Veneziano se reúne com Lula e grava com o presidente renovando compromisso com sua reeleição para o Senado
14/08/2026
Objetivo
O objetivo, dentre outros, foi o de gravar nova mensagem de apoio de Lula à reeleição de Veneziano.
“Estivemos hoje com o nosso querido presidente Lula. E desses nossos encontros, sempre trazemos um abraço afetuoso para os paraibanos e boas novas. Seguimos juntos, trabalhando e levando a Paraíba cada vez mais longe”, publicou Veneziano, em suas redes sociais.
Reafirmou
Lula aproveitou e reafirmou a importância da recondução de Veneziano, segundo ele, um parceiro histórico e importante para a Paraíba e para o Brasil. “É preciso que a gente reconduza Veneziano para o Senado”, reafirmou o presidente.
Objetivo
O objetivo, dentre outros, foi o de gravar nova mensagem de apoio de Lula à reeleição de Veneziano.
“Estivemos hoje com o nosso querido presidente Lula. E desses nossos encontros, sempre trazemos um abraço afetuoso para os paraibanos e boas novas. Seguimos juntos, trabalhando e levando a Paraíba cada vez mais longe”, publicou Veneziano, em suas redes sociais.
Reafirmou
Lula aproveitou e reafirmou a importância da recondução de Veneziano, segundo ele, um parceiro histórico e importante para a Paraíba e para o Brasil. “É preciso que a gente reconduza Veneziano para o Senado”, reafirmou o presidente.
Leia outras informações
Casa Saúde e Maternidade de Garanhuns, de Jorge Branco, envia sua versão
14/08/2026
Posicionamento
A Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro vem a público prestar esclarecimentos sobre o Relatório da Auditoria nº 20.034, conduzida pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS), e reafirmar seu compromisso com a transparência, a qualidade da assistência e a população de Garanhuns e da região.
Há 55 anos, a instituição integra a rede complementar do Sistema Único de Saúde (SUS), prestando atendimento hospitalar à população de Garanhuns e de municípios vizinhos. Ao longo de sua trajetória, sempre pautou sua atuação pelo compromisso com a assistência à saúde, pela transparência e pelo cumprimento das normas que regem a prestação de serviços ao SUS. Nesse período, a Casa de Saúde manteve os mesmos critérios e procedimentos de contratualização adotados para os demais presta...
O Jornal O Poder recebeu nota de posicionamento da unidade hospitalar objeto de noticiário. Segue a nota, Ipsis Litters
Posicionamento
A Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro vem a público prestar esclarecimentos sobre o Relatório da Auditoria nº 20.034, conduzida pelo Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DENASUS), e reafirmar seu compromisso com a transparência, a qualidade da assistência e a população de Garanhuns e da região.
Há 55 anos, a instituição integra a rede complementar do Sistema Único de Saúde (SUS), prestando atendimento hospitalar à população de Garanhuns e de municípios vizinhos. Ao longo de sua trajetória, sempre pautou sua atuação pelo compromisso com a assistência à saúde, pela transparência e pelo cumprimento das normas que regem a prestação de serviços ao SUS. Nesse período, a Casa de Saúde manteve os mesmos critérios e procedimentos de contratualização adotados para os demais prestadores da rede complementar, independentemente da administração pública em exercício ou da composição societária da instituição.
Os valores objeto de apontamento no relatório final correspondem a aproximadamente 1% do total de recursos auditados no período. A maior parte dos questionamentos está relacionada à codificação administrativa atribuída a procedimentos cirúrgicos oncológicos efetivamente realizados e à interpretação dos critérios utilizados para seu enquadramento.
Com relação ao serviço de hemodiálise, a auditoria apontou ausência de comprovação documental em 90 sessões, diante de aproximadamente 135 mil sessões realizadas pela Casa de Saúde no período analisado. A instituição esclarece que a ausência pontual de uma assinatura ou de determinado registro em um documento específico não significa, necessariamente, que o atendimento não tenha sido realizado. Trata-se de uma inconsistência de natureza documental que deve ser analisada em conjunto com os demais registros assistenciais disponíveis.
A Casa de Saúde ressalta, ainda, que parte dos pacientes cujas sessões foram apontadas no relatório como pendentes de comprovação documental permanece em tratamento de hemodiálise na instituição, informação que pode ser verificada nos próprios registros assistenciais da unidade. O dado reforça que os apontamentos documentais não podem ser interpretados, isoladamente, como evidência de que os atendimentos não tenham ocorrido.
Em relação aos procedimentos cirúrgicos oncológicos, a Casa de Saúde informa que encaminhou à auditoria a documentação médica correspondente aos procedimentos questionados. Segundo a instituição, as divergências identificadas são, em sua maior parte, de natureza formal e estão relacionadas ao preenchimento de campos específicos de determinados documentos, e não à ausência de registros capazes de demonstrar a realização dos procedimentos.
A instituição também esclarece que, em determinados casos, a análise considerou o documento no qual foi identificada a inconsistência formal, sem considerar de forma conjunta outros registros que integram o mesmo prontuário, como relatórios cirúrgicos, laudos anatomopatológicos e boletins de anestesia. Esses documentos constituem elementos adicionais de comprovação da realização dos procedimentos.
Outro ponto de divergência está relacionado à codificação administrativa atribuída a cirurgias oncológicas efetivamente realizadas. Nesses casos, a Casa de Saúde entende que os procedimentos foram devidamente executados e que a documentação médica correspondente demonstra sua adequação, razão pela qual irá apresentar os esclarecimentos e os documentos pertinentes pelas vias administrativas cabíveis.
A Casa de Saúde discorda das conclusões apresentadas e entende que os procedimentos questionados devem ser analisados também à luz da indicação clínica e da documentação médica correspondente. A definição da técnica cirúrgica e da via de acesso adequada a cada paciente é uma decisão de natureza técnico-assistencial, tomada pelo médico responsável de acordo com as condições clínicas e as particularidades de cada caso.
A instituição ressalta, ainda, que jamais orientou ou interferiu na decisão técnico-científica dos médicos que atuam em seu corpo clínico, preservando a autonomia profissional necessária à adequada assistência aos pacientes.
Diante dos apontamentos apresentados, a Casa de Saúde apresentará, pelas vias administrativas cabíveis, os esclarecimentos e a documentação médica pertinente, que demonstram a adequação dos procedimentos realizados e fundamentam a posição da instituição em relação aos pontos questionados.
A Casa de Saúde reafirma seu compromisso com a transparência, com o Sistema Único de Saúde e, sobretudo, com a população que atende há mais de cinco décadas.
Nota da Redação - O Poder adota a posição de dar espaço a pessoas e instituições citadas nas suas matérias, sem qualquer interferência no material recebido.
Brizola citado por Veneziano ao enaltecer apoio do PDT à sua reeleição ao Senado e a Cícero
14/08/2026
Brizola
Veneziano lembrou que sua relação com o PDT vem de 1989, quando votou para presidente da República no então candidato do partido, Leonel Brizola. “São relações de 1989, quando, por convencimento pessoal, e já antes, de formação doutrinária e política, eu tinha afinidade com uma das maiores referências e que continua sendo uma das maiores referências políticas, pelos princípios e postulados que ele sempre defendeu de forma muito peculiar,...
O Senador e pré-candidato à reeleição ao Senado Federal Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) agradeceu ao presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, o apoio do partido à sua reeleição para o Senado e à pré-candidatura de Cícero Lucena, MDB, ao Governo da Paraíba, formalizado durante ato ocorrido hoje, sexta-feira, 14/08, em João Pessoa. “O maior beneficiado é o estado da Paraíba, porque você nos dá uma robustez maior na busca desta grande conquista que será poder ter Cícero como nosso governador”.

Brizola
Veneziano lembrou que sua relação com o PDT vem de 1989, quando votou para presidente da República no então candidato do partido, Leonel Brizola. “São relações de 1989, quando, por convencimento pessoal, e já antes, de formação doutrinária e política, eu tinha afinidade com uma das maiores referências e que continua sendo uma das maiores referências políticas, pelos princípios e postulados que ele sempre defendeu de forma muito peculiar, e tão peculiar que sofreu tantas perseguições, mas nunca deixando de ser aquilo que nos inspirava e que continua a nos inspirar, que é o governador, presidente Leonel de Moura Brizola, nosso engenheiro”.

Primeiro voto
Ele lembrou que, na época do seu primeiro voto, era estudante de Direito e tinha seu carro todo coberto por adesivos de Brizola. “Em 1989, quando nós voltamos a ter a oportunidade de nos encontrarmos com as urnas, eu votei em Brizola. Eu era estudante de Direito. Foi meu primeiro voto, efetivamente. E no 2º turno votei, todos nós aqui votamos, evidentemente, no presidente Lula. E de lá pra cá temos nos repetindo. São relações que foram se fortalecendo ao longo dos anos”.

Mais apoio para Vené - Atual prefeito de Cabedelo fechado com a reeleição
14/08/2026
Confira o vídeo
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O prefeito de Cabedelo, Evilásio Cavalcanti (Avante), declarou oficialmente hoje, sexta-feira (14/08), apoio à reeleição do senador Veneziano Vital (MDB). Veneziano conta com o apoio de Lula e marcha firme rumo ao retorno ao Senado, onde brilhou na defesa de teses da interesse da população e ocupou a vice-presidência. Veneziano trabalhou por todos os municípios e é campeão absoluto de emendas democráticas e transparentes para a Paraíba
Confira o vídeo
O estadista e o aventureiro - O fardo do berço contra a farra da urna, por Zé da Flauta*
14/08/2026
O futuro imperador passa a infância e a juventude debruçado sobre livros de história, mapas de diplomacia e dicionários de vários idiomas, aprendendo nos mínimos detalhes a arte solene de representar uma nação. Quando assume o trono, sabe exatamente a distinção entre a imagem permanente do país e as brigas passageiras do dia a dia. Para cuidar da política miúda, das finanças e dos atritos do parlamento, existe o chefe de governo, o primeiro-ministro, criando uma engrenagem onde o estadista pensa nas próximas gerações enquanto o político administra o presente.
Papéis invertidos
No modelo republicano, no entanto, resolveu-se juntar as duas coroas numa...
Há uma diferença abissal entre quem nasce com o compromisso de cuidar de uma casa e quem invade a sala apenas para fazer festa antes que a polícia chegue. Na tradição da coroa, a chefia de Estado não é um prêmio de loteria nem um troféu de vaidade, é um fardo que se carrega desde o berço.
O futuro imperador passa a infância e a juventude debruçado sobre livros de história, mapas de diplomacia e dicionários de vários idiomas, aprendendo nos mínimos detalhes a arte solene de representar uma nação. Quando assume o trono, sabe exatamente a distinção entre a imagem permanente do país e as brigas passageiras do dia a dia. Para cuidar da política miúda, das finanças e dos atritos do parlamento, existe o chefe de governo, o primeiro-ministro, criando uma engrenagem onde o estadista pensa nas próximas gerações enquanto o político administra o presente.
Papéis invertidos
No modelo republicano, no entanto, resolveu-se juntar as duas coroas numa cabeça só, sem exigir do candidato sequer a leitura de um folheto de cordel. Pelo contrário, no circo do sistema eleitoral contemporâneo, a ignorância ostentada virou quase um ativo de campanha, um orgulho torto de quem se vende como "povo" para justificar o despreparo.
O chefe de Estado e o chefe de governo agora habitam o mesmo terno de ocasião, eleito não pela capacidade de visão de longo prazo, mas pela habilidade de prometer o impossível em trinta segundos de propaganda na televisão. Trocamos a sobriedade de quem estudou a vida inteira para servir ao Estado pela audácia de quem passou a vida estudando como servir-se dele.
Bagunça crônica
Ao longo de cento e trinta e sete anos de experiência republicana, o resultado dessa troca de guarda está estampado nos livros de história e na memória do bolso do brasileiro. Acumulamos uma coleção vexatória de golpes de Estado, ditaduras de ocasião, constituições rasgadas e uma sucessão interminável de moedas que viraram poeira diante da inflação.
O tal "progresso", tão bonito na faixa estampada no pano da nossa bandeira, caminha a passos de cágado, frequentemente atropelado pelos escândalos da semana. A estabilidade institucional que levou décadas para ser lapidada no século XIX deu lugar a uma bagunça crônica onde as regras do jogo mudam ao sabor do humor de quem está com a caneta no gabinete.
Demagogia
A grande tragédia dessa escolha é que a República brasileira acabou encontrando sua verdadeira harmonia não com os anseios da população, mas com a corrupção e com o calendário eleitoral.
O horizonte de um presidente raramente ultrapassa a margem dos quatro anos; seu projeto de país não é deixar um legado para os netos dos seus cidadãos, mas garantir a reeleição ou a sucessão do seu grupo político na próxima curva da urna. Enquanto a monarquia olhava para o mapa do século seguinte com a responsabilidade de quem tem nome a zelar na história, a nossa República vive no improviso do próximo orçamento secreto e do próximo acerto de contas de bastidor, provando que o barato da demagogia sai caríssimo para a nação.
Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista

"É chegada mais uma temporada de eleições" - Por Jarbas Beltrão*
14/08/2026
Está aberta a temporada de caça aos votos. É temporada onde o povo eleitor mais humilde é o eixo das atenções.
O "eleitor-maioria", é o mais procurado, isto é, aquela parte da população que acredita em políticos benfeitores e, que a solução para suas dificuldades sai dos "fornos" (cofres) do Estado.
O mar da "democracia" chega com marés altas de promessas de superação das dificuldades pessoais, familiares, ruas, bairros, cidades e estados, é, o "mote" de políticos, acostumados às promessas que nunca serão cumpridas, mas serão distribuidas algumas migalhas.
'Ajudas e promessas'
Os benefícios sociais já obtidos - vales, bolsas de todos os tipos - ganham a lugar prioritário nos discursos dos candidatos.
Os benefícios, se depender da maioria dos candidatos, nunca desaparecerão; os mesmos, até, serão aprimorados.
Benefício social não é solução t...
'Espírito das eleições'
Está aberta a temporada de caça aos votos. É temporada onde o povo eleitor mais humilde é o eixo das atenções.
O "eleitor-maioria", é o mais procurado, isto é, aquela parte da população que acredita em políticos benfeitores e, que a solução para suas dificuldades sai dos "fornos" (cofres) do Estado.
O mar da "democracia" chega com marés altas de promessas de superação das dificuldades pessoais, familiares, ruas, bairros, cidades e estados, é, o "mote" de políticos, acostumados às promessas que nunca serão cumpridas, mas serão distribuidas algumas migalhas.
'Ajudas e promessas'
Os benefícios sociais já obtidos - vales, bolsas de todos os tipos - ganham a lugar prioritário nos discursos dos candidatos.
Os benefícios, se depender da maioria dos candidatos, nunca desaparecerão; os mesmos, até, serão aprimorados.
Benefício social não é solução temporária, para reduzir as dificuldades dos " necessitados", mas ajuda permanente.
Os benefícios sociais, que já são muitos, sobrecarregam os orçamentos públicos. Orçamentos já transbordam bem além das receitas fiscais; não é problema, desde que se engane o eleitorado, e se mantenha, em muitos casos "infinitamente" muitos mandatos políticos.
Com os mandatos seguem os benefícios para os que exercem cargos, tudo contribuindo prá afundar mais ainda a distância da "contribuição" da sociedade que, afinal é o avalista da divida pública , tudo contribui para o desequilíbrio da relação receita x orçamento.
'Dívidas'
A solução fácil pensada pelos agentes do Estado, portadores da competência de enxergar de onde devem sair os recursos, se apresenta na forma de mais impostos, aumento dos já existentes e colocar nos mercados os "papéis" de dívidas públicas.
Endividamento público (estatal, claro) pressiona subida de juros para que os credores se sintam estimulados à empréstimos infinitos ao grande devedor - o ente público maior, o Estado.
O ciclo vicioso vai engrossando... vai engrossando... entrando... crescendo dentro do corpo da sociedade... não se ouve gemidos.
A roda já rodou tanto, que títulos da dívida pública, são emitidos para pagar outros títulos da vida pública que não para de crescer.
Cresce a dívida pública, e desvia recursos financeiros, que não se destinam ao setor produtivo.
O destino dos recursos financeiros disponíveis na sociedade, tem sido, desta maneira, o atraente mercado da dívida pública - 14% de juro ao ano - não pode haver algo melhor, sem nenhum risco.
Taxa selic, no patamar que se encontra, ganha de muitos lucros produtivos e da inflação oficial, que fica em torno de 4% a 5% ao ano.
O dinheiro, até agora investido na dívida pública, ganha de quase todo investimento produtivo, e, também, até agora, sem riscos de perdas.
É o desenvolvimento da lógica "melhor ficar em casa e aguardar o pagamento com mais do dobro da inflação mensal".
'O mercado'
Como mercado é composto de diversas camadas, o ganho na "renda fixa" (medido pela taxa selic) pode até ser maior que os 14% pagos pelo governo. É só pesquisar o funcionamento das diversas camadas do mercado, e fazer a troca por uma camada com menor inflação; segredo que camadas das classes médias na sua maioria desconhece. Ou investir em papéis que remuneram mais que a taxa selic.
Os necessitados, beneficiados pela "bolsas" recebem as migalhas, se sustentam com muita penúria, se for trabalhar, sofrerão desgastes físicos e mentais, melhor esperar os benefícios.
'A economia não cresce'
Os de cima da pirâmide, preferem os ganhos sem riscos; "moral da História": numa trajetória desta, a organização empresarial (de todos os niveis), a demanda por trabalho, emprego, não surgem. Os riscos quase ninguém quer assumir.
A economia não cresce, a base fiscal se reduz e não cresce; a população contribuinte, ou paga mais ao fisco, ou se esconde da obrigação fiscal.
É a lógica da "Curva de Laffer" = mais imposto, menos consumo, menos trabalho/produção, menor ainda consumo.
Moral as promessas dos benfeitores públicos, vão se reduzindo e sendo, cada vez mais, menos cumpridas.
Prá nosso desespero o discurso da racionalidade econômica não chega nos candidatos, nem nos eleitores, todos movidos pelo imediatismo.

A variação do discurso eleitoral é o ataque pessoal, a revelação de ser "esquerda" ou "direita" sem saber o significado dessas margens, pouco importa. Na verdade, "esquerda" e "direita" é só esconderijo pra oportunistas. Direita hoje, esquerda amanhã ou vice-versa.
Pois é... vai ficando complicado acreditar que no âmbito da política tradicional se enxergue soluções para os problemas que se vive, pelo menos nas fronteiras nacionais.
Tenho dito
*Jarbas Beltrão é historiador e professor de História da Universidade de Pernambuco - UPE. Mestre em Educação pela UFPB. Especialista (MBA) em Política Estratégia Defesa e Segurança Nacional. (Adesg Famesc).Especialista (MBA) em Geopolítica/Novas Fronteiras/Cibernética e IA. (Adesg/Instituto Venturo)

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
Da Série Mistérios do Aquém: Os equinos e o Poder – Por Natanael Sarmento*
14/08/2026
Além das guerras
Os equinos ultrapassam o valor das táticas e se tornaram símbolos de “status” social, militar e político. Vide as estátuas equestres! Transmitem a ideia de poder e domínio. Impávido. Absoluto. Grande. O topo da glória, física e idealmente, acima das massas.
Para poucos
Comendo pra burro ou como cavalo, com o repasto de cada dia nas alturas, a montaria é para poucos. O populacho desta capitania imortalizou essa estratificação social na quadra chistosa: “Quem viver em Pernambuco/Não há de estar enganado/ Que, ou há de ser Cavalcanti/Ou há de ser cavalgado”.
Figueiredo
João Batista Figueiredo, o último ditador...
Historiadores lecionam que a introdução do cavalo nas batalhas transformaram não só as táticas militares, mas, também, as estruturas sociais das civilizações. Dos carros de combates da antiguidade à cavalaria montada, os cavalos provocam o maior salseiro.
Além das guerras
Os equinos ultrapassam o valor das táticas e se tornaram símbolos de “status” social, militar e político. Vide as estátuas equestres! Transmitem a ideia de poder e domínio. Impávido. Absoluto. Grande. O topo da glória, física e idealmente, acima das massas.
Para poucos
Comendo pra burro ou como cavalo, com o repasto de cada dia nas alturas, a montaria é para poucos. O populacho desta capitania imortalizou essa estratificação social na quadra chistosa: “Quem viver em Pernambuco/Não há de estar enganado/ Que, ou há de ser Cavalcanti/Ou há de ser cavalgado”.
Figueiredo
João Batista Figueiredo, o último ditador da laia de 1964, demonstrou seu apego equino e desprezo pelo populacho declarando preferir o cheiro dos cavalos ao do povo. Cada nação com sua nobreza, nos lembra Lima Barreto.
Trump
O histriônico presidente dos EUA Donald Trump, enquanto esquartejava tratados internacionais, relinchava ou dava coices no salão Oval. No meio de entrevista aponta a estátua de bronze do cowboy e se refere ao ex-presidente Theodore Roosevelt. Mais uma patada na conta das gafes do fascista. A dita escultura do cowboy retrata anônimo do Velho Oeste, obra de Frédéric Remington.
Alexandre
Alexandre, o Grande, cavalgou milhares de quilômetros. Nas suas conquistas imperiais, Alexandre matou, subjugou e pilhou povos da Europa, Ásia e África. Mas o Macedônio, discípulo de Aristóteles, era sensível. Não apenas derramou lágrimas na morte do Bucéfalo, seu cavalo, como em sua memória fundou a cidade de Bucéfala.
Calígula
Calígula, imperador de Roma, valorizou o seu cavalo Incitatus com a toga do Senado, mas os patrícios legisladores da aristocracia não gostaram nada da nova companhia.
Átila
Sobre Atila, o rei dos hunos, conhecido como o “flagelo dos deuses”, criou-se a lenda de: “onde seu cavalo pisava, nunca mais crescia grama”. Na passagem da morte, eternamente, não florescia qualquer forma de vida.
Napoleão
Napoleão Bonaparte, o célebre General e imperador dos franceses, imortalizou seu “cavalo branco” Marengo em telas. Na montaria da vida real pintou com sangue os verdes campos da Europa e gélidas estepes russas. Caiu do cavalo em Waterloo.
Ricardo III
Ricardo III, perdido na floresta e derrotado na batalha, imortalizou seu desespero: "Um cavalo! Um cavalo! Meu reino por um cavalo!". Era tarde e Inez morta. Perdeu o reino e cabeça, literalmente.
Ironia
Nessas efemérides históricas sobre equinos e poderosos, há uma trágica ironia. Os escravistas que saqueiam, esquartejam são escravos das próprias ambições. A pulsão narcísica sempre termina tragicamente, afundada nos pântanos das insanas veleidades de achar que o mundo é um cavalo selado disponível para servi-los.
Obscurantistas
A ideologia dos narcísicos ditadores contemporâneos é o fascismo. Querem moldar o mundo a sua imagem de intolerância, autoritarismo, ódio à cultura, ciência, artes, filosofia. Tipos sociais bestializados que se alimentam da ignorância. Destroem obras de artes (vide os ataques terroristas do 8 de janeiro 2023); negam a ciência (pandemia e negação das vacinas da Covid19); apologistas da violência estimulam vendas de armas e aberturas de CACs centros de tiros; cortam verbas de escolas e universidades, da cultura e da ciência. Desconhecem o quanto ignoram. Hitler na Alemanha e Pinochet no Chile fizeram fogueiras com livros. Bolsonaro que tem repulsa de livros como o Diabo da cruz. Em seu desgoverno bloqueou recursos e atrasou compras de livros e material escolar, em 2022. Heinrich Heine, no século XIX, alertava: "Onde se queimam livros, acaba-se queimando pessoas”
Bolsonarismo
Quem quiser entender sobre essa estupidez sociológica recomendo o livro de João Cezar de Castro Rocha “ Bolsonarismo – Da Guerra Cultural ao Terrorismo Doméstico – Retórica do ódio e dissonância cognitiva - ( Ed.2026 autêntica) O autor aprofunda os paradoxos dos discursos de ódio da extrema direita que ganha força no mundo e no Brasil.
Shakespeariano
Sobre o Ricardo III shakespeariana, é o tirano da narrativa, cujo caráter e métodos ele próprio declara: “Por meio de conjuras, arriscadas insinuações, insanas profecias, jornalecos e invencionices, mortal ódio mantenho”. Ricardo não vale um tostão, mas tem o mérito de assumir. Pior é o tipo Tartufo, o hipócrita, do teatro de Molière. O dissimulador e fingidor que usa uma falsa piedade religiosa e defesa da família, quando na verdade manipula e destrói a família do seu benfeitor Orgon. Joseph Goebbels, chefe da propaganda nazista, para impor a ideologia da extrema direita, mandava repetir mentiras até se tornarem verdades. Qualquer semelhança da tirania de Ricardo III, hipocrisia de Tartufo e manipulações de Gobbels com o presidiário e sua laia não é mera coincidência.
Que fazer?
Derrotar os fascistas. Lutar contra os donos do mundo imperialista. Defender o socialismo como alternativa da civilização contra o caos, as guerras, os genocídios. E ditadura, nunca mais!
*Natanael Sarmento é professor e escritor, e integrante do Diretório Nacional da UP. @sarmentonatanael

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.
Show de Raí Saia Rodada, Mostra de Circo, peças teatrais, festivais e exposições, movimentam a agenda cultural no Grande Recife
14/08/2026
Mostra
A agenda também conta com a 15ª Mostra de Circo do Recife, o espetáculo "O Estrangeiro – Versão Multimídia", com direção de Vera Holtz, peça "Farsa da boa preguiça", com texto de Ariano Suassuna, e a feira de afroempreendedorismo Expo Preta. A programação conta ainda com diversos espetáculos e exposições com artistas locais, abordando temas variados do cotidiano.
Confira a programação:
5ª Expo Preta
A feira reúne 20 marcas de afroempreendedorismo com itens de moda, beleza, arte, artesan...
A programação cultural é ampla. Diversificada. Com atrações para todos os públicos e gostos. Musica, teatro, dança, cinema e artes plásticas. A programação cultural no Grande Recife reserva atrações para todos os públicos. Entre os destaques, estão o show gratuito de Raí Saia Rodada, em Olinda, e o festival "Clássicos do Forró", no Classic Hall, com shows de Magníficos e Limão com Mel.

Mostra
A agenda também conta com a 15ª Mostra de Circo do Recife, o espetáculo "O Estrangeiro – Versão Multimídia", com direção de Vera Holtz, peça "Farsa da boa preguiça", com texto de Ariano Suassuna, e a feira de afroempreendedorismo Expo Preta. A programação conta ainda com diversos espetáculos e exposições com artistas locais, abordando temas variados do cotidiano.

Confira a programação:
5ª Expo Preta
A feira reúne 20 marcas de afroempreendedorismo com itens de moda, beleza, arte, artesanato, gastronomia, plantas, artigos para pets e instrumentos de percussão de matriz africana. O evento busca ser uma vitrine para pequenos negócios liderados por pessoas negras em Pernambuco.
5ª Expo Preta RioMar
Sexta-feira (14) e sábado (15), das 9h às 22h; e no domingo (16), das 12h às 21h
RioMar Recife - Praça de Eventos (piso L1): Avenida República do Líbano, 251, Pina - Recife
Exposição "Quem leu leu"
O Circuito Faísca apresenta uma programação voltada a publicações experimentais e a exposição “Quem Leu Leu”, do artista e designer de linguagem Preto Matheus. A mostra foi montada a partir de uma experimentação, lançada como "livro de artista" com páginas soltas reunidas numa caixa. Na exposição, as páginas se transformam em painéis de grandes dimensões, convidando as pessoas a decifrar um enigma visual.
Exposição "Quem Leu Leu", de Preto Matheus
Eventos de abertura na sexta-feira (14), das 18h às 22h, e no sábado (15), das 13h às 22h. Visitação até 13 de setembro
A Casa do Cachorro Preto: Rua Treze de Maio, 99, Carmo - Olinda
Espetáculo “A Receita”
O espetáculo teatral “A Receita” tem atuação solo de Naná Sodré. Com texto e direção de Samuel Santos, a montagem aborda temas como violência doméstica, gênero, identidade racial e classe social por meio de uma tragicomédia centrada em uma mulher anônima e invisibilizada.
Espetáculo “A Receita”
Sexta-feira (14) e sábado (15), às 19h, e dias 21, 22, 28 e 29 de agosto, no mesmo horário
Espaço O Poste: Rua do Riachuelo, 641, Boa Vista - Recife
Cine Apipucos
Projeto realizado pela Viva do Brasil, empresa que gere parques públicos do Recife, o "Cine Apipucos" promove exibição de filmes a céu aberto com almofadas, cadeiras e organização em formato de plateia. Durante as sessões, a "Cine Feira" oferece opções de lanches no local.
Cine Apipucos
Confira programação:
Sexta-feira (14): 19h - "Vida de Solteiro"(1h39, 14 anos, romance)
Sábado (15): 18h - "Querida, Encolhi as Crianças" (1h34, Livre, comédia)
Domingo (16): 16h30 - "A Era do Gelo 2" (1h31, Livre, animação infantil)
Parque Apipucos: Rua de Apipucos, s/n, Apipucos – Recife
Exposição "Tropeço do Passista"
O artista pernambucano Lu Ferreira apresenta a exposição “Tropeço do Passista” com curadoria de Elizabeth Bandeira. A mostra reúne pinturas que incorporam o risco e o erro como elementos do processo criativo, em diálogo com referências do frevo, da música e da atmosfera artística de Olinda.
Exposição “Tropeço do Passista”, de Lu Ferreira
Abertura na sexta-feira (14), das 19h às 22h. Visitação de terça a sexta, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 14h às 16h
Sala Laura Nigro – Museu Regional de Olinda: Rua do Amparo, 128, Amparo - Olinda
Peça "Farsa da boa preguiça"
O grupo Célula de Teatro estreia uma montagem inédita de “Farsa da Boa Preguiça”, clássico de Ariano Suassuna, antecipando as celebrações do centenário do escritor, em 2027. Fiel ao texto original, o espetáculo, dirigido por Domingos Soares, retoma uma comédia que articula auto popular, literatura de cordel e tradição oral nordestina para tratar de temas como arte, sobrevivência, ética, fé e poder.
Peça "Farsa da boa preguiça"
Teatro Barreto Júnior (Rua Estudante Jeremias Bastos, s/n, Pina - Recife)
Sexta (14) e sábado (15), às 19h30
Domingo (16), às 19h
Teatro do Parque (Rua do Hospício, 81, Boa Vista - Recife)
25 anos da Cia. Etc.
A Cia. Etc. celebra 25 anos de trajetória com uma ocupação cultural entre julho e agosto, reunindo espetáculos, intervenções urbanas e mostra de videodança. As atividades acontecem em diferentes espaços pelo Grande Recife com uma programação que revisita obras centrais do repertório da companhia pernambucana, marcada pela pesquisa entre dança, audiovisual e arte sonora.
25 anos da Cia. Etc. Programação:
"O Tempo das Lebres"
Sexta (14) e sábado (15), às 19h30
Teatro Samuel Campelo: Praça Nossa Sra. do Rosário - Jaboatão dos Guararapes
"Involuntário"
Dia 22 de agosto, às 9h
Praça da Várzea
Dia 28, às 12h
Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco: Avenida da Arquitetura, s/n, Cidade Universitária - Recife
Show "Dança e canta", de Armando Fuentes
Armando Fuentes apresenta pela primeira vez no Recife o show “Dança e canta”, com repertório dedicado à música internacional dos anos 1960 a 2000. A apresentação reúne ritmos como salsa, pop latino, merengue, latin jazz, cúmbia, samba e bachata, além de baladas, bolero e bossa nova. No palco, o cantor será acompanhado por músicos pernambucanos em uma proposta voltada à dança, ao canto e à interação com o público.
Show "Dança e canta", de Armando Fuentes
Sexta-feira (14), às 20h30
Clube Português do Recife: Avenida Rosa e Silva, 172, Graças – Recife

Circo Godot
A Companhia Circo Godot de Teatro inicia uma nova temporada que usa técnicas circenses para abordar relações de poder entre opressor e oprimido. Protagonizada por Asaías Rodrigues e Charles de Lima, a programação também inclui a oficina “Por Nada se Espera”, voltada a pessoas a partir de 15 anos.
Circo Godot
Oficina “Por Nada se Espera”
Sábado (15), das 9h às 16h
Museu Cais do Sertão, na sala “Caixa de Poesia”: Avenida Alfredo Lisboa, s/n, no Bairro do Recife
Domingo (16), às 17h
Museu Cais do Sertão, no Auditório “É do povo”: Avenida Alfredo Lisboa, s/n, no Bairro do Recife
Projeto “Na Pisada do Cavalo Marinho Boi Estrela: Intercâmbio de Tradições”
O projeto “Na Pisada do Cavalo-Marinho Boi Estrela: Intercâmbio de Tradições” realiza uma programação gratuita de oficinas e apresentações voltada ao diálogo entre diferentes manifestações culturais pernambucanas. A iniciativa reúne cavalo-marinho, caboclinho, maracatu e dança afro em encontros entre grupos, mestres, comunidades e público.
Na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo: Rua Passarela, 18A, Chão de Estrelas – Recife
Exposição "Recife Anda Luz"
A exposição “Recife Anda Luz”, das artistas e designers Maria Eduarda Belém e Sofia Lobo, apresenta 27 painéis de MDF recortado a laser a partir de referências da arquitetura e da paisagem gráfica do Recife. Grades residenciais, vitrais, pisos e fachadas de espaços da cidade aparecem reorganizados em composições que exploram a relação entre desenho, luz e sombra.
Exposição "Recife Anda Luz"
Abertura no sábado (15), às 15h, com visita guiada. Visitação até 26 de setembro. De quarta-feira a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Sábado das 10h às 17h
Museu Murillo La Greca: Rua Leonardo Bezerra Cavalcanti, 366, Parnamirim - Recife
Show “Na Semente das Encruzas”, de Jonatas Onofre
O cantor e compositor pernambucano Jonatas Onofre estreia o show “Na Semente das Encruzas”, em que retorna ao formato voz e teclado. O espetáculo reúne canções inéditas e músicas resgatadas de diferentes momentos da trajetória do artista. Com quase duas décadas de atuação na música e na literatura, Jonatas construiu percurso independente com discos, EPs, singles e apresentações em festivais e projetos culturais de Pernambuco.
Show “Na Semente das Encruzas”, de Jonatas Onofre
Sábado (15), às 15h
Teatro Clênio Wanderley - Casa da Cultura: Rua Floriano Peixoto, s/n, São José - Recife
Festival Clássicos do Forró
O festival Clássicos do Forró reúne as bandas Magníficos, Limão com Mel, Mastruz com Leite e Cavalo de Pau em uma noite dedicada ao ritmo nordestino. A programação revisita repertórios que marcaram gerações, com músicas como “Me Usa”, “Cristal Quebrado”, “Toma Conta de Mim”, “Saga de um Vaqueiro” e “Meu Vaqueiro, Meu Peão”.
Clássicos do Forró
Sábado (15), a partir das 19h
Classic Hall: Avenida Agamenon Magalhães, s/n, Salgadinho – Olinda
15ª Mostra de Circo do Recife
A 15ª Mostra de Circo do Recife reúne mais de 50 atividades, entre espetáculos, números circenses e musicais, intervenções, oficinas, debates e exibição de filme, com participação de diferentes gerações e linguagens do circo pernambucano. A mostra também homenageia quatro artistas ligados às artes circenses: Mister Salles e Palhaço Jipinho, in memoriam, além de Williams Sant’anna e Mickael Marvey.
15ª Mostra de Circo do Recife
A partir de sábado (15) até dia 25 de agosto
Sábado (15), no Parque Governador Eduardo Campos: Via Mangue, s/n, Pina - Recife, na área do antigo Aeroclube
Espetáculo "O Estrangeiro – Versão Multimídia"
O espetáculo revisita o romance de Albert Camus em uma nova encenação dirigida por Vera Holtz e protagonizada por Guilherme Leme Garcia. A peça aproxima teatro, cinema, videoarte e performance para acompanhar Meursault, personagem central do clássico publicado em 1942, em uma narrativa atravessada por temas como absurdo, liberdade e condição humana.
Espetáculo "O Estrangeiro – Versão Multimídia"
Sábado (15) às 20h, e domingo (16) às 18h
Teatro Luiz Mendonça – Parque Dona Lindu: Avenida Boa Viagem, S/N, - Recife
Show de Baco Exu do Blues
O rapper Baco Exu do Blues traz ao Recife a “Hasos Tour”, do álbum mais recente do artista. O show reúne músicas do novo trabalho e sucessos da carreira, em uma apresentação que combina rap, poesia, performance e elementos visuais.
Show de Baco Exu do Blues
Sábado (15), a partir das 22h
Armazém 14: Avenida Alfredo Lisboa, s/n, no Bairro do Recife
Show de Raí Saia Rodada
Raí Saia Rodada celebra os 25 anos de carreira com a gravação de um novo DVD em Recife. O projeto reúne regravações e convidados como Wesley Safadão, Nattanzinho Lima, Joelma e ex-vocalistas da banda Saia Rodada.
Show de Raí Saia Rodada
Domingo (16), a partir das 16h
Centro de Convenções: Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho - Olinda
Show “Festivais da MPB”, com Leandro Silva
O cantor pernambucano Leandro Silva apresenta o espetáculo “Festivais da MPB”, dedicado a canções marcadas pelas décadas de 1960, 1970 e 1980. A proposta é revisitar a história dos grandes festivais televisionados da música brasileira.
Show “Festivais da MPB”, com Leandro Silva
Domingo (16), às 16h
Instituto Marcos Hacker de Melo: Rua Tenente João Cícero, 258, Boa Viagem - Recife
Espetáculo de Mágica com Rodrigo Lima
O espetáculo de mágica com Rodrigo Lima mistura ilusionismo, humor e participação do público, com proposta voltada para pais e filhos. Um dos destaques do show é a participação do personagem Zeca, um papagaio de ventriloquia que interage com a plateia. O encerramento traz um número inédito inspirado na relação entre pais e filhos.
Espetáculo de Mágica com Rodrigo Lima
Todos os domingos de agosto, às 17h
Rooftop do Shopping Tacaruna: Avenida Governador Agamenon Magalhães, 153, Santo Amaro - Recife
Gratuito
Exposição "Vereda Interior"
Nesta mostra, o fotógrafo pernambucano Gustavo Pimentel alterna entre o registro espontâneo de situações do cotidiano e a construção de cenas que evocam suas memórias. As imagens revelam um sertão contemporâneo, distante dos estereótipos, e apresentam uma leitura poética do território. A exposição fotográfica reúne imagens feitas ao longo de duas décadas.
Exposição "Vereda Interior"
Visitação até 16 de agosto. De terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 18h
Torre Malakoff: Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife – Recife
Exposição "Hoje eu subi numa pilha de livros pra estar à sua altura"
Em sua primeira exposição individual, a artista visual Carolina Drahomiro propõe uma reflexão sobre a força de trabalho da mulher no contexto social.
Exposição "Hoje eu subi numa pilha de livros pra estar à sua altura"
Visitação até 16 de agosto. De terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 18h
Torre Malakoff: Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife – Recife
Exposição "Traços da Memória"
A exposição “Traços da Memória” reúne trabalhos da artista visual Consuelo Figueira. A mostra apresenta quadros e obras decorativas desenhadas à caneta, com paisagens, fauna e flora nordestinas inspiradas no movimento armorial. Terapeuta ocupacional de formação, Consuelo passou a apresentar seus desenhos após a aposentadoria em 2022.
Exposição "Traços da Memória"
Visitação até 17 de agosto, das 9h às 17h
Galeria Pedra do Reino, no Compaz Ariano Suassuna: Avenida General San Martin, 1208, Cordeiro – Recife
Exposição “Forquilha”
A exposição “Forquilha” reúne mais de 100 obras recentes dos artistas Fernando Duarte e Fernando Augusto. Com curadoria de Guilherme Moraes, a mostra parte do encontro entre as pesquisas dos dois artistas e propõe um diálogo entre diferentes leituras da realidade, com trabalhos ligados à figura humana, paisagem, memória, território e imaginação.
Exposição “Forquilha”
Visitação até 23 de agosto, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, e sábados e domingos, das 14h às 17h
Museu do Estado de Pernambuco (Mepe): Avenida Rui Barbosa, 960, Graças –
Palestra “Mente Próspera: A Vida é Aqui e Agora”, com Monja Coen
A Monja Coen participa de uma palestra sobre autoconhecimento, equilíbrio e propósito. Com o tema “Mente Próspera: A Vida é Aqui e Agora”, a ideia é reunir reflexões ligadas à liderança consciente e à transformação social. Autora best-seller e palestrante, Monja Coen é conhecida por levar mensagens sobre paz e equilíbrio a diferentes públicos.
Palestra “Mente Próspera: A Vida é Aqui e Agora”, com Monja Coen
Dia 17 de agosto, às 19h
RioMar Recife, no Piso L4: Avenida República do Líbano, 251, Pina - Recife
Exposição "Vladimir Jazbec – Sem Fronteiras. Sem Reservas."
A Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco recebe a primeira exposição póstuma dedicada ao pintor esloveno Vladimir Jazbec. A mostra apresenta um conjunto de obras do artista e propõe uma reflexão sobre fronteiras físicas, culturais e existenciais. A iniciativa é organizada pela ADENE – Associação dos Eslovenos no Nordeste, com apoio do Consulado da Eslovênia no Recife.
Exposição "Vladimir Jazbec – Sem Fronteiras. Sem Reservas."
Visitação até 21 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h; e aos sábados, das 9h às 13h
Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco: R. João Lira, s/n, Santo Amaro - Recife
Exposição “Cozinha Sertaneja – Comer para resistir”
A exposição “Cozinha Sertaneja – Comer para resistir” propõe um olhar sobre a culinária sertaneja como patrimônio cultural, reunindo objetos, utensílios, instalações, fotografias e textos com curadoria de Bruno Albertim e Lúcio Omena. O percurso, que faz parte do projeto Fenearte – Cozinha de Território, aborda temas como mandioca, criação de animais, conservação dos alimentos, convivência familiar e religiosidade popular no semiárido.
Exposição “Cozinha Sertaneja – Comer para resistir”
Visitação até 23 de agosto. De terça a domingo, das 9h às 17h
Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa: Largo do Varadouro, s/n, Varadouro – Olinda
Exposição "Acervo em Diálogo"
Com curadoria de Beth da Matta, a exposição reúne obras produzidas entre as décadas de 1940 e 2020 e coloca em diálogo artistas que ajudaram a construir importantes capítulos da arte brasileira e pernambucana. Entre os nomes apresentados estão Farnese de Andrade, Francisco Brennand, Lula Cardoso Ayres e Reynaldo Fonseca.
Exposição "Acervo em Diálogo"
Visitação até 27 de agosto. De segunda a sexta-feira, das 9h às 18h; e aos sábados, das 10h às 14h
Galeria Maurício Redig: Empresarial Marcela Dubeux Priori, Av. Eng. Domingos Ferreira, 604, Térreo
Exposição "Futuro do Pretérito", de Guilherme Rakim
A primeira exposição individual de Guilherme Rakim reúne obras que articulam memória, ancestralidade, futurismo e tecnologia. Nascido em 2004 e morador da Mustardinha, no Recife, o artista apresenta pinturas construídas a partir de referências da cultura pernambucana, da oralidade, do misticismo e de narrativas afetivas, além de dialogar com conceitos como afrociberdelia e tecnoperiferia.
Exposição "Futuro do Pretérito", de Guilherme Rakim
Até 31 de agosto
Umbral das Artes: Rua Ulhôa Cintra, 122, Santo Antônio - Recife
Exposição “Bicho Feira”
A primeira exposição individual de Hugo Sá transforma a Feira de Caruaru em ponto de partida para uma produção que articula memória, cultura popular e arte contemporânea. Com curadoria de Paula Borghi, “Bicho Feira” reúne pinturas e esculturas inspiradas em personagens, paisagens e objetos do Agreste pernambucano. Natural de Caruaru, o artista revisita lembranças da infância e cria uma linguagem visual que transita entre figuração e abstração.
Exposição “Bicho Feira”
Visitação até 4 de setembro, de segunda a sexta, das 10h às 19h
Número Galeria: Rua Professor Eduardo Wanderley Filho, 187, térreo, Boa Viagem – Recife
Exposição "Letras da Ilha"
A exposição “Letras da Ilha” apresenta a arte dos pintores letristas de Itamaracá e propõe um recorte da memória gráfica da ilha. A mostra reúne fotografias, vídeos, obras, langanhos e letreiros produzidos por artistas que transformam madeira, tinta e tipografia popular em expressão cultural. Resultado de uma pesquisa iniciada em 2020 por Lili Nascimento, o projeto também destaca nomes como Tuca Pintor, Dilza Fernanda, John Alex e Edilson Catanha.
Exposição "Letras da Ilha"
Visitação até 4 de outubro
Embaixada da Ciranda Lia de Itamaracá: Avenida Benigno Cordeiro Galvão, 559, Jaguaribe, Ilha de Itamaracá
Exposição "O céu não cabe em nenhum paraíso"
A exposição individual de Ramonn Vieitez reúne cerca de 30 obras inéditas e destaca a pesquisa recente do artista sobre o gesto, a luz e a matéria. Com curadoria de Yuri Quevedo, a mostra apresenta paisagens atravessadas por tensão, mistério e pela ideia de recomeço, em trabalhos que articulam pintura, estrutura e suporte como uma linguagem única. A exposição também conta com obras de alumínio, com referências na arte medieval.
Exposição "O céu não cabe em nenhum paraíso", de Ramonn Vieitez
Até 25 de setembro, de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 17h
Galeria Marco Zero: Av. Domingos Ferreira, 3393, Boa Viagem - Recife
Exposição "Terravulta"
A exposição “Terravulta” reúne trabalhos inéditos dos artistas Anti Ribeiro e Cristiano Lenhardt, com curadoria de Rita Vênus. A proposta destaca processos artísticos marcados pela experimentação, pela materialidade e pela ação do tempo sobre as superfícies.
Exposição "Terravulta"
Visitação até 26 de setembro. De segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 15h
Galeria Amparo 60: Rua Professor Eduardo Wanderley Filho, 187, Boa Viagem - Recife
36ª Bienal de São Paulo – Itinerância Recife
A Oficina Francisco Brennand recebe a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo, que retorna à capital pernambucana depois de 15 anos. A exposição "Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática" reúne obras de 14 artistas com referências culturais de Pernambuco, como o Manguebeat e o estuário dos rios Beberibe e Capibaribe.
A inauguração da mostra também marcou a abertura do espaço expositivo "Ateliê Francisco Brennand - Uma janela para o mundo”, nos Salões de Esculturas da Oficina, com o mobiliário original e a disposição dos objetos da forma que eram utilizados por Francisco Brennand. Essa mostra será permanente.
36ª Bienal de São Paulo – Itinerância Recife
Até 18 de outubro. Visitação de terça a domingo, das 9h às 17h (última entrada às 16h)
Oficina Francisco Brennand: Rua Diogo de Vasconcelos, s/n, Propriedade Santos Cosme e Damião, Várzea - Recife
Exposição “Dança das Plantas”
A exposição “Dança das Plantas”, da arquiteta e artista visual Sheyla Camargo, reúne 30 obras inéditas entre colagens e tapeçarias inspiradas em formas orgânicas da natureza e em referências como Henri Matisse, Roberto Burle Marx e Oscar Niemeyer. Primeira individual da artista, a exposição marca a consolidação da colagem como principal linguagem de sua produção.
Exposição “Dança das Plantas”
Até 24 de outubro. Visitação de quarta a sábado, das 10h às 16h
Instituto Ploeg: Rua da Santa Cruz, 190, Boa Vista - Recife
Exposição "Esse é Sérvulo Esmeraldo"
A Caixa Cultural Recife recebe a exposição “Esse é Sérvulo Esmeraldo”, dedicada à trajetória do artista cearense que é apontado como expoente da arte cinética brasileira. A mostra reúne 50 obras, entre esculturas, pinturas, gravuras e desenhos, produzidas ao longo de quase 70 anos de carreira. Com curadoria de Dodora Guimarães Esmeraldo, a seleção apresenta diferentes fases da produção do artista.
Exposição "Esse é Sérvulo Esmeraldo"
Visitação até 25 de outubro. De terça a sábado, das 10h às 20h, e domingos e feriados, das 10h às 18h
Caixa Cultural Recife: Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife
Exposições “Que herança você vai poder?” e “Restituir o possível”
O Museu da Abolição abre duas exposições que marcam uma nova etapa do projeto museográfico da instituição após a reforma concluída em 2022. As mostras abordam memória, resistência e herança afro-brasileira, a partir de obras contemporâneas e de um recorte do acervo de cultura material africana do museu. “Que herança você vai poder?” reúne 26 artistas e 31 obras em torno dos desdobramentos da abolição no Brasil. Já “Restituir o possível” apresenta peças de 12 países africanos e insere o museu no debate sobre restituição de bens culturais.
Exposições “Que herança você vai poder?” e “Restituir o possível”
Sem prazo determinado. Visitação de segunda a sexta, das 9h às 17h; sábado, das 13h às 17h
Museu da Abolição: Rua Benfica, 1150, Madalena -Recife
Exposição “Escolas do Barro”
O Museu de Arte Popular do Recife (MAP) celebra 40 anos de atividades com a exposição “Escolas do Barro”. A mostra traz a diversidade e a tradição da produção cerâmica pernambucana com 109 obras de importantes artistas como Mestre Vitalino, Ana das Carrancas e Zé do Carmo.
Exposição “Escolas do Barro”
Até 2027. Visitação de quarta a domingo, das 10h às 16h
Museu de Arte Popular: casa 49, Pátio de São Pedro, São José – Recife
Com vasta programação, agora é só se programar e aproveitar.
O Poder
Cantor Armando Fuentes apresenta pela primeira vez no Recife o show “Dança e Canta”
14/08/2026
A apresentação
A apresentação acontece às 20h30, na Adega do Clube Português do Recife, reunindo ritmos que atravessam décadas e fronteiras. Fuentes promete uma experiência única, marcada pela energia contagiante e pela diversidade sonora que compõe seu repertório.
Acompanhado
No palco, o cantor será acompanhado por músicos pernambucanos de destaque: Caio Covosk no teclado, Márcio Scooby no contrabaixo, Well Medeiros na guitarra, Pedro Torres na bateria e André Botelho na percussão. Juntos, eles conduzem o público por uma viagem musical que vai dos anos 60 aos anos 2000, com canções pre...
Um show que marca mais um encontro do artista com o público pernambucano, reforçando sua conexão com a cidade e sua paixão pela música. O artista Armando Fuentes apresenta hoje, sexta-feira (14/08), pela primeira vez no Recife o show “Dança e Canta”, uma celebração vibrante da música internacional.

A apresentação
A apresentação acontece às 20h30, na Adega do Clube Português do Recife, reunindo ritmos que atravessam décadas e fronteiras. Fuentes promete uma experiência única, marcada pela energia contagiante e pela diversidade sonora que compõe seu repertório.

Acompanhado
No palco, o cantor será acompanhado por músicos pernambucanos de destaque: Caio Covosk no teclado, Márcio Scooby no contrabaixo, Well Medeiros na guitarra, Pedro Torres na bateria e André Botelho na percussão. Juntos, eles conduzem o público por uma viagem musical que vai dos anos 60 aos anos 2000, com canções premiadas pelo Grammy e Billboard. Salsa, Pop Latino, Merengue, Latin Jazz, Cumbia, Samba e Bachata se misturam às Baladas, ao Bolero e à Bossa Nova.

Destaca
Sobre o diferencial da noite, Fuentes destaca que o show tem um aspecto importante com música e dança.
“Este show tem um aspecto muito importante, já que a Adega oferece um espaço amplo para dançar. O público do Recife poderá curtir e cantar ao som da boa música internacional e nacional em espanhol, inglês e português.” A proposta é unir performance, interação e liberdade para o público aproveitar cada ritmo.

O artista
O artista também ressalta a atmosfera especial do local: A combinação de música, dança e gastronomia promete transformar a noite em uma experiência completa.
“Espero a todos para se divertir numa noite sem igual e inesquecível, quando cantarei com muita entrega e amor para todas e todos” convidou.
O Poder

Cláudio Castro volta a ser alvo de busca e apreensão em operação da PF
14/08/2026
Investiga
A Operação Sem Refino investiga a atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis, suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.
Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, expedidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
Apura
A operação desta sexta-feira apura a atuação de agentes públicos, entre eles nomes que atuaram na Secretaria de Meio Ambiente e na Secretaria de Transformação Digital do Estado.
Objetivo
Segundo a PF, a ação tem...
A PF (Polícia Federal) deflagrou na manhã de hoje, sexta-feira (14/08) a segunda fase da Operação Sem Refino. Segundo a PF, a ação mira o ex-governador Cláudio Castro (PL). Um dos mandados é cumprido em uma casa em Petrópolis (RJ) que é investigada por ser sede de uma série de negociações fraudulentas.
Investiga
A Operação Sem Refino investiga a atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis, suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.
Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, expedidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
Apura
A operação desta sexta-feira apura a atuação de agentes públicos, entre eles nomes que atuaram na Secretaria de Meio Ambiente e na Secretaria de Transformação Digital do Estado.
Objetivo
Segundo a PF, a ação tem por objetivo apurar fraude na concessão de licenças ambientais para a refinaria, à revelia das diretrizes dos órgãos técnicos competentes, além de lavagem de capitais ligada ao esquema criminoso.
Ramal Cajueiro Seco/Cabo do Metrô do Recife fica sem funcionar por cinco dias para obras
14/08/2026
O ramal
O ramal faz parte do sistema de Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) operado pela CBTU na Região Metropolitana do Recife. Ele vai de Jaboatão dos Guararapes ao Cabo de Santo Agostinho e o trecho tem 17,6 quilômetros.
A obra
A obra é para a realização de atividades de duplicação da passagem de nível localizada entre as estações Pontezinha e Ponte dos Carvalhos, ambas no Cabo de Santo Agostinho.
Passagem de nível
Passagem de nível é o ponto onde uma linha férrea cruza uma rua, avenida ou estrada no mesmo nível, ou seja, sem viaduto ou túnel. Nesses locais, a circulação de trens e de veículos precisa ser organ...
O ramal Cajueiro Seco/Cabo, da Linha Sul do Metrô do Recife, vai ser paralisado por cinco dias, a partir de hoje, sexta-feira (14/08) até a próxima terça-feira (18/08). Segundo a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), a suspensão ocorre para uma obra no local.
O ramal
O ramal faz parte do sistema de Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) operado pela CBTU na Região Metropolitana do Recife. Ele vai de Jaboatão dos Guararapes ao Cabo de Santo Agostinho e o trecho tem 17,6 quilômetros.
A obra
A obra é para a realização de atividades de duplicação da passagem de nível localizada entre as estações Pontezinha e Ponte dos Carvalhos, ambas no Cabo de Santo Agostinho.
Passagem de nível
Passagem de nível é o ponto onde uma linha férrea cruza uma rua, avenida ou estrada no mesmo nível, ou seja, sem viaduto ou túnel. Nesses locais, a circulação de trens e de veículos precisa ser organizada para evitar acidentes.
Suspensão temporária
A suspensão da Linha Diesel é temporária e está prevista para terminar após a conclusão das atividades programadas para o período.
Para atender aos passageiros que dependem do transporte, o Grande Recife Consórcio de Transportes Metropolitano vai reforçar a operação no Terminal Integrado (TI) de Cajueiro Seco.
Frota de ônibus
A partir desta sexta-feira (14/08), ocorre aumento na oferta dos ônibus que trafegam paralelos aos trilhos do trem, da antiga BR-101.
O Poder