China aumenta pressão por reabertura de Ormuz em meio a impasse entre EUA e Irã
20/04/2026
O presidente da China, Xi Jinping, advertiu que o Estreito de Ormuz deve estar totalmente aberto à navegação, em seus comentários mais explícitos sobre a via, enquanto os Estados Unidos e o Irã permanecem em desacordo sobre a circulação de navios no Golfo.
O líder
O líder chinês reiterou o apelo de Pequim por um cessar-fogo para pôr fim às hostilidades e pediu “todos os esforços que contribuam para a restauração da paz”.
“O Estreito de Ormuz deve permanecer aberto à navegação normal, o que serve aos interesses comuns dos países da região e da comunidade internacional em geral”, declarou Xi durante uma ligação telefônica com o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman nesta segunda-feira (20), segundo a emissora estatal chinesa CCTV.
O presidente da China, Xi Jinping, advertiu que o Estreito de Ormuz deve estar totalmente aberto à navegação, em seus comentários mais explícitos sobre a via, enquanto os Estados Unidos e o Irã permanecem em desacordo sobre a circulação de navios no Golfo.
O líder
O líder chinês reiterou o apelo de Pequim por um cessar-fogo para pôr fim às hostilidades e pediu “todos os esforços que contribuam para a restauração da paz”.
“O Estreito de Ormuz deve permanecer aberto à navegação normal, o que serve aos interesses comuns dos países da região e da comunidade internacional em geral”, declarou Xi durante uma ligação telefônica com o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman nesta segunda-feira (20), segundo a emissora estatal chinesa CCTV.
Entre o grito e o sussurro: a coreografia invisível do poder na República brasileira contemporânea, por Jorge Henrique de Freitas Pinho*
20/04/2026
O poder raramente se revela no que grita; manifesta-se no que permite. Quando o permitido escapa ao controle, é a própria verdade que rompe o pacto do silêncio.
1. A superfície e a travessia: um vínculo que se constrói no tempo
Há fenômenos políticos que não se deixam apreender pela superfície dos fatos. Exigem uma travessia paciente, quase arqueológica, na qual cada camada revela não uma contradição, mas uma complementaridade.
A compreensão da relação entre Luiz Inácio Lula da Silva e o Supremo Tribunal Federal exige precisamente esse tipo de travessia.
Não se trata de um vínculo estático, mas de um processo histórico recente, marcado por inflexões decisivas que ajudam a iluminar o presente.
A prisão de Lula no contexto da Operação Lava Jato representou, à época, a afirmação de um ciclo institucional em que o sistema de Justiça parecia operar com alto grau de convergência interna.
A posterior rev...
O poder raramente se revela no que grita; manifesta-se no que permite. Quando o permitido escapa ao controle, é a própria verdade que rompe o pacto do silêncio.
1. A superfície e a travessia: um vínculo que se constrói no tempo
Há fenômenos políticos que não se deixam apreender pela superfície dos fatos. Exigem uma travessia paciente, quase arqueológica, na qual cada camada revela não uma contradição, mas uma complementaridade.
A compreensão da relação entre Luiz Inácio Lula da Silva e o Supremo Tribunal Federal exige precisamente esse tipo de travessia.
Não se trata de um vínculo estático, mas de um processo histórico recente, marcado por inflexões decisivas que ajudam a iluminar o presente.
A prisão de Lula no contexto da Operação Lava Jato representou, à época, a afirmação de um ciclo institucional em que o sistema de Justiça parecia operar com alto grau de convergência interna.
A posterior revisão de entendimentos jurídicos, culminando na anulação de condenações e na recuperação de seus direitos políticos, não foi apenas um evento processual. Foi um ponto de inflexão estrutural.
A decisão que restituiu a elegibilidade de Lula abriu caminho para sua candidatura e posterior retorno à Presidência da República.
2. Quando o Judiciário reconfigura o jogo
Nesse contexto, declarações de ministros do STF — como as de Gilmar Mendes ao afirmar, em tom público, que Lula era presidente em razão de decisões da própria Corte — não podem ser tratadas como meras opiniões.
Elas sinalizam uma consciência interna do papel desempenhado pelo Judiciário na reconfiguração do cenário político nacional.
A partir desse momento, consolida-se uma relação que transcende o plano jurídico e ingressa no campo da dinâmica política.
O Executivo passa a recorrer de forma sistemática ao STF como instância de superação de derrotas no Parlamento, deslocando o centro de gravidade das decisões políticas para o âmbito judicial.
O Judiciário, por sua vez, amplia sua centralidade, assumindo papel cada vez mais ativo na arbitragem de conflitos que, em outros contextos, seriam resolvidos na arena política.
Esse histórico não conduz a uma conclusão simplista de fusão entre poderes, mas revela uma trajetória de aproximação funcional, na qual decisões jurídicas e consequências políticas passam a se entrelaçar de forma cada vez mais estreita.
É nesse ponto que o presente precisa ser lido.
3. O conflito aparente e sua encenação pública
A tensão pública entre o Executivo e o Judiciário brasileiro, frequentemente dramatizada nas declarações de Luiz Inácio Lula da Silva contra o Supremo Tribunal Federal, parece, à primeira vista, configurar um conflito institucional clássico.
No entanto, quando se desloca o olhar da retórica para a estrutura, o que emerge não é ruptura, mas uma forma mais sofisticada de convivência: a coreografia do poder.
4. A lógica do grito e do sussurro
A política, em seu estágio mais refinado, não elimina o conflito. Ela o administra. O embate público cumpre funções simbólicas, enquanto a ação subterrânea preserva aquilo que não pode ser exposto sem risco sistêmico.
O grito organiza a percepção. O sussurro organiza a realidade. Essa duplicidade não é um desvio da política; é o seu método quando a estabilidade depende de equilíbrios delicados.
5. O alvo real da crítica
Quando o chefe do Executivo eleva o tom, o alvo não é a instituição em si, mas o comportamento concreto de determinados ministros. A distinção não é retórica; é estrutural.
Ao comentar episódios recentes, Luiz Inácio Lula da Silva não formula críticas técnicas a decisões judiciais, tampouco questiona formalmente a autoridade do Supremo Tribunal Federal como instituição.
Sua fala se dirige a condutas específicas, utilizando um repertório moral já conhecido. Reitera, por exemplo, a fórmula que empregou em outros contextos sensíveis — como no episódio envolvendo seu filho no escândalo do INSS — ao afirmar que, se alguém fez algo errado, deverá responder.
A mesma lógica reaparece quando menciona o enriquecimento de ministros ou quando adverte publicamente figuras como Alexandre de Moraes a não mancharem suas biografias.
Nesse movimento, a crítica desloca-se do plano institucional para o plano pessoal e ético.
6. A blindagem institucional
É precisamente aqui que se insere uma operação decisiva. Ao reagirem a esse tipo de crítica, setores do próprio STF tendem a dissolver essa distinção, apresentando questionamentos dirigidos a ministros como ataques à instituição.
Trata-se de uma estratégia eficaz: ao fundir pessoa e instituição, transforma-se a crítica concreta em ameaça abstrata, deslocando o debate do campo da responsabilidade individual para o da defesa institucional.
O resultado é duplo. De um lado, protege-se o agente específico sob o manto da Corte. De outro, reforça-se a narrativa de que qualquer contestação representa risco à ordem constitucional.
Com isso, o conflito real — que diz respeito a comportamentos e limites — é recodificado como conflito institucional, elevando seu custo político e restringindo o espaço de crítica legítima.
Sob o crivo de uma análise filosófica rigorosa, essa estratégia não se sustenta como legítima.
Ao confundir deliberadamente a instituição com seus membros, ela compromete um dos fundamentos do próprio constitucionalismo moderno, que é precisamente a limitação do poder por meio da distinção entre função pública e pessoa que a exerce.
Blindar o indivíduo por meio da instituição não fortalece a Corte; enfraquece-a, pois converte autoridade em escudo e responsabilidade em retórica.
E onde a responsabilidade se dissolve, a própria ideia de justiça começa a perder substância.
7. Entre a percepção e a estrutura
Em uma sociedade onde cresce a percepção de hipertrofia do Judiciário, a crítica funciona como válvula de escape e como instrumento de reposicionamento político, mas a análise rigorosa não se satisfaz com a superfície.
A pergunta decisiva permanece: essa tensão altera a estrutura ou apenas a representa?
Quando o conflito não produz consequência institucional relevante, ele deixa de ser conflito para se tornar linguagem.
8. O subsolo do poder
É no subsolo que a verdade começa a se delinear com maior nitidez. A atuação nos bastidores — como a articulação para influenciar a composição de instâncias parlamentares sensíveis, a exemplo da CPI do Crime Organizado — revela uma camada onde o poder já não fala, apenas decide.
A preocupação em evitar que ministros do STF como Alexandre de Moraes ou Dias Toffoli sejam diretamente constrangidos por mecanismos de investigação parlamentar não é um detalhe periférico. É um dado estrutural.
Nesse ambiente, as manifestações de figuras centrais do Judiciário, como Gilmar Mendes e o próprio Dias Toffoli, ao sinalizarem limites e riscos à atuação de membros da comissão, deixam de ser meras opiniões e passam a integrar o jogo de forças.
A eventual mobilização de Paulo Gonet para avaliar medidas contra o senador Alessandro Vieira insere mais uma variável nessa equação já tensionada.
Já não se trata apenas de interação entre instituições, mas de circulação de poder entre indivíduos concretos, com histórias, vínculos e interesses próprios.
9. Quando a encenação escapa ao controle
É aqui, contudo, que a análise precisa dar um passo além do estrutural e reencontrar o humano. Porque toda coreografia política carrega um risco silencioso: o de perder o controle da própria encenação.
Já se viu, não raras vezes, aliados simularem rupturas estratégicas — embates calculados, destinados a produzir efeitos públicos — e, no curso desse jogo, ultrapassarem o ponto de retorno. O que era para ser atrito controlado converte-se em fratura real.
O gesto performático ganha vida própria. É nesse ponto que o chamado “fogo amigo” revela sua verdadeira natureza. O tiro que deveria ser de advertência, ou no máximo de raspão, pode atingir o centro do corpo.
Não por cálculo, mas por erro de medida, excesso de intensidade ou, simplesmente, pela intervenção de variáveis não previstas.
10. O limite humano do poder
A política não é um tabuleiro de peças inertes. É um campo habitado por homens — e homens carregam ego, ressentimento, ambição e limites psicológicos.
A resistência ao embate não é infinita. Cada ator possui um limiar. Há um ponto em que a pressão deixa de ser estratégica e passa a ser pessoal.
Nesse momento, a lógica do sistema cede espaço à lógica do indivíduo. O que antes era administrado como tensão converte-se em conflito genuíno.
E quando isso ocorre, o sistema revela sua fragilidade: ele depende mais da contenção dos homens do que da solidez das instituições.
11. A reversibilidade do poder
A trajetória recente do senador Alessandro Vieira oferece uma ilustração particularmente expressiva dessa ambiguidade.
Ao longo do tempo, apoiou e legitimou práticas duras do Judiciário contra determinados adversários, muitas vezes sob o argumento de defesa institucional.
Hoje, vê-se inserido em um contexto no qual essas mesmas práticas podem ser reinterpretadas como instrumento de oportunismo político.
Independentemente da validade jurídica dessas acusações, o episódio expõe uma verdade incômoda: o poder que se legitima em um contexto pode se voltar contra quem o legitimou em outro.
12. Quando o conflito revela a verdade
Nesse ponto, a sabedoria popular portuguesa emerge com precisão quase filosófica: brigam-se as comadres, sabem-se as verdades.
O ditado captura o instante em que a aparência cede e o conteúdo se revela.
Enquanto há convergência, há silêncio. Quando o vínculo se tensiona, surgem as revelações. Não porque a verdade tenha nascido naquele momento, mas porque deixou de ser contida.
13. Nem ingenuidade, nem conspiração
Essa dimensão trágica impede que se absolutize qualquer leitura. O poder não é plenamente racional. Não é totalmente controlado. Ele oscila entre cálculo e contingência, entre estratégia e erro. Permite, administra e, por vezes, perde o domínio do que permitiu.
A análise rigorosa exige, portanto, resistir a dois erros simétricos. De um lado, a ingenuidade que toma as instituições como plenamente autônomas e guiadas apenas por princípios formais. De outro, o reducionismo que transforma toda complexidade em um plano perfeitamente coordenado.
Entre esses extremos, há um campo mais exigente, onde o poder se revela como ele é: tensionado, imperfeito, por vezes contraditório, mas ainda assim orientado.
14. A geometria instável do poder
Ao final, o que se impõe não é uma narrativa de harmonia nem de caos. É a percepção de uma geometria instável. O grito e o sussurro se complementam, mas não são infalíveis. A crítica pública e a proteção silenciosa coexistem, mas podem se romper.
E é precisamente nessa possibilidade de ruptura — nesse risco permanente de que o cálculo se transforme em erro — que reside não apenas a limitação, mas a própria verdade mais profunda do poder.
15. O limite da lucidez sem ação
Há, no entanto, uma reação recorrente que precisa ser enfrentada com cuidado.
Diante desse tipo de análise, muitos afirmam que nada disso é novidade, que a política sempre operou assim e que, portanto, apenas se descreve o óbvio.
Essa leitura contém um elemento de verdade, mas falha no ponto decisivo.
Reconhecer um padrão não é o mesmo que aceitá-lo como destino. Tomar o desvio como dado da realidade pode ser sinal de lucidez; tomá-lo como limite intransponível é o início da resignação.
16. A virada de consciência
Durante muito tempo, eu próprio me movi dentro desse horizonte. Não por convicção, mas por uma forma de adaptação silenciosa ao que parecia ser o funcionamento inevitável das coisas.
Havia ali um tipo de prudência — ou assim se acreditava — que consistia em compreender o jogo sem necessariamente se opor a ele.
Mas a filosofia, quando levada a sério, retira esse conforto. Ela desloca o olhar, exige coerência e, sobretudo, impõe uma pergunta incômoda: até que ponto a compreensão do desvio não se converte, pouco a pouco, em aceitação?
17. A coragem socrática
A resposta adequada a esse quadro não é a indignação passageira, mas algo mais exigente: a coragem socrática.
Não a coragem do confronto vazio, mas a disposição de sustentar a verdade mesmo quando ela se torna desconfortável, mesmo quando seu custo se eleva.
É a coragem de não confundir o que é com o que deve ser, e de não permitir que a repetição do desvio o converta em norma silenciosa.
18. O silêncio que corrompe
Há ainda um elemento mais sutil, e talvez mais perigoso, que se insinua nesse processo: o silêncio.
Não o silêncio da reflexão, que é fértil, mas o silêncio da contenção, motivado pelo receio de exposição, de isolamento ou mesmo de retaliação.
Em muitos casos, não se trata de concordância, mas de cálculo. Evita-se falar para não se tornar alvo. Evita-se reagir para preservar-se.
No plano individual, esse comportamento pode parecer prudente. No plano coletivo, no entanto, ele produz um efeito corrosivo.
Porque o silêncio, quando se torna regra, não neutraliza o poder — ele o desonera.
Ao retirar do espaço público a resistência visível, reduz-se o custo do desvio e amplia-se sua margem de expansão.
O que se imagina evitar no presente, muitas vezes apenas se desloca para um futuro mais grave.
A história demonstra que a contenção do mal raramente falha por excesso de reação; ela falha, quase sempre, por insuficiência dela.
19. A erosão invisível e o último limite
A história recente oferece exemplos suficientes de como a erosão não começa com grandes rupturas, mas com pequenas aceitações.
Não é o excesso que primeiro destrói a liberdade, mas a tolerância gradual ao que deveria ser contido.
Quando a sociedade passa a esperar o desvio como regra, o espaço da reação se estreita. E quando a reação desaparece, o poder já não precisa se justificar.
A liberdade não se perde quando o erro se impõe, mas quando a verdade deixa de ser dita — sobretudo por aqueles que já a compreenderam.
(*) O autor é advogado, Procurador do Estado aposentado, ex-Procurador-Geral do Estado do Amazonas e membro da Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas.
Tiradentes na República dos Vorcaros, por Roberto Vieira
20/04/2026
Amanhã, 21 de abril, o Brasil não está nem aí para recordar o sacrifício de Joaquim José da Silva Xavier. O alferes, que ousou sonhar com uma nação livre do jugo tributário e da opressão da Coroa, foi o único a não ser poupado pela "Real Clemência". Enquanto seus companheiros de Inconfidência, muitos de linhagem nobre ou clero, tiveram suas penas comutadas para o exílio, Tiradentes foi o bode expiatório escolhido para o patíbulo, o esquartejamento e o sal nas terras.
Master
A tragédia moderna ganha contornos de escândalo com o chamado "Caso Master". A reconstrução do colapso do Banco Master revela um terremoto na República, enredando políticos, ministros e empresários em uma teia de fraudes que capturou as instituições. O rombo bilionário no Fundo Garantidor de Crédito (FGC), estimado em cerca de R$ 50 bilhões, expõe as vísceras de um sistema onde a corrupção e o tráfico de influência substituíram os ideais de independência e justiça.
...
Amanhã, 21 de abril, o Brasil não está nem aí para recordar o sacrifício de Joaquim José da Silva Xavier. O alferes, que ousou sonhar com uma nação livre do jugo tributário e da opressão da Coroa, foi o único a não ser poupado pela "Real Clemência". Enquanto seus companheiros de Inconfidência, muitos de linhagem nobre ou clero, tiveram suas penas comutadas para o exílio, Tiradentes foi o bode expiatório escolhido para o patíbulo, o esquartejamento e o sal nas terras.
Master
A tragédia moderna ganha contornos de escândalo com o chamado "Caso Master". A reconstrução do colapso do Banco Master revela um terremoto na República, enredando políticos, ministros e empresários em uma teia de fraudes que capturou as instituições. O rombo bilionário no Fundo Garantidor de Crédito (FGC), estimado em cerca de R$ 50 bilhões, expõe as vísceras de um sistema onde a corrupção e o tráfico de influência substituíram os ideais de independência e justiça.
Sonho
O alferes pagou com a vida por um crime de "lesa-majestade" que, na verdade, era o desejo de dignidade para um povo esmagado pelo Quinto e pelo descaso. Ele vislumbrou uma terra onde a riqueza produzida não fosse drenada para sustentar o luxo de cortes distantes, mas sim utilizada para o desenvolvimento de uma nação soberana. Sonhou com um país onde a lei fosse igual para todos e a liberdade não fosse apenas um conceito abstrato, mas uma realidade econômica e social.
Viagens
O Brasil de 2026 apresenta números que fariam a Derrama colonial parecer uma modesta taxa de condomínio. Enquanto o cidadão comum luta para equilibrar o orçamento, o governo federal já destinou, desde o início de 2023, quase R$ 1 bilhão apenas para viagens internacionais do presidente e sua comitiva. No plano interno, os deslocamentos nacionais ultrapassam a marca dos R$ 6,2 bilhões. É um banquete de diárias e passagens aéreas financiado pelo suor de um povo que ainda sonha com a liberdade econômica.
Preso
Diante de apartamentos de luxo usados como propina e da blindagem institucional de poderosos, a conclusão é amarga: no Brasil de 2026, Tiradentes não seria um herói nacional. Com sua retórica contra o excesso de impostos e sua indignação frente aos gastos nababescos do Estado, ele seria, provavelmente, preso novamente sob a acusação de atentar contra a "ordem" estabelecida por aqueles que devoram o Tesouro sob o manto da legalidade. O mártir de 1792 continuaria sendo um perigo para os que governam para si.
Roberto Vieira é médico e cronista
O mito do saque justo: Robin Hood, Lampião e o fracasso do manifesto, por Zé da Flauta
20/04/2026
Existe uma armadilha intelectual que seduz a humanidade há séculos: a ideia de que o roubo, quando praticado contra "quem tem mais", é um ato de virtude. Essa narrativa criou heróis de papel, romantizou criminosos e serviu de base para a doutrina mais catastrófica da história moderna: o comunismo.
Em Sherwood
Comecemos pelo mito. Robin Hood, o arqueiro de Sherwood, é a face bonitinha do saque. A lenda nos vende a caridade com o dinheiro alheio. Mas, na prática, o que ele pregava era a desordem como solução. Ao transformar o roubo em "justiça", ele apenas pavimentou o caminho para que a força bruta substituísse a lei e o direito à propriedade.
No Sertão
No nosso sertão, a figura de Lampião sofre do mesmo mal de interpretação. Há quem queira enxergar em Virgulino um revolucionário social, um "Robin Hood da Caatinga". Pura fantasia. Lampião foi um senhor da guerra que operava por vingança, vaidade e poder. Ele não q...
Existe uma armadilha intelectual que seduz a humanidade há séculos: a ideia de que o roubo, quando praticado contra "quem tem mais", é um ato de virtude. Essa narrativa criou heróis de papel, romantizou criminosos e serviu de base para a doutrina mais catastrófica da história moderna: o comunismo.
Em Sherwood
Comecemos pelo mito. Robin Hood, o arqueiro de Sherwood, é a face bonitinha do saque. A lenda nos vende a caridade com o dinheiro alheio. Mas, na prática, o que ele pregava era a desordem como solução. Ao transformar o roubo em "justiça", ele apenas pavimentou o caminho para que a força bruta substituísse a lei e o direito à propriedade.
No Sertão
No nosso sertão, a figura de Lampião sofre do mesmo mal de interpretação. Há quem queira enxergar em Virgulino um revolucionário social, um "Robin Hood da Caatinga". Pura fantasia. Lampião foi um senhor da guerra que operava por vingança, vaidade e poder. Ele não queria igualdade; ele queria ser o dono do jogo, negociando com coronéis e espalhando o terror por onde passava. O bando não era um projeto de governo, era um empreendimento de violência.
No mundo
O problema é quando esse instinto de "saque justiceiro" deixa as florestas e o cangaço para se tornar uma cartilha política. O Comunismo levou essa lógica ao extremo sistêmico, e o resultado foi o mesmo em todos os lugares onde foi tentado: miséria, fome e tirania. Ao contrário do que diz a propaganda, o comunismo não tira do rico para dar ao pobre; ele tira de todos para entregar ao Estado. É uma doutrina que nega a natureza humana e a liberdade individual. Onde se tentou nivelar a sociedade à força, o que se conseguiu foi nivelar todos na pobreza, enquanto uma pequena elite partidária desfruta do que confiscou.
Tragédia
O fato é um só: a conta não fecha. A economia não aceita desaforo e a liberdade não sobrevive ao controle total. Robin Hood e Lampião podem até render boas histórias de ficção, mas o comunismo na vida real é uma tragédia documentada em milhões de vítimas e na falência de nações inteiras. A verdadeira justiça não nasce do confisco, mas do trabalho, da liberdade de iniciativa e do respeito ao que cada homem conquista com o seu próprio esforço. Fora disso, o que sobra é apenas o bando, seja ele de arqueiros, cangaceiros ou comissários.
Até a próxima!
Zé da Flauta é compositor e cronista
Exclusivo - Powell e Bessent alertam bancos sobre IA da Anthropic
20/04/2026
E o Brasil também está na mira dos superataques cibernéticas. O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, e o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, convocaram os principais CEOs de bancos de Wall Street para uma reunião urgente em Washington no dia 7 de abril. O fato foi pouco repercutido no Brasil. O objetivo era claro: discutir os riscos cibernéticos representados pelo novo modelo de inteligência artificial da Anthropic, o Claude Mythos Preview.
Ser humano ultrapassado?
Em testes internos, o modelo demonstrou capacidade muito superior à humana para identificar e explorar, de forma autônoma, milhares de vulnerabilidades zero-day em sistemas operacionais e navegadores, incluindo falhas antigas de até 27 anos. Diante do potencial ofensivo, a Anthropic decidiu não liberar o modelo publicamente e lançou o Projeto Glasswing, concedendo acesso controlado a gigantes como Apple, Microsoft, Google, AWS e JPMo...
E o Brasil também está na mira dos superataques cibernéticas. O presidente do Federal Reserve, Jerome Powell, e o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, convocaram os principais CEOs de bancos de Wall Street para uma reunião urgente em Washington no dia 7 de abril. O fato foi pouco repercutido no Brasil. O objetivo era claro: discutir os riscos cibernéticos representados pelo novo modelo de inteligência artificial da Anthropic, o Claude Mythos Preview.
Ser humano ultrapassado?
Em testes internos, o modelo demonstrou capacidade muito superior à humana para identificar e explorar, de forma autônoma, milhares de vulnerabilidades zero-day em sistemas operacionais e navegadores, incluindo falhas antigas de até 27 anos. Diante do potencial ofensivo, a Anthropic decidiu não liberar o modelo publicamente e lançou o Projeto Glasswing, concedendo acesso controlado a gigantes como Apple, Microsoft, Google, AWS e JPMorgan para caçar e corrigir brechas antes que atores maliciosos consigam versões semelhantes.
Vazamento
Dias antes, a própria Anthropic sofreu vazamentos por erro humano: milhares de arquivos internos e mais de 500 mil linhas de código da ferramenta Claude Code foram expostos. No Brasil, o alerta chega direto ao coração do sistema de pagamentos e das instituições públicas. Embora não haja evidência pública de que o Mythos tenha comprometido o PIX ou plataformas do Banco Central, o risco é concreto e indireto. O Sistema de Pagamentos Instantâneos (SPI) processa bilhões de transações por mês e depende de camadas complexas de software, muitas vezes através de componentes open-source e sistemas legados. Aqui está a diferença. Os Modelos agentic como o Mythos aceleram drasticamente a descoberta e exploração de falhas, invertendo o equilíbrio entre ataque e defesa. Os especialistas em cibersegurança alertam que qualquer vulnerabilidade não corrigida pode ser explorada em velocidade inédita por grupos criminosos, nacionais ou estrangeiros.
Risco geral
O Banco Central e os grandes bancos brasileiros já intensificam auditorias e investimentos em defesa. A mesma preocupação deve se estender aos sistemas do governo, da receita federal ao eleitoral. O sistema de recepção de declaração de imposto de renda, pode sofrer ataques em nível sem precedentes. Assim, como a rede e todo o ecossistema do TRE também podem ser alvo de ataques cibernéticos facilitados por avanços em IA como o Claude Mythos.
Tem que encarar
Essa é uma pergunta que as autoridades brasileiras, sem histerismo ou mania de perfeição, precisam responder com transparência e muito equilíbrio. Por enquanto, não há registro de que sistemas oficiais brasileiro tenha sido “quebrado” pelo modelo. Ignorar o sinal que vem do sistema financeiro americano e de Washington é por demais arriscado. A conta pode chegar ao bolso do brasileiro em forma de fraudes, custos extras de proteção ou instabilidade nos pagamentos e processos institucionais. A IA chegou, com benefícios e também muitos desafios.
Análise - O STF é o novo vilão da democracia?
20/04/2026
No último fim de semana, editorial de o Globo, bem como artigo de Merval Pereira, além da Folha, Estadão e Valor publicaram reportagens sobre a crise do Supremo: ministros em atrito, mal-estar com a reação “tímida” de Edson Fachin ao relatório da CPI do Crime Organizado que pedia indiciamento de Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, e o Datafolha mostrando que 75% dos brasileiros consideram que os ministros têm “poder demais”. A resposta da Corte veio em coro: a imprensa agora está “atacando à democracia”.
Sentença do presidente
Edson Fachin, atual presidente do STF, foi mais cirúrgico: magistrado que age como agente político “perde a confiança e desperta suspeita”. A frase, dita em tom elegante, carrega recado interno. Quando é a própria grande imprensa - e não apenas a oposição - que levanta o questionamento, o bordão do “ataque à democracia” perde força. Liberdade de imprensa existe, entre outras coisas, para fiscalizar o Executivo...
No último fim de semana, editorial de o Globo, bem como artigo de Merval Pereira, além da Folha, Estadão e Valor publicaram reportagens sobre a crise do Supremo: ministros em atrito, mal-estar com a reação “tímida” de Edson Fachin ao relatório da CPI do Crime Organizado que pedia indiciamento de Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, e o Datafolha mostrando que 75% dos brasileiros consideram que os ministros têm “poder demais”. A resposta da Corte veio em coro: a imprensa agora está “atacando à democracia”.
Sentença do presidente
Edson Fachin, atual presidente do STF, foi mais cirúrgico: magistrado que age como agente político “perde a confiança e desperta suspeita”. A frase, dita em tom elegante, carrega recado interno. Quando é a própria grande imprensa - e não apenas a oposição - que levanta o questionamento, o bordão do “ataque à democracia” perde força. Liberdade de imprensa existe, entre outras coisas, para fiscalizar o Executivo, Legislativo e Judiciário. Mas ao que parece os membros do Judiciário, especialmente do Supremo, parecem não gostar de serem fiscalizados. Parece que o brasileiro vai pagar mais que o aumento do óleo diesel — em dólar, em centavos. Está pagando um preço de ameaça quando se questiona ou denuncia os membros do Supremo.
(Professor Emanuel Silva, especial para O Poder).
Tráfego marítimo permanece praticamente parado em Ormuz
20/04/2026
O tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz permanece praticamente parado hoje, segunda-feira (20/04), com apenas três travessias nas últimas 12 horas, de acordo com dados de navegação.
O petroleiro
O petroleiro Nero, que está sob sanções do Reino Unido, deixou o Golfo e estava navegando pelo Estreito na segunda-feira, segundo análise de satélite dos especialistas em análise de dados SynMax e dados de rastreamento da plataforma Kpler.
Navios
Dois navios separados — um navio-tanque de produtos químicos e um navio-tanque de gás liquefeito de petróleo, navegaram para o Golfo através da hidrovia vital separadamente na segunda-feira, mostraram os dados.
O tráfego marítimo pelo Estreito de Ormuz permanece praticamente parado hoje, segunda-feira (20/04), com apenas três travessias nas últimas 12 horas, de acordo com dados de navegação.
O petroleiro
O petroleiro Nero, que está sob sanções do Reino Unido, deixou o Golfo e estava navegando pelo Estreito na segunda-feira, segundo análise de satélite dos especialistas em análise de dados SynMax e dados de rastreamento da plataforma Kpler.
Navios
Dois navios separados — um navio-tanque de produtos químicos e um navio-tanque de gás liquefeito de petróleo, navegaram para o Golfo através da hidrovia vital separadamente na segunda-feira, mostraram os dados.
A bomba silenciosa: PCC e CV na mira dos EUA
20/04/2026
Na semana passada, autoridades americanas comunicaram diretamente ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que Washington está prestes a classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras (Foreign Terrorist Organizations — FTO). O governo brasileiro resiste, mas a Câmara dos Deputados já aprovou, em 10 de abril, projeto que inclui as duas facções e mais onze cartéis latino-americanos na lista de grupos terroristas.
Consequências
Os efeitos são técnicos e imediatos: congelamento de ativos no sistema financeiro internacional, bloqueio de contas, rastreamento reforçado pela rede de compliance americana e, sobretudo, sanções secundárias a bancos que mantenham relações com pessoas ou empresas ligadas às facções. Não se trata apenas de “crime de favela”. PCC e CV operam com laranjas, empresas de fachada e contas em paraísos fiscais que usam terno e gravata. Quando o Office of Fore...
Na semana passada, autoridades americanas comunicaram diretamente ao presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que Washington está prestes a classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas estrangeiras (Foreign Terrorist Organizations — FTO). O governo brasileiro resiste, mas a Câmara dos Deputados já aprovou, em 10 de abril, projeto que inclui as duas facções e mais onze cartéis latino-americanos na lista de grupos terroristas.
Consequências
Os efeitos são técnicos e imediatos: congelamento de ativos no sistema financeiro internacional, bloqueio de contas, rastreamento reforçado pela rede de compliance americana e, sobretudo, sanções secundárias a bancos que mantenham relações com pessoas ou empresas ligadas às facções. Não se trata apenas de “crime de favela”. PCC e CV operam com laranjas, empresas de fachada e contas em paraísos fiscais que usam terno e gravata. Quando o Office of Foreign Assets Control (OFAC) do Tesouro americano aciona a lupa, o problema deixa a periferia e chega aos gabinetes de luxo.
Colarinho branco
Membros do executivo, legislativo e judiciário da Venezuela e de outros países já foram alvos. E não adianta pressão de autoridade brasileira. Resistir à pressão de Washington enquanto o crime organizado financia sua expansão dentro do país e no exterior tem prazo de validade curto. E isso se comenta deve vir em breve. Basta ler os comentários dos principais assessores de Trump para América Latina, alguns deles que já foram alvos do STF.
(Professor Emanuel Silva, especial para O Poder)
Análise - Lula em Barcelona: palanque com cheiro de 2026
20/04/2026
No sábado, ao lado de Pedro Sánchez e de líderes progressistas europeus, na 1ª Reunião da Mobilização Progressista Global, em Barcelona, Lula usou o microfone para mirar os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU. “Eles se transformaram em cinco senhores de guerra”, disse o presidente, pedindo, literalmente, “pelo amor de Deus” que cumprissem o mandato de paz para o qual foram criados. Comprou briga com as cinco potências globais. No domingo, em Hannover, na abertura da feira industrial, foi mais direto: “Nós não podemos permitir que o mundo se curve ao comportamento de um presidente que acha que, por e-mail ou por tweet, pode taxar produtos, punir países e fazer guerra”. Pareceu estar querendo cavar um "penalti".
Aplausos na Europa
Muitas imagens e fotos para as redes sociais e a imprensa. Mas, no Brasil, o diesel ronda os R$ 7,00 o litro em várias regiões e o repasse para o transporte de cargas já começa a aparec...
No sábado, ao lado de Pedro Sánchez e de líderes progressistas europeus, na 1ª Reunião da Mobilização Progressista Global, em Barcelona, Lula usou o microfone para mirar os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU. “Eles se transformaram em cinco senhores de guerra”, disse o presidente, pedindo, literalmente, “pelo amor de Deus” que cumprissem o mandato de paz para o qual foram criados. Comprou briga com as cinco potências globais. No domingo, em Hannover, na abertura da feira industrial, foi mais direto: “Nós não podemos permitir que o mundo se curve ao comportamento de um presidente que acha que, por e-mail ou por tweet, pode taxar produtos, punir países e fazer guerra”. Pareceu estar querendo cavar um "penalti".
Aplausos na Europa
Muitas imagens e fotos para as redes sociais e a imprensa. Mas, no Brasil, o diesel ronda os R$ 7,00 o litro em várias regiões e o repasse para o transporte de cargas já começa a aparecer nos custos finais. A imagem que a esquerda latino-americana se esforçara para construir - Trump como vilão universal - não ameniza a conta que chega ao bolso justamente da classe onde Lula tem mais apoio. Mas bolsonaristas em Washington afirmam que a taxação adicional não virá por capricho, mas por enquadramento no combate ao terrorismo.
Articulação perigosa
É exatamente nesse terreno que o governo Lula, com suas ligações históricas com Maduro e outros líderes da região, pode ser colocado na defensiva. Pelo menos é o que se cogita na América do Norte. Talvez Lula não tenha se convencido, mas a equipe de Trump já aprendeu muito com a Venezuela e Cuba e não pretende enfrentar situações semelhantes. Como a ruptura institucional parece, felizmente, fora de questão, o rótulo de apoio ao narco-estado pode servir como uma luva para os estrategistas de Trump.
(Professor Emanuel Silva, especial para O Poder).
Análise - Hormuz e o preço que o brasileiro vai pagar
20/04/2026
Cinquenta e quatro quilômetros de largura no ponto mais estreito. É por ali que passa um quinto do petróleo que alimenta o planeta — e que define, na prática, o custo do diesel, da gasolina e do pão que chega à mesa do brasileiro. O Estreito de Ormuz reabriu e fechou em menos de 24 horas neste fim de semana, não por acidente ou loucura isolada, mas como reflexo de uma disputa que ainda não tem data para acabar.
Na noite de sábado
A Marinha dos EUA interceptou um navio iraniano que tentava furar o bloqueio imposto por Washington a embarcações ligadas a portos iranianos. Teerã classificou a ação como “roubo armado”. Vídeos do incidente, gravados por drones e analisados por fontes militares abertas, já circulavam em grupos de especialistas antes mesmo que a grande mídia brasileira despertasse. Enquanto isso, o Kuwait, os Emirados Árabes, a Arábia Saudita e o Qatar registravam intercepções de drones e alertas de possíveis ataques a refinarias no Golfo....
Cinquenta e quatro quilômetros de largura no ponto mais estreito. É por ali que passa um quinto do petróleo que alimenta o planeta — e que define, na prática, o custo do diesel, da gasolina e do pão que chega à mesa do brasileiro. O Estreito de Ormuz reabriu e fechou em menos de 24 horas neste fim de semana, não por acidente ou loucura isolada, mas como reflexo de uma disputa que ainda não tem data para acabar.
Na noite de sábado
A Marinha dos EUA interceptou um navio iraniano que tentava furar o bloqueio imposto por Washington a embarcações ligadas a portos iranianos. Teerã classificou a ação como “roubo armado”. Vídeos do incidente, gravados por drones e analisados por fontes militares abertas, já circulavam em grupos de especialistas antes mesmo que a grande mídia brasileira despertasse. Enquanto isso, o Kuwait, os Emirados Árabes, a Arábia Saudita e o Qatar registravam intercepções de drones e alertas de possíveis ataques a refinarias no Golfo. A mídia convencional, nesse meio-tempo, ainda repercutia o cessar-fogo que, na prática, nunca se sustentou.
O barril do Brent
Valia menos de US$ 20 em 2020. Saltou para US$ 107 nos últimos dias. O motivo é simples e brutal: o estreito é uma garganta marítima. Qualquer interrupção - real ou ameaçada - dispara prêmios de risco nos contratos futuros, eleva o custo do frete e, por tabela, pressiona as cotações do diesel e da gasolina no Brasil. Aqui, onde o combustível responde por cerca de 30% do custo do transporte rodoviário, o repasse chega direto ao frete de soja, milho e carne - e, portanto, ao preço dos alimentos no supermercado.
(Professor Emanuel Silva, especial para O Poder).
Álvaro Porto: A Assembleia nunca travou nada. O governo é que é lento
20/04/2026
Em entrevista ao programa Cidade em Foco, da Rede Pernambuco de Rádios, o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto (MDB), elevou o tom do embate com o governo Raquel Lyra ao rebater críticas sobre um suposto travamento da pauta orçamentária no Legislativo estadual. Em meio à disputa política, o parlamentar tenta deslocar a responsabilidade pela lentidão administrativa para o Palácio do Campo das Princesas, sustentando que a Casa não tem sido obstáculo para a execução das políticas públicas.
Segundo Porto
A narrativa de que a Assembleia estaria emperrando a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) não se sustenta. Ele argumenta que o orçamento já foi aprovado desde dezembro, sancionado no início de janeiro e que, do ponto de vista formal, não há impedimento para a execução financeira do Estado. “A LOA foi aprovada desde o dia 16 de dezembro, não tem nada travado aqui”, afirmou. O ponto pendente, que é a votação da red...
Em entrevista ao programa Cidade em Foco, da Rede Pernambuco de Rádios, o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto (MDB), elevou o tom do embate com o governo Raquel Lyra ao rebater críticas sobre um suposto travamento da pauta orçamentária no Legislativo estadual. Em meio à disputa política, o parlamentar tenta deslocar a responsabilidade pela lentidão administrativa para o Palácio do Campo das Princesas, sustentando que a Casa não tem sido obstáculo para a execução das políticas públicas.
Segundo Porto
A narrativa de que a Assembleia estaria emperrando a aprovação da Lei Orçamentária Anual (LOA) não se sustenta. Ele argumenta que o orçamento já foi aprovado desde dezembro, sancionado no início de janeiro e que, do ponto de vista formal, não há impedimento para a execução financeira do Estado. “A LOA foi aprovada desde o dia 16 de dezembro, não tem nada travado aqui”, afirmou. O ponto pendente, que é a votação da redação final, acabou sendo judicializado após iniciativa da deputada Débora Almeida (PSD), o que, na visão do presidente, alongou um processo que poderia ser resolvido politicamente em plenário.
Margem de remanejamento
A fala de Porto também revela um elemento central do conflito: a disputa em torno da margem de remanejamento orçamentário. Enquanto setores do governo defendem ampliar esse percentual para garantir maior flexibilidade na execução, a Assembleia sinaliza resistência a conceder um “cheque em branco” ao Executivo. O deputado Antônio Moraes, aliado do governo, chegou a apontar que o impasse gira em torno dessa diferença 10% versus 20%, mas Porto minimiza o argumento e classifica a justificativa como “falácia”.
Autorizamos bilhões
Outro ponto explorado pelo presidente da Alepe é o volume de recursos já autorizados e empenhados. Ele afirma que, de um orçamento de cerca de R$ 60 bilhões para 2026, aproximadamente R$ 40 bilhões já foram empenhados até abril, o que representa algo em torno de 60%. Para Porto, esse dado enfraquece o discurso de paralisia administrativa por falta de orçamento e reforça a tese de que o problema estaria na gestão, e não no Legislativo. “Dinheiro tem, o que falta é o governo executar”, disparou.
Na prática
O embate expõe uma tensão mais ampla entre Executivo e Legislativo em Pernambuco. O caso envolvendo o pedido de remanejamento de R$ 155 milhões para o Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), contrastado com a dificuldade de avançar em demandas como apoio a fornecedores de cana, também foi citado como exemplo de inconsistência na condução das prioridades.
NR - Como é regra em O Poder, pessoas e instituições citadas nas matérias dispõem do mais amplo espaço para suas manifestações.
Feriado de Tiradentes: confira o que abre e o que fecha no Grande Recife
20/04/2026
O feriado de Tiradentes a ser comemorado amanhã, terça-feira (21/04), vai alterar alguns serviços em Pernambuco. A data celebra o líder da Inconfidência Mineira, movimento que contribuiu para o fim do colonialismo português no Brasil.
Ponto facultativo
Por isso, algumas repartições públicas e serviços, incluindo shoppings e comércio de rua, vão fechar ou funcionar em horário especial. No Recife, a prefeitura decretou ponto facultativo hoje, segunda (20/04) enquanto os órgãos do governo do estado vão abrir normalmente, fechando apenas no feriado.
Comércio de rua
De acordo com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), o comércio de rua do Centro do Recife será facultativo no feriado. Assim, caberá a cada loja decidir se abre ou não.
Shoppings
RioMar Recife: das 12h às 21h;
Shopping Recife: das 12h às 21h;
Plaza Shopping: das 12h às 21h;
Shopping Tacaru...
O feriado de Tiradentes a ser comemorado amanhã, terça-feira (21/04), vai alterar alguns serviços em Pernambuco. A data celebra o líder da Inconfidência Mineira, movimento que contribuiu para o fim do colonialismo português no Brasil.
Ponto facultativo
Por isso, algumas repartições públicas e serviços, incluindo shoppings e comércio de rua, vão fechar ou funcionar em horário especial. No Recife, a prefeitura decretou ponto facultativo hoje, segunda (20/04) enquanto os órgãos do governo do estado vão abrir normalmente, fechando apenas no feriado.
Comércio de rua
De acordo com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), o comércio de rua do Centro do Recife será facultativo no feriado. Assim, caberá a cada loja decidir se abre ou não.
Shoppings
RioMar Recife: das 12h às 21h;
Shopping Recife: das 12h às 21h;
Plaza Shopping: das 12h às 21h;
Shopping Tacaruna: das 12h às 21h;
Shopping Boa Vista: das 10h às 19h;
Shopping Guararapes: das 9h às 22h;
Camará Shopping: das 12h às 21h;
Shopping Patteo Olinda: das 12h às 21h;
Shopping Costa Dourada: das 9h às 22h;
Shopping ETC: das 12h às 18h.
Cultura, esportes e lazer
Na terça-feira (21/04), a ciclofaixa de turismo e lazer funciona das 6h às 16h no Recife. O Paço do Frevo, no Centro da cidade, está aberto à visitação das 10h às 18h, com quatro opções de horários para visitas mediadas à disposição do público espontâneo: 10h30, 11h30, 14h30 e 15h30.
Demais espaços
Os demais espaços culturais municipais ficam fechados na terça-feira (21). O Parque de Esculturas e o Jardim Botânico do Recife, no bairro do Curado, também não abrem para visitação.
As unidades da Academia da Cidade no Recife também ficam fechadas na segunda (20) e na terça (21).
Mercados, feiras e restaurantes populares
No feriado de Tiradentes (21/04), o horário será das 6h às 13h. Já na segunda (20), as feiras livres e os mercados públicos funcionam das 6h às 18h. As praças de alimentação seguem com funcionamento normal após esse período.
Saúde
Algumas unidades funcionam em esquema especial para atender a população durante o feriadão de Tiradentes. Funcionam 24 horas os seguintes hospitais e policlínicas da rede municipal:
Agamenon Magalhães (Afogados);
Amaury Coutinho (Campina do Barreto);
Professor Barros Lima (Casa Amarela);
Professor Arnaldo Marques (Ibura);
Helena Moura (Tamarineira).
Já na rede conveniada, moradores do Recife poderão ser atendidos também no Hospital Maria Lucinda (Parnamirim) e na Fundação Altino Ventura (Boa Vista).
Hospital da Mulher
O Hospital da Mulher abre no feriado para partos de risco habitual e de alto risco, além de emergências ginecológicas e obstétricas. O Centro de Atenção à Pessoa Vítima de Violência Sony Santos, que funciona em um anexo do hospital, realiza atendimento multiprofissional voltado para mulheres cis e trans e homens trans vítimas de violência.
Hospital Veterinário do Recife
O Hospital Veterinário do Recife (HVR), que fica no bairro do Cordeiro, na Zona Oeste da cidade, funcionará em esquema de plantão para urgências e emergências, com atendimentos 24 horas. Os serviços ambulatoriais, incluindo consultas e castrações, serão retomados na quarta-feira (22/04).
Secretaria da Mulher
O Centro de Referência Clarice Lispector, na Rua Doutor Silva Ferreira, 122, em Santo Amaro, funciona 24 horas, todos os dias da semana.
Já as unidades do Serviço Especializado Regionalizado (SER) Clarice Lispector, na Avenida Recife, 700, em Areias, e na Zona Norte, localizado na Rua Padre Lemos, 675, em Casa Amarela, estarão abertos diariamente, das 7h às 19h. Os demais serviços da Secretaria da Mulher do Recife serão retomados na quarta-feira (22).
Correios
Na terça-feira (21/04), não haverá expediente nas agências dos Correios. As atividades de atendimento serão realizadas normalmente na segunda (20), sendo retomadas apenas na quarta (22/04).
O atendimento automatizado, por meio da Atendente Virtual dos Correios, segue funcionando normalmente nos seguintes canais:
pela internet; pelos telefones 4003-8210, 0800-881-8210 e 0800-881-8211 (atendimento a pessoas com deficiência auditiva); pelo WhatsApp (11) 4003-8210; pelo chat, disponível diretamente no portal dos Correios e no aplicativo "Super App".
Procon
O Procon Recife não fará atendimento ao público na segunda (20) e na terça (21). Para o registro de reclamações e denúncias, os consumidores poderão utilizar o site da instituição ou enviar um e-mail para o endereço procon@recife.pe.gov.br.
O Poder
Imagineland 2026 será sediado em Campina Grande
20/04/2026
O maior festival de cultura pop, games e entretenimento do Nordeste brasileiro. O Imagineland, evento de cultura pop, será realizado em Campina Grande em 2026. O festival está marcado para os dias 25, 26 e 27 de setembro, no Centro de Convenções de Campina Grande.
Segunda vez
Esta será a segunda vez que o evento acontece no Centro de Convenções. Em 2025, o festival também foi sediado no local. Na edição anterior, realizada na cidade, o Imagineland mobilizou cerca de 600 profissionais e ocupou uma área superior a 13 mil metros quadrados do Centro de Convenções, de acordo com o Governo da Paraíba.
Reuniu
O Imagineland 2025 reuniu convidados internacionais e nacionais. Entre os nomes estiveram Kim Joo-ryoung, da série Round 6; Daniel Gillies, de The Vampire Diaries; Osric Chau, de Sobrenatural; e Jessie T. Usher, de The Boys. O evento também contou com artistas brasileiros, como Alice Carvalho, Alan Souza Lima e Py...
O maior festival de cultura pop, games e entretenimento do Nordeste brasileiro. O Imagineland, evento de cultura pop, será realizado em Campina Grande em 2026. O festival está marcado para os dias 25, 26 e 27 de setembro, no Centro de Convenções de Campina Grande.
Segunda vez
Esta será a segunda vez que o evento acontece no Centro de Convenções. Em 2025, o festival também foi sediado no local. Na edição anterior, realizada na cidade, o Imagineland mobilizou cerca de 600 profissionais e ocupou uma área superior a 13 mil metros quadrados do Centro de Convenções, de acordo com o Governo da Paraíba.
Reuniu
O Imagineland 2025 reuniu convidados internacionais e nacionais. Entre os nomes estiveram Kim Joo-ryoung, da série Round 6; Daniel Gillies, de The Vampire Diaries; Osric Chau, de Sobrenatural; e Jessie T. Usher, de The Boys. O evento também contou com artistas brasileiros, como Alice Carvalho, Alan Souza Lima e Pyong Lee.
O CEO do festival, JP Sette, afirmou que a próxima edição já está em fase de negociações com convidados inéditos.
O Poder
Irã diz que "não há planos para segunda rodada de negociações" com os EUA
20/04/2026
Sem plano definido. As informações sobre o andamento das negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã seguem confusas, após o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmar que não há planos para uma segunda rodada de negociações.
"Até o momento, não temos planos para uma próxima rodada de negociações", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baqaei, durante uma coletiva de imprensa semanal na segunda-feira. "Não acreditamos em prazos ou ultimatos para garantir os interesses nacionais do Irã", acrescentou.
Não está claro
Segundo os especialistas, não está claro se uma segunda rodada de negociações de paz entre os EUA e o Irã ocorrerá após os Estados Unidos apreenderem um navio de bandeira iraniana, o que provocou uma resposta furiosa de Teerã.
Devem viajar
Enquanto isso, o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e altos funcionários amer...
Sem plano definido. As informações sobre o andamento das negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irã seguem confusas, após o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã afirmar que não há planos para uma segunda rodada de negociações.
"Até o momento, não temos planos para uma próxima rodada de negociações", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baqaei, durante uma coletiva de imprensa semanal na segunda-feira. "Não acreditamos em prazos ou ultimatos para garantir os interesses nacionais do Irã", acrescentou.
Não está claro
Segundo os especialistas, não está claro se uma segunda rodada de negociações de paz entre os EUA e o Irã ocorrerá após os Estados Unidos apreenderem um navio de bandeira iraniana, o que provocou uma resposta furiosa de Teerã.
Devem viajar
Enquanto isso, o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, e altos funcionários americanos devem viajar ao Paquistão hoje, segunda-feira (20/04).
Trump diz que EUA oferecem "acordo muito justo e razoável"
O presidente Donald Trump disse que EUA oferecem "acordo muito justo e razoável"
"Estamos oferecendo um acordo muito justo e razoável, e espero que eles o aceitem porque, se não o fizerem, os Estados Unidos vão destruir todas as usinas de energia e todas as pontes do Irã", escreveu o presidente Donald Trump nas redes sociais.
O americano também acusou o Irã de violar o cessar-fogo ao impor um novo bloqueio ao Estreito de Ormuz.(O Poder)
Saúde do Jaboatão conquista 1º e 2º lugares em premiação nacional do Ministério da Saúde
20/04/2026
A Secretaria de Saúde do Jaboatão dos Guararapes conquistou duas importantes premiações nacionais durante a Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (ExpoEpi), promovida pelo Ministério da Saúde, em Brasília. O município garantiu o 1º e o 2º lugar em categorias distintas, consolidando o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela gestão municipal na área da saúde pública.
1º lugar
O 1º lugar, no Prêmio AdaptaSUS, foi concedido à experiência intitulada “Modelo integrado de resposta do sistema municipal de saúde a eventos climáticos extremos: vigilância de riscos, atenção primária territorial e cuidado psicossocial em município de grande porte”. A iniciativa apresenta estratégias integradas de atuação da rede municipal de saúde para enfrentar situações relacionadas a eventos climáticos extremos, fortalecendo a vigilância em saúde, a atuação da atenção primária nos territórios e o cuidado psicosso...
A Secretaria de Saúde do Jaboatão dos Guararapes conquistou duas importantes premiações nacionais durante a Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (ExpoEpi), promovida pelo Ministério da Saúde, em Brasília. O município garantiu o 1º e o 2º lugar em categorias distintas, consolidando o reconhecimento do trabalho desenvolvido pela gestão municipal na área da saúde pública.
1º lugar
O 1º lugar, no Prêmio AdaptaSUS, foi concedido à experiência intitulada “Modelo integrado de resposta do sistema municipal de saúde a eventos climáticos extremos: vigilância de riscos, atenção primária territorial e cuidado psicossocial em município de grande porte”. A iniciativa apresenta estratégias integradas de atuação da rede municipal de saúde para enfrentar situações relacionadas a eventos climáticos extremos, fortalecendo a vigilância em saúde, a atuação da atenção primária nos territórios e o cuidado psicossocial de profissionais da linha de frente e da população.
O trabalho
O trabalho foi desenvolvido pela Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, com autoria de Paula Corrêa Lima Pereira Barbosa e Zelma de Fátima Chaves Pessoa.
Área de Vigilância
Já o 2º lugar, na área de Vigilância, prevenção e controle de HIV/Aids, tuberculose, micoses endêmicas e oportunistas, hepatites virais e infecções sexualmente transmissíveis, foi conquistado com o projeto “Equidade no acesso à PrEP e ampliação da cobertura vacinal contra o HPV e Hepatites entre populações-chave”. A experiência destaca ações voltadas à ampliação do acesso à prevenção do HIV e ao fortalecimento das estratégias de vacinação e cuidado direcionadas a públicos prioritários.
Desenvolvida
A iniciativa foi desenvolvida pelos profissionais Danilo Martins Roque Pereira, Zelma de Fátima Chaves Pessoa e Roberta Rayssa Magalhães da Silva, que representaram o município na apresentação do trabalho durante o evento.
Comemora prefeito
Para o prefeito Mano Medeiros, o reconhecimento nacional demonstra a força das políticas públicas implementadas no município.
“Essas conquistas mostram que Jaboatão dos Guararapes está avançando com uma gestão comprometida com a saúde da população. Os prêmios refletem o trabalho sério das nossas equipes e o investimento em políticas públicas que ampliam o acesso à prevenção, ao cuidado e à qualidade de vida das pessoas”, destacou o prefeito.
Ressaltou
A secretária municipal de Saúde, Zelma Pessôa, ressaltou que as premiações são resultado do esforço coletivo das equipes que atuam na rede municipal. “Esses reconhecimentos reforçam a importância de desenvolvermos estratégias inovadoras e integradas para cuidar da população. Seja no enfrentamento aos impactos dos eventos climáticos na saúde ou na ampliação do acesso à prevenção e vacinação, seguimos trabalhando para fortalecer cada vez maiso sistema municipal de saúde”, afirmou.
Além das experiência premiadas, a secretaria ainda despontou com uma terceira que foi “Estratégias inovadoras de vigilância e atenção às doenças e agravos não transmissíveis (Dant) por um programa de promoção da saúde na Atenção Básica”, de autoria de Wellington Bruno e coautoria, também, de Zelma Pessôa.
Principal evento
A ExpoEpi é considerada um dos principais eventos da saúde pública no país, reunindo gestores, pesquisadores e profissionais de todo o Brasil para compartilhar experiências exitosas na área de vigilância em saúde. A 18ª edição do evento contou com mais de 1500 experiências inscritas e foi realizada entre os dias 14 e 17 de abril, reunindo iniciativas que se destacam pela inovação e impacto na prevenção e controle de doenças e agravos.
Reafirma
Segundo a gestão, com as duas premiações, Jaboatão dos Guararapes reafirma seu destaque no cenário nacional da saúde pública, evidenciando o trabalho desenvolvido pela gestão municipal e pelas equipes da rede de saúde no fortalecimento das políticas de prevenção, cuidado e promoção da saúde.
Jiboia é encontrada na areia de praia no Grande Recife
20/04/2026
Uma serpente foi encontrada na praia de Piedade, no município de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, ontem, domingo (19/04), A jiboia foi capturada pelo Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco e solta no mar.
"Após a avaliação da equipe, foi constatado que o animal estava em boas condições de saúde e sem ferimentos, não havendo necessidade de encaminhamento para atendimento veterinário especializado. Dessa forma, conforme o protocolo adotado pela corporação, o animal foi devolvido ao seu hábitat natural, em área adequada e segura para a espécie", disse o Corpo de Bombeiros em nota.
No mar
De acordo com a bióloga André Maia, a jiboia não deveria ter sido colocada novamente no mar. Segundo o especialista, a serpente deveria ter sido levada para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) Tangara, que pertence à Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) e está localizado no bairro da Guabiraba, na Zona Norte do Recife.
Uma serpente foi encontrada na praia de Piedade, no município de Jaboatão dos Guararapes, no Grande Recife, ontem, domingo (19/04), A jiboia foi capturada pelo Corpo de Bombeiros Militar de Pernambuco e solta no mar.
"Após a avaliação da equipe, foi constatado que o animal estava em boas condições de saúde e sem ferimentos, não havendo necessidade de encaminhamento para atendimento veterinário especializado. Dessa forma, conforme o protocolo adotado pela corporação, o animal foi devolvido ao seu hábitat natural, em área adequada e segura para a espécie", disse o Corpo de Bombeiros em nota.
No mar
De acordo com a bióloga André Maia, a jiboia não deveria ter sido colocada novamente no mar. Segundo o especialista, a serpente deveria ter sido levada para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) Tangara, que pertence à Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) e está localizado no bairro da Guabiraba, na Zona Norte do Recife.
Paraíba tem 311 vagas abertas em concursos com salários de mais de R$ 20 mil
20/04/2026
A semana começa com várias oportunidades de emprego na Paraíba. O estado tem cinco editais de concurso público e processos seletivos com vagas abertas neste mês de abril. São 311 oportunidades em diferentes áreas. Os concursos estão sendo oferecidos por prefeituras, pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Universidade Federal da Paraíba (UFCG) e pela Empresa Paraibana de Comunicação.
Concurso da prefeitura de Itatuba
Vagas: 85
Nível: fundamental, médio, técnico e superior
Salário: de R$ 1.621,00 a R$ 12.500,00
Inscrições: até 15 de maio
Provas objetivas: 24 de maio
Resultado final: 24 de julho
Concurso da Prefeitura de Itabaiana
Vagas: 126
Nível: Médio, técnico, superior e superior com magistério completo.
Salários: R$ 1.621,00 a R$ 3.650,83
Inscrições: até 26 de abril
Prova objetiva: 24 de maio
Resultado final: 17 de julho
Concurso da U...
A semana começa com várias oportunidades de emprego na Paraíba. O estado tem cinco editais de concurso público e processos seletivos com vagas abertas neste mês de abril. São 311 oportunidades em diferentes áreas. Os concursos estão sendo oferecidos por prefeituras, pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Universidade Federal da Paraíba (UFCG) e pela Empresa Paraibana de Comunicação.
Concurso da prefeitura de Itatuba
Vagas: 85
Nível: fundamental, médio, técnico e superior
Salário: de R$ 1.621,00 a R$ 12.500,00
Inscrições: até 15 de maio
Provas objetivas: 24 de maio
Resultado final: 24 de julho
Concurso da Prefeitura de Itabaiana
Vagas: 126
Nível: Médio, técnico, superior e superior com magistério completo.
Salários: R$ 1.621,00 a R$ 3.650,83
Inscrições: até 26 de abril
Prova objetiva: 24 de maio
Resultado final: 17 de julho
Concurso da UEPB
Vagas: 12
Nível: médio/técnico e superior
Salários: de R$ 3.353,83 a R$ 4.757,47
Inscrições: até 26 de abril
Provas objetivas: 31 de maio
Concurso da Empresa Paraibana de Comunicação
Vagas: 35 vagas + cadastro de reserva
Salários: de R$ 1.990,55 a R$ 3.317,58
Inscrições: até 14 de maio
Provas objetivas: 28 de junho
Resultado final: 16 de outubro
Processo seletivo da UFPB para professor visitante
Vagas: 53
Inscrições: até 27 de abril
Salários: entre R$ 20.674,61 e R$ 26.326,81
Seleção: até 22 de maio
O Poder
Paraíba tem 311 vagas abertas em concursos com salários de mais de R$ 20 mil
20/04/2026
A semana começa com várias oportunidades de emprego na Paraíba. O estado tem cinco editais de concurso público e processos seletivos com vagas abertas neste mês de abril. São 311 oportunidades em diferentes áreas. Os concursos estão sendo oferecidos por prefeituras, pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Universidade Federal da Paraíba (UFCG) e pela Empresa Paraibana de Comunicação.
Concurso da prefeitura de Itatuba
Vagas: 85
Nível: fundamental, médio, técnico e superior
Salário: de R$ 1.621,00 a R$ 12.500,00
Inscrições: até 15 de maio
Provas objetivas: 24 de maio
Resultado final: 24 de julho
Concurso da Prefeitura de Itabaiana
Vagas: 126
Nível: Médio, técnico, superior e superior com magistério completo.
Salários: R$ 1.621,00 a R$ 3.650,83
Inscrições: até 26 de abril
Prova objetiva: 24 de maio
Resultado final: 17 de julho
Concurso da U...
A semana começa com várias oportunidades de emprego na Paraíba. O estado tem cinco editais de concurso público e processos seletivos com vagas abertas neste mês de abril. São 311 oportunidades em diferentes áreas. Os concursos estão sendo oferecidos por prefeituras, pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Universidade Federal da Paraíba (UFCG) e pela Empresa Paraibana de Comunicação.
Concurso da prefeitura de Itatuba
Vagas: 85
Nível: fundamental, médio, técnico e superior
Salário: de R$ 1.621,00 a R$ 12.500,00
Inscrições: até 15 de maio
Provas objetivas: 24 de maio
Resultado final: 24 de julho
Concurso da Prefeitura de Itabaiana
Vagas: 126
Nível: Médio, técnico, superior e superior com magistério completo.
Salários: R$ 1.621,00 a R$ 3.650,83
Inscrições: até 26 de abril
Prova objetiva: 24 de maio
Resultado final: 17 de julho
Concurso da UEPB
Vagas: 12
Nível: médio/técnico e superior
Salários: de R$ 3.353,83 a R$ 4.757,47
Inscrições: até 26 de abril
Provas objetivas: 31 de maio
Concurso da Empresa Paraibana de Comunicação
Vagas: 35 vagas + cadastro de reserva
Salários: de R$ 1.990,55 a R$ 3.317,58
Inscrições: até 14 de maio
Provas objetivas: 28 de junho
Resultado final: 16 de outubro
Processo seletivo da UFPB para professor visitante
Vagas: 53
Inscrições: até 27 de abril
Salários: entre R$ 20.674,61 e R$ 26.326,81
Seleção: até 22 de maio
O Poder
Piloto de helicóptero que caiu em Campina Grande é liberado para responder em liberdade
20/04/2026
Após ser preso por não ter habilitação para pilotar o helicóptero que caiu em Campina Grande, o piloto foi liberado pela Justiça para responderr em liberdade. O empresário Josevan Rodrigues Ferreira, de 46 anos, tinha sido preso ontem, domingo (19/04), após a Polícia Civil constatar que ele não possuía habilitação para voar com a aeronave. Quatro pessoas estavam no helicóptero e três, entre elas o piloto, precisaram ser levadas ao hospital.
Na aeronave
Além de Josevan, também estavam na aeronave o irmão gêmeo do piloto, Josean Rodrigues Ferreira, o empresário Lamartynne Oliveira, dono do helicóptero; e uma criança de 9 anos.
Josevan foi liberado para responder em liberdade após passar por audiência de custódia.
Após o acidente, a Força Aérea Brasileira (FAB) abriu uma investigação para apurar a causa da queda do helicóptero. Os profissionais visitaram o local do acidente para a coleta de dados e a verificação dos danos causados durante...
Após ser preso por não ter habilitação para pilotar o helicóptero que caiu em Campina Grande, o piloto foi liberado pela Justiça para responderr em liberdade. O empresário Josevan Rodrigues Ferreira, de 46 anos, tinha sido preso ontem, domingo (19/04), após a Polícia Civil constatar que ele não possuía habilitação para voar com a aeronave. Quatro pessoas estavam no helicóptero e três, entre elas o piloto, precisaram ser levadas ao hospital.
Na aeronave
Além de Josevan, também estavam na aeronave o irmão gêmeo do piloto, Josean Rodrigues Ferreira, o empresário Lamartynne Oliveira, dono do helicóptero; e uma criança de 9 anos.
Josevan foi liberado para responder em liberdade após passar por audiência de custódia.
Após o acidente, a Força Aérea Brasileira (FAB) abriu uma investigação para apurar a causa da queda do helicóptero. Os profissionais visitaram o local do acidente para a coleta de dados e a verificação dos danos causados durante a colisão.
A queda
O helicóptero caiu na manhã de sábado (18) no bairro do Mirante, região de alto padrão na cidade de Campina Grande, no Agreste paraibano. A ocorrência foi confirmada pelo Corpo de Bombeiros, que enviou quatro ambulâncias para atender as pessoas que estavam a bordo da aeronave.
De acordo com o Corpo de Bombeiros, a aeronave saiu de João Pessoa e realizou um pouso para abastecimento em Campina Grande. Durante o processo de decolagem, o motor perdeu potência e foi necessário realizar um pouso de emergência.
O acidente
O acidente aconteceu nas proximidades de um hotel na região. O diretor do estabelecimento informou que o helicóptero não caiu de forma brusca e que as pessoas que estavam a bordo conseguiram sair por conta própria, o que diminui a gravidade da situação.
O Poder
Preste atenção nesse cara - novo prefeito do Recife já mostrou a que veio
20/04/2026
Até a renúncia de João Campos se você mencionasse o nome do vice prefeito a 100 pessoas, 98 responderiam: "Quem?". Bem, Victor Marques continua ainda pouco conhecido. Mas suas primeiras semanas no comando da capital transmitem a sensação de que João deixou a cidade em boas mãos. E já mostram que o rapaz não está na prefeitura apenas por ser amigo da confiança do ex-prefeito. Nem apenas para dar andamento a uma gestão bem sucedida, que acabou com uma aprovação recorde. Ele leva jeito para o cargo e já começou a imprimir sua marca na gestão, como você pode conferir no vídeo postado no final da matéria.
Perfil
Natural do Recife, Victor Marques é engenheiro civil formado pela Universidade de Pernambuco (UPE). Foi eleito vice-prefeito do Recife nas Eleições de 2024, ao lado do prefeito João Campos, em primeiro turno, com 78,11% dos votos válidos — a maior votação da história da capital pernambucana.
Confira
O primei...
Até a renúncia de João Campos se você mencionasse o nome do vice prefeito a 100 pessoas, 98 responderiam: "Quem?". Bem, Victor Marques continua ainda pouco conhecido. Mas suas primeiras semanas no comando da capital transmitem a sensação de que João deixou a cidade em boas mãos. E já mostram que o rapaz não está na prefeitura apenas por ser amigo da confiança do ex-prefeito. Nem apenas para dar andamento a uma gestão bem sucedida, que acabou com uma aprovação recorde. Ele leva jeito para o cargo e já começou a imprimir sua marca na gestão, como você pode conferir no vídeo postado no final da matéria.
Perfil
Natural do Recife, Victor Marques é engenheiro civil formado pela Universidade de Pernambuco (UPE). Foi eleito vice-prefeito do Recife nas Eleições de 2024, ao lado do prefeito João Campos, em primeiro turno, com 78,11% dos votos válidos — a maior votação da história da capital pernambucana.
Confira
O primeiro programa 100% Victor Marques. O vídeo fez sucesso nas redes sociais.
China aumenta pressão por reabertura de Ormuz em meio a impasse entre EUA e Irã
20/04/2026
O presidente da China, Xi Jinping, advertiu que o Estreito de Ormuz deve estar totalmente aberto à navegação, em seus comentários mais explícitos sobre a via, enquanto os Estados Unidos e o Irã permanecem em desacordo sobre a circulação de navios no Golfo.
O líder
O líder chinês reiterou o apelo de Pequim por um cessar-fogo para pôr fim às hostilidades e pediu “todos os esforços que contribuam para a restauração da paz”.
“O Estreito de Ormuz deve permanecer aberto à navegação normal, o que serve aos interesses comuns dos países da região e da comunidade internacional em geral”, declarou Xi durante uma ligação telefônica com o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman nesta segunda-feira (20), segundo a emissora estatal chinesa CCTV.
O presidente da China, Xi Jinping, advertiu que o Estreito de Ormuz deve estar totalmente aberto à navegação, em seus comentários mais explícitos sobre a via, enquanto os Estados Unidos e o Irã permanecem em desacordo sobre a circulação de navios no Golfo.
O líder
O líder chinês reiterou o apelo de Pequim por um cessar-fogo para pôr fim às hostilidades e pediu “todos os esforços que contribuam para a restauração da paz”.
“O Estreito de Ormuz deve permanecer aberto à navegação normal, o que serve aos interesses comuns dos países da região e da comunidade internacional em geral”, declarou Xi durante uma ligação telefônica com o príncipe herdeiro saudita Mohammed bin Salman nesta segunda-feira (20), segundo a emissora estatal chinesa CCTV.
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