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O imposto da leniência e o tabuleiro dos mascates, por Zé da Flauta*

03/06/2026

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A história adora rir da nossa cara quando insistimos em terceirizar a culpa pelos nossos próprios tombos. Brasília hoje ferve num teatro de indignação hipócrita porque os Estados Unidos tascaram um tarifaço de 25% no nosso lombo, mas a verdade nua e crua é que o império da vez está apenas protegendo o seu quadrado. O governante chora soberania e a imprensa se descabela, mas esquecem de dizer que se o vizinho fecha a porta e aumenta o preço, a culpa é nossa. Deixamos a nossa casa virar um terreno baldio dominado pelo crime organizado e pelo terror nas ruas, e agora queremos achar ruim que o resto do mundo reaja à nossa bagunça.

Palanque estéril

Essa quizumba rima direto com a velha Guerra dos Mascates, quando a elite de Olinda faliu por pura incompetência e soberba, assistindo de braços cruzados o eixo do dinheiro descer para os comerciantes de Recife. O conflito real nunca foi sobre o vilão externo, mas sobre quem perdeu a capacidade de governar o p...

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A história adora rir da nossa cara quando insistimos em terceirizar a culpa pelos nossos próprios tombos. Brasília hoje ferve num teatro de indignação hipócrita porque os Estados Unidos tascaram um tarifaço de 25% no nosso lombo, mas a verdade nua e crua é que o império da vez está apenas protegendo o seu quadrado. O governante chora soberania e a imprensa se descabela, mas esquecem de dizer que se o vizinho fecha a porta e aumenta o preço, a culpa é nossa. Deixamos a nossa casa virar um terreno baldio dominado pelo crime organizado e pelo terror nas ruas, e agora queremos achar ruim que o resto do mundo reaja à nossa bagunça.

Palanque estéril

Essa quizumba rima direto com a velha Guerra dos Mascates, quando a elite de Olinda faliu por pura incompetência e soberba, assistindo de braços cruzados o eixo do dinheiro descer para os comerciantes de Recife. O conflito real nunca foi sobre o vilão externo, mas sobre quem perdeu a capacidade de governar o próprio chão. A política de agora só modernizou o cenário: em vez de reagir ao crime e arrumar a economia, nossos governantes preferem o palanque estéril. A história mostra que ninguém respeita quem não impõe a ordem dentro de casa; se nos tornamos um risco para os outros, o tarifaço é só a conta que chega.

Vexame

Atrás das notas oficiais de repúdio, o que se esconde é o vexame de uma liderança e de uma mídia que abandonaram seus papéis fundamentais de proteger o cidadão e cobrar o cumprimento das leis. Ver os representantes do povo choramingando pelos cantos porque o Trump resolveu blindar o mercado dele dá um nó na garganta de quem trabalha e sofre com o medo diário nas ruas brasileiras. O cidadão comum descobre, da pior forma, que virou refém de um Estado que não garante o básico, a segurança e a ordem, mas que é primeiríssimo lugar na hora de reclamar quando a fatura da negligência bate à porta.

Isolamento

Não se constrói uma nação forte vivendo de pires na mão ou fingindo que o caos na segurança pública é um detalhe de rodapé. Enquanto o debate nacional preferir a maquiagem ideológica à coragem de extirpar o crime organizado, continuaremos à mercê de sermos isolados pelas grandes potências econômicas. A força de um povo e a sua verdadeira soberania começam na limpeza do próprio quintal e no brio de manter as ruas seguras. Quem se recusa a botar ordem na própria casa acaba fatalmente punido pelo bolso e pela indiferença alheia.

Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista
NR - Os textos assinados expressam a opiniões dos seus autores. Pessoas ou instituições
Intuições citadas tem espaço garantido para suas versões.

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Leia outras informações

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O Mais Completo de Todos - Crônica - Por Romero Falcão*

03/06/2026

Li que "Caetano Veloso realizou apresentações em Portugal na turnê de encerramento de sua carreira internacional. Passou pela Super Bock Arena, no Porto, e abriu o Coala Festival, em Cascais, onde foi ovacionado ao som de grandes clássicos".

Os portugueses correram para garantir o ingresso, haja vista a forte possibilidade do baiano pisar pela última vez nos palcos de Camões.

Conheço bem essa sensação. Me culpo até hoje por não ter ido à última turnê de Milton Nascimento. Logo Milton, um raro diamante musical, que faz a Terra tremer e chorar diante da poderosa voz.

Nossos heróis da MPB não morreram de overdose: envelheceram. Chegaram à casa dos oitenta, Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Paulinho da Viola, Ney Matogrosso e Djavan — este com 77 anos. Queiram ou não queiram os juízes, onde quer que se apresentem, do Teatro do Parque ao Carnegie Hall, lotam as cadeiras e inundam a plateia de emoção, palmas e gritos de “Bravooooo!...

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Li que "Caetano Veloso realizou apresentações em Portugal na turnê de encerramento de sua carreira internacional. Passou pela Super Bock Arena, no Porto, e abriu o Coala Festival, em Cascais, onde foi ovacionado ao som de grandes clássicos".

Os portugueses correram para garantir o ingresso, haja vista a forte possibilidade do baiano pisar pela última vez nos palcos de Camões.

Conheço bem essa sensação. Me culpo até hoje por não ter ido à última turnê de Milton Nascimento. Logo Milton, um raro diamante musical, que faz a Terra tremer e chorar diante da poderosa voz.

Nossos heróis da MPB não morreram de overdose: envelheceram. Chegaram à casa dos oitenta, Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Paulinho da Viola, Ney Matogrosso e Djavan — este com 77 anos. Queiram ou não queiram os juízes, onde quer que se apresentem, do Teatro do Parque ao Carnegie Hall, lotam as cadeiras e inundam a plateia de emoção, palmas e gritos de “Bravooooo!”.



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Fui à despedida de Gilberto Gil — Tempo Rei —, para mim o mais completo de todos. A deusa música lhe deu tudo: um belíssimo bordado de inteligência e espiritualidade, compositor genial, instrumentista refinado e dono de uma voz que passeava onde queria nos tempos de Realce e Se Eu Quiser Falar com Deus.

Saí emocionado do Classic Hall. Tomado por um estado de euforia que só a arte mais profunda é capaz de produzir. Ao mesmo tempo, pensativo — feito os fãs portugueses de Caetano: foi o último? Nunca mais? Um banzo se instala no peito. Orfandade absurda.

A despedida tem o adeus da música.

Saio desse palco, minha alma cheira a talco, como o som de uma geração de ouro. Me diga, leitor: quem fará uma letra na altura de "Construção" e "Super-Homem" (A Canção) nesta era em que a fórmula do sucesso milionário é o entretenimento medíocre, sem espaço nem tempo para introspecção, reflexão e silêncio.

"Quem dera pudesse todo homem compreender, oh, mãe, quem dera"- Super-homem(a canção) Gilberto Gil.



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Na terra de Fernando Pessoa, Caetano disse:

"Talvez seja a última vez que eu viajo do Brasil até aqui e é central na história da minha vida"

Talvez nunca mais vejamos uma safra de artistas dessa grandeza.


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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“Áfricas: Arte, Ancestralidade e Decolonização” propõe reflexão sobre memória e heranças africanas no MEPE

03/06/2026

O Museu do Estado de Pernambuco prepara uma das mais importantes exposições voltadas à valorização das culturas africanas e afro-brasileiras no cenário cultural pernambucano. Com o título “ÁFRICAS: Arte, Ancestralidade e Decolonização”, a mostra propõe um mergulho histórico, artístico e educativo nas contribuições dos povos africanos para a formação cultural, religiosa, estética e social do Brasil e do mundo. O evento de abertura acontece no sábado 06 de junho próximo às 15 horas.



A exposição

A exposição foi construída sob uma perspectiva decolonial, buscando ampliar o debate sobre memória, ancestralidade, resistência e reparação histórica. O projeto também pretende provocar reflexões sobre os impactos da colonização e da escravidão, ao mesmo tempo em que evidencia a potência das matrizes africanas presentes na identidade brasileira contemporânea.



Falou o diretor do MEPE

Diz o dire...

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O Museu do Estado de Pernambuco prepara uma das mais importantes exposições voltadas à valorização das culturas africanas e afro-brasileiras no cenário cultural pernambucano. Com o título “ÁFRICAS: Arte, Ancestralidade e Decolonização”, a mostra propõe um mergulho histórico, artístico e educativo nas contribuições dos povos africanos para a formação cultural, religiosa, estética e social do Brasil e do mundo. O evento de abertura acontece no sábado 06 de junho próximo às 15 horas.



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A exposição

A exposição foi construída sob uma perspectiva decolonial, buscando ampliar o debate sobre memória, ancestralidade, resistência e reparação histórica. O projeto também pretende provocar reflexões sobre os impactos da colonização e da escravidão, ao mesmo tempo em que evidencia a potência das matrizes africanas presentes na identidade brasileira contemporânea.



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Falou o diretor do MEPE

Diz o diretor do Museu do Estado, Rinaldo Carvalho que dos grandes destaques da mostra será a coleção de máscaras e esculturas africanas doadas ao museu pela família do colecionador Ernesto Margolis. O acervo reúne 114 peças de grande relevância histórica, antropológica e artística, que passarão a integrar o diálogo expositivo como símbolos de espiritualidade, ancestralidade e expressão estética africana.



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Organização em núcleos

A exposição foi organizada em núcleos temáticos que abordarão desde a África como berço das civilizações passando pelas rotas da escravização, religiões de matrizes africanas, arte ritualística até a influência africana sobre os movimentos modernistas europeus e brasileiros. O percurso conta com espaço para a produção contemporânea de artistas negros e obras ligadas às discussões sobre identidade, corpo, pertencimento e resistência.

Além da experiência expositiva, o projeto tem ampla programação educativa, incluindo visitas mediadas, rodas de diálogo, formação para professores e atividades pós-visitação voltadas para o público em geral.



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A curadoria

A curadoria é coletiva e multidisciplinar, reunindo historiadores, antropólogos, museólogos, representantes culturais e lideranças ligadas às matrizes africanas. Entre os participantes estão o Consulado Honorário da Costa do Marfim, a historiadora doutora Aline de Biase, da UFPE, o antropólogo e coordenador do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Etnicidade - NEPE (UFPE), Renato Athias, Francisco Neto (Chico Bantu), produtor cultural e pesquisador das culturas Bantu e as equipes da Reserva Técnica, do Educativo e de Comunicação do museu.



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“Áfricas: Arte, Memória e Decolonização”

Com “Áfricas: Arte, Memória e Decolonização”, o Museu do Estado de Pernambuco reafirma seu compromisso com práticas museológicas inclusivas, educativas e voltadas à valorização da diversidade cultural, ampliando o acesso do público ao patrimônio africano preservado pela instituição e fortalecendo o debate sobre as heranças africanas na formação da sociedade brasileira.



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Serviço

Museu do Estado de Pernambuco: Av. Rui Barbosa, 960 - Graças

Exposição:"Áfricas: Arte, Ancestralidade e Decolonização"

Quando: 06/06 - Sábado

Durante a semana o museu abre: de 3a a 6a feira de 9h às 17h.

Sábados e domingos:  de 14 às 17h.

Entrada gratuita



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O STF torna ilegal emenda imoral de Hugo Motta para beneficiar família Vorcaro

03/06/2026

Lá atrás, o treloso presidente da Câmara dos Deputados, o paraíbano Hugo Motta, aprovou uma emenda na Câmara com endereço certo: beneficiar o grupo do Banco Mater e a família de Daniel Vorcaro. A emenda tornava obrigatória a destinação de um percentual de todas as empresas de seguros para créditos em carbono. Daria uma fortuna por ano. Acontece que o pai (que está preso) e a filha de Vorcaro são titulares de grandes áreas que operam crédito de carbono. Por isso, a geringonça ficou conhecida como " Emenda Master". Mas a farra acabou.

A notícia

O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou por unanimidade um dispositivo que obrigava seguradoras, resseguradoras, entidades de previdência complementar aberta e sociedades de capitalização a investir parte de seus recursos em créditos de carbono. A decisão foi tomada no julgamento de uma ação apresentada pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNseg) e representa um revés para uma das medidas mais c...

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Lá atrás, o treloso presidente da Câmara dos Deputados, o paraíbano Hugo Motta, aprovou uma emenda na Câmara com endereço certo: beneficiar o grupo do Banco Mater e a família de Daniel Vorcaro. A emenda tornava obrigatória a destinação de um percentual de todas as empresas de seguros para créditos em carbono. Daria uma fortuna por ano. Acontece que o pai (que está preso) e a filha de Vorcaro são titulares de grandes áreas que operam crédito de carbono. Por isso, a geringonça ficou conhecida como " Emenda Master". Mas a farra acabou.

A notícia

O Supremo Tribunal Federal (STF) anulou por unanimidade um dispositivo que obrigava seguradoras, resseguradoras, entidades de previdência complementar aberta e sociedades de capitalização a investir parte de seus recursos em créditos de carbono. A decisão foi tomada no julgamento de uma ação apresentada pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros (CNseg) e representa um revés para uma das medidas mais controversas incluídas durante a tramitação do marco regulatório do mercado de carbono no Congresso.

A regra inventada por Hugo

Determinava que as instituições destinassem ao menos 0,5% de suas reservas técnicas e provisões à compra de créditos de carbono ou de cotas de fundos vinculados a esses ativos. O dispositivo havia sido incorporado ao texto por meio de uma emenda apresentada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB).

Família Vorcaro

Entre os negócios citados durante as discussões está a Alliance Participações, empresa que detém créditos de carbono gerados por uma propriedade rural na Amazônia. A companhia tem participação de Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, e de Natália Vorcaro.

Renan

A decisão é também uma vitória para o senador Renan Calheiros, que vinha denunciando, vigorosamente, a manobrei imoral de Hugo Motta.




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Em Paris, auxiliar de Trump sinaliza a chanceler disposição para dialogar com Brasil sobre tarifas

03/06/2026

Diálogo encaminhado para conter a “guerra tarifária e disputas comerciais”. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, se encontrou rapidamente hoje, quarta-feira (03/06) com o chefe do USTR (Escritório do Representante Comercial da Casa Branca), Jamieson Greer. Ele ouviu do americano que há disposição em "continuar dialogando" com o Brasil em torno da possível aplicação de tarifas pelos Estados Unidos.

O encontro

Segundo relatos, os dois se cruzaram em meio às reuniões ministeriais da OCDE (Organização para Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), em Paris, antes de um dos painéis.

Contato fluido

Conforme pessoas que presenciaram a cena, Greer se aproximou do chanceler e afirmou que há um "contato fluido" com o Brasil, bem como disposição de "continuar dialogando".

A conversa

Vieira, segundo esses relatos, teria dito que a disposição do Brasil é a mesma e que as rec...

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Diálogo encaminhado para conter a “guerra tarifária e disputas comerciais”. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, se encontrou rapidamente hoje, quarta-feira (03/06) com o chefe do USTR (Escritório do Representante Comercial da Casa Branca), Jamieson Greer. Ele ouviu do americano que há disposição em "continuar dialogando" com o Brasil em torno da possível aplicação de tarifas pelos Estados Unidos.

O encontro

Segundo relatos, os dois se cruzaram em meio às reuniões ministeriais da OCDE (Organização para Cooperação e o Desenvolvimento Econômico), em Paris, antes de um dos painéis.

Contato fluido

Conforme pessoas que presenciaram a cena, Greer se aproximou do chanceler e afirmou que há um "contato fluido" com o Brasil, bem como disposição de "continuar dialogando".

A conversa

Vieira, segundo esses relatos, teria dito que a disposição do Brasil é a mesma e que as recomendações do USTR para a aplicação de novas alíquotas sobre produtos brasileiros exige intensificar negociações.

O "esbarrão" em Paris ocorreu um dia após a divulgação do relatório do USTR que sugere a adoção de uma tarifa de 25% sobre o Brasil.

Relatório

Outro relatório, divulgado nesta madrugada, recomenda tarifas de 10% ou 12,5% sobre um grupo de 60 parceiros comerciais dos Estados Unidos por tolerância com "trabalhos forçados" -- o Brasil está na lista.

O Poder



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Arrascaeta tem lesão constatada e aguarda definição do Uruguai sobre possível corte

03/06/2026

O meia Arrasaceta passou por exames e teve uma lesão constatada na panturrilha direita. Ele agora aguarda uma definição do Uruguai sobre um possível corte na Copa do Mundo.

Sentiu dores

O jogador do Flamengo sentiu dores logo no início do treino de ontem, terça-feira (02/06) e deixou a atividade. Ele foi encaminhado para os exames durante a noite.

O grau da lesão

O grau da lesão é médio, o que significa um tempo de recuperação maior. O caso é similar ao de Neymar, que também se recupera de problema na panturrilha, mas não foi cortado pela CBF.

O Poder
Foto: Getty Images

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O meia Arrasaceta passou por exames e teve uma lesão constatada na panturrilha direita. Ele agora aguarda uma definição do Uruguai sobre um possível corte na Copa do Mundo.

Sentiu dores

O jogador do Flamengo sentiu dores logo no início do treino de ontem, terça-feira (02/06) e deixou a atividade. Ele foi encaminhado para os exames durante a noite.

O grau da lesão

O grau da lesão é médio, o que significa um tempo de recuperação maior. O caso é similar ao de Neymar, que também se recupera de problema na panturrilha, mas não foi cortado pela CBF.

O Poder
Foto: Getty Images




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Rodoviárias de João Pessoa e Campina Grande devem movimentar quase 30 mil passageiros no 'feriadão' de Corpus Christi

03/06/2026

Um momento intenso. Chegadas e partidas. E ônibus extras para atender a demanda. Os terminais rodoviários de João Pessoa e de Campina Grande devem receber, juntos, cerca de 30 mil passageiros neste "feriadão" de Corpus Christi entre hoje, quarta-feira (03/06) e o domingo (07/06), passando pelo dia de Corpus Christi amanhã, quinta-feira (04/06).

Os destinos

Os destinos mais procurados pelos viajantes que saem de João Pessoa por meio da rodoviária são Fortaleza (CE), Recife (PE), Campina Grande (PB), Esperança (PB), Patos (PB), Cajazeiras (PB), Sousa (PB) e Monteiro (PB).

João Pessoa

Em João Pessoa, cerca de 22 mil passageiros devem passar pelo terminal rodoviário, entre embarques e desembarques, durante o feriadão. As empresas que operam no terminal estão com nove partidas extras programadas para o período com o intuito de atender a demanda do período.

Campina Grande

Já em...

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Um momento intenso. Chegadas e partidas. E ônibus extras para atender a demanda. Os terminais rodoviários de João Pessoa e de Campina Grande devem receber, juntos, cerca de 30 mil passageiros neste "feriadão" de Corpus Christi entre hoje, quarta-feira (03/06) e o domingo (07/06), passando pelo dia de Corpus Christi amanhã, quinta-feira (04/06).

Os destinos

Os destinos mais procurados pelos viajantes que saem de João Pessoa por meio da rodoviária são Fortaleza (CE), Recife (PE), Campina Grande (PB), Esperança (PB), Patos (PB), Cajazeiras (PB), Sousa (PB) e Monteiro (PB).

João Pessoa

Em João Pessoa, cerca de 22 mil passageiros devem passar pelo terminal rodoviário, entre embarques e desembarques, durante o feriadão. As empresas que operam no terminal estão com nove partidas extras programadas para o período com o intuito de atender a demanda do período.

Campina Grande

Já em Campina Grande, o Terminal Rodoviário Argemiro Figueiredo, deve registrar um aumento significativo no fluxo de passageiros durante o feriado de Corpus Christi e a abertura do São João. Cerca de 6,7 mil passageiros devem passar pelo Terminal Rodoviário da cidade entre os dias 3 e 7 de junho. Na cidade, Corpus Christi é feriado.

Ônibus extras

Para atender ao aumento da demanda no período, as empresas de transporte que operam no terminal devem disponibilizar seis ônibus extras, reforçando a oferta de viagens para os destinos mais procurados pelos passageiros.

Outros destinos

Entre os principais destinos intermunicipais saindo da Rodoviária de Campina Grande estão João Pessoa, Esperança, Patos, Cajazeiras, Sousa e Conceição, todas na Para.ba Já entre os destinos interestaduais, as viagens para Fortaleza (CE) e Recife (PE) lideram a procura dos passageiros.

SL
O Poder



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Itamaraty diz que tarifas dos EUA são cumulativas e Brasil pode somar taxa de 37%

03/06/2026

As duas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos contra o Brasil terão efeito cumulativo, segundo o Palácio do Itamaraty. Ao todo, o Brasil pode ser sobretaxado em 37,5% caso o tarifaço não seja negociado.

O percentual

O porcentual leva em consideração o patamar esperado de 12,5% com base no documento do USTR (Representante Comercial dos Estados Unidos) divulgado na noite de ontem, terça-feira (02/06) e que inclui produtos do Brasil e outras 59 economias que teriam se omitido ao tomar medidas contra o comércio de mercadorias provenientes de trabalho forçado.

Outra taxação

Além da taxação que já tinha sido proposta na noite de segunda-feira (1º) pelo mesmo departamento, mas dessa vez mirando uma investigação comercial feita especificamente sobre o Brasil.

Próximos passos

O governo, segundo o Itamaraty, trabalha nos próximos passos das negociações e ainda vê brechas para negociaç...

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As duas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos contra o Brasil terão efeito cumulativo, segundo o Palácio do Itamaraty. Ao todo, o Brasil pode ser sobretaxado em 37,5% caso o tarifaço não seja negociado.

O percentual

O porcentual leva em consideração o patamar esperado de 12,5% com base no documento do USTR (Representante Comercial dos Estados Unidos) divulgado na noite de ontem, terça-feira (02/06) e que inclui produtos do Brasil e outras 59 economias que teriam se omitido ao tomar medidas contra o comércio de mercadorias provenientes de trabalho forçado.

Outra taxação

Além da taxação que já tinha sido proposta na noite de segunda-feira (1º) pelo mesmo departamento, mas dessa vez mirando uma investigação comercial feita especificamente sobre o Brasil.

Próximos passos

O governo, segundo o Itamaraty, trabalha nos próximos passos das negociações e ainda vê brechas para negociações. O Brasil já esperava ser incluído na lista divulgada pelos americanos na última noite.

Último tarifaço

Reservadamente, fontes da diplomacia veem este último tarifaço como um movimento do governo Donald Trump contra a China. A avaliação é de que se trata de uma maneira dos americanos punirem países que abrigam empresas e companhias chinesas.

Viés

O governo Lula vê viés político sobretudo na primeira taxação. A audiência sobre a ação proposta pelo USTR está marcada para 6 de julho deste ano, com prazo para aplicação da "medida corretiva" em 15 de julho.




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Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta quarta-feira

03/06/2026

Brasília, 03 de junho de 2026

“As big techs nunca foram apenas empresas de tecnologia. Elas se tornaram estruturas globais de influência econômica, política e cultural capazes de pressionar governos e moldar narrativas.”

Brasília amanheceu no modo soberania digital. O tarifaço dos Estados Unidos contra produtos brasileiros continua repercutindo, o Pix entrou no centro da disputa econômica internacional, o STF passou a ser citado em documentos ligados à nova crise comercial, Lula reorganiza sua articulação política e as redes sociais transformaram um debate econômico em uma disputa sobre patriotismo, tecnologia, liberdade de expressão e eleições de 2026.


Tarifaço dos EUA continua dominando o debate nacional

O impacto das medidas anunciadas pelos Estados Unidos segue entre os assuntos mais comentados do país. O tema deixou o campo técnico da economia e passou a ser tratado como uma questão de soberania nac...

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Brasília, 03 de junho de 2026

“As big techs nunca foram apenas empresas de tecnologia. Elas se tornaram estruturas globais de influência econômica, política e cultural capazes de pressionar governos e moldar narrativas.”

Brasília amanheceu no modo soberania digital. O tarifaço dos Estados Unidos contra produtos brasileiros continua repercutindo, o Pix entrou no centro da disputa econômica internacional, o STF passou a ser citado em documentos ligados à nova crise comercial, Lula reorganiza sua articulação política e as redes sociais transformaram um debate econômico em uma disputa sobre patriotismo, tecnologia, liberdade de expressão e eleições de 2026.


Tarifaço dos EUA continua dominando o debate nacional

O impacto das medidas anunciadas pelos Estados Unidos segue entre os assuntos mais comentados do país. O tema deixou o campo técnico da economia e passou a ser tratado como uma questão de soberania nacional. Nas redes sociais, milhões de brasileiros passaram a discutir os impactos para empregos, exportações e investimentos.

“Quando a economia encontra o patriotismo, o alcance digital costuma multiplicar.”

Ativaweb DataLab identifica explosão da narrativa “Traição ao Brasil”

Levantamento da Ativaweb DataLab mostra crescimento acelerado das menções associadas aos termos “Traição ao Brasil”, “Trump”, “Bolsonaro”, “soberania nacional” e “tarifas”. A análise aponta predominância de manifestações críticas aos envolvidos na crise diplomática e comercial.

O que chama atenção é que o debate deixou de ser apenas político e passou a mobilizar usuários comuns, ampliando o alcance orgânico da discussão.

“Os dados digitais são como nuvens. Mudam o tempo todo. O cenário que parece consolidado pela manhã pode ser completamente diferente ao final do dia.” — Alek Maracajá

Pix vira símbolo de soberania digital brasileira

A pressão internacional sobre o sistema de pagamentos brasileiro colocou o Pix no centro do debate público. O sistema, que revolucionou os pagamentos no país, passou a ser defendido por diferentes setores como uma conquista tecnológica nacional.

“Mexer no Pix é mexer em algo que já faz parte da rotina emocional do brasileiro.”

Lula reúne ministros para alinhar discurso e evitar ruídos

O presidente Lula realizou reuniões para alinhar o posicionamento do governo diante dos acontecimentos internacionais e das pautas econômicas que dominam o noticiário. O objetivo é evitar divergências internas e fortalecer a narrativa governista.

Escala 6x1 continua pressionando Congresso e Senado

A proposta que reduz a jornada de trabalho permanece entre os temas mais populares do ambiente digital. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, busca administrar a pressão popular enquanto tenta equilibrar interesses empresariais e trabalhistas.

“Poucas pautas conseguem unir algoritmo, trabalhador e pressão popular da forma que a escala 6x1 conseguiu.”

Congresso continua enfrentando desgaste digital

A Ativaweb DataLab segue monitorando um aumento constante de críticas ao Congresso Nacional. Câmara e Senado continuam registrando elevados índices de rejeição digital em temas relacionados a privilégios, articulação política e pautas econômicas.

“O desgaste institucional cresce quando a população percebe distância entre a pauta política e a pauta real do cidadão.”

STF permanece como protagonista do debate político

As decisões do Supremo continuam repercutindo intensamente nas redes sociais. Mesmo sem grandes julgamentos de impacto imediato, a Corte segue ocupando espaço central nas discussões políticas e jurídicas.

“No Brasil digital, o STF deixou de ser apenas um tribunal. Tornou-se também um ator permanente da disputa narrativa.”

Cláudio Castro segue enfrentando dificuldades judiciais

A manutenção de decisões contra o governador do Rio mantém o estado no radar político nacional e já movimenta possíveis articulações para 2026.

Economia cresce, mas produtividade continua sendo desafio

Economistas e integrantes do Banco Central voltaram a destacar que o crescimento econômico sustentável depende diretamente do aumento da produtividade brasileira.

“Crescer é importante. Crescer produzindo mais é o verdadeiro desafio.”

Receita Federal bate recorde de declarações

A Receita recebeu mais de 44 milhões de declarações do Imposto de Renda neste ano. O tema movimentou redes sociais e gerou milhares de comentários relacionados à malha fina.

Ativaweb DataLab prepara novo estudo dos presidenciáveis de 2026

A equipe da Ativaweb DataLab está finalizando uma nova análise nacional dos pré-candidatos à Presidência da República, incluindo crescimento de seguidores, engajamento, distribuição geográfica, faixa etária, sentimento digital e potencial de expansão eleitoral.

O estudo busca identificar onde cada liderança está crescendo, quais regiões apresentam maior competitividade e quais públicos serão decisivos para a eleição de 2026.

“A eleição de 2026 será disputada nas ruas, mas também nos dados.”


Trump mira o Pix e Brasília descobre que inovação também virou questão geopolítica

Um relatório ligado ao governo Trump classificou o Pix como um sistema que estaria criando desvantagens para empresas americanas de pagamentos digitais. Como consequência, os Estados Unidos anunciaram uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, alegando que o Brasil favorece seu sistema nacional de pagamentos em detrimento de plataformas privadas internacionais.

O episódio elevou o Pix de simples ferramenta financeira para símbolo de soberania tecnológica. O debate agora ultrapassa a economia e passa a envolver inovação, independência digital, regulação das plataformas e a influência das big techs sobre governos e mercados.

“Quando uma tecnologia brasileira começa a incomodar gigantes globais, ela deixa de ser apenas inovação e passa a ser uma questão estratégica.”

STF, Big Techs e Tarifaço: a guerra digital ganha capítulo internacional

O governo norte-americano citou decisões envolvendo o STF e plataformas digitais como parte da justificativa para o novo pacote de tarifas contra produtos brasileiros. O relatório menciona supostas restrições impostas às empresas de tecnologia e questiona medidas adotadas pelo Brasil no ambiente digital.

A notícia eleva o debate para outro patamar. O que antes parecia uma discussão interna sobre regulação das redes sociais passa a ser utilizado como argumento em uma disputa comercial internacional. Na prática, STF, big techs, comércio exterior e soberania digital passam a fazer parte da mesma narrativa.
“Quando STF, big techs e comércio exterior aparecem na mesma manchete, o impacto político deixa de ser nacional e passa a ser geopolítico.”




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Grande Recife e Zona da Mata têm alerta de chuva moderada a forte

03/06/2026

A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu, nesta terça-feira (2), um alerta de chuva moderada a forte no Grande Recife e nas Zonas da Mata Sul e Norte de Pernambuco. O aviso é válido até as 20h de hoje, quarta (03/06).

Nível de risco

O meteorologista Romilson Ferreira disse que o alerta se encontra no segundo nível de risco, com pancadas acima de 50 milímetros.

A chuva

Segundo o especialista, a chuva não deve ser distribuída da mesma forma por toda a Região Metropolitana. As pancadas já começaram no Oceano Atlântico.
"O sistema [meteorológico] que a gente tem é o DOL, Distúrbio de Ondas de Leste. A população de Pernambuco já conhece bastante e esse é um DOL que pode causar chuvas significativas", afirmou.

Defesa Civil

As Defesas Civiis dos municípios amanheceram em alerta.

Confira, abaixo, os telefones da Defesa Civil nas cidades do Grande Re...

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A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu, nesta terça-feira (2), um alerta de chuva moderada a forte no Grande Recife e nas Zonas da Mata Sul e Norte de Pernambuco. O aviso é válido até as 20h de hoje, quarta (03/06).

Nível de risco

O meteorologista Romilson Ferreira disse que o alerta se encontra no segundo nível de risco, com pancadas acima de 50 milímetros.

A chuva

Segundo o especialista, a chuva não deve ser distribuída da mesma forma por toda a Região Metropolitana. As pancadas já começaram no Oceano Atlântico.
"O sistema [meteorológico] que a gente tem é o DOL, Distúrbio de Ondas de Leste. A população de Pernambuco já conhece bastante e esse é um DOL que pode causar chuvas significativas", afirmou.

Defesa Civil

As Defesas Civiis dos municípios amanheceram em alerta.

Confira, abaixo, os telefones da Defesa Civil nas cidades do Grande Recife:
Recife: 0800.081.3400 (ligação gratuita, 24 horas);
Abreu e Lima: (81) 97347-2443;
Araçoiaba: (81) 3543.8983;
Cabo de Santo Agostinho: 0800.281.8531;
Camaragibe: (81) 2129.9564, (81) 99945.3015 e 153;
Igarassu: (81) 99460-9073;
Itamaracá: (81) 3181-2490 e 199;
Ipojuca: (81) 99231.8607 (telefone e WhatsApp);
Itapissuma: (81) 98844-5216;
Jaboatão dos Guararapes: (81) 3461.3443 e (81) 99195.6655;
Moreno: (81) 98299.0974 e (81) 98128.2018;
Olinda: (81) 99266.5307 e 0800.081.0060;
Paulista: (81) 99784-0270 e 3371-7992;
São Lourenço da Mata: (81) 98338.5407.


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Mais de um terço das placas de alerta de tubarão instaladas há um ano em Pernambuco foram depredadas

03/06/2026

Avisos desativados. Importantes na prevenção de incidentes com tubarão, as placas de alerta têm sido alvo de vandalismo em Pernambuco. Segundo o Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit), mais de um terço das 150 sinalizações instaladas nas praias do estado há pouco mais de um ano foram depredadas.

O problema

O problema voltou a chamar atenção depois que duas pessoas foram atacadas por animais em menos de 48 horas no Grande Recife (saiba mais abaixo). Ao todo, 55 foram vandalizadas, de acordo com a secretária executiva do Cemit, Danise Alves.

Orientação

Conforme a secretária executiva, a orientação é que as pessoas evitem entrar no mar quando a maré está cheia e a água, turva.

Bandeiras vermelhas

Além das placas que informam sobre possíveis incidentes com tubarão, há bandeiras vermelhas fixadas próximo à beira do mar que chamam atenção para o risco de...

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Avisos desativados. Importantes na prevenção de incidentes com tubarão, as placas de alerta têm sido alvo de vandalismo em Pernambuco. Segundo o Comitê Estadual de Monitoramento de Incidentes com Tubarões (Cemit), mais de um terço das 150 sinalizações instaladas nas praias do estado há pouco mais de um ano foram depredadas.

O problema

O problema voltou a chamar atenção depois que duas pessoas foram atacadas por animais em menos de 48 horas no Grande Recife (saiba mais abaixo). Ao todo, 55 foram vandalizadas, de acordo com a secretária executiva do Cemit, Danise Alves.

Orientação

Conforme a secretária executiva, a orientação é que as pessoas evitem entrar no mar quando a maré está cheia e a água, turva.

Bandeiras vermelhas

Além das placas que informam sobre possíveis incidentes com tubarão, há bandeiras vermelhas fixadas próximo à beira do mar que chamam atenção para o risco de outros acidentes, como afogamentos.


Boa Viagem e Piedade

Separadas apenas pela linha imaginária que divide os municípios do Recife e de Jaboatão dos Guararapes, na Região Metropolitana, as praias de Boa Viagem, na Zona Sul da capital, e de Piedade, na cidade vizinha, concentram mais da metade dos 84 casos de incidentes com tubarões registrados no litoral de Pernambuco desde 1992.

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