Deu na Folha de São Paulo: "PF apura existência de gabinete de ódio ligado à governadora de Pernambuco"
30/08/2026
A PF (Polícia Federal) investiga a existência de um "gabinete do ódio" ligado à governadora de Pernambuco, Raquel Teixeira Lyra (PSD), candidata à reeleição. A notícia, de hoje, 30/08/26, está na Folha de São Paulo.
Diz a Folha
Segundo fontes do órgão a apuração teve início no final de 2025 após uma denúncia enviada à corporação por um aliado do ex-prefeito do Recife João Campos (PSB), que polariza a disputa com ela.
A acusação foi enviada à PF pelo deputado estadual Rodrigo Farias (PSB) em outubro do ano passado.
A peça
Sustenta que há uma rede com publicações de conteúdos difamatórios e caluniosos que começaram ainda em 2024, na pré-campanha municipal, quando Campos foi reeleito prefeito da capital.
Segundo a denúncia
O objetivo era impactar o processo eleitoral e desqualificar a figura dele. "Os perfis coordenam uma extensa rede de publicações sincronizada...
Diz a Folha
Segundo fontes do órgão a apuração teve início no final de 2025 após uma denúncia enviada à corporação por um aliado do ex-prefeito do Recife João Campos (PSB), que polariza a disputa com ela.
A acusação foi enviada à PF pelo deputado estadual Rodrigo Farias (PSB) em outubro do ano passado.
A peça
Sustenta que há uma rede com publicações de conteúdos difamatórios e caluniosos que começaram ainda em 2024, na pré-campanha municipal, quando Campos foi reeleito prefeito da capital.
Segundo a denúncia
O objetivo era impactar o processo eleitoral e desqualificar a figura dele. "Os perfis coordenam uma extensa rede de publicações sincronizadas para potencializar o alcance de suas postagens, direcionando verdadeiras mensagens de ódio em face dos opositores da governadora", diz a publicação.
Ela também cita
Supostas irregularidades em uma licitação feita pelo governo para prestação de serviço de publicidade institucional. A acusação é de favorecimento a empresas ligadas a familiares da governadora.
A denúncia
Lista as postagens feitas ao longo dos últimos e afirma que a maioria delas teve como objetivo antecipar as eleições de 2026 numa tentativa de desconstrução da figura de Campos.
A acusação
É de que os executores da rede têm relação próxima com o governo de Pernambuco, seja com a ocupação de cargos comissionados ou distribuição de verbas por meio dos contratos de publicidade, afirma a Folha de São Paulo.
O Poder
Permanece sempre aberto ao contraditório e à manifestação de todos os citados.
