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Raquel estopora recursos com festas de aliados e nega um tostão para adversários, denuncia Vinícius Labanca

22/07/2026

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Raquel Teixeira Lyra não comanda o Estado mais rico do país porém é o que mais gasta com eventos. Um assunto que bem merecia uma CPI para rastrear o andamento dessas verbas milionárias. No entanto, dentro de sua lógica de para os amigos tudo, aos adversários a penúria, os fortíssimos recursos são dirigidos para os aliados ou os alvos de sua cobiça eleitoral. Os adversários, são tratados a pão e água. Dois pesos, duas medidas.

Pelo segundo ano, São Lourenço denuncia falta de apoio do Estado à Festa de Agosto

Durante a live de anúncio da programação da Festa de Agosto 2026, o prefeito de São Lourenço da Mata, Vinícius Labanca, voltou a criticar a falta de apoio do Governo de Pernambuco.

Segundo o prefeito, pelo segundo ano consecutivo, a Prefeitura encaminhou todos os pedidos dentro do prazo e com a documentação exigida às secretarias estaduais, mas não recebeu sequer uma resposta.

Labanca lamentou que a Festa de Agosto,...

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Raquel Teixeira Lyra não comanda o Estado mais rico do país porém é o que mais gasta com eventos. Um assunto que bem merecia uma CPI para rastrear o andamento dessas verbas milionárias. No entanto, dentro de sua lógica de para os amigos tudo, aos adversários a penúria, os fortíssimos recursos são dirigidos para os aliados ou os alvos de sua cobiça eleitoral. Os adversários, são tratados a pão e água. Dois pesos, duas medidas.

Pelo segundo ano, São Lourenço denuncia falta de apoio do Estado à Festa de Agosto

Durante a live de anúncio da programação da Festa de Agosto 2026, o prefeito de São Lourenço da Mata, Vinícius Labanca, voltou a criticar a falta de apoio do Governo de Pernambuco.

Segundo o prefeito, pelo segundo ano consecutivo, a Prefeitura encaminhou todos os pedidos dentro do prazo e com a documentação exigida às secretarias estaduais, mas não recebeu sequer uma resposta.

Labanca lamentou que a Festa de Agosto, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial de Pernambuco, não tenha recebido nenhum apoio financeiro ou cultural do Estado.

O prefeito também citou reportagem do Blog do Magno, segundo a qual o Governo de Pernambuco, comandado pela governadora Raquel Lyra, foi o que mais gastou com shows no Brasil. Diante disso, questionou por que São Lourenço da Mata não teve direito a receber sequer um real.

Para Labanca, a ausência de investimentos reforça a percepção de perseguição política em razão de seu apoio a João Campos. Ele afirmou ainda que o problema não ocorre apenas nos eventos, destacando que a cidade não possui grandes obras nem convênios relevantes com o Governo do Estado.

“Não é justo punir uma cidade inteira por causa de uma posição política. São Lourenço da Mata também faz parte de Pernambuco e merece respeito”, afirmou o prefeito.

Leia outras informações

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Hoje - TSE afirma que é falsa a declaração de Flávio Bolsonaro sobre Sistema Eleitoral Brasileiro

22/07/2026

O TSE rebateu hoje, quarta-feira, 22/07, informações que associam as urnas eletrônicas brasileiras à empresa venezuelana Smartmatic. Após declarações do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, PL, a diplomatas estrangeiros, a corte eleitoral decidiu divulgar novamente um comunicado publicado em 2022, no qual afirma que a companhia não fornece urnas nem softwares utilizados nas eleições do país. A medida foi autorizada pelo ministro Kassio Nunes Marques. Em vez de emitir uma manifestação específica sobre o episódio, o magistrado permitiu a republicação do esclarecimento divulgado há quatro anos, quando alegações semelhantes foram feitas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro durante uma reunião com embaixadores. O caso acabou servindo de base para a ação que resultou na condenação de Bolsonaro a inelegibilidade até 2030. Ao republicar o comunicado, o TSE reiterou que a informação sobre uma suposta participação da Smartmatic nas urnas brasileiras é falsa.

Declaração Fl...

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O TSE rebateu hoje, quarta-feira, 22/07, informações que associam as urnas eletrônicas brasileiras à empresa venezuelana Smartmatic. Após declarações do pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro, PL, a diplomatas estrangeiros, a corte eleitoral decidiu divulgar novamente um comunicado publicado em 2022, no qual afirma que a companhia não fornece urnas nem softwares utilizados nas eleições do país. A medida foi autorizada pelo ministro Kassio Nunes Marques. Em vez de emitir uma manifestação específica sobre o episódio, o magistrado permitiu a republicação do esclarecimento divulgado há quatro anos, quando alegações semelhantes foram feitas pelo ex-presidente Jair Bolsonaro durante uma reunião com embaixadores. O caso acabou servindo de base para a ação que resultou na condenação de Bolsonaro a inelegibilidade até 2030. Ao republicar o comunicado, o TSE reiterou que a informação sobre uma suposta participação da Smartmatic nas urnas brasileiras é falsa.

Declaração Flávio a diplomatas estrangeiros ontem, 21/07

Em encontro com representantes de outros países realizado na ontem, terça-feira, 21/07, Flávio citou um relatório divulgado pela Agência Central de Inteligência dos Estados Unidos, CIA, sobre suspeitas de fraude nas eleições venezuelanas de 2012. Ao comentar o assunto, o senador afirmou que equipamentos utilizados no Brasil teriam origem ligada à mesma empresa mencionada no documento. “Há poucos dias, por coincidência, há uma denúncia por parte do governo americano de suspeitas de fraudes em processo eleitoral eletrônico, em especial na Venezuela. […] Muitas dessas máquinas que são utilizadas nas eleições brasileiras são da mesma… Têm a mesma origem dessa empresa venezuelana”, declarou. Na sequência, o pré-candidato pediu maior participação internacional no acompanhamento do pleito de 2026. “O pedido que eu faço a todos aqui, não estou questionando o sistema de votação brasileiro, mas que todos os países possam mandar a maior quantidade de observadores possíveis para as nossas eleições”, enfatizou. A reunião contou representantes das embaixadas no Brasil dos Estados Unidos, China, Israel, Alemanha e Reino Unido estavam presentes, além de 35 outros países e enviados de dois blocos: a União Europeia e a Liga dos Estados Árabes.

Comunicado de Flávio hoje, 22/07

O pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro, PL, emitiu um comunicado hoje, quarta-feira, 22/07, em que afirma não ter questionado a integridade do sistema de votações no Brasil através das urnas eletrônicas. Nota: nota na íntegra: "Não é verdade que o pré-candidato Flávio Bolsonaro tenha questionado a integridade do sistema de votações no Brasil. Em sua fala, o pré-candidato se limitou a relatar dois fatos públicos e amplamente divulgados pela imprensa: 1) O fato originariamente gerador da inelegibilidade de seu pai, Jair Bolsonaro (uma notória reunião com embaixadores); 2) Um relatório recentemente divulgado pela CIA, a respeito de fraudes nas eleições Venezuelanas."




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Guerra Híbrida, Competição Estratégica e os Seis Vetores de Pressão sobre o Brasil - Por Amadeu Robalinho*

22/07/2026

As disputas entre grandes potências no século XXI dificilmente se desenvolvem por meio de invasões militares convencionais. A experiência internacional demonstra que Estados buscam, cada vez mais, ampliar sua influência por meio de instrumentos econômicos, tecnológicos, diplomáticos, cibernéticos, informacionais e de alianças estratégicas. Essa lógica, amplamente estudada na literatura de Defesa e Relações Internacionais, caracteriza a chamada guerra híbrida.

No caso de uma eventual deterioração das relações entre Brasil e Estados Unidos, o emprego desses instrumentos ocorreria, em tese, dentro de uma estratégia integrada de pressão, cujo objetivo seria influenciar decisões estratégicas sem recorrer ao emprego direto de forças terrestres.

O primeiro vetor seria a pressão econômica. Tarifas comerciais, restrições ao acesso a mercados, sanções direcionadas, limitações financeiras e barreiras ao fornecimento de bens estratégicos podem produzir efeitos relevan...

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As disputas entre grandes potências no século XXI dificilmente se desenvolvem por meio de invasões militares convencionais. A experiência internacional demonstra que Estados buscam, cada vez mais, ampliar sua influência por meio de instrumentos econômicos, tecnológicos, diplomáticos, cibernéticos, informacionais e de alianças estratégicas. Essa lógica, amplamente estudada na literatura de Defesa e Relações Internacionais, caracteriza a chamada guerra híbrida.

No caso de uma eventual deterioração das relações entre Brasil e Estados Unidos, o emprego desses instrumentos ocorreria, em tese, dentro de uma estratégia integrada de pressão, cujo objetivo seria influenciar decisões estratégicas sem recorrer ao emprego direto de forças terrestres.

O primeiro vetor seria a pressão econômica. Tarifas comerciais, restrições ao acesso a mercados, sanções direcionadas, limitações financeiras e barreiras ao fornecimento de bens estratégicos podem produzir efeitos relevantes sobre cadeias produtivas, investimentos e crescimento econômico. Na prática, a economia passa a ser utilizada como instrumento de poder nacional.

O segundo vetor seria o domínio cibernético. Infraestruturas críticas, como sistemas de energia, telecomunicações, transportes, portos, sistema financeiro e redes governamentais, tornam-se alvos potenciais de espionagem, sabotagem digital ou operações de coleta de inteligência. A proteção desses ativos deixou de ser exclusivamente um problema tecnológico para tornar-se questão central de Defesa Nacional.

O terceiro vetor corresponde ao ambiente informacional. Redes sociais, plataformas digitais, campanhas de influência e operações psicológicas podem moldar percepções públicas, ampliar polarizações e influenciar processos decisórios. O objetivo não seria apenas convencer, mas alterar o ambiente político e estratégico de forma favorável aos interesses de quem exerce a influência.

O quarto vetor consiste na pressão diplomática e jurídica internacional. Organismos multilaterais, acordos internacionais, mecanismos de cooperação, regimes de sanções e articulações entre aliados podem aumentar os custos políticos de determinadas decisões nacionais. O emprego do direito internacional, de mecanismos regulatórios e de medidas diplomáticas integra, atualmente, o repertório da competição estratégica entre Estados.

O quinto vetor envolve a competição tecnológica e industrial. O controle sobre semicondutores, inteligência artificial, sistemas espaciais, softwares críticos, tecnologias militares, minerais estratégicos e cadeias globais de suprimentos tornou-se elemento central da geopolítica contemporânea. Países dependentes de tecnologias externas possuem menor autonomia para formular políticas de longo prazo.

O sexto vetor corresponde à construção de alianças estratégicas e à projeção de influência regional. O fortalecimento da cooperação militar, de inteligência, de segurança e de defesa com países vizinhos amplia a capacidade de projeção de poder sem necessidade de emprego direto de tropas. Exercícios conjuntos, acordos de interoperabilidade, compartilhamento de inteligência e cooperação logística são instrumentos legítimos de política externa utilizados por diversas potências.

Sob a perspectiva jurídica, qualquer emprego da força contra o Brasil encontraria limitações impostas pela Carta das Nações Unidas, especialmente pelo princípio da proibição do uso da força previsto no artigo 2º, bem como pelos princípios constitucionais brasileiros da soberania, da independência nacional, da não intervenção e da solução pacífica das controvérsias, previstos nos artigos 1º e 4º da Constituição Federal.

A realidade estratégica demonstra, entretanto, que a competição entre potências ocorre predominantemente abaixo do limiar do conflito armado. O poder nacional passou a ser exercido de forma multidimensional, integrando instrumentos econômicos, tecnológicos, diplomáticos, informacionais, jurídicos e cibernéticos.

Nesse contexto, a principal resposta brasileira não reside na expectativa de uma guerra convencional, mas no fortalecimento permanente da Base Industrial de Defesa, da segurança cibernética, da inteligência estratégica, da proteção das infraestruturas críticas, da autonomia tecnológica, da indústria nacional e da capacidade diplomática do Estado.

A soberania contemporânea não depende apenas da proteção das fronteiras físicas. Ela se sustenta, sobretudo, na capacidade de um país preservar sua liberdade de decisão diante das múltiplas formas de competição geopolítica que caracterizam o século XXI.


*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho



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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




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TSE e Pesquisas Eleitorais - Kassio prepara novo modelo de registro de pesquisas

22/07/2026

O presidente do TSE, Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, prepara um novo modelo de registro para pesquisas eleitorais, em que os institutos terão de preencher um formulário para detalhar, entre outras informações, o perfil dos eleitores que pretendem entrevistar. Um dos itens em avaliação é a exigência de que as empresas informem previamente os bairros em que a pesquisa ocorrerá — uma iniciativa que, de acordo com especialistas, pode dar margem para interferências indevidas e manipulação de resultados. Nas discussões com sua equipe, o presidente do TSE tem dito que o formulário que será disponibilizado aos institutos é uma iniciativa simples de aperfeiçoamento e que não haverá nenhuma interferência do tribunal no mérito das pesquisas, exceto em casos de judicialização.

Regras para pesquisas eleitorais

A medida é mais um capítulo de uma investida de Kassio para determinar regras para pesquisas eleitorais, após uma decisão que...

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O presidente do TSE, Tribunal Superior Eleitoral, ministro Kassio Nunes Marques, prepara um novo modelo de registro para pesquisas eleitorais, em que os institutos terão de preencher um formulário para detalhar, entre outras informações, o perfil dos eleitores que pretendem entrevistar. Um dos itens em avaliação é a exigência de que as empresas informem previamente os bairros em que a pesquisa ocorrerá — uma iniciativa que, de acordo com especialistas, pode dar margem para interferências indevidas e manipulação de resultados. Nas discussões com sua equipe, o presidente do TSE tem dito que o formulário que será disponibilizado aos institutos é uma iniciativa simples de aperfeiçoamento e que não haverá nenhuma interferência do tribunal no mérito das pesquisas, exceto em casos de judicialização.

Regras para pesquisas eleitorais

A medida é mais um capítulo de uma investida de Kassio para determinar regras para pesquisas eleitorais, após uma decisão que censurou um levantamento da Atlas/Bloomberg e a proposta de um "selo de acurácia" para os institutos que publicarem pesquisas com resultados próximos ao apurado nas urnas. As duas iniciativas foram alvos de críticas de empresas e especialistas. A ideia do ministro é apresentar as principais informações de cada pesquisa em uma plataforma no site do TSE, com um "layout" que evidencie cada uma delas, facilitando a consulta pelos candidatos e pelo eleitorado. O ministro tem afirmado a pessoas próximas que os institutos precisam justificar, por exemplo, eventuais casos em que a amostra de eleitores será entrevistada em uma determinada área geográfica, e não em outra. Se a pesquisa for realizada apenas numa região específica de um estado, essa informação precisa ser tornada pública, ele argumenta. Outra indagação que pode ser feita no questionário é se o instituto tomou as devidas precauções para evitar que robôs participem de pesquisas feitas pela internet.



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Nunes Marques

O presidente do TSE tem sinalizado a interlocutores que considera o protocolo atual de registro de pesquisas genérico, pois, embora os institutos sejam obrigados a prestar uma série de dados sobre a metodologia da pesquisa e o perfil das amostras, não há uma sistematização dessas informações. Nessas conversas, Kassio avalia que o processo poderia ser mais transparente, para oferecer acesso a esses dados à população, aos partidos políticos e às campanhas que eventualmente desejem questionar na Justiça um determinado levantamento. Uma outra possibilidade é questionar o instituto sobre a intenção de mostrar aos entrevistados fotos, áudios ou vídeos relacionados a algum candidato — controvérsia que será discutida pelo plenário do TSE em agosto, quando for retomado o julgamento sobre o caso Atlas/Bloomberg. A pesquisa, que mostrou queda de 6 pontos percentuais nas intenções de voto para o senador Flávio Bolsonaro, PL, foi censurada por Kassio em junho. O ministro entendeu que houve "indução grave de percepção negativa" sobre o pré-candidato. O instituto mostrou aos entrevistados o áudio em que Flávio pede dinheiro ao empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar o filme "Dark Horse", que conta a história de seu pai, Jair Bolsonaro. (Com a Folha de S.Paulo)




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Caso Master - Polícia Federal planeja concluir inquérito sobre Banco Master nas próximas semanas

22/07/2026

A Polícia Federal pretende concluir nas próximas semanas o inquérito sobre as fraudes do Banco Master. A previsão é encerrar a investigação até o final de agosto, com a apresentação de indiciamentos. Na lista devem figurar os nomes de Daniel Vorcaro e Augusto Lima, que faziam parte da cúpula da instituição financeira, e de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, o Banco de Brasília. A força policial não descarta que, pela extensão da investigação, novos inquéritos sejam abertos posteriormente com base nas informações colhidas até agora.



Vorcaro e Costa

Daniel Vorcaro e Paulo Henrique Costa já sinalizaram disposição em fechar um acordo de delação premiada. Os indícios apresentados até agora, porém, foram considerados insuficientes. Com o indiciamento, caberá à PGR analisar as provas e decidir pelo pedido de ação criminal ou arquivamento. Um julgamento na Suprema Corte, porém, só deve ocorrer no ano que vem, devido ao calendário ap...

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A Polícia Federal pretende concluir nas próximas semanas o inquérito sobre as fraudes do Banco Master. A previsão é encerrar a investigação até o final de agosto, com a apresentação de indiciamentos. Na lista devem figurar os nomes de Daniel Vorcaro e Augusto Lima, que faziam parte da cúpula da instituição financeira, e de Paulo Henrique Costa, ex-presidente do BRB, o Banco de Brasília. A força policial não descarta que, pela extensão da investigação, novos inquéritos sejam abertos posteriormente com base nas informações colhidas até agora.



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Vorcaro e Costa

Daniel Vorcaro e Paulo Henrique Costa já sinalizaram disposição em fechar um acordo de delação premiada. Os indícios apresentados até agora, porém, foram considerados insuficientes. Com o indiciamento, caberá à PGR analisar as provas e decidir pelo pedido de ação criminal ou arquivamento. Um julgamento na Suprema Corte, porém, só deve ocorrer no ano que vem, devido ao calendário apertado deste ano.




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Eleições 2026 - PP e União decidem ficar de fora do palanque de Flávio Bolsonaro

22/07/2026

A federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, decidiu pela neutralidade na disputa presidencial, portanto, não embarcará na campanha do pré-candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro, PL. A definição saiu após uma reunião realizada na noite de ontem, 21/07, pelo presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira, com dirigentes da legenda. A decisão deve ser formalizada pela federação nos próximos dias. No encontro, integrantes do partido avaliaram que a maioria da federação defende neutralidade para preservar as escolhas individuais dos estados. Na prática, a orientação do PP e do União Brasil será para que cada estado tenha autonomia para definir seus palanques na eleição presidencial, ou seja: para decidir se vão apoiar Flávio, Lula ou qualquer outro candidato.



Flávio e Valdemar

A decisão representa um revés para a estratégia de Flávio Bolsonaro de consolidar o apoio de partidos do centrão antes do início das conve...

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A federação União Progressista, formada por PP e União Brasil, decidiu pela neutralidade na disputa presidencial, portanto, não embarcará na campanha do pré-candidato do PL, o senador Flávio Bolsonaro, PL. A definição saiu após uma reunião realizada na noite de ontem, 21/07, pelo presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira, com dirigentes da legenda. A decisão deve ser formalizada pela federação nos próximos dias. No encontro, integrantes do partido avaliaram que a maioria da federação defende neutralidade para preservar as escolhas individuais dos estados. Na prática, a orientação do PP e do União Brasil será para que cada estado tenha autonomia para definir seus palanques na eleição presidencial, ou seja: para decidir se vão apoiar Flávio, Lula ou qualquer outro candidato.



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Flávio e Valdemar

A decisão representa um revés para a estratégia de Flávio Bolsonaro de consolidar o apoio de partidos do centrão antes do início das convenções partidárias. O apoio dado pela federação em São Paulo não se refletiu em um acordo nacional. Apesar de Valdemar Costa Neto e do próprio Flávio Bolsonaro se movimentaram para convencer a direção da União Progressista a integrar sua coalizão. Para o PL, ainda há chances de negociação. Inclusive, por isso, o partido deixou a definição da vaga de vice para um segundo momento. O PL também negocia com o Republicanos, que sinaliza para uma posição imparcial na disputa. (Com a CNN)




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Da Série – Os Mistérios do Aquém: Maracutaia Atômica – Por Natanael Sarmento*

22/07/2026

O Programa Nuclear Brasileiro é fruto da megalomania do regime militar. Monumentos de desperdício e corrupção. Vendido como salto tecnológico e da soberania, tornou-se enorme buraco negro da Fazenda Pública. O setor elétrico suga bilhões para alimentar o rico ecossistema das empreiteiras, generais e políticos corruptos.

Sonho atômico

O “Acordo Nuclear Brasil-Alemanha” foi assinado no auge da ditadura, 1975. Sob o pretexto de busca da independência energética e desenvolvimento da tecnologia cobiçada da "bomba atômica" brasileira.

Jabá atômico

A ditadura militar pagou a preço de ouro para importar reatores de água leve (PWR), tecnologia cara, complexa, obsoleta, desnecessária à realidade geofísica brasileira.

No patroti abençoado por Deus

Da maior bacia hidrográfica do mundo, propícias às hidrelétricas de reservatório, dimensões continentais de mais 8,6 km² de incidência de raio...

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O Programa Nuclear Brasileiro é fruto da megalomania do regime militar. Monumentos de desperdício e corrupção. Vendido como salto tecnológico e da soberania, tornou-se enorme buraco negro da Fazenda Pública. O setor elétrico suga bilhões para alimentar o rico ecossistema das empreiteiras, generais e políticos corruptos.

Sonho atômico

O “Acordo Nuclear Brasil-Alemanha” foi assinado no auge da ditadura, 1975. Sob o pretexto de busca da independência energética e desenvolvimento da tecnologia cobiçada da "bomba atômica" brasileira.

Jabá atômico

A ditadura militar pagou a preço de ouro para importar reatores de água leve (PWR), tecnologia cara, complexa, obsoleta, desnecessária à realidade geofísica brasileira.

No patroti abençoado por Deus

Da maior bacia hidrográfica do mundo, propícias às hidrelétricas de reservatório, dimensões continentais de mais 8,6 km² de incidência de raios solares, ademais da costa marítima de quase 11 mil Km onde a brisa abunda com perfeição para usinas eólicas, a cavalaria militar optou pelo caminho mais caro e perigoso.

Cálculos

Décadas depois, não teria o julgamento de Nuremberg com Hitler no poder, o Tribunal de Contas da União calculou que os custos da energia produzidos pelos dinossauro nucleares são R$ 43 bilhões mais caros do que os das fontes de energias limpas alternativas.

Na conta da Viúva

Só à mantença da obra de Angra 3 sem funcionar, o contribuinte desembolsava R$ 1 bilhão por ano diretamente para juros de dívidas com BNDES/Caixa e e preservar equipamentos enferrujando na praia de Itaorna.

"Cartel do Concreto"

Angra não foi erro de cálculo energético. Foi regalo para empreiteiros e banqueiros. O setor nuclear rubricava o "cheque em branco" sem transparência, ou satisfação, da ditadura militar.
Rouba, mas faz

O bordão ou lema da política burguesa celebrizada pelo governador de São Paulo Ademar de Barros tem antecedentes e consequentes históricos, é escola. A Operação Lava Jato revelou a energia da corrupção por trás dos reatores nucleares dos contratos de Angra 3. No cartel das grandes construtoras, a força atômica da “vantagem indevida” (propina) chegava a 1% do total de contratos bilionários.

Protagonistas

Corrupção ativa e passiva é caminho em via dupla: corruptor e do corrompido. Sejam agentes públicos e/ou privados.

Setor público

O grande inspirador e heróis do programa nuclear brasileiro é oAlmirante Othon Luiz Pinheiro da Silva. Foi presidente da Eletronuclear e virou símbolo.Foi condenado pelo STF por receber milhões em propina através da consultoria (Aratec).

Zona do agrião

A Eletronuclear tornou-se feudo rentável loteado nas indicações políticas dos partidos da burguesia, todos eles, inclusive os ditos trabalhistas ou dos trabalhadores, terreno fértil dos caixas 2 das campanhas eleitorais, dos enriquecimentos ilícitos.

Empreiteiras

Na ditadura ou no estado “democrático de direito” a parte do leão fica com os mesmos, com as empresas empreiteiras, grandes construtoras que lavam às burras. O consórcio Angramon de gigantes quais Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa, UTC, Odebrecht e Queiroz Galvão. O Executivos Dalton Avancini (Camargo Corrêa) confessou propinas pagas de forma sistemática nos aditivos contratuais de superfaturamentos da obra de Angra.

Dívida atômica

Os números de Angra 3 são bombásticos, desde o início das obras até o PAC de 2009. Entre gastos acumulados e dissipados, são mais de 10 bilhões. Estima-se 23,9 bilhões adicionais. Custos do abandono e desmonte em torno de 21 a 25 bilhões. (custo de afundamento – sunk-cost”) é quase a mesma fábula bilionária.

Contramão

Os países desenvolvidos redirecionam investimentos para matrizes descentralizadas e seguras, limpas. O Brasil varonil continua no modelo caro e temerário. A população paga as tarifas de energia mais caras do mundo, recebe os piores serviços, com quedas de energia, faltas alternadas, apagões. As carpideiras da ditadura choram muito, afinal todas elas foram bem pagas. Ditadura, nunca mais.


*Natanael Sarmento é professor e escritor, e integrante do Diretório Nacional da UP. @sarmentonatanael



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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.




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Honestamente! ... - Por Carlos Bezerra Cavalcanti*

22/07/2026

“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer as injustiças, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da verdade, a rir-se da honra e de ter vergonha de ser honesto.”

Essas palavras proferidas por Rui Barbosa, há um século, poderiam constar de uma placa no Congresso Federal pois serviriam de exemplo perene aos nossos legisladores.

Mais de quinhentos anos se passaram da chegada, nestas plagas auriverdes, dos primeiros exploradores e, desde então, a desonestidade e as falcatruas sempre estiveram na “ordem do dia”.

As naus dos piratas franceses e ingleses, as Expedições Exploradoras de Portugal e Espanha, os navios holandeses a serviço da Cia das Índias Ocidentais e, mais recentemente, os cofres dos Bancos Suíços, das ilhas Cayman e de outros Paraísos Fiscais configuram-se, através dos tempos, em verdadeiros vertedouros de nossas riquezas, tendo como “in...

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“De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer as injustiças, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da verdade, a rir-se da honra e de ter vergonha de ser honesto.”

Essas palavras proferidas por Rui Barbosa, há um século, poderiam constar de uma placa no Congresso Federal pois serviriam de exemplo perene aos nossos legisladores.

Mais de quinhentos anos se passaram da chegada, nestas plagas auriverdes, dos primeiros exploradores e, desde então, a desonestidade e as falcatruas sempre estiveram na “ordem do dia”.

As naus dos piratas franceses e ingleses, as Expedições Exploradoras de Portugal e Espanha, os navios holandeses a serviço da Cia das Índias Ocidentais e, mais recentemente, os cofres dos Bancos Suíços, das ilhas Cayman e de outros Paraísos Fiscais configuram-se, através dos tempos, em verdadeiros vertedouros de nossas riquezas, tendo como “infiéis” depositários os governantes em várias épocas de nossa história, tanto na Colônia, como no Império e principalmente na República.

Executivo, Legislativo e Judiciário

Não é novidade para ninguém que alguns integrantes dos nossos três Poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário, num verdadeiro jogo de escravos de jó, “tiram e botam” a culpa dos erros governamentais, uns nos outros. As leis, neste país, são “compridas” mas não “cumpridas”. O Executivo só executa, mesmo, as dívidas dos cidadãos, asfixiados com tantos impostos definitivos e provisórios (para sempre). O Judiciário, onde alguns juízes, sem mau juízo, fazem, literalmente, seu “jogo”, figa guarnecido dentro de uma redoma, vestindo a toga mas sem vestir a camisa, isso tudo sem contar com alguns integrantes do Parlamento, ou seria (para lamento), que dão exemplo de fazer inveja à “Cosa Nostra”.

Euclides da Cunha

Parafraseando Euclides da Cunha, eu diria que o povo brasileiro, a exemplo do sertanejo, “é, antes de tudo, um forte”, mas, por certo, não suporta mais tanta vigarice, tanto mau exemplo e, em contra partida, tanto descaso e tanta impunidade.

'Pátria da anarquia e da impunidade'

Uma Terra tão rica e tão bela (como nossa acácia amarela), justamente por atos praticados por essa nefasta minoria é conhecida, de forma revoltante, no exterior, como a 'Pátria da anarquia e da impunidade', chocando, dessa maneira, o grande contingente de cidadãs e cidadãos honestos deste País, que mesmo sem serem assistidos, condignamente, por uma política de saúde, de segurança, de educação e sem formação profissional, (uma vez que os recursos destinados para essas áreas são desviados antes, durante e depois), continuam acreditando ser este um país do futuro, futuro que jamais chegará, enquanto esta situação prevalecer e se não seguirmos os passos de outras Nações como o Canadá, a Austrália e a Nova Zelândia, nossas irmãs caçulas.

Medidas contundentes

Companheiros, o amargor de nossos dias demanda, em curtíssimo prazo, que a comunidade, como um todo e a Maçonaria, em particular, tome medidas contundentes. Não podemos fechar os olhos e cruzar os braços diante de tão alarmante situação, cada vez mais agravada justamente por causa dessa letargia social. É preciso uma reação urgente e devemos evocar, como espelho para cumprirmos essa difícil tarefa, o exemplo de nossos ancestrais, muitos deles forjados nas sociedades secretas de então, como Frei Caneca, Bernardo Vieira de Melo, Vigário Tenório, Nunes Machado e muitos outros que deram suas vidas em prol de um Brasil mais digno e justo e, por tudo isso, conclamamos a Maçonaria, porta voz multicentenária dos ideais iluministas de Igualdade, Liberdade e Fraternidade, trinômio da Revolução Francesa e que, ainda hoje lhe serve de lema, a reverter à plenitude das intenções de Montesquieu, ou seja, a valorização dos três Poderes Constitucionais livres, fortes e independentes, e para atingirmos nosso objetivo devemos nos unir, não como protagonistas, mas como coadjuvantes, a todos os seguimentos de nossa sociedade, ou seja: à grande maioria dos componentes dos três Poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário, à Igreja, aos Quartéis, aos Estudantes e Professores, aos Clubes de Serviços e às Entidades de Classe para se não reverter, pelo menos, atenuar os efeitos dessa doença endêmica antes que ela se torne epidêmica, afinal, temos certeza, somos a maioria, somos, por assim dizer, a voz popular e como bem frisou o nosso Monteiro Lobato: “Um governo deve sair do Povo, como a fumaça do fogo.” Devemos condenar qualquer feito ou fato, por menor que ele seja, que prejudique a comunidade, pois “quem não evita as faltas pequenas, pouco a pouco, cai nas grandes”. É costume alguns brasileiros que não têm o menor compromisso com o seu país e que visam tão somente a famosa vantagem individual, pensarem em ludibriar o Imposto de Renda, mesmo sem terem nada a declarar.

Os brasileiros

Meus irmãos! felizmente sabemos que o grande contingente de brasileiros é composto de cidadãos de bem, de trabalhadores honestos, com plena convicção de que o homem público deve servir ao seu país, e não de sugá-lo como um parasita. E, assim, ombreados, todos os que compõem a sociedade, sob a égide do Grande Arquiteto do Universo, marcharemos para a luta contra essa maldade e, por certo, conseguiremos conquistar com braço forte, pois “se os que se unem para o mal, tornam-se poderosos... os que se congregam para o bem, tornam-se invencíveis”.

Ao concluir essas palavras, gostaria de fazer minhas, com pequenas adaptações, as mensagens de nosso “Águia de Haia”, exemplo para todos, no Brasil e no Mundo, de retidão e honestidade e do grande democrata republicano Charles Louis de Montesquieu:

“Medo, venalidade, paixão partidária, espírito de corpo, interesses recíprocos, lei de São Francisco (é dando que se recebe), omissão, como quer que te chames: prevaricação, covardia; não escaparás ao ferrete de Pilatos. O bom ladrão salvou-se. Mas não há salvação para um político covarde” e “a pior forma de covardia é testar o poder na fraqueza."


*Carlos Bezerra Cavalcanti, Presidente Emérito da Academia Recifense de Letras.



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Palmeiras e Flamengo retomam briga pelo topo do Brasileirão nesta quarta; confira os jogos

22/07/2026

A pausa para a Copa do Mundo chegou ao fim. A partir de hoje, quarta-feira (22/07), o Flamengo volta as atenções para o Campeonato Brasileiro com um objetivo claro de iniciar a perseguição ao líder Palmeiras. Com pouca margem de erro, o Flamengo retoma a caça ao líder Palmeiras no Brasileirão diante da Chapecoense. O jogo contra a Chapecoense, pela 19ª rodada, marca o retorno do Rubro na competição.

Outros jogos

Além de Flamengo e Chapecoense, Coritiba e Palmeiras, São Paulo x Athletico Paranaense e Internacional e Cruzeiro entram em campo.

Coritiba x Palmeiras
O Coritiba recebe o líder Palmeiras às 19h30, no Estádio Couto Pereira. O Coxa vem de uma derrota e duas vitórias nas últimas três partidas. Perdeu para o Flamengo por 3 x 0, venceu o Bahia por 3 x 2 e derrotou o Santos por 3 x 0. Todos os jogos pelo Brasileirão.

Três vitórias

O Verdão, por sua vez, vem de três vitórias consecut...

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A pausa para a Copa do Mundo chegou ao fim. A partir de hoje, quarta-feira (22/07), o Flamengo volta as atenções para o Campeonato Brasileiro com um objetivo claro de iniciar a perseguição ao líder Palmeiras. Com pouca margem de erro, o Flamengo retoma a caça ao líder Palmeiras no Brasileirão diante da Chapecoense. O jogo contra a Chapecoense, pela 19ª rodada, marca o retorno do Rubro na competição.

Outros jogos

Além de Flamengo e Chapecoense, Coritiba e Palmeiras, São Paulo x Athletico Paranaense e Internacional e Cruzeiro entram em campo.

Coritiba x Palmeiras
O Coritiba recebe o líder Palmeiras às 19h30, no Estádio Couto Pereira. O Coxa vem de uma derrota e duas vitórias nas últimas três partidas. Perdeu para o Flamengo por 3 x 0, venceu o Bahia por 3 x 2 e derrotou o Santos por 3 x 0. Todos os jogos pelo Brasileirão.

Três vitórias

O Verdão, por sua vez, vem de três vitórias consecutivas. O Palmeiras bateu a Chapecoense por 1 x 0 pelo Brasileirão, o Junior Barranquilla por 4 x 1 pela Copa Libertadores e o Flamengo por 3 x 0 pelo Campeonato Brasileiro.
Rodada movimentada

Hoje, quarta-feira (22/07), será de rodada cheia no futebol sul-americano e brasileiro. O Campeonato Brasileiro e a Série B movimentam a noite, enquanto a Copa Sul-Americana define os confrontos de ida dos playoffs das oitavas de final. No futebol feminino, a Copa do Brasil também entra em cena com partidas das oitavas.

O destaque

O destaque fica para os brasileiros na Sul-Americana, com Vasco e RB Bragantino buscando vantagem fora de casa diante de Independiente Medellín e Sporting Cristal, respectivamente.


Veja os jogos desta quarta-feira, 22

Campeonato Brasileiro
19h30 — Coritiba x Palmeiras
21h30 — Internacional x Cruzeiro
21h30 — Chapecoense x Flamengo
21h30 — São Paulo x Athletico-PR

Campeonato Brasileiro (segunda divisão)
19h30 — Ceará x CRB
19h30 — Operário-PR x Ponte Preta
20h30 — Goiás x Sport
21h30 — Náutico x Londrina

Copa Sul-Americana (playoffs das oitavas)
19h — Independiente Medellín x Vasco
21h30 — Sporting Cristal x RB Bragantino
21h30 — Lanús x Cienciano

Copa do Brasil Feminina (oitavas de final)
19h — Botafogo (F) x RB Bragantino (F)
19h30 — Atlético-MG (F) x Atlético-PI (F)

O Poder



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Odorico voltou? - Crônica - Por Emanuel Silva*

22/07/2026

O mandatário, o panamá e os discursos de coisa nenhuma

Pois é, parece que Odorico Paraguaçu retornou ou ressuscitou.

Não exatamente o original, da novela o Bem-Amado, aquele tinha o talento de Paulo Gracindo, o texto de Dias Gomes e a educação democrática de aparecer só no horário da novela.

O novo é Odorico 3.0, da Sucupira continental (Bracupira), está equipado com redes sociais, transmissão ao vivo e um inseparável chapéu-panamá. Basta ajeitar a aba, contemplar a plateia e começar:

— Minhas companheiras, meus companheiros e todos aqueles que, não sendo companheiros, poderão vir a sê-lo depois das necessárias compreensões compreensivas...

A claque aplaude antes mesmo dele finalizar a sentença, pois o aplauso preventivo evita o trabalho de compreender depois.

— O problema de Sucupira - prossegue — é que aqueles que criaram o problema agora dizem que o problema foi criado por quem está resolvend...

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O mandatário, o panamá e os discursos de coisa nenhuma

Pois é, parece que Odorico Paraguaçu retornou ou ressuscitou.

Não exatamente o original, da novela o Bem-Amado, aquele tinha o talento de Paulo Gracindo, o texto de Dias Gomes e a educação democrática de aparecer só no horário da novela.

O novo é Odorico 3.0, da Sucupira continental (Bracupira), está equipado com redes sociais, transmissão ao vivo e um inseparável chapéu-panamá. Basta ajeitar a aba, contemplar a plateia e começar:

— Minhas companheiras, meus companheiros e todos aqueles que, não sendo companheiros, poderão vir a sê-lo depois das necessárias compreensões compreensivas...

A claque aplaude antes mesmo dele finalizar a sentença, pois o aplauso preventivo evita o trabalho de compreender depois.

— O problema de Sucupira - prossegue — é que aqueles que criaram o problema agora dizem que o problema foi criado por quem está resolvendo o problema que eles mesmos problematizaram.

E tome emoção. Um ministro chora. Outro grava a frase para decifrar depois. Um terceiro a declara a formulação política mais importante do século, embora ainda procure o verbo principal.

O Odorico original prometia um cemitério; o 3.0 promete tudo: o presente, o futuro e, quando necessário, a correção do passado. Quando não entrega a obra, inaugura o anúncio. Quando o anúncio envelhece, inaugura a expectativa. E, quando a expectativa fracassa, acusa alguém de ter sabotado o sonho.

— Vamos realizar uma transformação jamais vista nesta nação!
— Quando, excelência?
— Assim que as condições condicionantes deixarem de impedir a realização realizável do que pretendemos realizar.

Os Borboletas e o ministério dos explicadores

Todo Odorico precisa de um Dirceu Borboleta, e o 3.0 tem centenas, capazes de explicar o inexplicável sem qualquer contato com a realidade. Quando o mandatário diz uma bobagem de manhã, o Executivo passa a tarde esclarecendo que ele não disse o que todos viram.

— Excelência, sua declaração repercutiu.
— Que declaração?
— A de há dez minutos.
— E o que eu disse?
— Ainda estamos verificando.

Vem então a nota oficial: "A declaração deve ser compreendida dentro do contexto mais amplo da fala." Nesse território maravilhoso, toda bobagem vira metáfora e todo improviso vira estratégia internacional. Quando nem isso resolve, resta a explicação definitiva: "figura de linguagem." Odorico 3.0 usa tantas que a própria linguagem já pediu aposentadoria.

Dentre os assistentes que mais assistem estão os seguintes: o ministro Libório, eternamente angustiado, que ameaça abandonar o cargo sempre que o chefe improvisa, e no dia seguinte, reaparece aplaudindo na primeira fila; o ministro Zelão das Asas, anunciando que o governo vai finalmente levantar voo, sem nunca dizer para onde; o Nezinho do Jegue, encarregado do transporte das ideias governamentais, cujo animal, em certas ocasiões, demonstra mais senso de direção que a equipe inteira; e no fundo do gabinete, Tião Moleza enterra promessas vencidas, pois mal termina uma, chegam mais cinco, todas com a placa "compromisso histórico do governo".

Os Cajazeiranos e o Supremo dos Não Obstantes

Voltaram também as Cajazeiras, incluindo irmãos, primos, cunhados, todos no Legislativo de Sucupira, unidos pela mesma vocação: amar o mandatário e negociar cada manifestação espontânea de apoio.

— E o que haverá para Sucupira?
— Princípios republicanos.
— Além dos princípios?
— Uma diretoria, duas emendas, alguns cargos de confiança.
— Agora podemos conversar.

Um parlamentar anuncia orgulhoso que seu voto é absolutamente independente. Certamente, independente da vontade dos eleitores, esclarece.

Quando o mandatário erra hoje o que disse ontem, o líder do governo explica que só os grandes estadistas mudam de opinião sem admitir que mudaram.

E no Supremo dos Não Obstantes, os doutores excelentes excelências, decidem, entre capas solenes:

— Considerando os finalmentes e superando os não obstantes, decido que fazer graça é permitido.

E logo em seguida arremata:

— Desde que não haja graça.

Se a piada é contra a oposição, é liberdade artística; se é contra o mandatário, vira ataque à democracia. Na dúvida, abre-se um inquérito. A imprensa, por sua vez, começa denúncias e termina pedindo desculpas por perguntar sem autorização dos perguntados.

Na nova Sucupira, a comédia é proibida de ser engraçada

O chapéu está lá. O palavreado circular está lá. Os explicadores, os cajazeirianos, os supremos dos Não Obstantes estão todos lá.

Só os humoristas parecem não ter percebido nada, ou perceberam e acharam mais prudente esperar autorização judicial para rir.

Afinal, na democracia de Sucupira, todos têm plena liberdade para fazer humor, desde que a piada agrade o Executivo, não incomode o Legislativo e receba parecer favorável do Judiciário.

A antiga Sucupira era caricatura da política brasileira. A nova é homenagem oficial, transmitida em cadeia nacional. A diferença é que Odorico Paraguaçu tinha roteirista, horário para terminar e personagens genuinamente engraçados. O Odorico 3.0 não precisa ser engraçado: tem assistentes para explicar a piada, parlamentares para aprová-la, magistrados para decidir quem pode rir, e uma claque inteira contratada para gargalhar.

Na democracia de Sucupira, rir é livre.

O problema é escolher de quem.


*Emanuel Silva, é Professor e Cronista.



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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder respeita a diversidade de ideias e a liberdade de pensamento e publica textos mesmo discordando do seu conteúdo e da sua forma.




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O Sinai e o Palácio de Inverno - A morte do absoluto

22/07/2026

Por Zé da Flauta

Há algo de profundamente simbólico no contraste entre as tábuas de pedra do Sinai e a engenharia social dos manuais revolucionários. Os Dez Mandamentos não foram esculpidos para agradar governantes, ajustar planos quinquenais ou satisfazer a conveniência do momento; nasceram como balizas absolutas para evitar que o homem devorasse o próprio homem.

Quando a tradição estabeleceu a proibição do furto, da mentira, da cobiça e do assassinato, o objetivo não era sufocar a liberdade, mas erguer um escudo inviolável em torno da dignidade individual. Era a certeza de que existem valores que nenhum imperador, comitê ou estado tem o direito de violar.

Inversão

A vaca começou a ir para o brejo exatamente quando o mundo resolveu trocar esse código moral por uma lógica onde o fim justifica qualquer meio. A engenharia do poder totalitário, sintetizada no espírito do decálogo bolchevique, operou uma inversão di...

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Por Zé da Flauta

Há algo de profundamente simbólico no contraste entre as tábuas de pedra do Sinai e a engenharia social dos manuais revolucionários. Os Dez Mandamentos não foram esculpidos para agradar governantes, ajustar planos quinquenais ou satisfazer a conveniência do momento; nasceram como balizas absolutas para evitar que o homem devorasse o próprio homem.

Quando a tradição estabeleceu a proibição do furto, da mentira, da cobiça e do assassinato, o objetivo não era sufocar a liberdade, mas erguer um escudo inviolável em torno da dignidade individual. Era a certeza de que existem valores que nenhum imperador, comitê ou estado tem o direito de violar.

Inversão

A vaca começou a ir para o brejo exatamente quando o mundo resolveu trocar esse código moral por uma lógica onde o fim justifica qualquer meio. A engenharia do poder totalitário, sintetizada no espírito do decálogo bolchevique, operou uma inversão diabólica: o dever moral do indivíduo foi destruído para dar lugar à utilidade política.

O "não dirás falso testemunho" virou a obrigação de mentir pela causa; o "não cobiçarás" virou a institucionalização da inveja como motor social; e o "não matarás" foi devidamente relativizado em nome de um amanhã utópico que nunca chega. Ao desacreditar as bases morais do passado para erguer uma "nova ética", a política deixou de ser a busca pelo bem comum e virou um laboratório de manipulação.

Método

Essa maquiagem ideológica foi tão bem-sucedida que hoje vivemos sob os escombros dessa inversão. A mentira virou "narrativa", o roubo virou "justiça redistributiva" e a divisão da população em facções antagônicas virou método de governabilidade.

Não é por acaso que a sociedade moderna parece ter perdido o rumo e a serenidade: quando se retira a noção de que existem verdades e limites acima do Estado, a única lei que sobra é a lei do mais forte ou do mais cínico. O cidadão deixa de ser um indivíduo livre e consciente para se tornar uma mera peça no tabuleiro dos engenheiros sociais de plantão.

Tragédia

O resultado dessa substituição está estampado na bagunça do nosso cotidiano. Queriam criar o "novo homem" liberto das antigas amarras e entregaram uma sociedade fragmentada, insegura e refém do próprio egoísmo.

A verdadeira tragédia do nosso tempo não é a escassez de leis impressas no Diário Oficial, mas a falência daquele código invisível que nos impedia de cruzar a linha do desrespeito ao próximo. Enquanto insistirmos em buscar a ordem no cinismo das conveniências políticas e desprezarmos o peso do prumo moral, continuaremos olhando para o brejo e nos perguntando por que a vaca não consegue mais sair de lá.

Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista



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