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Camaragibe recebe vivência de Sound Healing neste sábado (12) pelo Instituto Célia Oliveira (ICÉO)

12/09/2026

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O Instituto Célia Oliveira (ICÉO), em Timbi, Camaragibe, recebe neste sábado (12/09), às 14h, uma vivência de Sound Healing conduzida pelo terapeuta sonoro João Castelo Branco. Com duração de uma hora e investimento de R$ 50 por pessoa, a atividade utiliza frequências sonoras, vibrações e instrumentos terapêuticos e ancestrais em uma proposta de relaxamento e imersão sensorial, sem o uso de enteógenos.

A experiência será realizada em uma estrutura em formato de pirâmide, preparada para a atividade. O espaço conta com climatização e uma ambientação que reúne cristais e referências aos pontos cardeais. Durante a sessão, os participantes permanecem acomodados em colchões infláveis.

Sons e sensações corporais

A condução utiliza diferentes frequências e instrumentos, enquanto os participantes são convidados a permanecer em repouso e direcionar a atenção para os sons e para as próprias sensações corporais.

A programação tem d...

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O Instituto Célia Oliveira (ICÉO), em Timbi, Camaragibe, recebe neste sábado (12/09), às 14h, uma vivência de Sound Healing conduzida pelo terapeuta sonoro João Castelo Branco. Com duração de uma hora e investimento de R$ 50 por pessoa, a atividade utiliza frequências sonoras, vibrações e instrumentos terapêuticos e ancestrais em uma proposta de relaxamento e imersão sensorial, sem o uso de enteógenos.

A experiência será realizada em uma estrutura em formato de pirâmide, preparada para a atividade. O espaço conta com climatização e uma ambientação que reúne cristais e referências aos pontos cardeais. Durante a sessão, os participantes permanecem acomodados em colchões infláveis.

Sons e sensações corporais

A condução utiliza diferentes frequências e instrumentos, enquanto os participantes são convidados a permanecer em repouso e direcionar a atenção para os sons e para as próprias sensações corporais.

A programação tem duração de aproximadamente 60 minutos e será dividida em três etapas: cinco minutos de acolhimento e orientações iniciais, 45 minutos de vivência sonora e dez minutos destinados à integração e ao compartilhamento das percepções após a experiência.

Uso de acessório

O uso de tapa-olho é opcional e tem custo adicional de R$ 10. Segundo a organização, o acessório pode ajudar a reduzir estímulos visuais durante a sessão. Quem já possui um pode levar o próprio.

A organização orienta que os participantes cheguem 20 minutos antes do início da atividade. Também é recomendado levar manta ou cobertor leve, almofada pequena e travesseiro para maior conforto. A orientação é evitar refeições pesadas antes da sessão.

Relaxamento e bem-estar

O Sound Healing reúne práticas que utilizam sons, frequências, instrumentos e vibrações como recursos voltados ao relaxamento e à percepção corporal. A atividade realizada em Camaragibe é apresentada como uma experiência de bem-estar e não substitui acompanhamento ou tratamento médico, psicológico ou de outras áreas da saúde.

Serviço:
Evento: Sound Healing na Pirâmide 3

Data: 12 de setembro
Horário: 14h
Duração: 1 hora
Local: ICÉO – Instituto Célia Oliveira
Endereço: Rua Carlos Vitor Boisson, 229 – Timbi, Camaragibe – PE
Condução: João Castelo Branco – Terapeuta Sonoro
Investimento: R$ 50 por pessoa
Tapa-olho: R$ 10 (opcional)
Pagamento: PIX – jcbpubli@gmail.com
Inscrições e informações: Instagram @jcbpubli
Vagas: limitadas

Leia outras informações

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Clima segue quente no STF: em meio a liberação de sigilos e guerra de ofícios, Corte já cogita adiar reunião da próxima terça (15)

12/09/2026

Hylda Cavalcanti*

O Supremo Tribunal Federal (STF) continua imerso numa crise institucional sem precedentes observada na história da Corte.Enquanto são grandes as expectativas em torno da sessão extraordinária marcada para a próxima terça-feira (15/09) para tratar o tema, esta sexta-feira (11/09) foi de reuniões internas e guerra de ofícios tão fortes, trocadas entre ministros, que os levaram a cogitar um adiamento da sessão de terça-feira.

Depois que, na quinta-feira (10/09) o presidente do Tribunal, ministro Edson Fachin, determinou a suspensão de decisões referentes à saída e retomada ao cargo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, a derrubada do sigilo de documentos do Caso Master, e avocou para si a relatoria do inquérito das fake news, informações de bastidores são de que a tensão entre os integrantes do colegiado se agravou.

Ainda na noite de quinta, o ministro André Mendonça acatou o pedido do presidente e leva...

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Hylda Cavalcanti*

O Supremo Tribunal Federal (STF) continua imerso numa crise institucional sem precedentes observada na história da Corte.Enquanto são grandes as expectativas em torno da sessão extraordinária marcada para a próxima terça-feira (15/09) para tratar o tema, esta sexta-feira (11/09) foi de reuniões internas e guerra de ofícios tão fortes, trocadas entre ministros, que os levaram a cogitar um adiamento da sessão de terça-feira.

Depois que, na quinta-feira (10/09) o presidente do Tribunal, ministro Edson Fachin, determinou a suspensão de decisões referentes à saída e retomada ao cargo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, a derrubada do sigilo de documentos do Caso Master, e avocou para si a relatoria do inquérito das fake news, informações de bastidores são de que a tensão entre os integrantes do colegiado se agravou.

Ainda na noite de quinta, o ministro André Mendonça acatou o pedido do presidente e levantou o sigilo de 15 procedimentos relacionados ao caso. Na tarde dessa sexta, entretanto, a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a Fachin a abertura completa dos processos referentes à operação que investiga o caso — a Compliance Zero, da Polícia Federal.

Prazo para envio de nova remessa

Conforme o ofício da PGR, a relação encaminhada por Mendonça não contemplava “grande parte” dos documentos atualmente relacionados à investigação mais ampla da Operação Compliance Zero. O órgão manteve a ressalva para diligências em andamento ou que ainda serão realizadas, caso a publicidade possa comprometer a efetividade das medidas.

Logo em seguida, o presidente do Supremo estabeleceu prazo de 24 horas para que Mendonça providenciasse a remessa da íntegra dos procedimentos, em HD próprio, à presidência do Tribunal e aos gabinetes dos demais ministros.

Ao longo da tarde e da noite, vários ministros passaram a questionar a extensão do levantamento do sigilo, a condução dos procedimentos e o acesso aos elementos que serão analisados pelo plenário na próxima terça-feira (15/9).

Bate e rebate entre Moraes e Mendonça

Num desses ofícios, o ministro Alexandre de Moraes acusou o colega André Mendonça de ter omitido 180 documentos do levantamento de sigilo dos autos do caso. Ele pediu a derrubada completa dos sigilos e também, para que o julgamento no plenário do STF sobre os mensagens trocadas com Vorcaro, seja realizado em conjunto com apurações que envolvem a conduta de Mendonça na condução do caso Master.

Horas depois, foi a vez de o ministro André Mendonça rebater Moraes e afirmar que todas as peças efetivamente disponíveis no Caso Master foram divulgadas. Em despacho assinado depois das 20h de ontem, Mendonça afirmou que a conclusão de Moraes foi “baseada na diferença entre o número de peças disponibilizadas para consulta e a quantidade indicada no sistema eletrônico do STF”.

Ele ressaltou que os números podem não coincidir por diferentes motivos, como a transferência de documentos para outros procedimentos ou a existência de peças internas, entre elas ofícios e mandados. Mesmo assim, Mendonça liberou o sigilo de outros 18 processos envolvendo o caso.

Mais ofícios de ministros

Além dos ofícios da PGR, dos ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, também o ministro Cristiano Zanin Martins encaminhou ofício a Fachin pedindo a quebra de sigilos do processo, em termos semelhantes ao de Moraes. E por fim, o ministro Gilmar Mendes, decano da Corte, encaminhou um ofício também ao presidente, solicitando que, diante da gravidade da situação, a reunião da próxima terça-feira seja adiada.

Resta aguardar os próximos capítulos e avaliar o andamento das reuniões internas e da tentativa de entendimento entre o colegiado, que conta com o apoio de autoridades diversas. Só após isso, é que será possível avaliar o impacto dessa crise institucional nas eleições deste ano, uma vez que o caso Master envolve políticos e autoridades de todas as esferas do país.

— Por HJur
*Hylda Cavalcanti é editora regional de O Poder aos sábados e cobre o Judiciário como repórter do Portal Hora Jurídica, HJur, em Brasília.




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Definido pelo TSE: Eleições deste ano têm 12 candidaturas na disputa pela Presidência da República

12/09/2026

Apesar do registro das candidaturas ser feito sempre no período entre junho e início de agosto, mesmo com a campanha iniciada todas as candidaturas a presidente da República precisam ser validadas pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Pois bem: a Corte confirmou na noite desta sexta-feira (11/09) que são 12 as chapas confirmadas e aprovadas de presidenciáveis e seus candidatos a vice. A demora se deu porque somente ontem foi formada maioria, pelo plenário virtual, pela rejeição do pedido da candidatura do empresário Pablo Marçal.

Marçal já tinha ficado de fora da disputa em função de dois recursos que tinha apresentado ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) contestando a sua condenação ao pagamento de uma multa e inelegibilidade por uso irregular de redes sociais durante a campanha de 2024. Mesmo assim, ele recorreu da decisão junto ao TSE. Mas os ministros decidiram manter a impugnação da candidatura.

Falta de comprovação...

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Apesar do registro das candidaturas ser feito sempre no período entre junho e início de agosto, mesmo com a campanha iniciada todas as candidaturas a presidente da República precisam ser validadas pelo plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Pois bem: a Corte confirmou na noite desta sexta-feira (11/09) que são 12 as chapas confirmadas e aprovadas de presidenciáveis e seus candidatos a vice. A demora se deu porque somente ontem foi formada maioria, pelo plenário virtual, pela rejeição do pedido da candidatura do empresário Pablo Marçal.

Marçal já tinha ficado de fora da disputa em função de dois recursos que tinha apresentado ao Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) contestando a sua condenação ao pagamento de uma multa e inelegibilidade por uso irregular de redes sociais durante a campanha de 2024. Mesmo assim, ele recorreu da decisão junto ao TSE. Mas os ministros decidiram manter a impugnação da candidatura.

Falta de comprovação no PRTB

Marçal também teve a candidatura rejeitada por falta de comprovação de filiação ao Partido Renovador Trabalhista Brasileiro (PRTB) dentro do prazo legal, uma vez que ele estava filiado ao União Brasil em abril, prazo final para escolha do partido.

Ao mesmo tempo, a última chapa validada foi a do candidato Augusto Cury e Júlio Delgado (Avante), aprovadas pelo colegiado da Corte.

Chapas validadas

Com a conclusão dos julgamentos pela Corte Eleitoral, foram validadas as seguintes chapas, que seguem em plena campanha: a do presidente Lula (PT) e Geraldo Alckmin (PSB); Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar (PL); Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab (PSD);
Rui Costa Pimenta e Antônio Carlos (PCO); Samara Martins e Raquel Brício (UP);
Romeu Zema e Eduardo Girão (Novo); Hertz Dias e Vanessa Portugal (PSTU).

Além das chapas dos também presidenciáveis Edmilson Costa e Cleusa Santos (PCB); Renan Santos e Aroldo Medina (Missão); Wilson Grassi e Suêd Haidar (Democrata); Clariana Barão e Fabiana Torquato (DC); e Augusto Cury e Júlio Delgado (Avante).

Regularidade e requisitos atendidos

Nos pedidos aprovados, o TSE concluiu que todos os registros aprovados foram feitos de forma regular e que as chapas apresentaram os documentos necessários, bem como atenderam aos requisitos de candidatura previstos na Constituição e na Lei de Inelegibilidade (a Lei Complementar nº 64/1990).




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Governadora mente no debate e traz de volta escândalo da Caruaruense

12/09/2026

O que passou pela cabeça da Governadora Raquel Teixeira Lyra no debate de ontem, promovido pela Rádio Cidade, em Caruaru, só ela pode saber.
Especulando: Talvez pautada por marqueteiros para blindar o tema Rodoviária Caruaruense, ela cometeu uma mentira cabeluda e desnecessária. Sem ninguém perguntar, disse que nunca tinha sido sócia de nenhuma empresa. Confira o vídeo no final.

A Caruaruense

Foi objeto do maior escândalo do governo da "honesta", como ela repete, governadora Raquel Teixeira. Durante três anos e pouco, a empresa da família operou de forma totalmente irregular. A EPTI, empresa fiscalizadora e que fechou os olhos para as irregularidades da Caruaruense, era dirigida por um contraparente de Raquel, casado com uma prima Teixeira. O titular da secretaria responsável, era o também primo André Teixeira, hoje coordenador da campanha e suposto namorado da governadora. Um assessor da secretaria era o pai do secretário, tambem Teixeira....

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O que passou pela cabeça da Governadora Raquel Teixeira Lyra no debate de ontem, promovido pela Rádio Cidade, em Caruaru, só ela pode saber.
Especulando: Talvez pautada por marqueteiros para blindar o tema Rodoviária Caruaruense, ela cometeu uma mentira cabeluda e desnecessária. Sem ninguém perguntar, disse que nunca tinha sido sócia de nenhuma empresa. Confira o vídeo no final.

A Caruaruense

Foi objeto do maior escândalo do governo da "honesta", como ela repete, governadora Raquel Teixeira. Durante três anos e pouco, a empresa da família operou de forma totalmente irregular. A EPTI, empresa fiscalizadora e que fechou os olhos para as irregularidades da Caruaruense, era dirigida por um contraparente de Raquel, casado com uma prima Teixeira. O titular da secretaria responsável, era o também primo André Teixeira, hoje coordenador da campanha e suposto namorado da governadora. Um assessor da secretaria era o pai do secretário, tambem Teixeira. O sobrenome Teixeira tinha duas representantes no quadro societário da empresa. Um verdadeiro escândalo em família.

O escândalo

Foi abafado com muita competência e sumiu do noticiário. Até a governadora trazê-lo de volta, ontem.
No que isso vai dar?
Saberemos em breve.








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Atos, congressos, entrevistas, reuniões e panfletagem; saiba qual a agenda dos presidenciáveis para este sábado (12)

12/09/2026

Faltando pouco mais de 20 dias para a realização do primeiro turno das eleições, os candidatos à Presidência da República intensificam suas agendas de campanha, com participações diversas, neste sábado (12/09), ao longo do país. As atividades incluem entrevistas, reuniões políticas, encontros com apoiadores e eventos.

O presidente Lula inicia o dia em Curitiba (PR), no ato intitulado “Brasil pronto para mais uma”, na conhecida e histórica área central da capital paranaense conhecida como ‘Boca Maldita’. O evento está previsto para começar às 11h e tende a seguir pelo período da tarde. Outros compromissos do presidente não foram divulgados pela equipe.

Encontro com apoiadores

O senador Flávio Bolsonaro (PL) está em Presidente Prudente (SP). Ele participará durante a manhã de um encontro com apoiadores intitulado ‘Grande Encontro da Direita’, localizado no Ginásio de Esportes do Tênis Clube, naquela cidade.

Às 14h30, Flá...

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Faltando pouco mais de 20 dias para a realização do primeiro turno das eleições, os candidatos à Presidência da República intensificam suas agendas de campanha, com participações diversas, neste sábado (12/09), ao longo do país. As atividades incluem entrevistas, reuniões políticas, encontros com apoiadores e eventos.

O presidente Lula inicia o dia em Curitiba (PR), no ato intitulado “Brasil pronto para mais uma”, na conhecida e histórica área central da capital paranaense conhecida como ‘Boca Maldita’. O evento está previsto para começar às 11h e tende a seguir pelo período da tarde. Outros compromissos do presidente não foram divulgados pela equipe.

Encontro com apoiadores

O senador Flávio Bolsonaro (PL) está em Presidente Prudente (SP). Ele participará durante a manhã de um encontro com apoiadores intitulado ‘Grande Encontro da Direita’, localizado no Ginásio de Esportes do Tênis Clube, naquela cidade.

Às 14h30, Flávio participará de um encontro com mulheres, no Centro Universitário de Presidente Prudente.

Feiras e hospital

O candidato Romeu Zema (Novo) passa o sábado na sua terra, Minas Gerais. Zema iniciou o dia cedo, num encontro com mulheres Amazonas que participam da cavalgada chamada “As Independentes”, organizada em prol da prevenção do câncer de mama e pelo fim da violência contra mulheres, no centro de Belo Horizonte.

Em seguida Zema segue para o Mercado Municipal de Sete Lagoas, cidade também mineira, onde conversará com feirantes e aliados. Por volta das 11h o candidato do Partido Novo visitará o Hospital Regional de Sete Lagoas, onde percorrerá leitos, conversará com apoiadores, médicos e políticos do município. O horário da tarde foi reservado pela equipe de Zema para a gravação de vídeos dele com candidatos da legenda.

Visita a distrito industrial

O candidato Renan Santos (Missão) estará em Joinville (SC), onde tem previsão para chegar por volta do meio dia. Ele será recepcionado por eleitores e apoiadores no aeroporto. Às 14h, Renan Santos tem programada uma gravação Parque Perini, na cidade e visitará um distrito industrial.

Às 16h, ele realiza coletiva de imprensa e às 16h30 participa de um congresso organizado pelo partido Missão.

Congresso médico

Augusto Cury (Avante) participa, a partir das 11h, de um congresso para a classe médica em Barueri (SP) e às 13h30 tem na sua agenda presença em reunião a ser realizada na Fazenda Boa Vista, no município de Porto Feliz (SP). De lá, o candidato segue para o evento do Grupo Nós, localizado no mesmo estado.

Já o presidenciável Ronaldo Caiado (PSD), que passou a semana internado em função de uma faringite, continuará sem agendas públicas neste sábado, para se recuperar totalmente.

Grassi, Dias e Samara

Wilson Grassi (Democrata) participa durante a manhã de reunião online com comitês estaduais do Partido Democrata. Hertz Dias (PSTU) estará em Pernambuco. Ele iniciará o dia no Recife e depois seguirá para a feira da cidade de Ipojuca, onde fará panfletagem e conversará com eleitores.

Durante a tarde, Hertz Dias tem encontro com agricultores familiares de Ipojuca. Por volta das 19h, de volta ao Recife, participará da roda de conversa intitulada “Viva Malunguinho com raça & classe” no Terreiro de São Sebastião, no bairro Jiquiá.

Samara Martins (UP) está em Belo Horizonte, onde fará panfletagem na região do Aglomerado da Serra. Enquanto os candidatos Edmilson Costa (PCB), Rui Costa não tiveram agenda pública divulgada por suas equipes.




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Silvio Costa Filho percorre a Mata Sul e consolida apoios importantes em três municípios

11/09/2026

Ex-ministro do governo Lula e candidato à reeleição para deputado federal, Silvio Costa Filho, iniciou sua agenda de final de semana percorrendo municípios da Mata Sul de Pernambuco. Nesta sexta-feira, o parlamentar esteve em Catende, Ribeirão e Gameleira, onde manteve encontros com lideranças políticas e recebeu manifestações de apoio de aliados e da população.

Em Catende, Silvio esteve ao lado do vereador Bilu e de seu grupo político. Em Ribeirão, a agenda contou com a participação do vereador Leimisson Cravo. Já em Gameleira, o deputado foi recebido pela vereadora Loide, reforçando a articulação política construída pelo parlamentar em diferentes regiões do Estado.

A passagem pela Mata Sul reforça a estratégia de Silvio Costa Filho de manter uma atuação próxima às bases e ampliar o diálogo com lideranças e comunidades. Com presença política do litoral ao sertão, o deputado vem fortalecendo alianças em Pernambuco e consolidando uma rede de apoios para a d...

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Ex-ministro do governo Lula e candidato à reeleição para deputado federal, Silvio Costa Filho, iniciou sua agenda de final de semana percorrendo municípios da Mata Sul de Pernambuco. Nesta sexta-feira, o parlamentar esteve em Catende, Ribeirão e Gameleira, onde manteve encontros com lideranças políticas e recebeu manifestações de apoio de aliados e da população.

Em Catende, Silvio esteve ao lado do vereador Bilu e de seu grupo político. Em Ribeirão, a agenda contou com a participação do vereador Leimisson Cravo. Já em Gameleira, o deputado foi recebido pela vereadora Loide, reforçando a articulação política construída pelo parlamentar em diferentes regiões do Estado.

A passagem pela Mata Sul reforça a estratégia de Silvio Costa Filho de manter uma atuação próxima às bases e ampliar o diálogo com lideranças e comunidades. Com presença política do litoral ao sertão, o deputado vem fortalecendo alianças em Pernambuco e consolidando uma rede de apoios para a disputa pela renovação do mandato na Câmara Federal.

Além dos encontros políticos, a agenda também foi marcada pela proximidade com moradores dos municípios visitados. Para Silvio, a receptividade encontrada na região representa o reconhecimento de um trabalho construído ao longo dos últimos anos.

“Quero agradecer de coração a todos os amigos, lideranças e à população de Catende, Ribeirão e Gameleira pela recepção e pelo carinho. É muito importante estar perto das pessoas, ouvir as demandas de cada município e poder construir, junto com nossas lideranças, um Pernambuco cada vez mais forte. Tenho muita gratidão por cada apoio e por cada gesto de confiança. Ao lado de Bilu, Leimisson e Loide vamos trabalhar muito por Catende, Ribeirão e Gameleira nos próximos anos”, afirmou Silvio Costa Filho.

A agenda na Mata Sul faz parte de uma série de visitas que o deputado vem realizando pelo Estado, mantendo o contato direto com aliados e fortalecendo sua caminhada rumo à reeleição.

Foto: Wesley D'Almeida




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É Findi - Retrovisor. Sorrimos Juntos. - Crônica - Por AJ Fontes*

11/09/2026

Passei o dia olhando o indicador de combustível. Lembrava e esquecia de abastecer até que aconteceu.

Retornávamos para casa e senti a força se esvair pelo asfalto bem no cruzamento da Cruz Cabugá com a Avenida Norte. Àquela hora o trânsito estava livre e contamos com a ajuda de um sopro, vindo de algum lugar, nos empurrou para o outro lado. Eu e Ana espichamos olhares ao longo da avenida vazia.

Aí que a gente atenta para o retrovisor e surgem os feitos e não feitos. Desde a alimentação do motor do carro, atravessando pelas escolhas diárias que montam nosso tempo nesse lugar.

Com um copo de cerveja na mão, sentado na varanda ouvindo os latidos em volta do sítio e lembrando do que havia programado para a aposentadoria. Uma longa viagem.

Não contava com o surgimento dela: Ana.

Chegou entre poemas e contos tomou conta de um dia, depois do outro e no sete daquele setembro, enredados em poemas, contos. Naquele di...

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Passei o dia olhando o indicador de combustível. Lembrava e esquecia de abastecer até que aconteceu.

Retornávamos para casa e senti a força se esvair pelo asfalto bem no cruzamento da Cruz Cabugá com a Avenida Norte. Àquela hora o trânsito estava livre e contamos com a ajuda de um sopro, vindo de algum lugar, nos empurrou para o outro lado. Eu e Ana espichamos olhares ao longo da avenida vazia.

Aí que a gente atenta para o retrovisor e surgem os feitos e não feitos. Desde a alimentação do motor do carro, atravessando pelas escolhas diárias que montam nosso tempo nesse lugar.

Com um copo de cerveja na mão, sentado na varanda ouvindo os latidos em volta do sítio e lembrando do que havia programado para a aposentadoria. Uma longa viagem.

Não contava com o surgimento dela: Ana.

Chegou entre poemas e contos tomou conta de um dia, depois do outro e no sete daquele setembro, enredados em poemas, contos. Naquele dia a convidei para me acompanhar na visita ao amigo Antônio Carlos. Dias antes, combinamos um carteado, na sua casa. Depois, começamos a mostrar nossos dias, nossos sorrisos e corações. Já não bastava o encontro semanal na Oficina de Escrita do mestre Paulo Caldas. Passaram a fazer parte de nossa rotina em comum conhecer uma casa de café, assistir um bom filme no ETC ou passear no calçadão de Boa Viagem.

Minha programação foi para o Beleléu. Embora insistisse em fazer o caminho de Santiago de Compostela, titubeei quanto à viagem pela Europa. Alguma coisa não combinava como antes. Acho que por baixo das vontades antigas os movimentos do coração iniciaram um processo de abertura para a nova.

O dia da partida se chegava e a certeza do distanciamento também. Mas aconteceu o espanto. A notícia se espalhou rápido e veja isso: não precisou de edição extraordinária na TV - Todos precisam estar em casa. Serão alguns dias, até que se normalize a questão mundial da doença. Foram dias transformados em meses. Eu já estava em uma pequena casa da zona rural na Serra das Russas onde resolvemos passar esse tempo. Pelo retrovisor vejo a sorte de termos um ao outro em um período de tanto isolamento e tristeza.

Desde aquele Sete de Setembro, um viajamos, escrevemos, brincamos, arengamos e sorrimos. Juntos.

O Caminho de Santiago? Quem sabe um dia faremos. Juntos.


*AJ Fontes, contista e cronista, engenheiro aposentado, e eterno estudante na arte da escrita, publicou o livro de contos: ‘Mantas e Lençóis’. @aj.fontes




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É Findi - Meu Pirapora - Poema - Por Eduardo Albuquerque*

11/09/2026

Talhado do Pirapora,
águas abundantes;
tempos de infante,
eras deslumbrante!

Não fostes s’imbora,
voltastes ind’agora,
como foras outrora:
puras, nosso tesouro

Recordo de memória,
tantas belas histórias:
A Sereia do Pirapora...



Resgates da adolescência,
mantidos na senescência;
jamais serão ausências,
pois inerentes vivências.

Apesar do vil homem, Pirapora,
não se deixes fenecer, insista!
Enterneces-nos, és benquista,
Oh! Não, não, nunca vá s'imbora!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



O É Findi é uma coluna semanal de cultura e lazer. Exclusiva de O Poder. Através de qualquer matéria, você acessa as demais. Boas leituras. Leia e compartilhe.

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Talhado do Pirapora,
águas abundantes;
tempos de infante,
eras deslumbrante!

Não fostes s’imbora,
voltastes ind’agora,
como foras outrora:
puras, nosso tesouro

Recordo de memória,
tantas belas histórias:
A Sereia do Pirapora...



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Resgates da adolescência,
mantidos na senescência;
jamais serão ausências,
pois inerentes vivências.

Apesar do vil homem, Pirapora,
não se deixes fenecer, insista!
Enterneces-nos, és benquista,
Oh! Não, não, nunca vá s'imbora!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



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O É Findi é uma coluna semanal de cultura e lazer. Exclusiva de O Poder. Através de qualquer matéria, você acessa as demais. Boas leituras. Leia e compartilhe.




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É Findi - O Importante é Participar - Crônica - Por Malude Maciel*

11/09/2026

Recebi um convite interessante pra ver o primeiro jogo de futsal da minha neta mais nova, que está com oito anos de idade, estreando nos Jogos Escolares do Município e, não me fiz de rogada. Quando dei por mim, já estava na arquibancada da quadra esportiva da Caixa Econômica Federal, onde disputaram os times do Colégio Diocesano de Caruaru contra o time de Sapucarana, zona rural do Distrito de Bezerros. Eu não poderia faltar pois, faço questão de acompanhar as atividades das minhas quatro netas, recordando o que fiz, anos atrás, com meus três filhos.
Talvez eu fosse a única avó ali presente, na torcida. Mas, isso é simplesmente gratificante!

Competições

Os Jogos Escolares são por demais positivos na vida estudantil. Criam o hábito de competir, saber vencer e saber perder dignamente, sem drama; coisa fundamental na formação do alunado, sendo prática fundamental no dia a dia, tanto agora como também num futuro próximo, quando a idade adulta che...

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Recebi um convite interessante pra ver o primeiro jogo de futsal da minha neta mais nova, que está com oito anos de idade, estreando nos Jogos Escolares do Município e, não me fiz de rogada. Quando dei por mim, já estava na arquibancada da quadra esportiva da Caixa Econômica Federal, onde disputaram os times do Colégio Diocesano de Caruaru contra o time de Sapucarana, zona rural do Distrito de Bezerros. Eu não poderia faltar pois, faço questão de acompanhar as atividades das minhas quatro netas, recordando o que fiz, anos atrás, com meus três filhos.
Talvez eu fosse a única avó ali presente, na torcida. Mas, isso é simplesmente gratificante!

Competições

Os Jogos Escolares são por demais positivos na vida estudantil. Criam o hábito de competir, saber vencer e saber perder dignamente, sem drama; coisa fundamental na formação do alunado, sendo prática fundamental no dia a dia, tanto agora como também num futuro próximo, quando a idade adulta chegar com seus problemas mais sérios que precisarão ser resolvidos com sabedoria. É preciso treino.

Torcer é preciso

A torcida é um item essencial que ajuda muito aos atletas de quaisquer campeonatos. Uma torcida vibrante e organizada é capaz de levar à vitória um time que esteja em risco de ser desclassificado.

Os times dessa tarde

No geral, ambos os times dessa competição estavam em forma. Todavia, quem joga em casa já tem grandes vantagens e quem vem de fora tem algumas inconveniências como: locomoção, cansaço de viagem, a falta de torcedores à altura do adversário e aquele nervosismo de enfrentar algo que julga superior.
Nisso, o Diocesano saiu vitorioso e estava bem preparado, mas as jogadoras de Sapucarana tiveram também seus méritos. Eram maiores e mais fortes fisicamente e algumas meninas se destacaram. Havia um ímpeto de ganhar, um esforço comum.
O placar marcou 3X2 mas, não foi desonroso. Naturalmente que eu estava torcendo pelo time local que foi o vencedor. Bravo!

Babação

Essa minha neta que estava na quadra com a camisa 10, chama-se Pérola (nasceu na data do meu aniversário) e, parece polivalente, ainda não definiu a área esportiva que quer abraçar definitivamente, e também participa da modalidade de Karatê onde, recentemente, recebeu a medalha de bronze, enquanto sua irmã de dez anos, Pétala, ficou em primeiro lugar, levando para o Colégio a medalha de ouro. Fico muito satisfeita com esses resultados e até admirada porque de minha parte não costumava participar em torneios esportivos. Minha dedicação era para os estudos e ganhei prêmios referentes à competições literárias e atualmente, vejo que as meninas da família são craques nas duas situações. Tanto recebem boas notas (tendo a mais velha concluído o Curso de Medicina), como também têm se revelado em outras áreas. Marina, aos doze anos, está produzindo lindas telas só mesmo tempo que mantém a tradição de primeira de classe.

Minhas escusas

Desculpem, toda avó é coruja , tem essa mania de alardear os feitos de seus pimpolhos, porém é salutar esse laço de ligação entre as gerações. A própria Ciência aconselha, para um melhor equilíbrio emocional, que haja troca de conhecimentos e afetividades entre os familiares, principalmente os avós maternos e paternos.

Aprovado

No meu caso é preciso vigilância para não interferir na vida de quem amo tanto pois, se deixar sem controle, o apego, o amor extraordinário, poderá prejudicar.

Assim, é importante participar, no entanto, nunca influenciar demasiadamente, querendo educar, porque essa tarefa é dos pais. É preciso cautela.

Amor incondicional

Amo minhas netas e, diariamente rogo a Deus pelos seres maravilhosos que me presenteou.
Viva os avós!


*Malude Maciel, Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, ACACCIL, cadeira 15 pertencente à professora Sinhazina. @malude.maciel



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É Findi - Série Prédios Ícones de Pernambuco - Forte do Brum - Por André Gustavo de Pinho Monteiro*

11/09/2026

Forte do Brum: quatro séculos de história de Pernambuco

Há lugares que fazem parte da paisagem de uma cidade. Outros fazem parte de sua identidade. O Forte do Brum pertence às duas categorias. Erguido em posição estratégica na entrada do Porto do Recife, é uma das mais antigas testemunhas da história de Pernambuco.
As origens da importância militar do local remontam a 1595, quando o corsário inglês James Lancaster, durante o ataque ao Recife, estabeleceu ali uma pequena bateria de canhões para proteger sua posição contra possíveis contra-ataques.

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Em 1629, Matias de Albuquerque determinou a construção de uma fortificação no mesmo local, inicialmente denominada Forte Diogo Paes. Quando os holandeses invadiram Pernambuco, em 1630, a obra ainda não estava concluída. Os invasores ocuparam a posição e deram continuidade à construção entre 1630 e 1631. Entre os engenheiros envolvidos estava Pieter van Bueren, autor de uma...

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Forte do Brum: quatro séculos de história de Pernambuco

Há lugares que fazem parte da paisagem de uma cidade. Outros fazem parte de sua identidade. O Forte do Brum pertence às duas categorias. Erguido em posição estratégica na entrada do Porto do Recife, é uma das mais antigas testemunhas da história de Pernambuco.
As origens da importância militar do local remontam a 1595, quando o corsário inglês James Lancaster, durante o ataque ao Recife, estabeleceu ali uma pequena bateria de canhões para proteger sua posição contra possíveis contra-ataques.

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Em 1629, Matias de Albuquerque determinou a construção de uma fortificação no mesmo local, inicialmente denominada Forte Diogo Paes. Quando os holandeses invadiram Pernambuco, em 1630, a obra ainda não estava concluída. Os invasores ocuparam a posição e deram continuidade à construção entre 1630 e 1631. Entre os engenheiros envolvidos estava Pieter van Bueren, autor de uma planta da fortificação.
Construído inicialmente com terra e faxina — feixes de galhos usados para reforçar estruturas de terra —, o forte apresentava configuração abaluartada, com dois baluartes completos e dois meios-baluartes, ligados por cortinas. Durante a ocupação holandesa surgiu o nome Bruyne, em referência a Johan Bruyne, posteriormente aportuguesado pela população para Brum.
Após a expulsão dos holandeses, em 1654, o forte passou por sucessivas obras de reconstrução. As principais foram concluídas em 1690, com o emprego de pedra e cal, embora os trabalhos prosseguissem até 1715. Sobre o portão, a inscrição “Coutinho Almotacé-Mor do Reino. Ano de 1690” refere-se a António Luís Coutinho da Câmara, então Governador do Estado do Brasil e Almotacé-Mor do Reino, cargo ligado ao abastecimento da Corte. Também foi construída a capela de São João Batista.

Palco de outros fatos

Ao longo dos séculos, o Forte esteve ligado a importantes acontecimentos de Pernambuco, como a Revolução Pernambucana de 1817, a Confederação do Equador, em 1824, a Abrilada, em 1832, e a Revolução Praieira. Em 15 de dezembro de 1859, recebeu D. Pedro II, que registrou em seu diário as instalações, a capela, as prisões e a artilharia existente.
Em 1938, foi tombado pelo então SPHAN, atual IPHAN. Restaurado em 1985, passou a abrigar, em 5 de janeiro de 1987, o Museu Militar do Forte do Brum, dedicado à história militar brasileira, especialmente à trajetória do Soldado Nordestino.

Quando minha história se encontrou com a do Forte

Minha história com o Forte começou muitas décadas depois de sua construção. Em 2016, cheguei ao Forte do Brum para assumir a direção do Museu Militar, função que exerci durante dez anos, até 2026.
Foram dez anos de convivência diária com suas muralhas, seus espaços, seus objetos e, principalmente, com as pessoas que ajudaram a construir sua história. Recebi veteranos, militares, pesquisadores, estudantes, professores, turistas e famílias, sempre buscando aproximar o Forte da sociedade e das novas gerações.
Ser diretor do Museu significou muito mais que exercer uma função administrativa. Foi assumir a responsabilidade de cuidar de um lugar que já existia muito antes de mim e que continuará existindo depois da minha passagem.
Quando cheguei, em 2016, suas pedras já contavam quase quatro séculos. Ao encerrar minha trajetória, em 2026, elas continuavam ali, testemunhando o presente e guardando novas histórias.
O Forte mudou de bandeira, de nome e de função. Seus canhões já não defendem o Recife. Hoje, seus portões se abrem para o conhecimento e para o encontro entre passado e presente.
Ter dedicado dez anos da minha vida ao Forte do Brum foi uma honra, uma responsabilidade e um dos capítulos mais significativos da minha trajetória.


*André Gustavo de Pinho Monteiro, Coronel da Reserva do Exército Brasileiro e Mestre em Operações Militares. Foi diretor do Museu Militar do Forte do Brum e é membro honorário do IAHGP.



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É Findi - Série História de Pernambuco - Uma guerra feita por muitos - Por Alfredo Cabral de Melo*

11/09/2026

A insurreição que começou a tomar forma em Pernambuco, em 1645, rapidamente mostrou que não seria uma luta conduzida apenas pelos senhores de engenho que estavam descontentes com o domínio neerlandês. À medida que a guerra avançava, homens de diferentes origens e condições passaram a integrar as forças da Restauração. Entre eles estavam portugueses, moradores da terra, indígenas, negros livres, libertos e escravizados, além de soldados que já haviam participado das primeiras guerras contra os neerlandeses.

Essa composição, entretanto, não significa que todos estivessem lutando pelas mesmas razões. A sociedade colonial era marcada por diferenças profundas, e essas diferenças também apareciam nas escolhas feitas durante a guerra. Havia interesses econômicos e políticos, vínculos familiares e religiosos, relações de dependência, experiências militares e, para alguns, a possibilidade de conquistar liberdade ou reconhecimento. Por isso, compreender quem participou da Insurrei...

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A insurreição que começou a tomar forma em Pernambuco, em 1645, rapidamente mostrou que não seria uma luta conduzida apenas pelos senhores de engenho que estavam descontentes com o domínio neerlandês. À medida que a guerra avançava, homens de diferentes origens e condições passaram a integrar as forças da Restauração. Entre eles estavam portugueses, moradores da terra, indígenas, negros livres, libertos e escravizados, além de soldados que já haviam participado das primeiras guerras contra os neerlandeses.

Essa composição, entretanto, não significa que todos estivessem lutando pelas mesmas razões. A sociedade colonial era marcada por diferenças profundas, e essas diferenças também apareciam nas escolhas feitas durante a guerra. Havia interesses econômicos e políticos, vínculos familiares e religiosos, relações de dependência, experiências militares e, para alguns, a possibilidade de conquistar liberdade ou reconhecimento. Por isso, compreender quem participou da Insurreição é também compreender que não existia uma única razão para combater.

Entre os indígenas, essa realidade aparece de maneira particularmente clara. Filipe Camarão tornou-se um dos principais comandantes das forças da Restauração, enquanto outros indígenas permaneceram ao lado dos neerlandeses. Pedro Poti e Antônio Paraupaba são exemplos importantes dessa divisão. A existência desses diferentes posicionamentos mostra que os povos indígenas não constituíam um grupo uniforme diante da guerra e que suas escolhas estavam relacionadas às experiências políticas, religiosas e militares acumuladas desde os primeiros anos da presença portuguesa e neerlandesa.

Essa divisão pode ser percebida em documentos excepcionais. Em 1645, Filipe Camarão e Pedro Poti trocaram cartas escritas em tupi, nas quais aparecem não apenas argumentos relacionados à guerra, mas também referências ao parentesco, à religião e às experiências vividas por seus povos. Poti, que permanecera ligado aos neerlandeses, lembrava as violências praticadas pelos portugueses contra os potiguaras. A correspondência revela, assim, que a escolha de um lado não podia ser explicada simplesmente por uma suposta fidelidade natural aos portugueses ou aos holandeses.

A presença negra na guerra também exige o mesmo cuidado. Henrique Dias tornou-se a principal liderança negra das forças da Restauração e construiu uma trajetória militar que lhe trouxe reconhecimento da Coroa portuguesa. Sua participação remonta aos primeiros anos da luta contra os neerlandeses e ganhou maior importância com a Insurreição de 1645.

Mas a trajetória de Henrique Dias não pode ser utilizada para representar, indistintamente, todos os negros que viviam naquele período. Havia homens livres, libertos e escravizados, e suas relações com os dois lados do conflito não foram necessariamente iguais. A documentação e os estudos historiográficos mostram que também houve negros que permaneceram ligados aos neerlandeses ou que estabeleceram relações de cooperação com eles.

Para aqueles que viviam sob a escravidão, a guerra podia assumir ainda outro significado. A possibilidade de liberdade estava presente nas relações de recrutamento e recompensa, e houve casos em que a participação nos combates esteve associada à alforria. Isso ajuda a explicar por que alguns homens escravizados poderiam encontrar na guerra uma oportunidade que dificilmente teriam em outras circunstâncias. Não significa, porém, que a participação negra na Restauração possa ser reduzida à busca pela liberdade, nem que a vitória sobre os neerlandeses tenha alterado a estrutura escravista da sociedade colonial.

A própria guerra produzia novas relações. Homens que demonstravam capacidade militar podiam adquirir prestígio e autoridade, enquanto comandantes procuravam reunir forças suficientes para enfrentar um adversário que ainda controlava Recife e importantes posições fortificadas. Nesse contexto, a experiência de indígenas e negros não era apenas complementar à atuação dos demais combatentes. Eles faziam parte da estrutura militar que sustentava a resistência.

É justamente por isso que a narrativa posterior sobre a Restauração precisa ser observada com cuidado. Em épocas posteriores, tornou-se comum apresentar a luta contra os neerlandeses como uma união de portugueses, indígenas e negros em defesa de uma mesma ideia de pátria. A participação desses grupos é um fato histórico, mas suas motivações e escolhas foram muito mais complexas do que essa imagem permite perceber.

Em 1645, ainda não existia a ideia de nação brasileira nos termos em que hoje a compreendemos. Havia homens defendendo interesses próprios, comunidades tentando sobreviver, grupos indígenas disputando espaços e alianças, escravizados procurando possibilidades de mudança de condição e senhores de engenho tentando recuperar posições econômicas e políticas. Todos estavam inseridos em uma guerra contra o domínio neerlandês, mas isso não significa que todos enxergassem aquele conflito da mesma maneira.

Essa diversidade ajuda a explicar a própria força que a Insurreição começaria a adquirir. A revolta, que inicialmente dependia de articulações políticas e do apoio de determinados grupos locais, precisava agora transformar-se em uma força militar capaz de ocupar o território, controlar caminhos e enfrentar as tropas neerlandesas em combates cada vez mais organizados.

A guerra, portanto, estava mudando de natureza. Já não bastava reunir homens dispostos a se rebelar. Era necessário formar tropas, obter armas e mantimentos, estabelecer posições e escolher onde enfrentar o inimigo. O movimento iniciado em 1645 começava a abandonar a condição de revolta para assumir as características de uma guerra prolongada.

E quando a insurreição passou a contar com forças mais organizadas, surgiu uma nova questão: como enfrentar militarmente os neerlandeses em seu próprio território e transformar uma revolta em uma campanha capaz de ameaçar o domínio que ainda mantinham sobre Pernambuco?


*Alfredo Cabral de Melo, é Advogado, Historiador, Jornalista, e Membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP) e do Instituto Histórico do Maranhão (IHGM). @alfredo.cabral.de.melo



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