imagem noticia

Prefeitura do Recife entrega Ponte do Arruda, obra estratégica para a mobilidade urbana

15/01/2026

imagem noticia
A Prefeitura do Recife entrega, hoje, quinta-feira (15/01), às 11h, a Ponte do Arruda, obra estratégica para a mobilidade da Zona Norte da cidade. O novo equipamento cria novas conexões viárias entre bairros como Campo Grande, Peixinhos, Arruda e Campina do Barreto e integra o conjunto de intervenções para a implantação da via radial que ligará a BR-101 à Avenida Agamenon Magalhães. O prefeito João Campos participa da entrega.

A ponte

Com investimento de R$ 17 milhões, a ponte cruza o Canal do Arruda e fortalece a circulação de veículos, ciclistas e pedestres, contribuindo para a reorganização urbana da região e a melhoria do fluxo viário.

Localizada

A estrutura está localizada na confluência do Canal do Arruda com o Rio Beberibe e integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Beberibe, que reúne ações de urbanização e infraestrutura na região. A ponte tem 36 metros de comprimento e 14 metros de largura,...

imagem noticia
A Prefeitura do Recife entrega, hoje, quinta-feira (15/01), às 11h, a Ponte do Arruda, obra estratégica para a mobilidade da Zona Norte da cidade. O novo equipamento cria novas conexões viárias entre bairros como Campo Grande, Peixinhos, Arruda e Campina do Barreto e integra o conjunto de intervenções para a implantação da via radial que ligará a BR-101 à Avenida Agamenon Magalhães. O prefeito João Campos participa da entrega.

A ponte

Com investimento de R$ 17 milhões, a ponte cruza o Canal do Arruda e fortalece a circulação de veículos, ciclistas e pedestres, contribuindo para a reorganização urbana da região e a melhoria do fluxo viário.

Localizada

A estrutura está localizada na confluência do Canal do Arruda com o Rio Beberibe e integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Beberibe, que reúne ações de urbanização e infraestrutura na região. A ponte tem 36 metros de comprimento e 14 metros de largura, com duas faixas de rolamento, ciclovia e calçadas.

O Poder

Foto: Ivison Gambarra/PCR)

Leia outras informações

imagem noticia

Entre a tutela e a liberdade: a metamorfose do autoritarismo no Brasil, por Jorge Henrique de Freitas Pinho*

15/01/2026

 
 
“A liberdade nasce quando o indivíduo desperta; a civilização, quando ele sabe por que desperta.”
 
I. Preâmbulo — Da corrente viral ao problema real
 
De tempos em tempos, surgem textos inflamados contra a esquerda que misturam alertas legítimos com exageros, frases apócrifas e romantização de abusos do regime militar.
 
Esses  textos acertam na indignação diante da hegemonia cultural da esquerda e da corrosão institucional promovida pelo lulopetismo, mas erram quando trocam rigor por panfletos.
 
A crítica verdadeira e justa não precisa ser caricata. E o problema do Brasil é mais profundo do que opor “ditadura militar” a “ditadura vermelha”.
 
O que nos marca, desde o período colonial, é uma cultura de tutela permanente, a dificuldade de formar indivíduos verdadeiramente livres e a tentação de buscar redenção política sem trabalho interior.
 
Enquanto isso não for enfrentado, cont...

imagem noticia

 
 
“A liberdade nasce quando o indivíduo desperta; a civilização, quando ele sabe por que desperta.”
 
I. Preâmbulo — Da corrente viral ao problema real
 
De tempos em tempos, surgem textos inflamados contra a esquerda que misturam alertas legítimos com exageros, frases apócrifas e romantização de abusos do regime militar.
 
Esses  textos acertam na indignação diante da hegemonia cultural da esquerda e da corrosão institucional promovida pelo lulopetismo, mas erram quando trocam rigor por panfletos.
 
A crítica verdadeira e justa não precisa ser caricata. E o problema do Brasil é mais profundo do que opor “ditadura militar” a “ditadura vermelha”.
 
O que nos marca, desde o período colonial, é uma cultura de tutela permanente, a dificuldade de formar indivíduos verdadeiramente livres e a tentação de buscar redenção política sem trabalho interior.
 
Enquanto isso não for enfrentado, continuaremos oscilando entre absolutismos de sinais invertidos, alternando fardas, bandeiras e togas sem tocar na raiz do problema: a maturidade moral do cidadão.
 
II. Um povo conservador sem pensamento conservador
 
A maioria dos brasileiros é conservadora na vida: na família, na fé, no senso de justiça intuitiva, na moral prática.
 
Entretanto, esse conservadorismo vivido raramente se transforma em pensamento conservador. Falta a ponte: educação sólida, filosofia clássica, lógica, erudição mínima. Falta o que forma consciência.
 
Temos um povo com valores corretos, mas intelectualmente desarmado. E um conservadorismo sem ferramentas de pensamento é presa fácil para quem controla universidades, linguagens, categorias e metáforas.
 
A vida brasileira é conservadora, mas o imaginário cultural é de esquerda — porque a formação do espírito foi deixada para quem tinha projeto de poder.
 
Em alguns oásis, como a Nova Acrópole, certos setores da Maçonaria, comunidades cristãs católicas e protestantes, e pensadores que dialogam com a tradição — de Aristóteles, Cícero e Sêneca a autores contemporâneos como Otávio de Carvalho, Roger Scruton, Pondé, entre outros — floresceu aquilo que deveria ser missão nacional: ensinar o indivíduo a pensar por si, conhecer-se, integrar caráter e razão, assumir responsabilidade moral.
 
São tradições distintas, não homogêneas, mas convergem na defesa de um conservadorismo civilizacional que não é dogma, e sim uma pedagogia da liberdade.
 
Mas essa formação nunca se tornou política de Estado nem cultura das elites brasileiras. E hoje pagamos o preço.
 
III. A sedução do marxismo e a infantilização moral
 
Nesse terreno, o marxismo opera como religião secular. Promete igualdade sem esforço, justiça sem virtude, redenção coletiva sem autoconhecimento.
 
Dá ao ressentimento um discurso moral, transforma inveja em programa político, canaliza frustrações para uma luta sem interioridade.
 


imagem 2




O marxismo induz à falsa ideia de que vai poupar o indivíduo da dor de mudar a si mesmo — e por isso seduz. Ele substitui a ética do esforço pela fé na revolução. Ele dissolve responsabilidade pessoal na “estrutura” e eleva a massa à condição de entidade sagrada. E toda massa sacralizada pede um tirano.
 
Por isso, regimes inspirados em leituras totalitárias do marxismo não raramente desembocam com tanta previsibilidade em censura, repressão e violência. Não é acidente; é consequência filosófica.
 
IV. O regime de 64: vitória material, derrota filosófica
 
Para ser honesto, o regime militar teve dois lados. No concreto, modernizou o país: Zona Franca, Itaipu, Embrapa, malha rodoviária, infraestrutura de energia, integração territorial, fortalecimento bancário, mecanismos trabalhistas. Esse legado existe e sustenta o Brasil até hoje.
 
Mas no plano filosófico, repetiu o vício nacional: venceu a guerrilha, mas não venceu a tutela. Construiu ordem, mas não construiu autonomia. Contendeu o caos, mas não formou cidadãos livres.
 
Apostou no desenvolvimento econômico como alavanca de maturidade política, na expectativa de que prosperidade geraria consciência.
 
O erro não foi exclusivo do Brasil. Os Estados Unidos cometeram a mesma aposta ao integrar a China à economia global: imaginaram que o enriquecimento derrubaria o regime e produziria uma sociedade civil vibrante.
 
O resultado foi o oposto. Criaram a mais sofisticada forma contemporânea de capitalismo de Estado, no qual prosperidade material convive com controle político absoluto.
 


imagem 3




A lição é clara: crescimento não substitui educação moral; riqueza não produz liberdade; desenvolvimento sem consciência apenas fortalece tiranos.
 
O regime militar acertou no concreto, mas deixou o espírito nacional vulnerável. Enquanto asfaltava estradas, a esquerda pavimentava o imaginário.
 
Enquanto construía pontes físicas, a ideologia construía pontes simbólicas. O Estado apostou na ordem exterior e negligenciou a formação interior.
 
Respiramos no concreto, mas permanecemos asfixiados no abstrato.
O regime venceu batalhas importantes, mas perdeu a guerra decisiva: a guerra pela formação do indivíduo livre.
 
V. A derrota no campo das ideias e a hegemonia cultural da esquerda
 
Quando veio a abertura, a esquerda estava organizada: tinha professores, artistas, intelectuais, jornalistas, narrativas, editoras, vocabulário moral.
 
A direita tinha obras, mas não tinha pensamento. Tinha Estado, mas não tinha cultura. Tinha ordem, mas não tinha filosofia.
 
Quem perde o abstrato perde o futuro. E o campo das ideias foi entregue quase sem resistência.
 
Foi assim que o lulopetismo emergiu não como simples partido, mas como síntese de décadas de tutela. Seu poder não se explica apenas por corrupção e escândalos — gravíssimos em si — mas por hegemonia cultural, clientelismo estatal e domínio semântico.
 
A esquerda sequestrou palavras como “democracia”, “justiça social”, “tolerância”, “povo”. Transformou-as em escudo ideológico. Criticá-la virou sinônimo de autoritarismo.
 
Por outro lado, defender a ordem virou “fascismo”. Criou-se uma blindagem moral que protege o projeto de poder mesmo diante da realidade.
 
O lulopetismo é a culminância da tutela, não sua origem.
 
VI. A verdadeira saída: formar indivíduos, não massas
 
Se o problema é a tutela, a solução não é política antes de ser filosófica. O Brasil só será livre quando cada brasileiro pensar por si.
 
No entanto, isso exige restaurar a pedagogia clássica: caráter, virtude, disciplina interior, coragem moral e consciência crítica — tarefa que hoje começa a ser retomada, ainda que de modo fragmentado, por instituições que ousam nadar contra a hegemonia cultural.
 
Plataformas como a Brasil Paralelo recuperam narrativas históricas e filosóficas esquecidas; veículos e colunas independentes que abrem espaço ao pensamento de direita ajudam a reequilibrar o debate público; comunidades civis como o Círculo Monárquico, escolas de liderança intelectual, grupos de estudo tradicionais e círculos cristãos de formação moral preservam valores civilizacionais; autores e articulistas conservadores que escrevem em portais nacionais devolvem densidade ao discurso público.
 
Todos esse são núcleos distintos, mas convergentes no essencial: reacender a formação do espírito, restaurar a coragem de pensar e devolver ao Brasil uma consciência capaz de se proteger da tutela ideológica.
 
Indivíduos que recusam ser massa. Indivíduos que reconhecem manipulação em discursos de ódio ou promessas mirabolantes de igualdade.
 
Indivíduos que não delegam sua consciência a nenhum líder — nem ao partido, nem ao general, nem ao juiz, nem ao influencer.
 
Sem isso, qualquer direita corre o risco de virar tutela de outro tipo.
 
VII. Os três sebastianismos: Lula, Bolsonaro e o Centro
 
O Brasil revive, em sua política, o velho mito português de D. Sebastião: a esperança do salvador que retorna para restaurar a ordem perdida.
 
O sebastianismo assumiu aqui três formas distintas, mas movidas pelo mesmo impulso psicológico: a recusa em assumir a liberdade adulta.
 
Lula encarna o pai redentor, o ungido da narrativa, aquele que promete proteção e dá ao eleitor a sensação infantil de que o Estado pode amparar tudo.
 
Bolsonaro tornou-se o guerreiro antipolítico, o herói solitário que enfrenta inimigos invisíveis e promete uma redenção pela força moral e pela coragem.
 
Já o Centro cultiva o perfil do gestor providencial, o técnico equilibrado, o pacificador que acende vela para os dois lados e promete estabilidade sem enfrentar as raízes da instabilidade.



imagem 4



 
Esses três arquétipos, embora distintos, convergem no mesmo equívoco: oferecer ao país uma saída emocional, não civilizacional. O lulopetismo capturou cultura, universidades, linguagem e aparelhos estatais.
 
Autoritarismo brasileiro
 
Convém lembrar que o autoritarismo brasileiro já teve rosto de direita, mas hoje se exerce pela esquerda. Mudou de farda para toga ideológica, trocou o AI-5 pelo controle da linguagem, da cultura, das universidades e das instituições.
 
A direção política mudou, mas o vício permaneceu: a tutela sobre a consciência nacional.
 
A direita, com todos os seus defeitos, ainda representa a única barreira real à hegemonia cultural progressista. Entre ambos, o centro só tem utilidade quando serve como ponte pragmática, não como destino.
 
Se o Brasil precisar, em cenário adverso, de um nome transitório de centro ou de direita moderada para impedir a continuidade de um projeto de poder destrutivo, isso é prudência — não concessão.
 
Mas nenhum desses sebastianismos entregará o que promete. Não é um pai que salvará o país. Não é um guerreiro.
Não é um gestor.
 
O único caminho real de emancipação é a maturidade do eleitor, a aceitação da responsabilidade moral e a recusa de permanecer criança política. O Brasil só se tornará adulto quando parar de desejar messias — e desejar, enfim, liberdade.
 
VIII. A síntese conservadora
 
A travessia brasileira exige indivíduos livres, mas exige algo mais profundo: indivíduos conscientemente conservadores. Não no sentido partidário, mas civilizacional.
 
Guardiões da família, da fé, do trabalho, da responsabilidade moral, da hierarquia justa, da continuidade histórica e da comunidade como fundamento da vida social.
 
O Brasil foi conservador na prática, mas tímido na defesa de seus valores; viveu a tradição, mas cedeu a linguagem à esquerda. Essa timidez custou caro: permitiu que o progressismo definisse o vocabulário moral do país.
 
Romper esse ciclo exige que o conservador brasileiro deixe de ter vergonha intelectual, assuma o que é e compreenda por que pensa como pensa.
 
Só será livre quando sua moral for consciente, não instinto; só será forte quando sua maioria silenciosa for protagonista, não espectadora.
 
O futuro do Brasil depende disso: transformar sua intuição conservadora em convicção consciente — e fazer da tradição uma força ativa de reconstrução nacional.
 
 
(*) O autor é advogado, Procurador do Estado aposentado, ex-Procurador-Geral do Estado do Amazonas e membro da Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas.
 
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.


imagem 5





imagem noticia

Marechal Castelo Branco, primo inter pares de 64, por Natanael Sarmento*

15/01/2026

 
 
Trajetória

Humberto de Alencar Castelo Branco nasceu em Fortaleza (CE) em 1827. A carreira militar de Castelo Branco começou em 1918, aspirante a oficial. Na Guerra, com as Forças Expedicionárias na Itália, tinha patente de Capitão do Exército. Cursou escolas militares no Brasil e no exterior - França e Eua.
 
Dirigiu escolas militares. Comandou Exércitos nas regiões Norte e Nordeste. Com patente de General foi Chefe do Estado Maior das Forças Armadas – EMFA, em 1963, nomeado pelo Presidente Jango contra quem conspirou e ajudar a depor em 1º de abril de 1964. Comandava o 4º Exército/NE no golpe.  É promovido a Marechal em 1964, pouco antes de assumir a Presidência.
 


Influências ideológicas
 
Na década de 1930 foi atraído pelo proselitismo fascista da Ação Integralista Brasileira - AIB –do Plínio Salgado, copia nativa do nazifascista Estado nacional forte militarismo e anticomunis...

imagem noticia

 
 
Trajetória

Humberto de Alencar Castelo Branco nasceu em Fortaleza (CE) em 1827. A carreira militar de Castelo Branco começou em 1918, aspirante a oficial. Na Guerra, com as Forças Expedicionárias na Itália, tinha patente de Capitão do Exército. Cursou escolas militares no Brasil e no exterior - França e Eua.
 
Dirigiu escolas militares. Comandou Exércitos nas regiões Norte e Nordeste. Com patente de General foi Chefe do Estado Maior das Forças Armadas – EMFA, em 1963, nomeado pelo Presidente Jango contra quem conspirou e ajudar a depor em 1º de abril de 1964. Comandava o 4º Exército/NE no golpe.  É promovido a Marechal em 1964, pouco antes de assumir a Presidência.
 


imagem 2




Influências ideológicas
 
Na década de 1930 foi atraído pelo proselitismo fascista da Ação Integralista Brasileira - AIB –do Plínio Salgado, copia nativa do nazifascista Estado nacional forte militarismo e anticomunismo no Estado “integral”. Na École Supérieure de Guerre da França estudou táticas e técnicas sociopolíticas, propaganda e métodos de censura. No Fort Leavenworth War School dos Eua aprimorou táticas e estratégias militares da doutrinação anticomunista estadunidense.
 
“Eleição” presidencial
 
Na farsa eleitoral da votação indireta foi eleito Presidente com 361 votos do Congresso Nacional equilibrado na ponta das baionetas.   
 
“Caça às bruxas”
 
Inicia imediatamente a “caça às bruxas” dos aliados do governo deposto visando destruir qualquer força de oposição e ao mesmo tempo sedimentar o projeto autoritário do golpe militar-empresarial.
 


imagem 3




Repressão
 
A nova ordem suprime liberdades públicas e privadas; persegue opositores; cassa mandatos eletivos; fecha o Congresso Nacional assim como a Central Geral dos Trabalhadores Cgt , a União Nacional dos Estudantes - Une; extingue os Partidos e promove a devassa contra funcionários públicos nos Inquéritos Policiais Militares -IPMs; impõe a censura; restringe a liberdade de imprensa e expressão na Lei 5.250/67; proíbe as greves - Lei 4.330/64; banaliza sequestros, torturas, assassinatos e exílios.
 
Institucionalização
 
Com o Congresso em “recesso”, Castelo decreta os primeiros Atos Institucionais visando institucionalizar a ordem do novo regime.
 
Ministério
 
A “staff” ministerial escolhida a dedo entre os entreguistas, militares e civis, todos, alinhados com as ordens da Casa Branca. Entre outros, os Generais Costa e Silva, Cordeiro de Farias, Juracy Magalhães, Juarez Távora, Ernesto Geisel, Brigadeiro Eduardo Gomes e os paisanos Roberto Campos, Magalhães Pinto, Otávio Bulhões.
 
Antinacional
 
São revogadas leis nacionalistas de proteção do sistema financeiro e da exploração do solo e subsolo. Abre-se a porteira para a boiada do capital estrangeiro e das multinacionais. Os empréstimos externos aumentam exponencialmente a dívida saindo de 4 bilhões de dólares em 1960 para 64 bilhões, em 1980. Hipoteca-se nos bancos a soberania e aumenta-se a dependência econômica. Favorece-se megaprojetos de exploração mineral, 90% das mineradoras estrangeiras, em áreas maiores que muitos países, leiloam-se as riquezas estratégicas do país.  



imagem 4



 
“Ouro de tolo”
 
A burguesia internacional e nacional, setores das camadas médias abastadas se beneficiavam do acessos aos créditos e ao bens de consumo, estas faziam festa por “ganharem 4 mil cruzeiros por mês e conseguir comprar um corcel 73”” como ironizava Raul Seixas.
 
Mão-de-ferro
 
Para garantir os lucros elevados da burguesia a ditadura usou mão-de-ferro contra os trabalhadores. Promoveu brutal arrocho salarial, retirou direitos. Suprimiu a “estabilidade” e aumentou a rotatividade e o “exército de reserva”. No andar de cima, lucros fabulosos, no de baixo, salários aviltados. Acentuava-se a concentração de renda e as desigualdades sociais. Sindicatos amordaçados, líderes cassados, intervenção dos “pelegos” nomeados. Criminalização das greves e dos movimentos sociais. Censura da imprensa e banalização da espionagens, sequestros, torturas e assassinatos.
 
Sni et alli
 
Em 1964 foi criado o Serviço Nacional de Informações – Sni, com instrutores, equipamentos e financiamento da Cia. Órgão estatal de “monitoramento e segurança interna”, a compor a gigantesca rede de espionagem - Centro de Informações do Exército (Cie); Marinha (Cenimar); Aeronáutica (Cenimar), Departamentos de Operações Policiais Estratégicas (Dops); Departamentos de Operações e Informações (Doi); Centro de Operações de Defesa Interna (Codi) ademais dos grupos clandestinos quais Comando de Caça aos Comunistas (Ccc) e Esquadrões da Morte, na confusão de criminalidade com segurança pública sob o terrorismo de Estado existente.     
 
Desnacionalização
 
O golpe soterrou o projeto nacionalista desenvolvimentista do país. A política liberal da “abertura ao capital estrangeiro”, todavia, desenvolvia contradições. Embora mantivesse controle estatal de setores estratégicos – Petrobrás, Eletrobrás – estava sempre ameaçado e a economia nacional foi hegemonizada pelas grandes multinacionais, a política econômica ditada pelo FMI, BM a custa dos empréstimos externos – alienação crescente da soberania e da dependência.    
 
Concentração
 
Os números falam por si na concentração de renda do Brasil do período: 10% da população rica detinha 39% do PIB em 1960 e elevou para 51% em 1980. Os mais pobres 40% do PIB em 1960 reduzem a fatia para 21% em 1976. Delfim Neto falava em “fazer o bolo crescer, para depois dividi-lo”, virava a ponta do prego batida pelo Ministro anterior, Bob Field do governo Castelo, de governar para a burguesia e o imperialismo em detrimento dos trabalhadores e da maioria do povo brasileiro, dos pobres.  
 
Reformas
 
Roberto Campos, o popularmente conhecido Bob Field, promoveu as reformas tributária e financeira visando “modernização e eficiência”. Com centralização fiscal e mudanças no sistema bancário para facilitar créditos e entradas de capitais externos.
 
“Justiça tributária”
 
Na narrativa do Bob Field era “melhor arrecadar menos de mais, que mais de menos”. Ampliando-se a base de arrecadação e reduzindo-se a tributação, na escola do Bob significava a justiça social: “imposto mais justo não é o que mais distribui rendas”, ele dizia com todas as letras. Nessa “justiça tributária” os mais ricos, proporcionalmente, pagavam menos impostos, que trabalhadores e camadas médias, proporcionalmente.
 
Reforma bancária
 
A festa dos banqueiros ganha suporte na burocracia estatal com a criação do Banco Central e do Conselho Monetário Nacional, do Banco Nacional de Habitação (Bnh) e do Sistema Financeiro de Habitação. Sistema que avalizavam e intermediavam os empréstimos internos e externos. O Fmi monitorava a política de juros do Bacem, fixava as metas de crescimento, da inflação, o valor aquisitivo salarial a forçava novos pedidos de empréstimos. Os bancos expandem, não obstante, a crise inflacionária e a instabilidade macroeconômica, aumentam 78% em 1970 a 1980; em 110% de 1980 a 1990.
 
Centralização
 
Unificou os diversos institutos de previdência - Iapi, Iapc, Iaptec no regime geral unificado do Instituto Nacional de Previdência Social - Inps, atual Inss.    
 
Atos institucionais   
 
Castelo decretou os quatro primeiros Atos Institucionais (AI) dos 17 da “base jurídica da ditadura”: AI-1 cassa mandatos e suspende direitos políticos; AI-2 extingue os partidos e cria o bipartidarismo - Arena e Mdb; AIº 3 estabelece eleições indiretas nacionais, estaduais e municipais; AI 4º convoca o Congresso para o simulacro de voto da Constituição (1967).
 
Caráter do regime
 
O regime antidemocrático imposto pelo golpe militar de 64 caracteriza-se pela natureza   autoritária, antinacional, antipopular e militarista fascista.
 
 
Ensaísta
 
Escreveu ensaios de doutrina política de organização, táticas e estratégias militares. No ensaio sobre Guerra (1962) diz que o “imperialismo nazi-comunista da guerra fria foi concebida por Lenin objetivando a conquista revolucionária do mundo”. E que a doutrina comunista “ameaça regimes fracos” e as “democracias”, em suma, aula de estupidez e manipulação ideológica.  
 
O perigo comunista
 
As organizações militares são doutrinadas ideologicamente no anticomunismo gestado na Guerra fria pelos Eua. Na justificativa “legitimadora” da ditadura Castelo oculta o caráter entreguista e faz confusão, pois foi ele e não os comunistas que traiu as armas que lhe foram confiadas com um golpe contra a Constituição e implantou uma ditadura, aduzindo: “As Forças Armadas não podem atraiçoar o Brasil. Defender privilégios de classes ricas está na mesma linha antidemocrática de servir a ditaduras fascistas ou síndico-comunistas”. O ditador fascista não diz a quem servia, e servia a ditadura do capital.  
 
Moderado?
 
Nas palavras do General General Newton Cruz o cearense Castelo Branco representava a “linha moderada” das Forças Armadas, enquanto Costa e Silva e ele próprio, a linha “mais autêntica da revolução”, leia-se “dura”.  Castelo não apoiava Costa e Silva à sucessão. Estava propenso à devolver o governo civil, sob vigilância dos militares. Essa narrativa não corresponde a prática da governança de Castelo de 1964 a 1967. Sua governança foi de autêntico ditador “linha-dura”.
 
Morte
 
Logo depois de passar a presidência a Costa e Silva, Castelo morreu num acidente aéreo, em 1967, aos 69 anos. As lacunas dos inquéritos sobre tal acidente levantam suspeitas.  Castelo viajava num bimotor que foi atingido “acidentalmente” por outro avião, caça da FAB. O caça prosseguiu o voo, com avarias, pousa na Base Aérea de Fortaleza. Do bimotor só os destroços no solo. Para uns, tem boi na linha do acidente, para outros, isso é a velha “teoria da conspiração” à gosto dos intrigantes. No popular, praga do urubu não mata cavalo gordo, contudo, onde tem carniça, urubu festeja.
 
Natanael Sarmento é professor e escritor. Do Diretório Nacional do Partido Unidade Popular Pelo Socialismo/UP.
 
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.


imagem 5





imagem noticia

Ator que participou do Agente Secreto garante que filme já entrou para a história e está cotado para o Oscar 2026   Por Severino Lopes

15/01/2026

 
 
Vencedor de dois Globo de Ouro nas categorias "Melhor Filme em Língua Não-Inglesa" e  "Melhor Ator em Filme de Drama", com Wagner Moura, além de ter sido premiado no concorrido Festival de Cinema de Cannes, o Agente Secreto está cotado para conquistar o Óscar 2026. As chances do filme brasileiro dirigido pelo pernambucano  Kléber Mendonça Filho, entrar na disputa pela famosa estatueta,  aumentaram depois do Globo de Ouro, que é considerado um termômetro para a premiação máxima do cinema mundial.
 
Conversa com O Poder
 
Em meio a expectativa para o anúncio dos filmes que vão concorrer ao Óscar, o ator paraibano Ronald Lira de Souza, de nome artístico Buda Lira, que interpretou Anísio no filme, conversou com o jornal O Poder e revelou que o Agente Secreto já fez história pelo sucesso de bilheteria, principalmente pela recepção do público. Para ele, vencer o Globo de Ouro não tem “ nada igual”, e aguarda a consagração no Óscar.
...

imagem noticia

 
 
Vencedor de dois Globo de Ouro nas categorias "Melhor Filme em Língua Não-Inglesa" e  "Melhor Ator em Filme de Drama", com Wagner Moura, além de ter sido premiado no concorrido Festival de Cinema de Cannes, o Agente Secreto está cotado para conquistar o Óscar 2026. As chances do filme brasileiro dirigido pelo pernambucano  Kléber Mendonça Filho, entrar na disputa pela famosa estatueta,  aumentaram depois do Globo de Ouro, que é considerado um termômetro para a premiação máxima do cinema mundial.
 
Conversa com O Poder
 
Em meio a expectativa para o anúncio dos filmes que vão concorrer ao Óscar, o ator paraibano Ronald Lira de Souza, de nome artístico Buda Lira, que interpretou Anísio no filme, conversou com o jornal O Poder e revelou que o Agente Secreto já fez história pelo sucesso de bilheteria, principalmente pela recepção do público. Para ele, vencer o Globo de Ouro não tem “ nada igual”, e aguarda a consagração no Óscar.
 
Um feito
 
Para ele, ver o filme gravado no Nordeste, em vários festivais, mas principalmente também pelo público que vem conquistando aqui e fora do Brasil, já é um feito.  Aclamado pela critica, o filme segundo ele, representa mais uma oportunidade de celebrar e valorizar o cinema brasileiro que no ano passado já havia brilhado com  "Ainda Estou Aqui"?que venceu o Óscar de melhor filme internacional.
 
“Esse eu acho que é o maior prêmio, sem desconsiderar, é claro, a importância de um Globo de Ouro", Uma premiação como essa, no caso do Agente Secreto, já segue um roteiro de diversas premiações, de uma receptividade muito grande, tanto da parte do público aqui no Brasil, como nos países em que o filme foi lançado” destacou.
 
Motivo de alegria
 
Para ele a conquista é motivo de muita alegria, de muita celebração. No entanto ele ressaltou que mesmo ainda são poucos os filmes nacionais que chegam aos grandes festivais.
 
"Então, é motivo de muita alegria, de muita celebração, mas a gente não pode esquecer que são poucos os filmes, e é natural que sejam poucos os filmes que chegam aos grandes festivais” observou.
 
Produção expressiva
 
O Brasil, conforme observou o ator, tem tido uma produção expressiva que chega aos grandes festivais, mas tem esses casos excepcionais, como o Agente Secreto e Ainda Estou Aqui.
 
“Então, assim, sem dúvida isso repercute na luta que se tem aqui, na elaboração, a formulação de propostas para que, de fato, se estruture a produção do audiovisual no Brasil”.
 


imagem 2




Expectativa para o Oscar
 
Em relação ao Oscar, as expectativas crescem a cada dia. Buda Lira, a exemplo de muitos brasileiros, está confiante que o longa será indicado pelo desempenho que já tem obtido em importantes festivais.
 
“Em relação ao Oscar, o filme vem cumprindo o roteiro à risca, porque não basta ser um excelente filme como, de fato, é o Agente Secreto. Um prêmio como o Oscar tem todo um roteiro de disputa muito forte. Felizmente, o filme engatou aí com uma distribuição nos Estados Unidos, bem feita, muito bem planejada. Eu pelo menos acompanho o noticiário aqui no Brasil da repercussão que tem tido o filme rumo ao Oscar. Vamos aguardar  o anúncio dos prêmios, que deve acontecer no 22 de janeiro, mas a expectativa é a melhor possível” afirmou.
 
 
Melhor Filme Estrangeiro
 
Além de já estar cotado para categorias clássicas como Melhor Filme Internacional, Melhor Filme e Melhor Ator para Wagner Moura, a produção brasileira foi apontada na novidade de 2026, que premia o?Diretor de Elenco?pelo seu trabalho.
 
 
Oito artistas paraibanos
 
Ao todo, oito artistas paraibanos participaram do Longa e celebraram a conquista histórica. Além de Buda Lira, participaram do elenco do Agente Secreto, os atores paraibanos Flávio Melo, que que interpretou um pastor no longa, Fafá Dantas, Joalisson Cunha, a atriz Cely Farias, o ator Beto Quirino e Suzy Lopes. Todos destadaram a honra de participar do filme e de ter trabalhado com Wanger Moura e com o diretor Kleber Mendonça.
 
 
Ambientado na década de 1970, durante o período da Ditadura Militar, o filme acompanha Marcelo (Wagner Moura), que retorna a Recife, em Pernambuco, na tentativa de fugir de um passado sombrio e violento. Nesse percurso, ele recebe ajuda de Elza (Maria Fernanda Cândido), integrante de uma rede conspiratória que auxilia refugiados políticos a deixarem o País.
 
A produção é estrelada por Wagner Moura (“Tropa de Elite”), Maria Fernanda Cândido (“Terra Nostra”), Gabriel Leone (“Dom”), Isabél Zuaa (“O Nó do Diabo”), Alice Carvalho (“Cangaço Novo”) e mais.
 


imagem 3




Resgata
 
A vitória de O Agente Secreto no Globo de Ouro, resgata uma tradição brasileira na premiação: Central do Brasil venceu a mesma categoria em 1999, e, no ano passado, Fernanda Torres conquistou o prêmio de Melhor Atriz em Filme de Drama.
 
Os troféus
 
Desde que estreou em Cannes, o filme de Kleber Mendonça Filho vem acumulando reconhecimento de importantes associações de críticos norte-americanos, como o New York Film Critics Circle, a Los Angeles Film Critics Association e o National Board of Review.
 
O longa-metragem já conquistou 56 troféus em 36 premiações, incluindo Melhor Diretor e Melhor Ator no Festival de Cannes, e chegou a à premiação americana com uma campanha numericamente mais robusta do que a de Ainda Estou Aqui no ano passado.
 
O Poder



imagem 4





imagem noticia

Banco Central decreta liquidação extrajudicial da Reag

15/01/2026

O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Reag Trust Distribuidora de Títulos Valores Mobiliários S.A hoje, quinta-feira (15/01). A decisão foi motivada por graves violações às normas do SFN (Sistema Financeiro Nacional).

Fundos

Fundos administrados pela Reag Trust estruturaram operações fraudulentas com o Banco Master entre julho de 2023 e julho de 2024, segundo informações repassadas pelo Banco Central ao TCU (Tribunal de Contas da União). No relatório encaminhado à Corte, a autoridade monetária informou que as operações estavam em desacordo com normas do Sistema Financeiro Nacional, apresentando falhas graves de gestão de risco, crédito e liquidez.

A empresa

A empresa também?já foi alvo de investigação por suspeitas de ligação com esquemas de lavagem de dinheiro apurados na operação Carbono Oculto, que apura a relação entre o setor de combustíveis, o PCC e empresas financeiras.

N...

imagem noticia

O Banco Central decretou a liquidação extrajudicial da Reag Trust Distribuidora de Títulos Valores Mobiliários S.A hoje, quinta-feira (15/01). A decisão foi motivada por graves violações às normas do SFN (Sistema Financeiro Nacional).

Fundos

Fundos administrados pela Reag Trust estruturaram operações fraudulentas com o Banco Master entre julho de 2023 e julho de 2024, segundo informações repassadas pelo Banco Central ao TCU (Tribunal de Contas da União). No relatório encaminhado à Corte, a autoridade monetária informou que as operações estavam em desacordo com normas do Sistema Financeiro Nacional, apresentando falhas graves de gestão de risco, crédito e liquidez.

A empresa

A empresa também?já foi alvo de investigação por suspeitas de ligação com esquemas de lavagem de dinheiro apurados na operação Carbono Oculto, que apura a relação entre o setor de combustíveis, o PCC e empresas financeiras.

Nota

Em nota, a autoridade monetária informou que continuará tomando todas as medidas cabíveis em relação a Reag Trust para apurar as responsabilidades nos termos de suas competências legais.




imagem noticia

Mano Medeiros de olho nas oportunidades de Suape

15/01/2026

 
O prefeito do Jaboatão dos Guararapes, um dos mais dinâmicos políticos da nova safra de gestores, Mano Medeiros, recebeu, ontem, quarta-feira, 14/01, o presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, Armando de Queiroz Monteiro Bisneto. O presidente  visitou o Complexo Administrativo da Prefeitura, em Jardim Jordão, onde foi recebido pelo prefeito.

 
A pauta do encontro
 
Reforçou o diálogo estratégico sobre as oportunidades geradas pela zona de influência do Porto de Suape e o papel de Jaboatão dos Guararapes no fortalecimento da logística, da indústria e do desenvolvimento econômico de Pernambuco.

 
Destacou
 
O prefeito Mano Medeiros destacou que, pela sua posição estratégica, Jaboatão dos Guararapes se consolidou como o maior polo logístico do Estado, e também passou a abrigar importantes indústrias que reconheceram as vantagens competitivas de estar instalado no melhor endereço de...

imagem noticia

 
O prefeito do Jaboatão dos Guararapes, um dos mais dinâmicos políticos da nova safra de gestores, Mano Medeiros, recebeu, ontem, quarta-feira, 14/01, o presidente do Complexo Industrial Portuário de Suape, Armando de Queiroz Monteiro Bisneto. O presidente  visitou o Complexo Administrativo da Prefeitura, em Jardim Jordão, onde foi recebido pelo prefeito.


imagem 2



 
A pauta do encontro
 
Reforçou o diálogo estratégico sobre as oportunidades geradas pela zona de influência do Porto de Suape e o papel de Jaboatão dos Guararapes no fortalecimento da logística, da indústria e do desenvolvimento econômico de Pernambuco.


imagem 3



 
Destacou
 
O prefeito Mano Medeiros destacou que, pela sua posição estratégica, Jaboatão dos Guararapes se consolidou como o maior polo logístico do Estado, e também passou a abrigar importantes indústrias que reconheceram as vantagens competitivas de estar instalado no melhor endereço de Pernambuco. “Jaboatão reúne localização privilegiada, infraestrutura e uma política permanente de diálogo com o setor produtivo”, disse Mano Medeiros.



imagem 4



 
Armando Monteiro Bisneto
 
Armando Monteiro Bisneto elogiou a disposição do prefeito em identificar novas oportunidades de desenvolvimento e ressaltou a importância de uma gestão aberta ao diálogo e à construção de parcerias. Para o presidente de Suape, a atuação integrada entre o porto, os municípios da região metropolitana e os demais parceiros institucionais gera ganhos mútuos e contribui diretamente para o estímulo à economia do Estado.



imagem 5




Jaboatão dos Guararapes
 
Jaboatão dos Guararapes destaca-se como o principal hub logístico de Pernambuco por estar estrategicamente localizado entre dois portos, próximo ao Aeroporto Internacional do Recife, além de contar com conexão direta às principais rodovias federais e estaduais. Esse conjunto de fatores, aliado a uma política de diálogo e entrosamento com o setor produtivo, reforça o protagonismo do município no cenário econômico estadual.


imagem 6





imagem noticia

Mais de 100 clientes levam calote de agência de viagens e denunciam golpe no Grande Recife

15/01/2026

O caso serve de alerta para evitar que a viagem dos sonhos se torne pesadelo. Clientes denunciaram que sofreram um golpe de uma agência de viagens sediada em Paulista, no Grande Recife. Segundo a defesa das vítimas, mais de 100 pessoas disseram que levaram calote da empresa de Viagens e Turismo.

Pagou

A promotora de eventos Elayne Aleixo disse que pagou R$ 1.200 para passar o réveillon com oito pessoas da família em Porto de Galinhas. No entanto, um dia antes de viajar, o representante da empresa, alegou que não havia vagas de hospedagem e cancelou o passeio.

Investigado

O caso é investigado pela Polícia Civil. Conforme as denúncias, a empresa vendia os pacotes pela internet e, mesmo com os pagamentos em dia, cancelava as viagens de última hora, sem devolver valores pagos.

imagem noticia

O caso serve de alerta para evitar que a viagem dos sonhos se torne pesadelo. Clientes denunciaram que sofreram um golpe de uma agência de viagens sediada em Paulista, no Grande Recife. Segundo a defesa das vítimas, mais de 100 pessoas disseram que levaram calote da empresa de Viagens e Turismo.

Pagou

A promotora de eventos Elayne Aleixo disse que pagou R$ 1.200 para passar o réveillon com oito pessoas da família em Porto de Galinhas. No entanto, um dia antes de viajar, o representante da empresa, alegou que não havia vagas de hospedagem e cancelou o passeio.

Investigado

O caso é investigado pela Polícia Civil. Conforme as denúncias, a empresa vendia os pacotes pela internet e, mesmo com os pagamentos em dia, cancelava as viagens de última hora, sem devolver valores pagos.




imagem noticia

Morre no Recife aos 55 anos, Popeye Brasileiro, famoso após injetar óleo mineral nos braços

15/01/2026

Morreu no Recife o olindense Arlindo de Souza, conhecido como "Popeye Brasileiro". Ele era conhecido por ter injetado óleo mineral nos braços. No início dos anos 2000, participava de programas de televisão em todo o Brasil para mostrar o físico exagerado, sendo comparado ao famoso marinheiro do desenho animado.

Complicações

Segundo parentes, ele morreu por complicações devido a problemas renais. Arlindo Anomalia, ou Arlindo Montanha, como era conhecido, tinha 55 anos e morava em Águas Compridas, bairro de Olinda.

O uso

O uso de óleo mineral para aumentar o tamanho de partes do corpo, como os braços, é uma técnica caseira condenada por médicos, que classificam o método como perigoso por oferecer riscos à saúde.

imagem noticia

Morreu no Recife o olindense Arlindo de Souza, conhecido como "Popeye Brasileiro". Ele era conhecido por ter injetado óleo mineral nos braços. No início dos anos 2000, participava de programas de televisão em todo o Brasil para mostrar o físico exagerado, sendo comparado ao famoso marinheiro do desenho animado.

Complicações

Segundo parentes, ele morreu por complicações devido a problemas renais. Arlindo Anomalia, ou Arlindo Montanha, como era conhecido, tinha 55 anos e morava em Águas Compridas, bairro de Olinda.

O uso

O uso de óleo mineral para aumentar o tamanho de partes do corpo, como os braços, é uma técnica caseira condenada por médicos, que classificam o método como perigoso por oferecer riscos à saúde.




imagem noticia

Resultado de análise da água do Açude Velho, em Campina Grande, deve sair em até 10 dias

15/01/2026

 
 
O caso ganhou repercussão nacional. Virou um problema de saúde pública. Grave. O mau cheiro diminuiu, mas muitos peixes ainda estão morrendo e sendo retirados do açude. O resultado da análise de amostras de água coletadas do Açude Velho, cartão-postal de Campina Grande, no Agreste da Paraíba que registrou a aparição de milhares de peixes mortos, deve ser divulgado em até 10 dias pelo Núcleo de Laboratório Forense do Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC-PB).


A retirada

O trabalho para retirada de peixes mortos segue acontecendo no local desde o último domingo (11/01). Mais de 10 toneladas de peixes mortos já foram retirados do açude.

A análise

 
O trabalho de análise já teve início no laboratório do IPC. O órgão tem um prazo de 10 dias, conforme o código de processo penal, para divulgar o resultado que deve apontar as causas da mortandade dos peixes.
 
...

imagem noticia

 
 
O caso ganhou repercussão nacional. Virou um problema de saúde pública. Grave. O mau cheiro diminuiu, mas muitos peixes ainda estão morrendo e sendo retirados do açude. O resultado da análise de amostras de água coletadas do Açude Velho, cartão-postal de Campina Grande, no Agreste da Paraíba que registrou a aparição de milhares de peixes mortos, deve ser divulgado em até 10 dias pelo Núcleo de Laboratório Forense do Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC-PB).


A retirada

O trabalho para retirada de peixes mortos segue acontecendo no local desde o último domingo (11/01). Mais de 10 toneladas de peixes mortos já foram retirados do açude.

A análise

 
O trabalho de análise já teve início no laboratório do IPC. O órgão tem um prazo de 10 dias, conforme o código de processo penal, para divulgar o resultado que deve apontar as causas da mortandade dos peixes.
 
Informou

A superintendente do IPC informou que as propriedades físicas, químicas e microbiológicas da água serão examinadas considerando "certos parâmetros de controle de qualidade".
 
Investigam
 
A Polícia Civil e o Ministério Público da Paraíba (MPPB) investigam a aparição de peixes mortos no Açude Velho. As informações foram confirmadas pelos dois órgãos
 
Inquérito
 
De acordo com a Polícia Civil, o inquérito aberto na corporação investiga a possibilidade de crime ambiental. Uma perícia está sendo realizada no Açude Velho para saber se houve responsabilidade humana intencional no caso. Amostra da água e um peixe foram colhidos para análise no Núcleo de Laboratório Forense do Instituto de Polícia Científica da Paraíba (IPC-PB). Não há prazo para o resultado dessa análise.
 
Ministério Público
 
No âmbito do Ministério Público da Paraíba (MPPB), a investigação é mais ampla e acontece desde a instauração de um inquérito civil em 11 de novembro, pelo promotor do Meio Ambiente de Campina Grande, Hamilton de Souza Neves. O inquérito investiga o despejo irregular de esgoto no Açude Velho e também os peixes mortos.
 
Severino Lopes
O Poder



imagem 2





imagem noticia

Quentes pro bate papo da quinta, por Severino Lopes

15/01/2026

 
 
Lula sanciona Orçamento de 2026, mas deixa deputados irritados ao vetar R$ 400 milhões em emendas
 
 
O dinheiro para ser investido nas principais demandas do país está garantido. Agora é esperar o resultado. Em meio a incertezas políticas e econômicas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sancionou  a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026. A norma, que fixa as despesas públicas e estima as receitas ao longo do ano, foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
O texto havia sido aprovado pelo Congresso Nacional no fim do ano passado.


 
Veto
 
Como foi sinalizado por integrantes do Executivo, Lula vetou R$ 393 milhões em emendas parlamentares, argumentando que os valores incluídos pelo Congresso Nacional ferem acordo realizado pelos Três Poderes com a Lei Complementar 210/2024, que limita o crescimento das emendas. Contudo, o montante é irrisório se comparado...

imagem noticia

 
 
Lula sanciona Orçamento de 2026, mas deixa deputados irritados ao vetar R$ 400 milhões em emendas
 
 
O dinheiro para ser investido nas principais demandas do país está garantido. Agora é esperar o resultado. Em meio a incertezas políticas e econômicas, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), sancionou  a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026. A norma, que fixa as despesas públicas e estima as receitas ao longo do ano, foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
O texto havia sido aprovado pelo Congresso Nacional no fim do ano passado.



imagem 2



 
Veto
 
Como foi sinalizado por integrantes do Executivo, Lula vetou R$ 393 milhões em emendas parlamentares, argumentando que os valores incluídos pelo Congresso Nacional ferem acordo realizado pelos Três Poderes com a Lei Complementar 210/2024, que limita o crescimento das emendas. Contudo, o montante é irrisório se comparado com o volume recorde de emendas previstas na peça orçamentária, de R$ 61 bilhões.
 
Remanejar
 
De acordo com a Casa Civil, o Palácio do Planalto ainda vai remanejar R$ 7,7 bilhões dessas emendas para programas sociais, e bloquear outros R$ 3,3 bilhões. Com esses R$ 11 bilhões de alterações, essa rubrica passará para cerca de R$ 50 bilhões, valor valor próximo ao pagos em emendas pelo governo federal no ano passado.
 
Inconformidades legais

Alegando inconformidades legais, o presidente decidiu vetar dois dispositivos que somam quase R$ 400 milhões em emendas parlamentares. Esse pode ser um ponto de polêmica que pode arranhar ainda mais a relação entre o Planalto e o Congresso. Quem viver, verá.
 
Incluídos
 
Eles foram incluídos durante a tramitação do texto, e não constavam na programação orçamentária enviada pelo Poder Executivo, como determina a lei federal que trata das emendas (Lei Complementar 210/24), segundo o governo.
 
Apreciado
 
O veto terá que ser apreciado por deputados e senadores, que poderão mantê-lo ou derrubá-lo.
 
O valor

Ao todo, o Orçamento da União para 2026 será de R$ 6,54 trilhões, com meta de superávit de R$ 34,2 bilhões. O salário mínimo sai de R$ 1.518 e sobe para R$ 1.621.
 
As áreas de Saúde e Educação contarão com recursos totais de R$ 271,3 bilhões e R$ 233,7 bilhões, respectivamente.
 
E o Bolsa Família em ano eleitoral?
 
Bem. Para o Bolsa Família, foram reservados R$ 158,63 bilhões, enquanto o programa de incentivo financeiro para estudantes do Ensino Médio, o Pé de Meia, contará com R$ 11,47 bilhões. Outros R$ 4,7 bilhões estão previstos para o programa que garante acesso a botijão de gás a famílias de baixa renda.
 
Emendas
 
O texto da Lei Orçamentária aprovado no Congresso prevê aproximadamente de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares. Desse total, cerca de R$ 37,8 bilhões serão destinados a emendas impositivas, de pagamento obrigatório.
 
Emendas individuais
 
As emendas individuais, dos deputados e senadores, somam R$ 26,6 bilhões; as de bancada, destinadas às bancadas estaduais, ficaram com R$ 11,2 bilhões. Já as emendas de comissão, que não têm execução obrigatória, somam R$ 12,1 bilhões.
 
Expectativa

Além do veto de quase R$ 400 milhões em emendas parlamentares, há a expectativa de que o governo federal edite outros atos normativos para remanejar mais R$ 11 bilhões em emendas parlamentares para outras ações.
 
 
Itens apreendidos na Operação Compliance Zero ficam na PGR
 
Esse assunto ainda vai render muito. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Dias Toffoli autorizou, na noite de ontem, que a Procuradoria-Geral da República (PGR) faça a extração e a análise de todo o material apreendido na segunda fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) contra pessoas que podem estar relacionadas às fraudes do Banco Master.
 
Os bens

Mais cedo, o magistrado havia determinado que todos os bens e documentos apurados no cumprimento dos mandados de busca e apreensão fossem lacrados e armazenados na Corte — o que não é algo comum, mas não é inédito.

A decisão

A decisão foi tomada depois de o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pedir a reconsideração dos materiais sob custódia na sede do Supremo. Em manifestação encaminhada à Corte, o chefe do Ministério Público Federal solicitou, inicialmente, que o material apreendido ficasse com a PF. Depois, requisitou que tudo que foi apreendido fosse encaminhado para a PGR.



imagem 3



 
Solicitou
 
O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, solicitou que a corporação pudesse extrair imediatamente os dados, uma vez que a recuperação de arquivos temporários demandaria mais tempo e pode atrasar as investigações. Toffoli, no entanto, acatou o pedido da PGR e afirmou que o material probatório deve ser apreciado pelo titular da ação penal para a adequada formação da convicção do MPF quanto à materialidade e autoria dos crimes investigados.
 


imagem 4




Apuração
 
Segundo Toffoli, a apuração é mais profunda e não se confunde com outros inquéritos instaurados relacionados à atuação fraudulenta do banco. "A presente investigação tem um escopo mais amplo e não se confunde com os inquéritos anteriores, pois revelou que fundos eram usados para gestão fraudulenta, desvio de valores e branqueamento de capitais pelo Banco Master, supostamente aproveitando vulnerabilidades do mercado de capitais e do sistema de regulação", destaca o ministro.



imagem 5



 
Impeachment

Os senadores Magno Malta (PL-ES), Damares Alves (Republicanos-DF) e Eduardo Girão (Novo-CE) protocolaram, ontem, no Senado, um pedido de impeachment contra Toffoli sob a acusação de crime de responsabilidade na condução do caso Master. 
 
A denúncia
 
A denúncia foi encaminhada ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Os parlamentares pedem que ele receba a denúncia, instaure o processo de impeachment, forme uma comissão especial e determine a oitiva de testemunhas, além da requisição de documentos ao STF, à PGR, ao Banco Central (BC), à Controladoria-Geral da União (CGU) e ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).
 
Atuado
 
Segundo os senadores, Toffoli teria atuado em situação objetiva de suspeição e conflito de interesses ao conduzir investigações e decisões no inquérito que apura fraudes envolvendo o Master, liquidado extrajudicialmente pelo BC. Um dos principais fatos apontados na denúncia dos senadores é uma viagem feita pelo ministro a Lima, no Peru, em novembro de 2025, em aeronave particular de um empresário, na companhia de um advogado que integra a defesa de um dos investigados no inquérito do banco, processo que estava sob a própria relatoria do ministro no STF.
 
 Fifa anuncia locais de treino e concentração da seleção; mas queremos o hexa
 
 
Quermos um bom time, um bom campo para treinar e claro: o hexa. A Fifa, entidade máxima do futebol mundial, confirmou  que a seleção brasileira ficará hospedada e treinará no estado de Nova Jersey (Estados Unidos) durante a Copa do Mundo, que começa em 11 de junho.
 
Atendeu
 
A entidade atendeu ao pedido prévio da CBF que, após visitas à várias cidades norte-americanas, manifestou interesse pelas instalações em Nova Jersey. O Brasil treinará no CT Columbia Park, do clube RB New York, na cidade de Morristown, e ficará hospedado no hotel The Ridge, em Basking Ridge. O hotel ficará  inteiramente reservado para a delegação Amarelinha.
 
Vantagens
 
Uma das vantagens de Nova Jersey é a proximidade do Estádio de Nova York, palco da estreia do Brasil contra Marrocos, em 13 de junho, às 19h (horário de Brasília), pelo Grupo C, que tem ainda Escócia e Haiti. Além disso, o tempo gasto no trajeto entre hotel e Centro de Treinamento será de apenas 15 minutos.
 
Nota
 
Segundo nota oficial da CBF, a escolha dos dois locais em Nova Jersey ocorreu após análises presenciais realizadas nos últimos meses em  hotéis e CTs disponibilizados pela Fifa, em várias cidades norte-americanas, como Orlando, Seattle, Boston, Los Angeles e Nova York, entre outras. A entidade brasileira avaliou aspectos como privacidade, conforto, segurança e distância para os locais de treinos e jogos.



imagem 6




A CBF destacou ainda que o CT Columbia tem instalações de última geração, áreas de treinamento, academias de ginástica, vestiários e escritórios administrativos, com acessibilidade. Atualmente, o espaço passa por obras para ampliação das estruturas e modernização de instalações e equipamentos.
 
Dois amistosos
 
Antes do Mundial, a seleção fará dois amistosos contra seleções europeias, ambos nos Estados Unidos. O escrete canarinho enfrenta a França em 26 de março, às17h, no Gillette Stadium, no estado de Massachusetts e, cinco dias depois, encara a Croácia, às 21h, Camping World Stadium, na Flórida.
 
- Moraes abre inquérito sigiloso para apurar se Receita e Coaf vazaram dados de ministros do STF
 
- Master: Investigadores temem destruição de provas com vaivém de Toffoli
- Toffoli abre crise com PF e eleva embates entre instituições em caso Master
 
- Toffoli envia material apreendido no caso Master para análise da PGR
- Toffoli se incomoda com PF e pressiona corporação em meio a desconfianças sobre caso Master
 
- Tensão entre EUA e Irã cresce e Trump esvazia base no Catar
- Governo veta R$ 393 milhões de emendas parlamentares
 
- Bolsa bate recorde e fecha pela primeira vez acima dos 165 mil pontos
- Os sinais de que EUA e Irã podem estar se preparando para um ataque
 
- Imigrante é baleado na perna por agente de imigração em Minneapolis
 
- Os recados para Lula e para a oposição na primeira pesquisa Quaest do ano eleitoral
- Veja os recados da primeira pesquisa 2026 para Lula e a oposição
- Tensão entre EUA e Irã cresce e Trump esvazia base no Catar 
 
- Palmeiras bate o Santos em primeiro clássico do ano e dorme na liderança do Paulistão
 
O Poder




imagem noticia

O Poder apresenta ainda hoje versão da Logo/Caruaruense no caso das acusações do Metrópoles

14/01/2026

O site brasiliense Metrópoles divulgou matéria acusando o governo Raquel Lyra de favorecer a empresa de transportes intermunicipias de sua família que opera há mais de 60 anos em Pernambuco. Entre as supostas irregularidades acobertados estariam a ausência da fiscalização anual obrigatória dos veículos, a idade da frota que trafega com ônibus mais velhos que o permitido e idade média dos veículos também acima do permitido. Além da falta de pagamento das taxas anuais obrigatórias. As supostas irregularidades, segundo a fonte, estariam ocorrendo sem interrupção desde o início do mandato da governadora.

Quem fiscaliza

A Empresa Pernambucana de Transporte Coletivo Intermunicipal (EPTI) é um órgão público de Pernambuco que gerencia e fiscaliza o transporte de passageiros entre cidades no estado.
A questão é técnica. As perguntas são simples. As normas estão sendo cumpridas ou não? A EPTI emitiu nota que não diz que sim ou que não, antes pelo con...

imagem noticia

O site brasiliense Metrópoles divulgou matéria acusando o governo Raquel Lyra de favorecer a empresa de transportes intermunicipias de sua família que opera há mais de 60 anos em Pernambuco. Entre as supostas irregularidades acobertados estariam a ausência da fiscalização anual obrigatória dos veículos, a idade da frota que trafega com ônibus mais velhos que o permitido e idade média dos veículos também acima do permitido. Além da falta de pagamento das taxas anuais obrigatórias. As supostas irregularidades, segundo a fonte, estariam ocorrendo sem interrupção desde o início do mandato da governadora.

Quem fiscaliza

A Empresa Pernambucana de Transporte Coletivo Intermunicipal (EPTI) é um órgão público de Pernambuco que gerencia e fiscaliza o transporte de passageiros entre cidades no estado.
A questão é técnica. As perguntas são simples. As normas estão sendo cumpridas ou não? A EPTI emitiu nota que não diz que sim ou que não, antes pelo contrário. Como o Estado está sem governo, com a viagem de Raquel Lyra sem deixar ninguém no comando, as pessoas e órgãos evitam declarações que possam gerar repreensões da mandatária.

O Poder

Registra o fato sem tomar partido ou assinar embaixo. Entramos em contato com o presidente da Logo, o empresário João Lyra Neto, pai da governadora, que neste momento está trabalhando com assessores para elaborar os devidos esclarecimentos. Que ainda vão demorar um pouco para serem divulgados, pois deverão ser submetidos ao crivo da governadora, que tem retorno esperado nas próximas horas.




Confira mais

a

Telefone/Whatsapp

Brasília

(61) 99667-4410

Recife

(81) 99967-9957

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nosso site.
Ao utilizar nosso site e suas ferramentas, você concorda com a nossa Política de Privacidade.

Jornal O Poder - Política de Privacidade

Esta política estabelece como ocorre o tratamento dos dados pessoais dos visitantes dos sites dos projetos gerenciados pela Jornal O Poder.

As informações coletadas de usuários ao preencher formulários inclusos neste site serão utilizadas apenas para fins de comunicação de nossas ações.

O presente site utiliza a tecnologia de cookies, através dos quais não é possível identificar diretamente o usuário. Entretanto, a partir deles é possível saber informações mais generalizadas, como geolocalização, navegador utilizado e se o acesso é por desktop ou mobile, além de identificar outras informações sobre hábitos de navegação.

O usuário tem direito a obter, em relação aos dados tratados pelo nosso site, a qualquer momento, a confirmação do armazenamento desses dados.

O consentimento do usuário titular dos dados será fornecido através do próprio site e seus formulários preenchidos.

De acordo com os termos estabelecidos nesta política, a Jornal O Poder não divulgará dados pessoais.

Com o objetivo de garantir maior proteção das informações pessoais que estão no banco de dados, a Jornal O Poder implementa medidas contra ameaças físicas e técnicas, a fim de proteger todas as informações pessoais para evitar uso e divulgação não autorizados.

fechar