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Mendonça confirma em voto decisão que tirou do ar posts sobre Nossa Senhora Aparecida

30/09/2026

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O ministro André Mendonça, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), votou para manter a decisão que determinou a remoção de uma série de publicações com a informação falsa de que Flávio Bolsonaro (PL) ou familiares teriam articulado a retirada do título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.


Autor da decisão

Mendonça, autor da decisão, foi o primeiro a votar. Ele incluiu o voto nos sistemas da Justiça Eleitoral antes do horário marcado para o julgamento, às 10h. A análise vai até as 23h59 de hoje, quarta (30/09).

Rebateu

No voto, Mendonça rebateu alguns dos argumentos apresentados pelo ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), ao suspender a decisão. Segundo ele, as determinações da Justiça Eleitoral não restringiram a liberdade religiosa nem configuraram censura prévia.
Mendonça classificou como “irresponsável” atribuir às decisões qualquer cerceamento à liberdade religi...

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O ministro André Mendonça, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), votou para manter a decisão que determinou a remoção de uma série de publicações com a informação falsa de que Flávio Bolsonaro (PL) ou familiares teriam articulado a retirada do título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.


Autor da decisão

Mendonça, autor da decisão, foi o primeiro a votar. Ele incluiu o voto nos sistemas da Justiça Eleitoral antes do horário marcado para o julgamento, às 10h. A análise vai até as 23h59 de hoje, quarta (30/09).

Rebateu

No voto, Mendonça rebateu alguns dos argumentos apresentados pelo ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), ao suspender a decisão. Segundo ele, as determinações da Justiça Eleitoral não restringiram a liberdade religiosa nem configuraram censura prévia.
Mendonça classificou como “irresponsável” atribuir às decisões qualquer cerceamento à liberdade religiosa. Segundo ele, nenhuma delas determinou a retirada de conteúdos sobre Nossa Senhora Aparecida, proibiu manifestações de fé ou impediu críticas à família de Flávio Bolsonaro.

Argumentou

O ministro argumentou que a sua decisão contempla apenas a divulgação de uma afirmação factual "concretamente falsa" sobre a atuação de um candidato.


Mendonça também rejeitou a acusação de censura prévia. Segundo ele, as decisões não estabeleceram controle estatal antecipado sobre as publicações nem exigiram autorização judicial para manifestações futuras. Também não houve suspensão de perfis, contas ou canais.

Sustentou

O ministro sustentou que a ordem atingiu apenas a reprodução de um conteúdo cuja falsidade já havia sido reconhecida judicialmente. Por isso, segundo ele, não seria possível considerar censura prévia a remoção de novas publicações que repetissem a mesma afirmação.

Interpretada

Ao mesmo tempo, Mendonça afirmou que a determinação deve ser interpretada de maneira restrita. A mera menção a Nossa Senhora Aparecida, a crítica à família de Flávio Bolsonaro ou a discussão sobre religião e política, disse, não são suficientes para justificar a remoção de uma publicação.


O começo

O imbróglio relacionado à Nossa Senhora Aparecida começou na noite de 23 de setembro, quando passou a circular nas redes sociais a afirmação de que Flávio Bolsonaro, se eleito presidente, retiraria de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.

Com CNN

Leia outras informações

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Da Série Mistérios do Aquém: Justiça elitista, tarda e falha – Por Natanael Sarmento*

30/09/2026

O JC noticiou: Rodrigo Carvalheira acumula 2 condenações que somadas totalizam 34 anos de prisão, por estupro de vulnerável. O réu aguarda em liberdade julgamento de recursos. Devido processo legal. Justo. Só que o olor da cloaca faz presumir que não. Afigura-se mais um acinte, escancarado, da seletividade classista judicial, da leniência com ricos e poderosos.

Peso das oligarquias

O elitismo oligárquico histórico em Pernambuco é espectro vivo nos 3 poderes. Campos e Liras, Albuquerque, "Quem não é Cavalcanti, é cavalgado." Karl Marx no 18º Brumário diz que a “tradição de todas as gerações mortas oprime como um pesadelo o cérebro dos vivos." O barbudo é cirúrgico.

Dois pesos

Na jurisprudência do Tribuna Popular, o “pau que bate em Chico não bate em Francisco”. Lição da escola da vida.

Injustiça qualificada

No andar social de cima impera a impunidade. Morosidade, leniência. Ru...

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O JC noticiou: Rodrigo Carvalheira acumula 2 condenações que somadas totalizam 34 anos de prisão, por estupro de vulnerável. O réu aguarda em liberdade julgamento de recursos. Devido processo legal. Justo. Só que o olor da cloaca faz presumir que não. Afigura-se mais um acinte, escancarado, da seletividade classista judicial, da leniência com ricos e poderosos.

Peso das oligarquias

O elitismo oligárquico histórico em Pernambuco é espectro vivo nos 3 poderes. Campos e Liras, Albuquerque, "Quem não é Cavalcanti, é cavalgado." Karl Marx no 18º Brumário diz que a “tradição de todas as gerações mortas oprime como um pesadelo o cérebro dos vivos." O barbudo é cirúrgico.

Dois pesos

Na jurisprudência do Tribuna Popular, o “pau que bate em Chico não bate em Francisco”. Lição da escola da vida.

Injustiça qualificada

No andar social de cima impera a impunidade. Morosidade, leniência. Rui Barbosa chamava isso de injustiça qualificada.

Grife nacional

Os anelos dos ricaços são assegurados nos trancamentos de inquéritos, nas prescrições, prisões domiciliares em condomínios de luxo. Tornozeleiras eletrônicas são o wearable da moda dos ricaços. É símbolo de “classe”. Calhava a Forbes publicar os nomes no ranking dos apenados conforme o tamanho da fortuna cujas canelas são adornadas pelo novel adereço.

Cadeia superlotadas de pobres

O Brasil tem a terceira maior população carcerária global. Entulhada de pobres e excluídos. Condenados endinheirados cumprem sentenças no conforto domiciliar, das mansões e coberturas de prediais, à beira mar, com piscina, academia, sauna e bar.

Dura lex

Os presídios brasileiros estão superlotados, são insalubres, milhões de pobres e pretos, principalmente. Criminosos do colarinho branco, defraudadores da Fazenda Pública e do sistema financeiro, recebem outro tratamento, “gente fina é outra coisa”. A conta bancária move o fiel da balança da Justiça. A engrenagem da corrupção sistêmica não é falha, funciona bem. Crimes hediondos (praticados por gente de dinheiro) são colocados na geladeira, o processo anda no passo da tartaruga, ou é engavetado. Morosidade preordenada, à espera da amnésia social e do decurso de prazo da pretensão punitiva estatal, da prescrição.

Vergonhosamente

Policiais e magistrados, com raras exceções, se gabam de valentias nas diligências e condenações pesadas, para dar “exemplo”, tratando-se de réus sem eira nem beira. São fortes diante de fracos, invertebrados compassivos diante dos ricos e fortes.

Prisão cinco estrela

O Brasil banalizou o modelo brasileiro prisional faz de conta " cinco estrelas" para ricos. Tipos sociais da laia de Collor, Bolsonaro et caterva, são “condenados” a cumprir sentença em ambientes luxuosos, com piscina aquecida, adega climatizada e delivery dos melhores restaurantes da cidade. Num país com déficit habitacional de 7 milhões de moradia. Lugar de criminoso é na cadeia. A casa luxuoso do bandido condenado devia ser confiscada para ter fim social e abrigar cidadão trabalhador, cumpridor da lei.

No final das contas

A pena de privação de liberdade no Brasil tem aplicação plena a quem não tem saldo bancário para afiançar a dignidade de advogados e magistrados, na “melhor forma da lei”.

Migué e Miguel

Miguel Otávio Santana da Silva, criança de 5 anos, filho de empregada doméstica, morreu de queda do 9º andar das "Torres Gêmeas" do Recife, em 2020. A repercussão nacional do episódio impediu o trancamento na fase policial e como a mulher de César deve parecer séria, o processo andou. O MP ofereceu denúncia, processada e julgada Dona Sara Corte Real, a patroa ré foi condenada em 1ª e 2ª instância. Mas eis que a Senhora Sara, então Primeira Dama de Tamandaré, condenada por homicídio culposo a 8 anos e 6 meses, a exemplo do Senhor Rodrigo Cavalheira, condenado por estupros a 34 anos, aguarda em liberdade, o julgamento dos recursos que tramitam nos conformes da processualística pátria, nos tribunais de Brasília - STJ e STF.

Perguntar para ofender

Se o menino Miguel, morto por imprudência ou negligência da patroa Corte Real condenada por homicídio culposo fosse uma criança da família Corte Real e a empregada doméstica (mãe de Miguel) fosse a culpada pela morte do príncipe herdeiro, a serviçal teria o mesmo tratamento de aguardar em liberdade o exaurimento de todos os recursos, esse “direito inalienável de presunção de inocência até que se esgotem todas as instâncias e recursos cabíveis” e a sentença transite em julgado? Quantos pobres condenados em 1ª e 2ª instâncias aguardam, recursos, em liberdade? Quantos pobres cumprem sentença na “prisão domiciliar”, no doce lar?

Na lata

Ostentamos o título da 3ª maior população carcerária do mundo. 1 milhão de presidiários espremidos como sardinhas enlatadas. Dados oficiais falam por si: 80% vive com renda de até 1 salário mínimo, 70% são negros, 75% não tem escolaridade fundamental.

Muita farofa e pouca carne

Temos leis criminais para dar e vender: Código Penal; Código Penal Militar e respectivas codificações processuais; Lei das Contravenções Penais; Estatuto da Criança e do Adolescente; Leis Penais Extravagantes; mais de 100 leis ordinárias e decretos-leis específicos para infrações penais ou regras de processo/execução penal. Quanto sacrifício à ciência faz o penalista! Bastava atualizar a máxima romana do “Dura lex, Sede lex – a lei é dura, mas é lei” na tradução de Fernando Sabino: “Dura lex para os pobres, sede de látex para os ricos."


*Natanael Sarmento é professor e escritor, e integrante do Diretório Nacional da UP. @sarmentonatanael



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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.




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Vamos Fazer a Esperança Acontecer – por Virgínia Pignot*

30/09/2026

Esperança-memória de quem já viu dar certo

Começamos este artigo com diemerson_sachetto no Instagram; Diemerson faz uma analise e resumo do discurso de Lula no Recife; segundo ele a esperança de quem estava no comício é aquela de quem já viu realizações e quer mais: “ Esperança para quem estava no comício do Recife, não é promessa, é memoria de quem já viu dar certo”. Ele cita trechos deste discurso de Lula:

“Quem criou o SAMU, a Farmácia Popular, quem trouxe refinarias e mais Universidades para o Nordeste? E eles o que criaram? Uma quadrilha que roubou os aposentados.

O Nordeste quer emprego bom, escola o dia inteiro, ciência. O Nordeste aprendeu a gostar de coisa boa; gosta de pedreiros, mas quer mais médicos, engenheiros, pesquisadores. Quem provou coisas boas não aceita voltar para o prato vazio”.

O banco Master e sua proximidade com a toga

Vamos falar um pouco da crise do Supremo. Na interpret...

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Esperança-memória de quem já viu dar certo

Começamos este artigo com diemerson_sachetto no Instagram; Diemerson faz uma analise e resumo do discurso de Lula no Recife; segundo ele a esperança de quem estava no comício é aquela de quem já viu realizações e quer mais: “ Esperança para quem estava no comício do Recife, não é promessa, é memoria de quem já viu dar certo”. Ele cita trechos deste discurso de Lula:

“Quem criou o SAMU, a Farmácia Popular, quem trouxe refinarias e mais Universidades para o Nordeste? E eles o que criaram? Uma quadrilha que roubou os aposentados.

O Nordeste quer emprego bom, escola o dia inteiro, ciência. O Nordeste aprendeu a gostar de coisa boa; gosta de pedreiros, mas quer mais médicos, engenheiros, pesquisadores. Quem provou coisas boas não aceita voltar para o prato vazio”.

O banco Master e sua proximidade com a toga

Vamos falar um pouco da crise do Supremo. Na interpretação de alguns bons jornalistas, esta crise foi criada, no sentido do tempo de debate onipresente sobre o assunto nos meios de comunicação, para tirar o foco do debate dos programas de governo dos candidatos, capítulo no qual o programa da coalizão do PT ganharia disparado. Apesar da cortina de fumaça, esta crise acabou revelando segredos. No primeiro tempo, a atitude do Ministro relator André Mendonça, que decretou sigilo imposto à investigação, protegeu a revelação do envolvimento, de laços íntimos de bolsonaristas com o banqueiro e suas falcatruas, enquanto permitia vazamentos ilegais podendo afetar a credibilidade de Alexandre de Morais, por exemplo. Naquele momento Flávio subiu nas pesquisas.

Mas Mendonça pisou na bola, não respeitando regras processuais e tomando decisões que não lhe cabiam, monocraticamente. Desta vez, contrariamente ao silêncio cúmplice das Instituições com os desmandos da Lava Jato, Mendonça teve decisões contestadas e atos anulados, o sigilo da investigação foi levantado. Descobre-se então por ligações no celular do banqueiro, que Flávio Bolsonaro pediu e recebeu dinheiro dele, tinha laços com o sicário de Vorcaro, que morreu na prisão...

Ministros suspeitos no Tribunal Superior Eleitoral

Inicialmente, tínhamos a suspeição de relações comerciais de próximos dos ministros Toffoli e Alexandre de Moraes com o Banco Master. Agora lemos na revista Carta Capital de 30-09, que o Ministro do STF Kassio Nunes Marques, teria recebido do banqueiro aluguel de mansão e camarote no carnaval, etc, entre dois votos seus favoráveis ao banco e desfavoráveis ao governo na questão das precatórias de usinas de açúcar.

Quanto ao Ministro André Mendonça, ele recebeu formação no Departamento de Justiça nos Estados Unidos, assim como o ex juiz S. Moro. Sua atuação recente no Supremo, agindo como procurador, investigador e juiz relator ao mesmo tempo, em desacordo com regras processuais, favorecendo uma parte, e perseguindo outra, também se assemelha à ação parcial do então juiz Moro.

O problema é que esses dois ministros aparentemente suspeitos são respectivamente presidente e vice-presidente do Tribunal Superior eleitoral, e que estamos às vésperas de uma eleição delicada, com o filho de Bolsonaro que não oferece garantia que vai respeitar as regras democráticas, nem a soberania do Brasil. Neste sentido a crise do Supremo talvez seja uma etapa necessária à resolução do problema, apontando e corrigindo as irregularidades cometidas, e esperemos, impedindo-las.



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Vamos fazer a esperança acontecer mais uma vez com Lula

Lula levanta a bandeira de 5 dias de trabalho para 2 de repouso sem perda de salario para o trabalhador, proibiu apostas, defende nosso Pix, valoriza o agro negocio e a agricultura familiar, começou a taxar a renda do capital, tirou imposto para quem ganha até $ R. 5 mil, financia hospitais, Farmácia Popular, Universidades publicas, negocia reestatização de refinaria...



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Concluímos com Diemerson Sacchetto: No primeiro comício de Flávio em Copacabana, abriram uma enorme bandeira dos Estados Unidos durante o hino nacional brasileiro. No comício no Marco Zero, na terra de Frei Caneca, Lula gritou: “Aqui, a bandeira é Brasileira.” No dia 4 de outubro você escolhe se o Brasil da um passo pra frente, ou vários passos para trás.


*Virgínia Pignot é médica e articulista. Mora em Toulouse, França, desde os anos 1980.



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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




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Popó para André Teixeira: “a gente vai perder e a culpa é sua!”

30/09/2026

Aí André desferiu um tapa na cara de Popó Vaz. A turma do deixa disso segurou os dois.

E Popó Vaz

Anunciou: “Homem que é homem não leva tapa na cara. Vou pegar você fora do Palácio”.

As fontes palacianas

O nosso O Poder você que nos lê e nos segue sabe, tem fontes estratégicas dentro (redundância, o correto e no, erramos de propósito) repetindo, dentro das robustas paredes do Palácio do Campo das Princesas. Incluindo as próprias paredes que tudo ouvem. Já houve inquérito interno, clima de terror, e nada descobriram. Nossas fontes são além de qualquer suspeita.

Ontem

Perguntamos: Tapa ou briga? Hoje respondemos: foi tapa, covarde, desferida de surpresa por mais um Teixeira superpoderoso- este, André, ex-secretário e coordenador master da campanha da prima.

Popó

Tem nome de lutador mas é da paz. Porém, carinha que mamãe beijou, nenhum home...

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Aí André desferiu um tapa na cara de Popó Vaz. A turma do deixa disso segurou os dois.

E Popó Vaz

Anunciou: “Homem que é homem não leva tapa na cara. Vou pegar você fora do Palácio”.

As fontes palacianas

O nosso O Poder você que nos lê e nos segue sabe, tem fontes estratégicas dentro (redundância, o correto e no, erramos de propósito) repetindo, dentro das robustas paredes do Palácio do Campo das Princesas. Incluindo as próprias paredes que tudo ouvem. Já houve inquérito interno, clima de terror, e nada descobriram. Nossas fontes são além de qualquer suspeita.

Ontem

Perguntamos: Tapa ou briga? Hoje respondemos: foi tapa, covarde, desferida de surpresa por mais um Teixeira superpoderoso- este, André, ex-secretário e coordenador master da campanha da prima.

Popó

Tem nome de lutador mas é da paz. Porém, carinha que mamãe beijou, nenhum homem bate. Sem levar de volta. A turma segurou os dois. A ameaça de revide ficou pairando no ar. Que já anda bem pesado por lá.




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O altar da pista: Paris trocou o barulho pelo silêncio da alma, por Zé da Flauta*

30/09/2026

Quem olhou a Avenida Champs-Élysées tomada por uma multidão silenciosa, com padres ouvindo confissões em calçadas onde costumam desfilar as grifes mais caras do planeta, pode até ter tido a tentação de pensar em “guerra santa” ou no choque inevitável entre a Europa e o Oriente. Mas o que se viu ali, na verdade, passa muito longe das trombetas de combate.

O ser humano, quando se reúne aos milhares para ajoelhar no meio do asfalto, não está marchando contra o vizinho de outra fé, está é tentando achar uma fresta de luz dentro do próprio peito.

Desespero

A França é o berço do laicismo ferrenho, do ceticismo elegante e da razão ilustrada. Só que a razão, por mais brilhante que seja, às vezes deixa a casa fria. O que aquele espetáculo de fé nas ruas de Paris escancara não é uma cruzada política nem uma reação xenófoba, mas o desespero de um tempo que saturou de consumo e ficou faminto de sentido.

Num mundo hiperconectado,...

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Quem olhou a Avenida Champs-Élysées tomada por uma multidão silenciosa, com padres ouvindo confissões em calçadas onde costumam desfilar as grifes mais caras do planeta, pode até ter tido a tentação de pensar em “guerra santa” ou no choque inevitável entre a Europa e o Oriente. Mas o que se viu ali, na verdade, passa muito longe das trombetas de combate.

O ser humano, quando se reúne aos milhares para ajoelhar no meio do asfalto, não está marchando contra o vizinho de outra fé, está é tentando achar uma fresta de luz dentro do próprio peito.

Desespero

A França é o berço do laicismo ferrenho, do ceticismo elegante e da razão ilustrada. Só que a razão, por mais brilhante que seja, às vezes deixa a casa fria. O que aquele espetáculo de fé nas ruas de Paris escancara não é uma cruzada política nem uma reação xenófoba, mas o desespero de um tempo que saturou de consumo e ficou faminto de sentido.

Num mundo hiperconectado, onde todo mundo fala ao mesmo tempo e ninguém se escuta, ver centenas de pessoas fazendo fila no meio da rua para confessar suas dores a um padre é um contrassenso poético. É a busca por um pouso para a alma numa época em que tudo se tornou líquido, rápido e descartável.

Perdão, transcendência e pertencimento

Falar em "guerra santa" num momento desses é cair na armadilha dos slogans fáceis que inflamam o fígado e cegam a inteligência. O verdadeiro conflito que se trava ali não é entre o Ocidente cristão e as migrações islâmicas, é a eterna batalha interior do homem moderno contra a sua própria solidão.


A fé que ocupa a praça pública não precisa ser uma arma apontada para fora, ela pode ser, e quase sempre é, um abraço para dentro. Quando o Papa atrai aquela multidão, ele não está convocando um exército para a batalha, mas lembrando que, por baixo de qualquer ideologia ou bandeira, o coração humano continua precisando de perdão, transcendência e pertencimento.

Reencontro

A cena de Paris é uma lição de humanidade para quem sabe olhar sem as lentes da paranoia. O altar montado na rua prova que a busca pelo sagrado é um rio teimoso: você pode tentar represar com consumo, com secularismo ou com cinismo, mas ele sempre arranja um jeito de furar o asfalto. Menos trincheira e mais poesia, menos medo do "outro" e mais coragem de encarar a si mesmo.

O que se viu na Champs-Élysées não foi o prelúdio de um combate, mas o desabafo de uma civilização que, no meio de tanto barulho, só precisava de um minuto de silêncio para se reencontrar.

Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista



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Bruno denuncia trabalho orquestrado para não renovar os mandatos de Veneziano e Romero: “é com esses dois que Campina Grande e a Paraíba podem contar

30/09/2026

O prefeiro de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, reuniu seu grupo de apoiadores na noite de ontem, terça-feira (29/09) na casa de recepções Gran Chateau, em Campina Grande, para um ato de apoio às candidaturas de Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) ao Senado e Romero Rodrigues à Câmara Federal.



Denunciou

Durante o ato, ele denunciou ações que estão sendo feitas na surdina para evitar a reeleição de Veneziano e de Romero.

“Existe um trabalho sendo feito com a iniciativa e a intenção de não renovar os mandatos de Veneziano e de Romero. Isso é claro. Quem convive com a política sabe do que eu estou falando”, denunciou Bruno, ao pedir aos campinenses muita atenção para este fato, afirmando que Campina e a Paraíba não podem ficar sem Veneziano no Senado e Romero na Câmara. “Por isso, quero pedir a vocês não apenas o voto, mas um trabalho em favor de Veneziano e de Romero”.


Convicção

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O prefeiro de Campina Grande, Bruno Cunha Lima, reuniu seu grupo de apoiadores na noite de ontem, terça-feira (29/09) na casa de recepções Gran Chateau, em Campina Grande, para um ato de apoio às candidaturas de Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) ao Senado e Romero Rodrigues à Câmara Federal.



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Denunciou

Durante o ato, ele denunciou ações que estão sendo feitas na surdina para evitar a reeleição de Veneziano e de Romero.

“Existe um trabalho sendo feito com a iniciativa e a intenção de não renovar os mandatos de Veneziano e de Romero. Isso é claro. Quem convive com a política sabe do que eu estou falando”, denunciou Bruno, ao pedir aos campinenses muita atenção para este fato, afirmando que Campina e a Paraíba não podem ficar sem Veneziano no Senado e Romero na Câmara. “Por isso, quero pedir a vocês não apenas o voto, mas um trabalho em favor de Veneziano e de Romero”.


Convicção

Falando especificamente para os campinenses, Bruno disse ter convicção de que Veneziano e Romero serão extremamente bem votados em Campina. “Mas nós podemos fazer a diferença e aquilo que é bom pode, sim, ficar ainda maior. O que é bom pode crescer ainda mais. Nós temos a responsabilidade de pesar diferente nesta balança. Campina tem que ser determinante na vitória de Veneziano ao Senado e de Romero na Câmara”, afirmou Bruno,.



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Necessidade

Ele relatou a necessidade de Veneziano e Romero serem bem votados em Campina para compensar o trabalho que está sendo feito na surdina, em outras cidades, para evitar a reeleição de ambos.



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A origem da Fake News, por Roberto Vieira*

30/09/2026

Fake news se tornou expressão do nosso dia a dia. Nas redes sociais, na política ou nas fofocas, volta e meia alguém sai com um 'fake news'. Mas de onde será que vem essa tal fake news?

Criminosos

Analisando textos da língua inglesa no século XVIII, observa-se que a palavra "fake" foi registrada pela primeira vez no final desse período como gíria do submundo de Londres, utilizada por criminosos para descrever algo falso ou com a intenção de enganar.

Marrom

A combinação linguística específica de "fake" e "news" ganhou forma mais tarde, consolidando-se nos Estados Unidos no final do século XIX para descrever relatórios sensacionalistas e fabricados, comuns na era do jornalismo marrom.

Hillary

Durante o ciclo da eleição presidencial americana de 2016, o termo foi utilizado por Hillary Clinton no final daquele ano para descrever a enxurrada repentina de histórias completamente inv...

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Fake news se tornou expressão do nosso dia a dia. Nas redes sociais, na política ou nas fofocas, volta e meia alguém sai com um 'fake news'. Mas de onde será que vem essa tal fake news?

Criminosos

Analisando textos da língua inglesa no século XVIII, observa-se que a palavra "fake" foi registrada pela primeira vez no final desse período como gíria do submundo de Londres, utilizada por criminosos para descrever algo falso ou com a intenção de enganar.

Marrom

A combinação linguística específica de "fake" e "news" ganhou forma mais tarde, consolidando-se nos Estados Unidos no final do século XIX para descrever relatórios sensacionalistas e fabricados, comuns na era do jornalismo marrom.

Hillary

Durante o ciclo da eleição presidencial americana de 2016, o termo foi utilizado por Hillary Clinton no final daquele ano para descrever a enxurrada repentina de histórias completamente inventadas e monetizadas que viralizavam nas redes sociais, como o Facebook. Logo em seguida, em janeiro de 2017, a expressão foi popularizada globalmente por Donald Trump, quando ele a direcionou a um repórter da CNN durante uma coletiva de imprensa.

Fux

A expressão "fake news" aterrissou no cenário institucional brasileiro na voz de Fux impulsionada pelo debate político internacional. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) passou a debater intensamente o combate às notícias falsas para o pleito de 2018. Durante sessão oficial em 2017, o então ministro e vice-presidente do TSE, Luiz Fux, elevou o tom contra a proliferação de mentiras na web, alertando para a necessidade de coibir a divulgação de fatos sabidamente inverídicos que ameaçavam a lisura do processo democrático e a honra de terceiros.

Conclusão

A partir de Fux, o termo fake news ganhou o cotidiano do brasileiro. A velha expressão 'boatos' sequer foi cogitada nesses nove anos. Fake news é muito mais moderna, violenta e midiática. Porém, minha fake news pode não ser a sua fake news. E, como "na guerra, a primeira vítima é a verdade", a fake news está em todos os lugares onde existe guerra. Ela virou até inquérito. O Inquérito das Fake News, comandado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, que foi o relator responsável pela abertura e condução dessa investigação sem fim.

Roberto Vieira é médico e cronista
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.



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Tráfico de influência, camarote para o carnaval e regalias: a relação de Hugo Motta com o dono do Master

30/09/2026

No celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro constam mensagens dele dirigidas ao deputado paraibano Hugo Motta (Republicanos), considerado um “amigo”, e em alguns momentos tratado como “sócio”.

Pedidos

Hugo, conforme o site de notícias do SBT (SBT News) fazia alguns pedidos de regalias ao então banqueiro.

O início das conversas trata de um pedido de ajuda de Hugo Motta para um empréstimo para sua cunhada, que termina com agradecimento pela confiança e a parceria.

Repassando informações

Depois disso, Motta estaria repassando informações obtidas com autoridades ao banqueiro.
Mensagens trocadas por Daniel Vorcaro apontam uma relação de proximidade entre o dono do Banco Master e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), com trocas de elogios, pedidos de camarote em festa e lembranças de viagem.
Esses diálogos foram obtidos pela Folha e estão no material extraído pel...

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No celular do ex-banqueiro Daniel Vorcaro constam mensagens dele dirigidas ao deputado paraibano Hugo Motta (Republicanos), considerado um “amigo”, e em alguns momentos tratado como “sócio”.

Pedidos

Hugo, conforme o site de notícias do SBT (SBT News) fazia alguns pedidos de regalias ao então banqueiro.

O início das conversas trata de um pedido de ajuda de Hugo Motta para um empréstimo para sua cunhada, que termina com agradecimento pela confiança e a parceria.

Repassando informações

Depois disso, Motta estaria repassando informações obtidas com autoridades ao banqueiro.
Mensagens trocadas por Daniel Vorcaro apontam uma relação de proximidade entre o dono do Banco Master e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), com trocas de elogios, pedidos de camarote em festa e lembranças de viagem.
Esses diálogos foram obtidos pela Folha e estão no material extraído pela Polícia Federal no telefone do ex-banqueiro.

Mais diálogos

A essas mensagens se somam outros diálogos de Motta com Vorcaro sobre assuntos como a liberação de um empréstimo de pelo menos R$ 22 milhões para uma empresa da cunhada do deputado. Detalhes dessas conversas foram divulgados primeiramente pelo site Fatos Online e confirmados pela Folha.

PF revela 100 telefonemas e 19 encontros

Os diálogos do presidente da Câmara Federal, Hugo Motta (Republicanos-PB), com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro revelam que ambos marcaram ao menos 19 encontros e conversaram ao telefone 100 vezes entre março de 2024 e outubro de 2025.

102 chamadas


Também há o registro de outras 102 chamadas não concluídas, conforme divulgou nesta terça-feira o canal de notícias CNN Brasil.

As conversas

Nas conversas, extraídas pela Polícia Federal do celular do ex-dono do Banco Master, Motta e Vorcaro aparecem tratando de assuntos relacionados ao FGC (Fundo Garantidor de Crédito) e à disputa pela presidência da Câmara.

“Só o que tô procurando fazer, depois que concluir os partidos é partir para o individual com cada deputado. São 3 meses até a eleição, tempo demais”, respondeu Motta em 6 de novembro, após Vorcaro afirmar que era o momento de silenciar e atuar somente nos bastidores.
Ambos costumavam se chamar de “irmão” – o termo aparece 150 vezes ao longo do diálogo. 


Sociedade

Os dois chegaram a discutir também sobre uma possível sociedade.
As negociações para reuniões presenciais expõem a relação próxima entre os dois. 


Enviou

O deputado também enviou uma mensagem a Vorcaro para falar sobre o Fundo Garantidor de Crédito, que teve um rombo de mais de R$ 50 bilhões após a liquidação do Master devido às operações fraudulentas do banco.

“Quando puder lembra de pedir a seu pessoal o estudo daquele assunto do FGC, se vc for a Brasília essa semana podemos voltar a falar para ver onde podemos tentar encaixar esse assunto. Estou a disposição! Abs”, disse em 23 de março de 2025 a Vorcaro.


Nota


Procurado, Hugo Motta disse, por meio de nota enviada por sua assessoria de imprensa, que, enquanto parlamentar em seu quarto mandato na Câmara dos Deputados, sempre manteve diálogo com os diversos segmentos do empresariado e representantes da sociedade brasileira.

“Enfatizo que não há nenhum ilícito retratado nos diálogos publicados e repudio a tentativa de atribuir conversas descontextualizadas a qualquer relação de interesse espúrio ou de favorecimento por minha parte. Tenho uma vida limpa, assim como é limpa a minha atuação política nesses 15 anos de vida pública”, disse.

Com paraibaonline



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Hugo Motta e o poder por trás da chapa de Lucas Ribeiro, por Flávio Lúcio*

30/09/2026

Mesmo antes de se tornar presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta já havia se transformado em um dos três pilares de sustentação do bloco político que governa a Paraíba. Os outros dois são o ex-governador João Azevêdo e o deputado federal Aguinaldo Ribeiro, tio do governador Lucas Ribeiro.


O poder

O poder acumulado por Hugo Motta começou a se tornar evidente antes mesmo de sua eleição para a Presidência da Câmara. Na eleição de 2022, o Republicanos ampliou significativamente sua força política, tornando-se uma das maiores bancadas da Câmara Federal, conquistando uma das maiores bancadas na Assembleia Legislativa da Paraíba e exercendo papel decisivo na eleição de Efraim Filho para o Senado, candidato pela oposição.

E vale lembrar: Adriano Galdino, presidente da Assembleia Legislativa desde 2019, também pertence ao Republicanos.


O projeto

Para tentar preservar seu projeto de pe...

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Mesmo antes de se tornar presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta já havia se transformado em um dos três pilares de sustentação do bloco político que governa a Paraíba. Os outros dois são o ex-governador João Azevêdo e o deputado federal Aguinaldo Ribeiro, tio do governador Lucas Ribeiro.


O poder

O poder acumulado por Hugo Motta começou a se tornar evidente antes mesmo de sua eleição para a Presidência da Câmara. Na eleição de 2022, o Republicanos ampliou significativamente sua força política, tornando-se uma das maiores bancadas da Câmara Federal, conquistando uma das maiores bancadas na Assembleia Legislativa da Paraíba e exercendo papel decisivo na eleição de Efraim Filho para o Senado, candidato pela oposição.

E vale lembrar: Adriano Galdino, presidente da Assembleia Legislativa desde 2019, também pertence ao Republicanos.


O projeto

Para tentar preservar seu projeto de permanecer na Presidência da Câmara na próxima legislatura, Hugo Motta desistiu da candidatura ao Senado, lançada em 2023. Mesmo assim, numa inequívoca demonstração de forças e influência no bloco governista, fez do ex-prefeito de Patos, Nabor Wanderley, seu pai, candidato a uma das duas vagas ao Senado.

Nabor, assim como Lucas Ribeiro, jamais foi uma liderança estadual de primeira grandeza. Ainda assim, os dois ocupam hoje posições centrais na disputa pelos dois mais importantes cargos majoritários em jogo na Paraíba. A ascensão de ambos não pode ser dissociada da estrutura de poder construída por Aguinaldo Ribeiro e Hugo Motta, cuja aliança foi feita para perdurar pelo menos por 20 anos.


Campanha

Pois bem. Na campanha em curso na Paraíba, pouco se tem falado até agora sobre a posição estratégica de Hugo Motta na definição da chapa governista liderada por Lucas Ribeiro.
E parece não haver qualquer constrangimento, nas hostes da aliança Hugo-Aguinaldo-João, diante das revelações feitas pela imprensa nacional sobre a relação entre Hugo Motta e o banqueiro Daniel Vorcaro.


Reportagens

As reportagens já trouxeram ao conhecimento público informações sobre viagens ao exterior, utilização de jatinho e de mansão do banqueiro em Brasília, jantares, um empréstimo de R$ 22 milhões e até conversas que levantaram a possibilidade de uma sociedade entre os dois. Em uma das mensagens divulgadas, Vorcaro chegou a se referir a Motta como seu “número 1” e “amigo irmão”.

São informações que, independentemente das conclusões que venham a ser produzidas pelas investigações e pelos próprios envolvidos, colocam uma questão política incontornável: se a força política de Hugo Motta dentro da aliança governista já é hoje evidente, qual será o seu peso em um eventual futuro governo de Lucas Ribeiro?


Manifestação

Notem que até agora não se ouviu nenhuma manifestação pública relevante de Lucas Ribeiro ou de João Azevêdo sobre o assunto. Ao contrário, ambos continuam aparecendo ao lado de Hugo Motta e celebrando a aliança política que sustenta a candidatura de Lucas ao Governo do Estado e de João Azevêdo para o Senado.

Essa não deve ser uma questão menor. Hugo Motta ocupa a Presidência da Câmara dos Deputados, controla uma estrutura partidária de grande dimensão e exerce influência decisiva sobre a composição política da chapa governista para 2026. Sua força, portanto, não se limita à candidatura do próprio pai ao Senado.
A pergunta que precisa ser feita é outra: que espaço político terá Hugo Motta em um eventual governo Lucas Ribeiro?

A resposta interessa aos paraibanos porque permite compreender melhor quem efetivamente compõe o núcleo de poder que pretende continuar governando o Estado.

Afinal, Hugo Motta, João Azevêdo, Lucas e Aguinaldo Ribeiro estão juntos — e misturados — há bastante tempo.

*Flavio Lúcio é cientista político, doutor em sociologia, historiador, professor da UFPB.



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Sumé inicia asfaltamento de ruas com investimento de quase R$ 3 milhões destinados pelo senador Veneziano

30/09/2026

Homens e máquinas trabalhando. Graças a recursos destinados pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), o município de Sumé, no Cariri paraibano, iniciou uma nova etapa de obras de infraestrutura urbana com o asfaltamento de diversas ruas, levando mais mobilidade e melhores condições de tráfego para diferentes bairros da cidade.


A obra

A obra conta com recursos destinados pelo senador Veneziano em uma parceria com a gestão do prefeito Manezinho Lourenço. O investimento, próximo dos R$ 3 milhões, representa mais uma importante conquista para o município.

As intervenções

As intervenções contemplam ruas dos bairros Conjunto Sebastião Vitorino, Várzea Redonda, Frei Damião e Santa Rosa, ampliando a pavimentação e melhorando a infraestrutura urbana de áreas importantes de Sumé.

Parceria

A parceria entre Veneziano e a gestão municipal tem resultado na chegada de novos inv...

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Homens e máquinas trabalhando. Graças a recursos destinados pelo senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), o município de Sumé, no Cariri paraibano, iniciou uma nova etapa de obras de infraestrutura urbana com o asfaltamento de diversas ruas, levando mais mobilidade e melhores condições de tráfego para diferentes bairros da cidade.


A obra

A obra conta com recursos destinados pelo senador Veneziano em uma parceria com a gestão do prefeito Manezinho Lourenço. O investimento, próximo dos R$ 3 milhões, representa mais uma importante conquista para o município.

As intervenções

As intervenções contemplam ruas dos bairros Conjunto Sebastião Vitorino, Várzea Redonda, Frei Damião e Santa Rosa, ampliando a pavimentação e melhorando a infraestrutura urbana de áreas importantes de Sumé.

Parceria

A parceria entre Veneziano e a gestão municipal tem resultado na chegada de novos investimentos ao município, com recursos destinados para obras e ações que atendem diretamente às demandas da população.

Atuação

O senador Veneziano garante que tem mantido uma atuação próxima aos municípios paraibanos, com a destinação de recursos por meio de emendas parlamentares para áreas como infraestrutura, saúde e desenvolvimento urbano.

Tem fortalecido

Em Sumé, a parceria com o prefeito Manezinho Lourenço, segundo o senador, tem fortalecido a capacidade de investimento do município e permitido a execução de obras estruturantes, como o novo asfaltamento que já começa a transformar a realidade de diversas ruas da cidade.

O Poder




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Presidenciáveis concentram atividades de campanha em Goiás, Recife, São Paulo, Belém e Juiz de Fora nesta quarta-feira

30/09/2026

É reta final de campanha e a última semana de atividades, antes do 1º turno das eleições no próximo domingo (04/10). A agenda dos presidenciáveis hoje, quarta-feira (30/09) inclui caminhadas, carreatas, panfletagens e encontros com apoiadores, além de entrevistas em rádio e podcast. Também estão previstas visitas a obras, plenárias com ativistas, assembleia de moradores, ato de encerramento de campanha e participação em evento transmitido pelas redes sociais.


As cidades

Os presidenciáveis concentram atividades de campanha em Goiás, São Paulo, Recife, Belém e Juiz de Fora.

Confira:

Ronaldo Caiado (PSD) 
Participa de carreatas em quatro municípios de Goiás: Cidade de Goiás, Valparaíso de Goiás e Luziânia. 
Goiás (GO)
8h30: Carreata em Itapuranga
Local:Saida da GO-230 – em frente ao Lago Municipal (Represa) – Itapuranga (GO)
10h: Carreata na Cidade de Goiás
Local: Sa...

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É reta final de campanha e a última semana de atividades, antes do 1º turno das eleições no próximo domingo (04/10). A agenda dos presidenciáveis hoje, quarta-feira (30/09) inclui caminhadas, carreatas, panfletagens e encontros com apoiadores, além de entrevistas em rádio e podcast. Também estão previstas visitas a obras, plenárias com ativistas, assembleia de moradores, ato de encerramento de campanha e participação em evento transmitido pelas redes sociais.


As cidades

Os presidenciáveis concentram atividades de campanha em Goiás, São Paulo, Recife, Belém e Juiz de Fora.

Confira:

Ronaldo Caiado (PSD) 
Participa de carreatas em quatro municípios de Goiás: Cidade de Goiás, Valparaíso de Goiás e Luziânia. 
Goiás (GO)
8h30: Carreata em Itapuranga
Local:Saida da GO-230 – em frente ao Lago Municipal (Represa) – Itapuranga (GO)
10h: Carreata na Cidade de Goiás
Local: Saída do Estádio Hélio de Loyola (Rua Dário de Paiva n° 5) – Cidade de Goiás (GO)

14h: Carreata em Valparaíso de Goiás
Local: Saída em frente ao Terminal das Vans (Rua 71 n° 478, Jardim Céu Azul) – Valparaíso de Goiás (GO)


Rui Costa Pimenta (PCO) 
Em Recife (PE), participa de ato de encerramento da campanha no Sinttel. 

Samara Martins (UP) 
Em Belo Horizonte (MG) participa de panfletagem no CETEF e de assembleia de moradores da ocupação Eliana Silva (Barreiro).

Wilson Grassi (Democrata)
Concede entrevista ao podcast Sevilla Cast.

Augusto Cury (Avante)
Participa de evento com transmissão ao vivo pelo Instagram. 

São Paulo (SP) 
14h – 16h: Participação no podcast Inteligência Ltda. em São Paulo
Local: Estúdio Inteligência Ltda – Rua Paulo III, 369, Condomínio Jardim Vitória Régia, Vila Andrade
Na parte da manhã e ao fim do dia, o candidato faz reuniões com membros do partido e da campanha no QG em São Paulo.


Clariana Barão (DC)
Concede entrevista para a Rádio Cultura de Cuiabá (MT). 



Edmilson Costa (PCB)
Faz panfletagem na Feira do Guará e terminal do metrô. Almoça com Max Maciel na Feira da Ceilândia. 

Hertz Dias (PSTU)
Em Belém (PA), visita obra da construção civil no bairro de Umarizal e participa de plenária com ativistas na sede do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil. 

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Participa de caminhada em Juiz de Fora (MG), com concentração no Viaduto Roza Cabinda, no Centro.

11h – Entrevista ao podcast Cosmo Política
16h – caminhada em Juiz de Fora (MG)

Renan Santos (Missão)

Participa de encontros com apoiadores em Duque de Caxias (RJ), Petrópolis (RJ) e Juiz de Fora (MG). 

Não tem agenda

O candidato Flávio Bolsonaro (PL) não tem agenda pública de campanha nesta quarta-feira. 

Não divulgaram

Os candidatos Leonardo Avalanche (PRTB) e Romeu Zema (Novo) não divulgaram a agenda pública de campanha até o momento.

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