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Notas do Enem 2025 já estão disponíveis na internet

16/01/2026

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As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 já podem ser consultadas na Página do Participante, na internet. Os resultados foram divulgados hoje, sexta-feira (16/01) pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 

Dados

Segundo dados do balanço da aplicação do exame, participaram da edição de 2025 4,8 milhões de inscritos, com 72% de presença nos dois dias de prova.
Na Página do Participante é possível conferir tanto a nota da redação (que varia de zero a mil pontos) quanto a pontuação de cada uma das quatro áreas de conhecimento avaliadas. Para os chamados treineiros - aqueles que não concluíram o ensino médio em 2025, o boletim individual será publicado até 60 dias após a divulgação do resultado. 

Os resultados

Com os resultados do exame, os participantes poderão concorrer a vagas em instituições de educação superior públ...

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As notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2025 já podem ser consultadas na Página do Participante, na internet. Os resultados foram divulgados hoje, sexta-feira (16/01) pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). 

Dados

Segundo dados do balanço da aplicação do exame, participaram da edição de 2025 4,8 milhões de inscritos, com 72% de presença nos dois dias de prova.
Na Página do Participante é possível conferir tanto a nota da redação (que varia de zero a mil pontos) quanto a pontuação de cada uma das quatro áreas de conhecimento avaliadas. Para os chamados treineiros - aqueles que não concluíram o ensino médio em 2025, o boletim individual será publicado até 60 dias após a divulgação do resultado. 

Os resultados

Com os resultados do exame, os participantes poderão concorrer a vagas em instituições de educação superior públicas pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), com inscrições abertas de 19 a 23 de janeiro; tentar uma bolsa de estudo pelo Programa Universidade para Todos (Prouni), no período de 26 a 29 de janeiro; ou acessar o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).  

Inscrição

A inscrição no Sisu não exige envio prévio de documentos. Os selecionados, no entanto, devem observar os prazos e requisitos, bem como apresentar a documentação solicitada pela instituição de educação superior no momento da matrícula. 

Atendem

Os participantes do Enem 2025 que atendem aos critérios estabelecidos e desejam utilizar o exame para fins de certificação de conclusão do ensino médio devem ficar atentos aos prazos para solicitar o certificado nas instituições, por meio do portal do Inep. 

Certificado

Para obter o certificado de conclusão do ensino médio pelo Enem, é necessário ter indicado essa finalidade no momento da inscrição e alcançar, no mínimo, 450 pontos em cada área do conhecimento, além de obter, pelo menos, 500 na redação. 

Avalia
 
O exame?avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem tornou-se a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil. A partir da nota obtida, os estudantes podem se inscrever para vagas em universidades públicas ou bolsas de estudo por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), do Programa Universidade para Todos (Prouni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

Leia outras informações

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É Findi - Li’vinhos - Poema, por Eduardo Albuquerque*

17/01/2026

Um bom livro, um velho vinho
Ah! com ambos o poeta se alinha
Numa bela visita a Argentina
Ou mesmo em Portugal, nas vinhas



Jorge Luís Borges lhe ofertará
“Desconstruindo Sofia” você lerá
Na Buenos Aires, Malbec degustará
Em comprazia do escritor singular



Leia “Os Maias”, com vinho do Porto
Eça de Queiroz o aguarda com gosto
Vinho verde à vontade no Douro
Fernando Pessoa e o seu “Desassossego”



Literatura, vinhos na França, é viés
Hugo, Balzac, Dumas, Flaubert
Simone de Beauvoir, Baudelaire
Vinhos e literatura, a seus pés.


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor.


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Um bom livro, um velho vinho
Ah! com ambos o poeta se alinha
Numa bela visita a Argentina
Ou mesmo em Portugal, nas vinhas



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Jorge Luís Borges lhe ofertará
“Desconstruindo Sofia” você lerá
Na Buenos Aires, Malbec degustará
Em comprazia do escritor singular



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Leia “Os Maias”, com vinho do Porto
Eça de Queiroz o aguarda com gosto
Vinho verde à vontade no Douro
Fernando Pessoa e o seu “Desassossego”



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Literatura, vinhos na França, é viés
Hugo, Balzac, Dumas, Flaubert
Simone de Beauvoir, Baudelaire
Vinhos e literatura, a seus pés.


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor.


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É Findi - Diferenças Sob o Sol - Poema - Por, Malude Maciel*

17/01/2026

Os dias,
Como as pessoas,
São únicos,
Diferentes,
Têm suas peculiaridades,
Tal qual
Uma obra de arte.
A vida sempre surpreende,
Em cada esquina
Surpresas
Agradáveis ou não.
Para nós,
Isso é um privilégio.
Que seja assim.
Ninguém aguentaria
A mesmice.

"Nada do que foi será, do jeito que a gente viu há um segundo.
Tudo passa, tudo sempre passará...
Como uma onda no mar..."


*Malude Maciel, Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, ACACCIL, cadeira 15 pertencente à professora Sinhazina.


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Os dias,
Como as pessoas,
São únicos,
Diferentes,
Têm suas peculiaridades,
Tal qual
Uma obra de arte.
A vida sempre surpreende,
Em cada esquina
Surpresas
Agradáveis ou não.
Para nós,
Isso é um privilégio.
Que seja assim.
Ninguém aguentaria
A mesmice.

"Nada do que foi será, do jeito que a gente viu há um segundo.
Tudo passa, tudo sempre passará...
Como uma onda no mar..."


*Malude Maciel, Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, ACACCIL, cadeira 15 pertencente à professora Sinhazina.


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É Findi - Vidente, por Felipe Bezerra*

17/01/2026

Talvez daqui a uns anos
- em meses seria obsceno -
mas certamente o Supremo

Salvará o cliente Vorcaro
- amigo estimado e caro -
e o processo será anulado.

Amizade é item raro,
dispensa julgamentos morais
quando envolve parceiros ideais.


*Felipe Bezerra, advogado e poeta.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

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Talvez daqui a uns anos
- em meses seria obsceno -
mas certamente o Supremo

Salvará o cliente Vorcaro
- amigo estimado e caro -
e o processo será anulado.

Amizade é item raro,
dispensa julgamentos morais
quando envolve parceiros ideais.


*Felipe Bezerra, advogado e poeta.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




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É Findi - Zé Nivaldo* Reverencia Quem Merece

17/01/2026

Ze Paulo
Paulinho,
Paulino,
Cavalcanti, jamais cavalgado
A não ser pelas
rédeas firmes
Controladas pelas mãos, cérebro e coração
Sensíveis e fortes
Da Dra Lectícia.
Que decide porque domina os segredos do mandar.
Zé. O Paulinho.
Tri acadêmico.
O único conhecido na vida e na imortalidade.
Fernando Pessoa?
Redescobrir o óbvio é a genialidade maior.
Quase autobiografia.
Uma quase tudo é uma quase nada.
Que preenche os escaninhos do mundo literário.
Zé Paulo e Maria Lectícia.
Não perfeitos imortais.
Mortais perfeitos.
Acendo um charuto e ergo um brinde
Admiração e respeito.
Amigos que rasgam o peito
E se aninham bem lá dentro. Para a eternidade.


*José Paulo Cavalcanti Filho, Amigo de Zé Nivaldo, Consultor da Unesco e do Banco Mundial. Foi presidente de EBN, do CADE e do Conselho de Comunicação Soci...

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Ze Paulo
Paulinho,
Paulino,
Cavalcanti, jamais cavalgado
A não ser pelas
rédeas firmes
Controladas pelas mãos, cérebro e coração
Sensíveis e fortes
Da Dra Lectícia.
Que decide porque domina os segredos do mandar.
Zé. O Paulinho.
Tri acadêmico.
O único conhecido na vida e na imortalidade.
Fernando Pessoa?
Redescobrir o óbvio é a genialidade maior.
Quase autobiografia.
Uma quase tudo é uma quase nada.
Que preenche os escaninhos do mundo literário.
Zé Paulo e Maria Lectícia.
Não perfeitos imortais.
Mortais perfeitos.
Acendo um charuto e ergo um brinde
Admiração e respeito.
Amigos que rasgam o peito
E se aninham bem lá dentro. Para a eternidade.


*José Paulo Cavalcanti Filho, Amigo de Zé Nivaldo, Consultor da Unesco e do Banco Mundial. Foi presidente de EBN, do CADE e do Conselho de Comunicação Social, do Congresso Nacional. Ministro da Justiça. Membro da Comissão Nacional da Verdade. Membro da Academia Pernambucana de Letras. Membro da Academia Brasileira de Letras Membro da Academia Portuguesa de Letras ( Academia de Ciências de Lisboa).

e

*José Nivaldo Júnior é jornalista, historiador, advogado, publicitário, membro da Academia Pernambucana de Letras, diretor-geral de O Poder.


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É Findi - Pelas ruas do meu país - Crônica, por Ana Pottes*

17/01/2026

Um novo janeiro que mal abriu os olhos, já vê fevereiro a chegar, fervendo e frevando.
É festa pagã a inundar as ruas da Veneza Americana.

Há guerreiros espalhados no bairro do Hipódromo, na rua mais bonita do mundo que fica ali, no Recife Antigo, e nas ladeiras que sobem e descem, feito ondas vibrantes na vizinha-irmã Olinda. É Pitombeira no tapete vermelho, pelo mundo afora; é Elefante exaltando as tradições, cantando os coqueirais, o sol e o mar.

Da Zona da Mata, chegam brincantes coloridos, trazendo rosas entre os dentes e lanças com fitas nas cores desse país.

Os acertos de marcha abrem espaço para as pastoras e pastores, com corais afinando vozes, cantando frevos em forma de poemas saudosos, a invadir ruas e calçadas que, por falta de espaço, navegam pelo Capibaribe e inundam o Atlântico.

O Galo canta e encanta seguidores, eletrizando a cidade em milhões de volts.

A Saudade é sentimento em for...

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Um novo janeiro que mal abriu os olhos, já vê fevereiro a chegar, fervendo e frevando.
É festa pagã a inundar as ruas da Veneza Americana.

Há guerreiros espalhados no bairro do Hipódromo, na rua mais bonita do mundo que fica ali, no Recife Antigo, e nas ladeiras que sobem e descem, feito ondas vibrantes na vizinha-irmã Olinda. É Pitombeira no tapete vermelho, pelo mundo afora; é Elefante exaltando as tradições, cantando os coqueirais, o sol e o mar.

Da Zona da Mata, chegam brincantes coloridos, trazendo rosas entre os dentes e lanças com fitas nas cores desse país.

Os acertos de marcha abrem espaço para as pastoras e pastores, com corais afinando vozes, cantando frevos em forma de poemas saudosos, a invadir ruas e calçadas que, por falta de espaço, navegam pelo Capibaribe e inundam o Atlântico.

O Galo canta e encanta seguidores, eletrizando a cidade em milhões de volts.

A Saudade é sentimento em forma de música aos nossos ouvidos, desde Antônio Maria, Capiba, Getúlio, Alcides Vespasiano, Fátima Castro, Júlio Vila Nova, Raphael Marques, Luis Faustino, Hamilton Florentino, Edgar Moraes, Raquel Eduardo, família Chaves, Heleno Ramalho, Edson Rodrigues, Spock e tantos outros mestres. Até essa enxerida aqui, com a ajuda do compositor Ely Madureira, se esgueirou pelos frevos de bloco, fazendo surgir Cordas e Saudade.

No meu país é festa, pois a cultura é ricamente representada por reisados, bois, caboclos de lança, clubes mistos, afoxés, troças, maracatus, blocos de pau e corda, caboclinhos. Todos frevem e fervem, num frege de jogos de pernas, braços, voadoras e danças marcadas por metais, sopros, alfaias, cordas, batuques, cantos e cantorias, a se regozijar até com o cinema brasileiro.

É Carnaval!

Juntos, os Guerreiros do Passo e os Agentes Secretos gritam em plenos pulmões:

Você é meu, Pernambuco!


*Ana Pottes, psicóloga, gosta de escrever crônicas, contos e poemas sobre as interações emocionais com a vida. Autora do livro de poemas: Nem tudo são flores, mas... elas existem!


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É Findi – O Lavrador de Palavras - Crônica - Por Xico Bizerra*

17/01/2026

... e o homem um dia resolveu plantar palavras: cavou fundo a fenda, escolheu bem as sementes, viu-as germinar e depois regou as letras, adubando-as com vírgulas, pontos, circunflexas interrogações.

Viu nascer sua planta: parido estava o livro, a florescer, vingado.

Colheu parágrafos tantos e os sorveu, regando páginas por ele mesmo plantadas. Não satisfeito, deu-as ao leitor, recomendando as lêsse como se bebe um bom vinho, lenta e pausadamente, acariciando cada linha, abraçando cada parágrafo, cheirando cada caule, respirando cada flor.

Depois, o merecido descanso, da mão, do homem. Pronta, restou sua obra, igual a ele próprio: jardim cheio de flores, de algumas exclamações e de muitas reticências ... até o ponto final. Alguns enxergaram espinhos.

Eles, os há. É da natureza da natureza. E dos livros. Nem só de leveza eles vivem, livros e natureza.

*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor.

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... e o homem um dia resolveu plantar palavras: cavou fundo a fenda, escolheu bem as sementes, viu-as germinar e depois regou as letras, adubando-as com vírgulas, pontos, circunflexas interrogações.

Viu nascer sua planta: parido estava o livro, a florescer, vingado.

Colheu parágrafos tantos e os sorveu, regando páginas por ele mesmo plantadas. Não satisfeito, deu-as ao leitor, recomendando as lêsse como se bebe um bom vinho, lenta e pausadamente, acariciando cada linha, abraçando cada parágrafo, cheirando cada caule, respirando cada flor.

Depois, o merecido descanso, da mão, do homem. Pronta, restou sua obra, igual a ele próprio: jardim cheio de flores, de algumas exclamações e de muitas reticências ... até o ponto final. Alguns enxergaram espinhos.

Eles, os há. É da natureza da natureza. E dos livros. Nem só de leveza eles vivem, livros e natureza.

*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.


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É Findi – O amor é cego, Poesia Regional - Por Poeta Pica-Pau*

17/01/2026

Mulher ingrata e fingida
És pior duquê serpente
E te vendo em minha frente
Magoa minha ferida
Todo amor déssa vida
Dei sem tu merecer
E para me entristecer
Saísse com um qualquer
Mas eu confesso mulher
Eu sou maluco por você
Mas eu confesso mulher
Sou doidinho por você

Você nunca mereceu
O amor que eu te dei
Quantas vezes eu perduei
Todo os deslizes teu
Me deixasse igual plebeu
Levando tudo o que eu tinha
Fiquei no sal e na farinha
Bebendo descontrolado
Mas sou doido apaixonado
Pelo o teu amor murrinha
Sou maluco apaixonado
Pelo o teu amor murrinha

Você me decepcionou
Me traiu me iludiu
Dá minha vida sumiu
Que nem o rasto deixou
Minha paz você levou
Ingrata ruim renitente
Quanto é má essa vivente
Que até droga vi uzá
Mas se ela qu...

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Mulher ingrata e fingida
És pior duquê serpente
E te vendo em minha frente
Magoa minha ferida
Todo amor déssa vida
Dei sem tu merecer
E para me entristecer
Saísse com um qualquer
Mas eu confesso mulher
Eu sou maluco por você
Mas eu confesso mulher
Sou doidinho por você

Você nunca mereceu
O amor que eu te dei
Quantas vezes eu perduei
Todo os deslizes teu
Me deixasse igual plebeu
Levando tudo o que eu tinha
Fiquei no sal e na farinha
Bebendo descontrolado
Mas sou doido apaixonado
Pelo o teu amor murrinha
Sou maluco apaixonado
Pelo o teu amor murrinha

Você me decepcionou
Me traiu me iludiu
Dá minha vida sumiu
Que nem o rasto deixou
Minha paz você levou
Ingrata ruim renitente
Quanto é má essa vivente
Que até droga vi uzá
Mas se ela quizer voltar
Aceitarei novamente
Se você quiser voltar
Vou te querer novamente


*Pica-Pau é poeta. Vive em Palmares, PE.


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É Findi – As Sorveterias - por Carlos Bezerra Cavalcanti*

17/01/2026

Pontos 'Chics' de Encontro

Na primeira metade do século passado, as sorveterias caíram no gosto do recifense. O sorvete, deliciosa novidade da época, quando o gelo ainda vinha de fora. As famílias iam-se acostumando a tomá-lo “embora em salas especiais com toda a decência”. De início era a “neve”. Mas a expressão “sorvete” preponderou.

Nas décadas de 40 a 60, esses Pontos de Encontro, estavam bastante identificados com os movimentos das sessões de cinemas, nas saídas do Art Palácio, Trianon, Moderno e São Luís.



Passeios aos Domingos e Feriados

Nos feriados, dias santos e aos domingos, as pessoas desfilavam no Centro da cidade, elegantemente trajadas.
Parecia uma verdadeira passarela da moda. Os homens com paletós, normalmente brancos, chapéus do Panamá e o inseparável guarda-chuvas (sol), em animadas conversas nos cafés e bares centrais.

As mulheres, olhando as vitrinas, prot...

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Pontos 'Chics' de Encontro

Na primeira metade do século passado, as sorveterias caíram no gosto do recifense. O sorvete, deliciosa novidade da época, quando o gelo ainda vinha de fora. As famílias iam-se acostumando a tomá-lo “embora em salas especiais com toda a decência”. De início era a “neve”. Mas a expressão “sorvete” preponderou.

Nas décadas de 40 a 60, esses Pontos de Encontro, estavam bastante identificados com os movimentos das sessões de cinemas, nas saídas do Art Palácio, Trianon, Moderno e São Luís.



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Passeios aos Domingos e Feriados

Nos feriados, dias santos e aos domingos, as pessoas desfilavam no Centro da cidade, elegantemente trajadas.
Parecia uma verdadeira passarela da moda. Os homens com paletós, normalmente brancos, chapéus do Panamá e o inseparável guarda-chuvas (sol), em animadas conversas nos cafés e bares centrais.

As mulheres, olhando as vitrinas, protagonizavam verdadeiro espetáculo visual, onde não faltavam as luvas de várias cores e tamanhos e elegantes e variados chapéus.

Após os passeios, ia-se aos cinemas, os filmes, americanos principalmente, e os seriados eram verdadeiros atrativos para as tardes domingueiras. Após as sessões o convite as sorveterias eram irrecusáveis e para lá iam os casais e namorados, os adolescentes, senhoras e algumas crianças levadas pelos pais.

Entre os estabelecimentos, do ramo naqueles idos, destacavam-se as Sorveterias “Gemba”, ”Pérola” , “Botijinha” e a “DUDI”. Vejamos a mais famosa:

Sorveteria Gemba - Sabor Divino

Essa Sorveteria era uma das mais conhecidas e procuradas, nas décadas de 40 e 50. Pertencia ao Japonês Heiji Gemba (Lê-se Guemba), hoje busto e rua em Boa Viagem, a quem se atribuía poderes milagrosos para conseguir o inigualável sabor de seus sorvetes. Funcionou, inicialmente, na Largo da Concórdia, (Praça Joaquim Nabuco) próximo ao Cine Moderno, depois de depredada na II Guerra, reabriu, desta vez para funcionar na Rua da Aurora, próximo ao São Luiz. A sorveteria era o verdadeiro “epílogo” das exibições cinematográficas


*Carlos Bezerra Cavalcanti, Presidente Emérito da Academia Recifense de Letras


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É Findi - Liberdade - Conto, por Romero Falcão*

17/01/2026

Nasceu numa família

Conservadora. Estudara em colégio de freira. Farda completa e bem passada. A calça jeans não podia alterar o tom do azul. Camisa limpa, bolso com o escudo da escola, botões bem pregados.



Maquiagem, Nem Pensar

Até a meia era submetida à inspeção.Antes da aula, a missa. Formação quase militar no pátio. Hasteamento da bandeira ao canto do hino do Estado. Maquiagem, nem pensar. Cigarro no bico era caso de expulsão. O olhar severo dos professores advertia: rir era sinônimo de vadiagem.



A Polícia da Moral e dos Costumes

Sem falar na quantidade de livros que viajavam todos os dias dentro da mochila. O peso fazia parte do aprendizado. Era época sombria: a ditadura dava as cartas e os cortes. A polícia da moral e dos costumes algemava por qualquer coisa que questionasse o regime.

Cadeira Vazia

O pai trabalhava...

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Nasceu numa família

Conservadora. Estudara em colégio de freira. Farda completa e bem passada. A calça jeans não podia alterar o tom do azul. Camisa limpa, bolso com o escudo da escola, botões bem pregados.



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Maquiagem, Nem Pensar

Até a meia era submetida à inspeção.Antes da aula, a missa. Formação quase militar no pátio. Hasteamento da bandeira ao canto do hino do Estado. Maquiagem, nem pensar. Cigarro no bico era caso de expulsão. O olhar severo dos professores advertia: rir era sinônimo de vadiagem.



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A Polícia da Moral e dos Costumes

Sem falar na quantidade de livros que viajavam todos os dias dentro da mochila. O peso fazia parte do aprendizado. Era época sombria: a ditadura dava as cartas e os cortes. A polícia da moral e dos costumes algemava por qualquer coisa que questionasse o regime.

Cadeira Vazia

O pai trabalhava viajando; às vezes passava uma, duas semanas fora, a cadeira vazia na cabeceira da mesa no café da manhã da família reunida. A mãe cuidava do lar.



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Filosofia de Heráclito

Até que, no primeiro ano científico, Sophia começou a se abrir para o mundo. A Bíblia e os livros didáticos já não davam conta; a literatura sacudira certezas. A filosofia de Heráclito faiscara: “Este mundo não foi feito nem pelos homens nem pelos deuses, mas tem sido um fogo eterno que se acende e se apaga nas mesmas proporções.”

Experiência Instigante

Havia um zum-zum na cidade: um colégio recém-inaugurado abalava as estruturas. Novo não só no nome, mas na forma e no espírito de transmitir conhecimento. Um inusitado jeito de ser aluno, uma experiência instigante de ser professor. De repente, os colégios de padre sofreram forte baixa. A debandada geral para o tal colégio, que se mostrava à frente do tempo e da sala de aula, foi inevitável.

Nem Missa Nem Farda

Mas Sophia só tomou pé da onda quando uma amiga de classe e de confidências foi estudar lá, na sensação do momento.

— Você precisa ver, Sophia.
— O que é que tem demais?
_ Justamente é o que tem de menos
— Não tem missa nem farda. Podemos rir.
— E, para completar a felicidade, apostilas e um caderno de dez matérias.
— Meu Deus, é o paraíso — disse Sophia, num tom angelical.
— É liberdade, é uma calça velha e desbotada — brincou Soraia, lembrando um comercial.
— Eu quero estudar lá — afirmou Sophia.

No entanto, como convencer o pai rigoroso? A transferência parecia impossível. Ele não admitiria: sem farda, sem missa. Ainda por cima, um colégio que não tinha cara de colégio. Afinal, o que seria isso? Ela já previa as indagações do genitor.



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Pulou de Alegria

Então pensou num plano. O irmão mais velho aceitou a parada. Na ausência do pai, por motivos de viagem, o primogênito endossaria a transferência com uma pseudoautorização do velho. A estratégia deu certo. Sophia pulou de alegria. Abraçou o irmão. Sairia da prisão.

Numa Aula de Termologia

Na primeira semana de aula, a diferença era abissal. A descontração contagiante. Era “proibido proibir”. Estudar com leveza tornava até a matéria que ela detestava — física — atraente. Arriscou uma piada numa aula de Termologia e não sofreu censura nem suspensão. Liberdade, liberdade, repetia baixinho.

É Melhor Contar Tudo

Um belo dia, porém, o pai, em vez de voltar na sexta-feira à noite, como de costume, estacionou o carro na calçada de casa numa quarta-feira, no fim da manhã. Pegou Sophia em flagrante, voltando do colégio.

— O que significa isso? Cadê sua farda? Isso são roupas de estudante?
A filha estava de bermuda, maqueada e apostila na mão. A mãe entra em cena:
— É melhor contar tudo.

Já na sala, o pai esbraveja, dá um murro na mesa:
— Não te dei o nome de Sophia — sabedoria — para te ver metida numa zona de colégio!

O Diabo Sabe Ensinar

No outro dia, nada como um dia atrás do outro e um compadre no meio.
— Compadre, não te conto: a minha Sophia se matriculou nesse colégio aí… um tal de…
— Ah, compadre, eu quero é novidade. A minha também está lá. Esse colégio mexeu com a cabeça dos jovens.
— Sangue de Cristo! Será que tem fumaça nisso? — arregalou os olhos.
— Não sei. Só sei que o primeiro lugar, no vestibular , em medicina e em engenharia elétrica foram de lá. Também foi de lá a cabeça raspada numa tal de computação. E não para por aí, não: os melhores times de vôlei e de futebol de salão vestem a camisa desse colégio.



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É, compadre, quando quer, o Diabo sabe ensinar.

Este texto é uma ficção, qualquer semelhança é mera coincidência


*Romero Falcão é um cronista que se arrisca a fazer poema torto.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.


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Pressionada por denúncias, Rodoviária Logo/Caruaruense encerra atividades

16/01/2026

Semana turbulenta. Na quarta-feira, 14/01, o site Metrópoles levantou uma série de acusações contra a governadora Raquel Lyra e o seu pai, empresário entre outros setores do ramo rodoviário, o ex-governador João Lyra Neto.
Entre as acusações, a principal era de ônibus circulando há três anos sem inspeção, sem pagar taxas ao órgão competente e colocando em risco diário milhares de passageiros. O Poder anunciou que no mesmo dia publicaria o posicionamento da empresa, "após o retorno e em combinação com a governadora". A resposta não veio, O Poder aguardou com paciência.

Hoje

A governadora em pessoa veio a público para, visivelmente nervosa e incomodada, tentar justificar o caso. Falou como sócia da empresa, que foi, filha e governadora (Confira Vídeo). O Poder procurou mais uma vez a direção da Logo Caruaruense, nome atual da empresa, recebeu a seguinte nota que republicamos abaixo sem alteração nem comentários.


NOTA...

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Semana turbulenta. Na quarta-feira, 14/01, o site Metrópoles levantou uma série de acusações contra a governadora Raquel Lyra e o seu pai, empresário entre outros setores do ramo rodoviário, o ex-governador João Lyra Neto.
Entre as acusações, a principal era de ônibus circulando há três anos sem inspeção, sem pagar taxas ao órgão competente e colocando em risco diário milhares de passageiros. O Poder anunciou que no mesmo dia publicaria o posicionamento da empresa, "após o retorno e em combinação com a governadora". A resposta não veio, O Poder aguardou com paciência.

Hoje

A governadora em pessoa veio a público para, visivelmente nervosa e incomodada, tentar justificar o caso. Falou como sócia da empresa, que foi, filha e governadora (Confira Vídeo). O Poder procurou mais uma vez a direção da Logo Caruaruense, nome atual da empresa, recebeu a seguinte nota que republicamos abaixo sem alteração nem comentários.



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NOTA OFICIAL
Rodoviária Caruaruense comunica o encerramento de suas atividades

Após mais de seis décadas de existência e de serviços prestados a Pernambuco, a Rodoviária Logo Caruaruense informa o encerramento definitivo de suas atividades. A decisão foi comunicada nesta sexta (16) aos seus colaboradores, durante reunião, na sua sede, em Caruaru. A empresa expressa profundo respeito e gratidão pelos anos de dedicação e compromisso de toda a equipe e assegura que todos os funcionários receberão integralmente seus direitos trabalhistas e que efetuará o pagamento de tributos.

A Logo, sucessora da Caruaruense, informa, ainda, que já comunicou formalmente a decisão à Empresa Pernambucana de Transporte Coletivo Intermunicipal (EPTI) e que está procedendo com a entrega de todas as linhas atualmente operadas.

A decisão pelo fechamento decorre do grave desequilíbrio econômico-financeiro da operação e por dificuldades conjunturais há muito enfrentadas pelo setor e potencializada após a pandemia.

Fundada em novembro de 1959, a Rodoviária Caruaruense nasceu em um momento decisivo para o desenvolvimento de Caruaru e da região. Criada pelos empresários Abdias Vescenslau da Silva, Edécio Francisco de Melo e José Victor de Albuquerque, e posteriormente adquirida por João Lyra Filho, a empresa fez parte da história de milhares de pessoas, conectando cidades e contribuindo de forma significativa para o crescimento econômico e social da região.

A empresa reafirma seu agradecimento aos milhares de usuários que transportou ao longo de mais de sessenta anos em atividades e aos parceiros de caminhada. A história da Rodoviária Caruaruense permanece como um legado de trabalho, dedicação e serviço ao povo do Agreste e de Pernambuco.

Confira

A seguir o vídeo da governadora, capturado no Blog de Ricardo Antunes








Confira mais

a

Telefone/Whatsapp

Brasília

(61) 99667-4410

Recife

(81) 99967-9957

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