Escândalo das emendas - Aguinaldo Ribeiro, tio e mentor de Lucas Ribeiro, de novo no olho do furacão
11/07/2026
Novo caso aparente de corrupção aparece na chapa que apoia Lucas Ribeiro, João Azevêdo e Nabor Wanderley. Agora, no centro das investigações, aparece o tio e mentor político do governador, o deputado Aguinaldo Ribeiro, assíduo frequentador de escândalos que envolvem supostas tenebrosas transações. Dessa vez, aparece em celular apreendido pela Polícia Federal no âmbito das investigações de desvios de emendas parlamentares.
A notícia
Está no blog Poder PB. O nome do deputado federal paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP), tio e mentor político do vice governador Lucas Ribeiro, candidato à reeleição, é citado em novo escândalo com potencial bem escandaloso. Agora, aparece em anotações encontradas no celular de Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, assessora da Câmara dos Deputados que atuava diretamente na articulação e operacionalização de emendas parlamentares. A PF desconfia e identificou suspeitas gritantes de pesadas irregularidades.
A notícia
Está no blog Poder PB. O nome do deputado federal paraibano Aguinaldo Ribeiro (PP), tio e mentor político do vice governador Lucas Ribeiro, candidato à reeleição, é citado em novo escândalo com potencial bem escandaloso. Agora, aparece em anotações encontradas no celular de Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, assessora da Câmara dos Deputados que atuava diretamente na articulação e operacionalização de emendas parlamentares. A PF desconfia e identificou suspeitas gritantes de pesadas irregularidades.

O aparelho
Foi apreendido pela Polícia Federal durante uma investigação que tramita sob sigilo e busca esclarecer como funcionava a distribuição de bilhões de reais em emendas de comissão dentro da Câmara. Entre os nomes que aparecem no material analisado pelos investigadores estão figuras poderosas da política nacional, como o ex-presidente da Câmara Arthur Lira, o ex-deputado Eduardo Cunha e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.
Aguinaldo Ribeiro vice campeão de emendas
A presença de Aguinaldo nas anotações ganha ainda mais relevância diante do volume de recursos controlados pelo parlamentar paraibano. Em 2024, ele foi o segundo deputado federal que mais recebeu recursos de emendas de comissão em todo o país, com R$ 102 milhões, ficando atrás apenas de Arthur Lira, então presidente da Câmara, que concentrou R$ 255,3 milhões.
Some-se a isso
Os R$ 102 milhões são apenas de emendas de comissão e não incluem emendas individuais ou recursos da bancada estadual destinados pelo parlamentar. Aguinaldo recebeu o montante após atuar como relator da reforma tributária, uma das principais matérias aprovadas pelo Congresso nos últimos anos.
A investigação
Ganhou força após a PF acessar mensagens, planilhas e anotações armazenadas no telefone de Tuca. Os investigadores apuram a existência de um núcleo informal de decisões que teria influenciado a indicação e o direcionamento das emendas, inclusive com a participação de pessoas que não exerciam mandato parlamentar.
PL no topo
Um relatório da Polícia Federal atribuiu, por exemplo, a Valdemar Costa Neto a indicação de R$ 111,8 milhões em emendas de comissão em 2024. O valor supera o destinado por 512 dos 513 deputados federais, embora Valdemar não ocupasse cadeira no Congresso. Apenas Arthur Lira controlou uma quantia maior.
Até o momento
A simples presença do nome de Aguinaldo Ribeiro nas anotações não significa que o deputado tenha cometido alguma irregularidade. O conteúdo integral do celular e o contexto exato das referências permanecem sob sigilo. A descoberta, no entanto, coloca o parlamentar paraibano no centro de uma investigação que tenta revelar quem realmente comandava e como eram distribuídas as milionárias emendas de comissão na Câmara Federal.
(Com o blog PoderPB)
Nota da Redação - Emendas Individuais são propostas por cada deputado ou senador. São emendas impositivas e permitem que a sociedade e os órgãos de controle identifiquem exatamente qual parlamentar solicitou a verba e para qual município ou instituição ela foi destinada. Já as Emendas em Comissão são apresentadas pelas comissões temáticas da Câmara e do Senado. Não possuem o caráter de obrigatoriedade de execução. São mais difíceis de identificar a destinação. O STF exige e a PF investiga desvios dos recursos, praticados por parlamentares e líderes partidários.














