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Pesquisa Quaest PE: Diferença entre Raquel e João cai para limite da margem de erro.

08/09/2026

São muitas emoções, no início da reta final da campanha, diferença entre os principais competidores cai para o limite da margem de erro. Campanha da governadora emite sinais de nervosismo. A
Nova rodada Quaest mostra João avançando de 36% para 37%, enquanto Raquel recua de 44% para 43%. Como já dito acima, distância entre os dois cai de oito para seis pontos e disputa volta ao limite do empate técnico.

A notícia

A nova pesquisa Quaest, contratada pela Rede Globo e divulgada nesta terça-feira (8), mostra uma redução da diferença entre os dois principais candidatos ao Governo de Pernambuco. João Campos (PSB) passou de 36% para 37% das intenções de voto, enquanto a governadora Raquel Lyra (PSD) oscilou de 44% para 43%.

Com os movimentos

A distância entre os dois caiu de oito para seis pontos percentuais. Considerando a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, os dois candidatos estão no limite...

São muitas emoções, no início da reta final da campanha, diferença entre os principais competidores cai para o limite da margem de erro. Campanha da governadora emite sinais de nervosismo. A
Nova rodada Quaest mostra João avançando de 36% para 37%, enquanto Raquel recua de 44% para 43%. Como já dito acima, distância entre os dois cai de oito para seis pontos e disputa volta ao limite do empate técnico.

A notícia

A nova pesquisa Quaest, contratada pela Rede Globo e divulgada nesta terça-feira (8), mostra uma redução da diferença entre os dois principais candidatos ao Governo de Pernambuco. João Campos (PSB) passou de 36% para 37% das intenções de voto, enquanto a governadora Raquel Lyra (PSD) oscilou de 44% para 43%.

Com os movimentos

A distância entre os dois caiu de oito para seis pontos percentuais. Considerando a margem de erro de três pontos para mais ou para menos, os dois candidatos estão no limite do empate técnico. Na rodada anterior da Quaest, divulgada em 25 de agosto, Raquel aparecia com 44% e João com 36%.

Os números

Indicam uma mudança na trajetória registrada entre as duas últimas rodadas do instituto: enquanto João avançou um ponto, Raquel recuou na mesma proporção. A movimentação ocorre em meio à intensificação da campanha eleitoral e a menos de um mês do primeiro turno.

O cenário

Também reforça o quadro de uma disputa apertada apontado por outros levantamentos recentes. Pesquisa Real Time Big Data divulgada no último dia 3 mostrou João Campos e Raquel Lyra rigorosamente empatados, com 43% para cada um no primeiro turno. Na simulação de segundo turno daquele levantamento, os dois também registraram 44%.

Metodologia

Realizada entre 21 e 24 de agosto, foram entrevistados 1.302 eleitores pernambucanos presencialmente. A margem de erro era de três pontos percentuais e o nível de confiança, de 95%.






ENTREVISTA HISTÓRICA! José Múcio revela bastidores da Defesa, disputa com Arraes e outras revelações

08/09/2026

"A missão de pacificar as Forças Armadas com a política, a análise franca sobre o desequilíbrio entre os Três Poderes e as memórias da histórica eleição de 1986 contra Miguel Arraes."

No episódio de hoje do podcast do Blog do Magno em parceria com a Folha de Pernambuco, transmitido direto de Arcoverde pela TV LW e veiculado para 165 emissoras no Nordeste, Magno Martins recebe o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro.

Com a franqueza e o tom conciliador que marcam sua trajetória pública, o ministro fez um balanço de sua gestão à frente das Forças Armadas, destacando o cumprimento da missão de reestabelecer o diálogo institucional pacífico entre os militares e o poder civil. José Múcio apresentou uma análise contundente sobre o momento político brasileiro, alertando para as distorções de atribuições entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. O ministro também expôs a situação orçamentária das Forças Armadas, ressaltando que o Brasil investe apenas 1%...

"A missão de pacificar as Forças Armadas com a política, a análise franca sobre o desequilíbrio entre os Três Poderes e as memórias da histórica eleição de 1986 contra Miguel Arraes."

No episódio de hoje do podcast do Blog do Magno em parceria com a Folha de Pernambuco, transmitido direto de Arcoverde pela TV LW e veiculado para 165 emissoras no Nordeste, Magno Martins recebe o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro.

Com a franqueza e o tom conciliador que marcam sua trajetória pública, o ministro fez um balanço de sua gestão à frente das Forças Armadas, destacando o cumprimento da missão de reestabelecer o diálogo institucional pacífico entre os militares e o poder civil. José Múcio apresentou uma análise contundente sobre o momento político brasileiro, alertando para as distorções de atribuições entre o Executivo, o Legislativo e o Judiciário. O ministro também expôs a situação orçamentária das Forças Armadas, ressaltando que o Brasil investe apenas 1% do PIB em defesa, defendeu a diplomacia como principal ferramenta de soberania territorial e relembrou bastidores marcantes de sua trajetória, incluindo o lendário debate de 1986 contra o ex-governador Miguel Arraes.

Os eixos centrais desta entrevista:

Pacificação das Forças: A transição institucional e a consolidação do diálogo neutro e profissional entre as Forças Armadas e o governo.

A Crise dos Três Poderes: O diagnóstico severo sobre o acúmulo de poder do Congresso, as amarras do Executivo e a atuação do Judiciário.

Orçamento & Soberania: O desafio de proteger os 17 mil quilômetros de fronteiras secas e recursos estratégicos com investimentos reduzidos.

Memória Política de Pernambuco: O lendário debate mediado por Chico José em 1986 e a relação de respeito construída com Miguel Arraes.

Assista à entrevista completa, entenda os bastidores da Defesa Nacional e deixe seu comentário: você concorda com a análise do ministro sobre o desequilíbrio entre os Poderes no Brasil?






Pesquisa Anova, agora - SenadoPB, duas vagas - João, 53,5%. Veneziano 37,1%.

08/09/2026

O ex-governador João Azevêdo (PSB) aparece, novamente, na liderança da corrida pelas duas vagas da Paraíba no Senado Federal nas Eleições 2026, segundo a mais recente pesquisa realizada pelo Instituto Anova, e divulgada pelo portal PB Agora hoje, terça-feira (08/09).

1o + 2o votos

Muita gente ainda nao sabe mas, este ano, os eleitores votam em dois senadores.
Considerando o somatório do primeiro e do segundo voto declarado pelos entrevistados, João Azevêdo aparece com 53,5% das intenções, seguido pelo senador Veneziano Vital do Rêgo, com 37,1%.
Na sequência, aparecem Nabor, com 15,1%, e Marcelo Queiroga, com 8,6%. Major Fábio registra 3,6%, enquanto André Gadelha soma 3,0%.

O levantamento ainda aponta 53,1% de eleitores indecisos e 23,0% de votos brancos ou nulos no somatório das duas escolhas.

Somatório do 1º e 2º voto

* João Azevêdo: 53,5%
* Veneziano: 37,1%
* Nabor: 1...

O ex-governador João Azevêdo (PSB) aparece, novamente, na liderança da corrida pelas duas vagas da Paraíba no Senado Federal nas Eleições 2026, segundo a mais recente pesquisa realizada pelo Instituto Anova, e divulgada pelo portal PB Agora hoje, terça-feira (08/09).

1o + 2o votos

Muita gente ainda nao sabe mas, este ano, os eleitores votam em dois senadores.
Considerando o somatório do primeiro e do segundo voto declarado pelos entrevistados, João Azevêdo aparece com 53,5% das intenções, seguido pelo senador Veneziano Vital do Rêgo, com 37,1%.
Na sequência, aparecem Nabor, com 15,1%, e Marcelo Queiroga, com 8,6%. Major Fábio registra 3,6%, enquanto André Gadelha soma 3,0%.

O levantamento ainda aponta 53,1% de eleitores indecisos e 23,0% de votos brancos ou nulos no somatório das duas escolhas.

Somatório do 1º e 2º voto

* João Azevêdo: 53,5%
* Veneziano: 37,1%
* Nabor: 15,1%
* Marcelo Queiroga: 8,6%
* Major Fábio: 3,6%
* André Gadelha: 3,0%
* João Batista: 1,4%
* Adriano Trajano: 1,0%
* Rinaldo Júnior: 0,3%
* Rosilene Santana: 0,3%
* Indecisos: 53,1%
* Branco/Nulo: 23,0%

Joao lidera primeiro voto

Quando o eleitor é questionado sobre sua primeira escolha para o Senado, João Azevêdo amplia a vantagem sobre os demais concorrentes e aparece com 43,4% das intenções de voto. Veneziano ocupa a segunda colocação, com 15,7%, seguido por Nabor, com 5,7%, e Marcelo Queiroga, com 5,3%.

André Gadelha registra 1,3%, Major Fábio aparece com 1,1%, João Batista tem 0,8%, Adriano Trajano, 0,3%, enquanto Rinaldo Júnior e Rosilene Santana somam 0,1% cada.

Nesse cenário, 16,7% dos entrevistados ainda estão indecisos, e 9,5% afirmam votar em branco ou nulo.

Primeiro voto

* João Azevêdo: 43,4%
* Veneziano: 15,7%
* Nabor: 5,7%
* Marcelo Queiroga: 5,3%
* André Gadelha: 1,3%
* Major Fábio: 1,1%
* João Batista: 0,8%
* Adriano Trajano: 0,3%
* Rinaldo Júnior: 0,1%
* Rosilene Santana: 0,1%
* Indecisos: 16,7%
* Branco/Nulo: 9,5%

Veneziano lidera segundo voto

Já quando os entrevistados indicam o segundo voto para o Senado, o cenário se modifica. Veneziano passa à primeira posição, com 21,4% das intenções.
João Azevêdo aparece em seguida, com 10,1%, seguido por Nabor, com 9,4%, e Marcelo Queiroga, com 3,3%.

Major Fábio registra 2,5%, André Gadelha, 1,7%, Adriano Trajano, 0,7%, e João Batista, 0,6%. Rinaldo Júnior e Rosilene Santana aparecem com 0,2% cada.

O número de eleitores que ainda não definiram o segundo voto chega a 36,4%, enquanto 13,5% optam por branco ou nulo.

Segundo voto

* Veneziano: 21,4%
* João Azevêdo: 10,1%
* Nabor: 9,4%
* Marcelo Queiroga: 3,3%
* Major Fábio: 2,5%
* André Gadelha: 1,7%
* Adriano Trajano: 0,7%
* João Batista: 0,6%
* Rinaldo Júnior: 0,2%
* Rosilene Santana: 0,2%
* Indecisos: 36,4%
* Branco/Nulo: 13,5%

No levantamento estimulado consolidado (fechando 100%), o ex-governador João Azevêdo também lidera a disputa para o Senado Federal com 26,8% das intenções de voto, seguido pelo senador Veneziano, que alcança 18,6%. Na sequência aparecem Nabor (7,5%), Dr. Marcelo Queiroga (4,3%), Major Fábio (1,8%), André Gadelha (1,5%), João Batista (0,7%) e Adriano Trajano (0,5%), enquanto Rinaldo Júnior e Rosilene Santana somam 0,1% cada. O percentual de eleitores indecisos nessa modalidade representa 26,6%, e os votos brancos ou nulos chegam a 11,5%.

Eleição terá duas vagas em disputa

Em 2026, os eleitores paraibanos escolherão dois senadores para representar o Estado no Senado Federal. Por isso, a pesquisa considera tanto a primeira quanto a segunda opção de voto do eleitor.

Os resultados

Mostram uma diferença entre as duas escolhas: João Azevêdo lidera com ampla vantagem no primeiro voto, enquanto Veneziano aparece à frente quando o eleitor indica sua segunda opção.

Metodologia

A pesquisa do Instituto Anova foi protocolada em 1º de setembro de 2026, sob os registros PB-01471/2026, no TRE-PB, e BR-02714/2026, no TSE.

Foram entrevistados 2.000 eleitores entre os dias 3 e 5 de setembro de 2026.
A margem de erro informada é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi realizado em 70 municípios da Paraíba, abrangendo as regiões da Mata Paraibana, Agreste, Borborema e Sertão, com amostragem baseada em dados populacionais do IBGE.

Com o PBAgora.

A questão do dinheiro no bolso e o projeto de governo, por Virginia Pignot*

08/09/2026

Lição de Economia.
Neste ano de eleição, a questão da economia das famílias, do comércio, da industria, do desenvolvimento do país, deve se tornar um eixo essencial de um projeto de governo. Cabe a nós eleitores termos em mente quais são nossas reivindicações e pautas, que país queremos construir junto ao governo que elegemos. Devemos nos informar sobre os projetos de governo para escolher o candidato e projeto que mais nos representa, que corresponde melhor ao que esperamos.
Para a questão do “dinheiro no bolso”, como um governo pode ajudar o povo a ter dinheiro no bolso, vamos contar com a ajuda do Professor de Economia da Unicamp Pedro Rossi. Faremos uma análise rapida do efeito de politicas publicas, o que funciona, e para quem.

Propostas ou ausência de propostas

Um dos candidatos ao governo do Paraná está aconselhando que as pessoas baixem nas redes e leiam o programa de governo de um dos candidatos à presidência da Republica, de...

Lição de Economia.
Neste ano de eleição, a questão da economia das famílias, do comércio, da industria, do desenvolvimento do país, deve se tornar um eixo essencial de um projeto de governo. Cabe a nós eleitores termos em mente quais são nossas reivindicações e pautas, que país queremos construir junto ao governo que elegemos. Devemos nos informar sobre os projetos de governo para escolher o candidato e projeto que mais nos representa, que corresponde melhor ao que esperamos.
Para a questão do “dinheiro no bolso”, como um governo pode ajudar o povo a ter dinheiro no bolso, vamos contar com a ajuda do Professor de Economia da Unicamp Pedro Rossi. Faremos uma análise rapida do efeito de politicas publicas, o que funciona, e para quem.

Propostas ou ausência de propostas

Um dos candidatos ao governo do Paraná está aconselhando que as pessoas baixem nas redes e leiam o programa de governo de um dos candidatos à presidência da Republica, de 74 paginas, para ver quais são suas propostas: manutenção ou não do Bolsa Família, do BPC ou Benefício
cio de Prestação Continuada, do respeito às aposentadorias… Neste caso, “nem uma linha sobre o assunto”, equivaleria ao projeto de descontinuidade destes direitos? Esta questão deve ser posta ao candidato pelos jornalistas durante a campanha, para que os eleitores sejam informados.

Como funciona a economia?

Na entrevista “Refutando mitos da Economia”, no Opera Mundi, Breno Altman cita o livro “Economia para a transformação social”, de autoria de Pedro Rossi e Juliana Furnas; ele oferece a Pedro Rossi a ocasião de nos trazer um aporte precioso esclarecendo a função e utilidade dos gastos públicos, desmistificando a questão da divida publica, que pode e deve, em certas circunstâncias, ser motor para o desenvolvimento. Vamos lá.

A falsa comparação entre a economia familiar e economia do governo

Costuma-se comparar a economia da família com aquela do Estado. O economista explica porque a comparação é falsa: Uma família não pode determinar sua arrecadação, o salario que seus membros recebem é determinado pelo patrão que os emprega. O governo, em período de crise, pode decidir de arrecadar mais para construir um hospital uma estrada...outra diferença, é que quando uma família gasta, o dinheiro vai embora. Já o governo movimenta a economia quando ele gasta, e parte deste dinheiro volta para ele em forma de arrecadação. E a terceira diferença é que as famílias não podem fabricar dinheiro em casa, mas os governos podem, as pessoas não emitem títulos da própria divida, os governos sim.

Mito que qualquer ação do estado gera inflação

A contenção de gastos se impõe quando há desemprego na família, mas austeridade no governo cria desaceleração econômica e desemprego. Só agrada empresários e seus lobistas no Congresso, contrários a direitos trabalhistas e ao aumento de salario mínimo, e aos rentistas ociosos.
Neste assunto a imprensa faz generalizações incorretas. Há investimentos públicos que geram lucro imediato ou de longo prazo, e os investimentos não geram sistematicamente inflação. Por exemplo, quando o governo contrata um trabalho, por exemplo, a construção de uma ponte, em uma economia que tem maquinas e trabalhadores parados, a construtora não aumenta o preço, não ha inflação.

Os efeitos sociais dos gastos públicos

No Brasil, estamos atualmente numa situação considerada de pleno emprego. Mas há muito trabalhador precário. Atualmente o governo investe, por exemplo, na reabertura de fábricas de fertilizante que tinham sido fechadas no governo Bolsonaro. Quando o trabalhador precário vai trabalhar na fabrica, com um salario melhor, a economia cresce. Entra mais dinheiro na roda da economia, há mais consumo e arrecadação, elevando o PIB. Também é importante investir na melhoria da educação, da merenda escolar, em hospitais, na atenção primaria, por razões óbvias. Porque se o governo restringe os gastos mas não tem população saudável e competitiva no mercado de trabalho daqui a alguns anos, para que e para quem serviu o corte de gastos? A organização dos recursos da sociedade pelo estado gera crescimento, como nos mostra o exemplo da China.

Conflito entre o trabalho e o capital

Vimos que nas áreas da politica econômica, do investimento publico e em outras questões que não abordamos como teto de gastos ou arcabouço fiscal, divida publica, estamos longe de ter “uma só voz”, eu diria até que há uma cacofonia. Na analise do professor de Economia Pedro Rossi se trataria de um conflito de classe, entre o trabalho e o capital. Ele lembra que na economia liberal o estado está, de certa forma, em concorrência com o capital. Este faz pressão, propaganda na mídia, e participa de golpes para tentar impedir avanços da classe trabalhadora, para acuar o estado. E há o interesse do capital de ganhar mercados do publico para o privado ligados à saúde, à educação, além do interesse em privatizações de empresas publicas lucrativas.

A luta com amor e com afeto pelo Brasil

Ouvimos daqui e dali que o modelo conciliatório de coalisão do governo atual esta se esgotando, que há contradições inconciliáveis entre o teto de gastos, ou o arcabouço fiscal, que encolhe os gastos públicos, e a própria Constituição de 88 que estabelece direitos fundamentais. Economistas progressistas também são formais quando afirmam que nossa SELIC podia baixar de 5 pontos percentuais, sem que isso trouxesse problema para a economia e para o desenvolvimento do pais, ao contrario. Só os bilionários ou milionários que vivem de renda à custa da sangria do dinheiro publico vão reclamar, e nos estaríamos mais próximos da taxa ainda mais baixa da maioria dos países desenvolvidos.
Claro que a agressividade dos ataques a uma posiçao firme do governo em defesa da soberania, da cidadania e do progresso do pais impõe uma certa prudência.

Por outro lado

Os entraves colocados pelo mercado e por seus aliados nacionais e estrangeiros impedem o desenvolvimento do Brasil. Se os brasileiros/as não quisermos entregar o Brasil para os interesses dos americanos e do mercado, vamos ter, na medida do possível, de dar voz à nossa esperança e entrar na luta com amor e com afeto pelos brasileiros e pelo Brasil.

*Virgínia de Souza Pignot é médica e articulista. Brasileira e francesa, mora em Toulouse, França e visita o Brasil várias vezes no ano.

*DenaSUS encaminha ao MPF relatório de auditoria sobre hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro

08/09/2026

O Ministério Público Federal (MPF) já está de posse do relatório do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (DenaSUS) sobre irregularidades no Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns. A unidade é objeto de polemica que se arrasta há meses. Agora, chega formalmente à esfera do Ministério Público.
O hospital tem como um dos sócios Jorge Branco, marido da vice-governadora Priscila Krause Branco.

O documento

Tornado público no fim de agosto, constatou que a unidade de saúde foi cenário de procedimentos forjados, pagamentos indevidos e um prejuízo de quase R$ 1 milhão aos cofres públicos, além de suposto direcionamento na contratação pela gestão da governadora Raquel Lyra (PSD).

O relatório

Foi encaminhado ao procurador-chefe do MPF em Pernambuco, Rodolfo Soares Ribeiro Lopes, em 20 de agosto. No ofício de apresentação da demanda, o diretor do DenaSUS, Rafael Bruxelas Parra...

O Ministério Público Federal (MPF) já está de posse do relatório do Departamento Nacional de Auditoria do Sistema Único de Saúde (DenaSUS) sobre irregularidades no Hospital Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns. A unidade é objeto de polemica que se arrasta há meses. Agora, chega formalmente à esfera do Ministério Público.
O hospital tem como um dos sócios Jorge Branco, marido da vice-governadora Priscila Krause Branco.

O documento

Tornado público no fim de agosto, constatou que a unidade de saúde foi cenário de procedimentos forjados, pagamentos indevidos e um prejuízo de quase R$ 1 milhão aos cofres públicos, além de suposto direcionamento na contratação pela gestão da governadora Raquel Lyra (PSD).

O relatório

Foi encaminhado ao procurador-chefe do MPF em Pernambuco, Rodolfo Soares Ribeiro Lopes, em 20 de agosto. No ofício de apresentação da demanda, o diretor do DenaSUS, Rafael Bruxelas Parra, solicita a adoção das “providências que julgar cabíveis”. O encaminhamento também foi feito ao diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e à superintendente da corporação em Pernambuco, Adriana Albuquerque de Vasconcelos.

O DenaSUS

Iniciou a auditoria em fevereiro, após solicitação da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Entre as principais inconsistências encontradas estão as relacionadas aos serviços de oncologia. Dos 60 procedimentos analisados por meio de Autorizações de Internação Hospitalar (AIHs), 33 apresentaram divergências entre as cobranças feitas ao SUS e as informações registradas nos prontuários dos pacientes. O relatório também apontou irregularidades em outras 113 autorizações referentes a procedimentos sequenciais, além de questionamentos sobre atendimentos de quimioterapia e hormonioterapia. Na hemodiálise, os auditores identificaram ainda 90 sessões cuja documentação não apresentava elementos suficientes para comprovar a realização dos procedimentos.






STF tem maioria para manter diretor da PF afastado

08/09/2026

A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria na manhã de hoje, terça-feira (08/09) para manter Andrei Rodrigues afastado da direção da PF (Polícia Federal). O julgamento, porém, está suspenso por pedido de vista (mais tempo para análise) do ministro Gilmar Mendes, o que atrasa a proclamação do resultado colegiado.

Sessão virtual


O caso estava em análise em sessão virtual da Segunda Turma do STF. Nesse modelo, os ministros possuem um prazo para registrar os votos na página eletrônica do processo.
Em menos de 10 minutos da abertura da sessão, Gilmar pediu vista e, em seguida, os ministros Kassio Nunes Marques e Luiz Fux anteciparam o voto acompanhando o posicionamento de Mendonça na íntegra, consolidando a maioria.


Confirmação

Por se tratar de uma liminar, porém, mesmo sem a confirmação do colegiado, o afastamento segue válido. Gilmar tem até 90 dias para devolver a vista...

A Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria na manhã de hoje, terça-feira (08/09) para manter Andrei Rodrigues afastado da direção da PF (Polícia Federal). O julgamento, porém, está suspenso por pedido de vista (mais tempo para análise) do ministro Gilmar Mendes, o que atrasa a proclamação do resultado colegiado.

Sessão virtual


O caso estava em análise em sessão virtual da Segunda Turma do STF. Nesse modelo, os ministros possuem um prazo para registrar os votos na página eletrônica do processo.
Em menos de 10 minutos da abertura da sessão, Gilmar pediu vista e, em seguida, os ministros Kassio Nunes Marques e Luiz Fux anteciparam o voto acompanhando o posicionamento de Mendonça na íntegra, consolidando a maioria.


Confirmação

Por se tratar de uma liminar, porém, mesmo sem a confirmação do colegiado, o afastamento segue válido. Gilmar tem até 90 dias para devolver a vista e liberar o julgamento.

O ministro André Mendonça determinou nesta terça-feira (8) o afastamento preventivo do diretor-geral da PF (Polícia Federal), Andrei Rodrigues, e do delegado Leandro Almada do cargo de diretor de Inteligência Policial da PF.

A decisão


A decisão ocorre após o ministro Alexandre de Moraes ter utilizado relatórios de inteligência da Polícia Federal para apontar possíveis crimes de abuso de autoridade atribuídos a Mendonça na condução da relatoria do Banco Master e das fraudes do INSS.

Os relatórios

Segundo Mendonça, os relatórios revelam um "monitoramento sistemático e ilegal", realizado por mais de 30 dias, sobre sua atuação e a de outras autoridades, como o advogado-geral da União, Jorge Messias.


Aponta

A decisão aponta ainda que os relatórios teriam exposto a Moraes e a terceiros detalhes de processos que tramitavam sob segredo de justiça.

Mendonça determinou ainda que a Corregedoria da Polícia Federal instaure procedimentos investigatórios, nas esferas penal e administrativo-disciplinar, para apurar os fatos. A investigação deverá identificar quem determinou a produção dos relatórios, quem os elaborou, quando foram produzidos e se existem outros documentos semelhantes.

Justiça apreende mais de 4 mil materiais irregulares de campanha eleitoral em Pernambuco

08/09/2026

Fiscalização rigorosa e combate a crimes eleitorais. Mais de quatro mil materiais de propaganda para as eleições de 2026 foram apreendidos por irregularidades no estado de Pernambuco desde o começo da campanha oficial, em 16 de agosto.

Os materiais

Bandeiras, bases de cimento, banners e até carros de som estão na lista de apreensões, divulgada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE).

As cidades

Ao todo, 4.136 materiais foram apreendidos em quatro cidades: Recife, Jaboatão dos Guararapes e Olinda, na Região Metropolitana, e em Petrolina, no Sertão. A capital pernambucana concentra mais da metade do total de material recolhido, e Petrolina foi o segundo município com mais propaganda irregular apreendida 


Maior parte

A maior parte das apreensões foram bandeiras instaladas de forma irregular nas calçadas. Também foram apreendidos banners luminosos, que estão...

Fiscalização rigorosa e combate a crimes eleitorais. Mais de quatro mil materiais de propaganda para as eleições de 2026 foram apreendidos por irregularidades no estado de Pernambuco desde o começo da campanha oficial, em 16 de agosto.

Os materiais

Bandeiras, bases de cimento, banners e até carros de som estão na lista de apreensões, divulgada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE).

As cidades

Ao todo, 4.136 materiais foram apreendidos em quatro cidades: Recife, Jaboatão dos Guararapes e Olinda, na Região Metropolitana, e em Petrolina, no Sertão. A capital pernambucana concentra mais da metade do total de material recolhido, e Petrolina foi o segundo município com mais propaganda irregular apreendida 


Maior parte

A maior parte das apreensões foram bandeiras instaladas de forma irregular nas calçadas. Também foram apreendidos banners luminosos, que estão proibidos na campanha deste ano, e uma caixa de som de um comitê eleitoral no bairro do Espinheiro, na Zona Norte do Recife, que estava voltada para o meio da rua em alto volume.

Artista paraibano celebra entrega de xilogravura a Leonardo DiCaprio

08/09/2026

O artista e a arte. O artista paraibano Ciro Fernandes celebrou a entrega da obra "São Jorge" ao ator e ativista norte-americano Leonardo DiCaprio. A xilogravura foi dada durante a visita do artista ao Brasil como um presente, recentemente pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, em encontro no Palácio do Planalto.

Diversas obras

O xilogravador, que já fez diversas obras e cartazes de cinema no Brasil, celebrou a entrega do presente.

São Jorge

Na xilogravura, São Jorge, o santo guerreiro, é representado com um chapéu de Lampião, comum no Nordeste, de onde é a origem do artista. Além disso, a representação do santo luta contra um dragão de três cabeças, figura mística comum no cordel.

A obra

A obra faz parte do Clube de Colecionadores do Museu do Pontal, no Rio de Janeiro. Em uma publicação nas redes sociais, a ministra Margareth Menezes ressaltou a identidade brasileira po...

O artista e a arte. O artista paraibano Ciro Fernandes celebrou a entrega da obra "São Jorge" ao ator e ativista norte-americano Leonardo DiCaprio. A xilogravura foi dada durante a visita do artista ao Brasil como um presente, recentemente pela ministra da Cultura, Margareth Menezes, em encontro no Palácio do Planalto.

Diversas obras

O xilogravador, que já fez diversas obras e cartazes de cinema no Brasil, celebrou a entrega do presente.

São Jorge

Na xilogravura, São Jorge, o santo guerreiro, é representado com um chapéu de Lampião, comum no Nordeste, de onde é a origem do artista. Além disso, a representação do santo luta contra um dragão de três cabeças, figura mística comum no cordel.

A obra

A obra faz parte do Clube de Colecionadores do Museu do Pontal, no Rio de Janeiro. Em uma publicação nas redes sociais, a ministra Margareth Menezes ressaltou a identidade brasileira por meio da arte popular. "Um verdadeiro tesouro da nossa identidade, que preserva a genialidade da arte popular brasileira", escreveu.

Trajetória de Ciro Fernandes

Ciro Fernandes nasceu em Uiraúna, no sertão da Paraíba. Começou a desenhar em madeiras e nas paredes da casa dos avós durante a infância. Ele deixou a Paraíba em 1958, aos 16 anos.

Trabalhou

O artista trabalhou como cobrador de ônibus, soldador mecânico, operário e pintor de paredes. Ele ocupou o cargo de diretor de arte em agências de publicidade e foi ilustrador do Jornal do Brasil e O Globo. Também ilustrou livros de autores e capas de discos de artistas brasileiros.
Atualmente Ciro tem um ateliê na Lapa, no Rio de Janeiro, e as obras dele fazem parte de acervos, como o do Museu Nacional de Belas Artes.

O Poder


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Entrevistas, reuniões com apoiadores e visitas técnicas pelo país, movimentam agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira

08/09/2026

A agenda dos presidenciáveis hoje, terça-feira (08/09) inclui entrevistas, reuniões com apoiadores e visitas técnicas pelo país. Há ainda participação em sabatina e encontro com lideranças locais.


Renan Santos (Missão)

Às 8h, participa de sabatina na Jovem Pan, em  São Paulo (SP). Às 9h30, concede entrevista a Paulo Mathias TV, também em São Paulo.

Romeu Zema (Novo)

Às 17h30, participa junto com o vice Girão de reunião com a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), em Brasília.



Ronaldo Caiado (PSD)

Às 10h30, visita o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (Cnpem). Às 12h, tem encontro com lideranças da região de Jaguariúna.

São Paulo (SP)

10h30 – Visita às instalações do Laboratório Sirius. Local: Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) em Campinas
14h –...

A agenda dos presidenciáveis hoje, terça-feira (08/09) inclui entrevistas, reuniões com apoiadores e visitas técnicas pelo país. Há ainda participação em sabatina e encontro com lideranças locais.


Renan Santos (Missão)

Às 8h, participa de sabatina na Jovem Pan, em  São Paulo (SP). Às 9h30, concede entrevista a Paulo Mathias TV, também em São Paulo.

Romeu Zema (Novo)

Às 17h30, participa junto com o vice Girão de reunião com a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), em Brasília.



Ronaldo Caiado (PSD)

Às 10h30, visita o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (Cnpem). Às 12h, tem encontro com lideranças da região de Jaguariúna.

São Paulo (SP)

10h30 – Visita às instalações do Laboratório Sirius. Local: Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM) em Campinas
14h – Encontro com lideranças da região. Local: Hotel Duas Marias – Rodovia SP 340, KM 133, Duras Marias, Jaguariúna (SP)


Rui Costa Pimenta (PCO)

Às 13h, participa do programa Análise da 3ª, na Rádio Causa Operária. Às 20h, concede entrevista ao canal do Galo Preto, com Leandro Fortes.D8.

Samara Martins (UP)
Às 14h, participa de sabatina do jornal Correio Braziliense, de Brasília (DF). Às 17h, concede entrevista ao portal Metrópoles. E às 18h, realiza caminhada na Rodoviária do Plano Piloto, no centro de Brasília.

Wilson Grassi (Democrata)

Às 11h, concede entrevista ao jornalista Lucas França. Às 14h, participa de sabatina com membros do grupo Dados Políticos.


Augusto Cury (Avante)

Às 8h30, tem entrevista para O Estado de S. Paulo. Às 16h30, concede entrevista ao Canal Meio. Às, 17h, o candidato à vice na chapa, Júlio Delgado, estará na sabatina da RedeTV!
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Clariana Barão (DC)

Concede entrevista à rádio Agora FM (92.5), de Rondonópolis (MT), às 11h30, e à rádio Capela FM (105.9), de Vinhedo (SP), às 14h.

Edmilson Costa (PCB)

O candidato está em Lisboa, Portugal, cumprindo agenda da secretaria-geral de seu partido, o PCB.

Hertz Dias (PSTU)

Passa parte do dia em Jacareí (SP), onde se reúne com apoiadores às 9h. Visita a Ocupação Coração Valente, às 11h, e a Fábrica Armco, às 13h20. Em seguida, vai para São Bernardo do Campo (SP), onde faz panfletagem na ETE Lauro Gomes, às 17h. Participa da Batalha da Matrix, às 19h.


Lula (PT)

Brasília (DF)
10h30 – Reunião com o chefe do Gabinete Pessoal do Presidente da República, Oswaldo Malatesta. Local: Palácio do Alvorada
14h40 – Reunião com o secretário especial para Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Marcelo Weick. Local: Palácio do Planalto
15h – Cerimônia de demarcação de unidades de conservação, em alusão ao Dia da Amazônia. Local: Palácio do Planalto
16h30 – Reunião com o ministro da Fazenda, Dario Durigan. Local: Palácio do Planalto
17h30 – Reunião com a ministra da Casa Civil, Miriam Belchior. Local: Palácio do Planalto

Flávio Bolsonaro (PL)
Sem agendas públicas

O Poder

Mendonça determina afastamento preventivo de diretor da PF

08/09/2026

Em uma escalada da crise que abala o Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro André Mendonça determinou nesta terça-feira (8) o afastamento preventivo de Andrei Rodrigues do cargo de diretor-geral da Polícia Federal.


Medida


Segundo Mendonça, a medida é necessária para que os integrantes da Corte, o advogado-geral da União, Jorge Messias, e os servidores da Polícia Federal “exerçam suas atribuições sem constrangimentos ilegais”. O ministro afirma que há mais de 30 dias tem sido monitorado pela Polícia Federal.


A decisão


A decisão ocorre após o ministro Alexandre de Moraes usar relatórios apócrifos da Polícia Federal para acusar Mendonça de ter cometido os crimes de abuso de autoridade, crime de responsabilidade e improbidade administrativa na condução dos casos Banco Master e INSS, dois esquemas bilionários de corrupção que atingiram lideranças políticas de diferentes matizes po...

Em uma escalada da crise que abala o Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro André Mendonça determinou nesta terça-feira (8) o afastamento preventivo de Andrei Rodrigues do cargo de diretor-geral da Polícia Federal.


Medida


Segundo Mendonça, a medida é necessária para que os integrantes da Corte, o advogado-geral da União, Jorge Messias, e os servidores da Polícia Federal “exerçam suas atribuições sem constrangimentos ilegais”. O ministro afirma que há mais de 30 dias tem sido monitorado pela Polícia Federal.


A decisão


A decisão ocorre após o ministro Alexandre de Moraes usar relatórios apócrifos da Polícia Federal para acusar Mendonça de ter cometido os crimes de abuso de autoridade, crime de responsabilidade e improbidade administrativa na condução dos casos Banco Master e INSS, dois esquemas bilionários de corrupção que atingiram lideranças políticas de diferentes matizes políticos.



Determinou

Mendonça também determinou o afastamento do delegado Leandro Almada do cargo de diretor de inteligência policial da Polícia Federal. E determinou a “suspensão da produção, elaboração ou compartilhamento, ainda que interno, de todo e qualquer relatório de inteligência que se destine à análise de atos praticados no exercício das funções constitucionais de prestação jurisdicional, advocacia pública e de polícia judiciária”.

Candidatos ao Governo de Pernambuco cumprem agendas distintas nesta terça-feira, com entrevistas e encontros

08/09/2026

Os candidatos ao Governo de Pernambuco cumprem agendas distintas hoje, terça-feira (08/09). Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) concentram compromissos no Sertão do Estado, enquanto Ivan Moraes (PSol) participa de entrevistas e grava conteúdos para a campanha na Região Metropolitana do Recife.


Confira:

Raquel Lyra (PSD)

Raquel Lyra estará em Serra Talhada, onde participa, às 16h30, da procissão de Nossa Senhora da Penha, na Praça Barão do Pajeú. Às 20h, a candidata segue para Salgueiro, onde realiza uma caminhada com concentração na Academia das Cidades, na Rua Getúlio Vargas.

16h30 – Procissão de Nossa Senhora da Penha em Serra Talhada
Endereço: Praça Barão do Pajeú, Nossa Senhora da Penha, Serra Talhada-PE
20h – Caminhada em Salgueiro
Endereço: Rua Gertúlio Vargas, Nossa Senhora Aparecida, Salgueiro-PE (Concentração na Academia das Cidades)



Ivan M...

Os candidatos ao Governo de Pernambuco cumprem agendas distintas hoje, terça-feira (08/09). Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) concentram compromissos no Sertão do Estado, enquanto Ivan Moraes (PSol) participa de entrevistas e grava conteúdos para a campanha na Região Metropolitana do Recife.


Confira:

Raquel Lyra (PSD)

Raquel Lyra estará em Serra Talhada, onde participa, às 16h30, da procissão de Nossa Senhora da Penha, na Praça Barão do Pajeú. Às 20h, a candidata segue para Salgueiro, onde realiza uma caminhada com concentração na Academia das Cidades, na Rua Getúlio Vargas.

16h30 – Procissão de Nossa Senhora da Penha em Serra Talhada
Endereço: Praça Barão do Pajeú, Nossa Senhora da Penha, Serra Talhada-PE
20h – Caminhada em Salgueiro
Endereço: Rua Gertúlio Vargas, Nossa Senhora Aparecida, Salgueiro-PE (Concentração na Academia das Cidades)



Ivan Morais (PSol)


Já Ivan Moraes começa o dia com entrevista ao programa Conexão Pernambuco, da TV Guararapes, às 9h30. Ao meio-dia, participa de uma sabatina na TV Tribuna, em Olinda. Às 15h, o candidato grava vídeos sobre seu programa de governo na Casa Marielle Franco, no Derby, no Recife.


Ivan dá entrevista ao programa Conexão Pernambuco, da TV Guararapes
9h30
Rua do Veiga, 600, Santo Amaro, Recife;
Ivan participa de sabatina na TV Tribuna
12h
Av. Sen. Nelo de Souza Coelho, s/n, Ouro Preto, Olinda;
Ivan grava vídeos sobre programa de governo
15h

Casa Marielle Franco (R. Feliciano Gomes, 134 – Derby, Recife – PE).


João Campos (PSB)

João Campos também estará em Serra Talhada. Às 11h, participa de um encontro com pacientes oncológicos. Às 15h45, acompanha a 236ª Festa de Nossa Senhora da Penha, na Concatedral de Nossa Senhora da Penha. À noite, às 18h40, participa do “Arrastão da Vitória”, em São José do Belmonte.


O Poder

Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta terça-feira Por Alek Maracajá

08/09/2026

Brasília, 8 de setembro de 2026


O 7 de Setembro terminou com um cenário político bem diferente daquele que abriu a semana. Lula tentou ocupar o espaço da institucionalidade e da soberania; a oposição transformou a crise do STF em combustível eleitoral; e a nova pesquisa Quaest avisou que a corrida presidencial já não está apenas aquecendo começou a apertar.

Dentro do Supremo, Alexandre de Moraes e André Mendonça elevaram o confronto, Edson Fachin assumiu a função de árbitro e 13 ministros aposentados cobraram uma apuração pública e urgente.

O feriado acabou, mas Brasília conseguiu transformar a Independência em uma segunda-feira de expediente institucional.
.


Termômetro digital do dia


Em alta: André Mendonça, impulsionado pelo apoio às investigações e pela percepção de enfrentamento dentro do STF.


Em queda: Alexandre de Moraes, que permanece n...

Brasília, 8 de setembro de 2026


O 7 de Setembro terminou com um cenário político bem diferente daquele que abriu a semana. Lula tentou ocupar o espaço da institucionalidade e da soberania; a oposição transformou a crise do STF em combustível eleitoral; e a nova pesquisa Quaest avisou que a corrida presidencial já não está apenas aquecendo começou a apertar.

Dentro do Supremo, Alexandre de Moraes e André Mendonça elevaram o confronto, Edson Fachin assumiu a função de árbitro e 13 ministros aposentados cobraram uma apuração pública e urgente.

O feriado acabou, mas Brasília conseguiu transformar a Independência em uma segunda-feira de expediente institucional.
.


Termômetro digital do dia


Em alta: André Mendonça, impulsionado pelo apoio às investigações e pela percepção de enfrentamento dentro do STF.


Em queda: Alexandre de Moraes, que permanece no centro das críticas relacionadas ao Banco Master, a Daniel Vorcaro e à condução da crise.

Assunto dominante: STF, Banco Master e o confronto Moraes × Mendonça.

Maior velocidade: conteúdos que relacionam a crise do Supremo à eleição presidencial.

Potencial de explosão: eventual julgamento público no plenário do STF.

Disputa do dia: Lula tenta ocupar a institucionalidade; Flávio Bolsonaro procura transformar a indignação em voto.

No digital, Mendonça está ganhando de goleada; Moraes ainda tenta descobrir quem mudou o placar.


A eleição apertou o cinto


A nova pesquisa Quaest colocou Lula com 36% das intenções de voto no primeiro turno, contra 29% de Flávio Bolsonaro. Augusto Cury aparece com 8%, enquanto 10% permanecem indecisos. No segundo turno, Lula e Flávio registram 41% cada. A liderança do presidente permanece na primeira rodada, mas desaparece quando a disputa fica concentrada.

Se antes a eleição estava em aquecimento, agora alguém finalmente apertou o botão “iniciar partida”.


O STF desceu do plenário e subiu no palanque


A crise envolvendo Alexandre de Moraes, André Mendonça e as investigações do Banco Master ultrapassou os limites do Supremo. Flávio Bolsonaro usou o 7 de Setembro para colocar Moraes no centro de seu discurso, enquanto outros candidatos da direita adotaram estratégia semelhante. O STF passou a funcionar como eixo narrativo comum da oposição.

Quando a Suprema Corte vira assunto obrigatório de comício, a crise institucional já entrou oficialmente na campanha.



Flávio testou a força do sobrenome sem o dono original


O ato de Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista reuniu cerca de 28,5 mil pessoas, segundo estimativa divulgada pela imprensa — número inferior ao de manifestações anteriores ligadas a Jair Bolsonaro. A militância compareceu, mas Flávio ainda precisa demonstrar que consegue transformar o sobrenome em capital político próprio. Durante o evento, Nikolas Ferreira teria provocado reação popular maior, segundo análise do UOL.

Herdar o sobrenome ajuda muito; herdar automaticamente a multidão já é outro processo e esse ainda está em análise.


Zema foi à Paulista e encontrou uma disputa de condomínio


Romeu Zema participou do ato do Novo contrário ao governo Lula e ao STF, realizado no mesmo local onde Flávio Bolsonaro faria sua manifestação horas depois. Questionado se estaria tentando aproveitar o público bolsonarista, Zema acabou expondo uma disputa maior: quem será o principal candidato anti-Lula caso a eleição avance ao segundo turno?

Na direita brasileira, até a escolha da calçada pode virar prévia presidencial.


Lula escolheu a faixa institucional


Enquanto a Paulista concentrava críticas ao governo e ao STF, Lula participou do desfile oficial em Brasília ao lado de Edson Fachin, Davi Alcolumbre e Hugo Motta. O presidente evitou o confronto direto e priorizou a soberania nacional e as críticas aos chamados “falsos patriotas”. A estratégia procura consolidá-lo como representante da estabilidade institucional.

Enquanto a oposição gritava “STF”, Lula preferiu falar “Brasil”. A disputa agora é saber qual palavra chega mais longe.


Fachin virou presidente, árbitro e síndico


Edson Fachin abriu um procedimento para reunir as informações apresentadas por Moraes e Mendonça e estabeleceu prazo até sexta-feira, 11 de setembro, para as explicações. Também retirou do inquérito das fake news o pedido de Moraes para investigar Mendonça, concentrando a crise sob sua própria condução.

A mensagem institucional é clara: disputas internas não devem ser resolvidas por meio de inquéritos controlados por uma das partes.

Fachin ganhou a cadeira de presidente do STF; a crise entregou também o livro de ocorrências do condomínio.


Mendonça colocou a crise na fila do plenário


André Mendonça liberou para julgamento no plenário o caso envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. Caberá a Fachin definir quando o assunto será pautado, provavelmente depois das manifestações dos envolvidos.

O plenário poderá analisar se existem fundamentos para uma investigação contra Moraes, transformando o confronto entre ministros em debate institucional, formal e televisionado.

A crise já tinha personagens e roteiro; agora pode ganhar pauta, horário e transmissão ao vivo.


Treze aposentados pediram uma reunião de família


Treze ministros aposentados e ex-presidentes do STF enviaram uma carta a Fachin defendendo uma sessão pública do plenário para apurar os fatos. Entre os signatários estão Celso de Mello, Joaquim Barbosa, Rosa Weber, Ellen Gracie e Ayres Britto.

O grupo classificou o episódio como a “mais aguda crise” da história da Corte e cobrou uma resposta transparente, pública e conduzida dentro do devido processo legal.

Quando até quem já saiu do STF manda carta dizendo “precisamos conversar”, é porque o café da firma acabou faz tempo.


Moraes × Mendonça: a toga virou luva de boxe


Moraes apresentou acusações contra Mendonça, citando possíveis crimes como abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade. Mendonça, por sua vez, colocou sob análise do plenário os elementos relacionados a Moraes.

É indispensável separar acusações de fatos comprovados: documentos, versões e relatórios ainda serão contestados e analisados dentro do devido processo. Politicamente, porém, o desgaste já circula sem esperar pela conclusão jurídica.

No STF, a toga continua preta; o problema é que o clima entre os ministros está cada vez mais vermelho.


O 7 de Setembro entregou o mapa da eleição


Brasília mostrou Lula e institucionalidade. São Paulo mostrou oposição e críticas ao STF. A pesquisa revelou uma eleição apertada. E o Supremo encerrou o feriado tentando administrar uma crise interna explorada por praticamente todo o campo oposicionista.

A estrutura narrativa começa a aparecer: Lula aposta em governo, soberania e estabilidade; a oposição tenta transformar o STF e o Banco Master em símbolos da necessidade de mudança. No meio dessa guerra está o eleitor que não se sente integralmente representado por nenhuma das duas narrativas.

A eleição ainda não terminou de escolher todos os candidatos mas já começou a escolher seus assuntos.


Bastidores de Brasília


Nos bastidores, o sentimento é de que a crise ficou grande demais para ser administrada apenas por notas oficiais, conversas reservadas ou acordos internos. Fachin sofre pressão para oferecer uma resposta pública, enquanto integrantes do governo, do Congresso e da própria Corte calculam os efeitos de cada movimento.

A preocupação não está somente no conteúdo das acusações. Está na possibilidade de o plenário expor divisões profundas, ampliar o desgaste institucional e produzir novas imagens, frases e conflitos para as campanhas eleitorais.

No governo, a orientação é evitar assumir como própria uma crise do Supremo. Na oposição, o movimento é inverso: manter Moraes, Vorcaro e o Banco Master conectados ao debate eleitoral pelo maior tempo possível.

Em Brasília, todo mundo pede serenidade em público e atualiza o celular a cada cinco minutos nos bastidores.


Leitura Estratégica Ativaweb Datalab

O 7 de Setembro consolidou três movimentos: a eleição apertou, o STF virou tema eleitoral e o caso Banco Master passou a conectar crise institucional, indignação popular e disputa presidencial.

Lula tenta ocupar o território da estabilidade, da soberania e da defesa institucional. Flávio Bolsonaro procura transformar a insatisfação com o STF em voto. André Mendonça cresce como símbolo de enfrentamento dentro da Corte, enquanto Alexandre de Moraes concentra críticas e pressão reputacional.

A variável mais importante, porém, será o eleitor que não está integralmente conectado a nenhuma dessas narrativas. São os indecisos — 10% segundo a pesquisa apresentada — que poderão definir se a crise do STF terá força para reorganizar a eleição ou permanecerá concentrada nas bolhas já mobilizadas.

Audiência não é voto, mas mostra qual assunto estará esperando o eleitor quando ele decidir escolher.


Alerta Ativaweb


A crise entrou em uma fase de risco elevado porque reúne quatro elementos explosivos: acusações entre ministros, forte rejeição digital, exploração eleitoral e possibilidade de julgamento público.

Cada novo documento poderá produzir uma nova onda antes da análise jurídica. Nesse ambiente, versões simples, emocionais e acusatórias tendem a circular mais rapidamente do que explicações técnicas ou decisões processuais.

O risco para o STF não está apenas no que poderá ser comprovado. Está também na consolidação antecipada de uma percepção pública de conflito interno, falta de transparência e perda de autoridade.

A Justiça pode levar meses para formar convicção; o digital costuma formar sentença antes do almoço.

Alek Maracajá é Ceo da Ativaweb DataLab. Cientista de dados. Professor ESPM-SP. Pesquisador UFPB

Ataques houthis deixam 73 feridos na Arábia Saudita, diz porta-voz militar

08/09/2026

Pelo menos 73 pessoas ficaram feridas em ataques contra a Arábia Saudita realizados pelos houthis, grupo apoiado pelo Irã que atua no Iêmen, informou na manhã de hoje, terça-feira (08/09) a coalizão liderada pelos sauditas no país, prometendo responder com firmeza à mais recente escalada das hostilidades.

Comunicado


Em comunicado pelas Forças da Coalizão, autoridade saudita confirma o ataque, classificado "uma escalada perigosa que confirma a postura hostil e irresponsável dessa milícia terrorista".

Na nota, o porta-voz oficial das Forças da Coalizão, major-general Turki Al-Maliki, afirma que os houthis realizaram ataques contra instalações civis e econômicas nas cidades de Abha, Khamis Mushait, Jazan e Najran.


"Deixaram 73 civis feridos, incluindo mulheres e crianças, e constituem uma flagrante violação da soberania do Reino, além de uma ameaça direta à segurança e à integridade de seus cidadãos e res...

Pelo menos 73 pessoas ficaram feridas em ataques contra a Arábia Saudita realizados pelos houthis, grupo apoiado pelo Irã que atua no Iêmen, informou na manhã de hoje, terça-feira (08/09) a coalizão liderada pelos sauditas no país, prometendo responder com firmeza à mais recente escalada das hostilidades.

Comunicado


Em comunicado pelas Forças da Coalizão, autoridade saudita confirma o ataque, classificado "uma escalada perigosa que confirma a postura hostil e irresponsável dessa milícia terrorista".

Na nota, o porta-voz oficial das Forças da Coalizão, major-general Turki Al-Maliki, afirma que os houthis realizaram ataques contra instalações civis e econômicas nas cidades de Abha, Khamis Mushait, Jazan e Najran.


"Deixaram 73 civis feridos, incluindo mulheres e crianças, e constituem uma flagrante violação da soberania do Reino, além de uma ameaça direta à segurança e à integridade de seus cidadãos e residentes", diz Al-Maliki.

Ala do STF aposta em decisão sobre Moraes e Mendonça só após as eleições

08/09/2026

Uma ala do STF (Supremo Tribunal Federal) tem apostado nos bastidores que o presidente da Corte, Edson Fachin, marcará uma sessão do plenário para julgar a troca de acusações entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes somente depois das eleições de outubro.

Previsão

A previsão é que os prazos impostos por Fachin para as manifestações de ambos os magistrados, da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal se encerrarão na semana do dia 21 de dezembro.

Avaliação

A avaliação de outros ministros é que Fachin não pautará a análise do caso para uma data tão próxima do primeiro turno, a fim de evitar eventual contaminação política do julgamento, que é considerado um dos mais sensíveis da história da Corte. E que não faria marcar uma sessão justamente para uma data entre um primeiro e um eventual segundo turno.

A decisão

A decisão de Fachin de pedir que tod...

Uma ala do STF (Supremo Tribunal Federal) tem apostado nos bastidores que o presidente da Corte, Edson Fachin, marcará uma sessão do plenário para julgar a troca de acusações entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes somente depois das eleições de outubro.

Previsão

A previsão é que os prazos impostos por Fachin para as manifestações de ambos os magistrados, da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal se encerrarão na semana do dia 21 de dezembro.

Avaliação

A avaliação de outros ministros é que Fachin não pautará a análise do caso para uma data tão próxima do primeiro turno, a fim de evitar eventual contaminação política do julgamento, que é considerado um dos mais sensíveis da história da Corte. E que não faria marcar uma sessão justamente para uma data entre um primeiro e um eventual segundo turno.

A decisão

A decisão de Fachin de pedir que todos se manifestem foi interpretada como uma estratégia para ganhar tempo na tentativa de construir uma solução interna e também para não pautar o tema no calor da campanha eleitoral.

Alternativa

Uma alternativa cogitada nos bastidores seria até o próprio presidente resolver individualmente a troca de acusações, mas o cenário visto como mais provável é que a palavra final sobre o caso seja do plenário da corte.

A decisão

De um lado, os ministros terão que decidir se abrem uma investigação contra Moraes com base no relatório da PF. O documento contém mais de 50 mensagens enviadas por Vorcaro ao ministro com consultas, inclusive, sobre uma possível fuga do Brasil. Também mostra que o próprio magistrado editou o contrato de R$ 131 milhões firmado pela mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes, e o Banco Master.

Contra-atacou

De outro, o ministro contra-atacou no âmbito do inquérito das fake news e pediu para o plenário da corte investigar Mendonça por crime de responsabilidade e improbidade administrativa por suposto direcionamento político na condução dos inquéritos do Master e do INSS.

Retirou

Fachin retirou o caso do inquérito das fake news e autuou a acusação em um processo à parte, o mesmo em que também está a decisão de Mendonça contra Moraes. A tendência é que o presidente da corte leve esta ação para o plenário em um julgamento conjunto sobre as trocas de acusações.

Foto do panfleto - Bastidor.PE não consegue liminar e pode sofrer busca e apreensão

07/09/2026

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) negou o pedido liminar apresentado por Rodrigo Ambrósio e Fillipe Vilar, responsáveis pelo Bastidor.PE, que tentavam suspender as diligências destinadas a esclarecer a origem da fotografia do panfleto apócrifo divulgado durante a campanha eleitoral. A defesa também pretendia impedir eventuais medidas de busca e apreensão e obter salvo-conduto contra possíveis atos coercitivos.

Com a decisão

A investigação permanece em curso e não há proteção judicial prévia contra uma eventual busca e apreensão. O TRE ressaltou que ainda não existe mandado expedido, mas registrou a possibilidade de a Polícia Federal apresentar uma representação individualizada caso considere a medida necessária. Nesse cenário, eventual busca dependerá de autorização judicial específica.

A decisão

Também enfrentou o argumento do sigilo da fonte. Embora reconheça a proteção constitucional à atividade jornalíst...

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) negou o pedido liminar apresentado por Rodrigo Ambrósio e Fillipe Vilar, responsáveis pelo Bastidor.PE, que tentavam suspender as diligências destinadas a esclarecer a origem da fotografia do panfleto apócrifo divulgado durante a campanha eleitoral. A defesa também pretendia impedir eventuais medidas de busca e apreensão e obter salvo-conduto contra possíveis atos coercitivos.

Com a decisão

A investigação permanece em curso e não há proteção judicial prévia contra uma eventual busca e apreensão. O TRE ressaltou que ainda não existe mandado expedido, mas registrou a possibilidade de a Polícia Federal apresentar uma representação individualizada caso considere a medida necessária. Nesse cenário, eventual busca dependerá de autorização judicial específica.

A decisão

Também enfrentou o argumento do sigilo da fonte. Embora reconheça a proteção constitucional à atividade jornalística, o Tribunal afirmou que ela não torna automaticamente todos os arquivos e informações imunes à investigação. Para o magistrado, é necessário distinguir dados recebidos de fonte protegida de fatos presenciados diretamente, registros produzidos pela própria equipe e eventuais atos próprios. A decisão destaca ainda que a proteção ao jornalismo “não institui imunidade geral à investigação de condutas próprias eventualmente ilícitas”.

Ao indeferir a liminar

O desembargador Washington Amorim determinou que o juízo de origem preste informações em 24 horas e, em seguida, que a Procuradoria Regional Eleitoral se manifeste. O mérito do habeas corpus ainda será analisado, mas, até lá, permanecem sem suspensão as diligências relacionadas à fotografia, incluindo a tentativa de identificar sua procedência, seus metadados e as circunstâncias de produção, recebimento e divulgação pelo Bastidor.PE.

A patente do caos: Em nome da ordem, por Zé da Flauta

07/09/2026

Há um incômodo na história brasileira: a facilidade com que o poder instituído cruza a linha da legalidade e se alia ao crime organizado sempre que sua hegemonia é ameaçada. Em 1926, diante do avanço da Coluna Prestes pelo sertão nordestino, as elites da República Velha e o governo federal não hesitaram em recorrer ao atalho mais sombrio.

Em Juazeiro do Norte, com a mediação da autoridade religiosa e sob a promessa de defender a pátria, o bando de Lampião foi recebido com honras, fardamento novo, munição de alto calibre e o título oficial de Capitão. Criou-se o pretexto perfeito: transformar o maior cangaceiro do país em um "agente da ordem".

Monopólio da força

O episódio expõe as engrenagens de um arranjo que se repete através dos séculos. Para a sociedade dominante, o grupo armado e fora da lei deixa de ser um problema de segurança a partir do momento em que pode ser cooptado como braço armado do próprio Estado.

Con...

Há um incômodo na história brasileira: a facilidade com que o poder instituído cruza a linha da legalidade e se alia ao crime organizado sempre que sua hegemonia é ameaçada. Em 1926, diante do avanço da Coluna Prestes pelo sertão nordestino, as elites da República Velha e o governo federal não hesitaram em recorrer ao atalho mais sombrio.

Em Juazeiro do Norte, com a mediação da autoridade religiosa e sob a promessa de defender a pátria, o bando de Lampião foi recebido com honras, fardamento novo, munição de alto calibre e o título oficial de Capitão. Criou-se o pretexto perfeito: transformar o maior cangaceiro do país em um "agente da ordem".

Monopólio da força

O episódio expõe as engrenagens de um arranjo que se repete através dos séculos. Para a sociedade dominante, o grupo armado e fora da lei deixa de ser um problema de segurança a partir do momento em que pode ser cooptado como braço armado do próprio Estado.

Concede-se moralidade, aluga-se a violência e entrega-se o arsenal. Trata-se da terceirização do monopólio da força, onde o discurso público veste a barbárie com trajes de "dever patriótico" ou "proteção da comunidade", escondendo o pragmatismo sórdido de quem só quer preservar os próprios privilégios.

Pragmatismo

No entanto, a história cobrou o preço da ingenuidade das elites. Lampião, um estrategista pragmático que conhecia o jogo do poder melhor do que seus contratantes, recolheu o armamento de ponta, ostentou o prestígio da farda e virou as costas para a missão. Nunca combateu a Coluna Prestes. Em vez disso, usou o poder de fogo financiado pelo próprio governo e abençoado pelas estruturas locais para consolidar seu império de terror, expandindo seu domínio sobre o sertão por mais de uma década.

Pretexto

Das milícias contemporâneas aos grupos armados tolerados sob o pretexto de conter "ameaças maiores", a lição do sertão de 1926 permanece viva e assustadora. Sempre que o Estado e as elites econômicas ou religiosas estendem a mão ao crime para proteger a si mesmos, eles não controlam o monstro, apenas o alimentam. O resultado é o fortalecimento do próprio caos que fingem combater, deixando para a sociedade a conta de uma violência devidamente armada, institucionalizada e legitimada.

Até a próxima!

*Zé da Flauta é compositor e cronista.


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No Dia da Pátria, Zé Queiroz destaca importância da participação política

07/09/2026

Mantendo a tradição de acompanhar as comemorações do Sete de Setembro em Caruaru, o candidato a deputado estadual Zé Queiroz (MDB) participou, hoje, segunda-feira (07/09), do desfile cívico realizado na cidade. Durante o evento, o ex-prefeito circulou entre o público, recebeu cumprimentos e atendeu aos pedidos de fotos de eleitores.



Mensagem

Zé Queiroz aproveitou a data para postar mensagem nas redes sociais contendo uma reflexão sobre liberdade, democracia e a importância da participação política na construção do futuro.



Fala Queiroz

“Independência de verdade é ter liberdade para escolher o futuro que a gente quer construir. É poder acreditar que a política pode melhorar a vida das pessoas”, afirmou.



História de compromissos

Quatro vezes prefeito de Caruaru e com cinco mandatos exercidos na Assembleia Legislativa de Pernambuco,...

Mantendo a tradição de acompanhar as comemorações do Sete de Setembro em Caruaru, o candidato a deputado estadual Zé Queiroz (MDB) participou, hoje, segunda-feira (07/09), do desfile cívico realizado na cidade. Durante o evento, o ex-prefeito circulou entre o público, recebeu cumprimentos e atendeu aos pedidos de fotos de eleitores.


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Mensagem

Zé Queiroz aproveitou a data para postar mensagem nas redes sociais contendo uma reflexão sobre liberdade, democracia e a importância da participação política na construção do futuro.


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Fala Queiroz

“Independência de verdade é ter liberdade para escolher o futuro que a gente quer construir. É poder acreditar que a política pode melhorar a vida das pessoas”, afirmou.


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História de compromissos

Quatro vezes prefeito de Caruaru e com cinco mandatos exercidos na Assembleia Legislativa de Pernambuco, Zé Queiroz destacou a experiência acumulada na vida pública e reafirmou o compromisso de continuar trabalhando pelo município e pelo Estado. “Tenho uma história construída com trabalho, experiência e compromisso por Caruaru e por Pernambuco. Sei dos desafios que o nosso Estado enfrenta. Sei que ainda temos muito a fazer. E é por isso que sigo nessa caminhada, para trabalhar, lutar e ajudar Pernambuco a avançar”, declarou.


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Agenda da tarde: Raquel Lyra faz caminhada em Custódia, João Campos lança comitê em Carpina e Ivan Moraes percorre RMR nesta segunda-feira

07/09/2026

Encontros, caminhadas, inauguração de comitês e entrevistas. Mais uma semana de intensa atividade política na busca pelo eleitor e, consequentemente, pelo voto. Os candidatos ao Governo de Pernambuco cumprem agendas no Recife, na Região Metropolitana, no Agreste e no Sertão hoje, segunda-feira (07/09).

Encontro

João Campos (PSB) participa de um encontro sobre inclusão e inaugura um espaço de campanha, enquanto Raquel Lyra (PSD) concede entrevista e visita dois municípios do interior. Ivan Moraes (PSol) participa do Grito dos Excluídos e de atividades políticas em Paulista e Olinda.

João Campos

João Campos inicia a agenda às 15h30 com o Encontro da Inclusão, realizado na Rua do Chacon, no bairro do Poço da Panela, no Recife. Às 17h, o candidato segue para Carpina, na Mata Norte, onde participa da inauguração do Espaço 40, na Avenida Capitão Oswaldo Freire, em Cajá.

Raquel Lyra

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Encontros, caminhadas, inauguração de comitês e entrevistas. Mais uma semana de intensa atividade política na busca pelo eleitor e, consequentemente, pelo voto. Os candidatos ao Governo de Pernambuco cumprem agendas no Recife, na Região Metropolitana, no Agreste e no Sertão hoje, segunda-feira (07/09).

Encontro

João Campos (PSB) participa de um encontro sobre inclusão e inaugura um espaço de campanha, enquanto Raquel Lyra (PSD) concede entrevista e visita dois municípios do interior. Ivan Moraes (PSol) participa do Grito dos Excluídos e de atividades políticas em Paulista e Olinda.

João Campos

João Campos inicia a agenda às 15h30 com o Encontro da Inclusão, realizado na Rua do Chacon, no bairro do Poço da Panela, no Recife. Às 17h, o candidato segue para Carpina, na Mata Norte, onde participa da inauguração do Espaço 40, na Avenida Capitão Oswaldo Freire, em Cajá.

Raquel Lyra

Raquel Lyra participa, ao meio-dia, de uma sabatina ao vivo na TV Tribuna. Às 16h, reúne-se com lideranças políticas e empresários na Churrascaria Nossa Senhora de Lourdes, às margens da BR-232, em São Caetano. A candidata encerra a programação às 19h, com uma caminhada na Praça Belchior Ferreira Nunes, na Vila da Cohab, em Custódia, no Sertão do Moxotó.

Ivan Moraes

Ivan Moraes abre a agenda às 9h, no Grito dos Excluídos, com concentração no Parque 13 de Maio, área central do Recife. Às 15h, participa de uma plenária com Fernando Macedo, na Estrada da Mirueira, em Paulista. Depois, às 16h15, o candidato segue para Olinda, onde acompanha o Desfile da Pitombeira, na sede da Pitombeira dos Quatro Cantos, no Carmo.

O Poder

Advogado do site que divulgou os supostos panfletos acusando Raquel é investigado pela PF por ataque a Lula

07/09/2026 - Jornal O Poder

Mais uma pedra nesse nebuloso quebra cabeças dos supostos panfletos com ignóbeis acusações à governadora Raquel Teixeira Lyra. Cada passo da investigação avança na direção do entorno da governadora, o que não significa envolvimento da própria, registre-se.

A novidade

O advogado pernambucano Thomas Crisóstomo, investigado pela Polícia Federal (PF) e réu em um processo por ter atacado o presidente Lula (PT) nas redes sociais, foi o responsável por ingressar com um pedido de habeas corpus em favor dos donos do site Bastidor.PE. O site está no centro das investigações sobre a divulgação de panfletos apócrifos contra a governadora Raquel Lyra (PSD). Por decisão judicial, a página tinha até domingo (06/09) para fornecer dados que contribuíssem com a identificação dos responsáveis pelos cartazes, mas se recusou sob o argumento de que precisa proteger suas fontes.

Crisóstomo

Recorreu a uma solução parecida à utilizada por ele próprio...

Mais uma pedra nesse nebuloso quebra cabeças dos supostos panfletos com ignóbeis acusações à governadora Raquel Teixeira Lyra. Cada passo da investigação avança na direção do entorno da governadora, o que não significa envolvimento da própria, registre-se.

A novidade

O advogado pernambucano Thomas Crisóstomo, investigado pela Polícia Federal (PF) e réu em um processo por ter atacado o presidente Lula (PT) nas redes sociais, foi o responsável por ingressar com um pedido de habeas corpus em favor dos donos do site Bastidor.PE. O site está no centro das investigações sobre a divulgação de panfletos apócrifos contra a governadora Raquel Lyra (PSD). Por decisão judicial, a página tinha até domingo (06/09) para fornecer dados que contribuíssem com a identificação dos responsáveis pelos cartazes, mas se recusou sob o argumento de que precisa proteger suas fontes.

Crisóstomo

Recorreu a uma solução parecida à utilizada por ele próprio após entrar na mira da Justiça Federal. Em 2023, ele postou na rede social X que a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) “virou cabide de emprego pra mulher do ex-presidiário Lula”. Na época, ele defendeu o direito de criticar governantes. O Ministério Público Federal (MPF) apresentou denúncia por entender que houve injúria contra o presidente da República, argumentando que a liberdade de expressão não é um salvo-conduto para ferir a honra. O advogado não aceitou um acordo de não persecução oferecido no processo e apresentou um pedido de habeas corpus, aceito pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) em agosto deste ano.

Ligado à direita pernambucana

Crisóstomo se identifica como cofundador do Livres, reduto de políticos neoliberais e antiLula, a exemplo do ex-deputado Daniel Coelho (PSD) e de nomes ligados ao partido Novo, como George Bastos (candidato a deputado federal) e Eduardo Inojosa (candidato a estadual). A vice-governadora Priscila Krause (PSD) também ingressou no movimento em agosto de 2021, com recepção registrada pelo próprio Crisóstomo em foto da época. Outra liderança do Livres é Rodrigo Ambrosio, dono do Bastidor.PE e um dos nomes acionados na Justiça no caso dos panfletos contra Raquel.

A controvérsia em torno do Bastidor.PE começou por conta das ligações políticas de seus responsáveis. O especialista em marketing político Rodrigo Ambrosio e o jornalista Fillipe Vilar tiveram cargos comissionados no Governo Raquel Lyra, de onde saíram em 2025 para fundar o site junto ao jornalista Leo Malafaia, que atua como videomaker da campanha de Raquel à reeleição. Em 30 de agosto, a página foi a primeira a publicar fotos de panfletos contra a governadora, gerando comoção na política local. No dia seguinte, o Bastidor.PE fez uma nova postagem indicando a localização de vários exemplares, exceto de um que tinha a frase incriminando a governadora usado como capa da postagem. O que mais repercutiu.

Por conta dessa lacuna

A Frente Popular incluiu os titulares do Bastidor.PE em uma notícia-crime apresentada à Justiça Eleitoral, pondo em dúvida a existência do panfleto e argumentando que investigações em torno do site seriam relevantes para viabilizar a elucidação do caso. Na sexta-feira (04/09), o Juízo das Garantias da Justiça Eleitoral de Pernambuco acatou a petição, determinando que a Polícia Federal apure se o cartaz realmente foi produzido e afixado em um espaço público ou se a fotografia é resultado de montagem, manipulação ou fabricação digital. O site tinha dois dias para fornecer as informações.

Não apresentou

Além de não indicar dados que poderiam ajudar a desvendar a autoria dos cartazes, Crisóstomo peticionou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em nome de Ambrosio e Vilar, “a suspensão imediata de cumprimento de eventual mandado de busca e apreensão ou expedição futura, bem como proibição de qualquer medida neste sentido contra aparelhos eletrônicos ou outras medidas aptas a revelar as fontes jornalísticas”. Também solicitaram que seja expedido um salvo-conduto “proibindo prisão ou quaisquer atos coercitivos decorrentes do exercício regular do direito que é a observância do sigilo da fonte”.

O mistério da foto continua - Site Bastidor.PE recorre ao TRE e pede salvo-conduto

07/09/2026

A Justiça determinou esclarecimentos sobre a procedência da única imagem conhecida do suposto panfleto contra a governadora Raquel Teixeira Lyra. O prazo venceu ontem. Rodrigo Ambrósio e Felipe Vilar, donos do site Bastidor.PE, não esclareceram a origem da foto. Eles foram os únicos a receber um suposto registro dos supostos panfletos que ninguém viu. A imagem deu origem a uma turbulenta polêmica da qual a governadora e seus seguidores tentaram, desde o início, tirar proveito eleitoral. Ontem, ao invés de explicarem a origem da imagem, ingressaram com habeas corpus para tentar afastar a obrigação e se proteger de eventuais medidas judiciais. E segue o caso nebuloso, com fortes indícios de que tudo nasceu entre mentores e seguidores da própria governadora.



A notícia

Uma decisão da Justiça Eleitoral colocou uma pergunta objetiva no centro da investigação sobre o suposto panfleto envolvendo o marido da governadora Raquel Lyra: de onde...

A Justiça determinou esclarecimentos sobre a procedência da única imagem conhecida do suposto panfleto contra a governadora Raquel Teixeira Lyra. O prazo venceu ontem. Rodrigo Ambrósio e Felipe Vilar, donos do site Bastidor.PE, não esclareceram a origem da foto. Eles foram os únicos a receber um suposto registro dos supostos panfletos que ninguém viu. A imagem deu origem a uma turbulenta polêmica da qual a governadora e seus seguidores tentaram, desde o início, tirar proveito eleitoral. Ontem, ao invés de explicarem a origem da imagem, ingressaram com habeas corpus para tentar afastar a obrigação e se proteger de eventuais medidas judiciais. E segue o caso nebuloso, com fortes indícios de que tudo nasceu entre mentores e seguidores da própria governadora.


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A notícia

Uma decisão da Justiça Eleitoral colocou uma pergunta objetiva no centro da investigação sobre o suposto panfleto envolvendo o marido da governadora Raquel Lyra: de onde veio a fotografia publicada pelo Bastidor.PE? A resposta, porém, ainda não apareceu. Em seu lugar, surgiu um habeas corpus.

Recurso

Rodrigo Ambrósio e Felipe Vilar, responsáveis pelo perfil, recorreram ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) depois de serem chamados a prestar informações capazes de esclarecer a procedência da imagem. No pedido, eles buscam não apenas afastar a obrigação de fornecer esses dados, mas também proteção contra eventuais medidas de busca e apreensão e salvo-conduto diante da possibilidade de prisão.

O movimento

Adiciona uma nova camada a um episódio que já vinha cercado de dúvidas. A fotografia divulgada pelo Bastidor.PE ocupa posição central na investigação porque é o registro conhecido que colocou o suposto panfleto em circulação pública. Identificar sua origem pode permitir às autoridades reconstruir todo o caminho percorrido pelo arquivo: onde a imagem foi feita, em que momento, por qual equipamento, quem a produziu, quem a encaminhou e como chegou até os administradores do perfil.

Essencial

Não se trata, portanto, de uma informação periférica. A origem da fotografia pode ser a peça capaz de revelar a origem do próprio episódio.

Por essa razão

A Justiça Eleitoral determinou que fossem prestados esclarecimentos e acionou a Polícia Federal para investigar o caso. A reação dos responsáveis pelo Bastidor.PE foi recorrer ao TRE na tentativa de limitar o alcance dessas medidas.

Novas dúvidas

É justamente essa sequência que provoca novos questionamentos. Se Ambrósio e Vilar apenas receberam de terceiros uma fotografia e posteriormente a publicaram, por que resistir judicialmente ao fornecimento das informações sobre sua procedência? E por que, além de questionar a obrigação de prestar esses dados, buscar proteção preventiva contra possíveis buscas, apreensões e prisão?

O habeas corpus

É uma garantia constitucional e o simples fato de alguém recorrer a esse instrumento não significa reconhecimento de culpa, muito menos permite concluir que seus autores produziram a fotografia ou o panfleto. Mas isso não elimina a relevância investigativa da pergunta que continua sem resposta: de onde veio a imagem?

Ligações inquestionáveis

Há ainda um componente político que torna o esclarecimento especialmente necessário.
Rodrigo Ambrósio e Felipe Vilar tiveram vínculos profissionais com o Governo de Pernambuco e ocuparam cargos na Secretaria de Turismo durante a gestão Raquel Teixeira Lyra. Leonardo Malafaia, apresentado publicamente na criação do Bastidor.PE como integrante do projeto, também foi cargo comissionado do governo estadual, com atuação na Casa Civil, e teve seu nome relacionado pela imprensa à campanha da governadora, na função de videomaker.

Apenas indícios

Nenhuma dessas conexões, isoladamente, comprova envolvimento na produção do panfleto ou da fotografia. Mas, diante da dimensão eleitoral alcançada pelo episódio, elas reforçam a necessidade de que toda a cadeia de produção e circulação da imagem seja esclarecida sem zonas de sombra.

A investigação

Entra agora em uma etapa decisiva. De um lado, o TRE terá de analisar os argumentos apresentados no habeas corpus. De outro, a Polícia Federal segue encarregada de buscar elementos que esclareçam a origem e a circulação da fotografia.

Quem fez

E é aí que está a principal mudança no caso: antes, a discussão era sobre quem teria produzido um panfleto apócrifo. Agora, existe uma questão anterior e talvez ainda mais objetiva: quem fez a fotografia que apresentou esse panfleto ao público? A resposta pode estar nos dados que a Justiça determinou que fossem apresentados e que os responsáveis pelo Bastidor.PE agora recorrem ao TRE para não serem obrigados a fornecer.

O que há para esconder?

Até que isso seja esclarecido, permanece a pergunta que o habeas corpus tornou ainda mais relevante: por que é tão importante impedir que a origem dessa fotografia seja conhecida?






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