futuro.

Presenças

Foram inúmeras as lustres presenças, porém anotamos os seguintes acadêmicos da ACACCIL: Edivalda Leite Miranda; Maria de Lourdes Sousa Maciel (Malude); Araray Marrocos Pascoal; Robson Santos Oliveira; Maria Alves; Francisco de Assis Claudino; Maria do Socorro Maciel; Caesar Sobreira; Valéria Barbalho e Lucimary Passos.

*Malude Maciel, Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, ACACCIL, cadeira 15 pertencente à professora Sinhazina. @malude.maciel

É Findi – Neblinas e Tempestades – Croniqueta - Por Xico Bizerra*

03/07/2026

Antes de tornar-me chuva, lentamente neblinei-me em meio às nuvens cinzentas que flutuavam acima do meu chapéu. Ao primeiro pingo mais grosso, pressenti o brotar de um pé de verso, carregado de poesia, rimas e amor, no jardim de minha casa, bem ao lado do meu pé de manacá. Tratei de regar. A semente do bem-querer virou flor.

Já quase tempestade, deixei-me envolver no lençol das lembranças boas e dormi o sono dos que acreditam que pode haver um mundo feliz. E sonhei. E ainda sonho. E sonharei até quando for possível sonhar. Até onde a Poesia permita e os versos embalem. Ainda que venham tempestades, permanecerei neblina. No máximo, chuva fina a molhar o chão de minh’alma. Ver menos

*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor. @bizerraxico



Antes de tornar-me chuva, lentamente neblinei-me em meio às nuvens cinzentas que flutuavam acima do meu chapéu. Ao primeiro pingo mais grosso, pressenti o brotar de um pé de verso, carregado de poesia, rimas e amor, no jardim de minha casa, bem ao lado do meu pé de manacá. Tratei de regar. A semente do bem-querer virou flor.

Já quase tempestade, deixei-me envolver no lençol das lembranças boas e dormi o sono dos que acreditam que pode haver um mundo feliz. E sonhei. E ainda sonho. E sonharei até quando for possível sonhar. Até onde a Poesia permita e os versos embalem. Ainda que venham tempestades, permanecerei neblina. No máximo, chuva fina a molhar o chão de minh’alma. Ver menos

*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor. @bizerraxico


imagem2

É Findi – Projeto, No Resgate da Criança - Por Poeta Pica-Pau*

03/07/2026

Tem cuidado e proteção,
Pra garantir ao aluno
Estudo e educação,
Pois a escola é o caminho
Para boa formação.

A criança tem direito
De brincar e aprender,
De sonhar com o futuro,
De crescer para vencer;
na escola ela descobre
O que pode vir a ser.

E o lugar da criança
É na escola estudando,
Descobrindo novos mundos,
Com a mente trabalhando;
E vai se desenvolvendo,
a família incentivando.

Não bote sua criança
Para o mundo do trabalho,
Nem permita que ela seja
Vista como um quebra-galho;
Se tirá-la da escola,
Só lhe virá atrapalho.

Se o aluno está faltando
Sem motivo ou explicação,
O projeto fica atento
E entra logo em ação;
Vai à casa da família
Levando orientação.

Não é para castigar,
Nem levar preocupação;
É um gesto de cuidado,

Tem cuidado e proteção,
Pra garantir ao aluno
Estudo e educação,
Pois a escola é o caminho
Para boa formação.

A criança tem direito
De brincar e aprender,
De sonhar com o futuro,
De crescer para vencer;
na escola ela descobre
O que pode vir a ser.

E o lugar da criança
É na escola estudando,
Descobrindo novos mundos,
Com a mente trabalhando;
E vai se desenvolvendo,
a família incentivando.

Não bote sua criança
Para o mundo do trabalho,
Nem permita que ela seja
Vista como um quebra-galho;
Se tirá-la da escola,
Só lhe virá atrapalho.

Se o aluno está faltando
Sem motivo ou explicação,
O projeto fica atento
E entra logo em ação;
Vai à casa da família
Levando orientação.

Não é para castigar,
Nem levar preocupação;
É um gesto de cuidado,
De carinho e proteção.
A criança na escola
É o futuro da nação.

Pois aí fica o recado
Que surgi do coração
Toda criança merece
Respeito e proteção,
Para vê-la florescer
Com direito à inclusão.

E Se você tem criança
Que está sem estudar
Tome a iniciativa
De bom estudo lhe dá
Tome esse direção
Pegue a documentação
corra pra matricular.

*Pica-Pau é poeta. Vive em Palmares, PE. @poeta.picapau


imagem2

É Findi – Série: Boêmios que Marcaram Época no Recife Noturno - Valdemar Marinheiro - Por Carlos Bezerra Cavalcanti*

03/07/2026

Nos próximos É FINDIs pretendo publicar considerações sobre cinco boêmios que marcaram época no Recife noturno: Ascenso Ferreira, Antônio Maria, Hugo da Peixa, Valdemar Marinheiro e Eugênio Coimbra. Hoje falaremos sobre Valdemar Marinheiro.

Outra figura típica da boemia recifense é Valdemar Tavares de Araújo, o Valdemar Marinheiro, nascido no município de Nazaré da Mata, em 4 de Setembro de 1919. Torcedor fanático do Sport, ingeria, aos 70 anos de idade, cerca de 22 doses de uísque legítimo num dia e tem traços sintomáticos de um genuíno boêmio: contador de história, brigão, alegre, mulherengo, explosivo, freqüentador de bares e extremamente honesto com os amigos, conhece alguns países da Europa, graças ao longo período servindo na Marinha, dos 13 aos 25 anos.

Desse tempo vem o folclórico de que, ao contrário do objetivo inicial de se corrigir, ele ficou mais rebelde ainda a ponto de fugir do navio a nado para farrear, quando estava em algum porto.
...

Nos próximos É FINDIs pretendo publicar considerações sobre cinco boêmios que marcaram época no Recife noturno: Ascenso Ferreira, Antônio Maria, Hugo da Peixa, Valdemar Marinheiro e Eugênio Coimbra. Hoje falaremos sobre Valdemar Marinheiro.

Outra figura típica da boemia recifense é Valdemar Tavares de Araújo, o Valdemar Marinheiro, nascido no município de Nazaré da Mata, em 4 de Setembro de 1919. Torcedor fanático do Sport, ingeria, aos 70 anos de idade, cerca de 22 doses de uísque legítimo num dia e tem traços sintomáticos de um genuíno boêmio: contador de história, brigão, alegre, mulherengo, explosivo, freqüentador de bares e extremamente honesto com os amigos, conhece alguns países da Europa, graças ao longo período servindo na Marinha, dos 13 aos 25 anos.

Desse tempo vem o folclórico de que, ao contrário do objetivo inicial de se corrigir, ele ficou mais rebelde ainda a ponto de fugir do navio a nado para farrear, quando estava em algum porto.

Como esta, várias outras histórias são contadas sobre o velho Valdemar, umas publicáveis, outras não, umas com brigas outras, com sorrisos, a maioria, porém, com espírito boêmio.

*Carlos Bezerra Cavalcanti, Presidente Emérito da Academia Recifense de Letras.


imagem2

É Findi - A Copa do Mundo e a Rua - Crônica - Por Romero Falcão*

03/07/2026

Na minha meninice e adolescência não havia campo society, muito menos escolinha de futebol. O futebol nascia na rua enladeirada, pedregosa, esburacada. Era intuitivo — mal deixava de mijar na cama e a bola já não largava mais os pés. Uns meninos levavam jeito no domínio e no controle; outros, bastava o chute, o jeito de bater na bola, para denunciar a falta de intimidade com a redonda. Modéstia à parte, entre mim e a pelota surgiu uma química imediata.

Brinquedo Prazeroso

Ninguém pagava para aprender a jogar futebol. Bastavam a rua, quatro bandas de tijolos, um terreno baldio, a beira da praia ou uma rua cercada de mato e uma bola de plástico. O capitalismo ainda não havia introjetado nos pequenos a ambição pelas marcas. Para mim e para tantos do bairro, jogar bola era o brinquedo mais prazeroso.

Havia um Muro

Em tempo de Copa do Mundo, eu era Cruyff, Beckenbauer, Passarella, Antognoni, Rivelino e Marinho Chagas...

Na minha meninice e adolescência não havia campo society, muito menos escolinha de futebol. O futebol nascia na rua enladeirada, pedregosa, esburacada. Era intuitivo — mal deixava de mijar na cama e a bola já não largava mais os pés. Uns meninos levavam jeito no domínio e no controle; outros, bastava o chute, o jeito de bater na bola, para denunciar a falta de intimidade com a redonda. Modéstia à parte, entre mim e a pelota surgiu uma química imediata.

Brinquedo Prazeroso

Ninguém pagava para aprender a jogar futebol. Bastavam a rua, quatro bandas de tijolos, um terreno baldio, a beira da praia ou uma rua cercada de mato e uma bola de plástico. O capitalismo ainda não havia introjetado nos pequenos a ambição pelas marcas. Para mim e para tantos do bairro, jogar bola era o brinquedo mais prazeroso.

Havia um Muro

Em tempo de Copa do Mundo, eu era Cruyff, Beckenbauer, Passarella, Antognoni, Rivelino e Marinho Chagas — a Bruxa. Passava horas treinando o famoso elástico de Rivelino. Havia um muro na rua — o muro da casa de seu Ari, pai de um amigo que também jogava. O muro fazia parte das jogadas, das tabelas. À noite, emprestava sua cara de cimento para a contagem do esconde-esconde e recebia as palmadas da "Batida Salve Todos".

A Bola Cansou

Quando fizemos quatorze anos, a bola cansou da rua e pediu um campo. Fizemos tudo com as próprias mãos: capinamos um terreno baldio tomado pelo mato alto. Foram semanas de trabalho, calos, ferpas nas mãos. Depois, demarcamos com cal as linhas do campo.

Forjada em Fogo Alto

Não faltou nada, nem a marca do pênalti. As traves brotaram de restos de madeira das construções que se levantavam. Compramos nylon e confeccionamos as redes. Tudo dava muito , muito trabalho: construir o campo, a fogueira de São João, a árvore de Natal. Não se comprava pronto. Quer? Então vá lá e faça. Éramos uma geração forjada em fogo alto.

O Progresso Engolindo a Infância

Mas a base — o dente de leite — foi a rua. Ela nos viu crescer, viu a terra ceder lugar ao asfalto e a inocência dar lugar ao adulto. O matagal desapareceu junto com as cobras e os sapos, que também assistiam às nossas peladas. A cobra engolindo a jia, a gente engolindo a bola. O progresso engolindo a infância.

Chão de Terra Batida

O capitão da seleção, Cafu, ao levantar a taça do Mundial de 2002, vestia uma camisa com a frase: "100% Jardim Irene" — a comunidade da periferia onde floresceu seu futebol, nos campos de várzea.

Nunca levantei uma taça, mas reverencio minha saudosa rua e todas as ruas deste país onde as crianças tiveram espaço para viver a infância. Um chão de terra batida, amigo, mítico e mágico.

*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda


imagem2

Lula liga para João Campos durante evento e pede foto com D. Lindu

03/07/2026

Para quem ainda duvidava da sintonia que existe entre o presidente Lula e o pré-candidato ao governo de Pernambuco, João Campos, não resta mais espaço para indagações.

Hoje, 03/07/26

Ocorreu em Garanhuns a inauguração do Instituto de Prevenção Eurídice Ferreira de Mello, unidade de prevenção e diagnóstico de câncer vinculada ao Hospital de Amor. O evento contou com a presença de autoridades políticas. Convidado especial, João Campos estava lá. Durante o evento, João recebeu uma ligação do presidente. Lula pediu que ele tirasse uma foto com a imagem de sua mãe, D. Lindu, antiga moradora do município onde, aliás, Lula nasceu. João interrompeu brevemente a cerimônia, atendeu ao pedido do presidente, que fez colab do vídeo em suas redes sociais. E apresentou no evento do qual participava no mesmo momento.



Ou seja

Afinidade total. Confira o vídeo a seguir.

<'video'>

Para quem ainda duvidava da sintonia que existe entre o presidente Lula e o pré-candidato ao governo de Pernambuco, João Campos, não resta mais espaço para indagações.

Hoje, 03/07/26

Ocorreu em Garanhuns a inauguração do Instituto de Prevenção Eurídice Ferreira de Mello, unidade de prevenção e diagnóstico de câncer vinculada ao Hospital de Amor. O evento contou com a presença de autoridades políticas. Convidado especial, João Campos estava lá. Durante o evento, João recebeu uma ligação do presidente. Lula pediu que ele tirasse uma foto com a imagem de sua mãe, D. Lindu, antiga moradora do município onde, aliás, Lula nasceu. João interrompeu brevemente a cerimônia, atendeu ao pedido do presidente, que fez colab do vídeo em suas redes sociais. E apresentou no evento do qual participava no mesmo momento.


imagem2


Ou seja

Afinidade total. Confira o vídeo a seguir.






Prefeito de Camaragibe ganha o troféu " Traíra do Ano"

03/07/2026

O Poder já alertava desde os primeiros meses da gestão. O prefeito de Camaragibe/PE, Diego Cabral não merecia confiança. Logo, abandonou quem lhe elegeu e trocou de lado, aderindo ao governo em troca de algumas obras. Raquel Teixeira Lyra chegou a tentar tirar o batalhão da PM de São Lourenço, cujo prefeito é do PSB, para Camaragibe , do seu novo aliado.

A grita de políticos e da imprensa, inclusive nós de O Poder, impediu a insanidade.
Agora, o "traíra", expressão que designa quem trai aqueles que lhe deram a mão, completou sua obra. Abandonou Silvio Costa Filho, aliado de todas as horas, por uma aliada, indicada pela governadora.
É o maior traidor do milênio.

Deu no blog do Magno

"Para elegê-lo, fez de tudo, inclusive convenceu o PSB a retirar a pré-candidatura de um aliado no município. A prova disso está no santinho acima da época da convenção, no qual são destacados, ao lado do então ministro, o presidente Lula e o...

O Poder já alertava desde os primeiros meses da gestão. O prefeito de Camaragibe/PE, Diego Cabral não merecia confiança. Logo, abandonou quem lhe elegeu e trocou de lado, aderindo ao governo em troca de algumas obras. Raquel Teixeira Lyra chegou a tentar tirar o batalhão da PM de São Lourenço, cujo prefeito é do PSB, para Camaragibe , do seu novo aliado.

A grita de políticos e da imprensa, inclusive nós de O Poder, impediu a insanidade.
Agora, o "traíra", expressão que designa quem trai aqueles que lhe deram a mão, completou sua obra. Abandonou Silvio Costa Filho, aliado de todas as horas, por uma aliada, indicada pela governadora.
É o maior traidor do milênio.

Deu no blog do Magno

"Para elegê-lo, fez de tudo, inclusive convenceu o PSB a retirar a pré-candidatura de um aliado no município. A prova disso está no santinho acima da época da convenção, no qual são destacados, ao lado do então ministro, o presidente Lula e o presidente nacional do PSB, João Campos.

Como deputado inicialmente e depois ministro, Sílvio alavancou recursos federais para a gestão de Diego em Camaragibe. Mas o prefeito logo revelou o seu perfil de traidor ao se bandear de imediato para a governadora Raquel Lyra, a troco de migalhas.

Silvio ainda acreditou que o prefeito, mesmo aliado a Raquel, enquanto o ministro tem compromisso com o projeto estadual de João Campos, não farrapasse no acordo firmado lá atrás, de apoiá-lo para federal.

Estava completamente iludido e, ontem, o tempo, que é o senhor da razão, comprovou: foi terrivelmente apunhalado pelas costas. O prefeito sem palavra, fraco e desrespeitoso, se rendeu às pressões da governadora para apoiar outro federal.

Diego, segundo Sílvio Costa acaba de constatar, puxa a fila de políticos cuja palavra é como dinheiro falso: circula bastante, mas não tem valor real na hora de pagar a dívida".

Ratificou quem realmente é.

Ancelotti diz que Neymar pode jogar 90 minutos nas oitavas de final

03/07/2026

Às vésperas do duelo contra a Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, Carlo Ancelotti ainda precisa administrar os problemas causados pelas lesões no elenco da seleção brasileira.

Acompanha

Sem Raphinha e Lucas Paquetá, ambos fora por questões físicas, o treinador também acompanha a situação de Neymar, que se recuperou recentemente de uma lesão e pode ser uma opção para a partida.

Discurso cauteloso

Mesmo com a possibilidade de utilizar o camisa 10, Ancelotti adota um discurso cauteloso. Ao comentar sobre a condição física do atacante, admitiu que o atacante do Santos pode entrar para jogar os 90 minutos.

"O importante é que ele pode jogar. Quanto tempo, ninguém sabe. Ele tem experiência para manejar o ritmo de jogo. Quando eu entender que a equipe precisa dele, vou colocá-lo. Ele pode jogar os 90 minutos", garantiu.

Preservado

Neymar foi preservado na...

Às vésperas do duelo contra a Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, Carlo Ancelotti ainda precisa administrar os problemas causados pelas lesões no elenco da seleção brasileira.

Acompanha

Sem Raphinha e Lucas Paquetá, ambos fora por questões físicas, o treinador também acompanha a situação de Neymar, que se recuperou recentemente de uma lesão e pode ser uma opção para a partida.

Discurso cauteloso

Mesmo com a possibilidade de utilizar o camisa 10, Ancelotti adota um discurso cauteloso. Ao comentar sobre a condição física do atacante, admitiu que o atacante do Santos pode entrar para jogar os 90 minutos.

"O importante é que ele pode jogar. Quanto tempo, ninguém sabe. Ele tem experiência para manejar o ritmo de jogo. Quando eu entender que a equipe precisa dele, vou colocá-lo. Ele pode jogar os 90 minutos", garantiu.

Preservado

Neymar foi preservado na vitória sobre o Japão, mas, segundo o italiano, reúne condições de permanecer em campo durante toda a partida, caso seja necessário. Ancelotti também destacou a postura de Neymar durante o período em que ficou fora da equipe, elogiando a maneira como o atacante encarou a situação.

O Poder


imagem2

A habilidade na Ilha e o juiz que não sabia dançar frevo, por Zé da Flauta

03/07/2026

Se a comédia humana precisasse de um canto de página para rir da empáfia dos impérios, não escolheria os salões de Washington, mas sim as arquibancadas de cimento da Ilha do Retiro naquele julho de 1950. O Brasil vivia a febre de mostrar ao mundo o seu colosso de cimento no Rio, mas o destino, esse mestre caprichoso da ironia, reservou a Recife o privilégio de ser o único solo acima do Sudeste a ver a bola oficial do Mundial rolar.

Os Estados Unidos desembarcaram na Veneza brasileira com o peito inflado: tinham acabado de operar o maior milagre da história do futebol ao abater a soberba da rainha da Inglaterra em Belo Horizonte. Chegaram com pose de heróis de cinema, crentes de que o público pernambucano aceitaria o roteiro pronto da vitória e aplaudiria o cartaz dos novos donos do mundo.

Habilidade

Mas o povo de Recife, traz no sangue uma teimosia histórica que não se dobra a roteiro estrangeiro nem se impressiona com farda de vence...

Se a comédia humana precisasse de um canto de página para rir da empáfia dos impérios, não escolheria os salões de Washington, mas sim as arquibancadas de cimento da Ilha do Retiro naquele julho de 1950. O Brasil vivia a febre de mostrar ao mundo o seu colosso de cimento no Rio, mas o destino, esse mestre caprichoso da ironia, reservou a Recife o privilégio de ser o único solo acima do Sudeste a ver a bola oficial do Mundial rolar.

Os Estados Unidos desembarcaram na Veneza brasileira com o peito inflado: tinham acabado de operar o maior milagre da história do futebol ao abater a soberba da rainha da Inglaterra em Belo Horizonte. Chegaram com pose de heróis de cinema, crentes de que o público pernambucano aceitaria o roteiro pronto da vitória e aplaudiria o cartaz dos novos donos do mundo.

Habilidade

Mas o povo de Recife, traz no sangue uma teimosia histórica que não se dobra a roteiro estrangeiro nem se impressiona com farda de vencedor. O que os americanos esqueceram de combinar foi com o brio da seleção chilena e com o juízo afiado da torcida local.

Quando a bola rolou na Ilha, o Chile ligou a engrenagem do drible e passou a moer a empáfia americana em carne viva, numa habilidade daqueles de deixar a defesa tonta. Só que a crônica do dia ganha os contornos da mais pura pilantraria quando entra em cena o árbitro brasileiro, um sujeito chamado Mário Gardelli. Querendo talvez aparecer mais que os artistas da pelota, o homem inventou dois pênaltis descarados contra os chilenos, operando um verdadeiro assalto à luz do dia sob o sol de Pernambuco.

Chuteiras murchas

É aí que o peito aperta e a emoção do nosso povo se agiganta na base do grito. A arquibancada da Ilha do Retiro, vendo aquela injustiça de colarinho branco, não quis saber de diplomacia: adotou o Chile como se fosse o time do bairro e descarregou em cima do juiz a maior vaia que aquelas estruturas já ouviram.

Nas tribunas de honra, o velho Jules Rimet, o pai da Copa que assistia a tudo de terno e gravata, testemunhou o colapso da sua ordem europeia diante do brio de uma massa que exigia a honestidade do jogo na marra. O Chile fechou o caixão americano em 5 a 2, lavando a alma da injustiça e deixando os heróis da véspera com as chuteiras murchas na poeira da nossa calçada.


Resgatar esse único dia de Copa em Recife nos obriga a uma reflexão severa sobre a memória que deixamos escorrer pelo ralo dos tempos. Hoje, quando a gente olha para esses estádios modernos que parecem shoppings frios operados por robôs e alimentados por apostas de celular, a lembrança da Ilha em 50 nos lembra de uma época em que o futebol pertencia à paixão concreta das ruas.

Proteger o juízo hoje é recusar o esquecimento e lembrar que o nosso chão já foi o centro do mundo por noventa minutos, não porque os cartolas mandaram, mas porque o povo soube vaiar a mentira e aplaudir a beleza do jogo puro. A taça daquele ano terminou em tragédia nacional, mas em Recife ficou o brio de um domingo onde a soberba levou uma rasteira e o direito de torcer pelo lado certo venceu a autoridade do apito.

Até a próxima!


imagem2

Telefone/Whatsapp

Brasília

(61) 99667-4410

Recife

(81) 99967-9957

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nosso site.
Ao utilizar nosso site e suas ferramentas, você concorda com a nossa Política de Privacidade.

Jornal O Poder - Política de Privacidade

Esta política estabelece como ocorre o tratamento dos dados pessoais dos visitantes dos sites dos projetos gerenciados pela Jornal O Poder.

As informações coletadas de usuários ao preencher formulários inclusos neste site serão utilizadas apenas para fins de comunicação de nossas ações.

O presente site utiliza a tecnologia de cookies, através dos quais não é possível identificar diretamente o usuário. Entretanto, a partir deles é possível saber informações mais generalizadas, como geolocalização, navegador utilizado e se o acesso é por desktop ou mobile, além de identificar outras informações sobre hábitos de navegação.

O usuário tem direito a obter, em relação aos dados tratados pelo nosso site, a qualquer momento, a confirmação do armazenamento desses dados.

O consentimento do usuário titular dos dados será fornecido através do próprio site e seus formulários preenchidos.

De acordo com os termos estabelecidos nesta política, a Jornal O Poder não divulgará dados pessoais.

Com o objetivo de garantir maior proteção das informações pessoais que estão no banco de dados, a Jornal O Poder implementa medidas contra ameaças físicas e técnicas, a fim de proteger todas as informações pessoais para evitar uso e divulgação não autorizados.

fechar