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Trump surpreende mais uma vez e promete aumentar tarifas alfandegárias em 15%; divulgação foi feita na tarde deste sábado (21)

21/02/2026

Em mais um dos seus gestos inesperados, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na tarde deste sábado (21/02) que aumentará as tarifas globais dos Estados Unidos de 10% para 15%, com efeito imediato.

O anúncio ocorre um dia após a Suprema Corte decidir que o republicano excedeu a autoridade ao impor uma série de tarifas alfandegárias sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional. Trump tinha dito até ontem que as tarifas ficariam em 10% até fazer esse novo comunicado.

“Continuidade aos planos”

Segundo ele, nos próximos meses o governo norte-americano determinará e emitirá as novas tarifas legalmente permitidas, que, afirmou, “darão continuidade ao nosso processo extraordinariamente bem-sucedido de tornar a América grande novamente", durante postagem feita na plataforma Truth Social.

Na sexta-feira (20/02), Trump reclamou que a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos foi, ao seu ver, “u...

Em mais um dos seus gestos inesperados, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na tarde deste sábado (21/02) que aumentará as tarifas globais dos Estados Unidos de 10% para 15%, com efeito imediato.

O anúncio ocorre um dia após a Suprema Corte decidir que o republicano excedeu a autoridade ao impor uma série de tarifas alfandegárias sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional. Trump tinha dito até ontem que as tarifas ficariam em 10% até fazer esse novo comunicado.

“Continuidade aos planos”

Segundo ele, nos próximos meses o governo norte-americano determinará e emitirá as novas tarifas legalmente permitidas, que, afirmou, “darão continuidade ao nosso processo extraordinariamente bem-sucedido de tornar a América grande novamente", durante postagem feita na plataforma Truth Social.

Na sexta-feira (20/02), Trump reclamou que a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos foi, ao seu ver, “uma vergonha”. E frisou que “o que estamos tentando fazer é proteger trabalhadores americanos, empresas americanas e a economia do nosso país”.

“Ferramenta necessária”

O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos também criticou a decisão, argumentando que o uso da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional pelo presidente Trump “foi uma ferramenta necessária e apropriada para lidar de forma rápida e flexível com grandes desafios originados fora dos Estados Unidos, incluindo as crises do fentanil, da imigração e do déficit comercial”.

O órgão também alertou que o governo do republicano vai continuar as investigações em andamento da Seção 301, incluindo aquelas que envolvem o Brasil e a China. “Se essas investigações concluírem que existem práticas comerciais desleais e que medidas corretivas são justificadas, as tarifas são uma das ferramentas que podem ser impostas”, afirmou em nota o Escritório. No Brasil, o Ministério da Fazenda e o Palácio do Planalto ainda não se pronunciaram a respeito

— Com Agências internacionais de notícias

Mesmo sem ida a Brasília, Vorcaro é um dos principais motivos de preocupação dos parlamentares nas reuniões da próxima semana, no Congresso

21/02/2026

A semana que se inicia também é de grande expectativa e tensão no Congresso Nacional, não apenas pelas matérias a serem definidas para entrada na pauta de votações, mas em função da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura as fraudes ocorridas no INSS e também na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), que pretendia fazer uma oitiva com o empresário e ex-dono do Banco Masster, Daniel Vorcaro.

Vorcaro, que está em prisão domiciliar com uma tornozeleira eletrônica, tinha confirmado na última quarta-feira (18/02) que viajaria a Brasília para falar nas duas comissões, caso recebesse autorização para isso por parte do ministro relator do processo contra o caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça.



Sem jatinho fretado

Mendonça não fez oposição. Disse que a ida do empresário para depor era opcional e que estava autorizado, caso assim quisesse. Mas se opôs ao pedido feito por ele pa...

A semana que se inicia também é de grande expectativa e tensão no Congresso Nacional, não apenas pelas matérias a serem definidas para entrada na pauta de votações, mas em função da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura as fraudes ocorridas no INSS e também na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE), que pretendia fazer uma oitiva com o empresário e ex-dono do Banco Masster, Daniel Vorcaro.

Vorcaro, que está em prisão domiciliar com uma tornozeleira eletrônica, tinha confirmado na última quarta-feira (18/02) que viajaria a Brasília para falar nas duas comissões, caso recebesse autorização para isso por parte do ministro relator do processo contra o caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça.


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Sem jatinho fretado

Mendonça não fez oposição. Disse que a ida do empresário para depor era opcional e que estava autorizado, caso assim quisesse. Mas se opôs ao pedido feito por ele para ir num jatinho fretado. Na avaliação do ministro, esse tipo de regalia não é possível para uma pessoa em regime de prisão domiciliar.

Por isso, ou ele viaja com policiais federais ao lado num vôo comercial ou então, num caso excepcional, sua defesa poderia pedir à Polícia Federal para arrumar um avião para conduzi-lo à capital do país — o que provavelmente seria negado devido à falta de obrigatoriedade da sua presença..

Tremendo encarar as pessoas presentes no avião durante um vôo comercial, o ex-empresário já teria comunicado a políticos e pessoas próximas que não vai mais viajar a Brasília, mas as duas reuniões continuam programadas, com outras pessoas.


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Pautas da CPMI e da CAE

Na CPMI que investiga os descontos indevidos no INSS, os parlamentares querem saber informações sobre os mais de 250 contratos fraudados por instituições em aposentadorias diversas, cujos valores foram depositados no Banco Master.

E na CAE, que tem como presidente o senador Renan Calheiros (MDB-AL), a intenção é realizar uma oitiva sobre as operações fraudulentas realizadas que levaram à decretação de liquidação extrajudicial do banco por parte do Banco Central (autoridade monetária nacional).

Os senadores da comissão ainda pretendem ouvir o empresário, mesmo que em outra data, sobre informações apuradas junto ao Banco Central, ao Tribunal de Contas da União (TCU) e a representantes do mercado financeiro sobre as operações do banco liquidado.

Clima de apreensão

A suposta ida de Vorcaro ao Congresso, mesmo tendo sido cancelada, tem provocado um clima de apreensão entre muitos parlamentares, que possuíram uma proximidade com o empresário anos atrás e que agora pretendem omitir.

E tende a ser um dos destaques da agenda da Câmara dos Deputados e do Senado nos próximos dias, mesmo sem a presença do empresário por lá.

— Com agências de notícias


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Oito anos depois do crime, STF se prepara para realizar julgamento final dos acusados pelo assassinato de Marielle Franco e seu motorista

21/02/2026

Depois de oito anos de espera, as famílias da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes vão, finalmente, poder acompanhar o julgamento dos supostos mandantes dos assassinatos dos dois, em Brasília. As sessões foram marcadas para as próximas terça (24/02) e quarta-feira (25/02) na 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e tendem a atrair advogados, estudantes de Direito, políticos e jornalistas nacionais e internacionais para a capital do país.

O julgamento é considerado um marco histórico no Judiciário brasileiro. Os familiares terão espaço reservado no plenário da Corte para acompanhar o desfecho das acusações da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra cinco pessoas. Os ministros vão julgar os irmãos Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) e Chiquinho Brazão, ex-deputado — acusados de serem os mandantes do crime.

Além deles, também estão no banco dos réus, acusados de fazerem pa...

Depois de oito anos de espera, as famílias da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes vão, finalmente, poder acompanhar o julgamento dos supostos mandantes dos assassinatos dos dois, em Brasília. As sessões foram marcadas para as próximas terça (24/02) e quarta-feira (25/02) na 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) e tendem a atrair advogados, estudantes de Direito, políticos e jornalistas nacionais e internacionais para a capital do país.

O julgamento é considerado um marco histórico no Judiciário brasileiro. Os familiares terão espaço reservado no plenário da Corte para acompanhar o desfecho das acusações da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra cinco pessoas. Os ministros vão julgar os irmãos Domingos Brazão, conselheiro do Tribunal de Contas do Rio de Janeiro (TCE-RJ) e Chiquinho Brazão, ex-deputado — acusados de serem os mandantes do crime.

Além deles, também estão no banco dos réus, acusados de fazerem parte da mesma organização criminosa como o delegado Rivaldo Barbosa, ex-chefe da Polícia Civil do RJ (acusado de ajudar a planejar e acobertar o crime). Bem como os réus na mesma ação Ronald Paulo de Alves Pereira, ex-major da Polícia Militar do Rio, e Robson Calixto Fonseca, ex-assessor de Domingos.


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Manifestação popular

O Instituto Marielle Franco, que tem como diretora-executiva Luyara Franco, filha da vereadora, iniciou forte campanha nas redes sociais com a pergunta: “Quem mandou matar Marielle?”. A mobilização, que ecoa pelas ruas do Rio de Janeiro, também tem expectativa de levar manifestantes a Brasília para ficar na frente do STF durante a realização do julgamento.

Confirmaram presença, dentre os parentes de Marielle, a irmã e ministra da Igualdade Racial Anielle Franco; o pai, a mãe e a filha da vereadora e a viúva de Anderson Gomes Agatha Arnaus Reis.


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Homicídio qualificado

Domingos Brazão, João Francisco (“Chiquinho”) Brazão,Rivaldo Barbosa e Ronald Paulo de Alves, este último ex-policial militar, tornaram-se réus por duplo homicídio qualificado e pela tentativa de homicídio da assessora Fernanda Chaves, que sobreviveu à emboscada. O ex-assessor do TCE Robson Calixto Fonseca, conhecido como “Peixe”, responde, juntamente com os irmãos Brazão, pelo crime de organização criminosa.

Conforme informações do STF, apesar de a Constituição Federal estabelecer que crimes dolosos (intencionais) contra a vida são de competência do Tribunal do Júri, quando tais crimes envolvem autoridades com prerrogativa de foro, a própria Constituição estabelece o julgamento por tribunal competente.

Assim, em razão do suposto envolvimento de Chiquinho Brazão, que, na época, exercia o mandato de deputado federal pelo Estado do Rio de Janeiro, o processo foi encaminhado ao Supremo. O relator do caso é o ministro Alexandre de Moraes. Para terça-feira, foram agendadas duas sessões, com início às 9h e às 14h. Também foi marcada uma sessão para a manhã de quarta-feira (25), a partir das 9h.


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Entenda o crime

Marielle Franco, na época vereadora pelo PSol da cidade do Rio de Janeiro, foi assassinada na noite de 14 de março de 2018. Ela estava no carro ao lado do seu motorista, que também morreu, e de uma assessora que, pelo fato de estar no banco de trás, escapou da emboscada. Os três tinham saído de uma reunião quando o veículo foi baleado na região central do Rio.

Inicialmente, as investigações sobre o homicídio foram conduzidas pela Polícia Civil do Rio de Janeiro. Em 2023, a Polícia Federal também passou a atuar no caso, por determinação do Ministério da Justiça. Em junho de 2024, por unanimidade, a 1ª Turma do STF recebeu a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que apontou os irmãos Brazão como mandantes do crime.

Áreas comandadas por milícias

Eles são acusados de ter planejado o assassinato em razão da atuação política de Marielle, que dificultaria a aprovação de propostas legislativas voltadas à regularização do uso e da ocupação de áreas comandadas por milícias no Rio de Janeiro. A dupla teria contado com o apoio de Rivaldo Barbosa, que, segundo a PGR, teria se encarregado de dificultar as investigações, utilizando-se de sua posição de comando na Polícia Civil do Rio de Janeiro para assegurar a impunidade dos mandantes.

Já o policial militar Ronald Paulo de Alves, conhecido como Major Ronald, teria monitorado as atividades de Marielle e fornecido aos executores informações essenciais para a consumação do crime. Por sua vez, Robson Calixto Fonseca é acusado de integrar a organização criminosa junto aos irmãos.

O colegiado considerou que, a partir do acordo de colaboração premiada do ex-policial militar Ronnie Lessa, autor dos disparos, foram colhidos elementos de prova – incluindo depoimentos e documentos – suficientes para a abertura da ação penal.

Esquema especial

Em função da grande repercussão que teve e continua tendo o caso, todo um esquema especial está sendo montado neste final de semana pelo STF, tanto para recepção de pessoas que poderão ficar na sala da sessão, de pessoas que poderão entrar na Corte e acompanhar o julgamento num outro recinto, por meio de um telão, área especial para a imprensa e espaço cercado para abrigar possíveis manifestantes em frente ao edifício-sede.


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As aventuras de Cacimba 29 — O dia em que o silêncio venceu o tiro, por Zé da Flauta*

21/02/2026

A cidade estava encolhida. Não era seca, nem praga, nem doença. Era medo.

Um bando de cangaceiros tinha descido da caatinga feito sombra de fim de tarde. Não eram lendas, eram poeira, cartucheira e chapéu de couro com estrela brilhando ao sol.
Tomaram a praça. Tomaram o ar. Tomaram o direito de dormir em paz.

O chefe deles falava pouco e olhava muito. Dizia que precisava de “contribuição”.
Quem não contribuía, aprendia rápido.

Foi nesse clima que Cacimba chegou. Chapéu firme, camisa aberta, os dois macaquinhos atentos nos ombros.

O do ombro direito já sussurrou:
— Isso é pólvora. Melhor sair de banda.

O do esquerdo discordou:
— Medo espalha mais rápido que tiro.

Cacimba caminhou até a praça como quem vai comprar rapadura. Os cangaceiros riram.
— E esse aí? Veio cantar pra nós?

Cacimba respondeu calmo: — Vim escutar primeiro.

O c...

A cidade estava encolhida. Não era seca, nem praga, nem doença. Era medo.

Um bando de cangaceiros tinha descido da caatinga feito sombra de fim de tarde. Não eram lendas, eram poeira, cartucheira e chapéu de couro com estrela brilhando ao sol.
Tomaram a praça. Tomaram o ar. Tomaram o direito de dormir em paz.

O chefe deles falava pouco e olhava muito. Dizia que precisava de “contribuição”.
Quem não contribuía, aprendia rápido.

Foi nesse clima que Cacimba chegou. Chapéu firme, camisa aberta, os dois macaquinhos atentos nos ombros.

O do ombro direito já sussurrou:
— Isso é pólvora. Melhor sair de banda.

O do esquerdo discordou:
— Medo espalha mais rápido que tiro.

Cacimba caminhou até a praça como quem vai comprar rapadura. Os cangaceiros riram.
— E esse aí? Veio cantar pra nós?

Cacimba respondeu calmo: — Vim escutar primeiro.

O chefe olhou torto. — Escutar o quê?
— O que vocês tão procurando.

Um macaquinho cochichou:
— Tá mexendo com fogo.

O outro respondeu:
— Às vezes o fogo quer ser entendido.

O chefe do bando falou alto: — Procurando respeito.

Cacimba inclinou a cabeça. — Respeito não se arranca. Se planta.

O silêncio caiu pesado. O chefe riu curto.

— E tu sabe plantar?
Cacimba tirou o pife da cintura. — Sei chamar quem sabe.


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Começou a tocar.

Não era música de festa. Era um som baixo, lento, antigo. Parecia vento passando por dentro da pedra.

O povo da cidade foi saindo das casas. Primeiro um. Depois dois. Depois todos.

Não vieram armados. Vieram firmes.

Os macaquinhos falavam nos dois ouvidos de Cacimba:
— Junta o povo. — Mostra que medo é individual, coragem é coletiva.

A música cresceu.

O chefe dos cangaceiros olhou em volta. Não era mais uma cidade encolhida.
Era uma cidade unida.

Ele percebeu o que ninguém tinha dito:

Não era tiro contra tiro.
Era povo contra medo.

Cacimba parou de tocar. — Vocês querem ser temidos… ou lembrados?
O chefe ficou quieto.

Cacimba continuou: — Temido morre esquecido. Lembrado vira história.

Um macaquinho murmurou: — Ele tá pensando.
O outro completou: — E isso já é começo.

O chefe tirou o chapéu devagar.
— E se a gente for embora?

Cacimba respondeu: — Vão sair como sombra… ou como homem?
O bando se entreolhou. Não houve tiro. Não houve duelo. Não houve morte.
Houve recuo.

Os cangaceiros subiram de volta para caatinga, levando consigo menos arrogância do que trouxeram. A cidade respirou.
Uma criança perguntou: — Cacimba, como foi que o senhor venceu eles?

Ele respondeu:
— Não venci não. Só lembrei que coragem não mora em cartucheira.
Os macaquinhos bateram as mãos, satisfeitos.

E dizem que, naquela cidade, depois daquele dia, o povo nunca mais esperou salvador armado. Aprendeu a andar junto.

E Cacimba?
Sumiu pela estrada, deixando um rastro de poeira…
e uma lição mais forte que pólvora.

*Zé da Flauta é músico, compositor, filósofo e escritor.


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Governo publica novas regras para empréstimo consignado de servidores federais

21/02/2026

O Governo Federal publicou nesta sexta-feira (20/02) portaria que revisa e aperfeiçoa regras do empréstimo consignado e demais descontos feitos diretamente na folha de pagamento de servidores públicos federais. Segundo o Ministério da Gestão e da Inovação (MGI), a medida entra em vigor a partir de 14 de abril e tem como objetivo “tornar o processo mais seguro, transparente e eficiente, além de reforçar mecanismos de prevenção a fraudes e irregularidades”.

Entre as mudanças, a portaria determina autorização expressa e individual para cada contrato de empréstimo consignado, que deverá ser aprovado diretamente pelo servidor por meio da plataforma gov.br, com ciência das condições, taxas de juros e do Custo Efetivo Total (CET) antes da operação.

Proibições e medidas cautelares

Além disso, o texto proíbe a celebração de contratos por meio de telefonemas ou aplicativos de mensagens. A contratação deverá ocorrer por canais seguros que permit...

O Governo Federal publicou nesta sexta-feira (20/02) portaria que revisa e aperfeiçoa regras do empréstimo consignado e demais descontos feitos diretamente na folha de pagamento de servidores públicos federais. Segundo o Ministério da Gestão e da Inovação (MGI), a medida entra em vigor a partir de 14 de abril e tem como objetivo “tornar o processo mais seguro, transparente e eficiente, além de reforçar mecanismos de prevenção a fraudes e irregularidades”.

Entre as mudanças, a portaria determina autorização expressa e individual para cada contrato de empréstimo consignado, que deverá ser aprovado diretamente pelo servidor por meio da plataforma gov.br, com ciência das condições, taxas de juros e do Custo Efetivo Total (CET) antes da operação.

Proibições e medidas cautelares

Além disso, o texto proíbe a celebração de contratos por meio de telefonemas ou aplicativos de mensagens. A contratação deverá ocorrer por canais seguros que permitam verificação de identidade e auditoria posterior.

A norma ainda estabelece medidas cautelares, como por exemplo, o direito do órgão gestor poderá suspender temporariamente instituições consignatárias quando forem identificados indícios de risco ou de irregularidades, como forma de proteger os servidores.

Acesso limitado

O acesso das instituições financeiras à margem consignável será limitado por um período máximo de 30 dias. Conforme dados do Executivo Federal, a medida busca proteger os dados dos funcionários públicos. As instituições passam a ser obrigadas a informar detalhadamente todas as taxas e encargos contratados, com ênfase no chamado Custo Efetivo Total.

Outra novidade da portaria é a instituição de um capítulo específico para disciplinar os descontos feitos a título de contribuição sindical, exigindo ciência prévia do servidor e comprovação de autorização.

Todos da folha do Executivo

Os procedimentos de registro e processamento de reclamações também foram alterados. A nova regra estabelece prazos razoáveis e maior efetividade na tramitação das queixas. As normas valem para servidores públicos federais, empregados públicos, militares, aposentados, pensionistas e anistiados políticos cuja folha seja processada pelo sistema de gestão do Poder Executivo.

De acordo com o ministério, a atualização não traz impacto direto no orçamento do governo, uma vez que as adaptações serão absorvidas pelas verbas já destinadas à manutenção dos sistemas de gestão de pessoal.

— Com Agência Brasil

Carnaval de Pernambuco ainda não acabou: programação é intensa neste fim de semana

21/02/2026

Está enganado quem acha que o carnaval 2026 acabou de vez. O fim de semana é de pós-carnaval em vários lugares do país, em especial em Olinda e Recife. Em Olinda, sete blocos desfilam em diferentes bairros da cidade neste sábado (21/02) e domingo (22/02). Já no Recife, a festa é marcada por uma mistura de frevo com músicas de forró, na famosa “drilha”.

Comandada pelo cantor João Gomes, a “drilha” consiste num cortejo de trios elétricos que reúne cantores, DJs, bonecos gigantes e uma mistura de frevo e ritmos diversos. A programação oficial das duas cidades prevê, para hoje, em Olinda, a saída dos blocos Camburão da Alegria, Eu Quero Mais e Troça O Invejado, entre vários outros.



Confira abaixo a programação:

OLINDA

Sábado (21)

Jardim Brasil 5 em Folia
Saída: Principais vias do bairro de Jardim Brasil
Concentração: 13h

Troça Carnavalesca Mista O Besta é T...

Está enganado quem acha que o carnaval 2026 acabou de vez. O fim de semana é de pós-carnaval em vários lugares do país, em especial em Olinda e Recife. Em Olinda, sete blocos desfilam em diferentes bairros da cidade neste sábado (21/02) e domingo (22/02). Já no Recife, a festa é marcada por uma mistura de frevo com músicas de forró, na famosa “drilha”.

Comandada pelo cantor João Gomes, a “drilha” consiste num cortejo de trios elétricos que reúne cantores, DJs, bonecos gigantes e uma mistura de frevo e ritmos diversos. A programação oficial das duas cidades prevê, para hoje, em Olinda, a saída dos blocos Camburão da Alegria, Eu Quero Mais e Troça O Invejado, entre vários outros.


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Confira abaixo a programação:

OLINDA

Sábado (21)

Jardim Brasil 5 em Folia
Saída: Principais vias do bairro de Jardim Brasil
Concentração: 13h

Troça Carnavalesca Mista O Besta é Tu
Saída: Espaço Aberto – Campo de Várzea
Concentração: 13h

Bloco Eu Quero Mais
Saída: Rua Quinze de Novembro, 146
Concentração: 19h30
Trajeto: Rua 27 de Janeiro – Rua Prudente de Morais – Quatro Cantos – Rua do Amparo até o Largo do Amparo – Rua do Amparo – Quatro Cantos – Ladeira da Ribeira – Rua de São Bento.

Domingo (22)

Camburão da Alegria
Saída: Praça Doze de Março – Bairro Novo
Concentração: 10h

Troça Carnavalesca Mista A Lindona
Saída: Cariri
Concentração: 12h
Trajeto: Cariri (saída), Rua José Ramalho, Rua Vital Henrique , Rua Ns. Guadalupe, Amparo, Quatro Cantos (encerramento).

Bloco Ô Polvo Feio
Saída: Rua Surubim, Peixinhos
Concentração: 13h
Trajeto: Rua Surubim, Avenida Nacional, Avenida Presidente Kennedy, Ruas Paulista, Vertentes, São Sebastião e encerramento na Rua Surubim.

Troça Carnavalesca Mista O Invejado
Saída: Bar de Do
Concentração: 16h
Trajeto: – Rua do Amparo, Quatro Cantos , Amparo / Guadalupe e VaradourO

RECIFE

O cantor João Gomes antecipa o ciclo junino com uma 'drilha' na Rua da Aurora. O evento, que é gratuito, acontece no domingo (22/02), terá início a partir das 11h com trios de forró, cortejos juninos e participações de artistas como Dorgival Dantas, Zé Vaqueiro, MC Don Juan, Ruan Vaqueirinho e Mestrinho.Além dos shows, cortejos com quadrilhas juninas, bacamarteiros, bois, bandas de pífano e bonecos gigantes também fazem parte da festa. O percurso terá cerca de 800 metros, com controle de acesso, bloqueio de ruas e lista de itens proibidos, como copo térmico, cooler, mesas, cadeiras e capacetes.

— Com agências de notícias e informações oficiais das duas cidades

Frederico Pernambucano de Mello: O homem que ensinou o sertão a se explicar, por Gilmar Teixeira*

21/02/2026

Desde que comecei a pesquisar a vida do Coronel Delmiro Gouveia, essa figura inquieta que nunca coube inteira em uma única versão da história, percebi que o sertão não se revela a quem tem pressa. Sou de Paulo Afonso, cidade irmã de Delmiro Gouveia, separada apenas pelo velho e imponente Rio São Francisco, esse rio que não divide: costura destinos. Talvez por isso minha curiosidade sempre tenha atravessado as margens, buscando entender o homem, o tempo e as contradições que moldaram aquele coronel que ousou desafiar impérios.

Foi nesse caminho que encontrei os livros de Frederico Pernambucano de Mello. Não como quem encontra respostas prontas, mas como quem descobre perguntas bem feitas. Ler Frederico é entender que o sertão não é apenas cenário: é personagem vivo, com estética, poder, mística e violência próprias. Seus textos não julgam; interpretam. Não romantizam; contextualizam.

O destino, sempre generoso com quem insiste, me permitiu mais do que a lei...

Desde que comecei a pesquisar a vida do Coronel Delmiro Gouveia, essa figura inquieta que nunca coube inteira em uma única versão da história, percebi que o sertão não se revela a quem tem pressa. Sou de Paulo Afonso, cidade irmã de Delmiro Gouveia, separada apenas pelo velho e imponente Rio São Francisco, esse rio que não divide: costura destinos. Talvez por isso minha curiosidade sempre tenha atravessado as margens, buscando entender o homem, o tempo e as contradições que moldaram aquele coronel que ousou desafiar impérios.

Foi nesse caminho que encontrei os livros de Frederico Pernambucano de Mello. Não como quem encontra respostas prontas, mas como quem descobre perguntas bem feitas. Ler Frederico é entender que o sertão não é apenas cenário: é personagem vivo, com estética, poder, mística e violência próprias. Seus textos não julgam; interpretam. Não romantizam; contextualizam.

O destino, sempre generoso com quem insiste, me permitiu mais do que a leitura. Durante palestras promovidas pela CHESF em Paulo Afonso, tive a alegria de conhecer Frederico pessoalmente. E não foi um encontro único, desses protocolares. Foram conversas. Trocas. Discussões respeitosas sobre Delmiro Gouveia, o cangaço, os coronéis, o Nordeste profundo que não cabe nos livros didáticos.

Usina de Angiquinho

Na restauração da Usina de Angiquinho — obra monumental de Delmiro Gouveia, marco da modernidade no sertão — nossos caminhos voltaram a se cruzar. Frederico estava ali, não apenas como historiador, mas como guardião da memória, assessorando tecnicamente a restauração da usina de hidrelétrica de Angiquinho.

Eu também me encontrava ali, e ao mesmo tempo, registrando tudo como cineasta, documentarista, transformando aquele processo em um documentário. O passado ganhava voz, imagem e movimento. E ali, entre andaimes, turbinas e histórias, nos encontramos várias vezes, sempre com a sensação de que o sertão estava sendo escutado com o respeito que merece.

Quando escrevi meu livro ‘Quem Matou Delmiro Gouveia’, tive a honra — dessas que a gente guarda com cuidado — de presenteá-lo com o primeiro exemplar. Não por vaidade, mas por gratidão.

Iluminador de caminhos

Frederico Pernambucano de Mello é daqueles pesquisadores que iluminam caminhos para que outros possam caminhar. Sua dedicação em elucidar as histórias do sertão — do tempo do cangaço, Canudos de Antônio Conselheiro, de Padre Cícero, dos coronéis que mandavam no povo e também do povo que resistia — é um serviço à memória nordestina.

Discípulo direto de Gilberto Freyre, com quem trabalhou por quinze anos na Fundação Joaquim Nabuco, Frederico aprendeu cedo que a história não é feita só de datas, mas de gestos, roupas, silêncios e símbolos. Em Guerreiros do Sol, obra que atravessou décadas e recentemente ganhou nova vida como minissérie de sucesso na televisão, ele mostrou ao Brasil — e ao mundo — que o cangaço não é caricatura. É fenômeno social complexo, expressão extrema de um sertão abandonado e resistente.

Em Estrelas de Couro, revelou a estética como linguagem de poder. Em Apagando o Lampião, teve a coragem de revisitar certezas. Em Benjamin Abrahão: entre Padre Cícero e Lampião, mostrou que até as lentes carregam ideologia. Frederico escreve como quem escava: com cuidado, método e respeito aos vestígios.

Hoje, ao olhar para trás, percebo que pesquisar Delmiro Gouveia foi também, sem que eu soubesse, um modo de aprender com Frederico Pernambucano de Mello que o sertão não precisa ser defendido — precisa ser compreendido. E compreendê-lo é, antes de tudo, um ato de amor.

Porque há homens que estudam o sertão.
E há homens que ajudam o sertão a se explicar.


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*Gilmar Teixeira é escritor. Graduado em História, Cinema, e Teologia. Autor do livro " Quem Matou Delmiro Gouveia".

NR - O Poder acrescentou intertítulos ao texto, apenas para manter o padrão editorial do Portal, sem em nada interferir no conteúdo do artigo.

‘Casa de mainha’ — Arquiteto pernambucano ganha prêmio internacional com projeto em Feira Nova

21/02/2026

Projeto elaborado e executado pelo arquiteto e urbanista pernambucano José Vagner Barros, mais conhecido como Zé Vagner, intitulado ‘Casa de Mainha’, foi selecionado entre os melhores projetos residenciais do Arch Daily Building of The Year — prêmio considerado o “Oscar da Arquitetura”.

Zé Vagner se inspirou nas necessidades da própria mãe para realizar o trabalho, feito na cidade de Feira Nova, no interior de Pernambuco. O projeto, de baixo custo, contou com apenas dois pedreiros e material local. Teve como ideia, segundo explicou ele, valorizar o saber popular e conectar a tradição regional à arquitetura contemporânea.

Zé Vagner foi o único brasileiro premiado entre os melhores projetos residenciais no Arch Daily Building of The Year, considerada uma das premiações mais democráticas e relevantes da arquitetura mundial.



Projeto elaborado e executado pelo arquiteto e urbanista pernambucano José Vagner Barros, mais conhecido como Zé Vagner, intitulado ‘Casa de Mainha’, foi selecionado entre os melhores projetos residenciais do Arch Daily Building of The Year — prêmio considerado o “Oscar da Arquitetura”.

Zé Vagner se inspirou nas necessidades da própria mãe para realizar o trabalho, feito na cidade de Feira Nova, no interior de Pernambuco. O projeto, de baixo custo, contou com apenas dois pedreiros e material local. Teve como ideia, segundo explicou ele, valorizar o saber popular e conectar a tradição regional à arquitetura contemporânea.

Zé Vagner foi o único brasileiro premiado entre os melhores projetos residenciais no Arch Daily Building of The Year, considerada uma das premiações mais democráticas e relevantes da arquitetura mundial.


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O beijo da aliança: Cássio e Cícero mais juntos do que nunca

21/02/2026

Quem está em João Pessoa neste fim de semana é o ex-governador Cássio Cunha Lima. Na manhã deste sábado (21/02), Cássio se encontrou com o prefeito da cidade, Cícero Lucena (MDB), a quem chamou de “meu governador”, em um quiosque em Tambaú. Cícero retribuiu com um beijo.

Cássio e seu filho, Pedro Cunha Lima (PSD), apoiarão Cícero na disputa pelo Governo do Estado em outubro. Os afagos entre Cícero e Cássio mostram que os traumas da última década entre os dois foram superados.

— Com o Blog do Maurílio Junior

Quem está em João Pessoa neste fim de semana é o ex-governador Cássio Cunha Lima. Na manhã deste sábado (21/02), Cássio se encontrou com o prefeito da cidade, Cícero Lucena (MDB), a quem chamou de “meu governador”, em um quiosque em Tambaú. Cícero retribuiu com um beijo.

Cássio e seu filho, Pedro Cunha Lima (PSD), apoiarão Cícero na disputa pelo Governo do Estado em outubro. Os afagos entre Cícero e Cássio mostram que os traumas da última década entre os dois foram superados.

— Com o Blog do Maurílio Junior

Menos de 24h após sanção, Lei da Anistia venezuelana é alvo de críticas e Legislativo cria comissão para rever casos especiais

21/02/2026

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodriguez, assinou nesta sexta-feira (20/02) a sanção da lei da anistia naquele país, mas menos de 24 horas depois ativistas políticos e entidades representativas dos direitos humanos acusam a legislação de vir a deixar de fora muitos dos prisioneiros políticos hoje detidos em cadeias venezuelanas.

A presidente, durante o ato de sanção, afirmou que a medida é “essencial para a estabilidade do país”. “Precisamos saber pedir perdão e também saber recebê-lo. Cada um de nós que teve ação política nos últimos 25 anos está deixando de lado um pouco de intolerância e estamos abrindo novos caminhos para a política na Venezuela", afirmou Delcy Rodriguez.



Força política

No mesmo tom, o ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino, disse considerar a lei um sinal de “força política do regime” - que vive uma fase de transição com a presidente ocupando o cargo interinamente, depois que...

A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodriguez, assinou nesta sexta-feira (20/02) a sanção da lei da anistia naquele país, mas menos de 24 horas depois ativistas políticos e entidades representativas dos direitos humanos acusam a legislação de vir a deixar de fora muitos dos prisioneiros políticos hoje detidos em cadeias venezuelanas.

A presidente, durante o ato de sanção, afirmou que a medida é “essencial para a estabilidade do país”. “Precisamos saber pedir perdão e também saber recebê-lo. Cada um de nós que teve ação política nos últimos 25 anos está deixando de lado um pouco de intolerância e estamos abrindo novos caminhos para a política na Venezuela", afirmou Delcy Rodriguez.


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Força política

No mesmo tom, o ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino, disse considerar a lei um sinal de “força política do regime” - que vive uma fase de transição com a presidente ocupando o cargo interinamente, depois que o governo dos EUA retirou à força o então presidente Nicolás Maduro e o levou para uma prisão em Nova York, onde será julgado por vários crimes.

Padrino reforçou que o texto da anistia, com um total de 16 artigos, afirma que o objetivo é “buscar a convivência e a paz entre os venezuelanos, permitindo a diversidade e a pluralidade".


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Pontos criticados

Em tese, o instrumento abrange os 27 anos do chavismo, embora o texto liste 13 momentos específicos, desde o golpe contra Hugo Chávez em 2002 até os protestos contra a suposta reeleição de Nicolás Maduro em 2024.

Alfredo Romero, representante da ONG Foro Penal, reclamou de vários itens da lei, como o que cria a necessidade de solicitar a anistia presencialmente, por meio de tribunais venezuelanos, dominados pelo chavismo.

Teor restritivo

"A Lei da Anistia deve ser recebida com otimismo, pois beneficia algumas pessoas politicamente perseguidas. No entanto, também é restritiva e deixa de fora muitos casos. Devemos continuar pressionando pela libertação de todos os presos políticos", destacou ele.

Conforme dados da ONG, após a captura de Maduro pelos EUA, 448 opositores ganharam liberdade condicional, mas ainda há 644 detidos, sendo deles 185 militares, 80 mulheres e um adolescente.


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Comissão da assembleia

Depois das críticas sobre a abrangência da anistia, a Assembleia da Venezuela anunciou a criação de uma comissão especial para analisar os casos específicos de presos políticos, incluindo aqueles não contemplados pela lei.

A comissão passa a atuar a partir da próxima semana e prevê reuniões com o Ministério Público, o Supremo Tribunal de Justiça e a Defensoria Pública. Uma das primeiras sugestões recebidas pelos parlamentares foi a revisão de cerca de 230 casos, incluindo pessoas com dois ou três anos de prisão preventiva, maiores de 70 anos e detidos que tenham problemas de saúde.

— Com Agências de Notícias


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Defesa de Bolsonaro pede para ele receber novo tratamento médico na prisão e PGR nega, pela segunda vez, prisão domiciliar

21/02/2026

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para que ele receba, na unidade prisional onde cumpre pena, tratamento de neuromodulação não invasiva conhecido como Estímulo Elétrico Craniano (CES, na sigla em inglês).

O pedido foi protocolado quinta-feira (19/02). No documento, os advogados informam que Bolsonaro já passou pelo procedimento anteriormente e pedem que as sessões possam ser realizadas no presídio três vezes por semana, por prazo indeterminado. Também solicitam que o profissional responsável seja autorizado a ingressar na carceragem, fora dos horários regulares de visita, levando o equipamento necessário.



Técnica não invasiva

O Estímulo Elétrico Craniano é uma técnica terapêutica considerada não invasiva. O método utiliza correntes elétricas de baixa intensidade aplicadas por meio de pequenos eletrodos, geralmente posiciona...

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorização para que ele receba, na unidade prisional onde cumpre pena, tratamento de neuromodulação não invasiva conhecido como Estímulo Elétrico Craniano (CES, na sigla em inglês).

O pedido foi protocolado quinta-feira (19/02). No documento, os advogados informam que Bolsonaro já passou pelo procedimento anteriormente e pedem que as sessões possam ser realizadas no presídio três vezes por semana, por prazo indeterminado. Também solicitam que o profissional responsável seja autorizado a ingressar na carceragem, fora dos horários regulares de visita, levando o equipamento necessário.


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Técnica não invasiva

O Estímulo Elétrico Craniano é uma técnica terapêutica considerada não invasiva. O método utiliza correntes elétricas de baixa intensidade aplicadas por meio de pequenos eletrodos, geralmente posicionados nos lóbulos das orelhas. As sessões costumam durar entre 50 minutos e uma hora, com o paciente acordado e em repouso. A proposta é modular a atividade neurofisiológica do sistema nervoso central, influenciando circuitos relacionados ao humor, ao sono e à ansiedade.

A técnica vem sendo estudada como alternativa complementar para o tratamento de quadros como ansiedade, depressão e distúrbios do sono. No entanto, parte da comunidade científica aponta que ainda são necessários estudos clínicos mais amplos e de longo prazo para consolidar evidências sobre sua eficácia.

Negado novo pedido

Nesta sexta-feira (20/02), a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestou mais uma vez de forma contrária ao pedido de prisão domiciliar feito pela defesa do ex-presidente.

No último dia 11, os advogados reforçaram a solicitação de prisão domiciliar humanitária, argumentando que ele apresenta múltiplas doenças crônicas, incluindo problemas cardíacos e respiratórios, além de sequelas de cirurgias abdominais, o que, segundo a defesa, aumentaria os riscos à sua saúde.

Mas no seu parecer, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que a Papudinha (ala onde o ex-presidente está preso), oferece atendimento médico 24 horas por dia e conta com uma unidade avançada do Samu que pode ser usada por Bolsonaro em caso de emergência.

— Com Agências de Notícias


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Pré-candidata a deputada na PB, Ana Cláudia destaca combate ao feminicídio e acesso a água de qualidade dentre prioridades do seu mandato, por Severino Lopes*

21/02/2026

Entrar na política e conquistar pela primeira vez um mandato parlamentar é um desafio. Quando se trata de uma mulher, a batalha é ainda maior, visto que apesar dos avanços, a participação feminina na política ainda é tímida. Os principais cargos são ocupados majoritariamente por homens. Quebrar esse paradigma, romper esquemas ultrapassados e entrar para a história não é tarefa fácil e requer, entre outros requisitos, comprometimento, experiência de gestão, coragem, e, principalmente um plano de governo convincente que contemplem propostas que atendam aos anseios da população.



Os desafios

Na Paraíba, a advogada Ana Claudia Nobrega Vital do Rêgo (MDB) se propôs a enfrentar esse desafio. Meiga nas palavras, firme nas ações, corajosa na hora de tomar decisões, ex-primeira dama de Campina Grande, ex- secretária de Articulação Municipal da Paraíba e ex-superintendente da Funasa, Ana Claudia pretende concorrer pela terceira vez a um mandato...

Entrar na política e conquistar pela primeira vez um mandato parlamentar é um desafio. Quando se trata de uma mulher, a batalha é ainda maior, visto que apesar dos avanços, a participação feminina na política ainda é tímida. Os principais cargos são ocupados majoritariamente por homens. Quebrar esse paradigma, romper esquemas ultrapassados e entrar para a história não é tarefa fácil e requer, entre outros requisitos, comprometimento, experiência de gestão, coragem, e, principalmente um plano de governo convincente que contemplem propostas que atendam aos anseios da população.


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Os desafios

Na Paraíba, a advogada Ana Claudia Nobrega Vital do Rêgo (MDB) se propôs a enfrentar esse desafio. Meiga nas palavras, firme nas ações, corajosa na hora de tomar decisões, ex-primeira dama de Campina Grande, ex- secretária de Articulação Municipal da Paraíba e ex-superintendente da Funasa, Ana Claudia pretende concorrer pela terceira vez a um mandato eletivo. Ela já chegou perto. Bateu na trave por duas vezes.


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Primeira eleição

Na primeira eleição que disputou para a Câmara Federal em 2018, Ana conquistou 49.248 votos, mas ficou na primeira suplência. No último pleito, desta vez para deputada estadual, ela também foi bem votada, mas não conseguiu o mandato para a Casa de Epitácio Pessoa, tendo ficado na segunda suplência.

Apelo de amigos

Este ano, atendendo apelos de amigos e admiradores, Ana Cláudia pretende mais uma vez disputar uma das 36 cadeiras da Assembleia Legislativa. E já deu a largada. Está confiante, devido aos primeiros apoios e manifestações de carinho que recebeu. Em entrevista a O Poder, a pré-candidata falou de suas propostas e a vontade de contribuir para o desenvolvimento da Paraíba. Ela tem intensificado sua agenda de encontros com lideranças e apoiadores em várias regiões do estado, fortalecendo o partido e articulando sua campanha.


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Acreditar na boa política

Ana disse que tomou a decisão de postular uma vaga na Assembleia Legislativa por acreditar na boa política, e que ela poderá ajudar a melhorar a qualidade de vida das pessoas, contribuindo com o desenvolvimento do Estado. Sobre os apoios, contou que tem recebido inúmeras manifestações de carinho nesse início de caminhada, como consequência do trabalho que já realizou nos diversos cargos públicos que ocupou. A pré-candidata garantiu que este ano, está planejando melhor a campanha, com tempo suficiente para tomar as decisões acertadas.
“São manifestações espontâneas de pessoas que conhecem o nosso trabalho, sabem de nossa seriedade, nosso comprometimento. Isso nos estimula a seguir na caminhada”, frisou.


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Primeiros encontros

Recentemente, a pré-candidata a deputada estadual se reuniu com apoiadores de diversos municípios paraibanos na sede do MDB, em João Pessoa. Ela também participou de um encontro com membros de mais de 15 comunidades rurais da região de Solânea. Os encontros tiveram como objetivo integrar apoiadores e começar a definir ideias que irão compor as propostas que Ana Cláudia defenderá durante a campanha eleitoral deste ano.

Preocupação hídrica

A Paraíba atravessa um momento preocupante com a situação hídrica. O Estado tem nove açudes totalmente vazios e 39 em situação crítica, com o nível de água abaixo dos 10% da capacidade total, de acordo com dados levantados junto à Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa). E a questão hídrica é uma das preocupações de Ana Claudia.

Experiência na Funasa

Com a experiência de quem esteve à frente da Fundação Nacional da Saúde na Paraíba (Funasa) por três anos, Ana disse que vai lutar para garantir um melhor gerenciamento dos recursos hídricos existentes no estado. Para ela, as dificuldades do acesso à água por ausência das ações do governo estadual são sentidas em toda a Paraíba. Entre os pontos que Ana pretende apresentar na campanha e realizar caso seja eleita, estão a construção de cisternas, limpezas de açudes e barreiros e, principalmente, o acesso a água potável de qualidade “A preocupação hídrica com falta d'água em diversas cidades será uma de nossas lutas", enfatizou.


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Combate ao feminicídio

Outro item citado pela pré-candidata é a violência contra a mulher, que parece não ter controle na Paraíba. No estado, os casos de feminicídios subiram numa proporção alarmante, de dois registrados a cada mês; Somente em 2025 foram 36 desses crimes — o pior número desde que a Lei do Feminicídio foi sancionada, em 2015, se igualando aos registros do ano de 2019, quando 36 feminicídios também foram registrados. Além disso, é 38% maior do que o registrado em 2024.

A luta

Como advogada, Ana Claudia garantiu que caso chegue à Assembleia Legislativa vai lutar para aprovar mecanismos mais rigorosos para combater todo tipo de violência contra a mulher. Para ela, não é concebível que muitas mulheres ainda tenham suas vidas ceifadas por homens violentos e machistas.

As diversas formas de violência

Ana Cláudia lembrou diversas formas de violência, como a física e psicológica, que devastam as famílias. Afirmou que o avanço da violência contra a mulher é resultado de um conjunto de fatores que se arrastam ao longo da história, como a questão cultural, mas também consequência da sociedade machista, sentimento de posse, entre outros aspectos que precisam ser identificados.
“Este é um caso sério, um tema sobre o qual trabalho há muito tempo, desde a minha formação como advogada”, explicou.

Outros temas

Em sua caminhada rumo a Assembleia Legislativa, Ana pretende abordar outros temas como a questão do desemprego e a luta dos jovens pelo primeiro emprego; o reingresso das pessoas com mais de 40 e 50 anos no mercado de trabalho, além da melhoria da saúde.

Mais uma mulher na política

Como pré-candidata a deputada, Ana defendeu o estímulo ao debate em torno da participação feminina na política, para que haja equilíbrio na divisão de poder. “Temos que lutar para estimular o debate e assim, termos mais equilíbrio de propostas e de projetos. Quanto mais mulheres participarem da política mais teremos esse leque de debate enriquecido com a visão, sensibilidade e conhecimento da realidade que toda mulher tem ", observou.

Os cargos

Ana Cláudia Vital é esposa do senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB). Em sua trajetória, ela chegou a ocupar por três anos a superintendência da Funasa, o cargo de secretária executiva da Mulher e da Diversidade Humana e de secretária executiva da Casa Civil. Antes de ingressar no MDB, foi filiada ao Podemos. No MDB, pretende chegar à Casa de Epitácio Pessoa e garante que, com o mandato, caso seja eleita, vai lutar para ajudar no desenvolvimento da Paraíba.

*Severino Lopes é editor regional de O Poder


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Homenagem — Lembra dos Mamonas Assassinas? Eles agora vão adubar árvores de um parque em Guarulhos, por Hylda Cavalcanti*

21/02/2026

A notícia foi publicada com exclusividade pelo colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, e rapidamente ganhou repercussão nacional devido à imagem que os protagonistas deixaram na memória coletiva dos brasileiros. Os integrantes do grupo musical Mamonas Assassinas, que viveram sete meses de muito sucesso na década de 1990 e faleceram, juntos, de forma precoce num acidente aéreo, terão agora seus corpos exumados e cremados.

Mas não se trata de nenhuma investigação póstuma. Isso tudo acontecerá para que as cinzas deles possam ser transformadas em adubo e usadas no plantio de árvores em um bioparque localizado em Guarulhos (SP), terra natal de todos — numa forma de homenagem diferente e especial.



Ciclo de passagem

A exumação e o uso das cinzas, que recebeu o aval dos parentes, marca os 30 anos do acidente aéreo que vitimou os músicos e também um ciclo de passagem do grupo.

Pois apesar do sucesso que fize...

A notícia foi publicada com exclusividade pelo colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, e rapidamente ganhou repercussão nacional devido à imagem que os protagonistas deixaram na memória coletiva dos brasileiros. Os integrantes do grupo musical Mamonas Assassinas, que viveram sete meses de muito sucesso na década de 1990 e faleceram, juntos, de forma precoce num acidente aéreo, terão agora seus corpos exumados e cremados.

Mas não se trata de nenhuma investigação póstuma. Isso tudo acontecerá para que as cinzas deles possam ser transformadas em adubo e usadas no plantio de árvores em um bioparque localizado em Guarulhos (SP), terra natal de todos — numa forma de homenagem diferente e especial.


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Ciclo de passagem

A exumação e o uso das cinzas, que recebeu o aval dos parentes, marca os 30 anos do acidente aéreo que vitimou os músicos e também um ciclo de passagem do grupo.

Pois apesar do sucesso que fizeram, dos CDs vendidos (principalmente entre crianças e adolescentes) e dos shows realizados em todo o país, Dinho, Bento Hinoto, Júlio Rasec, Samuel Reoli e Sérgio Reoli, se apresentaram por menos de um ano entre o lançamento oficial dos Mamonas no mundo artístico e o fatídico acidente.

Trajetória meteórica

Conforme as informações dadas pela prefeitura de Guarulhos e familiares, a exumação acontece dias antes de o acidente completar 30 anos, em 2 de março

Com músicas como Brasília Amarela e Pelados em Santos, os Mamonas Assassinas tiveram uma trajetória meteórica. Lançaram apenas um álbum de estúdio e estavam no auge da popularidade quando o acidente ocorreu.


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Colisão com serra

O avião Learjet 25D, que os transportava, caiu na Serra da Cantareira, na zona norte de São Paulo. A aeronave havia partido de Brasília com destino ao Aeroporto de Guarulhos. Na manobra de aproximação para o pouso, o jato perdeu altitude e colidiu com a vegetação da serra.

Além dos integrantes do grupo, também faleceram o piloto, o copiloto e um segurança. A tragédia provocou comoção nacional e marcou uma geração de fãs.

*Hylda Cavalcanti é editora de O Poder aos sábados


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STF determina ao Estado do RJ que apresente todas as câmeras e imagens da operação policial que matou mais de 120 pessoas em outubro passado

21/02/2026

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o Estado do Rio de Janeiro envie, em até 20 dias, todas as câmeras e imagens capturadas durante a Operação Contenção à Diretoria Geral da Polícia Federal. A PF terá então 15 dias para realizar a perícia do material, com transcrição e laudo completo. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20/02) no âmbito da chamada Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) Nº 635, mais conhecida como a “ADPF das Favelas”.

A Operação Contenção, repercutiu no país e internacionalmente, foi realizada em 28 de outubro de 2025 nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro. Passou a ser considerada, até hoje, a mais letal da história do estado fluminense. A ação policial, que tinha como alvo integrantes do Comando Vermelho, resultou em 121 mortos, incluindo quatro policiais. Na mesma decisão, Moraes determinou que as imagens dos exames cadavéricos das vítimas também sejam...

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o Estado do Rio de Janeiro envie, em até 20 dias, todas as câmeras e imagens capturadas durante a Operação Contenção à Diretoria Geral da Polícia Federal. A PF terá então 15 dias para realizar a perícia do material, com transcrição e laudo completo. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20/02) no âmbito da chamada Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) Nº 635, mais conhecida como a “ADPF das Favelas”.

A Operação Contenção, repercutiu no país e internacionalmente, foi realizada em 28 de outubro de 2025 nos complexos do Alemão e da Penha, na zona norte do Rio de Janeiro. Passou a ser considerada, até hoje, a mais letal da história do estado fluminense. A ação policial, que tinha como alvo integrantes do Comando Vermelho, resultou em 121 mortos, incluindo quatro policiais. Na mesma decisão, Moraes determinou que as imagens dos exames cadavéricos das vítimas também sejam encaminhadas à Polícia Federal para análise pericial.


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CNMP e MP têm prazo

Além da perícia nas imagens, a decisão impõe obrigações a outros órgãos. O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) deverá prestar informações atualizadas, no prazo de cinco dias, sobre o estágio atual da análise do Plano Estratégico de Reocupação Territorial apresentado pelo Estado do Rio de Janeiro em 22 de dezembro de 2025. O plano já conta com a anuência da Defensoria Pública estadual, manifestada em 6 de janeiro de 2026.

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro também foi cobrado e terá cinco dias para enviar ao STF relatórios e laudos determinados pelo ministro em novembro do ano passado, referenciados na petição 163566/2025. Além disso, o MP fluminense deverá encaminhar todas as câmeras e imagens capturadas durante a Operação Contenção — mesma obrigação imposta ao governo estadual.

Novos esclarecimentos

A decisão desta sexta-feira dá sequência a uma série de determinações sobre a operação. Em 5 de fevereiro, o Supremo pediu novos esclarecimentos sobre a ação policial. Em resposta, o governo fluminense informou ao STF a publicação de um decreto que cria o Programa de Assistência à Saúde Mental aos Policiais Civis e Militares do Estado do Rio de Janeiro.

Inquérito suspenso

O acompanhamento judicial da Operação Contenção pelo STF teve um capítulo relevante ainda em novembro de 2025. Na ocasião, o ministro Alexandre de Moraes suspendeu o inquérito policial aberto pela 22ª Delegacia da Penha, que investigava familiares de vítimas por terem removido corpos do local da operação.

Na mesma decisão de novembro, o Supremo ordenou que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro apresentasse a relação de pessoas presas com e sem mandado judicial, bem como os resultados das audiências de custódia realizadas no contexto da operação.

Para conter a ação policial

A Defensoria Pública estadual também foi instada a informar se estava sendo garantido às famílias o acesso às provas e aos procedimentos necessários para a assistência jurídica. A “ADPF das Favelas” é uma ação em curso no STF que tem como objetivo conter a violência policial nas comunidades do Rio de Janeiro. A ação foi proposta pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) e já resultou em uma série de decisões que impõem limites e condicionamentos às operações policiais realizadas nas favelas cariocas.

— Por Carolina Villella/ HJur


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Exército oficializa aposentadoria de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, a partir de 2 de março

21/02/2026

O Exército oficializou essa semana a aposentadoria do tenente-coronel Mauro Barbosa Cid, que foi ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro. A portaria transfere Cid para a reserva remunerada a partir de 2 de março, com proventos da ordem de R$ 16 mil.

Mauro Cid foi um dos réus da Ação Penal Nº 2668, julgada no ano passado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que condenou Bolsonaro e outros militares da reserva por tentativa de golpe de Estado. Como o tenente-coronel fez delação premiada, conseguiu receber pena mínima, que foi abatida pelo período em que ficou preso de 2023 até o ano passado.

Pedido aceito em janeiro

A portaria foi assinada na última quinta-feira (19/02), pelo general de Brigada Luiz Duarte de Figueiredo Neto, atual diretor de Assistência ao Pessoal do Exército. Mauro Cid pediu aposentadoria antecipada em agosto do ano passado, pouco antes de ser condenado no inquérito do golpe. O pedido foi aceito em janeiro...

O Exército oficializou essa semana a aposentadoria do tenente-coronel Mauro Barbosa Cid, que foi ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro. A portaria transfere Cid para a reserva remunerada a partir de 2 de março, com proventos da ordem de R$ 16 mil.

Mauro Cid foi um dos réus da Ação Penal Nº 2668, julgada no ano passado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que condenou Bolsonaro e outros militares da reserva por tentativa de golpe de Estado. Como o tenente-coronel fez delação premiada, conseguiu receber pena mínima, que foi abatida pelo período em que ficou preso de 2023 até o ano passado.

Pedido aceito em janeiro

A portaria foi assinada na última quinta-feira (19/02), pelo general de Brigada Luiz Duarte de Figueiredo Neto, atual diretor de Assistência ao Pessoal do Exército. Mauro Cid pediu aposentadoria antecipada em agosto do ano passado, pouco antes de ser condenado no inquérito do golpe. O pedido foi aceito em janeiro pelo comando do Exército.

Com 46 anos de idade, o tenente-coronel possui 30 anos de serviços prestados às Forças Armadas. Com a aposentadoria oficializada, ele terá de deixar a casa oficial do Exército onde mora com a família na Vila Militar de Brasília.

— Por HJur

Derrotado pela Suprema Corte, Trump anuncia nova tarifa global de 10%, após decisão que derrubou taxação anterior

21/02/2026

Depois de a Suprema Corte dos Estados Unidos ter derrubado o tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump a vários países, o chefe do Executivo-norte americano voltou a anunciar, nesta sexta-feira (20/02), a assinatura de uma ordem executiva para impor nova tarifa global de 10% usando a seção 122 da Lei de Comércio americana de 1974.

Esta seção da lei de 1974 permite que o presidente imponha taxas de até 15% por até 150 dias sobre as importações de todos os países, sem necessidade de aprovação do Congresso. A medida foi anunciada horas depois de a Suprema Corte decidir, por 6 votos a 3, que Trump excedeu sua autoridade ao impor tarifas por meio de uma lei reservada para emergências nacionais.



“Poderes de emergência”

Ao anunciar a nova tarifa de 10%, Trump afirmou que a decisão da Suprema Corte “não anula as tarifas, mas apenas a aplicação específica da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na s...

Depois de a Suprema Corte dos Estados Unidos ter derrubado o tarifaço imposto pelo presidente Donald Trump a vários países, o chefe do Executivo-norte americano voltou a anunciar, nesta sexta-feira (20/02), a assinatura de uma ordem executiva para impor nova tarifa global de 10% usando a seção 122 da Lei de Comércio americana de 1974.

Esta seção da lei de 1974 permite que o presidente imponha taxas de até 15% por até 150 dias sobre as importações de todos os países, sem necessidade de aprovação do Congresso. A medida foi anunciada horas depois de a Suprema Corte decidir, por 6 votos a 3, que Trump excedeu sua autoridade ao impor tarifas por meio de uma lei reservada para emergências nacionais.


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“Poderes de emergência”

Ao anunciar a nova tarifa de 10%, Trump afirmou que a decisão da Suprema Corte “não anula as tarifas, mas apenas a aplicação específica da Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional (IEEPA, na sigla em inglês)”. O presidente disse ainda que, em um esforço para "proteger nosso país", ele aumentará as tarifas com base em outras leis.

Trump foi questionado se os bilhões de dólares em receita tarifária que os EUA arrecadaram desde o anúncio do tarifaço, em abril de 2025, terão que ser reembolsados. "Isso não foi discutido. Imagino que teremos que recorrer à justiça pelos próximos anos. Vamos acabar nos tribunais por cinco anos", acrescentou.

De acordo com especialistas em finanças, quaisquer que sejam essas alternativas, provavelmente levarão tempo para serem implementadas, enquanto Trump reclama e lamenta o abalo feito na sua política econômica e diplomática.

Quem votou no Judiciário dos EUA

A decisão da Suprema Corte norte-americana foi feita por três magistrados considerados liberais — Ketanji Brown Jackson, Elena Kagan e Sonia Sotomayor — votaram a favor da derrubada das tarifas anunciadas pelo presidente dos EUA em abril de 2025, acompanhados por outros três juízes tidos como conservadores: Amy Coney Barrett, Neil Gorsuch e John Roberts.

Por sua vez, os magistrados Brett Kavanaugh, Samuel Alito e Clarence Thomas, também integrantes do colegiado, discordaram da posição, mas foram votos vencidos.

Impacto no Brasil

Na prática, a decisão da Suprema Corte derruba as tarifas de 10% ou mais que vinham sendo aplicadas desde abril de 2025 à maioria dos parceiros comerciais dos Estados Unidos — incluindo os 10% impostos então ao Brasil. No entanto, não são afetadas as tarifas específicas sobre importações de aço e alumínio, que também incluem produtos brasileiros.

Ainda não está claro como a nova tarifa global de 10% anunciada por Trump nesta sexta irá afetar as exportações brasileiras aos Estados Unidos. Em novembro, Trump já havia retirado tarifas de 40% sobre diversos produtos brasileiros, após negociação direta feita com o presidente Lula.

— Com informações da BBC News


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Brasil e Índia reforçam parceria, assinam acordos bilaterais e prometem atuar juntos na reestruturação da ONU

21/02/2026

A parceria entre Brasil e Índia, já antiga, foi reforçada neste sábado (21/02) durante anúncio conjunto feito entre o presidente Lula e o primeiro-ministro indiano Narendra Modi, em Nova Délhi. Os dois formalizaram a assinatura de atos para parcerias nas áreas de saúde, comércio e transição energética. E ressaltaram as intenções dos dois países de ampliar as relações bilaterais, existentes desde os anos 90. Lula e Modi também afirmaram, durante o anúncio, que atuarão na defesa do multilateralismo e para implementar mudanças que permitam a reestruturação das Nações Unidas (ONU).

Terras raras

Um dos atos assinados neste sábado foi um memorando entre o Ministério de Minas do Governo da República da Índia e o Ministério de Minas e Energia do Brasil sobre cooperação no campo de elementos de terras raras e minerais críticos. Esses minerais estratégicos têm um papel importante na transição energética, pois são utilizados na indústria de alta tecnologia par...

A parceria entre Brasil e Índia, já antiga, foi reforçada neste sábado (21/02) durante anúncio conjunto feito entre o presidente Lula e o primeiro-ministro indiano Narendra Modi, em Nova Délhi. Os dois formalizaram a assinatura de atos para parcerias nas áreas de saúde, comércio e transição energética. E ressaltaram as intenções dos dois países de ampliar as relações bilaterais, existentes desde os anos 90. Lula e Modi também afirmaram, durante o anúncio, que atuarão na defesa do multilateralismo e para implementar mudanças que permitam a reestruturação das Nações Unidas (ONU).

Terras raras

Um dos atos assinados neste sábado foi um memorando entre o Ministério de Minas do Governo da República da Índia e o Ministério de Minas e Energia do Brasil sobre cooperação no campo de elementos de terras raras e minerais críticos. Esses minerais estratégicos têm um papel importante na transição energética, pois são utilizados na indústria de alta tecnologia para produção de turbinas eólicas e carros híbridos.

“O encontro entre Índia e Brasil é uma reunião de superlativos: Não somos apenas as duas maiores democracias do Sul Global. Este é o encontro da farmácia do mundo com o celeiro do mundo. De uma superpotência digital com uma superpotência da energia renovável. Somos ambos países megadiversos e pólos da indústria cultural. Somos ambos defensores do multilateralismo e da paz”, afirmou Lula.

Comércio bilateral

Narendra Modi, por sua vez, destacou o compromisso de elevar o comércio bilateral para além de US$ 20 bilhões nos próximos cinco anos, e destacou a cooperação entre os dois países em diferentes áreas.

“O nosso comércio não é só um número, ele é um símbolo de nossa confiança mútua. A nossa cooperação na área de agricultura e resiliência climática, agricultura de precisão, biofertilizantes, vai fortalecer a segurança alimentar de ambos os países. Temos possibilidades ilimitadas de cooperação na área de saúde, na área farmacêutica, e vamos trabalhar para melhorar o fornecimento de medicamentos a preço acessível e de qualidade para o Brasil.”, frisou o primeiro-ministro.


Transição digital e energética

O presidente brasileiro destacou os esforços conjuntos dos dois países que resultam em avanços na colaboração em áreas como transição digital e energética, saúde, defesa, comércio, cooperação multilateral e defesa da paz.

“Ampliar os investimentos e a cooperação em matéria de energias renováveis e minerais críticos está no cerne do acordo pioneiro que assinamos hoje. No marco da Aliança Global para Biocombustíveis, nossos países estão assegurando o devido espaço para essa tecnologia na agenda climática e energética global”, declarou.


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Manutenção da paz

Lula frisou, ainda, a importância do Brasil e da Índia seguirem no trabalho de reformulação da ONU e nos esforços pela manutenção da paz no planeta. “Não há possibilidade de desenvolvimento sustentável e justo em um mundo conflagrado”, acentuo

Ele reiterou o compromisso por parte do Brasil com a reforma da ONU, especialmente do Conselho de Segurança, de forma que “represente os interesses do Sul Global e que tenha Brasil e Índia como candidatos naturais”. “As únicas guerras que a humanidade deve lutar são as contra a fome, a pobreza e a degradação do meio ambiente”, citou.

—Com informações da Agência E-Gov


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Última rodada do Paraibano define quatro clubes para semifinais e sacramenta rebaixamento de dois, por Severino Lopes*

21/02/2026

A rodada mais emocionante do Campeonato Paraibano 2026 será disputada neste domingo (22), e com todos os jogos marcados para o mesmo horário, às 18h. Os jogos da 9ª rodada da competição definirão os quatro clubes classificados para as semifinais e que seguirão na briga pelo título. Além disso, também, vão sacramentar os rebaixados para 2027. Será briga na parte de cima e debaixo da tabela.

Seis na briga

Pelo menos, seis equipes estão na briga para terminar essa fase no G4, sendo elas, o Campinense que lidera a competição com 15 pontos, o Botafogo (PB), que é o vice-líder, com a mesma pontuação, mas perde no critério de desempate; Treze, o Serra Branca, Sousa e Nacional de Patos. Na briga para fugir do rebaixamento estão o Pombal, Confiança de Sapé e Esporte de Patos.

O líder

Líder do Campeonato Paraibano com 15 pontos, o Campinense está a um ponto para chegar às semifinais da competição depois de três temporada...

A rodada mais emocionante do Campeonato Paraibano 2026 será disputada neste domingo (22), e com todos os jogos marcados para o mesmo horário, às 18h. Os jogos da 9ª rodada da competição definirão os quatro clubes classificados para as semifinais e que seguirão na briga pelo título. Além disso, também, vão sacramentar os rebaixados para 2027. Será briga na parte de cima e debaixo da tabela.

Seis na briga

Pelo menos, seis equipes estão na briga para terminar essa fase no G4, sendo elas, o Campinense que lidera a competição com 15 pontos, o Botafogo (PB), que é o vice-líder, com a mesma pontuação, mas perde no critério de desempate; Treze, o Serra Branca, Sousa e Nacional de Patos. Na briga para fugir do rebaixamento estão o Pombal, Confiança de Sapé e Esporte de Patos.

O líder

Líder do Campeonato Paraibano com 15 pontos, o Campinense está a um ponto para chegar às semifinais da competição depois de três temporadas em que não passou da primeira fase e ficou sem calendário para o ano seguinte. A última vez que o Campinense passou da primeira fase e disputou as semifinais do Campeonato Paraibano foi em 2022, quando conquistou de forma invicta, o 22º título de sua história.

O adversário

Na 9ª e última rodada, a Raposa enfrenta o Esporte de Patos, no José Cavalcanti, em Patos. Para não correr qualquer risco de ficar fora do G4, o Rubro-negro precisa pelo menos arrancar um empate. Caso vença o duelo contra os sertanejos, o Campinense garante o primeiro lugar na competição e a vantagem de decidir em casa, a partida das semifinais que valerá vaga para a final.

O time

Para a partida contra o Esporte, o técnico Evaristo Pizza deve mandar a campo, a mesma equipe que empatou com o Dinossauro. A Raposa deve entrar em campo com Wallace, Augusto Potiguar, Franklin, Gabriel Yanno e Jackson; Lídio, Emerson e Éverton Helen; Vitinho, Joãozinho e Miguel Vinícius.

A campanha

Em oito partidas, a Raposa venceu quatro, incluindo os dois clássicos contra o Botafogo e o Treze, perdeu uma para o Nacional de Patos e empatou três nos confrontos com o Pombal, Confiança e Sousa, um aproveitamento de 62%.

Vale a permanência

Vale a permanência na elite do futebol paraibano. Já o Esporte entra em campo pressionando e correndo risco de rebaixamento. O Patinho vai para o jogo com o interino Paulinelly, que assumiu o time após a saída de Higor César. Ele vem tendo um intervalo de nove dias desde a última partida, para ajustar o grupo para o confronto decisivo.
Por isso, o jogo promete ser disputado e com emoções do começo ao fim.

Treze só depende de si para se classificar

O Treze vai jogar a vida contra o Nacional de Patos. Ocupando a 4ª colocação do Campeonato Paraibano com 12 pontos, o Treze só depende de si para conquistar a classificação. O Galo enfrenta o Nacional de Patos no Estádio O Amigão, em Campina Grande precisando da vitória. Se vencer, estará classificado para as semifinais do Estadual. Um empate ou derrota, pode complicar de vez a vida do alvinegro.

4 x 4

Em oito partidas, o Treze venceu quatro partidas, perdeu quatro, incluindo o Clássico dos Maiorias contra o Campinense, um aproveitamento de 50%. A partida contra o Nacional será um confronto direto e difícil, mas o técnico Roberto Fernandes disse saber lidar com a pressão. Mesmo com altos e baixos no Campeonato Paraibano, o técnico do Treze, Roberto Fernandes acredita na reação do seu time nesta reta final da competição.

O time que entrará em campo

O Galo deve entrar em campo com a mesma formação que no meio de semana perdeu de 2 x 0 para o Botafogo. O técnico Roberto Fernandes deve escalar Rodolfo, Ryan, Lucas Rocha, Yan e Luan; Kevin, Marquinhos e Thiago Alagoano (Silvano), Pedro Igor, Gustavo Brinquedo e Giva.


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Nacional sonha com classificação

Se o Treze entra em campo em busca da vaga no G4, o Nacional de Patos não será diferente. Atualmente na 6ª posição, com 11 pontos, o Nacional de Patos terá apenas um jogo para seguir sonhando com a vaga no G-4. Matematicamente, tem chances de terminar a fase classificatória no G4 e na briga pelo título. Para isso, precisa vencer o Treze e torcer por um tropeço do Sousa.

Sousa não depende apenas de si

Atual bicampeão paraibano, o Sousa não depende apenas de seus esforços para obter a classificação e seguir na disputa pelo tricampeonato. Com 12 pontos, o Dinossauro precisa vencer o Pombal em duelo a ser disputado no Marizão, e ainda torcer por um tropeço do Treze contra o Nacional de Patos.

Botafogo enfrenta Serra Branca

Uma das situações mais confortáveis da rodada é a do Botafogo. Com 15 pontos, o Belo só precisa vencer o Serra Branca no Almeidão para selar a classificação. Dependendo do resultado no duelo entre Campinense e Esporte de Patos, o Botafogo pode ainda chegar em primeiro lugar, o que daria vantagem na próxima fase de decidir a vaga para a final em casa.


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Escalação do “professor” Lisca

O técnico Lisca deve mandar a campo, a mesma equipe que no meio de semana venceu o Clássico Tradição por 2 x 0, com Michael Fracaro, Erick, Yan Souto, Márcio Silva e PK; Jhonata Varela, Igor Maduro, Giovanni, Nenê, Kayon, e Henrique Dourado.

Clima de apreensão

No Serra, o clima é de apreensão. Após a eliminação da Copa do Brasil no meio de semana para o Porto (BA), o Serra precisa segurar o Belo para terminar a fase no G4. No momento, o Carcará ocupa a 3ª colocação na tabela com 13 pontos.

Fugindo do rebaixamento

Em outro jogo da última rodada, o Atlético de Cajazeiras enfrenta o lanterna Confiança no Perpetão. Matematicamente, o Trovão ainda tem chances de classificação, mas remotas. Já o Confiança, entra em campo praticamente rebaixado. Quem está fugindo para não fazer companhia ao Confiança na zona da degola, é o Pombal. O time sertanejo é vice-lanterna, e terá que vencer o Sousa e torcer por um tropeço do Esporte, para evitar o rebaixamento.

Promete

A rodada promete e, ao término, serão conhecidos os quatro clubes que seguirão na briga pelo título da principal competição esportiva da Paraíba, bem como, os dois que em 2027 disputarão a segunda divisão. É só aguardar a bola rolar.

*Severino Lopes é editor regional de O Poder


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Ataques israelenses ao sul do Líbano provocaram ao menos 10 mortes e deixaram 25 feridos

21/02/2026

O governo israelenses executou vários ataques no Vale do Bekaa, localizado no leste do Líbano nesta sexta-feira (20/02), que deixaram, pelo menos, 10 mortos e 25 feridos, conforme informações da imprensa estatal libanesa.

O argumento de Israel foi que os alvos pertenciam ao Hezbollah e que eles atingiram um centro de comando do grupo. Foram divulgados pelo governo israelense que oito membros do Hezbollah foram mortos.

Tensão na área

Os ataques foram iniciados no começo da última semana e provocaram um clima de tensão na região fronteiriça entre os dois países. De acordo com relatos divulgados pela imprensa libanesa, aviões de combate bombardearam os arredores das cidades de Basaliya e Mlikh, além das Colinas de Rihan, no distrito de Jezzine, pertencente à província do Sul.

As informações foram publicadas pela agência Prensa Latina, que citou fontes da mídia local e autoridades libanesas. Segundo os relatos, no mesmo dis...

O governo israelenses executou vários ataques no Vale do Bekaa, localizado no leste do Líbano nesta sexta-feira (20/02), que deixaram, pelo menos, 10 mortos e 25 feridos, conforme informações da imprensa estatal libanesa.

O argumento de Israel foi que os alvos pertenciam ao Hezbollah e que eles atingiram um centro de comando do grupo. Foram divulgados pelo governo israelense que oito membros do Hezbollah foram mortos.

Tensão na área

Os ataques foram iniciados no começo da última semana e provocaram um clima de tensão na região fronteiriça entre os dois países. De acordo com relatos divulgados pela imprensa libanesa, aviões de combate bombardearam os arredores das cidades de Basaliya e Mlikh, além das Colinas de Rihan, no distrito de Jezzine, pertencente à província do Sul.

As informações foram publicadas pela agência Prensa Latina, que citou fontes da mídia local e autoridades libanesas. Segundo os relatos, no mesmo distrito de Jezzine, forças israelenses também atingiram as Colinas de Jabbour e uma pedreira próxima à cidade de Sajd.

Violação a acordo

Os bombardeios se estenderam ainda à área de Wadi Barghaz, na região de Hasbaya, e à faixa territorial entre as cidades de Houmine e Deir Zahrani, localizadas na província de Nabatieh. Em outro episódio, um helicóptero israelense lançou artefatos explosivos sobre uma residência no bairro de Al-Kassair, na cidade de Mays al-Jabal, nas proximidades da fronteira com a Palestina ocupada.

As ações ocorrem em um contexto de crescentes denúncias do governo libanês sobre violações recorrentes do acordo de cessar-fogo firmado em novembro de 2024 entre Israel e o Movimento de Resistência Libanês Hezbollah. Segundo fontes oficiais mencionadas nos relatos, essas violações já resultaram em vítimas.

Exigência de Beirute

Diante da escalada dos ataques, o governo em Beirute anunciou que exige a interrupção imediata das operações militares israelenses, o respeito à soberania do país e o fim da ocupação de cinco colinas e outras áreas que permanecem sob controle israelense desde conflitos anteriores.

— Com Agências Internacionais de Notícias


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Choro e vela - Turma de Raquel Teixeira Lyra interpõe recurso contra decisão de Gilmar Mendes

20/02/2026

A determinação do ministro do STF, Gilmar Mendes, de colocar a Polícia Federal para investigar os supostos desvios da polícia civil do governo de Pernambuco, ao espionar adversários da governadora, ganha um novo capítulo no Supremo. Conforme O Poder apurou com exclusividade, auxiliares e partidários da governadora interpuseram um agravo regimental contestando a decisão do ministro. Cabe ao próprio Gilmar decidir se o agravo será acolhido ou não. Qualquer que seja a decisão, o assunto será submetido à 2a Turma da corte superior. O julgamento será secreto.

Andamento

Foram apresentadas duas outras petições porém como o processo corre em segredo de Justiça não foi possível determinar a sua procedência. Em função desse jogo de recursos e petições, as investigações foram temporariamente suspensas.

A determinação do ministro do STF, Gilmar Mendes, de colocar a Polícia Federal para investigar os supostos desvios da polícia civil do governo de Pernambuco, ao espionar adversários da governadora, ganha um novo capítulo no Supremo. Conforme O Poder apurou com exclusividade, auxiliares e partidários da governadora interpuseram um agravo regimental contestando a decisão do ministro. Cabe ao próprio Gilmar decidir se o agravo será acolhido ou não. Qualquer que seja a decisão, o assunto será submetido à 2a Turma da corte superior. O julgamento será secreto.

Andamento

Foram apresentadas duas outras petições porém como o processo corre em segredo de Justiça não foi possível determinar a sua procedência. Em função desse jogo de recursos e petições, as investigações foram temporariamente suspensas.

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