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Candidatos à Presidência da República cumprem agenda em Brasília e Porto Alegre nesta quarta-feira

14/10/2026

Os candidatos à Presidência da República que disputam o segundo turno das eleições gerais cumprem agenda em Brasília e Porto Alegre, hoje, quarta-feira (14/10).

Confira:
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

À tarde, acompanhará, de forma remota, a votação no Senado da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1.
Flávio Bolsonaro (PL)

Às 15h, conversa com moradores da região de Vila Brasília (bairro Sarandi, próximo ao dique), em Porto Alegre. Às 17h, faz comício e ato de mobilização no Largo Glênio Peres (ao lado do Mercado Público), no Centro Histórico de Porto Alegre.

Os candidatos à Presidência da República que disputam o segundo turno das eleições gerais cumprem agenda em Brasília e Porto Alegre, hoje, quarta-feira (14/10).

Confira:
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

À tarde, acompanhará, de forma remota, a votação no Senado da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1.
Flávio Bolsonaro (PL)

Às 15h, conversa com moradores da região de Vila Brasília (bairro Sarandi, próximo ao dique), em Porto Alegre. Às 17h, faz comício e ato de mobilização no Largo Glênio Peres (ao lado do Mercado Público), no Centro Histórico de Porto Alegre.

Domingo tem debate na Band. Flávio confirma que vai

14/10/2026

Lula já tinha confirmado. Flávio disse que não ia, mudou de ideia. A ameaça de cadeira vazia decidiu a parada. Assim, no próximo domingo, acontece o primeiro debate cara a cara entre o presidente Lula o o senador Flávio. Vai sair faísca.

Afirmou

O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), publicou um vídeo, hoje, quarta-feira (14/10) afirmando que irá ao debate previsto para acontecer neste domingo (18/10).

“Bastou eu falar que não ia no debate, para você [Lula], no minuto seguinte, falar que vai no debate. É claro que eu vou no debate, eu só queria que você confirmasse”, afirmou o candidato.

Outro debate

Durante evento em São Paulo, ontem, terça-feira (13/10), Flávio disse que não iria ao debate previsto para esta semana e que ainda vai avaliar se comparecerá ao da TV Globo, marcado para a próxima semana, no dia 23/10.

Lula já tinha confirmado. Flávio disse que não ia, mudou de ideia. A ameaça de cadeira vazia decidiu a parada. Assim, no próximo domingo, acontece o primeiro debate cara a cara entre o presidente Lula o o senador Flávio. Vai sair faísca.

Afirmou

O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), publicou um vídeo, hoje, quarta-feira (14/10) afirmando que irá ao debate previsto para acontecer neste domingo (18/10).

“Bastou eu falar que não ia no debate, para você [Lula], no minuto seguinte, falar que vai no debate. É claro que eu vou no debate, eu só queria que você confirmasse”, afirmou o candidato.

Outro debate

Durante evento em São Paulo, ontem, terça-feira (13/10), Flávio disse que não iria ao debate previsto para esta semana e que ainda vai avaliar se comparecerá ao da TV Globo, marcado para a próxima semana, no dia 23/10.

Silvinho diverge do Republicanos e está na campanha de Lula

14/10/2026

O ex-ministro de Lula e deputado federal reeleito, Silvio Costa Filho, se reuniu, nesta terça-feira, em Brasília, com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e representantes de partidos aliados à campanha de reeleição do presidente Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin. O encontro teve como objetivo discutir estratégias e ações para fortalecer a campanha e ampliar o diálogo entre as forças políticas que integram a base de apoio ao presidente.

Único integrante

No Republicanos, Silvio foi o único integrante da legenda a se posicionar favoravelmente à reeleição do presidente Lula. O gesto de Costa Filho, segundo interlocutores do Planalto, deixou o presidente Lula e toda cúpula do governo bastante satisfeito e grato pela posição mesmo diante da decisão do Republicanos nacional de apoiar Flávio Bolsonaro.

Debateram

Durante a reunião, Silvio, Edinho e os representantes das legendas aliadas debateram iniciati...

O ex-ministro de Lula e deputado federal reeleito, Silvio Costa Filho, se reuniu, nesta terça-feira, em Brasília, com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e representantes de partidos aliados à campanha de reeleição do presidente Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin. O encontro teve como objetivo discutir estratégias e ações para fortalecer a campanha e ampliar o diálogo entre as forças políticas que integram a base de apoio ao presidente.

Único integrante

No Republicanos, Silvio foi o único integrante da legenda a se posicionar favoravelmente à reeleição do presidente Lula. O gesto de Costa Filho, segundo interlocutores do Planalto, deixou o presidente Lula e toda cúpula do governo bastante satisfeito e grato pela posição mesmo diante da decisão do Republicanos nacional de apoiar Flávio Bolsonaro.

Debateram

Durante a reunião, Silvio, Edinho e os representantes das legendas aliadas debateram iniciativas voltadas ao fortalecimento da campanha de Lula, além da articulação política no Congresso Nacional e nos estados.

Mantido diálogo

Silvio Costa Filho tem mantido diálogo com lideranças políticas em Brasília e trabalhado na articulação para ampliar o apoio à reeleição do presidente Lula. O parlamentar pernambucano também tem defendido a união de forças políticas em torno de uma agenda voltada ao desenvolvimento econômico, à retomada de políticas públicas e à promoção da justiça social.

“Me reuni na tarde de ontem com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, para discutir ações estratégicas para fortalecer o nosso campo progressista no Congresso Nacional e na reeleição do presidente Lula. Estamos trabalhando muito aqui em Brasília e Pernambuco para fortalecer o projeto do presidente Lula. Não tenho dúvida que o presidente é o melhor caminho para fazer que o Brasil cresça e se desenvolva. Retome cada vez mais suas políticas públicas e a gente possa buscar um estado com desenvolvimento, mas, sobretudo, com justiça social”, informou Silvio.

Os participantes

Participaram do encontro o presidente nacional do PSB, João Campos; o presidente do PDT, Carlos Lupi: os ministros Alexandre Silveira, Luciana Santos, Renan Filho e Jader Filho; além do deputado federal André Janones.

CCJ do Senado conclui análise e PEC da Segurança vai ao plenário

14/10/2026

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado concluiu hoje, quarta-feira (14/10) a análise da chamada PEC da Segurança Pública. O texto seguirá agora para a análise do plenário.

Texto-base

O colegiado já havia aprovado texto-base da proposta, no mês passado, e ainda tinha pendente a análise de três trechos separados da proposta, os chamados destaques.

Considerou

O senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da CCJ, considerou que os trechos não poderiam ser votados porque os autores dos pedidos não estavam na reunião e, assim, deu como concluída a análise da PEC na comissão.
"Não estando presentes [os autores], a matéria vai ao plenário do Senado Federal, até porque o texto original já tinha sido discutido e aprovado pelo colegiado da Comissão de Constituição e Justiça", declarou Otto.

A reunião

Na reunião, que durou cerca de oito minutos, o relator da PEC, senado...

A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado concluiu hoje, quarta-feira (14/10) a análise da chamada PEC da Segurança Pública. O texto seguirá agora para a análise do plenário.

Texto-base

O colegiado já havia aprovado texto-base da proposta, no mês passado, e ainda tinha pendente a análise de três trechos separados da proposta, os chamados destaques.

Considerou

O senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da CCJ, considerou que os trechos não poderiam ser votados porque os autores dos pedidos não estavam na reunião e, assim, deu como concluída a análise da PEC na comissão.
"Não estando presentes [os autores], a matéria vai ao plenário do Senado Federal, até porque o texto original já tinha sido discutido e aprovado pelo colegiado da Comissão de Constituição e Justiça", declarou Otto.

A reunião

Na reunião, que durou cerca de oito minutos, o relator da PEC, senador Rogério Carvalho (PT-SE), propôs ajustes redacionais, que foram aprovados de forma simbólica.

Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta quarta-feira Por Alek Maracajá

14/10/2026

Brasília, 14 de outubro de 2026

Cheguei EU VOU … faltam 11 dias para o 2º turno. A quarta começou com um púlpito vazio reservado na Band, um canal de WhatsApp em quarentena e um voto na 6x1 que mudou de lado entre a casa do pai e o Senado

O PoderData/Aya traz Flávio 51% × Lula 49% nos válidos, empate técnico. No Instagram, Lula passou de 17,18 milhões e ganhou 1,15 milhão de seguidores desde o dia 7, o dobro de Flávio.

Flávio confirma que não vai ao debate da Band, anuncia voto pelo fim da 6x1 depois de visitar Bolsonaro, o "Exército do Lula" sai do ar de novo e o governo lança o pacote dos MEIs.

Resumo da manhã: a diferença encolheu, o púlpito ficou vazio e a 6x1 ganhou um eleitor inesperado

Termômetro eleitoral: Poderdata/aya × Digital

Flávio 51% × Lula 49%: diferença cai de 6 para 2 pontos
Na rodada de 8/10, eram 53% × 47%. Agora a distância é de 2 pontos, com margem de 1...

Brasília, 14 de outubro de 2026

Cheguei EU VOU … faltam 11 dias para o 2º turno. A quarta começou com um púlpito vazio reservado na Band, um canal de WhatsApp em quarentena e um voto na 6x1 que mudou de lado entre a casa do pai e o Senado

O PoderData/Aya traz Flávio 51% × Lula 49% nos válidos, empate técnico. No Instagram, Lula passou de 17,18 milhões e ganhou 1,15 milhão de seguidores desde o dia 7, o dobro de Flávio.

Flávio confirma que não vai ao debate da Band, anuncia voto pelo fim da 6x1 depois de visitar Bolsonaro, o "Exército do Lula" sai do ar de novo e o governo lança o pacote dos MEIs.

Resumo da manhã: a diferença encolheu, o púlpito ficou vazio e a 6x1 ganhou um eleitor inesperado

Termômetro eleitoral: Poderdata/aya × Digital

Flávio 51% × Lula 49%: diferença cai de 6 para 2 pontos
Na rodada de 8/10, eram 53% × 47%. Agora a distância é de 2 pontos, com margem de 1,8 ponto: empate técnico.

Rejeição: Lula 46%, estável; Flávio 44%, contra 43% na semana passada. Foram 3.000 entrevistas por telefone (URA), de 10 a 12 de outubro, registro BR-01209/2026.

Leitura: Flávio segue numericamente à frente, mas o movimento da semana é de aproximação de Lula. Sinal de tendência, não garantia de virada.

A diferença caiu quatro pontos em cinco dias. A margem de erro continua na sala e ninguém deveria expulsá-la antes da apuração

Termômetro Digital — Ativaweb Datalab

Instagram, desde 7/10

Lula: +1.150.000 novos seguidores (+7,2%)
Flávio: +565.700 novos seguidores (+4,2%)

Soma: 1,72 milhão de novos seguidores em uma semana.

Lula passa de 17 milhões e cresce duas vezes mais

Lula chega a 17,18 milhões de seguidores, contra 14,01 milhões de Flávio: 3,17 milhões de vantagem. Flávio mantém taxa de engajamento superior.

Aceleração recente: desde a medição de 12/10, os dois ganharam cerca de 135 mil a 140 mil seguidores cada um. O ritmo das últimas horas ficou parelho.

No Ranking de Influência Digital Política 2026 da DataLab, Lula é o 1º da esquerda. Flávio é o 5º da direita, atrás de Jair Bolsonaro, Nikolas Ferreira, Michelle Bolsonaro e Lucas Pavanato.

Leitura: Lula tem mais audiência e cresceu mais na semana, em número e em proporção. Flávio engaja mais por seguidor, mas divide a vitrine com outros nomes do próprio campo.

"Nas redes, eleição não se ganha na largada, se ganha no fôlego. E fôlego se mede na reta, não na semana." — Alek Maracajá

Lula lidera a torcida da esquerda sozinho; Flávio é o quinto da própria arquibancada. No Instagram, até a família disputa o placar


Principais movimentos

Debate da Band: um púlpito, zero Flávio

Flávio confirmou que não vai ao debate da Band no domingo, 18: "Não está previsto ir nesse debate domingo". O presidente do PT, Edinho Silva, garantiu Lula: "Ele quer o confronto com Flávio". A Band manterá o programa e deixará o púlpito de Flávio vazio; sobre a Globo, dia 23, ele diz que a equipe técnica decide.
A ausência vira munição para o PT; para Flávio, a aposta é que evitar o confronto custa menos que enfrentá-lo.
Debate com um candidato só é a primeira vez que um púlpito vazio vai ter tempo de resposta garantido

A 6x1 ganhou um voto no caminho da casa do pai

Depois de visitar Jair Bolsonaro, Flávio anunciou: "A maioria dos trabalhadores brasileiros quer o fim da 6x1, então eu vou votar a favor". Antes ele evitava dizer como votaria, enquanto Lula cobrava sua posição desde o dia 7. Agora condiciona: "o governo vai ter que bancar essa compensação" às empresas. Segundo aliados ouvidos pelo O Globo, o pai também pediu cautela ao falar de ministérios e da sucessão no Congresso; Flávio confirmou que recebeu "algumas dicas", sem detalhar.
O recuo tira de Lula um contraste fácil, mas abre o flanco da coerência, que o PT vai explorar.
A escala é 6x1, mas a pauta política funciona 24x7. E agora com conselho paterno incluso

"Exército do Lula" no modo avião

O canal de WhatsApp de André Janones, com mais de 4 milhões de seguidores, saiu do ar na noite de terça por decisão do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques. Ele entendeu que o canal funcionava como propaganda sem formalização e condicionou a volta à regularização. A área técnica do TSE não encontrou fake news no conteúdo analisado, mas apontou riscos; a campanha de Flávio, autora da ação, diz que enviará novo relatório.
A disputa digital segue migrando para o tribunal, e canal de apoiador agora precisa de registro na Justiça Eleitoral.
? Suspenso, liberado, suspenso de novo. O canal já tem mais idas e vindas que grupo de família no fim do ano

Pix, perdão e desenrola: o mei vira eleitor vip

O governo lançou o Prospera MEI: Pix de até R$ 5 mil, que ainda depende do Congresso, e projeto para perdoar R$ 12,6 bilhões em dívidas com a União de 3,6 milhões de MEIs, segundo o ministro Dario Durigan. Inclui ainda Desenrola específico com os bancos e fim da nota fiscal obrigatória em vendas para pessoa física.
O pacote mira renda e dívida de quem empreende sozinho; o debate sobre custo fiscal e timing eleitoral vem junto.
Reta final é assim: o MEI acorda microempreendedor e dorme público-alvo prioritário dos dois lados

Leitura estratégica Ativaweb Datalab
Eleitoral: PoderData/Aya 51% × 49%, empate técnico; a diferença caiu 4 pontos em uma semana.
Digital: Lula cresce 7,2% contra 4,2% de Flávio na semana, mas o ritmo das últimas horas ficou parelho e Flávio segue com engajamento maior.
Narrativo: "fugiu do debate" de um lado, "mudou de ideia na 6x1" do outro. Cada campanha ganhou um bordão contra a outra.
Institucional: o TSE segue como personagem central, com o "Exército do Lula" entrando e saindo do ar.
Economia: MEI e jornada de trabalho levam renda, dívida e custo empresarial para o centro do 2º turno.

Pesquisa empatada, púlpito vazio, canal suspenso e PEC com novo apoiador. Brasília inventou o 2º turno de fôlego

Alerta Ativaweb

Média da semana não é ritmo do dia. Na janela desde 7/10, Lula cresceu o dobro. Na comparação com a medição de 12/10, os dois cresceram quase igual. As duas leituras são verdadeiras, só respondem a perguntas diferentes.

Por isso, olhamos sempre mais de uma janela. E nenhuma delas mede voto.

Pesquisa mede intenção.
Digital mede atenção e interação.
Urna mede voto.

Fechamento

A história desta quarta é aproximação, ausência e recuo.

O PoderData/Aya mostra Lula encurtando a distância, ainda dentro do empate técnico. No Instagram, ele dobra o crescimento de Flávio na semana, enquanto Flávio segue engajando mais por seguidor.

Flávio dispensa o debate da Band e troca o silêncio sobre a 6x1 pelo voto a favor. Lula ganha palco sozinho e um pacote para os MEIs, mas perde de novo o canal de Janones.

Faltam 11 dias para o 2º turno.

A pesquisa fotografa. O digital acelera. O púlpito espera. A urna decide no dia 25

Alek Maracajá
CEO da Ativaweb DataLab | Cientista de Dados e Pesquisador

Administradora destaca a importância de compreender o comportamento humano para obter o sucesso no mercado de trabalho

14/10/2026

O conhecimento técnico é essencial para o desempenho profissional, mas habilidades como comunicação, empatia e inteligência emocional também são fundamentais para o crescimento na carreira. Cada vez mais, as empresas valorizam profissionais que sabem trabalhar em equipe, administrar conflitos e lidar com mudanças.

As competências

Para Juliana Gomes, administradora, pós-graduada em Gestão de Departamento Pessoal e Legislação Trabalhista, as competências comportamentais, conhecidas como soft skills, influenciam as relações de trabalho e os resultados das organizações.

Inteligência

A inteligência emocional é um dos principais diferenciais nesse cenário. “Profissionais com alto grau de IE tendem a ser mais resilientes, adaptáveis e confiantes, conseguem lidar com feedbacks, aceitar mudanças, assumir responsabilidades e manter-se motivados mesmo em tempos difíceis.

Avaliações e desempenho
...

O conhecimento técnico é essencial para o desempenho profissional, mas habilidades como comunicação, empatia e inteligência emocional também são fundamentais para o crescimento na carreira. Cada vez mais, as empresas valorizam profissionais que sabem trabalhar em equipe, administrar conflitos e lidar com mudanças.

As competências

Para Juliana Gomes, administradora, pós-graduada em Gestão de Departamento Pessoal e Legislação Trabalhista, as competências comportamentais, conhecidas como soft skills, influenciam as relações de trabalho e os resultados das organizações.

Inteligência

A inteligência emocional é um dos principais diferenciais nesse cenário. “Profissionais com alto grau de IE tendem a ser mais resilientes, adaptáveis e confiantes, conseguem lidar com feedbacks, aceitar mudanças, assumir responsabilidades e manter-se motivados mesmo em tempos difíceis.

Avaliações e desempenho

Além disso a IE é cada vez mais valorizada em processos seletivos, avaliações de desempenho e programas de liderança, reduzindo o estresse, absenteísmo e turnover. Entre outras palavras, desenvolver a Inteligência Emocional não apenas melhora o seu bem-estar e suas relações no trabalho, como também abre portas para novas oportunidades profissionais”, explica a especialista.

“Os comportamentos que mais prejudicam as relações profissionais são: atrasos e descumprimento de prazos, ausência de controle emocional, resistência às mudanças, dificuldade de trabalhar em equipe, incapacidade de receber críticas construtivas e assumir erros. Comportamentos que podem ser mudados com uma melhor gestão de tempo, regulação emocional, adaptabilidade, comunicação assertiva, empatia, escuta ativa, resiliência e autorresponsabilidade”, destaca Juliana.


O desenvolvimento

O desenvolvimento dessas habilidades depende do autoconhecimento e da disposição para rever atitudes. As empresas também podem contribuir com treinamentos, feedbacks contínuos e programas de desenvolvimento de lideranças.

Primeiro passo

Segundo a especialista, o primeiro passo para melhorar as relações profissionais é reconhecer as próprias emoções e compreender como elas influenciam o comportamento. “O primeiro passo para desenvolver a Inteligência Emocional e melhorar as relações no trabalho é a autoconsciência. Que é a capacidade de observar a si mesmo com atenção, percebendo o que sente, como pensa e como reage diante das situações do dia a dia.”

Combinação

A combinação entre conhecimento técnico e habilidades socioemocionais favorece o crescimento profissional e contribui para equipes mais colaborativas e produtivas.

Eleições 2026 - Flávio Bolsonaro diz que não irá ao debate na Band domingo, púlpito ficará vazio, avisa a emissora

14/10/2026

O senador Flávio Bolsonaro, PL, candidato à Presidência da República, afirmou ontem, terça-feira, 13/10, que não irá ao debate na Band com Lula, PT, previsto para ocorrer neste domingo, 18/10. Ele afirmou não haver previsão de ida ao confronto contra o atual presidente, e afirmou que o comparecimento ao evento na TV Globo está em análise. “Não vou, não está previsto ir nesse debate no domingo. Estamos analisando, e quem vai dar a palavra final vai ser a minha equipe técnica, de ir no último debate da Globo.” Flávio afirmou, após o resultado do primeiro turno que o deixou à frente do atual presidente, que compareceria a debates nesta segunda volta. “Vou participar de debate. Acho que são importantes. […] Eu quero comparar os programas de governo, eu quero comparar os governos do Lula com o nosso governo. Tenho a convicção de que a gente vai sair vitorioso”, disse o candidato do PL em entrevista.



Púlpito vazio

A Band confirmou, via ass...

O senador Flávio Bolsonaro, PL, candidato à Presidência da República, afirmou ontem, terça-feira, 13/10, que não irá ao debate na Band com Lula, PT, previsto para ocorrer neste domingo, 18/10. Ele afirmou não haver previsão de ida ao confronto contra o atual presidente, e afirmou que o comparecimento ao evento na TV Globo está em análise. “Não vou, não está previsto ir nesse debate no domingo. Estamos analisando, e quem vai dar a palavra final vai ser a minha equipe técnica, de ir no último debate da Globo.” Flávio afirmou, após o resultado do primeiro turno que o deixou à frente do atual presidente, que compareceria a debates nesta segunda volta. “Vou participar de debate. Acho que são importantes. […] Eu quero comparar os programas de governo, eu quero comparar os governos do Lula com o nosso governo. Tenho a convicção de que a gente vai sair vitorioso”, disse o candidato do PL em entrevista.


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Púlpito vazio

A Band confirmou, via assessoria de imprensa, que o programa está mantido. A emissora afirma que “caso um dos candidatos não compareça, o púlpito ficará vazio”. A exibição do espaço sem o postulante foi vetada para o confronto na TV Globo no primeiro turno, um dos motivos para o cancelamento do evento.


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Lula

Lula também afirmou querer participar de confrontos. “Agora é importante ter debate na televisão, porque agora é tête-à-tête”, disse o petista. A informação foi reiterada por aliados.

Sem presença deles no 1o Turno

Nem o senador, nem o presidente compareceram a embates no primeiro turno das eleições. Para o congressista, a ausência de Lula inviabilizava confrontos diretos, enquanto para o mandatário, a ida aos programas com a presença de outros candidatos configuraria disputa desleal por possíveis ataques de vários lados. O esvaziamento pelos dois principais postulantes à chefia do Executivo federal levou ao cancelamento de dois dos quatro encontros previstos para o primeiro turno.

Estações da Linha Sul do Metrô do Recife param de funcionar pela segunda vez em três dias

14/10/2026

A Linha Sul do Metrô do Recife, que transporta diariamente 60 mil passageiros, está sem funcionar pela segunda vez em três dias. Hoje, quarta-feira, 14/10, uma falha elétrica interrompeu a circulação de trens no ramal, que abrange um percurso de 25,2 quilômetros entre a capital e Jaboatão dos Guararapes. Na segunda-feira, 12/10, a operação ficou suspensa por mais de 12 horas também após um problema na rede elétrica. "Um problema na Subestação Shopping, que alimenta os trens da Linha Sul, está impossibilitado a circulação dos trens. A equipe de manutenção está atuando para normalizar o sistema. Infelizmente, ainda sem previsão do restabelecimento na circulação dos trens. O referido problema aconteceu na madrugada impedindo a abertura", disse a CBTU em nota.



Segunda vez em 3 dias

Na segunda-feira, 12/10, feriado de Nossa Senhora Aparecida, a Linha Sul do Metrô do Recife ficou interditada por causa de uma falha elétrica. A CBTU informou...

A Linha Sul do Metrô do Recife, que transporta diariamente 60 mil passageiros, está sem funcionar pela segunda vez em três dias. Hoje, quarta-feira, 14/10, uma falha elétrica interrompeu a circulação de trens no ramal, que abrange um percurso de 25,2 quilômetros entre a capital e Jaboatão dos Guararapes. Na segunda-feira, 12/10, a operação ficou suspensa por mais de 12 horas também após um problema na rede elétrica. "Um problema na Subestação Shopping, que alimenta os trens da Linha Sul, está impossibilitado a circulação dos trens. A equipe de manutenção está atuando para normalizar o sistema. Infelizmente, ainda sem previsão do restabelecimento na circulação dos trens. O referido problema aconteceu na madrugada impedindo a abertura", disse a CBTU em nota.


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Segunda vez em 3 dias

Na segunda-feira, 12/10, feriado de Nossa Senhora Aparecida, a Linha Sul do Metrô do Recife ficou interditada por causa de uma falha elétrica. A CBTU informou que houve uma falha interna no sistema de energização da rede aérea, responsável por alimentar os trens com 3 kV, sistema de eletrificação em corrente contínua usado em ferrovias e outros trilhos. A Linha Sul voltou a funcionar por volta das 19h00, após os trens ficarem sem circular nesse ramal durante mais de 12 horas, já que as 12 estações deveriam ter sido abertas às 05h00. A retomada do funcionamento aconteceu depois que a transmissão de energia na rede aérea da Linha Sul foi restaurada e após a realização de testes com os trens. Esse problema aconteceu no mesmo dia em que a Linha Sul passaria a encerrar as atividades uma hora mais cedo por causa das obras de reforma dos telhados das estações Afogados e Joana Bezerra. A mudança de horário foi anunciada pela CBTU no dia 06/10, uma semana após a Linha Centro passar a funcionar em horário reduzido, das 05h00 às 22h00.

A Linha Sul conta com 12 estações localizadas no Grande Recife: Recife, Joana Bezerra, Largo da Paz, Imbiribeira, Antônio Falcão, Shopping, Tancredo Neves, Aeroporto, Porta Larga, Monte dos Guararapes, Prazeres, Cajueiro Seco.

6x1: Senado conclui hoje sessões de debate e deve votar PEC em 1º turno

14/10/2026

O Senado Federal realiza hoje, quarta-feira (14/10) a quinta e última sessão de discussão da PEC (proposta de emenda à Constituição) que acaba com a escala 6x1
e deve, na sequência, votar o texto em primeiro turno no plenário da Casa.


Necessários

Para aprovar uma PEC no Senado, são necessários dois turnos de votação, com ao menos 49 votos favoráveis em cada um. O regimento determina ainda três sessões de discussão entre o primeiro e o segundo turno, o chamado interstício.

Respeitado

Se esse intervalo for respeitado integralmente, a votação final ficará para depois do segundo turno das eleições.
Há, porém, uma movimentação do governo para aprovar integralmente a proposta no mesmo dia. A redução da escala de trabalho é uma das promessas eleitorais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O Senado Federal realiza hoje, quarta-feira (14/10) a quinta e última sessão de discussão da PEC (proposta de emenda à Constituição) que acaba com a escala 6x1
e deve, na sequência, votar o texto em primeiro turno no plenário da Casa.


Necessários

Para aprovar uma PEC no Senado, são necessários dois turnos de votação, com ao menos 49 votos favoráveis em cada um. O regimento determina ainda três sessões de discussão entre o primeiro e o segundo turno, o chamado interstício.

Respeitado

Se esse intervalo for respeitado integralmente, a votação final ficará para depois do segundo turno das eleições.
Há, porém, uma movimentação do governo para aprovar integralmente a proposta no mesmo dia. A redução da escala de trabalho é uma das promessas eleitorais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Campina Grande, na Paraíba, decreta situação de emergência por estiagem na zona rural

14/10/2026

Clima quente, seca e prejuízos na zona rural. A Prefeitura de Campina Grande decretou situação de emergência por estiagem na zona rural do município. A medida é válida por 180 dias, conforme publicação no Semanário Oficial de 5 a 9 de setembro.

O decreto

O decreto foi assinado pelo prefeito Bruno Cunha Lima e publicado no Semanário Oficial do Município.

De acordo com o documento, a estiagem que atinge a Zona Rural está causando prejuízos importante e significativos às atividades produtivas, principalmente à agricultura, pecuária e à indústria da região urbana.

A estiagem

De acordo com o decreto, a estiagem tem gerado prejuízos às atividades produtivas do município, como a agricultura pecuária e indústria.
Ainda segundo o texto, as chuvas não foram suficientes para garantir o abastecimento contínuo a médio e longo prazo.

Validade

A situação de emergência é...

Clima quente, seca e prejuízos na zona rural. A Prefeitura de Campina Grande decretou situação de emergência por estiagem na zona rural do município. A medida é válida por 180 dias, conforme publicação no Semanário Oficial de 5 a 9 de setembro.

O decreto

O decreto foi assinado pelo prefeito Bruno Cunha Lima e publicado no Semanário Oficial do Município.

De acordo com o documento, a estiagem que atinge a Zona Rural está causando prejuízos importante e significativos às atividades produtivas, principalmente à agricultura, pecuária e à indústria da região urbana.

A estiagem

De acordo com o decreto, a estiagem tem gerado prejuízos às atividades produtivas do município, como a agricultura pecuária e indústria.
Ainda segundo o texto, as chuvas não foram suficientes para garantir o abastecimento contínuo a médio e longo prazo.

Validade

A situação de emergência é válida por 180 dias apenas para as áreas afetadas pela estiagem, conforme estabelecido pelo Formulário de Informação de Desastre (FIDE).
A partir do decreto, o Município está autorizado a abrir Crédito Extraordinário e convocar voluntários para reforço das ações na zona rural.

146 municípios

Atualmente 146 municípios com decretos de situação de emergência vigentes devido a desastres naturais como estiagem e chuvas intensas.

O Poder

MDB da Paraíba, presidido por Veneziano, integra lista de diretórios que assinam nota de apoio à reeleição de Lula

14/10/2026

Diretórios do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) de dez estados das regiões Norte e Nordeste declararam apoio à reeleição do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Dentre os diretórios está o da Paraíba, presidido pelo Senador reeleito Veneziano Vital do Rêgo.

A nota

Em nota, os emedebistas reafirmaram o compromisso com a liberdade, a democracia e a soberania do povo brasileiro, exercida por meio do voto direto. O posicionamento amplia a frente política em torno da reeleição de Lula e reforça a mobilização nos estados do Amazonas, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraíba e Rondônia.

Confira a íntegra da nota de apoio:


Os diretórios estaduais do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) manifestam seu apoio à chapa formada pelo presidente Lula e por Geraldo Alckmin no segundo turno das eleições de 2026, em defesa da Liberdade, da D...

Diretórios do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) de dez estados das regiões Norte e Nordeste declararam apoio à reeleição do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Dentre os diretórios está o da Paraíba, presidido pelo Senador reeleito Veneziano Vital do Rêgo.

A nota

Em nota, os emedebistas reafirmaram o compromisso com a liberdade, a democracia e a soberania do povo brasileiro, exercida por meio do voto direto. O posicionamento amplia a frente política em torno da reeleição de Lula e reforça a mobilização nos estados do Amazonas, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraíba e Rondônia.

Confira a íntegra da nota de apoio:


Os diretórios estaduais do Movimento Democrático Brasileiro (MDB) manifestam seu apoio à chapa formada pelo presidente Lula e por Geraldo Alckmin no segundo turno das eleições de 2026, em defesa da Liberdade, da Democracia e da Soberania do povo brasileiro, exercida por meio do voto direto.

Nosso posicionamento reafirma o compromisso com o desenvolvimento econômico, a geração de emprego e renda, a redução das desigualdades e a promoção da justiça social. Defendemos um Brasil que avance com oportunidades para todos, crescimento sustentável e diálogo político.

Apoiamos a continuidade do trabalho e das políticas públicas que fazem diferença na vida dos brasileiros, como o Bolsa Família, o Pé-de-Meia, a Farmácia Popular, o Mais Médicos, o Minha Casa, Minha Vida, o Brasil Sorridente, o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), o FIES, o ProUni, o Luz para Todos e a Isenção do Imposto de Renda (IR), assim como todos os programas de infraestrutura e logística.

O Brasil tem avançado na construção de uma economia mais forte, com crescimento econômico, recordes nas exportações e na produção agrícola, fortalecimento da indústria nacional, valorização do mercado de capitais e o menor nível de desemprego da história.

Nosso posicionamento reafirma o compromisso com o trabalho realizado. São obras que já saíram do papel e que não podem parar. Interromper esse ciclo agora seria deixar obras pela metade, recursos parados e o povo esperando.

Por isso, convocamos todos os dirigentes estaduais e municipais, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais, senadores e lideranças comunitárias do MDB a se engajarem, de forma plena e organizada, na campanha: comitês de mobilização em todas as capitais e nos municípios-polo, carreatas e mutirões de rua, atos públicos nas praças, articulação com as bases municipais e presença ativa nas redes sociais — cada ação dentro dos prazos e limites da legislação eleitoral, até a véspera da eleição de 25 de outubro. É hora de transformar essa força em votos definitivos.

Movimento Democrático Brasileiro – MDB. Diretórios Norte e Nordeste do MDB
(Amazonas, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraíba, Rondônia)

Eleições 2026 - Campanha registra canal 'Exército do Lula' na Justiça Eleitoral

13/10/2026

A campanha do presidente Lula, candidato à reeleição, registrou hoje, terça-feira, 13/10, o endereço eletrônico do canal 'Exército do Lula', no aplicativo de mensagens WhatsApp, junto ao Tribunal Superior Eleitoral, TSE. A formalização do canal, que já soma mais de 4 milhões de inscritos, foi realizada pouco depois de o presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, ter condicionado a manutenção do canal no ar ao seu registro junto à Justiça Eleitoral. O registro dos canais de comunicação com o eleitor é uma obrigação das campanhas oficiais. O canal 'Exército do Lula', contudo, é administrado pelo deputado reeleito André Janones, Rede.



Publicações depois de 48 horas

Após registrar o canal junto ao Núcleo de Gerenciamento de Sistemas e Dados Partidários, NGDAP, do TSE, a coligação Brasil Pronto pra Mais, de apoio a Lula, ressalvou que fez o procedimento para atender à decisão de Nunes Marques, embora isso não signifique que a camp...

A campanha do presidente Lula, candidato à reeleição, registrou hoje, terça-feira, 13/10, o endereço eletrônico do canal 'Exército do Lula', no aplicativo de mensagens WhatsApp, junto ao Tribunal Superior Eleitoral, TSE. A formalização do canal, que já soma mais de 4 milhões de inscritos, foi realizada pouco depois de o presidente do TSE, ministro Kássio Nunes Marques, ter condicionado a manutenção do canal no ar ao seu registro junto à Justiça Eleitoral. O registro dos canais de comunicação com o eleitor é uma obrigação das campanhas oficiais. O canal 'Exército do Lula', contudo, é administrado pelo deputado reeleito André Janones, Rede.


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Publicações depois de 48 horas

Após registrar o canal junto ao Núcleo de Gerenciamento de Sistemas e Dados Partidários, NGDAP, do TSE, a coligação Brasil Pronto pra Mais, de apoio a Lula, ressalvou que fez o procedimento para atender à decisão de Nunes Marques, embora isso não signifique que a campanha do candidato tenha assumido a administração do canal. Em sua decisão, Nunes Marques destacou que, mesmo com o registro junto ao TSE, o canal só deve voltar a publicar depois de 48 horas, prazo estipulado em norma eleitoral para canais oficiais de campanha. Hoje, o presidente do TSE determinou pela segunda vez a retirada do ar do canal, alegando a falta de registro como motivo. A decisão foi tomada em processo administrativo, que não precisa passar pelo crivo do plenário da Corte Eleitoral. Em entrevista na saída do Palácio do Planalto, após reunião com Lula, o deputado André Janones disse que todas as decisões judiciais serão cumpridas.

IAHGP e a APL - Instituto Arqueológico Pernambucano e Academia Pernambucana de Letras promovem minicurso de História da Arte

13/10/2026

Curso mescla módulos teóricos e visitas técnicas com passagem por igrejas históricas e museus.

IAHGP e a APL

As inscrições para o Minicurso de História da Arte promovido pelo Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, IAHGP, em parceria com a Academia Pernambucana de Letras, APL, estão abertas. Ministrado pelo arquiteto e professor Dr. Carlos Alberto Barreto Campelo, o curso apresenta uma visão sistêmica da produção artística inserida no contexto social e econômico de sua época.

Módulos e Locais

Dividido em três módulos teóricos e duas visitas técnicas, o curso será realizado nos dias 17, 19, 20 e 24 de outubro, com aulas no Instituto Ricardo Brennand, IRB, na Academia Pernambucana de Letras e no Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, com visita a igrejas do centro do Recife.



Dr. Carlos Alberto Barreto Campelo

Membro do I...

Curso mescla módulos teóricos e visitas técnicas com passagem por igrejas históricas e museus.

IAHGP e a APL

As inscrições para o Minicurso de História da Arte promovido pelo Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, IAHGP, em parceria com a Academia Pernambucana de Letras, APL, estão abertas. Ministrado pelo arquiteto e professor Dr. Carlos Alberto Barreto Campelo, o curso apresenta uma visão sistêmica da produção artística inserida no contexto social e econômico de sua época.

Módulos e Locais

Dividido em três módulos teóricos e duas visitas técnicas, o curso será realizado nos dias 17, 19, 20 e 24 de outubro, com aulas no Instituto Ricardo Brennand, IRB, na Academia Pernambucana de Letras e no Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, com visita a igrejas do centro do Recife.


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Dr. Carlos Alberto Barreto Campelo

Membro do IAHGP, Carlos Alberto Campelo acumula uma longa experiência no ensino da História da Arte e conduzirá o grupo a exercitar o reconhecimento de cada estilo artístico durante as visitas técnicas, auxiliando a turma a identificar presencialmente os diversos conceitos aprendidos durante o curso.

Objetivo do curso

“O curso pretende habilitar os participantes para uma visão com embasamentos gerais que promova uma leitura mais fácil das obras, enquadrando-as corretamente na trajetória da História das Artes”, antecipa o professor Campelo.

Inscrições e certificados

As inscrições custam R$300 e podem ser feitas na secretaria da APL (das 09h00 às 17h00) ou pelo e-mail apl.informa@gmail.com. Os participantes com 75% de frequência nas aulas teóricas receberão certificados de participação.

Módulos do Curso

Módulo 1: Fundamentos dos estilos organicistas
Modulo 2: O Barroco
Módulo 3: O Romantismo
Módulo 4: Prática com visitas guiadas


Serviço


Minicurso de História da Arte

Período:

17/10 – 14h00 às 17h00 (IRB)
19/10 – 18h50 às 20h50 (APL)
20/10 - 18h50 às 20h50 (APL)
24/10 – 09h00 às 12h00 (Centro do Recife e IAHGP)

Carga horária: 10h (aulas teóricas) e 2 visitas técnicas
Locais: Instituto Ricardo Brennand - IRB
Academia Pernambucana de Letras - APL
Instituto Arqueológico Histórico e Geográfico Pernambucano - IAHGP

Investimento: R$300 (meia-entrada para estudantes, professores e idosos)

Inscrições: pelo e-mail apl.informa@gmail.com

Informações: (81) 3268-2211 e (81) 99995-6426 (Whatsapp).

Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano
Rua do Hospício, 130, Boa Vista.
Telefone: (81) 3222-4952.
Instagram: instituto_arqueologico


Academia Pernambucana de Letras
Av. Rui Barbosa, 1596, Graças, PE
E-mail: apl.informa@gmail.com
Telefone: (81) 3268-2211
Instagram: academiadeletras_pe
Facebook: academiadeletras.pe


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Abastecimento D’Água - Por Carlos Bezerra Cavalcanti*

13/10/2026

A água é um elemento primordial não apenas para a humanidade como para toda a vida em nosso planeta, a biologia e a história das civilizações aduzem essa afirmação.

A comunidade egípcia praticamente rastreou o Nilo, tornando o seu país uma faixa de terra fértil que se estende ao longo das margens daquele caminho fluvial a quem desde os primórdios de sua existência, deve o fortalecimento de sua economia, e de onde recebe a irrigação, o abastecimento e o principal meio de transporte.

A Mesopotâmia (entre rios) era irrigada pelo Tigre e o Eufrates.

A Palestina, nos tempos bíblicos, quando recebeu o nome de “Canaã”, a terra prometida, como ainda hoje, tem seu solo irrigado pelo Rio Jordão.

Como essas civilizações, poderemos citar inúmeros povos, regiões ou cidades que tiveram sua origem ligada à hidrografia, entre elas, o Recife é uma das mais marcantes.

O líquido tão abundante em nossa “Veneza Americana” não er...

A água é um elemento primordial não apenas para a humanidade como para toda a vida em nosso planeta, a biologia e a história das civilizações aduzem essa afirmação.

A comunidade egípcia praticamente rastreou o Nilo, tornando o seu país uma faixa de terra fértil que se estende ao longo das margens daquele caminho fluvial a quem desde os primórdios de sua existência, deve o fortalecimento de sua economia, e de onde recebe a irrigação, o abastecimento e o principal meio de transporte.

A Mesopotâmia (entre rios) era irrigada pelo Tigre e o Eufrates.

A Palestina, nos tempos bíblicos, quando recebeu o nome de “Canaã”, a terra prometida, como ainda hoje, tem seu solo irrigado pelo Rio Jordão.

Como essas civilizações, poderemos citar inúmeros povos, regiões ou cidades que tiveram sua origem ligada à hidrografia, entre elas, o Recife é uma das mais marcantes.

O líquido tão abundante em nossa “Veneza Americana” não era, no entanto recomendado ao consumo. Segundo Evaldo Cabral de Mello em “Recife Quatro séculos de Sal Paisagem”, págs 211 a 214:

“O Recife sempre dependera do Beberibe para o seu fornecimento de água potável, e isto no primeiro século de colonização, pois a água de suas cacimbas era toda ela salobra, a melhor provinha de uma fonte no jardim do Convento de Jerusalém, na Rua do Hospício. No Recife, a água trazida de Olinda era vendida diretamente ao consumidor e às prestas de ganho, ou passada a tanques particulares, que a revendiam ao povo. A própria Câmara de Olinda, interessada, por motivos fiscais, na venda do produto, era, aliás, a primeira a reconhecer serem aquelas águas muito impuras devido a plantas aquáticas, bichos e mil outras imundícies na represa do Varadouro se corrompem. Com efeito, o represamento do Beberibe, feito em fins do século XVII, provocara, mediante o alagamento dos mangues circunvizinhos, um vasto processo de decomposição orgânica incompatível com a desejada pureza da água. Mas não se tratava apenas de causas naturais. Era fato notório que canoas d’água de Olinda, além de imundas e encharcadas, serviam até de banheiros àqueles que por um vintém o desejavam. Ademais, a água salgada do curso inferior do Beberibe misturava-se, por falta de cuidados, à água doce de tonéis mal fechados”.


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Com a utilização da água do Monteiro, segundo Pereira da Costa:

O habitante do Recife deixara de consumir a de Olinda desde 1833. Na verdade, a água do Monteiro, apesar de mais limpa, nunca eliminou inteiramente sua concorrente. Naquele ano, a Câmara do Recife propusera a proibição da venda de água de Olinda, em benefício da do Monteiro. Na verdade, sob pretexto de saúde pública, ela agia sob pressão dos aguadeiros do Monteiro, cuja truculência era bem conhecida, pois chegaram mesmo a ameaçar de morte o engenheiro Boyer, a serviço do Governo provincial, caso insistisse no seu projeto de aqueduto para abastecimento do Recife. O governo, porém, não cedeu diante da manobra, pois o imposto sobre canoas d’ água constituíam uma importante fonte de receita da Câmara de Olinda, embora suplantada pela concorrente, só desapareceria completamente com o funcionamento da Companhia do Beberibe. Em 1843, a Câmara de Olinda cobrava regularmente o imposto sobre canoas; e em 1844, o contrato era arrematado por dois companheiros de Vauthier, Bolitreau e Buessard, engenheiros franceses da Repartição de Obras Públicas.

Ademais da concorrência da água do Monteiro, a água de Olinda teve de enfrentar o estorvo frequente dos arrombamentos do Beberibe. Em 1838, o rio rompera o aterro contíguo a Duarte Coelho, povoado que, devido à freqüência do fenômeno, ficou finalmente conhecido por Arrombados. A cidade de Olinda ficou ela própria sem água durante pelo menos seis meses. A cheia de junho de 1842 causou novo arrombo entre a povoação e o convento de Santa Teresa: um furo de 15 braças por 2 de fundo. E informava o engenheiro Milet que despejam-se por ele as águas todas do rio, ficando seca a maior parte do pântano de Olinda. Resulta deste acontecimento que os canoeiros, que andavam a buscar água ao Varadouro para a grande parte do consumo desta cidade do Recife, são agora obrigados a demorar-se na camboa dita dos arrombados e de encher as suas canoas naquele lugar por meio de canecas. Para conseguirem este resultado, eles têm de escolher o momento em que a maré é bastante cheia para as canoas poderem subir as águas, não sendo ainda salobras, o que é quase impossível alcançar, de modo que as águas que eles trazem agora para o Recife, além de ser muito suja, é alguma coisa salobra. Os referidos inconvenientes – concluía o técnico francês – hão de ser maiores ainda no momento das marés grandes, quando as águas salgadas subirem muito por dentro do pântano.

A substituição, que não foi nunca completa, da água de Olinda pela água do Monteiro, esteve ligada à expansão suburbana do Recife. É de supor que os primeiros subúrbios, como Poço da Panela, terão descoberto, em finais do século XVIII, a superioridade da água do Monteiro sobre o líquido que se obtinha nos poços dos sítios e, inclusive, no próprio poço da panela, que deu nome ao arrabalde. Já no tempo de Koster, o Recife se abastecia no Rio Capibaribe, acima da influência da maré. Até 1830, as canoas recolhiam livremente a água do riacho ou levada do Monteiro, mas naquele ano, um certo Emídio de Souza Lobo Brandão, de acordo com o administrador do vínculo do engenho Monteiro, fez construir um paredão que represou a levada, e sobre o qual, a maneira do Varadouro, colocaram-se bicas de metal onde as canoas vinham recolher água. O conseqüente aumento do preço d’água, repercutindo na tacha cobrada pelos aguadeiros, deu azo a uma acerba disputa municipal. Os aguadeiros foram acusados de se mancomunarem para impor o novo aos consumidores e de ameaçarem os fornecedores que não se haviam com o aumento, mandando espancar canoeiros, “como é voz pública que sucedeu com o escravo de uma viúva moradora na rua do Rangel desta cidade, por ter essa viúva anunciado pelo Diário a venda do balde d´água a 19 réis, em sua canoa que costuma ancorar na rua da Praia.

Tampouco a água do Monteiro, mesmo depois da comercialização promovida por Lobo Brandão, tinha a pureza que queria incultar. É certo que as bicas eram limpas e levadas, embora servisse também à moenda do engenho Monteiro, “fora encanada por uma tubulação de pedra e cal que se acha no melhor estado de limpeza”. À sua beira, porém, via-se roupa estendida a secar ou em cestos à espera de lavagem. Quanto ao açude de Apipucos, donde o riacho procedia, suas margens estavam permanentemente coalhadas de lavadeiras fazendo barrela, cuja imundície se comunica ao cobocó e às bicas pela dita levadas, segundo se constatara durante uma vistoria feita de ordem da Câmara do Recife. Ademais, as canoas d’água do Monteiro eram comumente utilizadas para o transporte de roupa suja e lavada. De modo que, embora superior a de Olinda, do ponto de vista da pureza, a água do Monteiro não escapava aos abusos sanitários de que sua concorrente era acusada. Segundo Niemeyer, ela passa por boa porém; quer seja pelo depósito em açude de considerável área, quer por outro qualquer motivo é menos pura do que a da Prata; além dessas razões, a diferença de nível ´tão pouco considerável que as grandes cheias do Capibaribe assaltam o açude”. O fato é que em 1837 a Câmara do Recife cogitava de solicitar a médicos da cidade que examinassem as causas das erisipelas e as hidroxilas, por serem poucas as famílias que se não queixam destes flagelos, que outrora pareciam privativos do Rio de Janeiro. Havia quem as atribuísse à água do Monteiro e às torneiras de bronze por onde escorria, embora outros jogassem a culpa no uso da potassa nos engenhos de fabricar açúcar, e ainda outros às fábricas de refinações do mesmo açúcar, feitas nesta cidade em vasos de cobre.

No Recife, parte da água trazida de Olinda, ou do Monteiro era guardada em depósitos, de onde se revendia ao consumidor. Um destes “tanques’ se localizava na rua do Apolo nº 30, esquina do porto das canoas, segundo o Diário de 21.V.1845. Outro, junto à ponte da Boa Vista, segundo se lê no Diário de 28.V.183. Ainda outro, situado por trás da ribeira do Peixe, anunciava o Diário de I.III.1845, “água da bica do Monteiro, coada em dois panos antes de entrar para o tanque, a 20 réis cada caneco, os quais são pintados de4 encarnado e marcados (os pertencentes ao tanque) e com a marca seguinte – Silva Cardial -. Não apenas a cidade mas, também, os subúrbios se haviam tornado dependentes do fornecimento de água do Monteiro. Em 21.V.1831, o Diário anunciava a venda de “um estabelecimento de vender água no alinhamento da rua do Caldeireiro”, o qual dispunha de “3 boas canoas e 5 escravos, situado em 100 palmos de terra”. Isto a despeito de os sítios e chácaras de arrabaldes terem suas próprias cacimbas, de cuja água muitos vendiam o excedente para os moradores de casas. O sobrado grande da Madalena, que ainda hoje está de pé, podia gabar-se de um “poço de excelente água”, conforme o Diário de 13.VII.1830. Outro sítio da Madalena mencionava seu “muito bom poço de água de beber” no mesmo jornal de 21.X.1836. E até simples casas de subúrbio contavam com poços de “excelente água de beber”, como as casas da rua da Mangueira, no Poço da Panela, que o Diário anunciava em 3.XII.1836.”

Em 1838, por informações de Orlando Parahym, (traços do Recife Ontem e Hoje), pág.150, “era assinado um contrato entre a Companhia do Beberibe e o Governo da província e em 1847, segundo a mesma fonte, eram incluídos os serviços de captação do Açude do Prata, em Dois Irmãos. A adução era efetuada por um encanamento de doze polegadas de diâmetro, com uma descarga de 75 mil litros por hora.

A distribuição realizava-se por oito chafarizes respectivamente na Praça da Boa Vista, no Pátio do Carmo, Pátio do Paraíso, na Ribeira, no passeio público, na subida da Ponte da Boa Vista, na Trempe e na Soledade.

Para o serviço particular, prossegue Orlando Parahyn, a Companhia ligava as chamadas penas d’água na base de mil litros diários, casas menores teriam direito a um terço de pena d’água. A Santa Casa, os serviços públicos Federais, do Estado e do Município, recebiam abastecimentos especiais.


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Em 1887 ficaram prontos os novos serviços da Usina de Dois Irmãos, onde foram instalados máquinas e equipamentos modernos, à altura dos novos objetos.

Prevendo o aumento da população, a companhia empreendeu o estudo de novos projetos para a ampliação do fornecimento.

Em 1891 foram adquiridos pela Companhia do Beberibe, os mananciais de Utinga, Pitanga e Monjope”.

Em 1912, no entanto, a Companhia do Beberibe com tanto e relevantes serviços prestados à cidade por cerca de 64 anos, deixava de funcionar isoladamente para anexar-se à Diretoria de Viação e Obras Públicas e, posteriormente, à Comissão de Saneamento.

Em 1915, foi inaugurado o novo serviço esgoto planejado por Saturnino de Brito que também elaborou o novo plano de abastecimento d’água, inaugurado em 14 de abril de 1919.


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Em 29 de julho de 1971, era então criada a Companhia Pernambucana de Saneamento (COMPESA)


*Carlos Bezerra Cavalcanti, Presidente Emérito da Academia Recifense de Letras.


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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

"Brasil, e o novo ciclo economico e geopolítico global" - Por Jarbas Beltrão*

13/10/2026

'Preâmbulo'

O Brasil poderá (?) ser contemplado por um novo ciclo de prosperidade econômica global que o rearranjo geopolítico está apontando. Ou poderá perder mais uma oportunidade.

'Corrida dos investidores'

Black-rock, dentre os três maiores Fundos de investimentos do mundo é o maior, e acaba de comprar 10% da Bolsa Brasileira (B-3, Bovespa).

Elon Musk, o homem mais rico do mundo, comprou 6 bilhões de dólares em ações de empresas brasileiras, são movimentações reveladoras da crença de que, o Brasil poderá (?) se constituir no mais novo e importante alvo do ciclo de crescimento e expansão do sistema econômico global.

Na primeira semana do pós 1° turno, o índice Ibovespa fechou a sexta feira 09/10/2026, em mais de 209 mil pontos, depois de ter passado ao longo da mesma semana com mais de 205 mil pontos, superando os patamares entre 175 a 185 mil pontos dos dois últimos meses - um verdadeiro efe...

'Preâmbulo'

O Brasil poderá (?) ser contemplado por um novo ciclo de prosperidade econômica global que o rearranjo geopolítico está apontando. Ou poderá perder mais uma oportunidade.

'Corrida dos investidores'

Black-rock, dentre os três maiores Fundos de investimentos do mundo é o maior, e acaba de comprar 10% da Bolsa Brasileira (B-3, Bovespa).

Elon Musk, o homem mais rico do mundo, comprou 6 bilhões de dólares em ações de empresas brasileiras, são movimentações reveladoras da crença de que, o Brasil poderá (?) se constituir no mais novo e importante alvo do ciclo de crescimento e expansão do sistema econômico global.

Na primeira semana do pós 1° turno, o índice Ibovespa fechou a sexta feira 09/10/2026, em mais de 209 mil pontos, depois de ter passado ao longo da mesma semana com mais de 205 mil pontos, superando os patamares entre 175 a 185 mil pontos dos dois últimos meses - um verdadeiro efeito iô iô (sobe-desce).


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'Brasil e Estados Unidos'

O Brasil e Estados Unidos da América, são as duas opções confiáveis para os investidores internacionais de todos os níveis e de todas as partes.

Europa em declínio, China se engasgando, depois de quarenta anos de crescimento ininterrupto, não são mercados sedutores, principalmente o último (China) pagando pelo modelo, misto de "novo capitalismo" e "novo estatismo" (socialismo de caracteristicas chinesas); que se resume na preservação da burocracia (agora mais técnica, menos padrão ortodoxo) que mama nas "tetas" do metacapitalismo e torna-se sócia dos investimentos corporativos.

'As gaivotas voadoras'

Observadores de grandes centros universitários dos Estados Unidos (Yale, Harvard, Stanford) dizem que a China - em vista das quedas recente de taxas de crescimento - começa a experimentar, por parte dos investidores, o que economistas chamam, "efeito das gaivotas voadoras", ou seja, buscam novas praias, a China vai deixando de ser atraente.

O "novo estatismo" praticado pela burocracia partidária comunista, que consistiu em estimular a entrada de capitais privados e mantê-los sob o mais rigoroso controle estatal-partidário, parece ter se esgotado, sobretudo na "era Trump- 2".
Tendem a enfrentar o desafio de migração dos investidores para mercados mais atraentes.


O mercado livre ocidental que gera/ gerou riquezas para fertilização dos terrenos comunistas chineses e vietnamitas, parece, pelo menos o bloco chinês, começa a ficar naquela condição de um "parafuso gasto"- não tem mais função.

'Brasil na sombra dos investimentos'

Em relação ao Brasil, o otimismo tomou conta do mercado global, repercutindo em nossa B3, e investimentos/investidores, passam a olhar o nosso país com outras lentes; o Brasil que se afasta do blico que gera prosperidade.

Por outro lado, tudo está indicando que, EUA constrói (reconstrói) sua hegemonia global.

Alguns observadores já enxergam, o retorno de uma unipolaridade, sob a egide americana. Pois é, até então este é o plano estratégico jgeopolítico de Trump-2, contido no seu "América grande outra vez".


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Marco Rúbio, o secretário de Estado faz o trabalho ideológico, sob o manto do que ele chama de "preservação da Civilização Ocidental e sua civilização burguesa; dando certo, Rubio poderá se tornar o novo comandante da América.

O Brasil poderá seguir na sombra do crescimento já verificado na economia americana. Se os governantes souberem entender este novo ciclo de crescimento econômico - como a República Popular da China soube aproveitar - estaremos, no futuro, mais alguns degraus na escadaria dos dez paises mais ricos do mundo.

Nos últimos vinte anos, o Brasil bandeou-se para o lado anti-ocidental, aprofundou esta opção no último mandato Lula 3, abraçou-se, integralmente, com o eixo russo-chinês islamoiraniano.

Do ponto de vista geopolítico o que está na mesa são as duas opões seguintes:

1. Lado do "novo estatismo comunometacapitalista", sob o comando chinês
2. Lado Ocidental, que necessita de novos mercados para expandir-se.

O primeiro caso já apresenta sinais claros de declínio:

a) Irã e islamismo fundamentalista, às voltas com derrotas no conflito do Oriente Médio; lideranças na sua maioria, ja partiram para o "encontro" com as mais de 70 virgens no paraíso. Economia em frangalhos. Estado dividido entre o que resta entre a burocracia civil e militar totalmente fragilizada, e a Guarda Revolucionária, o segundo Estado iraniano, que muito grita mais não conseguirá levar muito longe seu projeto.
b) Federação Rússa que sofre sanções internacionais, envolvida numa guerra sem fim e de propósito irrealisáveis - restauração de um prestígio internacional, nos níveis do Império Czarista ou Império Soviético.
c) República Popular da China , que já apresenta tropeços no seu modelo comunocapitalista, com fuga de "capitais produtivos" , procurando novos destinos (Índia e Estados Unidos da América).

A turma do Partido Comunista do Vietnã, tá na postura de aguardar implosões chinesas e atrair "gaivotas voadoras" para suas praias.

O segundo caso, que apresenta sinais claros de retomada de crescimento, Estados Unidos, que enfrenta problemas internos e externos.
a) internos, expansão de epidemia do consumo de drogas, fentanil, principalmente.
b) narrativas de desinformação e Contra-informação internacional, que propagam o declínio da economia e sociedade americana, que gera descréditos internos e externos

'A Historia Global e os Estados Unidos da América'

Os Estados Unidos tem a seu favor a história global pós segunda mundial.

Seu Plano Marshal tirou a Europa Ocidental das ruínas da guerra e a trouxe para o mercado ascendente, outro efeito da expansão americana foi salvar a China comunista - mesmo com resistências dos congressistas americanos - da ruina politica, porque econômica já batia à porta.


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Depois das políticas chinesas de seus líderes comunistas, como: "um passo à frente" e "revolução cultural maoista" não terem resolvido a ruina econômica do país, com a morte do ditador Mao Tse Tung, ascendeu ao poder o ex-renegado Deng Shao Ping, que fez, aquela economia arruinada, com opção comunista tomar novo rumo.

'Estatismo e Planos de assistência social'

No Brasil de hoje, estatista e dos planos assistencialistas (bolsas de todo tipo) tem à sua frente a opção de crescimento econômico, misturando investimentos das grandes corporações globais e um empreendedorismo de todos níveis como vias para saída dos níveis de pobreza e dependência dos mais pobres de eternas politicas de assistencialismo do Estado.

Pois é, me sentirei contemplado (pensamento de hoje) com Daniela Marques na direção da Economia.


Fica dito


*Jarbas Beltrão é historiador e professor de História da Universidade de Pernambuco - UPE. Mestre em Educação pela UFPB. Especialista (MBA) em Política Estratégia Defesa e Segurança Nacional. (Adesg Famesc).Especialista (MBA) em Geopolítica/Novas Fronteiras/Cibernética e IA. (Adesg/Instituto Venturo)


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NR - Os textos assinados refletem a opinião e inspiração dos seus autores. O Poder evita publicar textos militantes e estimula o livre confronto de ideias.

Liberdade e Democracia - Por Ricardo Andrade*

13/10/2026

Somos, pessoalmente contra, que instituições sociais/coletivos, formalizem apoio expresso ou manifesto à candidaturas, sejam elas quais forem, em qualquer nível dos poderes da República, pois somos uma entidade democrática, com visões distintas e posições ideológicas diferentes, que não deve ser aparelhada por grupos, candidatos ou partidos. Debatemos políticas públicas, e não política partidária ou eleitoral. No entanto, essa eleição neste 2o turno, possue características históricas muito especiais, pois está em jogo, muito mais que apenas o futuro do país, mas nossa própria democracia e a soberania. Podemos comentar e expressar nossas opiniões livremente, com cautela, respeito, empatia e de forma democrática, lembrando, que o IHGAAP não irá formalizar nem tomar nenhuma decisão em relação à isso. Mesmo sabendo que não existe neutralidade (como dizia Paulo Freire), não faremos enquete, pesquisa ou algo parecido. Cada um tem a liberdade pra fazer suas escolhas e opções. Nosso grupo já s...

Somos, pessoalmente contra, que instituições sociais/coletivos, formalizem apoio expresso ou manifesto à candidaturas, sejam elas quais forem, em qualquer nível dos poderes da República, pois somos uma entidade democrática, com visões distintas e posições ideológicas diferentes, que não deve ser aparelhada por grupos, candidatos ou partidos. Debatemos políticas públicas, e não política partidária ou eleitoral. No entanto, essa eleição neste 2o turno, possue características históricas muito especiais, pois está em jogo, muito mais que apenas o futuro do país, mas nossa própria democracia e a soberania. Podemos comentar e expressar nossas opiniões livremente, com cautela, respeito, empatia e de forma democrática, lembrando, que o IHGAAP não irá formalizar nem tomar nenhuma decisão em relação à isso. Mesmo sabendo que não existe neutralidade (como dizia Paulo Freire), não faremos enquete, pesquisa ou algo parecido. Cada um tem a liberdade pra fazer suas escolhas e opções. Nosso grupo já sabe o risco que representa o retorno de um governo Neofascista, mas não devemos nos posicionar em nome de todos. Já com os representantes eleitos do povo deveria ser diferente, eles representam uma parcela do pensamento político-ideológico da sociedade, e não deveriam ficar "em cima do muro", numa comodidade eterna, pra não "se queimar" com um dos lados. Eles tem responsabilidade com o país e tem que ter 'Lado'. A covardia de muitos políticos gerou o grupo político mais nefasto desse país, no Congresso Nacional, conhecido como 'Centrão', que desde a redemocratização sempre ficou e fica na base de apoio de todos os Presidentes eleitos.

Tenho dito.


*Ricardo Andrade, é Historiador, Cientista Político, Mestre em Gestão Pública (Fundaj) e Presidente do IHGAAP (Instituto Histórico, Geográfico, Arqueológico, Antropológico do Paulista). @ricardo060370


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NR - Os textos assinados refletem a opinião e inspiração dos seus autores. O Poder evita publicar textos militantes e estimula o livre confronto de ideias.

Veneziano reafirma luta pela aprovação do fim da escala 6x1, sem redução salarial

13/10/2026

Após um final de semana com aniversário de Campina Grande, Dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, e Dia das Crianças, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) já está em Brasília, onde votará a favor da PEC 221/2019, que prevê o fim da jornada de trabalho 6x1, sem redução de salários.

A votação

A votação, em 1º turno, está marcada para amanhã; quarta-feira (14/10) no Senado Federal.

Como Líder da Maioria, Veneziano atuará na articulação do governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) pela aprovação da matéria. “Estou aqui em Brasília. Vim ontem à noite para cumprir essa obrigação tão desejada que é votar a escala 5x2 e acabar com a escala 6x1, trazer dignidade para os nossos trabalhadores. Nesta quarta-feira nós vamos enfrentar no voto e cada um vai mostrar, aquele e aquela que são favoráveis ao trabalhador, e aqueles e aquelas que não são favoráveis aos trabalhadores”, disse o Senador.

Elog...

Após um final de semana com aniversário de Campina Grande, Dia de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, e Dia das Crianças, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) já está em Brasília, onde votará a favor da PEC 221/2019, que prevê o fim da jornada de trabalho 6x1, sem redução de salários.

A votação

A votação, em 1º turno, está marcada para amanhã; quarta-feira (14/10) no Senado Federal.

Como Líder da Maioria, Veneziano atuará na articulação do governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) pela aprovação da matéria. “Estou aqui em Brasília. Vim ontem à noite para cumprir essa obrigação tão desejada que é votar a escala 5x2 e acabar com a escala 6x1, trazer dignidade para os nossos trabalhadores. Nesta quarta-feira nós vamos enfrentar no voto e cada um vai mostrar, aquele e aquela que são favoráveis ao trabalhador, e aqueles e aquelas que não são favoráveis aos trabalhadores”, disse o Senador.

Elogiou

Veneziano elogiou a iniciativa do presidente Lula em propor a mudança e aproveitou para reforçar o pedido aos paraibanos, para que ele seja reeleito. “Nós que defendemos o presidente Lula, que defendemos a sua iniciativa pelo fim da escala 6x1, pela implantação da escala 5x2, vamos continuar permanentemente, como assim o fizemos na semana passada, a defender a dignidade, a saúde para os nossos trabalhadores. Temos aí 12 dias para fazermos a grande diferença, elegermos mais uma vez aquele que representa o melhor projeto para o nosso país, o presidente Lula. Lula-lá”, disse Veneziano.

Ainda Falando sobre Ontem - O Dia Das Crianças, Sempre... - Crônica Poética - Por Romero Falcão*

13/10/2026

Pensem nas crianças de antigamente,
sem shopping, sem grife,
sem tablet, sem crise.
Lembrem-se das crianças de antigamente:
como eram felizes,
descalças, leves e livres.

Vejam as crianças de hoje:
obesas, pesadas, adultas,
aprisionadas por telas
e padrões de beleza.

Eu cá pergunto aos meus botões:
o que será dessa gente pequena
quando ficar grande?

Que recordações guardarão da infância?
A flor e as estrelas cativas
de um condomínio de luxo?

O que escreverão sobre seus tenros dias?
Que comeram muito hambúrguer
e ficaram Big felizes?
Que as ruas de suas cidades
eram corredores de shopping,
e as meninas da escola
só pensavam em grifes famosas
e nos garfos de restaurantes caros?

Que passaram madrugadas
zerando jogos no videogame?
Que inventaram aplicativos
e ganhar...

Pensem nas crianças de antigamente,
sem shopping, sem grife,
sem tablet, sem crise.
Lembrem-se das crianças de antigamente:
como eram felizes,
descalças, leves e livres.

Vejam as crianças de hoje:
obesas, pesadas, adultas,
aprisionadas por telas
e padrões de beleza.

Eu cá pergunto aos meus botões:
o que será dessa gente pequena
quando ficar grande?

Que recordações guardarão da infância?
A flor e as estrelas cativas
de um condomínio de luxo?

O que escreverão sobre seus tenros dias?
Que comeram muito hambúrguer
e ficaram Big felizes?
Que as ruas de suas cidades
eram corredores de shopping,
e as meninas da escola
só pensavam em grifes famosas
e nos garfos de restaurantes caros?

Que passaram madrugadas
zerando jogos no videogame?
Que inventaram aplicativos
e ganharam muito dinheiro?

Que tiveram diabetes tão cedo,
que envelheceram ainda crianças,
ainda de fraldas
na sala do terapeuta?

Entediados, estressados, ansiosos,
acossados pelas neuroses dos pais,
submetidos à natação,
ao inglês, ao judô, ao balé,
obrigados ainda a tocar um instrumento.

E se tornaram competitivos,
indiferentes?

Talvez um dia cheguem à conclusão
de que, apesar de tantos desejos,
o maior de todos
era ser a criança que nunca foram.

E a mangueira do meu quintal de menino...
Lá do alto, seus galhos
sonham abraçar essas crianças
que nunca terão espaço
para voar até o alto.


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda


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NR - Os textos assinados refletem a opinião e inspiração dos seus autores. O Poder evita publicar textos militantes e estimula o livre confronto de ideias.

A Escolha do Presidente da República e o Futuro da Defesa Nacional Brasileira - Por Amadeu Robalinho*

13/10/2026

Às vésperas das eleições gerais de 2026, o Brasil precisa compreender que a escolha do próximo Presidente da República transcende a disputa partidária, as promessas de campanha e as prioridades econômicas de curto prazo. Está em jogo a capacidade do Estado brasileiro de proteger seu território, defender seus interesses estratégicos, preservar sua autonomia decisória e assegurar que as futuras gerações não dependam da vontade de outras nações para exercer a própria soberania. A Defesa Nacional não pode continuar confinada aos quartéis, aos gabinetes militares ou aos círculos especializados. Ela precisa ocupar o centro do debate político, econômico, científico e tecnológico do País, porque constitui um dos pilares fundamentais de qualquer projeto consistente de desenvolvimento nacional.

A pergunta que se impõe é direta: estamos preparados para escolher um Presidente da República que compreenda a dimensão estratégica da soberania nacional ou continuaremos elegendo governant...

Às vésperas das eleições gerais de 2026, o Brasil precisa compreender que a escolha do próximo Presidente da República transcende a disputa partidária, as promessas de campanha e as prioridades econômicas de curto prazo. Está em jogo a capacidade do Estado brasileiro de proteger seu território, defender seus interesses estratégicos, preservar sua autonomia decisória e assegurar que as futuras gerações não dependam da vontade de outras nações para exercer a própria soberania. A Defesa Nacional não pode continuar confinada aos quartéis, aos gabinetes militares ou aos círculos especializados. Ela precisa ocupar o centro do debate político, econômico, científico e tecnológico do País, porque constitui um dos pilares fundamentais de qualquer projeto consistente de desenvolvimento nacional.

A pergunta que se impõe é direta: estamos preparados para escolher um Presidente da República que compreenda a dimensão estratégica da soberania nacional ou continuaremos elegendo governantes sem exigir deles uma visão clara sobre a capacidade brasileira de defender os próprios interesses?

O cenário internacional oferece respostas contundentes àqueles que ainda enxergam a Defesa como uma despesa secundária. A competição entre grandes potências, as disputas por recursos naturais, a corrida tecnológica, as ameaças cibernéticas, a instrumentalização das relações comerciais e a crescente vulnerabilidade das infraestruturas críticas demonstram que o poder nacional não se sustenta apenas por declarações diplomáticas ou pelo peso econômico de um país. Sustenta-se pela capacidade de transformar recursos, conhecimento, tecnologia e organização estatal em instrumentos concretos de autonomia estratégica.

Na realidade contemporânea, a soberania não é apenas um princípio jurídico inscrito na Constituição. É uma condição material que exige capacidades econômicas, industriais, científicas, tecnológicas, energéticas, logísticas e militares. Um Estado pode ser formalmente independente e, ainda assim, encontrar-se profundamente condicionado por fornecedores estrangeiros, sistemas tecnológicos proprietários, componentes críticos importados, dependências energéticas e limitações na capacidade de produzir os meios necessários à própria defesa.

É precisamente nesse ponto que o Brasil precisa despertar.

A soberania não se compra pronta no exterior

Nenhuma nação alcança autonomia estratégica duradoura quando depende exclusivamente de terceiros para projetar, fabricar, manter e modernizar os equipamentos indispensáveis à sua segurança. A aquisição de sistemas estrangeiros pode integrar uma política de defesa racional, desde que acompanhada de transferência efetiva de tecnologia, capacitação nacional, domínio de manutenção, desenvolvimento de fornecedores brasileiros e construção progressiva de competências próprias.

Comprar equipamentos não equivale a dominar a tecnologia que os tornou possíveis. Operar um sistema não significa conhecer integralmente sua arquitetura. Possuir uma plataforma militar não assegura independência quando seus componentes essenciais, atualizações, munições, softwares ou serviços de manutenção dependem de decisões tomadas fora do território nacional.

Essa distinção precisa orientar a política brasileira de Defesa Nacional.

O País dispõe de universidades, centros de pesquisa, engenheiros, cientistas, técnicos, empresas de base tecnológica e instituições militares capazes de contribuir para a construção de capacidades estratégicas. O desafio consiste em integrar esses ativos em uma política de Estado, com continuidade orçamentária, prioridades definidas e objetivos mensuráveis.

É nesse contexto que a Engenharia de Defesa assume importância decisiva. Mais do que uma área técnica, ela representa um instrumento de conversão do conhecimento científico em capacidade operacional, industrial e estratégica. Abrange o desenvolvimento de sistemas de armas, sensores, comunicações seguras, plataformas navais, veículos terrestres, tecnologias aeroespaciais, sistemas não tripulados, inteligência artificial, guerra eletrônica, ciberdefesa, materiais avançados e soluções destinadas à proteção das infraestruturas críticas.

A capacidade de projetar, integrar, testar, produzir, manter e aperfeiçoar esses sistemas dentro do País reduz vulnerabilidades e amplia a liberdade de ação do Estado. Por isso, a Engenharia de Defesa deve ser compreendida como componente estruturante da soberania tecnológica brasileira.

Não se trata de produzir tudo internamente, independentemente dos custos ou da viabilidade econômica. Trata-se de identificar as tecnologias críticas, estabelecer prioridades nacionais e impedir que dependências externas comprometam a capacidade brasileira de decidir em momentos de crise.

A Base Industrial de Defesa como instrumento de poder nacional

A Base Industrial de Defesa não pode ser tratada como um segmento econômico periférico, acionado apenas quando surgem necessidades imediatas das Forças Armadas. Ela integra a infraestrutura estratégica do Estado e deve ser reconhecida como vetor de desenvolvimento industrial, inovação científica, geração de empregos qualificados e fortalecimento da autonomia nacional.

Uma indústria de defesa consistente produz efeitos que ultrapassam o ambiente militar. Estimula a formação de engenheiros e pesquisadores, movimenta cadeias produtivas complexas, desenvolve materiais e processos industriais, impulsiona tecnologias de uso dual e contribui para elevar a competitividade de setores civis da economia.

A indústria aeronáutica, a construção naval, a metalurgia avançada, a eletrônica, a microeletrônica, a engenharia de materiais, a energia nuclear, as telecomunicações e a inteligência artificial possuem interfaces estratégicas com a Defesa Nacional. Quando articuladas em uma política industrial de longo prazo, essas áreas podem ampliar a capacidade de inovação do Brasil e reduzir vulnerabilidades que, em circunstâncias adversas, se converteriam em limitações operacionais e políticas.

Entretanto, não existe base industrial robusta sem previsibilidade. Empresas não mantêm equipes altamente especializadas, instalações produtivas e programas de pesquisa de longa duração quando convivem com encomendas incertas, interrupções de contratos e mudanças recorrentes de prioridades governamentais.

Projetos estratégicos precisam atravessar mandatos presidenciais sem perder sua continuidade essencial. Submarinos, aeronaves, sistemas de monitoramento, satélites, comunicações militares e tecnologias críticas exigem planejamento plurianual, financiamento compatível com suas etapas de desenvolvimento e mecanismos de controle que garantam transparência, eficiência e responsabilidade fiscal.

O Presidente da República, como chefe de Estado e de governo e autoridade suprema das Forças Armadas nos termos constitucionais, exerce papel central na definição das prioridades nacionais, na coordenação da política de defesa e na articulação entre os instrumentos diplomáticos, econômicos, científicos, industriais e militares do poder brasileiro.

Por essa razão, a escolha presidencial não pode prescindir de uma avaliação criteriosa das propostas destinadas à Defesa. É necessário saber o que cada candidatura pretende fazer, como pretende financiar suas iniciativas, quais capacidades considera prioritárias e de que maneira pretende transformar investimentos públicos em resultados concretos para o País.

Engenharia de Soberania e Estratégia: integrar capacidades para garantir autonomia

O Brasil necessita superar a fragmentação entre política industrial, planejamento militar, ciência e tecnologia, infraestrutura, energia e relações exteriores. A ausência de coordenação estratégica entre esses campos reduz a eficiência dos investimentos e dificulta a transformação do potencial nacional em poder efetivo.

É nesse espaço que se insere a Engenharia de Soberania e Estratégia, entendida como um framework teórico-metodológico voltado à integração de recursos estatais, capacidades tecnológicas, infraestrutura crítica e instrumentos de defesa em favor da autonomia decisória da Nação.

Sua premissa fundamental é que soberania não resulta da existência isolada de recursos naturais, instituições ou equipamentos militares. Resulta da capacidade de articular esses elementos em sistemas nacionais funcionais, resilientes e capazes de sustentar decisões soberanas diante de pressões externas.

Sob essa perspectiva, energia, infraestrutura, tecnologia, defesa e soberania não devem ser tratadas como agendas independentes. Formam dimensões interdependentes de uma arquitetura estratégica nacional.

Um País que dispõe de recursos naturais, mas não domina tecnologias essenciais para transformá-los, permanece exposto a dependências. Um Estado que constrói infraestrutura sem proteger seus sistemas digitais e físicos cria vulnerabilidades. Uma nação que adquire equipamentos militares sem desenvolver capacidade de sustentação logística e tecnológica pode descobrir, em uma crise, que sua liberdade de ação possui limites impostos por terceiros.

A Engenharia de Soberania e Estratégia propõe, portanto, uma mudança de perspectiva: avaliar as políticas públicas também pela contribuição que oferecem à capacidade autônoma do Estado brasileiro. Isso exige identificar dependências críticas, estabelecer prioridades tecnológicas, fortalecer cadeias produtivas nacionais, formar recursos humanos especializados e medir resultados com critérios objetivos.

O próximo Presidente da República deveria ser instado a apresentar uma agenda concreta para essa integração. Não basta defender genericamente a indústria nacional ou manifestar apreço pelas Forças Armadas. É preciso demonstrar como o governo pretende converter conhecimento científico, capacidade industrial e orçamento público em autonomia estratégica efetiva.

A defesa das infraestruturas críticas e a soberania nacional.

A discussão torna-se ainda mais urgente quando se observa a crescente dependência brasileira de infraestruturas essenciais ao funcionamento do Estado e da economia.

Cabos submarinos de telecomunicações, redes elétricas, sistemas de geração e distribuição de energia, instalações portuárias, complexos industriais, redes de comunicação, centros de dados, sistemas espaciais, instalações nucleares e corredores logísticos constituem ativos cuja interrupção pode produzir consequências econômicas, sociais e estratégicas de grande magnitude.

A proteção dessas estruturas não pode depender exclusivamente de respostas emergenciais. Exige planejamento integrado, avaliação de riscos, capacidade de monitoramento, redundância tecnológica, protocolos de resposta e coordenação entre órgãos públicos, operadores privados e instituições responsáveis pela segurança nacional.

No caso dos cabos submarinos, por exemplo, a dependência das comunicações internacionais torna indispensável uma política que associe conhecimento do ambiente marítimo, proteção física, segurança cibernética, capacidade de reparação e cooperação internacional. A infraestrutura digital não está separada da soberania territorial e marítima. Ela constitui uma extensão material dos interesses estratégicos brasileiros.

O mesmo raciocínio aplica-se à energia, ao espaço exterior e às cadeias de suprimento de tecnologias críticas. A defesa contemporânea não se limita à proteção das fronteiras geográficas. Abrange os sistemas que permitem ao País funcionar, comunicar-se, produzir, transportar, governar e reagir a situações adversas.

É por isso que a Defesa Nacional deve dialogar permanentemente com a engenharia, a indústria, a academia, a diplomacia, a inteligência e a segurança pública, respeitadas as competências legais de cada instituição.

A segurança de um país não se improvisa no momento da crise. É construída antes dela, por meio de decisões políticas, investimentos consistentes e instituições preparadas.

O voto presidencial no segundo turno e a responsabilidade estratégica do eleitor

As eleições gerais de 2026 representam uma oportunidade para que a sociedade brasileira exija uma discussão mais madura sobre o destino estratégico da Nação.

A escolha do Presidente da República influencia a orientação política do Estado, as prioridades orçamentárias, a continuidade dos programas estratégicos, a política industrial, a formação de profissionais e a capacidade de coordenação entre os diferentes setores governamentais. Não determina tudo isoladamente, pois a política de defesa também depende do Congresso Nacional, do planejamento institucional, da participação da sociedade e dos mecanismos constitucionais de controle. Ainda assim, a liderança presidencial é decisiva para conferir direção, prioridade e continuidade à agenda nacional.

O eleitor precisa perguntar aos candidatos: qual é a visão de cada um para a Defesa Nacional brasileira? Como pretendem fortalecer a Base Industrial de Defesa? Que tecnologias consideram indispensáveis ao domínio nacional? Como pretendem ampliar a formação de engenheiros, cientistas e especialistas? Quais mecanismos adotarão para proteger as infraestruturas críticas? Como assegurarão previsibilidade aos projetos estratégicos sem comprometer a responsabilidade fiscal? Qual será a relação entre desenvolvimento industrial, autonomia tecnológica e capacidade militar?

É necessário, ainda, avaliar a disposição de cada candidatura para estabelecer metas verificáveis, prestar contas dos resultados e preservar programas estratégicos cuja relevância ultrapasse o calendário eleitoral.

Uma política de defesa consistente não deve pertencer a um partido, a um governo ou a uma corrente ideológica. Deve servir aos interesses permanentes do Brasil, sob a autoridade da Constituição e o controle das instituições democráticas.

O País não precisa escolher entre desenvolvimento econômico e Defesa Nacional. Precisa compreender que, em determinadas áreas, a capacidade de defender seus interesses é condição para preservar as próprias possibilidades de desenvolvimento.

Tampouco deve confundir soberania com isolamento. A cooperação internacional, o comércio e as parcerias tecnológicas são instrumentos importantes, desde que estruturados de maneira a ampliar capacidades nacionais, diversificar fornecedores e evitar dependências que possam comprometer decisões soberanas.

A questão central não é fechar as portas ao mundo, mas entrar nele com competência, capacidade de negociação e instrumentos próprios de poder.

A história demonstra que nações podem perder parcelas relevantes de sua liberdade de ação muito antes de qualquer confronto militar. Isso acontece quando negligenciam suas capacidades produtivas, deixam de investir em conhecimento, permitem a deterioração de suas estruturas estratégicas ou aceitam dependências que restringem suas escolhas.

O Brasil ainda dispõe de vantagens significativas: território extenso, recursos naturais, população qualificada em diferentes setores, capacidade agrícola e industrial, tradição diplomática, universidades, centros de pesquisa e instituições de defesa com experiência acumulada. O desafio é transformar essas vantagens em capacidades integradas, sustentáveis e compatíveis com a dimensão dos interesses nacionais.

Não há espaço para alarmismo, mas tampouco para complacência. A soberania exige lucidez, planejamento e trabalho. Exige compreender que cada decisão sobre ciência, indústria, energia, infraestrutura e defesa produz consequências para a posição do País no sistema internacional.

O próximo Presidente da República terá a responsabilidade de conduzir o Brasil em um ambiente de competição estratégica, transformação tecnológica e crescente disputa por recursos, mercados e influência. Sua capacidade de compreender a relação entre Engenharia, Defesa Nacional, Estratégia e Desenvolvimento poderá contribuir decisivamente para determinar o grau de autonomia que o País terá nas próximas décadas.

Por isso, a sociedade brasileira precisa deixar de tratar a Defesa como assunto distante, reservado a especialistas ou lembrado apenas em momentos de tensão internacional. A Defesa é uma questão de cidadania, de desenvolvimento e de responsabilidade política. É também uma questão de engenharia, porque a soberania precisa ser construída, sustentada e protegida por capacidades reais.

Na urna, o brasileiro não escolherá apenas um administrador para os próximos quatro anos. Escolherá uma liderança que influenciará as condições sob as quais o País produzirá tecnologia, protegerá suas riquezas, desenvolverá sua indústria e defenderá sua liberdade de decisão.

A pergunta que deve acompanhar o eleitor até as urnas é simples:

Qual candidato possui visão estratégica, compromisso institucional e capacidade de transformar a soberania nacional em uma política concreta de Estado?

O emissário da pressão externa não precisa necessariamente chegar acompanhado de uma esquadra. Pode apresentar-se na forma de uma dependência tecnológica, de uma vulnerabilidade digital, de uma interrupção no fornecimento de componentes críticos ou de uma restrição à liberdade de decisão do governo brasileiro.

Quando essas vulnerabilidades se revelam, muitas vezes, as escolhas fundamentais já deveriam ter sido feitas.

O Brasil ainda tem condições de escolher seu caminho. Mas precisa compreender que a independência política só se sustenta quando encontra respaldo na capacidade econômica, industrial, científica, tecnológica e militar da Nação.


A soberania não se proclama apenas. Constrói-se. E a escolha de quem governará o Brasil será uma das decisões fundamentais para determinar se essa construção avançará ou continuará à espera de uma prioridade que não pode mais ser adiada.


*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

Adeus, Jomard! - Poema em Homenagem Póstuma ao Grande JMB - Por Eduardo Albuquerque*

13/10/2026

“O famigerado JMB”,
“O ETC do amor cortês”,
assim a si auto-intitulava,
O paladino da vanguarda!

E nosso peito arde,
de saudades, Jomard!
Irreverente a tua arte,
Ei-la viva em toda parte:



“Outros Orfeus”,
“Arrecife do Desejo”,
“O Palhaço Degolado”,
“Atentados Poéticos”...

“Terceira Aquarela do Brasil”,
“Bordel, Brasilírico Bordel”,
“Do Modernismo a Bossa Nova”,
“Inventário de um Feudalismo Cultural”...



Tua rua Imperial,
teu berço natal,
teus tempos tropicais,
Tu sempre intelectual.

Um novo portal,
a transitoriedade,
és ícone imortal,
Deus te aguarde!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

“O famigerado JMB”,
“O ETC do amor cortês”,
assim a si auto-intitulava,
O paladino da vanguarda!

E nosso peito arde,
de saudades, Jomard!
Irreverente a tua arte,
Ei-la viva em toda parte:


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“Outros Orfeus”,
“Arrecife do Desejo”,
“O Palhaço Degolado”,
“Atentados Poéticos”...

“Terceira Aquarela do Brasil”,
“Bordel, Brasilírico Bordel”,
“Do Modernismo a Bossa Nova”,
“Inventário de um Feudalismo Cultural”...


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Tua rua Imperial,
teu berço natal,
teus tempos tropicais,
Tu sempre intelectual.

Um novo portal,
a transitoriedade,
és ícone imortal,
Deus te aguarde!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99


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