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É Findi - Sintonia de Valores - Conto - Por Maria Inês Machado*

29/05/2026

Ainda jovem, Laura deixou o sertão.
Na manhã da partida, a terra rachada parecia prolongar a dor dos que ficavam. O açude reduzira-se a espelho de lama, os mandacarus resistiam em silêncio, e o vento quente carregava a poeira das estradas. Antes de subir no caminhão que a levaria para longe, Laura voltou os olhos para a casa simples onde crescera. Viu a mãe à porta, contendo as lágrima, e o pai com o olhar perdido no horizonte. Não houve promessas grandiosas. Apenas aceno demorado, desses que permanecem na memória por toda a vida.

A cidade que a recebeu não lhe ofereceu acolhimento. Os primeiros anos foram marcados por salários insuficientes, jornadas intermináveis e pela indiferença de quem enxergava no trabalhador apenas uma peça substituível. Muitas vezes retornava ao quarto alugado com os pés doloridos e as mãos marcadas pelo esforço. Ainda assim, recusava-se a alimentar ressentimentos. Aprendera cedo que a adversidade podia endurecer o coração ou fortalec...

Ainda jovem, Laura deixou o sertão.
Na manhã da partida, a terra rachada parecia prolongar a dor dos que ficavam. O açude reduzira-se a espelho de lama, os mandacarus resistiam em silêncio, e o vento quente carregava a poeira das estradas. Antes de subir no caminhão que a levaria para longe, Laura voltou os olhos para a casa simples onde crescera. Viu a mãe à porta, contendo as lágrima, e o pai com o olhar perdido no horizonte. Não houve promessas grandiosas. Apenas aceno demorado, desses que permanecem na memória por toda a vida.

A cidade que a recebeu não lhe ofereceu acolhimento. Os primeiros anos foram marcados por salários insuficientes, jornadas intermináveis e pela indiferença de quem enxergava no trabalhador apenas uma peça substituível. Muitas vezes retornava ao quarto alugado com os pés doloridos e as mãos marcadas pelo esforço. Ainda assim, recusava-se a alimentar ressentimentos. Aprendera cedo que a adversidade podia endurecer o coração ou fortalecer o espírito. Escolheu o segundo caminho.

Nas horas roubadas ao descanso, estudava.

Enquanto a cidade adormecia sob o brilho dos postes, Laura permanecia inclinada sobre livros gastos, fazendo anotações à luz de uma luminária modesta. O cansaço era um adversário constante, mas havia dentro dela uma determinação silenciosa que não se deixava vencer. Cada página lida parecia aproximá-la de um futuro que, durante a infância, lhe parecera inalcançável.

Os anos passaram.

Vieram as renúncias, os sacrifícios e as incertezas. Chegaram também as pequenas conquistas, aquelas que quase ninguém percebe, mas que sustentam os grandes sonhos. Quando recebeu o diploma de Direito, recordou a paisagem seca que deixara para trás. Não enxergou naquele momento apenas vitória pessoal. Viu o rosto dos pais, o esforço acumulado de tantas madrugadas e a dignidade de quem jamais desistira.

Tornou-se advogada.

No exercício da profissão, adquiriu reputação pela firmeza e pela honestidade. Não cultivava discursos inflamados nem buscava aplausos fáceis. Preferia a discrição dos resultados. Em seu escritório chegavam homens e mulheres carregando histórias de injustiça, exaustão e desalento. Laura os recebia com atenção genuína, pois reconhecia em muitos deles fragmentos da própria trajetória.

Nas audiências, mantinha a serenidade mesmo diante de adversários influentes. Argumentava com firmeza, sem agressividade. Recusava atalhos, favores obscuros ou vantagens incompatíveis com sua consciência. Em tempos de convicções frágeis e interesses mutáveis, a integridade tornara-se sua marca mais valiosa.

Paralelamente à advocacia, escrevia.

Crônicas, artigos e reflexões encontravam espaço em jornais de diversas regiões do país. Seus textos não buscavam agradar grupos ou correntes ideológicas. Procuravam compreender a condição humana em suas contradições, virtudes e fragilidades. Acreditava que a verdadeira transformação social nascia menos dos slogans e mais da responsabilidade individual associada ao respeito mútuo.

Alguns anos depois, Mariana, sua irmã mais nova, percorreu caminho semelhante. Trabalhou durante o dia, estudou à noite e concluiu a graduação em Física. Tornou-se professora da rede particular de ensino. Encontrou na educação uma forma de contribuir para a construção de um futuro melhor.

Naquele ano, o ambiente escolar vivia dias de tensão.

Uma assembleia definiria a adesão a greve que prometia paralisar as atividades. Nos corredores, os debates multiplicavam-se. Alguns professores defendiam a paralisação como instrumento legítimo de reivindicação; outros manifestavam dúvidas quanto à sua eficácia. Mariana acompanhava as discussões com atenção e respeito.

Desde a infância, aprendera com os pais que a dignidade humana floresce onde existem responsabilidade e liberdade. Também observara, ao longo dos anos, a atuação da irmã, sempre pautada pela defesa dos direitos sem renunciar ao respeito pelas diferenças.

Após longa reflexão, decidiu não aderir ao movimento.

A escolha, entretanto, não foi recebida com a mesma tolerância que ela dedicava aos colegas. Comentários irônicos surgiram nos corredores. Houve críticas, insinuações e palavras ditas com o propósito de constranger. Mariana ouviu tudo sem alterar o tom de voz ou o comportamento.

Não se considerava melhor nem pior do que aqueles que pensavam de forma diferente. Apenas compreendia que a consciência não pode ser terceirizada. Permanecer fiel às próprias convicções era, para ela, uma questão de coerência.

As duas irmãs seguiam caminhos distintos, mas guiados pelos mesmos princípios.

Sabiam que os direitos dos trabalhadores representam conquistas valiosas, construídas ao longo de gerações de esforço e sacrifício. Sabiam também que nenhuma causa se fortalece quando o respeito desaparece.

A convivência humana torna-se mais difícil quando as pessoas deixam de enxergar indivíduos e passam a enxergar rótulos. Quando isso acontece, o diálogo cede lugar à hostilidade, e a liberdade transforma-se em mera palavra.

Talvez o verdadeiro progresso não esteja apenas nas leis, nos discursos ou nas instituições.
É possível que comece no instante em que alguém reconhece, no pensamento divergente, não um inimigo a ser combatido, mas um ser humano digno de respeito.


*Maria Inês Machado é psicóloga, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental e em Intervenção Psicossocial à família. Possui formação em contação de histórias pela FAFIRE e pelo Espaço Zumbaiar. Gosta de escrever contos que retratam os recortes da vida. Autora do livro infantojuvenil 'A Cidade das Flores'. @mariainesmachadopsi


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.


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É Findi - Dom e Tom - Por Marcelo Mário de Melo*

29/05/2026

A poesia não é dom de donos.
É tom de todos.

Em alguns tom alargado
em outros tom aflorado
no geral tom desmatado.

Serra de deseducação
ceifando a criação.

Mas no campo de batalha
com rebeldia e alegria
os tons da vida podem plantar
sementes de poesia.


*Marcelo Mário de Melo, ex-preso político, jornalista e poeta. Seu lema é: "Só ultrapasse pela esquerda". @marcelommm

A poesia não é dom de donos.
É tom de todos.

Em alguns tom alargado
em outros tom aflorado
no geral tom desmatado.

Serra de deseducação
ceifando a criação.

Mas no campo de batalha
com rebeldia e alegria
os tons da vida podem plantar
sementes de poesia.


*Marcelo Mário de Melo, ex-preso político, jornalista e poeta. Seu lema é: "Só ultrapasse pela esquerda". @marcelommm

É Findi - Mantra - Poema - Por Ana Pottes*

29/05/2026

Escuta.
Na pele, no pelo,
a história se mostra.
Liberta.
Não trava.

Respira.
Ajusta.
Anda sem pressa.
Se quiser...acelera.
Mas não esquece:
Destrava,
Respira.

Vê,
há poesia:
no olhar,
no suspiro.
Sorve e absorve o lirismo.
Arrepia.
Toma fôlego.
Vive.


*Ana Pottes, psicóloga, gosta de escrever crônicas, contos e poemas sobre as interações emocionais com a vida. Autora do livro de poemas: Nem tudo são flores, mas... elas existem! @ana_pottes



Escuta.
Na pele, no pelo,
a história se mostra.
Liberta.
Não trava.

Respira.
Ajusta.
Anda sem pressa.
Se quiser...acelera.
Mas não esquece:
Destrava,
Respira.

Vê,
há poesia:
no olhar,
no suspiro.
Sorve e absorve o lirismo.
Arrepia.
Toma fôlego.
Vive.


*Ana Pottes, psicóloga, gosta de escrever crônicas, contos e poemas sobre as interações emocionais com a vida. Autora do livro de poemas: Nem tudo são flores, mas... elas existem! @ana_pottes


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É Findi - O Poeta, Universo - Poema - Por Eduardo Albuquerque*

29/05/2026

Na boquinha da noite,
devagar o Sol declina;
sim, cumpriu sua sina,
e nos deseja boa-noite!

E a Lua, bem devagarinho,
vem cumprir seu destino:
traz-nos, suavemente,
sua doçura, adolescente.



E o poeta se faz presente,
olha o horizonte, contente:
sonha o sonho da gente;

E, se sofre, disfarça a dor,
transforma-a numa flor...
deveras, acredite, é ator!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



Na boquinha da noite,
devagar o Sol declina;
sim, cumpriu sua sina,
e nos deseja boa-noite!

E a Lua, bem devagarinho,
vem cumprir seu destino:
traz-nos, suavemente,
sua doçura, adolescente.


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E o poeta se faz presente,
olha o horizonte, contente:
sonha o sonho da gente;

E, se sofre, disfarça a dor,
transforma-a numa flor...
deveras, acredite, é ator!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99


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É Findi – Pra Complicar - Por Poeta Pica-Pau*

29/05/2026

Se o espírito não me engana
Escutei um zum zum zum
Que 22 deputados
Votaram para manter
A jornada 6 por 1
Isso todo o mundo viu
E quem tava lá assistiu
É muita coincidência
22 sem consciência
Que no voto insistiu
E o 22 tá aí
Pra complicar e destruir
As benesses pro Brasil


*Pica-Pau é poeta. Vive em Palmares, PE. @poeta.picapau


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



Se o espírito não me engana
Escutei um zum zum zum
Que 22 deputados
Votaram para manter
A jornada 6 por 1
Isso todo o mundo viu
E quem tava lá assistiu
É muita coincidência
22 sem consciência
Que no voto insistiu
E o 22 tá aí
Pra complicar e destruir
As benesses pro Brasil


*Pica-Pau é poeta. Vive em Palmares, PE. @poeta.picapau


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.


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É Findi - Misteriosa Geometria - Crônica - Por Romero Falcão*

29/05/2026

O filósofo Arthur Schopenhauer — batizado de pessimista — tinha fascínio pelos cães: “Quanto mais conheço os homens, mais gosto dos cães”. Também os reverenciava pela companhia verdadeira e pela ausência de vaidade. Ausência de vaidade? É porque não conheceu o guarda-roupa de Antônio Lúcio, o pet da minha amiga. Com todo respeito ao demasiadamente humano animal.



A escritora Clarice Lispector ia fundo: “Eu não humanizo os bichos, acho que é uma ofensa, há de respeitar-lhes a natureza. Eu é que me animalizo”. Clarice subiu aos céus em 1977. Se estivesse viva na terceira década do século 21, talvez escrevesse: A Hora da Estrela de um Cão.

Chega de filosofia chinfrim. Irei seduzir meus cinco seguidores com esse blá-blá-blá?

Mas quero continuar nessa toada — sei que não é bom. E por acaso você escreve para agradar? Não, não, claro que não. Ah, sim.

Por esses dias, pintaram, perto do meu muquifo, uma faixa de pedestr...

O filósofo Arthur Schopenhauer — batizado de pessimista — tinha fascínio pelos cães: “Quanto mais conheço os homens, mais gosto dos cães”. Também os reverenciava pela companhia verdadeira e pela ausência de vaidade. Ausência de vaidade? É porque não conheceu o guarda-roupa de Antônio Lúcio, o pet da minha amiga. Com todo respeito ao demasiadamente humano animal.


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A escritora Clarice Lispector ia fundo: “Eu não humanizo os bichos, acho que é uma ofensa, há de respeitar-lhes a natureza. Eu é que me animalizo”. Clarice subiu aos céus em 1977. Se estivesse viva na terceira década do século 21, talvez escrevesse: A Hora da Estrela de um Cão.

Chega de filosofia chinfrim. Irei seduzir meus cinco seguidores com esse blá-blá-blá?

Mas quero continuar nessa toada — sei que não é bom. E por acaso você escreve para agradar? Não, não, claro que não. Ah, sim.

Por esses dias, pintaram, perto do meu muquifo, uma faixa de pedestre. Até o capim que cobre a calçada sabe que quase ninguém respeita tal sinalização. Se o pedestre confiar naquelas tiras do chão para atravessar a avenida, acaba na pedra do necrotério.

Pois bem. Fiquei esperando na beira do caminho, com um pé na faixa. Carro pra lá, carro pra cá e nada. Ninguém parava. Eu apontava para as linhas brancas, erguia os braços, fazia mugangas. Os motoristas ignoravam a misteriosa geometria do asfalto. Todas as vezes que eu tentava atravessar era assim.


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Passeando com minha cadela vira-lata, Frida — da qual sou curador, já que é maior de idade —, bastou a cachorra tocar a faixa de pedestre para os carros frearem obedientemente. Foi incrível o súbito cumprimento da lei de trânsito quando se tratou de um pet.

Um amigo dará entrada na aposentadoria. Vou recomendar a companhia de Frida. Quem sabe o processo corra na velocidade de um galgo.

Viva os pets!


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda


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É Findi - Vaqueiro, Leão Do Norte - Poema - Por Poeta Tony Antunes de Palmares

29/05/2026

No terreiro da caatinga nasce o canto do trovão,
Vaqueiro risca o destino com a espora e o coração.
Sob o couro castigado pelo sol do meio-dia,
Leva a raça pernambucana como estrela e valentia.
Tem poeira nos seus passos, mas no peito há claridão,
É guerreiro das estradas, filho do sertão chão.

Quando a sanfona soluça nos alpendres do luar,
O baião chama o xaxado pra poeira levantar.
Tem maracatu na veia, frevo aceso no olhar,
Ciranda rodando o povo feito onda sobre o mar.
Caboclinho abre caminho com seu canto ancestral,
E o coco bate forte como um grito tribal.

Lampião virou legenda nas veredas do sertão,
Fez da luta um clarim vivo ecoando na amplidão.
Ascenso fez da palavra um aboio de emoção,
Manuel bordou estrelas nos cadernos da canção.
Capina trouxe a beleza das imagens do luar,
E Alceu fez o Nordeste pelo mundo caminhar.

O cavalo c...

No terreiro da caatinga nasce o canto do trovão,
Vaqueiro risca o destino com a espora e o coração.
Sob o couro castigado pelo sol do meio-dia,
Leva a raça pernambucana como estrela e valentia.
Tem poeira nos seus passos, mas no peito há claridão,
É guerreiro das estradas, filho do sertão chão.

Quando a sanfona soluça nos alpendres do luar,
O baião chama o xaxado pra poeira levantar.
Tem maracatu na veia, frevo aceso no olhar,
Ciranda rodando o povo feito onda sobre o mar.
Caboclinho abre caminho com seu canto ancestral,
E o coco bate forte como um grito tribal.

Lampião virou legenda nas veredas do sertão,
Fez da luta um clarim vivo ecoando na amplidão.
Ascenso fez da palavra um aboio de emoção,
Manuel bordou estrelas nos cadernos da canção.
Capina trouxe a beleza das imagens do luar,
E Alceu fez o Nordeste pelo mundo caminhar.

O cavalo corta a mata como flecha do destino,
Cada vaqueiro carrega Deus no peito nordestino.
Tem suor virando rio sobre a pele castigada,
Mas jamais se curva o homem dessa terra abençoada.
Porque o povo de Pernambuco nasce forte por raiz,
Feito pedra no caminho que o tempo nunca desfiz.

Quando a festa da vaquejada ilumina o tabuleiro,
A sanfona vira chama no compasso do pandeiro.
O sertão inteiro canta numa voz de resistência,
Misturando fé e luta, tradição e permanência.
E o Brasil escuta ao longe esse brado varonil:
— Pernambuco é poesia galopando no Brasil!

Ôôô… Pernambuco é chão valente!
Leão do Norte ruge forte no coração da gente!
Êêê… segura o boi ligeiro!
Que o povo canta a glória do vaqueiro brasileiro!
Ôôô… bate o couro e a zabumba!
No galope da coragem ninguém nunca nos derruba!


*Poeta Tony Antunes, é natural de Recife, mas palmarino há quarenta anos. É Professor de Teoria da Literatura na Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul, no Curso de Letras. É membro da Academia Palmarense de Letras.


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É Findi – O Pet e Seu Tutor – Croniqueta, por Xico Bizerra*

29/05/2026

O 'tutor' do Pet que mora no 23° Andar do meu prédio se indispôs comigo apenas por que reclamei que o seu animalzinho - um Pitbull de corpanzil aproximado ao de um jumento, fez seu 'cocozinho' bem na calçada em frente à entrada do Edifício e ele, seu guardião, o tal vizinho, deixou lá a titica produzida por seu tutorado, grave ameaça aos sapatos de algum desprevenido.

A propósito, me disseram - e só soube porque me contaram, não vou atrás dessa praga hoje existente - que um 'influencer' publicou em suas redes que ações como a minha, interpretada como desrespeito aos animais, pode vir a se constituir crime se delatadas ao Gabinete de Defesa e Proteção dos Animais. Ser processado por desrespeito a um inofensivo cachorro é minha última aspiração. Ante o risco, pedi desculpas ao vizinho, alisei carinhosamente a ‘cabecinha’ de seu dog e passei a ter mais cuidado com as calçadas em que piso.

Por falar em 'influencers', são tantos hoje em dia, tratando de banalid...

O 'tutor' do Pet que mora no 23° Andar do meu prédio se indispôs comigo apenas por que reclamei que o seu animalzinho - um Pitbull de corpanzil aproximado ao de um jumento, fez seu 'cocozinho' bem na calçada em frente à entrada do Edifício e ele, seu guardião, o tal vizinho, deixou lá a titica produzida por seu tutorado, grave ameaça aos sapatos de algum desprevenido.

A propósito, me disseram - e só soube porque me contaram, não vou atrás dessa praga hoje existente - que um 'influencer' publicou em suas redes que ações como a minha, interpretada como desrespeito aos animais, pode vir a se constituir crime se delatadas ao Gabinete de Defesa e Proteção dos Animais. Ser processado por desrespeito a um inofensivo cachorro é minha última aspiração. Ante o risco, pedi desculpas ao vizinho, alisei carinhosamente a ‘cabecinha’ de seu dog e passei a ter mais cuidado com as calçadas em que piso.

Por falar em 'influencers', são tantos hoje em dia, tratando de banalidades diversas e com milhões de seguidores, que fico tonto. Eles influenciam o quê? No meu tempo, meu pai e meu avô eram meus fiéis influenciadores, estes sim, me ensinando o caminho do bem, de ser bom, do respeito e outras virtudes que guardo até hoje. Os atuais vão de propaganda de cosméticos à venda de imóveis ou automóveis. Alguns até ‘trabalham’ em lavanderias financeiras para ‘masterizar’ suas riquezas.

Pois é: eu sou do tempo em que professoras eram mestras e não simplesmente 'tias'; do tempo em que treinadores de futebol eram técnicos e não 'professores' ou, vejam só, 'mister'. Do tempo em que cachorros e gatos eram apenas cachorros e gatos. Triste ter que reconhecer que meu tempo passou... Melhor cuidar da publicação do livro que estou pensando. Acho que um e-book. Os influenciadores, certamente, não o lerão. E não me farão nenhuma falta.


*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor. @bizerraxico


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É Findi - Vida de Cão - Crônica - Por Malude Maciel*

29/05/2026

Como resultado de muitas pesquisas realizadas e mesmo pela simples observação do que vem se processando nas últimas décadas, constatamos o crescimento do costume de adoção de animais de criação, os atualmente chamados de "pets". Cachorros e gatos são os favoritos para serem o xodó de muita gente, especialmente: idosos, madames, crianças, pessoas carentes de companhia, etc. embora outras espécies também constem na lista dos mais aceitos e quase toda casa e até mesmo apartamento tem seu bichinho de estimação: canários, papagaios, coelhos, galinhas, no entanto, cachorros e gatos ganham em disparada na preferência geral. Com o perdão do IBAMA, todo mundo está fazendo seu zoológico particular.

Uma moda que pegou

Em minha cidade tem aumentado, a olho nu, esse costume de se ter um animal querido para o passeio matinal, ao qual se dá o máximo de atenção e conforto, excelente tratamento, afeição invejável, cuidados veterinários, boa alimentação e bastante ba...

Como resultado de muitas pesquisas realizadas e mesmo pela simples observação do que vem se processando nas últimas décadas, constatamos o crescimento do costume de adoção de animais de criação, os atualmente chamados de "pets". Cachorros e gatos são os favoritos para serem o xodó de muita gente, especialmente: idosos, madames, crianças, pessoas carentes de companhia, etc. embora outras espécies também constem na lista dos mais aceitos e quase toda casa e até mesmo apartamento tem seu bichinho de estimação: canários, papagaios, coelhos, galinhas, no entanto, cachorros e gatos ganham em disparada na preferência geral. Com o perdão do IBAMA, todo mundo está fazendo seu zoológico particular.

Uma moda que pegou

Em minha cidade tem aumentado, a olho nu, esse costume de se ter um animal querido para o passeio matinal, ao qual se dá o máximo de atenção e conforto, excelente tratamento, afeição invejável, cuidados veterinários, boa alimentação e bastante banha; nunca se viu igual. Resumindo, esses privilegiados têm, de graça, casa, comida e tudo o necessário, do bom e do melhor, pra não dizer, roupa lavada também. As vezes até mesmo festas de aniversário estão na programação dos fofos.

Antes

Até bem pouco tempo, sabia-se que ao mudar de casa para apartamento não se podia levar nenhum animal. Foi o nosso caso. Era uma norma estabelecida e respeitada, uma regra de todos os condomínios e, estamos conversados. Por isso, muita gente deixou pra trás seus bichos quando optou em residir em prédios, a fim de cumprir o regulamento e não atrapalhar a vida dos outros que não gostam desse tipo de companhia, mesmo porque viver em comunidade é sempre um exercício de cidadania, quando se deve respeitar, renunciando a umas tantas coisas pelo bem comum. Afinal é necessário abrir mão de alguns caprichos justamente pra não incomodar a vizinhança e se inserir no contexto, ou seja, fazer parte de um grupo seleto é ajustar-se às regras do jogo. Porém, ultimamente, não se observa essas determinações e, cada um de acha no direito de fazer o que lhe dá na telha, mesmo indo de encontro à grande maioria. Assim, temos visto as calçadas sujas de excrementos e os donos, humildemente limpando merda de cachorro ou então, não estão nem aí, fazendo caras de pau.

Limites

Não sou contra animais, até gosto de cãezinhos limpinhos, ponho no colo e brinco com eles. Também reconheço que eles são úteis e amigos, sendo companhia e terapia a quem se sente solitário e precisa de ocupação, mas há algumas considerações a fazer. É muito estranho quando pessoas se preocupam e se compadecem mais de cachorros, dando nomes, roupas, perfumes e tudo o mais, dizendo que são da família, e não ajudam e fecham os olhos às crianças carentes, sujas, pobres, doentes e esfomeadas que perambulam por toda parte em nosso país. Sempre nos separamos com elas, todos os dias. Seus olhos pedintes, sua pele mal tratada, seus dentes cariados, uma magreza de fazer dó, e a fome, muita fome e falta de toda e qualquer assistência...por isso vemos uma inversão de valores. Verificamos que aqueles cuidados poderiam ser extensivos ao ser humano e estão sendo transferidos aos animais, com os quais se gasta uma nota que seria bem melhor empregada saciando as carências de nossas crianças que continuam nas ruas (apesar dos Conselhos Tutelares), sem rumo, caminhando apenas para a marginalidade, talvez por omissão daqueles que choram por um animalzinho manhoso, levando-o a passear de carro, pagando mordomias, mas virando o rosto aos órfãos de pais vivos ou não, valorizando mais os irracionais e tendo nojo das inocentes crianças às quais já foi dito: "delas é o reino dos céus".

Que tipo de sensibilidade é essa que prefere não se envolver com os semelhantes (adotando um filho) por mera covardia e conveniência?

Como se pode dormir tranquilamente quando animais têm melhor qualidade de vida do que meninos(as) sem lar e sem pão? Urge pensar nisso.


*Malude Maciel, Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, ACACCIL, cadeira 15 pertencente à professora Sinhazina. @malude.maciel


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É Findi – Origem da Polícia Militar de Pernambuco - Por Carlos Bezerra Cavalcanti*

29/05/2026

A existência de um serviço de policiamento ostensivo fardado em Pernambuco é bem remota, ocorreu antes mesmo do decreto de D. Pedro I que criou um corpo de polícia no Recife, em 11 de junho de 1825, tido como a origem da atual Polícia Militar de Pernambuco, assim chamada a partir de 1947.

Já em 1634, era criada, no Recife, uma companhia de “vrijluiden”, cidadãos livres que haviam cumprido o compromisso com a Companhia das Índias Ocidentais e que queriam permanecer no Brasil. Essa companhia tinha a missão de executar o policiamento ostensivo e ajudar na defesa territorial.

Na primeira Assembleia Legislativa da América Latina, ocorrida no Recife em 1640 e presidida pelo próprio Maurício de Nassau, tratou-se de artigos sobre a POLÍCIA.

Por volta do século XVIII, os capitães e sargentos-mores se encarregavam do serviço de polícia, como podemos ver no caso da prisão do cangaceiro “Cabeleira”, pelo capitão-mor de Goiana.

Posteriorme...

A existência de um serviço de policiamento ostensivo fardado em Pernambuco é bem remota, ocorreu antes mesmo do decreto de D. Pedro I que criou um corpo de polícia no Recife, em 11 de junho de 1825, tido como a origem da atual Polícia Militar de Pernambuco, assim chamada a partir de 1947.

Já em 1634, era criada, no Recife, uma companhia de “vrijluiden”, cidadãos livres que haviam cumprido o compromisso com a Companhia das Índias Ocidentais e que queriam permanecer no Brasil. Essa companhia tinha a missão de executar o policiamento ostensivo e ajudar na defesa territorial.

Na primeira Assembleia Legislativa da América Latina, ocorrida no Recife em 1640 e presidida pelo próprio Maurício de Nassau, tratou-se de artigos sobre a POLÍCIA.

Por volta do século XVIII, os capitães e sargentos-mores se encarregavam do serviço de polícia, como podemos ver no caso da prisão do cangaceiro “Cabeleira”, pelo capitão-mor de Goiana.

Posteriormente, ou seja, em 1787, foi criado pelo capitão-mor de Pernambuco José Cesar de Menezes o cargo de Encarregado de Polícia da Vila e Termo do Recife, confiando o serviço a um enérgico e competente militar, o capitão de linha José Correia da Silva a quem o povo apelidara de “onça”. Fazia ele próprio as rondas usando um capote e um “arcabuz”. Podia-se dormir de portas abertas, dizem os cronistas da época.

Em 1817, com a vinda de Luiz do Rego Barreto, logo depois da Revolução Republicana, trouxe ele o major João Merme, com o cargo de sargento-mor de polícia.

A partir de 1820, vemos nos documentos da época, várias referências ao Comandante Geral de Polícia da Polícia.


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Assim, temos num documento existente no Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, datado de 24 de agosto de 1822, em que consta a passagem do Comando Geral da Polícia da Província do Capitão José de Barros Falcão de Lacerda, futuro “Herói de Pirajá” e comandante das tropas pernambucanas na Confederação do Equador, ao também capitão Manoel José Martins.

Só em 11 de junho de 1825, é que surge o decreto Imperial que criou um Corpo de Polícia na cidade do Recife, tido como a gênese da nossa corporação.


CEL. RR/PM Carlos Bezerra Cavalcanti


*Carlos Bezerra Cavalcanti, Presidente Emérito da Academia Recifense de Letras.


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O Deserto de Luxo contra o Chão da Vida, por Zé da Flauta

29/05/2026

Passei a observar como a arquitetura do isolamento tenta camuflar a ausência de alma sob camadas de concreto e vidro espelhado. Em Muro Alto, os condomínios de luxo se erguem majestosos, com seus coqueirais milimetricamente alinhados, piscinas infinitas e fachadas que parecem saídas de uma revista de decoração. O irônico da situação reside no fato de que, para ver uma alma viva caminhando por aquelas calçadas perfeitas, é preciso esperar por um evento patrocinado ou um feriadão de alta temporada. O progresso ali construiu fortalezas impecáveis, mas esqueceu-se de incluir o ingrediente principal que justifica a existência de uma calçada: a espontaneidade do ser humano.

Cenário

O nó cego dessa engrenagem contemporânea se aperta na ilusão de que o conforto estéril do ar-condicionado pode substituir o calor orgânico da convivência real. Ao nos trancarmos em redutos de segurança absoluta vigiados por câmeras e inteligência artificial, trocamos o pertenci...

Passei a observar como a arquitetura do isolamento tenta camuflar a ausência de alma sob camadas de concreto e vidro espelhado. Em Muro Alto, os condomínios de luxo se erguem majestosos, com seus coqueirais milimetricamente alinhados, piscinas infinitas e fachadas que parecem saídas de uma revista de decoração. O irônico da situação reside no fato de que, para ver uma alma viva caminhando por aquelas calçadas perfeitas, é preciso esperar por um evento patrocinado ou um feriadão de alta temporada. O progresso ali construiu fortalezas impecáveis, mas esqueceu-se de incluir o ingrediente principal que justifica a existência de uma calçada: a espontaneidade do ser humano.

Cenário

O nó cego dessa engrenagem contemporânea se aperta na ilusão de que o conforto estéril do ar-condicionado pode substituir o calor orgânico da convivência real. Ao nos trancarmos em redutos de segurança absoluta vigiados por câmeras e inteligência artificial, trocamos o pertencimento comunitário por uma conveniência artificial e solitária. Toda essa beleza arquitetônica, quando desconectada do olho no olho, transforma-se em um cenário de maquete, onde a vida é permitida apenas com crachá e autorização na portaria. A verdadeira riqueza de um lugar não se mede pelo metro quadrado do mármore importado, mas sim pela capacidade que o espaço tem de promover o encontro real entre as pessoas.

Alento

A poucos quilômetros dali, no chão batido da Vila de Porto de Galinhas, a realidade pulsa com uma vibração que dinheiro nenhum consegue comprar nas planilhas dos grandes incorporadores. Há uma emoção legítima em ver o vaivém dos moradores, o sotaque dos nativos se misturando ao dos turistas, o cheiro da comida e o riso solto nas esquinas sem roteiro pré-fabricado. Dá um alento no peito perceber que a alma do nosso litoral resiste justamente onde a rua pertence ao povo, e não aos contratos de exclusividade. É o contraste cru entre o silêncio pesado dos muros altos e o barulho acolhedor de uma comunidade viva, que ainda sabe calçar as chinelas para viver a vida ao ar livre.

Beleza real

O Brasil teimoso e verdadeiro não se deixa domesticar pela ditadura da reclusão voluntária que a modernidade tenta empurrar goela abaixo. A história profunda deste fim de maio mostra que as pessoas estão exaustas de interagir apenas através de telas frias e janelas de vidro fumê dentro de seus carros importados. No fim das contas, os grandes empreendimentos podem até ditar as regras do mercado imobiliário e ostentar as estruturas mais imponentes, mas a força da nossa identidade continua nas ruas. A beleza real é aquela que roda sem mordaça na poeira da calçada, onde a vida acontece ao vivo, a cores, com a firmeza de um aperto de mão e o calor de quem sabe conviver.

Até a próxima!
Zé da Flauta é compositor e cronista
NR - Os textos assinados expressam a opiniões dos seus autores. Pessoas ou instituições
Intuições citadas tem espaço garantido para suas versões.


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Carlos Fernando: o compositor de Caruaru que enfrentou prisão e tortura na Ditadura Militar, por Tavares Neto

29/05/2026

No dia 14 de abril de 1973, o compositor caruaruense Carlos Fernando foi preso por agentes da repressão em plena Avenida Conselheiro Aguiar, no bairro de Boa Viagem, Recife. Irmão de Manoel Messias — que na época estava exilado —, Carlos foi abordado, algemado e forçado a entrar no banco traseiro de um carro estacionado. Com a cabeça abaixada e encapuzada, ele foi impedido de ver para onde estava sendo levado.



Na hora da prisão

Na hora da prisão, vestia bermuda, camisa de malha e sandálias. Manteve-se com essa mesma roupa durante todo o período em que esteve detido e incomunicável. O mundo exterior simplesmente deixou de existir para ele. Os únicos contatos permitidos eram com os carcereiros. Suas roupas, ao fim da prisão, estavam sujas, manchadas e marcadas por evidentes sinais de tortura.

O desaparecimento

O desaparecimento de Carlos Fernando causou comoção tanto no Recife, onde vivia, quanto em...

No dia 14 de abril de 1973, o compositor caruaruense Carlos Fernando foi preso por agentes da repressão em plena Avenida Conselheiro Aguiar, no bairro de Boa Viagem, Recife. Irmão de Manoel Messias — que na época estava exilado —, Carlos foi abordado, algemado e forçado a entrar no banco traseiro de um carro estacionado. Com a cabeça abaixada e encapuzada, ele foi impedido de ver para onde estava sendo levado.


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Na hora da prisão

Na hora da prisão, vestia bermuda, camisa de malha e sandálias. Manteve-se com essa mesma roupa durante todo o período em que esteve detido e incomunicável. O mundo exterior simplesmente deixou de existir para ele. Os únicos contatos permitidos eram com os carcereiros. Suas roupas, ao fim da prisão, estavam sujas, manchadas e marcadas por evidentes sinais de tortura.

O desaparecimento

O desaparecimento de Carlos Fernando causou comoção tanto no Recife, onde vivia, quanto em sua terra natal, Caruaru. Sua mãe, dona Amália Queiroz da Silva, buscou ajuda junto ao deputado estadual Jarbas Vasconcelos (MDB), que denunciou o caso na Assembleia Legislativa de Pernambuco. Em Brasília, o deputado federal Marcos Freire (MDB) também levou a denúncia à Câmara dos Deputados.

Pressão pública

A pressão pública e política surtiu efeito, e Carlos Fernando foi libertado dias depois. Ao retornar para Caruaru, foi calorosamente recepcionado por amigos próximos, como o jornalista Souza Pepeu e o comerciante Abdias Bastos Lé, então presidente do extinto Partido Comunista na cidade.


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Militante

Carlos Fernando era um militante de esquerda desde os anos 1960. Em 1964, após o golpe militar, fugiu de Caruaru temendo ser preso por suas posições comunistas. Refugiou-se na casa do amigo Fernando Lyra, no bairro de Boa Viagem, esperando uma oportunidade de escapar da repressão.

O falecimento

O compositor faleceu no dia 1º de setembro de 2013, vítima de câncer de próstata. Recebeu assistência médica do governo estadual, patrocinada por João Lyra Neto, então governador de Pernambuco e amigo de longa data de Carlos Fernando e de seus companheiros de juventude.

*Tavares Neto é jornalista e radialista em Caruaru.


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Copa Libertadores: confira todos os confrontos das oitavas de final

29/05/2026

A Conmebol sorteu na tarde de hoje, sexta-feira (29/05) em Luque, no Paraguai, os confrontos das oitavas de final da Copa Libertadores 2026.
Seis clubes brasileiros continuam na disputa pelo título continental: Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Mirassol e Palmeiras.

O Brasil

O Brasil levantou a taça nas últimas sete edições da Libertadores — todas desde que a final única foi instituída, em 2019. A última vez que a competição não teve uma equipe do país campeã foi em 2018, quando o River Plate venceu o Boca Juniors na decisão e ficou com o troféu.

A final

A final da Copa Libertadores acontecerá no dia 28 de novembro e será disputada no Estádio Centenario, em Montevidéu.

Confira todos os confrontos das oitavas de final da Copa Libertadores:
Universidad Católica x Estudiantes
LDU x Mirassol
Independiente Rivadavia x Fluminense
Independiente del Valle x Tol...

A Conmebol sorteu na tarde de hoje, sexta-feira (29/05) em Luque, no Paraguai, os confrontos das oitavas de final da Copa Libertadores 2026.
Seis clubes brasileiros continuam na disputa pelo título continental: Corinthians, Cruzeiro, Flamengo, Fluminense, Mirassol e Palmeiras.

O Brasil

O Brasil levantou a taça nas últimas sete edições da Libertadores — todas desde que a final única foi instituída, em 2019. A última vez que a competição não teve uma equipe do país campeã foi em 2018, quando o River Plate venceu o Boca Juniors na decisão e ficou com o troféu.

A final

A final da Copa Libertadores acontecerá no dia 28 de novembro e será disputada no Estádio Centenario, em Montevidéu.

Confira todos os confrontos das oitavas de final da Copa Libertadores:
Universidad Católica x Estudiantes
LDU x Mirassol
Independiente Rivadavia x Fluminense
Independiente del Valle x Tolima
Flamengo x Cruzeiro
Coquimbo Unido x Platense
Cerro Porteño x Palmeiras
Corinthians x Rosario Central

O Poder

Obrigado, Vené - Prefeitos agradecem articulação que trouxe 118 veículos para assistência à saúde na PB

29/05/2026

Prefeitos beneficiados com veículos do programa “Agora tem Especialistas”, do Governo Federal, manifestaram agradecimento ao Senador Veneziano Vital do Rêgo hoje, sexta-feira (29/05), durante solenidade que marcou a entrega de 118 unidades. O reconhecimento se deu em função da articulação de Veneziano junto ao Presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) e ao Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para que o maior número possível de cidades paraibanas fosse contemplado pelas entregas.



Mais saúde

Foram destinados aos municípios paraibanos 43 microônibus, 55 vans, 19 unidades odontológicas e 1 ambulância do SAMU, que proporcionarão ações de saúde e transporte de pacientes que fazem tratamento fora do domicílio, a exemplo de químio e radioterapia, hemodiálise, dentre outros.



Galego da Gavel

O Prefeito de Pombal, Galego da Gavel, resumiu bem a importância do momento. “É com grande alegri...

Prefeitos beneficiados com veículos do programa “Agora tem Especialistas”, do Governo Federal, manifestaram agradecimento ao Senador Veneziano Vital do Rêgo hoje, sexta-feira (29/05), durante solenidade que marcou a entrega de 118 unidades. O reconhecimento se deu em função da articulação de Veneziano junto ao Presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT) e ao Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, para que o maior número possível de cidades paraibanas fosse contemplado pelas entregas.


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Mais saúde

Foram destinados aos municípios paraibanos 43 microônibus, 55 vans, 19 unidades odontológicas e 1 ambulância do SAMU, que proporcionarão ações de saúde e transporte de pacientes que fazem tratamento fora do domicílio, a exemplo de químio e radioterapia, hemodiálise, dentre outros.


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Galego da Gavel

O Prefeito de Pombal, Galego da Gavel, resumiu bem a importância do momento. “É com grande alegria que hoje estamos recebendo este microônibus para dar um conforto bem melhor aos nossos pacientes. Só tenho a agradecer pelo seu empenho e, com certeza, Pombal vai lhe retribuir tudo o que o senhor tem feito pela nossa cidade e pela Paraíba”.


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Fala Vené

“Uma alegria, uma grande emoção estar aqui, ao lado de gestores e gestoras beneficiados com um combo de investimentos do presidente Lula, através do Ministério da Saúde, do programa ‘Agora tem Especialistas’. Sou muito agradecido a Deus por ter participado deste processo, desde a nossa participação na elaboração do orçamento da saúde para 2026, atendendo o pedido do presidente Lula e do Ministro Padilha. Esta ação confirma o mandado de resultados que exercemos, em favor do povo paraibano. São mais de R$ 2,2 bilhões investidos em todas as 223 cidades paraibanas, ao longo do nosso mandato”, disse Veneziano, que participou do ato acompanhado da esposa, Ana Claudia.


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TCE-PE suspende contrato de R$185 milhões por indícios de fraudes na Educação de Raquel

29/05/2026

A representação foi do deputado estadual Romero Albuquerque. O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco acabou e concedeu medida cautelar para suspender todos os pagamentos do contrato firmado entre a Secretaria de Educação do estado e a empresa Cetus Construtora Ltda. O contrato, voltado a serviços de manutenção predial da rede estadual de ensino, soma R$ 185,2 milhões.


A decisão

Assinada ontem, 28 de maio de 2026 pelo conselheiro relator Rodrigo Novaes, reconheceu a presença dos requisitos legais para a cautelar e determinou ainda a abertura de uma Auditoria Especial e o envio do caso ao Ministério Público de Contas.

O contrato

Foi celebrado por adesão a uma ata de registro de preços do Estado de Minas Gerais, com valor inicial de R$148,2 milhões e acréscimo posterior de R$37 milhões. Entre os indícios de irregularidades que sustentaram a decisão, o Tribunal reconheceu a ausência de análise jurídic...

A representação foi do deputado estadual Romero Albuquerque. O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco acabou e concedeu medida cautelar para suspender todos os pagamentos do contrato firmado entre a Secretaria de Educação do estado e a empresa Cetus Construtora Ltda. O contrato, voltado a serviços de manutenção predial da rede estadual de ensino, soma R$ 185,2 milhões.


A decisão

Assinada ontem, 28 de maio de 2026 pelo conselheiro relator Rodrigo Novaes, reconheceu a presença dos requisitos legais para a cautelar e determinou ainda a abertura de uma Auditoria Especial e o envio do caso ao Ministério Público de Contas.

O contrato

Foi celebrado por adesão a uma ata de registro de preços do Estado de Minas Gerais, com valor inicial de R$148,2 milhões e acréscimo posterior de R$37 milhões. Entre os indícios de irregularidades que sustentaram a decisão, o Tribunal reconheceu a ausência de análise jurídica prévia da Procuradoria-Geral do Estado; a falta de documento de planejamento que justificasse os quantitativos contratados; e fortes indícios de pagamentos em duplicidade, irregularidades nas medições e uma diferença de R$ 21,6 milhões entre valores liquidados e boletins de medição identificados.

Gravidade

“Nosso papel é fiscalizar o uso do dinheiro público, e foi exatamente isso que fizemos. O Tribunal de Contas reconheceu a gravidade dos indícios que levamos ao seu conhecimento e agiu para proteger os recursos da educação. Vamos acompanhar de perto a auditoria até que tudo seja esclarecido. Essa decisão mostra que a fiscalização funciona quando é feita com seriedade”, Albuquerque afirmou.

A decisão

Registra ainda que a própria Secretaria de Educação já havia aplicado glosas e correções no contrato, o que, no entendimento do relator, confirma boa parte das falhas apontadas na representação.

E agora?

A Secreraria de Educacao de Raquel deverá prestar informações detalhadas sobre os pagamentos e as glosas do contrato em até dois dias. A empresa Cetus terá cinco dias úteis para apresentar defesa. A Auditoria Especial determinada pelo TCE-PE fará a apuração aprofundada dos fatos.

E

Pelo que a reportagem apurou na paralela, tem muita coisa suspeita nas prestações de contas desse contrato.

Cadê a reforma prometida? Um Ano depois Raquel visita Mercado de Cavaleiro e nada mudou - Confira

29/05/2026

O roteiro seguido pela governadora Raquel Teixeira Lyra virou uma trilha de promessas vãs e palavras ao vento. Em 04 de junho de 2025, a governadora desembarcou em Jaboatão dos Guararapes com uma comitiva robusta e um anúncio pomposo: um investimento de R$ 18 milhões para reformar os mercados públicos do município, incluindo um aporte de R$ 10 milhões específicos para o gigante e tradicional Mercado de Cavaleiro. E com R$ 3 milhões de imediato. Além das promessas para as Mangueiras e o Centro. Naquela data, ordens de serviço foram assinadas com sorrisos largos diante das câmeras. (Assista ao vídeo, no final).

Cadê a Reforma?

Na terça-feira, dia 26/05/26, a chefe do Executivo estava por perto e resolveu visitar suas obras. Foi um constrangimento geral.
Como absolutamente nada foi feito, a governadora não foi bem recebida. Pelo contrário. Foi cobrada pelos feirantes no local. A pergunta era uma só: cadê a reforma, governadora?

O roteiro seguido pela governadora Raquel Teixeira Lyra virou uma trilha de promessas vãs e palavras ao vento. Em 04 de junho de 2025, a governadora desembarcou em Jaboatão dos Guararapes com uma comitiva robusta e um anúncio pomposo: um investimento de R$ 18 milhões para reformar os mercados públicos do município, incluindo um aporte de R$ 10 milhões específicos para o gigante e tradicional Mercado de Cavaleiro. E com R$ 3 milhões de imediato. Além das promessas para as Mangueiras e o Centro. Naquela data, ordens de serviço foram assinadas com sorrisos largos diante das câmeras. (Assista ao vídeo, no final).

Cadê a Reforma?

Na terça-feira, dia 26/05/26, a chefe do Executivo estava por perto e resolveu visitar suas obras. Foi um constrangimento geral.
Como absolutamente nada foi feito, a governadora não foi bem recebida. Pelo contrário. Foi cobrada pelos feirantes no local. A pergunta era uma só: cadê a reforma, governadora?

A frustração

Foi o tema principal. O discurso proferido pela gestão estadual foi rigorosamente o mesmo do ano passado, mas sem chamar muito a atenção. Sua fala foi em pé, em uma cadeira. Uma repetição burocrática e bem menor, tentando vender como novidade uma ação que, na prática de quem vive o dia a dia do comércio popular, simplesmente não saiu do papel.

Realidade Difícil

Enquanto os números milionários ecoam nos microfones oficiais das coletivas de imprensa, quem caminha pelos corredores do Mercado de Cavaleiro encontra uma realidade cruel. A estrutura que atende centenas de feirantes e milhares de consumidores semanalmente continua exatamente do mesmo jeito: negligenciada. A fiação elétrica antiga continua oferecendo riscos, o saneamento nas áreas de lavagem é precário e o calor sob a cobertura antiga, banheiros imundos, castiga mercadorias, trabalhadores e clientes. E os frequentadores, sem a "dignidade" que a governadora prometeu.

Ação Zero

"Ela veio aqui repetir a mesma coisa do ano passado. Nem o dinheiro que vinha de imediato apareceu", disse uma feirante.
"Aproveitaram o mesmo assunto já que não fizeram absolutamente nada", desabafou outro comerciante, sob anonimato, temendo represálias. Por enquanto, as promessas, como em centenas de outros casos, viraram palavras ao vento.

Confira

A seguir, compare a promessa com a realidade.






Governo vê risco de sanções contra bancos após EUA classificarem CV e PPC terroristas

29/05/2026

Surpreendido pela decisão do governo Trump de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não gostou da medida e, segundo interlocutores do Planalto, pretende fazer uma defesa da soberania nacional.

Entendem

Auxiliares do presidente brasileiro entendem que Trump pode não ter participado diretamente da formulação da medida, e que a decisão foi influenciada pela ala mais radical do governo norte-americano.

Articula

Além disso, o Planalto quer articular uma cooperação com os Estados Unidos voltada ao combate ao crime organizado.
Calcula

Segundo interlocutores, o presidente Lula ainda calcula o tom que adotará após a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas, mas, segundo auxiliares, a reação deve, dentre outros aspectos, reforçar a preocupaçã...

Surpreendido pela decisão do governo Trump de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não gostou da medida e, segundo interlocutores do Planalto, pretende fazer uma defesa da soberania nacional.

Entendem

Auxiliares do presidente brasileiro entendem que Trump pode não ter participado diretamente da formulação da medida, e que a decisão foi influenciada pela ala mais radical do governo norte-americano.

Articula

Além disso, o Planalto quer articular uma cooperação com os Estados Unidos voltada ao combate ao crime organizado.
Calcula

Segundo interlocutores, o presidente Lula ainda calcula o tom que adotará após a decisão do governo dos Estados Unidos de classificar facções criminosas brasileiras como organizações terroristas, mas, segundo auxiliares, a reação deve, dentre outros aspectos, reforçar a preocupação que já vinha sendo discutida nos bastidores do Palácio do Planalto, como possíveis impactos econômicos e financeiros da medida.

O risco

Integrantes do Planalto enxergam risco de que a classificação abra caminho para sanções e barreiras às instituições financeiras no Brasil, que ainda que indiretamente, apareçam em investigações relacionadas às organizações criminosas.

Efeitos

A preocupação é que o enquadramento do PCC e do Comando Vermelho em legislações antiterrorismo dos Estados Unidos, portanto, produza efeitos semelhantes aos observados em outros países da América Latina, especialmente no México.

O Poder

Economia brasileira cresce 1,1% no 1º trimestre de 2026, aponta IBGE

29/05/2026

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,1% no primeiro trimestre deste ano, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) hoje, sexta-feira (29/05). Em valores correntes, a economia brasileira totalizou R$ 3,3 trilhões no período.

Aceleração

O resultado representa uma aceleração em comparação aos últimos três meses de 2025, quando a economia brasileira cresceu 0,3% (número ajustado). Em relação ao mesmo período do ano passado, o avanço foi de 1,8%, enquanto no acumulado dos últimos quatro trimestre, a alta foi de 2%.

O destaque

O destaque ficou mais uma vez com a agropecuária, que marcou um avanço de 2% nos primeiros três meses do ano — resultado do crescimento de produção e do ganho de produtividade vistos no setor por conta das condições climáticas mais favoráveis e da expansão da área plantada, que impulsionou o cultivo de soja.

Indústria

Na in...

O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil cresceu 1,1% no primeiro trimestre deste ano, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) hoje, sexta-feira (29/05). Em valores correntes, a economia brasileira totalizou R$ 3,3 trilhões no período.

Aceleração

O resultado representa uma aceleração em comparação aos últimos três meses de 2025, quando a economia brasileira cresceu 0,3% (número ajustado). Em relação ao mesmo período do ano passado, o avanço foi de 1,8%, enquanto no acumulado dos últimos quatro trimestre, a alta foi de 2%.

O destaque

O destaque ficou mais uma vez com a agropecuária, que marcou um avanço de 2% nos primeiros três meses do ano — resultado do crescimento de produção e do ganho de produtividade vistos no setor por conta das condições climáticas mais favoráveis e da expansão da área plantada, que impulsionou o cultivo de soja.

Indústria

Na indústria, a atividade Extrativa Mineral e a Construção registraram um forte crescimento no período, com altas de 3,6% e 2,9%, respectivamente. Houve queda em Eletricidade, gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (-0,3%), enquanto a atividade de Transformação ficou praticamente estável, com alta de 0,1%.

Shows de João Bosco, 'Arraiá' de Geraldinho Lins, peças, festivais e exposições, movimentam agenda cultural do Recife

29/05/2026

Música, teatro e dança. Shows e festivais. Vários espetáculos em cartaz. A programação da agenda cultural do Recife reúne atrações para todas as idades neste fim de semana. Muitos gratuitos. Espetáculos infantis, como “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, “Vento forte para água e sabão” e “Peter Pan JR”, dividem a programação com os shows de João Bosco, Gilsons e Edson Gomes.

Os festivais

A semana também conta com festivais de teatro e o Recife Coffee. Em clima de São João, os “Ensaios Juninos” com Forró na Caixa, o “Arraiá de Geraldinho” e o Arraiá Brasilidades completam as opções de lazer na cidade.



Exposição “Árvore da Palavra”
A exposição “Árvore da Palavra”, da fotógrafa Roberta Guimarães, reúne mais de 30 obras que retratam árvores ancestrais de Pernambuco e de países africanos, explorando a relação entre natureza, memória, espiritualidade e diferentes povos.
Exposição “Árvore da Palavra”

Música, teatro e dança. Shows e festivais. Vários espetáculos em cartaz. A programação da agenda cultural do Recife reúne atrações para todas as idades neste fim de semana. Muitos gratuitos. Espetáculos infantis, como “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, “Vento forte para água e sabão” e “Peter Pan JR”, dividem a programação com os shows de João Bosco, Gilsons e Edson Gomes.

Os festivais

A semana também conta com festivais de teatro e o Recife Coffee. Em clima de São João, os “Ensaios Juninos” com Forró na Caixa, o “Arraiá de Geraldinho” e o Arraiá Brasilidades completam as opções de lazer na cidade.


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Exposição “Árvore da Palavra”
A exposição “Árvore da Palavra”, da fotógrafa Roberta Guimarães, reúne mais de 30 obras que retratam árvores ancestrais de Pernambuco e de países africanos, explorando a relação entre natureza, memória, espiritualidade e diferentes povos.
Exposição “Árvore da Palavra”
Até sábado (30). Visitação na sexta-feira, das 9h às 17h. Sábado, das 14h às 17h


Musical "Peter Pan JR"
O público acompanha a clássica história do menino que não quer crescer. O elenco é formado por atores do Centro de Artes Grupo Vida, em parceria com o Broadway Junior (MTI Shows). Os atores e dançarinos são 50 crianças e adolescentes de 9 a 16 anos, que cantam, tocam, sapateiam, atuam e dançam na performance ao vivo.
Musical "Peter Pan JR"
Sexta-feira (29) às 19h; sábado (30) e domingo (31) às 17h
Teatro Luiz Mendonça: Parque Dona Lindu - Av. Boa Viagem, S/N, Boa Viagem

Espetáculo "Isso não é um número de circo"

A Cia Devir apresenta uma nova versão do espetáculo “Isso não é um número de circo”, trabalho que mistura circo, teatro, dança e música para discutir diferentes possibilidades da linguagem circense. Criada por João Lucas Cavalcanti e Vitor Lima, a montagem ganhou mudanças na dramaturgia e na encenação desde a estreia, em 2022.
Espetáculo "Isso não é um número de circo"
Sexta (29), às 19h
Teatro Hermilo Borba Filho: Cais do Apolo, 142, Bairro do Recife - Recife

Encontro "Além das Letras"

Iniciativa da Bienal do Livro de Pernambuco, o evento promove debates literários, atividades infantis, lançamento de livros, feira criativa e apresentações musicais. Entre os participantes, está o escritor Fernando Morais, que lança a biografia "Lula - Volume 2".
"Além das Letras"
Sábado (30), das 14h às 21h.

Espetáculo "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá"

A peça é apresentada em formato de teatro de rua com música ao vivo e circo para contar uma história sobre amizade entre um gato e uma andorinha. Inspirada na obra de Jorge Amado, a montagem acompanha a relação entre o Gato Malhado, visto pelos outros animais como malvado, a delicada Andorinha Sinhá.
Espetáculo "O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá"
Sábado (30) às 15h; domingo (31) às 10h e às 15h
Parque da Jaqueira: Rua do Futuro, s/n, Jaqueira - Recife

Espetáculo "Caravana das maravilhas"

Montado pela Trupe Circuluz, o espetáculo “Caravana das maravilhas” é voltado ao público infantil e reúne elementos circenses numa narrativa lúdica. A história acompanha Parafina, que encontra as palhaças Keké, Pepilico, Padaria, Alicate e Estripulia em uma jornada marcada por malabarismos, acrobacias e manipulação do fogo.

Espetáculo "Caravana das maravilhas"
Programação:
Sábado (30), às 16h - Ilê Axé Orixalá Talabi: Rua Orobó, 257, Paratibe - Paulista
Domingo (31), às 16h - Ilê Iyemanjá Ògúnté: Rua Abdom Lima, 86, Água Fria - Recife


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"Arraiá de Geraldinho"

Geraldinho Lins grava o audiovisual "Arraiá de Geraldinho", que chega à 6ª edição no São João 2026. Na apresentação, o artista canta sucessos dos 35 anos de carreira e lança músicas novas. Entre elas, está "É muito massa e muito leve o teu sorriso", composição feita parceria com Luciano Barros. O evento conta com abertura de Nádia Maia e participações de Mastruz com Leite e Magníficos.
"Arraiá de Geraldinho"
Sábado (30), a partir das 16h
Mirante do Paço: Travessa do Amorim, 75, 4º andar, Bairro do Recife

"Ensaios Juninos" com Forró na Caixa e convidados

Nesta edição, o projeto Ensaios Juninos, conduzido pelo grupo Forró na Caixa, recebe as cantoras Irah Caldeira, Larissa Lisboa e Terezinha do Acordeon, além da discotecagem do DJ Incidental. O evento apresenta releituras e arranjos que unem tradição e inovação do forró às vésperas do período junino.
Ensaios Juninos com Forró na Caixa e convidados
Sábado (30), a partir das 17h
Casa Estação da Luz: Rua Prudente de Morais, 313, Carmo - Olinda

Festa do Bacamarte

A Festa do Bacamarte reúne grandes nomes da música nordestina, como Nonô Germano, Geraldinho Lins e a banda Capital do Sol, em uma noite dedicada ao forró e aos clássicos do São João. O evento marca a abertura do ciclo junino no Recife e valoriza a cultura popular com a participação dos bacamarteiros de Abreu e Lima e Bezerros, além de bandas de pífano, fogueira tradicional e programação infantil. O público também encontra barracas de comidas típicas e decoração temática.

Festa do Bacamarte
Sábado (30), a partir das 17h
Caxangá Golf & Country Club: Avenida Caxangá, 5361, Iputinga - Recife

Encontro de Coco Mané João do Pina
O evento reúne gerações de mestres e grupos da cultura popular com capoeira, percussão e música na comunidade do Bode, na Zona Sul do Recife. O encontro foi idealizado pelo mestre Lua, professor de capoeira, percussionista e artista do coco de roda. O nome do projeto é uma homenagem a Manoel João, pai do mestre Lua, conhecido como embolador e cantor popular.
Encontro de Coco Mané João do Pina
Sábado (30), às 17h
Rua João Bandeira de Melo, em frente ao bar de Júnior, s/n, Pina - Recife

Festival Miçanga

Reunindo grandes nomes do reggae nacional e internacional, a noite conta com apresentações de reúne Edson Gomes, Dezarie e da banda Mato Seco.
Festival Miçanga
Sábado (30), às 20h
Classic Hall: Av. Gov. Agamenon Magalhães, S/N, Salgadinho - Olinda

Espetáculo "Medusamusamulher"

A atriz Fabiana Pirro apresenta o espetáculo "Medusamusamulher", inspirada no mito grego de Medusa a partir do texto da escritora pernambucana Cida Pedrosa. O espetáculo aborda temas como violência contra a mulher e criminalização da vítima, unindo teatro e videoarte em uma mesma apresentação.
Espetáculo "Medusamusamulher"
Sábado (30), às 20h
Instituto Marcos Hacker de Melo - Centro Cultural e de Desenvolvimento Humano: Rua Tenente João Cícero, 258, Boa Viagem - Recife

Show “João Bosco Quarteto”

Às vésperas de completar 80 anos, João Bosco apresenta no Recife o espetáculo “João Bosco Quarteto”, reunindo sucessos que marcaram sua trajetória na Música Popular Brasileira e canções de sua fase mais recente. O cantor e compositor sobe ao palco acompanhado dos músicos Ricardo Silveira, Guto Wirtti e Kiko Freitas. No repertório, estão clássicos como “O Bêbado e a Equilibrista”, “Kid Cavaquinho”, “Bijuterias” e “O Mestre Sala dos Mares”, além de faixas do álbum “Boca Cheia de Frutas”.


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Show “João Bosco Quarteto”

Sábado (30), às 21h Programação da cultura hip hop conto com oficinas de produção artística, pintura de murais e ecobag. Além disso, ocorrem roda de diálogos, batalhas de grafite e breakdance, feira de empreendedoras, recreação para crianças e apresentações de artistas femininas.

Festival Mais Mães no Rolê
Domingo (31), das 9h às 20h
Praça do Mariano Teixeira: comunidade da Vila Cardeal, Areias - Recife

Exposição “Todos falam de mim, ninguém me representa”

A exposição “Todos falam de mim, ninguém me representa: um olhar indígena sobre a obra de Rugendas” valoriza a diversidade étnica e cultural do Brasil. A mostra, montada na "Sala da Rainha" do Instituto Ricardo Brenannd, traz obras do artista alemão Johann Moritz Rugendas (1802–1858) e a produção contemporânea do artista visual indígena Ziel Karapotó.
Exposição “Todos falam de mim, ninguém me representa”
Visitação até domingo (31), das 13h às 17h
Instituto Ricardo Brennand: Alameda Antônio Brennand, s/n, Várzea – Recife

Arraiá Brasilidades

O Arraiá Brasilidades promove uma programação voltada à valorização da cultura popular nordestina. O evento reúne atrações ligadas à música, gastronomia, arte, moda e economia criativa. Um dos destaques é o espetáculo infantil “A Lua, o Milho e o Baião”, inspirado no universo junino e nas brincadeiras populares. A cantora Hortensia Mariana também participa da programação musical da festa.
Arraiá Brasilidades
Domingo (31), das 14h às 20h; espetáculo “A Lua, o Milho e o Baião”, às 16h
Sítio Trindade: Estrada do Arraial, s/n, Casa Amarela - Recife


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Espetáculo "Vento forte para água e sabão"
O espetáculo infantil “Vento forte para água e sabão”, da Companhia Fiandeiros de Teatro, celebra dez anos em cartaz com nova temporada no Recife. A montagem conta a história da amizade entre uma bolha de sabão e uma rajada de vento, abordando temas como medo, coragem e despedidas.
Espetáculo "Vento forte para água e sabão"
Domingo (31), às 16h
Teatro André Filho | Espaço Fiandeiros: Rua da Saudade, 240, Boa Vista - Recife

Show de Gilsons

O trio Gilsons chega ao Recife com a turnê “Eu Vejo Luz”, apresentando o segundo álbum de estúdio. O disco reúne sucessos da carreira e faixas inéditas, com participações de nomes como Arnaldo Antunes e Caetano Veloso. No setlist, hits como “Várias Queixas”, “Love Love”, “Devagarinho” e “Deixa Fluir”.
Show de Gilsons
Domingo (31), às 19h30
Teatro Guararapes: Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho – Olinda
Show "Mestre Gennaro com Banda de Pau e Corda"
Visto como um dos principais sucessores de Luiz Gonzaga, Mestre Gennaro se apresenta com a Banda de Pau e Corda. O repertório inclui canções do artista, além de homenagens a Gonzagão, Anastácia, Marinês, Dominguinhos e Sivuca.
Show "Mestre Gennaro com Banda de Pau e Corda"
Quinta-feira (4) e dias 5, 6, 10, 11 e 12 de junho, às 19h30
Caixa Cultural: Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife

Festival Recife Coffee

Em sua 11ª edição, o festival Recife Coffee reúne 34 cafeterias do Recife, de Olinda e de Gravatá, no Agreste (veja a lista de participantes e os respectivos combos). Realizado pela Associação de Cafeterias de Especialidades de Pernambuco (Ascape), a iniciativa promove a cultura dos cafés especiais por meio das “Sugestões dos Baristas”, combinações de café, salgado e sobremesa oferecidas em todos os estabelecimentos participantes.
Festival Recife Coffee
Até 7 de junho

Festival “Palco Giratório”

A 10ª edição do Palco Giratório reúne mais de 40 espetáculos em uma programação com teatro, dança, circo, cinema, oficinas e ações formativas. Realizado pelo Sesc, o projeto ocupa teatros, espaços culturais e áreas públicas do Recife, Jaboatão dos Guararapes e São Lourenço da Mata com apresentações locais e nacionais.
Festival “Palco Giratório”
Até 7 de junho
Recife, Jaboatão dos Guararapes e São Lourenço da Mata

Exposição "Dura Naturalia"

A exposição “Dura Naturalia” reúne mais de 40 anos da produção do artista paraibano José Rufino, com curadoria de Daniel Donato. Dividida em três núcleos, a mostra destaca séries como “Cartas de Areia”, trabalho mais antigo do conjunto, em que Rufino utiliza um arquivo privado de cartas do avô, escritas entre 1920 e 1950, além de apresentar obras inéditas.
Exposição Dura Naturalia, de José Rufino
Até 19 de junho. Visitação de segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 17h
Galeria Marco Zero: Avenida Domingos Ferreira, 3393, Boa Viagem - Recife
Exposição “Tereza Costa Rêgo - Sem Concessões”
A exposição “Tereza Costa Rêgo – Sem Concessões”, com curadoria de Denise Mattar, apresenta um panorama da obra da artista pernambucana por meio de cerca de 30 trabalhos que percorrem diferentes fases da carreira. Entre os destaques estão “Pecado Original”, “O Parto do Porto”, “Cobertor de Gatos” e “Apocalipse de Tereza”, que abordam temas como vida, morte, memória e história.

Exposição “Tereza Costa Rêgo - Sem Concessões”

Até 21 de junho. Visitação de terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 18h
Exposição “Lagarta Richelieu – Agreste em linhas e lacês”
A exposição “Lagarta Richelieu – Agreste em linhas e lacês” propõe uma imersão no universo da Renda Renascença, um dos principais patrimônios culturais do Nordeste. A mostra reúne fotografias, materiais audiovisuais, instalações e objetos da multiartista e curadora Lenice Queiroga, que explora a memória, os saberes e os processos dessa tradição artesanal. Resultado de mais de uma década de pesquisa autoral, o trabalho destaca também as mestras rendeiras e os territórios onde a prática se mantém viva.

Exposição “Lagarta Richelieu – Agreste em Linhas e Lacês”

Até 28 de junho. Visitação de terça a sexta, das 9h às 17h; sábado e domingo, das 14h às 17h
Museu do Estado de Pernambuco (MEPE): Avenida Rui Barbosa, 960, Graças - Recife

Exposição "O Reinado do Riso"
A Caixa Cultural Recife recebe a exposição “O Reinado do Riso”, que apresenta como o riso e a brincadeira atravessam tradições como o carnaval, o Bumba Meu Boi, a Folia de Reis, o teatro de bonecos e outras expressões. Entre os artistas pernambucanos presentes estão nomes como Bajado, Julião das Máscaras, Silvio Botelho e Mestre Solon, além de registros fotográficos de manifestações culturais do estado.

Exposição "O Reinado do Riso"

Até 5 de julho. Visitação de terça a sábado, das 10h às 20h; domingos e feriados, das 10h às 18h

Exposição "Tempo"

A primeira exposição individual da artista visual Tereza Perman reúne 45 obras. As peças artísticas, feitas com pintura tradicional e digitais, são divididas em três séries: Identidade, Dissolvida e Retratos de Memória. A mostra foi criada a partir das experiências da artista no convívio familiar.

Exposição "Tempo", de Tereza Perman
Até 6 de julho


A exposição “Manto dos Campeões: Lendas da Copa” reúne 20 camisas clássicas de 13 seleções, como Brasil, Argentina, Espanha e Holanda. As peças pertencem ao colecionador pernambucano Antonio Botelho e inclui peças usadas por jogadores como Ricardo Rocha, Bebeto, Ronaldo, Maradona, Van Persie e Iniesta.

Exposição “Manto dos Campeões: Lendas da Copa”
Até 19 de julho. De segunda a sábado, das 9h às 21h; e domingo, das 11h às 19h

Exposição "Carta ao desejo"
A mostra coletiva “Carta ao Desejo”, com obras de 22 artistas e curadoria de Rebeka Monita, reúne obras que exploram imaginação, fantasia e utopias, usando a poesia como forma de reflexão e transformação. Na abertura, o artista Edson Barrus Atikum apresenta a performance “cercaviva”.
Além da mostra, as exposições “...Aquele Cheiro do Tempo”, de Luciana Borre, sobre memória e práticas têxteis; e “Garateia: Onde Ancora a Memória”, de Shell Osmo, inspirada nas vivências ribeirinhas da bacia do Pina, no Recife, fazem parte da programação do MAMAM, na capital pernambucana.

Exposição "Carta ao desejo"
Visitação até 19 de julho. De quarta a sexta-feira, das 10h às 17h; sábados e domingos, das 10h às 16h
Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães (MAMAM): Rua da Aurora, 265, Boa Vista – Recife

Exposição "Maracatu - Antropologia Visual"
O Paço do Frevo recebe a exposição temporária “Maracatu – Antropologia Visual”, dedicada à história e à força cultural do maracatu em Pernambuco. A mostra, com curadoria e design de Augusto Lins Soares, reúne 40 fotografias de Lula Cardoso Ayres, Katarina Real, Fred Jordão e July P., além de vídeos, obras de arte, capas de discos e indumentárias ligadas ao universo do maracatu. A abertura contará com apresentações do Maracatu Nação Estrela Brilhante do Recife e do Maracatu de Baque Solto Cruzeiro do Forte.
Exposição ‘Maracatu - Antropologia Visual’
Sem prazo determinado. Abertura nesta sexta-feira (8), às 19h. Visitação de terça a sexta, das 10h às 18h; sábado e domingo, das 11h às 19h
Paço do Frevo: Praça do Arsenal da Marinha, 91, Bairro do Recife
Apresentação de maracatu gratuita. Visitação do museu R$ 5 (meia) e R$ 10 (inteira), à venda na bilheteria, com gratuidade às terças-feiras

Exposição “Escolas do Barro”
O Museu de Arte Popular do Recife (MAP) celebra 40 anos de atividades com a exposição “Escolas do Barro”. A mostra traz a diversidade e a tradição da produção cerâmica pernambucana com 109 obras de importantes artistas como Mestre Vitalino, Ana das Carrancas e Zé do Carmo.

Exposição “Escolas do Barro”
Sem prazo determinado. Visitação de quarta a domingo, das 10h às 16h
Museu de Arte Popular: casa 49, Pátio de São Pedro, São José – Recife

Exposição "A cor que habita o ser"
Na exposição "A cor que habita o ser", o artista plástico carioca Gabriel Wickbold destaca o uso do vermelho, associado à intensidade, ao desejo e à vida, para trabalhar temas como identidade, corpo e comportamento humano. A mostra marca a inauguração da galeria M.Reding Art Gallery, na Zona Sul do Recife.
Exposição "A cor que habita o ser"
Sem prazo determinado. Visitação de segunda a quinta-feira, das 9h às 17h
M.Reding Art Gallery: Edifício Marcela Dubeux Priori, Av. Domingos Ferreira, 604, Pina - Recife

Exposição coletiva “Em obras”
A exposição coletiva “Em obras” reúne 26 artistas em uma proposta que relaciona arte, trabalho e direitos. A mostra apresenta obras em diferentes linguagens, como pintura, escultura, desenho, grafite e intervenções, abordando temas como sustento, dignidade, organização social e condições de trabalho.

Exposição coletiva “Em obras”
Sem prazo determinado. Visitação de quinta-feira a sábado, das 17h às 00h. Domingo das 17h às 23h
Casa do Cachorro Preto: Rua Treze de Maio, 99, Sítio Histórico - Olinda

Agora é só se programar e aproveitar.

O Poder


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Prazo para entregar declaração do Imposto de Renda 2026 acaba hoje; ainda dá tempo evitar o “bote do leão”

29/05/2026

Termina hoje, sexta-feira (29/05,) o prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda. A Receita Federal alerta que o contribuinte que for obrigado a declarar, e perder a data, terá que pagar multa, que vai de R$ 165 reais a 20% do imposto devido. A orientação é não deixar para os últimos minutos e revisar os dados da declaração pré-preenchida.

Já recebeu

Até a noite de ontem, quinta-feira (28/05), a Receita havia recebido 34.279.338 declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2026, referente ao ano-base 2025. O número corresponde a 77,9% do total esperado para este ano. A expectativa do Fisco é receber 44 milhões de declarações.

O prazo final

O prazo às 23h59min59s e segundo orienta a Receita, quem deixou para a última hora pode entregar a declaração incompleta à Receita para fugir da multa e, depois, completar as informações por meio de uma declaração retificadora.

Obrigatório

Termina hoje, sexta-feira (29/05,) o prazo para a entrega da declaração do Imposto de Renda. A Receita Federal alerta que o contribuinte que for obrigado a declarar, e perder a data, terá que pagar multa, que vai de R$ 165 reais a 20% do imposto devido. A orientação é não deixar para os últimos minutos e revisar os dados da declaração pré-preenchida.

Já recebeu

Até a noite de ontem, quinta-feira (28/05), a Receita havia recebido 34.279.338 declarações do Imposto de Renda Pessoa Física 2026, referente ao ano-base 2025. O número corresponde a 77,9% do total esperado para este ano. A expectativa do Fisco é receber 44 milhões de declarações.

O prazo final

O prazo às 23h59min59s e segundo orienta a Receita, quem deixou para a última hora pode entregar a declaração incompleta à Receita para fugir da multa e, depois, completar as informações por meio de uma declaração retificadora.

Obrigatório

É obrigado a declarar o Imposto de Renda quem recebeu rendimentos tributáveis superiores a R$ 35.584,00 ao longo do ano passado.

O Poder


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Brasília

(61) 99667-4410

Recife

(81) 99967-9957

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