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"Dia Livre de Impostos" - Iniciativa de lojistas que ocorre hoje

28/05/2026

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Lojistas pelo Brasil realizam hoje, quinta-feira, 28/05, a 20ª edição do "Dia Livre de Impostos". Nesta data, os participantes irão vender seus produtos e serviços sem repassar o valor de tributos aos clientes, com descontos que podem chegar a até 70%. A ação ocorre em mais de 1.500 cidades e oferece desde gasolina a chope sem impostos. A ação é idealizada pela CNDL, Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, e a CDL Jovem, Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem.

CDL Jovem e CNDL

"O DLI torna esse peso visível. Queremos que a população entenda que o preço alto não é culpa do lojista, mas de um sistema complexo e oneroso", destaca Raphael Paganini, coordenador nacional da CDL Jovem. Para o presidente da CNDL, José César da Costa, o movimento é um grito de alerta. "O varejo quer crescer e gerar empregos, mas o Estado precisa ser um facilitador e não um entrave", afirma. A CNDL diz que a iniciativa visa "conscientizar a população, o poder público e o...

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Lojistas pelo Brasil realizam hoje, quinta-feira, 28/05, a 20ª edição do "Dia Livre de Impostos". Nesta data, os participantes irão vender seus produtos e serviços sem repassar o valor de tributos aos clientes, com descontos que podem chegar a até 70%. A ação ocorre em mais de 1.500 cidades e oferece desde gasolina a chope sem impostos. A ação é idealizada pela CNDL, Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas, e a CDL Jovem, Câmara de Dirigentes Lojistas Jovem.

CDL Jovem e CNDL

"O DLI torna esse peso visível. Queremos que a população entenda que o preço alto não é culpa do lojista, mas de um sistema complexo e oneroso", destaca Raphael Paganini, coordenador nacional da CDL Jovem. Para o presidente da CNDL, José César da Costa, o movimento é um grito de alerta. "O varejo quer crescer e gerar empregos, mas o Estado precisa ser um facilitador e não um entrave", afirma. A CNDL diz que a iniciativa visa "conscientizar a população, o poder público e o varejo a respeito da alta carga tributária paga no Brasil".

O "Dia Livre de Impostos" adotou um mascote para representar o objetivo do movimento, o "impostossauro". A iniciativa destaca que o brasileiro precisa trabalhar, em média, 5 meses por ano apenas para pagar impostos.

Leia outras informações

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Veneziano articula com ministro José Guimarães rápida aprovação da escala 5x2 no Senado

28/05/2026

O Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) esteve reunido hoje, quinta-feira (28/05), no Palácio do Planalto, com o Ministro das Relações Institucionais do governo do Presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), José Guimarães. O objetivo foi o de discutir estratégias para a rápida tramitação e aprovação da PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 e adoção da escala 5x2.

Agora é no Senado

“A aprovação da PEC que põe fim à escala 6x1 na Câmara foi uma extraordinária vitória da classe trabalhadora brasileira, no dia de ontem. A gente sabe o quanto isso significará para os milhões de trabalhadores brasileiros. Mais saúde mental, mais saúde física, mais oportunidades para estar próximo aos seus familiares... No Senado Federal, tudo aquilo que estiver ao nosso alcance trabalhares para que o mais breve possível consigamos firmar essa grande conquista”, disse Veneziano ao Ministro.

Agradecimento

“Senador Veneziano...

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O Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) esteve reunido hoje, quinta-feira (28/05), no Palácio do Planalto, com o Ministro das Relações Institucionais do governo do Presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT), José Guimarães. O objetivo foi o de discutir estratégias para a rápida tramitação e aprovação da PEC que prevê o fim da escala de trabalho 6x1 e adoção da escala 5x2.

Agora é no Senado

“A aprovação da PEC que põe fim à escala 6x1 na Câmara foi uma extraordinária vitória da classe trabalhadora brasileira, no dia de ontem. A gente sabe o quanto isso significará para os milhões de trabalhadores brasileiros. Mais saúde mental, mais saúde física, mais oportunidades para estar próximo aos seus familiares... No Senado Federal, tudo aquilo que estiver ao nosso alcance trabalhares para que o mais breve possível consigamos firmar essa grande conquista”, disse Veneziano ao Ministro.

Agradecimento

“Senador Veneziano, obrigado pela visita e dizer pra você que foi realmente uma extraordinária notícia para o país, essa vitória de ontem na Câmara dos Deputados. Tudo bem ajustado. E a nossa expectava, Senador Veneziano, é que no Senado, e eu estou conversando com o Senador Davi Alcolumbre (Presidente da Casa), ela possa tramitar, porque é uma matéria que interessa ao Brasil. Desde a constituinte de 1988, presidida por Ulysses Guimarães, eu penso que foi a maior conquista para o mundo do trabalho. Por isso nós temos que comemorar muito”, disse o Ministro a Veneziano.




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Uma semana após recusar, PF dá nova chance a Vorcaro e volta a negociar acordo de delação. Confira as novidades para o seu Papo da Noite

28/05/2026

A PF pode voltar a negociar um acordo de delação premiada com Daniel Vorcaro uma semana depois de ter rejeitado a versão inicial da colaboração do dono do Banco Master. Os investigadores enviaram um ofício ao ministro do STF, André Mendonça, relator do caso, afirmando que, se receberem nova proposta, ela será discutida. Investigadores vinham reclamando que o material apresentado pela defesa acrescentava pouco em relação ao que já foi levantado pela polícia e que a impressão é que Vorcaro agia para proteger pessoas próximas.

- Na semana passada, a PF recusou o acordo de delação oferecido por Vorcaro, considerando que as informações apresentadas pelo ex-banqueiro eram insuficientes. Vorcaro sinalizou que gostaria de continuar a discussão do acordo com a PGR. A Procuradoria ainda não se manifestou sobre a proposta de delação.

- Investigado pela PF: Cláudio Castro diz que desistiu do Senado para cuidar da defesa. "Dias de dor". TSE vai julgar na...

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A PF pode voltar a negociar um acordo de delação premiada com Daniel Vorcaro uma semana depois de ter rejeitado a versão inicial da colaboração do dono do Banco Master. Os investigadores enviaram um ofício ao ministro do STF, André Mendonça, relator do caso, afirmando que, se receberem nova proposta, ela será discutida. Investigadores vinham reclamando que o material apresentado pela defesa acrescentava pouco em relação ao que já foi levantado pela polícia e que a impressão é que Vorcaro agia para proteger pessoas próximas.

- Na semana passada, a PF recusou o acordo de delação oferecido por Vorcaro, considerando que as informações apresentadas pelo ex-banqueiro eram insuficientes. Vorcaro sinalizou que gostaria de continuar a discussão do acordo com a PGR. A Procuradoria ainda não se manifestou sobre a proposta de delação.

- Investigado pela PF: Cláudio Castro diz que desistiu do Senado para cuidar da defesa. "Dias de dor". TSE vai julgar na próxima terça-feira, 02/06, recurso de Castro contra condenação que o tornou inelegível.

- Hugo Motta vê “espírito colaborativo” em Alcolumbre para aprovar 6 X 1. Presidente da Câmara acredita que Senado dará a tramitação correta, mas afirma que cada Casa legislativa tem a própria autonomia.



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- Ministro do Trabalho, Luiz Marinho, diz que Senado está "sensível" ao fim da 6x1

O ministro do Trabalho Luiz Marinho afirmou hoje, quinta-feira, 28/05, que o Senado está sensível à pauta do fim da escala 6x1, aprovada ontem, 27/05, pela Câmara dos Deputados, e pode aprovar a PEC sobre o tema em 30 dias, ou seja, ainda neste semestre. "O Senado também está ligado no que a sociedade está demandando. Adoecimento e ausência no trabalho, muitas faltas. São indicadores que com essa mudança podem melhorar significativamente", disse Marinho. "Não gosto de falar de prazo para parlamento, mas, se Senado estiver debruçado com prioridade, creio que 30 dias ainda é suficiente." O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tem dado sinais de que não travará o projeto, mas causa receio na base do presidente Lula ao não detalhar como será a tramitação. A pauta é uma das apostas do governo para o ano eleitoral, devido ao apoio elevado da população brasileira. O fim da escala tem o apoio de 68% dos brasileiros, conforme pesquisa Datafolha de maio.

- Venda de sentença: Cristiano Zanin, STF, tira sigilo e prorroga investigação. Ministro também manteve caso no STF após PGR apontar apurações conexas que ainda podem atingir autoridades com foro privilegiado.

- GDF e União fecham acordo de operação de crédito para salvar BRB. O GDF vai pegar com o Fundo Garantidor de Crédito aproximadamente R$ 6,5 bilhões, a serem quitados em até 15 anos, com dois de carência. Governo Lula dá aval para acordo.

- Lula passou hoje por quarta sessão de radioterapia após retirada de câncer de pele. Presidente realizará 15 sessões de radioterapia preventiva após retirada de câncer de pele no couro cabeludo.



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- Caso "Dark Horse": Polícia Civil pede acesso a dados financeiros sigilosos de produtora

A Polícia Civil de São Paulo pediu à Justiça acesso a movimentações financeiras sigilosas de Karina Ferreira da Gama, dona da produtora do filme "Dark Horse", que trata da vida de Jair Bolsonaro, e do Instituto Conhecer Brasil, presidido por ela. A solicitação é para obter relatórios de inteligência financeira, por meio de intercâmbio com autorização judicial, produzidos pelo Coaf, Conselho de Controle de Atividades Financeiras, sobre "movimentações atípicas e comunicações de operações suspeitas" tanto no CPF de Karina quanto no CNPJ do instituto. No pedido, o delegado Antonio Carlos Manuera Silveira, encarregado do caso, também solicitou que a Justiça determine sigilo deste trecho das investigações. "Dark Horse" (azarão, em inglês) trata da trajetória de Jair Bolsonaro, com destaque para a facada sofrida em 2018. O senador Flávio Bolsonaro, PL-RJ, pré-candidato à Presidência, pediu recursos para financiamento do longa-metragem a Daniel Vorcaro, do Banco Master.

- Caixa Cultural Recife: Banda de Pau e Corda e Mestre Gennaro buscam reafirmar a força da música nordestina em shows no Recife Seis shows do projeto "Mestre Gennaro e Banda de Pau e Corda" acontecem entre os dias 4 e 12/06.



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- Nova regra exige exame toxicológico para candidatos à 1ª CNH a partir de junho em Pernambuco

A partir de 08/06, o exame toxicológico passa a ser obrigatório para os candidatos à primeira habilitação das categorias A (moto) e B (carro) em Pernambuco. Segundo o Detran-PE, a data foi escolhida para não causar transtornos à população pernambucana enquanto o órgão ainda está preparando o seu sistema para realizar os exames toxicológicos. A medida já é obrigatória para motoristas profissionais das categorias C, D e E desde 2015. A ampliação da política reforça o movimento nacional de prevenção de sinistros relacionados ao uso de substâncias ilícitas.



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- Pernambucano Sérgio Torres está na lista tríplice para indicação a ministro do TST

O Pleno do Tribunal Superior do Trabalho, TST, escolheu em votação secreta, os nomes que vão compor a lista tríplice para preenchimento de vaga destinada à magistratura de carreira, decorrente da aposentadoria da ministra Dora Maria da Costa. A lista traz um pernambucano, o desembargador Sergio Torres Teixeira TRT da 6ª Região (PE). Os outros 2 nomes são os das desembargadoras Maria de Nazaré Medeiros Rocha – TRT da 8ª Região (PA/AP) e Herminegilda Leite Machado – TRT da 13ª Região (PB).

- TRE-PE alerta para uso de festas juninas para promoção político-eleitoral nas Eleições 2026. Tribunal expediu ofícios a partidos, juízes e Ministério Público vetando propagandas antecipadas.



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- João Campos e Raquel Teixeira Lyra vão dividir o palco no Congresso da UVP. Os dois pré-candidatos serão painelistas, amanhã, sexta-feira, 29/05, durante encontro em Triunfo/PE.

- Recife: 13ª Feira do Empreendedor do Sebrae traz oportunidades para fortalecer pequenos negócios. Evento gratuito reúne conhecimento e inovação e acontece de 4 a 06/06, no Recife Expo Center. Programação terá nomes como Rafael Kiso e Rapha Falcão.

- Dólar cai com PIB e inflação nos EUA e emprego no Brasil. Na véspera, o dólar terminou a sessão em alta de 0,66%, cotado a R$ 5,061. Ibovespa fechou o pregão em queda de 0,48%, aos 175,7 mil pontos.

- Papa Leão XIV acaba com "permissão" para conflitos e fala contra a "guerra justa". Pontífice afirmou que conceito está ultrapassado e defendeu diálogo, diplomacia e perdão.



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- The Washington Post: Casa Branca quer criação de nota de US$ 250 com rosto de Trump

O jornal americano The Washington Post noticiou hoje, quinta-feira, 28/05, que o governo dos Estados Unidos quer criar uma nota de US$ 250 com o rosto do presidente Donald Trump. Citando funcionários e ex-funcionários da administração, o veículo afirma que a administração de Trump está pressionando o Fed, Reserva Federal, órgão responsável pela emissão de dinheiro no país, para criar a nota. Segundo a lei americana criada em 1886, que atualmente faz parte do Código dos EUA: "Somente o retrato de uma pessoa falecida pode aparecer nas cédulas e títulos dos Estados Unidos." As fontes do jornal relatam que Brandon Beach, tesoureiro dos EUA, e Mike Brown, principal assessor dele, têm insistido desde o ano passado para que um protótipo da nota seja preparado. Governo do presidente está fazendo pressão para que cédula seja lançada em comemoração aos 250 anos de independência dos Estados Unidos.

- Israel mata 11 em bombardeio no sul do Líbano. Subúrbio de Beirute também é alvo de ataque, apesar de cessar-fogo. Mais de 1,2 milhão de libaneses já deixaram suas casas devido a ataques israelenses. Tel Aviv diz estar atacando alvos do Hezbollah.

- Guerra da Ucrânia: Suécia vai fornecer 36 caças Gripen para a Ucrânia. Estocolmo dará 16 modelos antigos e Kiev irá comprar 20 aviões iguais ao do Brasil com verba europeia.

- Guerra Israel x Hamas: Netanyahu ordena que Exército israelense controle 70% da Faixa de Gaza. Acordo de cessar-fogo estabelecia presença militar em 53% do território com redução gradual.



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- The New York Times: Trump planeja enviar americanos com ebola para o Quênia para tratamento

O governo de Donald Trump planeja enviar ao Quênia cidadãos americanos expostos ao vírus ebola. A medida prevê observação e tratamento no país africano, e não nos EUA, segundo três pessoas com conhecimento do plano ouvidas pelo The New York Times. A medida marca uma mudança em relação à resposta adotada pelos EUA em surtos anteriores, quando profissionais de saúde e outros cidadãos americanos expostos ao vírus eram levados ao país para tratamento em unidades médicas especializadas. O surto de ebola na República Democrática do Congo já registra mais de 1000 casos e 200 mortes, segundo estimativas divulgadas pela OMS. O avanço da doença ocorre em meio a cortes de ajuda promovidos pelo governo Trump, que afetaram redes de vigilância epidemiológica e cadeias de suprimentos médicos usadas para detectar e conter surtos. Na semana passada, o governo Trump acionou restrições à entrada nos EUA de imigrantes e residentes permanentes legais que tenham estado na República Democrática do Congo, em Uganda ou no Sudão do Sul nos 21 dias anteriores.




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Exclusivo - Governo Federal concede rodovia e fortalece eixo Feira/ Salgueiro como rota do Sertão

28/05/2026

Hoje, na B3 (Bolsa de Valores do Brasil) foi realizado o leilão da concessão da 'Rota dos Sertões', projeto estratégico do Ministério dos Transportes e da ANTT que contempla trechos das BR-116/BA/PE e BR-324/BA, conectando importantes corredores logísticos entre Bahia e Pernambuco.

O Consórcio 116 Sertões

Foi o vencedor do certame, após apresentar desconto de 19,6% sobre a tarifa básica de pedágio. O grupo é formado pela Mota Engil, Galapagos Capital e Neo Invest, ligada ao grupo Novonor. A definição ocorreu após disputa em viva-voz entre os concorrentes participantes.

A concessão

Abrange aproximadamente 502 quilômetros de rodovias e prevê investimentos superiores a R$ 4,3 bilhões ao longo de 30 anos de contrato, destinados à recuperação, ampliação de capacidade, modernização operacional e melhorias na segurança viária. Entre as principais intervenções previstas estão duplicações de trechos estratégicos, imp...

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Hoje, na B3 (Bolsa de Valores do Brasil) foi realizado o leilão da concessão da 'Rota dos Sertões', projeto estratégico do Ministério dos Transportes e da ANTT que contempla trechos das BR-116/BA/PE e BR-324/BA, conectando importantes corredores logísticos entre Bahia e Pernambuco.

O Consórcio 116 Sertões

Foi o vencedor do certame, após apresentar desconto de 19,6% sobre a tarifa básica de pedágio. O grupo é formado pela Mota Engil, Galapagos Capital e Neo Invest, ligada ao grupo Novonor. A definição ocorreu após disputa em viva-voz entre os concorrentes participantes.

A concessão

Abrange aproximadamente 502 quilômetros de rodovias e prevê investimentos superiores a R$ 4,3 bilhões ao longo de 30 anos de contrato, destinados à recuperação, ampliação de capacidade, modernização operacional e melhorias na segurança viária. Entre as principais intervenções previstas estão duplicações de trechos estratégicos, implantação de faixas adicionais, passarelas, pontos de parada e descanso, além da construção do contorno viário de Serrinha (BA).

O projeto da Rota dos Sertões

Representa um avanço importante para a infraestrutura logística do Nordeste, fortalecendo a integração regional, ampliando a eficiência do transporte de cargas e promovendo desenvolvimento econômico e geração de empregos nos estados da Bahia e Pernambuco.



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Governo costura proposta para reajustar MEI. Câmara quer votar projeto antes do recesso

28/05/2026

O presidente Lula orientou seus ministros a costurarem uma proposta alternativa para elevar o limite de faturamento dos MEIs, microempreendedores, que está fixado em R$ 81 mil por ano desde 2018. Os ministérios da Fazenda, do Planejamento e do Empreendedorismo devem elaborar até o início da próxima semana um texto com menor impacto fiscal do que o projeto em tramitação na Câmara dos Deputados. A tendência é deixar de fora micro e pequenas empresas.

Texto Final

O texto final da PEC prevê que uma lei complementar "poderá estabelecer medidas transitórias, condicionadas à manutenção de níveis de emprego, de mitigação dos impactos decorrentes desta emenda constitucional, para os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte”. Um projeto já aprovado pelo Senado aumenta o limite anual dos MEIs de R$ 81 mil para R$ 130 mil por ano e permite que os microempreendedores tenham até 2 empregados, hoje o limite é de apenas 1. Ag...

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O presidente Lula orientou seus ministros a costurarem uma proposta alternativa para elevar o limite de faturamento dos MEIs, microempreendedores, que está fixado em R$ 81 mil por ano desde 2018. Os ministérios da Fazenda, do Planejamento e do Empreendedorismo devem elaborar até o início da próxima semana um texto com menor impacto fiscal do que o projeto em tramitação na Câmara dos Deputados. A tendência é deixar de fora micro e pequenas empresas.

Texto Final

O texto final da PEC prevê que uma lei complementar "poderá estabelecer medidas transitórias, condicionadas à manutenção de níveis de emprego, de mitigação dos impactos decorrentes desta emenda constitucional, para os microempreendedores individuais, as microempresas e as empresas de pequeno porte”. Um projeto já aprovado pelo Senado aumenta o limite anual dos MEIs de R$ 81 mil para R$ 130 mil por ano e permite que os microempreendedores tenham até 2 empregados, hoje o limite é de apenas 1. Agora, a Câmara quer expandir essa proposta para micro e pequenas empresas, além da atualização nos valores anualmente pelo IPCA. A presidente da comissão especial que analisa o projeto, deputada Any Ortiz, disse que pretende concluir a tramitação ainda antes do recesso parlamentar, que começa em meados de julho.



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Fazenda

Nos cálculos da Fazenda, isso poderia gerar um impacto fiscal de quase R$ 50 bilhões por ano. A equipe econômica trabalha em alternativas mais "econômicas", incluindo uma com impacto em torno de R$ 2 bilhões por ano, que prevê uma espécie de "rampa de saída" do MEI, o microempreendedor vai perdendo benefícios do regime especial de tributação à medida que se afasta do teto atual. A equipe econômica pretende evitar mudanças mais amplas no Simples Nacional. Hoje o limite anual é de R$ 360 mil para microempresas e de R$ 4,8 milhões para companhias de pequeno porte.

Lula abordou esse ponto na conversa que teve com o presidente da Câmara, Hugo Motta, segundo relatos. (Com a CNN)




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Hoje - Câmara aprova isenção de impostos a igrejas para construção de templos e aquisição de bens

28/05/2026

A Câmara dos Deputados aprovou hoje, quinta-feira, 28/05, em primeiro turno o texto-base da PEC das igrejas, que amplia a imunidade tributária para entidades religiosas. O projeto contou com apoio massivo da bancada evangélica. A PEC foi aprovada com plenário vazio, em sessão semipresencial, com 385 votos favoráveis e 93 contrários. A deliberação contou com impulso do presidente da Câmara, Hugo Motta, que determinou desconto no pagamento do parlamentar que faltasse à sessão.



Versão do texto genérica

Os parlamentares acataram uma versão do texto que estende ainda mais esse benefício para uma série de outras atividades, de forma genérica, incluindo creches, assistência social, comunidades terapêuticas e conventos, por exemplo. Na prática, o texto abre brecha para impedir qualquer tributação (federal, estadual ou municipal) sobre bens, serviços e consumo, por exemplo a compra de helicópteros, veículos, alimentos, microfones ou serviços...

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A Câmara dos Deputados aprovou hoje, quinta-feira, 28/05, em primeiro turno o texto-base da PEC das igrejas, que amplia a imunidade tributária para entidades religiosas. O projeto contou com apoio massivo da bancada evangélica. A PEC foi aprovada com plenário vazio, em sessão semipresencial, com 385 votos favoráveis e 93 contrários. A deliberação contou com impulso do presidente da Câmara, Hugo Motta, que determinou desconto no pagamento do parlamentar que faltasse à sessão.



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Versão do texto genérica

Os parlamentares acataram uma versão do texto que estende ainda mais esse benefício para uma série de outras atividades, de forma genérica, incluindo creches, assistência social, comunidades terapêuticas e conventos, por exemplo. Na prática, o texto abre brecha para impedir qualquer tributação (federal, estadual ou municipal) sobre bens, serviços e consumo, por exemplo a compra de helicópteros, veículos, alimentos, microfones ou serviços de limpeza. Pela proposta, por exemplo, a construção de um templo, inclusive a aquisição do tijolo, da lâmpada, a contratação do arquiteto e do pedreiro, também pode receber imunidade tributária. Pela redação aprovada, os detalhes desta imunidade serão definidos por regulamentação.

Texto avançou em sessão com pautas evangélicas e no dia seguinte à votação da proposta que acaba com a escala 6x1.




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Guerra no Irã - EUA e Irã concordam em prolongar cessar-fogo por 60 dias

28/05/2026

Os EUA e o Irã chegaram a um acordo para prolongar o cessar-fogo entre os dois países por mais 60 dias, de acordo com relatos da imprensa americana publicados hoje, quinta-feira, 28/05. Autoridades dos EUA falaram sob condição de anonimato ao portal Axios em meio a nova troca de fogo na região e a investidas de Israel contra o Líbano. Segundo essas autoridades, os dois lados do conflito no Oriente Médio finalizaram um documento se comprometendo com a trégua e estabelecendo um ponto de partida para mais negociações, em especial sobre o destino do urânio altamente enriquecido em posse do Irã. O texto, entretanto, ainda precisaria da aprovação do presidente Donald Trump.

Trump

Trump tem dado declarações contraditórias nos últimos dias, ora insinuando que um acordo está próximo, ora dizendo que a guerra, que já dura 3 meses, vai continuar por "mais um tempo", quando iniciou o conflito contra o Irã ao lado de Israel, Trump prometeu que ele duraria, no má...

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Os EUA e o Irã chegaram a um acordo para prolongar o cessar-fogo entre os dois países por mais 60 dias, de acordo com relatos da imprensa americana publicados hoje, quinta-feira, 28/05. Autoridades dos EUA falaram sob condição de anonimato ao portal Axios em meio a nova troca de fogo na região e a investidas de Israel contra o Líbano. Segundo essas autoridades, os dois lados do conflito no Oriente Médio finalizaram um documento se comprometendo com a trégua e estabelecendo um ponto de partida para mais negociações, em especial sobre o destino do urânio altamente enriquecido em posse do Irã. O texto, entretanto, ainda precisaria da aprovação do presidente Donald Trump.

Trump

Trump tem dado declarações contraditórias nos últimos dias, ora insinuando que um acordo está próximo, ora dizendo que a guerra, que já dura 3 meses, vai continuar por "mais um tempo", quando iniciou o conflito contra o Irã ao lado de Israel, Trump prometeu que ele duraria, no máximo, 6 semanas. Ao mesmo tempo, o presidente está sob pressão de aliados no Partido Republicano que são contrários a qualquer acordo de paz que não inclua, de forma decisiva, a retirada ou destruição do urânio enriquecido do Irã.



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Ofensivas

Ontem, 27/05, os EUA fizeram novos ataques ao Irã, tendo como alvo um local militar que, segundo autoridades, representava uma ameaça às forças americanas e ao tráfego marítimo comercial no estreito de Hormuz. Horas depois, a Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter atacado uma base aérea dos EUA, que teria sido de onde partiu a ofensiva contra seu território. O Kuwait afirmou durante a madrugada ter respondido a ataques com mísseis e drones e posteriormente condenou as ações iranianas, classificando-as de uma "perigosa escalada". O Ministério das Relações Exteriores do país ainda exigiu que Irã interrompa os ataques e afirmou que mantém direitos de tomar medidas para preservar sua segurança. (Com a Folha de S.Paulo)




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Relatório de Marussa Boldrin sobre PLP dos Combustíveis reforça segurança energética e proteção aos biocombustíveis

28/05/2026

O parecer apresentado, nesta semana, pela deputada federal Marussa Boldrin ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026, conhecido como “PLP dos Combustíveis”, garante medidas voltadas à estabilidade do mercado, à proteção dos biocombustíveis e à segurança regulatória em meio aos impactos da crise internacional do petróleo.

Equilíbrio

Integrante da Frente Parlamentar de Recursos Naturais e Energia, a parlamentar apresentou substitutivo ao texto original com dispositivos considerados estratégicos para garantir equilíbrio entre mitigação dos preços dos combustíveis, responsabilidade fiscal e preservação da competitividade energética nacional.

O texto

Cria mecanismos extraordinários para permitir que a União utilize receitas adicionais geradas pelo aumento da arrecadação do setor de óleo e gás para compensar medidas emergenciais de redução tributária sobre combustíveis.

Ações temporárias

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O parecer apresentado, nesta semana, pela deputada federal Marussa Boldrin ao Projeto de Lei Complementar (PLP) 114/2026, conhecido como “PLP dos Combustíveis”, garante medidas voltadas à estabilidade do mercado, à proteção dos biocombustíveis e à segurança regulatória em meio aos impactos da crise internacional do petróleo.

Equilíbrio

Integrante da Frente Parlamentar de Recursos Naturais e Energia, a parlamentar apresentou substitutivo ao texto original com dispositivos considerados estratégicos para garantir equilíbrio entre mitigação dos preços dos combustíveis, responsabilidade fiscal e preservação da competitividade energética nacional.

O texto

Cria mecanismos extraordinários para permitir que a União utilize receitas adicionais geradas pelo aumento da arrecadação do setor de óleo e gás para compensar medidas emergenciais de redução tributária sobre combustíveis.

Ações temporárias

No parecer, Marussa Boldrin destaca que o choque internacional provocado pelo conflito no Oriente Médio elevou significativamente a arrecadação da União proveniente do setor de petróleo e gás, abrindo espaço para ações temporárias de alívio econômico sem comprometer o equilíbrio fiscal.

Redução paritária

Entre os principais avanços do relatório está a inclusão do salvaguarda que determina que “toda redução de tributação do combustível fóssil, ainda que indireta, deverá ser acompanhada de alteração na tributação do respectivo biocombustível, preservando-se, no mínimo, o diferencial competitivo verificado antes da guerra".

Segurança jurídica

Outro ponto de destaque do parecer é a criação de garantias para agentes econômicos do setor de combustíveis que aderirem às políticas de subvenção e ressarcimento previstas pelo governo federal. A proposta assegura prazo máximo de 30 dias para pagamento dos valores devidos, oferecendo maior previsibilidade e segurança jurídica ao setor.

A relatora

Também incorporou medidas voltadas ao setor de etanol, permitindo a utilização de créditos acumulados de PIS/Pasep e Cofins para compensação tributária, além de ajustes relacionados à futura aplicação da CBS no contexto da Reforma Tributária.

Soluções eficazes

Para a Frente Parlamentar de Recursos Naturais e Energia, a atuação de Marussa Boldrin no relatório reforça a importância de soluções que conciliem estabilidade econômica, proteção ao mercado de combustíveis, ao consumidor e segurança para investimentos no setor energético brasileiro.



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Alvo de Operações da PF - Cláudio Castro desiste de pré-candidatura ao Senado

28/05/2026

O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro, PL, comunicou ao presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, hoje, quinta-feira, 28/05, sua desistência de concorrer a uma cadeira no Senado. A retirada da pré-candidatura ocorre após ele ser alvo de duas operações da Polícia Federal num intervalo de 11 dias. Ele deve divulgar um comunicado em suas redes sociais sobre a decisão. Castro foi alvo de operação terça-feira, 26/05, que apura as transferências de R$ 3,7 bilhões do Rioprevidência, fundo de pensão dos servidores do Rio de Janeiro, para o Master e fundos ligados à instituição.



Castro e Vorcaro

As mensagens de Castro agradecendo a Daniel Vorcaro, do Banco Master, por jantares em restaurantes de luxo tornaram inviável qualquer reabilitação do ex-governador. Aliados avaliam que os diálogos poderiam ser associados aos áudios já divulgados de Flávio para o ex-banqueiro, agravando o desgaste sobre pré-candidatura do senador à...

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O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro, PL, comunicou ao presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, hoje, quinta-feira, 28/05, sua desistência de concorrer a uma cadeira no Senado. A retirada da pré-candidatura ocorre após ele ser alvo de duas operações da Polícia Federal num intervalo de 11 dias. Ele deve divulgar um comunicado em suas redes sociais sobre a decisão. Castro foi alvo de operação terça-feira, 26/05, que apura as transferências de R$ 3,7 bilhões do Rioprevidência, fundo de pensão dos servidores do Rio de Janeiro, para o Master e fundos ligados à instituição.



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Castro e Vorcaro

As mensagens de Castro agradecendo a Daniel Vorcaro, do Banco Master, por jantares em restaurantes de luxo tornaram inviável qualquer reabilitação do ex-governador. Aliados avaliam que os diálogos poderiam ser associados aos áudios já divulgados de Flávio para o ex-banqueiro, agravando o desgaste sobre pré-candidatura do senador à Presidência. Os diálogos sobre jantares com whisky, charutos e até carne folheada a ouro tornaram o cenário distinto do da semana passada, quando uma ala do PL defendia calma e evitava abandonar abruptamente o ex-governador após a operação sobre as relações com Ricardo Magro. Esse grupo apostava na proximidade de Castro com prefeitos do RJ e a alta na popularidade de Castro após a Operação Contenção, em que 117 pessoas foram mortas pela polícia no Complexo do Alemão em supostos confrontos, 5 policiais também morreram.

Aliados

O fim da pré-candidatura atende aos desejos de aliados do PL. O temor era que as suspeitas contra Castro contaminassem a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro e de seu palanque no estado, o deputado Douglas Ruas, presidente da Alerj.

Empecilhos jurídicos

O ex-governador tinha também empecilhos jurídicos para se candidatar, após o TSE condená-lo à inelegibilidade pelo uso de funcionários contratados em campanhas eleitorais.




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Acontece Domingo - 9ª Edição da 'Feira Maré Cultural' no Parque da Tamarineira

28/05/2026

O Parque da Tamarineira recebe no próximo domingo, 31/05, a 9ª edição da Feira Maré Cultural. O evento acontece das 9h às 19h e vai reunir artesãos, artistas, empreendedores da economia criativa e expositores gastronômicos de diversas cidades pernambucanas. Entre os participantes confirmados estão nomes ligados ao artesanato pernambucano, à arte popular e à produção manual regional, além de expositores da gastronomia artesanal, com opções de doces, comidas típicas e culinária regional. A Feira Maré Cultural integra as ações de valorização da cultura popular pernambucana e incentivo à economia criativa, contribuindo para a geração de renda de artesãos e pequenos empreendedores, além de ampliar as opções de lazer e turismo cultural na cidade.

Programação

A programação contará com representantes de municípios como Recife, Olinda, Tracunhaém, Buíque, Gravatá, Pesqueira, Carpina, Igarassu, Camaragibe, Tacaratu, Poção, Sertânia, Itamaracá, Serinhaém e Jab...

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O Parque da Tamarineira recebe no próximo domingo, 31/05, a 9ª edição da Feira Maré Cultural. O evento acontece das 9h às 19h e vai reunir artesãos, artistas, empreendedores da economia criativa e expositores gastronômicos de diversas cidades pernambucanas. Entre os participantes confirmados estão nomes ligados ao artesanato pernambucano, à arte popular e à produção manual regional, além de expositores da gastronomia artesanal, com opções de doces, comidas típicas e culinária regional. A Feira Maré Cultural integra as ações de valorização da cultura popular pernambucana e incentivo à economia criativa, contribuindo para a geração de renda de artesãos e pequenos empreendedores, além de ampliar as opções de lazer e turismo cultural na cidade.

Programação

A programação contará com representantes de municípios como Recife, Olinda, Tracunhaém, Buíque, Gravatá, Pesqueira, Carpina, Igarassu, Camaragibe, Tacaratu, Poção, Sertânia, Itamaracá, Serinhaém e Jaboatão dos Guararapes, fortalecendo o intercâmbio cultural e a valorização da produção artesanal e artística do estado. A feira também contará com apresentações culturais ao longo do dia, incluindo shows de DJ Moving Sax, Flávia Reis e Banda Feiticeiros. O evento terá ainda polo infantil com atividades da Cia Brincantes de Circo. Além da programação cultural e gastronômica, o evento contará com ações institucionais e serviços gratuitos para o público. O COMPAZ participará com atividades de arte-educação, ações da Bebeteca e o serviço “Pegue e Leve” da Biblioteca pela Paz. Já a UNINASSAU promoverá o projeto Bike sem Barreiras.



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Pavilhão Maré Cultural

Para receber os expositores e visitantes, será montado o Pavilhão Maré Cultural, com estrutura de 300 metros quadrados destinada à circulação do público, instalação dos estandes e realização das atividades da feira. (Com PCR)




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Entre a Oração e a Fumaça; por Jorge Henrique de Freitas Pinho*

28/05/2026

A normalização silenciosa das drogas e a anestesia espiritual de uma civilização

“Há vícios que escravizam o corpo. Outros escravizam a própria consciência moral da sociedade diante do vício.”

Uma de minhas lembranças mais antigas acontece por volta das dez da noite. Minha mãe me acordava para caminhar duas quadras até um pequeno bar que fechava às onze. Precisava de cigarros.

Hoje percebo que aquela cena dizia muito não apenas sobre minha infância, mas sobre um mundo que lentamente deixou de existir.

Manaus ainda era profundamente segura. Crianças circulavam pelos bairros com naturalidade. O medo ainda não havia reorganizado inteiramente a vida urbana. As ruas silenciosas da noite não carregavam a sensação permanente de ameaça que hoje atravessa tantas cidades brasileiras.

Minha preocupação, porém, estava longe de qualquer reflexão moral sobre o cigarro. Eu era apenas um menino com sono tentando escapar da obri...

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A normalização silenciosa das drogas e a anestesia espiritual de uma civilização

“Há vícios que escravizam o corpo. Outros escravizam a própria consciência moral da sociedade diante do vício.”

Uma de minhas lembranças mais antigas acontece por volta das dez da noite. Minha mãe me acordava para caminhar duas quadras até um pequeno bar que fechava às onze. Precisava de cigarros.

Hoje percebo que aquela cena dizia muito não apenas sobre minha infância, mas sobre um mundo que lentamente deixou de existir.

Manaus ainda era profundamente segura. Crianças circulavam pelos bairros com naturalidade. O medo ainda não havia reorganizado inteiramente a vida urbana. As ruas silenciosas da noite não carregavam a sensação permanente de ameaça que hoje atravessa tantas cidades brasileiras.

Minha preocupação, porém, estava longe de qualquer reflexão moral sobre o cigarro. Eu era apenas um menino com sono tentando escapar da obrigação de sair da cama.

Perguntava então à minha mãe se ela não tinha medo de que algo me acontecesse na rua escura. Ela me conhecia profundamente. Sabia que havia mais preguiça do que temor verdadeiro naquela pergunta.

Mesmo assim, respondia serenamente:

“Estarei rezando por você.”

Hoje percebo a profundidade silenciosa daquela resposta.

Minha mãe fumava muito. Quatro carteiras por dia. Mas existe algo importante que precisa ser compreendido para que essa memória não seja reduzida a caricatura moral simplista.

Ela jamais romantizou o cigarro. Não fumava em ambientes fechados. Evitava que a fumaça atingisse outras pessoas. Quando fumava em áreas abertas, posicionava-se de modo que o vento carregasse a fumaça para longe dela própria e dos demais. Mantinha extremo cuidado pessoal e plena consciência dos riscos do hábito que carregava havia décadas.

Dizia com serenidade que provavelmente partiria cedo por causa do cigarro.

E partiu relativamente cedo, aos setenta e seis anos, vítima de um aneurisma de aorta abdominal.

Existe algo profundamente revelador nisso.

Mesmo aprisionada por um hábito destrutivo, minha mãe ainda pertencia a uma geração que preservava consciência moral sobre o próprio vício. O cigarro não era tratado como conquista existencial, símbolo sofisticado de liberdade ou identidade estética. Era visto como fragilidade humana.

Essa distinção começa lentamente a se dissolver diante de nossos olhos.

Quando eu era adolescente, o Brasil viveu uma das maiores campanhas de transformação cultural de sua história recente. As escolas exibiam documentários mostrando pulmões destruídos pelo tabagismo. Vídeos educativos explicavam os efeitos do álcool sobre os neurônios.

O cigarro deixou gradualmente de ser associado ao charme cinematográfico para começar a carregar imagens de doença, dependência, limitação física e envelhecimento precoce.

Milhões de pessoas abandonaram o cigarro. Muitos sequer começaram a fumar.

A transformação não ocorreu apenas por leis ou campanhas sanitárias. Praticamente toda a estrutura cultural do país entrou naquele movimento. Escolas, campanhas governamentais, jornais, revistas, programas de auditório e grandes emissoras de televisão passaram lentamente a desmontar o glamour simbólico do tabagismo.

A própria televisão brasileira — inclusive novelas, séries e programas populares — começou gradualmente a reduzir a estetização do cigarro e a associá-lo cada vez mais à dependência e à limitação humana.

Foi uma mudança profunda do imaginário coletivo.

Durante os anos 80 e 90, Estado, medicina, escolas, imprensa, televisão e indústria cultural atuaram quase simultaneamente na desconstrução simbólica do cigarro. O Brasil viveu uma rara convergência pedagógica civilizacional.

E aquilo demonstrou algo profundo sobre o funcionamento das sociedades modernas: meios de comunicação de massa, campanhas públicas e narrativas culturais possuem enorme capacidade de reorganizar comportamento humano quando operam de forma coordenada.

Essa força pode servir tanto à degradação quanto à proteção civilizacional.

No caso do tabagismo, serviu majoritariamente à redução de um hábito destrutivo que durante décadas havia sido associado ao charme, à sofisticação e à liberdade.

E aquilo funcionou porque atingiu algo mais forte que a simples obediência jurídica: atingiu a percepção emocional da sociedade.

O fenômeno contemporâneo do vape revela precisamente a força desse mecanismo simbólico.

Em muitos aspectos, ele representa o retorno da antiga dependência química sob nova embalagem estética: tecnológica, jovem, limpa, colorida e aparentemente inofensiva.

Boa parte do imaginário negativo construído durante décadas contra a nicotina foi neutralizada pela reestetização digital do consumo através das redes sociais, dos influenciadores e da cultura algorítmica contemporânea.

As civilizações raramente repetem seus vícios sob a mesma aparência. Frequentemente os reinventam simbolicamente para que voltem a parecer aceitáveis às novas gerações.

Isso revela uma urgência pedagógica importante. Assim como ocorreu no passado com o cigarro tradicional, as sociedades contemporâneas precisarão reconstruir campanhas culturais massivas de conscientização adaptadas à linguagem das redes sociais, do streaming e da comunicação digital.

Hoje, porém, aquela antiga sincronicidade praticamente desapareceu.

Enquanto o cigarro tradicional permanece limitado por embalagens impactantes, restrições publicitárias e forte estigma cultural, abriu-se espaço para novas formas de dependência apresentadas sob aparência tecnológica, limpa, jovem e emocionalmente inofensiva.

O vape e os pods são os exemplos mais evidentes desse deslocamento simbólico.

Paralelamente, drogas que vão da maconha às substâncias sintéticas continuam ampliando mercados bilionários controlados por organizações criminosas transnacionais, alimentando violência, dependência, fragmentação familiar e corrosão social em larga escala.

E justamente num momento em que os riscos se tornam mais sofisticados, o Ocidente parece progressivamente menos disposto a organizar grandes campanhas culturais de conscientização voltadas às novas gerações.

Campanhas dessa natureza não deveriam nascer do ódio nem da humilhação moral, mas da combinação entre informação séria, responsabilidade afetiva e coragem civilizacional de advertir.

O ser humano não aprende apenas por leis. Aprende por imagens, emoções repetidas e narrativas culturais permanentes.

Por isso a banalização estética das drogas merece reflexão muito mais séria do que normalmente recebe.

Hoje, em inúmeras séries e conteúdos digitais, a maconha aparece associada à leveza, criatividade, relaxamento e convivência afetiva. Raramente aparecem a erosão da disciplina interior, a dependência psicológica, a anestesia da vontade e o enfraquecimento gradual da capacidade de suportar frustração, silêncio e vazio interior sem recorrer continuamente à fuga química.

Não se trata de defender moralismo histérico nem repressão irracional. A questão é mais profunda.

Toda civilização revela seus valores pelo que escolhe normalizar emocionalmente.

Estamos atravessando um deslocamento simbólico perigoso: deixamos de combater culturalmente certas formas de autodestruição para começar a administrá-las como parte natural da vida contemporânea.

Isso aparece inclusive em determinadas políticas de redução de danos. Existe lógica sanitária legítima em reduzir overdoses e contaminações. O problema surge quando o cuidado técnico abandona qualquer horizonte moral ou civilizacional e passa apenas à pedagogia operacional do uso seguro.

A mensagem deixa então de ser:

“o ideal humano continua sendo não usar”

e começa lentamente a soar como:

“já que você vai usar, aqui está a forma correta.”

A diferença parece pequena. No plano simbólico, é imensa.

Porque culturas são moldadas pelas mensagens repetidas diariamente até se tornarem emocionalmente invisíveis.

O problema mais profundo raramente está apenas na substância em si.

Frequentemente está no vazio contemporâneo que transforma a substância em refúgio.

Existe uma distinção importante que sociedades contemporâneas frequentemente perderam capacidade de formular com clareza.

Ao longo da história humana, inúmeras substâncias capazes de alterar estados de consciência foram utilizadas dentro de estruturas rigorosamente delimitadas: medicina, espiritualidade, contemplação, ritual e práticas tradicionais de cura.

Nesses contextos, existiam finalidade, limite, responsabilidade, acompanhamento e consciência dos riscos envolvidos.

O problema contemporâneo começa precisamente quando aquilo que antes exigia discernimento passa a ser absorvido pela lógica do entretenimento contínuo, da hiperestimulação e do consumo emocional de massa.

Existe diferença profunda entre prescrição e propaganda. Entre cuidado e estímulo. Entre ritual e compulsão.

Viktor Frankl percebeu isso com enorme lucidez. Quando o ser humano perde sentido, transcendência e propósito, tende a buscar compensações imediatas: prazer, hiperestimulação, dopamina e anestesia emocional.

A droga deixa então de ser mera recreação ocasional. Passa a funcionar como tentativa química de preenchimento existencial.

Uma das tragédias silenciosas do nosso tempo está exatamente aí: uma civilização inteira começa a perder a capacidade de distinguir liberdade de dissolução.

Aristóteles já compreendia que liberdade verdadeira não significa ausência absoluta de limites, mas capacidade de governar a si mesmo sem tornar-se escravo dos próprios impulsos.

Hoje, porém, parte significativa da cultura passou a tratar qualquer contenção como opressão automática e qualquer impulso como expressão legítima da autenticidade pessoal.

Mas civilizações não sobrevivem por muito tempo quando perdem completamente a capacidade de formular distinções morais.

Meus pais jamais educaram através do terror moral. Existia algo mais profundo na maneira como conduziam certas experiências humanas: presença, consequência, amor e responsabilidade.

Lembro-me claramente do primeiro porre que tomei aos treze anos. Passei mal. Vomitei. Meus pais praticamente não me repreenderam. Compreenderam silenciosamente que a própria realidade havia ensinado aquilo que nenhum sermão conseguiria transmitir com a mesma força.

E funcionou.

Anos depois, já pai, vivi experiência semelhante quando meu filho experimentou maconha pela primeira e única vez e enfrentou o famoso “teto preto”, seguido de sucessivos desmaios.

Também ali houve aprendizado.

Hoje percebo algo ainda maior atravessando essas memórias: existe uma ponte invisível ligando meus pais aos meus filhos. Uma ponte construída não sobre perfeições inexistentes, mas sobre amor verdadeiro entre gerações. Amor que orienta sem esmagar. Que protege sem infantilizar. Que adverte sem destruir.

Essa ponte silenciosa é precisamente uma das coisas que muitas sociedades contemporâneas começam a perder.

Parte significativa da cultura atual passou a confundir acolhimento com banalização, compaixão com permissividade e compreensão humana com normalização da autodestruição.

O problema contemporâneo não está apenas no aumento das formas de anestesia emocional. Está na incapacidade crescente de reconhecer determinadas formas de autodestruição como autodestruição.

A sociedade moderna tornou-se extremamente sofisticada para administrar riscos materiais imediatos, mas progressivamente menos capaz de perceber processos lentos de erosão psicológica, moral e espiritual.

O ser humano aprendeu a identificar rapidamente aquilo que ameaça o corpo, mas tornou-se menos capaz de reconhecer aquilo que corrói lentamente a vontade, o sentido, a disciplina interior e a capacidade de suportar dor, silêncio e frustração sem recorrer continuamente à anestesia.

Porque o problema nunca foi apenas químico.

Grande parte das tragédias humanas não começa em explosões repentinas, mas em pequenas anestesias emocionais que lentamente se transformam em hábitos invisíveis.

Por isso considero importante falar dessas experiências sem caricaturas morais nem glamourização da autodestruição.

Civilizações maduras não são aquelas que negam as fragilidades humanas. São aquelas capazes de reconhecê-las com lucidez, responsabilidade e prudência.

A saída para esse problema não parece residir nem na histeria repressiva nem na permissividade travestida de compaixão.

Sociedades maduras precisam reaprender a unir liberdade e responsabilidade, acolhimento e prudência, amor e formação interior.

Precisamos recuperar uma pedagogia civilizacional do limite. Não o limite como humilhação, mas como forma superior de cuidado humano.

Pais, mães, professores e adultos responsáveis não podem abdicar da tarefa de formar consciências.

Amar não significa apenas validar. Significa também orientar, advertir, acompanhar e permanecer presente quando a vida apresenta suas primeiras vertigens.

A cultura, a escola, as redes sociais e as próprias instituições públicas também precisarão decidir se continuarão apenas administrando os efeitos da fragmentação contemporânea ou se voltarão a participar conscientemente da formação simbólica das novas gerações.

Porque toda sociedade educa, mesmo quando finge neutralidade.

E o vazio pedagógico jamais permanece vazio por muito tempo.

Hoje compreendo que aquela oração de minha mãe carregava dimensão muito maior do que eu podia perceber.

Ela tinha fragilidades, vícios e limitações reais. Mas ainda pertencia a uma geração que preservava alguma lucidez moral diante das próprias fraquezas.

Não transformava seus erros em bandeiras culturais nem suas limitações em filosofia pública.

E a verdadeira tragédia contemporânea começa exatamente quando a sociedade deixa de enxergar o abismo como abismo.

(*) O autor é advogado, Procurador do Estado aposentado, ex-Procurador-Geral do Estado do Amazonas e membro da Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas.



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