Da Série Mistérios do Aquém: A carapuça fascista da Mula- Sem-Cabeça e a defesa da democracia. – Por Natanael Sarmento*
28/09/2026
Comédia
Na comédia de costumes tipos sociais estapafúrdios, insanos, degradados e desqualificados, facções de milicianos, golpeiam a democracia diante de uma plateia anistiada numa cegueira ou fulminada numa amnésia epidêmica que faz o Ensaio Sobre a Cegueira” de Saramago um vaticínio de profeta.
Hipocrisia
Tartufo simbolizava a hipocrisia religiosa do século XVII, na sátira de Molière. Pastores milicianos hoje, envolvidos no poder, dissimulam e enganam mais que o espertalhão hipócrita do tetro francês. A esperteza da arte de lud...
Comédia
Na comédia de costumes tipos sociais estapafúrdios, insanos, degradados e desqualificados, facções de milicianos, golpeiam a democracia diante de uma plateia anistiada numa cegueira ou fulminada numa amnésia epidêmica que faz o Ensaio Sobre a Cegueira” de Saramago um vaticínio de profeta.
Hipocrisia
Tartufo simbolizava a hipocrisia religiosa do século XVII, na sátira de Molière. Pastores milicianos hoje, envolvidos no poder, dissimulam e enganam mais que o espertalhão hipócrita do tetro francês. A esperteza da arte de ludibriar hoje arregimenta multidões de fiéis e seguidores políticos, fanáticos irracionais, para os quais, nem os fatos, nem qualquer evidência ou pensamento lógico, servem para nada, nem dizer que a Terra não é plana.
Vulgaridade e esperteza
Panungio, personagem de Rabelais (Gargantua e Pantagruel) representa o tipo popular esteriotipado da pior da espécie: vulgar, grosseiro, espertalhão, enganador, infiel e aproveitador.
Quem diria?
Quem diária, que a Hidra do fascismo renascesse com força nos EUA, Brasil e Bahia lutaram contra ele e o derrotaram, na 2ª Guerra finda em 1945? Que tipos grosseirões, vulgares, que ostentam, orgulhosamente, machismo, misoginia, que destilam preconceito contra étnicos contra imigrantes, gays, lésbicas e fazem pouco da cultura e da ciência, negam a alteridade, zombam da democracia, agridem normas de civilidade, enfim, bestiais Mulas Sem Cabeça exibissem abertamente tais máculas como se fossem virtudes e tais deformidades encontrassem seguidores da mesma laia?
Confusão
No truque ilusionista desta sociedade do espetáculo (Guy Debord) a imagem – mais ainda na era virtual - se confunde com real, a aparência com a essência. Não se distingue claramente o Canto de Liberdade do Canto das Serias. Nas plataformas digitais das chupetas virtuais, nas arapucas atrativas de multidões em escala global e instantânea. Nas rolagens de robôs e Fake-News que levam as mariposas à morte na confusão da luz artificial com o sistema da natureza.
Moralista de horas vagas
Nos púlpitos e parlamentos, protagonizam cruzadas na defesa da família, da "moral, dos bons costumes". Na intimidade protagonizam promovem orgias dignas de Herodes. Ligados a financiamentos indevidos, orçamentos secretos, amigos de milicianos, traficantes, defraudadores dos sistema financeiro, apologistas da “segurança pública” para inglês ver pois facilitam o armamentismo e a vida dos bandidos que fazem a festa em suas desgovernanças.
Populismo
Diante da câmaras bebem em copo americano, quebram protocolos de etiqueta para falsa e supostamente se identificar com o "povo", nesse elitismo hipócrita e enganador, que na vida privada enriquecem e vivem como nababos com dezenas de mansões, marinas de iates e lanches nas praias exclusivas, fortunas acumuladas sem explicação senão em décadas de desfalque do patrimônio público. Esses vagabundos atacam o fim da escala 6/1 para o trabalhador escravizado sem tempo para cuidar da família e da saúde, votam contra qualquer aumento para Salário Mínimo, revogam direitos trabalhistas e sociais e concedem anistia fiscal, incentivos, empréstimos especiais para grandes empresários.
Paz Armada
Na pauta da segurança pública, a narrativa do "cidadão de bem armado" prometem ordem e proteção com armamento de policiamento ostensivo (aparência). Mas aumentam apenas os índices de crimes violentos, pois mais armas só abastecem melhor as organizações criminosas - PCC e CV e outras com as quais há indícios claros de ligações perigosas.
Patriotismo traiçoeiro
A retórica do nacionalismo de fachada tipo " Brasil acima de tudo", de exibir bandeira e cores verde e amarela é cortina de fumaça da posição antinacional de traição do Brasil, do entreguismo das riquezas nacionais e da vassalagem mais sórdidas, da subserviência às potências estrangeiras, vide as ações contra a economia brasileira e a grotesca continência à bandeira dos Estados Unidos, pedidos de intervenção estrangeira, o ridículo da bandeira dos EUA no desfile do 7 de Setembro dia da Independência do Brasil, na Avenida Paulista.
Duas caras
A extrema direita cadela sempre no cio, sob a ditadura é valente e defende torturas, bandidos mortos, prisões, censura, banimento, persegue defensores de direitos humanos, elimina opositores, sem piedade. Mas se são apanhados depois de golpes frustrados e são processados, julgados e condenados, começam a soluçar e pedir piedade cristã, avocar direitos humanos, galo de briga se transforma em galinha choca.
Salvar a democracia
Derrotar o fascismo nas próximas eleições é imperativo da sobrevida dessa democracia frágil e limitada – porque instável e incapaz de apresentar soluções rápidas para as os problemas e demandas que afligem a maioria – e todavia deve ser defendida, pois muito pior é uma ditadura fascista dos monopólios capitalistas e banqueiros com o governo de milicianos fascistas, que pode fazer a ditadura sanguinária de 1964 parecer passeio nos Campos Elísios.
*Natanael Sarmento é professor e escritor, e integrante do Diretório Nacional da UP. @sarmentonatanael

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.
Leia outras informações
Lula diz que acabar com bets não traz "prejuízo para o futebol", amanhã terá reunião com clubes
28/09/2026
Reunião com clubes de futebol
O governo marcou para amanhã, terça-feira, 29/09, uma reunião com representantes de clubes de futebol para discutir os impactos da proibição das bets no país. O encontro foi confirmado pelo Ministério do Esporte e ocorre após a reação negativa dos clubes à medida provisória, M...
O presidente Lula, PT, afirmou hoje, segunda-feira, 28/09, durante evento de sanção de novas medidas para fortalecer o futebol feminino no Palácio do Planalto, que a medida que pôs fim às bets no Brasil "não traz prejuízo" para o esporte. "Esse negócio de acabar com bets não traz prejuízo para o futebol. Nos melhores momentos da história do futebol não existia bets. O Brasil foi campeão do mundo e não existia bet", afirmou. Lula fez a sanção da nova lei, com foco a profissionalização do futebol feminino, na Base Aérea de Brasília, antes de embarcar para Belém, onde cumpre agenda presidencial no período da tarde, e faz campanha no período da noite.
Reunião com clubes de futebol
O governo marcou para amanhã, terça-feira, 29/09, uma reunião com representantes de clubes de futebol para discutir os impactos da proibição das bets no país. O encontro foi confirmado pelo Ministério do Esporte e ocorre após a reação negativa dos clubes à medida provisória, MP, que determinou o fim das plataformas de apostas de quota fixa. A MP que proíbe sites e aplicativos de bets foi publicada na sexta-feira, 25/09. Pelas regras, as empresas terão até 06/10 para sair do ar. Os apostadores, por sua vez, têm até 05/10 para resgatar os valores que ainda estiverem disponíveis nas plataformas. "E os clubes que se virem. Já aprovamos a lei que os clubes podem virar empresa, agora é preciso colocar gente de competência para fazer empresa", afirmou Lula na ocasião.

"É uma máquina de matar o povo pobre"
Lula afirmou ainda que as empresas de jogos online devem "ganhar dinheiro fazendo outra coisa, gerando emprego de qualidade" e que as bets representam menos de 7% da arrecadação dos times de futebol. "É uma máquina de matar o povo pobre, e eu, sinceramente, acabei para dizer o seguinte: ninguém vai tirar mais o dinheiro do leite, do pão, do feijão, da carne, da comida das crianças pra apostar em bets", declarou.
Independente - Poema - Por Romero Falcão*
28/09/2026
olha debaixo da cama
antes de deitar.
Mesmo que a serpente se disfarce
num manto branco da paz.
É assim o eleitor independente,
num ponto equidistante da militância:
nem santa, nem satã têm relevância.
É assim o eleitor independente:
nem pátria, nem Bolsa Família,
bandeira recolhida na distante ilha.
Na reta final,
todos disputam seu voto:
um copo no deserto,
incerto de um gole d’água.
*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
Desconfiado,
olha debaixo da cama
antes de deitar.
Mesmo que a serpente se disfarce
num manto branco da paz.
É assim o eleitor independente,
num ponto equidistante da militância:
nem santa, nem satã têm relevância.
É assim o eleitor independente:
nem pátria, nem Bolsa Família,
bandeira recolhida na distante ilha.
Na reta final,
todos disputam seu voto:
um copo no deserto,
incerto de um gole d’água.
*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda

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Lula reafirma: o meu senador na PB é Veneziano
28/09/2026
A declaração
Ganha ainda mais força no momento em que centenas de milhões de reais, oriundos da corrupção do Banco Master, via Hugo Motta, são despejados na campanha eleitoral, comprando apoios e tentando comprar consciências na tentativa de derrotar o mais emblemático aliado de Lula no Senado.
Confira.
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O presidente Lula diz que nenhum outro senador ajudou tanto o seu governo como Veneziano. Nenhum tão leal e guerreiro. Diz que o seu voto na Paraíba é Veneziano para o Senado. E pede com enfase o apoio das paraibanas e paraibanos que lhe apoiam para a reeleição do seu maior aliado.
A declaração
Ganha ainda mais força no momento em que centenas de milhões de reais, oriundos da corrupção do Banco Master, via Hugo Motta, são despejados na campanha eleitoral, comprando apoios e tentando comprar consciências na tentativa de derrotar o mais emblemático aliado de Lula no Senado.
Confira.
Comandos: da guerra irregular à engenharia da soberania - Por Amadeu Robalinho*
28/09/2026
A palavra “commando” não surgiu em 1940. O registro histórico do termo em inglês remonta ao final do século XVIII, associado às forças montadas bôeres da África do Sul. O Dictionary of South African English registra, já em 1790, o emprego de commando para designar uma força armada, normalmente montada, reunida para operações de incursão, represália ou recuperação de gado. A origem linguística é atribuída ao africâner commando/kommando, relacionado ao português comando. A associação direta com uma suposta palavra significando “invasão”, entretanto, é simplificação. Historicamente, o conceito estava muito ma...
A história dos Comandos começa antes que o nome fosse incorporado definitivamente ao vocabulário militar britânico. Ela nasce de uma experiência de guerra assimétrica, mobilidade, iniciativa e conhecimento do terreno, amadurecida nas guerras da África Austral e posteriormente reinterpretada pela Grã-Bretanha em um dos momentos mais críticos de sua história estratégica.
A palavra “commando” não surgiu em 1940. O registro histórico do termo em inglês remonta ao final do século XVIII, associado às forças montadas bôeres da África do Sul. O Dictionary of South African English registra, já em 1790, o emprego de commando para designar uma força armada, normalmente montada, reunida para operações de incursão, represália ou recuperação de gado. A origem linguística é atribuída ao africâner commando/kommando, relacionado ao português comando. A associação direta com uma suposta palavra significando “invasão”, entretanto, é simplificação. Historicamente, o conceito estava muito mais ligado a uma força convocada sob determinado comando e à autorização para realizar uma expedição armada.
Essa distinção é importante porque revela algo maior do que a simples etimologia. O commando original não era, necessariamente, uma “tropa de elite” no sentido contemporâneo. Era uma forma de organização militar adaptada a um ambiente em que mobilidade, autonomia, iniciativa individual, conhecimento do terreno e capacidade de concentração e dispersão podiam produzir efeitos desproporcionais à massa de forças empregada.
Nas Guerras dos Bôeres, particularmente na Segunda Guerra Anglo-Boer, entre 1899 e 1902, os britânicos encontraram exatamente esse problema. Depois das grandes operações convencionais, as forças bôeres passaram a operar em grupos móveis, explorando a vastidão do território sul-africano, a superioridade na mobilidade montada e a capacidade de atacar linhas de comunicação, colunas e posições vulneráveis. O próprio National Army Museum registra que as forças bôeres eram altamente móveis, habilidosas no emprego do terreno e capazes de evitar confrontos convencionais, obrigando o Exército britânico a modificar suas próprias estruturas e métodos de campanha.
Há, entretanto, uma dimensão histórica que não deve ser apagada pela romantização posterior do termo. Os commandos também participaram de campanhas coloniais contra populações africanas, e as fontes históricas registram o emprego dessas forças em expedições de represália e conquista. A evolução posterior do conceito militar não transforma automaticamente toda a história dos commandos em um modelo exclusivamente virtuoso. O que interessa estrategicamente é compreender quais características operacionais foram posteriormente identificadas, estudadas e reaproveitadas por outras forças armadas.
E foi justamente essa experiência que atravessou o tempo e voltou à superfície em 1940.
A queda da França e a evacuação de Dunquerque produziram uma ruptura na lógica estratégica britânica. A Grã-Bretanha encontrava-se diante da possibilidade de invasão e, ao mesmo tempo, precisava encontrar uma maneira de recuperar a iniciativa contra uma Alemanha que havia conquistado grande parte da Europa Ocidental.
Nesse ambiente surgiu o Tenente-Coronel Dudley Clarke, oficial britânico nascido na África do Sul e então integrante do Estado-Maior do General Sir John Dill, Chefe do Estado-Maior Imperial. Clarke conhecia a experiência dos Boer Commandos e havia acumulado também experiência com guerra irregular durante a Revolta Árabe na Palestina. Em junho de 1940, apresentou a Dill a proposta de criação de uma força pequena, móvel e especialmente treinada para operações ofensivas e incursões contra o território ocupado pelo inimigo.
A concepção de Clarke encontrou terreno fértil porque coincidia com uma preocupação que Winston Churchill já manifestava naquele momento. Nas conclusões do War Cabinet de 17 de junho de 1940, documento oficial britânico catalogado como CAB 65/7, o governo discutiu a necessidade de introduzir um elemento de Storm Troops no Exército, inspirado na capacidade ofensiva demonstrada pelas tropas alemãs.
No dia seguinte, 18 de junho de 1940, Churchill encaminhou a Hastings Ismay uma minuta perguntando sobre a possibilidade de criação de tropas de choque. O documento histórico registra sua defesa de pelo menos 20 mil homens especialmente preparados, extraídos das unidades existentes, equipados com armamento moderno e dotados de elevada mobilidade. Churchill escreveu que deveriam estar preparados para “spring at the throat” de pequenos desembarques ou incursões inimigas.
A convergência entre a necessidade estratégica identificada por Churchill e a solução operacional proposta por Clarke produziu algo que ultrapassaria a Segunda Guerra Mundial.
O objetivo não era simplesmente criar soldados mais agressivos. Era criar uma capacidade estratégica diferente.
Essa diferença aparece com clareza no memorando do Major-General R. H. Dewing, de 13 de junho de 1940, que estabelecia a concepção inicial dos Commandos. A ideia era reunir homens capazes de combater de maneira independente e irregular, sem depender da estrutura rígida de uma unidade convencional. Armamento, equipamento e composição poderiam variar conforme a missão. A força deveria ser organizada em função do problema operacional, e não o problema obrigado a se adaptar a uma estrutura permanente.
Aqui está, talvez, a principal lição estratégica da origem dos Comandos.
A força deveria nascer da missão, e não a missão nascer das limitações da força.
Essa inversão parece simples, mas possui enorme significado para a engenharia da Defesa. Em ambientes de elevada incerteza, soberania não depende apenas da quantidade de meios disponíveis. Depende também da capacidade de transformar meios em opções estratégicas.
Uma força convencional pode possuir massa, fogo e permanência. Uma força de operações especiais acrescenta outras dimensões: surpresa, velocidade, precisão, autonomia, infiltração, reconhecimento, ação direta e capacidade de produzir efeitos em profundidade.
É a combinação dessas capacidades que transforma uma pequena unidade em instrumento estratégico.
Em 1940, essa lógica era particularmente importante para uma Grã-Bretanha que precisava demonstrar ao adversário que a perda da iniciativa continental não significava perda da capacidade de reação. Os primeiros ataques foram modestos e nem sempre bem-sucedidos. O primeiro ataque através do Canal, a Operação Collar, ocorreu em junho de 1940 e demonstrou que transformar conceito em capacidade operacional exigiria treinamento, equipamentos, comando e integração entre Exército, Marinha e Força Aérea.
Com o tempo, porém, os Comandos deixaram de ser apenas uma resposta emergencial à crise de 1940 e passaram a constituir uma ferramenta permanente da estratégia britânica. O National Army Museum registra que essas forças foram concebidas inicialmente como unidades de incursão e reconhecimento, mas evoluíram para tropas de assalto empregadas em operações cada vez mais complexas ao longo da Segunda Guerra Mundial.
É nesse ponto que a história dos Comandos deixa de ser apenas história militar e passa a interessar diretamente à discussão sobre Soberania Nacional.
Uma nação soberana precisa possuir capacidade de negar ao adversário a liberdade de ação sobre seus interesses vitais. Isso não significa possuir apenas grandes Exércitos, grandes Marinhas ou grandes Forças Aéreas. Significa possuir diferentes instrumentos para diferentes níveis de ameaça.
A experiência britânica demonstrou que uma estrutura de Defesa robusta precisa combinar massa e especialização, dissuasão e ação, capacidade convencional e capacidade de operações especiais.
No caso brasileiro, essa lógica encontra correspondência em estruturas próprias das três Forças. O Exército Brasileiro possui o 1º Batalhão de Ações de Comandos, inserido no sistema de Operações Especiais; a Marinha mantém a formação de seus Comandos Anfíbios; e a Força Aérea Brasileira possui o Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento, o PARA-SAR, cuja história combina busca e salvamento, operações especiais e capacidades aeroterrestres.
A própria doutrina brasileira evidencia essa diferenciação. Publicação profissional do Exército descreve o 1º BAC como unidade especializada em ações diretas, enquanto as Forças Especiais possuem atribuições distintas dentro do espectro das Operações Especiais. Não se trata, portanto, simplesmente de “tropa de elite”, mas de capacidades diferentes dentro de uma arquitetura maior de emprego militar.
O mesmo princípio aparece na formação contemporânea dos Comandos Anfíbios. Em 2026, o Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo descreveu o Curso Especial de Comandos Anfíbios como uma formação destinada a capacitar oficiais e praças para o planejamento e execução de Operações Especiais de Fuzileiros Navais, envolvendo combate, natação, armamento, comunicações, primeiros socorros e técnicas de patrulha.
E o PARA-SAR demonstra outra dimensão da mesma arquitetura, combinando busca e salvamento em combate, infiltração, exfiltração e operações especiais. Sua própria história oficial remonta à criação da primeira Esquadrilha Aeroterrestre de Salvamento, em 1963.
Portanto, quando se observa a trajetória que vai dos Boer Commandos aos Comandos britânicos de 1940 e destes às modernas forças de operações especiais, não se está diante apenas da evolução de uma palavra.
Estamos diante da evolução de uma ideia estratégica.
A ideia de que uma força militar não precisa ser grande para produzir efeitos estratégicos, mas precisa ser capaz de chegar onde o adversário não espera, agir sobre aquilo que ele considera protegido, produzir efeitos desproporcionais aos recursos empregados e, principalmente, devolver ao Estado a iniciativa perdida.
Essa é uma das grandes lições de 1940.
Dudley Clarke não inventou a guerra irregular. Churchill não inventou as tropas de choque. Os britânicos não inventaram a mobilidade militar. O que fizeram foi algo mais importante: transformaram experiências históricas dispersas em capacidade institucional organizada.
E é justamente aí que reside a dimensão contemporânea da soberania.
Países soberanos não são aqueles que simplesmente possuem armas. São aqueles capazes de organizar conhecimento, tecnologia, doutrina, indústria, inteligência, infraestrutura, recursos humanos e capacidade operacional em um sistema coerente de Defesa.
O Commando nasceu como resposta a uma assimetria.
Transformou-se em doutrina.
A doutrina tornou-se capacidade.
E a capacidade tornou-se instrumento de estratégia.
Essa trajetória demonstra uma verdade que permanece atual no século XXI: quando a guerra muda, a soberania exige que o Estado também seja capaz de mudar a forma pela qual emprega seu poder.
A história dos Comandos, portanto, não é apenas a história de homens treinados para combater atrás das linhas inimigas.
É a história de como uma nação, diante da perda da iniciativa estratégica, procurou reconstruí-la por meio da inovação organizacional.
E, na guerra como na soberania, muitas vezes a diferença entre possuir poder e exercer poder está exatamente aí: na capacidade de transformar recursos em efeitos estratégicos.
*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho

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Ipespe: Pau a pau com João na frente
28/09/2026
Confira
O noticiário da TV Tribuna publicou primeiro os números do Ipespe. Confira.
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A mais diaputada corrida eleitoral de todos os tempos, em Pernambuco, entra na última semana, cheia de emoções. Depois da divulgação, logo cedo, nesta segunda-feira, 28/09/26 da pesquisa Real Time Big Data foi a vez do Ipespe divulgar a sua. Um quesito em comum: nos dois institutos, João Campos virou o jogo, numericamente, para cima de Raquel Teixeira Lyra. A diferença em ambos o Instituto está dentro da margem de erro. João na frente, nos dois turnos.
Confira
O noticiário da TV Tribuna publicou primeiro os números do Ipespe. Confira.
Um convite à consciência, à razão e à lógica, por Zé da Flauta*
28/09/2026
É o império da paixão cega, onde o sujeito prefere morrer abraçado a uma mentira bonita a ter o trabalho de afinar o instrumento do próprio pensamento. É por isso que faço aqui esse convite, quase um pedido de socorro, tá na hora da gente voltar para a consciência, para a razão e para a lógica antes que a orquestra desmorone de vez.
Bucha de canhão
A consciência, meu caro, é aquela luzinha que acende lá no fundo do peito quando a poeira baixa. É a coragem de olhar no espelho e admitir que a gente também desafina, que nossos preconceitos às vezes falam mais alto do que a verdade e que nem tudo o que reluz no zap é ouro de lei.
...
Nesta feira das vaidades em que o mundo se transformou, onde todo mundo grita para ver quem tem mais razão e ninguém pára pra escutar a melodia inteira, pensar virou ato de coragem. A gente foi se acostumando a reagir pelo fígado, na pancada do zabumba, sem se dar ao trabalho de ouvir o timbre da flauta.
É o império da paixão cega, onde o sujeito prefere morrer abraçado a uma mentira bonita a ter o trabalho de afinar o instrumento do próprio pensamento. É por isso que faço aqui esse convite, quase um pedido de socorro, tá na hora da gente voltar para a consciência, para a razão e para a lógica antes que a orquestra desmorone de vez.
Bucha de canhão
A consciência, meu caro, é aquela luzinha que acende lá no fundo do peito quando a poeira baixa. É a coragem de olhar no espelho e admitir que a gente também desafina, que nossos preconceitos às vezes falam mais alto do que a verdade e que nem tudo o que reluz no zap é ouro de lei.
Viver sem consciência é como tocar de ouvido sem conhecer a nota, você vai no chute, se empolga com o barulho da plateia, mas na hora do solo principal não sabe onde colocar os dedos. Ter consciência é assumir o leme da própria cabeça, parando de ser bucha de canhão para discurso de ocasião.
Razão e lógica
Aí é que entram a razão e a lógica para botar ordem no terreiro. A razão é a régua moral, aquele diapasão que não deixa a gente confundir desejo com realidade. Ela exige fato, pé no chão, pé de cimento e prova concreta antes de sair apontando o dedo. Já a lógica... ah, a lógica é o arranjo perfeito! É ela que impede que a gente aceite duas coisas contraditórias ao mesmo tempo só porque convém ao nosso lado da torcida. Se a lógica vai embora, a música vira uma cacofonia insuportável, o debate vira briga de botequim no fim da feira e qualquer absurdo ganha ar de verdade.
Humildade
No fundo, resgatar essa trinca não é para ficar bonito em livro nem para pousar de sábio em praça pública; é para não deixar a alma virar marionete. Quem cultiva a lógica e pauta a vida na razão não se deixa enrolar por conversa mole, por vendedor de ilusão nem por profeta de gabinete.
O verdadeiro progresso, da arte, da política e do coração, nasce da humildade de quem sabe que a verdade não pertence a nenhum partido ou facção, mas sim a quem tem a paciência de procurar por ela com lucidez, emoção e pé no chão. Fica feito o convite: menos dogma, menos chilique e mais respeito pelo compasso da inteligência.
Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista

O dia em que proibiram o jogo no Brasil, por Roberto Vieira*
28/09/2026
Cassinos
Os cassinos brasileiros tinham roleta, vinte e um e carteado. Também possuíam shows musicais, comediantes e muitas mulheres bonitas, não necessariamente nessa ordem. O Rio de Janeiro ostentava a Urca e o Quitandinha. Recife inaugurou o seu cassino no Grande Hotel.
Dutra
O presidente Dutra governava com sua farda, porém quem mandava em casa era a esposa Santinha. Ela era muito religiosa e achava o jogo coisa do diabo. Tanto fez, que Dutra proibiu o jogo no território nacional no dia 30 de abril de 1946. De um dia para o outro, cassinos fecharam, artistas acordaram desempregados. Infelizmente, não existe notícia de nenh...
Todo mundo fala da proibição das BETS pelo governo Lula. Numa canetada só, o dirigente máximo do país acabou com o jogo no Brasil. Pelo menos, até a medida se tornar provisória. Independente da motivação de Lula, real ou eleitoral, ele não foi o primeiro brasileiro a proibir nossa jogatina.
Cassinos
Os cassinos brasileiros tinham roleta, vinte e um e carteado. Também possuíam shows musicais, comediantes e muitas mulheres bonitas, não necessariamente nessa ordem. O Rio de Janeiro ostentava a Urca e o Quitandinha. Recife inaugurou o seu cassino no Grande Hotel.
Dutra
O presidente Dutra governava com sua farda, porém quem mandava em casa era a esposa Santinha. Ela era muito religiosa e achava o jogo coisa do diabo. Tanto fez, que Dutra proibiu o jogo no território nacional no dia 30 de abril de 1946. De um dia para o outro, cassinos fecharam, artistas acordaram desempregados. Infelizmente, não existe notícia de nenhum viciado na jogatina regenerado.
Bicho
O jogo do bicho existe desde o século XIX. Em 1993, a corajosa juíza carioca, Denise Frossard, decidiu proibir o jogo do bicho. Levaram presos bicheiros e passadores do jogo do bicho. Foi notícia na TV. O jogo continua até hoje. Escolas de samba, narcotraficantes, emissoras de TV, políticos e times de futebol surfaram no bicho. On the rocks.
Vício
O ato de jogar é vício como a bebida, o cigarro, a prostituição, a pornografia e o uso de drogas. Seus efeitos nocivos nas famílias e sociedades são conhecidos, no mínimo, desde o Império Romano, especialista em todos eles — menos no cigarro, oriundo do Novo Mundo. O mesmo Estado, ao proibir a bebida na Lei Seca norte-americana e o jogo no governo Dutra, legaliza o uso de drogas porque se acha incapaz de vencer a guerra. São os mesmos governos ansiosos para combater um vício escondendo outro vício: o da corrupção. Então. Quer apostar que o vício vence no final?
Roberto Vieira é médico e cronista
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.

Inmet faz alerta para onda de calor em oito estados do país
28/09/2026
Chove
No Centro-Oeste do país, chove de forma isolada no noroeste de Mato Grosso e na faixa oeste também pode haver chuva isolada.
Os termômetros devem chegar a 40°C, em Cuiabá, e a mínima prevista nas capitais é de 20°C em Brasília.
Na Região Sudeste, ocorrem chuvas isoladas no litoral de São Paulo, no sudeste de Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Ainda pode chover de forma isolada no sul do Espírito Santo.
Temperatura
Nas capitas, a temperatura máxima esperada é de 35°C, em Belo Horizonte, e a mínima é de e 28°C, no Rio de Janeiro.
No Norte do Brasil, c...
Temperatura máxima. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) alerta para uma onda de calor que atinge os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina. As temperaturas devem ficar 5°C acima da média nessas localidades até o fim da tarde de hoje, segunda-feira (28/09).
Chove
No Centro-Oeste do país, chove de forma isolada no noroeste de Mato Grosso e na faixa oeste também pode haver chuva isolada.
Os termômetros devem chegar a 40°C, em Cuiabá, e a mínima prevista nas capitais é de 20°C em Brasília.
Na Região Sudeste, ocorrem chuvas isoladas no litoral de São Paulo, no sudeste de Minas Gerais e no Rio de Janeiro. Ainda pode chover de forma isolada no sul do Espírito Santo.
Temperatura
Nas capitas, a temperatura máxima esperada é de 35°C, em Belo Horizonte, e a mínima é de e 28°C, no Rio de Janeiro.
No Norte do Brasil, chove com trovoadas em diversas partes do estado Amazonas. No Acre, em Rondônia e em Roraima são esperadas pancadas de chuva isoladas. Também pode chover no sudoeste, oeste, noroeste, centro e nordeste do Pará.
Entre as capitais, a temperatura varia entre 22°C em Rio Branco e 39°C em Palmas.
Nordeste
Na região Nordeste, a chuva é esperada nos litorais da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte.
A temperatura máxima nas capitais da região será de 39°C em Teresina e a mínima será de 22°C em Maceió.
Frente fria no Sul
No Sul do país, a semana começa com a chegada de uma frente fria que traz chuva com trovoada no Rio Grande do Sul, no sul, centro e leste de Santa Catarina. No oeste e norte catarinense e no sudoeste, sul e leste do Paraná ocorre chuva isolada, que pode atingir também o oeste, centro e Campos Gerais do Paraná.
O calor
O calor persiste apenas no norte e noroeste do Paraná. Entre as capitais, a máxima será de 22°C em Porto Alegre e a mínima será de 16°C em Curitiba.
Com Agência Brasil
Veneziano garante empenho para descentralizar o atendimento de hospitais de JP e CC a atendimentos do câncer, e levar para Brejo e Sertão unidades do Hospital do Amor
28/09/2026
Hospital do Amor
Sabendo da importância do investimento em Saúde, Veneziano se comprometeu em trabalhara para levar para o Sertão e o Brejo, unidades do Hospital do Amor, também em parceria com o presidente Lula. Essas unidades vão beneficiar diretamente as pacientes que fazem o tratamento com o tratamento do câncer do colo de útero e de mana.
Rede de Policlínicas
Ainda na área da saúde, Veneziano prometeu invest...
Após ter destinado mais de R$ 1 bilhão em emendas para a saúde dos paraibanos, o senador e candidato à reeleição, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), garantiu que se se reeleito, vai trabalhar fortemente para ampliar e descentralizar o atendimento aos pacientes do câncer no estado. A ideia é trazer para João Pessoa e a Região Metropolitana, o Hospital do Câncer. A implantação será feita em parceria com o governo federal, cuja garantiu já foi dada ao senador, pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Hospital do Amor
Sabendo da importância do investimento em Saúde, Veneziano se comprometeu em trabalhara para levar para o Sertão e o Brejo, unidades do Hospital do Amor, também em parceria com o presidente Lula. Essas unidades vão beneficiar diretamente as pacientes que fazem o tratamento com o tratamento do câncer do colo de útero e de mana.
Rede de Policlínicas
Ainda na área da saúde, Veneziano prometeu investir na Rede de Policlínicas, destinando recursos para a construção de novas unidades nas regiões de Cajazeiras, Sousa, Patos e Catolé do Rocha.
“Há uma preocupação minha com as milhares de pessoas que precisam fazer hemodiálises fora dos domicílios aonde residem. Nós precisamos estabelecer uma descentralização. Equipamentos que permitam a homens e mulheres que tem que realizar três ou quatro vezes por semana, sessões de hemodiálises, a condição de mais cômoda, para fazer o tratamento próximo de seu domicílio. Porque cuidar da saúde é garantir que todo paraibano tenha atendimento de qualidade, esteja onde estiver”, afirmou Veneziano.
Vale do Piancó
O senador garantiu empreender esforços para a construção de uma policlínica no Vale do Piancó, com recursos voltados à ampliação do atendimento de média e alta complexidade. Segundo ele, as iniciativas buscam enfrentar a demora no acesso a diagnósticos e tratamentos.
- Somos sabedores desde a sua criação, que se deu por iniciativa do presidente Lula, de quantos milhares e milhares de vidas são salvos por termos o atendimento presto, o atendimento competente, o atendimento na hora de profissionais que se determinam a fazê-lo.
Destinou
Veneziano destinou mais 2,7 bilhões para todos os 233 municípios da Paraíba ao longo de seu mandato. Somente para a Saúde, Veneziano já destinou mais de R$ 1 bilhão em emendas para o estado.
O Poder
Atividades em diversas cidades do País marcam agendas dos candidatos à Presidência nesta segunda-feira
28/09/2026
Os presidenciáveis estarão em diversas cidades a exemplo de São Paulo, Goiana, Belém (PA) e Caeté (MG)
Ronaldo Caiado (PSD)
Goiânia (GO)
8h – Caminhada no Jardim Guanabara
Local: Av. Goiânia, Jardim Guanabara – próximo à rotatória
Faz caminhada no bairro Jardim Guanabara, em Goiânia.
Samara Martins (UP)
Às 12h, faz panfletagem na Fábrica Lorenzetti, na Mooca, em São Paulo. Às 18h, participa de ato pela legalização do aborto no Masp. Às 20h, participa em evento na Universidade Zumbi dos Palmares em São Paulo.
Augusto Cury (Avante)
Às 10h, tem reunião com representantes do Banco Bradesco, em São Paulo. Às 14h,...
Na última semana de campanha política, os candidatos à Presidência intensificam as agendas com entrevistas para veículos de imprensa e atos em todo o país. Carreatas, entrevistas, carreatas e atos políticos marcam a agenda dos presidenciáveis hoje, segunda-feira (28/09).
Os presidenciáveis estarão em diversas cidades a exemplo de São Paulo, Goiana, Belém (PA) e Caeté (MG)
Ronaldo Caiado (PSD)
Goiânia (GO)
8h – Caminhada no Jardim Guanabara
Local: Av. Goiânia, Jardim Guanabara – próximo à rotatória
Faz caminhada no bairro Jardim Guanabara, em Goiânia.
Samara Martins (UP)
Às 12h, faz panfletagem na Fábrica Lorenzetti, na Mooca, em São Paulo. Às 18h, participa de ato pela legalização do aborto no Masp. Às 20h, participa em evento na Universidade Zumbi dos Palmares em São Paulo.
Augusto Cury (Avante)
Às 10h, tem reunião com representantes do Banco Bradesco, em São Paulo. Às 14h, encontra-se com integrantes da Associação Nacional dos Transportes Rodoviários (ANTF), em São Paulo (SP). Às 15h, participa de reunião com a equipe do YouTube Brasil, também em São Paulo (SP). Às 19h, visita a Assembleia de Deus no Brás, Ministério de Madureira, em São Paulo (SP).
Clariana Barão (DC)
Faz visita ao Mercadão de São Paulo para captação de imagens para a campanha.
Edmilson Costa (PCB)
Às 20h30, conversa ao vivo no Instagram com a jornalista Renata Regina
Flávio Bolsonaro (PL)
São Paulo (SP)
10h30 – Caminhada pelo Brás, com Tarcísio de Freitas e Ricardo Nunes
Local: Galeria Pagé Brás – Rua Hannemann, 415, bairro Canindé
13h – Visita ao Mercado Municipal de São Paulo, com Tarcísio de Freitas e Ricardo Nunes
Local: Portão 11 – Rua da Cantareira, 306, Centro Histórico
Às 10h30, faz caminhada no bairro do Brás, em São Paulo. Às 13h, visita o Mercadão em São Paulo.
Hertz Dias (PSTU)
Concede entrevistas ao jornal O Tempo e ao sites Poder 360 e Metrópoles. Participa ainda de encontro com estudantes no Restaurante Universitário da Universidade de Brasília (UnB), às 14h.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Participa de atos de campanha em Belém e Manaus.
Belém (PA)
16h – Visita ao complexo hospitalar da Benemérita Sociedade Portuguesa Beneficente
Local: Hospital Dom Luiz I – Av. Generalíssimo Deodoro – Umarizal, Belém
18h – Ato com Lula em Belém
Local: Praça da República
Renan Santos (Missão)
Participa de encontro com apoiadores no Espírito Santo.
Romeu Zema (Novo)
Caeté (MG)
13h – Almoço com apoiadores em Caeté-MG
Local: Churrascaria Trailer Amigão, BR-381, KM 422 – Roças Novas
15h45 – Entrevista ao vivo para a Rádio Alfa FM 105,3, de Nova Era-MG
Não tem agenda
O candidato Wilson Grassi (Democrata) não tem agenda pública de campanha nesta segunda-feira.
Não divulgaram
Os candidatos Leonardo Avalanche (PRTB) e Rui Costa Pimenta (PCO) não divulgaram agenda pública de campanha até o momento.
O Poder