Eleições no Senado - PL oficializa candidatura de Rogério Marinho para a presidência do Senado
04/11/2026
O Partido Liberal, PL, oficializou, hoje, quarta-feira, 04/11, a candidatura do senador e líder da oposição do Senado, Rogério Marinho, PL, para assumir a presidência da Casa. O lançamento foi feito após reunião da legenda ocorrida na sede do partido em Brasília. A eleição para o cargo ocorre no dia 1º de fevereiro e depende da articulação dos senadores por apoios dentro da Casa.
Rogério Marinho
“Fui escolhido pelos nossos companheiros para representar a direita”, declarou o líder da oposição no Senado. Ele também declarou que “oportunamente” vai estar junto com Tereza Cristina. Durante a reunião da manhã de hoje, Marinho voltou a falar da prioridade que dará a pautas consideradas caras para o bolsonarismo em sua eventual eleição como presidente do Senado Federal. Entre os temas, o senador mencionou o impeachment de ministros do STF e a anistia para condenados pelo '8 de Janeiro'. De acordo com o parlamentar, sua gestão seria “a salvaguarda da Const...
O Partido Liberal, PL, oficializou, hoje, quarta-feira, 04/11, a candidatura do senador e líder da oposição do Senado, Rogério Marinho, PL, para assumir a presidência da Casa. O lançamento foi feito após reunião da legenda ocorrida na sede do partido em Brasília. A eleição para o cargo ocorre no dia 1º de fevereiro e depende da articulação dos senadores por apoios dentro da Casa.
Rogério Marinho
“Fui escolhido pelos nossos companheiros para representar a direita”, declarou o líder da oposição no Senado. Ele também declarou que “oportunamente” vai estar junto com Tereza Cristina. Durante a reunião da manhã de hoje, Marinho voltou a falar da prioridade que dará a pautas consideradas caras para o bolsonarismo em sua eventual eleição como presidente do Senado Federal. Entre os temas, o senador mencionou o impeachment de ministros do STF e a anistia para condenados pelo '8 de Janeiro'. De acordo com o parlamentar, sua gestão seria “a salvaguarda da Constituição”. O senador do PL criticou as articulações de Alcolumbre e acusou o atual presidente do Senado de oferecer vantagens para “cooptar” votos.
Alcolumbre, Tereza Cristina e Marinho
Marinho foi coordenador da campanha eleitoral de Flávio Bolsonaro, PL, e conta com a confiança da família Bolsonaro. A corrida pelo comando da Casa ainda enfrenta um cenário de indefinição. Além de Marinho, disputam o cargo o senador Davi Alcolumbre, União, que busca a reeleição, e a senadora Tereza Cristina, PP, que também disputa os votos da oposição. A decisão por alçar Marinho à disputa ocorre em meio a discussões entre partidos da oposição sobre a possibilidade de reunir esforços em torno de uma candidatura única. Nos bastidores, os partidos tentavam costurar uma candidatura que pudesse unir Marinho e Tereza Cristina, em uma tentativa de unir forças contra Alcolumbre, ao invés de dividirem votos na disputa. Alcolumbre já costurou acenos em busca de sua reeleição e recebeu o apoio formal de legendas importantes na composição da Casa. Até o momento, o senador reúne sinalizações do MDB, do PSD e do PT, além do União Brasil e PP, que também anunciaram apoio à reeleição do senador amapaense. Alcolumbre também calcula que terá votos na bancada do PL para se reeleger ao comando do Senado.
Presidência do Senado
Para se eleger presidente do Senado, são necessários, no mínimo, 41 votos. O PL terá uma bancada de 29 senadores em 2027. Dessa forma, Marinho precisaria do apoio de mais 12 parlamentares para conquistar o comando da Casa.
Amigos - Crônica, por AJ Fontes* e Ana Pottes*
04/11/2026
Amizade é coisa que dá e fica.
Vai além, ganha reforço no abraço guardado pelo tempo, na palavra antiga, mas aquecida com a presença, na risada de sonoridade ímpar, no olhar que clareia a distância.
São presentes iguais a esses que recebemos, Ana e eu, ontem, na reunião promovida para o lançamento do nosso livro: 'Contraponto'. Onde nos propomos a colecionar crônicas e poemas, em pares com pontos e contrapontos.
Foi esse livro que nos deu a oportunidade de nos aproximarmos de gente querida, as quais não víamos há tempos. Juntos exercitamos o verdadeiro sentido do viver. Poxa! Nos encontramos, estamos aqui e agora, nessa coisa que desejamos tanto conhecer, arrazoar e que chamamos de vida.
O registro de alguns lances e as possibilidades de melhorar a partir do dito nos levou a experimentar mais uma vez o que resulta de tantos acontecidos comuns a tantos de nós.
Somos gratos a todos que participaram ou que desejaram e não...
Amizade é coisa que dá e fica.
Vai além, ganha reforço no abraço guardado pelo tempo, na palavra antiga, mas aquecida com a presença, na risada de sonoridade ímpar, no olhar que clareia a distância.
São presentes iguais a esses que recebemos, Ana e eu, ontem, na reunião promovida para o lançamento do nosso livro: 'Contraponto'. Onde nos propomos a colecionar crônicas e poemas, em pares com pontos e contrapontos.
Foi esse livro que nos deu a oportunidade de nos aproximarmos de gente querida, as quais não víamos há tempos. Juntos exercitamos o verdadeiro sentido do viver. Poxa! Nos encontramos, estamos aqui e agora, nessa coisa que desejamos tanto conhecer, arrazoar e que chamamos de vida.
O registro de alguns lances e as possibilidades de melhorar a partir do dito nos levou a experimentar mais uma vez o que resulta de tantos acontecidos comuns a tantos de nós.
Somos gratos a todos que participaram ou que desejaram e não conseguiram chegar ao 'furdunço' ocorrido na cafeteria com esse nome.
Um grande, terno e eterno abraço a cada um de vocês.
Ana Pottes e AJ Fontes.
*AJ Fontes, contista e cronista, engenheiro aposentado, e eterno estudante na arte da escrita, publicou o livro de contos: ‘Mantas e Lençóis’.
*Ana Pottes, psicóloga, gosta de escrever crônicas, contos e poemas sobre as interações emocionais com a vida. Autora do livro de poemas: Nem tudo são flores, mas... elas existem! @ana_pottes
Solidariedade a Cuba - Evento cultural no Recife vai arrecadar remédios para Cuba no dia 29 de novembro – Por Natanael Sarmento*
04/11/2026
A Alvorada Latina e o Comitê Pernambucano de Solidariedade com Cuba estão promovendo um evento cultural no dia 29/11 no Empório Barrozo, na Rua da Aurora, 1225, na Boa Vista, Recife/PE.
Crise humanitária em Cuba
O evento terá início às 16h00 e tem como principal objetivo arrecadar fundos para a compra de remédios que serão enviados para Cuba. O país enfrenta uma crise humanitária após o governo americano proibir a entrada de petróleo e cortar o fornecimento por parte do governo venezuelano, sobretudo após o sequestro do presidente Nicolás Maduro, em janeiro desse ano.
Atrações e livro de Marcelo M. Melo
O evento contará com apresentações musicais, poesia, dança, uma mostra de fotos e vídeos de pernambucanos que foram recentemente para Cuba e lançamento de um livro inédito do poeta e jornalista Marcelo Mário de Melo.
Renda para mostra
O ingresso vai custar um valor símbolic...
A Alvorada Latina e o Comitê Pernambucano de Solidariedade com Cuba estão promovendo um evento cultural no dia 29/11 no Empório Barrozo, na Rua da Aurora, 1225, na Boa Vista, Recife/PE.
Crise humanitária em Cuba
O evento terá início às 16h00 e tem como principal objetivo arrecadar fundos para a compra de remédios que serão enviados para Cuba. O país enfrenta uma crise humanitária após o governo americano proibir a entrada de petróleo e cortar o fornecimento por parte do governo venezuelano, sobretudo após o sequestro do presidente Nicolás Maduro, em janeiro desse ano.
Atrações e livro de Marcelo M. Melo
O evento contará com apresentações musicais, poesia, dança, uma mostra de fotos e vídeos de pernambucanos que foram recentemente para Cuba e lançamento de um livro inédito do poeta e jornalista Marcelo Mário de Melo.
Renda para mostra
O ingresso vai custar um valor símbolico de R$50,00 e toda a renda será revertida para a compra de medicamentos para Cuba.
Mais informações em nossa página no Instagram: @comitedesolidariedadeacuba.pe Ou pelo whatsapp: (81)987636927
*Natanael Sarmento é professor e escritor, e integrante do Diretório Nacional da UP. @sarmentonatanael
Academia Pernambucana de Letras e o Consulado Argentino no Recife Realizam o Seminário ‘Novembro com Jorge Luis Borges’
04/11/2026
Evento ‘Novembro com Jorge Luis Borges’ celebra a obra do autor argentino e marca o 40º aniversário de sua morte, ocorrida em 1986
A Academia Pernambucana de Letras, APL, em parceria com o Consulado Argentino no Recife promove o projeto Novembro com Jorge Luis Borges, sexta-feira, 06/11 e sábado, 07/11, celebrando o legado de um dos mais influentes escritores do século XX. O argentino Jorge Luis Borges marcou a tradição literária latinoamericana e, em 2026, se completam 40 anos de sua morte. A programação homenageia o escritor e será aberta ao público, na APL, localizada no bairro das Graças.
Falou Margarida Cantarelli, presidente da APL
O encontro reunirá palestrantes e mediadores que são estudiosos envolvidos com trabalhos sobre Borges ou com a cultura literária em maior escala. “Nossa intenção é fortalecer o vínculo entre as culturas. O evento serve como um ponto de partida para outros acontecimentos culturais envo...
Evento ‘Novembro com Jorge Luis Borges’ celebra a obra do autor argentino e marca o 40º aniversário de sua morte, ocorrida em 1986
A Academia Pernambucana de Letras, APL, em parceria com o Consulado Argentino no Recife promove o projeto Novembro com Jorge Luis Borges, sexta-feira, 06/11 e sábado, 07/11, celebrando o legado de um dos mais influentes escritores do século XX. O argentino Jorge Luis Borges marcou a tradição literária latinoamericana e, em 2026, se completam 40 anos de sua morte. A programação homenageia o escritor e será aberta ao público, na APL, localizada no bairro das Graças.
Falou Margarida Cantarelli, presidente da APL
O encontro reunirá palestrantes e mediadores que são estudiosos envolvidos com trabalhos sobre Borges ou com a cultura literária em maior escala. “Nossa intenção é fortalecer o vínculo entre as culturas. O evento serve como um ponto de partida para outros acontecimentos culturais envolvendo o Brasil e a Argentina. A vocação da APL de preservar e lançar luz à produção literária pernambucana não é um fator limitador, pelo contrário, como instituição defensora da cultura literária, nossa missão inclui debater e apresentar produções relevantes de uma forma global, como faremos nesta ocasião”, resume a presidente da APL, Margarida Cantarelli.
Falou o acadêmico e professor Peron Rios também curador
Para o acadêmico e professor Peron Rios - um dos curadores do evento juntamente com a acadêmica Jô Mazzarolo – a relação entre Borges e o Recife se dá literariamente, mais do que pelo quesito biográfico. “O escritor não visitou Pernambuco nem a sua capital, mas estabeleceu laços de afinidade estética essenciais, o que será explorado por palestrantes e mediadores. A obra de Borges permite que cidades como Recife possam repensar-se em seus marcos geográficos, símbolos e referências culturais”, explica.
Falou Julieta Grande, a Cônsul Geral da Argentina no Recife
“Esta iniciativa inédita valoriza a literatura argentina por meio de Jorge Luis Borges, um dos escritores mais influentes do século XX, e fortalece nossa parceria com a Academia Pernambucana de Letras. Queremos criar pontes entre as tradições literárias argentina e pernambucana, aproximando culturas e promovendo novos diálogos por meio da literatura”, afirma a Cônsul Geral da Argentina no Recife, Julieta Grande.
‘Novembro com Jorge Luis Borges’
O projeto Novembro com Jorge Luis Borges terá início às 09h00 da sexta-feira, 06/11 e seguirá até 16h00, com palestras e debates. No sábado, 07/11, das 13h30 até 18h00, com leitura de poema, palestras e um coquetel de encerramento. O evento terá entrada gratuita e haverá emissão de certificados.
Programação do ‘Novembro com Jorge Luis Borges’
Sexta-feira - 06/11/2026
09h30
Hino Nacional Brasileiro e Hino da Argentina
Abertura do evento – Apresentação da curadoria
10h00
Eduardo Cesar Maia – A poética da liberdade: cosmopolitismo e tradição em Jorge Luis Borges
Mediação: Peron Rios
11h00
Kilza Pascoal – Jorge Luis Borges: vida, obra e os labirintos da existência humana.
Mediação: Solange Regina da Silva
14h00
José Bublik – Jorge Luis Borges: transformar la vida em VIDA
Mediação: Wellington de Melo
15h00
Renan Apolônio de Sá Silva – Borges e o Recife: encontro entre duas cidades literárias.
Mediação: Fábio Lucas
16h00
Leitura comentada de um conto de Jorge Luis Borges (“As ruínas circulares”).
Sábado - 07/11/2026
13h30
Leitura de poema de Borges, por Cida Pedrosa.
14h00
Fábio Andrade: Projeto borgiano e o romance Avalovara, de Osman Lins
Mediação: Peron Rios
15h00
Lourival Holanda: Memória e desejo em “Funes, o memorioso”.
Mediação: Igor Bandim.
16h00
Flávia Conceição: Jorge Luis Borges na vanguarda literária da América Latina.
Mediação: Peron Rios.
17h00
Peron Rios – Borges teórico de poesia.
Mediação: Artur Ataíde.
18h00
Encerramento:
Apresentação “Borges e o cinema”, por Eloy González.
Coquetel de encerramento
SERVIÇO
'Novembro com Jorge Luis Borges'
Onde: APL - Academia Pernambucana de Letras (Av. Rui Barbosa, 1596, Graças) - apl.informa@gmail.com - Telefone: (81) 3268-2211
Quando: 06 e 07/11
Hora: Sexta – A partir das 09h30 e Sábado – A partir das 13h30
Entrada gratuita
Convenção de Hong Kong: Comissão da Câmara aprova projeto sobre reciclagem segura e sustentável de navios
04/11/2026
Aprovação na Comissão de Viação e Transportes representa avanço para a agenda de descomissionamento de embarcações e reciclagem naval no Brasil
A noticia
A Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados aprovou, hoje, quarta-feira (04/11), o parecer favorável do deputado AJ Albuquerque (PP/CE) ao Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 557/2026. A proposta aprova o texto da Convenção Internacional de Hong Kong para a Reciclagem Segura e Ambientalmente Adequada de Navios de 2009, para fins de adesão brasileira ao instrumento. O parecer foi lido na reunião pelo deputado Bebeto (PP/RJ).
A adesão à Convenção
Integra a Agenda Legislativa do Setor Energético de 2026, entregue à Frente Parlamentar Mista de Recursos Naturais e Energia (Frente de Energia) em fevereiro deste ano. Organizado em cinco eixos estratégicos, o documento consolidou as proposições legislativas prioritárias para o s...
Aprovação na Comissão de Viação e Transportes representa avanço para a agenda de descomissionamento de embarcações e reciclagem naval no Brasil
A noticia
A Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados aprovou, hoje, quarta-feira (04/11), o parecer favorável do deputado AJ Albuquerque (PP/CE) ao Projeto de Decreto Legislativo (PDL) nº 557/2026. A proposta aprova o texto da Convenção Internacional de Hong Kong para a Reciclagem Segura e Ambientalmente Adequada de Navios de 2009, para fins de adesão brasileira ao instrumento. O parecer foi lido na reunião pelo deputado Bebeto (PP/RJ).
A adesão à Convenção
Integra a Agenda Legislativa do Setor Energético de 2026, entregue à Frente Parlamentar Mista de Recursos Naturais e Energia (Frente de Energia) em fevereiro deste ano. Organizado em cinco eixos estratégicos, o documento consolidou as proposições legislativas prioritárias para o setor, incluindo pautas relacionadas ao descomissionamento de embarcações.
O avanço do PDL
Representa um passo relevante para essa agenda, ao abrir caminho para a adoção de requisitos internacionais de reciclagem naval. A medida contribui para o aprimoramento do marco normativo brasileiro e para a construção de condições mais claras e seguras para a destinação de embarcações ao final de sua vida útil, tema estratégico para a cadeia naval e para a indústria de petróleo e gás.
Origem, autoria e relatoria
Na Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional (CREDN), a matéria foi relatada pelo deputado Marcel van Hattem (NOVO/RS), cujo parecer favorável foi aprovado em 27 de maio de 2026. Na CVT, o deputado AJ Albuquerque foi designado relator em 1º de julho e apresentou parecer pela aprovação em 19 de agosto.
A matéria
Tramita em regime de urgência e seguirá agora para análise das comissões de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS) e de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) e, posteriormente, será apreciada pelo Plenário da Câmara dos Deputados.
Segurança e responsabilidade ambiental
Adotada no âmbito da Organização Marítima Internacional (IMO), a Convenção de Hong Kong estabelece requisitos para reduzir riscos à saúde humana, à segurança dos trabalhadores e ao meio ambiente durante a reciclagem de navios.
O instrumento
Prevê inventários de materiais perigosos, vistorias, certificação e planos específicos de reciclagem para cada embarcação, além de exigências para as instalações responsáveis pela atividade. Essas medidas buscam assegurar o manejo adequado de substâncias como amianto, metais pesados e hidrocarbonetos.
Integração
Ao aproximar o Brasil desses padrões internacionais, a proposta contribui para o desenvolvimento de uma cadeia de reciclagem naval ambientalmente responsável, com oportunidades de reaproveitamento de materiais, qualificação profissional e geração de valor.
De Palmares a Hong Kong - Crônica - Por Romero Falcão*
04/11/2026
Não, não foi a dancinha do TikTok. Desta vez, o algoritmo me levou a outras plagas.
Primeira Brasileira
“Adriane Mirelly da Silva, estudante de 13 anos da rede municipal de ensino de Palmares, na Mata Sul de Pernambuco, é a primeira brasileira a vencer o Concurso Internacional de Redação sobre a Paz, promovido pelo Lions Internacional.”
Diversidade
Li ainda que Adriane tem deficiência visual e foi selecionada entre estudantes de diversos países. Numa era polarizada, de ódio às diferenças, sua redação destacou a diversidade e o respeito ao pensamento contrário. A adolescente extraiu alma das palavras e mostrou que a paz começa pela empatia nas relações humanas. Uma aula de direitos humanos em tempos tão carentes de humanidade.
Eis um trecho, leitor:
“Aprendi que não se enxerga com os olhos. A gente também enxerga com o coração. A paz começa quando respeitamos as diferenças e ol...
Não, não foi a dancinha do TikTok. Desta vez, o algoritmo me levou a outras plagas.
Primeira Brasileira
“Adriane Mirelly da Silva, estudante de 13 anos da rede municipal de ensino de Palmares, na Mata Sul de Pernambuco, é a primeira brasileira a vencer o Concurso Internacional de Redação sobre a Paz, promovido pelo Lions Internacional.”
Diversidade
Li ainda que Adriane tem deficiência visual e foi selecionada entre estudantes de diversos países. Numa era polarizada, de ódio às diferenças, sua redação destacou a diversidade e o respeito ao pensamento contrário. A adolescente extraiu alma das palavras e mostrou que a paz começa pela empatia nas relações humanas. Uma aula de direitos humanos em tempos tão carentes de humanidade.
Eis um trecho, leitor:
“Aprendi que não se enxerga com os olhos. A gente também enxerga com o coração. A paz começa quando respeitamos as diferenças e olhamos para o outro com amor”.
Alimenta Esperanças
Fiquei emocionado ao descobrir Adriane. Apesar das adversidades, a menina brilha mundo afora, alimenta esperanças e soma num mundo tão dividido.
Desigualdades
Fez das letras uma receita de superação num Brasil de desigualdades profundas, escolas públicas precárias, professores mal remunerados e ensino claudicante.
Orgulho
Dizem as boas línguas que pernambucano tem vício de grandeza, orgulho exacerbado. Mas como não ter diante de uma estrela dessa grandeza? Como não sentir orgulho de uma nordestina que extrai lírios da pedra, pesca sem barco, caça num mato sem cachorro?
Hong Kong
Também li na mídia que, como reconhecimento, Adriane receberia um prêmio de US$ 5 mil e viajaria com despesas custeadas para participar da Convenção Internacional do Lions, em Hong Kong, onde seria homenageada.
De Palmares a Hong Kong.
Uma menina de 13 anos
Uma redação que roda o mundo.
A luz de Adriane. Luz do Nordeste.
*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda
NR - Os textos assinados refletem a opinião e inspiração dos seus autores.
The New York Times - sobre derrota republicana: "Os eleitores se levantaram contra Trump"
04/11/2026
Após as eleições de meio de mandato, 'midterms', dos EUA, refletirem uma mudança brusca no Congresso, a imprensa americana repercutiu a derrota do Partido Republicano. O maior jornal do país, The New York Times, NYT, deixou claro que "na terça-feira, os eleitores se levantaram" contra Donald Trump. A opinião do NYT avalia que o resultado representa uma reação às tentativas do presidente de interferir no processo eleitoral e classifica a votação como uma demonstração de resistência das instituições democráticas dos EUA.
NYT: "Trump tentou subverter a democracia americana(...)"
"Durante os últimos dois anos, o presidente Trump tentou subverter a democracia americana. Na terça-feira, os eleitores se levantaram contra ele", afirma o editorial, logo na abertura. Segundo o jornal, dezenas de milhões de americanos foram às urnas e rejeitaram o Partido Republicano, que, na avaliação do veículo, deu sustentação às iniciativas do presidente. O texto cita tent...
Após as eleições de meio de mandato, 'midterms', dos EUA, refletirem uma mudança brusca no Congresso, a imprensa americana repercutiu a derrota do Partido Republicano. O maior jornal do país, The New York Times, NYT, deixou claro que "na terça-feira, os eleitores se levantaram" contra Donald Trump. A opinião do NYT avalia que o resultado representa uma reação às tentativas do presidente de interferir no processo eleitoral e classifica a votação como uma demonstração de resistência das instituições democráticas dos EUA.
NYT: "Trump tentou subverter a democracia americana(...)"
"Durante os últimos dois anos, o presidente Trump tentou subverter a democracia americana. Na terça-feira, os eleitores se levantaram contra ele", afirma o editorial, logo na abertura. Segundo o jornal, dezenas de milhões de americanos foram às urnas e rejeitaram o Partido Republicano, que, na avaliação do veículo, deu sustentação às iniciativas do presidente. O texto cita tentativas de manipular as eleições por meio de mudanças nas regras dos distritos eleitorais para favorecer republicanos, alegações falsas de fraude eleitoral e esforços para restringir o voto pelo correio. O editorial destaca que a rejeição ao partido foi ampla o suficiente para superar a polarização política do país. Republicanos perderam disputas até mesmo em estados tradicionalmente conservadores, como Kansas, Kentucky, Iowa, Ohio, Carolina do Sul e Texas. Para o jornal, o resultado reflete a avaliação de eleitores independentes e até de republicanos de que o segundo mandato de Trump tem sido um fracasso.
NYT: "O país já parece diferente(...)"
Com o avanço democrata, o partido terá mais condições de investigar casos de corrupção e possíveis violações da lei envolvendo o governo, além de apresentar propostas legislativas alternativas à agenda de Trump. "O país já parece diferente e, de fato, será diferente em janeiro", diz o texto, em referência ao momento em que os novos parlamentares assumirão seus cargos. Mas, para o NYT, nem tudo são flores. Apesar da vitória democrata, o jornal pondera que os EUA ainda enfrentam problemas de longo prazo para os quais nenhum dos dois partidos apresentou soluções claras. O editorial também alerta que, nos próximos dois anos, enquanto Trump permanecer na Casa Branca, o Congresso e o Judiciário precisarão estar preparados para conter novas tentativas de enfraquecer a ordem constitucional.
NYT: "Os americanos mostraram que o poder de escolher seus líderes pertence a eles"
Apesar dos desafios que ainda permanecem, o New York Times encerra o editorial com uma avaliação positiva do resultado eleitoral. O jornal afirma que funcionários eleitorais, advogados e juízes defenderam as regras que protegem o direito ao voto, enquanto milhões de americanos exerceram sua participação política. "Os americanos mostraram que o poder de escolher seus líderes pertence a eles", afirma o texto.
Mangaratiba (P73): A Presença do Estado na Foz do Amazonas e a Importância da Construção Naval para a Soberania Marítima brasileira - Por Amadeu Robalinho*
04/11/2026
A Incorporação de um novo navio-patrulha à Marinha do Brasil representa mais do que o aumento da capacidade operacional da Força Naval. É um passo na direção da autonomia tecnológica, do fortalecimento da Base Industrial de Defesa e da consolidação da presença estratégica brasileira na Margem Equatorial.
A Soberania de uma nação não se estabelece exclusivamente pela delimitação de suas fronteiras ou pela existência de dispositivos constitucionais que assegurem a integridade territorial. Ela exige capacidade efetiva de presença, vigilância, proteção e resposta. No domínio marítimo, essa realidade assume proporções ainda mais relevantes, especialmente para o Brasil, cuja dimensão territorial, posição geográfica, riqueza energética e dependência das comunicações marítimas impõem desafios permanentes à Defesa Nacional.
Nesse contexto, a incorporação do Navio-Patrulha Mangaratiba (P73), realizada em 30 de outubro de 2026, no Arsenal de Marinha do...
A Incorporação de um novo navio-patrulha à Marinha do Brasil representa mais do que o aumento da capacidade operacional da Força Naval. É um passo na direção da autonomia tecnológica, do fortalecimento da Base Industrial de Defesa e da consolidação da presença estratégica brasileira na Margem Equatorial.
A Soberania de uma nação não se estabelece exclusivamente pela delimitação de suas fronteiras ou pela existência de dispositivos constitucionais que assegurem a integridade territorial. Ela exige capacidade efetiva de presença, vigilância, proteção e resposta. No domínio marítimo, essa realidade assume proporções ainda mais relevantes, especialmente para o Brasil, cuja dimensão territorial, posição geográfica, riqueza energética e dependência das comunicações marítimas impõem desafios permanentes à Defesa Nacional.
Nesse contexto, a incorporação do Navio-Patrulha Mangaratiba (P73), realizada em 30 de outubro de 2026, no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, representa um acontecimento de interesse estratégico para o Poder Naval brasileiro. A embarcação, quarta unidade da Classe Macaé, possui aproximadamente 54,2 metros de comprimento e deslocamento de 500 toneladas, tendo sido construída no Brasil e equipada com sistemas nacionais de comando, controle e comunicação.
Sua futura atuação na área de responsabilidade do 4º Distrito Naval, sediado em Belém, coloca em evidência uma região de importância crescente para os interesses nacionais: a foz do Rio Amazonas e a Margem Equatorial brasileira.
Não se trata apenas de incorporar mais um meio naval à Armada. Trata-se de ampliar a capacidade do Estado de exercer autoridade sobre espaços marítimos que concentram recursos naturais, interesses econômicos, infraestruturas estratégicas e desafios geopolíticos.
A Margem Equatorial e a geopolítica dos interesses nacionais
A Margem Equatorial brasileira vem adquirindo crescente relevância no planejamento energético, econômico e estratégico do País. Suas perspectivas de exploração de petróleo e gás natural, associadas à localização geográfica e à proximidade com importantes rotas marítimas do Atlântico, colocam essa região entre os espaços que exigem atenção permanente do Estado brasileiro.
A foz do Amazonas, por sua vez, constitui uma área de elevada complexidade geográfica, ambiental, econômica e operacional. A presença de grandes sistemas fluviais, áreas costeiras, comunidades isoladas e intensa dinâmica marítima exige capacidades específicas de fiscalização, monitoramento e resposta.
Nesse cenário, a presença da Marinha do Brasil não deve ser compreendida apenas sob a perspectiva do patrulhamento convencional. Ela integra uma arquitetura mais ampla de proteção dos interesses nacionais.
A capacidade de fiscalizar o tráfego aquaviário, combater ilícitos transnacionais, proteger recursos naturais, realizar operações de busca e salvamento e acompanhar atividades econômicas em áreas marítimas sensíveis constitui uma dimensão concreta do exercício da soberania.
É importante compreender que a soberania marítima não se materializa apenas pela existência de uma frota. Ela depende da combinação entre meios navais, recursos humanos qualificados, inteligência, consciência situacional marítima, infraestrutura logística, comunicações seguras e capacidade de sustentação operacional.
O Mangaratiba insere-se nessa equação.
Engenharia, tecnologia e autonomia: o valor estratégico do Mangaratiba
Um dos aspectos mais relevantes do P73 está na incorporação de tecnologias desenvolvidas no próprio País. Entre elas, destaca-se o Sistema de Comando e Controle Georreferenciado (SisC2Geo), desenvolvido pelo Instituto de Pesquisas da Marinha (IPqM).
O sistema permite integrar informações provenientes de radares, sensores, equipamentos de navegação e sistemas de armamento, proporcionando à tripulação uma representação mais integrada do ambiente operacional.
Sob a perspectiva da Engenharia de Soberania Estratégica, esse componente merece atenção especial.
A capacidade de desenvolver, integrar, atualizar e manter sistemas de comando e controle representa um ativo estratégico. Não basta adquirir plataformas navais modernas se o conhecimento tecnológico indispensável ao seu funcionamento permanecer concentrado em fornecedores estrangeiros.
A autonomia tecnológica exige domínio progressivo sobre os sistemas embarcados, arquitetura de comunicação, integração de sensores, processamento de informações e manutenção dos equipamentos.
Outro diferencial é o sistema de comunicação por satélite em Banda X, destinado a estabelecer comunicações seguras e de maior alcance com os escalões superiores da Marinha.
Em regiões de grandes distâncias geográficas, como a Amazônia e a Margem Equatorial, a continuidade das comunicações constitui requisito operacional fundamental. A capacidade de transmitir informações, receber orientações e compartilhar dados de interesse operacional contribui diretamente para a coordenação das atividades navais.
É nesse ponto que a engenharia deixa de ser apenas uma atividade de construção e manutenção de equipamentos e passa a representar um instrumento de poder nacional.
O desenvolvimento de soluções próprias, a formação de engenheiros especializados e a preservação de competências industriais reduzem vulnerabilidades externas e ampliam a liberdade de ação do Estado brasileiro.
Uma nação que não domina as tecnologias essenciais à sua Defesa permanece condicionada às capacidades, aos interesses e às decisões de terceiros.
Construção naval: infraestrutura industrial também é Defesa Nacional
A construção do Mangaratiba no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ) possui significado que ultrapassa a entrega de uma embarcação.
O Arsenal representa um patrimônio tecnológico e industrial da União, cuja capacidade de construir, reparar, modernizar e integrar sistemas navais constitui um componente relevante da autonomia estratégica brasileira.
A recuperação e a preservação dessa capacidade são fundamentais para que o Brasil não se transforme em mero comprador de plataformas militares produzidas no exterior.
Segundo informações divulgadas pela Marinha, as obras do Mangaratiba e do Navio-Patrulha Miramar (P74) mobilizam aproximadamente 250 profissionais, entre militares e trabalhadores de empresas contratadas.
Esse contingente representa conhecimento técnico, mão de obra especializada, experiência industrial e continuidade de processos produtivos.
A construção naval militar movimenta uma cadeia produtiva que envolve engenharia mecânica, engenharia naval, metalurgia, soldagem, sistemas elétricos, eletrônica, automação, sensores, integração de armamentos, logística e manutenção industrial.
Cada embarcação construída nacionalmente oferece oportunidades de retenção e desenvolvimento de competências que poderão ser empregadas em projetos posteriores, inclusive em plataformas de maior complexidade.
É necessário compreender que um estaleiro militar não é apenas uma instalação industrial. É uma infraestrutura estratégica de Defesa Nacional.
A capacidade de construir e manter navios no território nacional reduz a dependência logística externa, contribui para a continuidade das operações e fortalece a Base Industrial de Defesa (BID).
O Programa de Obtenção de Navios-Patrulha (PRONAPA), que prevê 11 embarcações, representa uma iniciativa importante nesse sentido. Além da continuidade da Classe Macaé, o programa contempla o desenvolvimento e a obtenção de outros meios, incluindo o projeto NPa 500BR.
Entretanto, a dimensão estratégica desse programa dependerá da regularidade orçamentária, da continuidade contratual, da previsibilidade industrial e da preservação das equipes técnicas.
Não existe autonomia industrial sustentável sem planejamento de longo prazo.
Estratégia marítima: presença, vigilância e capacidade de resposta
A incorporação do Mangaratiba também permite uma reflexão sobre a necessidade de adequação dos meios navais às dimensões e características do território marítimo brasileiro.
O Brasil possui uma extensa área marítima sob jurisdição nacional, além de importantes sistemas fluviais e corredores de circulação econômica. Proteger esses espaços exige uma estrutura naval distribuída, com capacidade de atuação compatível com as diferentes realidades operacionais.
O Navio-Patrulha Mangaratiba foi concebido para desempenhar missões de patrulhamento, fiscalização, proteção de instalações estratégicas, busca e salvamento e apoio a populações em regiões isoladas.
Com raio de ação informado de aproximadamente 2.500 milhas náuticas, sua configuração permite operações em ambientes marítimos e fluviais, dentro dos limites de suas características técnicas e operacionais.
É importante, contudo, estabelecer uma distinção: a incorporação de um navio não significa, automaticamente, vigilância permanente de toda a região sob responsabilidade do 4º Distrito Naval.
A efetividade da presença depende da disponibilidade dos meios, da manutenção, da logística, da qualificação das tripulações, da inteligência operacional e da coordenação com outras instituições do Estado.
A estratégia marítima exige continuidade.
Um navio representa capacidade de atuação, mas uma estrutura naval integrada representa capacidade de controle e proteção.
Por essa razão, o emprego do Mangaratiba deve ser compreendido como parte de uma arquitetura mais ampla de consciência situacional marítima, integrada aos recursos de monitoramento, inteligência e comando e controle disponíveis à Marinha.
A proteção da Margem Equatorial também exige coordenação institucional com órgãos de fiscalização ambiental, autoridades portuárias, estruturas de segurança pública e demais organizações responsáveis pela proteção dos interesses nacionais.
Engenharia de Soberania Estratégica: transformar recursos em capacidade nacional
A incorporação do P73 oferece uma oportunidade concreta de aplicação dos fundamentos da Engenharia de Soberania Estratégica.
Essa perspectiva parte de uma premissa: os recursos de uma nação somente se convertem em soberania efetiva quando são organizados, desenvolvidos e empregados para produzir capacidades autônomas e sustentáveis.
Nesse entendimento, podemos identificar cinco dimensões fundamentais relacionadas ao Mangaratiba:
1. Dimensão industrial: capacidade nacional de construção naval, integração de sistemas, manutenção e modernização de plataformas militares.
2. Dimensão tecnológica: domínio de sistemas de comando e controle, sensores, comunicações, navegação e processamento de informações.
3. Dimensão operacional: disponibilidade de meios navais, tripulações qualificadas, logística e capacidade de resposta em áreas estratégicas.
4. Dimensão energética e econômica: proteção dos recursos naturais, das atividades de exploração de petróleo e gás e das infraestruturas essenciais ao desenvolvimento nacional.
5. Dimensão político-estratégica: exercício da autoridade estatal, proteção dos interesses brasileiros e preservação da liberdade de decisão diante de pressões externas.
Essas dimensões não funcionam isoladamente. Elas se complementam e produzem um resultado maior: a capacidade do Estado de proteger seus interesses sem depender integralmente de recursos, tecnologias ou decisões de outros países.
Sob essa perspectiva, o Mangaratiba não deve ser avaliado apenas pelo seu deslocamento, armamento ou alcance operacional. Seu valor estratégico também está no conhecimento incorporado, na tecnologia nacional embarcada e na capacidade industrial mobilizada para sua construção.
É a transformação da engenharia em instrumento de soberania.
O desafio: transformar incorporação em capacidade permanente
Apesar da importância da incorporação, é necessário reconhecer que o fortalecimento do Poder Naval brasileiro não pode depender de iniciativas isoladas.
O País precisa estabelecer uma política consistente de renovação e ampliação de sua frota de patrulha, com previsibilidade orçamentária, continuidade dos programas de construção e fortalecimento dos arsenais e estaleiros nacionais.
Também é necessário avançar na integração entre plataformas navais, sistemas de vigilância, inteligência, comunicações por satélite e recursos de monitoramento marítimo.
A utilização de tecnologias nacionais deve ser acompanhada de investimentos em pesquisa, desenvolvimento e inovação, especialmente nas áreas de inteligência artificial, automação, sistemas autônomos, guerra eletrônica, sensores e segurança cibernética.
O desafio não consiste somente em construir navios, mas em desenvolver um ecossistema nacional de engenharia, ciência e tecnologia capaz de sustentar o Poder Naval durante todo o ciclo de vida de seus meios.
Outro aspecto fundamental é a disponibilidade operacional. Uma frota numericamente expressiva, mas com baixa disponibilidade, não representa necessariamente uma capacidade estratégica proporcional ao investimento realizado.
A Soberania exige meios disponíveis, tripulações preparadas, manutenção estruturada e capacidade logística para operar em regiões distantes dos principais centros industriais e administrativos do País.
O Mangaratiba representa um avanço, mas também evidencia a dimensão dos investimentos que ainda precisam ser realizados.
Considerações finais: o mar como dimensão do poder nacional
A Incorporação do Navio-Patrulha Mangaratiba (P73) deve ser interpretada como um acontecimento relevante para a Defesa Nacional e para a recuperação das competências industriais e tecnológicas brasileiras.
Sua futura atuação na foz do Amazonas e na Margem Equatorial reforça a necessidade de presença efetiva do Estado em uma região que reúne interesses energéticos, ambientais, econômicos, geográficos e geopolíticos.
Entretanto, a verdadeira importância desse acontecimento não está apenas nas 500 toneladas de deslocamento ou nos 54,2 metros de comprimento da embarcação.
Está na capacidade de o Brasil construir, integrar, operar e manter seus próprios meios navais, desenvolvendo conhecimento, tecnologia e competências industriais indispensáveis à autonomia nacional.
A construção naval militar precisa ser tratada como política de Estado, e não como iniciativa circunstancial de governo. A continuidade dos programas, a preservação da engenharia nacional e o fortalecimento da Base Industrial de Defesa são condições indispensáveis para a consolidação de um Poder Naval compatível com as responsabilidades geopolíticas brasileiras.
O Atlântico Sul, a Amazônia Azul e a Margem Equatorial não podem ser considerados apenas espaços geográficos ou reservas de recursos naturais. São dimensões estratégicas do território nacional, cuja proteção exige planejamento, investimentos, tecnologia e presença permanente.
A Engenharia de Soberania Estratégica propõe justamente essa compreensão: transformar recursos naturais, conhecimento científico, infraestrutura industrial e capacidade tecnológica em instrumentos concretos de autonomia e poder nacional.
O Mangaratiba é mais um passo nessa direção.
Mas é preciso avançar. O Brasil necessita de uma indústria naval militar capaz de produzir em escala, de uma cadeia tecnológica que preserve o conhecimento nacional e de uma Marinha dotada dos meios necessários para proteger seus interesses em toda a extensão de sua área marítima de responsabilidade.
A Soberania não se proclama apenas, exerce-se. E, no domínio marítimo, exercer a soberania significa possuir capacidade tecnológica, industrial, logística e militar para proteger aquilo que pertence à Nação.
*Amadeu Robalinho, é Pesquisador independente e autor interdisciplinar, associado à Associação Brasileira de Energia Nuclear (ABEN), Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
Para o 'Lula 4', Presidente do PT se reúne com MDB e União Brasil para montar base
04/11/2026
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, iniciou as conversas com partidos do Centrão, com objetivo de tentar montar uma base para o governo Lula no Congresso Nacional, no 'Lula 4'. Uma das primeiras conversas aconteceu no início da tarde de hoje, quarta-feira, 04/11, quando Edinho recebeu o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi. A reunião aconteceu na sede nacional do PT, em Brasília.
Lula com os presidentes de partidos
Segundo relatos, Edinho afirmou que, para o novo mandato, Lula decidiu priorizar a negociação com os presidentes de partidos, e não com os líderes das bancadas na Câmara e no Senado, como fez anteriormente. Na conversa, o presidente do PT também indicou que Lula será mais rigoroso nas tratativas. A ideia seria condicionar a distribuição de ministérios ao total de votos que cada partido prometer entregar no Congresso.
Baleia Rossi, MDB
O chefão do MDB, respondeu que a sigla tem convergências...
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, iniciou as conversas com partidos do Centrão, com objetivo de tentar montar uma base para o governo Lula no Congresso Nacional, no 'Lula 4'. Uma das primeiras conversas aconteceu no início da tarde de hoje, quarta-feira, 04/11, quando Edinho recebeu o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi. A reunião aconteceu na sede nacional do PT, em Brasília.
Lula com os presidentes de partidos
Segundo relatos, Edinho afirmou que, para o novo mandato, Lula decidiu priorizar a negociação com os presidentes de partidos, e não com os líderes das bancadas na Câmara e no Senado, como fez anteriormente. Na conversa, o presidente do PT também indicou que Lula será mais rigoroso nas tratativas. A ideia seria condicionar a distribuição de ministérios ao total de votos que cada partido prometer entregar no Congresso.
Baleia Rossi, MDB
O chefão do MDB, respondeu que a sigla tem convergências de agenda com Lula e lembrou que o partido apoiou pautas prioritárias ao governo na atual legislatura, que se encerra em dezembro. Baleia Rossi afirmou ainda que buscaria os líderes do MDB na Câmara, Isnaldo Bulhões, e no Senado, Eduardo Braga, para conversar sobre esse apoio. Tanto Isnaldo quanto Braga possuem boa relação com o governo Lula.
Antônio Rueda, União Brasil
Edinho conversou por telefone com Antônio Rueda, presidente nacional tanto do União Brasil quanto da federação União Progressista. A previsão é de que os dois conversem pessoalmente nos próximos dias.
Polêmica das bets: Veneziano é contra retorno. Saúde melhorou após proibição
04/11/2026
O Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) reafirmou nesta quarta-feira (04), durante reunião da Comissão de Assuntos Econômicos – CAE do Senado, sua posição contrária ao retorno das bets. Segundo Veneziano, a defesa de que as plataformas de apostas online, que foram proibidas de atuar no Brasil por decisão do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), retomem suas atividades, não se justifica.
Ele alertou para “forças que não foram citadas nominalmente, mas nós sabemos que atuam de maneira muito forte no Congresso Nacional para impedir que uma decisão que, ao nosso sentir, foi muito feliz, e acima de tudo corajosa do governo do presidente Lula, simplesmente seja posta de lado”. O Senador paraibano propôs a realização de uma Audiência Pública na CAE para debater o tema.
Veneziano considerou como “algo não compreensivo” a atitude dos que desejam a volta das bets, sobretudo os dirigentes de clubes de futebol; e falou que o tema é uma questão de saúde públi...
O Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) reafirmou nesta quarta-feira (04), durante reunião da Comissão de Assuntos Econômicos – CAE do Senado, sua posição contrária ao retorno das bets. Segundo Veneziano, a defesa de que as plataformas de apostas online, que foram proibidas de atuar no Brasil por decisão do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), retomem suas atividades, não se justifica.
Ele alertou para “forças que não foram citadas nominalmente, mas nós sabemos que atuam de maneira muito forte no Congresso Nacional para impedir que uma decisão que, ao nosso sentir, foi muito feliz, e acima de tudo corajosa do governo do presidente Lula, simplesmente seja posta de lado”. O Senador paraibano propôs a realização de uma Audiência Pública na CAE para debater o tema.
Veneziano considerou como “algo não compreensivo” a atitude dos que desejam a volta das bets, sobretudo os dirigentes de clubes de futebol; e falou que o tema é uma questão de saúde pública, que é ainda mais relevante do que o aspecto econômico, segundo ele, ao lembrar pesquisa que atesta um aumento de 7% na aquisição de alimentos nos supermercados, após a proibição dos jogos online.
O amor mutilado da Bandeira (ou como esqueceram o mais importante), por Zé da Flauta*
04/11/2026
Há quem diga que o brasileiro é um povo essencialmente poético, movido pelo afeto, pela música e pela capacidade quase mística de rir da própria desgraça. Mas basta olhar para o centro do nosso maior símbolo nacional para notar um mistério existencial: onde diabos deixamos o Amor? Quando Auguste Comte formulou a máxima do Positivismo no século XIX, ele não economizou na alma.
A frase original era um tripé perfeito, quase uma partitura para a vida em sociedade: “O Amor por princípio, a Ordem por base e o Progresso por fim.” Era uma ideia bonita, completa. O amor como ponto de partida, a organização como meio e o crescimento como horizonte.
Resumo
Aí veio a Proclamação da República em 1889. Os nossos fundadores, homens ilustres, militares solenes, positivistas de paletó e gravata no calor dos trópicos, resolveram resumir o lema para caber na faixa branca sobre a esfera azul. Olharam para o triângulo filosófico e pensaram: “O Amor? Não...
Há quem diga que o brasileiro é um povo essencialmente poético, movido pelo afeto, pela música e pela capacidade quase mística de rir da própria desgraça. Mas basta olhar para o centro do nosso maior símbolo nacional para notar um mistério existencial: onde diabos deixamos o Amor? Quando Auguste Comte formulou a máxima do Positivismo no século XIX, ele não economizou na alma.
A frase original era um tripé perfeito, quase uma partitura para a vida em sociedade: “O Amor por princípio, a Ordem por base e o Progresso por fim.” Era uma ideia bonita, completa. O amor como ponto de partida, a organização como meio e o crescimento como horizonte.
Resumo
Aí veio a Proclamação da República em 1889. Os nossos fundadores, homens ilustres, militares solenes, positivistas de paletó e gravata no calor dos trópicos, resolveram resumir o lema para caber na faixa branca sobre a esfera azul. Olharam para o triângulo filosófico e pensaram: “O Amor? Não, isso é muito subjetivo. Amor não paga conta, não organiza quartel e não constrói ferrovia. Corta o Amor!” E assim, com uma tesourada burocrática, fomos batizados sob a égide da Ordem e do Progresso.
Drama
Filosoficamente falando, retirar o princípio de uma equação é um perigo. Quando você tira o "Amor" e tenta aplicar apenas a "Ordem", o que sobra? Sobra o rigor seco, a burocracia desalmada, a regra pela regra. A Ordem sem Amor deixa de ser harmonia e vira repressão; vira o carimbo que falta na folha do cartório, a fila sem fim, a exigência fria que não olha nos olhos de quem pede ajuda.
E o que acontece com o "Progresso" quando ele não nasce do afeto pela humanidade? Vira a corrida desenfreada pelo lucro, o concreto cobrindo as árvores, o relógio ditando a vida e a tecnologia que nos conecta com o mundo, mas nos afasta da mesa de jantar. É o progresso que esquece a gente pelo caminho. Esquecer o Amor no nascimento da República foi o nosso primeiro grande "tropeço de junta". Queríamos ser modernos, mas esquecemos de ser humanos.
Resgate
Mas o Brasil tem uma peculiaridade fascinante: o país oficial nem sempre conversa com o país real. A faixa da bandeira pode ter esquecido o Amor, mas o povo, na sua sabedoria teimosa e informal, nunca aceitou esse corte. O brasileiro intuiu, no peito, que sem afeto não há ordem que pare em pé. É por isso que a gente transforma o caos urbano em solidariedade, é por isso que o vizinho acode o outro na hora do aperreio, é por isso que a nossa música,, do chorinho ao frevo, da bossa nova às incelências do sertão, é um hino contínuo ao afeto, à saudade e ao acolhimento. A Ordem oficial tenta impor o ritmo, mas o povo responde com harmonia. O Progresso oficial cobra a produtividade, mas a gente responde lembrando que a vida só vale a pena quando celebrada a quatro mãos.
Proposta
Talvez esteja na hora de fazermos uma revisão histórica, não na lei ou no pano da bandeira, mas no nosso mapa moral de cada dia. Se a vida anda pesada, se os prazos sufocam e se a política e a economia às vezes parecem um labirinto sem saída, vale a pena lembrar da máxima completa de Comte. Antes de cobrar a Ordem do mundo ou de se desesperar pelo Progresso que parece não chegar, que tal resgatar o que foi cortado? Colocar o Amor.
Na conversa da esquina, na criação da arte, no cuidado com quem está ao lado, no respeito ao tempo das coisas. A bandeira ficou com duas palavras, mas a história quem escreve somos nós. E uma nação só progride de verdade quando descobre que a única Ordem que resiste ao tempo é aquela construída sobre a base sólida do afeto.
Até a próxima! Zé da Flauta é compositor e cronista
André Lara Resende: o piloto dos juros, por Roberto Vieira*
04/11/2026
O economista André Lara Resende voltou ao centro do debate nacional. Ele trouxe uma proposta ao governo Lula para limitar a taxa Selic e criar um conselho com metas para a redução gradual dos juros no Brasil. Para o formulador do Plano Real, PhD pelo MIT e ex-presidente do BNDES, o Banco Central sustenta, em nome de uma "teoria anacrônica", a taxa de juros que é a principal responsável pelo desequilíbrio fiscal que afirma combater. O que poucos sabem, no entanto, é que a dívida pública não é a única pista em que André Lara Resende aprendeu a andar no limite.
Gentleman
Longe dos gabinetes e da literatura acadêmica, André Lara Resende construiu nas décadas de 1990 e 2000 uma respeitada carreira paralela como piloto de endurance. Competindo na categoria gentleman driver — apaixonado por velocidade e colecionador de Porsches —, dividiu garagens e pistas com lendas do automobilismo nacional e internacional.
Vitórias
S...
O economista André Lara Resende voltou ao centro do debate nacional. Ele trouxe uma proposta ao governo Lula para limitar a taxa Selic e criar um conselho com metas para a redução gradual dos juros no Brasil. Para o formulador do Plano Real, PhD pelo MIT e ex-presidente do BNDES, o Banco Central sustenta, em nome de uma "teoria anacrônica", a taxa de juros que é a principal responsável pelo desequilíbrio fiscal que afirma combater. O que poucos sabem, no entanto, é que a dívida pública não é a única pista em que André Lara Resende aprendeu a andar no limite.
Gentleman
Longe dos gabinetes e da literatura acadêmica, André Lara Resende construiu nas décadas de 1990 e 2000 uma respeitada carreira paralela como piloto de endurance. Competindo na categoria gentleman driver — apaixonado por velocidade e colecionador de Porsches —, dividiu garagens e pistas com lendas do automobilismo nacional e internacional.
Vitórias
Seus resultados nas pistas revelam um piloto técnico e calculista. Foi bicampeão das Mil Milhas Brasileiras em 1996 (com Porsche clássico, em trio com Roberto Keller e Roberto Aranha) e em 2001 pela Stuttgart Motorsport (em Porsche 911 GT3 RS com Regis Schuch, Max Wilson e Flávio Trindade), além de garantir o vice-campeonato em 1997. Venceu também os 500 km de Interlagos em 1997 em dupla com Antônio de Azevedo Hermann, também economista.
Desafios
Representou o Brasil nas lendárias 24 Horas de Le Mans em 1997 (pela equipe Larbre Compétition) e disputou por três vezes as 24 Horas de Daytona, alcançando o 4º lugar na categoria GT2 em 1998. Nas reportagens da época de provas como as Mil Milhas, o nome do "banqueiro e piloto André Lara Resende" figurava em posições de destaque dividindo o grid com ícones como Wilson e Christian Fittipaldi, Nelson Piquet e Ingo Hoffmann.
Selic
Em seu contundente libelo — resumido na famosa provocação "Acuso o Banco Central de sustentar a taxa de juros que é a principal causa do desequilíbrio fiscal" —, o economista argumenta que o custo da dívida gerado pela Selic em patamares elevados consome trilhões do Orçamento e impede qualquer estabilização das contas públicas.
Zola
Ao sugerir ao presidente Lula um novo modelo de coordenação monetária, com meta de redução gradual dos juros para 7,5% em 12 meses e atuação nas reservas cambiais, Lara Resende volta a pisar no acelerador. Seja no cockpit de um Porsche 911 nas retas de Interlagos ou nos artigos que sacodem o mercado financeiro, o ex-formulador do Real demonstra que não tem medo de curvas fechadas. Curiosamente, Resende evoca o grande escritor francês Émile Zola no uso do termo "acuso". Zola imortalizou essa expressão no histórico manifesto "J'Accuse...!" ("Eu Acuso...!"), publicado em 1898 em defesa do capitão Alfred Dreyfus, injustamente condenado por traição no exército francês.
Roberto Vieira é médico e cronista
Escândalo - Vereadores de Olinda dão sinal verde para depredação do patrimônio histórico
04/11/2026
As coisas por lá até que melhoraram. A cidade está mais limpa e melhor policiada. "Efeito da eleição", dizem moradores mais cautelosos. Mas o fato é que a aparência de degradação, diminuiu. Aí, quando tudo parecia melhorar, deu um apagão na Câmara Municipal da cidade Patrimônio da Humanidade. E o pior: segundo moradores e entidades, a nova lei poderia ser chamada de 'Lei Matuta', nome de um estabelecimento comercial que descumpre leis, causa transtornos e vem atormentando moradores da rua do Bonfim e vizinhanças.
Com a decisão da Câmara estaria legalizado e abriria caminho para farra e folia no sítio histórico.
Mudança absurda
Em votação realizada na manhã de ontem terça-feira (03/11), a maioria dos vereadores de Olinda aprovou, por 11 votos contra dois, o Projeto de Lei Ordinária (PLO) que redefine as regras de uso e ocupação do solo no Sítio Histórico. A aprovação relâmpago foi realizada sem a apresentação de pareceres téc...
As coisas por lá até que melhoraram. A cidade está mais limpa e melhor policiada. "Efeito da eleição", dizem moradores mais cautelosos. Mas o fato é que a aparência de degradação, diminuiu. Aí, quando tudo parecia melhorar, deu um apagão na Câmara Municipal da cidade Patrimônio da Humanidade. E o pior: segundo moradores e entidades, a nova lei poderia ser chamada de 'Lei Matuta', nome de um estabelecimento comercial que descumpre leis, causa transtornos e vem atormentando moradores da rua do Bonfim e vizinhanças.
Com a decisão da Câmara estaria legalizado e abriria caminho para farra e folia no sítio histórico.
Mudança absurda
Em votação realizada na manhã de ontem terça-feira (03/11), a maioria dos vereadores de Olinda aprovou, por 11 votos contra dois, o Projeto de Lei Ordinária (PLO) que redefine as regras de uso e ocupação do solo no Sítio Histórico. A aprovação relâmpago foi realizada sem a apresentação de pareceres técnicos conclusivos ou consulta pública prévia.
Rapidez suspeita
A velocidade da Câmara de Olinda em aprovar uma matéria tão imortante para o municício contrasta com a delicadeza necessária à preservação do Patrimônio Cultural da Humanidade. A aprovação relâmpago levanta muitas, mas muitas suspeitas sobre a própria lisura dos vereadores.
Degradação escancarada
A proposta foi de autoria da Presidência da Câmara. Na prática, abre portas para o avanço sem limites de bares, estabelecimentos comerciais e casas de eventos em trechos com vocação residencial. O novo perímetro afeta vias vitais da Cidade Alta, estendendo-se do eixo Praça do Carmo – Rua do Bonfim – Rua João Alfredo até a Praça Dantas Barreto, além de abranger a Rua do Sol e o entorno do Fortim de São Francisco.
Moradores protestam
Alertada pela Sociedade Olindense de Defesa da Cidade Alta (Sodeca), a população ocupou a galeria da Câmara em protesto. O apelo dos moradores não foi suficiente para mudar a articulação política já estabelecida na Casa.
Não foi unânime
Uma das poucas vozes dissonantes, a vereadora Eugênia Lima (PT) criticou a falta de responsabilidade urbanística e a ausência de diálogo com a sociedade civil.
“Não é possível admitir que uma alteração com este alcance avance sem estudos técnicos, sem diagnóstico de impacto e sem ouvir as pessoas que vivem e constroem o dia a dia da Cidade Alta”, destacou Eugênia Lima (PT), que se colocou contra a proposta, juntamente com o vereador Vlademir Labanca (PV)
Favorecimento privado ostensivo
Do lado de fora e nas galerias, o sentimento entre as entidades comunitárias era de atropelo e favorecimento privado. Em manifesto divulgado antes da votação, a Sodeca já sinalizava os riscos do texto. “Não vamos mais nos calar! Essa mudança da forma como está sendo proposta fortalece empreendimentos privados e coloca em risco direto a proteção do patrimônio histórico, a organização urbana e a nossa qualidade de vida”, disse o comunicado da Sodeca.
Risco para o Sítio Histórico
A permissão para novas atividades comerciais em áreas estritamente residenciais reabre um debate sobre a mercantilização do Sítio Histórico de Olinda. Moradores relatam receio de ampliação de velhos problemas da região, como a poluição sonora, o acúmulo de lixo, a sobrecarga no trânsito em vias tombadas e a expulsão gradual dos moradores do local.
Salva o patrimônio, Mirella
O Poder é crítico severo da gestão Mirella Almeida. No entanto, sempre cabe redenção.
Com a votação concluída no Legislativo, o texto segue para o Poder Executivo. Cabe agora à gestão municipal a decisão de sancionar a proposta ou acolher o apelo da comunidade aplicável via veto integral. Faz um gesto com a história, prefeita. Quem sabe sua imagem não começa a melhorar?
Nós
Temos mais detalhes e estamos apurando.
Voltaremos ao assunto.
O Poder com informações de Márcio Didier e Ricardo Dantas Barreto.
O enfraquecimento político de Trump é bom para o Brasil?
04/11/2026
O Partido Democrata conquistou na madrugada de hoje, quarta-feira (04/11) a maioria das duas casas do Congresso dos Estados Unidos. O resultado configura uma derrota histórica para o presidente republicano Donald Trump em meio às eleições legislativas de meio de mandato, conhecidas como midterms, realizadas ontem, terça-feira (03/11).
Manteve
A legenda manteve suas cadeiras no Senado e avançou sobre vagas historicamente ocupadas por Republicanos. Os democratas elegeram 20 senadores, sendo sete de virada, e chegaram a 54 das 100 cadeiras da Casa até a última atualização
Câmara
Na Câmara, os democratas conseguiram "virar" 25 cadeiras que estavam sob o controle dos republicanos em distritos de mais de 10 estados.
As eleições devem alterar drasticamente o equilíbrio de poder em Washington, já que o partido de Donald Trump perdeu o controle que tinha nas duas Casas.
Capitalizam
O Partido Democrata conquistou na madrugada de hoje, quarta-feira (04/11) a maioria das duas casas do Congresso dos Estados Unidos. O resultado configura uma derrota histórica para o presidente republicano Donald Trump em meio às eleições legislativas de meio de mandato, conhecidas como midterms, realizadas ontem, terça-feira (03/11).
Manteve
A legenda manteve suas cadeiras no Senado e avançou sobre vagas historicamente ocupadas por Republicanos. Os democratas elegeram 20 senadores, sendo sete de virada, e chegaram a 54 das 100 cadeiras da Casa até a última atualização
Câmara
Na Câmara, os democratas conseguiram "virar" 25 cadeiras que estavam sob o controle dos republicanos em distritos de mais de 10 estados.
As eleições devem alterar drasticamente o equilíbrio de poder em Washington, já que o partido de Donald Trump perdeu o controle que tinha nas duas Casas.
Capitalizam
Os democratas capitalizaram a impopularidade histórica do presidente Donald Trump para obter uma vitória expressiva, garantindo um poder significativo para conter ações do presidente e sua administração durante os dois anos finais de seu mandato.
Avançaram
Para conquistar a maioria, os democratas avançaram em estados republicanos, vencendo disputas em locais que não elegiam um democrata há décadas.
Conquista
Isso incluiu a conquista de uma cadeira no Senado na Carolina do Sul, estado vencido por Trump com uma margem de 18 pontos percentuais em 2024, e outra no Texas, que não elegia um democrata para o senado desde 1988.
Além disso, obtiveram uma vitória no Kansas, estado que não elegia um senador democrata desde 1932.
Vitória histórica
Apenas duas vezes nos últimos 50 anos o controle de ambas as casas legislativas mudou no mesmo ciclo eleitoral.
A mudança no controle do Congresso coroa um período turbulento de 22 meses.
Ciclo
O início desse ciclo foi marcado pela chegada de Trump ao poder com uma postura agressiva, expandindo o controle do Executivo com a anuência de um Congresso dominado pelos republicanos e de diversas instituições. O desfecho é uma derrota contundente para os republicanos nas eleições de meio de mandato.
Principais fatores
Os principais fatores parecem ser a inflação, as tarifas impostas por Trump, a guerra no Irã e a preocupação dos eleitores com a conduta de Trump e seu enriquecimento pessoal.
Esperada
A vitória dos democratas na Câmara era amplamente esperada, visto que precisavam conquistar apenas três cadeiras a mais para alcançar a maioria — e, historicamente, o partido do presidente tende a perder assentos nas eleições de meio de mandato.
Balanço
A derrota significa um considerável enfraquecimento no poder imperial que Trump vinha exercendo. O presidente ianque vai ter mais dificuldades para manter sua politica belicosa e sustentar ações imperialistas. Ruim para quem surfava na onda trumpista. Bom para quem valoriza o humanismo, a autodeterminação dos povos e a manutencão das boas práticas da democracia.
EUA têm marcos históricos de representatividade nas eleições; confira
04/11/2026
As Eleições de Meio de Mandato dos Estados Unidos, realizadas ontem, terça-feira (03/11), foram marcadas por vitórias inéditas em diferentes disputas estaduais e nacionais. Entre os resultados estão a eleição da primeira governadora negra da história do país e do primeiro senador americano abertamente gay.
Renovação
Com a renovação de cargos no Congresso e em governos estaduais, as eleições também levaram novos representantes a posições até então não ocupadas por determinados grupos. Negros, indígenas, mulheres e integrantes da comunidade LGBTQ+ estão entre os protagonistas dos resultados.
Primeira governadora negra dos EUA
Keisha Lance Bottoms está projetada para se tornar a primeira governadora negra da Geórgia e a primeira mulher negra a governar um estado na história dos Estados Unidos.
Ex-prefeita de Atlanta, cargo que ocupou entre 2018 e 2022, Bottoms derrotou Rick Jackson, candidato apoiado pelo...
As Eleições de Meio de Mandato dos Estados Unidos, realizadas ontem, terça-feira (03/11), foram marcadas por vitórias inéditas em diferentes disputas estaduais e nacionais. Entre os resultados estão a eleição da primeira governadora negra da história do país e do primeiro senador americano abertamente gay.
Renovação
Com a renovação de cargos no Congresso e em governos estaduais, as eleições também levaram novos representantes a posições até então não ocupadas por determinados grupos. Negros, indígenas, mulheres e integrantes da comunidade LGBTQ+ estão entre os protagonistas dos resultados.
Primeira governadora negra dos EUA
Keisha Lance Bottoms está projetada para se tornar a primeira governadora negra da Geórgia e a primeira mulher negra a governar um estado na história dos Estados Unidos.
Ex-prefeita de Atlanta, cargo que ocupou entre 2018 e 2022, Bottoms derrotou Rick Jackson, candidato apoiado pelo presidente Donald Trump.
Durante a campanha, apresentou como prioridades a ampliação da cobertura do Medicaid, programa público de saúde, a redução de impostos para proprietários de imóveis e o aumento do financiamento da educação.
Primeiro senador americano assumidamente gay
Chris Pappas deverá se tornar o primeiro senador abertamente gay da história dos Estados Unidos, após vencer a disputa pelo Senado em New Hampshire.
Deputado federal por quatro mandatos, ele representa o sudeste do estado na Câmara dos Representantes. Sua vitória também garante aos democratas a manutenção de uma cadeira considerada importante na composição do Senado.
Primeiro governador negro da Flórida
Byron Donalds está projetado para se tornar o primeiro governador negro da Flórida. O republicano recebeu apoio de Donald Trump durante a campanha e defendeu propostas relacionadas a reformas tributárias, regulamentação de centros de dados e à agenda do presidente.
Com a posse de Donalds e a vitória de Keisha Lance Bottoms, os Estados Unidos deverão ter três governadores negros em exercício. O terceiro é o democrata Wes Moore, de Maryland, que também teve a reeleição projetada.
Primeira mulher eleita senadora pela Carolina do Sul
Annie Andrews deverá se tornar a primeira mulher eleita senadora dos Estados Unidos pela Carolina do Sul. Ela venceu a disputa contra Darline Graham, senadora que havia sido nomeada para ocupar a cadeira após a morte de seu irmão, o então senador Lindsey Graham, em julho.
Nomeação
A nomeação de Graham teve participação de Trump e gerou controvérsia no estado, tradicionalmente republicano.
Durante a campanha, Andrews se apresentou como uma candidata moderada e independente, com propostas relacionadas ao custo de vida, à qualidade de vida e ao combate à corrupção.
Primeira governadora latina do Texas
Projetada
Gina Hinojosa está projetada para se tornar a primeira governadora hispânica do Texas. Ela derrotou o republicano Greg Abbott, que ocupava o cargo havia quase 12 anos.
Legisladora estadual e advogada de 52 anos, Hinojosa também será a primeira democrata eleita para governar o Texas desde Ann Richards, em 1990, e a terceira mulher a ocupar o posto.
Primeira mulher negra do Colorado no Congresso
Melat Kiros deverá se tornar a primeira mulher negra a representar o Colorado no Congresso dos Estados Unidos, após vencer a disputa pelo 1º Distrito do estado.
Advogada de 29 anos e integrante do movimento socialista democrático, Kiros também fará parte da Geração Z na Câmara dos Representantes. Ela está entre as parlamentares mais jovens a ocupar uma cadeira na Casa.
Primeiro congressista muçulmano de Nova Jersey
Adam Hamawy deverá se tornar o primeiro muçulmano eleito para representar Nova Jersey no Congresso dos Estados Unidos. Ele venceu a disputa pelo 12º Distrito Congressional.
Cirurgião aposentado do Exército americano, Hamawy integra a ala progressista do Partido Democrata. Entre suas propostas estão a criação de um sistema de saúde pública universal, conhecido como Medicare for All, e o cancelamento de dívidas médicas e estudantis.
Primeira congressista indígena de Nova York
Claire Valdez deverá se tornar a primeira mulher indígena a representar Nova York no Congresso dos Estados Unidos. Ela venceu a disputa pelo 7º Distrito Congressional.
Primeira mulher eleita governadora de Ohio
Amy Acton está projetada para se tornar a primeira mulher eleita governadora de Ohio. Médica, ela também deverá ser a primeira democrata a vencer uma eleição para o governo estadual desde 2006.
Acton derrotou o republicano Vivek Ramaswamy em uma disputa que teve repercussão nacional.
Entre suas propostas estavam a redução de impostos sobre propriedades para moradores de classe média e idosos e uma moratória para novos centros de dados, a menos que as empresas responsáveis arcassem com os custos de energia.
Primeiro governador latino eleito na Califórnia
Xavier Becerra deverá se tornar o primeiro latino eleito governador da Califórnia. Ex-deputado federal, ex-procurador-geral do estado e ex-secretário de Saúde e Serviços Humanos durante o governo Biden, ele venceu a disputa para suceder Gavin Newsom.
Durante a campanha, Becerra associou seu adversário republicano, Steve Hilton, ao presidente Donald Trump e pediu aos eleitores democratas que se posicionassem contra o governo federal.
Primeira governadora indígena dos EUA
Deb Haaland foi eleita governadora do Novo México e deverá se tornar a primeira pessoa indígena a ocupar o cargo de governadora nos Estados Unidos.
Ex-deputada federal e ex-secretária do Interior durante o governo Joe Biden, Haaland tem uma trajetória marcada por pioneirismos na política americana.
Entre 2021 e 2025, foi a primeira pessoa indígena a ocupar um cargo de secretariado no governo federal dos Estados Unidos, à frente do Departamento do Interior.
Superaram
A onda azul prevista pelas pesquisas anteriores às Eleições de Meio de Mandato nos Estados Unidos superaram até mesmo as expectativas mais otimistas do Partido Democrata: candidatos do partido de oposição a Donald Trump conseguiram manter o domínio nos estados mais disputados e viraram mais cadeiras do que o necessário para garantir o controle da Câmara e do Senado.
Conquistou
O Partido Democrata conquistou na madrugada desta quarta-feira (4) a maioria das duas casas do Congresso dos Estados Unidos. O resultado configura uma derrota histórica para o presidente republicano Donald Trump em meio às eleições legislativas de meio de mandato, conhecidas como midterms, realizadas na terça-feira (03/11).
Manteve
A legenda manteve suas cadeiras no Senado e avançou sobre vagas historicamente ocupadas por Republicanos. Os democratas elegeram 20 senadores, sendo sete de virada, e chegaram a 54 das 100 cadeiras da Casa até a última atualização
Fotos: CNN Newsource
Brasileiro de Duque de Caxias (RJ) é eleito deputado estadual na Flórida
04/11/2026
O brasileiro Felipe Sousa-Lazaballet, de 40 anos, foi eleito deputado estadual em um distrito da Flórida, nos Estados Unidos, pelo Partido Democrata. Nascido em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, ele será o primeiro brasileiro a ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa do estado.
Primeiro imigrante
Com a eleição, ele também se torna o primeiro imigrante abertamente gay a conquistar uma vaga na legislatura estadual.
A vitória
Felipe Sousa-Lazaballet venceu a republicana Bonnie Jackson nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, chamadas de midterms, cuja votação se encerrou na última terça-feira (3).
Depois de viver cerca de 15 anos em situação migratória irregular nos Estados Unidos, Lazaballet se naturalizou americano em 2021.
Duque de Caxias
Natural de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro, e filho de mãe solo, uma empregad...
O brasileiro Felipe Sousa-Lazaballet, de 40 anos, foi eleito deputado estadual em um distrito da Flórida, nos Estados Unidos, pelo Partido Democrata. Nascido em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, ele será o primeiro brasileiro a ocupar uma cadeira na Assembleia Legislativa do estado.
Primeiro imigrante
Com a eleição, ele também se torna o primeiro imigrante abertamente gay a conquistar uma vaga na legislatura estadual.
A vitória
Felipe Sousa-Lazaballet venceu a republicana Bonnie Jackson nas eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, chamadas de midterms, cuja votação se encerrou na última terça-feira (3).
Depois de viver cerca de 15 anos em situação migratória irregular nos Estados Unidos, Lazaballet se naturalizou americano em 2021.
Duque de Caxias
Natural de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense do Rio de Janeiro, e filho de mãe solo, uma empregada doméstica natural do Ceará, o brasileiro chegou ao país aos 14 anos e, aos 26 anos, por meio do DACA, recebeu permissão para trabalhar.
Prefeito do Recife cancela show de Jorge e Mateus no Réveillon após críticas nas redes sociais
04/11/2026
O prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), anunciou, na noite de ontem, terça-feira (03/11), que a dupla Jorge e Mateus não vai mais se apresentar no Réveillon da cidade. O cancelamento foi anunciado após críticas nas redes sociais contra a apresentação dos artistas, que apoiaram Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado no 2º turno da disputa pela Presidência da República.
O show
O show estava previsto para a noite de 27 de dezembro. Até a última atualização desta reportagem, a gestão municipal não confirmou se haverá a uma nova atração no lugar da dupla sertaneja.
A programação
A programação do evento foi divulgada na quinta-feira (29/10) durante uma coletiva de imprensa no bairro do Pina, principal polo da festa da virada, e, desde então, vinha recebendo críticas na internet.
Fortaleza
Também nesta terça, os artistas tiveram uma apresentação cancelada no Ano-Novo de...
O prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), anunciou, na noite de ontem, terça-feira (03/11), que a dupla Jorge e Mateus não vai mais se apresentar no Réveillon da cidade. O cancelamento foi anunciado após críticas nas redes sociais contra a apresentação dos artistas, que apoiaram Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado no 2º turno da disputa pela Presidência da República.
O show
O show estava previsto para a noite de 27 de dezembro. Até a última atualização desta reportagem, a gestão municipal não confirmou se haverá a uma nova atração no lugar da dupla sertaneja.
A programação
A programação do evento foi divulgada na quinta-feira (29/10) durante uma coletiva de imprensa no bairro do Pina, principal polo da festa da virada, e, desde então, vinha recebendo críticas na internet.
Fortaleza
Também nesta terça, os artistas tiveram uma apresentação cancelada no Ano-Novo de Fortaleza. O prefeito da capital cearense, Evandro Leitão (PT), citou "questões que geraram polêmicas".
Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta quarta-feira
04/11/2026
Por Alek Maracajá*
Brasília, quarta-feira, 4 de novembro de 2026
… And now, Joseph? A festa acabou, a luz apagou e o Congresso americano ficou azul. Os democratas conquistaram a Câmara e o Senado, e Trump respondeu com um boné escrito "VETO".
Obama resumiu a noite: "Esta noite, o povo americano enviou uma mensagem clara: eles querem uma política que una as pessoas, em vez de dividi-las, e líderes que ofereçam soluções concretas para os desafios que enfrentam."
Do lado de cá, a turma que mandava "help" para Washington descobriu que o destinatário também precisa de socorro: Trump não anunciou sanções nem asilo e disse não ter planos de encontrar Flávio.
Em Brasília, o Senado aprovou a PEC da Segurança por 75 a 0, Hugo Motta soma partidos com 338 deputados, o PL lança Rogério Marinho ao comando do Senado e José Dirceu diz que a vitória "não foi do PT".
E enquanto isso tudo PF E RFB M...
Por Alek Maracajá*
Brasília, quarta-feira, 4 de novembro de 2026
… And now, Joseph? A festa acabou, a luz apagou e o Congresso americano ficou azul. Os democratas conquistaram a Câmara e o Senado, e Trump respondeu com um boné escrito "VETO".
Obama resumiu a noite: "Esta noite, o povo americano enviou uma mensagem clara: eles querem uma política que una as pessoas, em vez de dividi-las, e líderes que ofereçam soluções concretas para os desafios que enfrentam."
Do lado de cá, a turma que mandava "help" para Washington descobriu que o destinatário também precisa de socorro: Trump não anunciou sanções nem asilo e disse não ter planos de encontrar Flávio.
Em Brasília, o Senado aprovou a PEC da Segurança por 75 a 0, Hugo Motta soma partidos com 338 deputados, o PL lança Rogério Marinho ao comando do Senado e José Dirceu diz que a vitória "não foi do PT".
E enquanto isso tudo PF E RFB MIRAM ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA EM SETE ESTADOS Ação cumpre 76 mandados de busca e 26 de prisão
Resumo da manhã: a eleição acabou nos dois países, mas a apuração do poder só começou agora
Principais movimentos do dia
MIDTERMS: Trump perde o Congressso e ganha Boné
A CNN projetou maioria democrata na Câmara e no Senado. Em entrevista à Fox News, Trump disse "parabéns aos democratas", afirmou que não vê o resultado como "um golpe contra mim" e que os republicanos teriam vencido "de lavada" se seu nome estivesse na cédula.
Depois, postou um boné com a palavra "VETO" e avisou: "Eles mandam coisas absurdas, e eu veto". Segundo a CNN, mais de 6 em cada 10 eleitores desaprovam Trump.
Com as duas Casas, os democratas ganham poder de investigar, convocar e barrar indicações ao Judiciário, inclusive à Suprema Corte.
Trump não estava na cédula, mas o boné estava em todas as redes. Nos EUA, até a derrota vem com merchandising
Texas e Geórgia: viradas para o livro de história
James Talarico se tornou o primeiro democrata eleito ao Senado pelo Texas desde 1988, e Gina Hinojosa venceu o governo do estado. No Kansas, os democratas elegeram um senador pela primeira vez desde 1932.
Na Geórgia, Keisha Lance Bottoms derrotou o republicano Rick Jackson e será a primeira mulher negra eleita governadora na história dos EUA.
O mapa vermelho perdeu tinta justamente nos estados que serviam de vitrine para o trumpismo.
No Texas, democrata ganhar Senado era lenda de bar. Agora virou dado oficial
Trump frustra aliados de Flávio: nem Sanção, nem Asilo, nem foto
Aliados esperavam a volta das sanções da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes, punição a Cristiano Zanin e asilo político para Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Nada disso foi anunciado.
Trump disse que Flávio pode ficar nos EUA "o tempo que quiser", mas que não pretende encontrá-lo e que mantém boa relação com Lula. O outro lado: até o fechamento, Flávio não havia comentado a reportagem.
Com o Congresso perdido em casa, a Casa Branca tem menos espaço e menos vontade para comprar briga com Brasília.
Os 3,28 milhões de menções que pediam "help" a Trump ganharam resposta automática: "estou em reunião"
PEC da Segurança: 75 a 0, e a Maioridade ficou para depois
O Senado aprovou a PEC da Segurança Pública por 73 a 0 no 1º turno e 75 a 0 no 2º. O texto constitucionaliza o Susp, amplia o papel da União, endurece regras contra facções e milícias e destina ao setor 10% do superávit do Fundo Social.
A redução da maioridade penal foi separada em outra PEC por 38 a 36. Como não houve mudança de mérito, o texto vai à promulgação. Ya aprovação abre caminho para Lula criar um ministério da área.
Primeira vitória de peso do governo no pós-eleição, construída deixando o tema mais divisivo de fora.
Unanimidade no Senado é tão rara que alguns senadores devem estar conferindo o painel até agora
A disputa pelas mesas: Motta com 338, PL com Marinho
Os partidos que apoiam a reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) somam 338 deputados, 81 acima dos 257 necessários. PT, PV e PCdoB já declararam apoio.
O PL, com 121 deputados, só decide sua posição na Câmara em 11/11; Nikolas Ferreira está entre os que defendem candidatura própria. No Senado, o partido deve anunciar hoje Rogério Marinho (PL-RN) contra Davi Alcolumbre (União-AP), que busca a reeleição. A votação é em fevereiro de 2027.
A maior bancada tem número para pressionar, mas ainda precisa de aliados para vencer.
Em Brasília, a eleição de fevereiro já começou em novembro. Só falta inventarem o horário eleitoral da Mesa Diretora
Dirceu; "A vitória não foi do PT"
Em entrevista ao O Globo, José Dirceu disse que "a vitória na eleição não foi do PT" e que é preciso "quase uma reconstrução" do partido, pois "a renovação é urgente".
Defendeu aproximação com jovens e evangélicos, diálogo com quem votou na direita ("não devemos estigmatizar") e um pacto nacional para o quarto mandato.
O PT ganhou a Presidência e, no dia seguinte, abriu a própria auditoria interna.
No PT, a autocrítica chegou antes da posse. É a primeira transição de governo dentro do próprio partido
Fux quer banir as bets
Em audiência pública no STF na terça (3/11), Luiz Fux, relator das ações contra a MP de Lula que proibiu as apostas online, disse que a ludopatia é problema de saúde pública e econômica e que as bets "devem ser banidas".
Horas antes, Lula questionou em vídeo a composição da audiência. Fux, sem citá-lo, chamou as críticas de "desinformadas" e disse que não convocou "só empresas e times de futebol".
Governo e relator concordam no diagnóstico e discordam no método, e é aí que a segurança jurídica da MP vai ser decidida.
A única aposta segura no STF é que ninguém vai sair dessa audiência sem um pedido de vista
Gilmar dá 5 dias para explicações sobre violência contra indígenas
Gilmar Mendes deu 5 dias para o governo de Mato Grosso do Sul, AGU, Funai, MPF-MS e os ministérios dos Povos Indígenas, da Justiça e dos Direitos Humanos informarem sobre denúncias de violência após as eleições.
São 189 relatos de violência, ameaças e intimidação no estado, incluindo suspeita de envenenamento da água em Tacuru, investigada pelo MPF. A Apib também deve detalhar os casos.
O Supremo transforma denúncia em prazo, e o prazo cobra resposta de todos os níveis de governo.
Sem piada neste item: aqui, o assunto é sério
Extra: Paes pede 2º Turno no Rio
Eduardo Paes (PSD) reconheceu a derrota, mas defende um 2º turno: com os 274.411 votos de Garotinho anulados pelo TSE, Douglas Ruas foi a 50,88%. A ADPF do PSD está com Cristiano Zanin no STF, e Paes diz que respeitará a decisão.
Fechamento
A história desta quarta é Washington muda tudo.
Os democratas tomaram o Congresso americano e Trump respondeu com veto antecipado. Por tabela, Flávio ficou sem sanção, sem asilo e sem encontro.
Em Brasília, a PEC da Segurança passou sem votos contra, as Mesas começam a ser disputadas e o PT faz autocrítica antes de subir a rampa. O pós-eleição virou teste de entrega.
Faltam 62 dias para a posse, em 5 de janeiro de 2027.
A urna americana falou. Trump vetou o resultado no boné. E José, como sempre, continua perguntando: e agora?
Alek Maracajá
Cientista de Dados | Ativaweb DataLab
https://www.instagram.com/datalab_ativaweb
Eleições nos EUA: democratas conquistam maioria da Câmara e do Senado, impõem derrota a Trump e assumem controle do Congresso
04/11/2026
O Partido Democrata conquistou na madrugada de hoje, quarta-feira (04/11) a maioria das duas casas do Congresso dos Estados Unidos. O resultado configura uma derrota histórica para o presidente republicano Donald Trump em meio às eleições legislativas de meio de mandato, conhecidas como midterms, realizadas ontem, terça-feira (03/11).
Manteve
A legenda manteve suas cadeiras no Senado e avançou sobre vagas historicamente ocupadas por Republicanos. Os democratas elegeram 20 senadores, sendo sete de virada, e chegaram a 54 das 100 cadeiras da Casa até a última atualização
Câmara
Na Câmara, os democratas conseguiram "virar" 25 cadeiras que estavam sob o controle dos republicanos em distritos de mais de 10 estados.
As eleições devem alterar drasticamente o equilíbrio de poder em Washington, já que o partido de Donald Trump perdeu o controle que tinha nas duas Casas.
Capitalizam
O Partido Democrata conquistou na madrugada de hoje, quarta-feira (04/11) a maioria das duas casas do Congresso dos Estados Unidos. O resultado configura uma derrota histórica para o presidente republicano Donald Trump em meio às eleições legislativas de meio de mandato, conhecidas como midterms, realizadas ontem, terça-feira (03/11).
Manteve
A legenda manteve suas cadeiras no Senado e avançou sobre vagas historicamente ocupadas por Republicanos. Os democratas elegeram 20 senadores, sendo sete de virada, e chegaram a 54 das 100 cadeiras da Casa até a última atualização
Câmara
Na Câmara, os democratas conseguiram "virar" 25 cadeiras que estavam sob o controle dos republicanos em distritos de mais de 10 estados.
As eleições devem alterar drasticamente o equilíbrio de poder em Washington, já que o partido de Donald Trump perdeu o controle que tinha nas duas Casas.
Capitalizam
Os democratas capitalizaram a impopularidade histórica do presidente Donald Trump para obter uma vitória expressiva, garantindo um poder significativo para conter ações do presidente e sua administração durante os dois anos finais de seu mandato.
Avançaram
Para conquistar a maioria, os democratas avançaram em estados republicanos, vencendo disputas em locais que não elegiam um democrata há décadas.
Conquista
Isso incluiu a conquista de uma cadeira no Senado na Carolina do Sul, estado vencido por Trump com uma margem de 18 pontos percentuais em 2024, e outra no Texas, que não elegia um democrata para o senado desde 1988.
Além disso, obtiveram uma vitória no Kansas, estado que não elegia um senador democrata desde 1932.
Vitória histórica
Apenas duas vezes nos últimos 50 anos o controle de ambas as casas legislativas mudou no mesmo ciclo eleitoral.
A mudança no controle do Congresso coroa um período turbulento de 22 meses.
Ciclo
O início desse ciclo foi marcado pela chegada de Trump ao poder com uma postura agressiva, expandindo o controle do Executivo com a anuência de um Congresso dominado pelos republicanos e de diversas instituições. O desfecho é uma derrota contundente para os republicanos nas eleições de meio de mandato.
Principais fatores
Os principais fatores parecem ser a inflação, as tarifas impostas por Trump, a guerra no Irã e a preocupação dos eleitores com a conduta de Trump e seu enriquecimento pessoal.
Esperada
A vitória dos democratas na Câmara era amplamente esperada, visto que precisavam conquistar apenas três cadeiras a mais para alcançar a maioria — e, historicamente, o partido do presidente tende a perder assentos nas eleições de meio de mandato.
Veneziano diz que aprovação da PEC da Segurança Pública com o seu voto, foi vitória do Brasil
04/11/2026
O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) publicou um vídeo na noite de ontem, terça-feira (03/10) detalhando os benefícios que a PEC da Segurança Pública trará para os cidadãos e cidadãs brasileiros. A PEC 18/2025, que amplia a integração entre os órgãos de segurança e fortalece o combate ao crime organizado, foi aprovada por unanimidade, com 73 votos favoráveis em primeiro turno e 75 em segundo turno, e será promulgada.
Votou a favor
Segundo Veneziano, a aprovação da matéria foi uma vitória do Brasil.
“Tenho a alegria de poder ter participado diretamente da aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição de suma importância, que é a PEC da segurança Pública. Com ela, o Brasil passa a ter um instrumento de fortalecer a relação do governo federal com os estados e com os municípios, com polícias integradas, com investimentos na PF, na PRF, e isso é fundamental.”, afirmou Veneziano.
Desmembradas
Eme...
O senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) publicou um vídeo na noite de ontem, terça-feira (03/10) detalhando os benefícios que a PEC da Segurança Pública trará para os cidadãos e cidadãs brasileiros. A PEC 18/2025, que amplia a integração entre os órgãos de segurança e fortalece o combate ao crime organizado, foi aprovada por unanimidade, com 73 votos favoráveis em primeiro turno e 75 em segundo turno, e será promulgada.
Votou a favor
Segundo Veneziano, a aprovação da matéria foi uma vitória do Brasil.
“Tenho a alegria de poder ter participado diretamente da aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição de suma importância, que é a PEC da segurança Pública. Com ela, o Brasil passa a ter um instrumento de fortalecer a relação do governo federal com os estados e com os municípios, com polícias integradas, com investimentos na PF, na PRF, e isso é fundamental.”, afirmou Veneziano.
Desmembradas
Emendas que tratavam da redução da maioridade penal acabaram sendo desmembradas do texto e passarão a tramitar como duas propostas autônomas. O desmembramento também foi aprovado em plenário.
“Também fiz questão de ressaltar a importância de aprovarmos a proposta que diminui a maioridade de 18 para 16 anos para quem praticar crimes hediondos”, complementou Veneziano.
Eleições no Senado - PL oficializa candidatura de Rogério Marinho para a presidência do Senado
04/11/2026
O Partido Liberal, PL, oficializou, hoje, quarta-feira, 04/11, a candidatura do senador e líder da oposição do Senado, Rogério Marinho, PL, para assumir a presidência da Casa. O lançamento foi feito após reunião da legenda ocorrida na sede do partido em Brasília. A eleição para o cargo ocorre no dia 1º de fevereiro e depende da articulação dos senadores por apoios dentro da Casa.
Rogério Marinho
“Fui escolhido pelos nossos companheiros para representar a direita”, declarou o líder da oposição no Senado. Ele também declarou que “oportunamente” vai estar junto com Tereza Cristina. Durante a reunião da manhã de hoje, Marinho voltou a falar da prioridade que dará a pautas consideradas caras para o bolsonarismo em sua eventual eleição como presidente do Senado Federal. Entre os temas, o senador mencionou o impeachment de ministros do STF e a anistia para condenados pelo '8 de Janeiro'. De acordo com o parlamentar, sua gestão seria “a salvaguarda da Const...
O Partido Liberal, PL, oficializou, hoje, quarta-feira, 04/11, a candidatura do senador e líder da oposição do Senado, Rogério Marinho, PL, para assumir a presidência da Casa. O lançamento foi feito após reunião da legenda ocorrida na sede do partido em Brasília. A eleição para o cargo ocorre no dia 1º de fevereiro e depende da articulação dos senadores por apoios dentro da Casa.
Rogério Marinho
“Fui escolhido pelos nossos companheiros para representar a direita”, declarou o líder da oposição no Senado. Ele também declarou que “oportunamente” vai estar junto com Tereza Cristina. Durante a reunião da manhã de hoje, Marinho voltou a falar da prioridade que dará a pautas consideradas caras para o bolsonarismo em sua eventual eleição como presidente do Senado Federal. Entre os temas, o senador mencionou o impeachment de ministros do STF e a anistia para condenados pelo '8 de Janeiro'. De acordo com o parlamentar, sua gestão seria “a salvaguarda da Constituição”. O senador do PL criticou as articulações de Alcolumbre e acusou o atual presidente do Senado de oferecer vantagens para “cooptar” votos.
<'img2'>
Alcolumbre, Tereza Cristina e Marinho
Marinho foi coordenador da campanha eleitoral de Flávio Bolsonaro, PL, e conta com a confiança da família Bolsonaro. A corrida pelo comando da Casa ainda enfrenta um cenário de indefinição. Além de Marinho, disputam o cargo o senador Davi Alcolumbre, União, que busca a reeleição, e a senadora Tereza Cristina, PP, que também disputa os votos da oposição. A decisão por alçar Marinho à disputa ocorre em meio a discussões entre partidos da oposição sobre a possibilidade de reunir esforços em torno de uma candidatura única. Nos bastidores, os partidos tentavam costurar uma candidatura que pudesse unir Marinho e Tereza Cristina, em uma tentativa de unir forças contra Alcolumbre, ao invés de dividirem votos na disputa. Alcolumbre já costurou acenos em busca de sua reeleição e recebeu o apoio formal de legendas importantes na composição da Casa. Até o momento, o senador reúne sinalizações do MDB, do PSD e do PT, além do União Brasil e PP, que também anunciaram apoio à reeleição do senador amapaense. Alcolumbre também calcula que terá votos na bancada do PL para se reeleger ao comando do Senado.
Presidência do Senado
Para se eleger presidente do Senado, são necessários, no mínimo, 41 votos. O PL terá uma bancada de 29 senadores em 2027. Dessa forma, Marinho precisaria do apoio de mais 12 parlamentares para conquistar o comando da Casa.
Compartilhar
Email
globalzconsultoria@gmail.com
Assine grátis e informe-se todos os dias.
Telefone/Whatsapp
Brasília
(61) 99667-4410
Recife
(81) 99967-9957
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nosso site.
Ao
utilizar nosso site e suas ferramentas, você concorda com a nossa Política de
Privacidade.
Jornal O Poder - Política de Privacidade
Esta política estabelece como ocorre o tratamento dos dados pessoais dos visitantes dos sites dos
projetos
gerenciados pela Jornal O Poder.
As informações coletadas de usuários ao preencher formulários inclusos neste site serão utilizadas
apenas para
fins de comunicação de nossas ações.
O presente site utiliza a tecnologia de cookies, através dos quais não é possível identificar
diretamente o
usuário. Entretanto, a partir deles é possível saber informações mais generalizadas, como
geolocalização,
navegador utilizado e se o acesso é por desktop ou mobile, além de identificar outras informações
sobre
hábitos de navegação.
O usuário tem direito a obter, em relação aos dados tratados pelo nosso site, a qualquer momento, a
confirmação do armazenamento desses dados.
O consentimento do usuário titular dos dados será fornecido através do próprio site e seus
formulários
preenchidos.
De acordo com os termos estabelecidos nesta política, a Jornal O Poder não divulgará dados
pessoais.
Com o objetivo de garantir maior proteção das informações pessoais que estão no banco de dados, a
Jornal O Poder
implementa medidas contra ameaças físicas e técnicas, a fim de proteger todas as
informações pessoais para evitar uso e divulgação não autorizados.