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PE: Museu do Estado tem muitas atrações na Semana Nacional dos Museus. Confira

15/05/2026

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O Museu do Estado de Pernambuco participa da 24ª Semana Nacional dos Museus com uma programação ampla e gratuita, reunindo exposições, oficinas, visitas mediadas, lançamento literário e show musical. A iniciativa integra a mobilização nacional promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus e reafirma o papel dos museus como espaços de diálogo, diversidade cultural, acessibilidade e preservação da memória. Acontecerá entre os dias 19 e 22 de maio.

Árvore da Palavra

Durante o período
o público poderá visitar quatro exposições em cartaz no museu. Entre elas, “Árvore da Palavra”, da fotógrafa e artista Roberta Guimarães, com curadoria de Joana D’Arc Lima, que apresenta uma pesquisa inspirada nas tradicionais árvores africanas da palavra, espaços simbólicos de escuta, encontros e convivência comunitária.

Renda e renascença

A exposição “Lagarta Richelieu: Agreste em Linhas e Lacês”, da multiartista Lenice Queiro...

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O Museu do Estado de Pernambuco participa da 24ª Semana Nacional dos Museus com uma programação ampla e gratuita, reunindo exposições, oficinas, visitas mediadas, lançamento literário e show musical. A iniciativa integra a mobilização nacional promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus e reafirma o papel dos museus como espaços de diálogo, diversidade cultural, acessibilidade e preservação da memória. Acontecerá entre os dias 19 e 22 de maio.

Árvore da Palavra

Durante o período
o público poderá visitar quatro exposições em cartaz no museu. Entre elas, “Árvore da Palavra”, da fotógrafa e artista Roberta Guimarães, com curadoria de Joana D’Arc Lima, que apresenta uma pesquisa inspirada nas tradicionais árvores africanas da palavra, espaços simbólicos de escuta, encontros e convivência comunitária.

Renda e renascença

A exposição “Lagarta Richelieu: Agreste em Linhas e Lacês”, da multiartista Lenice Queiroga, revela o universo da renda renascença no agreste pernambucano e paraibano por meio de fotografias, instalações, projeções e recursos de acessibilidade.

História de Pernambuco

Também seguem abertas ao público as exposições de longa duração “Pernambuco Território e Patrimônio de um Povo”, organizada pelos curadores Raul Lody e Renato Athias, abordando a formação histórica e cultural de Pernambuco.

Visitas temáticas

Durante a Semana, entre os dias 19 e 22 de maio, o Educativo do museu promoverá visitas mediadas temáticas, incentivando reflexões sobre diversidade cultural, encontros de saberes e resistências presentes nos acervos do MEPE.

Livro infantil

No dia 21 de maio, às 14h, acontece o lançamento do livro “O Mistério das Duas Cabeças”, da escritora Karina Galindo. Voltada ao público infantil e infantojuvenil, a obra aborda temas como inclusão, inteligência emocional e autoconhecimento, com versões acessíveis em audiobook com audiodescrição, ebook acessível, braile e Libras.

Oficina

Ainda no dia 21, das 9h às 16h, a fotógrafa Roberta Guimarães ministra a Oficina Árvore da Palavra, apresentando técnicas fotográficas artesanais como antotipia, fitotipia e cianotipia, propondo uma reconexão entre arte, natureza e contemplação.

Saberes indígenas

No dia 22 de maio, das 13h às 16h, o especialista em plantas e diretor do Centro de Medicina Fulni-ô, José Xicê de Sá, conduz a oficina “Saberes Indígenas, Plantas, Substâncias e Transformação da Palavra”, trazendo reflexões sobre espiritualidade, medicina da floresta e saberes indígenas.

Show de Lepê traz matrizes africanas

Encerrando a programação, no dia 23 de maio, às 15h, o cantor, poeta e compositor Lepê Correia apresenta o show de lançamento do álbum “Canto do Reencanto”, acompanhado pelo Grupo Afro-Musical Kandala Etu. O espetáculo destaca a força das matrizes africanas na cultura brasileira por meio da música e da poesia de resistência ancestral.

A programação

É gratuita e aberta ao público, com algumas atividades mediante inscrição prévia e vagas limitadas.

Serviço

Evento: 24a Semana Nacional dos Museus

Local: Museu do Estado de Pernambuco

Local: Av. Rui Barbosa- 960 - Graças

Horário do Museu: 2a-feira feclado para o público.
De terça às sextas feira horário de 9h às 17h e Sábados e domingos de 14h às 17.

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Leia outras informações

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Diagnóstico de linfoma afasta Zé Dirceu da eleição? Confira

15/05/2026

Ele tem uma historia de vida cinematográfica. E não disputa eleição desde 2002. Internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para avaliações, foi diagnosticado hoje, 15/05, com linfoma.

A notícia

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (PT) foi diagnosticado com um linfoma, segundo informou boletim médico divulgado pelo Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, nesta sexta-feira (15).

Dirceu foi internado no Sírio, no dia 10 de maio, para a realização de exames gerais, que revelaram o diagnóstico de linfoma.

Segundo o hospital, ele se encontra em boas condições clínicas e permanecerá internado para iniciar o tratamento específico. Depois de ter o mandato cassado por envolvimento no mensalão e enfrentar outros problemas jurídicos, Dirceu afastou-se da via eleitoral. Mas continuou como um articulador de proa e uma das figuras mais importantes do PT. Este ano, com mais de 80 anos, anunciou que voltaria a disputar um...

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Ele tem uma historia de vida cinematográfica. E não disputa eleição desde 2002. Internado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para avaliações, foi diagnosticado hoje, 15/05, com linfoma.

A notícia

O ex-ministro da Casa Civil José Dirceu (PT) foi diagnosticado com um linfoma, segundo informou boletim médico divulgado pelo Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, nesta sexta-feira (15).

Dirceu foi internado no Sírio, no dia 10 de maio, para a realização de exames gerais, que revelaram o diagnóstico de linfoma.

Segundo o hospital, ele se encontra em boas condições clínicas e permanecerá internado para iniciar o tratamento específico. Depois de ter o mandato cassado por envolvimento no mensalão e enfrentar outros problemas jurídicos, Dirceu afastou-se da via eleitoral. Mas continuou como um articulador de proa e uma das figuras mais importantes do PT. Este ano, com mais de 80 anos, anunciou que voltaria a disputar um mandato de deputado federal.

O que são linfomas

São um tipo de câncer do sistema linfático — uma rede de vasos e gânglios que integra o sistema imunológico e tem conexão com o sistema circulatório. O tratamento do linfoma não exige repouso absoluto ou afastamento permanente. Durante as sessões de quimioterapia ou radioterapia (que duram em média seis meses), a fadiga é comum, exigindo pausas para descanso, mas manter atividades físicas leves orientadas pela equipe médica e seguir a rotina de trabalho são práticas recomendadas e possíveis.

O acompanhamento

E as adaptações devem seguir algumas diretrizes. O cansaço é um dos efeitos colaterais mais frequentes. A orientação médica é descansar antes de atingir a exaustão, priorizando pequenas pausas ao longo do dia ao invés de longos períodos de repouso no leito Contrariando a ideia de repouso total, exercícios leves (como caminhadas) são frequentemente indicados pelos especialistas para reduzir a fadiga e melhorar os níveis de energia.

Rotina profissional

Pacientes em tratamento geralmente conseguem continuar trabalhando, embora ajustes de jornada ou de função possam ser necessários dependendo do grau de exaustão e do risco de infecção. Em fases onde a imunidade está mais baixa, o repouso é importante para a recuperação. O médico pode recomendar evitar aglomerações e locais com risco de contágio. Ao término das terapias, o foco muda para a remissão e o acompanhamento médico com check-ups regulares (geralmente a cada 3 a 6 meses nos primeiros anos). A expectativa é o retorno gradual a uma vida normal e ativa, sem a necessidade de repouso contínuo.

A candidatura

É até possível mas não é mais provável.

(O Poder com o G1 e a IA Google).




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É Findi - Cactos - Poema - Por Eduardo Albuquerque*

15/05/2026

Em viver, insisto:
no pedregulho,
entre lajedos.

Sou persistente:
sempre transmuto,
jamais me anulo.

Sou resiliente:
qual o vaqueiro,
caatingueiros.



Estou presente:
mandacaru,
xique-xique.

Secas enfrento:
sou dos sertões,
me chamo cactos.


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99Eu



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Em viver, insisto:
no pedregulho,
entre lajedos.

Sou persistente:
sempre transmuto,
jamais me anulo.

Sou resiliente:
qual o vaqueiro,
caatingueiros.



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Estou presente:
mandacaru,
xique-xique.

Secas enfrento:
sou dos sertões,
me chamo cactos.


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99Eu



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É Findi - Conversa de Calçada - Crônica - Por Ana Pottes*

15/05/2026

Cheguei há pouco de um passeio pela Encruzilhada do jeito que fazia há tempos. Sem hora nem pressa de buscar comida nas mercearias, barracas, mercado ou supermercados. Olhei a reforma daquele prédio de esquina com a Av. Norte. De tanto descuido, pedia socorro. No térreo, lojas — duas delas guardam muitas décadas. Os andares superiores foram bonitas residências. Parei. Pensei no tanto de vida que já foi vivida entre aquelas paredes. Agora pintadas, recuperadas, prontas a abrigar outros sonhos.

Enquanto olhava e me deixava levar pelo fio das ideias, fui acordada pelo bom dia de um senhor que saía. Falei da minha satisfação em ver o prédio recuperado. Sorrindo, disse que outros proprietários, animados com o resultado, vão iniciar trabalhos de benfeitoria nos seus edifícios. Gostei do que ouvi.

Conversamos um pouco sobre o abandono dos prédios e do esvaziamento de um comércio que já foi palpitante: movelarias, a Lobrás, lojas de variedades, uma padaria que f...

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Cheguei há pouco de um passeio pela Encruzilhada do jeito que fazia há tempos. Sem hora nem pressa de buscar comida nas mercearias, barracas, mercado ou supermercados. Olhei a reforma daquele prédio de esquina com a Av. Norte. De tanto descuido, pedia socorro. No térreo, lojas — duas delas guardam muitas décadas. Os andares superiores foram bonitas residências. Parei. Pensei no tanto de vida que já foi vivida entre aquelas paredes. Agora pintadas, recuperadas, prontas a abrigar outros sonhos.

Enquanto olhava e me deixava levar pelo fio das ideias, fui acordada pelo bom dia de um senhor que saía. Falei da minha satisfação em ver o prédio recuperado. Sorrindo, disse que outros proprietários, animados com o resultado, vão iniciar trabalhos de benfeitoria nos seus edifícios. Gostei do que ouvi.

Conversamos um pouco sobre o abandono dos prédios e do esvaziamento de um comércio que já foi palpitante: movelarias, a Lobrás, lojas de variedades, uma padaria que fazia bolos e pães saborosos e, no período junino, nos brindava com um delicioso pé-de-moleque. Um mercado imenso, transformado em Balaio e que agora é igreja, e uma sorveteria a fazer a festa dos adolescentes, crianças e casais enamorados.
Alguns estabelecimentos resistiram ao tempo, como a Lavanderia e Tinturaria Brasileira, fundada em 1938, e o restaurante Tepan, que acolheu muitas farras de universitários nos anos 80.

Impossível deixar de recordar tempos áureos das ruas do Recife: Nova, Imperatriz, Duque de Caxias. Ou do bairro da minha infância e adolescência, com os cinemas Albatroz e Rivoli, sempre um convite para as matinês dominicais. Das lojas Pernambucanas e Casas José Araújo com seus comerciais envolventes. Quem não lembra de Dalvanira? Da Senhora da Conceição? Só quem é do tempo da Xuxa, creio.

Retorno das minhas lembranças e aporto no bairro de hoje que carrega, na história passada, o posto de um comércio de peso. Ali, próximo à parada dos ônibus, fincada bem na praça, diante de um mercado nascido em 1924 e recentemente ressuscitado após um doloroso incêndio, ainda se avista a Banca do Poeta. E pensar que ali pertinho havia um monumento ao Jahú, desmontado e destruído para dar passagem aos automóveis. Ainda bem que o Museu da Cidade do Recife guardou um pouco dessa lembrança.

Meu companheiro de conversa já segue para o Mercado e me despeço com um suspiro. Sigo meu caminho. A gente merece um espaço cuidado para viver. Sim.


*Ana Pottes, psicóloga, gosta de escrever crônicas, contos e poemas sobre as interações emocionais com a vida. Autora do livro de poemas: Nem tudo são flores, mas... elas existem! @ana_pottes


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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É Findi – No Embalo do Sonho - Por Poeta Pica-Pau*

15/05/2026

A tardezinha
Quando o sol pede descanso
Os reflexos dos raios beijam o chão
Na varanda
A cabocla apaixonada comada
E a passarada
Entoando uma canção

Na varanda a cabocla apaixonada e a passarada
Entoando uma canção

A lua chega
Com ela a calmaria
No ar da brisa
Paixão que rodopia
E a morena
Sempre respirando amor
Aquecedor
Para uma noite fria

E a morena sempre respirando amor aquecedor para uma noite fria

Uma casinha
Singela ao pé da serra
O vento sopra
Formando a ventania
E lá do bosque
Vem a cantiga das Águas
Onde deságua
O deus da harmonia

E lá do bosque vem a cantiga das águas onde deságua o Deus da harmonia

O grilo trina
Pela fresta da parede
E numa rede
Vendo o tempo embalar
A madrugada
Anuncia um novo dia...

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A tardezinha
Quando o sol pede descanso
Os reflexos dos raios beijam o chão
Na varanda
A cabocla apaixonada comada
E a passarada
Entoando uma canção

Na varanda a cabocla apaixonada e a passarada
Entoando uma canção

A lua chega
Com ela a calmaria
No ar da brisa
Paixão que rodopia
E a morena
Sempre respirando amor
Aquecedor
Para uma noite fria

E a morena sempre respirando amor aquecedor para uma noite fria

Uma casinha
Singela ao pé da serra
O vento sopra
Formando a ventania
E lá do bosque
Vem a cantiga das Águas
Onde deságua
O deus da harmonia

E lá do bosque vem a cantiga das águas onde deságua o Deus da harmonia

O grilo trina
Pela fresta da parede
E numa rede
Vendo o tempo embalar
A madrugada
Anuncia um novo dia
É mais um dia
Pra gente poder sonhar

A madrugada anuncia um novo dia é mais um dia pra gente poder sonhar


*Pica-Pau é poeta. Vive em Palmares, PE. @poeta.picapau


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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É Findi – Minha Alma é Brisa Eterna – Croniqueta, por Xico Bizerra*

15/05/2026

Ante tudo de ruim que se nos apresenta na música e na literatura, sempre é tempo de se ouvir ou de se informar com o que presta. Tenho mania de bem selecionar o que escuto e o que leio, respeitando, claro, gostos diversos do meu. Esta semana reli, pela enésima vez, MINHA ALMA ESTÁ EM BRISA, texto atribuído a Mário de Andrade, mas referido por alguns como de autoria de Ricardo Gondim. Pouco importa quem escreveu, tão bela a reflexão que o autor - seja ele quem for, faz sobre maturidade, a eterna busca pela essência da vida e o tempo cada vez menor a nossa frente, a cada girar rápido dos ponteiros.

O tempo é inexorável, implacável e nos iguala uns aos outros. Como o Autor, convenci-me que tenho menos tempo para viver a partir daqui do que o que eu vivi até agora. Metaforicamente, e parafraseando o Escritor, eu me sinto como aquela criança que ganhou um pacote de doces: o primeiro devorei-o com prazer, mas quando percebi que havia poucos, comecei a saboreá-los lentamente....

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Ante tudo de ruim que se nos apresenta na música e na literatura, sempre é tempo de se ouvir ou de se informar com o que presta. Tenho mania de bem selecionar o que escuto e o que leio, respeitando, claro, gostos diversos do meu. Esta semana reli, pela enésima vez, MINHA ALMA ESTÁ EM BRISA, texto atribuído a Mário de Andrade, mas referido por alguns como de autoria de Ricardo Gondim. Pouco importa quem escreveu, tão bela a reflexão que o autor - seja ele quem for, faz sobre maturidade, a eterna busca pela essência da vida e o tempo cada vez menor a nossa frente, a cada girar rápido dos ponteiros.

O tempo é inexorável, implacável e nos iguala uns aos outros. Como o Autor, convenci-me que tenho menos tempo para viver a partir daqui do que o que eu vivi até agora. Metaforicamente, e parafraseando o Escritor, eu me sinto como aquela criança que ganhou um pacote de doces: o primeiro devorei-o com prazer, mas quando percebi que havia poucos, comecei a saboreá-los lentamente. Hoje, meus doces, como-os de forma regrada pois sei perto estarem de acabar: aproveito-os, um a um, como se os últimos fossem. E são. Com eles, delicio-me, sem choros ou lamentos, por deles não precisar: prefiro o sorriso, de canto a canto, de orelha a orelha, ao invés do pranto.

No mais, agradecer ao pernilongo por me fazer lembrar que, apesar das rugas e dos embranquecidos cabelos, meu corpo ainda é desejado (ainda que por aquele inseto tão mal recebido em nossas casas). Aliás, com o tempo, aprendi a não me achar feio ao acordar, de manhã, cedo: hoje, acordo depois do meio dia, em paz e certo do dever cumprido e da vida bem vivida. E salve os pernilongos!


*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor. @bizerraxico



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É Findi - Marcelo Mário de Melo* chega esta semana em Duas Doses

15/05/2026

É Assim


O lavrador falou
que para aumentar a colheita
teria de construir mais canteiros
ampliar o terreno
o chão
a base.

Se apenas plantasse mais
no mesmo espaço
iria saturar
amofinar
e colher menos que antes.

O militante perguntou
se isto se aplicaria à política
na luta pelos direitos do povo.
Ele respondeu que não sabia
mas na agricultura era assim.


Laços


Laço de pegar o boi
laço de vestido novo
laço de enfeitar cabelo
laço de enganar o povo.

Laço de amor nascendo
laço que mais nada inova
laço que se está testando
laço que passou na prova.

Laço de trilha comum
laço de festa e de dança
laço de fel e desdita
laço nó cego na trança.

Laço de andar na linha
laço...

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É Assim


O lavrador falou
que para aumentar a colheita
teria de construir mais canteiros
ampliar o terreno
o chão
a base.

Se apenas plantasse mais
no mesmo espaço
iria saturar
amofinar
e colher menos que antes.

O militante perguntou
se isto se aplicaria à política
na luta pelos direitos do povo.
Ele respondeu que não sabia
mas na agricultura era assim.


Laços


Laço de pegar o boi
laço de vestido novo
laço de enfeitar cabelo
laço de enganar o povo.

Laço de amor nascendo
laço que mais nada inova
laço que se está testando
laço que passou na prova.

Laço de trilha comum
laço de festa e de dança
laço de fel e desdita
laço nó cego na trança.

Laço de andar na linha
laço de sair da raia
laço de barba e bigode
laço de baton e saia.

Laço curto laço longo
laço certo laço errado
laço doce laço azedo
laço de agressão e agrado.

Laço abismo laço ponte
laço não e laço sim
laço de ódio e inveja
laço de Abel e Cain.

Laço leve de envolver
laço de castrar o gado
laço de gravata nova
e laço de enforcado.

Há muitos laços na vida
é preciso divisar:
um é laço de florir
outro é de desmatar.

Há laços fantasiados
que escondem seus intentos
brilho pluma e purpurina
no cinza dos sofrimentos.

Laços a subtrair
laços a multiplicar
laços que a gente deseja
laços a se evitar.

Laços laçadas enlaces
todo tempo a laçarar.
Enlace e desenlace
é ciência a estudar.


*Marcelo Mário de Melo, ex-preso político, jornalista e poeta. Seu lema é: "Só ultrapasse pela esquerda". @marcelommm


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




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É Findi – Faculdade de Direito - Por Carlos Bezerra Cavalcanti*

15/05/2026

O primeiro Curso Jurídico do Brasil, juntamente com o de São Paulo, foi a Escola de Direito de Olinda, que funcionou no Mosteiro de São Bento da antiga capital de Pernambuco.

Posteriormente, o Curso passou a funcionar no Bairro da Boa Vista, mais precisamente na Praça Adolpho Cirne, onde o prédio foi edificado, a partir de 1889 (pedra fundamental) o majestoso edifício da Faculdade de Direito que ocupa uma área de três mil e seiscentos metros quadrados, no centro de um belo jardim, segundo o Engenheiro Civil e Bacharel em Direito, Antônio de Almeida Pernambuco, construtor da obra, já o arquiteto Andreo de Pietro, em sua trabalho “O Palácio da Faculdade”, assim se reporta a esse prédio:

“ Tudo aqui é no estilo clássico, nobre, dignificado e completo nas proporções as mais harmoniosas, obedece esse edifício ao estilo palladio...”



O projeto do prédio é do arquiteto francês Gustave Varin.

O Curso de Direito, ao...

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O primeiro Curso Jurídico do Brasil, juntamente com o de São Paulo, foi a Escola de Direito de Olinda, que funcionou no Mosteiro de São Bento da antiga capital de Pernambuco.

Posteriormente, o Curso passou a funcionar no Bairro da Boa Vista, mais precisamente na Praça Adolpho Cirne, onde o prédio foi edificado, a partir de 1889 (pedra fundamental) o majestoso edifício da Faculdade de Direito que ocupa uma área de três mil e seiscentos metros quadrados, no centro de um belo jardim, segundo o Engenheiro Civil e Bacharel em Direito, Antônio de Almeida Pernambuco, construtor da obra, já o arquiteto Andreo de Pietro, em sua trabalho “O Palácio da Faculdade”, assim se reporta a esse prédio:

“ Tudo aqui é no estilo clássico, nobre, dignificado e completo nas proporções as mais harmoniosas, obedece esse edifício ao estilo palladio...”



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O projeto do prédio é do arquiteto francês Gustave Varin.

O Curso de Direito, ao se transferir para o Recife, em 1854, se instalou no casarão particular da Rua do Hospício, esquina com a Rua do Príncipe, onde hoje se acha o prédio que serve de “hall” de entrada para o Hospital Geral do Exército. Daí passou para o antigo Colégio dos Jesuítas, no ano de 1882, para, em 1911, se instalar na atual sede.

Foi nessa Faculdade que floresceu em 1860/80 o movimento intelectual, poético crítico, conhecido como Escola do Recife, liderado pelo sergipano Tobias Barreto de Menezes. Dela fizeram parte outras relevantes figuras do mundo intelectual da época como: Sílvio Romero, Artur Orlando, Clóvis Beviláqua, Capistrano de Abreu, Graça Aranha, Martins Júnior, Phaelante da Câmara, Urbano Santos, Abelardo Lobo, Vitoriano Palhares, José Higino, Araripe Júnior e Gumercino Bessa.


*Carlos Bezerra Cavalcanti, Presidente Emérito da Academia Recifense de Letras



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É Findi - Quarenta e Quatro Anos - Crônica - Por Malude Maciel*

15/05/2026

No próximo dia 18 de maio a cidade de Caruaru estará completando 169 anos. Eu era criança no seu centenário e lembro da imensa festa do comércio local em sua homenagem, com palco ao lado da igreja da Conceição, onde a cantora Ângela Maria fez o maior sucesso. Foi um estrondosa comemoração. Na mesma data, também a Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras - ACACCIL, estará aniversariando, serão seus quarenta e quatro anos de fundação.

Uma data célebre

Relativamente jovem, a ACACCIL funciona na Rua XV de novembro, 215, no centro de Caruaru e tem como presidente o acadêmico Paulo Muniz Lopes, já reeleito para seu terceiro mandato. Porém, em 1982, quando iniciou suas atividades literárias, culturais e artísticas, funcionou numa sede provisória no Centro de Cultura "Luísa Maciel" na BR 232-Km 131 depois de longo período de reuniões e decisões de cinco pessoas altamente capazes, determinadas e abnegadas que muito batalharam pra ver o grande sonho...

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No próximo dia 18 de maio a cidade de Caruaru estará completando 169 anos. Eu era criança no seu centenário e lembro da imensa festa do comércio local em sua homenagem, com palco ao lado da igreja da Conceição, onde a cantora Ângela Maria fez o maior sucesso. Foi um estrondosa comemoração. Na mesma data, também a Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras - ACACCIL, estará aniversariando, serão seus quarenta e quatro anos de fundação.

Uma data célebre

Relativamente jovem, a ACACCIL funciona na Rua XV de novembro, 215, no centro de Caruaru e tem como presidente o acadêmico Paulo Muniz Lopes, já reeleito para seu terceiro mandato. Porém, em 1982, quando iniciou suas atividades literárias, culturais e artísticas, funcionou numa sede provisória no Centro de Cultura "Luísa Maciel" na BR 232-Km 131 depois de longo período de reuniões e decisões de cinco pessoas altamente capazes, determinadas e abnegadas que muito batalharam pra ver o grande sonho realizado.
Essas personalidades marcaram época e foram pioneiras naquele empreendimento de sucesso. Foram chamadas de visionárias, porque viram um futuro antes do tempo, tiveram uma visão privilegiada de algo além e porque não só sonharam alto e grande, mas trabalharam arduamente pela sua realização quando muitos não acreditaram.

Uma cidade que se presa tem uma Academia de Letras

O grupo era seleto e formado por dois professores, um advogado, um odontólogo e uma artista plástica: Amaro Matias Silva, Mário Menezes, Walter Augusto de Andrade, Emmanuel Leite e Luísa Cavalcanti Maciel.
É certo que a ideia inicial havia sido lançada anos antes, pelo professor folclorista, Aleixo Leite Filho e, naquele momento estava tomando forma, concretizando-se a ferro e fogo nas mãos do quinteto incontestável dos sócios-fundadores, fiéis escudeiros que lutaram bravamente pelo objetivo principal e conseguiram êxito.

Histórico

Não foi fácil aquela tarefa extraordinária; reuniões e mais reuniões, sempre na residência da única mulher daquele grupo de fundadores: a pintora Luísa Maciel, que não media esforços em prol de tal empreendimento de real importância para a Capital do Agreste que deveria crescer mais e, que dera ao mundo cultural e literário as figuras eminentes dos seus filhos ilustres: Austregésilo de Athayde, Álvaro Lins e José Condé que há época participavam da Academia Brasileira de Letras e brilhavam no cenário intelectual de todo o país e do exterior para orgulho de seus conterrâneos especialmente daqueles expoentes que se inspiravam em tais exemplos de bravura, inteligência e capacidade. O árduo trabalho daquele grupo, coeso e decidido, chegava à exaustão, examinando as inúmeras dificuldades que deveriam ser superadas para que, numa cidade do interior pernambucano existisse uma réplica da Academia maior do país, com suas quarenta Cadeiras e Patronos.
Até parecia impossível mas o tempo, a garra e a vitória mostraram que valeu muito a pena não vacilar e lutar por aquele ideal de toda uma comunidade, ansiosa pelo seu desenvolvimento nas áreas das Letras, Artes e da Ciência.

Primeiro presidente

Após todos os acertos, a primeira presidência coube ao Prof. Mário Menezes (também advogado), tendo como Secretária a tão vibrante colaboradora, pintora de renome, Luísa Cavalcanti Maciel e, naquela mesma data (18.5.82), foi aprovado o Estatuto que ainda hoje, rege os destinos da nossa querida ACACCIL, cuja trajetória sempre foi eminente até os dias atuais e, já em 25 de fevereiro de 1983, quando foi realizada a sua terceira Assembleia Geral, foi deliberada a solicitação de uma sede, um local próprio e permanente, aberto ao público, para reuniões e demais eventos que se fizessem necessários, ao Sr. Prefeito Municipal, Dr. José Queiroz de Lima, o que veio a se concretizar em 18 de maio de 1988 com a inauguração da atual sede, que recebeu o nome de: "Casa Geminiano Campos" na gestão do acadêmico Ivan Brandão.
Ademais, no dia 13 de abril de 1983, a quarta Assembleia Geral aprovou os seguintes nomes, como titulares das Cadeiras instituídas: Hermógenes Dias; Monsenhor Bernardino de Carvalho (que dá nome à biblioteca); Demóstenes Veras; Azael Leitão; Aguinaldo Fagundes; Onildo Almeida; Nelson Barbalho; Janduhy Filizola, Aureliano Alves; Carlos Toscano de Carvalho; Luiz Garcia da Silva; Ivan Brandão; Agostinho Batista; Arary Marrocos Pascoal e Artur Tabosa.

Atualidade

A Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras - ACACCIL vive uma fase maravilhosa de envolvimento social com a sociedade e os estudantes, tendo assinado parceria com a ASCES, intensificando seus trabalhos e permanecendo de portas abertas para receber, tantos os visitantes como os habitantes de nossa "terrinha santa" para juntos compartilharmos as programações anuais e tantos valores de nossa gente, nosso torrão natal que devemos amar e respeitar com muito fervor, preservando sua História.
Sabe-se que um povo sem memória histórica, sem culto aí passado, não tem futuro. Assim, temos uma linda história de conquista, talento e perseverança pois, a esperança não é somente sonho, é uma maneira de transformar sonhos em realidade.


*Malude Maciel, Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, ACACCIL, cadeira 15 pertencente à professora Sinhazina. @malude.maciel


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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É Findi - Romero Falcão* esta Semana Vem em Dose Dupla

15/05/2026

As Pessoas se Preocupam - Crônicas


O casal estica o lençol sobre a espuma molhada, ajeita os travesseiros, tenta fazer do ponto de ônibus um lar.

São seis horas da manhã. Dia chuvoso no Recife. Caminho na diagonal à Praça do Derby. A praça do peixe-boi da minha infância. A parada de ônibus é coberta por uma larga estrutura que abriga pombos, cães e moradores de rua. Tudo junto e misturado.

É chocante. Luto para que meus olhos não normalizem tal cena degradante. É imperativo se indignar. Acostumar-se, tornar-se indiferente à miséria que mora nos centros urbanos, é escarrar na cruz.

Observo o amontoado de pedaços de espumas encharcados pela chuva. Quatro cachorros dividem com as famílias a moradia fria, indigna. Nesse instante, longe dos gráficos, planilhas, estatísticas, a desigualdade social pesa, fere, sangra.



Uma bicicletinha encostada, feito um anjo de ferro rosa, me olhando: va...

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As Pessoas se Preocupam - Crônicas


O casal estica o lençol sobre a espuma molhada, ajeita os travesseiros, tenta fazer do ponto de ônibus um lar.

São seis horas da manhã. Dia chuvoso no Recife. Caminho na diagonal à Praça do Derby. A praça do peixe-boi da minha infância. A parada de ônibus é coberta por uma larga estrutura que abriga pombos, cães e moradores de rua. Tudo junto e misturado.

É chocante. Luto para que meus olhos não normalizem tal cena degradante. É imperativo se indignar. Acostumar-se, tornar-se indiferente à miséria que mora nos centros urbanos, é escarrar na cruz.

Observo o amontoado de pedaços de espumas encharcados pela chuva. Quatro cachorros dividem com as famílias a moradia fria, indigna. Nesse instante, longe dos gráficos, planilhas, estatísticas, a desigualdade social pesa, fere, sangra.



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Uma bicicletinha encostada, feito um anjo de ferro rosa, me olhando: vai, escreve, incomoda, mas não perde a esperança.

Uma mulher mais afastada dos demais dorme feito morta, enrolada num pano. Chego a pensar que os transeuntes vão tropeçar no seu tórax. Gente pra lá e pra cá. A mulher passa despercebida.

Os pombos circulam, marcham rente aos colchões que servem de cama para dois cachorros num sono tranquilo.

— Como é o nome dos cachorros? — pergunto.
— Aquele é Negão, o outro é Scubi, e os dois ali são Princesa e Coronel — responde a mulher.

— Eles são bem tratados — afirmo.
— Ah, são. A gente recebe doação, ração.
— As pessoas se preocupam com os bichinhos — arremata a senhora.



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— As pessoas se preocupam com os bichos — repito.
— As pessoas se preocupam com os bichos, né isso?

— Graças a Deus, moço — diz, resignada.

Tomo meu ônibus repetindo em voz alta:
As pessoas se preocupam com os bichos.
As pessoas se preocupam com os bichos.
As pessoas se preocupam com os bichos...

E só meu paroxismo ouviu.



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Suave - Poema


"Andam monstros sombrios pela estrada e, pela estrada, entre esses monstros ando"
— Augusto dos Anjos

Ela me pede um poema suave
como se eu soubesse poema fazer.
Não sabe da minha fraca bagagem,
do terceiro olho que foge sem nada antever

Ela diz que sou ferro ferido
quando escrevo flor cheirando a metal.
Não há perdão pra quem faz do ouvido
um bruto sentido, sem sangue nem sal.

Ela pede letra que não incomode,
verso amoroso de ler, gostar, sentir,
reza rimada, bem confortável,
nada que sufoque o verbo sorrir.

Ela me quer feito cão de madame
um tatame pra deitar, rolar e servir.
Mas escrever é ver urtiga na rosa
expelir a prosa que ninguém quer ouvir.

Ela quer casa arrumada,
clara, limpa, feliz.
Mas a vida não é moça enfeitada
é papa de sangue na boca dos fuzis.

Ela insiste num verso ameno
Mas escrever não é semear o ventre.
Escrever é pontada no nervo.
O nervo que o cadáver ainda sente

Ela pede um poema cacho de uva
Mas a palavra é Cabralina
A palavra é bala que fere e cura


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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É Findi - Charco - Poema - Por Felipe Bezerra*

15/05/2026

Talvez eu não devesse
evidenciar as crateras e
os profundos abismos
que habitam secretamente,
nos invernos, minha'lma,
invariavelmente encharcada,
de culpa, revolta e lágrimas,
e que sangra, no escuro, desolada,
lamentando os anos não vividos
pela pobre criança anônima,
que virou estatística,
após o estrondo e o espasmo,
que morreu sufocada,
com suas vias aéreas enterradas,
por lama, hipocrisia e cobiça,
de súbito tragada à eternidade
pela barreira involuntária,
sabendo que sua infância
foi inocentemente sepultada
pela ambição desmedida,
de gerações de mandatários,
da cidade desalmada,
erguida sobre estuário,
até que novas águas
tragam velhas tempestades
e sufrágios no calendário,
comprados e corrompidos,
com distribuição de benefícios,
a repetição da tragédia no bairro,
renovando a...

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Talvez eu não devesse
evidenciar as crateras e
os profundos abismos
que habitam secretamente,
nos invernos, minha'lma,
invariavelmente encharcada,
de culpa, revolta e lágrimas,
e que sangra, no escuro, desolada,
lamentando os anos não vividos
pela pobre criança anônima,
que virou estatística,
após o estrondo e o espasmo,
que morreu sufocada,
com suas vias aéreas enterradas,
por lama, hipocrisia e cobiça,
de súbito tragada à eternidade
pela barreira involuntária,
sabendo que sua infância
foi inocentemente sepultada
pela ambição desmedida,
de gerações de mandatários,
da cidade desalmada,
erguida sobre estuário,
até que novas águas
tragam velhas tempestades
e sufrágios no calendário,
comprados e corrompidos,
com distribuição de benefícios,
a repetição da tragédia no bairro,
renovando as estatísticas,
enquanto eu e meus filhos
dormimos, tranquilos,
seguros e bem alimentados,
em nossa casa alta,
tão perto e tão distante
dos morros despedaçados,
vistos no horizonte,
de nossa confortável sala.


*Felipe Bezerra, advogado e poeta. @felipebezerradesouza


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




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