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Situação do momento: Flávio Bolsonaro se desfilou do PL, entrou no Missão e não pode ser candidato. Confira

13/08/2026

Quem decide os rumos partidarios de alguém? Além da própria pessoa, a resposta deveria ser ninguém. Mas, nos tempos estranhos que estão aí, a resposta pode ser diversificada. O fato é que o senador Flávio Bolsonaro não pode registrar sua candidatura hoje, como pretendia, porque simplesmente, no sistema do TSE, ele nao é filiado ao PL. O senador teria, segundo consta do órgão que cuida da segurança dos processos eleitorais, se desfilado do seu partido esses dias e entrado no Missão. Uma maluquice que só dá discurso para os adeptos das teorias da conspiração ou adversários das urnas eletrônicas.

A notícia

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu registrar hoje quinta-feira (13/08) sua candidatura à Presidência da República após aparecer filiado ao partido Missão nos registros da Justiça Eleitoral. O caso é analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Segundo o site Metrópoles

A advogada da campanha...

Quem decide os rumos partidarios de alguém? Além da própria pessoa, a resposta deveria ser ninguém. Mas, nos tempos estranhos que estão aí, a resposta pode ser diversificada. O fato é que o senador Flávio Bolsonaro não pode registrar sua candidatura hoje, como pretendia, porque simplesmente, no sistema do TSE, ele nao é filiado ao PL. O senador teria, segundo consta do órgão que cuida da segurança dos processos eleitorais, se desfilado do seu partido esses dias e entrado no Missão. Uma maluquice que só dá discurso para os adeptos das teorias da conspiração ou adversários das urnas eletrônicas.

A notícia

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu registrar hoje quinta-feira (13/08) sua candidatura à Presidência da República após aparecer filiado ao partido Missão nos registros da Justiça Eleitoral. O caso é analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Segundo o site Metrópoles

A advogada da campanha, Maria Claudia Bucchianeri, disse que é "inequívoco que foi fraudulento". Segundo ela, a alteração foi identificada quando a equipe começou a reunir os documentos necessários para protocolar o pedido de registro da candidatura.

Olha a bronca

O prazo para o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral termina às 19h de sábado (15/08). Todos os procedimentos seguem os protocolos do sistema. Como esse nó vai ser desatado, com a palavra o cabeça do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. Indicado para o STF pelo então presidente Bolsonaro, pai de Flávio.

Oficial mas ainda não legal

O PL oficializou em convenção nacional no dia 25 de julho a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República O prazo para a realização de convenções terminou em 05 de agosto.

PL tonto

Ainda de acordo com a advogada, o partido já acionou o TSE e aguarda os trâmites que, a estas alturas, estão nas mãos do presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, já qualificado acima.

Além disso

O PL já acionou a Polícia Federal. Como tudo na atual cúpula da justiça brasileira, tudo pode ser resolvido em dois minutos ou nunca.
Aguardar para ver.

Agora imagine

O tamanho da confusão se o prazo fatal chegar e Flávio Bolsonaro não conseguir registrar a candidatura. Como se já não bastassem as emoções e tensões do processo, aparece mais esta. Realmente, como se diz, o Brasil não é para amadores. E como se vê, nem para profissionais.

Centenário do Nascimento de Fidel Castro - Por José Ricardo de Souza*

13/08/2026

Num dia como hoje, 13 de agosto, há exatamente um século, na província de Oriente, no leste de Cuba, nascia um dos principais líderes revolucionários do século XX. Amado por uns, odiado por outros, mas de uma relevância ímpar no panteão das grandes personagens latino-americanas. Estamos falando de FIDEL CASTRO, revolucionário cubano, líder da primeira grande revolução socialista nas Américas.

Fidel Castro era filho de um imigrante espanhol que fez fortuna construindo sistemas ferroviários para transportar cana-de-açúcar. Castro frequentou internatos católicos romanos em Santiago de Cuba. Ele se envolveu na política revolucionária enquanto era estudante e em 1947 participou de uma tentativa abortada por exilados dominicanos e cubanos de derrubar o ditador dominicano Rafael Trujillo. No ano seguinte, ele participou de distúrbios urbanos em Bogotá, Colômbia. A característica mais marcante de sua política durante o período foram suas crenças antiamericanas; ele ainda não era...

Num dia como hoje, 13 de agosto, há exatamente um século, na província de Oriente, no leste de Cuba, nascia um dos principais líderes revolucionários do século XX. Amado por uns, odiado por outros, mas de uma relevância ímpar no panteão das grandes personagens latino-americanas. Estamos falando de FIDEL CASTRO, revolucionário cubano, líder da primeira grande revolução socialista nas Américas.

Fidel Castro era filho de um imigrante espanhol que fez fortuna construindo sistemas ferroviários para transportar cana-de-açúcar. Castro frequentou internatos católicos romanos em Santiago de Cuba. Ele se envolveu na política revolucionária enquanto era estudante e em 1947 participou de uma tentativa abortada por exilados dominicanos e cubanos de derrubar o ditador dominicano Rafael Trujillo. No ano seguinte, ele participou de distúrbios urbanos em Bogotá, Colômbia. A característica mais marcante de sua política durante o período foram suas crenças antiamericanas; ele ainda não era um marxista declarado.

Em 1951, ele concorreu a uma vaga na Câmara dos Deputados de Cuba como membro do reformista Partido Ortodoxo, mas o general Fulgencio Batista tomou o poder em um golpe de Estado sem derramamento de sangue antes que a eleição pudesse ser realizada. Vários grupos se formaram para se opor à ditadura de Batista e, em 26 de julho de 1953, Castro liderou cerca de 160 rebeldes em um ataque ao quartel Moncada em Santiago de Cuba, a segunda maior base militar de Cuba. Castro esperava apreender as armas e anunciar sua revolução da estação de rádio base, mas o quartel estava fortemente defendido e mais da metade de seus homens foram capturados ou mortos na tentativa. O próprio Castro foi preso e levado a julgamento por conspirar para derrubar o governo cubano. Durante seu julgamento, ele argumentou que ele e seus rebeldes estavam lutando para restaurar a democracia em Cuba, mas mesmo assim foi considerado culpado e condenado a 15 anos de prisão.

Dois anos depois, Batista sentiu-se suficientemente confiante em seu poder para conceder anistia geral a todos os presos políticos, inclusive Castro. Fidel, então, foi com seu irmão Raúl ao México, onde organizou o revolucionário Movimento 26 de Julho, recrutando recrutas e juntando-se a Ernesto “Che” Guevara, um idealista marxista argentino.

Em 2 de dezembro de 1956, Castro e 81 homens armados desembarcaram na costa cubana. Todos eles foram mortos ou capturados, exceto Castro, Raul, Che e outros nove, que se retiraram para a cordilheira da Sierra Maestra para travar uma guerra de guerrilha contra o governo Batista. Eles se juntaram a voluntários revolucionários de toda Cuba e conquistaram uma série de vitórias sobre o desmoralizado exército de Batista. Castro foi apoiado pelo campesinato, a quem prometeu reforma agrária, enquanto Batista recebeu ajuda dos Estados Unidos, que bombardearam posições revolucionárias suspeitas.

Em meados de 1958, vários outros grupos cubanos também se opunham a Batista, e os Estados Unidos encerraram a ajuda militar ao seu regime. Em dezembro, as forças de 26 de julho sob o comando de Che Guevara atacaram a cidade de Santa Clara e as forças de Batista desmoronaram. Batista fugiu para a República Dominicana em 1º de janeiro de 1959. Castro, que tinha menos de 1.000 homens restantes na época, assumiu o controle do exército de 30.000 homens do governo cubano. Os outros líderes rebeldes careciam do apoio popular de que o jovem e carismático Fidel desfrutava, e em 16 de fevereiro ele foi empossado como primeiro-ministro do novo governo provisório do país.

Os Estados Unidos inicialmente reconheceram o novo ditador cubano, mas retiraram seu apoio depois que Castro lançou um programa de reforma agrária, nacionalizou ativos dos EUA na ilha e declarou um governo marxista. Muitos dos cidadãos mais ricos de Cuba fugiram para os Estados Unidos, onde se juntaram à CIA em seus esforços para derrubar o regime de Castro. Em abril de 1961, com algum treinamento e apoio da CIA, os exilados cubanos lançaram uma invasão desastrosamente malsucedida de Cuba conhecida como “Baía dos Porcos”. A União Soviética reagiu ao ataque aumentando seu apoio ao governo comunista de Castro e, em 1962, colocou mísseis nucleares ofensivos em Cuba. A descoberta dos mísseis pela inteligência dos EUA levou à tensa “Crise dos Mísseis Cubanos”, que terminou depois que os soviéticos concordaram em remover as armas em troca da promessa dos EUA de não invadir Cuba.

A Cuba de Castro foi o primeiro estado socialista no hemisfério ocidental, e ele manteria o controle até o século XXI, superando nove presidentes dos EUA que se opuseram a ele com embargos econômicos e retórica política. Após o colapso da União Soviética em 1991, Castro perdeu uma valiosa fonte de ajuda, mas compensou cortejando o turismo e o investimento europeu e canadense. No final de julho de 2006, o doente Fidel Castro cedeu temporariamente o poder a seu irmão mais novo, Raúl, após uma delicada cirurgia em 2006. Ele renunciou oficialmente em 18 de fevereiro de 2008. Castro morreu em 25 de novembro de 2016, aos 90 anos. Em abril de 2021, Raúl Castro renunciou; Miguel Dias-Canel foi eleito seu sucessor.

Famoso por seus longos discursos nas Assembleias Gerais da ONU, o líder cubano deixou uma frase que até hoje instiga admiradores e opositores: "Condenem-me, não importa. A História me absolverá". 100 depois de seu nascimento é impossível falar de Cuba e da política latino-americana, especialmente dos países caribenhos, sem citar o "El Comandante de La Revolucion".


*José Ricardo de Souza, é Professor da rede pública estadual de ensino, historiador, escritor e criador do projeto Muita História pra Contar. @josericardope01


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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

Os evangélicos e a sucessão em Pernambuco e no Brasil - Por Antônio Campos*

13/08/2026

A força dos evangélicos na política brasileira é uma realidade consolidada. O crescimento desse segmento da população modificou o mapa eleitoral do país e colocou as comunidades evangélicas no centro das estratégias dos principais grupos políticos.

Em Pernambuco, esse fenômeno ganha uma dimensão especial. São cerca de 2 milhões de evangélicos, um contingente expressivo distribuído pela Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste e Sertão.

Em uma eleição apertada, poucos pontos percentuais podem fazer toda a diferença. E é justamente por isso que o eleitor evangélico passou a ocupar espaço importante nas estratégias de quem pretende disputar o Governo de Pernambuco.

A sucessão estadual terá, inevitavelmente, essa discussão.

Os diferentes grupos políticos que se preparam para a disputa sabem que será necessário ampliar suas respectivas bases eleitorais. Nenhum projeto majoritário pode se dar ao luxo de tratar o eleitor...

A força dos evangélicos na política brasileira é uma realidade consolidada. O crescimento desse segmento da população modificou o mapa eleitoral do país e colocou as comunidades evangélicas no centro das estratégias dos principais grupos políticos.

Em Pernambuco, esse fenômeno ganha uma dimensão especial. São cerca de 2 milhões de evangélicos, um contingente expressivo distribuído pela Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste e Sertão.

Em uma eleição apertada, poucos pontos percentuais podem fazer toda a diferença. E é justamente por isso que o eleitor evangélico passou a ocupar espaço importante nas estratégias de quem pretende disputar o Governo de Pernambuco.

A sucessão estadual terá, inevitavelmente, essa discussão.

Os diferentes grupos políticos que se preparam para a disputa sabem que será necessário ampliar suas respectivas bases eleitorais. Nenhum projeto majoritário pode se dar ao luxo de tratar o eleitorado evangélico como um segmento secundário.

A movimentação em direção às comunidades religiosas já faz parte do calendário político. Eventos, encontros, agendas sociais e conversas com lideranças passaram a integrar a rotina de quem pretende construir uma candidatura competitiva.

Mas existe uma questão importante: o eleitor evangélico não é um bloco único.

Essa talvez seja uma das maiores mudanças da política brasileira.

Há uma tendência de identificar o eleitor evangélico exclusivamente com a direita e, principalmente, com o bolsonarismo. A história recente explica essa associação. O campo conservador construiu uma relação política muito próxima com importantes setores evangélicos e encontrou nesse segmento uma de suas principais bases eleitorais.

Mas uma religião não determina automaticamente o voto de seus seguidores.

O eleitor evangélico também é influenciado por sua condição econômica, pelo lugar onde mora, pela avaliação dos governos, pelas políticas públicas que recebe e pelas expectativas que possui para sua família.

Um trabalhador evangélico que enfrenta dificuldades para conseguir emprego pode avaliar a economia de maneira diferente de um empresário evangélico. Um jovem pode ter prioridades diferentes das de uma família mais tradicional. Um morador da periferia pode colocar a segurança pública no topo da lista, enquanto um agricultor do interior pode estar mais preocupado com crédito, estradas, água e produção.

A identidade religiosa é importante, mas não é a única identidade que esse eleitor carrega.

É justamente essa diversidade que torna o voto evangélico tão disputado.

Em Pernambuco, a questão poderá ser ainda mais relevante porque a eleição para o Governo do Estado tende a ser decidida pela capacidade de formar coalizões amplas. Não basta consolidar o eleitorado tradicional. Será necessário avançar sobre segmentos que ainda não possuem uma preferência definitiva.

E os evangélicos estarão nesse território.

A disputa presidencial reproduzirá parte dessa lógica.

O campo progressista terá o desafio de ampliar sua relação com um segmento no qual historicamente encontra mais resistência. O campo conservador, por sua vez, tentará preservar uma conexão construída ao longo dos últimos anos.

A sucessão presidencial também acrescenta uma variável importante: até que ponto a identificação política construída nos últimos anos será transferida para novas lideranças?

O campo conservador possui uma marca forte entre os evangélicos, mas nenhuma transferência eleitoral é automática. É preciso reconstruir confiança, manter proximidade e apresentar um projeto capaz de dialogar com as novas demandas desse eleitorado.

Do outro lado, as forças progressistas terão que demonstrar que suas propostas também conversam com os valores, as necessidades e as preocupações dos evangélicos.

Não será suficiente falar apenas com aqueles que já apoiam determinado projeto.

Será necessário chegar a quem ainda possui resistência.

Esse movimento explica a crescente presença de políticos de diferentes correntes em eventos religiosos. Também explica o esforço de governos e parlamentares para estabelecer canais permanentes de diálogo com lideranças de diferentes denominações.

A política brasileira está percebendo que religião e cidadania fazem parte da vida cotidiana.

As igrejas estão presentes nos bairros, nas comunidades, nas cidades pequenas e nas periferias das grandes cidades. Desenvolvem atividades sociais, acolhem famílias, promovem ações comunitárias e possuem uma presença territorial que poucos partidos conseguem reproduzir.

Essa capilaridade também possui importância política.

Não necessariamente porque uma liderança determine o voto de seus fiéis, mas porque as igrejas fazem parte da vida de milhões de brasileiros.

Em Pernambuco, essa presença é particularmente significativa.

Do Recife ao Sertão, o crescimento das comunidades evangélicas acompanha as transformações sociais do Estado. E o eleitor que participa dessas comunidades também participa da vida política, acompanha governos, avalia candidatos e decide seu voto.

Por isso, a relação entre os evangélicos e a sucessão estadual não deve ser observada apenas pela quantidade de votos que esse segmento representa.

É preciso observar também sua capacidade de organização, mobilização e formação de opinião.

Em uma eleição majoritária, esses fatores podem ser decisivos.

Uma candidatura que consiga estabelecer uma relação de confiança com esse eleitorado não necessariamente ganhará todos os votos evangélicos. Mas poderá reduzir rejeições, ampliar sua presença em determinadas regiões e conquistar votos que antes estavam fora de seu alcance.

É assim que uma eleição é vencida.

Não apenas conquistando os eleitores que já estão convencidos, mas ampliando permanentemente a base.

O cenário de 2026 torna essa disputa ainda mais interessante porque Pernambuco poderá funcionar como um retrato da transformação do eleitorado brasileiro.

De um lado, um campo político que possui uma relação histórica recente com os evangélicos e pretende preservar essa vantagem.

De outro, forças que perceberam que não podem abrir mão de uma parcela tão significativa da população.

E entre os dois campos está um eleitorado cada vez maior, mais diverso e com demandas próprias.

A pergunta, portanto, não é se os evangélicos terão influência na sucessão.

Isso já está respondido.

Terão.

A verdadeira disputa será para saber quem conseguirá compreender melhor esse eleitorado e apresentar uma proposta capaz de dialogar com suas prioridades.

Em Pernambuco, isso pode fazer diferença entre vencer e perder uma eleição.

No Brasil, pode representar a diferença entre chegar ao segundo turno em vantagem ou ter que correr atrás de votos nas últimas semanas de campanha.

O eleitor evangélico entrou definitivamente no centro do tabuleiro político brasileiro.

E, em 2026, Pernambuco estará entre os Estados onde esse movimento poderá ser observado com mais atenção.

A fé continuará sendo uma dimensão importante da vida de milhões de pernambucanos e brasileiros. A política também.

E os grupos que compreenderem que essas duas dimensões fazem parte da realidade de uma parcela cada vez maior da sociedade estarão um passo à frente na disputa pelo futuro de Pernambuco e do Brasil.


*Antônio Campos, Curador Geral da Fliporto, advogado, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras e da ABI - Associação Brasileira de Imprensa. @antoniocampos.adv


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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

Autor do Hino do Paulista-PE é o aniversariante de hoje, 13 de agosto - Por Ricardo Andrade*

13/08/2026

Filho do ex-vereador Paulino Luiz e da ex-operária, Edivirges Andrade (ambos In memórias), viúvo de D. Albertina Andrade, pai de 3 filhos (Ricardo, Ronnie e Waleska), avô de 3 meninas (Anellise, Ana Clara e Amanda), tendo como irmãos, Josias, Judite, Josete e Jurandir, que também é compositor e cantor. Joel Andrade está de parabéns, nesse dia 13 de agosto. Compôs o Hino do Paulista em 1973, oficializado por um concurso municipal, que virou lei. Em sua trajetória foi Maestro de Corais(Colégio Marista e Coral da Tecanor) e compositor, participando de vários Festivais de Música (Shell, Recifrevo, Festival de Música Nordestina), sendo vencedor em alguns deles. montou o conjunto "O Canto do Sol" e a Banda "Ejakulação Precoce". Lançou e produziu o CD, "Paulista entre sustenidos e bemóis", com músicas de sua autoria, descrevendo acerca da memória e da identidade de Paulista. O saudoso cantor Augusto César, gravou uma faixa, intitulada, "Catita de Ferro". Suas canções influenciaram vários arti...

Filho do ex-vereador Paulino Luiz e da ex-operária, Edivirges Andrade (ambos In memórias), viúvo de D. Albertina Andrade, pai de 3 filhos (Ricardo, Ronnie e Waleska), avô de 3 meninas (Anellise, Ana Clara e Amanda), tendo como irmãos, Josias, Judite, Josete e Jurandir, que também é compositor e cantor. Joel Andrade está de parabéns, nesse dia 13 de agosto. Compôs o Hino do Paulista em 1973, oficializado por um concurso municipal, que virou lei. Em sua trajetória foi Maestro de Corais(Colégio Marista e Coral da Tecanor) e compositor, participando de vários Festivais de Música (Shell, Recifrevo, Festival de Música Nordestina), sendo vencedor em alguns deles. montou o conjunto "O Canto do Sol" e a Banda "Ejakulação Precoce". Lançou e produziu o CD, "Paulista entre sustenidos e bemóis", com músicas de sua autoria, descrevendo acerca da memória e da identidade de Paulista. O saudoso cantor Augusto César, gravou uma faixa, intitulada, "Catita de Ferro". Suas canções influenciaram vários artistas da cidade e da região. Alguns de seus Frevos de Bloco, foram cantados pelo Bloco da Magnólia, Menestréis do Paulista e Flabelo Encantado. O Hino declama as belezas do Paulista em seu refrão:

"Em cima o céu é mais azul, é mais bonito, embaixo a brisa tem aroma de Eucalípto, teu povo é mais ordeiro e mais gentil, Paulista fração linda do Brasil".







*Ricardo Andrade, é Historiador, Mestre em Gestão Pública (Fundaj) e Presidente do IHGAAP (Instituto Histórico, Geográfico, Arqueológico, Antropológico do Paulista). @ricardo060370

Da Série Mistérios do Aquém: pedagogia do coturno e do "sim, senhor!" – Por Natanael Sarmento*

13/08/2026

A nostalgia da ditadura encontra na pedagogia autoritária da escola cívico-militar sua panaceia. É a droga do laboratório do fascismo para curar os defeitos da educação crítica e pedagogia do oprimido dessa laia de comunistas que não aceitam o argumento da autoridade tipo “faça o que digo e não faça o que faço”.

Figurino da "ordem"

Para moldar a juventude, mormente da classe trabalhadora, acatando as ordens de autoridades superiores e dos patrões, sem questionar por quê, ou para quem, porque ordens são ordens, e por que superiores devem ser obedecidas, questionamentos, sem reclamações e batendo continência. Na exclusão educativa dos de baixo dos de baixo adestrados sem raciocínio crítico, científico, filosófico - virtudes reservadas aos bem nascidos nas elites burguesas -, sem atrapalhar a marcha “natural” da sociedade capitalista hierarquizada com “ideias exóticas”, reflexão crítica transformadora do mundo, por reformas ou revoluções, cruz credo,...

A nostalgia da ditadura encontra na pedagogia autoritária da escola cívico-militar sua panaceia. É a droga do laboratório do fascismo para curar os defeitos da educação crítica e pedagogia do oprimido dessa laia de comunistas que não aceitam o argumento da autoridade tipo “faça o que digo e não faça o que faço”.

Figurino da "ordem"

Para moldar a juventude, mormente da classe trabalhadora, acatando as ordens de autoridades superiores e dos patrões, sem questionar por quê, ou para quem, porque ordens são ordens, e por que superiores devem ser obedecidas, questionamentos, sem reclamações e batendo continência. Na exclusão educativa dos de baixo dos de baixo adestrados sem raciocínio crítico, científico, filosófico - virtudes reservadas aos bem nascidos nas elites burguesas -, sem atrapalhar a marcha “natural” da sociedade capitalista hierarquizada com “ideias exóticas”, reflexão crítica transformadora do mundo, por reformas ou revoluções, cruz credo, vade retro Satã!

Hipocrisia classista

Nesse mistério do aquém sociológico, filhotinhos da burguesia não são visto nas filas das escolas militarizadas. A burguesia matricula os seus em colégios bilíngues, recebem formação universal em história, arte, filosofia, literatura clássica, matemática, física, biologia, química. São preparados para liderar corporações e o poder estatal burguês, gerir patrimônios e ocupar cargos de decisão, por “meritocracia”.

Para a massa

Os apologistas do autoritarismo, históricos exploradores e opressores do povo reservam o ensino (adestramento) da escolaridade “cívico-militar”. Para formar a mão de obra ideal para o mercado: idiotizada, dócil, acostumada a cumprir ordens sem questionar a origem do comando, pronta para aceitar a precarização, agradecer pelos salários pífio, ou servir de bucha de canhão nas guerras, morrendo pelo rei que desconhece e se refastela nos banquetes palaciano. Submetidos a lavagem cerebral da direita fascista geradoras de esquizofrenias tipos “pobres de direita” , negros racistas, gays homofóbicos, mulheres machistas... essa vanguarda do reacionarismo e do atraso.

A “sublime” arte de não pensar

Nas pedagogias fardadas, o aluno ideal não é aquele que formula perguntas incômodas, mas o que mantém o corte de cabelo dentro do padrão e bate o pé no tempo certo. O pensamento crítico é visto como uma anomalia disciplinar; a dúvida, uma insubordinação. A pedagogia do quartel aplicada à escola pública transforma a sala de aula em um pátio de treinamento, em que a capacidade de contestar injustiças é substituída pela virtude da obediência cega.

Nada de novo

Os golpistas de 1964 usaram a pedagogia da tortura com choque elétrico não apenas nos porões da ditadura como também nos hospitais psiquiátricos.

O crime de alfabetizar camponeses

A jovem pernambucana Sylvia de Montarroyos com apenas 17 anos sofreu as piores torturas, em meados da década de 1960, pelo "grave crime" ou insanidade de alfabetizar camponeses, é coisa de maluco ensinar trabalhadores rurais a ler, escrever exigir direitos.

Tamarineira

O antigo manicômio Ulisses Pernambucano, popular Tamarineira do Recife, foi a casa pedagógica do sistema de segurança do Estado: internou a jovem alfabetizadora e a submeteu a sessões de choques elétricos e medicamentos de sedação e dopagem, “rolou a química” como diria o mito dos fascistas atuais.

Sobrevivente

A psicanalista Sylvia sobreviveu a torturas e exílios, perpetuou suas memórias do terrorismo de Estado no alentado livro “Réquiem por Tatiana: memórias de um tempo de guerra e de uma descida aos infernos. (Editora: CEPE, 2013). Importante registro. É preciso lembrar para não esquecer. Sem anistia para golpistas. Fim das escolas de adestramento militar. Ditadura nunca mais!


*Natanael Sarmento é professor e escritor, e integrante do Diretório Nacional da UP. @sarmentonatanael


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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.

Soberania não se adia - Por Amadeu Robalinho*

13/08/2026

A Riqueza e a Cultura Estratégica da Defesa Nacional


O Brasil possui uma das mais extraordinárias combinações de vantagens geográficas, ambientais, territoriais e econômicas do planeta. Extensão territorial continental, abundância hídrica, terras agricultáveis, diversidade mineral, reservas energéticas, vasto litoral, clima relativamente favorável à produção e uma posição geopolítica privilegiada compõem um patrimônio nacional que, em qualquer análise estratégica séria, deveria ser tratado como ativo de poder.

Entretanto, há uma contradição histórica que precisa ser enfrentada sem complexos ideológicos e sem simplificações: o Brasil possui dimensões e recursos de potência, mas ainda não desenvolveu, na mesma proporção, uma cultura estratégica de potência.

Essa diferença é fundamental.

A formação histórica brasileira produziu uma sociedade fortemente marcada pela ideia de que a paz territorial seria uma condição permane...

A Riqueza e a Cultura Estratégica da Defesa Nacional


O Brasil possui uma das mais extraordinárias combinações de vantagens geográficas, ambientais, territoriais e econômicas do planeta. Extensão territorial continental, abundância hídrica, terras agricultáveis, diversidade mineral, reservas energéticas, vasto litoral, clima relativamente favorável à produção e uma posição geopolítica privilegiada compõem um patrimônio nacional que, em qualquer análise estratégica séria, deveria ser tratado como ativo de poder.

Entretanto, há uma contradição histórica que precisa ser enfrentada sem complexos ideológicos e sem simplificações: o Brasil possui dimensões e recursos de potência, mas ainda não desenvolveu, na mesma proporção, uma cultura estratégica de potência.

Essa diferença é fundamental.

A formação histórica brasileira produziu uma sociedade fortemente marcada pela ideia de que a paz territorial seria uma condição permanente e que as ameaças à soberania estariam sempre distantes. Durante grande parte de nossa história, a guerra foi percebida como fenômeno externo, enquanto a defesa nacional permaneceu, muitas vezes, restrita aos círculos militares e diplomáticos.

O problema é que soberania não é uma condição permanente concedida pela geografia. É uma capacidade que precisa ser construída, preservada e demonstrada.

A geografia brasileira: vantagem ou falsa sensação de segurança?

O território brasileiro oferece importantes vantagens defensivas. A distância dos principais centros de conflito do planeta, a ausência de vulcanismo significativo em grande escala, a inexistência de terremotos de magnitude comparável aos grandes cinturões sísmicos mundiais e uma relativa regularidade climática em amplas áreas do território contribuíram historicamente para a percepção de segurança geográfica.

Mas a geografia, sozinha, não produz soberania.

Ela apenas oferece condições iniciais de poder.

O Brasil possui aproximadamente 8,5 milhões de quilômetros quadrados de território, uma extensa fronteira terrestre, mais de 7 mil quilômetros de litoral e uma das maiores zonas econômicas exclusivas do planeta. Possui ainda recursos minerais estratégicos, produção agrícola de escala mundial, petróleo offshore, biodiversidade e enorme potencial energético.

Essa combinação deveria produzir uma cultura nacional baseada em uma pergunta simples:

Como transformar patrimônio territorial em poder nacional?

É justamente nesse ponto que a discussão sobre defesa deixa de ser exclusivamente militar e passa a ser econômica, tecnológica, industrial e geopolítica.

O mito perigoso de que “ninguém quer o que é nosso”

Existe uma percepção profundamente arraigada na sociedade brasileira de que o país não possui inimigos relevantes porque historicamente não sofreu uma guerra de conquista territorial nos moldes experimentados por outras nações.

Essa percepção precisa ser corrigida.

O fato de determinado território não ter sido recentemente invadido não significa que ele esteja livre de disputas estratégicas.

No século XXI, a conquista pode assumir formas diferentes.

Pode ocorrer pela dependência tecnológica.
Pode ocorrer pela dependência energética.
Pode ocorrer pelo controle de cadeias produtivas.
Pode ocorrer pela aquisição estratégica de ativos.
Pode ocorrer pela vulnerabilidade de infraestruturas críticas.
Pode ocorrer pelo domínio de dados, sistemas digitais e comunicações.
Pode ocorrer pela dependência de componentes militares produzidos no exterior.

Em outras palavras, a guerra contemporânea não começa necessariamente com um desembarque de tropas.

Ela pode começar quando uma nação descobre que não consegue produzir aquilo de que necessita para defender sua própria economia, seu território e sua população.

Por isso, a soberania moderna deve ser compreendida como uma arquitetura multidimensional.

Defesa nacional não é despesa: é seguro estratégico

Um dos maiores equívocos do debate brasileiro consiste em apresentar os investimentos em defesa como concorrentes dos investimentos sociais.

Essa dicotomia é artificial.

Uma indústria nacional de defesa desenvolve engenharia, materiais avançados, eletrônica, sistemas embarcados, inteligência artificial, cibernética, metalurgia, propulsão, telecomunicações, construção naval e tecnologias aeroespaciais.

Portanto, investir em defesa também significa investir em ciência, indústria e empregos de alta qualificação.

Uma nação que abandona sua capacidade industrial estratégica torna-se compradora de tecnologias desenvolvidas por outras nações.

E quem depende tecnologicamente de terceiros para defender sua própria soberania possui uma soberania limitada.

O petróleo deveria financiar o futuro e não apenas o presente

A discussão sobre os royalties do petróleo merece especial atenção.

Recursos naturais são finitos. Estados estratégicos não deveriam utilizar receitas provenientes de recursos exauríveis apenas para financiar despesas correntes.

O petróleo deveria ser tratado como capital de transição para uma economia tecnologicamente mais sofisticada.

Nesse sentido, duas prioridades estratégicas deveriam estar permanentemente associadas:

primeiro, fortalecer a capacidade nacional de defesa;

segundo, transformar a riqueza temporária dos recursos naturais em capacidade permanente de geração de riqueza.

Isso significa investir em educação tecnológica, engenharia, infraestrutura, indústria, pesquisa científica, energia, construção naval, materiais estratégicos, defesa cibernética, sistemas espaciais e tecnologias de uso dual.

O objetivo não deveria ser simplesmente gastar a renda do petróleo.

Deveria ser converter petróleo em conhecimento, conhecimento em indústria e indústria em soberania.

A verdadeira riqueza de uma nação é aquilo que ela consegue produzir

O conceito de soberania econômica precisa ser ampliado.

Não basta possuir minério de ferro se a tecnologia de transformação está fora do país.

Não basta produzir petróleo se os equipamentos críticos dependem de fornecedores externos.

Não basta possuir uma costa gigantesca se não existe capacidade industrial naval proporcional à dimensão marítima nacional.

Não basta possuir território se não há infraestrutura, sensores, comunicações, logística e presença estatal suficientes para conhecê-lo, protegê-lo e integrá-lo.

Território sem capacidade é apenas extensão geográfica.

Soberania começa quando o Estado possui meios materiais para defender aquilo que afirma ser seu.

A Amazônia, o Atlântico Sul e as fronteiras do século XXI

A Amazônia e o Atlântico Sul constituem dois exemplos emblemáticos.

A Amazônia não deve ser analisada apenas como floresta. É território, biodiversidade, água, recursos minerais, posição geográfica, conhecimento científico e patrimônio nacional.

Da mesma forma, o Atlântico Sul não deve ser compreendido apenas como uma faixa de oceano diante da costa brasileira.

É uma dimensão estratégica que envolve petróleo, gás, pesca, rotas comerciais, infraestrutura portuária, cabos submarinos, biodiversidade, comunicação e segurança energética.

Nesse contexto, a Amazônia Azul não é uma expressão retórica. É um conceito estratégico.

Quem controla, conhece e protege seus espaços marítimos possui maior capacidade de decidir sobre seu próprio futuro.

O Brasil precisa construir uma cultura estratégica

Talvez a maior deficiência brasileira não esteja na falta de recursos.

Este país possui recursos.

Também não está necessariamente na falta de inteligência técnica.

Possuímos universidades, centros de pesquisa, engenheiros, cientistas, militares e profissionais capazes de desenvolver soluções sofisticadas.

O problema está na dificuldade histórica de transformar conhecimento disperso em política de Estado de longo prazo.

Defesa não pode ser planejada apenas para o próximo orçamento.

Indústria não pode ser pensada apenas para o próximo ciclo econômico.

Energia não pode ser planejada apenas para a próxima década.

E soberania não pode ser subordinada à lógica eleitoral.

Uma potência continental precisa pensar em horizontes de 20, 30 ou 50 anos.

A soberania exige memória, estratégia e capacidade

Não precisamos desejar guerras para compreender a necessidade da defesa.

Ao contrário.

A melhor defesa é aquela que torna a agressão excessivamente custosa, improvável e irracional.

O objetivo de uma política nacional de defesa não é preparar o país para guerrear.

É preparar o país para não precisar aceitar condições impostas por terceiros.

Essa é a diferença entre militarismo e estratégia.

Militarismo busca a guerra.

Estratégia busca preservar a paz mediante capacidade.

O Brasil precisa compreender essa diferença.

Nossa geografia é uma bênção, mas não é um escudo absoluto.

Nossos recursos naturais são uma riqueza, mas não constituem soberania por si mesmos.

Nossa dimensão territorial é uma vantagem, mas também impõe responsabilidades.

E nossas riquezas energéticas não deveriam financiar apenas o presente: deveriam financiar a capacidade nacional de existir soberanamente depois que essas riquezas diminuírem.

Conclusão

O Brasil não precisa esperar uma guerra para descobrir o valor da defesa.

Não precisa perder ativos estratégicos para compreender o valor da indústria.

Não precisa enfrentar uma crise energética para perceber a importância da autonomia.

E não precisa ser pressionado internacionalmente para descobrir que soberania não é uma palavra constitucional: é uma capacidade concreta de decisão.

O verdadeiro desafio brasileiro é transformar território em poder, recursos em tecnologia, tecnologia em indústria, indústria em capacidade militar e capacidade militar em dissuasão.

Essa é a equação da soberania no século XXI.

Uma nação verdadeiramente soberana não é aquela que afirma que ninguém pretende tomar aquilo que possui.

É aquela que possui capacidade suficiente para que ninguém sequer considere essa possibilidade.

Soberania não se presume.
Soberania se constrói.
Defesa não se improvisa.
Estratégia não se adia.


*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

A poucos dias da campanha eleitoral, confira o que pode e o que não pode ser feito

13/08/2026

Contagem regressiva para a busca pelo eleitor, e consequentemente, a caça ao voto. Falta menos de uma semana para o início oficial da propaganda eleitoral e a movimentação política atinge seu ponto máximo.

Conteúdos políticos

Com convenções partidárias finalizadas e nomes oficializados para a disputa de deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente da República, as mídias e as redes sociais foram tomadas por conteúdos políticos.

O que pode e o que não pode:

As diretrizes sobre o que os pré-candidatos podem fazer estão fixadas na Resolução nº 23.610/2019 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O que é permitido

Conforme estabelece a legislação eleitoral, é permitido no momento, participação em entrevistas, debates, seminários e encontros públicos; divulgação do nome, trajetória, ideias, propostas e projetos políticos e pedido de apoio político e declaraç...

Contagem regressiva para a busca pelo eleitor, e consequentemente, a caça ao voto. Falta menos de uma semana para o início oficial da propaganda eleitoral e a movimentação política atinge seu ponto máximo.

Conteúdos políticos

Com convenções partidárias finalizadas e nomes oficializados para a disputa de deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente da República, as mídias e as redes sociais foram tomadas por conteúdos políticos.

O que pode e o que não pode:

As diretrizes sobre o que os pré-candidatos podem fazer estão fixadas na Resolução nº 23.610/2019 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O que é permitido

Conforme estabelece a legislação eleitoral, é permitido no momento, participação em entrevistas, debates, seminários e encontros públicos; divulgação do nome, trajetória, ideias, propostas e projetos políticos e pedido de apoio político e declarações públicas de posicionamento.

O que é vedado:

É vedado pedido explícito de voto (uso de bordões diretos como “vote em mim”, “vote no número X”); gastos que configurem abuso de poder econômico ou uso indevido da máquina pública e uso das Redes Sociais, Inteligência Artificial e o Perigo das Deepfakes

Devem cadastrar

Para veicular material na internet a partir do dia 16, partidos, coligações e candidatos devem cadastrar formalmente suas contas oficiais no Tribunal Regional Eleitoral do seu Estado.

Regramentos

Com o avanço das tecnologias digitais, o TSE editou regramentos (como as Resoluções nº 23.732/2024 e nº 23.755/2026) focados no combate à desinformação e na regulamentação da Inteligência Artificial (IA). O maior alerta para o pleito deste ano envolve o uso ilícito de deepfakes — conteúdos audiovisuais sintéticos que simulam voz e imagem de personalidades públicas com realismo extremo.

Horário eleitoral no Rádio e Televisão

O horário eleitoral gratuito, exibido no rádio e na televisão durante as eleições, já tem data para começar em 2026. Os programas dos candidatos entram no ar em 28 de agosto. No 1º Turno, a veiculação está liberada entre 28 de agosto e 1º de outubro. Já no 2º Turno (se houver para Governador ou Presidente), a exibição será entre 9 e 23 de outubro.

O Poder

Prisão de presidente da Conafer abre caminho para delação contra Centrão

13/08/2026

A prisão do presidente da Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais, a Conafer, Carlos Roberto Ferreira Lopes, é uma notícia considerada ruim especialmente para o Centrão.

As negociações

Fontes que acompanham o caso relataram que a negociação para que ele se entregasse foi conduzida nos últimos dias com seus advogados e que há expectativa de que ele faça uma colaboração premiada, o que tenderia a atingir figuras do Centrão.

Elo com os parlamentares

Isso porque a Conafer é considerada a entidade com elos com deputados e senadores do grupo com papel central nas investigações das fraudes do INSS.

As investigações

O presidente da Conafer e a entidade são centrais nas investigações das fraudes do INSS, que apura descontos indevidos bilionários em benefícios de aposentados e pensionistas. O presidente da entidade já havia sido indiciado pela...

A prisão do presidente da Confederação Nacional de Agricultores Familiares e Empreendedores Familiares Rurais, a Conafer, Carlos Roberto Ferreira Lopes, é uma notícia considerada ruim especialmente para o Centrão.

As negociações

Fontes que acompanham o caso relataram que a negociação para que ele se entregasse foi conduzida nos últimos dias com seus advogados e que há expectativa de que ele faça uma colaboração premiada, o que tenderia a atingir figuras do Centrão.

Elo com os parlamentares

Isso porque a Conafer é considerada a entidade com elos com deputados e senadores do grupo com papel central nas investigações das fraudes do INSS.

As investigações

O presidente da Conafer e a entidade são centrais nas investigações das fraudes do INSS, que apura descontos indevidos bilionários em benefícios de aposentados e pensionistas. O presidente da entidade já havia sido indiciado pela PF no primeiro inquérito do caso junto com outras 47 pessoas.

Com CNN

PF cumpre mandado de busca e apreensão contra advogado Nelson Wilians

13/08/2026

A Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão na casa do advogado Nelson Willians no âmbito da Operação Arena, deflagrada na manhã de hoje, quinta-feira (13/08) e autorizada pela 4ª Vara Federal da Paraíba.

Segunda operação

Esta é a segunda operação mirando o advogado no último mês. Em julho, Willians foi alvo de uma operação voltada a desarticular uma organização suspeita de comercializar créditos de ICMS fraudulentos. Na Paraíba, a PF e Receita Federal cumpriram mandado de busca e apreensão em escritório de contabilidade ligado à PixBet em Campina Grande/PB

Miram

Os investigadores miram grupo empresarial suspeito de utilizar estrutura societária e financeira no exterior para ocultar a origem e a destinação de recursos provenientes da exploração de jogos de azar e de apostas esportivas.

Principal alvo

Segundo a investigação, o principal alvo da operação é a empresa P...

A Polícia Federal cumpre mandado de busca e apreensão na casa do advogado Nelson Willians no âmbito da Operação Arena, deflagrada na manhã de hoje, quinta-feira (13/08) e autorizada pela 4ª Vara Federal da Paraíba.

Segunda operação

Esta é a segunda operação mirando o advogado no último mês. Em julho, Willians foi alvo de uma operação voltada a desarticular uma organização suspeita de comercializar créditos de ICMS fraudulentos. Na Paraíba, a PF e Receita Federal cumpriram mandado de busca e apreensão em escritório de contabilidade ligado à PixBet em Campina Grande/PB

Miram

Os investigadores miram grupo empresarial suspeito de utilizar estrutura societária e financeira no exterior para ocultar a origem e a destinação de recursos provenientes da exploração de jogos de azar e de apostas esportivas.

Principal alvo

Segundo a investigação, o principal alvo da operação é a empresa PixBet, antiga patrocinadora de times de futebol como Flamengo, Santos e Vasco. Um ponto crítico é uma transferência suspeita envolvendo a PixStar, empresa fantasma com sede na ilha de Curação, no Caribe.

Identificou

A Polícia Federal identificou pagamentos entre as duas companhias. Além disso, conforme, conforme a PF, Nelson Wilians consta como advogado da PixBet em uma ação na Justiça Federal da Paraíba.

17 mandados

Os agentes cumprem 17 mandados de busca e apreensão, quebra de sigilo telemático e bancário e sequestro de até R$ 1,1 bilhão nos estados da Paraíba, de São Paulo, de Sergipe, do Rio de Janeiro e do Paraná.

Investiga

A operação investiga os crimes de evasão de dívidas, lavagem de dinheiro, além de outros crimes contra o sistema financeiro nacional. Um gráfico elaborado pela Receita Federal evidencia como funciona o suposto esquema investigado.

O Poder

O perigo de confundir a disputa (crônica-2026), por Walmir Chagas*

13/08/2026

"No Brasil, a democracia costuma ser tratada como se fosse uma arena onde todos os adversários jogassem segundo as mesmas regras. Disputam-se projetos, programas, visões de mundo. Uns defendem mais Estado; outros, mais mercado. Uns apostam na ampliação dos direitos sociais; outros, na redução da presença pública na vida econômica. Essa disputa é legítima. É, em certa medida, o próprio movimento da democracia.

Luta ideológica

Uma coisa é a luta ideológica entre projetos progressistas e democráticos para chegar ao poder por meio do voto, das propostas e da organização popular. Pode haver divergências profundas entre aqueles que desejam melhorar a vida do povo. Podem existir desacordos sobre os caminhos da educação, da saúde, da economia, da cultura, da segurança pública e da distribuição de renda. Tudo isso pertence ao campo legítimo da política.

Possibilidade

Outra coisa, muito diferente, é a possibilidade de uma...

"No Brasil, a democracia costuma ser tratada como se fosse uma arena onde todos os adversários jogassem segundo as mesmas regras. Disputam-se projetos, programas, visões de mundo. Uns defendem mais Estado; outros, mais mercado. Uns apostam na ampliação dos direitos sociais; outros, na redução da presença pública na vida econômica. Essa disputa é legítima. É, em certa medida, o próprio movimento da democracia.

Luta ideológica

Uma coisa é a luta ideológica entre projetos progressistas e democráticos para chegar ao poder por meio do voto, das propostas e da organização popular. Pode haver divergências profundas entre aqueles que desejam melhorar a vida do povo. Podem existir desacordos sobre os caminhos da educação, da saúde, da economia, da cultura, da segurança pública e da distribuição de renda. Tudo isso pertence ao campo legítimo da política.

Possibilidade

Outra coisa, muito diferente, é a possibilidade de uma extrema-direita antidemocrática assumir o poder para enfraquecer justamente as condições que permitiram sua chegada. Aí não se trata apenas de uma mudança de governo. Trata-se do risco de transformar o voto em instrumento de sua própria destruição; de usar as instituições para esvaziá-las; de convocar o povo às urnas para, depois, retirar do povo a capacidade de decidir.

O perigo

O perigo começa quando o adversário político deixa de ser visto como alguém que pensa diferente e passa a ser tratado como inimigo a ser eliminado. Quando a imprensa independente é apresentada como ameaça. Quando a universidade vira suspeita. Quando a cultura é acusada de corrupção moral. Quando os movimentos sociais são criminalizados. Quando juízes, professores, artistas, jornalistas e defensores dos direitos humanos são convertidos em alvos.

A extrema-direita antidemocrática não precisa necessariamente anunciar, no primeiro dia, que pretende acabar com a democracia. Muitas vezes, chega ao poder prometendo restaurar a ordem, salvar a pátria, proteger a família e devolver ao país uma grandeza supostamente perdida. O discurso parece simples, forte e redentor. Mas, por trás dele, pode haver o desprezo pela pluralidade, pela diferença, pelos pobres, pelas minorias e pelos limites constitucionais do poder.

O autoritarismo

O autoritarismo raramente aparece vestido de monstro. Às vezes, chega de terno, com slogans patrióticos e palavras de efeito. Apresenta-se como a última esperança contra o caos. Promete uma limpeza geral, como se a sociedade fosse uma casa suja e milhões de cidadãos pudessem ser varridos para fora dela. O problema é que, quando se entrega a alguém o direito de definir quem pertence à nação, ninguém permanece verdadeiramente seguro.

Por isso, é preciso distinguir as batalhas. A luta entre projetos democráticos, mesmo quando dura e áspera, pode produzir avanços. Um governo progressista pode ser criticado por outro setor progressista. Uma proposta de esquerda pode ser substituída por outra proposta de esquerda. A sociedade pode corrigir seus caminhos. O povo pode experimentar, avaliar, rejeitar e escolher novamente.

Reacionários

Mas, se os reacionários chegam ao poder com o propósito de destruir as garantias democráticas, a possibilidade de escolher novamente pode ser a primeira coisa sacrificada. O Parlamento pode ser reduzido a uma plateia. A Justiça pode ser submetida à pressão. A educação pode ser moldada pelo medo. A cultura pode ser empurrada para a censura. E a política, que deveria ser o espaço do conflito civilizado, pode ser transformada em uma guerra permanente contra os considerados inimigos da pátria.

Eleitor

Não se trata de dizer que todo eleitor de direita é fascista, nem de negar o direito à crítica, à oposição ou à alternância de poder. A democracia não pode pertencer a um partido, a uma corrente ideológica ou a um grupo social. Ela precisa garantir espaço inclusive para aqueles que discordam das maiorias de ocasião. O que não pode ser aceito é o projeto de utilizar a democracia como escada para depois quebrar os degraus.
É nesse ponto que a responsabilidade histórica se impõe. Progressistas, democratas, liberais, social-democratas e todos os que reconhecem o valor da liberdade precisam compreender que há momentos em que a divergência política não pode obscurecer o perigo maior. A crítica entre projetos é necessária; a defesa das instituições democráticas é indispensável.

O Brasil

O Brasil não precisa de unanimidade. Precisa de debate. Não precisa de silêncio. Precisa de liberdade. Não precisa de um povo obediente a um líder providencial, mas de cidadãos capazes de decidir os rumos do país, inclusive quando erram — e de corrigir seus erros sem medo, sem violência e sem tutela.

A democracia

A democracia não é um objeto guardado numa vitrine. É uma construção diária, feita de eleições, direitos, instituições, memória, participação e vigilância. Quando a extrema-direita antidemocrática ameaça tomar o poder, não está em jogo apenas quem ocupará o Palácio. Está em jogo a possibilidade de o povo continuar sendo o verdadeiro autor da história.

E talvez seja esse o maior perigo: perceber tarde demais que, enquanto discutíamos qual projeto democrático era melhor, alguém trabalhava para impedir que o povo pudesse escolher qualquer projeto.

*Walmir Chagas é multiartista e livre pensador.

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder acolhe o contraditório e estimula o livre debate de ideias

MDB da Paraíba registra candidaturas de Veneziano e André Gadelha ao Senado

13/08/2026

O MDB registrou as candidaturas de André Gadelha e Veneziano Vital do Rêgo ao Senado. Segundo o site Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais, sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que traz informações sobre os candidatos, o partido também registrou os suplentes de André e Veneziano.

Os nomes

A candidatura de André Gadelha (MDB) ao Senado Federal avançou para a etapa formal na Justiça Eleitoral. Ontem, quarta-feira (12/08), o nome do emedebista já aparece no sistema DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com a situação “concorrendo” para uma das duas vagas da Paraíba no Senado.

Os suplentes

André Gadelha terá como primeira suplente Ivonete Ludgério (PSD). O segundo suplente será Assis Freire (MDB). Já Veneziano terá como primeira suplente Janine Lucena e como segundo suplente Paulo Rebello.

Coligação

A candidatura integra a coligação “Juntos pa...

O MDB registrou as candidaturas de André Gadelha e Veneziano Vital do Rêgo ao Senado. Segundo o site Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais, sistema do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que traz informações sobre os candidatos, o partido também registrou os suplentes de André e Veneziano.

Os nomes

A candidatura de André Gadelha (MDB) ao Senado Federal avançou para a etapa formal na Justiça Eleitoral. Ontem, quarta-feira (12/08), o nome do emedebista já aparece no sistema DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com a situação “concorrendo” para uma das duas vagas da Paraíba no Senado.

Os suplentes

André Gadelha terá como primeira suplente Ivonete Ludgério (PSD). O segundo suplente será Assis Freire (MDB). Já Veneziano terá como primeira suplente Janine Lucena e como segundo suplente Paulo Rebello.

Coligação

A candidatura integra a coligação “Juntos para a Paraíba Dar o Próximo Passo”, formada por MDB, Democrata, PSD e Federação PSDB/Cidadania.

O calendário

O calendário eleitoral estabelece 15 de agosto como prazo final para apresentação dos registros. A campanha começa oficialmente no dia seguinte, 16 de agosto. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, quando os eleitores paraibanos votarão para presidente da República, governador, dois senadores, deputados federais e deputados estaduais.

Confirma

A formalização do nome de André Gadelha confirma no sistema eleitoral uma candidatura que vinha sendo articulada pelo MDB. O nome foi aclamado na chapa durante a convenção estadual realizada em João Pessoa, ao lado de Cícero Lucena e Veneziano Vital do Rêgo.

As candidaturas

Com a aproximação do fim do prazo para os registros, a disputa pelas duas vagas da Paraíba no Senado entra na fase de formalização das candidaturas, antes do início oficial da campanha eleitoral.
O Poder


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Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta quinta-feira

13/08/2026

Brasília, 13 de agosto de 2026
Cheguei Brasil vamos ?


Brasília acordou nesta quinta-feira com inteligência artificial no TSE, bilhões atravessando o teto, salários também atravessando o teto, Discord na mira da ANPD e campanha eleitoral praticamente na porta. Lula e Alcolumbre ensaiam uma reaproximação, Flávio Bolsonaro espera uma definição sobre como poderá usar a imagem do pai e o STF continua com agenda suficiente para não deixar ninguém entediado.

Em resumo: faltam poucos dias para a campanha começar oficialmente, mas Brasília claramente não recebeu o memorando pedindo para esperar.


TSE discute IA: a campanha de 2026 ganha seu primeiro grande teste digital

Os ministros do TSE se reúnem nesta quinta-feira para buscar um entendimento sobre os limites do uso de inteligência artificial nas eleições. A discussão ganhou urgência após o caso envolvendo um vídeo gerado por IA no qual Jair Bolsonaro man...

Brasília, 13 de agosto de 2026
Cheguei Brasil vamos ?


Brasília acordou nesta quinta-feira com inteligência artificial no TSE, bilhões atravessando o teto, salários também atravessando o teto, Discord na mira da ANPD e campanha eleitoral praticamente na porta. Lula e Alcolumbre ensaiam uma reaproximação, Flávio Bolsonaro espera uma definição sobre como poderá usar a imagem do pai e o STF continua com agenda suficiente para não deixar ninguém entediado.

Em resumo: faltam poucos dias para a campanha começar oficialmente, mas Brasília claramente não recebeu o memorando pedindo para esperar.


TSE discute IA: a campanha de 2026 ganha seu primeiro grande teste digital

Os ministros do TSE se reúnem nesta quinta-feira para buscar um entendimento sobre os limites do uso de inteligência artificial nas eleições. A discussão ganhou urgência após o caso envolvendo um vídeo gerado por IA no qual Jair Bolsonaro manifesta apoio ao filho Flávio. A tendência relatada é de restrição a deepfakes, sem necessariamente impedir o uso de fotos e vídeos reais de arquivo. A definição terá impacto muito além de uma candidatura: poderá estabelecer o primeiro grande marco prático da Justiça Eleitoral sobre conteúdo sintético na campanha de 2026.

A eleição começa nas ruas no domingo. No algoritmo, ela começou faz tempo.


Flávio espera o TSE – E o TSE pode definir mais que uma propaganda

A campanha de Flávio Bolsonaro acompanha diretamente a reunião da Corte porque pretende definir, a partir dela, como poderá explorar eleitoralmente a imagem de Jair Bolsonaro. O episódio é estratégico: a discussão não envolve apenas tecnologia, mas também transferência de capital político, memória visual, emoção e mobilização da militância. Uma imagem verdadeira de arquivo e uma imagem artificial podem produzir efeitos semelhantes sobre o eleitor, embora juridicamente sejam coisas completamente diferentes.

Leitura AtivaWeb: este pode ser um dos primeiros grandes embates entre legislação eleitoral e engenharia de narrativa de 2026.

O desafio da Justiça não será regular apenas a IA. Será regular uma campanha em que o real e o artificial disputarão atenção na mesma tela.


Domingo tem largada oficial – mais os presidenciáveis já estão aquecendo o motor

Os candidatos começam oficialmente a campanha no próximo domingo com estratégias bastante diferentes: eventos, atos públicos, carreatas e agendas regionais. Lula também grava nesta quinta vídeos de apoio a candidatos estaduais, sinal de que a nacionalização das disputas locais já entrou na estratégia eleitoral.

A partir do fim de semana, o que hoje ainda parece movimentação de pré-campanha vira disputa oficial por agenda, imagem, emoção e alcance digital.

A campanha começa domingo. A disputa pelo algoritmo não teve período de silêncio.


Lula + Alcolumbre: Em Brasília, reconciliação também pode ter planilha eleitoral


Lula e Davi Alcolumbre voltaram a conversar em um movimento interpretado nos bastidores como reaproximação política. Há interesses dos dois lados: Lula pensa em governabilidade caso seja reeleito, enquanto Alcolumbre observa sua própria permanência no comando do Senado em 2027, diante da movimentação de nomes ligados à oposição. O encontro ocorre depois de desgastes importantes entre Planalto e Senado e mostra que, em Brasília, alianças raramente morrem; às vezes apenas entram em modo avião.

Leitura estratégica: mais importante que uma declaração pública de apoio será acompanhar votações, composição de alianças estaduais e sinalizações da bancada do Senado.

Na política, reaproximação não precisa de abraço. Às vezes basta matemática.


Congresso libera até R$ 7,5 bilhões fora do teto – e o fiscal ganha novo capítulo

Com apoio do governo, Câmara e Senado aprovaram dispositivo que permite retirar do limite fiscal despesas estratégicas da Defesa Nacional. O texto autoriza até R$ 5 bilhões, com possibilidade de ampliação em 50%, chegando a R$ 7,5 bilhões em 2026. O governo argumenta que o projeto também cria mecanismos capazes de reduzir despesas obrigatórias em 2027.

Politicamente, porém, a manchete é fácil de entender e ainda mais fácil de transformar em conteúdo nas redes: “gasto acima do teto”. Esse enquadramento tende a alimentar a disputa entre responsabilidade fiscal, investimentos estratégicos e narrativa eleitoral.

Em Brasília, teto fiscal aparentemente também precisa acompanhar a expansão do imóvel.


462 pagamentos acima do limite: o teto do Judiciário volta ao debate

Levantamento divulgado nesta quinta mostra que tribunais superiores fizeram, entre abril e julho, 426 pagamentos acima dos R$ 78,8 mil estabelecidos como limite pelo STF para remunerações com adicionais. Entre eles, 176 contracheques ultrapassaram R$ 100 mil. (CNN Brasil??)

O assunto reúne todos os ingredientes de alto potencial digital: dinheiro público, funcionalismo, privilégios e Judiciário. Mesmo quando há justificativas jurídicas ou indenizatórias para parcelas específicas, a comunicação pública do tema é extremamente difícil porque o cidadão compara imediatamente os valores com sua própria renda.

Potencial de repercussão: muito alto.

Quando o número precisa de três dígitos antes do “mil”, a explicação jurídica costuma perder para o print.


ANPD manda discord suspender lives – proteção infantil encontra a fronteira da tecnologia

A ANPD determinou que o Discord suspenda no Brasil sua funcionalidade de transmissões ao vivo, o GoLive, dando prazo de três dias úteis para a adequação. A medida ocorre após investigação envolvendo riscos graves para crianças e adolescentes e críticas aos mecanismos de verificação de idade da plataforma. O Discord permanece funcionando normalmente nas demais funções.

O caso abre um debate maior sobre responsabilidade das plataformas, criptografia, proteção de menores, aferição de idade e capacidade regulatória do Estado. Especialistas já discutem possíveis consequências da decisão para sistemas protegidos por criptografia.

Leitura AtivaWeb: este assunto pode ultrapassar rapidamente o universo técnico e se transformar numa discussão nacional sobre soberania digital e limites regulatórios das plataformas.

A internet deixou de perguntar apenas “o que é possível fazer?”. Agora precisa responder “quem é responsável quando dá errado?”.


Fux tenta destravar R$ 6,6 bilhões para o BRB

O ministro Luiz Fux realiza nesta quinta-feira nova audiência envolvendo GDF, União e Fundo Garantidor de Créditos para discutir um empréstimo de R$ 6,6 bilhões destinado à recomposição patrimonial do BRB, em meio aos desdobramentos relacionados às operações com o Banco Master.

O tema merece atenção porque conecta Judiciário, governo local, sistema financeiro e um caso que já possui forte sensibilidade política e digital. Qualquer nova informação envolvendo BRB ou Banco Master tende a ser imediatamente incorporada às narrativas políticas em circulação.

Quando política, banco e bilhões aparecem na mesma manchete, o algoritmo costuma pedir a pipoca.


PGR defende manutenção das restrições de visitas a Bolsonaro

A Procuradoria-Geral da República defendeu que o STF mantenha as atuais restrições de visitas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar. O tema volta a conectar Justiça e campanha eleitoral porque Bolsonaro continua exercendo forte influência sobre a mobilização política da direita e sobre a candidatura do filho.

Cada decisão envolvendo visitas, comunicação ou exposição pública tende a ultrapassar rapidamente o campo jurídico e virar combustível para as duas grandes narrativas: de um lado, cumprimento das decisões judiciais; do outro, restrição política ao principal símbolo do bolsonarismo.

Bolsonaro pode estar fora das ruas, mas continua muito dentro da campanha.


Novo poso para médicos e dentistas avança no Senado

A Comissão de Assuntos Econômicos aprovou proposta de novo piso salarial para médicos e dentistas, com previsão de implantação gradual. O tema ainda precisa percorrer etapas legislativas, mas possui grande potencial de mobilização por envolver remuneração profissional, orçamento público e impacto sobre sistemas de saúde.

A discussão deverá colocar de um lado a valorização das categorias e, de outro, o impacto financeiro para municípios, estados e instituições de saúde.

No Congresso, todo piso salarial vem acompanhado de uma pergunta inevitável: quem paga a conta?

Silvio Costa Filho vota favorável à desoneração dos combustíveis para fortalecer o setor sucroenergético brasileiro

13/08/2026

O deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) votou favoravelmente, nesta quarta-feira, ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026, que prevê medidas para reduzir o impacto da alta internacional do petróleo sobre os preços dos combustíveis no Brasil. O texto relatado pela deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO) prevê mecanismos para reduzir ou suspender tributos federais sobre combustíveis, incluindo gasolina, diesel e etanol.

Utiliza receitas

A proposta utiliza receitas extraordinárias obtidas pelo governo com o setor petrolífero para compensar a redução da carga tributária, buscando evitar que momentos de forte alta do petróleo tenham impacto direto no bolso dos consumidores. A versão ampliada do relatório também incorporou medidas relacionadas aos setores de fertilizantes, minerais críticos, saúde, Defesa e à realização da Copa do Mundo Feminina de 2027.

Destacou

Ao defender a aprovação da maté...

O deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) votou favoravelmente, nesta quarta-feira, ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026, que prevê medidas para reduzir o impacto da alta internacional do petróleo sobre os preços dos combustíveis no Brasil. O texto relatado pela deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO) prevê mecanismos para reduzir ou suspender tributos federais sobre combustíveis, incluindo gasolina, diesel e etanol.

Utiliza receitas

A proposta utiliza receitas extraordinárias obtidas pelo governo com o setor petrolífero para compensar a redução da carga tributária, buscando evitar que momentos de forte alta do petróleo tenham impacto direto no bolso dos consumidores. A versão ampliada do relatório também incorporou medidas relacionadas aos setores de fertilizantes, minerais críticos, saúde, Defesa e à realização da Copa do Mundo Feminina de 2027.

Destacou

Ao defender a aprovação da matéria, Silvio Costa Filho destacou o trabalho de construção realizado pela relatora Marussa Boldrin e ressaltou a importância do texto para o setor sucroenergético brasileiro, responsável pela geração de emprego e renda, especialmente no Nordeste.

"Como líder da Maioria, quero parabenizar a nossa querida relatora Marussa pelo excelente relatório que apresenta na tarde de hoje. Ela pôde, ao longo desses últimos dias, construir esse relatório com o setor produtivo, com a sociedade civil organizada, com o Governo, com todos os Líderes na Casa, para que aprovássemos, no dia de hoje, uma matéria tão importante para o setor sucroenergético brasileiro, um setor que gera emprego e renda", disse Silvio.

Acrescentou

O ex-ministro de Lula acrescentou que o fortalecimento da cadeia sucroenergética tem importância estratégica para o desenvolvimento regional e nacional.

“Isso será fundamental para fortalecer esse setor importante para o Nordeste e para o Brasil. Quero parabenizar V.Exa. Quem ganha com essa matéria é o povo brasileiro, porque o setor sucroenergético é fundamental para o desenvolvimento da economia brasileira, sobretudo para o Nordeste do Brasil, que estava sendo prejudicado por conta dessa crise internacional. Foram meses difíceis. Eu tenho certeza de que, com a aprovação desse PLP 114, hoje, é uma sinalização positiva para o mercado, para o setor, que vai permanecer se fortalecendo, gerando emprego, renda e movimentando a economia brasileira".

Reforça

A manifestação reforça a posição do parlamentar em defesa de medidas capazes de reduzir a pressão sobre os preços dos combustíveis e, ao mesmo tempo, fortalecer a produção nacional de biocombustíveis.

Responsável

A relatoria de Marussa Boldrin foi responsável por ampliar o alcance do texto original, incluindo mecanismos de incentivo a setores considerados estratégicos para a economia brasileira.

Câmara aprova PLP dos Combustíveis com pacote de isenções fiscais

13/08/2026

A Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem, quarta-feira (12/08) o PLP dos Combustíveis, que determina a redução ou a suspensão de impostos federais sobre gasolina, diesel e etanol durante momentos de forte alta do petróleo no mercado internacional. O texto, no entanto, incluiu outras isenções fiscais que não estavam previstas no começo das discussões.

Segue

O PLP 114/2016 segue agora para o Senado. A votação foi realizada depois de semanas de discussão sobre o projeto. Nesta terça, uma reunião entre a relatora, deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO), e o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, destravou o documento.

Acordo

O encontro levou a um acordo entre governo, Câmara e Senado. Este último aprovou, ainda na noite de terça, o projeto que incentiva a produção nacional de fertilizantes. Inicialmente, esse texto previa uma renúncia fiscal de R$ 2 bilhões ao ano por cinco anos, mas a manobra entre Exe...

A Câmara dos Deputados aprovou na noite de ontem, quarta-feira (12/08) o PLP dos Combustíveis, que determina a redução ou a suspensão de impostos federais sobre gasolina, diesel e etanol durante momentos de forte alta do petróleo no mercado internacional. O texto, no entanto, incluiu outras isenções fiscais que não estavam previstas no começo das discussões.

Segue

O PLP 114/2016 segue agora para o Senado. A votação foi realizada depois de semanas de discussão sobre o projeto. Nesta terça, uma reunião entre a relatora, deputada Marussa Boldrin (Republicanos-GO), e o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, destravou o documento.

Acordo

O encontro levou a um acordo entre governo, Câmara e Senado. Este último aprovou, ainda na noite de terça, o projeto que incentiva a produção nacional de fertilizantes. Inicialmente, esse texto previa uma renúncia fiscal de R$ 2 bilhões ao ano por cinco anos, mas a manobra entre Executivo e Legislativo fez com que o valor ficasse de fora da redação final.

As negociações

As negociações em torno do projeto incluiu uma série de jabutis no PLP dos Combustíveis que estabelecem a renúncia fiscal. Jabutis são trechos estranhos ao texto original são incluídos em uma proposta.

Isenção fiscal

Um deles é a isenção fiscal para a exploração de minerais críticos no país. Um projeto de 2024 que cria a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos já foi aprovado na Câmara, mas, para o presidente da Casa, é preciso ampliar os benefícios fiscais para essa atividade.

Abertura de crédito

Outra medida que foi incluída no projeto foi a abertura de crédito fiscal a projetos destinados à produção de fertilizantes no Brasil. O benefício poderá ser concedido até 2031 e corresponder a até 20% dos gastos com as atividades de produção. O limite previsto é de R$ 1 bilhão por ano entre 2027 e 2031. O texto permite ainda que esse limite seja ampliado em até R$ 1 bilhão por ato do Poder Executivo, desde que sejam observadas as regras orçamentárias.

Discussão arrastada

Os debates em torno do projeto começaram em abril, depois que o deputado Paulo Pimenta (PT-RS) apresentou o texto. O governo propunha a compensação fiscal para possíveis reduções de impostos a partir de recursos oriundos da venda de petróleo. A arrecadação extra com o comércio petrolífero serviria para suprir a renúncia fiscal com os combustíveis.

Preço do barril

No final de abril, o preço do barril de petróleo do tipo Brent, referência para a Europa e para o Brasil, registrava uma alta acumulada de 45% desde o início do conflito no Oriente Médio, em 28 de fevereiro. O valor, que estava em US$ 72 antes da guerra, chegou a ser cotado a US$ 105.
Ontem, terça-feira, o barril de petróleo fechou o dia sendo negociado a US$ 88,91 por barril.

Com apoio do governo, Congresso autoriza gasto de até R$ 7 bi acima do teto

13/08/2026

Em um intervalo de quase duas horas e com apoio do governo federal, o Congresso Nacional deu aval a um projeto que pode extrapolar o teto de gastos em até R$ 7,5 bilhões em 2026. Segundo o substitutivo do PLP (projeto de lei complementar) dos Combustíveis, o governo poderá deixar parte das despesas com projetos estratégicos de Defesa Nacional fora do teto de gastos e da meta de resultado primário.

O texto aprovado

De acordo com o texto aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal na noite de ontem, quarta-feira (12/08), o gasto extra teto poderá chegar a até R$ 7,5 bilhões ou até 50% a mais do que o limite original de R$ 5 bilhões.
A proposta, que agora segue para análise do Palácio do Planalto, prevê, por outro lado, duas travas para que o avanço desses gastos seja contidos em 2027.

Primeiro gatilho

O primeiro gatilho limita o crescimento das despesas resultantes de vinculações legais ao ritmo...

Em um intervalo de quase duas horas e com apoio do governo federal, o Congresso Nacional deu aval a um projeto que pode extrapolar o teto de gastos em até R$ 7,5 bilhões em 2026. Segundo o substitutivo do PLP (projeto de lei complementar) dos Combustíveis, o governo poderá deixar parte das despesas com projetos estratégicos de Defesa Nacional fora do teto de gastos e da meta de resultado primário.

O texto aprovado

De acordo com o texto aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal na noite de ontem, quarta-feira (12/08), o gasto extra teto poderá chegar a até R$ 7,5 bilhões ou até 50% a mais do que o limite original de R$ 5 bilhões.
A proposta, que agora segue para análise do Palácio do Planalto, prevê, por outro lado, duas travas para que o avanço desses gastos seja contidos em 2027.

Primeiro gatilho

O primeiro gatilho limita o crescimento das despesas resultantes de vinculações legais ao ritmo permitido pelo arcabouço fiscal. Na prática, a regra impede que despesas com crescimento definido por outras leis avancem em ritmo superior ao limite estabelecido para os gastos primários do governo.

Segundo gatilho

O segundo gatilho atua de outra forma: impede que uma receita de petróleo destinada ao Fundo Social seja contabilizada no cálculo de determinadas obrigações de despesa vinculadas à RCL (Receita Corrente Líquida).

Deve reduzir

Após a aprovação do texto por deputados e senadores, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que, com essas travas, o governo deve reduzir em cerca de R$ 10 bilhões as despesas obrigatórias em 2027.

Pesquisa Total - João Campos ultrapassa Raquel Lyra e assume liderança. Saiba porquê

13/08/2026

O quadro sucessório em Pernambuco continua de tirar o fôlego. A cada pesquisa, novas emoções. O levantamento divulgado hoje, quinta-feira, 13/08, assinado pela Revista Total Brasil, mostra João Campos com 48,13%, contra 45,88% da governadora Raquel Teixeira Lyra. A Total tem uma longa tradição de pesquisas eleitorais em Pernambuco.

A notícia

O ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) ultrapassou a governadora Raquel Lyra (PSD) na disputa pelo Governo de Pernambuco. Pesquisa do Instituto Revista Total Brasil, divulgada na madrugada desta quinta-feira (13/08), aponta o ex-prefeito com 48% das intenções de voto, contra 45% da governadora, no cenário estimulado.
Ivan Moraes (PSOL) aparece com 0,33% e Camila Falcão (UP), com 0,25%. Brancos e nulos somam 4,58%. Outros 0,75% disseram não saber em quem votar ou estão indecisos, enquanto 0,08% não responderam.

Comparativo

Na pesquisa anterior do instituto, divulg...

O quadro sucessório em Pernambuco continua de tirar o fôlego. A cada pesquisa, novas emoções. O levantamento divulgado hoje, quinta-feira, 13/08, assinado pela Revista Total Brasil, mostra João Campos com 48,13%, contra 45,88% da governadora Raquel Teixeira Lyra. A Total tem uma longa tradição de pesquisas eleitorais em Pernambuco.

A notícia

O ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) ultrapassou a governadora Raquel Lyra (PSD) na disputa pelo Governo de Pernambuco. Pesquisa do Instituto Revista Total Brasil, divulgada na madrugada desta quinta-feira (13/08), aponta o ex-prefeito com 48% das intenções de voto, contra 45% da governadora, no cenário estimulado.
Ivan Moraes (PSOL) aparece com 0,33% e Camila Falcão (UP), com 0,25%. Brancos e nulos somam 4,58%. Outros 0,75% disseram não saber em quem votar ou estão indecisos, enquanto 0,08% não responderam.

Comparativo

Na pesquisa anterior do instituto, divulgada em 28 de junho, a governadora estava 9 pontos percentuais à frente, com 51,17%, contra 41,75 de João Campos. Agora, João lidera numéricamente por 2,25 pontos, ainda dentro da margem de erro.

Razões

De junho para agosto, o prefeito do Recife ganhou 6,38 pontos percentuais, passando de 41% para 48%. Raquel caiu 5,29 pontos, de 51% para 45%. Os números não surpreendem. A governadora, em junho, estava no seu melhor momento, com uma carga publicitária nunca vista. E João fora da prefeitura. De lá para cá, a disputa ficou menos desequilibrada, neste item. Além disso, Lula explicitou claramente que João é o seu candidato, enquanto Raquel povoou seu palanque com bolsonaristas, definindo mesmo sem assumir o seu lado na disputa.

Embuança para o Senado

Enquanto a chapa de João está formada há meses, a de Raquel entrou em um processo inédito de chafurdação, com idas e vindas, chantagens e ameaças. Aparentemente, o buruçu desgastante só foi pacificado na noite de ontem, quarta-feira 12/08. Quando Túlio Gadelha desistiu de desistir do Senado e Dudu da Fonte aceitou um suplente que não queria. Miguel Coelho parece conformado com sua derrota e com a traição da qual foi vítima e é candidato a deputado. E Mendonça, do PL, candidato independente da direita apoiando Raquel, aparece subindo nas pesquisas.

E mais

Além disso, houve o episódio da declaração de renda, que ultrapassa a marca do ridículo. O tema virou gréia, a governadora pegou ar. Fez até BO contra a gaiatice dos que tiraram onda com o fato pitoresco de Raquel ter apenas um real na conta. Virou chacota nacional.

Ainda mais

Além de tetos de hospitais com fachada reformada continuarem desabando sobre pacientes e a educação destrambelhada, Raquel Teixeira Lyra adotou a exótica estratégia de, ela mesma, apresentar esqueletos e mais esqueletos de obras inacabadas, na maioria apenas iniciadas. E mais: passou a mostrar prédios estaduais em escombros dizendo que aqui seria isso, aqui vai ser aquilo. Coisa claramente eleitoreira e sem credibilidade, para quem prometeu concluir 250 creches e até agora entregou 13.

A pesquisa Total

Também mediu a rejeição dos candidatos. Nesse levantamento, Raquel aparece com o maior percentual. Quando perguntando em quem “não votaria de jeito nenhum”, 47,54% dos entrevistados apontaram Raquel Lyra. João Campos foi citado por 40,13%. O que indica a radicalização do quadro. Ivan Moraes aparece com 2,50% e Camila Falcão, com 1,75%. Branco ou nulo soma 5,16%. Outros 1,92% não souberam responder ou estão indecisos e 1% não respondeu.

Metodologia

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número PE-05026/2026. Foram ouvidos 1.200 eleitores, entre os dias 7 e 9 de agosto, em entrevistas presenciais. O levantamento ouviu eleitores em municípios das cinco mesorregiões de Pernambuco e considerou, na ponderação da amostra, sexo, faixa etária, escolaridade e nível econômico. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é 2,31 pontos percentuais para mais ou para menos.

Foto: Hesíodo Gomes.

Câmara aprova PLP 114/2026, relatado por Marussa Boldrin

12/08/2026

Câmara aprova medidas para combustíveis, biocombustíveis e fertilizantes. Relatora foi Marussa Boldrim

O Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou emendas e destaques e aprovou a redação final da proposta, que cria mecanismos para enfrentar choques no mercado internacional de energia e incorpora incentivos a cadeias estratégicas da economia brasileira. Uma medida da maior importância no mundo atual.

A notícia

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, hoje quarta-feira (12/08), a redação final do Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026, na forma do substitutivo apresentado pela relatora, deputada Marussa Boldrin (Republicanos/GO), vice-presidente do Conselho Consultivo da Frente Parlamentar de Recursos Naturais e Energia.

O texto-base

Foi aprovado por 318 votos favoráveis e 113 contrários. Na sequência, foram rejeitadas as emendas e os destaques apresentados.

A matéria<...

Câmara aprova medidas para combustíveis, biocombustíveis e fertilizantes. Relatora foi Marussa Boldrim

O Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou emendas e destaques e aprovou a redação final da proposta, que cria mecanismos para enfrentar choques no mercado internacional de energia e incorpora incentivos a cadeias estratégicas da economia brasileira. Uma medida da maior importância no mundo atual.

A notícia

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, hoje quarta-feira (12/08), a redação final do Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026, na forma do substitutivo apresentado pela relatora, deputada Marussa Boldrin (Republicanos/GO), vice-presidente do Conselho Consultivo da Frente Parlamentar de Recursos Naturais e Energia.

O texto-base

Foi aprovado por 318 votos favoráveis e 113 contrários. Na sequência, foram rejeitadas as emendas e os destaques apresentados.

A matéria

Estabelece um regime excepcional para permitir que renúncias de receita destinadas a mitigar os impactos econômicos de choques no mercado internacional de energia sejam compensadas por aumento extraordinário de receitas da União decorrente, direta ou indiretamente, desses mesmos eventos. A medida é restrita ao exercício de 2026 e prevê mecanismos de acompanhamento, demonstração de impacto e compensação fiscal.
O substitutivo amplia o alcance da proposta original e reúne um conjunto de medidas com impacto direto sobre diferentes segmentos da cadeia energética e industrial brasileira.

Vantagem competitiva

Um dos pontos do texto é a preservação da diferenciação competitiva dos biocombustíveis. O substitutivo estabelece que eventual redução da tributação incidente sobre combustíveis fósseis deverá preservar a vantagem competitiva correspondente dos biocombustíveis. No caso de redução de 30% ou mais da tributação federal da gasolina em relação ao período anterior ao conflito, o texto prevê redução a zero das respectivas alíquotas do etanol.

A proposta

Também prevê subvenção extraordinária de até R$ 1,2 bilhão aos produtores e cooperativas de produtores de etanol hidratado, destinada a assegurar a manutenção dessa diferenciação competitiva durante o período definido no texto, de 25 de maio a 11 de agosto de 2026.

Outro dispositivo

Autoriza produtores de etanol a utilizar saldos credores de PIS/Pasep e Cofins para compensação com débitos tributários, limitado a R$ 750 milhões em 2026.

Segurança e previsibilidade para o setor de combustíveis

O substitutivo também estabelece que, em políticas de subvenção ou ressarcimento destinadas a agentes econômicos do setor de combustíveis, os valores devidos deverão ser pagos integralmente em até 30 dias após a apresentação da comprovação. O texto ainda prevê mecanismos de atualização e reconhecimento de créditos em caso de inadimplemento.

Receitas extraordinárias

Para viabilizar o mecanismo de compensação previsto no projeto, o texto considera como receitas extraordinárias, entre outras, royalties e participação especial da União decorrentes da exploração de petróleo e gás natural, receitas tributárias do setor de óleo e gás e dividendos recebidos pela União de empresas do setor.

Fala Marissa

Segundo a relatora, a elevação dos preços internacionais do petróleo produz um efeito simultâneo sobre a economia brasileira: aumenta os custos dos combustíveis e insumos, mas também gera arrecadação extraordinária para a União. Dados citados no parecer apontam que a arrecadação da atividade de extração de petróleo e gás natural alcançou R$ 28,654 bilhões entre janeiro e março de 2026, ante R$ 9,207 bilhões no mesmo período de 2025.

O texto aprovado

Também incorpora medidas voltadas à segurança produtiva e à soberania tecnológica nacional. Entre elas está a autorização para concessão de crédito fiscal a projetos destinados à produção nacional de fertilizantes e suas matérias-primas, além de remineralizadores, bioinsumos e biofertilizantes. O mecanismo poderá alcançar até 20% dos dispêndios com as atividades de produção, respeitados os limites previstos no projeto.

A proposta

Prevê ainda medidas específicas relacionadas à Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, reconhecendo o caráter estratégico dessas cadeias para a transição energética e a soberania tecnológica brasileira. Agora, a matéria seguirá para apreciação do Senado Federal.

INTÉ

Para o Instituto Brasileiro de Transição Energética (INTÉ), a aprovação representa um avanço na construção de instrumentos capazes de ampliar a capacidade de resposta do país diante de choques externos no mercado de energia, ao mesmo tempo em que fortalece cadeias estratégicas para a economia brasileira, como combustíveis, biocombustíveis, petróleo e gás, minerais críticos e fertilizantes.

Raquel Teixeira Lyra intimada pelo TRE após não apresentar programa de governo

12/08/2026

Uma exigência legal para o registro das candidaturas é a apresentação do programa de governo. A governadora de Pernambuco, Raquel Teixeira Lyra, não cumpriu esta necessidade muito simples. Agora, a
governadora terá três dias para apresentar documento obrigatório.
A pendência foi identificada durante análise do pedido de registro para disputar a reeleição. Mais uma coisa de Raquel difícil de acreditar. Mas a gente não brinca.

A notícia

A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Teixeira Lyra (PSD), foi intimada pela Justiça Eleitoral após não apresentar o programa de governo entre os documentos que integram seu pedido de registro de candidatura. A pendência foi identificada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) durante a análise da documentação apresentada pela chapa governista.

Corre, Raquel

De acordo com a intimação expedida no processo de Registro de Candidatura...

Uma exigência legal para o registro das candidaturas é a apresentação do programa de governo. A governadora de Pernambuco, Raquel Teixeira Lyra, não cumpriu esta necessidade muito simples. Agora, a
governadora terá três dias para apresentar documento obrigatório.
A pendência foi identificada durante análise do pedido de registro para disputar a reeleição. Mais uma coisa de Raquel difícil de acreditar. Mas a gente não brinca.

A notícia

A governadora de Pernambuco e candidata à reeleição, Raquel Teixeira Lyra (PSD), foi intimada pela Justiça Eleitoral após não apresentar o programa de governo entre os documentos que integram seu pedido de registro de candidatura. A pendência foi identificada pelo Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) durante a análise da documentação apresentada pela chapa governista.

Corre, Raquel

De acordo com a intimação expedida no processo de Registro de Candidatura (RRC) nº 0600840-70.2026.6.17.0000, Raquel Lyra terá prazo de três dias para regularizar as falhas verificadas no requerimento, sob pena de indeferimento do pedido.

No documento

O TRE-PE aponta expressamente a ausência das propostas de governo. No campo destinado aos requisitos para o registro, a Justiça Eleitoral registra: “Não consta nos autos a proposta de governo da candidata. Apresentar a proposta de governo.”

O documento

Integra o processo de registro e permite que a Justiça Eleitoral e os próprios eleitores tenham acesso às diretrizes, compromissos e prioridades apresentadas por quem pretende governar o Estado.

A intimação

Ocorre após Raquel Teixeira Lyra formalizar sua candidatura à reeleição ao Governo de Pernambuco pela coligação Pernambuco de Coração, formada por Podemos, PSD, Avante, Federação PSDB Cidadania e Federação União Progressista.

Agora

A governadora precisa apresentar o documento dentro do prazo estabelecido pela Justiça Eleitoral para sanar a pendência e permitir o prosseguimento da análise de seu registro de candidatura.
Corre, Raquel. E "acorda pra jesus".

Sites oficiais registram pós-graduação que Flávio Bolsonaro não fez. Confira as novidades para o seu Papo da Noite

12/08/2026

Perfis do senador Flávio Bolsonaro, PL, candidato à Presidência, publicados nas páginas oficiais do Senado e da Assembleia Legislativa do RJ, Alerj, afirmam que ele tem pós-graduação em Ciências Políticas. A página da Alerj, onde ele foi deputado por 4 mandatos, diz que o curso foi feito na UFRJ. A universidade, contudo, afirmou não ter registros de que Flávio Bolsonaro estudou lá. Procurada, a campanha de Flávio Bolsonaro afirmou que se tratam de "erros ou equívocos, possivelmente extraídos de páginas como a Wikipedia".

- "Eventuais registros diferentes desses tratam-se de erros ou equívocos, possivelmente extraídos de páginas como a Wikipedia. A equipe do parlamentar já solicitou as correções junto à plataforma."

- A menção à pós-graduação em Ciências Políticas na UFRJ constava também na página com informações sobre o senador na Wikipedia até, hoje, quarta-feira, 12/08, quando foi retirada em uma edição, e em um perfil mantido pela assessoria de...

Perfis do senador Flávio Bolsonaro, PL, candidato à Presidência, publicados nas páginas oficiais do Senado e da Assembleia Legislativa do RJ, Alerj, afirmam que ele tem pós-graduação em Ciências Políticas. A página da Alerj, onde ele foi deputado por 4 mandatos, diz que o curso foi feito na UFRJ. A universidade, contudo, afirmou não ter registros de que Flávio Bolsonaro estudou lá. Procurada, a campanha de Flávio Bolsonaro afirmou que se tratam de "erros ou equívocos, possivelmente extraídos de páginas como a Wikipedia".

- "Eventuais registros diferentes desses tratam-se de erros ou equívocos, possivelmente extraídos de páginas como a Wikipedia. A equipe do parlamentar já solicitou as correções junto à plataforma."

- A menção à pós-graduação em Ciências Políticas na UFRJ constava também na página com informações sobre o senador na Wikipedia até, hoje, quarta-feira, 12/08, quando foi retirada em uma edição, e em um perfil mantido pela assessoria de Flávio Bolsonaro no LinkedIn, que saiu do ar. Em 27/07, a assessoria do candidato enviou ao G1 uma nota biográfica que também trazia a informação sobre a pós-graduação na UFRJ. (Com G1)

- Após reunião hoje pela manhã, Alcolumbre diz que diálogo com Lula foi "restabelecido".

- Congresso adia instalação da comissão da MP da "taxa das blusinhas".

- Maioridade penal: a Câmara dos Deputados instalou, hoje, quarta-feira, 12/08, a comissão especial responsável por analisar a PEC que prevê a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos. O plano de trabalho foi igualmente aprovado.


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- Eleições 2026: Lula inicia amanhã gravações com aliados que disputam governo e Senado

Lula fará vídeos com nomes que apoiará nas disputas majoritárias, em alguns casos, para candidatos de chapas distintas. Petista fará série de gravações amanhã de manhã, quinta-feira, 13/08, em Brasília, com candidatos ao governo e ao Senado que apoia nas eleições de 2026. Os vídeos devem ser feitos na casa que a campanha reservou para o núcleo de comunicação, no bairro Lago Sul, de Brasília. Depois da convenção que formalizou sua candidatura à reeleição, Lula passará a intensificar a gravação de vídeos para turbinar a campanha de aliados. Em alguns Estados, deve gravar para múltiplos candidatos ao Senado de chapas diferentes. Até agora, 2 vídeos de Lula se tornaram públicos. Em 15/06, declarou apoio à eleição de João Campos, PSB, ao governo pernambucano. No mesmo dia, em vídeo, anunciou apoio à reeleição de Veneziano, PB.

- Eleições 2026: Flávio Bolsonaro, defende o fim da reeleição para presidente caso seja eleito em outubro de 2026.

- STF: Moraes diz que 1,1 mil magistrados ganharam mais de R$ 100 mil mensais com "pagamentos exorbitantes". Ministro ordenou que 7 tribunais estaduais devolvam penduricalhos vetados pelo Supremo.


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- Caso Discord: Diretor da ANPD diz que suspensão não encerra investigação contra Discord.

Caso Discord: reportagem revelou como lives na plataforma eram usadas para envolver adolescentes em violência extrema. Reportagem acompanhou servidores que promoviam desafios perversos, automutilação e maus-tratos contra animais em transmissões. Casos recentes levaram suspensão das transmissões ao vivo da plataforma no Brasil. Decisão foi anunciada hoje, quarta-feira, 12/08.

- Eleições 2026: Michelle atende pedido de Bolsonaro ao gravar vídeo com Flávio. Segundo relatos, Bolsonaro insistiu que a saia-justa entre a madrasta e o enteado fosse superada. (Com CNN)


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- Eleições 2026: Lula registrou no TSE a foto que vai identificá-lo na urna eletrônica nas eleições de 2026. Lula concorre à Presidência desde 1989 e, pela primeira vez, usará um chapéu na imagem. A regra eleitoral, em princípio, veda o uso de adornos na foto de urna. Uma decisão da Corte de 2022 flexibilizou essa regra por motivos de outro candidato.

- Caso do juiz fastado do cargo em MG: Juiz que bebeu vinho em sessão continuará com salário de R$ 83,5 mil. Milton já foi advertido por ir alcoolizado à casa de desembargadora.

- Homenagem: Câmara Municipal do Recife aprova Título de Cidadão Recifense para o ator Wagner Moura. Projeto foi aprovado com 25 votos favoráveis e três contrários.

- Eleições 2026: A Justiça Eleitoral de Pernambuco recebeu o pedido de registro de 773 candidaturas, até o dia 11/08, para as Eleições Gerais de 2026.


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- Eleições 2026: Raquel Teixeira Lyra declara R$ 359 mil em bens e conta bancária com R$ 1,00 ao TSE

A governadora de Pernambuco, Raquel Teixeira Lyra, declarou R$ 359.498,33 em bens ao TSE em sua campanha de reeleição. Já a vice-governadora Priscila Krause, também candidata à reeleição no cargo, informou patrimônio de R$ 145.474,59. Os dados foram registrados na plataforma Divulgacand, do TSE. O valor declarado por Raquel Teixeira Lyra representa uma evolução patrimonial de 5,56% em relação a 2022, quando ela informou ao TSE um total de R$ 340.576,99 ao ser eleita governadora. A diferença entre os 2 registros é de R$ 18.921,34. Raquel Teixeira Lyra informou ainda um depósito de R$ 1,00 em conta bancária, dado que gerou reação nas redes sociais.

- Descaso nos Hospitais do Estado de PE: Problemas no Hospital Agamenon Magalhães, HAM. De acordo com a auditoria do TCE-PE, que analisou a capacidade de realização de cirurgias eletivas em 2024 no HAM, foram constatados deficiências estruturais, falhas nos processos de programação e execução cirúrgica, elevado índice de cancelamentos e existência de fila de pacientes para cirurgias.


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- 20 anos da Lei Maria da Penha: Prefeitura do Recife promove programação especial do Agosto Lilás

Durante todo o mês de agosto, a Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria da Mulher, promove uma ampla programação em alusão ao Agosto Lilás, campanha nacional de conscientização pelo fim da violência contra as mulheres. Em 2026, a Lei Maria da Penha completa 20 anos. Ao longo de todo o mês, serão realizadas formações para profissionais da saúde, rodas de diálogo, palestras, oficinas, ações culturais, intervenções em escolas e unidades de saúde, além de atividades voltadas ao fortalecimento sociopolítico das mulheres. A programação completa segue em anexo. Entre os destaques da programação está o seminário "Pela Vida das Mulheres – 20 anos da Lei Maria da Penha", que será realizado nesta sexta-feira, 14/08, às 09h00, no COMPAZ Ariano Suassuna, para refletir sobre os avanços conquistados nas últimas duas décadas e os desafios ainda presentes na garantia dos direitos das mulheres. (Foto: PCR)

- Prefeitura do Recife: Obra de R$ 45,5 milhões transforma Vila dos Milagres e prevê proteção de centenas de famílias.

- Avanço em Tecnologia: Professor da UFPE lidera tecnologia de ‘nariz eletrônico’ que identifica aromas com IA. Tecnologia transforma aromas em dados e amplia uso da IA em áreas como perfumaria e saúde.

- Dólar vai a R$ 5,17 na ressaca do rebaixamento do Brasil pelo JPMorgan. Moeda americana registrou alta de 0,36% frente ao real. Ibovespa, o principal índice da Bolsa, caiu pela 7ª vez seguida.


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- EUA e Vacinas: OMS critica mudanças na vacinação dos EUA por falta de respaldo científico

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, OMS, disse que a entidade estava preocupada com as mudanças nas vacinas aplicadas a crianças nos EUA, afirmando que elas “não estão alinhadas com a melhor evidência científica”, hoje, quarta-feira, 12/08, dois dias após o presidente Trump assinar uma ordem executiva sobre o tema. A ordem determina a redução do número de vacinas infantis, limitando o calendário de imunização a 11 vacinas. Trump afirmou que a medida dará às crianças americanas uma proteção de “padrão-ouro” e alinhará o país a outras nações semelhantes que recomendam menos vacinas. A ordem atende a um objetivo de longa data do secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr., um ativista antivacinação que promoveu uma relação entre vacinas e autismo, hipótese repetidamente refutada por cientistas. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que décadas de evidências demonstram em que idade a vacinação infantil é mais eficaz e que atrasar ou separar as doses pode expor as crianças a um risco maior de doenças infecciosas. “A evidência atual é inequívoca. As vacinas, incluindo a vacina MMR (contra sarampo, caxumba e rubéola), são seguras e não causam autismo”, disse Tedros.

- Há 13 anos, governo Obama decretou o fim da política que Trump agora quer resgatar: "A era da Doutrina Monroe acabou". Ontem, o Departamento de Estado norte-americano resgatou doutrina com um vídeo em que diz que domínio dos EUA em toda a América "nunca mais será questionado". Doutrina Monroe foi criada há mais de 200 anos para marcar influência dos EUA na América Latina.

- Última EUA: Trump planeja gastar US$ 900 milhões em obras na Casa Branca, diz jornal. Documentos mostram que maior parte dos recursos virá dos cofres públicos e custo pode chegar a US$ 927 milhões.

- Crise Diplomática: 70% dos argentinos desaprovam ataques de Milei a Lula, diz pesquisa. Levantamento foi feito pela consultoria de pesquisas Zuban Córdoba e ouviu 1.200 argentinos entre os dias 08 e 10/08. Milei ofendeu Lula e abriu crise que culminou no rebaixamento das relações diplomáticas entre os dois países por parte do Itamaraty.


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- Tragédia na Colômbia com mais de 200 mortos: ONU prepara fundo de emergência após terremoto

Mais de 200 pessoas morreram e 2.500 ficaram feridas após um terremoto devastador atingir a Colômbia no início desta semana, informou a ONU, hoje, quarta-feira, 12/08. O porta-voz adjunto da ONU, Farhan Haq, afirmou que foram registrados danos generalizados em residências e na infraestrutura pública, enquanto interrupções nas comunicações, no transporte e nos serviços públicos dificultavam as operações de ajuda nas áreas mais atingidas. Abrigos emergenciais, alimentos, água potável segura e atendimento médico estão entre as necessidades mais urgentes, disse Haq. O Programa Mundial de Alimentos está enviando alimentos, enquanto a Organização Mundial da Saúde está despachando suprimentos médicos de armazéns dentro do país. Haq afirmou que estava sendo preparada uma destinação de recursos do Fundo Central de Resposta a Emergências da ONU, e que os detalhes poderiam ser anunciados nos próximos 2 dias. Ele acrescentou que a ONU consideraria lançar uma campanha mais ampla de arrecadação de fundos assim que as avaliações humanitárias fornecessem um quadro mais claro dos danos e das necessidades de reconstrução. Agências de ajuda humanitária estão mobilizando recursos adicionais para as operações de assistência.

- Terremoto na Colômbia: buscas entram no 3º dia, e número de mortos é revisado para 233.

- O governo colombiano declarou hoje, quarta-feira, 12/08, luto oficial de 3 dias em homenagem às vítimas do terremoto.

Eleições 2026 - Lula e Flávio dando a largada em suas campanhas

12/08/2026

Em atos nas largardas de suas campanhas, Lula, PT, deve priorizar palanques na região Sudeste, já o Senador Flávio Bolsonaro vai a Juiz de Fora, onde Bolsonaro levou facada em 2018, e fará atos em Copacabana e na Paulista e planeja motociatas.



Lula

Após o ato simbólico do dia 16/08 no Estádio da Vila Euclides, no ABC Paulista, a ideia é que Lula volte a viajar para MG e para o RJ. Os próximos passos da agenda ainda estão em construção pela equipe do petista. Lula é esperado no dia 21/08 em BH para o lançamento da campanha de Patrus Ananias, PT, ao governo de Minas Gerais. dia 22/08, Lula é esperado para um ato político ao lado de Eduardo Paes, PSD. Apesar de ser do partido de outro presidenciável, o ex-prefeito do Rio é apoiado pelo PT na disputa ao governo fluminense e também deve ser prestigiado por Lula. O petista deve voltar a MG no dia 29/08 para um encontro com mulheres na cidade de Contagem, junto da ex-prefeita Marília Campos...

Em atos nas largardas de suas campanhas, Lula, PT, deve priorizar palanques na região Sudeste, já o Senador Flávio Bolsonaro vai a Juiz de Fora, onde Bolsonaro levou facada em 2018, e fará atos em Copacabana e na Paulista e planeja motociatas.


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Lula

Após o ato simbólico do dia 16/08 no Estádio da Vila Euclides, no ABC Paulista, a ideia é que Lula volte a viajar para MG e para o RJ. Os próximos passos da agenda ainda estão em construção pela equipe do petista. Lula é esperado no dia 21/08 em BH para o lançamento da campanha de Patrus Ananias, PT, ao governo de Minas Gerais. dia 22/08, Lula é esperado para um ato político ao lado de Eduardo Paes, PSD. Apesar de ser do partido de outro presidenciável, o ex-prefeito do Rio é apoiado pelo PT na disputa ao governo fluminense e também deve ser prestigiado por Lula. O petista deve voltar a MG no dia 29/08 para um encontro com mulheres na cidade de Contagem, junto da ex-prefeita Marília Campos, para lançar a campanha para mulheres. O PT trabalhou com a ideia de eventos temáticos na pré-campanha e tende a repetir isso em alguns estados já na campanha propriamente dita. Diferente de 2022, quando Lula teve uma extensa agenda de campanha, dessa vez o PT tem enxugado a rotina, considerando que é preciso conciliar os atos eleitorais com a agenda presidencial.


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Flávio

O senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência, dá início à corrida eleitoral no próximo domingo, 16/08, recorrendo a marcas políticas do pai, Jair Bolsonaro, na tentativa de mobilizar apoiadores nas ruas. A estratégia passa por revisitar endereços considerados históricos e repetir gestos que ajudem a emular a imagem de Bolsonaro. Aliados admitem que é preciso demonstrar com imagens que Flávio foi de fato abraçado pelos eleitores do pai. Apesar de as pesquisas indicarem que o senador herda os votos, há críticas de que os eventos realizados até agora não traduzem o ânimo da militância. A estreia da campanha no domingo será na Praia de Copacabana, RJ, cenário de grandes manifestações bolsonaristas. A cidade também é o berço eleitoral do ex-presidente e do senador. Na segunda-feira, 17/08, a previsão é que Flávio vá a Juiz de Fora, em MG, onde Bolsonaro sofreu uma facada em 2018, durante a eleição. Em 2022, o município mineiro também foi escolhido pelo então presidente para abrir oficialmente sua agenda em busca da reeleição. Flávio também prevê um ato na Av. Paulista em 7 de setembro. O endereço foi palco de diversas manifestações bolsonaristas nos últimos anos e, em 2021, de um dos episódios de maior tensão entre Bolsonaro e o STF. A equipe de Flávio planeja retomar as motociatas, que se tornaram uma das principais marcas de Bolsonaro. O senador também passou a fazer lives todas as quintas-feiras, repetindo uma prática adotada pelo pai. Flávio pretende explorar o discurso de que o pai é vítima de perseguição política. O senador tem afirmado que, se vencer Lula, Bolsonaro subirá com ele a rampa do Palácio do Planalto.

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