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Debate - Constrangida, Raquel derrapa e não responde pergunta de Ivan Moraes sobre governo Bolsonaro

11/09/2026

Raquel Lyra (PSD) evitou, mais uma vez, entrar no terreno da política nacional. Durante o debate promovido pela Rádio Cidade, na manhã de hoje, sexta-feira (11/09), em Caruaru, Ivan Moraes (PSOL) pediu que a governadora fizesse uma avaliação do governo Jair Bolsonaro. A pergunta foi direta. A resposta não.

Fique no muro

Ivan, inclusive, fez questão de afastar a saída que Raquel costuma usar quando questionada sobre a eleição presidencial. “Eu não vou tentar lhe tirar desse muro nesse momento. Eu queria uma opinião sua sobre o governo Bolsonaro”.

Pandemia

Ele lembrou que Raquel era prefeita de Caruaru durante a pandemia e perguntou como ela avaliava aquele período para o Brasil, estados e municípios.

Raquel

Sequer citou Bolsonaro. Usou praticamente todo o tempo para fazer um balanço do próprio governo e voltou à ideia de que pretende ser uma governadora “pernambuquista”.

Raquel Lyra (PSD) evitou, mais uma vez, entrar no terreno da política nacional. Durante o debate promovido pela Rádio Cidade, na manhã de hoje, sexta-feira (11/09), em Caruaru, Ivan Moraes (PSOL) pediu que a governadora fizesse uma avaliação do governo Jair Bolsonaro. A pergunta foi direta. A resposta não.

Fique no muro

Ivan, inclusive, fez questão de afastar a saída que Raquel costuma usar quando questionada sobre a eleição presidencial. “Eu não vou tentar lhe tirar desse muro nesse momento. Eu queria uma opinião sua sobre o governo Bolsonaro”.

Pandemia

Ele lembrou que Raquel era prefeita de Caruaru durante a pandemia e perguntou como ela avaliava aquele período para o Brasil, estados e municípios.

Raquel

Sequer citou Bolsonaro. Usou praticamente todo o tempo para fazer um balanço do próprio governo e voltou à ideia de que pretende ser uma governadora “pernambuquista”.

Na réplica

Ivan apontou o desvio. “Que carreira medonha que tu deste agora”, reagiu. Em seguida, reforçou que não havia perguntado em quem Raquel votaria nem pedido que ela “saísse do muro”. Queria apenas saber como a governadora avaliava a passagem de Bolsonaro pela Presidência.

O candidato do PSOL

Fez então a própria crítica ao período, citando pandemia, fome, desemprego e a condução do governo federal.

Raquel

Ganhou mais um minuto para responder. E, novamente, não avaliou o governo Bolsonaro.
O debate desta sexta reuniu, pela primeira vez nesta campanha, em um mesmo encontro, Raquel Teixeira Lyra, João Campos e Ivan Moraes. Realizado no Teatro do Shopping Difusora, em Caruaru, o programa é transmitido pela Rádio Cidade e por uma rede de veículos parceiros.

No fim, Ivan fez uma pergunta duas vezes. Não perguntou em quem Raquel vai votar para presidente. Não pediu apoio a Lula. Pediu apenas uma avaliação sobre o governo Bolsonaro. E saiu do bloco sem ouvi-la.

O Outro Onze de Setembro - Por José Ricardo de Souza*

11/09/2026

No mundo inteiro hoje, dia 11 de setembro, serão lembrados os vinte e cinco anos dos ataques terroristas aos Estados Unidos da América, quando dois aviões tomados por terroristas foram direcionados contra as Torres Gêmeas do World Trade Center na ilha de Manhattan (em Nova York), um terceiro contra o Pentágono, e um quarto foi derrubado pelos próprios tripulantes caiu em um campo próximo à cidade de Shansksville, no estado da Pensilvania.

A autoria dos atentados em série foi reivindicada por Osama Bin Laden, líder da Al Qaeda, uma organização terrorista de cunho fundamentalista islâmica. As cenas dos ataques puderam serem assistidas ao vivo por milhares de pessoas em centenas de TVs espalhadas pelo planeta. Foi o pior ataque externo aos Estados Unidos desde o ataque nipônico de Pearl Harbor na Segunda Guerra Mundial em 7 de dezembro de 1941

No entanto, um outro onze de setembro nunca é citado nos livros de História ou lembrado pelos grandes noticiários int...

No mundo inteiro hoje, dia 11 de setembro, serão lembrados os vinte e cinco anos dos ataques terroristas aos Estados Unidos da América, quando dois aviões tomados por terroristas foram direcionados contra as Torres Gêmeas do World Trade Center na ilha de Manhattan (em Nova York), um terceiro contra o Pentágono, e um quarto foi derrubado pelos próprios tripulantes caiu em um campo próximo à cidade de Shansksville, no estado da Pensilvania.

A autoria dos atentados em série foi reivindicada por Osama Bin Laden, líder da Al Qaeda, uma organização terrorista de cunho fundamentalista islâmica. As cenas dos ataques puderam serem assistidas ao vivo por milhares de pessoas em centenas de TVs espalhadas pelo planeta. Foi o pior ataque externo aos Estados Unidos desde o ataque nipônico de Pearl Harbor na Segunda Guerra Mundial em 7 de dezembro de 1941

No entanto, um outro onze de setembro nunca é citado nos livros de História ou lembrado pelos grandes noticiários internacionais, e sequer é mencionado nas efemérides desta data. Apagado, esquecido, invisibilizado, este outro onze de setembro é o começo de uma história nefasta, dolorosa e tortuosa de um país da nossa querida América Latina. Foi nesta data fatídica que se instalou no Chile a ditadura de Augusto Pinochet, um das mais cruéis e sanguinárias do continente, marcada por prisões, torturas, assassinatos e muita repressão.


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Era manhã de 11 de setembro de 1973, e o Palácio de La Moneda, no centro de Santiago, capital do Chile, estava sob ataque. Tanques e aviões Hawer Hunter da Força Aérea bombardavam o edifício cercado por tanques. O presidente Salvador Allende chegou por volta de 7:30h, acompanhado por assessores. Alguns minutos antes das dez horas, tanques militares cercaram o palácio e às 10:15h Allende fez seu último discurso pelas ondas da Rádio Magallanes. Em suas palavras ecoava a voz de um líder eleito democraticamente pelo povo e que vivia seus últimos momentos de vida. A defesa da democracia foi sua última bandeira a ser levantada. Ele sabia que não sairia vivo dali. A voz de um cordeiro a ser imolado pelo pecado social de um sistema que privilegiava poucos privilegiados e excluía a maioria era num tom de despedida.

No começo da tarde, Allende pediu para que seus apoiadores abandonassem La Moneda, e por volta de 14:20h seu corpo é encontrado sem vida dentro do palácio. A versão oficial: suicídio. A versão oficiosa: assassinato. A verdade? Sufocada entre a disputa de narrativas entre defensores do golpe de Estado e aqueles que lutam para que a memória dos mortos e desaparecidos da ditadura chilena não caíam no esquecimento.

As chamas que arderam na fachada do palácio de La Moneda, queimando até mesmo a bandeira chilena, eram os augúrios do que estava por vir nos próximos anos no Chile: mais de 3000 pessoas foram mortas ou desapareceram, 30000 pessoas foram torturadas e 200000 chilenos foram forçados ao exílio. O país viveu neste período prisões em massa, execuções sumárias, censura imediata e um clima de terror coletivo.


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O Estádio Nacional de Santiago foi transformado pelos golpistas em centro de detenção, onde prisioneiros eram interrogados e torturados, dentre eles o caso mais emblemático foi o do cantor, poeta, compositor e ativista chileno Víctor Jara, símbolo da Nueva Canción Chilena. Jara foi preso logo após o golpe de 11 de setembro e levado ao Estádio Chile, que hoje leva seu nome. Teve as mãos fraturadas, foi espancado e humilhado. Em 16 de setembro de 1973 foi assassinado com mais de 40 tiros e seu corpo abandonado nas ruas de Santigo. Sua morte se tornou símbolo da violência da ditadura chilena e suas canções, como "Te Recuerdo Amanda" e "El Dercho de Vivir em Paz" são hinos da luta por liberdade e justiça social.

Durante 17 anos, o Chile viveu seus piores momentos, com um governo autoritário e aliado dos Estados Unidos da América. Não por acaso, muitos dos golpes militares que aconteceram aqui na América Latina foram planejados nas salas e dependências do World Trade Center por militares, banqueiros e empresários ianques. A ditadura de Pinochet terminou em 5 de outubro de 1988, quando num plesbicito 55,99% da população votaram "Não" à sua permanência no poder. Após a presidência, ele continuou como como comandante do exército até 1988 e depois como senador vitalício até sua morte em 10 de dezembro de 2006, aos 91 anos, na capital chilena.

É muito provável que hoje, 11 de setembro de 2026, você ouça alguma notícia sobre as celebrações às vítimas dos ataques terroristas aos Estados Unidos, mas dificilmente alguém falará de Salvador Allende, do ataque ao palácio de La Monera, do assassinato cruel de Víctor Jara ou das centenas de mortos nos cárceres chilenos da ditadura de Pinochet. O que aconteceu no Chile precisa ser contado, para que não seja repetido.


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Pela memória dos mortos e desaparecidos políticos da ditadura de Augusto Pinochet e pelo 11 de setembro chileno, está é uma história que precisa ser contada! A exaltação de um fato histórico e o esquecimento de outro fato histórico, ambos importantes, que aconteceram na mesma data (em anos diferentes) mostra que a escrita da História pode ser seletiva, mas os fatos que a ela remetem teimam em sair do ostracismo a que foram condenados. Não por medo, mas por coragem. Com a ousadia de dar voz àqueles que tiveram sua vida ceifada em nome da democracia chilena.

*Prof. José Ricardo de Souza, da rede pública estadual de ensino, historiador, e escritor. Membro da Academia de Letras e Artes da Cidade do Paulista (ALAP), sócio honorário do Instituto Arqueológico, Histórico, Geográfico Pernambucano (IAHGP) e fundador do Instituto Histórico, Geográfico, Arqueológico, Antropológico da Cidade do Paulista (IHGAAP). Criador do projeto Muita História pra Contar. @josericardope01 nas principais redes sociais.


*José Ricardo de Souza, é professor da rede pública estadual de ensino, historiador e escritor. Membro da ALAP, IAHGP, IHGAAP e UBE-Paulista. Criador do Projeto Muita História pra Contar. @josericardope01


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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

Raquel Fura Teto: com penduricalhos, governadora recebeu R$ 2,2 milhões no mandato, bem acima do limite constitucional

11/09/2026

A declaração de Raquel Lyra (PSD) sobre ter apenas R$ 1 em uma conta bancária, que gerou polêmica no início da campanha eleitoral em Pernambuco, contrasta com os ganhos da governadora, que vêm superando R$ 70 mil por mês. Nos 32 meses em que teve vencimentos, mandato, ela já recebeu R$ 2,2 milhões em salários, mais de seis vezes o valor que declarou possuir em bens ao registrar recentemente sua candidatura à reeleição junto à Justiça Eleitoral. Os embolsos também superam em quase três vezes a remuneração que ela deveria receber como governadora, medida que pode ser considerada inconstitucional, levar a candidata a ser acusada de improbidade administrativa e a uma condenação de ressarcimento aos cofres públicos.

De onde vem

Os ganhos de Raquel acima do teto constitucional são provenientes de seu cargo como procuradora do estado. Pouco depois de assumir o cargo, em 2023, ela remeteu à Assembleia Legislativa um projeto de lei aumentando o subsídio de...

A declaração de Raquel Lyra (PSD) sobre ter apenas R$ 1 em uma conta bancária, que gerou polêmica no início da campanha eleitoral em Pernambuco, contrasta com os ganhos da governadora, que vêm superando R$ 70 mil por mês. Nos 32 meses em que teve vencimentos, mandato, ela já recebeu R$ 2,2 milhões em salários, mais de seis vezes o valor que declarou possuir em bens ao registrar recentemente sua candidatura à reeleição junto à Justiça Eleitoral. Os embolsos também superam em quase três vezes a remuneração que ela deveria receber como governadora, medida que pode ser considerada inconstitucional, levar a candidata a ser acusada de improbidade administrativa e a uma condenação de ressarcimento aos cofres públicos.

De onde vem

Os ganhos de Raquel acima do teto constitucional são provenientes de seu cargo como procuradora do estado. Pouco depois de assumir o cargo, em 2023, ela remeteu à Assembleia Legislativa um projeto de lei aumentando o subsídio de governadora para R$ 22 mil, mas optou pelo soldo de sua carreira efetiva na Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que é quase três vezes maior. Entre janeiro de 2023 e junho de 2026, Raquel embolsou R$ 2.211.744,08. Desde junho de 2026, por exemplo, ela ganha um salário de R$ 50,7 mil mensais, fora R$ 10,1 mil em penduricalhos, o que soma R$ 60,8 mil por mês. Os dados são do Portal da Transparência do Governo de Pernambuco.

A conta

Se a governadora ja recebeu mais de 2,2 milhões em 32 meses, o ganho mensal chega a R$ 70 mil, salvo erro da máquina de calcular.

A Constituição Federal

Permite que governadores que sejam concursados mantenham o vínculo efetivo com seu órgão de origem enquanto desempenham o mandato eletivo, mas não abre margem para que optem pela maior remuneração, como ocorre com prefeitos e vereadores. A Lei Estadual 6.123/1968, que trata do Estatuto dos Funcionários Públicos Civis de Pernambuco, também veda a prática. “Perderá o vencimento do cargo efetivo o funcionário: (...) em exercício de mandato eletivo remunerado, federal, estadual ou municipal”, exceto prefeitos e vereadores.

R$ 1,00

Mesmo com esses ganhos ao longo de quase quatro anos, a governadora declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que só “enriqueceu” R$ 19 mil entre a eleição de 2022 e a de agora, acumulando um patrimônio de R$ 359 mil, o que representa um sexto de tudo o que ela recebeu em salários no período. Entre seus bens, estão um apartamento em Jaboatão dos Guararapes, aplicações de R$ 69 mil e o saldo de apenas R$ 1 em uma conta bancária, o que virou motivo de críticas no início da campanha eleitoral.






PF aponta Flávio como “interlocutor direto” de Vorcaro sobre Dark Horse

11/09/2026

A PF (Polícia Federal) aponta que há elementos indicando que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, aparece como "interlocutor direto" do ex-banqueiro Daniel Vorcaro em tratativas relacionadas ao financiamento da produção do filme Dark Horse, incluindo "cobranças de pagamentos, reuniões presenciais e acompanhamento do andamento das gravações".

A informação

A informação consta em representação da Polícia Federal enviada ao ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), dentro do inquérito que investiga os crimes relacionados ao caso do Banco Master. Os documentos tiveram o sigilo retirado na noite de hoje, quinta-feira (10/09).

A representação

Na representação, encaminhada no dia de 8 julho ao gabinete do ministro, a corporação comenta sobre indícios de participação de Flávio Bolsonaro na viabilização e cobranças dos aportes do Dark Horse. O filme conta a história po...

A PF (Polícia Federal) aponta que há elementos indicando que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, aparece como "interlocutor direto" do ex-banqueiro Daniel Vorcaro em tratativas relacionadas ao financiamento da produção do filme Dark Horse, incluindo "cobranças de pagamentos, reuniões presenciais e acompanhamento do andamento das gravações".

A informação

A informação consta em representação da Polícia Federal enviada ao ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), dentro do inquérito que investiga os crimes relacionados ao caso do Banco Master. Os documentos tiveram o sigilo retirado na noite de hoje, quinta-feira (10/09).

A representação

Na representação, encaminhada no dia de 8 julho ao gabinete do ministro, a corporação comenta sobre indícios de participação de Flávio Bolsonaro na viabilização e cobranças dos aportes do Dark Horse. O filme conta a história política e pessoal do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Shows de Peninha e Pablo, diversos festivais, espetáculos e exposições, movimentam agenda cultural no Grande Recife; confira

11/09/2026

Uma agenda de intensa atividade cultural. Diversos festivais, exposições e espetáculos. Muitos gratuitos. O fim de semana no Grande Recife reúne opções para todos os públicos, com shows, espetáculos, festivais e eventos gratuitos. Entre as atrações, estão o Projeto Seis e Meia, com show de Peninha, as apresentações de Maurício Manieri e da Budega do Pablo, com Conde Só Brega e Zezo, e o AFROPUNK Experience, com Linn da Quebrada e Lia de Itamaracá.

Musical

A agenda também inclui o musical "Francisco — Um Instrumento de Paz", além da programação especial pelos 80 anos do Sesc e das comemorações do Dia Nacional do Frevo, celebrado em 14 de setembro. No domingo (13), a 25ª Parada da Diversidade de Pernambuco movimenta o Parque Dona Lindu, na Zona Sul do Recife.



Confira:

Cinderela — “35 anos de sucesso!”
A exposição “35 anos de sucesso!” celebra a trajetória da peça “Cinderela - A História Que S...

Uma agenda de intensa atividade cultural. Diversos festivais, exposições e espetáculos. Muitos gratuitos. O fim de semana no Grande Recife reúne opções para todos os públicos, com shows, espetáculos, festivais e eventos gratuitos. Entre as atrações, estão o Projeto Seis e Meia, com show de Peninha, as apresentações de Maurício Manieri e da Budega do Pablo, com Conde Só Brega e Zezo, e o AFROPUNK Experience, com Linn da Quebrada e Lia de Itamaracá.

Musical

A agenda também inclui o musical "Francisco — Um Instrumento de Paz", além da programação especial pelos 80 anos do Sesc e das comemorações do Dia Nacional do Frevo, celebrado em 14 de setembro. No domingo (13), a 25ª Parada da Diversidade de Pernambuco movimenta o Parque Dona Lindu, na Zona Sul do Recife.


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Confira:

Cinderela — “35 anos de sucesso!”
A exposição “35 anos de sucesso!” celebra a trajetória da peça “Cinderela - A História Que Sua Mãe Não Contou”, um dos sucessos do teatro pernambucano. A mostra reúne fotos, figurinos, matérias, críticas e curiosidades sobre o espetáculo, além de uma linha do tempo com momentos marcantes da montagem. O acervo também homenageia artistas que passaram pela peça e inclui a boneca gigante da personagem Cindy, conhecida nos carnavais de Olinda
Exposição “35 anos de sucesso!”
De sexta-feira (11) a 30 de setembro. Visitação de segunda a sábado, das 9h às 22h, e aos domingos, das 12h às 21h
Praça Olinda, no Shopping Tacaruna

Peça "O mal eu não desejo, mas o fim eu hei de ver"
A peça satiriza os bastidores do fazer cênico em uma comédia metalinguística que mistura ficção e realidade. A trama acompanha um grupo teatral que tenta montar uma radionovela, enquanto conflitos, disputas de poder e neuroses dos artistas passam a atravessar a própria criação. O texto é de Gildon Oliveira e a direção de Eduardo Machado.
Peça "O mal eu não desejo, mas o fim eu hei de ver"
De sexta-feira (11) a 26 de setembro, nas sextas e sábados, às 19h
Teatro Arraial Ariano Suassuna: R. da Aurora, 457, Boa Vista - Recife

Festival Dia Nacional do Frevo
O Paço do Frevo celebra o Dia Nacional do Frevo, comemorado em 14 de setembro, com um festival. A programação reúne feira, oficina, espetáculo, arrastão e visitação gratuita, destacando diferentes expressões do patrimônio cultural. Entre os destaques estão a edição especial do Arrastão do Frevo com Eu Acho É Pouco e Minhocão de Olinda, além do show da Orquestra Malassombro e da apresentação do Grupo Fuzuê de Dança.
Festival Dia Nacional do Frevo
Paço do Frevo: Praça do Arsenal da Marinha, 91 - Bairro do Recife

Projeto Seis e Meia com Peninha
O cantor e compositor Peninha é a atração de setembro do Projeto Seis e Meia. No espetáculo “Minhas Canções”, o artista interpreta composições que marcaram a música brasileira e foram gravadas por nomes como Caetano Veloso, Tim Maia, Fábio Júnior e Alexandre Pires. O repertório inclui sucessos como “Sozinho”, “Alma Gêmea”, “Sonhos” e “Adoro Amar Você”. A abertura da noite será de Geraldo Maia e Renato Bandeira.
Projeto Seis e Meia com Peninha
Sexta-feira (11), às 18h30
Teatro do Parque: Rua do Hospício, 81, Boa Vista - Recife

Rock ao Piano - Especial Queen
O pianista curitibano Bruno Hrabovsky volta ao Recife com duas apresentações do projeto “Rock ao Piano - Especial Queen”. O concerto em cartaz há 13 anos pelo Brasil faz uma homenagem à banda britânica em um programa organizado em ordem cronológica, percorrendo diferentes fases da trajetória do grupo e incluindo composições de seus quatro integrantes.
Rock ao Piano - Especial Queen
Sexta-feira (11) e sábado (12), às 19h
Teatro de Santa Isabel: Praça da República, s/n, Santo Antônio - Recife


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Cine Apipucos
O Cine Apipucos promove uma programação com filmes nacionais, clássicos e produções voltadas a diferentes públicos.
Cine Apipucos
Parque Apipucos: Rua Apipucos, s/n, Apipucos - Recife
Entrada gratuita

Espetáculo “Ombela”
Há mais de dez anos em cartaz, “Ombela” volta aos palcos com uma nova temporada no Recife. A montagem do grupo O Poste Soluções Luminosas reúne textos do escritor angolano Manuel Rui e trechos na língua africana Umbundo, em uma encenação que aborda arquétipos do universo feminino e a ancestralidade africana. O espetáculo tem atuação de Agrinez Melo e Naná Sodré, trilha sonora com direção musical de Isaar e preparação musical de Surama Ramos.
Espetáculo “Ombela”
Apresentações nos dias 11, 12, 18, 19, 25 e 26 de setembro, às 19h
Espaço O Poste: Rua do Riachuelo, 641, Boa Vista - Recife

Show de Maurício Manieri
Maurício Manieri apresenta a nova etapa da turnê “Classics - Tour Inesquecível”. O show reúne sucessos da carreira do cantor e compositor, como “Minha Menina”, “Bem Querer”, “Classic” e “Pensando em Você”, além de releituras de clássicos nacionais e internacionais.
Maurício Manieri apresenta “Classics - Tour Inesquecível”
Sexta-feira (11), a partir das 21h
Teatro Guararapes - Centro de Convenções de Pernambuco: Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho - Olinda

Projeto “Na Pisada do Cavalo Marinho Boi Estrela: Intercâmbio de Tradições”
O projeto “Na Pisada do Cavalo-Marinho Boi Estrela: Intercâmbio de Tradições” encerra a programação gratuita de oficinas e apresentações voltada ao diálogo entre diferentes manifestações culturais pernambucanas com apresentação do Boi Estrela.
Na pisada do cavalo-marinho boi estrela: intercâmbio de tradições
Sábado (12), das 16h às 17h
Na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo: Rua Passarela, 18A, Chão de Estrelas - Recife

Musical “Francisco — Um Instrumento de Paz”
O musical volta ao palco em apresentação única para celebrar um ano de estreia e os 800 anos da morte de Francisco de Assis. Com texto e direção geral de Roberto Costa, a montagem acompanha a transformação de Giovanni di Pietro di Bernardone em Francisco de Assis, destacando sua conversão e a escolha por uma vida de humildade e fraternidade. Vencedor de três prêmios no 32º Janeiro de Grandes Espetáculos, o trabalho reúne 22 artistas em cena entre atores, cantores e músicos.
Musical “Francisco — Um Instrumento de Paz”
Sábado (12), às 16h
Teatro do Parque: Rua do Hospício, 81, Boa Vista – Recife

AFROPUNK Experience Recife
O AFROPUNK Experience Recife chega pela primeira vez a Pernambuco com proposta de celebrar a diversidade sonora, a cultura e a identidade. A programação reúne Lia de Itamaracá & Daúde, Ebony, Linn da Quebrada, Barbarize, Boneka e Marley no Beat, em um encontro entre artistas consagrados e nomes da nova geração. O evento itinerante já passou pelo Rio de Janeiro e estreia no Recife com foco em diferentes vertentes da música negra e urbana.
AFROPUNK Experience Recife
Sábado (12), a partir das 17h
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE): Av. Prof. Moraes Rego, 1235, Cidade Universitária - Recife

Bodega do Pablo
O cantor Pablo comanda no Recife a “Budega do Pablo”, projeto que revisita diferentes momentos da carreira do artista. Conhecido pelo arrocha e por canções ligadas ao amor e à desilusão, o cantor divide a programação com Conde Só Brega e Zezo, em uma noite dedicada à música romântica nordestina.
Bodega do Pablo
Sábado (12), a partir das 20h
Classic Hall: Avenida Governador Agamenon Magalhães, s/n, Salgadinho – Olinda

Espetáculo “Por um fio”

A artista pernambucana MAJU estreia o espetáculo cênico-musical “Por um fio”, que reúne música, poesia, teatro, dança e performance. Cantora, compositora, poeta e pesquisadora do corpo, MAJU desenvolve uma produção marcada pelo diálogo entre diferentes linguagens artísticas enquanto propõe uma travessia sobre memória, ausência, sobrevivência e transformação.
Espetáculo “Por um fio”
Sábado (12), às 20h
Espaço Cênicas: Rua Vigário Tenório, 199 - Bairro do Recife

25ª Parada da Diversidade de Pernambuco
A 25ª Parada da Diversidade de Pernambuco terá uma programação concentrada no Parque Dona Lindu, na Zona Sul do Recife, com apresentações culturais, performances, shows, pronunciamentos e ações de mobilização política e social. Este ano, o evento não terá o tradicional desfile de trios elétricos pela Avenida Boa Viagem. Segundo a organização, a decisão foi tomada após diálogo com o poder público e órgãos de segurança e mobilidade, diante das obras de revitalização da orla.
25ª Parada da Diversidade de Pernambuco
Domingo (13), das 8h às 17h
Parque Dona Lindu: Avenida Boa Viagem, s/n, Boa Viagem - Recife
Samba da Estação
A primeira edição do Samba da Estação reúne uma roda de samba comandada por Gerlane Lops, nome do samba pernambucano, e participação de Ju Moraes. O encontro também inclui opções gastronômicas da casa, com prato assinado pelo chef Danilo Vieira e outros itens preparados por Alex Silva.
Samba da Estação
Sábado (12), a partir das 15h
Casa Estação da Luz: Rua Prudente de Morais, 313, Carmo - Olinda

Festival Internacional de Dança do Recife
O 29º Festival Internacional de Dança do Recife se estende por dez dias, com mais de 30 espetáculos e performances de grupos nacionais e estrangeiros. Entre as atrações, está a estreia latino-americana do espetáculo "Famulus 4.0", do coletivo espanhol Iron Skull Co. Nesta edição, o evento homenageia o coreógrafo, bailarino e professor Airton Tenório, que morreu em julho deste ano, aos 77 anos; e a Escola de Frevo do Recife, no bairro da Encruzilhada, na Zona Norte da cidade.
29º Festival Internacional de Dança do Recife
Até domingo (13). Veja programação
Em diversos espaços culturais do Recife

Festival 80 anos do Sesc
O Sesc Pernambuco celebra os 80 anos da instituição com uma programação que reúne cerca de 40 atividades para toda a família, com shows, ações de saúde, recreação, atividades literárias, vivências circenses e feira de economia criativa e gastronomia. O evento também arrecada alimentos não perecíveis para instituições sociais e realiza sorteios de prêmios para o público.
Festival 80 anos Sesc
Sítio Trindade: Estrada do Arraial, 3259, bairro de Casa Amarela - Recife

Espetáculo "Aventura Caninossáurica"
O espetáculo infantil propõe uma aventura pré-histórica com filhotes de cães em uma missão para proteger dinossauros em uma ilha misteriosa. A montagem reúne música, dança, humor e interação com o público, convidando crianças e adultos a participar da história. A sessão também terá um momento para fotos com os personagens antes da apresentação.
"Aventura Caninossáurica"
Domingo (13), às 16h
Teatro Barreto Júnior: Rua Estudante Jeremias Bastos, s/n, Pina - Recife

50ª edição do Mercado Capitão
O Mercado Capitão chega à 50ª edição reunindo arte, economia criativa, gastronomia e música no Centro do Recife. O artista convidado desta edição é Raoni Assis, que apresenta quadrinhos, quadros, estudos e fará desenhos ao vivo. A programação também inclui oficina gratuita de papel machê com o Coletivo Mãos Talentosas e apresentação musical de Heitor Costa. Ao longo de 50 encontros, o projeto vem aproximando o público de artistas, artesãos, designers e pequenos empreendedores.
50ª edição do Mercado Capitão
Domingo (13), das 10h às 19h
Casa Capitão: Rua Capitão Lima, 124, Santo Amaro, Recife
Aniversário do Grupo Sassarico
O Grupo Sassarico comemora 30 anos de trajetória com uma festa dedicada ao samba e ao pagode. A programação reúne shows do próprio Sassarico e de Telmo Santiago, Luika Ketilyn, Excesso de Bagagem e Sem Razão. O evento também contará com camarote open bar e ação com entrada gratuita para mulheres até determinado horário.
Aniversário do Grupo Sassarico
Domingo (13), às 14h
Arena Viva Eventus: Av. Belmiro Correia, 449 - Camaragibe

Exposição "Quem leu leu"
O Circuito Faísca apresenta uma programação voltada a publicações experimentais e a exposição “Quem Leu Leu”, do artista e designer de linguagem Preto Matheus. A mostra foi montada a partir de uma experimentação, lançada como "livro de artista" com páginas soltas reunidas numa caixa. Na exposição, as páginas se transformam em painéis de grandes dimensões, convidando as pessoas a decifrar um enigma visual.
Exposição "Quem Leu Leu", de Preto Matheus
Visitação até domingo (13)
A Casa do Cachorro Preto: Rua Treze de Maio, 99, Carmo - Olinda

Festival Igarassu de Cinema
O I Festival Igarassu de Cinema apresenta exibições de filmes, ações formativas e atividades de intercâmbio cultural. Com mais de 20 curtas-metragens e documentários, além de promover debates com realizadores, rodas de conversa e ações em escolas públicas. Nesta primeira edição, o festival homenageia a atriz Hermila Guedes e a cineasta Tauana Uchôa, e contará com três mostras competitivas dedicadas à ficção pernambucana, a filmes nacionais e a documentários de todo o país.
Festival Igarassu de Cinema
De 15 a 18 de setembro
Centro de Artes de Igarassu Mestre Narciso Feliz de Araújo; Museu de Igarassu; e escolas de Igarassu
Gratuito


Exposição "Da arte em vidro - Mar de Transparências 2026 Brasil - Portugal, Mundos de LUZ, COR e CRIATIVIDADE”
A exposição “Da arte em vidro - Mar de Transparências 2026 Brasil - Portugal, Mundos de LUZ, COR e CRIATIVIDADE” propõe um intercâmbio artístico entre as cidades de Lisboa, em Portugal, e Recife, no Brasil, a partir do vidro artístico. A mostra reúne trabalhos dos alunos de um workshop ministrado por Fernando Quintas, professor da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa, e pela arquiteta, artista plástica e curadora Rozze Domingues. A iniciativa integra o Programa Arte na Biblioteca e também contará com apresentação musical de Marina Acioli na abertura oficial.
De 15 a 30 de setembro de 2026, das 8h às 20h45; abertura no dia 15 de setembro, às 15h
Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco (hall de entrada e Salão de Eventos da BPE): Rua João Lira, S/N, Santo Amaro - Recife


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Espetáculo “As cores da América Latina”
A Caixa Cultural Recife recebe pela primeira vez em Pernambuco o espetáculo amazonense “As cores da América Latina”. A montagem da companhia Panorando mistura dança e teatro para revisitar manifestações populares do Brasil, Chile e Peru, em uma encenação marcada por musicalidade, máscaras e referências ritualísticas. A obra foi premiada no Prêmio Shell de Teatro e no Prêmio Cenym do Teatro Nacional, além de ter conquistado prêmios no Festival de Teatro da Amazônia.
Espetáculo “As cores da América Latina”
De 16 a 19 de setembro, às 19h30
Caixa Cultural Recife: Avenida Alfredo Lisboa, 505 - Bairro do Recife

Exposição “Linhas de Fuga”, de Sator
A Galeria Maurício Redig recebe a “Linhas de Fuga”, exposição individual do artista paulistano Sator com curadoria de Beth da Matta. A mostra reúne dez obras recentes que dialogam com os princípios do movimento concretista, a tradição geométrica brasileira, a arquitetura modernista e o design industrial. A produção do artista articula planos, linhas, perspectivas e relações de cor, além de incorporar a marchetaria como parte da pesquisa visual. A exposição propõe uma experiência construída no encontro entre forma, espaço e matéria.
Exposição “Linhas de Fuga”, de Sator
Até 17 de setembro. Visitação de segunda sexta, das 9h às 18h, e aos sábados, das 10h às 14h
Galeria Maurício Redig: Empresarial Marcela Dubeux Priori - Avenida Eng. Domingos Ferreira, 604, Boa Viagem - Recife
Gratuito

Exposição "Tropeço do Passista"
O artista pernambucano Lu Ferreira apresenta a exposição “Tropeço do Passista” com curadoria de Elizabeth Bandeira. A mostra reúne pinturas que incorporam o risco e o erro como elementos do processo criativo, em diálogo com referências do frevo, da música e da atmosfera artística de Olinda.
Exposição “Tropeço do Passista”, de Lu Ferreira
Até 20 de setembro. Visitação de terça a sexta, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 14h às 16h
Sala Laura Nigro – Museu Regional de Olinda: Rua do Amparo, 128, Amparo - Olinda
Gratuito

Exposição “O Mar que nos Move – Do Mangue ao Oceano: Cultura, Memória e Preservação”
A exposição “O Mar que nos Move” reúne cultura, memória e preservação ambiental. Realizada pelo Instituto Cabanga, a mostra parte da relação do Recife com os manguezais, rios e oceano para apresentar fotografias, vídeos, textos e objetos ligados ao universo náutico. A programação também inclui experiência de realidade virtual em uma embarcação e atividades de educação ambiental com o Centro Escola Mangue.
Exposição “O Mar que nos Move – Do Mangue ao Oceano: Cultura, Memória e Preservação”
Até 20 de setembro. Visitação de segundas a sábados, das 9h às 22h; domingos, das 12h às 21h
RioMar Recife, no Piso L1: Avenida República do Líbano, 251, Pina - Recife
Gratuito

Exposição “MANMAN DILO – uma herança comum brasileira-guianense”
A exposição reúne trabalhos da artista visual NouN e do compositor e intérprete T2i, ambos da Guiana Francesa. A mostra propõe um diálogo entre ancestralidade, cultura hip-hop, preservação das águas e representação feminina a partir da figura mítica de Manman Dilo, guardiã das águas e da memória. A circulação do projeto pelas Alianças Francesas do Brasil também busca aproximar Brasil e Guiana Francesa por meio da arte contemporânea.
Exposição “MANMAN DILO – uma herança comum brasileira-guianense”
Até 21 de setembro. Visitação de segunda a sexta, das 9h às 18h, e aos sábados, das 9h às 12h
Auditório da Aliança Francesa Recife: Rua Amaro Bezerra, 466, Derby - Recife

Exposição "O céu não cabe em nenhum paraíso"
A exposição individual de Ramonn Vieitez reúne cerca de 30 obras inéditas e destaca a pesquisa recente do artista sobre o gesto, a luz e a matéria. Com curadoria de Yuri Quevedo, a mostra apresenta paisagens atravessadas por tensão, mistério e pela ideia de recomeço, em trabalhos que articulam pintura, estrutura e suporte como uma linguagem única. A exposição também conta com obras de alumínio, com referências na arte medieval.
Exposição "O céu não cabe em nenhum paraíso", de Ramonn Vieitez
Até 25 de setembro. Visitação de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 17h
Galeria Marco Zero: Avenida Domingos Ferreira, 3393, Boa Viagem - Recife
Gratuito

Exposição "Recife Anda Luz"
A exposição “Recife Anda Luz”, das artistas e designers Maria Eduarda Belém e Sofia Lobo, apresenta 27 painéis de MDF recortado a laser a partir de referências da arquitetura e da paisagem gráfica do Recife. Grades residenciais, vitrais, pisos e fachadas de espaços da cidade aparecem reorganizados em composições que exploram a relação entre desenho, luz e sombra.
Exposição "Recife Anda Luz"
Até 26 de setembro. Visitação de quarta-feira a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Sábado das 10h às 17h
Museu Murillo La Greca: Rua Leonardo Bezerra Cavalcanti, 366, Parnamirim - Recife

Exposição "Terravulta"
A exposição “Terravulta” reúne trabalhos inéditos dos artistas Anti Ribeiro e Cristiano Lenhardt, com curadoria de Rita Vênus. A proposta destaca processos artísticos marcados pela experimentação, pela materialidade e pela ação do tempo sobre as superfícies.
Exposição "Terravulta"
Até 26 de setembro. Visitação de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 15h
Galeria Amparo 60: Rua Professor Eduardo Wanderley Filho, 187, Boa Viagem - Recife

Recife Burger Gourmet
A sétima edição do Recife Burger Gourmet by Restaurant Week reúne 17 hamburguerias e restaurantes da capital pernambucana. Para o festival, os estabelecimentos participantes oferecem receitas autorais em dois combos com preços fixos. O Combo Standard custa R$ 49,90, enquanto o Combo Plus sai por R$ 59,90. As opções incluem hambúrguer preparado com até três blends de carne, acompanhamentos e bebida.
Recife Burger Gourmet by Restaurant Week
Até 4 de outubro. Veja lista de participantes.
Em diferentes hamburguerias e restaurantes do Recife
Exposição “Mestre Zezinho – Casa Amarela Tem”
A exposição homenageia a vida e a obra de Mestre Zezinho de Casa Amarela, referência da cultura do coco em Pernambuco. A mostra, que também inclui produção audiovisual, apresenta a trajetória do artista a partir de três eixos: artista, sagrado e brincante.

Exposição “Mestre Zezinho – Casa Amarela Tem”
Visitação até outubro, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h
Sesc Casa Amarela: Av. Norte, 4490, Mangabeira - Recife
Gratuito

Exposição "Letras da Ilha"
A exposição “Letras da Ilha” apresenta a arte dos pintores letristas de Itamaracá e propõe um recorte da memória gráfica da ilha. A mostra reúne fotografias, vídeos, obras, langanhos e letreiros produzidos por artistas que transformam madeira, tinta e tipografia popular em expressão cultural. Resultado de uma pesquisa iniciada em 2020 por Lili Nascimento, o projeto também destaca nomes como Tuca Pintor, Dilza Fernanda, John Alex e Edilson Catanha.
Exposição "Letras da Ilha"
Visitação até 4 de outubro
Embaixada da Ciranda Lia de Itamaracá: Avenida Benigno Cordeiro Galvão, 559, Jaguaribe, Ilha de Itamaracá

Exposição “Pernambuco: Folclore e Folguedos"
A exposição “Pernambuco: Folclore e Folguedos”, do multiartista Pedro Índio, reúne pinturas inspiradas em manifestações da cultura popular pernambucana, como maracatu, frevo, pastoril e ciranda.
Exposição “Pernambuco: Folclore e Folguedos”
Até 4 de outubro, com visitação diária, das 9h às 17h
Galeria Pedra do Reino – Compaz Ariano Suassuna: Avenida General San Martin, 1208, Cordeiro - Recife
36ª Bienal de São Paulo – Itinerância Recife
A Oficina Francisco Brennand recebe a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo, que retorna à capital pernambucana depois de 15 anos. A exposição "Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática" reúne obras de 14 artistas com referências culturais de Pernambuco, como o Manguebeat e o estuário dos rios Beberibe e Capibaribe.

A inauguração da mostra também marcou a abertura do espaço expositivo "Ateliê Francisco Brennand - Uma janela para o mundo”, nos Salões de Esculturas da Oficina, com o mobiliário original e a disposição dos objetos da forma que eram utilizados por Francisco Brennand. Essa mostra será permanente.

36ª Bienal de São Paulo – Itinerância Recife
Exposição "Saudades no Varal"
O artista visual Rômulo Jackson expõe suas telas com pinturas que retratam o cotidiano urbano do Grande Recife. São 29 telas em natureza morta e uma estação interativa onde o público pode escrever cartas das suas memórias. Entre as imagens retratadas com tinta, tela e pincel, o artista traz embalagens de lanches, cenas do carnaval e do quintal de casa.

Exposição "Saudades no Varal"
Até 19 de outubro. Visitação das 9h às 17h
Sesc Santo Amaro: Praça do Campo Santo, 1-101, Santo Amaro - Recife
Gratuito

Exposição “Dança das Plantas”
A exposição “Dança das Plantas”, da arquiteta e artista visual Sheyla Camargo, reúne 30 obras inéditas entre colagens e tapeçarias inspiradas em formas orgânicas da natureza e em referências como Henri Matisse, Roberto Burle Marx e Oscar Niemeyer. Primeira individual da artista, a exposição marca a consolidação da colagem como principal linguagem de sua produção.
Exposição “Dança das Plantas”
Até 24 de outubro. Visitação de quarta a sábado, das 10h às 16h
Instituto Ploeg: Rua da Santa Cruz, 190, Boa Vista - Recife

Exposição "Esse é Sérvulo Esmeraldo"
A Caixa Cultural Recife recebe a exposição “Esse é Sérvulo Esmeraldo”, dedicada à trajetória do artista cearense que é apontado como expoente da arte cinética brasileira. A mostra reúne 50 obras, entre esculturas, pinturas, gravuras e desenhos, produzidas ao longo de quase 70 anos de carreira. Com curadoria de Dodora Guimarães Esmeraldo, a seleção apresenta diferentes fases da produção do artista.

Até 25 de outubro. Visitação de terça a sábado, das 10h às 20h, e domingos e feriados, das 10h às 18h
Caixa Cultural Recife: Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife

Exposição “Imersão e Origem — 20 anos ATO I", de Gabriel Wickbold
O artista carioca Gabriel Wickbold apresenta sua primeira exposição individual no estado. “Imersão e Origem — 20 anos ATO I” reúne cerca de 60 obras e percorre diferentes fases de sua trajetória, articulando temas como corpo, identidade, memória, transformação e tecnologia. A mostra inclui séries como “Brasileiros”, “Sexual Colors”, “Naïve” e “Maze”, além do inédito “Maze ID”, que aproxima a pesquisa do artista dos debates sobre inteligência artificial e biometria.
Exposição “Imersão e Origem — 20 anos ATO I", de Gabriel Wickbold
Até 27 de outubro. Visitação de terça a sexta-feira, das 09h às 17h; aos sábados e domingos, das 14h às 17h
Museu do Estado de Pernambuco (MEPE): Avenida Rui Barbosa, 960, Graças – Recife

Exposições “Que herança você vai poder?” e “Restituir o possível”
O Museu da Abolição abre duas exposições que marcam uma nova etapa do projeto museográfico da instituição após a reforma concluída em 2022. As mostras abordam memória, resistência e herança afro-brasileira, a partir de obras contemporâneas e de um recorte do acervo de cultura material africana do museu. “Que herança você vai poder?” reúne 26 artistas e 31 obras em torno dos desdobramentos da abolição no Brasil. Já “Restituir o possível” apresenta peças de 12 países africanos e insere o museu no debate sobre restituição de bens culturais.
Exposições “Que herança você vai poder?” e “Restituir o possível”
Sem prazo determinado. Visitação de segunda a sexta, das 9h às 17h; sábado, das 13h às 17h
Museu da Abolição: Rua Benfica, 1150, Madalena -Recif
Exposição “Escolas do Barro”
O Museu de Arte Popular do Recife (MAP) celebra 40 anos de atividades com a exposição “Escolas do Barro”. A mostra traz a diversidade e a tradição da produção cerâmica pernambucana com 109 obras de importantes artistas como Mestre Vitalino, Ana das Carrancas e Zé do Carmo.
Exposição “Escolas do Barro”
Até 2027. Visitação de quarta a domingo, das 10h às 16h
Museu de Arte Popular: casa 49, Pátio de São Pedro, São José - Recife
Gratuito

Exposição "ALLER et RETOUR"
A exposição “ALLER et RETOUR” marca o retorno de Maurício Silva ao Recife com uma mostra individual que transforma em obra sua trajetória entre Pernambuco e França. Radicado em Meudon, nos arredores de Paris, desde 2005, o artista reúne mais de 50 trabalhos entre pinturas, gravuras, múltiplos e outras experimentações produzidas em diferentes momentos da carreira. A mostra apresenta núcleos construídos a partir de bilhetes de metrô e ônibus usados na França, imagens recortadas de revistas francesas de arte e referências à memória afetiva pernambucana.
ALLER et RETOUR
Sem prazo determinado
Galeria Número: Rua Professor Eduardo Wanderley Filho, 187, térreo, Boa Viagem – Recife

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O Poder


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Nabor Wanderley avança em base de João Azevedo em busca de segundo voto para o Senado na Paraíba

11/09/2026

A eleição para as duas vagas no Senado na Paraíba, virou uma verdadeira salve-se quem puder. Não existe nem negócio de chapa fechada: cada candidato corre atrás de voto onde puder, mesmo que isso signifique dividir palanque com adversário.

O problema

O problema é que o movimento de Nabor Wanderley (Republicanos), candidato ao senado vai além da simples busca pelo segundo voto. O candidato vem avançando diretamente sobre a base daquele, que, em tese, é o seu aliado: João Azevedo (PSB).

Na última semana

Somente na última semana cinco prefeitos que estavam com João anunciaram apoio a Nabor: Chico Nazário´, de Caapor; Jeferson Carnaúba de São Bento, Luquinha de Marizopolis; Lucas Pereira de Paulista e Deda de Serginho de Baia da Traição.

O movimento

E o movimento não começou agora. Desde abril pelo menos dez prefeitos ligados a João Azevedo, migraram ou passaram a declarar apoio a...

A eleição para as duas vagas no Senado na Paraíba, virou uma verdadeira salve-se quem puder. Não existe nem negócio de chapa fechada: cada candidato corre atrás de voto onde puder, mesmo que isso signifique dividir palanque com adversário.

O problema

O problema é que o movimento de Nabor Wanderley (Republicanos), candidato ao senado vai além da simples busca pelo segundo voto. O candidato vem avançando diretamente sobre a base daquele, que, em tese, é o seu aliado: João Azevedo (PSB).

Na última semana

Somente na última semana cinco prefeitos que estavam com João anunciaram apoio a Nabor: Chico Nazário´, de Caapor; Jeferson Carnaúba de São Bento, Luquinha de Marizopolis; Lucas Pereira de Paulista e Deda de Serginho de Baia da Traição.

O movimento

E o movimento não começou agora. Desde abril pelo menos dez prefeitos ligados a João Azevedo, migraram ou passaram a declarar apoio a Nabor: Tintin Guedes (Aguiar), Laurinho Maia (Catolé do Rocha), Manoel Moleque (São José de Caiana), Jeferson Carnaúba (São Bento), Marcelo Rodrigues (Alhandra), Samuel Lacerda (Conceição), Bá Barros (Pedra de Fogo), Laelson (São Miguel de Taipu), Wencelau Marques ( Teixeira) e Lucas Pereira (Paulista).

A pergunta

Agora fica a pergunta: se João Azevedo fizesse o mesmo de Nabor, qual seria a reação do candidato do Republicano?

Flávio Bolsonaro é investigado no STF em inquérito determinado por Mendonça sobre financiamento do filme ‘Dark Horse’

11/09/2026

Caso Dark Horse. O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou à Polícia Federal a abertura de uma investigação contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, para apurar suposta prática de crimes no financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro (PL).

Investigado

Flávio Bolsonaro está sendo investigado pelos supostos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros delitos correlatos.

A ordem

A ordem foi tomada no dia 22 de julho pelo ministro e está em sigilo. O despacho foi tornado público a partir da publicidade dada por Mendonça ao inquérito-mãe do caso Master no STF.
Mendonça autorizou a abertura da investigação atendendo a um pedido feito pela Polícia Federal. A PGR (Procuradoria-Geral da República) concordou com a solicitação dos delegados.



Alvo

...

Caso Dark Horse. O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou à Polícia Federal a abertura de uma investigação contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, para apurar suposta prática de crimes no financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia de Jair Bolsonaro (PL).

Investigado

Flávio Bolsonaro está sendo investigado pelos supostos crimes de lavagem de dinheiro, evasão de divisas, corrupção e outros delitos correlatos.

A ordem

A ordem foi tomada no dia 22 de julho pelo ministro e está em sigilo. O despacho foi tornado público a partir da publicidade dada por Mendonça ao inquérito-mãe do caso Master no STF.
Mendonça autorizou a abertura da investigação atendendo a um pedido feito pela Polícia Federal. A PGR (Procuradoria-Geral da República) concordou com a solicitação dos delegados.


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Alvo

A cinebiografia de Bolsonaro é alvo de duas investigações no STF. Uma é comandada por Flávio Dino e a outra, por André Mendonça.
Mendonça conduz a investigação que apura o repasse de milhões de reais de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para o filme a pedido de Flávio Bolsonaro.

Apura

Dino, por sua vez, é relator da investigação que apura a suspeita de repasse de emendas parlamentares à produtora responsável pela obra.

Pedido de Fachin

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, retirou o sigilo de parte das investigações sobre o Banco Master, do qual é relator. Ele tomou a decisão após pedido de Edson Fachin, presidente da Corte.

Suprimido

Com isso, foi suprimido o sigilo de 15 procedimentos sobre o Master e fica agora em segredo apenas o material que possa prejudicar diligências e novos procedimentos.
Assim, os processos são liberados para os demais magistrados, além de se tornarem públicos.

A ordem

A ordem de Fachin vem após a grave crise que tomou o STF com as decisões tomadas por Mendonça. Inicialmente ele revelou supostas trocas de mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro.

Anular

O presidente Edson Fachin decidiu anular tanto as ações de Dino quanto as de Mendonça e determinou para o dia 15 de setembro a análise pelo plenário do processo de Mendonça que envolve Moraes.


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Pela primeira vez nesta campanha, João Campos, Raquel Lyra e Ivan Morais, participam de debates juntos; confira agenda desta sexta

11/09/2026

Pela primeira vez nesta campanha, os candidatos ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), Raquel Lyra (PSD) e Ivan Moraes (PSOL) participam, juntos, de um debate. A agenda dos postulantes ao Palácio do Campo das Princesas hoje, sexta-feira (11/09), também inclui, entrevistas, encontros e caminhadas.

Raquel Lyra (PSD)

A candidata Raquel Lyra inicia os compromissos diários às 9h, em Caruaru, onde participa ao vivo de debate transmitido pela Rádio Cidade. Em seguida, às 11h30, cumpre agenda institucional na mesma cidade ao se reunir com mães no Hospital da Mulher do Agreste, situado na Avenida José Rodrigues de Jesus, no bairro de Santa Rosa.

Entrevista

No turno da tarde, às 14h, concede entrevista ao vivo durante a Sabatina Veja em ambiente virtual. Encerrando a agenda, às 17h, faz caminhada "porta a porta" com a militância na comunidade Entra a Pulso, em Boa Viagem, no Recife, com ponto de concentração e...

Pela primeira vez nesta campanha, os candidatos ao governo de Pernambuco, João Campos (PSB), Raquel Lyra (PSD) e Ivan Moraes (PSOL) participam, juntos, de um debate. A agenda dos postulantes ao Palácio do Campo das Princesas hoje, sexta-feira (11/09), também inclui, entrevistas, encontros e caminhadas.

Raquel Lyra (PSD)

A candidata Raquel Lyra inicia os compromissos diários às 9h, em Caruaru, onde participa ao vivo de debate transmitido pela Rádio Cidade. Em seguida, às 11h30, cumpre agenda institucional na mesma cidade ao se reunir com mães no Hospital da Mulher do Agreste, situado na Avenida José Rodrigues de Jesus, no bairro de Santa Rosa.

Entrevista

No turno da tarde, às 14h, concede entrevista ao vivo durante a Sabatina Veja em ambiente virtual. Encerrando a agenda, às 17h, faz caminhada "porta a porta" com a militância na comunidade Entra a Pulso, em Boa Viagem, no Recife, com ponto de concentração em frente à Academia Cristã de Boa Viagem, na Avenida Visconde de Jequitinhonha.
Sexta-feira (11/09/2026)
9h – Debate Rádio Cidade, em Caruaru (Ao vivo)
11h30 – Encontro com mães no Hospital da Mulher do Agreste
Endereço: Avenida José Rodrigues de Jesus, Santa Rosa, Caruaru-PE
14h – Sabatina Veja – Online (Ao vivo)
17h – Porta a Porta na comunidade Entra a Pulso
Endereço: Avenida Visconde de Jequitinhonha, 355, Boa Viagem,
Recife-PE (Concentração em frente a Academia Cristã de Boa Viagem)

João Campos desta sexta-feira (11/09)

O candidato João Campos cumpre agenda em três municípios da Região Metropolitana do Recife e do Agreste ao longo do dia. Pela manhã, às 9h, participa de debate transmitido pela Rádio Cidade, realizado no Teatro Difusora, no bairro Maurício de Nassau, em Caruaru.

Caminhada

À tarde, às 14h30, realiza caminhada do tipo "porta a porta" na Rua Arca de Noé, localizada no bairro Brejo da Guabiraba, no Recife. À noite, encerra compromissos às 21h em outro debate, promovido pela TV Nova, no bairro de Ouro Preto, em Olinda.
09h00: Debate – Rádio Cidade
Local: Teatro Difusora Av. Agamenon Magalhães, 444 – Maurício de Nassau, Caruaru
14h30: Porta a Porta
Local: Rua Arca de Noé, 92 – Brejo da Guabiraba, Recife
21h00: Debate – TV Nova
Local: Rua Morro do Peludo, 903, Ouro Preto,

Ivan Morais

O candidato Ivan Moraes cumpre agenda dividida entre os municípios de Caruaru e Olinda. No período da manhã, às 9h, participa do debate presencial promovido pela Rádio Cidade 99.7 FM, na Estrada do Alto do Moura, em Caruaru. No período da noite, às 21h, comparece ao debate promovido pela TV Nova Nordeste, na Rua Morro do Peludo, no bairro de Ouro Preto, em Olinda.

Ivan Moraes participa do debate da Rádio Cidade 99.7 FM Caruaru
9h
Local: Teatro Difusora Av. Agamenon Magalhães, 444 – Maurício de Nassau, Caruaru
Ivan Moraes participa do debate da TV Nova Nordeste
21h
Rua Morro do Peludo, n° 903, bairro de Ouro Preto, Olinda-PE.

As atividades de ontem

Todos os oito candidatos ao governo de Pernambuco nas eleições de 2026 cumpriram agenda de campanha nesta quinta-feira (10), em diferentes municípios do estado. Entre os compromissos, participação em debate, sabatinas, panfletagens e encontros com eleitores.

Guilherme Fonseca (PSTU)

De acordo com a agenda do candidato, Guilherme Fonseca do PSTU fez panfletagem e acompanhou a assembleia dos trabalhadores dos Correios na sede do Sindicato dos Trabalhadores na Empresa de Correios e Telégrafos de Pernambuco (Sintect-PE), no bairro de Santo Amaro, área central do Recife.

Ivan Moraes (PSOL)

O ex-vereador do Recife gravou material para a campanha eleitoral pela manhã. Na sequência, Ivan Moraes visitou a sede da Aliança Medicinal, em Olinda, no Grande Recife. O espaço trabalha com o cultivo de cannabis para uso medicinal. À noite, de acordo com a agenda, o candidato viajou para a cidade de Caruaru, no Agreste.

João Campos (PSB)

O ex-prefeito do Recife teve dois compromissos oficiais de campanha nesta quinta-feira. Pela manhã, ele participou de debate na sede do Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol - PE), no bairro de Santo Amaro, na área central da capital. À noite, o candidato do PSB participou de uma minicarreata pelas ruas do bairro do Ibura, na Zona Sul do Recife.


Professora Camila (UP)

Pela manhã, a candidata da Unidade Popular fez panfletagem e conversou com comerciantes do centro de Camaragibe, no Grande Recife. Conforme a agenda da candidata, ela também fez panfletagem em frente ao Shopping Boa Vista, na área central da cidade, e participou de sabatina na Rádio Polo FM, em Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste do estado.

Professor Jeremias do Banco (Democrata)
Segundo a agenda do partido, o candidato ao governo de Pernambuco pelo Democrata cumpriu agenda de campanha em quatro municípios da Zona da Mata Sul. Ele participou de encontros com lideranças em Água Preta e Joaquim Nabuco e também visitou Tamandaré e Rio Formoso.

Informou

À tarde, o Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) informou que indeferiu o registro de candidatura do candidato. Segundo o tribunal, o indeferimento ocorreu por irregularidades na composição do diretório estadual do partido, que não estava devidamente registrado no Sistema de Gerenciamento de Informações Partidárias (SGIP), do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Raquel Lyra (PSD)

A governadora e candidata à reeleição teve dois compromissos de campanha nesta quinta-feira. Pela manhã, ela gravou material para o guia eleitoral. À tarde, a candidata do PSD participou de sabatina na Associação Comercial e Empresarial de Caruaru (Acic), no Agreste.

Durante a sabatina, Raquel Lyra respondeu a perguntas sobre saúde, educação, segurança, economia, geração de emprego e renda, infraestrutura, capacidade de investimento do estado, turismo e cultura.


O Poder

Agenda dos presidenciáveis nesta sexta será marcada por entrevistas, encontros e atos políticos em diversas cidades do Brasil

11/09/2026

Com as proximidades das eleições, será mais uma sexta-feira de intensa atividade política em diversas cidades do Brasil. Os candidatos à Presidência da República têm compromissos eleitorais previstos para hoje, sexta-feira (11/09) em diferentes pontos do país. As atividades incluem entrevistas, reuniões políticas, encontros com apoiadores e participação em eventos.

Confira:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Lula tem agenda institucional em Brasília no início da manhã e, em seguida, viaja para o Rio Grande do Sul:

14h10: Chegada a Canoas (RS);
14h20: Reunião sobre o Fundo de Apoio à Infraestrutura para Recuperação e Adaptação a Eventos Climáticos Extremos;
16h40: Intervenções no contexto da visita ao Campus Viamão do Instituto Federal do Rio Grande do Sul;


Flávio Bolsonaro (PL)
Manaus (AM)
9h (hora local) | 10h (hora de Brasília): Visita à unidade fabril da M...

Com as proximidades das eleições, será mais uma sexta-feira de intensa atividade política em diversas cidades do Brasil. Os candidatos à Presidência da República têm compromissos eleitorais previstos para hoje, sexta-feira (11/09) em diferentes pontos do país. As atividades incluem entrevistas, reuniões políticas, encontros com apoiadores e participação em eventos.

Confira:

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Lula tem agenda institucional em Brasília no início da manhã e, em seguida, viaja para o Rio Grande do Sul:

14h10: Chegada a Canoas (RS);
14h20: Reunião sobre o Fundo de Apoio à Infraestrutura para Recuperação e Adaptação a Eventos Climáticos Extremos;
16h40: Intervenções no contexto da visita ao Campus Viamão do Instituto Federal do Rio Grande do Sul;


Flávio Bolsonaro (PL)
Manaus (AM)
9h (hora local) | 10h (hora de Brasília): Visita à unidade fabril da Moto Honda
Local: Portaria 4 – Av. Jutaí, 111 – Distrito Industrial I
17h (hora local) | 18h (hora de Brasília): Grande Encontro da Força da Direita do Amazonas
Local: Dulcila Festas e Convenções – Av. Coronel Teixeira, 5982, bairro Ponta Negra

Romeu Zema (Novo)
Fortaleza (CE)
8h15 – Zema e Girão conhecem o bairro fantasma Vila Velha em Fortaleza.
Local: Rua do Papoco, Vila Velha.

Renan Santos (Missão)
São Paulo (SP)
11:00 – Sabatina – UOL e Folha de S.Paulo – São Paulo (SP).
Local: Alameda Barão de Limeira, 425 – Campos Elíseos, São Paulo – SP, 01202-001, Brasil
14:00 – Entrevista – Manhattan Connection – Online
16:00 – Gravação Entrevista Record – Domingo Espetacular – São Paulo (SP).
Local: R. da Várzea, 300 – Várzea da Barra Funda, São Paulo – SP, 01140-080, Brasil
18:30 – Bienal do Livro – São Paulo (SP).
Local: Rua Massinet Sorcinelli, 83 – Parque Anhembi, São Paulo – SP, 02009-020, Brasil

Ronaldo Caiado (PSD)
Sem agendas públicas nesta sexta-feira.


Augusto Cury (Avante)
São Paulo (SP)
14h00 – 15h00: Gravação para o programa Domingo Espetacular, da Record.
Local: Rua da Várzea, 300, Barra Funda
18h45 – 21h15: Participação na sabatina do SBT em Osasco (SP)
Local: Av. das Comunicações, 1147, Industrial Anhanguera

Wilson Grassi (Democrata)
10h: Reunião com a equipe de comunicação da campanha.
19h30: Apresenta a palestra “Gestão sem Manual” no evento Semana da Administração.
Local: Universidade Anhanguera – Unidade Itaquera.


Hertz Dias (PSTU)
Recife (PE)
8h – Entrevista na rádio Projeção FM em Jaboatão dos Guararapes
9h – Panfletagem na feira do centro de Jaboatão dos Guararapes
19h – Roda de conversa sobre arte e cultura no mezanino do edifício Ambassador, no bairro Boa Vista, em Recife

Edmilson Costa (PCB)
Equipe não informou agenda pública nesta sexta-feira.

Samara Martins (UP)
Equipe não informou agenda pública nesta sexta-feira.

Rui Costa Pimenta (PCO)
Equipe não informou agenda pública nesta sexta-feira.
Clariana Barão (DC)
Equipe não informou agenda pública nesta sexta-feira.

O Poder

Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta sexta-feira Por Alek Maracajá

11/09/2026

Brasília, 11 de setembro de 2026

Vamos lá

O caso Banco Master entrou em uma nova fase. A retirada do sigilo de 14 procedimentos e do processo principal colocou contratos milionários, mensagens, relações institucionais e suspeitas envolvendo Daniel Vorcaro, Banco Central, MPF e Alexandre de Moraes no centro do debate público.

Fachin tenta reorganizar o STF, Mendonça responde à pressão por transparência, Moraes enfrenta uma nova onda de exposição e a Polícia Federal passa a falar diretamente por meio dos documentos divulgados.

Brasília pediu transparência. Mendonça abriu os arquivos. Agora o problema não é mais o que estava escondido é o que todo mundo começou a ler.

Os 8 principais movimentos do dia


Fachin mandou abrir. Mendonça abriu. acabou o “sigiloso”

Edson Fachin solicitou a retirada do sigilo dos procedimentos ligados ao Banco Master, e Andr...

Brasília, 11 de setembro de 2026

Vamos lá

O caso Banco Master entrou em uma nova fase. A retirada do sigilo de 14 procedimentos e do processo principal colocou contratos milionários, mensagens, relações institucionais e suspeitas envolvendo Daniel Vorcaro, Banco Central, MPF e Alexandre de Moraes no centro do debate público.

Fachin tenta reorganizar o STF, Mendonça responde à pressão por transparência, Moraes enfrenta uma nova onda de exposição e a Polícia Federal passa a falar diretamente por meio dos documentos divulgados.

Brasília pediu transparência. Mendonça abriu os arquivos. Agora o problema não é mais o que estava escondido é o que todo mundo começou a ler.

Os 8 principais movimentos do dia


Fachin mandou abrir. Mendonça abriu. acabou o “sigiloso”

Edson Fachin solicitou a retirada do sigilo dos procedimentos ligados ao Banco Master, e André Mendonça atendeu ainda durante a noite. Foram liberados 14 procedimentos, além do processo principal, permanecendo reservados apenas os materiais considerados indispensáveis ao andamento das investigações.

O processo continua técnico. A repercussão, porém, já entrou em modo eleitoral.

R$ 131 milhões não cabem em nota de rodapé

Entre os documentos divulgados está o contrato do Banco Master com o escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa de Alexandre de Moraes, que previa pagamentos de R$ 131 milhões. O serviço incluía compliance e consultoria estratégica perante órgãos públicos. O escritório afirma que não houve impedimento legal e que Moraes nunca julgou ações envolvendo o banco.

No digital, R$ 131 milhões não entram discretamente: chegam como manchete, vídeo e combustível político.

Vorcaro teria sabido antes até quem conduziria o caso

Relatório da Polícia Federal tornado público aponta que Daniel Vorcaro teria recebido antecipadamente informações sobre a operação, a vara responsável, o juiz e integrantes da equipe encarregada da investigação. A suspeita desloca o debate da influência política para a possível circulação de informações confidenciais.

Em Brasília, informação antecipada vale ouro até o dia em que aparece nos autos.

Banco Central entra na crise e não como espectador

Documentos atribuídos à PF descrevem possíveis pagamentos de até R$ 760 mil ao então chefe da supervisão do Banco Central, a compra de imóvel pertencente a um ex-diretor e ao irmão dele e a indicação de que um projeto relacionado a Vorcaro seria tratado como “prioridade absoluta”. As alegações ainda precisarão passar pelo devido processo legal.

O Master deixou de ser apenas problema de banco. Agora pressiona também quem deveria vigiar os bancos.

A investigação fez escala na Disney

A Polícia Federal aponta que Vorcaro teria viabilizado uma viagem de um diretor do Banco Central à Disney. O episódio reúne autoridade pública, benefício privado e um destino mundialmente conhecido — combinação perfeita para gerar memes e simplificar uma investigação complexa nas redes.

A viagem foi para a Disney, mas o roteiro político está longe de ser conto de fadas.

Logins do MPF aparecem em acessos sigilosos

Os relatórios divulgados também apontam o possível uso de credenciais vinculadas ao Ministério Público Federal para acessar informações protegidas. Se confirmada, a suspeita amplia a crise para além do STF e do Banco Central e alcança a segurança dos próprios sistemas de investigação.

A pergunta já não é somente quem sabia. É quem entrou, como entrou e quem tinha a senha.

Estudo Ativaweb PF atravessa 69 milhões de menções e mantém 82,3% de confiança

Levantamento exclusivo da Ativaweb DataLab, repercutido pela VEJA, identificou mais de 69 milhões de menções, ocorrências e interações digitais relacionadas à crise entre 1º e 10 de setembro. Mesmo exposta, questionada e transformada em personagem central, a Polícia Federal terminou o período com 82,3% das manifestações em campo favorável, associadas a confiança, credibilidade, autonomia e continuidade das investigações.

A PF entrou na crise como investigadora, virou personagem e saiu do primeiro round como a instituição mais preservada.

Estudo Ativaweb Mendonça perdeu apoio, reagiu e voltou para o jogo

Após a repercussão negativa de sua decisão envolvendo o comando da Polícia Federal, André Mendonça passou a concentrar maioria crítica no ambiente digital. Em apenas 24 horas, porém, mensagens de confiança e defesa de sua atuação voltaram a predominar, impulsionadas por expressões como “vai fazer justiça” e “homem de Deus”. A retirada do sigilo tende a fortalecer essa recuperação entre seus apoiadores.

No digital, Mendonça caiu, reagiu e voltou ao jogo antes que Brasília terminasse de contar os votos.

Bastidores de Brasília


Fachin se movimenta para definir o rito da sessão do dia 15 e reduzir a temperatura dentro do STF. A preocupação, porém, não é apenas jurídica: ministros temem que falas, votos e confrontos do plenário sejam recortados e transformados em material de campanha.

Ao pedir transparência e obter a abertura dos procedimentos, Fachin fortalece sua posição de árbitro. Mendonça reduz momentaneamente a pressão sobre si, mas transfere o peso político para o conteúdo dos documentos. Moraes, por sua vez, enfrentará uma exposição ainda maior à medida que contratos e mensagens ganharem interpretações públicas.

O Supremo tenta definir o rito da sessão. As campanhas já estão preparando os cortes para as redes.


Leitura estratégica Ativaweb


A retirada do sigilo altera a natureza da crise. Até ontem, a disputa era principalmente sobre vazamentos, versões e acusações. Agora existem documentos públicos que poderão ser fragmentados, interpretados e usados politicamente por todos os lados.

Mendonça recupera apoio ao atender à cobrança por transparência. Fachin assume o papel de organizador institucional. A Polícia Federal fortalece sua imagem de independência. Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro permanecem como os principais polos de rejeição e pressão digital.

O risco para o STF é perder
definitivamente o controle da narrativa. A Corte poderá controlar o processo jurídico, mas dificilmente controlará a velocidade com que cada página será transformada em vídeo, manchete, meme e discurso eleitoral.

Quando o documento aparece, a narrativa deixa de depender apenas do narrador.


Alerta Ativaweb


O maior erro estratégico agora será olhar somente para o volume total de menções. A nova fase exige acompanhar quais documentos ganham velocidade, quais nomes passam a ser associados diretamente às suspeitas e quem consegue traduzir relatórios técnicos em mensagens simples.

O contrato de R$ 131 milhões possui enorme potencial de viralização porque combina valor expressivo, relação familiar, Banco Master e Supremo Tribunal Federal em uma única narrativa. Mesmo que a explicação jurídica seja mais complexa, o ambiente digital costuma premiar a versão mais curta, emocional e fácil de compartilhar.

Também será necessário observar se a recuperação de Mendonça se sustenta ou se novas revelações voltam a deslocá-lo para o campo crítico.

No digital, origem explica a intenção. Circulação revela o impacto.


Fechamento

Brasília amanheceu sem sigilo, mas ainda cercada de dúvidas. Fachin abriu o caminho institucional, Mendonça abriu os documentos, a PF abriu seus relatórios e o ambiente digital abriu uma nova temporada da crise.

Agora, cada página poderá produzir uma manchete; cada mensagem, um corte; e cada nome, uma nova frente de pressão. A crise deixou de ser apenas reputacional e institucional. Ela passou a disputar diretamente a agenda da eleição de 2026.

O sigilo caiu durante a madrugada. A verdade jurídica levará tempo mas a sentença do algoritmo já começou a circular.

Alek Maracajá é Ceo da Ativaweb DataLab. Cientista de dados. Professor ESPM-SP. Pesquisador UFPB

Polícia Federal aponta pagamentos de até R$ 760 mil a chefe da supervisão do BC

11/09/2026

A investigação da Polícia Federal sobre Daniel Vorcaro aponta pagamentos de até R$ 760 mil a Belline Santana, chefe de supervisão do Banco Central do Brasil.

A informação

A informação veio a público após o ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), retirar o sigilo de 15 procedimentos relacionados ao caso Master. A medida foi tomada na noite de ontem, quinta-feira (10/09), após solicitação do presidente da Corte, Edson Fachin.

O relatório

Segundo relatório da corporação, em 9 de janeiro de 2024, Fabiano Zettel enviou uma mensagem para Vorcaro na qual consta um pagamento pendente para Belline.
No dia 30 de janeiro, Zettel afirma que realizará, entre outros pagamentos, aquele destinado a Belline.

Mensagem

Segundo a investigação, meses depois, em 2 de outubro de 2024, Zettel envia outra mensagem a Vorcaro, pontuando que parte do dinheiro enviado a Leonardo...

A investigação da Polícia Federal sobre Daniel Vorcaro aponta pagamentos de até R$ 760 mil a Belline Santana, chefe de supervisão do Banco Central do Brasil.

A informação

A informação veio a público após o ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), retirar o sigilo de 15 procedimentos relacionados ao caso Master. A medida foi tomada na noite de ontem, quinta-feira (10/09), após solicitação do presidente da Corte, Edson Fachin.

O relatório

Segundo relatório da corporação, em 9 de janeiro de 2024, Fabiano Zettel enviou uma mensagem para Vorcaro na qual consta um pagamento pendente para Belline.
No dia 30 de janeiro, Zettel afirma que realizará, entre outros pagamentos, aquele destinado a Belline.

Mensagem

Segundo a investigação, meses depois, em 2 de outubro de 2024, Zettel envia outra mensagem a Vorcaro, pontuando que parte do dinheiro enviado a Leonardo Palhares destina-se, na verdade, a Belline, que receberia o valor de R$ 760 mil.

Enviou

Ainda de acordo com a PF, em 10 de dezembro de 2024, Daniel Vorcaro enviou uma mensagem a Ana Claudia Queiroz de Paiva, que explicou o fluxo de dinheiro até o chefe de supervisão do BC.

Lista

Em 2 de janeiro de 2025, Zettel envia para Vorcaro uma lista de pagamentos que estariam em aberto. O nome de Belline está associado ao valor de R$ 750 mil.
Em setembro de 2025, há também a discriminação de um pagamento a Belline no valor de R$ 500 mil.


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Na velhice ou sofrimento, vale a pena insistir em viver, por Paulo André Leitão*

10/09/2026

Que conexões podem ser feitas entre o livro escrito por uma pessoa de 82 anos doente de câncer e o filme que será apresentado ao público mais de 50 anos depois de ter sido exibido para pouquíssimas pessoas? A nova edição da Revista Araçá sugere respostas para esta pergunta no artigo do jornalista e cineasta Paulo Cunha sobre "Luciana, a comerciária" e na entrevista com o escritor Marcelo Mário de Melo. 

"Poesia, Humor, Doença, Velhice e Morte - Pandemia e mais", o novo livro de Marcelo é uma bem-humorada reflexão sobre os limites do corpo, as dores da velhice, a luta contra o câncer e, sobretudo, o apego à vida. Coordenada por amigos - são muitos os amigos de Marcelo -, a pré-venda do livro tem ajudado a custear as despesas do seu tratamento. O "idoso canceroso", como se define, opta pelo riso e contornos poéticos da existência para prolongar a7 permanência no que chama de "corredor da morte". 

"Luciana, a comerciária" parecia ter sido condenada ao tal cor...

Que conexões podem ser feitas entre o livro escrito por uma pessoa de 82 anos doente de câncer e o filme que será apresentado ao público mais de 50 anos depois de ter sido exibido para pouquíssimas pessoas? A nova edição da Revista Araçá sugere respostas para esta pergunta no artigo do jornalista e cineasta Paulo Cunha sobre "Luciana, a comerciária" e na entrevista com o escritor Marcelo Mário de Melo. 

"Poesia, Humor, Doença, Velhice e Morte - Pandemia e mais", o novo livro de Marcelo é uma bem-humorada reflexão sobre os limites do corpo, as dores da velhice, a luta contra o câncer e, sobretudo, o apego à vida. Coordenada por amigos - são muitos os amigos de Marcelo -, a pré-venda do livro tem ajudado a custear as despesas do seu tratamento. O "idoso canceroso", como se define, opta pelo riso e contornos poéticos da existência para prolongar a7 permanência no que chama de "corredor da morte". 

"Luciana, a comerciária" parecia ter sido condenada ao tal corredor, mas, felizmente, era só um sono profundo e prolongado. O sonho do diretor Mozart Cintra tornou-se real com o renascimento da película de 35 milímetros nova em folha. A Cinemateca Brasileira salvou o longa-metragem, que será exibido no próximo dia 20, no Cinema da Fundação. 

A resposta que encontrei é esta: livro e filme proclamam que vale a pena insistir em viver. 

A Revista Araçá tem mais, muito mais. Tem a apresentação do primeiro romance de João Câmara, "Rondó da Lagoa dos Irerês", pelo escritor Sidney Rocha. A programação de shows deste fim de semana e a estreia do AFROPUNK no Recife dão o molho musical. A foto que Gustavo Bettini nunca esquece e a exposição de Gabriel Wickbold no Museu do Estado proporcionam o prazer visual indispensável a uma revista de arte e cultura.  

A coluna de crítica literária Corte&Costura, do escritor Cristiano Santiago Ramos, nos leva a conversar com Carlos Drummond, Adélia Prado e Guimarães Rosa. 

A insistência de viver retratada no livro de Marcelo e no ressurgimento de "Luciana, a comerciária" encontra ressonância no dia a dia da Revista Araçá. Jornalismo cultural em Pernambuco tem sido o nosso trabalho, semanalmente ininterrupto, há 20 edições.

Acesse www.aracarevista.com.br e divida com a gente o prazer da leitura sobre arte e cultura pernambucanas.

*Jornalista, intelectual, cara do bem, diretor-geral da Revista Araçá.


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Deu na imprensa: Teto desaba na Restauração e deixa uma pessoa ferida

10/09/2026

Captamos no blog do Magno: O blog foi informado, há pouco, de que parte do teto do Hospital da Restauração (HR), no Recife, desabou nesta quinta-feira (10/09) e deixou uma pessoa ferida. O vídeo obtido pelo blog não mostra o momento da queda, mas registra a vítima sendo levada para atendimento após o ocorrido. Ainda não há informações sobre o estado de saúde da pessoa atingida nem detalhes sobre as circunstâncias do desabamento. Em breve, traremos mais informações.

Observação do Poder

Pela pouco que se percebe da aparência dos trajes do ferido em atendimento, não se trata de paciente e sim de acompanhante, ou mais provavelmente, trabalhador. Esperamos que seja liberado em breve.

Em vídeo

O nosso diretor Zé Nivaldo Junior analisa, com muita seriedade, até onde vai e porque a responsabilidade direta é da governadora Raquel Teixeira Lyra.
Exclusivo.
Leia e compartilhe.

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Captamos no blog do Magno: O blog foi informado, há pouco, de que parte do teto do Hospital da Restauração (HR), no Recife, desabou nesta quinta-feira (10/09) e deixou uma pessoa ferida. O vídeo obtido pelo blog não mostra o momento da queda, mas registra a vítima sendo levada para atendimento após o ocorrido. Ainda não há informações sobre o estado de saúde da pessoa atingida nem detalhes sobre as circunstâncias do desabamento. Em breve, traremos mais informações.

Observação do Poder

Pela pouco que se percebe da aparência dos trajes do ferido em atendimento, não se trata de paciente e sim de acompanhante, ou mais provavelmente, trabalhador. Esperamos que seja liberado em breve.

Em vídeo

O nosso diretor Zé Nivaldo Junior analisa, com muita seriedade, até onde vai e porque a responsabilidade direta é da governadora Raquel Teixeira Lyra.
Exclusivo.
Leia e compartilhe.






Debate Sinpol-PE hoje - João Campos apresentou propostas para segurança pública, mesmo com ausência de Raquel Teixeira Lyra

10/09/2026

Mesmo com o não comparecimento de Raquel Teixeira Lyra ao importante debate, João Campos, PSB, participou, hoje, quinta-feira, 10/09, do debate promovido pelo Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco, Sinpol-PE, na sede da entidade, na área central do Recife, acompanhado do seu candidato a vice-governador, Carlos Costa (Republicanos). Na abertura do evento, o presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros, confirmou formalmente a ausência da gestora, momento em que parte do público presente reagiu com vaias. Aos jornalistas, Cisneiros falou sobre o não comparecimento da candidata à reeleição.



O presidente do Sinpol falou sobre a ausência de Raquel Teixeira Lyra

"A gente gostaria de ter feito o debate. A governadora não veio. Isso, infelizmente, diminui muito o debate. Mas a proposta do Sinpol é uma proposta de diálogo, debate por uma segurança pública melhor para o povo pernambucano. E nada melhor do que discutir segurança pública com os p...

Mesmo com o não comparecimento de Raquel Teixeira Lyra ao importante debate, João Campos, PSB, participou, hoje, quinta-feira, 10/09, do debate promovido pelo Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco, Sinpol-PE, na sede da entidade, na área central do Recife, acompanhado do seu candidato a vice-governador, Carlos Costa (Republicanos). Na abertura do evento, o presidente do Sinpol, Áureo Cisneiros, confirmou formalmente a ausência da gestora, momento em que parte do público presente reagiu com vaias. Aos jornalistas, Cisneiros falou sobre o não comparecimento da candidata à reeleição.


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O presidente do Sinpol falou sobre a ausência de Raquel Teixeira Lyra

"A gente gostaria de ter feito o debate. A governadora não veio. Isso, infelizmente, diminui muito o debate. Mas a proposta do Sinpol é uma proposta de diálogo, debate por uma segurança pública melhor para o povo pernambucano. E nada melhor do que discutir segurança pública com os policiais. E os policiais civis. Mesmo assim, fizemos a sabatina com os temas centrais a serem resolvidos pelos candidatos e colocamos para o candidato João Campos nossos temas e a nossa valorização também."

João e a saúde mental e o bem-estar dos profissionais de segurança

João Campos apresentou propostas voltadas para a segurança pública, valorização profissional e reestruturação da categoria. O encontro também foi marcado por cobranças dos policiais civis do estado sobre déficit de efetivo, condições de trabalho e demandas salariais históricas. Um dos temas defendidos pelo candidato da Frente Popular foi a criação de uma estrutura voltada para o cuidado com a saúde mental e o bem-estar dos profissionais de segurança. Na ocasião, Campos fez um paralelo com iniciativas adotadas durante a sua gestão na Prefeitura do Recife, afirmando que o governo estadual precisa priorizar o atendimento psicológico, psiquiátrico e médico para a polícia. "Os estudos apontam que esse grande desafio do cuidado com a saúde mental tem indicadores muito mais graves quando tratamos de profissionais de segurança, que lidam o dia todo com questões de vida ou morte, muito delicadas e de alto risco", pontuou.


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João e a defasagem de efetivo

Sobre a defasagem de efetivo apontada pela categoria, o candidato do PSB propôs a criação de uma esteira permanente de contratações associada a um plano de remuneração de 4 anos. Segundo ele, a gestão estadual não pode tratar as pautas de recomposição de pessoal e de reajuste salarial como excludentes. "O que a gente precisa é combinar o jogo. Se um governo diz que, se contratar mais gente, não pode aumentar salário, e vice-versa, isso é uma tática clara de quem não quer resolver. Vamos primeiro recompor e, em seguida, ajustar a remuneração, dialogando sem litígio."

João e o comando da SDS

Questionado sobre a escolha do comando da Secretaria de Defesa Social (SDS) na sua gestão, caso seja eleito governador, e sobre demandas judiciais dos policiais, como o pleito referente à carga horária e reajustes, João Campos reforçou que a escolha do responsável pela pasta priorizará critérios técnicos e a capacidade de diálogo. Ademais, ele se comprometeu a discutir a Lei Orgânica da Polícia Civil logo no primeiro ano de governo, buscando construir um pacto de cooperação de longo prazo com os servidores. "A polícia fica e os servidores vão ficar na ativa por muitos anos, muito mais tempo do que vários mandatos de governador. Se construirmos uma lei orgânica bem feita e equilibrarmos o planejamento de quatro anos, garantiremos um ambiente de harmonia e ânimo para trabalhar."

participantes

Sobre a lista de participantes, o sindicato esclareceu que o candidato Ivan Moraes não foi convidado para o confronto de propostas. De acordo com a direção do Sinpol, o critério adotado para o envio dos convites restringiu a participação apenas a postulantes que atingiram a marca de 5% ou mais nas pesquisas de intenção de voto.

Banco Master e crise no STF - Moraes preparou defesa pública, mas adiou fala após conselhos de aliados

10/09/2026

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, preparou uma defesa pública a respeito das suspeitas que o colocaram como um dos vértices da crise institucional da corte, mas adiou o pronunciamento após ser aconselhado por magistrados aliados. Os colegas recomendaram que Moraes aproveitasse as atenções voltadas à operação da PF sobre o filme "Dark Horse", autorizada pelo ministro Flávio Dino hoje, quinta-feira, 10/09, e aguardasse mais um tempo para se manifestar. A assessoria de imprensa do STF informou às 7h40 que Moraes faria um pronunciamento às 11h00. Às 8h45, no entanto, um novo comunicado foi divulgado, apontando para o cancelamento da fala, com remarcação "para data oportuna".

Texto rebatendo Mendonça

Moraes leria um texto com explicações a respeito da sua atuação e traria argumentos para rebater o ministro André Mendonça, relator das investigações sobre o Banco Master e seu principal antagonista no STF. Um ministro próximo a Moraes, contudo, ponder...

O ministro Alexandre de Moraes, do STF, preparou uma defesa pública a respeito das suspeitas que o colocaram como um dos vértices da crise institucional da corte, mas adiou o pronunciamento após ser aconselhado por magistrados aliados. Os colegas recomendaram que Moraes aproveitasse as atenções voltadas à operação da PF sobre o filme "Dark Horse", autorizada pelo ministro Flávio Dino hoje, quinta-feira, 10/09, e aguardasse mais um tempo para se manifestar. A assessoria de imprensa do STF informou às 7h40 que Moraes faria um pronunciamento às 11h00. Às 8h45, no entanto, um novo comunicado foi divulgado, apontando para o cancelamento da fala, com remarcação "para data oportuna".

Texto rebatendo Mendonça

Moraes leria um texto com explicações a respeito da sua atuação e traria argumentos para rebater o ministro André Mendonça, relator das investigações sobre o Banco Master e seu principal antagonista no STF. Um ministro próximo a Moraes, contudo, ponderou que tudo o que ele eventualmente deixasse sem explicação poderia assombrá-lo até a sessão da próxima terça-feira, 15/09, quando o plenário vai se reunir para discutir a crise pela primeira vez. Também foi considerada a possibilidade de que as falas de Moraes pudessem agravar as tensões com Mendonça. (Folha de S.Paulo)

Em meio à crise no STF, Fachin volta a cancelar sessão plenária de hoje

10/09/2026

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, STF, cancelou a sessão plenária de hoje, quinta-feira, 10/09, em meio ao agravamento de uma crise entre ministros da própria Corte. Fachin já havia cancelado a sessão de ontem, horas depois de o ministro Flávio Dino ter determinado a reintegração de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da PF, revertendo decisão do dia anterior do ministro André Mendonça, que havia afastado o delegado de suas funções. A guerra de liminares é o episódio mais recente de um embate público entre duas alas do Supremo, uma aliada a Mendonça e outra ao ministro Alexandre de Moraes.

Julgamento terça

Ao cancelar as sessões plenárias desta semana, Fachin evita um encontro público entre os ministros do Supremo antes do julgamento que marcou para a próxima terça-feira, 15/09, sobre um relatório da Polícia Federal, PF, que vincula Moraes ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Desde a semana passada, Mendonça e Moraes protagoni...

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, STF, cancelou a sessão plenária de hoje, quinta-feira, 10/09, em meio ao agravamento de uma crise entre ministros da própria Corte. Fachin já havia cancelado a sessão de ontem, horas depois de o ministro Flávio Dino ter determinado a reintegração de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da PF, revertendo decisão do dia anterior do ministro André Mendonça, que havia afastado o delegado de suas funções. A guerra de liminares é o episódio mais recente de um embate público entre duas alas do Supremo, uma aliada a Mendonça e outra ao ministro Alexandre de Moraes.

Julgamento terça

Ao cancelar as sessões plenárias desta semana, Fachin evita um encontro público entre os ministros do Supremo antes do julgamento que marcou para a próxima terça-feira, 15/09, sobre um relatório da Polícia Federal, PF, que vincula Moraes ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Desde a semana passada, Mendonça e Moraes protagonizaram um embate público sem precedentes na história recente do STF, com a divulgação recíproca de relatórios comprometedores e pedidos mútuos de investigação.

Plutocracia, acesso à Justiça e custas judiciais: Para Onde Caminha o STF? - Por Rosa Freitas*

10/09/2026

Resumo da ADC 80

No julgamento da Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 80, o Supremo Tribunal Federal (STF) estabeleceu novos parâmetros objetivos para a concessão da gratuidade de justiça em quase todo o Poder Judiciário brasileiro. Afastando o critério anterior da Reforma Trabalhista (que limitava o benefício a 40% do teto do RGPS), a Corte fixou que pessoas com renda mensal de até R$ 5 mil possuem presunção relativa de hipossuficiência, garantindo o direito automático ao benefício sem burocracia excessiva inicial. Por outro lado, para aqueles que recebem acima desse patamar, a concessão deixou de ser automática, exigindo comprovação concreta e detalhada da insuficiência financeira. A decisão também conferiu ao magistrado ampla autonomia para exigir documentos adicionais e indeferir o pedido caso identifique patrimônio ou renda familiar incompatíveis, aplicando-se a todos os ramos da Justiça, com exceção dos Juizados Especiais.

1. A C...

Resumo da ADC 80

No julgamento da Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 80, o Supremo Tribunal Federal (STF) estabeleceu novos parâmetros objetivos para a concessão da gratuidade de justiça em quase todo o Poder Judiciário brasileiro. Afastando o critério anterior da Reforma Trabalhista (que limitava o benefício a 40% do teto do RGPS), a Corte fixou que pessoas com renda mensal de até R$ 5 mil possuem presunção relativa de hipossuficiência, garantindo o direito automático ao benefício sem burocracia excessiva inicial. Por outro lado, para aqueles que recebem acima desse patamar, a concessão deixou de ser automática, exigindo comprovação concreta e detalhada da insuficiência financeira. A decisão também conferiu ao magistrado ampla autonomia para exigir documentos adicionais e indeferir o pedido caso identifique patrimônio ou renda familiar incompatíveis, aplicando-se a todos os ramos da Justiça, com exceção dos Juizados Especiais.

1. A Conceituação de Plutocracia: O Direito dos Ricos

Em sua essência, a plutocracia caracteriza-se pelo governo ou domínio dos ricos, um sistema onde o poder político, institucional e econômico concentra-se nas mãos daqueles que detêm o capital.
Quando aplicada ao sistema de justiça, a plutocracia se manifesta no momento em que o custo para movimentar a máquina estatal torna-se um filtro econômico. Em vez de um serviço público essencial garantido pela Constituição, a jurisdição passa a operar sob a lógica de mercado: tem acesso quem pode pagar. Ao impor barreiras financeiras e comprovações excessivas a quem ganha mais de um salário relativamente baixo (R$ 5 mil), o Estado empurra o ônus da cidadania para o bolso do jurisdicionado, transformando direitos fundamentais em mercadorias de alto valor.

2. Acesso à Justiça sob a Ótica de Cappelletti e Garth

Para compreender a gravidade do cenário, é fundamental recorrer aos juristas Mauro Cappelletti e Bryant Garth que, em sua obra clássica de 1978, definiram o Acesso à Justiça não como um mero acesso formal aos tribunais, mas como um direito social fundamental que exige igualdade efetiva de resultados.

Os autores estruturaram a teoria das Ondas Renovatórias, sendo a 1ª Onda exatamente a Assistência Judiciária para os Pobres, voltada a remover os obstáculos econômicos que impedem o cidadão vulnerável de litigar.

Quando o STF impõe barreiras financeiras e exige comprovações probatórias complexas da classe média baixa e de trabalhadores que ganham pouco acima do teto estipulado, o modelo estatal ataca diretamente a essência da primeira onda renovatória. O sistema retorna perigosamente a um padrão excludente, onde a barreira econômica silencia o hipossuficiente e desvirtua o papel garantidor do Estado democrático de direito.

3. Litigantes Habituais: Os Maiores Beneficiários do Sistema

Enquanto o cidadão comum e o trabalhador enfrentam um rigor probatório severo para demonstrar que custear um processo inviabiliza seu sustento, os litigantes habituais (grandes corporações, bancos, seguradoras e o próprio Estado) saem fortalecidos.

* Efeito Deterrente: O risco financeiro de arcar com custas judiciais e honorários de sucumbência funciona como um desestímulo implacável para que trabalhadores e consumidores busquem seus direitos na Justiça.

* Assimetria de Poder: Grandes empresas possuem departamentos jurídicos estruturados e capacidade financeira para absorver custos processuais, utilizando o litígio de massa como estratégia. Para elas, a nova barreira imposta pelo STF reduz o volume de ações e protege seus caixas, sufocando reclamações legítimas antes mesmo de chegarem ao judiciário.

4. Acesso Limitado para os Pobres e a "Classe Média Vulnerável"

Embora a decisão mantenha a gratuidade automática para quem ganha até R$ 5 mil, a fixação de um patamar rígido cria um abismo para a imensa parcela da população brasileira que sobrevive com rendas ligeiramente superiores, mas vive em total vulnerabilidade financeira nas metrópoles.

* O Ônus da Prova Impossível: Para quem ganha acima de R$ 5 mil, a exigência de demonstrar "insuficiência de recursos" de forma complexa e com documentação adicional cria um escrutínio burocrático desproporcional.

* Exclusão Silenciosa: O trabalhador que ganha um pouco acima do limite, mas possui alto endividamento familiar, despesas médicas crônicas ou vive em regiões de altíssimo custo de vida, é penalizado por um critério cego à realidade socioeconômica do país. O resultado é a inibição do direito constitucional de ação, consagrando a justiça não como um direito de todos, mas como um privilégio para quem consegue comprovar a miséria absoluta ou para quem tem recursos de sobra para pagar as custas.

Conclusões Principais

1. Fragilização do Acesso à Justiça: A fixação de um teto rígido de R$ 5 mil e a exigência de comprovação complexa criam barreiras financeiras que desestimulam o litígio por parte de trabalhadores e consumidores de baixa e média renda, agredindo os postulados da primeira onda renovatória de Cappelletti e Garth.

2. Assimetria Processual e Vitória dos Litigantes Habituais: Grandes corporações e instituições financeiras beneficiam-se da redução do fluxo de ações, utilizando o fator financeiro como escudo contra responsabilizações em massa.

3. Viés Plutocrático: A transição de um modelo de assistência jurídica integral amparado na autodeclaração para um modelo de restrição econômica institucionaliza uma justiça censitária, onde a tutela jurisdicional passa a ser proporcional ao capital do litigante.

Referências

BRASIL. Supremo Tribunal Federal. Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 80. Relator: Min. Gilmar Mendes. Julgado em: 03 set. 2026.

CAPPELLETTI, Mauro; GARTH, Bryant. Acesso à Justiça. Tradução de Mauro Barbosa de Almeida. Porto Alegre: Sergio Antonio Fabris Editor, 1988.

SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL (STF). STF fixa renda de até R$ 5 mil como critério para concessão da justiça gratuita. Brasília, 4 set. 2026. Disponível em: https://www.tjrj.jus.br/web/portal-conhecimento/noticias/noticia/-/visualizar-conteudo/5736540/406715750. Acesso em: 8 set. 2026.

MIGALHAS. STF fixa renda de R$ 5 mil para Justiça gratuita trabalhista. São Paulo, 3 set. 2026. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/quentes/463873/stf-fixa-renda-de-r-5-mil-para-justica-gratuita-trabalhista. Acesso em: 8 set. 2026.

CÂMARA BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO (CBIC). Radar Trabalhista: STF define critérios para concessão da justiça gratuita em todo o Judiciário. Brasília, 8 set. 2026. Disponível em: https://cbic.org.br/radar-trabalhista-stf-define-criterios-para-concessao-da-justica-gratuita-em-todo-o-judiciario/. Acesso em: 8 set. 2026.


*Profa. Rosa Freitas, é Advogada – Direito Tributário e Direito de Energia - Consultoria Jurídica e Regulatória. @profa.dra.rosafreitas e Advrosafreitas@gmail.com


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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o livre confronto de ideias e acolhe o contraditório. Todas as pessoas e instituições citadas têm assegurado espaço para suas manifestações.

Errar É Humano: Quando a Inteligência Artificial Começa a Esconder o Erro Humano - Por Amadeu Robalinho*

10/09/2026

Há uma contradição silenciosa no modo como a sociedade contemporânea começa a utilizar a Inteligência Artificial. Criamos máquinas capazes de produzir textos, imagens, análises, códigos, sínteses e respostas em poucos segundos, mas, ao mesmo tempo, começamos a utilizá-las não apenas para ampliar o conhecimento humano, mas para esconder as limitações, os erros e, em alguns casos, a própria ausência de conhecimento de quem as utiliza.

Errar é humano. O problema começa quando passamos a utilizar a tecnologia para eliminar não o erro, mas os vestígios que permitem identificá-lo.

Estamos diante de uma questão que ultrapassa a tecnologia. Trata-se de uma questão científica, educacional, cultural e, sobretudo, estratégica.

A Inteligência Artificial generativa pode representar uma das maiores ferramentas de ampliação da capacidade humana já desenvolvidas. Entretanto, ela não transforma automaticamente informação em conhecimento, nem conhecimento em...

Há uma contradição silenciosa no modo como a sociedade contemporânea começa a utilizar a Inteligência Artificial. Criamos máquinas capazes de produzir textos, imagens, análises, códigos, sínteses e respostas em poucos segundos, mas, ao mesmo tempo, começamos a utilizá-las não apenas para ampliar o conhecimento humano, mas para esconder as limitações, os erros e, em alguns casos, a própria ausência de conhecimento de quem as utiliza.

Errar é humano. O problema começa quando passamos a utilizar a tecnologia para eliminar não o erro, mas os vestígios que permitem identificá-lo.

Estamos diante de uma questão que ultrapassa a tecnologia. Trata-se de uma questão científica, educacional, cultural e, sobretudo, estratégica.

A Inteligência Artificial generativa pode representar uma das maiores ferramentas de ampliação da capacidade humana já desenvolvidas. Entretanto, ela não transforma automaticamente informação em conhecimento, nem conhecimento em ciência. Uma resposta bem escrita não significa necessariamente uma resposta verdadeira. Uma argumentação elegante não é sinônimo de profundidade. Uma linguagem sofisticada não comprova domínio intelectual.

O Próprio ²NIST, ao tratar dos riscos da IA generativa, identifica o fenômeno denominado “confabulação”, quando sistemas produzem informações falsas ou incorretas apresentadas com elevado grau de confiança. O problema torna-se ainda mais grave quando o usuário passa a confiar na aparência de precisão produzida pela máquina.

É nesse ponto que surge uma nova prática que merece atenção: utilizar uma ferramenta de Inteligência Artificial para produzir determinado conteúdo e, posteriormente, utilizar outra ferramenta de IA para “humanizar” o texto.

A pergunta estratégica é inevitável: estamos humanizando a máquina ou artificializando o ser humano?

A diferença não é meramente semântica.

Quando um indivíduo pesquisa, interpreta, confronta fontes, formula hipóteses, erra, corrige, escreve e reescreve, existe um processo intelectual. O resultado final é consequência de uma trajetória cognitiva. O erro, nesse contexto, não é apenas uma falha. Ele pode ser parte do próprio processo de aprendizagem.

Quando, entretanto, alguém delega à máquina a pesquisa, a estruturação das ideias, a redação, a revisão, a correção gramatical, a adequação estilística e, finalmente, utiliza outra máquina para retirar do texto os sinais de que ele foi produzido artificialmente, corre-se o risco de criar uma espécie de circuito fechado.

A máquina produz.

Outra máquina aperfeiçoa.

Uma terceira pode verificar.

E o ser humano apenas publica.

É possível que estejamos construindo uma fábrica de perpetuação da produção de ninguém.

Esse talvez seja um dos paradoxos mais importantes da era da Inteligência Artificial. Quanto mais sofisticadas forem as ferramentas utilizadas para produzir textos aparentemente humanos, maior poderá ser a dificuldade de identificar onde termina o pensamento original e onde começa a reprodução estatística de padrões existentes.

A consequência pode ser uma produção intelectual de enorme volume, mas de reduzida originalidade.

Muita superfície e pouca profundidade.

Muito conteúdo e pouco conhecimento.

Muita publicação e pouca descoberta.

Muita informação e pouca inteligência.

O problema assume proporções ainda maiores quando essa dinâmica alcança a produção científica.

A ciência não evolui simplesmente porque produz mais textos. Ela evolui quando produz novas perguntas, novas hipóteses, novos métodos, novas evidências e novas explicações para fenômenos ainda não suficientemente compreendidos.

Se milhões de pesquisadores passarem a utilizar sistemas semelhantes, treinados sobre conjuntos de dados semelhantes, orientados por padrões semelhantes e solicitados a escrever de maneira semelhante, poderemos enfrentar um fenômeno paradoxal: uma tecnologia criada para ampliar a diversidade intelectual poderá contribuir, se utilizada de maneira inadequada, para a padronização do pensamento.

A questão não é afirmar que isso necessariamente ocorrerá, mas reconhecer que o risco existe e merece investigação.

A própria ¹ UNESCO chama atenção para os impactos da IA sobre o pensamento humano, a educação, as ciências, a cultura e a comunicação, defendendo princípios como diversidade, supervisão humana, responsabilidade, transparência e preservação da diversidade cultural.

E aqui chegamos a uma questão ainda mais profunda: o que acontecerá com a cultura clássica?

O conhecimento humano não nasceu dos algoritmos.

A ciência moderna foi construída sobre séculos de leitura, debate, experimentação, discordância, observação e transmissão de conhecimento. Filosofia, matemática, literatura, história, engenharia, física, química, direito e medicina foram desenvolvidos por homens e mulheres que precisaram pensar antes de perguntar às máquinas.

A leitura de um livro não era apenas uma forma de obter informação. Era um exercício de concentração.

A escrita não era apenas uma forma de comunicar. Era um exercício de organização do pensamento.

A pesquisa não era apenas uma busca por respostas. Era um exercício de formulação de perguntas.

O risco contemporâneo está em transformar essas três atividades em simples comandos.

Perguntar à máquina pode ser extremamente eficiente. Pensar antes de perguntar continua sendo indispensável.

Essa diferença é fundamental para a soberania de uma nação.

Uma sociedade que perde a capacidade de produzir conhecimento próprio torna-se progressivamente dependente daqueles que controlam as plataformas, os modelos, os dados, a infraestrutura computacional, os semicondutores, os centros de processamento, os sistemas de comunicação e os mecanismos de treinamento da inteligência artificial.

Portanto, a discussão sobre IA não pode ficar restrita à produtividade.

Ela precisa ser incorporada à agenda de soberania nacional.

Quem controla a infraestrutura de inteligência controla uma parcela crescente da capacidade de produzir, interpretar e distribuir conhecimento. Quem controla os dados possui uma vantagem estratégica. Quem controla os modelos possui capacidade de influenciar processos cognitivos. E quem depende integralmente de sistemas externos para produzir conhecimento estratégico corre o risco de terceirizar parte de sua própria autonomia intelectual.

Isso é Defesa.

Isso é Estratégia.

Isso é Soberania.

Uma nação tecnologicamente dependente pode possuir território, população, recursos naturais e forças militares, mas continuar vulnerável se não possuir capacidade própria de produzir conhecimento, tecnologia e inteligência.

Por isso, a questão não deve ser “usar ou não usar Inteligência Artificial”.

Essa é uma falsa escolha.

A pergunta correta é: como utilizar a Inteligência Artificial sem entregar a ela aquilo que constitui a essência da capacidade humana de pensar?

A resposta passa por educação, cultura científica, formação crítica, domínio tecnológico e responsabilidade intelectual.

A IA deve ser instrumento de ampliação da inteligência humana, não substituta da inteligência humana.

Deve acelerar cálculos, comparar grandes volumes de dados, auxiliar pesquisas, identificar padrões, apoiar simulações, contribuir para engenharia, medicina, defesa, indústria e planejamento estratégico.

Mas a responsabilidade pela hipótese, pela decisão, pela interpretação e pela consequência precisa continuar sendo humana.

Não se trata de combater a tecnologia.

Trata-se de impedir que a tecnologia combata silenciosamente a capacidade humana de pensar.

Existe ainda uma pergunta provocativa: essa cobra vai engolir o próprio robô?

Se os sistemas de Inteligência Artificial passarem a ser treinados cada vez mais sobre conteúdos produzidos por outras Inteligências Artificiais, poderemos entrar em um ciclo de retroalimentação no qual a máquina começa a aprender progressivamente com aquilo que ela mesma, ou sistemas semelhantes, produziram.

A consequência pode ser uma espécie de erosão da diversidade informacional.

Se o conhecimento original diminui e a reprodução sintética aumenta, o sistema pode produzir cada vez mais conteúdo e, simultaneamente, reduzir a proporção de novidade existente nesse conteúdo.

É a multiplicação da cópia com aparência de criação.

É a industrialização da repetição.

É a possibilidade de termos uma gigantesca biblioteca digital repleta de textos, mas progressivamente contaminada por uma pergunta fundamental: quem realmente pensou tudo isso?

Essa pergunta não é uma ameaça à Inteligência Artificial.

É uma exigência de maturidade diante dela.

A verdadeira revolução da IA não estará em produzir milhões de textos indistinguíveis entre si. Estará em permitir que seres humanos capazes façam aquilo que antes era impossível: compreender sistemas complexos, formular hipóteses mais sofisticadas, desenvolver tecnologias, antecipar riscos, proteger sociedades e ampliar as fronteiras do conhecimento.

O verdadeiro salto tecnológico não será substituir o pesquisador.

Será aumentar a capacidade do pesquisador.

Não será eliminar o erro.

Será permitir que o erro seja identificado mais rapidamente.

Não será retirar o ser humano do processo.

Será tornar o ser humano mais capaz dentro dele.

Porque uma sociedade que não aceita mais errar pode também deixar de experimentar.

E uma sociedade que deixa de experimentar pode deixar de descobrir.

O erro humano, quando reconhecido, analisado e corrigido, é uma das engrenagens do progresso científico. O perigo está em utilizar a tecnologia para mascará-lo, escondê-lo e transformá-lo em uma produção aparentemente perfeita.

A perfeição artificial pode ser intelectualmente estéril.

A imperfeição humana pode ser cientificamente fértil.

É nesse equilíbrio que estará uma das grandes disputas estratégicas do século XXI.

Não entre homem e máquina, mas entre conhecimento autêntico e reprodução automatizada.

Entre pensamento e padrão.

Entre ciência e aparência de ciência.

Entre soberania intelectual e dependência tecnológica.

A Inteligência Artificial poderá ser uma das maiores ferramentas de emancipação intelectual da humanidade.

Mas também poderá se transformar em uma máquina extraordinariamente eficiente de produzir respostas sem necessariamente produzir conhecimento.

A escolha não será feita pelos algoritmos.

Será feita por nós.

E talvez a maior demonstração de inteligência humana, diante da Inteligência Artificial, seja continuar tendo coragem para fazer aquilo que nenhuma máquina pode fazer em nosso lugar: pensar, duvidar, questionar, discordar, experimentar, errar, corrigir e, finalmente, descobrir algo que ainda não existia.

Porque, no final, a questão não é saber se a máquina consegue escrever como um ser humano.

A questão realmente estratégica é saber se o ser humano continuará sendo capaz de pensar como um ser humano.

Notas:

¹ UNESCO— Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. É uma agência especializada da ONU, criada em 1945. Atua em educação, ciência, cultura, comunicação e patrimônio. Na área de IA, trabalha especialmente com ética, educação, direitos humanos, diversidade cultural e impactos sociais da tecnologia.
² NIST— National Institute of Standards and Technology (Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia). É uma instituição científica e tecnológica do governo dos Estados Unidos, vinculada ao Departamento de Comércio. Desenvolve padrões, métodos e orientações técnicas para áreas como cibersegurança, inteligência artificial, engenharia, metrologia e gestão de riscos.


*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

"Modelo estatista e a economia brasileira" - Por Jarbas Beltrão*

10/09/2026

"Preâmbulo"

A compreensão de que, só o Estado é o impulsionador do nosso crescimento econômico, dominou nossa política e economia desde os anos 1930, a nossa mentalidade, seja "direita", seja "esquerda", desconsidera o empreendedorismo como importante saída para nossa decolagem econômica".

"O planejamento estatal"

A chegada dos revolucionários tenentistas a partir de 1930, com a "revolução de outubro", inicia o traçado de um novo rumo para economia e política brasileira.

O novo traçado lança seu vôo a partir do "Estado Novo" (1937) de Getúlio Vargas, inaugurando uma nova era econômica e política

Quanto a nova era econômica, passou a depositar no Estado as responsabilidades (exclusivas) de indução do crescimento econômico.

Até neste ano de 2026, continuamos patinando num modelo econômico gerido pelo "Estado" que transforma/transformou em servos desde elites, classes médias e até os...

"Preâmbulo"

A compreensão de que, só o Estado é o impulsionador do nosso crescimento econômico, dominou nossa política e economia desde os anos 1930, a nossa mentalidade, seja "direita", seja "esquerda", desconsidera o empreendedorismo como importante saída para nossa decolagem econômica".

"O planejamento estatal"

A chegada dos revolucionários tenentistas a partir de 1930, com a "revolução de outubro", inicia o traçado de um novo rumo para economia e política brasileira.

O novo traçado lança seu vôo a partir do "Estado Novo" (1937) de Getúlio Vargas, inaugurando uma nova era econômica e política

Quanto a nova era econômica, passou a depositar no Estado as responsabilidades (exclusivas) de indução do crescimento econômico.

Até neste ano de 2026, continuamos patinando num modelo econômico gerido pelo "Estado" que transforma/transformou em servos desde elites, classes médias e até os trabalhadores.

Todos de uma forma ou de outra, aguardam os acenos dos controladores do Estado para o que lhes será oferecido como benefícios.

A era Varguista, colocou com a criação de uma indústria de base, a exclusividade do único caminho de crescimento econômico - o Estado.

'Economia brasileira e os ciclos econômicos globalistas"

A indústria de base, surgida na era varguista, estimulou a chegada dos investimentos estrangeiros; essa chegada também foi fruto de uma expansão dos "ciclos econômicos globalistas".

O Plano de Metas (1956/1961) governo JK e Governos Militares (1970/1984), foram momentos que o capital internacional trouxe completa mudança no desenho econômico brasileiro. Mas esses ciclos não tiveram continuidade quanto à adoção por nossas plataformas econômicas.

O último dos ciclos globalistas - governos militares - foi interrompido e as atenções do capital Ocidental voltou-se para a República Popular da China.

'O Brasil e o mercado global'

Durante os governos militares a entrada de capitais ocidentais, pressionou transformações no nosso desenho econômico; passamos do além 40° lugar para o 7° e com a formação de um complexo conjunto industrial, científico e tecnológico.

O Brasil tornou-se importante referência na economia de mercado sob liderança dos Estados Unidos e compartilhado pela Europa Ocidental.

Estados Unidos tinha uma clara opção pela economia de livre trocas no mercado, que fez inclusive seu "soft power" sobre outras nações do globo.

Europa Ocidental, reconstruida pelo Plano Marshal, teve uma economia de mercado, porém com as cores de um modelo distributivista - Social democracia - que nos dias atuais, já é dado por esgotado.

O modelo da social-democracia, do "Estado de bem-estar social europeu, hoje, existe apenas nas mentes dos desinformados, ou com aqueles que desconectam produção da distribuição de riquezas, e até mesmo os que encaram a "economia não como ciência, mas como ideologia".

'O descolamento do Brasil do bloco de livre mercado'

O descolamento do Brasil de membro importante da economia de mercado ocidental, para aproximação com o bloco estatista anti-ocidental, teve início com o primeiro mandato do Partido dos Trabalhadores (2001/ 2004); "surfamos" na onda das "comodittes" de ferro para a República Popular da China.

'Comodittes do minério de ferro e a China'

O primeiro mandato petista, foi o inicio da relação do Brasil com o "dragão asiático" geradora do afastamento do Brasil com o mercado Ocidental.

Naquela altura o próprio Ocidente, também já sofria o impacto que ajudava a desmoronar um mercado de unidade duvidosa.

A viagem, do Brasil, para essa nova plataforma, não foi interrompido, teve um maior ou menor grau nos últimos 25 anos; a viagem prosseguiu/prossegue seu destino; que seria uma confirmação de nosso país como exportador de comodittes agrícolas e minerais.

Brasil, torna-se refém de um planejamento para tornar-se território de investimentos do capitalismo de Estado da China - comunocapitalismo - no tocante a investimentos de empresas estatais chinesas, compra de empresas estatais ou mistas brasileiras pelo capital estatal chinês.

Não fica só por aí, o capital chinês é grande comprador de nossos projetos do agro-negócio, e de terras promissoras de nosso território.

Estrutura de transportes, comunicações, estruturas de saneamento, capitais financeiros são outras áreas de investimentos da China.

Investimento em empresas de bens de consumo duráveis tecnologia e automobilista, são os novos filões do comunocapitalismo vermelho-amarelo.


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Esses investimentos importam em muitas vantagens, para distenssionar as pressões da falta de ocupação no mercado chinês, exporta-se trabalhadores; esses altamente "disciplinados" e sem preocupações de direitos trabalhistas ou mesmo com jornadas de trabalho: 6 por 1 ou 5 por 2.

O namoro Brasil/China, foi se tornando mais íntimo com o desprezo que os capitais norte-americanos dispensaram ao sub-continente latino-americano, voltando seus olhares para quem oferecia mais vantagens: República Popular da China e República Popular Democrática do Vietnã.

"Governo anterior"

O governo que antecedeu ao atual governo petista (2018/ 2021), declarou-se anti-comunista, mas não anti- China.

Afinal, não dava prá se declarar anti-China, já naquela altura nosso maior parceiro comercial; o mandatário, "anti-comunista" de "verniz guerra fria" afirmava: "queremos que a China, continue comprando produtos do Brasil, mas não deixaremos que compre o Brasil"; só que avançaram na compra do Brasil.

'Brasil no eixo anti-ocidental'

O Brasil com a retomada do governo pelo Partido dos Trabalhadores, foi se consolidando como membro do eixo liderado pela China; com a China chega os aliados, "a tira colo" de seu bloco - Rússia, Iran.

O eixo sob comando do PCCh, é, até agora uma espécie de "aliança islamocomunista; Islamo da República Islâmica do Iran, comunista de uma Rússia e China, que não estão inspirados na velha moldura da tal Revolução Proletária de 1917 (golpe bolchevique), mas, sim, anti-ocidental, anti-mercado livre - segundo o próprio dirigente chinês Xi Jiping (Secretario geral do PCCh, Presidente da República Popular da China, Presidente do Birô Político da República Comunista e Chefe do Estado Maior das Forcas Armadas e do Exército Nacional de Libertação; ganhou até de Gobi - Joseh Stalin - o seminarista georgiano.

Pois é, e essa a moldura parcial do xadrez geopolítico e o lugar do Brasil dentro dele.

Praticamente, todas eleições presidenciais brasileiras ocorreram dentro deste tabuleiro.

Em outubro de 2026, teremos mais uma eleição, mas os presidenciáveis, não avançaram muito na compreensão desse cenário.

Pretendo nos nossos próximos encontro trazer uma fotografia das eleições de 2018, 2022, 2026. Parcial e limitada, claro, não sou nenhum "mago" do conhecimento da nossa história contemporânea.

Tenho dito


Já com livro no "forno", Editora Amanhecer.

"Desconstrução de narrativas - textos de história contemporânea".


*Jarbas Beltrão é historiador e professor de História da Universidade de Pernambuco - UPE. Mestre em Educação pela UFPB. Especialista (MBA) em Política Estratégia Defesa e Segurança Nacional. (Adesg Famesc).Especialista (MBA) em Geopolítica/Novas Fronteiras/Cibernética e IA. (Adesg/Instituto Venturo)


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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

Duas Lendas no Rock in Rio - Crônica - Por Romero Falcão*

10/09/2026

O rock bateu à minha porta pela bateria de Ringo e pelos acordes de John, Paul e George — os quatro fabulosos. Mas nunca fui tiete do rock pauleira, daqueles que quebram guitarras e metem os dentes em morcegos no palco.

O primeiro Rock in Rio, em janeiro de 1985, foi espetacular. As incríveis bandas internacionais — Queen, Scorpions, Iron Maiden — botaram para ferver a Cidade do Rock.



E o nosso rock dos anos 80 trouxe Barão Vermelho, Paralamas, Kid Abelha. Cazuza declamou: “Pro dia nascer feliz”. Não tão feliz quanto na atualíssima “Brasil”. “Mostra a tua cara”, composta três anos depois.

Gilberto Gil, um mágico que tira da cartola todo tipo de gênero musical, empunhou a guitarra em “Extra II — O Rock do Segurança” e “Pessoa Nefasta”. Duas maravilhas lançadas na época do recente álbum Raça Humana.

Por falar em Gil, no Rock in Rio deste ano, deste mês, duas lendas da música mundial se encontram no camarim do Pal...

O rock bateu à minha porta pela bateria de Ringo e pelos acordes de John, Paul e George — os quatro fabulosos. Mas nunca fui tiete do rock pauleira, daqueles que quebram guitarras e metem os dentes em morcegos no palco.

O primeiro Rock in Rio, em janeiro de 1985, foi espetacular. As incríveis bandas internacionais — Queen, Scorpions, Iron Maiden — botaram para ferver a Cidade do Rock.


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E o nosso rock dos anos 80 trouxe Barão Vermelho, Paralamas, Kid Abelha. Cazuza declamou: “Pro dia nascer feliz”. Não tão feliz quanto na atualíssima “Brasil”. “Mostra a tua cara”, composta três anos depois.

Gilberto Gil, um mágico que tira da cartola todo tipo de gênero musical, empunhou a guitarra em “Extra II — O Rock do Segurança” e “Pessoa Nefasta”. Duas maravilhas lançadas na época do recente álbum Raça Humana.

Por falar em Gil, no Rock in Rio deste ano, deste mês, duas lendas da música mundial se encontram no camarim do Palco Mundo: Gil e Elton John. 84 e 79 anos, respectivamente.

Os dois dão as últimas voltas na grande pista das artes. Elton sente o peso do tempo: tratamento contra o câncer de próstata, infecção ocular, próteses. No entanto, quando se senta ao piano, o gênio se manifesta.

Gil, apesar das perdas e danos, também rutila o gênio quando sobe ao palco e "cheira a talco como Bum-bum de bebê".


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O britânico, ao abraçar o baiano, disse:

“Você é uma lenda e um homem brilhante. É tão lindo conhecê-lo. Seja abençoado por toda sua música maravilhosa.”

Oh! "Tempo Rei"


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda


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