Governo brasileiro está monitorando impacto da guerra EUA x Irã sobre medicamentos mas no momento não há riscos, diz secretária do Ministério da Saúde
28/03/2026
A secretária resssaltou que a principal preocupação da pasta é com impactos nas cadeias globais de valor, especialmente no fornecimento de insumos farmacêuticos. Ela destacou que o Estreito de Ormuz é um ponto crítico para o transporte global de petróleo — insumo essencial para a produção industrial — e que eventuais interrupções podem afetar países exportadores como Índia e China, importantes fornecedores para o Brasil.
Mas de acordo com ela, apesar do cenário de incerteza, não há, até o momento, risco iminente de desabastecimento. “Não temos um alerta de que vai faltar medicamento por conta disso, mas estamos monitorando isso cotidianamente”, frisou.
Logística e produção
Fe...
A secretária resssaltou que a principal preocupação da pasta é com impactos nas cadeias globais de valor, especialmente no fornecimento de insumos farmacêuticos. Ela destacou que o Estreito de Ormuz é um ponto crítico para o transporte global de petróleo — insumo essencial para a produção industrial — e que eventuais interrupções podem afetar países exportadores como Índia e China, importantes fornecedores para o Brasil.
Mas de acordo com ela, apesar do cenário de incerteza, não há, até o momento, risco iminente de desabastecimento. “Não temos um alerta de que vai faltar medicamento por conta disso, mas estamos monitorando isso cotidianamente”, frisou.
Logística e produção
Fernanda acrescentou que o Governo Federal admite, no entanto, que a instabilidade internacional pode provocar aumento nos custos de logística e produção, com possíveis reflexos nos preços.
A secretária afirmou, ainda, que a ampliação da produção nacional de medicamentos é uma das principais respostas do governo para mitigar riscos associados a crises geopolíticas.
“A questão é que você fica menos vulnerável a esse tipo de situação, como guerras e oscilações no fornecimento. Ter capacidade de produzir aqui dá mais garantias de que o medicamento não vai faltar”, destacou.
Avanços recentes
Ela citou avanços recentes, como a nacionalização completa da produção do tacrolimo, imunossupressor essencial para pacientes transplantados, fabricado em parceria com a Fiocruz.
E lembrou que o fortalecimento do chamado Complexo Econômico-Industrial da Saúde “busca assegurar que, mesmo diante de interrupções nas cadeias globais, o Brasil consiga manter o fornecimento de medicamentos essenciais à população”.
— Com Agências de Notícias
Leia outras informações
Americanos estão nas ruas das principais cidades dos EUA em dia de protestos contra Trump, neste sábado (28)
28/03/2026
Os manifestantes agora têm um novo motivo de indignação: a guerra no Irã que Trump lançou junto com Israel, com objetivos e prazos de conclusão em constante mudança. Milhões de pessoas participaram da primeira manifestação do “No Kings”, em junho do ano passado, com atos de Nova York a San Francisco, enquanto a segunda edição do protesto, em outubro, reuniu cerca de sete milhões de participantes, segundo os organizadores.
Mobilização maior
A meta para este sábado é uma...
Milhares de pessoas estão nas ruas neste sábado (28/03) em todo os Estados Unidos para protestar contra o presidente Donald Trump, em função do que consideram uma guinada autoritária e contrária à lei. Trata-se do terceiro protesto com o mesmo objetivo naquele país, em menos de um ano, como parte de um movimento chamado “No Kings” (Sem Reis) — a forma mais estridente e visível de oposição a Trump desde o início de seu segundo mandato, em janeiro de 2025.
Os manifestantes agora têm um novo motivo de indignação: a guerra no Irã que Trump lançou junto com Israel, com objetivos e prazos de conclusão em constante mudança. Milhões de pessoas participaram da primeira manifestação do “No Kings”, em junho do ano passado, com atos de Nova York a San Francisco, enquanto a segunda edição do protesto, em outubro, reuniu cerca de sete milhões de participantes, segundo os organizadores.

Mobilização maior
A meta para este sábado é uma mobilização ainda maior, diante do baixo índice de aprovação de Trump – em torno de 40% – e das eleições de meio de mandato em novembro, nas quais os republicanos podem perder o controle das duas casas legislativas. Muitos apoiadores veneram o presidente dentro do movimento “Make America Great Again” (MAGA, Tornar os Estados Unidos grandes novamente), enquanto opositores, do outro lado da profunda divisão política americana, rejeitam Trump com a mesma intensidade.
Os críticos de Trump questionam sua propensão a governar por decretos executivos, seu uso do Departamento de Justiça para perseguir opositores, sua negação das mudanças climáticas e a ofensiva contra programas de diversidade racial e de gênero. Também apontam seu recente gosto por exibir o poder militar americano após uma campanha em que ele se apresentou como um homem de paz.
Famílias destruídas
“Desde a última vez que marchamos, esta administração nos arrastou ainda mais profundamente para a guerra”, afirmou Naveed Shah, da Common Defense, uma associação de veteranos que integra o movimento “No Kings”. “Em casa, testemunhamos cidadãos sendo mortos nas ruas por forças militarizadas. Vimos famílias destruídas e comunidades de imigrantes transformadas em alvo de ataques. Tudo em nome de um único homem que tenta governar como um rei”, acrescentou.
Os organizadores afirmam que mais de 3.000 manifestações estão programadas nas principais cidades norte-americanas, assim como em áreas suburbanas e rurais; até mesmo na localidade de Kotzebue, no Alasca, acima do círculo polar ártico.

Minnesota: ponto principal
O estado de Minnesota se tornará um ponto central, meses depois de virar o epicentro do debate nacional sobre a repressão migratória violenta impulsionada por Trump. O astro do rock Bruce Springsteen, crítico ferrenho do presidente, deve se apresentar em St. Paul, capital do estado, para interpretar a canção ‘Streets of Minneapolis’.
Springsteen compôs e gravou a balada em 24 horas, em memória de Renee Good e Alex Pretti, dois cidadãos americanos mortos a tiros por agentes federais durante operações da polícia migratória de Trump na cidade.
Os organizadores afirmam que dois terços dos participantes previstos para este sábado não vivem nas grandes cidades, que costumam ser redutos democratas.
— Com Agências de Notícias

Semana Santa começa com procissão de Ramos, neste domingo (29); veja aqui programação da Arquidiocese de Olinda e Recife
28/03/2026
Conforme calendário divulgado pela Arquidiocese de Olinda e Recife, o Domingo de Ramos — que recorda a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém — terá sua comemoração inicial em Olinda, a partir das 8h, com a saída da procissão de Ramos da Capela da Misericórdia, no Alto do Sé (ao lado do Colégio Santa Gertrudes).
Catedral da Sé
O destino da procissão será a Catedral da Sé de Olinda, onde será celebrada a Santa Missa, às 9h. Durante a celebração, será realizada a Coleta Nacional de Solidariedade, oferta que será enviada para subsidiar projetos sociais da Campanha da Fraternidade.
Na Quarta-feira de Trevas (01/04) data considerada no calendário católic...
A Semana Santa — que dura sete dias e marca a celebração da ressurreição de Jesus Cristo e o início da Páscoa — é considerada a celebração mais importante do calendário religioso católico e tem início neste domingo (29/03), conhecido como o Domingo de Ramos.
Conforme calendário divulgado pela Arquidiocese de Olinda e Recife, o Domingo de Ramos — que recorda a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém — terá sua comemoração inicial em Olinda, a partir das 8h, com a saída da procissão de Ramos da Capela da Misericórdia, no Alto do Sé (ao lado do Colégio Santa Gertrudes).

Catedral da Sé
O destino da procissão será a Catedral da Sé de Olinda, onde será celebrada a Santa Missa, às 9h. Durante a celebração, será realizada a Coleta Nacional de Solidariedade, oferta que será enviada para subsidiar projetos sociais da Campanha da Fraternidade.
Na Quarta-feira de Trevas (01/04) data considerada no calendário católico como de forte reflexão sobre o caminho de Jesus até o Calvário, será realizado o ‘Ofício das Trevas’, rito em que velas são apagadas, simbolizando o abandono de Jesus e o luto da Igreja.
Pátio de São Pedro
O evento terá início com concentração no Pátio de São Pedro, no bairro de São José, Centro do Recife, a partir das 7h. De lá, será realizada a Via-Sacra da Fraternidade pelas ruas da cidade.
Conforme o roteiro divulgado pela arquidiocese, os fiéis carregarão uma cruz com mais de 100 kg, simbolizando o peso do sofrimento humano. O trajeto tem previsão de chegar às 11h na Basílica de Nossa Senhora da Penha, onde será realizada a Santa Missa, presidida pelo arcebispo de Olinda e Recife, Dom Paulo Jackson.
Missa dos Santos Óleos
Na Quinta-feira santa (02/03), será realizada a Missa dos Santos Óleos, às 9h, na Catedral da Sé de Olinda. O momento marca a unidade da Igreja Católica em celebração da renovação das promessas sacerdotais e consagração dos óleos santos, utilizados nos sacramentos do batismo, unção dos enfermos e crisma.
À noite, a partir das 19h, na Matriz do Sagrado Coração Eucarístico de Jesus, no Espinheiro, será realizada a Missa da Ceia do Senhor, também conhecida como ‘Lava-pés’. O momento rememora a última ceia e o gesto de serviço de Jesus.

Jejum e contemplação
A Sexta-feira santa (03/04) é um dia de silêncio, jejum e contemplação pela morte de Jesus Cristo. A Igreja Católica não celebra a Eucaristia, focando na adoração da Cruz, que será contemplada a partir das 15h, na Catedral da Sé de Olinda.
No Sábado de Aleluia (04/04) será realizada a mais importante celebração da Igreja: a Vigília Pascal, momento em que é anunciada a Ressurreição de Jesus Cristo. A solenidade será realizada pela Arquidiocese às 18h, na Matriz do Sagrado Coração Eucarístico do Jesus, no Espinheiro. A Igreja vai acender e abençoar o Círio Pascal, que representa a luz de Cristo.
Domingo de Páscoa
No Domingo de Páscoa (05/04), dia em que é celebrada a Ressurreição de Jesus, Cristo vence a morte e dá início a uma nova vida. Será realizada a Santa Missa às 9h, na Catedral da Sé de Olinda.
Primeiro dia do período pascal, a Igreja confraterniza o início deste período litúrgico, que se estende pelos 50 dias seguintes, até o Domingo de Pentecostes, que celebra a descida do Espírito Santo.

As aventuras de Cacimba 34— Cacimba e a cidade onde Deus assinava recibo, por Zé da Flauta*
28/03/2026
Os funcionários da prefeitura recebiam menos do que o combinado. Os fiéis davam mais do que podiam. E ninguém reclamava, não por satisfação, por medo.
O prefeito falava bonito.
— Estamos organizando a cidade.
— É preciso sacrifício.
— Confiança nas autoridades.
O padre completava:
— Deus vê tudo.
— Quem questiona, desobedece.
— A humildade agrada ao céu.
E assim, um assinava embaixo do outro, literalmente. Diziam que o dinheiro da prefeitura passava pela igreja, e o dinheiro da igreja… ninguém sabia por onde saía.
Foi nesse lugar que Cacimba chegou.
Chapéu de palha, camisa surrada, os dois macaquinhos atentos.
O do ombro direito cochichou:
— Aqui tem coisa escondida.
O do esquerdo respondeu:
A cidade parecia tranquila, praça limpa, igreja cheia, prefeitura funcionando, tudo no lugar, até demais. Mas tinha uma coisa estranha: o povo trabalhava muito… e vivia pouco.
Os funcionários da prefeitura recebiam menos do que o combinado. Os fiéis davam mais do que podiam. E ninguém reclamava, não por satisfação, por medo.
O prefeito falava bonito.
— Estamos organizando a cidade.
— É preciso sacrifício.
— Confiança nas autoridades.
O padre completava:
— Deus vê tudo.
— Quem questiona, desobedece.
— A humildade agrada ao céu.
E assim, um assinava embaixo do outro, literalmente. Diziam que o dinheiro da prefeitura passava pela igreja, e o dinheiro da igreja… ninguém sabia por onde saía.
Foi nesse lugar que Cacimba chegou.
Chapéu de palha, camisa surrada, os dois macaquinhos atentos.
O do ombro direito cochichou:
— Aqui tem coisa escondida.
O do esquerdo respondeu:
— E bem protegida.
Cacimba começou a observar. na prefeitura, viu funcionário trabalhando dobrado…
e recebendo pela metade. Na igreja, viu gente ofertando com fé… e saindo com culpa.
— Aqui não é roubo só de dinheiro — disse Cacimba.
— É roubo de dignidade.
Naquela noite, ele chamou o povo pra praça, sem anunciar, sem pedir, só chegou e sentou.
Os macaquinhos inquietos.
— Vai mexer com os dois?
— Vai mexer com o sistema todo.
No dia seguinte, o prefeito apareceu.
— Quem é você pra reunir o povo?
Cacimba respondeu:
— Alguém que escuta o que vocês não deixam dizer.
O padre chegou logo depois.
— Isso é desordem.
Cacimba olhou pra ele:
— Desordem é quando o sagrado vira escudo pra erro.
O silêncio caiu.
Pesado.

Cacimba então pediu uma coisa simples:
— Quero ver as contas.
O prefeito riu.
— Isso é assunto administrativo.
— E o dinheiro da igreja? — perguntou Cacimba.
O padre respondeu rápido:
— Isso é assunto de fé.
Cacimba sorriu:
— Engraçado… quando convém, é fé.
Quando aperta, é administração.
O povo começou a se mexer, pequeno, mas começou. Os macaquinhos cochichavam:
— Agora balança.
— Agora racha.
Cacimba puxou o pifem, mas não tocou música, bateu ele no chão, uma vez, duas, três.
— Quem aqui já trabalhou mais do que recebeu?
Mãos se levantaram.
— Quem aqui já deu mais do que podia… por medo?
Mais mãos.
O padre tentou interromper: — Isso é manipulação!
Cacimba respondeu: — Não. Isso é lembrança.
O prefeito perdeu a calma: — Isso é incitar o povo!
Cacimba olhou firme: — Não. É devolver a voz.
A praça virou espelho. E quando o povo se vê… não dá mais pra fingir.
Dias depois, começaram as perguntas, depois vieram as exigências. Depois… as mudanças.
O prefeito saiu. O padre ficou mas mudou porque entendeu, tarde, mas entendeu,
que fé não é moeda… é compromisso.
Antes de ir embora, Cacimba deixou um aviso:
— Quando poder e fé andam juntos demais… alguém está usando Deus como sócio.
Os macaquinhos bateram as mãos.
— Essa foi pesada.
— Mas necessária.
E dizem que, naquela cidade, até hoje, quando alguém mistura demais autoridade com santidade… sempre aparece alguém dizendo:
— Cuidado…
Deus não assina recibo.
*Zé da Flauta é músico, compositor, filósofo e escritor.

Comissão de Anistia declara anistiado post-mortem líder Guarani-Kaiowá Marçal Tupã-Y, assassinado por atuar em defesa da causa indígena
28/03/2026
Por decisão unânime, os conselheiros da Comissão aprovaram a iniciativa 43 anos após o assassinato do indígena, ocorrido em 25 de novembro de 1983.
A anistia política post mortem foi concedida com base na lei que repara pessoas atingidas por atos de exceção com motivação política entre 1946 e 1988. O pedido de anistia foi encaminhado em 2023 pela família de Marçal, em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF).
“Em nome do Estado brasileiro peço desculpas aos seus parentes pelas atrocidades que lhes causou o Estado ditatorial”, afirmou a ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo, durante o julgamento do pedido de anistia, em Brasília.
Luta e resistência
“Ao Marçal, à sua família, aos seus companheiros...
A Comissão de Anistia declarou anistiado post-mortem (após a morte) nesta sexta-feira (27/03), Marçal Souza Tupã-Y, conhecido líder indígena brasileiro da etnia Guarani-Kaiowá.
Por decisão unânime, os conselheiros da Comissão aprovaram a iniciativa 43 anos após o assassinato do indígena, ocorrido em 25 de novembro de 1983.
A anistia política post mortem foi concedida com base na lei que repara pessoas atingidas por atos de exceção com motivação política entre 1946 e 1988. O pedido de anistia foi encaminhado em 2023 pela família de Marçal, em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF).
“Em nome do Estado brasileiro peço desculpas aos seus parentes pelas atrocidades que lhes causou o Estado ditatorial”, afirmou a ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo, durante o julgamento do pedido de anistia, em Brasília.

Luta e resistência
“Ao Marçal, à sua família, aos seus companheiros de luta e a toda a sociedade, ao mesmo tempo que lhe agradecemos pela sua luta e resistência contra o Estado ditatorial e em favor da democracia”, acrescentou ela.
O parecer técnico que embasou a decisão registra que Marçal era técnico de enfermagem e servidor do quadro funcional da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), tendo sido alvo de vigilância desde 1971, conforme ficha de investigação social. O documento aponta que ele foi punido com transferências forçadas a título de punição, como registrado em ofício de 21 de fevereiro de 1983.
“Estamos também aplicando uma punição ao atendente de enfermagem Marçal de Souza e transferindo-o daquela comunidade”, aponta o ofício. Com a decisão, a União admite responsabilidade pelas violações cometidas contra a liderança e concede reparação econômica aos familiares, no valor de R$ 100 mil, limite máximo previsto em lei.
Sensibilidade indígena
Em discurso durante a sessão da Comissão de Anistia, a filha de Marçal, Edna Silva de Souza, afirmou que “como meu pai dizia, o mundo guarani, o mundo indígena hoje é visto como um mundo obscuro, mas neste mundo obscuro, na cosmovisão do povo indígena, existem pontos brilhantes e esses pontos são as pessoas que de uma certa forma têm a mesma sensibilidade do patamar da sensibilidade indígena”.
“Por isso vocês estão aqui. Vocês são esses pontos brilhantes. Ele lutou por isso até a morte e ele sabia: ‘Eu sou uma pessoa marcada para morrer, mas por uma causa justa a gente morre.’ Ele morreu pelo seu povo”, acrescentou
Omissão do Estado
O secretário-executivo do Ministério dos Povos Indígenas, Eloy Terena, afirmou que “Marçal de Souza é uma vítima da omissão sistêmica do Estado brasileiro, que permitiu por meio do seu aparato autoritário a perseguição de lideranças indígenas, a transferência, o deslocamento de comunidades indígenas inteiras e a própria desproteção territorial”.
Terena lembrou ainda que a terra indígena onde Marçal vivia, a Nhanderu Marangatu, foi homologada pelo presidente Lula em 2005, no seu primeiro mandato. “Mas nós só conseguimos entregar efetivamente essa terra agora em 2024, por meio inclusive de um acordo que fizemos no território federal”, relatou
“Portanto, mesmo depois da Constituição ter assegurado esse direito, mesmo depois do presidente Lula ter homologado essa terra, foi preciso ainda a comunidade indígena esperar mais 19 anos para efetivamente ter o seu território demarcado”, acrescentou.
Sem apagamento histórico
A ministra Macaé Evaristo destacou, ao final da sessão, o papel da resistência indígena como elemento central na formação do país e cobrou do Estado o enfrentamento ao apagamento histórico.
“Não tem democracia possível sem memória, não há justiça possível sem verdade e não há futuro possível enquanto persistir o apagamento da história dos povos indígenas”. “O direito à memória, à verdade e à justiça não é uma abstração. Ela é uma obrigação concreta do Estado brasileiro”, disse a ministra.

Quem foi Marçal
Marçal de Souza Tupã-Y nasceu em 1920 em Rincão Júlio, na região de Ponta Porã, no Mato Grosso dos Sul. Aos 63 anos, foi assassinado com cinco tiros na porta de sua casa na aldeia Campestre, TI Nhanderu Marangatu, em Antônio João, após décadas de atuação em defesa dos povos originários.
Considerado um dos pioneiros do movimento indígena no Brasil, integrou a comissão que deu origem à União das Nações Indígenas, criada em junho de 1980 em Campo Grande, da qual foi vice-presidente a partir de 1981.
Herói nacional
Marçal de Souza foi postumamente declarado Herói Nacional do Brasil, conforme consta na Lei 14.402/2022. Seu nome batiza o prêmio anual entregue pela Câmara Municipal de Dourados a pessoas e instituições que promovem os direitos indígenas.
A expectativa da família e das organizações indígenas é que a anistia contribua para ampliar o reconhecimento da trajetória de Marçal e da violência histórica sofrida pelos povos originários durante o regime militar.
— Com portal Brasil de Fato e Agência Brasil

Alckmin anuncia saída do ministério e admite prorrogar subsídio ao diesel, se necessário
28/03/2026
Alckmin deu essas declarações no mesmo momento em que anunciou que na próxima semana deixará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços para se dedicar às eleições.
Ele contou que segue como vice-presidente até o fim do mandato, mas já deu data para sair do ministério, prazo legal para disputar o pleito.
Cumprimento da legislação
“Cumprindo a legislação, quem é ministro, vice-presidência não tem desincompatibilização, mas do ministério tem. Então,estamos nos últimos...
O vice-presidente do Brasil e ministro da Indústria, Comércio, Desenvolvimento e Inovação Tecnológica (MIDICT), Geraldo Alckmin afirmou neste sábado (28/03), em São Paulo, que sua expectativa é de que a guerra envolvendo EUA e Israel contra o Irã acabe dentro de 60 dias. Mas, pela primeira vez, ele admitiu que, se for necessário, o governo pode prorrogar o subsídio federal ao diesel como forma de reduzir impactos no mercado brasileiro.
Alckmin deu essas declarações no mesmo momento em que anunciou que na próxima semana deixará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços para se dedicar às eleições.
Ele contou que segue como vice-presidente até o fim do mandato, mas já deu data para sair do ministério, prazo legal para disputar o pleito.
Cumprimento da legislação
“Cumprindo a legislação, quem é ministro, vice-presidência não tem desincompatibilização, mas do ministério tem. Então,estamos nos últimos dias a frente da pasta e muito felizes com essa caminhada até aqui”, afirmou.
Sobre o diesel, ele ressaltou que o Governo Federal fez um apelo ao governos estaduais, não para tirar o imposto, mas ter uma subvenção, na qual cada estado entraria com R$ 0,60 e o Governo Federal com mais R$ 0,60, dando R$ 1,2. “Tudo isso transitório, é por 60 dias. Esperamos que esse conflito se resolva em 60 dias. Então, se precisar, pode prorrogar, mas é transitório”, afirmou.
Diálogo com os estados
Alckmin disse que o Executivo Federal tem dialogado com os estados, mas que não pode obrigá-los a reduzir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o diesel importado. “O governo não vai obrigar ninguém. O governo fez a sua parte e está com bom entendimento com os estados”, enfatizou.
Perguntado se o governo de Lula prepara novos subsídios para tentar conter a alta do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas pesquisas eleitorais, Alckmin respondeu que “subsídio não tem a ver com eleição”.
“A questão do petróleo é com a guerra. Nós não temos o poder de acabar com a guerra e ela tem consequências no mundo inteiro. O barril do petróleo subiu no mundo inteiro, pulou de US$ 60 para US$ 100”, afirmou o ministro e vice-presidente.
Domingo a domingo - Prefeito Laurinho Maia e pré-candidata a deputada estadual Geska Maia apoiam Veneziano
28/03/2026
Reafirmou
“Ao lado da nossa pré-candidata a deputada estadual Geska, digo que nosso candidato a Senador é Veneziano, reafirmando e assumindo o compromisso de votar no Senador Veneziano, que já colocou recursos para Catolé do Rocha, que já trabalhou muito pela Paraíba”, afirmou.
“Esse é um dos motivos de hoje a gente estar aqui, consolidando esse apoio ao Senador Veneziano, que tem história na Paraíba e que vai conseguir trazer cada vez mais recursos para melhorar a vida dos paraibanos”, acrescentou o prefeito, ao declarar o apoio.
...
O Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) recebeu neste sábado (28/03) um importante apoio à sua reeleição ao Senado Federal. Trata-se do Prefeito de Catolé do Rocha, no sertão do estado, Laurinho Maia. O anúncio foi feito durante entrevista do Prefeito à Rádio Panorama FM, de Catolé do Rocha, na qual ele estava acompanhado da Primeira-Dama do Município, Geska Maia, pré-candidata a deputada estadual.
Reafirmou
“Ao lado da nossa pré-candidata a deputada estadual Geska, digo que nosso candidato a Senador é Veneziano, reafirmando e assumindo o compromisso de votar no Senador Veneziano, que já colocou recursos para Catolé do Rocha, que já trabalhou muito pela Paraíba”, afirmou.
“Esse é um dos motivos de hoje a gente estar aqui, consolidando esse apoio ao Senador Veneziano, que tem história na Paraíba e que vai conseguir trazer cada vez mais recursos para melhorar a vida dos paraibanos”, acrescentou o prefeito, ao declarar o apoio.
Mesmo projeto
“Com muita alegria digo aqui, meu senador, meu prefeito, que fazer política dessa forma, honesta, respeitosa, é a forma com que a gente quer levar o nosso trabalho para o povo e, com minha pré-candidatura, fico muito feliz com essa união. Vamos juntos à vitória”, acentuou também a pré-candidata a deputada estadual Geska Maia.
Vené agradece
“Quero registrar o meu mais profundo agradecimento por esse gesto de confiança. Você sabe que esse era um dos desejos que eu mais alimentava, de poder estar vivendo, nesta data, esse momento. A sua palavra, meu prefeito, a palavra de Geska, de apoio à nossa caminhada, no reconhecimento ao que a gente já pôde realizar, por essa cidade tão rica e tão cara aos corações dos paraibanos e dos brasileiros, é fundamental. Eu agradeço, penhoradamente”, agradeceu Veneziano.
“E a forma, evidente, de poder demonstrar isso, é continuar trabalhando por Catolé do Rocha, como temos feito pra todo o estado da Paraíba. E, se Deus nos permitir, sejamos nós vitoriosos: Geska pelas bênçãos e pelo trabalho que realiza; e nós, ao Senado Federal, pra poder fazer ainda mais”, completou o senador.
Na Câmara, PL que torna crime misoginia tende a ser próxima polêmica entre matérias a serem votadas em 2026
28/03/2026
Em meio a um ano político e recém saído de uma comissão de inquérito que praticamente fez parlamentares da oposição e base do governo se digladiarem (a CPMI do INSS) o Congresso Nacional tem mais uma batalha a travar pela frente, inclusive, com impacto expressivo nos apoios ou rejeições por parte do eleitorado brasileiro.
Trata-se do projeto aprovado terça-feira (24/03) pelo Senado, que inclui a misoginia entre os crimes de preconceito ou discriminação, com pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa — que já está na Câmara dos Deputados.
No Senado, o texto foi aprovado com 67 votos a favor e nenhum contra, na forma de um substitutivo apresentado pela relatora, senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) ao projeto da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA). E já está provocando muita polêmica entre os deputados, que não demonstram tanta simpatia em relação ao tema quanto os senadores.
Voto favorável de Flávi...
Da Redação
Em meio a um ano político e recém saído de uma comissão de inquérito que praticamente fez parlamentares da oposição e base do governo se digladiarem (a CPMI do INSS) o Congresso Nacional tem mais uma batalha a travar pela frente, inclusive, com impacto expressivo nos apoios ou rejeições por parte do eleitorado brasileiro.
Trata-se do projeto aprovado terça-feira (24/03) pelo Senado, que inclui a misoginia entre os crimes de preconceito ou discriminação, com pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa — que já está na Câmara dos Deputados.
No Senado, o texto foi aprovado com 67 votos a favor e nenhum contra, na forma de um substitutivo apresentado pela relatora, senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) ao projeto da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA). E já está provocando muita polêmica entre os deputados, que não demonstram tanta simpatia em relação ao tema quanto os senadores.
Voto favorável de Flávio
Um dos motivos que causou incômodo na oposição foi o voto favorável do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República. Outra que apoiou amplamente a iniciativa foi a ex-ministra e senadora Damares Alves (Republicanos-DF).
Deputados bolsonaristas alegam que o projeto se passar na Câmara da forma como está, será “um instrumento de censura”. Por outro lado, parlamentares que articularam a iniciativa dizem que “o texto delimita bem os casos que deverão ser punidos” e descartam o uso para restringir a liberdade de expressão.
Ampliação de penas
Além de equiparar a misoginia ao crime de racismo, o projeto aumenta as penas para ofensas contra mulheres. Conforme a proposta, a injúria motivada por ódio ou aversão ao gênero feminino passa a ser punida com reclusão de dois a cinco anos e multa.
Hoje, casos de ofensas contra mulheres por razão de gênero são enquadrados como injúria no Código Penal, com pena que pode chegar a um ano de detenção — ou até o dobro quando há contexto de violência doméstica. Com a mudança, a conduta passa a ser tratada como crime mais grave, com pena maior e enquadramento na Lei do Racismo.
Exemplos de outros países
A senadora Soraya. ao apresentar seu relatório, afirmou que países como França, Argentina e Reino Unido já têm leis de combate à misoginia. A parlamentar enfatizou que, apenas no ano de 2025, houve quase 7 mil vítimas de tentativas de feminicídio no Brasil.
Ela alertou para a ameaça representada pelos chamados red pills, que incentivam o ódio contra as mulheres, frequentemente por meio da internet.
“O projeto é para proteger a família e a dignidade e a liberdade das mulheres. A aprovação do projeto responde a uma realidade urgente. O ódio às mulheres não é abstrato: é estruturado, é crescente e ceifa vidas todos os dias”, afirmou Soraya.
No mesmo tom se manifestou uma das autoras do texto, a senadora Ana Paula. “Agora, existe uma resposta clara do Estado brasileiro. É o Senado dizendo que a misoginia tem consequências”, afirmou ela. Luz amarela, portanto, acesa nas comissões da Câmara a partir da próxima semana.
— Com Agências de Notícias
Trabalhadores rurais não precisarão mais pagar multa por tempo não cadastrado no INSS
28/03/2026
A nova legislação, sancionada nesta sexta-feira (27/03) pelo presidente Lula, tem como intuito beneficiar quem exerceu atividade rural em período anterior a 1991, quando passou a ser obrigatória a filiação ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS).
Contribuições em atraso
Antes, conforme explicaram técnicos da Previdência Social e analistas legislativos que atuaram na tramitação e avaliação da matéria, quem desejasse contar esse tempo para a aposentadoria precisava pagar contribuições em atraso com incidência de multa. Com a mudança, a multa deixa de ser aplicada nesses casos.
A medida tem origem no Projeto de Lei (PL) 4.385/21, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS). Foi...
Entrou em vigor a Lei 15.363/26, que libera os trabalhadores rurais que exerceram essa atividade antes de serem obrigados a contribuir para o INSS, de continuarem tendo de pagar multa para aproveitar o tempo não cadastrado na aposentadoria.
A nova legislação, sancionada nesta sexta-feira (27/03) pelo presidente Lula, tem como intuito beneficiar quem exerceu atividade rural em período anterior a 1991, quando passou a ser obrigatória a filiação ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS).
Contribuições em atraso
Antes, conforme explicaram técnicos da Previdência Social e analistas legislativos que atuaram na tramitação e avaliação da matéria, quem desejasse contar esse tempo para a aposentadoria precisava pagar contribuições em atraso com incidência de multa. Com a mudança, a multa deixa de ser aplicada nesses casos.
A medida tem origem no Projeto de Lei (PL) 4.385/21, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS). Foi aprovada primeiro pelo Senado e, mais recentemente, pela Câmara dos Deputados.
Migração entre regimes
Na justificativa do projeto, o senador explicou que a legislação condiciona a migração entre regimes previdenciários ao pagamento de indenização pelo tempo de serviço, como forma de manter o equilíbrio financeiro dos sistemas.
Medida era “desarrazoada”
O problema, segundo ele, é que o trabalhador rural era um segurado facultativo do RGPS antes de 1991, sendo livre para aderir ou não ao sistema, o que torna injusta a cobrança de multa.
O deputado Luiz Lima (Novo-RJ), relator da matéria na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara, deu declarações no mesmo tom.
“É inadequado manter essa multa na legislação. Se o trabalhador não era obrigado antes a recolher contribuições, a incidência de multa é desarrazoada e deve ser afastada”, afirmou Lima. A legislação vai beneficiar milhares de trabalhadores rurais no país.
— Com Agência Senado
Período de declaração de IR: Receita Federal alerta cidadãos contra fraudes cibernéticas
28/03/2026
Na nota, a Receita afirma que não realiza o envio de comunicações por meio de correio eletrônico ou aplicativos de mensagens, como o WhatsApp. O órgão reiterou que "jamais" solicita aos contribuintes o acesso a links de origem duvidosa ou o pagamento de guias de recolhimento do Imposto de Renda por intermédio de aplicativos de mensagens ou plataformas de redes sociais.
Dois canais apenas
"Toda a comunicação oficial da Receita Federal é realizada exclusivamente por dois canais: pela Caixa Postal Digital, acessível apenas pelo Portal e-CAC, mediante login; e pelos Correios por meio de correspondência...
A Receita Federal publicou um alerta relacionado ao preenchimento e envio das declarações do Imposto de Renda, como forma de alertar os contribuintes no preenchimento de suas declarações de imposto de renda este ano, relacionadas ao período de 2025. Segundo a instituição, o Brasil passa por uma crescente incidência de fraudes cibernéticas.
Na nota, a Receita afirma que não realiza o envio de comunicações por meio de correio eletrônico ou aplicativos de mensagens, como o WhatsApp. O órgão reiterou que "jamais" solicita aos contribuintes o acesso a links de origem duvidosa ou o pagamento de guias de recolhimento do Imposto de Renda por intermédio de aplicativos de mensagens ou plataformas de redes sociais.
Dois canais apenas
"Toda a comunicação oficial da Receita Federal é realizada exclusivamente por dois canais: pela Caixa Postal Digital, acessível apenas pelo Portal e-CAC, mediante login; e pelos Correios por meio de correspondência física oficial."
Em caso de recebimento de mensagens que causem suspeita de fraude ou abordagem indevida, a Receita orienta o não fornecimento de quaisquer dados pessoais e a busca imediata por um dos canais de atendimento oficiais da instituição.
Até 29 de maio
O período para declaração do Imposto de Renda referente ao ano de 2025 teve início no último dia 23 e vai até 29 de maio. Também consta no calendário deste ano o pagamento das restituições em quatro lotes, com início já em 29 de maio: Segundo a Receita, a expectativa é que 80% dos contribuintes recebam a restituição até 30 de junho.
Vale ressaltar que, como o procedimento é realizado sobre o ano anterior, a isenção para quem ganha até R$ 5 mil, prevista na Lei 15.270/2025, não entra em vigor este ano, mas somente em 2027, na declaração referente aos dados de 2026.
— Com Agência Brasil
Depois de muitas especulações, Houthis do Iêmen confirmam autoria de ataque contra mísseis em Israel
28/03/2026
A informação foi publicada pela rede Al Jazeera (rede de notícias do povo árabe) que relatou tratar-se da primeira ofensiva desse tipo promovida pelo grupo desde o início da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã.
Porta-voz militar
Segundo a reportagem, o anúncio foi feito pelo porta-voz militar dos houthis, brigadeiro-general Yahya Saree, em declaração transmitida pela emissora, por satélite Al-Masirah, ligada ao grupo.
Em sua fala, Saree afirmou que os ataques “continuarão até que os objetivos declarados sej...
Depois de muitas especulações feitas pela mídia sem confirmações, os houthis, grupo armado xiita apoiado pelo Irã que controla grande parte do Iêmen, reconheceram oficialmente, neste sábado (28/03), a autoria de ataque contra uma barragem de mísseis balísticos contra Israel ontem (27/03) — em uma escalada que amplia ainda mais a guerra relacionada ao Irã e aprofunda a instabilidade no Oriente Médio.
A informação foi publicada pela rede Al Jazeera (rede de notícias do povo árabe) que relatou tratar-se da primeira ofensiva desse tipo promovida pelo grupo desde o início da guerra entre Estados Unidos e Israel contra o Irã.
Porta-voz militar
Segundo a reportagem, o anúncio foi feito pelo porta-voz militar dos houthis, brigadeiro-general Yahya Saree, em declaração transmitida pela emissora, por satélite Al-Masirah, ligada ao grupo.
Em sua fala, Saree afirmou que os ataques “continuarão até que os objetivos declarados sejam alcançados, conforme afirmado na declaração anterior das forças armadas, e até que cesse a agressão contra todas as frentes da resistência”.
“Sensíveis instalações”
De acordo com os houthis, os mísseis tiveram como alvo o que o grupo descreveu como “sensíveis instalações militares israelenses” no sul de Israel. Já os militares israelenses disseram ter interceptado um dos mísseis lançados.
— Com agências de notícias internacionais
