Ferramenta amplia detecção de deepfakes, imagens manipuladas de candidatos e candidatas nestas eleições
29/08/2026
A iniciativa atua de forma a ampliar a capacidade de rastreio, no YouTube, de materiais sintéticos e deepfakes que explorem indevidamente a identidade de postulantes aos cargos públicos durante o período eleitoral, reduzindo os riscos associados ao uso inadequado da tecnologia no pleito.
Direitos fundamentais
Segundo o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, a iniciativa representa um esforço conjunto para preservar direitos fundamentais no ambiente digital e fortalecer a con...
A iniciativa atua de forma a ampliar a capacidade de rastreio, no YouTube, de materiais sintéticos e deepfakes que explorem indevidamente a identidade de postulantes aos cargos públicos durante o período eleitoral, reduzindo os riscos associados ao uso inadequado da tecnologia no pleito.
Direitos fundamentais
Segundo o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, a iniciativa representa um esforço conjunto para preservar direitos fundamentais no ambiente digital e fortalecer a confiança no processo eleitoral.
“Tenho certeza de que a união dos setores público e privado, em prol dos valores democráticos, é uma das mais significativas expressões do texto constitucional”, destacou.
De acordo com o ministro, a parceria tem especial relevância diante do potencial de dano decorrente do uso inadequado da inteligência artificial generativa em períodos eleitorais.
Isto porque permitirá que os próprios candidatos acompanhem a utilização de sua imagem no ambiente digital e adotem as medidas cabíveis ao identificarem conteúdos potencialmente irregulares.
Segurança e confiabilidade
O presidente do Google Brasil e vice-presidente da Google Inc., Fábio Coelho, por sua vez, destacou que a colaboração entre instituições públicas e empresas de tecnologia é fundamental para garantir um processo eleitoral seguro e confiável.
Ele acentuou que ferramentas de proteção como a ‘Detecção por Semelhanças do YouTube’ ajudam a proteger usuários em relação ao uso indevido da tecnologia para difamar pessoas ou produzir conteúdos enganosos.
“Nós avaliamos cada denúncia com base nas políticas de privacidade do YouTube e, em caso de qualquer violação, o conteúdo é removido. Essa proteção vale para todo mundo, mas é ainda mais essencial para as mulheres, que costumam ser as maiores vítimas de ataques à imagem durante as eleições”, explicou.
Como ser usada
Para utilizar a ferramenta, a candidata ou o candidato deve ter uma conta no YouTube e acessar o YouTube Studio, na área de detecção de conteúdo por semelhança. Caso não tenha, é possível criar um registro apenas para essa finalidade.
Após aceitar os termos de uso, o usuário é direcionado para um processo de verificação de identidade, que inclui o envio de documento oficial e a realização de uma selfie por foto e vídeo. A partir desse cadastro biométrico, a plataforma cria um registro da aparência da pessoa para identificar possíveis ocorrências de uso de sua imagem no YouTube.
Ao assinar oficialmente a parceria, o ministro Kassio Nunes Marques, enfatizou que a ferramenta não substitui a análise humana nem os mecanismos de fiscalização já existentes, mas amplia a capacidade de identificação de conteúdos potencialmente prejudiciais à imagem e à honra dos participantes do processo eleitoral.
“Proteger a identidade no ambiente digital também significa preservar a autenticidade do debate público e a liberdade de escolha do eleitor. Estamos, com iniciativas desse tipo, tentando antecipar riscos e fortalecer a confiança nas eleições”, acentuou ele.
Leia outras informações
Perguntas para Raquel sobre Amisadai e o 'Gabinete do Ódio'
29/08/2026
Registros
Divulgados pela imprensa mostram que Amisadai esteve no Palácio do Campo das Princesas em 2024, inclusive com entrada destinada à Casa Civil em 22 de julho. Temos que perguntar: quem o recebeu, com quem ele se reuniu e o que foi tratado?
Há outra questão intrigante
A reportagem foi exibida em 25 de agosto. No dia seguinte, Amisadai estava exonerado. Se suas acusações eram falsas, por que tamanha rapidez para demiti-lo e nenhuma reação pública igualmente contundente contra quem colocou o próprio Governo no centro da denúncia?
O caso Amisadai Andrade já ultrapassou a fronteira da simples troca de acusações eleitorais. O ex-servidor do Governo de Pernambuco apareceu em reportagem da Record descrevendo uma operação digital para atacar João Campos e relatando encontros relacionados ao Governo. Raquel Lyra nega envolvimento. Mas os fatos conhecidos deixaram perguntas que precisam ser respondidas.
Registros
Divulgados pela imprensa mostram que Amisadai esteve no Palácio do Campo das Princesas em 2024, inclusive com entrada destinada à Casa Civil em 22 de julho. Temos que perguntar: quem o recebeu, com quem ele se reuniu e o que foi tratado?
Há outra questão intrigante
A reportagem foi exibida em 25 de agosto. No dia seguinte, Amisadai estava exonerado. Se suas acusações eram falsas, por que tamanha rapidez para demiti-lo e nenhuma reação pública igualmente contundente contra quem colocou o próprio Governo no centro da denúncia?
Mais importante ainda
É seguir o dinheiro. As denúncias levantam suspeitas sobre pagamentos de publicidade pública a páginas, blogs e estruturas digitais relacionadas ao episódio. Houve dinheiro público financiando, direta ou indiretamente, ataques contra João Campos? Quem recebeu, quanto recebeu e por quais serviços?
Para desviar o assunto
Em vez de concentrar a reação em Amisadai, Raquel divulgou um antigo vídeo de João felicitando o ex-servidor pelo nascimento da filha, mensagem semelhante às gravadas por Mendonça Filho e Michele Collins. A tentativa de associação produz outra contradição: se Amisadai não merece credibilidade para acusar o Governo, por que sua relação circunstancial com João deveria servir como argumento político?
Todos inocentes...
Não se trata de antecipar condenações. Todos são inocentes até sentença definitiva..isso aos olhos da lei. Na politica, a régua é outra. Trata-se de esclarecer fatos. Raquel diz querer provas. Tem esse direito. Mas Pernambuco também tem o direito de querer respostas.
Quem sabia?
Quem recebeu Amisadai no Palácio? Por que ele foi exonerado tão rapidamente? E houve dinheiro público financiando ataques contra João Campos?
Governadora
O espaço aqui continua aberto para sua posição.
Novo livro de Marcelo Mário de Melo aborda doença, velhice e morte entre fios poético-humorísticos
29/08/2026
Na obra, Marcelo trata de doença, velhice e morte, entrelaçando três fios poético-humorísticos: humórbido, geronthumor e humortuário. O livro foi escrito a partir da sua experiência de “idoso canceroso”, como se autodenomina, passando por cirurgia, internamentos, atendimentos de emergência, quimioterapia e transfusão de sangue.
Esta parte é retratada no capítulo “A Família Hospitalar”, onde despontam, entre outros, os personagens Hospitalino, Enfermeirosa, Doentílio, Edemário, Dr. Especialino, Cancerino e Eutanásio.
Naturalidade com o tempo
Conforme ele próprio explica...
O poeta, jornalista, escritor e militante político pernambucano Marcelo Mário de Melo, conhecido por sua trajetória de resistência contra o regime militar e sua forte atuação cultural em Pernambuco, principalmente no Recife, está lançando sua mais recente publicação, intitulada “Poesia Humor DVM (doença, velhice e morte) Pandemia e Mais”.
Na obra, Marcelo trata de doença, velhice e morte, entrelaçando três fios poético-humorísticos: humórbido, geronthumor e humortuário. O livro foi escrito a partir da sua experiência de “idoso canceroso”, como se autodenomina, passando por cirurgia, internamentos, atendimentos de emergência, quimioterapia e transfusão de sangue.
Esta parte é retratada no capítulo “A Família Hospitalar”, onde despontam, entre outros, os personagens Hospitalino, Enfermeirosa, Doentílio, Edemário, Dr. Especialino, Cancerino e Eutanásio.

Naturalidade com o tempo
Conforme ele próprio explica no trabalho, o capítulo que trata do envelhecimento denuncia o que considera “a cretinice de se chamar velhice de ‘boa idade’, que, na verdade, é o ingresso no ‘corredor da morte’, a ser encarado com naturalidade, tomando-se a metáfora da folha verde (juventude), que amarela (maturidade), resseca (velhice) e cai na morte”.
Mas essa consciência não é tratada por Marcelo com tintas acinzentadas e depressivas. Pelo contrário.
Com 82 anos, colocando-se no estágio da folha seca, e cavalgando na pulsão de vida, ele se empenha e estimula os “companheiros velhinhos”, a fazerem tudo o que podem para alongar o “corredor”, desfrutando ao máximo dos prazeres da vida, segundo as suas forças. Um dos capítulos é composto de poemas estimulantes a “amigos na doença” e em memória de outros que se foram.
Gravidade e denúncia
Em Mazelas da Pandemia, por exemplo, os poemas assumem um tom de gravidade e denúncia, quando se referem aos sacrifícios e à mortandade resultantes do descaso do governo Bolsonaro. Mas retomam o fio humorístico ao desenhar situações cômicas geradas pelos exageros da hipocondria.
Em ‘Pirologia” são tratados a depressão, o TDAH (transtorno de déficit de atenção), a psicanálise e a função psicoterapêutica da poesia, enfatizada no poema Pronto Socorro Poético. Em “AtraVersando, os poemas são marcados pela exaltação à vida, à resistência e ao prazer de viver, incluindo-se a criação de uma vacina: HUMORIL
Uma curiosidade do livro é ter o prefácio escrito por um médico-escritor, José Rubem de Alcântara Bonfim, e três posfácios da lavra de médicos: Djalma Agripino, médico-escritor, Abel Menezes e Wilsom Freire, médicos-poetas.

Fase de pré-venda
O livro está em fase de pré-venda e os exemplares serão distribuídos no dia do lançamento. Todas as informações para quem quiser adquirir a obra agora constam no card veiculado em anexo a este texto. As pré-vendas estão sendo utilizadas para auxiliar nas custas com o tratamento do Marcelo. Abaixo, segue o poema HUMORIL, um dos destaques da publicação.
HUMORIL
É vacina autogerada
imune e renovada
a cada respiração.
O seu efeito marcante
é ser muralha diante
do vírus da depressão.
Vamos pois nos vacinar
o humoril injetar
na treva pôr o clarão.
O humor na nossa vida
é uma boa medida
ao alcance da mão.
A obra de Marcelo
Autor de obras diversas, Marcelo Mário de Melo considera-se “um artesão-aprendiz de literavida” e costuma afirmar que escreve dentro do espírito de que o homem é um animal político e o político é um animal humano.
Afirma também que vê a elaboração poética como “o olhar que mergulha e voa, o espirarco-íris de portas abertas e andantes, sintetizando o pensentir humano nos mergulhos introspectivos, nas interações sociais e nas viagens cósmicas”.
As aventuras de Cacimba 56 — A ausência e o regresso do Mestre Cacimba, por Zé da Flauta*
29/08/2026
A inveja foi crescendo tanto que virou ameaça. Numa noite escura, mandaram o recado: ou Cacimba juntava as trouxas e ia sentar praça em outros cantos, ou sumiriam com sua razão e sua emoção, os macaquinhos Simão e Sebastião.
Para proteger os companheiros, Cacimba pegou o caminho da estrada de terra e partiu.
A partir daquele dia, o sol parecia que nem esquentava direito. A tristeza baixou em Carnaúba Seca de um jeito sufocante:
O jornal da cidade empacou nas bancas, sem ninguém para comprar nem ler notícias sem graça.
A Rádio Clamor do Sertão perdeu toda a audiência, virando u...
Carnaúba Seca vivia debaixo de um nó cego que os poderosos não sabiam desatar. Mestre Cacimba não tinha um tostão no bolso, morava num barraco modesto e não mandava em nada, mas a cidade inteira o amava. A popularidade dele, o carisma e aquele respeito verdadeiro que não se compra eram uma afronta diária para quem usava terno e autoridade.
A inveja foi crescendo tanto que virou ameaça. Numa noite escura, mandaram o recado: ou Cacimba juntava as trouxas e ia sentar praça em outros cantos, ou sumiriam com sua razão e sua emoção, os macaquinhos Simão e Sebastião.
Para proteger os companheiros, Cacimba pegou o caminho da estrada de terra e partiu.
A partir daquele dia, o sol parecia que nem esquentava direito. A tristeza baixou em Carnaúba Seca de um jeito sufocante:

O jornal da cidade empacou nas bancas, sem ninguém para comprar nem ler notícias sem graça.
A Rádio Clamor do Sertão perdeu toda a audiência, virando um silêncio triste chiando no alto-falante.
A igreja vivia às moscas, deixando o padre de braços cruzados e o cofre sem um tostão de arrecadação.
A feira de sábado foi definhando, com as bancas vazias e os feirantes sem ter para quem vender.
Os poderosos se coçavam de raiva e perplexidade. Não entendiam como um velho sem posses, que vivia num rancho humilde com dois macaquinhos, deixava um buraco tão grande. Eles não alcançavam que o povo não segue dinheiro ou poder; o povo segue o carisma, o afeto sincero e a verdade que Cacimba carregava no peito.
A cidade parecia ter esquecido como se sorri, até que numa manhã de poeira baixa, um som de pífano bem fininho começou a soprar da entrada do povoado.
Lá vinha Cacimba, altivo, montado num jumento marchador.
No ombro esquerdo, Simão ajeitava os óculos e conferia a caderneta; no ombro direito, Sebastião vinha dando pulos e fazendo folia.
Não deu outra: a notícia correu feito fogueira em palha seca. O povo largou o que estava fazendo, saiu das casas e caiu na rua, correndo atrás do jumento numa festa grande, comemorando a volta da alegria e da verdade para o coração do sertão.
*Zé da Flauta é músico, compositor, filósofo e escritor.

APL realiza palestra sobre a Confederação do Equador, tema do último livro de Homero Fonseca, falecido recentemente
29/08/2026
A conferência será apresentada pelo acadêmico e professor George Cabral, prefaciador do livro de Fonseca, intitulado ‘Jornais em Guerra: o papel da imprensa na Confederação do Equador’, lançado em julho passado. Será marcada também pelo relançamento da publicação no mesmo dia.
Homero Fonseca, considerado um dos jornalistas mais completos do país, analisa na obra 19 periódicos do período, divididos entre nove alinhados aos revolucionários de 1824 e dez vinculados aos aliados e defensores de Dom Pedro.
O trabalho tem se destacado pelo fato de este ter sido um aspecto pouco explorado pelos historiadores: o comportamento dos j...
A Academia Pernambucana de Letras (APL) realiza, na próxima segunda-feira (31/08), palestra sobre a Confederação do Equador — movimento revolucionário, republicano e constitucionalista contrário à política centralizadora de Dom Pedro — que foi tema do último livro do jornalista Homero Fonseca, morto no dia 22 de agosto.
A conferência será apresentada pelo acadêmico e professor George Cabral, prefaciador do livro de Fonseca, intitulado ‘Jornais em Guerra: o papel da imprensa na Confederação do Equador’, lançado em julho passado. Será marcada também pelo relançamento da publicação no mesmo dia.
Homero Fonseca, considerado um dos jornalistas mais completos do país, analisa na obra 19 periódicos do período, divididos entre nove alinhados aos revolucionários de 1824 e dez vinculados aos aliados e defensores de Dom Pedro.
O trabalho tem se destacado pelo fato de este ter sido um aspecto pouco explorado pelos historiadores: o comportamento dos jornais monarquistas e de oposição durante o movimento, que teve ramificações no Nordeste.
Confederação do Equador
A Confederação do Equador foi proclamada em Pernambuco, em 1824, e terminou com a condenação à morte de 31 pessoas. Dessas, 16 foram executadas, entre elas o líder e pensador da revolta, Frei Caneca, fuzilado no dia 13 de janeiro de 1825, aos 46 anos.
Além de jornalista renomado, Homero Fonseca foi autor de biografias, relatos jornalísticos, textos infantis e romances. O livro ‘Jornais em Guerra: o papel da imprensa na Confederação do Equador’ foi escrito em estilo leve e fluente.
“Em suas análises, o autor nos dá informações sobre os editores dos jornais e suas trajetórias políticas, estabelecendo as ligações entre suas concepções de mundo e as ideias que defendiam e propalavam em suas folhinhas periódicas”, afirma o historiador George Cabral.
Historiador e presidente do IAHGP
George Cabral foi coordenador do curso de Licenciatura em História (2016-2020) da Universidade Federal de Pernambuco e é doutor em História pela Universidade de Salamanca (Espanha, 2007).
Cabral também realizou estágio pós-doutoral na École des Hautes Études en Sciences Sociales, no âmbito do projeto "O bom governo das gentes" com bolsa do convênio CAPES/COFECUB (2014-2015). Ele atua como presidente até 2027 do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP).
Palestra
“Jornais em Guerra: o papel da imprensa na Confederação do Equador”
Palestrante:
Acadêmico e historiador George Cabral
Local: Academia Pernambucana de Letras
Data e horário: Dia 31/08, às 15h

Lula pede, durante ato em Belo Horizonte, maior presença de mulheres na Câmara e no Senado
29/08/2026
presidente Lula, candidato à reeleição, defendeu que as mulheres apoiem cada vez mais as candidaturas femininas para vagas no Senado Federal e na Câmara dos Deputados.
Em palanque formado quase exclusivamente por mulheres, com as candidatas ao Senado Marília Campos (PT) e Áurea Carolina (PSOL), além de ministras do governo federal e aliadas, Lula citou ações do governo para combater a desigualdade de gênero no país.
As exceções masculinas no palanque foram Patrus Ananias (PT), candidato a governador, e Jarbas Soares (PSB), candidato a vice na chapa petista.
“Maioria da população”
“Nunca participei de um evento em que estivesse praticamente só mulheres e que só dois homens falaram: o Patrus e eu. Há uma profunda satisfação de estar aqui hoje discutindo com as pessoas que representam a maioria da população brasileira, com as pessoas que...
Durante ato realizado na manhã deste sábado (29/08) em Belo Horizonte (MG), o
presidente Lula, candidato à reeleição, defendeu que as mulheres apoiem cada vez mais as candidaturas femininas para vagas no Senado Federal e na Câmara dos Deputados.
Em palanque formado quase exclusivamente por mulheres, com as candidatas ao Senado Marília Campos (PT) e Áurea Carolina (PSOL), além de ministras do governo federal e aliadas, Lula citou ações do governo para combater a desigualdade de gênero no país.
As exceções masculinas no palanque foram Patrus Ananias (PT), candidato a governador, e Jarbas Soares (PSB), candidato a vice na chapa petista.
“Maioria da população”
“Nunca participei de um evento em que estivesse praticamente só mulheres e que só dois homens falaram: o Patrus e eu. Há uma profunda satisfação de estar aqui hoje discutindo com as pessoas que representam a maioria da população brasileira, com as pessoas que cuidam das famílias, que cuidam de até três atividades por dia, sem ter com quem se queixar”, afirmou o candidato.
De acordo com Lula, “nunca na história deste país se fez tanto do ponto de vista da participação das mulheres”. O presidente candidato, porém, acrescentou que considera necessário que o Brasil cuide bem “para que todas as mulheres saibam dos direitos que elas têm”.
“Por isso precisamos ter muito cuidado, senão vocês vão sair daqui e esquecer o que eu falei. Temos de assegurar ainda mais políticas para que meninas e mulheres brasileiras tenham uma vida livre de violência e saudáveis, garantir que as mulheres possam escolher a vida e a profissão que elas quiserem”, enfatizou.
— Com Agências de Notícias
Flávio Bolsonaro busca novos apoios para sua campanha na chamada “Costa Verde do Rio de Janeiro”
29/08/2026
Ao lado de apoiadores, o candidato disse que os dois atos foram programados em sequência pelo fato de o Rio de Janeiro ser o berço político da sua família. Flávio pediu apoio para si e para a campanha de Douglas Ruas (PL), que disputa o governo do Rio de Janeiro. Além dos candidatos a parlamentares pelo PL, como foi o caso Renato Araújo (PL), aliado que concorre a uma vaga na Câmara dos Deputados.
Segurança pública
O candidato voltou a citar El Salvador como referência para suas propostas de segurança pública. Disse que pretende conversar com o atual Ministro da Justiça e Segurança Pública de...
O candidato do PL à presidência da República, Flávio Bolsonaro, está percorrendo desde o início deste sábado (29/08) toda a região de Angra dos Reis (RJ) por meio de uma motocarreata e uma "barqueata". O percurso, conforme informaram organizadores da sua campanha, engloba todos os municípios que formam a chamada “Costa Verde” do Rio de Janeiro.
Ao lado de apoiadores, o candidato disse que os dois atos foram programados em sequência pelo fato de o Rio de Janeiro ser o berço político da sua família. Flávio pediu apoio para si e para a campanha de Douglas Ruas (PL), que disputa o governo do Rio de Janeiro. Além dos candidatos a parlamentares pelo PL, como foi o caso Renato Araújo (PL), aliado que concorre a uma vaga na Câmara dos Deputados.
Segurança pública
O candidato voltou a citar El Salvador como referência para suas propostas de segurança pública. Disse que pretende conversar com o atual Ministro da Justiça e Segurança Pública de El Salvador, Gustavo Villatoro, sobre as políticas adotadas naquele país relacionadas ao combate às organizações criminosas.
Ele também defendeu a classificação de facções como o PCC [Primeiro Comando da Capital] e o CV [Comando Vermelho] como organizações “narcoterroristas”. Criticou a reforma tributária e disse que tentará implantar medidas que reduzem impostos, caso seja eleito.
— Com Agências de Notícias
Quem não começou a trabalhar cedo para essas eleições vai comer poeira, afirma o analista político Marcelo S.Tognozzi*
29/08/2026
Tinha 73 anos, menos que os atuais 80 anos de Lula ou os 76 de Ronaldo Caiado. Era muito conhecido Brasil afora, mas a sociedade queria mudança de rumo radical, algo novo. Foi assim que Fernando Collor, então governador de Alagoas, começou a se tornar o queridinho daquele momento histórico, as primeiras eleições desde 1960.
Collor foi um deputado do baixo clero, um playboy de Brasília, rico e dono de jornal e emissora de TV em Alagoas. Antes de chegar à Câmara foi prefeito de Maceió. Em 1986, se elegeu governador, investiu numa campanha nacional e logo ficou conhecido c...
Em 1989 o deputado Ulysses Guimarães disputou a presidência da República depois de ter sido maestro da redemocratização, presidido seu partido, o PMDB, a Câmara dos Deputados e a Assembleia Nacional Constituinte. Ele vinha da resistência à ditadura, da campanha pela anistia e as Diretas-Já. Mas naquela eleição o velho timoneiro acabou com 4,43% dos votos, amargando um 5º lugar no 1º turno.
Tinha 73 anos, menos que os atuais 80 anos de Lula ou os 76 de Ronaldo Caiado. Era muito conhecido Brasil afora, mas a sociedade queria mudança de rumo radical, algo novo. Foi assim que Fernando Collor, então governador de Alagoas, começou a se tornar o queridinho daquele momento histórico, as primeiras eleições desde 1960.
Collor foi um deputado do baixo clero, um playboy de Brasília, rico e dono de jornal e emissora de TV em Alagoas. Antes de chegar à Câmara foi prefeito de Maceió. Em 1986, se elegeu governador, investiu numa campanha nacional e logo ficou conhecido como o Caçador de Marajás batendo nos supersalários de funcionários públicos. Com 40 anos, foi eleito presidente da República. O resto da história conhecemos bem.
Início deveria ter sido 2023
Collor mostrou ser possível sair de um estado pequeno para o Palácio do Planalto investindo em comunicação, se fazendo conhecido na mídia e caindo na boca do povo. Esta eleição de 2026 polarizada entre Lula e Flávio Bolsonaro poderia ter sido diferente se Ronaldo Caiado e Romeu Zema tivessem saído da toca já em 2023, investindo pesado em comunicação e viagens Brasil afora.
Ambos tinham sido reeleitos no 1º turno e estavam super bem na foto. O eleitor deu a eles régua e compasso e muito o que mostrar. Tanto Caiado quanto Zema já haviam decidido concorrer a presidente depois de reeleitos. Só não tratavam disso publicamente para não queimar o filme. Poderiam ter usado aqueles três anos para percorrer sistematicamente o Brasil, construir relações políticas e empresariais, aproximarem-se de lideranças regionais e, principalmente, apresentarem seus modelos de governo a eleitores que pouco sabiam sobre Goiás ou Minas Gerais. Mas preferiram não apostar numa estratégia viável mirando o eleitorado nacional.
Deveriam ter rodado o Brasil como fez Bolsonaro a partir de 2015, trabalhando o interior onde estão concentrados 75% dos votos, contra 25% nas capitais, de acordo com o TSE. Ficaram em casa, perderam o timing e estão pagando caro por isso, encalhados em 5%, 4% ou qualquer coisa abaixo de 10% conforme a pesquisa. Se engana quem imagina que eleição se vence com rede social. O efeito de uma agenda presencial é enorme, porque o eleitor passa a ver o candidato como ele é, pode apertar sua mão, notar quem está ao seu lado, ouvir sua voz. É o político real.
Conta passou a incomodar
Zema fez algumas poucas viagens para além das alterosas, todas insuficientes para torná-lo conhecido e desejado como candidato para os milhões de brasileiros que vivem fora de Minas. No caso de Caiado, reportagem de janeiro de 2025 do jornal Opção, de Goiás, informou que o então governador preparava uma agenda de viagens pelo país. Ou seja: menos de dois anos da eleição a imprensa goiana mostrava que a agenda nacional ainda não tinha saído do papel para um candidato com o diferencial da capilaridade do agro.
Aí a conta começou a chegar e a incomodar. Em novembro de 2025, levantamento da Quaest indicava que 49% dos brasileiros não conheciam Romeu Zema, que na mesma pesquisa registrava apenas 6% das intenções de voto. Caiado enfrentava problema semelhante: era desconhecido por 51% e tinha 5% das preferências. Meses depois, piorou. O Datafolha de abril de 2026 mostrava 56% dizendo não conhecer Zema e 54% desconheciam Caiado. Estavam estacionados na casa dos 5% a 7% das intenções de voto. E lá ficaram.
Ou seja: em 2025, a menos de um ano da eleição, continuavam sendo políticos regionais. Caiado e Zema precisavam, portanto, realizar duas operações simultâneas: ter identidade própria e candidatura conhecida nos quatro cantos do Brasil. Não bastava dizer que Goiás tinha melhorado ou que Minas colocara salários em dia. Era necessário explicar que Brasil pretendiam governar e conquistar o maior número possível de corações e mentes.
Falta de boa estratégia
O problema é que nenhum deles deu solução para isso. Caiado ensaiou um discurso de gestão técnica e segurança pública, flertando com uma direita pragmática, mas sem romper claramente com o bolsonarismo. Zema, por sua vez, tentou se posicionar como alternativa liberal e modernizadora, mas oscilou entre críticas veladas ao ex-presidente e gestos de aproximação ao seu eleitorado.
A falta de uma boa estratégia custou caro, porque não conquistaram e muito menos ocuparam territórios políticos além das suas fronteiras. Viajar pelo Brasil não garante votos, mas ajuda muito a construir empatia e familiaridade. O candidato passa a fazer parte da vida das pessoas, mesmo aquelas que poderiam não votar nele.
Os mais velhos lembram das famosas caravanas de Lula pelo Brasil nas eleições de 1994, 1998 e 2002. Ele chegou a cruzar o rio São Francisco de barco, perambulou pelo sertão, foi à Amazônia, ao Vale do Jequitinhonha, debateu com as comunidades do Rio, com os gaúchos, rodou tudo o que poderia rodar. Quando ganhou em 2002, sem rede social, sem caneta e diário oficial, era personagem do imaginário popular.
Começo tem de ser cedo
Boas intenções e trajetória de vida limpa não ganham eleição. Doutor Ulysses é o maior exemplo, como já vimos. O Brasil tem calendário eleitoral curto. Portanto, quem não começa a trabalhar cedo vai comer poeira. Especialmente num pleito onde os dois principais concorrentes são um presidente sentado na cadeira e o herdeiro político de um ex-presidente vitimizado pela prisão, o isolamento e a saúde precária.
Faltando 36 dias para a eleição, Zema e Caiado continuam mais desconhecidos que conhecidos. Perderam a oportunidade. Deixaram Kairós passar, como diziam os gregos. Era o deus da oportunidade. Tinha longos cabelos escorrendo pela testa e uma reluzente careca atrás da cabeça. Caiado e Zema não agarraram Kairós pelos cabelos e ele se foi.
*Marcelo S. Tognozzi é jornalista e consultor. Uma das principais referências da imprensa brasileira contemporânea.
NR - Autorizada a postagem do artigo, originalmente publicado no Poder360. O título foi mudado e os intertítulos inseridos à revelia do autor.
Com eleição a todo vapor, Câmara estabelece próxima semana de esforço concentrado para votações
29/08/2026
Dentre os itens, cujos prazos de votação preocupam as bancadas estão três Medidas Provisórias (MPs) e dois Projetos de Lei (PLs). Uma das MPs a ser votada é a que acaba com a famosa “taxa das blusinhas” (o imposto de Importação para compras de até 50 dólares).
Mototaxistas e entregadores por apps
As outras duas são a que simplifica regras para atividade de mototaxistas e a que cria linha de financiamento para entregadores de aplicativo comprarem motos e bicicletas elétricas.
A pauta da semana também inclui outros 16 projetos, que poderão ser votados em sessões de votação na segunda, na terça-feira (1º/09), na quarta (02/09) e na quinta-feir...
Com a campanha eleitoral a todo vapor e pautas pendentes de votação, a Câmara dos Deputados estabeleceu para a semana que se inicia um período de esforço concentrado já a partir de segunda-feira (31/08), a partir das 18h. E solicitou aos deputados federais que compareçam a Brasília.
Dentre os itens, cujos prazos de votação preocupam as bancadas estão três Medidas Provisórias (MPs) e dois Projetos de Lei (PLs). Uma das MPs a ser votada é a que acaba com a famosa “taxa das blusinhas” (o imposto de Importação para compras de até 50 dólares).
Mototaxistas e entregadores por apps
As outras duas são a que simplifica regras para atividade de mototaxistas e a que cria linha de financiamento para entregadores de aplicativo comprarem motos e bicicletas elétricas.
A pauta da semana também inclui outros 16 projetos, que poderão ser votados em sessões de votação na segunda, na terça-feira (1º/09), na quarta (02/09) e na quinta-feira (03/09).
Tudo normal no Senado
Destacam-se também, entre as propostas, a que amplia o prazo para dedução no Imposto de Renda de doações aos programas de apoio à atenção oncológica e de atenção da saúde da pessoa com deficiência e a que institui a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica.
Bruno Dantas, do TCU, confirma que renunciará ao cargo mas não decidiu a data; ele pretende atuar como advogado para a iniciativa privada
29/08/2026
Com 48 anos de idade, bem quisto entre os pares, conhecido por notável conhecimento jurídico e passagem por cargos estratégicos do Senado Federal, além de já ter atuado como conselheiro dos Conselhos Nacionais de Justiça (CNJ) e do Ministério Público (CNMP), Dantas anunciou que pretende passar a atuar na iniciativa privada.
Segundo interlocutores, já conversa com algumas empresas que o convidaram, mas ainda não bateu o martelo a respeito de qual delas escolherá.
Parlamentares e ex-parlamentares
Em geral, para o cargo de ministro do TCU costumam ser indicados pa...
Uma situação rara começa a ser observada no Tribunal de Contas da União (TCU): a renúncia de um dos integrantes do seu colegiado. Isto porque o ministro Bruno Dantas, ex-presidente da Corte, confirmou que quer deixar o Tribunal e que já comunicou sua decisão ao atual presidente, ministro Vital do Rêgo Filho, embora não tenha definido a data da renúncia ao cargo.
Com 48 anos de idade, bem quisto entre os pares, conhecido por notável conhecimento jurídico e passagem por cargos estratégicos do Senado Federal, além de já ter atuado como conselheiro dos Conselhos Nacionais de Justiça (CNJ) e do Ministério Público (CNMP), Dantas anunciou que pretende passar a atuar na iniciativa privada.
Segundo interlocutores, já conversa com algumas empresas que o convidaram, mas ainda não bateu o martelo a respeito de qual delas escolherá.
Parlamentares e ex-parlamentares
Em geral, para o cargo de ministro do TCU costumam ser indicados parlamentares e ex-parlamentares com expertise em controle fiscal e acompanhamento das contas públicas. E é comum os ministros permanecerem em tais cargos até o período máximo, ou seja, até completarem 75 anos, idade da aposentadoria compulsória.
Mas o ministro Dantas, que surpreendeu ao entrar na Corte pela pouca idade, agora surpreende com o seu pedido para deixar as atividades mais cedo.
12 anos de TCU
Ninguém poderá afirmar, entretanto, que ele teve uma passagem curta pelo Tribunal. Bruno Dantas entrou na Corte em 2014, ou seja, está há 12 anos. E presidiu a Casa entre 2023 e 2024.
A saída antecipada abrirá uma vaga a ser preenchida por indicação do Senado e pode pavimentar o caminho para a escolha do senador e ex-presidente da Casa Rodrigo Pacheco (PSB-MG), que está em fim de mandato. Até agora não houve manifestação por parte de políticos a respeito, apenas a confirmação do ministro de que está resoluto em sua decisão.
Plataforma da Câmara e do TSE aponta gastos de campanha de candidatos a cada cargo nestas eleições; confira aqui todos eles
29/08/2026
Conforme o levantamento, desses recursos, R$ 932 milhões ou 95% vêm de financiamento público, como o Fundo Partidário e o fundo eleitoral. Outros R$ 50,6 milhões são recursos privados, dividindo-se entre doações de pessoas físicas (R$ 27,8 milhões), recursos próprios (R$ 13,2 milhões) e financiamento coletivo (R$ 3,9 milhões).
Por sua vez, os candidatos às assembleias legislativas têm previsão de custos de R$ 406,7 milhões no pleito deste ano. O mesmo levantamento aponta que, os candidato...
Dados divulgados pela Câmara dos Deputados no final do desta sexta-feira (28/08) constataram que as receitas dos candidatos a deputado federal para gastos de campanha já chegam a R$ 982,8 milhões nas eleições deste ano, superando os valores de todos os outros cargos em disputa. A constatação é resultado de levantamento feito pela plataforma de prestação de contas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com a ressalva de que os números ainda podem mudar ao longo da campanha.
Conforme o levantamento, desses recursos, R$ 932 milhões ou 95% vêm de financiamento público, como o Fundo Partidário e o fundo eleitoral. Outros R$ 50,6 milhões são recursos privados, dividindo-se entre doações de pessoas físicas (R$ 27,8 milhões), recursos próprios (R$ 13,2 milhões) e financiamento coletivo (R$ 3,9 milhões).
Por sua vez, os candidatos às assembleias legislativas têm previsão de custos de R$ 406,7 milhões no pleito deste ano. O mesmo levantamento aponta que, os candidatos ao Senado, devem gastar cerca de R$ 174,9 milhões. Enquanto as campanhas para os governos estaduais terão custo médio previsto de R$ 196,6 milhões e para presidente da República, custo médio de R$ 83 milhões.

Gastos por regiões
Conforme o trabalho, que consta nos portais da Câmara dos Deputados e também do TSE, o Sudeste é a região com mais recursos para campanha de deputado federal: R$ 397 milhões. Deste valor, R$ 188 milhões se destinam a São Paulo, o estado que elege o maior número de deputados — 70 deles.
Depois vêm os gastos com o Nordeste, de R$ 264 milhões. O Sul tem R$ 151 milhões; o Norte, R$ 100 milhões; e o Centro-Oeste R$ 71 milhões.
Já no tocante aos partidos, os que possuem maiores recursos para campanha de deputado federal são o PL, com R$ 253,8 milhões, e o PT, com R$ 172,1 milhões. Em seguida vêm o PP (R$ 98,2 milhões), o PSD (R$ 76 milhões) e o União Brasil (R$ 64,2 milhões). As legendas que mais receberam recursos privados são o PL (R$ 8 milhões), o Novo (R$ 7 milhões), o PT (R$ 5,7 milhões) e o PSD (R$ 5,1 milhões).
Limites legais previstos
O limite de gastos de campanha e de contratação de pessoal para cada candidato a deputado federal é de R$ 3.176.572,53, mesmo valor das eleições de 2022. Em 2018, esse limite era de R$ 2,5 milhões.
Já o cargo de senador tem limites diferentes, variando de R$ 3.176.572,53, nos estados menos populosos, até R$ 7.115.522,46, em São Paulo. Cada candidato a deputado estadual ou distrital pode gastar até R$ 1.270.629,01.
Os candidatos a deputado federal também têm limites para contratar pessoal na campanha. Os números variam de acordo com o estado - sendo o menor, de 342 funcionários, em Tocantins, até o maior, de 6.584 pessoas, em São Paulo.
— Com Agência Câmara de Notícias