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Luz e sombras, guia do navegar da mulher em busca do amor verdadeiro

11/05/2026

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Prosa Poética por Ina Melo*, sobre foto de Zé Nivaldo.

Perdida nesse luar de luz e sombras, a mulher bem vivida parte em busca de um sonho. Se vai encontrá-lo ou não, isso não importa. A força do pensamento é tão forte que faz o impossível virar possível. Por isso, ela segue num mar de calmaria, sabendo que mais adiante, poderá encontrar bravias procelas e se perder no infinito.

Mas...

O que é a aventura de viver, senão essa busca pelo desconhecido? Por que ficar sempre num porto seguro, quando outros mares podem oferecer novos horizontes? Ser marinheiro e comandar o leme da sua própria vida é uma dádiva que poucos tem coragem de ousar. Por isso, essa Nereida moderna, corajosa, guerreira, parte em busca de novos mundos. Quem sabe se num desses portos, não estará a sua espera o tão sonhado amor, não aquele que floresce nos pensamentos e que se dilui à primeira decepção. Mas aquele amor puro e infinito que nem o passar do tempo p...

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Prosa Poética por Ina Melo*, sobre foto de Zé Nivaldo.

Perdida nesse luar de luz e sombras, a mulher bem vivida parte em busca de um sonho. Se vai encontrá-lo ou não, isso não importa. A força do pensamento é tão forte que faz o impossível virar possível. Por isso, ela segue num mar de calmaria, sabendo que mais adiante, poderá encontrar bravias procelas e se perder no infinito.

Mas...

O que é a aventura de viver, senão essa busca pelo desconhecido? Por que ficar sempre num porto seguro, quando outros mares podem oferecer novos horizontes? Ser marinheiro e comandar o leme da sua própria vida é uma dádiva que poucos tem coragem de ousar. Por isso, essa Nereida moderna, corajosa, guerreira, parte em busca de novos mundos. Quem sabe se num desses portos, não estará a sua espera o tão sonhado amor, não aquele que floresce nos pensamentos e que se dilui à primeira decepção. Mas aquele amor puro e infinito que nem o passar do tempo pode destruir. Quem sabe?

*Ina Melo é jornalista e escritora.

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Leia outras informações

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Solidariedade à Colunista - Crônica - Por Romero Falcão*

11/05/2026

Não precisa folhear Freud, Lacan, nem consultar o manual de psicologia feito nas coxas das redes sociais, para constatar o quanto a sociedade anda adoecida.

Selva Digital

Há poucos dias, uma mulher meteu a faca no cabeleireiro, por não gostar do corte. Uma passageira de carro de aplicativo leva uma bala mortal de outro motorista, após a manobra numa rua da cidade maravilhosa. O sangue derramado alimenta a mídia, os olhos fixos na telona e os leões da selva digital. Pronto, chegaram ao ponto, essas feras.

"Leitor Tóxico"

Futucando os jornais, bati com a vista no desabafo da colunista Mariliz Pereira Jorge, da Folha de São Paulo. Segue um trecho do artigo "Leitor Tóxico":

"Escrever uma coluna num jornal de grande circulação é um exercício diário de paciência e, acima de tudo, de antropologia reversa. Não importa se o tema é a geopolítica complexa da Venezuela, a tragédia da violência doméstica, o al...

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Não precisa folhear Freud, Lacan, nem consultar o manual de psicologia feito nas coxas das redes sociais, para constatar o quanto a sociedade anda adoecida.

Selva Digital

Há poucos dias, uma mulher meteu a faca no cabeleireiro, por não gostar do corte. Uma passageira de carro de aplicativo leva uma bala mortal de outro motorista, após a manobra numa rua da cidade maravilhosa. O sangue derramado alimenta a mídia, os olhos fixos na telona e os leões da selva digital. Pronto, chegaram ao ponto, essas feras.

"Leitor Tóxico"

Futucando os jornais, bati com a vista no desabafo da colunista Mariliz Pereira Jorge, da Folha de São Paulo. Segue um trecho do artigo "Leitor Tóxico":

"Escrever uma coluna num jornal de grande circulação é um exercício diário de paciência e, acima de tudo, de antropologia reversa. Não importa se o tema é a geopolítica complexa da Venezuela, a tragédia da violência doméstica, o alcoolismo, o mercado imobiliário ou uma receita de pudim.

Continua a Jornalista

A criatividade desse povo é fascinante. Num dia sou acusada de 'apoiar' um genocídio e de 'desejar' a morte de mulheres e crianças. Sério, as pessoas enlouqueceram. No outro, sou uma 'feminista radical' ou, dependendo da conveniência do parágrafo, 'não sou feminista o suficiente'. Já fui chamada de 'velha', criticada por não ter filhos e, o meu favorito, acusada de ter 'inveja do pênis' porque eu 'defendo mulheres'. Sim, leram bem. Freud explicaria, mas o meu psicanalista prefere rir comigo a analisar a loucura alheia."



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Vômito Ressentido

Passei a vista por duzentas crônicas do mestre Rubem Braga, tem de tudo, menos uma linha sequer sobre ataques dos leitores. Nem para remédio um texto do velho Braga se queixando de comentários furiosos. Será que a tal liberdade de expressão da era das avançadas tecnologias deu vazão ao vômito ressentido, bile brilhando de ódio?

Mínimo Critério Ético

Além da loucura a qual se refere a escritora, há também a diarreia cognitiva que não sustenta dois parágrafos sem soltar gases podres. Claro que é saudável ir à caixa de comentários de um jornal, criticar o tema, discordar do autor, porém, com civilidade e um mínimo critério ético, e não com golpes abaixo da linha de cintura.



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Espelho Trincado

Como um povo pode discutir, debater suas chagas, se nem num rodapé de jornal é possível se expressar com urbanidade, decência, humanidade. As redes refletem bem o espelho trincado da sociedade que não consegue trocar meia dúzia de palavras sem dar coices. Sim, somos bestas boçais.

O Melhor é dar Risada

Toda minha solidariedade à colunista da Folha. E, pegando carona no conselho do psicanalista dela: o melhor é dar risada.


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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Lula Arraes lança dois novos livros na quinta-feira

11/05/2026

Reserve a noite da próxima quinta-feira para um encontro com Luiz Arraes - médico, professor, pesquisador e escritor refinado.

A dose (de livros) é dupla. 'A minúscula morada do espírito humano' reúne 25 contos curtos. Notas, citações, memória e esquecimento compõem o outro livro: 'Bloco de notas - Escrita, a de dentro e a de fora'.

Agora é você quem anota

Data: Quinta-feira, 14 de maio
Horário: 18h
Local: Mocó Bistrô - Rua das Graças, 178 - Graças. Recife - PE.



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Reserve a noite da próxima quinta-feira para um encontro com Luiz Arraes - médico, professor, pesquisador e escritor refinado.

A dose (de livros) é dupla. 'A minúscula morada do espírito humano' reúne 25 contos curtos. Notas, citações, memória e esquecimento compõem o outro livro: 'Bloco de notas - Escrita, a de dentro e a de fora'.

Agora é você quem anota

Data: Quinta-feira, 14 de maio
Horário: 18h
Local: Mocó Bistrô - Rua das Graças, 178 - Graças. Recife - PE.



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A revolução orgânica contra a doutrinação de luxo, por Zé da Flauta

11/05/2026

É quase uma comédia de costumes ver antigos "donos das ruas" agora encastelados em gabinetes, tentando decifrar o povo por planilhas de Excel. Enquanto um lado gasta fortunas para fabricar uma espontaneidade com cheiro de estúdio fechado, o outro borbulha de forma orgânica. O celular no bolso virou uma usina de comunicação mais potente que qualquer diretório partidário.

Cartilhas e manuais

A diferença reside na origem da força, o peso que empurra contra o desejo que puxa. A estratégia que vem de cima chega com a pressão de quem se acha guardião de uma verdade superior. Já o movimento que brota do chão, sem pedir licença aos doutores, possui a leveza do imprevisível. É o Brasil real recusando-se a ser domesticado por cartilhas e manuais.

Susto

É emocionante ver a mordaça da doutrinação cair, revelando que a conexão humana não se faz com ordem unida, mas com autenticidade. Enquanto burocratas tentam conter a água c...

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É quase uma comédia de costumes ver antigos "donos das ruas" agora encastelados em gabinetes, tentando decifrar o povo por planilhas de Excel. Enquanto um lado gasta fortunas para fabricar uma espontaneidade com cheiro de estúdio fechado, o outro borbulha de forma orgânica. O celular no bolso virou uma usina de comunicação mais potente que qualquer diretório partidário.

Cartilhas e manuais

A diferença reside na origem da força, o peso que empurra contra o desejo que puxa. A estratégia que vem de cima chega com a pressão de quem se acha guardião de uma verdade superior. Já o movimento que brota do chão, sem pedir licença aos doutores, possui a leveza do imprevisível. É o Brasil real recusando-se a ser domesticado por cartilhas e manuais.

Susto

É emocionante ver a mordaça da doutrinação cair, revelando que a conexão humana não se faz com ordem unida, mas com autenticidade. Enquanto burocratas tentam conter a água com as mãos, as redes e esquinas tornam-se trincheiras de uma identidade que se reconhece no vizinho. Essa espontaneidade assusta quem sempre viveu de controlar o fluxo das ideias alheias.

Humildade

A lição de 2026 é que a tirania da estrutura sempre perde para a fluidez da vida quando esta decide despertar. Se a estratégia é pressão, ela gera resistência; se é espontânea, gera revolução. A política que sobrevive não é a que planeja a "massa" entre quatro paredes, mas a que tem o cheiro da rua e a humildade de entender que o poder real sobe o degrau.

Até a próxima!

Zé da Flauta é compositor e cronista



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A Segunda Morte de JK, por Roberto Vieira

11/05/2026

A morte de Juscelino Kubitschek, ocorrida em um trágico acidente na Rodovia Presidente Dutra em 1976, sempre foi envolta em desconfiança. Durante décadas, a versão oficial de acidente automobilístico foi contestada por amigos, familiares e historiadores que viam no episódio uma peça do tabuleiro da Operação Condor. Após quase 50 anos, a Comissão Municipal da Verdade de São Paulo, presidida pelo vereador Gilberto Natalini, mergulhou em um oceano de documentos e testemunhos para confrontar a narrativa estabelecida pelo regime militar.

Relatório

O relatório final consumiu cerca de 5 mil páginas de investigação técnica e histórica. O documento apresenta 90 pontos de evidência que sustentam a tese de assassinato, refutando a perícia da época e todas as biografias já escritas sobre JK.

Geisel

No dia 21 de agosto de 1976, véspera da morte de JK, o presidente Geisel começou o dia em Carpina ao lado do governador Moura C...

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A morte de Juscelino Kubitschek, ocorrida em um trágico acidente na Rodovia Presidente Dutra em 1976, sempre foi envolta em desconfiança. Durante décadas, a versão oficial de acidente automobilístico foi contestada por amigos, familiares e historiadores que viam no episódio uma peça do tabuleiro da Operação Condor. Após quase 50 anos, a Comissão Municipal da Verdade de São Paulo, presidida pelo vereador Gilberto Natalini, mergulhou em um oceano de documentos e testemunhos para confrontar a narrativa estabelecida pelo regime militar.

Relatório

O relatório final consumiu cerca de 5 mil páginas de investigação técnica e histórica. O documento apresenta 90 pontos de evidência que sustentam a tese de assassinato, refutando a perícia da época e todas as biografias já escritas sobre JK.

Geisel

No dia 21 de agosto de 1976, véspera da morte de JK, o presidente Geisel começou o dia em Carpina ao lado do governador Moura Cavalcante. Geisel estava inspecionando as barragens que cumpririam sua promessa de controlar de uma vez por todas as enchentes do Rio Capibaribe. Na volta ao Recife, Geisel foi saudado por uma multidão defronte ao Palácio do Campo das Princesas confraternizando com o povo tal qual Miguel Arraes.

Maria

No domingo, JK estava na estrada indo ao encontro do grande amor de sua vida: Maria Lúcia Pedroso. Ela era uma figura constante na vida do ex-presidente, sendo considerada sua companheira de verdade de longa data. Maria Lúcia, inclusive, foi uma das vozes mais contundentes ao longo das décadas a sustentar que o desastre na Via Dutra não havia sido um simples acidente, mas sim um atentado planejado para eliminar JK.

Luto

A decisão pelos três dias de luto oficial após a morte de Juscelino Kubitschek foi tomada sob forte hesitação política no Palácio do Planalto. O presidente Ernesto Geisel se reuniu com figuras centrais do regime, como os generais Golbery do Couto e Silva, João Batista Figueiredo e Hugo Abreu, além do ministro Armando Falcão. Apenas após horas de deliberação estratégica e pressão popular, o assessor Humberto Barreto anunciou o decreto oficial. Antes da decisão, eles cantaram parabéns pra você pro Golbery.

Coincidência

A morte de Juscelino Kubitschek em 1976 inaugurou um ciclo trágico para a oposição. JK teve como causa oficial um acidente automobilístico na Dutra. João Goulart faleceu por suposto ataque cardíaco no exílio. Já Carlos Lacerda sucumbiu a uma parada cardiorrespiratória em uma clínica carioca, após internação breve por suposta gripe, gerando suspeitas de eliminação clínica. Sob a Operação Condor, essas perdas facilitaram a transição controlada por Geisel.

Confissão

A confirmação de uma política de "execuções sumárias" de oponentes políticos veio à tona com a publicação do livro "A Ditadura Acabada" (2016), do jornalista Elio Gaspari. O autor teve acesso a gravações e anotações de conversas de Ernesto Geisel com o general Dale Coutinho, seu então ministro do Exército, ocorridas em 1974. Além disso, em uma entrevista concedida em 1993 aos pesquisadores Maria Celina D'Araujo e Celso Castro (publicada no livro "Ernesto Geisel"), o ex-presidente tratou a questão com um pragmatismo frio. Ele afirmou que, em certos momentos da história, a "violência" e a "eliminação" eram consideradas necessárias pelo Estado para combater o que classificava como terrorismo.

JK

Infelizmente, para a ditadura militar, a memória do sorriso democrático de JK fez o feitiço virar contra o feiticeiro. O Brasil inteiro chorou a morte do mais querido dos presidentes brasileiros. Justamente aquele médico mineiro que sonhou um Brasil grande, justo e de bom humor. O povo passou por cima da ditadura e cantou nas ruas seu presidente Bossa Nova.

Roberto Vieira é médico e cronista



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Primo do governador Agamenon Magalhães se tornou um dos maiores comerciantes de Caruaru; por Tavares Neto*

11/05/2026

O comerciante Severino Pereira Magalhães, conhecido em Caruaru apenas como “Magalhães” ou “Biu do Ouro”, construiu uma trajetória marcada pelo trabalho, empreendedorismo e tradição familiar. Nascido em 19 de janeiro de 1945, em Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão de Pernambuco, ele se tornou um dos nomes mais conhecidos do comércio caruaruense.



Decidiu

Seu pai, Antônio Vieira Magalhães, decidiu se mudar com a família para Caruaru a convite do primo Luiz Mariano de Lima, também natural de Santa Cruz da Baixa Verde. Luiz Mariano havia se estabelecido na cidade e prosperado com a loja “A Pequena de Ouro”.

O patriarca

O patriarca da família Magalhães era ourives e abriu uma joalheria em Caruaru. Desde cedo, Severino começou a trabalhar no comércio da cidade. Na loja “A Pequena de Ouro”, limpava vitrines, atendia clientes e auxiliava na venda de joias e relógios.



Espí...

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O comerciante Severino Pereira Magalhães, conhecido em Caruaru apenas como “Magalhães” ou “Biu do Ouro”, construiu uma trajetória marcada pelo trabalho, empreendedorismo e tradição familiar. Nascido em 19 de janeiro de 1945, em Santa Cruz da Baixa Verde, no Sertão de Pernambuco, ele se tornou um dos nomes mais conhecidos do comércio caruaruense.



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Decidiu

Seu pai, Antônio Vieira Magalhães, decidiu se mudar com a família para Caruaru a convite do primo Luiz Mariano de Lima, também natural de Santa Cruz da Baixa Verde. Luiz Mariano havia se estabelecido na cidade e prosperado com a loja “A Pequena de Ouro”.

O patriarca

O patriarca da família Magalhães era ourives e abriu uma joalheria em Caruaru. Desde cedo, Severino começou a trabalhar no comércio da cidade. Na loja “A Pequena de Ouro”, limpava vitrines, atendia clientes e auxiliava na venda de joias e relógios.



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Espírito empreendedor

Demonstrando espírito empreendedor, ainda jovem, montou em casa uma pequena fábrica artesanal de apitos de lata. O produto fez sucesso durante o período carnavalesco e passou a ser vendido na Feira de Caruaru, atraindo compradores de várias cidades de Pernambuco e também de outros estados.


Pequena de Ouro

Foi trabalhando na Pequena de Ouro que Magalhães aprendeu o ofício de consertar relógios. Com experiência adquirida no comércio, decidiu deixar o emprego e abrir uma loja em sociedade com Antônio Sales. O empreendimento funcionava na Travessa Rio Branco, no centro da cidade, com o nome “Rainha das Joias”.



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Sociedade

Algum tempo depois, a sociedade foi desfeita. Antônio Sales abriu a “Rainha dos Relógios”, no térreo do Jardim Siqueira Campos, enquanto Magalhães seguiu ampliando seus próprios negócios.
Muito dedicado ao trabalho, ele investiu também na agropecuária, adquirindo uma fazenda às margens da BR-232, na entrada de Caruaru para quem vem de Bezerros. Mais tarde, foi convidado pelo primo Luiz Mariano de Lima para integrar a sociedade de um loteamento chamado “A Pequena de Ouro”.

Setor imobiliário

Após deixar a sociedade, passou a investir fortemente no setor imobiliário, comprando terrenos, reformando imóveis e realizando vendas, principalmente no bairro Maurício de Nassau, considerado um dos mais valorizados da cidade.

Seriedade nos negócios

Reconhecido pela seriedade nos negócios, Magalhães conquistou respeito e admiração em Caruaru. A família possui origem tradicional em Serra Talhada, e Antônio Vieira Magalhães tinha orgulho de ser primo do ex-governador de Pernambuco Agamenon Magalhães, que também ocupou os cargos de ministro da Justiça e ministro do Trabalho durante o governo de Getúlio Vargas.
Severino recorda que Agamenon Magalhães, sempre que passava por Caruaru, fazia questão de visitar seu pai, o ourives Antônio Vieira Magalhães, demonstrando carinho e atenção especial à família.



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Lembra

Ele também lembra que, durante a eleição para o Governo de Pernambuco em que Roberto Magalhães derrotou Marcos Freire, a família Magalhães apoiou o sobrinho de Agamenon Magalhães.

É casado

Magalhães é casado com Maria Iolanda de Freitas Magalhães, natural de São José do Egito. Do matrimônio nasceram três filhos: Sandro, Sérgio e Sílvio. Ele também tem 8 netos. Recentemente, a família enfrentou a perda de Sílvio Magalhães, que faleceu em decorrência de problemas cardíacos.
Atualmente, Magalhães continua atuando no ramo imobiliário além de manter fazendas, consolidando seu nome como um dos comerciantes mais respeitados da cidade.

*Tavares Neto é jornalista e radialista em Caruaru.



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O Espelho do Totalitarismo, por Jorge Henrique de Freitas Pinho*

11/05/2026

Lula, Trump e a velha estratégia de acusar nos outros aquilo que existe dentro de si


Os projetos mais perigosos da história raramente se apresentam como tirania. Quase sempre chegam vestidos de virtude, proteção e justiça social.

Uma das formas mais sofisticadas de poder talvez resida precisamente na capacidade de produzir cegueira moral coletiva, levando sociedades inteiras a enxergar no adversário os impulsos que silenciosamente já existem dentro delas próprias.


Projeção política

Talvez por isso a projeção política tenha se tornado um dos mecanismos psicológicos mais eficientes da história humana. O homem raramente reconhece os próprios fantasmas. Prefere quase sempre identificá-los refletidos no rosto do inimigo.

Talvez nenhuma dinâmica contemporânea revele isso com tanta nitidez quanto a relação entre o lulopetismo e a acusação quase ritualística de “fascismo” lançada contra Donald Trump, Jai...

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Lula, Trump e a velha estratégia de acusar nos outros aquilo que existe dentro de si


Os projetos mais perigosos da história raramente se apresentam como tirania. Quase sempre chegam vestidos de virtude, proteção e justiça social.

Uma das formas mais sofisticadas de poder talvez resida precisamente na capacidade de produzir cegueira moral coletiva, levando sociedades inteiras a enxergar no adversário os impulsos que silenciosamente já existem dentro delas próprias.


Projeção política

Talvez por isso a projeção política tenha se tornado um dos mecanismos psicológicos mais eficientes da história humana. O homem raramente reconhece os próprios fantasmas. Prefere quase sempre identificá-los refletidos no rosto do inimigo.

Talvez nenhuma dinâmica contemporânea revele isso com tanta nitidez quanto a relação entre o lulopetismo e a acusação quase ritualística de “fascismo” lançada contra Donald Trump, Jair Bolsonaro, conservadores e movimentos de direita ao redor do mundo.

A ironia talvez seja maior — e mais perturbadora — do que muitos percebem.

Porque, guardadas as proporções históricas absolutamente distintas, os traços estruturais mais perigosos do totalitarismo moderno frequentemente parecem hoje mais próximos da lógica cultural da esquerda contemporânea do que dos populismos nacionalistas que ela insiste em denunciar como “nazifascistas”.

O problema não está em comparar personagens históricos de maneira infantil. Hitler pertence a uma experiência singularmente monstruosa da civilização ocidental. Mas ignorar os mecanismos estruturais do poder de massas também produz outra forma de cegueira.

Regimes totalizantes raramente começam pelos campos de concentração. O horror explícito costuma ser apenas a fase final da doença.

Tudo começa de maneira muito mais silenciosa, quando o Estado passa gradualmente a ocupar regiões cada vez mais íntimas da experiência humana e a política abandona lentamente sua função de administrar tensões sociais para assumir a pretensão mais ambiciosa de reorganizar a própria consciência coletiva.

Nesse estágio, o poder já não se satisfaz em regular comportamentos externos. Passa a desejar algo mais profundo: definir moralmente os próprios critérios pelos quais a realidade será percebida, interpretada e julgada.

Talvez por isso o lulopetismo tenha desenvolvido relação tão profunda com hegemonia cultural, expansão estatal, captura institucional e moralização crescente da linguagem pública.

Universidades transformaram-se progressivamente em ambientes onde determinadas posições passaram a circular com naturalidade automática, enquanto outras começaram a exigir autocensura preventiva para evitar cancelamento moral ou exclusão simbólica. Plataformas digitais passaram a sofrer pressão crescente para moderar conteúdos considerados “antidemocráticos” ou “desinformativos”, quase sempre segundo critérios profundamente assimétricos.

O problema não está apenas na existência de regulação ou responsabilidade jurídica. Toda sociedade minimamente organizada possui limites normativos.

O dilema civilizacional começa quando tais mecanismos passam a operar sob uma lógica moral seletiva, na qual determinadas correntes ideológicas desfrutam do monopólio informal da legitimidade ética enquanto outras passam a existir sob permanente suspeita moral.

Talvez por isso a esquerda contemporânea demonstre relação tão profunda com conceitos como “discurso de ódio”, “proteção institucional”, “regulação democrática” e “controle da desinformação”. Em tese, muitos desses conceitos podem nascer de preocupações legítimas. O problema surge quando passam a funcionar como instrumentos flexíveis de expansão contínua do controle discursivo.

E aqui emerge uma das grandes ironias do nosso tempo.

A esquerda acusa constantemente a direita de autoritarismo enquanto expande mecanismos de controle narrativo, normaliza censura indireta, moraliza dissidência e transforma discordância em suspeita ética.

Tudo isso enquanto continua profundamente convencida de representar o campo automático do bem histórico.

Talvez porque o totalitarismo moderno mais perigoso já não se apresente com botas militares ou discursos explicitamente violentos.

O novo totalitarismo frequentemente chega vestido de compaixão.

Fala em inclusão, proteção, responsabilidade coletiva, segurança democrática e justiça social. Seu poder inicial não nasce do medo físico. Nasce da ocupação moral da linguagem.
Trump certamente possui traços fortes de personalismo, impulsividade e brutalidade retórica. Bolsonaro frequentemente demonstrou simplificações perigosas e enorme deficiência de refinamento institucional.

Mas existe uma diferença estrutural importante que parte significativa da elite intelectual contemporânea parece incapaz — ou talvez indisposta — de reconhecer.

O trumpismo e os populismos nacionalistas frequentemente desejam concentração de poder político.

Já a esquerda contemporânea frequentemente deseja algo muito maior: reorganizar os próprios critérios culturais, linguísticos, educacionais e morais pelos quais a sociedade interpreta a realidade.

E isso muda tudo.

Porque o perigo mais profundo para uma civilização não nasce apenas do líder agressivo ou histriônico. O perigo maior frequentemente surge dos projetos políticos que expandem progressivamente dependência, infantilização social, captura institucional e transferência crescente da autonomia humana para estruturas tuteladoras de poder.

Talvez por isso alguns dos regimes mais destrutivos da história tenham surgido precisamente prometendo igualdade, redenção coletiva, proteção social e libertação humana.

Toda engenharia de controle começa prometendo cuidado.

E talvez seja exatamente esse o fenômeno mais profundo do nosso tempo: a dificuldade crescente das democracias contemporâneas em distinguir a diferença entre proteger a liberdade e administrar moralmente a consciência coletiva.

Porque o estágio mais sofisticado do poder não é quando ele domina pela força.
É quando consegue convencer a própria sociedade de que a perda gradual da liberdade constitui, na verdade, uma forma superior de proteção moral.

Pós-escrito — o retorno silencioso da transcendência

Talvez exista, porém, um fenômeno ainda mais profundo acontecendo sob a superfície desse embate político contemporâneo: o lento retorno da busca humana por transcendência.

Durante décadas, parte significativa da modernidade acreditou que religião, tradição, filosofia clássica, família e pertencimento espiritual poderiam ceder lugar à engenharia social, ao consumo, à tecnologia e à burocracia estatal.

O problema é que o ser humano não suporta viver muito tempo dentro do vazio.

E talvez uma das maiores tragédias da modernidade tenha sido acreditar que prosperidade material, avanço científico e expansão tecnológica seriam suficientes para preencher aquilo que durante milênios foi ocupado pela espiritualidade, pela filosofia e pela busca de sentido.

Não foram.

Porque existe uma fome humana que não se resolve com consumo, algoritmo, entretenimento ou administração estatal.

Talvez por isso jovens voltem lentamente a frequentar igrejas em busca de pertencimento, transcendência, ordem moral e sentido existencial. Muitos já não procuram militância política travestida de espiritualidade, mas algo muito mais antigo: reencontrar Deus, responsabilidade moral e esperança.

O crescimento do evangelicalismo também revela parte desse fenômeno. Apesar de excessos frequentemente legítimos de crítica, milhões de pessoas continuam encontrando nas igrejas algo que o mundo moderno progressivamente deixou de oferecer: comunidade, disciplina moral, estrutura familiar e fidelidade à palavra de Cristo.

E talvez seja exatamente esse vazio espiritual que ajude a explicar também o ressurgimento contemporâneo do conservadorismo.

Não porque figuras como , ou representem modelos perfeitos de refinamento intelectual ou equilíbrio moral. Frequentemente não representam.

Mas a história raramente escolhe mensageiros perfeitos para anunciar mudanças civilizacionais.

Talvez o fenômeno mais importante não esteja propriamente nos homens, mas naquilo que passaram simbolicamente a representar para milhões de pessoas exaustas do vazio moral contemporâneo: família, tradição, transcendência, responsabilidade individual e continuidade histórica.

No fundo, talvez parte significativa da sociedade esteja começando lentamente a perceber algo que a filosofia clássica já compreendia há muito tempo: civilizações não sobrevivem apenas de eficiência material.

Sobrevivem de sentido.


(*) O autor é advogado, Procurador do Estado aposentado, ex-Procurador-Geral do Estado do Amazonas e membro da Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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Telemarketing, Golpe e Silêncio: Quem Regula Esta Zorra, pergunta Emanuel Silva*

11/05/2026

Depois de dois dias recebendo mais de vinte ligações de telemarketing, com uma sequência de cinco chamadas em menos de dois minutos, comecei a me perguntar se ainda era dono do meu telefone ou apenas refém dele.
A tela do celular virou um painel de guerra: “Spam”, “Spam”, “Spam”. Números parecidos, horários diferentes, a mesma insistência. Eles entram no seu dia sem pedir licença. Interrompem reunião, almoço, conversa, trabalho e até o silêncio.
E o mais curioso é que, quando a gente tenta retornar, vem a resposta debochada:
— Este número não recebe chamadas.
Ou seja: eles podem ligar para você. Você não pode ligar para eles. Eles podem invadir sua rotina. Você não pode sequer perguntar quem está do outro lado.
É o telemarketing fantasma: aparece, perturba e desaparece.

A dívida que não existia

No meio dessa enxurrada de ligações, resolvi atender uma delas que o número era da Claro. Depois daquela enrolada inicial...

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Depois de dois dias recebendo mais de vinte ligações de telemarketing, com uma sequência de cinco chamadas em menos de dois minutos, comecei a me perguntar se ainda era dono do meu telefone ou apenas refém dele.
A tela do celular virou um painel de guerra: “Spam”, “Spam”, “Spam”. Números parecidos, horários diferentes, a mesma insistência. Eles entram no seu dia sem pedir licença. Interrompem reunião, almoço, conversa, trabalho e até o silêncio.
E o mais curioso é que, quando a gente tenta retornar, vem a resposta debochada:
— Este número não recebe chamadas.
Ou seja: eles podem ligar para você. Você não pode ligar para eles. Eles podem invadir sua rotina. Você não pode sequer perguntar quem está do outro lado.
É o telemarketing fantasma: aparece, perturba e desaparece.

A dívida que não existia

No meio dessa enxurrada de ligações, resolvi atender uma delas que o número era da Claro. Depois daquela enrolada inicial perguntando meu nome, disseram que havia uma conta em atraso. Achei estranho, pois só tenho uma conta com o vencimento no dia 20. Mas, anotei o valor e pedi que enviassem o boleto. Enviaram? Nada
Então, na quarta-feira, fui pessoalmente à loja da Claro no RioMar. E depois de esperar, soluicirei a atendente:
— Me ligaram dizendo que estou com uma conta em atraso. Pode verificar se estou devendo alguma coisa?
Ela consultou o sistema e respondeu:
— O senhor não deve nada.
Insisti:
— Veja agora minha esposa, meus filhos... (só faltou pedir para olhar se os cachorros e o gato estavam devendo)
Nada. Ninguém devia nada. Nenhuma pendência. Nenhuma conta perdida. Nenhum boleto esquecido.
Então, o que era aquilo? Cobrança? Erro? Golpe? Ou apenas mais uma dessas zonas cinzentas onde a irresponsabilidade se esconde atrás de um telefone que liga, acusa e desaparece?

O cadastro que não protege

O detalhe mais irritante é que eu já havia feito cadastro para não receber esse tipo de ligação na Anatel. Aquele cadastro que a propaganda do Governo e das Execências que dizia prometer proteger o cidadão. Aquele em que a pessoa declara oficialmente:
— Não quero ser incomodado.
Pois bem: o cadastro existe. As ligações também. A proteção, aparentemente, não. Mas pode até que exista, mas que esteja restrita somente para suas excelências.

Cadê a Anatel?

Cadê o poder público? Cadê a fiscalização? Cadê a consequência para quem liga diariamente, perturba, cobra o que não existe e ainda se esconde atrás de números que não recebem retorno?

A ideia das agências reguladoras, em teoria, era boa. Prometia técnica, equilíbrio, fiscalização e proteção do cidadão contra abusos. Mas, no Brasil, muita coisa boa no papel termina deformada na prática. A agência que deveria regular parece apenas observar. A fiscalização que deveria agir parece chegar tarde — quando chega.

Quem regula esta bagunça?

Esta crônica não é contra o trabalho honesto de atendimento, venda ou cobrança. É contra a invasão. Contra a perturbação sem limite. Contra a cobrança obscura. Contra o número que incomoda e não se identifica. Contra a falsa sensação de que há proteção ao consumidor quando, na prática, ele continua sozinho.

O telefone, que já foi instrumento de aproximação, virou armadilha. A cada toque, a dúvida: atender ou não atender? Pode ser cliente, família, escola, emergência. Ou pode ser mais uma tentativa de vender, enganar ou cobrar uma dívida que não existe.

Quando o telefone toca mais de vinte vezes em dois dias, quando cinco ligações chegam em menos de dois minutos, quando uma suposta cobrança aparece sem existir dívida alguma, a pergunta deixa de ser apenas quem está ligando.

A pergunta verdadeira é outra:
quem regula esta bagunça? Quem regula esta zorra?

Proposta de campanha

Estou quase sugerindo a algum candidato que adote uma única promessa de campanha, registrada em cartório: acabar com esta zorra.

O perigo é que a promessa também seja falsa. Ao final espero alguma mudança? Nenhuma. Ou eu mudo de país ou jogo o telefone fora.

*Emanuel Silva é professor e articulista.

NR - Pessoas e instituições citadas em nossas matérias e artigos publicados têm todo o espaço para suas manifestações.



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Burocracia da Jucepe prejudica empreendedores em Pernambuco

11/05/2026

Sábado, O Poder, abordou com exclusividade um problema na Junta Comercial de Pernambuco - Jucepe que está infernizando a vida dos contadores, prejudicando negócios e travando financiamentos, principalmente para pequenos e médios empreendedores. O que até 2022 funcionava com raras reclamações, tornou-se uma armadilha que prejudica gravemente o ambiente de negócios no Estado. O "custo Pernambuco" vai para as alturas. Confira em
https://www.jornalopoder.com.br/noticias/31312/lentidao-da-jucepe-de-raquel-teixeira-lyra-pode-deixar-empresas-sem-pronampe

Reação

O Poder recebeu dezenas de manifestações de contadores e pequenos empreendedores, indignados com a burocracia e os prazos "sine die" para a aprovação de um balanço, um ajuste em documento, coisas simples como alterar um endereço ou modificar um CNAE. Isso...

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Sábado, O Poder, abordou com exclusividade um problema na Junta Comercial de Pernambuco - Jucepe que está infernizando a vida dos contadores, prejudicando negócios e travando financiamentos, principalmente para pequenos e médios empreendedores. O que até 2022 funcionava com raras reclamações, tornou-se uma armadilha que prejudica gravemente o ambiente de negócios no Estado. O "custo Pernambuco" vai para as alturas. Confira em
https://www.jornalopoder.com.br/noticias/31312/lentidao-da-jucepe-de-raquel-teixeira-lyra-pode-deixar-empresas-sem-pronampe

Reação

O Poder recebeu dezenas de manifestações de contadores e pequenos empreendedores, indignados com a burocracia e os prazos "sine die" para a aprovação de um balanço, um ajuste em documento, coisas simples como alterar um endereço ou modificar um CNAE. Isso não pode continuar desse jeito.



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A governadora

Escalou há poucos meses um gestor da sua quota pessoal mas nada mudou. Ter paciência com as demoras e os prejuízos, é o que é oferecido à sociedade.

O Poder

Cobra e vai continuar cobrando uma solução, em nome dos pequenos e medios empreendedores que movem esse estado e seus contadores. Deveriam ser tratados a pão de ló, como se dizia antigamente. São submetidos a verdadeira tortura burocrática. Confira o depoimento indignado do nosso diretor José Nivaldo Junior.








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Cinthya debate hoje na APL autoridade digital e protagonismo na saúde

11/05/2026

Um tema palpitante. Uma conferencista muito credenciada. A Academia Pernambucana de Letras, dentro da sua atual filosofia de agregar cada vez mais setores amplos da sociedade, aborda um tema "da hora". O digital na área da saúde, em um ambiente marcado pela velocidade da informação e pela disputa por atenção. Interessa diretamente aos acadêmicos e também aos profissionais da saúde e comunicadores em geral.

A palestrante

Cinthya Dolores Santos Maia Leite nasceu em 26 de fevereiro de 1981, no Recife (PE). É formada em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap/PE), em 2002, com pós-graduação em Gerontologia, pela Faculdade Integrada do Recife (FIR/PE), em 2005. Desenvolve no Jornal do Commercio (PE) temas como educação em saúde, comunicação em saúde, saúde mental, arboviroses, síndrome congênita do zika, doença de Alzheimer, cuidadores e padrão de cuidado. Tem especialização em Geriatria e Gerontologia, com visão multidisciplinar, pel...

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Um tema palpitante. Uma conferencista muito credenciada. A Academia Pernambucana de Letras, dentro da sua atual filosofia de agregar cada vez mais setores amplos da sociedade, aborda um tema "da hora". O digital na área da saúde, em um ambiente marcado pela velocidade da informação e pela disputa por atenção. Interessa diretamente aos acadêmicos e também aos profissionais da saúde e comunicadores em geral.

A palestrante

Cinthya Dolores Santos Maia Leite nasceu em 26 de fevereiro de 1981, no Recife (PE). É formada em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap/PE), em 2002, com pós-graduação em Gerontologia, pela Faculdade Integrada do Recife (FIR/PE), em 2005. Desenvolve no Jornal do Commercio (PE) temas como educação em saúde, comunicação em saúde, saúde mental, arboviroses, síndrome congênita do zika, doença de Alzheimer, cuidadores e padrão de cuidado. Tem especialização em Geriatria e Gerontologia, com visão multidisciplinar, pela Faculdade Estácio do Recife (2006). É repórter e colunista de Saúde do Jornal do Commercio, além de criadora e editora do Casa Saudável. Apresenta o programa Casa Saudável, na TV JC, web TV do Jornal do Commercio. No dia 24 de outubro de 2015, escreveu matéria premiada nacionalmente para o Jornal do Commercio, em caráter inédito, sobre o início da investigação da mudança do padrão de ocorrência da microcefalia em Pernambuco com destaque para a hipótese das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti, incluindo a zika. Tem experiência na área de comunicação e jornalismo científico, com ênfase em saúde, qualidade de vida, ciência e comportamento - temas que são abordados nas reportagens e demais conteúdos jornalísticos que produz para o Sistema Jornal do Commercio de Comunicação. Cinthya é detentora de diversos prêmios nacionais de jornalismo na área de saúde.

Serviço

Evento: Conferência com a jornalista Cinthya Maia Leite;

Data: Hoje, segunda-feira 11/03;

Hora: 15 h;

Local - Academia Pernambucana de Letras, Av Rui Barbosa, 1596, Graças, Recife-PE;

Entrada e estacionamento gratuito: Pela Av. Dr. Malaquias, logo após a AABB.



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OMS confirma sete casos de hantavírus andino em passageiros de cruzeiro

11/05/2026

Pelo menos sete casos do hantavírus andino foram confirmados entre os passageiros do cruzeiro atingido por um surto do vírus, hoje, segunda-feira (11/05) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).


Atualizou

A agência atualizou seu número total de casos relatados para nove nesta segunda-feira, disse um porta-voz da OMS por e-mail, após a França informar que uma passageira francesa retirada do MV Hondius testou positivo para o vírus. O número total de casos relatados subiu para nove. Um dos pacientes morreu antes mesmo de ser testada para o vírus. Acredita-se que ele foi o primeiro infectado.



Outros casos

Outros dois, dos nove casos, são suspeitos de serem hantavírus, incluindo a pessoa que se acredita ter sido a primeira infectada no surto. Ela morreu antes de poder ser testada. No total, três pessoas morreram no surto, informou a OMS.

O Poder

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Pelo menos sete casos do hantavírus andino foram confirmados entre os passageiros do cruzeiro atingido por um surto do vírus, hoje, segunda-feira (11/05) pela Organização Mundial da Saúde (OMS).


Atualizou

A agência atualizou seu número total de casos relatados para nove nesta segunda-feira, disse um porta-voz da OMS por e-mail, após a França informar que uma passageira francesa retirada do MV Hondius testou positivo para o vírus. O número total de casos relatados subiu para nove. Um dos pacientes morreu antes mesmo de ser testada para o vírus. Acredita-se que ele foi o primeiro infectado.



Outros casos

Outros dois, dos nove casos, são suspeitos de serem hantavírus, incluindo a pessoa que se acredita ter sido a primeira infectada no surto. Ela morreu antes de poder ser testada. No total, três pessoas morreram no surto, informou a OMS.

O Poder




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