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Mendonça diz que retirar sigilo do celular de Vorcaro tumultua julgamento

13/09/2026

Em ofício publicado hoje, domingo, (13/09), o Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), André Mendonça, afirmou que a possível retirada do sigilo das informações do celular do banqueiro Daniel Vorcaro “contribuiria para tumultuar o julgamento”.

Pedido

No documento, o magistrado pede que o presidente do STF, ministro Edson Fachin, determine que quatro delegados prestem informações sobre "eventuais constrangimentos sofridos ao longo das investigações".

Reitera

Mendonça reitera que "todo o material utilizado para o julgamento da próxima terça-feira encontra-se disponível, na íntegra, a todos os Ministros deste Tribunal" e diz que "dispõe exatamente do mesmo conjunto de elementos de informação franqueado aos demais pares que irão participar da referida sessão"

Contribuir para o tumulto

Por último, o ministro afirma que "a inserção de elementos adicionais, que não constam dos aut...

Em ofício publicado hoje, domingo, (13/09), o Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), André Mendonça, afirmou que a possível retirada do sigilo das informações do celular do banqueiro Daniel Vorcaro “contribuiria para tumultuar o julgamento”.

Pedido

No documento, o magistrado pede que o presidente do STF, ministro Edson Fachin, determine que quatro delegados prestem informações sobre "eventuais constrangimentos sofridos ao longo das investigações".

Reitera

Mendonça reitera que "todo o material utilizado para o julgamento da próxima terça-feira encontra-se disponível, na íntegra, a todos os Ministros deste Tribunal" e diz que "dispõe exatamente do mesmo conjunto de elementos de informação franqueado aos demais pares que irão participar da referida sessão"

Contribuir para o tumulto

Por último, o ministro afirma que "a inserção de elementos adicionais, que não constam dos autos até o presente momento, o que inclui a abertura de todas as informações contidas no celular do senhor Daniel Vorcaro" poderia "contribuir para tumultuar o julgamento, bem como colocaria em risco todo o seguimento e êxito das investigações, dando ensejo à suscitação de questionamentos de toda ordem, para desviar o feito especificamente apregoado para julgamento de seu caminho natural".

A gravidade dos fatos não autoriza atalhos

Mendonça também cita uma frase de Edson Fachin ao final do documento. "Nesse sentido, como bem enfatizou o eminente Presidente, 'A gravidade dos fatos não autoriza atalhos', mas também não tolera subterfúgios ou desvios de rotas, rumo a outros interesses que não os da Justiça".

Com CNN

Veneziano participa de grande mobilização pro-Lula em Sousa

13/09/2026

O senador e candidato à reeleição ao Senado Federal, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), participou na noite de ontem (12/09) de um grande ato em favor da reeleição do presidente Lula (PT) e da democracia, na cidade de Sousa, no sertão do estado.

Recebido em Sousa

Veneziano foi recebido pelas lideranças progressistas de Sousa, e seguiu em passeata ao lado do candidato a deputado estadual Flávio Brasileiro (PT), da presidente do PT de Sousa, Vera Vernaide e do vereador Daniel Pinto. “Receber o carinho e a energia do povo renova nossas forças e nos motiva ainda mais a seguir na luta por uma Paraíba mais justa e por um Brasil que cuide de quem mais precisa”, disse Veneziano.

Reeleger presidente e senador

A passeata percorreu as principais ruas da cidade, numa demonstração clara da necessidade de reeleger Lula e Veneziano.

“Foi uma noite histórica para Sousa. Vamos reconduzir nosso presidente Lula e, na...

O senador e candidato à reeleição ao Senado Federal, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), participou na noite de ontem (12/09) de um grande ato em favor da reeleição do presidente Lula (PT) e da democracia, na cidade de Sousa, no sertão do estado.

Recebido em Sousa

Veneziano foi recebido pelas lideranças progressistas de Sousa, e seguiu em passeata ao lado do candidato a deputado estadual Flávio Brasileiro (PT), da presidente do PT de Sousa, Vera Vernaide e do vereador Daniel Pinto. “Receber o carinho e a energia do povo renova nossas forças e nos motiva ainda mais a seguir na luta por uma Paraíba mais justa e por um Brasil que cuide de quem mais precisa”, disse Veneziano.

Reeleger presidente e senador

A passeata percorreu as principais ruas da cidade, numa demonstração clara da necessidade de reeleger Lula e Veneziano.

“Foi uma noite histórica para Sousa. Vamos reconduzir nosso presidente Lula e, na Paraíba, reeleger Veneziano, para que o povo paraibano possa continuar a ter um Senador que dignifica o seu mandato”, afirmou Daniel.

O fogo, o ouro e a verdade, por Jorge Henrique de Freitas Pinho*

13/09/2026

Rosh Hashaná 5787 e aquilo que permanece depois do julgamento

A verdade não é aquilo que aparece quando o sigilo cai. É aquilo que permanece depois que tudo o que apareceu atravessou o fogo.

Há coincidências que nada demonstram e que, no entanto, impõe-se serem pensadas. O primeiro erro, e o mais visível, consiste em atribuir-lhes uma causalidade que não possuem, convertendo o acaso em oráculo e a impressão em prova; o segundo erro, menos percebido porque se apresenta com as vestes respeitáveis da prudência, consiste em recusar, por medo do primeiro, todo e qualquer sentido àquilo que a realidade inesperadamente aproximou.

Entre a superstição e a cegueira

Entre a superstição, que enxerga desígnio onde há apenas encontro, e a cegueira, que se nega a interrogar aquilo que o encontro sugere, existe um território legítimo e antiquíssimo da inteligência humana, no qual não se demonstra, mas se compreende, e ao qual d...

Rosh Hashaná 5787 e aquilo que permanece depois do julgamento

A verdade não é aquilo que aparece quando o sigilo cai. É aquilo que permanece depois que tudo o que apareceu atravessou o fogo.

Há coincidências que nada demonstram e que, no entanto, impõe-se serem pensadas. O primeiro erro, e o mais visível, consiste em atribuir-lhes uma causalidade que não possuem, convertendo o acaso em oráculo e a impressão em prova; o segundo erro, menos percebido porque se apresenta com as vestes respeitáveis da prudência, consiste em recusar, por medo do primeiro, todo e qualquer sentido àquilo que a realidade inesperadamente aproximou.

Entre a superstição e a cegueira

Entre a superstição, que enxerga desígnio onde há apenas encontro, e a cegueira, que se nega a interrogar aquilo que o encontro sugere, existe um território legítimo e antiquíssimo da inteligência humana, no qual não se demonstra, mas se compreende, e ao qual damos o nome de símbolo.

Foi nesse território que Natanael Knabben entrou ao publicar em sua conta no Instagram, às vésperas de Rosh Hashaná, uma provocação bem mais interessante do que sua aparência inicial deixava supor.

O ano judaico 5787 estava para começar; e, ao mesmo tempo, no Brasil, as investigações relacionadas ao Banco Master começavam a ter partes substanciais de seu conteúdo tornadas públicas, pois na passagem do dia 10 para o dia 11 de setembro o ministro André Mendonça levantou o sigilo de quinze procedimentos e em seguida ampliou a publicidade de outros documentos, preservando apenas aquilo que considerou ligado a diligências ainda em curso. O que havia permanecido oculto começava a aparecer.

Knabben percebeu a aproximação e fez dela uma imagem, lendo 5787, simbolicamente, como um ano de verdade e de refinamento, no qual o escondido viria à superfície, o ouro precisaria atravessar o fogo e a impureza haveria de separar-se daquilo que tivesse valor verdadeiro.

Teve, porém, o cuidado decisivo de advertir que não estava formulando profecia alguma, e essa advertência merece ser conservada com o mesmo zelo com que se conserva a imagem.

O peshat e o derash

Não pretendo, portanto, descobrir no calendário hebraico uma previsão criptografada a respeito do Supremo Tribunal Federal, do Banco Master ou de qualquer personagem da vida brasileira, porque isso reduziria uma tradição milenar à condição subalterna de horóscopo político.

O que pretendo é outra coisa: aceitar a porta que Knabben entreabriu e verificar até onde ela conduz quando atravessamos o peshat, que é o sentido imediato, e avançamos pelo remez e pelo derash, que são os territórios da alusão e da interpretação.

O primeiro passo já produz uma surpresa. O Salmo 19 afirma que ??????????? ?????? ?????, mishpetei Adonai emet, os juízos do Eterno são verdade, e acrescenta que são justos em conjunto; e no versículo imediatamente seguinte esses mesmos juízos são declarados mais desejáveis do que o ouro, mais do que muito ??, paz, que é o ouro fino, e mais doces do que o mel.

Julgamento, verdade, justiça, ouro depurado e doçura comparecem assim quase sem intervalo, numa sequência bíblica de densidade extraordinária, e é difícil atravessá-la justamente em Rosh Hashaná sem perceber aquilo que ela nos autoriza a pensar.

O propósito de Rosh Hashaná

Porque Rosh Hashaná não é apenas a festa de um ano que se inicia. A Mishná o apresenta como momento de julgamento, no qual todos os habitantes do mundo passam diante do Eterno, um por um, enquanto suas ações são examinadas.

E a imagem que a tradição depois consagrou, a das ovelhas que desfilam diante do pastor, existe precisamente para impedir que a multidão dissolva a responsabilidade de cada um.

O homem comparece sozinho, e é nesse ponto que o simbolismo se afasta da política para tornar-se muito mais exigente do que ela, porquanto é fácil desejar um ano em que a verdade exponha os outros e é dificílimo desejar um ano em que ela nos exponha a nós.

A palavra hebraica para verdade é ???, emet, e há algo de admirável em sua própria arquitetura, pois ela começa no ?, alef, primeira letra do alfabeto, passa pelo ?, mem, situado entre os extremos, e termina no ?, tav, que é a última.

De modo que a tradição pôde enxergar nessa disposição a imagem de uma verdade que não se contenta com o fragmento e exige o percurso inteiro.

O Talmud leva a observação adiante quando contrapõe emet a ???, sheker, a falsidade, notando que as letras de sheker se encontram vizinhas umas das outras, ao alcance da mão, enquanto as de emet se encontram distantes e obrigam a caminhar.

E notando ainda, na própria forma gráfica dos caracteres, que a falsidade se apoia precariamente enquanto a verdade repousa sobre base estável, donde a máxima segundo a qual a verdade permanece e a falsidade não permanece. Outro ensinamento acrescenta que o selo do Santo, bendito seja Ele, é emet.

Em uma linguagem menos religiosa

Talvez seja possível traduzir tudo isso para uma linguagem menos religiosa sem diminuir-lhe a força.

Verdade não é a correspondência instantânea entre uma afirmação e um pedaço avulso da realidade; é aquilo que resiste quando o começo, o meio e o fim são considerados em conjunto.

Quando a evidência favorável e a evidência contrária são submetidas ao mesmo critério, e quando a versão que desejamos verdadeira recebe exatamente o mesmo fogo que aplicamos à versão de nossos adversários.

O caminho até a verdade sob o viés jurídico

Disso decorrem consequências jurídicas, políticas e pessoais que a pressa costuma atropelar, porque um documento autêntico pode conter uma afirmação falsa, uma conversa verdadeira pode admitir interpretações divergentes.

Um fato provado pode ser incapaz de sustentar a conclusão que alguém pretende dele extrair, uma suspeita pode justificar a investigação sem justificar a condenação, e o levantamento de um sigilo pode trazer ao conhecimento público fatos importantes sem entregar, com eles, aquilo que chamaríamos a verdade do caso.

É aqui que eu modificaria uma das imagens de Knabben, e o faria precisamente porque a estimo, para conduzi-la um pouco mais longe.

Quando o sigilo cai, não é a verdade que aparece, ou pelo menos não é ainda: o que aparece é o minério, isto é, a matéria bruta na qual o ouro talvez esteja contido junto com tudo aquilo que ouro não é.

A verdade principia depois, quando o material revelado é confrontado com outros documentos, quando as versões se examinam reciprocamente, quando se estabelece a cronologia, quando se pergunta quem sabia o quê e em que momento veio a sabê-lo, quando se distingue o indício da prova.

A associação da causalidade, a proximidade da cumplicidade e a irregularidade do crime; e principia, sobretudo, no instante em que concedemos àquele de quem desconfiamos a possibilidade de que os fatos não signifiquem aquilo que gostaríamos que eles significassem.

Esse é o fogo. O fogo verdadeiro não é a publicação, mas o exame.

O ouro

Por isso a imagem do ouro é tão apropriada, já que ninguém reconhece o ouro porque alguém escreveu "ouro" sobre a pedra, sendo necessário separá-lo daquilo que o acompanha.

O livro dos Provérbios formula a metáfora com concisão admirável ao dizer que o crisol é para a prata e o forno para o ouro, mas que o Eterno é quem prova os corações, deslocando para o interior do homem o mesmo princípio que testa o meta.

E esse deslocamento é essencial, porque o refinamento que exigimos das instituições não pode ser recusado quando chega à consciência de quem o exige.

Quem sabe resida exatamente aí o risco das épocas politicamente polarizadas, nas quais todos pedem fogo, quase sempre para o outro.

O fogo

Queremos que ele alcance o adversário, o governante de quem desconfiamos, o magistrado cuja atuação contestamos, o partido que rejeitamos, o empresário que nos parece comprometido, o jornalista que julgamos parcial; e o fogo, assim manejado, deixa de ser instrumento de purificação para converter-se em simples arma.

Ora, o fogo que escolhe de antemão aquilo que deve queimar já não procura ouro nenhum: procura combustível.

Rosh Hashaná rompe essa facilidade, pois a tradição não põe cada homem diante do tribunal para que apresente o rol dos pecados alheios, mas o coloca ele próprio diante do Juiz, e essa distinção, que parece pequena, muda tudo.

É também aqui que a gematria, desde que tratada como linguagem simbólica e não como máquina de antecipar acontecimentos, oferece uma possibilidade fascinante.

O ano 5787

O ano que começa é 5787, escrito tradicionalmente ?????, e suas duas últimas letras formam ??, paz, valendo peh oitenta e zayin sete, de sorte que paz soma oitenta e sete: justamente uma das palavras bíblicas para o ouro fino, precioso, depurado, o mesmo paz do Salmo 19, no qual os juízos verdadeiros são declarados mais desejáveis do que o ouro e do que muito ouro fino.

Não é preciso afirmar que 5787 "significa" o ano do ouro; basta perceber que o número autoriza o jogo interpretativo, porque o símbolo não obriga a realidade, apenas nos oferece uma pergunta.

Que seja, pois, um ano de paz; mas de que ouro estamos falando? O ouro da prosperidade seria a leitura mais imediata, embora exista outra, espiritualmente mais interessante, que é a do ouro restante depois do refinamento, não o brilho mas a substância, não aquilo que parecia valioso antes do fogo mas aquilo que continua valendo depois dele.

A verdade por trás dos números

Podemos avançar mais um passo, declarando agora, sem sombra de ambiguidade, que entramos no terreno de uma construção interpretativa nossa. ???, emet, possui valor gemátrico quatrocentos e quarenta e um.

Pois alef vale um, mem vale quarenta e tav vale quatrocentos; e a soma de seus algarismos nos devolve nove, exatamente como a soma dos algarismos de 5787 nos devolve vinte e sete, cuja redução é igualmente nove.

Nenhum tribunal admitiria semelhante operação como prova, nenhuma investigação deveria orientar-se por ela e nada se demonstra com isso; a Cabala, porém, jamais reduziu o número à condição de perícia criminal, porque a gematria pertence a outra ordem de leitura e procura ressonâncias, e a ressonância, neste caso, é bela: 5787 e ??? se encontram no nove.

Há ainda outra, que me parece mais eloquente. Retirado o milhar, como ordinariamente se faz na representação abreviada do ano, restam 787, cujos algarismos somam vinte e dois, que é o número das letras fundamentais do alfabeto hebraico.

E restituído o milhar, a soma alcança vinte e sete, que é o número das formas gráficas quando às vinte e duas letras se acrescentam as cinco finais, ?, ?, ?, ?, ?.

Não apresento isso como ensinamento recebido dos sábios, e sim como remez, como alusão construída, e é precisamente por isso que vale perguntar o que ela nos permite enxergar.

787 nos conduz às vinte e duas letras, 5787 nos conduz às vinte e sete formas, e dentro desse alfabeto emet vai de alef a tav, do princípio ao fim, tendo entre ambos o caminho.

Talvez a verdade seja exatamente isso, aquilo que exige percorrer o alfabeto inteiro quando a mentira já encontrou três letras vizinhas bastantes para formar uma narrativa.

O nosso tempo

E temos aqui uma imagem quase perfeita do nosso tempo, no qual a informação nunca esteve tão disponível sem que a verdade se tornasse proporcionalmente mais fácil.

Recebemos em segundos documentos, gravações fragmentárias, mensagens extraídas de telefones, denúncias, vídeos, recortes, delações, manchetes, decisões judiciais e comentários instantâneos.

E cada fragmento pode ser rigorosamente verdadeiro sem que o quadro construído com eles deixe de ser falso, porque a mentira mais sofisticada dispensa a invenção de fatos e se contenta em selecionar verdades, sendo perfeitamente possível mentir apenas escolhendo com acerto aquilo que será mostrado e aquilo que permanecerá fora do enquadramento.

Emet exige o contrário: alef, mem, tav, o começo, o percurso e o fim.

O fogo imparcial

Isso nos devolve ao Brasil. Se os documentos antes sigilosos revelarem corrupção, que os responsáveis respondam, seja qual for sua posição, partido, ideologia ou função; se revelarem irregularidades cometidas por pessoas que admiramos, o fogo não pode ser diminuído para protegê-las.

E se as acusações dirigidas contra aqueles que combatemos não resistirem ao exame, tampouco nos é lícito conservar a condenação apenas porque ela nos convém politicamente. Fora disso não estaremos buscando verdade alguma, e sim escolhendo a escória e o ouro antes mesmo de acender o forno.

Shabbat

Existe ainda uma coincidência extraordinariamente apropriada a este ano, pois o primeiro dia de Rosh Hashaná, 12 de setembro de 2026, cai em Shabbat. Costumamos pensar a festa pelo som do shofar, aquele chamado ancestral que rompe o torpor da consciência.

Quando, porém, o primeiro dia coincide com o Shabbat, a prática rabínica tradicional é não tocá-lo, e a antiga tensão entre as expressões bíblicas yom teruá, dia do toque, e zikhron teruá, memória do toque, adquire uma ressonância especial.

Eis uma imagem que Knabben não utilizou e que me parece completar toda a construção: 5787 começa em silêncio.

O ano que podemos simbolicamente associar à verdade e ao refinamento não se inaugura com alguém gritando a verdade aos outros, e sim com a suspensão do som.

E talvez haja nisso uma sabedoria que nos escapa, a de ouvir antes de falar, de examinar antes de acusar, de ler o documento inteiro antes de decidir o que ele prova, de suportar a dúvida por algum tempo antes de converter o indício em certeza, e de perguntar de onde nós próprios precisamos retornar antes de exigir que alguém faça teshuvá.

O silêncio do primeiro dia não nega o shofar: prepara-o. E a dúvida metodológica não é inimiga da verdade, sendo antes uma das maneiras pelas quais nos recusamos a substituí-la pela pressa.

Após o percurso

É somente depois desse percurso que o Salmo 19 pode ser relido em toda a sua força. Aquilo que no início aparecia como uma sequência admirável de imagens revela agora uma ordem moral: os juízos são verdadeiros e justos, por isso valem mais do que o ouro fino e podem, enfim, ser mais doces do que o mel.

A doçura, portanto, não antecede a prova; vem depois dela.

O ouro tampouco é valioso porque reluz, mas porque suporta o processo que separa o metal daquilo que apenas o acompanha. Julgamento, verdade, ouro e mel deixam então de ser quatro símbolos justapostos e passam a formar um percurso.

Costumamos desejar Shaná Tová Umetuká, um ano bom e doce, comemos maçã com mel e pedimos que a doçura alcance aqueles que amamos; mas o Salmo impõe à metáfora uma condição mais austera, porque nele a doçura vem depois da verdade e o ouro vem depois da possibilidade do fogo.

Uma sociedade que deseja apenas o mel, recusando o julgamento, termina intoxicada pela própria complacência; uma sociedade que deseja apenas o fogo, recusando a misericórdia e o devido processo, termina incendiada pela vingança.

E o difícil, o raríssimo, é conservar unidos os elementos que nossa paixão gostaria de separar, a verdade e a misericórdia, o julgamento e a justiça, o rigor e a humildade.

Foi por isso que a mensagem de um amigo, recebida neste Rosh Hashaná, me pareceu completar involuntariamente a reflexão, pois ao desejar um ano bom e doce ele pediu ao Todo-Poderoso que nos ajudasse a discernir entre o certo e o errado, a vítima e o culpado.

Discernir

A palavra essencial talvez seja discernir, que não é punir, nem absolver, nem confirmar aquilo que já pensávamos; e o fogo também discerne, uma vez que não cria o ouro e apenas revela a diferença entre aquilo que é ouro e aquilo que estava a ele misturado.

Talvez seja essa a leitura mais fértil de 5787.

Não o ano em que nossos adversários serão desmascarados, o que seria pequeno demais; nem o ano em que uma profecia judaica se realizaria no Brasil, o que seria converter o símbolo em superstição.

Mas um ano no qual aceitemos a disciplina do fogo, com as instituições submetidas à prova, as autoridades submetidas à prova, as acusações submetidas à prova, as narrativas submetidas à prova e, acima de tudo, nós mesmos submetidos ao critério que exigimos dos outros.

A pergunta

Porque ao final existe uma pergunta da qual ninguém escapa, e ela indaga o que restará de nós quando o fogo terminar.

Se nossas convicções sobreviverão às evidências que as contrariam, se nossa indignação continuará a mesma quando o culpado pertencer ao nosso lado, se nossa defesa do devido processo permanecerá firme quando o acusado for alguém que detestamos, se nossa exigência de transparência subsistirá quando os documentos atingirem aqueles que admiramos.

Caso não permaneça, aquilo que chamávamos princípio era apenas preferência; caso permaneça, teremos encontrado ouro.

Talvez seja por isso que emet é palavra tão exigente, começando no alef e só terminando no tav, sem permitir que desçamos do percurso na letra que mais nos convém.

A verdade pede o alfabeto inteiro.

o ouro, o fogo e a exposição

E talvez esteja aí a mais bela possibilidade escondida na aproximação que Knabben percebeu, pois ele viu o ouro, o fogo e a exposição daquilo que estava oculto, e nos é dado subir em seus ombros para enxergar um pouco mais longe.

O sigilo levantado não é o fim, mas o começo; o escândalo não é a verdade, mas matéria de investigação; o fogo não é a sentença, mas o processo de separação; o ouro não é aquele que acusa, mas aquilo que resiste.

E Rosh Hashaná não é o tribunal ao qual conduzimos nossos inimigos para que sejam julgados, e sim o dia em que descobrimos que também estamos na fila, um a um, diante do mesmo Juiz.

Talvez seja por isso, ainda, que o novo ano possa começar no silêncio e terminar numa oração.

Que 5787 seja realmente um ano de ??, de ouro fino, não porque tudo aquilo que desejamos venha a prosperar, mas porque tenhamos a coragem de colocar no fogo o que julgávamos precioso para descobrir-lhe o valor verdadeiro.

Que seja um ano de ???, não porque os outros sejam afinal desmascarados, mas porque aceitemos a verdade inteira, inclusive quando ela nos constranger; que a justiça saiba distinguir o culpado da vítima, que a misericórdia jamais se converta em cumplicidade e que o rigor jamais se converta em vingança;

Que aquilo que estiver escondido venha à luz quando a justiça o exigir, e que aquilo que vier à luz não seja condenado antes de atravessar o exame.

E que, terminado o fogo, reste o que é real, porque se for ouro há de permanecer e se for verdade há de permanecer, sendo todo o resto apenas brilho.

Shaná Tová Umetuká.

(*) O autor é advogado, Procurador do Estado aposentado, ex-Procurador-Geral do Estado do Amazonas e membro da Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas.

TRE manda retirar propaganda de Raquel Lyra que relaciona João Campos a denúncia em concurso público

13/09/2026

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE) determinou a retirada de uma peça de propaganda da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) que relaciona o ex-prefeito do Recife e também candidato ao governo, João Campos (PSB), às denúncias de um suposto favorecimento na mudança do resultado de um concurso público para procurador do município, em 2025.

Debate

O tema também foi abordado por Raquel Lyra durante o debate promovido pela Rádio Cidade FM, em Caruaru, na sexta-feira (11). A candidata usou uma réplica para afirmar que nunca foi "fura-fila" e voltou a citar a controvérsia envolvendo a alteração do resultado da seleção, que resultou na nomeação do filho de um juiz .

A decisão

A decisão foi proferida pelo desembargador eleitoral Luiz Gustavo Mendonça de Araújo em ação movida pela Frente Popular de Pernambuco, coligação que representa João Campos. No documento, o magistrado concedeu tutela de...

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE) determinou a retirada de uma peça de propaganda da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) que relaciona o ex-prefeito do Recife e também candidato ao governo, João Campos (PSB), às denúncias de um suposto favorecimento na mudança do resultado de um concurso público para procurador do município, em 2025.

Debate

O tema também foi abordado por Raquel Lyra durante o debate promovido pela Rádio Cidade FM, em Caruaru, na sexta-feira (11). A candidata usou uma réplica para afirmar que nunca foi "fura-fila" e voltou a citar a controvérsia envolvendo a alteração do resultado da seleção, que resultou na nomeação do filho de um juiz .

A decisão

A decisão foi proferida pelo desembargador eleitoral Luiz Gustavo Mendonça de Araújo em ação movida pela Frente Popular de Pernambuco, coligação que representa João Campos. No documento, o magistrado concedeu tutela de urgência para interromper a veiculação da propaganda.

Solicitou

No processo, a defesa do ex-prefeito também solicitou um direito de resposta. No entanto, o desembargador eleitoral determinou que esse pedido fosse analisado posteriormente pela Justiça Eleitoral.

Recife celebra Parada da Diversidade na orla de Boa Viagem

13/09/2026

Centenas de pessoas se reuniram hoje, domingo, (13/09), na orla de Boa Viagem, no Parque Dona Lindu, para celebrar a 25ª edição da Parada da Diversidade de Pernambuco.

Conscientização sobre a importância do voto

Em ano eleitoral, o evento trouxe como lema a conscientização a respeito da importância do voto.
Com o tema “De pé, com o orgulho – Nossos corpos existem, nosso voto decide”, a edição de 2026 terá como um dos principais focos a participação política da população LGBTQIA+, no âmbito das Eleições 2026.

Representatividade

A proposta é relacionar a defesa de direitos e a representatividade à importância do voto e da participação nas decisões que afetam a sociedade.

Primeiro desfile

A Parada da Diversidade teve seu primeiro desfile realizado em junho de 2002. Em 2026, pelo segundo ano consecutivo, não haverá o desfile de trios elétricos pela Avenida Boa Viagem por...

Centenas de pessoas se reuniram hoje, domingo, (13/09), na orla de Boa Viagem, no Parque Dona Lindu, para celebrar a 25ª edição da Parada da Diversidade de Pernambuco.

Conscientização sobre a importância do voto

Em ano eleitoral, o evento trouxe como lema a conscientização a respeito da importância do voto.
Com o tema “De pé, com o orgulho – Nossos corpos existem, nosso voto decide”, a edição de 2026 terá como um dos principais focos a participação política da população LGBTQIA+, no âmbito das Eleições 2026.

Representatividade

A proposta é relacionar a defesa de direitos e a representatividade à importância do voto e da participação nas decisões que afetam a sociedade.

Primeiro desfile

A Parada da Diversidade teve seu primeiro desfile realizado em junho de 2002. Em 2026, pelo segundo ano consecutivo, não haverá o desfile de trios elétricos pela Avenida Boa Viagem por causa das obras na orla da praia. Também foram montados esquemas especiais de trânsito e segurança, com uso de drones e sistema de reconhecimento facial.

Organizado

O evento é organizado pela Associação da Parada da Diversidade de Pernambuco (APDPE), que reúne entidades ligadas ao movimento LGBTQIA+

Boa pergunta - Raquel Teixeira Lyra teria que devolver o R$ 1,2 milhão que recebeu a mais do que poderia?

13/09/2026

A questão do salário da governadora levanta outra pergunta incômoda: onde danado foi parar esse dinheirão todo, mais de R$ 2 milhões e duzentos mil que ela recebeu como procuradora?
A governadora tem reafirmado nas redes sociais que seu patrimônio é inferior a R$ 400 mil. E, segundo sua declaração à Justiça Eleitoral, conseguiu a proeza de ter R$ 1,00 na conta corrente.

O fato

Professor de Direito Constitucional ouvido pelo site Brasil 247 afirma que Constituição não permite a governante de Estado optar pela remuneração do cargo de origem e cita precedente do STF que restringe essa possibilidade a prefeitos e vereadores.

Pela lei

Uma norma aprovada pela Assembleia Legislativa não pode criar uma possibilidade de remuneração incompatível com os limites estabelecidos pela Constituição.

Nesse caso

Se prevalecer esse entendimento,
e ficar comprovada a má-fé, qualq...

A questão do salário da governadora levanta outra pergunta incômoda: onde danado foi parar esse dinheirão todo, mais de R$ 2 milhões e duzentos mil que ela recebeu como procuradora?
A governadora tem reafirmado nas redes sociais que seu patrimônio é inferior a R$ 400 mil. E, segundo sua declaração à Justiça Eleitoral, conseguiu a proeza de ter R$ 1,00 na conta corrente.

O fato

Professor de Direito Constitucional ouvido pelo site Brasil 247 afirma que Constituição não permite a governante de Estado optar pela remuneração do cargo de origem e cita precedente do STF que restringe essa possibilidade a prefeitos e vereadores.

Pela lei

Uma norma aprovada pela Assembleia Legislativa não pode criar uma possibilidade de remuneração incompatível com os limites estabelecidos pela Constituição.

Nesse caso

Se prevalecer esse entendimento,
e ficar comprovada a má-fé, qualquer servidor público pode ser obrigado a devolver a diferença. Com R$ 1,00 na conta, será complicado.






Dark Horse: Dino retira sigilo de material da polícia de SP sobre produtora

13/09/2026

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Flávio Dino, hoje, domingo (13/09) tomou a decisão de retirar o sigilo da investigação do caso Dark Horse. O caso apura possível direcionamento de emendas parlamentares para o financiamento da cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro(PL).

Entregar à polícia

O ministro ainda mandou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo entregar à Polícia Federal todo o material bruto extraído de celulares apreendidos, além dos aparelhos, computadores e documentos recolhidos.

Uso de emendas parlamentares

A investigação é uma das duas frentes no STF relacionadas ao financiamento de “Dark Horse”. O braço relatado por Dino mira o possível uso irregular de emendas parlamentares. O outro inquérito sobre a obra está sob relatoria do ministro André Mendonça.

Alvos da investigação

Entre os alvos da investigação de Dino estão o deputado federal...

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Flávio Dino, hoje, domingo (13/09) tomou a decisão de retirar o sigilo da investigação do caso Dark Horse. O caso apura possível direcionamento de emendas parlamentares para o financiamento da cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro(PL).

Entregar à polícia

O ministro ainda mandou a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo entregar à Polícia Federal todo o material bruto extraído de celulares apreendidos, além dos aparelhos, computadores e documentos recolhidos.

Uso de emendas parlamentares

A investigação é uma das duas frentes no STF relacionadas ao financiamento de “Dark Horse”. O braço relatado por Dino mira o possível uso irregular de emendas parlamentares. O outro inquérito sobre a obra está sob relatoria do ministro André Mendonça.

Alvos da investigação

Entre os alvos da investigação de Dino estão o deputado federal Mario Frias (PL-SP), produtor executivo do longa e ex-secretário de Cultura do governo Bolsonaro, e Karina Gama, dona da Go Up.

Mandados de busca e apreensão em 3 estados e no DF

Na última quinta-feira (10/09), a Polícia Federal cumpriu 49 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Ceará na Operação Make Up, autorizada por Dino. Frias e Karina estavam entre os alvos.

Organização criminosa

Segundo a PF, a investigação apura a atuação de uma suposta organização criminosa formada por agentes públicos e privados e suspeita de direcionar recursos recebidos por meio de emendas para empresas contratadas de maneira irregular e sem comprovação da efetiva prestação dos serviços.

Esquema de desvio

No despacho deste domingo, Dino afirmou que, após analisar o material produzido pela investigação da Polícia Civil de São Paulo, os elementos indicam um possível “sofisticado esquema de destinação e desvio de recursos públicos”, principalmente de emendas parlamentares federais.

Frias e Go Up

A apuração também cita movimentações entre Frias e a Go Up. Segundo a PF, o deputado teria enviado valores à empresa em montante considerado incompatível com os rendimentos declarados por ele.

Esclarecimento sobre emenda parlamentar

Em março, Dino já havia determinado que Frias prestasse esclarecimentos sobre uma emenda parlamentar de R$ 2 milhões destinada ao Instituto Conhecer Brasil, ONG ligada à produtora do filme. O ministro pediu informações sobre possíveis irregularidades na execução desses recursos.

Frias negou

Em manifestação enviada ao Supremo em maio, Frias negou irregularidades e afirmou que os valores tiveram finalidade social.

Justificativa para ação

Para justificar o levantamento do sigilo neste domingo, Dino citou decisões recentes de Mendonça e Edson Fachin e afirmou que há uma “viragem jurisprudencial em curso” no STF sobre a publicidade de investigações.

Mencionou

O ministro também mencionou o risco de “vazamentos seletivos” e disse que investigados em situações semelhantes devem receber o mesmo tratamento.

Veneziano garante empenho para construção de ponte que vai beneficiar mais de dez cidades do sertão paraibano

13/09/2026

Uma obra histórica. O senador e candidato à reeleição, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), garantiu empenho para a construção da sonhada Ponte do Padre Solon, sobre o Rio Piranhas. A obra vai beneficiar diretamente as populações de mais de 10 cidades do sertão da Paraíba.

Destinou

Para a concretização desta obra, Veneziano destinou R$ 7 milhões, valor que receberá uma complementação do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

“Nós estamos destinando este valor de R$ 7 milhões, através de uma emenda de comissão que nós indicamos, e o restante nós já conversamos com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional para que haja a complementação, a depender apenas do projeto que será elaborado pelas prefeituras beneficiadas”, disse Veneziano.

3º eixo da Transposição do Rio São Francisco

Ainda sobre segurança hídrica, o senador Veneziano tem defendido ativamente a viabilização...

Uma obra histórica. O senador e candidato à reeleição, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), garantiu empenho para a construção da sonhada Ponte do Padre Solon, sobre o Rio Piranhas. A obra vai beneficiar diretamente as populações de mais de 10 cidades do sertão da Paraíba.

Destinou

Para a concretização desta obra, Veneziano destinou R$ 7 milhões, valor que receberá uma complementação do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional.

“Nós estamos destinando este valor de R$ 7 milhões, através de uma emenda de comissão que nós indicamos, e o restante nós já conversamos com o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional para que haja a complementação, a depender apenas do projeto que será elaborado pelas prefeituras beneficiadas”, disse Veneziano.

3º eixo da Transposição do Rio São Francisco

Ainda sobre segurança hídrica, o senador Veneziano tem defendido ativamente a viabilização e a aceleração das obras do Ramal Piancó, considerado o 3º eixo da Transposição do Rio São Francisco na Paraíba. A obra é apontada como crucial para garantir o abastecimento de água do Vale do Piancó e regiões próximas.

Recebeu

Recentemente Veneziano recebeu prefeitos de 13 cidades do Vale do Piancó, onde reafirmou o seu compromisso em continuar buscando recursos para o Sertão paraibano. Este ano Veneziano já tratou da construção do Ramal Piancó (3º eixo da Transposição do Rio São Francisco na Paraíba, no Ministério da Integração Nacional, com o ministro Waldez Góes.

Crucial

Veneziano classificou a obra como crucial para a segurança hídrica do Vale do Piancó e regiões adjacentes, para levar água do São Francisco, a partir de Conceição, perenizando o Rio Piancó. Ele lembrou que quando estiver concluído, o Ramal vai garantir abastecimento em áreas de estiagem frequente, beneficiando mais de 1 milhão de habitantes.

Lembrou

O Senador lembrou que recebeu do Ministro a garantia de que está tudo pronto para a licitação, prevista para este ano, a depender apenas da licença ambiental.

O Poder

Candidato ao Senado, André Gadelha defende fortalecimento da saúde nos municípios para facilitar vida dos paraibanos

13/09/2026

Ao participar de um debate neste final de semana em Cajazeiras, promovido pela TV Diário no Sertão, o candidato ao Senado pela Paraíba, André Gadelha (MDB), defendeu o fortalecimento das estruturas de saúde nos municípios como forma de facilitar a vida dos paraibanos, principalmente, nas cidades de menor porte.

Escassez de recursos

André Gadelha ressaltou que a escassez de recursos para descentralizar os serviços de saúde está diretamente associada ao mau uso das verbas públicas e as relações promíscuas no ambiente político.

Falta de assistência

André Gadelha ressaltou que a falta de assistência médica adequada no interior obriga famílias a se mudarem para a capital de favor ou a arcarem com custos de aluguel, gerando ociosidade e vulnerabilidade social para os jovens.

Apoio ao produtor rural

André voltou a defender um maior investimento na agricultura no Sertão paraibano,...

Ao participar de um debate neste final de semana em Cajazeiras, promovido pela TV Diário no Sertão, o candidato ao Senado pela Paraíba, André Gadelha (MDB), defendeu o fortalecimento das estruturas de saúde nos municípios como forma de facilitar a vida dos paraibanos, principalmente, nas cidades de menor porte.

Escassez de recursos

André Gadelha ressaltou que a escassez de recursos para descentralizar os serviços de saúde está diretamente associada ao mau uso das verbas públicas e as relações promíscuas no ambiente político.

Falta de assistência

André Gadelha ressaltou que a falta de assistência médica adequada no interior obriga famílias a se mudarem para a capital de favor ou a arcarem com custos de aluguel, gerando ociosidade e vulnerabilidade social para os jovens.

Apoio ao produtor rural

André voltou a defender um maior investimento na agricultura no Sertão paraibano, que garanta a geração de 30 mil empregos diretos. Nesse sentido, ele prometeu apresentar propostas de apoio ao produtor rural, como a criação de um “seguro antissafra” para garantir renda ao homem do campo nos períodos de entressafra, reafirmando a necessidade de romper com práticas tradicionais da política regional.

Transposição

Ele outro debate, André lembrou que o Sertão vem sendo beneficiado com as águas da transposição do rio São Francisco, mas há pouca percepção de como ela pode alavancar a geração de empregos.

“O Alto Sertão, que recebe aguás do rio São Francisco, temos que ter um olhar clínico para lá. Sousa tem 5 mil hectares em São Gonçalo, que pode ser expandido para 10 mil se a gente fizer um investimento de R$ 150 milhões, substituindo canais abertos por tubulações. A gente diminui o desperdício, diminui a evaporação e utiliza 30% do que a gente está usando hoje para manter 5 mil hectares. Investimento pequeno. Se eu colocar um casal para trabalhar por hectare, tenho 20 mil empregos gerados diretamente”, afirmou o candidato.

Vale do Piancó

Outra região citada por André Gadelha foi o Vale do Piancó. Segundo ele, investimentos em agricultura podem fazer a localidade ter 10 mil novos empregos diretos. No entanto, ele condicionou essas transformações a outros investimentos em infraestrutura.

“O Vale do Piancó vamos transformar em uma Petrolina. Se pegar mil hectares por cidade, teremos 18 mil. Tem a região de Pombal, de Cajazeiras. Vamos transformar a Paraíba em celeiro de produção. Ninguém tem terras melhores do que a nossa Paraíba. Vamos lutar por um braço da Transnordestina. Com a grande produção, teremos uma grande quantidade de caminhões e não temos rodovia para isso. Estamos lutando pela triplicação”, argumentou André Gadelha.

O Poder

Fachin não quer adiar julgamento e pretende resolver crise antes de eleição

13/09/2026

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, marcou os julgamento de pedidos de investigação dos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça para os dias 15 e 23 de setembro respectivamente. A intenção é que ocorram antes do primeiro turno das eleições, mas podem ser adiados por pedido de vista - mais tempo para análise - por algum magistrado.

Anúncio da data

Fachin anunciou a data em ofício de resposta ao ministro Alexandre de Moraes no dia de ontem, sábado (12/09). O ministro havia solicitado que o pedido de investigação contra Mendonça fosse analisado na terça-feira (15/09), na mesma sessão de análise de apuração contra Moraes.

Mendonça em fase de instrução

No documento, Fachin afirma que a análise em sessões separadas assegura um “adequado direcionamento dos trabalhos” e destaca que o pedido contra Mendonça ainda está em fase de instrução.

Fala do presidente

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, marcou os julgamento de pedidos de investigação dos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça para os dias 15 e 23 de setembro respectivamente. A intenção é que ocorram antes do primeiro turno das eleições, mas podem ser adiados por pedido de vista - mais tempo para análise - por algum magistrado.

Anúncio da data

Fachin anunciou a data em ofício de resposta ao ministro Alexandre de Moraes no dia de ontem, sábado (12/09). O ministro havia solicitado que o pedido de investigação contra Mendonça fosse analisado na terça-feira (15/09), na mesma sessão de análise de apuração contra Moraes.

Mendonça em fase de instrução

No documento, Fachin afirma que a análise em sessões separadas assegura um “adequado direcionamento dos trabalhos” e destaca que o pedido contra Mendonça ainda está em fase de instrução.

Fala do presidente

“A liberação para inclusão imediata em calendário importaria na submissão ao plenário de matéria cuja instrução preliminar ainda não se encontra concluída”, disse.
O magistrado destaca que o prazo para a prestação das informações solicitadas a Mendonça se encerra na segunda-feira (14/09), véspera do julgamento sobre Moraes.

Envolvimento de Alexandre de Moraes com Vorcaro

O pedido contra Moraes se refere ao seu envolvimento com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Mendonça pediu a apuração de possíveis irregularidades envolvendo Alexandre de Moraes a partir de elementos encontrados pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

52 mensagens

Segundo o relatório policial, foram identificadas 52 mensagens enviadas por Vorcaro a Moraes. As informações vieram a público no início do mês, depois que Mendonça retirou o sigilo da investigação sobre as mensagens.

Usurpação

Já o pedido contra Mendonça se refere a acusação de usurpação da direção das investigações, condução irregular das tratativas de delação premiada e direcionamento de investigação contra Moraes.

Com a CNN

A verdadeira história da frota de 1500 - A elite de Sagres e o destino calculado, por Zé da Flauta *

13/09/2026

A história oficial que nos ensinaram na escola adora pintar o nascimento do Brasil como uma comédia de erros náuticos. Diz a narrativa simplista que Pedro Álvares Cabral, distraído ao leme, tomou uma manobra errada nas calmarias do Atlântico, bateu o pé no freio e deu de cara com Monte Pascoal.

É uma visão quase ingênua, que prefere transformar o maior empreendimento científico da época num mero tropeço de sorte. Mas a verdade das caravelas é infinitamente mais fascinante do que o conto de fadas da ignorância: o Brasil não foi achado por acaso; foi encontrado por cálculo.

Tripulação

Para entender a grandeza daquela frota, é preciso olhar para quem estava no convés. Portugal não colocou a sua maior missão náutica nas mãos de marinheiros de primeira viagem. Alinhados ao lado de Cabral estavam mentes brilhantes como Bartolomeu Dias, o homem que dominou o temido Cabo das Tormentas, Nicolau Coelho, veterano das Índias, e o Mestre João, que...

A história oficial que nos ensinaram na escola adora pintar o nascimento do Brasil como uma comédia de erros náuticos. Diz a narrativa simplista que Pedro Álvares Cabral, distraído ao leme, tomou uma manobra errada nas calmarias do Atlântico, bateu o pé no freio e deu de cara com Monte Pascoal.

É uma visão quase ingênua, que prefere transformar o maior empreendimento científico da época num mero tropeço de sorte. Mas a verdade das caravelas é infinitamente mais fascinante do que o conto de fadas da ignorância: o Brasil não foi achado por acaso; foi encontrado por cálculo.

Tripulação

Para entender a grandeza daquela frota, é preciso olhar para quem estava no convés. Portugal não colocou a sua maior missão náutica nas mãos de marinheiros de primeira viagem. Alinhados ao lado de Cabral estavam mentes brilhantes como Bartolomeu Dias, o homem que dominou o temido Cabo das Tormentas, Nicolau Coelho, veterano das Índias, e o Mestre João, que traduzia o céu no astrolábio e desenhava a latitude no Cruzeiro do Sul.

Não era um bando de perdidos no oceano; era a verdadeira seleção da ciência náutica do Ocidente. Cada ajuste de vela e cada manobra da "Volta do Mar" atendiam a um rigor cartográfico que a historiografia tonta tentou apagar.

Audácia

Há poesia em perceber que o mapa do nosso destino já estava traçado na mente daqueles homens antes mesmo da madeira ranger na areia da Bahia. Quando embarcaram as caravelas para o oeste em um arco calculado, sabiam exatamente que o Atlântico escondia segredos cobrados pelo Tratado de Tordesilhas.

A audácia daqueles navegadores não residia na sorte desajeitada, mas na coragem filosófica de lançar-se ao desconhecido amparados unicamente pelo conhecimento, pela matemática e pela observação das estrelas. O mar não perdoa amadores, e a Coroa Portuguesa sabia disso melhor do que ninguém.

Ciência e rigor

Reescrever esse olhar é um ato de justiça com a nossa própria origem e um exercício de orgulho. Olhar para o horizonte e saber que a nossa terra emergiu das águas não por um cochilo da história, mas pela precisão de quem conhecia o sopro dos ventos, muda completamente a perspectiva do que somos.

Fomos moldados pela ciência, pelo rigor e pelo encontro de mundos em alta escala geopolítica. O Brasil não é fruto do acaso; é o resultado da inteligência e do peito aberto de quem teve a ousadia de navegar para onde as estrelas mandavam.

Até a próxima!
Zé da Flauta é compositor e cronista


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Cálculo - Raquel Teixeira Lyra recebeu R$ 1,2 milhão a mais do que poderia, diz especialista

13/09/2026

Professor de Direito Constitucional ouvido pelo site Brasil 247 afirma que Constituição não permite a governante de Estado optar pela remuneração do cargo de origem e cita precedente do STF que restringe essa possibilidade a prefeitos e vereadores.

A notícia

A opção da governadora Raquel Lyra (PSD) por receber a remuneração do cargo de procuradora do Estado, em vez do subsídio correspondente ao cargo de governadora de Pernambuco, é questionada por um especialista em Direito Constitucional ouvido pelo Brasil 247. Segundo a publicação, a diferença acumulada entre os valores recebidos e o subsídio do Executivo estadual chegaria a aproximadamente R$ 1,2 milhão.

Consultado pelo portal

O advogado Antonio Carlos Freitas Jr., doutor em Direito Constitucional pela Universidade de São Paulo (USP) e professor da Fundação Santo André, sustenta que a Constituição Federal não autoriza governadores a escolherem entre o subsídi...

Professor de Direito Constitucional ouvido pelo site Brasil 247 afirma que Constituição não permite a governante de Estado optar pela remuneração do cargo de origem e cita precedente do STF que restringe essa possibilidade a prefeitos e vereadores.

A notícia

A opção da governadora Raquel Lyra (PSD) por receber a remuneração do cargo de procuradora do Estado, em vez do subsídio correspondente ao cargo de governadora de Pernambuco, é questionada por um especialista em Direito Constitucional ouvido pelo Brasil 247. Segundo a publicação, a diferença acumulada entre os valores recebidos e o subsídio do Executivo estadual chegaria a aproximadamente R$ 1,2 milhão.

Consultado pelo portal

O advogado Antonio Carlos Freitas Jr., doutor em Direito Constitucional pela Universidade de São Paulo (USP) e professor da Fundação Santo André, sustenta que a Constituição Federal não autoriza governadores a escolherem entre o subsídio do mandato eletivo e a remuneração do cargo público de origem.

O especialista

Fundamenta sua avaliação também em precedente do Supremo Tribunal Federal (STF). Na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 1.381, originária de Alagoas, a Corte analisou uma norma que permitia a agente público eleito optar pela fonte de remuneração. De acordo com Freitas Jr., o entendimento constitucional é de que a possibilidade de escolha prevista expressamente pela Constituição alcança cargos eletivos municipais, como prefeito e vereador, não podendo ser automaticamente estendida aos governadores.

A discussão

Ganha relevância porque Raquel Teixeira Lyra teria aberto mão do subsídio de governadora, de aproximadamente R$ 22 mil, para continuar recebendo como procuradora do Estado. Segundo o Brasil 247, os vencimentos vinculados à carreira chegaram à faixa de R$ 60 mil em determinados meses. No período analisado pela reportagem, a governadora teria recebido aproximadamente R$ 2,2 milhões como procuradora.

O professor

Também contesta o argumento de que uma legislação estadual poderia dar sustentação jurídica à escolha. Para ele, uma norma aprovada pela Assembleia Legislativa não pode criar uma possibilidade de remuneração incompatível com os limites estabelecidos pela Constituição Federal.

Fala quem sabe

“Argumentar que existe uma lei estadual de 2023 que permite optar pela remuneração não garante nada se ela afronta a Constituição. Essa possibilidade só existe para cargos municipais, ou seja, de vereador e prefeito”, afirmou o constitucionalista.

Na avaliação do professor

A existência de uma lei estadual não encerra a controvérsia. Caso a norma esteja em desacordo com a Constituição, sua validade pode ser submetida ao controle de constitucionalidade pelo Judiciário.

O ponto central

Levantado pelo especialista é que a Constituição estabelece expressamente as situações em que o agente público eleito pode optar por sua remuneração. Para Freitas Jr., como não há previsão equivalente para governador, não seria possível ampliar essa exceção por meio de legislação estadual.

Além da dimensão jurídica

O professor afirma enxergar uma questão de natureza moral no caso. “Vejo que há uma questão de ordem constitucional e outra de ordem moral”, declarou, ressaltando a importância do controle de constitucionalidade sobre leis aprovadas pelo Legislativo.

A análise

Coloca sob questionamento não apenas a escolha feita pela governadora, mas também os valores pagos ao longo do mandato. Caso prevaleça a interpretação defendida pelo constitucionalista, a controvérsia passa a envolver a legalidade da diferença entre a remuneração recebida como procuradora e o subsídio correspondente ao cargo de governadora.

Presidenciáveis programam encontros, lives e visitas neste domingo

13/09/2026

A agenda dos candidatos à presidência da República neste fim de semana inclui atos e mobilizações políticas, congressos e encontros com diferentes segmentos da sociedade. Hoje, domingo (13/09), os presidenciáveis diminuíram o ritmo da campanha. Encontros, lives e visitas, vão marcar as agendas dos candidatos ao Palácio do Planalto.

Confira:

Flávio Bolsonaro (PL)
Presidente Prudente (SP)
10h - Grande Encontro da Direita - Ginásio de Esportes do Tênis Clube - Av. Washington Luiz, 1841 – Jardim Paulista
14h30 - Encontro das Mulheres - Salão Nobre do Toledo Prudente Centro Universitário - R. Alvino Gomes Teixeira, 245 - bairro Vila Furquim

Lula (PT)
Neste domingo (13/090), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não possui compromissos oficiais institucionais registrados na Agenda Oficial do Planalto.
No entanto, o dia é marcado por uma mobilização nacional convocada pelo Partido dos Trabalhadores (PT)...

A agenda dos candidatos à presidência da República neste fim de semana inclui atos e mobilizações políticas, congressos e encontros com diferentes segmentos da sociedade. Hoje, domingo (13/09), os presidenciáveis diminuíram o ritmo da campanha. Encontros, lives e visitas, vão marcar as agendas dos candidatos ao Palácio do Planalto.

Confira:

Flávio Bolsonaro (PL)
Presidente Prudente (SP)
10h - Grande Encontro da Direita - Ginásio de Esportes do Tênis Clube - Av. Washington Luiz, 1841 – Jardim Paulista
14h30 - Encontro das Mulheres - Salão Nobre do Toledo Prudente Centro Universitário - R. Alvino Gomes Teixeira, 245 - bairro Vila Furquim

Lula (PT)
Neste domingo (13/090), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não possui compromissos oficiais institucionais registrados na Agenda Oficial do Planalto.
No entanto, o dia é marcado por uma mobilização nacional convocada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) e aliados em apoio à sua campanha de reeleição, com a agenda descentralizada "Dia 13 com Lula nas ruas" ocorrendo de forma simultânea em diversos estados e capitais do país.
18h - Live com Lula

Renan Santos (Missão)
Sem agenda pública

Augusto Cury
São Paulo (SP)
11h - Visita ao Mercado Municipal - R. da Cantareira, 306, Centro
14h30 - Gravação de conteúdos de campanha

Ronaldo Caiado (PSD)
Caiado se encontra internado. O candidato à Presidência da República pelo Partido Social Democrático (PSD), Ronaldo Caiado, foi diagnosticado com pneumonia após ser internado no Hospital Vila Nova Star, na capital paulista.

Os demais candidatos não divulgaram a agenda deste domingo

O Poder

Site Brasil 247 repercute supersalário fura teto de Raquel Teixeira Lyra. Jurista diz que é ilegal e imoral

13/09/2026

A governadora de Pernambuco, Raquel Teixeira Lyra (PSD), recebeu R$ 2,2 milhões em salários e vantagens vinculados à carreira de procuradora do Estado durante os três anos e de mandato. Segundo o Portal da Transparência de Pernambuco, a remuneração mensal de Raquel chega a R$ 60,8 mil. Desse total, R$ 50,7 mil correspondem ao salário e R$ 10,1 mil a penduricalhos relacionadas à carreira de procuradora.

O valor acumulado

É quase três vezes superior ao subsídio atualmente destinado aos chefes do Poder Executivo pernambucano, de R$ 22 mil, e ultrapassa o teto constitucional do funcionalismo público brasileiro. Que, segundo a Constituição Federal nao pode ultrapassar o salário do ministro do STF, atualmente em pouco mais de R$ 46 mil.

Lei aprovada no início do mandato

Em janeiro de 2023, quando assumiu o governo de Pernambuco, Raquel Lyra encaminhou à Assembleia Legislativa um projeto que resultou na Lei 18.139/202...

A governadora de Pernambuco, Raquel Teixeira Lyra (PSD), recebeu R$ 2,2 milhões em salários e vantagens vinculados à carreira de procuradora do Estado durante os três anos e de mandato. Segundo o Portal da Transparência de Pernambuco, a remuneração mensal de Raquel chega a R$ 60,8 mil. Desse total, R$ 50,7 mil correspondem ao salário e R$ 10,1 mil a penduricalhos relacionadas à carreira de procuradora.

O valor acumulado

É quase três vezes superior ao subsídio atualmente destinado aos chefes do Poder Executivo pernambucano, de R$ 22 mil, e ultrapassa o teto constitucional do funcionalismo público brasileiro. Que, segundo a Constituição Federal nao pode ultrapassar o salário do ministro do STF, atualmente em pouco mais de R$ 46 mil.

Lei aprovada no início do mandato

Em janeiro de 2023, quando assumiu o governo de Pernambuco, Raquel Lyra encaminhou à Assembleia Legislativa um projeto que resultou na Lei 18.139/2023. A legislação aumentou o salário da governadora e estabeleceu que servidores ocupantes de cargos eletivos poderiam escolher a remuneração que considerassem mais vantajosa.

A própria Raquel

Optou pela remuneração correspondente à carreira de procuradora do Estado. De acordo com as informações apresentadas, porém, essa possibilidade entra em conflito com as regras constitucionais aplicáveis aos servidores eleitos para governos estaduais.

A Constituição

Permite que servidores eleitos governadores mantenham o vínculo com seus órgãos de origem, mas estabelece regras diferentes daquelas previstas para prefeitos e vereadores. Nos cargos municipais, a Constituição permite a escolha entre as remunerações.

O Estatuto dos Servidores de Pernambuco

Estabelecido por uma lei estadual de 1968, também determina a perda do vencimento do cargo efetivo durante o exercício de mandato eletivo remunerado, ressalvadas as exceções previstas para prefeitos e vereadores.

Especialista aponta inconstitucionalidade

O advogado Antonio Carlos Freitas Jr., doutor em direito constitucional pela Universidade de São Paulo (USP) e professor da Fundação Santo André, considera que Raquel Lyra não poderia ter escolhido a remuneração de procuradora.

Segundo ele

A Constituição e o entendimento firmado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) não permitem que governadores façam a mesma opção assegurada a prefeitos e vereadores. Na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 1.381, originária de Alagoas, o STF julgou improcedente o pedido de um militar eleito que buscava escolher a fonte de remuneração. Conforme o especialista, a Corte entendeu que essa possibilidade é restrita aos ocupantes de cargos municipais.

Fala quem entende

“Argumentar que existe uma lei estadual de 2023 que permite optar pela remuneração não garante nada se ela afronta a Constituição. Essa possibilidade só existe para cargos municipais, ou seja, de vereador e prefeito. Não cabe dizer que a Constituição deixa implícita a possibilidade sobre governadores, quando o próprio texto não abre uma exceção. Vejo que há uma questão de ordem constitucional e outra de ordem moral. Falhas como essas acontecem nas assembleias legislativas e na Câmara dos Deputados porque o processo legislativo é muito político. Por isso, é importante o controle de constitucionalidade”, argumenta.






Candidatos ao governo de Pernambuco intensificam a agendas de campanha no Agreste e na Zona da Mata neste domingo

13/09/2026

Há menos de 20 dias para as eleições, os candidatos ao Governo de Pernambuco intensificam a campanha e cumprem agendas hoje, domingo (13/09), no interior e na Região Metropolitana do Recife.

No Agreste e na Zona da Mata

João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) concentram a maior parte dos compromissos no Agreste e na Zona da Mata, enquanto Ivan Moraes (PSOL) realiza suas atividades na capital, Recife.

Raquel Lyra (PSD)

Raquel Lyra inicia a programação às 9h, com uma carreata ao lado de Uchoa Júnior passando por Itamaracá, Itapissuma, Igarassu e Abreu e Lima, com concentração na Praça do Pilar. Às 15h, participa de uma motociata em Lagoa do Carro, saindo do Espaço Celebrai. Às 16h, realiza caminhada em Paudalho, concentrando no Posto Shell, na BR-408. Às 20h, encerra o dia com caminhada no bairro Rio Verde, em Santa Cruz do Capibaribe.

João Campos (PSB)

João Campos começa o dia às...

Há menos de 20 dias para as eleições, os candidatos ao Governo de Pernambuco intensificam a campanha e cumprem agendas hoje, domingo (13/09), no interior e na Região Metropolitana do Recife.

No Agreste e na Zona da Mata

João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) concentram a maior parte dos compromissos no Agreste e na Zona da Mata, enquanto Ivan Moraes (PSOL) realiza suas atividades na capital, Recife.

Raquel Lyra (PSD)

Raquel Lyra inicia a programação às 9h, com uma carreata ao lado de Uchoa Júnior passando por Itamaracá, Itapissuma, Igarassu e Abreu e Lima, com concentração na Praça do Pilar. Às 15h, participa de uma motociata em Lagoa do Carro, saindo do Espaço Celebrai. Às 16h, realiza caminhada em Paudalho, concentrando no Posto Shell, na BR-408. Às 20h, encerra o dia com caminhada no bairro Rio Verde, em Santa Cruz do Capibaribe.

João Campos (PSB)

João Campos começa o dia às 11h00, com a Missa do Vaqueiro, em Canhotinho. Às 15h30, realiza a Caminhada 40 em Sanharó e, às 17h30, segue com a Caminhada 40 em São Caetano. O candidato encerra a agenda às 20h30, com uma Mini Carreata em Brejo da Madre de Deus.

Ivan Moraes (PSOL)

Ivan Moraes começa a agenda às 10h, participando da 25ª Parada da Diversidade de Pernambuco, no Parque Dona Lindu, em Boa Viagem. Às 16h, o candidato participa do evento “Domingo Na Rua Por Lula”, ao lado do Grêmio Lítero Recreativo Cultural Misto Carnavalesco Eu Acho É Pouco, na Avenida Rio Branco, no Recife Antigo.


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A agenda no sábado

Seis dos oito candidatos ao governo de Pernambuco nas eleições de 2026 tiveram compromissos de campanha ontem, sábado (12/09). Entre as atividades, teve panfletagem, caminhadas e carreatas por cidades do Grande Recife, do Agreste e do Sertão.

Ivan Morais (PSOL)

O candidato do PSOL cumpriu, ao menos, quatro atos oficiais de campanha neste sábado (12). No início da tarde, Ivan Moraes participou de um almoço com a candidata a deputada estadual Yasmin Alves (PSOL) e apoiadores no bairro da Caxangá, na Zona Oeste do Recife.
Depois, o candidato fez panfletagem na concentração do bloco Troça Carnavalesca Mista Tá Maluco, durante as prévias de carnaval no Sítio Histórico de Olinda.

João Campos (PSB)

O ex-prefeito do Recife realizou, ao menos, duas minicarreatas em cidades do Agreste pernambucano. Pela manhã, ele andou ao lado de aliados pelas ruas de Orobó. À tarde, o candidato fez uma outra minicarreata, em Casinhas.

Professora Camila (UP)

A candidata da Unidade Popular (UP) cumpriu agenda de campanha no Sertão de estado. Pela manhã, fez panfletagem na feira livre de Afogados da Ingazeira e conversou com comerciantes da região.
O último compromisso oficial da agenda foi uma reunião com moradores da associação do bairro Padre Pedro Pereira, na mesma cidade.

Raquel Lyra (PSD)

A governadora e candidata à reeleição participou de três atos públicos de campanha neste sábado. Pela manhã, participou de uma caminhada "porta a porta" com moradores na comunidade do Alto Santa Isabel, no bairro de Casa Amarela, na Zona Norte do Recife.

À tarde, a candidata do PSD conversou com moradores da comunidade da Vila Santa Luiza, no bairro da Torre, também na Zona Norte. O último compromisso oficial do dia foi a participação em um ato político no comitê do candidato ao Senado Túlio Gadelha (PSD), à noite.

O Poder

Veneziano comanda uma das maiores carreatas da história de Campina Grande

13/09/2026

O senador e candidato à reeleição Veneziano Vital do Rêgo (MDB), comandou ontem, sábado (12/09), uma das maiores carreatas da história de Campina Grande. O evento, realizado a menos de 20 dias para as eleições, atraiu uma multidão, e reuniu além de Veneziano, o candidato ao Senado André Gadelha (MDB), Cícero Lucena (MDB), candidato a governador da Paraíba, Diego Cunha Lima, candidato à vice-governador, bem como, diversos candidatos a deputados federais e estaduais.

Os bairros

Sob sol quente, a mobilização começou no começo da tarde na avenida Prefeito Severino Cabral, tendo avançado pelos principais bairros da cidade, transformando o sábado em um dia especial na Rainha da Borborema. Para Veneziano, foi uma carreata época, marcante, inesquecível e uma das maiores já realizadas na cidade. A energia, vinda das ruas, segundo ele, contagiou todos.



Animação

Embalados pela animação, moradores foram às...

O senador e candidato à reeleição Veneziano Vital do Rêgo (MDB), comandou ontem, sábado (12/09), uma das maiores carreatas da história de Campina Grande. O evento, realizado a menos de 20 dias para as eleições, atraiu uma multidão, e reuniu além de Veneziano, o candidato ao Senado André Gadelha (MDB), Cícero Lucena (MDB), candidato a governador da Paraíba, Diego Cunha Lima, candidato à vice-governador, bem como, diversos candidatos a deputados federais e estaduais.

Os bairros

Sob sol quente, a mobilização começou no começo da tarde na avenida Prefeito Severino Cabral, tendo avançado pelos principais bairros da cidade, transformando o sábado em um dia especial na Rainha da Borborema. Para Veneziano, foi uma carreata época, marcante, inesquecível e uma das maiores já realizadas na cidade. A energia, vinda das ruas, segundo ele, contagiou todos.


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Animação

Embalados pela animação, moradores foram às calçadas e janelas, empunharam bandeiras e solicitaram a colagem de adesivos na fachada de suas casas. A carreata foi extensa, tendo percorrido mais de 20 bairros da cidade com mais de 5 horas de duração. Em cada bairro que passou, a recepção foi calorosa. Muitas pessoas já estavam esperando Veneziano, André, Cícero, Diego e dos demais candidatos, nas ruas, praças, sacadas dos prédios e em frente das casas.

“Nossa carreata tomou as ruas com muita energia, alegria e, principalmente, com o carinho de tanta gente que fez questão de estar perto, acenar, abraçar e seguir junto com a gente. É essa força que vem do povo que faz cada momento valer a pena. Que tarde linda vivemos em Campina”, comemorou Veneziano.


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Acolhida

Para Veneziano, a acolhida calorosa foi o reconhecimento da população ao seu trabalho de Senador em Brasília, onde articulou e destinou centenas de milhões de reais em recursos e emendas parlamentares para obras de infraestrutura, saúde e educação em Campina Grande.

“Mais uma carreata, mais uma demonstração da força de quem acredita no trabalho e quer ver a Paraíba seguir avançando. Que energia nas ruas! É o povo mostrando que já conhece o nosso trabalho e sabe quem está ao lado de Lula para fazer acontecer. Nas ruas nesta tarde memorável,, sentimos de perto o carinho das pessoas, recebendo cada abraço e compartilhando essa energia que nos dá ainda mais força para seguir em frente” celebrou Veneziano.

Sousa

À noite, após percorrer vários bairros de Campina Grande, Veneziano, André Gadelha, Cícero Lucena e Diego Cunha Lima, participaram de uma carreata em Sousa, no Sertão paraibano.

O Poder

Fachin assume relatoria do caso sobre Moraes e Vorcaro

13/09/2026

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, assumiu ontem, sábado (12/09) a relatoria da investigação contra Alexandre de Moraes. Ele também pediu que o material dos casos do Banco Master e INSS sejam remetidos a ele.

Os três casos

Os três casos estavam sob relatoria do ministro André Mendonça. A mudança vem na esteira de uma crise no Supremo com uma guerra de despachos especialmente sobre a abertura de investigações contra Alexandre de Moraes e o próprio Mendonça.

A decisão

A decisão foi tomada após os ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes pedirem acesso à íntegra do material. Como alternativa, os magistrados solicitaram que o próprio Supremo requisite à Polícia Federal o fornecimento das cópias.

Determinou

Fachin determinou neste sábado (12/09) que a Polícia Federal informe, em até 24 horas, sobre a custódia e o estado em que se en...

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, assumiu ontem, sábado (12/09) a relatoria da investigação contra Alexandre de Moraes. Ele também pediu que o material dos casos do Banco Master e INSS sejam remetidos a ele.

Os três casos

Os três casos estavam sob relatoria do ministro André Mendonça. A mudança vem na esteira de uma crise no Supremo com uma guerra de despachos especialmente sobre a abertura de investigações contra Alexandre de Moraes e o próprio Mendonça.

A decisão

A decisão foi tomada após os ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes pedirem acesso à íntegra do material. Como alternativa, os magistrados solicitaram que o próprio Supremo requisite à Polícia Federal o fornecimento das cópias.

Determinou

Fachin determinou neste sábado (12/09) que a Polícia Federal informe, em até 24 horas, sobre a custódia e o estado em que se encontram os dados extraídos do celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, mas ainda não decidiu se autorizará o compartilhamento dos dados com os ministros.

O julgamento

O julgamento que vai avaliar o pedido de abertura de investigação contra Alexandre de Moraes será na próxima terça-feira (15/09), enquanto o de Mendonça será no próximo dia 23.
Com a mudança da relatoria, Fachin será o responsável por abrir a sessão que vai avaliar a abertura de um julgamento contra Moraes.

Não adianta tentar esconder - TRE libera informações verdadeiras sobre super-salário de Raquel

12/09/2026 - Jornal O Poder

A justiça eleitoral liberou neste sábado (12/09), o conteúdo informativo da campanha de João Campos (PSB) em que o candidato questiona o salário da governadora Raquel Lyra (PSD), que é quase três vezes o salário oficial para quem governa Pernambuco. Os dados estão disponibilizados no site (www.omaiorsalariodobrasil.com.br).

Como governadora

Raquel deveria ganhar os R$ 22 mil previstos para o cargo. Mas logo ao assumir o governo, em janeiro de 2023, ela criou e sancionou uma lei que permite a ela receber os R$ 60 mil a que teria direito como Procuradora concursada do Estado.

Acontece que

Uma lei estadual não se sobrepõe à Constituição, que determina expressamente: nenhum salário público pode superar o do presidente da República. Tem mais: desde janeiro de 2023, Raquel não está na ativa como Procuradora, e sim como governadora. A Constituição Federal, em seu artigo 38, é clara: quem é eleito para cargo público, não pode optar...

A justiça eleitoral liberou neste sábado (12/09), o conteúdo informativo da campanha de João Campos (PSB) em que o candidato questiona o salário da governadora Raquel Lyra (PSD), que é quase três vezes o salário oficial para quem governa Pernambuco. Os dados estão disponibilizados no site (www.omaiorsalariodobrasil.com.br).

Como governadora

Raquel deveria ganhar os R$ 22 mil previstos para o cargo. Mas logo ao assumir o governo, em janeiro de 2023, ela criou e sancionou uma lei que permite a ela receber os R$ 60 mil a que teria direito como Procuradora concursada do Estado.

Acontece que

Uma lei estadual não se sobrepõe à Constituição, que determina expressamente: nenhum salário público pode superar o do presidente da República. Tem mais: desde janeiro de 2023, Raquel não está na ativa como Procuradora, e sim como governadora. A Constituição Federal, em seu artigo 38, é clara: quem é eleito para cargo público, não pode optar por receber o salário do órgão de origem - e sim ficar com o do cargo para o qual terá mandato. O resto é invenção.

A única exceção

É para prefeitos e vereadores, em alguns casos. E isso tem outra base legal, decidida pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Raquel recebe um salário de R$ 50 mil com um adicional mensal de R$ 10 mil previsto na carreira de procuradora. Em três anos e oito meses furou em muito o teto legal.

E

Devolve? Entra na justiça? Fica por isso mesmo? Vamos aguardar os desdobramentos. Por ora, as tentativas de esconder o super-salário não funcionou.

Derretendo - Mais de 100 prefeitos escaparam de fininho da reunião com Raquel

12/09/2026 - Jornal O Poder

Raquel e seus coordenadores sempre fazem questão de falar o número de prefeitos que apoiam sua campanha. Enchem o peito para soltar a voz falando em mais de 140 prefeitos. Depois de se atrapalhar, mentir e ser desmoralizada no debate da Rádio Cidade, de Caruaru: ela fugiu do debate da TV Nova, que seria realizado à noite e convocou reunião com os 140 prefeitos que supostamente deveriam lhe apoiar. Deu ruim.

O encontro

Flopou, como dizem os jovens.
Na reunião de hoje, não foram contados sequer 30 prefeitos. Essa galera é escalada, identifica um barco furado.

Pergunta ingênua

São mais de 100 ausências. Será que o clima de desânimo pegou a campanha de Raquel? Respista: pense numa certeza.

As últimas pesquisas

E os recentes atos esvaziados acenderam um sinal de alerta na campanha da ditadora, desculpem, governadora.
A reunião de emergência, idealizada pelos coordenadores e convocada p...

Raquel e seus coordenadores sempre fazem questão de falar o número de prefeitos que apoiam sua campanha. Enchem o peito para soltar a voz falando em mais de 140 prefeitos. Depois de se atrapalhar, mentir e ser desmoralizada no debate da Rádio Cidade, de Caruaru: ela fugiu do debate da TV Nova, que seria realizado à noite e convocou reunião com os 140 prefeitos que supostamente deveriam lhe apoiar. Deu ruim.

O encontro

Flopou, como dizem os jovens.
Na reunião de hoje, não foram contados sequer 30 prefeitos. Essa galera é escalada, identifica um barco furado.

Pergunta ingênua

São mais de 100 ausências. Será que o clima de desânimo pegou a campanha de Raquel? Respista: pense numa certeza.

As últimas pesquisas

E os recentes atos esvaziados acenderam um sinal de alerta na campanha da ditadora, desculpem, governadora.
A reunião de emergência, idealizada pelos coordenadores e convocada pessoalmente por ela, foi um fiasco.

Vamos ver a reação da coordenação da campanha. Seu primo André Teixeira, o Teixeira que aparece, e os demais que agem nos bastidores, ficam deve do explicações.

E ainda

A pergunta no ar: Raquel vai desmentir ou vai segurar as inverdades que disse no debate?

Em 10 segundos, Raquel Teixeira Lyra mentiu duas vezes. Confira

12/09/2026

Nem vamos comentar.
Dê dois Google e confira você mesmo.
Primeiro Google: Raquel Teixeira Lyra ja foi sócia em alguma empresa?
Segundo Google:
Raquel Teixeira Lyra já foi investigada?

As respostas

Ambas, serão sim. A governadora já foi sócia de varias empresas e foi objeto de investigações, notadamente no chamado escandalo da agência E 3 , cuja CPI não prosperou e pela Policia Federal, no suposto "Gabinete do Ódio". Nunca foi condenada, registre-se. Mas, investigada foi.

Ou seja,

Em 10 segundos a governadora mentiu duas vezes.
Mas queremos que você mesmo confira.
Vá ao Google ou consulte o Chat GPT.

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Nem vamos comentar.
Dê dois Google e confira você mesmo.
Primeiro Google: Raquel Teixeira Lyra ja foi sócia em alguma empresa?
Segundo Google:
Raquel Teixeira Lyra já foi investigada?

As respostas

Ambas, serão sim. A governadora já foi sócia de varias empresas e foi objeto de investigações, notadamente no chamado escandalo da agência E 3 , cuja CPI não prosperou e pela Policia Federal, no suposto "Gabinete do Ódio". Nunca foi condenada, registre-se. Mas, investigada foi.

Ou seja,

Em 10 segundos a governadora mentiu duas vezes.
Mas queremos que você mesmo confira.
Vá ao Google ou consulte o Chat GPT.






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