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Idoso é encontrado em condições análogas à escravização em operação no Recife

16/04/2026

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Um idoso encontrado em condições análogas à escravização foi resgatado por auditores-fiscais do trabalho no bairro da Mustardinha, na Zona Oeste do Recife. O resgate foi realizado numa operação que teve como objetivo fiscalizar, erradicar práticas degradantes e regularizar os vínculos empregatícios.

Fiscalização

Durante a fiscalização, duas pessoas responsáveis pela contratação do trabalhador e pelo imóvel onde ele atuava foram presas em flagrante. Elas chegaram a ser detidas, mas foram liberadas por decisão da 4ª Vara Federal em Pernambuco.

As investigações

Segundo as investigações, a vítima tem cerca de 70 anos e atuava como cuidador de outro idoso, cujo filho é um dos suspeitos presos. O contratante morava no andar superior da casa onde ele vivia e trabalhava.

A residência

A residência da vítima foi descrita como um ambiente "insalubre, com forte mau cheiro e estrutura prec...

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Um idoso encontrado em condições análogas à escravização foi resgatado por auditores-fiscais do trabalho no bairro da Mustardinha, na Zona Oeste do Recife. O resgate foi realizado numa operação que teve como objetivo fiscalizar, erradicar práticas degradantes e regularizar os vínculos empregatícios.

Fiscalização

Durante a fiscalização, duas pessoas responsáveis pela contratação do trabalhador e pelo imóvel onde ele atuava foram presas em flagrante. Elas chegaram a ser detidas, mas foram liberadas por decisão da 4ª Vara Federal em Pernambuco.

As investigações

Segundo as investigações, a vítima tem cerca de 70 anos e atuava como cuidador de outro idoso, cujo filho é um dos suspeitos presos. O contratante morava no andar superior da casa onde ele vivia e trabalhava.

A residência

A residência da vítima foi descrita como um ambiente "insalubre, com forte mau cheiro e estrutura precária" e ficava no térreo do imóvel. Já o filho do idoso morava em condições melhores, no pavimento de cima.

Leia outras informações

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É Findi - Copos Vazantes, Segredos Vazados - Crônica em Prosa Poética - Por, Ana Pottes*

18/04/2026

Amigos, mesa de bar, cafeteria, almocinho sem tempo marcado para terminar, são combinações perfeitas que nos revitalizam e nos fazem bater a poeira do cansaço da vida para bem longe. Encontros ricos em abraços profusos, riso largado e gostoso, declarações afetivas nas palavras e nos gestos.

Nas últimas semanas me concentrei em situações que envolveram amigos de diversos espaços e tempos e diferentes grupos. E nem tenho um milhão deles, contudo, nesses dias, passei a cantar mais forte. Conversas interessantes, histórias relembradas, algumas de estranhamento no passado, mas que agora evocam gargalhadas das boas.

Há quem afirme que nesses momentos não existem linhas limite, do jeito que a música diz: Vale Tudo. Acrescento: tudo o que a memória permitir.

É do conhecimento de vocês, por vivências, o protocolo ativado para direcionar essas interações. Primeiro assunto é sobre você: o que tem feito; como tem passado; como anda a sua saúde e seus am...

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Amigos, mesa de bar, cafeteria, almocinho sem tempo marcado para terminar, são combinações perfeitas que nos revitalizam e nos fazem bater a poeira do cansaço da vida para bem longe. Encontros ricos em abraços profusos, riso largado e gostoso, declarações afetivas nas palavras e nos gestos.

Nas últimas semanas me concentrei em situações que envolveram amigos de diversos espaços e tempos e diferentes grupos. E nem tenho um milhão deles, contudo, nesses dias, passei a cantar mais forte. Conversas interessantes, histórias relembradas, algumas de estranhamento no passado, mas que agora evocam gargalhadas das boas.

Há quem afirme que nesses momentos não existem linhas limite, do jeito que a música diz: Vale Tudo. Acrescento: tudo o que a memória permitir.

É do conhecimento de vocês, por vivências, o protocolo ativado para direcionar essas interações. Primeiro assunto é sobre você: o que tem feito; como tem passado; como anda a sua saúde e seus amores. Depois os temas seguem pela família, crianças (a essa altura, netos), e os bichinhos de estimação, os atuais pets.

Nessa fase só coisas agradáveis e as memórias dos smartphones são acionadas para o desfile do cabedal de provas materiais. A apresentação dos momentos felizes.

Entretanto o melhor está por vir. É quando alguém, abaixando o tom da voz, faz todos se aproximarem mais ainda e indaga: vocês souberam da última? Do que aconteceu com fulaninha? E de fulano, souberam? Os envolvidos, de olhos arregalados respondem em uníssono: NÃO. Se instala o grande momento: a hora da fofoca.

Os casos vão se avolumando. O casamento que não suportou as escapadas de um marido, santo do pau oco, desaguando ralo adentro; o caso daquele primo do interior, instalado no apartamento da filha para passar um final de semana e que segue sereno, sem se mexer do sofá há meses; a filha da melhor amiga de infância da concunhada do marido de uma das amigas, carola convicta, crítica e fechada a qualquer comportamento moderno, que se vê sem aceitar que a jovem queira mudar de nome e de sexo. Em borbotões vão surgindo histórias e mais histórias ali, naquela mesa.



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Peço perdão por discordar do poeta, pois nos copos de chopes vazantes, após certa hora, os trezentos desejos já se soltaram. Pelo menos aquele que se refere a prática milenar da fofocagem.

Aqui confesso e reconto uma novidade que zerou o meu nível de cortisol. Foi o acontecido a dois amigos durante o período momesco. Escutem só: os lindos, loucos para desfilarem em uma certa escola de samba, foram no dia do desfile a procura de alguma brechinha para realização do grande desejo. Chegando lá indagaram se faltara ou se morrera, sei lá, algum desfilante, pois eles queriam desfilar. Receberam como resposta que duas fantasias estavam sobrando, sem dono, à espera. São nossas! E foram se vestir. Pois bem, foram as duas baianas barbadas que mais evoluíram na ala das baianas por aquela avenida a fora. Radiantes e realizados!

Vi a foto. Pedi uma cópia para postar aqui, mas se negaram a divulgar a prova do crime.


*Ana Pottes, psicóloga, gosta de escrever crônicas, contos e poemas sobre as interações emocionais com a vida. Autora do livro de poemas: Nem tudo são flores, mas... elas existem!


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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É Findi - Adeus, 13 de Maio! - Por, Eduardo Albuquerque*

18/04/2026

Poema em que o Autor homenageia a recém desativada Agência da CAIXA no Recife


Da Caixa Econômica Federal,
gloriosa, és valente agência;
desde o princípio, tua essência,
fostes ninho, guarda do Graal.

Teus resultados, metas, missão,
sempre surpreendestes ao final;
superastes todas, sem igual,
teu epíteto, diria, superação!



Ao longo dessa vitoriosa jornada,
fostes palco de grandes batalhas;
resististes na tua humilde morada,
ali, ah! quantas vitórias amealhadas!

Fecham-se as cortinas, cerram tuas portas:
choramos nós... oh! isso pouco importa!
eis que ficarás vivíssima na nossa memória!
Velha, queridíssima 13 de Maio, glória, glória!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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Poema em que o Autor homenageia a recém desativada Agência da CAIXA no Recife


Da Caixa Econômica Federal,
gloriosa, és valente agência;
desde o princípio, tua essência,
fostes ninho, guarda do Graal.

Teus resultados, metas, missão,
sempre surpreendestes ao final;
superastes todas, sem igual,
teu epíteto, diria, superação!



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Ao longo dessa vitoriosa jornada,
fostes palco de grandes batalhas;
resististes na tua humilde morada,
ali, ah! quantas vitórias amealhadas!

Fecham-se as cortinas, cerram tuas portas:
choramos nós... oh! isso pouco importa!
eis que ficarás vivíssima na nossa memória!
Velha, queridíssima 13 de Maio, glória, glória!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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É Findi – Ser ou Não Ser – Croniqueta, por Xico Bizerra*

18/04/2026

Nesse País que leva o nome de Pindorama e alguns o chamam pelo apelido de um pé de pau, como diz Teles, ‘Biu’ Shakespeare não se criaria. Quando ele dissesse 'Ser ou Não Ser' não faltaria um gaiato tupiniquim levantando o dedo e gritando:

- Nem uma coisa nem outra, seu Galego. Deixe de onda e fique na sua!

Eis a crucial questão. Todo esse preâmbulo, sem beira nem beira, apenas para comentar as pequenas dúvidas (ou grandes dilemas) que enfrentamos no dia-a-dia: ir ou não ir, cerveja ou whisky, que roupa vestir? Tudo bobagem: terminamos por ir ao lugar mais próximo, a beber o que estiver mais perto, a escolher uma ou outra vestimenta aleatoriamente, comonum par ou ímpar e a vestir a primeira roupa que pegar no armário.

Desde os tempos em que Eva só enxergava Adão à sua frente, que não via outro homem naquele imenso Paraíso – até porque só existia ele, além das serpentes - que é assim: sempre temos que decidir entre pelo menos duas opções. Até...

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Nesse País que leva o nome de Pindorama e alguns o chamam pelo apelido de um pé de pau, como diz Teles, ‘Biu’ Shakespeare não se criaria. Quando ele dissesse 'Ser ou Não Ser' não faltaria um gaiato tupiniquim levantando o dedo e gritando:

- Nem uma coisa nem outra, seu Galego. Deixe de onda e fique na sua!

Eis a crucial questão. Todo esse preâmbulo, sem beira nem beira, apenas para comentar as pequenas dúvidas (ou grandes dilemas) que enfrentamos no dia-a-dia: ir ou não ir, cerveja ou whisky, que roupa vestir? Tudo bobagem: terminamos por ir ao lugar mais próximo, a beber o que estiver mais perto, a escolher uma ou outra vestimenta aleatoriamente, comonum par ou ímpar e a vestir a primeira roupa que pegar no armário.

Desde os tempos em que Eva só enxergava Adão à sua frente, que não via outro homem naquele imenso Paraíso – até porque só existia ele, além das serpentes - que é assim: sempre temos que decidir entre pelo menos duas opções. Até Eva, longínquo tempo, teve de decidir entre Adão e a fruta: deu preferência à maçã, mas isso já é outra história. Então, na vida, isto ou aquilo, escolhamos. Sábado à tardinha, por exemplo, surge a dúvida, outra necessidade de decidir: jantar fora ou pedir uma pizza? calabrezza ou mussarella? Feita a opção, pede-se acessoriamente uma coca-cola. Ou um guaraná.

Ontem mesmo, lembrando o tempo em que se fumava um cigarrinho que passarim não fuma, ocorreu-me a dúvida cruel que confirma minha tese aqui exposta: assistir o programa do Ratinho ou escrevinhar minhas baboseiras e besteiragens semanais para encher o saco de meus 5 ou 6 leitores. Perdeu o leitor. Também, quem mandou o protótipo de roedor ser tão ruim apresentando seu programa? Daí, escrevi este sem-assunto, estas mal tecladas linhas, pelo que já me desculpo perante aqueles que tiverem a infeliz ideia de lê-las ao invés de escolherem algo melhor a fazer. Da próxima, prometo, vou optar pela TV: dos males, o menor.

*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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É Findi - Coração de Água - Conto - Por, Romero Falcão*

18/04/2026

A criançada viu no céu uma bola luminosa, um sol fora de hora. O que seria aquilo: um cometa, um disco voador? O objeto não identificado lançou das alturas um manuscrito que demorou dias para chegar ao solo. Os meninos da cidade acompanhavam cada metro da folha que descia.

Feita de Água

O enigma viajante causava expectativa nos pequenos. Até que, no sétimo dia, a folha pousou sobre uma área queimada. Pasmem: a folha era feita de água e dizia assim:

Queimado pelo Homem

“Sou o corpo de um boneco de água, possuo apenas o tronco. Vim para salvar o planeta Terra, queimado pelo homem. Mas, para isso, preciso que as crianças encontrem meus braços, pernas, cabeça e meu coração, trazendo porções de água de toda natureza.”

Água das Nascentes

Então as crianças caíram em campo. Uns trouxeram água do aquário, do rio, do mar; outros recolheram água doente, de cheia, de lama, de rios poluíd...

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A criançada viu no céu uma bola luminosa, um sol fora de hora. O que seria aquilo: um cometa, um disco voador? O objeto não identificado lançou das alturas um manuscrito que demorou dias para chegar ao solo. Os meninos da cidade acompanhavam cada metro da folha que descia.

Feita de Água

O enigma viajante causava expectativa nos pequenos. Até que, no sétimo dia, a folha pousou sobre uma área queimada. Pasmem: a folha era feita de água e dizia assim:

Queimado pelo Homem

“Sou o corpo de um boneco de água, possuo apenas o tronco. Vim para salvar o planeta Terra, queimado pelo homem. Mas, para isso, preciso que as crianças encontrem meus braços, pernas, cabeça e meu coração, trazendo porções de água de toda natureza.”

Água das Nascentes

Então as crianças caíram em campo. Uns trouxeram água do aquário, do rio, do mar; outros recolheram água doente, de cheia, de lama, de rios poluídos. Também apanharam, em baldes e bacias, águas límpidas das nascentes e das cachoeiras, para montar o boneco de água que traria a salvação para o planeta.

Tudo estava quase pronto: cabeça, braços e pernas. Só faltava o coração.

Ajuda aos Céus

Passaram-se dias, semanas, meses. Vieram crianças de outras cidades com garrafas, cantis e baldes. Uma menina trouxe água da piscina do condomínio. Um menino apareceu com água benta, pedindo ajuda aos céus. Outro levou perfume, água de cheiro de que todo mundo gosta.

Nada. Nada fazia o coração tomar forma.

Travou, emudeceu

Desesperados, os meninos consultaram o celular, pesquisaram no YouTube: com que água se faz um coração? O tutorial travou, engasgou, emudeceu.

Salvar o Verde

Até que uma criança, sem saber mais o que fazer, caiu no choro. Nesse instante, um pingo de lágrima alcançou o boneco, que se levantou para salvar o verde das florestas.

A água que faltava era uma água tão pequenina, tão pequenina.

Era uma gotinha de lágrima.


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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É Findi – Cinema São Luiz - Por, Carlos Bezerra Cavalcanti*

18/04/2026

Essa importante casa de espetáculos funcionou até o ano de 2007, após 55 anos ininterruptos, proporcionando alegria à sociedade recifense. Inaugurada, precisamente, em 6 de setembro de 1952, com o filme “O Falcão dos Mares”, com Gregory Peck, ocupou o térreo do edifício Duarte Coelho, no local onde anteriormente, existiu o “Templo” ou Igrejinha dos Ingleses, de que tratamos há pouco. Possuía a maior sala de projeções da cidade, com mil duzentas e sessenta poltronas, distribuídas em dois pavimentos. Mostrando a influência europeia nos costumes da época, até a década de sessenta, era obrigatório o uso de roupa formal pelos seus frequentadores, os homens não podiam entrar sem paletó.

De acordo com o trabalho de pesquisa realizado em 18 de fevereiro de 1999, por Kleber Mendonça Filho, a decoração desse cinema, como destaca o próprio convite da solenidade de inauguração, era a sua parte mais marcante: “ na sala de espera Lula Cardoso Ayres pintou um lindo painel. O ornamento...

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Essa importante casa de espetáculos funcionou até o ano de 2007, após 55 anos ininterruptos, proporcionando alegria à sociedade recifense. Inaugurada, precisamente, em 6 de setembro de 1952, com o filme “O Falcão dos Mares”, com Gregory Peck, ocupou o térreo do edifício Duarte Coelho, no local onde anteriormente, existiu o “Templo” ou Igrejinha dos Ingleses, de que tratamos há pouco. Possuía a maior sala de projeções da cidade, com mil duzentas e sessenta poltronas, distribuídas em dois pavimentos. Mostrando a influência europeia nos costumes da época, até a década de sessenta, era obrigatório o uso de roupa formal pelos seus frequentadores, os homens não podiam entrar sem paletó.

De acordo com o trabalho de pesquisa realizado em 18 de fevereiro de 1999, por Kleber Mendonça Filho, a decoração desse cinema, como destaca o próprio convite da solenidade de inauguração, era a sua parte mais marcante: “ na sala de espera Lula Cardoso Ayres pintou um lindo painel. O ornamento da plateia representa o interior de uma tenda real; vastas tapeçarias suspensas, bordadas com três lírios de França, sobre os quais repousam dezesseis escudos de guerra em lembrança das cruzadas. O teto é como um imenso véu de rede que grossas cordas amarram.

Na frente do palco, os variados ornatos simbolizam as grandes virtudes de Dom Luiz que desceu do trono para subir a um altar; a palma (o prêmio da eterna boa aventurança); a concha (o brasão do peregrino); os besantes (os arautos do valor); a flor de lis (orgulho da Casa de França) e os dois ramos policromados, (o perfume de todas as virtudes), em cujo colorido, os nossos olhos descansam.



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Finalmente, as duas colunas esguias e as marquises moldurando a tela cinematográfica indicam, na sua simplicidade técnica, a era arquitetônica moderna e constituem como que uma ligação entre o passado e o presente entre o longínquo século XIII, em que viveu o grande rei e o século XX, em que vivemos, representado, dignamente, pela imagem animada, colorida e sonora.”


*Carlos Bezerra Cavalcanti, Presidente Emérito da Academia Recifense de Letras


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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É Findi - A História se Repete, Crônica, por Malude Maciel*

18/04/2026

A Cadeira que ocupo na Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras - ACACCIL, desde 1999, é a de número 15 pertencente à professora Sinhazinha (Luzia Belmiro Monteiro de Azevedo), então, farei algumas considerações sobre aquela figura grandiosa que muito se dedicou ao desenvolvimento sócio cultural da nossa Capital do Agreste.

Curiosidades da vida

Sinhazinha, como era conhecida, nasceu em Caruaru, no povoado do Cedro, em 13 de dezembro de 1888 e foi uma pessoa à frente do seu tempo. Filha do Tenente Coronel da Guarda Nacional, Belmiro Alves de Carvalho Azevedo e da Profa. Paulina Genuína Monteiro Pessoa, primeira professora oficialmente registrada em Caruaru.
Através dos estudos, conseguiu formar-se em professora, em 2 de dezembro de 1909, no Recife, diplomando-se pela Escola Normal Oficial de Pernambuco, destacando-se como uma das melhores alunas, com distinção em português e poesia, o que era difícil naquela época.

N...

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A Cadeira que ocupo na Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras - ACACCIL, desde 1999, é a de número 15 pertencente à professora Sinhazinha (Luzia Belmiro Monteiro de Azevedo), então, farei algumas considerações sobre aquela figura grandiosa que muito se dedicou ao desenvolvimento sócio cultural da nossa Capital do Agreste.

Curiosidades da vida

Sinhazinha, como era conhecida, nasceu em Caruaru, no povoado do Cedro, em 13 de dezembro de 1888 e foi uma pessoa à frente do seu tempo. Filha do Tenente Coronel da Guarda Nacional, Belmiro Alves de Carvalho Azevedo e da Profa. Paulina Genuína Monteiro Pessoa, primeira professora oficialmente registrada em Caruaru.
Através dos estudos, conseguiu formar-se em professora, em 2 de dezembro de 1909, no Recife, diplomando-se pela Escola Normal Oficial de Pernambuco, destacando-se como uma das melhores alunas, com distinção em português e poesia, o que era difícil naquela época.

No dia 28 de janeiro de 1910 foi nomeada para reger uma cadeira municipal criada pelo prefeito Manoel Rodrigues Porto.

E, na área da Educação ela muito colaborou para o crescimento e formação de várias gerações. Lecionou e dirigiu o famoso Grupo Escolar Joaquim Nabuco, nesta cidade, que sob sua tutela, tornou-se escola de referência, desempenhando brilhantemente sua função de entidade educacional. (Aquele educandário funcionou onde hoje é a praça do Rosário, existindo a igreja de N.Sra. do Rosário, logo na entrada da cidade.
Engraçado é que meu pai, quando criança, estudou naquela escola e havia falado muito bem da diretora que deu a mão à minha avó que chegava de Arcoverde, sem saber onde matricular seu filho e a professora disse seriamente que faria um teste, e ele se saiu bem. Mas, eu nunca poderia imaginar que algum dia, a patronesse da minha Cadeira seria justamente aquela nobre figura).

Outra curiosidade é que em 1956 eu participava da colação de grau dos doutores do ABC pelo Grupo Escolar Professor Vicente Monteiro, sendo a oradora da turma e a professora Sinhazinha, a quem chamávamos de vovó, foi convidada como paraninfa e, na solenidade que ocorreu no auditório da Rádio Difusora de Caruaru, atualmente fazendo parte de um shopping, eu entrava de braços dados com a digníssima Professora.

Política

Somando-se à sua dedicação ao ensino local, Sinhazinha participou ativamente da política da cidade, sendo eleita vereadora em 1935 e assim ficou como chefe do Executivo nas audiências do titular. Ela foi a primeira mulher a assumir o cargo de Prefeita do município de Caruaru.

Música

Sinhazinha participava da Schola Cantorum Santa Cecília que abrilhantava todos os atos litúrgicos na igreja da Matriz, hoje catedral N. Senhora das Dores. Era ali onde a música clássica e religiosa tinha primazia, tendo deixado excelentes composições executadas ao órgão com perfeição. Naquela Escola, Sinhazinha conheceu o maestro Mino Rosal ( Antônio Peixoto Rosal) , com o qual contraiu núpcias.

Esporte

Ela também gostava de futebol, tornando-se madrinha do "Central Sport Club" fundado em 1919 e, costumava levar ao estádio, centenas de moças da sociedade caruaruense para torcer pelo nosso time do coração, conduzindo bandeiras do clube e bandeirolas em preto e branco, cores oficiais da patativa do Agreste, incentivando os jogadores e fazendo bonito nas arquibancadas com a inédita participação da mulher no estádio Pedro Victor de Albuquerque. Ela entendia as regras do jogo, escrevendo com gabarito para os jornais e foi a primeira cronista esportiva do Brasil.
Em suma, a cidade de Caruaru a idolatrada por merecer, sua altivez e capacidade de somar na cimunidade: afeto, liderança, cultura literária e desportiva e religiosidade e tudo isso era simpatizada por todos.

Jornal União

Foi um órgão do Sindicato União Caixeiral Caruaruense de publicação mensal que era dotado de competente corpo redacional e de colaboradores e, Sinhazinha, sem querer aparecer, participava sob o pseudônimo de Pratéa nas crônicas sociais.



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E o tempo passou

Sinhazinha faleceu em 7 de fevereiro de 1968, nesta cidade, e está sepultada no Cemitério Dom Bosco.

Uma Escola com seu nome

Na rua Neco Lira, no bairro do Salgado, em Caruaru - PE. está a Escola Municipal Professora Sinhazinha, em sua homenagem.

História Guardo fotos, que eram raras, da minha formatura em "Doutores do ABC", com a querida vovó Sinhazinha.


*Malude Maciel, Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, ACACCIL, cadeira 15 pertencente à professora Sinhazina.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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Datafolha corrige. Rejeição de Raquel é 35, João 25. Reprovação do governo vai de 23 para 38

17/04/2026

Depois de algumas trapalhadas e inconsistências, na pesquisa publicada ontem, quinta-feira, 16/04, o Datafolha deu hoje um "freio de arrumação" e corrigiu os equívocos. A rejeição de João Campos, noticiada como de 39%, caiu para 25%, após a correção.
A rejeição da governadora Raquel Teixeira Lyra, informada em 29% passou pra 35%. Sem comentário.

Por outro lado

O governo de Raquel Teixeira Lyra foi apresentado, ontem, como amplamente aprovado. Hoje, a leitura pode ser outra. O percentual dos que avaliam o governo como bom é ótimo subiu de 38% para 40%, em dois meses. Já os que consideram ruim e péssimo, pulou no mesmo período de 23% para 38%. Aprovação X desaprovacao estão separados dentro da margem de erro.

Confira

O comentário do nosso diretor José Nivaldo Junior.

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Depois de algumas trapalhadas e inconsistências, na pesquisa publicada ontem, quinta-feira, 16/04, o Datafolha deu hoje um "freio de arrumação" e corrigiu os equívocos. A rejeição de João Campos, noticiada como de 39%, caiu para 25%, após a correção.
A rejeição da governadora Raquel Teixeira Lyra, informada em 29% passou pra 35%. Sem comentário.

Por outro lado

O governo de Raquel Teixeira Lyra foi apresentado, ontem, como amplamente aprovado. Hoje, a leitura pode ser outra. O percentual dos que avaliam o governo como bom é ótimo subiu de 38% para 40%, em dois meses. Já os que consideram ruim e péssimo, pulou no mesmo período de 23% para 38%. Aprovação X desaprovacao estão separados dentro da margem de erro.

Confira

O comentário do nosso diretor José Nivaldo Junior.








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Náutico e São Bernardo tem duelo entre dois dos técnicos mais longevos na Série B

17/04/2026

Náutico e São Bernardo se enfrentam amanhã, sábado (18/04), às 18h, nos Aflitos, pela Série B do Campeonato Brasileiro. Após completar um ano dirigindo o Náutico, o técnico Hélio dos Anjos terá pela frente, no próximo sábado, um treinador que está há ainda mais tempo no cargo.

Dois anos

Com mais de dois anos no São Bernardo, Ricardo Catalá é o terceiro técnico com trabalho mais longevo no futebol brasileiro. Atrás apenas de Abel Ferreira, no Palmeiras desde novembro de 2020, e de Rogério Ceni, que assumiu o Bahia em setembro de 2023.

Apenas um treinador

Em toda a Série B, apenas mais um treinador está no seu atual clube há mais de um ano. No caso, Eduardo Barroca, que comanda o CRB desde março de 2025. Eduardo Baptista alcançará a marca se permanecer no Criciúma até o dia 7 de maio.

Segunda vez

Com tanto tempo no comando das suas equipes, essa será a segunda vez que Hélio dos...

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Náutico e São Bernardo se enfrentam amanhã, sábado (18/04), às 18h, nos Aflitos, pela Série B do Campeonato Brasileiro. Após completar um ano dirigindo o Náutico, o técnico Hélio dos Anjos terá pela frente, no próximo sábado, um treinador que está há ainda mais tempo no cargo.

Dois anos

Com mais de dois anos no São Bernardo, Ricardo Catalá é o terceiro técnico com trabalho mais longevo no futebol brasileiro. Atrás apenas de Abel Ferreira, no Palmeiras desde novembro de 2020, e de Rogério Ceni, que assumiu o Bahia em setembro de 2023.

Apenas um treinador

Em toda a Série B, apenas mais um treinador está no seu atual clube há mais de um ano. No caso, Eduardo Barroca, que comanda o CRB desde março de 2025. Eduardo Baptista alcançará a marca se permanecer no Criciúma até o dia 7 de maio.

Segunda vez

Com tanto tempo no comando das suas equipes, essa será a segunda vez que Hélio dos Anjos e Ricardo Catalá irão se enfrentar como técnicos de Náutico e São Bernardo. A primeira foi pela Série C do ano passado, com um empate por 1 a 1, em São Paulo.

A pontuação

Com duas vitórias e duas derrotas, o Náutico ocupa a 10ª colocação na Série B, com seis pontos, dois a mais que o São Bernardo, que aparece em 14º lugar.(O Poder)



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O samba do judiciário doido - A demissão de Stanislaw, por Zé da Flauta

17/04/2026

Se Stanislaw Ponte Preta estivesse vivo, ele pediria demissão por falta de criatividade, porque a realidade brasileira atropelou a sátira. Vivemos em um país onde o rito processual virou uma dança das cadeiras frenética: o juiz acorda magistrado, almoça promotor e janta delegado, tudo no mesmo processo, enquanto a plateia assiste boquiaberta a essa onipresença digna de divindade.

O "devido processo legal" foi substituído pelo "devido processo pessoal", onde a lei é um elástico que estica conforme a conveniência do freguês. É um humor de velório, onde a viúva é a justiça e os herdeiros estão ocupados demais brigando pelo espólio da nossa liberdade.

Labirinto


A última pérola desse colar de absurdos é de fechar o comércio: anular processos de quatro acusados e, no mesmo fôlego, carimbar a própria canetada como a única verdade possível, enquanto ameaçam quem ousa questionar do alto da tribuna do Senado. Onde estamos? No mundo das...

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Se Stanislaw Ponte Preta estivesse vivo, ele pediria demissão por falta de criatividade, porque a realidade brasileira atropelou a sátira. Vivemos em um país onde o rito processual virou uma dança das cadeiras frenética: o juiz acorda magistrado, almoça promotor e janta delegado, tudo no mesmo processo, enquanto a plateia assiste boquiaberta a essa onipresença digna de divindade.

O "devido processo legal" foi substituído pelo "devido processo pessoal", onde a lei é um elástico que estica conforme a conveniência do freguês. É um humor de velório, onde a viúva é a justiça e os herdeiros estão ocupados demais brigando pelo espólio da nossa liberdade.

Labirinto


A última pérola desse colar de absurdos é de fechar o comércio: anular processos de quatro acusados e, no mesmo fôlego, carimbar a própria canetada como a única verdade possível, enquanto ameaçam quem ousa questionar do alto da tribuna do Senado. Onde estamos? No mundo das ideias de Platão é que não é. Socialmente, cria-se a sensação de que a regra só existe para quem não tem o "telefone vermelho" das altas cortes. É a inversão total: a atitude que deveria proteger a Constituição é a mesma que a rasga para limpar o caminho, deixando o cidadão comum com aquela cara de quem comprou um bilhete premiado e descobriu que o sorteio foi cancelado por "excesso de sorte".

Soberania


Em qualquer democracia que se preze, o equilíbrio de poderes é uma orquestra; aqui, virou um duelo de triângulos onde quem toca mais alto ganha a discussão. Ver senadores, que deveriam ser a voz do povo e os guardiões da fiscalização, serem acuados por quem deveria apenas aplicar a lei, é de uma tristeza que transborda a política e vira angústia existencial. A reflexão que fica é amarga: se quem tem imunidade parlamentar está com a corda no pescoço, o que sobra para o Zé Ruela da esquina? A democracia virou um conceito abstrato, algo que a gente estuda nos livros de história para lembrar como era o gosto de viver sem medo de uma interpretação criativa de madrugada.

Alarme

O desespero do sistema é tão visível que eles já nem se dão ao trabalho de manter as aparências. A luz está piscando, o navio está adernando, mas a orquestra da velha imprensa continua tocando uma valsa suave, como se o iceberg fosse apenas um cubo de gelo no uísque da elite. A reação necessária é a consciência de que não há país soberano sem o império da lei igual para todos. Enquanto o crime dita as regras e a justiça se comporta como dona do tabuleiro, a gente segue equilibrando a emoção de amar o Brasil com a lógica de quem sabe que, do jeito que o "crioulo doido" está regendo, o próximo passo é o abismo. Mas, como bom brasileiro, a gente ainda guarda um resto de esperança no bolso, esperando o dia em que o juiz volte a ser apenas juiz e o povo volte a ser o verdadeiro dono da casa. Espera… Vai esperando…


Até a próxima!
Zé da Flauta é compositor e cronista



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Números atualizados - Ruim e péssimo do governo Raquel passam de 23 para 38 por cento em dois meses

17/04/2026

O Datafolha corrigiu, hoje, números equivocados divulgados ontem, quinta, 16/04. Os números consolidados da pesquisa indicam que o Governo Raquel Teixeira Lyra entrou em um ritmo de desgaste acelerado. Em dois meses, a avaliação negativa saltou de 23% para 38%. Um avanço brusco de 13 pontos percentuais. Tal variação não se trata de oscilação normal, mas sugere uma deterioração consistente da imagem do governo diante da população. A confirmar nos próximos levantamentos.

Gráficos invertidos

O dado que está preocupando os estrategistas da governadora está na dinâmica desse movimento. Enquanto a aprovação praticamente estagnou, saindo de 38% para 40%, a rejeição avança em ritmo muito mais intenso. Para observadores isentos, incluindo nesse grupo estrategistas da própria governadora, em avaliações internas mantidas sob rigoroso sigilo, o quadro revela um desequilíbrio perigoso, com o governo não conseguindo ampliar sua base de apoio, ao mesmo tempo em q...

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O Datafolha corrigiu, hoje, números equivocados divulgados ontem, quinta, 16/04. Os números consolidados da pesquisa indicam que o Governo Raquel Teixeira Lyra entrou em um ritmo de desgaste acelerado. Em dois meses, a avaliação negativa saltou de 23% para 38%. Um avanço brusco de 13 pontos percentuais. Tal variação não se trata de oscilação normal, mas sugere uma deterioração consistente da imagem do governo diante da população. A confirmar nos próximos levantamentos.

Gráficos invertidos

O dado que está preocupando os estrategistas da governadora está na dinâmica desse movimento. Enquanto a aprovação praticamente estagnou, saindo de 38% para 40%, a rejeição avança em ritmo muito mais intenso. Para observadores isentos, incluindo nesse grupo estrategistas da própria governadora, em avaliações internas mantidas sob rigoroso sigilo, o quadro revela um desequilíbrio perigoso, com o governo não conseguindo ampliar sua base de apoio, ao mesmo tempo em que perde, de forma acelerada, aqueles que antes adotavam uma posição mais neutra ou tolerante. O eleitor que era “regular” está migrando, cada vez mais, para o campo da insatisfação.

O que explica

Esse deslocamento reflete um choque entre expectativa e realidade. À medida que a gestão é testada no cotidiano, cresce a percepção de muitas promessas, baixa capacidade de tocar obras e fazer entregas. E essa comparação se torna ainda mais dura quando confrontada com períodos anteriores da história recente de Pernambuco, marcados por expansão visível de serviços públicos, obras estruturadoras e ritmo acelerado de entregas - como a construção de hospitais, UPAs e a ampliação da educação técnica e em tempo integral.

Prefeito compara

O desafio que está tirando a própria governadora do sério é quando João Campos compara as entregas que fez na capital com as da governadora no Estado inteiro. Nas áreas essenciais, os números do prefeito superam em muito os da governadora, inclusive na área que é a menina dos olhos de Raquel: a criação de vagas de creche.

E

Falando o óbvio: pesquisas são retrato de momento e não decidem eleição. Mas vão permitindo ao eleitor acompanhar a evolução do jogo sendo jogado.




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