imagem noticia

Da Série, os Mistérios do Aquém - Transamazônica: estrada da integração ou via de corrupção e extermínio de etnias? – Por Natanael Sarmento*

24/07/2026

imagem noticia
A história da BR-230 – Transamazônica - é emblemática da Ditadura Militar. É o traçado rodoviário golpista autoritário, entreguista e antinacional de 1964. Com todos as características: incapacidade administrativa, servilismo ao grande capital e endividamento externo, saque das riquezas naturais, falta de transparência e censura, corrupção e violência extrema.

Pra Frente Brasil

Governança ditatorial favoreceu grandes empresários, estrangeiros e nacionais. Submeteu os trabalhadores a brutal exploração. Criminalizou greves e movimentos sociais. Extinguiu etnias originárias. Causou impactos ambientais desastrosos. Manipulou a opinião pública com a propaganda típica do fascismo. Silenciou as vozes oponentes através da censura e da repressão política.

“Integrar para não entregar”?

O lema da farra do boi na transamazônica devia ser “devastar para entregar”. Destruíram milhares de hectares de matas e florestas natura...

imagem noticia
A história da BR-230 – Transamazônica - é emblemática da Ditadura Militar. É o traçado rodoviário golpista autoritário, entreguista e antinacional de 1964. Com todos as características: incapacidade administrativa, servilismo ao grande capital e endividamento externo, saque das riquezas naturais, falta de transparência e censura, corrupção e violência extrema.

Pra Frente Brasil

Governança ditatorial favoreceu grandes empresários, estrangeiros e nacionais. Submeteu os trabalhadores a brutal exploração. Criminalizou greves e movimentos sociais. Extinguiu etnias originárias. Causou impactos ambientais desastrosos. Manipulou a opinião pública com a propaganda típica do fascismo. Silenciou as vozes oponentes através da censura e da repressão política.

“Integrar para não entregar”?

O lema da farra do boi na transamazônica devia ser “devastar para entregar”. Destruíram milhares de hectares de matas e florestas naturais. Entregaram as riquezas do solo e subsolo para exploração predatória com impactos ecológicos e humanos incalculáveis, de que é símbolo o transnacional “Projeto Jari”. Etnias nativas, populações originais foram despojadas e extintas e os militares restituíam com juros o financiamento do golpe pelo capital externo, principalmente dos EUA.

Tamanho do rombo

A ditadura militar nunca deu satisfação à sociedade dos valores dissipados com a transamazônica. Contudo, cruzamentos de dados do DNIT é possível dimensionar o tamanho do "rombo". E uma diferença transamazônica entre o que foi prometido na rodovia e o que foi efetivamente entregue.

O que foi prometido

No papel a rodovia da integração nacional seria entregue totalmente pavimentada. Com pontes de concreto e infraestrutura de escoamento, éreas de ocupação. Elo de ligação entre o Oceano Atlântico ao Pacífico. Do ponto zero Cabedelo (PB) até a fronteira com o Peru, cerca de 8.000 km de extensão. Custaria 1 U$S bilhão.

O que foi entregue

O fim da linha foi Lábrea, (AM). Toda extensão cobre 4.300 km ou metade do planejado. Menos de 30% da extensão são pavimentados, portanto entrega-se estrada de terra e cascalho com pontes precárias de madeira. Gradualmente, com mais recursos, foram substituídas durante décadas, por concreto. Dinheiro da Viúva. Os custos se elevaram de U$S 1 bilhão para U$S 8 bilhões. Novos contratos, fato do príncipe, imprevisões, força maior, termos aditivos, falta de fiscalização, forte censura, desinformação, falcatrua nesta “e na melhor forma da lei”.

Oposição

Os opositores e críticos acusados de traidores da pátria e comunistas acabaram no pau-de-arara, nas sessões de choques elétricos. Muitos despareceram nos mistérios do aquém.

Ufanismo

O país do futebol se regalava com a conquista do tri, a propaganda ufanista do “Pra Frente Brasil”, “Ame-o ou deixei-o!” servia de cortina de fumaça para desfalques e peculatos dos entreguistas vendilhões travestidos de patriotas verde-oliva.

Geopolítica

A Transamazônica tornou-se símbolo da megalomania e geopolítica do governo militar. O ditador Emílio Garrastazu Médici tinha pressa. Inaugura os primeiros trechos em 1972.

A metragem “Médici” da cabeça aos pés

Médici decretou que as empreiteiras construtoras fossem pagas por meta de terraplanagem, privilegiou a rapidez em prejuízo da qualidade e durabilidade da rodovia.

Dinheiro na chuva

O açodamento drenou bilhões de recursos públicos na chuva. Fazia e caía para refazer. Mais contratos. Emergência. Manutenções sucessivas, ano após ano. A terraplanagem na tora e paga na chincha - (nem sempre real). Sobre a falcatrua das metragens dizia-se em piada “Médici da cabeça aos pés”.

Sangue na floresta

Enquanto os tratores do “progresso” integravam o NE ao Norte, dezenas de territórios ancestrais de etnias foram usurpados para terraplanagem. Os impactos devastadores às populações originárias não se contabilizam.

Dizimação

Povos isolados ou cujos contatos com a “civilização” eram recentes não tinham defesa, imunidades, às mazelas virais ou bacterianas dos adventícios. E aldeias inteiras foram dizimadas em curto tempo, nos surtos de gripe, sarampo e outros “benefícios” da civilização.

Parakanã

A etnia dos Parakanã foi forçada a contatos com empreiteiros sob “curatela” da Funai. A aldeia foi reduzida a 50% da população.

Waimiri-Atroari

Na lógica da geopolítica do Golbery dos inimigos internos e externos, a BR 174 exterminou 90% da etnia Waimiri-Atroari. Pacificação feita dinamites e metralhadoras.

Guerra e exploração

Outras etnias, quais Jiahui e Tenharim opuseram resistência à usurpação de suas terras. Esse território virou praça de genocídio indígena. Os sobreviventes foram expulsos e escoltados à força às "reservas" bem distantes. O trator passa literalmente por cima. O território usurpado é liberado pelo governo para extração de madeira e especulação fundiária. A farra do boi de grandes empresários, grandes fazendeiros, mineradores e outros aliados do regime militar.

"Pacificação" da Funai

Na Transamazônica a Funai criada com finalidade de proteger os povos originários se transforma em agência dos interesses dos fazendeiros e mineradores. Fazia a "limpeza do terreno". Quando suas miçangas e promessas falhavam, fechava os olhos ao uso da força bruta. E agenciava o confinamento forçado nas colônias agrícolas militarizadas. Garantia que o cronograma dessas obras “do interesse nacional” não sofressem atrasos.

Números ocultados

A matemática militar inflava o PIB e manipulava a inflação para baixo. Sofria de amnésia na contagem dos cadáveres da ditadura. Minucioso trabalho da Comissão Nacional da Verdade (CNV) ajuda a recuperar a memória ocultada. E estima o tamanho do massacre das etnias originárias. Entre 1946 e 1988: são 8.350 indígenas mortos pela ação direta ou omissão criminosa do Estado

Nota contra o esquecimento

O último ditador, Figueiredo, na saída pelas portas dos fundos e pediu para ser esquecido pelos brasileiros. Só que não. Temos mais é que lembrar a quem serviu 21 anos de ditadura militar-empresarial que massacrou trabalhadores e tratou povos originários como empecilhos topográficos. Para isso serve a “Transamazônica”, memorial de poeira (no verão) e lama (no inverno), estrada da incúria e corrupção. Lembrar para nunca esquecer. Ditadura nunca mais!


*Natanael Sarmento é professor e escritor, e integrante do Diretório Nacional da UP. @sarmentonatanael

imagem2


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.

Leia outras informações

imagem noticia

É Findi - Felipe Bezerra* vem trazendo Dois Poemas

25/07/2026

A Viagem - Poema


Na sela, sobre o dorso
do meu cavalo de raça,
com a rédea, eu domo o tempo,
transitando do passo para a marcha,
avanço no perfeito compasso
de tríplice apoio, encantador.

O tempo é potro que não se amansa
com ansiedade e violência,
mas com alívio e pressão na dose exata,
para não desequilibrar a sua dança,
na velocidade rápida e intensa,
da cavalgada sobre a existência.

Seguimos a dissociação do universo,
sangrando a velha estrada da Via Láctea,
onde a poeira estelar deixa seu rastro,
de magia, encanto e esplendor,
sabendo que é mais leve nossa jornada
na sela do mangalarga marchador.

É certo que ao final da cavalgada,
a onça castanha nunca se atrasa,
traz consigo a inevitável sentença,
sem distinção de raça ou cor,
seja em palácio, casebre ou praça,
a...

imagem noticia

A Viagem - Poema


Na sela, sobre o dorso
do meu cavalo de raça,
com a rédea, eu domo o tempo,
transitando do passo para a marcha,
avanço no perfeito compasso
de tríplice apoio, encantador.

O tempo é potro que não se amansa
com ansiedade e violência,
mas com alívio e pressão na dose exata,
para não desequilibrar a sua dança,
na velocidade rápida e intensa,
da cavalgada sobre a existência.

Seguimos a dissociação do universo,
sangrando a velha estrada da Via Láctea,
onde a poeira estelar deixa seu rastro,
de magia, encanto e esplendor,
sabendo que é mais leve nossa jornada
na sela do mangalarga marchador.

É certo que ao final da cavalgada,
a onça castanha nunca se atrasa,
traz consigo a inevitável sentença,
sem distinção de raça ou cor,
seja em palácio, casebre ou praça,
a vida é passeio, que acaba em dor.

Aos que permanecem, é seguir a marcha,
respeitando exemplo de quem já foi,
pois, nessa viagem, é tudo rápido,
não se deixa nada para depois,
com a certeza que não existe acaso:
tudo é propósito de nosso Senhor!


O Mundo e o Verso - Poema


A Pedro e Bruno Pragana

Tenho sempre esquecido
de largar as áridas correntes,
às margens do rio da vida.

Nos ombros, o peso e o brilho,
para que não seja esquecida
a chama d'Arte, pedra divina.

A luminosidade do fogo
ressoará sobre o tempo,
tornando-o inútil tentativa.


*Felipe Bezerra, advogado e poeta. @felipebezerradesouza



imagem 2





imagem noticia

É Findi - Aos Netos do Mundo - Por Ricardo Braga*

25/07/2026

Tive duas vozinhas maravilhosas e diferentes. Uma era o silêncio comedido, marcado pelo perfil do meu avô; a outra, era expansiva, falava um pouco de francês, tocava piano e de comportamento matriarcal. Mas as duas foram vozinhas no sentido mais explícito da palavra: acolhedoras e profundamente empáticas com seus netos. Conheço pessoas que não tiveram a sorte de pais assim, mas encontraram em sua vozinha o que precisavam para caminhar na vida e vencer obstáculos. Em sociedades originais africanas, as vozinhas são pilares da comunidade, são conselheiras e guardiãs da memória e da ancestralidade, educam crianças sobre respeito e coragem.

Bem nesses dias, surge um Vozinha, então desconhecido do mundo. Em Cabo Verde ele é respeitado e modelo para muitos, não só debaixo dos três paus do gol, também pela transmissão de solidariedade, modéstia e afirmação de valores que parecem esquecidos no futebol mundial, sobretudo nos campos iluminados pelo neocolonialismo.

<...

imagem noticia

Tive duas vozinhas maravilhosas e diferentes. Uma era o silêncio comedido, marcado pelo perfil do meu avô; a outra, era expansiva, falava um pouco de francês, tocava piano e de comportamento matriarcal. Mas as duas foram vozinhas no sentido mais explícito da palavra: acolhedoras e profundamente empáticas com seus netos. Conheço pessoas que não tiveram a sorte de pais assim, mas encontraram em sua vozinha o que precisavam para caminhar na vida e vencer obstáculos. Em sociedades originais africanas, as vozinhas são pilares da comunidade, são conselheiras e guardiãs da memória e da ancestralidade, educam crianças sobre respeito e coragem.

Bem nesses dias, surge um Vozinha, então desconhecido do mundo. Em Cabo Verde ele é respeitado e modelo para muitos, não só debaixo dos três paus do gol, também pela transmissão de solidariedade, modéstia e afirmação de valores que parecem esquecidos no futebol mundial, sobretudo nos campos iluminados pelo neocolonialismo.

Estaria cumprindo uma missão atávica das vozinhas pelo mundo, não só da África?

Assisti o 2x2 de Cabo Verde contra a Argentina no tempo regulamentar, e vi no rosto dos hermanos, o medo de perder o brilho final, a pompa de campeões do mundo e os dólares fugindo das suas bolsas. Na face dos negros do outro time, observei o brilho do suor, a determinação de confrontar – sem medo –, um gigante. Quem sabe, pensando na alegria dos que deixaram no seu menor país. Foi necessária uma ansiosa prorrogação para, no finalzinho, um terceiro gol restaurar a festa em toda a Buenos Aires e na cabeça do presidente da FIFA. Imagine perder um player desse, para uma equipe desconhecida de neguinhos, sem futuro no mercado mundial.
Mas a lição está dada a todos os netos do mundo.


*Ricardo Braga, é biólogo, ambientalista e escritor. Autor dos livros de literatura Ecologia do Cotidiano, A Flor Lilás e outros Contos (prêmio Cepe Nacional de Literatura), Sangue Doce e Como as Águas do Rio. @ricardobragaescritor


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



imagem 2





imagem noticia

É Findi - Pernambuco em Mim - Poema - Por Poeta Tony Antunes de Palmares*

25/07/2026

Nasci no terreiro do vento ligeiro,
Onde o sol faz renda no branco do luar;
Meu peito é um rio nordestinante,
Que aprende cantiga sem nunca cansar.
Pernambuco é farol do meu destino,
É o chão onde aprendi a sonhar.

A bandeira tremula feito esperança,
Costurando bordados no céu de anil;
Minha alma pernambuqueia contente,
Feito um abraço que envolve o Brasil.
Quem pisa esse chão nunca vai embora,
Leva esse amor por um fio sutil.

Ô, Pernambuco, bate forte o tambor!
Meu coração virou ponte de flor.
Tem frevo na veia, tem maracatu,
Tem coco, ciranda, perfume de azul.
Se perguntarem de onde eu vim,
Direi sorrindo: Pernambuco mora
[em mim.

Luiz Gonzaga ascendeu a sanfona,
Alceu virou vento cantando no ar;
E Santana soltando sua voz
Fazem a poesia mais longe alcançar.
...

imagem noticia

Nasci no terreiro do vento ligeiro,
Onde o sol faz renda no branco do luar;
Meu peito é um rio nordestinante,
Que aprende cantiga sem nunca cansar.
Pernambuco é farol do meu destino,
É o chão onde aprendi a sonhar.

A bandeira tremula feito esperança,
Costurando bordados no céu de anil;
Minha alma pernambuqueia contente,
Feito um abraço que envolve o Brasil.
Quem pisa esse chão nunca vai embora,
Leva esse amor por um fio sutil.

Ô, Pernambuco, bate forte o tambor!
Meu coração virou ponte de flor.
Tem frevo na veia, tem maracatu,
Tem coco, ciranda, perfume de azul.
Se perguntarem de onde eu vim,
Direi sorrindo: Pernambuco mora
[em mim.

Luiz Gonzaga ascendeu a sanfona,
Alceu virou vento cantando no ar;
E Santana soltando sua voz
Fazem a poesia mais longe alcançar.
Meu sorriso gonzagueia saudades,
Como um passarinho querendo voltar.

Poeta Pica-pau planta estrelas,
Vital Corrêa faz o verso florir;
Admmauro Gommes acende o silêncio,
Feito uma lua querendo sorrir.
Minha palavra versolumeia,
E faz o sertão inteiro florir.

Quando o pífano chama Caruaru,
Até o vento começa a dançar;
Lampião relampeja na memória,
Maria Bonita ensina a amar.
Xaxado, xote, baião e alegria,
Ninguém consegue esse povo parar.

Ô, Pernambuco, meu sonho maior!
És meu poema, meu canto, meu amor.
Sou nordestino de alma e verdade,
Filho da fé e da liberdade.
Enquanto houver um céu azul anil,
Cantarei teu nome por todo o Brasil.


*Poeta Tony Antunes, é natural de Recife, mas palmarino há quarenta anos. É Professor de Teoria da Literatura na Faculdade de Formação de Professores da Mata Sul, no Curso de Letras. É membro da Academia Palmarense de Letras. @poetaprosador_tony_antunes


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



imagem 2





imagem noticia

É Findi - A Onça da Esperança - Por Marcelo Mário de Melo*

25/07/2026

Entrando em corpo de onça
a Esperança no ataque
em vez de esperar o lance
pega a bola dá o saque
entoa o grito de alerta
toca corneta e atabaque.

Afia as garras e parte
removendo entulho e tralha
ferrugem mofo zinhavre
lacuna trava e falha
coloca véus e vestidos
arranca trapo e mortalha.

A Esperança agora
atiça o amanhecer
vai a campo e observa
o que faz esmorecer
os descaminhos nas mentes
e nos modos de fazer.

Para o sonho avançar
é preciso trilha certa
semente sã e cuidado
janela ampla e aberta
o sol da veracidade
aceno e grito de alerta.

A Esperança é uma malha
feita em ampla tecelagem
uma colcha de retalhos
de persistência e coragem
juntando peça por peça
em gesto ação e linguagem.

A onça da Esperança
depende assim dess...

imagem noticia

Entrando em corpo de onça
a Esperança no ataque
em vez de esperar o lance
pega a bola dá o saque
entoa o grito de alerta
toca corneta e atabaque.

Afia as garras e parte
removendo entulho e tralha
ferrugem mofo zinhavre
lacuna trava e falha
coloca véus e vestidos
arranca trapo e mortalha.

A Esperança agora
atiça o amanhecer
vai a campo e observa
o que faz esmorecer
os descaminhos nas mentes
e nos modos de fazer.

Para o sonho avançar
é preciso trilha certa
semente sã e cuidado
janela ampla e aberta
o sol da veracidade
aceno e grito de alerta.

A Esperança é uma malha
feita em ampla tecelagem
uma colcha de retalhos
de persistência e coragem
juntando peça por peça
em gesto ação e linguagem.

A onça da Esperança
depende assim desses fios
por isso ela observa
nascentes brotos pavios
o mar querendo saber
se correm certos os rios.

A força da Esperança
se constrói na pedra dura
no olho desamarrado
no combate à impostura
na peneira onde se lavam
o erro e a amargura.

Ela não é menininha
princesa em conto de fada
madame ou cortesã
inocente namorada
mas mulher experiente
subterrânea e alada.

A Esperança exigente
quer ver o ponto no nó
alicerces e estacas
a mistura a massa o pó
a ferramenta afiada
quem afia e a pedra-mó.


*Marcelo Mário de Melo, ex-preso político, jornalista e poeta. Seu lema é: "Só ultrapasse pela esquerda". @marcelommm



imagem 2





imagem noticia

É Findi – O Poeta Pica-Pau* chegando em Dose Dupla

25/07/2026

Viva Bem

O caboclo quando envelhece
Precisa agradecer
O que a vida lhe oferece,
Se caso ele padece
A doença vem afetar
Procure se consultar
Vá depressa ao doutor
Porque para qualquer dor
Tem remédio pra curar

Mas se esse se encostar
Dizendo está sem jeito
A dor começa no peito
Vai até o calcanhar
Começa se lamentar
Com tudo fica zangado
Nada é do seu agrado
No fogo não tem nem cinza
Fica um velho ranzinza
Vivendo só no passado




Palmares: o Sabor da Cultura


Se fosse pra transformar
Palmares em uma comida
Dentro da gastronomia
Um belo prato eu fazia
pra reinar pra toda vida

O sabor que ia ter
Pela sustança que dá
Colocaria um cartaz
Pelas redes sociais
Para o mundo apreciar
...

imagem noticia

Viva Bem

O caboclo quando envelhece
Precisa agradecer
O que a vida lhe oferece,
Se caso ele padece
A doença vem afetar
Procure se consultar
Vá depressa ao doutor
Porque para qualquer dor
Tem remédio pra curar

Mas se esse se encostar
Dizendo está sem jeito
A dor começa no peito
Vai até o calcanhar
Começa se lamentar
Com tudo fica zangado
Nada é do seu agrado
No fogo não tem nem cinza
Fica um velho ranzinza
Vivendo só no passado




imagem 2




Palmares: o Sabor da Cultura


Se fosse pra transformar
Palmares em uma comida
Dentro da gastronomia
Um belo prato eu fazia
pra reinar pra toda vida

O sabor que ia ter
Pela sustança que dá
Colocaria um cartaz
Pelas redes sociais
Para o mundo apreciar

Pegava a arte e cultura
Trazia pra culinária
Uma dose de teatro
Pitada de artesanato
Era a receita diária

Fazia uma sobremesa
Usando caldo de cana
Misturava a macaxeira
Com abacaxi da ribeira
E dosava com banana

As águas do rio Una
Eu botava pra ferver
Deixava cem por cento
De massa, sal e fermento
Para o comércio crescer

Trazia do agricultor
Batata, inhame, cará
Coco verde, melancia
Botava num tacho e fazia
Um caldo de incentivar

E saía por aí
Com uma receita de fato
Sem alimentar pigarro
Trazia na bagagem barro
Pra mesa do artesanato

Fazia até outra receita
Com a maior precisão
Bem parecida com essa
Que não ficasse em promessa
Ou só imaginação

Botava em uma panela
Um tiquinho de bem-querer
Um soro racional
Raiz de espanta-mal
E uma dose de prazer

E você que é turista
Ao chegar em nossa área
Não é um caso de briga
Mas te pegava pela barriga
Com a nossa culinária

Depois ia te mostrar
As belezas naturais
Riquezas do Engenho Paul
A Barragem Serro Azul
E as fontes minerais

Você ia se embelezar
Com as belezas em geral
As praças e seus atrativos
E o complexo esportivo
É um lindo cartão-postal

Vem conhecer a sulanca
Na festa do forrómares
Muitos bares pra te servir
Muito vai se divertir
Na cidade de Palmares

Vem pra pré do carnaval
Os blocos acompanhar
Venha ser uma puara
Quando toda cidade para
Pra ver o bloco passar

Na flora você vai ver
Pau-ferro, jacarandá
Maçaranduba, ipê
Louro-amarelo e você
Vai ver até jatobá

Vem ver patrimônio histórico
Que tem aqui nesse solo
Estação ferroviária
E a visita necessária
Aí Cine Teatro Apolo

Se caso você quiser
Na cidade pernoitar
Tem pousada e restaurante
Tudo chique e elegante
Para você repousar

Então que venha o mundo
Se misturar a nossa gente
Que nós iremos servir
Na xícara, interagir
Um chazinho e café quente

Trazia os bacamarteiros
Pra ver pipoco zoar
Um grupo de capoeira
Com sua dança faceira
Dando cangapé no ar

Convidava músicos e poetas
Pra fazer um festival
Com Ascenso na memória
Íamos fazer história
Inclusive o Pica Pau

E em letras garrafais
Anunciava um lembrete
Com uma razão somente
De convidar toda gente
pra degustar o banquete

Pegue o cardápio e comece
A esse prato admirar
Com um môlhinho de pimenta
A receita é suculenta
Para o mundo degustar

Palmares está bem alí
Com seu valor e cacife
Vá passar um fim de semana
Na mata sul pernambucana
A 120 , km do Recife,

Parabenizo Palmares
Por adotar essa postura
E a gestão envolvida
Dando forças, dando vida
E tempero pra cultura


*Pica-Pau é poeta. Vive em Palmares, PE. @poeta.picapau



imagem 3





imagem noticia

É Findi – Série: Boêmios que Marcaram Época no Recife Noturno - Hugo da Peixa - Por Carlos Bezerra Cavalcanti*

25/07/2026

Hoje falaremos sobre Hugo da Peixa


Dentre tantos boêmios Recife, o que mais se sobressaía por suas peraltices, foi sem dúvidas, Hugo Gonçalves Ferreira, carinhosamente, Hugo da Peixa.

... Convém ressaltar que esses boêmios não faziam parte da onda de “nouveau riche” ; não, muito pelo contrario, todos foram de boa origem, Hugo, por exemplo, é oriundo da alta aristocracia canavieira, filho de usineiro.

Hugo seria o “boêmio total” criativo de índole pacífica, bonachão, solidário, um bon vivant. Se as vezes era levado a certas bravatas, o fazia sempre por insinuações de terceiros, nunca por iniciativa própria.

Na atmosfera social em que viveu; severa, terrível, inquisitiva, ele, desligado de todo convencionalismo, deixara-se ficar, airosamente, horas a fio na calçada do Maxime no Pina degustando sua teutônia, bem geladinha.

Certa feita, foi terminar uma farra em Salvador, uns seis acompanhantes, todos...

imagem noticia

Hoje falaremos sobre Hugo da Peixa


Dentre tantos boêmios Recife, o que mais se sobressaía por suas peraltices, foi sem dúvidas, Hugo Gonçalves Ferreira, carinhosamente, Hugo da Peixa.

... Convém ressaltar que esses boêmios não faziam parte da onda de “nouveau riche” ; não, muito pelo contrario, todos foram de boa origem, Hugo, por exemplo, é oriundo da alta aristocracia canavieira, filho de usineiro.

Hugo seria o “boêmio total” criativo de índole pacífica, bonachão, solidário, um bon vivant. Se as vezes era levado a certas bravatas, o fazia sempre por insinuações de terceiros, nunca por iniciativa própria.

Na atmosfera social em que viveu; severa, terrível, inquisitiva, ele, desligado de todo convencionalismo, deixara-se ficar, airosamente, horas a fio na calçada do Maxime no Pina degustando sua teutônia, bem geladinha.

Certa feita, foi terminar uma farra em Salvador, uns seis acompanhantes, todos por sua conta, hospedagem, comida, bebidas e... dinheiro; naturalmente, no melhor da festa faltou-lhe numerário, imediatamente, vendeu o Packard de luxo e despachou o motorista para o Recife para trazer mais dinheiro e outro carro.

Hugo herdou duas usinas que foram consumidas por suas farras perdulárias. Dizem que nas suas contas os garçons incluíam até a data do ano, mesmo recebendo regias gorjetas.

Outra bravata que se conta sobre Hugo da Peixa aconteceu durante as concorridas festas no Clube Internacional do Recife, ele compareceu com algumas "garotas" da Zona querendo entrar, alguns diretores do Clube não deixaram. Hugo, vc não pode entrar com essas mulheres "suspeitas" então ele, em alto e bom som, respondeu: Suspeitas são essas que estão aí dentro, essas aqui são putas mesmo! Carlos Bezerra Cavalcanti


*Carlos Bezerra Cavalcanti, Presidente Emérito da Academia Recifense de Letras.



imagem 2





imagem noticia

É Findi - Malude Maciel* chegando com Duas Crônicas

25/07/2026

Urnas Eletrônicas - Crônica


Outra eleição já se aproxima.
Nunca simpatizei com essa maneira de votarmos através de urnas eletrônicas.
Depois de apertarmos aqueles botões, adeus! O voto desaparece a passo de mágica. Nem que se quisesse revê-lo haveria solução; são impossíveis quaisquer circunstâncias nesse sentido. Após a tecla: Confirmado, ser acionada, nada mais se pode provar, nem mesmo em emergências circunstanciais.

Computação

Os entendidos na ciência da computação sabem tudinho sobre o manejo dessas máquinas e, aqueles que criaram tal programa estão aptos a mexer naqueles projetos. O que para nós outros representa dificuldade, para os autores há facilidade incrível. Como cidadã, questiono a segurança dessas urnas, apesar das afirmações ao contrário, mas é um direito pensar desigual. Acredito que ataques de hackers deixam-nas vulneráveis. Não há como conferir coisa alguma e na contagem sai apenas resultado n...

imagem noticia

Urnas Eletrônicas - Crônica


Outra eleição já se aproxima.
Nunca simpatizei com essa maneira de votarmos através de urnas eletrônicas.
Depois de apertarmos aqueles botões, adeus! O voto desaparece a passo de mágica. Nem que se quisesse revê-lo haveria solução; são impossíveis quaisquer circunstâncias nesse sentido. Após a tecla: Confirmado, ser acionada, nada mais se pode provar, nem mesmo em emergências circunstanciais.

Computação

Os entendidos na ciência da computação sabem tudinho sobre o manejo dessas máquinas e, aqueles que criaram tal programa estão aptos a mexer naqueles projetos. O que para nós outros representa dificuldade, para os autores há facilidade incrível. Como cidadã, questiono a segurança dessas urnas, apesar das afirmações ao contrário, mas é um direito pensar desigual. Acredito que ataques de hackers deixam-nas vulneráveis. Não há como conferir coisa alguma e na contagem sai apenas resultado numérico.

Não estou sozinha

Coincidentemente, vi um trabalho da Comissão e Justiça debatendo a segurança do sistema eletrônico de votação no Brasil e ali o advogado, Dr. Filipe Marcelo Gimenez, Procurador em Mato Grosso do Sul, deu seu parecer pela Associação Pátria Brasil, mostrando as irregularidades referentes ao uso da urna eletrônica em várias eleições, inclusive nessa última.
Ele considerou a tal máquina uma "arapuca", disse que nosso povo vem sendo enganado e que estamos vivendo uma inversão de valores, pois a ferramenta é que deve servir à Ordem Jurídica e não ao inverso, como está acontecendo. À luz da Lei, há um crime de prevaricação, de omissão, porque um dos pilares da República está sendo quebrado e também nossa Democracia e cidadania vêm sendo violadas e desrespeitadas com esse tipo de votação às escuras. Disse ele.

Não aprovado

Há indignação e a Lei deve ser cumprida, sendo um ato jurídico o exercício do voto, que é secreto para dar liberdade de escolha do cidadão, mas o ato seguinte desse processo eleitoral, que é a apuração, é um ato administrativo e deve ser público. Tem que haver publicidade na contagem de votos quando todos os participantes podem acompanhar o procedimento.

Eletronicamente

Com esse sistema de urnas eletrônicas, a conferência não tem sido possível, por mais de vinte anos e, a fiscalização precisa ser exercida sem demora. Uma lentidão injustificável quanto ao parecer do Ministro Gilmar Mendes que protela decisões de cumprimento da norma, não deve ser tolerada.

O ingênuo eleitorado

A grande maioria de indivíduos votantes não tem conhecimento dessa fraude, porém quem tem formação jurídica sabe perfeitamente dessa irregularidade. Urge que o Tribunal Superior Eleitoral cobre a vigência da Lei: "Será impresso o voto..." Se a apuração de votos numa eleição nacional não for um ato público, será nula ou anulada; não pode haver contagem de votos em segredo. É um direito do cidadão que está sendo violado, uma fraude, pois no BU só consta o total. Não se pode continuar aceitando esse engôdo.
Urge que o Tribunal Superior Eleitoral tome as providências a fim de que a Lei seja respeitada.



imagem 2




Histórias Verídicas - Crônica


As histórias que a vida nos conta são interessantes e memoráveis, o inconsciente grava para sempre os pormenores e, de vez em quando, chega aquela memória como se tivesse acontecido naquele instante, pois o subconsciente está no presente o tempo todo. Há lembranças de fatos que vivenciamos ou ouvimos dizer que carregamos por toda a existência.
Comigo essas coisas foram marcantes porque meus pais costumavam contar ocorrências de suas próprias vidas, nas conversas cotidianas, principalmente meu pai. Ele, às vezes, repetia tais depoimentos, e nós, com mentes férteis, assimilávamos, com detalhes, tais relatos.

Registros fiéis

Ainda hoje, depois de tantos anos, sou capaz de relembrar de alguns fatos que me foram contados com fidelidade por quem exercia uma autoridade paternal e constituía a figura mais emblemática no meu psiquismo infantil. São muitas narrativas guardadas, mas irei me deter numa simples recordação que hoje me veio à baila.

Fatos expostos

Na época, o jovem casal (papai e mamãe), recém- asados, tendo apenas a primogênita, que era eu, residíamos na rua Dr. José Mariano, em Caruaru, e ali pertinho havia a rua Júlio de Melo onde era localizado o Grupo Escolar Prof. Vicente Monteiro (onde depois vim a estudar o curso primário), com um enorme terreno em frente, onde atualmente existe a Praça das crianças, tendo ao lado a Fábrica de caroá, hoje Espaço Cultural Tancredo Neves. Era o local escolhido e propício para a armação de companhias circenses que visitavam a cidade.
Contaram-me que numa certa vez a família foi ver um tal Circo (daqueles feitos de lona), que teria se instalado no determinado local, tendo antes percorrido as artérias adjacentes na sua propaganda chamativa de público com palhaços dançando e cantando: "hoje tem espetáculo? Tem sim, senhor " e isso havia despertado o interesse dos meus genitores que me levaram no colo, como bebê que eu era.

Mascotes do circo

À época ainda eram utilizados vários animais nas apresentações circenses e, como tal, alguns deles figuravam em suas jaulas e correntes, bem à vista dos curiosos. O mais destacado era um casal de elefantes e nesse pormenor fica o suspense do fato curioso.
Não sei o porquê do domador inventar de separar o macho da fêmea naquela ocasião, mas um estava a alguns metros de distância, cada qual acorrentado supondo-se segurança.

A multidão

O povo, na curiosidade e confiando nos cuidados do pessoal do circo, ficava o mais próximo possível, admirando não somente os elefantes, mas também os leões, as zebras, os cavalos, etc. Meus pais se achavam numa calçada aproximada, observando o movimento.
Eis que de repente, houve um alvoroço total e as pessoas corriam, desencontradas, como num: "salve-se quem puder", deixando uma interrogação no ar e algumas afirmativas apavorantes, dando conta de que o elefante macho estava solto, quebrara as amarras e seguia livremente sem controle. A grita foi geral!

Correria

Meu pai, apavorado, tomando conta da esposa e da filha pequena, correu em busca de abrigo numa residência próxima, até que os ânimos esfriaram e se pôde saber, na verdade, o que se passou.

Constatação

Após o grande susto, constataram que o elefante não gostando da separação imposta à sua parceira, simplesmente cortou a frágil atadura e saiu, tranquilo, para o lado da companheira. Talvez uma coisa banal, no entanto, quem poderia saber o que aquele gigantesco animal seria capaz de aprontar, diante de uma multidão de estranhos?
Pernas, pra que lhes quero?
Vamos em frente que atrás vem gente.


*Malude Maciel, Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, ACACCIL, cadeira 15 pertencente à professora Sinhazina. @malude.maciel


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



imagem 3





imagem noticia

É Findi - Motivos - Por Josué Sena*

25/07/2026

Os que vão ansiosos para Pasárgada,
Vão pelos motivos de Bandeira e que já sei.
Os que de Maracangalha tomam a estrada,
Têm as razões que também direi.

Uns esperam as benesses do rei.
Camas fofas e bem preparadas,
Segundo ditames da acolhedora lei
Para dormir com as mulheres desejadas.

Já os dos rumos de Maracangalha,
São andejos vocacionados, portanto.
Protegidos do Sol por chapéus de Palha,

Vestidos de liformes brancos, Buscam sonhados cantos,
Para idílios longe dos olhos de Anália,
Que não gosta de andar tanto.


*Josué Sena, poeta e desembargador do TJPE.



imagem noticia

Os que vão ansiosos para Pasárgada,
Vão pelos motivos de Bandeira e que já sei.
Os que de Maracangalha tomam a estrada,
Têm as razões que também direi.

Uns esperam as benesses do rei.
Camas fofas e bem preparadas,
Segundo ditames da acolhedora lei
Para dormir com as mulheres desejadas.

Já os dos rumos de Maracangalha,
São andejos vocacionados, portanto.
Protegidos do Sol por chapéus de Palha,

Vestidos de liformes brancos, Buscam sonhados cantos,
Para idílios longe dos olhos de Anália,
Que não gosta de andar tanto.


*Josué Sena, poeta e desembargador do TJPE.



imagem 2





imagem noticia

Prefeito Elton Martins e deputado Silvio Costa Filho anunciam hospital para Águas Belas

25/07/2026

O prefeito de Águas Belas, Elton Martins e o deputado federal, Silvio Costa Filho, anunciaram, ontem sexta-feira, 24/07, a construção de um hospital avaliado em R$ 22 milhões. O equipamento, que será erguido no município, foi inserido nas obras do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Alta complexidade

O Hospital Municipal de Águas Belas foi projetado para atender à crescente demanda por serviços de média complexidade na cidade e região, ampliando o acesso da população a atendimentos especializados, urgência e emergência 24 horas, exames de imagem e laboratoriais, centro obstétrico, centro cirúrgico e internação hospitalar.

A unidade

Contará com 52 leitos de internamento, distribuídos entre enfermarias masculina, feminina, pediátrica, maternidade e ala psiquiátrica, além de dois centros cirúrgicos e obstétrico humanizado, laboratório de análises clínicas estruturado e atendimento ambulatorial em...

imagem noticia

O prefeito de Águas Belas, Elton Martins e o deputado federal, Silvio Costa Filho, anunciaram, ontem sexta-feira, 24/07, a construção de um hospital avaliado em R$ 22 milhões. O equipamento, que será erguido no município, foi inserido nas obras do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Alta complexidade

O Hospital Municipal de Águas Belas foi projetado para atender à crescente demanda por serviços de média complexidade na cidade e região, ampliando o acesso da população a atendimentos especializados, urgência e emergência 24 horas, exames de imagem e laboratoriais, centro obstétrico, centro cirúrgico e internação hospitalar.

A unidade

Contará com 52 leitos de internamento, distribuídos entre enfermarias masculina, feminina, pediátrica, maternidade e ala psiquiátrica, além de dois centros cirúrgicos e obstétrico humanizado, laboratório de análises clínicas estruturado e atendimento ambulatorial em diversas especialidades.

Fala Silvinho

"Falamos com o nosso presidente Lula e conseguimos empenhar o Hospital de Águas Belas no valor de R$ 22 milhões. A unidade foi incluída no Novo PAC, um sonho antigo da população e, sob a liderança do prefeito Elton, vamos conseguir fazer em Águas Belas. Essa unidade será fundamental para garantir mais qualidade de vida a população", disse Silvio Costa Filho.

Fala o prefeito

O novo empreendimento será construído num espaço adquirido e com recursos da prefeitura.
"Gostaria de agradecer ao presidente Lula, o empenho do deputado Silvio e o ministro Padilha. Estamos realizando um sonho dos moradores do município. Não tenho dúvida que ficará na história de Águas Belas", disse Elton.

Foto: Wesley D'Almeida




imagem noticia

Edson Vieira diz que Agreste quer Miguel Coelho para o Senado na chapa de Raquel

25/07/2026

O deputado estadual Edson Vieira (Podemos) voltou a defender o nome do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, para disputar uma vaga no Senado Federal na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD). Um dos principais representantes políticos do Polo de Confecções na Assembleia Legislativa, Edson tem reafirmado que Miguel reúne as credenciais necessárias para representar Pernambuco no Congresso Nacional.

Segundo o parlamentar

Miguel Coelho construiu uma trajetória marcada por resultados, capacidade de gestão e diálogo com todas as regiões do estado, características que fortalecem sua candidatura ao Senado.

Testado e aprovado

"Tenho defendido o nome de Miguel porque ele já mostrou sua competência como deputado estadual e, principalmente, como prefeito de Petrolina, onde realizou uma transformação reconhecida por toda Pernambuco. É um líder preparado, conhece a realidade do nosso estado, tem uma relação muito próxima c...

imagem noticia

O deputado estadual Edson Vieira (Podemos) voltou a defender o nome do ex-prefeito de Petrolina, Miguel Coelho, para disputar uma vaga no Senado Federal na chapa da governadora Raquel Lyra (PSD). Um dos principais representantes políticos do Polo de Confecções na Assembleia Legislativa, Edson tem reafirmado que Miguel reúne as credenciais necessárias para representar Pernambuco no Congresso Nacional.

Segundo o parlamentar

Miguel Coelho construiu uma trajetória marcada por resultados, capacidade de gestão e diálogo com todas as regiões do estado, características que fortalecem sua candidatura ao Senado.

Testado e aprovado

"Tenho defendido o nome de Miguel porque ele já mostrou sua competência como deputado estadual e, principalmente, como prefeito de Petrolina, onde realizou uma transformação reconhecida por toda Pernambuco. É um líder preparado, conhece a realidade do nosso estado, tem uma relação muito próxima com o Agreste e, especialmente, com o Polo de Confecções Tenho certeza de que Pernambuco ganhará um grande senador. Miguel, conte com o apoio do nosso Agreste", afirmou Edson Vieira.




Confira mais

a

Telefone/Whatsapp

Brasília

(61) 99667-4410

Recife

(81) 99967-9957

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nosso site.
Ao utilizar nosso site e suas ferramentas, você concorda com a nossa Política de Privacidade.

Jornal O Poder - Política de Privacidade

Esta política estabelece como ocorre o tratamento dos dados pessoais dos visitantes dos sites dos projetos gerenciados pela Jornal O Poder.

As informações coletadas de usuários ao preencher formulários inclusos neste site serão utilizadas apenas para fins de comunicação de nossas ações.

O presente site utiliza a tecnologia de cookies, através dos quais não é possível identificar diretamente o usuário. Entretanto, a partir deles é possível saber informações mais generalizadas, como geolocalização, navegador utilizado e se o acesso é por desktop ou mobile, além de identificar outras informações sobre hábitos de navegação.

O usuário tem direito a obter, em relação aos dados tratados pelo nosso site, a qualquer momento, a confirmação do armazenamento desses dados.

O consentimento do usuário titular dos dados será fornecido através do próprio site e seus formulários preenchidos.

De acordo com os termos estabelecidos nesta política, a Jornal O Poder não divulgará dados pessoais.

Com o objetivo de garantir maior proteção das informações pessoais que estão no banco de dados, a Jornal O Poder implementa medidas contra ameaças físicas e técnicas, a fim de proteger todas as informações pessoais para evitar uso e divulgação não autorizados.

fechar