Assine O PODER

É GRÁTIS!

Preencha o formulário e seja o nosso assinante!

Show de Raí Saia Rodada, Mostra de Circo, peças teatrais, festivais e exposições, movimentam a agenda cultural no Grande Recife

14/08/2026

A programação cultural é ampla. Diversificada. Com atrações para todos os públicos e gostos. Musica, teatro, dança, cinema e artes plásticas. A programação cultural no Grande Recife reserva atrações para todos os públicos. Entre os destaques, estão o show gratuito de Raí Saia Rodada, em Olinda, e o festival "Clássicos do Forró", no Classic Hall, com shows de Magníficos e Limão com Mel.



Mostra

A agenda também conta com a 15ª Mostra de Circo do Recife, o espetáculo "O Estrangeiro – Versão Multimídia", com direção de Vera Holtz, peça "Farsa da boa preguiça", com texto de Ariano Suassuna, e a feira de afroempreendedorismo Expo Preta. A programação conta ainda com diversos espetáculos e exposições com artistas locais, abordando temas variados do cotidiano.



Confira a programação:

5ª Expo Preta
A feira reúne 20 marcas de afroempreendedorismo com itens de moda, beleza, arte, artesan...

A programação cultural é ampla. Diversificada. Com atrações para todos os públicos e gostos. Musica, teatro, dança, cinema e artes plásticas. A programação cultural no Grande Recife reserva atrações para todos os públicos. Entre os destaques, estão o show gratuito de Raí Saia Rodada, em Olinda, e o festival "Clássicos do Forró", no Classic Hall, com shows de Magníficos e Limão com Mel.


imagem2


Mostra

A agenda também conta com a 15ª Mostra de Circo do Recife, o espetáculo "O Estrangeiro – Versão Multimídia", com direção de Vera Holtz, peça "Farsa da boa preguiça", com texto de Ariano Suassuna, e a feira de afroempreendedorismo Expo Preta. A programação conta ainda com diversos espetáculos e exposições com artistas locais, abordando temas variados do cotidiano.


imagem3


Confira a programação:

5ª Expo Preta
A feira reúne 20 marcas de afroempreendedorismo com itens de moda, beleza, arte, artesanato, gastronomia, plantas, artigos para pets e instrumentos de percussão de matriz africana. O evento busca ser uma vitrine para pequenos negócios liderados por pessoas negras em Pernambuco.
5ª Expo Preta RioMar
Sexta-feira (14) e sábado (15), das 9h às 22h; e no domingo (16), das 12h às 21h
RioMar Recife - Praça de Eventos (piso L1): Avenida República do Líbano, 251, Pina - Recife


Exposição "Quem leu leu"
O Circuito Faísca apresenta uma programação voltada a publicações experimentais e a exposição “Quem Leu Leu”, do artista e designer de linguagem Preto Matheus. A mostra foi montada a partir de uma experimentação, lançada como "livro de artista" com páginas soltas reunidas numa caixa. Na exposição, as páginas se transformam em painéis de grandes dimensões, convidando as pessoas a decifrar um enigma visual.


Exposição "Quem Leu Leu", de Preto Matheus
Eventos de abertura na sexta-feira (14), das 18h às 22h, e no sábado (15), das 13h às 22h. Visitação até 13 de setembro
A Casa do Cachorro Preto: Rua Treze de Maio, 99, Carmo - Olinda

Espetáculo “A Receita”
O espetáculo teatral “A Receita” tem atuação solo de Naná Sodré. Com texto e direção de Samuel Santos, a montagem aborda temas como violência doméstica, gênero, identidade racial e classe social por meio de uma tragicomédia centrada em uma mulher anônima e invisibilizada.
Espetáculo “A Receita”
Sexta-feira (14) e sábado (15), às 19h, e dias 21, 22, 28 e 29 de agosto, no mesmo horário
Espaço O Poste: Rua do Riachuelo, 641, Boa Vista - Recife

Cine Apipucos
Projeto realizado pela Viva do Brasil, empresa que gere parques públicos do Recife, o "Cine Apipucos" promove exibição de filmes a céu aberto com almofadas, cadeiras e organização em formato de plateia. Durante as sessões, a "Cine Feira" oferece opções de lanches no local.
Cine Apipucos
Confira programação:
Sexta-feira (14): 19h - "Vida de Solteiro"(1h39, 14 anos, romance)
Sábado (15): 18h - "Querida, Encolhi as Crianças" (1h34, Livre, comédia)
Domingo (16): 16h30 - "A Era do Gelo 2" (1h31, Livre, animação infantil)
Parque Apipucos: Rua de Apipucos, s/n, Apipucos – Recife

Exposição "Tropeço do Passista"

O artista pernambucano Lu Ferreira apresenta a exposição “Tropeço do Passista” com curadoria de Elizabeth Bandeira. A mostra reúne pinturas que incorporam o risco e o erro como elementos do processo criativo, em diálogo com referências do frevo, da música e da atmosfera artística de Olinda.
Exposição “Tropeço do Passista”, de Lu Ferreira
Abertura na sexta-feira (14), das 19h às 22h. Visitação de terça a sexta, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 14h às 16h
Sala Laura Nigro – Museu Regional de Olinda: Rua do Amparo, 128, Amparo - Olinda

Peça "Farsa da boa preguiça"
O grupo Célula de Teatro estreia uma montagem inédita de “Farsa da Boa Preguiça”, clássico de Ariano Suassuna, antecipando as celebrações do centenário do escritor, em 2027. Fiel ao texto original, o espetáculo, dirigido por Domingos Soares, retoma uma comédia que articula auto popular, literatura de cordel e tradição oral nordestina para tratar de temas como arte, sobrevivência, ética, fé e poder.
Peça "Farsa da boa preguiça"
Teatro Barreto Júnior (Rua Estudante Jeremias Bastos, s/n, Pina - Recife)
Sexta (14) e sábado (15), às 19h30
Domingo (16), às 19h
Teatro do Parque (Rua do Hospício, 81, Boa Vista - Recife)

25 anos da Cia. Etc.

A Cia. Etc. celebra 25 anos de trajetória com uma ocupação cultural entre julho e agosto, reunindo espetáculos, intervenções urbanas e mostra de videodança. As atividades acontecem em diferentes espaços pelo Grande Recife com uma programação que revisita obras centrais do repertório da companhia pernambucana, marcada pela pesquisa entre dança, audiovisual e arte sonora.
25 anos da Cia. Etc. Programação:
"O Tempo das Lebres"
Sexta (14) e sábado (15), às 19h30
Teatro Samuel Campelo: Praça Nossa Sra. do Rosário - Jaboatão dos Guararapes


"Involuntário"
Dia 22 de agosto, às 9h
Praça da Várzea
Dia 28, às 12h
Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco: Avenida da Arquitetura, s/n, Cidade Universitária - Recife
Show "Dança e canta", de Armando Fuentes

Armando Fuentes apresenta pela primeira vez no Recife o show “Dança e canta”, com repertório dedicado à música internacional dos anos 1960 a 2000. A apresentação reúne ritmos como salsa, pop latino, merengue, latin jazz, cúmbia, samba e bachata, além de baladas, bolero e bossa nova. No palco, o cantor será acompanhado por músicos pernambucanos em uma proposta voltada à dança, ao canto e à interação com o público.
Show "Dança e canta", de Armando Fuentes
Sexta-feira (14), às 20h30
Clube Português do Recife: Avenida Rosa e Silva, 172, Graças – Recife


imagem4


Circo Godot
A Companhia Circo Godot de Teatro inicia uma nova temporada que usa técnicas circenses para abordar relações de poder entre opressor e oprimido. Protagonizada por Asaías Rodrigues e Charles de Lima, a programação também inclui a oficina “Por Nada se Espera”, voltada a pessoas a partir de 15 anos.
Circo Godot
Oficina “Por Nada se Espera”
Sábado (15), das 9h às 16h
Museu Cais do Sertão, na sala “Caixa de Poesia”: Avenida Alfredo Lisboa, s/n, no Bairro do Recife
Domingo (16), às 17h
Museu Cais do Sertão, no Auditório “É do povo”: Avenida Alfredo Lisboa, s/n, no Bairro do Recife

Projeto “Na Pisada do Cavalo Marinho Boi Estrela: Intercâmbio de Tradições”
O projeto “Na Pisada do Cavalo-Marinho Boi Estrela: Intercâmbio de Tradições” realiza uma programação gratuita de oficinas e apresentações voltada ao diálogo entre diferentes manifestações culturais pernambucanas. A iniciativa reúne cavalo-marinho, caboclinho, maracatu e dança afro em encontros entre grupos, mestres, comunidades e público.

Na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo: Rua Passarela, 18A, Chão de Estrelas – Recife

Exposição "Recife Anda Luz"
A exposição “Recife Anda Luz”, das artistas e designers Maria Eduarda Belém e Sofia Lobo, apresenta 27 painéis de MDF recortado a laser a partir de referências da arquitetura e da paisagem gráfica do Recife. Grades residenciais, vitrais, pisos e fachadas de espaços da cidade aparecem reorganizados em composições que exploram a relação entre desenho, luz e sombra.
Exposição "Recife Anda Luz"
Abertura no sábado (15), às 15h, com visita guiada. Visitação até 26 de setembro. De quarta-feira a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Sábado das 10h às 17h
Museu Murillo La Greca: Rua Leonardo Bezerra Cavalcanti, 366, Parnamirim - Recife

Show “Na Semente das Encruzas”, de Jonatas Onofre
O cantor e compositor pernambucano Jonatas Onofre estreia o show “Na Semente das Encruzas”, em que retorna ao formato voz e teclado. O espetáculo reúne canções inéditas e músicas resgatadas de diferentes momentos da trajetória do artista. Com quase duas décadas de atuação na música e na literatura, Jonatas construiu percurso independente com discos, EPs, singles e apresentações em festivais e projetos culturais de Pernambuco.
Show “Na Semente das Encruzas”, de Jonatas Onofre
Sábado (15), às 15h
Teatro Clênio Wanderley - Casa da Cultura: Rua Floriano Peixoto, s/n, São José - Recife

Festival Clássicos do Forró
O festival Clássicos do Forró reúne as bandas Magníficos, Limão com Mel, Mastruz com Leite e Cavalo de Pau em uma noite dedicada ao ritmo nordestino. A programação revisita repertórios que marcaram gerações, com músicas como “Me Usa”, “Cristal Quebrado”, “Toma Conta de Mim”, “Saga de um Vaqueiro” e “Meu Vaqueiro, Meu Peão”.
Clássicos do Forró
Sábado (15), a partir das 19h
Classic Hall: Avenida Agamenon Magalhães, s/n, Salgadinho – Olinda

15ª Mostra de Circo do Recife
A 15ª Mostra de Circo do Recife reúne mais de 50 atividades, entre espetáculos, números circenses e musicais, intervenções, oficinas, debates e exibição de filme, com participação de diferentes gerações e linguagens do circo pernambucano. A mostra também homenageia quatro artistas ligados às artes circenses: Mister Salles e Palhaço Jipinho, in memoriam, além de Williams Sant’anna e Mickael Marvey.
15ª Mostra de Circo do Recife
A partir de sábado (15) até dia 25 de agosto
Sábado (15), no Parque Governador Eduardo Campos: Via Mangue, s/n, Pina - Recife, na área do antigo Aeroclube

Espetáculo "O Estrangeiro – Versão Multimídia"
O espetáculo revisita o romance de Albert Camus em uma nova encenação dirigida por Vera Holtz e protagonizada por Guilherme Leme Garcia. A peça aproxima teatro, cinema, videoarte e performance para acompanhar Meursault, personagem central do clássico publicado em 1942, em uma narrativa atravessada por temas como absurdo, liberdade e condição humana.
Espetáculo "O Estrangeiro – Versão Multimídia"
Sábado (15) às 20h, e domingo (16) às 18h
Teatro Luiz Mendonça – Parque Dona Lindu: Avenida Boa Viagem, S/N, - Recife


Show de Baco Exu do Blues
O rapper Baco Exu do Blues traz ao Recife a “Hasos Tour”, do álbum mais recente do artista. O show reúne músicas do novo trabalho e sucessos da carreira, em uma apresentação que combina rap, poesia, performance e elementos visuais.
Show de Baco Exu do Blues
Sábado (15), a partir das 22h
Armazém 14: Avenida Alfredo Lisboa, s/n, no Bairro do Recife

Show de Raí Saia Rodada
Raí Saia Rodada celebra os 25 anos de carreira com a gravação de um novo DVD em Recife. O projeto reúne regravações e convidados como Wesley Safadão, Nattanzinho Lima, Joelma e ex-vocalistas da banda Saia Rodada.
Show de Raí Saia Rodada
Domingo (16), a partir das 16h
Centro de Convenções: Avenida Professor Andrade Bezerra, s/n, Salgadinho - Olinda


Show “Festivais da MPB”, com Leandro Silva

O cantor pernambucano Leandro Silva apresenta o espetáculo “Festivais da MPB”, dedicado a canções marcadas pelas décadas de 1960, 1970 e 1980. A proposta é revisitar a história dos grandes festivais televisionados da música brasileira.
Show “Festivais da MPB”, com Leandro Silva
Domingo (16), às 16h
Instituto Marcos Hacker de Melo: Rua Tenente João Cícero, 258, Boa Viagem - Recife
Espetáculo de Mágica com Rodrigo Lima
O espetáculo de mágica com Rodrigo Lima mistura ilusionismo, humor e participação do público, com proposta voltada para pais e filhos. Um dos destaques do show é a participação do personagem Zeca, um papagaio de ventriloquia que interage com a plateia. O encerramento traz um número inédito inspirado na relação entre pais e filhos.
Espetáculo de Mágica com Rodrigo Lima
Todos os domingos de agosto, às 17h
Rooftop do Shopping Tacaruna: Avenida Governador Agamenon Magalhães, 153, Santo Amaro - Recife
Gratuito

Exposição "Vereda Interior"
Nesta mostra, o fotógrafo pernambucano Gustavo Pimentel alterna entre o registro espontâneo de situações do cotidiano e a construção de cenas que evocam suas memórias. As imagens revelam um sertão contemporâneo, distante dos estereótipos, e apresentam uma leitura poética do território. A exposição fotográfica reúne imagens feitas ao longo de duas décadas.
Exposição "Vereda Interior"
Visitação até 16 de agosto. De terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 18h
Torre Malakoff: Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife – Recife

Exposição "Hoje eu subi numa pilha de livros pra estar à sua altura"

Em sua primeira exposição individual, a artista visual Carolina Drahomiro propõe uma reflexão sobre a força de trabalho da mulher no contexto social.
Exposição "Hoje eu subi numa pilha de livros pra estar à sua altura"
Visitação até 16 de agosto. De terça a sexta-feira, das 10h às 17h, e aos sábados e domingos, das 14h às 18h
Torre Malakoff: Praça do Arsenal, s/n, Bairro do Recife – Recife

Exposição "Traços da Memória"

A exposição “Traços da Memória” reúne trabalhos da artista visual Consuelo Figueira. A mostra apresenta quadros e obras decorativas desenhadas à caneta, com paisagens, fauna e flora nordestinas inspiradas no movimento armorial. Terapeuta ocupacional de formação, Consuelo passou a apresentar seus desenhos após a aposentadoria em 2022.
Exposição "Traços da Memória"
Visitação até 17 de agosto, das 9h às 17h
Galeria Pedra do Reino, no Compaz Ariano Suassuna: Avenida General San Martin, 1208, Cordeiro – Recife

Exposição “Forquilha”
A exposição “Forquilha” reúne mais de 100 obras recentes dos artistas Fernando Duarte e Fernando Augusto. Com curadoria de Guilherme Moraes, a mostra parte do encontro entre as pesquisas dos dois artistas e propõe um diálogo entre diferentes leituras da realidade, com trabalhos ligados à figura humana, paisagem, memória, território e imaginação.
Exposição “Forquilha”
Visitação até 23 de agosto, de terça a sexta-feira, das 9h às 17h, e sábados e domingos, das 14h às 17h
Museu do Estado de Pernambuco (Mepe): Avenida Rui Barbosa, 960, Graças –

Palestra “Mente Próspera: A Vida é Aqui e Agora”, com Monja Coen
A Monja Coen participa de uma palestra sobre autoconhecimento, equilíbrio e propósito. Com o tema “Mente Próspera: A Vida é Aqui e Agora”, a ideia é reunir reflexões ligadas à liderança consciente e à transformação social. Autora best-seller e palestrante, Monja Coen é conhecida por levar mensagens sobre paz e equilíbrio a diferentes públicos.
Palestra “Mente Próspera: A Vida é Aqui e Agora”, com Monja Coen
Dia 17 de agosto, às 19h
RioMar Recife, no Piso L4: Avenida República do Líbano, 251, Pina - Recife

Exposição "Vladimir Jazbec – Sem Fronteiras. Sem Reservas."

A Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco recebe a primeira exposição póstuma dedicada ao pintor esloveno Vladimir Jazbec. A mostra apresenta um conjunto de obras do artista e propõe uma reflexão sobre fronteiras físicas, culturais e existenciais. A iniciativa é organizada pela ADENE – Associação dos Eslovenos no Nordeste, com apoio do Consulado da Eslovênia no Recife.
Exposição "Vladimir Jazbec – Sem Fronteiras. Sem Reservas."
Visitação até 21 de agosto, de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h; e aos sábados, das 9h às 13h
Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco: R. João Lira, s/n, Santo Amaro - Recife

Exposição “Cozinha Sertaneja – Comer para resistir”

A exposição “Cozinha Sertaneja – Comer para resistir” propõe um olhar sobre a culinária sertaneja como patrimônio cultural, reunindo objetos, utensílios, instalações, fotografias e textos com curadoria de Bruno Albertim e Lúcio Omena. O percurso, que faz parte do projeto Fenearte – Cozinha de Território, aborda temas como mandioca, criação de animais, conservação dos alimentos, convivência familiar e religiosidade popular no semiárido.
Exposição “Cozinha Sertaneja – Comer para resistir”
Visitação até 23 de agosto. De terça a domingo, das 9h às 17h
Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa: Largo do Varadouro, s/n, Varadouro – Olinda

Exposição "Acervo em Diálogo"
Com curadoria de Beth da Matta, a exposição reúne obras produzidas entre as décadas de 1940 e 2020 e coloca em diálogo artistas que ajudaram a construir importantes capítulos da arte brasileira e pernambucana. Entre os nomes apresentados estão Farnese de Andrade, Francisco Brennand, Lula Cardoso Ayres e Reynaldo Fonseca.
Exposição "Acervo em Diálogo"
Visitação até 27 de agosto. De segunda a sexta-feira, das 9h às 18h; e aos sábados, das 10h às 14h
Galeria Maurício Redig: Empresarial Marcela Dubeux Priori, Av. Eng. Domingos Ferreira, 604, Térreo

Exposição "Futuro do Pretérito", de Guilherme Rakim
A primeira exposição individual de Guilherme Rakim reúne obras que articulam memória, ancestralidade, futurismo e tecnologia. Nascido em 2004 e morador da Mustardinha, no Recife, o artista apresenta pinturas construídas a partir de referências da cultura pernambucana, da oralidade, do misticismo e de narrativas afetivas, além de dialogar com conceitos como afrociberdelia e tecnoperiferia.
Exposição "Futuro do Pretérito", de Guilherme Rakim
Até 31 de agosto
Umbral das Artes: Rua Ulhôa Cintra, 122, Santo Antônio - Recife
Exposição “Bicho Feira”
A primeira exposição individual de Hugo Sá transforma a Feira de Caruaru em ponto de partida para uma produção que articula memória, cultura popular e arte contemporânea. Com curadoria de Paula Borghi, “Bicho Feira” reúne pinturas e esculturas inspiradas em personagens, paisagens e objetos do Agreste pernambucano. Natural de Caruaru, o artista revisita lembranças da infância e cria uma linguagem visual que transita entre figuração e abstração.
Exposição “Bicho Feira”
Visitação até 4 de setembro, de segunda a sexta, das 10h às 19h
Número Galeria: Rua Professor Eduardo Wanderley Filho, 187, térreo, Boa Viagem – Recife

Exposição "Letras da Ilha"

A exposição “Letras da Ilha” apresenta a arte dos pintores letristas de Itamaracá e propõe um recorte da memória gráfica da ilha. A mostra reúne fotografias, vídeos, obras, langanhos e letreiros produzidos por artistas que transformam madeira, tinta e tipografia popular em expressão cultural. Resultado de uma pesquisa iniciada em 2020 por Lili Nascimento, o projeto também destaca nomes como Tuca Pintor, Dilza Fernanda, John Alex e Edilson Catanha.
Exposição "Letras da Ilha"
Visitação até 4 de outubro
Embaixada da Ciranda Lia de Itamaracá: Avenida Benigno Cordeiro Galvão, 559, Jaguaribe, Ilha de Itamaracá

Exposição "O céu não cabe em nenhum paraíso"
A exposição individual de Ramonn Vieitez reúne cerca de 30 obras inéditas e destaca a pesquisa recente do artista sobre o gesto, a luz e a matéria. Com curadoria de Yuri Quevedo, a mostra apresenta paisagens atravessadas por tensão, mistério e pela ideia de recomeço, em trabalhos que articulam pintura, estrutura e suporte como uma linguagem única. A exposição também conta com obras de alumínio, com referências na arte medieval.
Exposição "O céu não cabe em nenhum paraíso", de Ramonn Vieitez
Até 25 de setembro, de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 17h
Galeria Marco Zero: Av. Domingos Ferreira, 3393, Boa Viagem - Recife

Exposição "Terravulta"
A exposição “Terravulta” reúne trabalhos inéditos dos artistas Anti Ribeiro e Cristiano Lenhardt, com curadoria de Rita Vênus. A proposta destaca processos artísticos marcados pela experimentação, pela materialidade e pela ação do tempo sobre as superfícies.
Exposição "Terravulta"
Visitação até 26 de setembro. De segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 15h
Galeria Amparo 60: Rua Professor Eduardo Wanderley Filho, 187, Boa Viagem - Recife
36ª Bienal de São Paulo – Itinerância Recife
A Oficina Francisco Brennand recebe a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo, que retorna à capital pernambucana depois de 15 anos. A exposição "Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática" reúne obras de 14 artistas com referências culturais de Pernambuco, como o Manguebeat e o estuário dos rios Beberibe e Capibaribe.
A inauguração da mostra também marcou a abertura do espaço expositivo "Ateliê Francisco Brennand - Uma janela para o mundo”, nos Salões de Esculturas da Oficina, com o mobiliário original e a disposição dos objetos da forma que eram utilizados por Francisco Brennand. Essa mostra será permanente.
36ª Bienal de São Paulo – Itinerância Recife
Até 18 de outubro. Visitação de terça a domingo, das 9h às 17h (última entrada às 16h)
Oficina Francisco Brennand: Rua Diogo de Vasconcelos, s/n, Propriedade Santos Cosme e Damião, Várzea - Recife


Exposição “Dança das Plantas”
A exposição “Dança das Plantas”, da arquiteta e artista visual Sheyla Camargo, reúne 30 obras inéditas entre colagens e tapeçarias inspiradas em formas orgânicas da natureza e em referências como Henri Matisse, Roberto Burle Marx e Oscar Niemeyer. Primeira individual da artista, a exposição marca a consolidação da colagem como principal linguagem de sua produção.
Exposição “Dança das Plantas”
Até 24 de outubro. Visitação de quarta a sábado, das 10h às 16h
Instituto Ploeg: Rua da Santa Cruz, 190, Boa Vista - Recife

Exposição "Esse é Sérvulo Esmeraldo"
A Caixa Cultural Recife recebe a exposição “Esse é Sérvulo Esmeraldo”, dedicada à trajetória do artista cearense que é apontado como expoente da arte cinética brasileira. A mostra reúne 50 obras, entre esculturas, pinturas, gravuras e desenhos, produzidas ao longo de quase 70 anos de carreira. Com curadoria de Dodora Guimarães Esmeraldo, a seleção apresenta diferentes fases da produção do artista.
Exposição "Esse é Sérvulo Esmeraldo"
Visitação até 25 de outubro. De terça a sábado, das 10h às 20h, e domingos e feriados, das 10h às 18h
Caixa Cultural Recife: Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife


Exposições “Que herança você vai poder?” e “Restituir o possível”
O Museu da Abolição abre duas exposições que marcam uma nova etapa do projeto museográfico da instituição após a reforma concluída em 2022. As mostras abordam memória, resistência e herança afro-brasileira, a partir de obras contemporâneas e de um recorte do acervo de cultura material africana do museu. “Que herança você vai poder?” reúne 26 artistas e 31 obras em torno dos desdobramentos da abolição no Brasil. Já “Restituir o possível” apresenta peças de 12 países africanos e insere o museu no debate sobre restituição de bens culturais.
Exposições “Que herança você vai poder?” e “Restituir o possível”
Sem prazo determinado. Visitação de segunda a sexta, das 9h às 17h; sábado, das 13h às 17h
Museu da Abolição: Rua Benfica, 1150, Madalena -Recife

Exposição “Escolas do Barro”
O Museu de Arte Popular do Recife (MAP) celebra 40 anos de atividades com a exposição “Escolas do Barro”. A mostra traz a diversidade e a tradição da produção cerâmica pernambucana com 109 obras de importantes artistas como Mestre Vitalino, Ana das Carrancas e Zé do Carmo.
Exposição “Escolas do Barro”
Até 2027. Visitação de quarta a domingo, das 10h às 16h
Museu de Arte Popular: casa 49, Pátio de São Pedro, São José – Recife

Com vasta programação, agora é só se programar e aproveitar.

O Poder

Veneziano se reúne com Lula e grava com o presidente renovando compromisso com sua reeleição para o Senado

14/08/2026

O Senador e pré-candidato à reeleição para o Senado Federal Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) esteve reunido ontem, quinta-feira (13/08) com o presidente e pré-candidato à reeleição Luís Inácio Lula da Silva (PT).

Objetivo

O objetivo, dentre outros, foi o de gravar nova mensagem de apoio de Lula à reeleição de Veneziano.

“Estivemos hoje com o nosso querido presidente Lula. E desses nossos encontros, sempre trazemos um abraço afetuoso para os paraibanos e boas novas. Seguimos juntos, trabalhando e levando a Paraíba cada vez mais longe”, publicou Veneziano, em suas redes sociais.

Reafirmou

Lula aproveitou e reafirmou a importância da recondução de Veneziano, segundo ele, um parceiro histórico e importante para a Paraíba e para o Brasil. “É preciso que a gente reconduza Veneziano para o Senado”, reafirmou o presidente.

O Senador e pré-candidato à reeleição para o Senado Federal Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) esteve reunido ontem, quinta-feira (13/08) com o presidente e pré-candidato à reeleição Luís Inácio Lula da Silva (PT).

Objetivo

O objetivo, dentre outros, foi o de gravar nova mensagem de apoio de Lula à reeleição de Veneziano.

“Estivemos hoje com o nosso querido presidente Lula. E desses nossos encontros, sempre trazemos um abraço afetuoso para os paraibanos e boas novas. Seguimos juntos, trabalhando e levando a Paraíba cada vez mais longe”, publicou Veneziano, em suas redes sociais.

Reafirmou

Lula aproveitou e reafirmou a importância da recondução de Veneziano, segundo ele, um parceiro histórico e importante para a Paraíba e para o Brasil. “É preciso que a gente reconduza Veneziano para o Senado”, reafirmou o presidente.

Cantor Armando Fuentes apresenta pela primeira vez no Recife o show “Dança e Canta”

14/08/2026

Um show que marca mais um encontro do artista com o público pernambucano, reforçando sua conexão com a cidade e sua paixão pela música. O artista Armando Fuentes apresenta hoje, sexta-feira (14/08), pela primeira vez no Recife o show “Dança e Canta”, uma celebração vibrante da música internacional.



A apresentação

A apresentação acontece às 20h30, na Adega do Clube Português do Recife, reunindo ritmos que atravessam décadas e fronteiras. Fuentes promete uma experiência única, marcada pela energia contagiante e pela diversidade sonora que compõe seu repertório.



Acompanhado

No palco, o cantor será acompanhado por músicos pernambucanos de destaque: Caio Covosk no teclado, Márcio Scooby no contrabaixo, Well Medeiros na guitarra, Pedro Torres na bateria e André Botelho na percussão. Juntos, eles conduzem o público por uma viagem musical que vai dos anos 60 aos anos 2000, com canções pre...

Um show que marca mais um encontro do artista com o público pernambucano, reforçando sua conexão com a cidade e sua paixão pela música. O artista Armando Fuentes apresenta hoje, sexta-feira (14/08), pela primeira vez no Recife o show “Dança e Canta”, uma celebração vibrante da música internacional.


imagem2


A apresentação

A apresentação acontece às 20h30, na Adega do Clube Português do Recife, reunindo ritmos que atravessam décadas e fronteiras. Fuentes promete uma experiência única, marcada pela energia contagiante e pela diversidade sonora que compõe seu repertório.


imagem3


Acompanhado

No palco, o cantor será acompanhado por músicos pernambucanos de destaque: Caio Covosk no teclado, Márcio Scooby no contrabaixo, Well Medeiros na guitarra, Pedro Torres na bateria e André Botelho na percussão. Juntos, eles conduzem o público por uma viagem musical que vai dos anos 60 aos anos 2000, com canções premiadas pelo Grammy e Billboard. Salsa, Pop Latino, Merengue, Latin Jazz, Cumbia, Samba e Bachata se misturam às Baladas, ao Bolero e à Bossa Nova.


imagem4


Destaca

Sobre o diferencial da noite, Fuentes destaca que o show tem um aspecto importante com música e dança.
“Este show tem um aspecto muito importante, já que a Adega oferece um espaço amplo para dançar. O público do Recife poderá curtir e cantar ao som da boa música internacional e nacional em espanhol, inglês e português.” A proposta é unir performance, interação e liberdade para o público aproveitar cada ritmo.


imagem5


O artista

O artista também ressalta a atmosfera especial do local: A combinação de música, dança e gastronomia promete transformar a noite em uma experiência completa.

“Espero a todos para se divertir numa noite sem igual e inesquecível, quando cantarei com muita entrega e amor para todas e todos” convidou.

O Poder


imagem6

Cláudio Castro volta a ser alvo de busca e apreensão em operação da PF

14/08/2026

A PF (Polícia Federal) deflagrou na manhã de hoje, sexta-feira (14/08) a segunda fase da Operação Sem Refino. Segundo a PF, a ação mira o ex-governador Cláudio Castro (PL). Um dos mandados é cumprido em uma casa em Petrópolis (RJ) que é investigada por ser sede de uma série de negociações fraudulentas.

Investiga

A Operação Sem Refino investiga a atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis, suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.
Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, expedidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Apura

A operação desta sexta-feira apura a atuação de agentes públicos, entre eles nomes que atuaram na Secretaria de Meio Ambiente e na Secretaria de Transformação Digital do Estado.

Objetivo

Segundo a PF, a ação tem...

A PF (Polícia Federal) deflagrou na manhã de hoje, sexta-feira (14/08) a segunda fase da Operação Sem Refino. Segundo a PF, a ação mira o ex-governador Cláudio Castro (PL). Um dos mandados é cumprido em uma casa em Petrópolis (RJ) que é investigada por ser sede de uma série de negociações fraudulentas.

Investiga

A Operação Sem Refino investiga a atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis, suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior.
Foram cumpridos 16 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro, expedidos pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Apura

A operação desta sexta-feira apura a atuação de agentes públicos, entre eles nomes que atuaram na Secretaria de Meio Ambiente e na Secretaria de Transformação Digital do Estado.

Objetivo

Segundo a PF, a ação tem por objetivo apurar fraude na concessão de licenças ambientais para a refinaria, à revelia das diretrizes dos órgãos técnicos competentes, além de lavagem de capitais ligada ao esquema criminoso.

Ramal Cajueiro Seco/Cabo do Metrô do Recife fica sem funcionar por cinco dias para obras

14/08/2026

O ramal Cajueiro Seco/Cabo, da Linha Sul do Metrô do Recife, vai ser paralisado por cinco dias, a partir de hoje, sexta-feira (14/08) até a próxima terça-feira (18/08). Segundo a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), a suspensão ocorre para uma obra no local.

O ramal

O ramal faz parte do sistema de Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) operado pela CBTU na Região Metropolitana do Recife. Ele vai de Jaboatão dos Guararapes ao Cabo de Santo Agostinho e o trecho tem 17,6 quilômetros.

A obra

A obra é para a realização de atividades de duplicação da passagem de nível localizada entre as estações Pontezinha e Ponte dos Carvalhos, ambas no Cabo de Santo Agostinho.

Passagem de nível

Passagem de nível é o ponto onde uma linha férrea cruza uma rua, avenida ou estrada no mesmo nível, ou seja, sem viaduto ou túnel. Nesses locais, a circulação de trens e de veículos precisa ser organ...

O ramal Cajueiro Seco/Cabo, da Linha Sul do Metrô do Recife, vai ser paralisado por cinco dias, a partir de hoje, sexta-feira (14/08) até a próxima terça-feira (18/08). Segundo a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), a suspensão ocorre para uma obra no local.

O ramal

O ramal faz parte do sistema de Veículos Leves sobre Trilhos (VLT) operado pela CBTU na Região Metropolitana do Recife. Ele vai de Jaboatão dos Guararapes ao Cabo de Santo Agostinho e o trecho tem 17,6 quilômetros.

A obra

A obra é para a realização de atividades de duplicação da passagem de nível localizada entre as estações Pontezinha e Ponte dos Carvalhos, ambas no Cabo de Santo Agostinho.

Passagem de nível

Passagem de nível é o ponto onde uma linha férrea cruza uma rua, avenida ou estrada no mesmo nível, ou seja, sem viaduto ou túnel. Nesses locais, a circulação de trens e de veículos precisa ser organizada para evitar acidentes.

Suspensão temporária

A suspensão da Linha Diesel é temporária e está prevista para terminar após a conclusão das atividades programadas para o período.
Para atender aos passageiros que dependem do transporte, o Grande Recife Consórcio de Transportes Metropolitano vai reforçar a operação no Terminal Integrado (TI) de Cajueiro Seco.

Frota de ônibus

A partir desta sexta-feira (14/08), ocorre aumento na oferta dos ônibus que trafegam paralelos aos trilhos do trem, da antiga BR-101.

O Poder

Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta sexta-feira

14/08/2026

Brasília, 14 de agosto de 2026 — Sexta-feira

Sextou, Mas Brasília não recebeu o aviso
Sextou. Mas, antes de pensar no almoço, Brasília precisa passar pela Pixbet, STF, TSE, Lei da Reciprocidade, pesquisas eleitorais barradas e a contagem regressiva para o início oficial da campanha.

A eleição de 2026 entra neste fim de semana em outra dimensão: amanhã termina o prazo para registro das candidaturas e, no domingo, a propaganda finalmente sai do “pré” e entra oficialmente nas ruas e nos algoritmos. Enquanto isso, o Judiciário discute inteligência artificial, liberdade de imprensa, pesquisas e bilhões.

Em Brasília, sexta-feira é apenas o nome do dia. Descanso continua sendo uma tese sem maioria no plenário.


Ativa Web DataLab – Kassio preserva saldo positiv, mas STF concentra desgaste

Estudo da Ativaweb DataLab analisou 2.542.369 menções, comentários e interações públicas no Facebook e I...

Brasília, 14 de agosto de 2026 — Sexta-feira

Sextou, Mas Brasília não recebeu o aviso
Sextou. Mas, antes de pensar no almoço, Brasília precisa passar pela Pixbet, STF, TSE, Lei da Reciprocidade, pesquisas eleitorais barradas e a contagem regressiva para o início oficial da campanha.

A eleição de 2026 entra neste fim de semana em outra dimensão: amanhã termina o prazo para registro das candidaturas e, no domingo, a propaganda finalmente sai do “pré” e entra oficialmente nas ruas e nos algoritmos. Enquanto isso, o Judiciário discute inteligência artificial, liberdade de imprensa, pesquisas e bilhões.

Em Brasília, sexta-feira é apenas o nome do dia. Descanso continua sendo uma tese sem maioria no plenário.


Ativa Web DataLab – Kassio preserva saldo positiv, mas STF concentra desgaste

Estudo da Ativaweb DataLab analisou 2.542.369 menções, comentários e interações públicas no Facebook e Instagram, entre 12 de julho e 11 de agosto, envolvendo Kassio Nunes Marques, TSE e STF.

O ministro apresentou 51,2% de manifestações em tom positivo, 11,7% de conteúdo jornalístico/neutro e 37,1% negativo. O TSE alcançou 63,8% de manifestações positivas, enquanto o STF concentrou 60,8% de tom negativo.

Leitura estratégica: o dado mais relevante é a fragmentação da percepção institucional. O público digital não está necessariamente transferindo a avaliação de uma instituição automaticamente para seus integrantes ou para outra Corte.

Nas redes, a toga pode ser a mesma; a percepção pública, definitivamente, não é.



Lula tem a maior audiência – e também a maior comunidade feminina

Outro levantamento da Ativaweb DataLab mostra uma característica estratégica da disputa presidencial: Lula encerrou o período analisado com aproximadamente 14,87 milhões de seguidores, sendo 9.086.278 mulheres — 61,54% de sua audiência.

Flávio Bolsonaro aparece com 5.154.768 mulheres (48,14%), seguido de Romeu Zema, com 1.458.201 (41,35%); Ronaldo Caiado, com 878.981 (40,58%); e Renan Santos, com 403.465 (21,84%).

Leitura estratégica: tamanho de audiência não significa voto, mas demografia revela onde cada candidatura possui ativos ou dificuldades de comunicação. Em uma campanha altamente segmentada, saber quem compõe a comunidade pode ser tão importante quanto saber quantas pessoas existem nela.

No digital, milhões impressionam. Mas entender quem são esses milhões é o que transforma audiência em estratégia.

Eleição 2026: amanhã fecha o cartório, domingo abre o algorismo

Partidos, federações e coligações têm até 19h deste sábado (15) para apresentar os pedidos de registro de candidatura à Justiça Eleitoral. No domingo, 16 de agosto, começa oficialmente a propaganda eleitoral nas ruas e na internet.

Na prática, este é um divisor de águas. Até agora acompanhávamos pré-candidatos, convenções e posicionamentos. A partir de domingo teremos campanhas formalmente estruturadas, impulsionamento autorizado dentro das regras eleitorais, guerra de narrativas e uma quantidade muito maior de conteúdo político disputando atenção simultaneamente.

Leitura estratégica: quem organizou militância, banco de conteúdo, distribuição e inteligência de dados antes da largada começa com vantagem. Campanha digital não começa quando se aperta “publicar”; começa quando se entende quem precisa receber cada mensagem.

Domingo começa a campanha oficial. O algoritmo, obviamente, já estava em campanha há meses.



TSE, Deefake e IA: a campanha nem começou e o futuro já está na pauta

Os ministros do TSE devem se reunir na próxima terça-feira para discutir uma posição conjunta sobre deepfakes e inteligência artificial nas eleições, depois de o encontro previsto para esta semana ter sido adiado. No centro da discussão está uma ação envolvendo vídeo produzido com IA no qual Jair Bolsonaro aparece manifestando apoio a Flávio Bolsonaro.

A questão vai muito além de um único vídeo. A Justiça Eleitoral precisará estabelecer, na prática, a fronteira entre conteúdo sintético identificado, manipulação, sátira, liberdade de expressão e material capaz de induzir o eleitor ao erro.

Leitura estratégica: este pode se tornar um dos temas estruturantes da eleição de 2026. O volume de conteúdo produzido por IA tende a crescer justamente quando a atenção do eleitor estará mais fragmentada.

A inteligência artificial entrou definitivamente na campanha. Agora a política terá de provar que também possui inteligência suficiente para lidar com ela.


Flávio, Missão e uma filiação que virou caso de investigação

O episódio envolvendo uma suposta filiação de Flávio Bolsonaro ao partido Missão provocou confusão no sistema eleitoral e chegou a impedir temporariamente o registro da candidatura pelo PL. O TSE informou que não houve invasão ao sistema e determinou apuração do caso; posteriormente, o PL conseguiu registrar a candidatura.

A poucos dias do início oficial da campanha, o episódio mistura tecnologia, segurança dos sistemas partidários, disputa política e potencial exploração narrativa.

Leitura estratégica: independentemente do resultado da investigação, o caso oferece material pronto para mobilização digital. Para um lado, narrativa de fraude; para outro, cobrança por explicações e segurança dos procedimentos.

A campanha nem começou oficialmente e já apareceu uma filiação que ninguém pediu. O roteiro de 2026 segue competitivo.



Instituto Veritá: quando a pesquisa começa a ser pesquisada

O Instituto Veritá acumula decisões judiciais envolvendo levantamentos eleitorais em 13 estados e no Distrito Federal, segundo levantamento publicado pelo Metrópoles. Só nesta semana, pesquisas em Sergipe e Rio Grande do Norte tiveram divulgação proibida pela Justiça Eleitoral. Entre os questionamentos apontados estão metodologia, composição das amostras e inconsistências em dados; o instituto defende sua metodologia e histórico.

Em período eleitoral, pesquisa não influencia apenas manchetes: orienta doadores, alianças, militância, estratégias de comunicação e percepção de viabilidade eleitoral.

Leitura estratégica: qualquer crise envolvendo institutos tende a extrapolar o instituto e alimentar novamente o debate sobre credibilidade das pesquisas eleitorais como um todo.

Em 2026, até a pesquisa eleitoral precisará disputar confiança antes de disputar manchete.


Brus I reciprocidade: Brasil abre canal mas a realização ainda não está no Correio

O governo brasileiro abriu formalmente procedimento relacionado à Lei da Reciprocidade Econômica em resposta às medidas comerciais dos Estados Unidos. A iniciativa cria um canal institucional de negociação, mas não significa automaticamente adoção imediata de retaliações.

A tensão agora entra numa fase mais técnica e diplomática. Empresários acompanham com atenção porque uma escalada tarifária poderia atingir cadeias produtivas, exportadores e preços, enquanto politicamente o governo tenta sustentar uma narrativa de defesa da soberania sem fechar as portas para negociação.

Leitura estratégica: “soberania” tende a aparecer cada vez mais no vocabulário eleitoral. É um conceito capaz de dialogar simultaneamente com economia, diplomacia, patriotismo e política interna.

Na diplomacia, reciprocidade é uma palavra elegante para lembrar que toda ação pode receber resposta.


Fachin, Morais e o sigilo da fonte: O STF debate também os limites do próprio poder


O presidente do STF, Edson Fachin, defendeu publicamente a proteção constitucional ao sigilo da fonte jornalística após decisão do ministro Alexandre de Moraes relacionada a investigação envolvendo fonte de jornalista no Maranhão. Moraes sustentou que o caso envolve suspeitas de crimes e não atividade jornalística legítima.

O assunto coloca novamente em evidência uma discussão sensível: liberdade de imprensa, proteção de fontes, investigação criminal e limites da atuação judicial.

Leitura estratégica: o maior impacto pode não estar no processo específico, mas na narrativa institucional. Divergências públicas entre ministros possuem elevada capacidade de repercussão porque alimentam interpretações sobre unidade, limites e funcionamento do Supremo.

Quando o Supremo começa a discutir os limites do próprio Supremo, Brasília imediatamente aumenta o volume.



BRB: Fux tenta a mediação, mas o PIX de R$ 6,6 bilhões ainda não caiu

A audiência conduzida pelo ministro Luiz Fux, no STF, terminou sem acordo definitivo para destravar uma solução financeira envolvendo o Banco de Brasília. Distrito Federal, União, BRB, representantes do sistema financeiro e Ministério Público continuam negociando.

O caso tem relevância financeira e política porque envolve instituição controlada pelo governo do Distrito Federal e uma operação bilionária, exigindo acomodação entre interesses públicos, regulatórios e financeiros.

Leitura estratégica: enquanto houver negociação aberta, cada nova movimentação poderá provocar repercussão no mercado e em Brasília.

Quando a mediação envolve bilhões, até o cafezinho da reunião entra em modo de compliance.


STF começa a discutir R$6,1 bilhões para poupadores

O Supremo inicia hoje, no plenário virtual, julgamento sobre as regras para pagamento de valores decorrentes dos antigos planos econômicos Bresser, Verão, Collor I e Collor II. Segundo entidade representante dos poupadores, cerca de R$ 6,1 bilhões ainda estão pendentes e mais de 200 mil poupadores e herdeiros poderiam estar envolvidos.

É uma pauta menos barulhenta politicamente, mas de grande impacto econômico e social, especialmente para famílias que aguardam solução há décadas.

Algumas discussões no Supremo demoram tanto que o processo já pode ter herdeiro.



PIXBET: a aposta virou caso de polícia e o mapa já tem cinco países

A Operação Arena continua produzindo desdobramentos. Investigação da Polícia Federal, Receita Federal e Ministério Público apura uma estrutura empresarial ligada à Pixbet que teria utilizado empresas no Brasil e no exterior, criptoativos e operações financeiras para movimentar e ocultar recursos. O Metrópoles informa que a teia empresarial passou por estruturas sediadas em cinco países ao longo de 13 anos. A Justiça autorizou bloqueio de até R$ 1,1 bilhão em bens e valores.

O Ministério da Fazenda também suspendeu cautelarmente a autorização federal da Pixbet por questões administrativas relacionadas a controles e documentação procedimento que, segundo a pasta, é independente da operação policial. O escritório de Nelson Wilians, também alcançado pelas buscas, afirma que sua relação com a empresa é exclusivamente profissional.

Leitura estratégica: o caso tem todos os ingredientes de alta propagação digital: bet, bilhões, criptomoedas, empresas internacionais, empresários conhecidos e imagens de luxo. A investigação ainda está no começo, portanto é importante separar fatos comprovados, suspeitas investigadas e responsabilidades individuais.

A casa sempre dizia que a aposta era internacional. Desta vez, quem abriu o mapa foi a Polícia Federal.

Brasil dá início ao processo de reciprocidade contra EUA

14/08/2026

O governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica.

Informou

Em nota, o Palácio do Planalto informou que o procedimento foi iniciado a partir do compartilhamento do pedido pela Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) com os demais integrantes de seu Comitê-Executivo de Gestão. Paralelamente, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) notificará o governo dos Estados Unidos e solicitará a abertura de consultas diplomáticas.

Lei de Reciprocidade

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a compet...

O governo federal anunciou a abertura formal do processo para avaliar se a imposição unilateral de tarifas por parte dos Estados Unidos (EUA) contra exportações brasileiras será respondida com base na Lei da Reciprocidade Econômica.

Informou

Em nota, o Palácio do Planalto informou que o procedimento foi iniciado a partir do compartilhamento do pedido pela Secretaria-Executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex) com os demais integrantes de seu Comitê-Executivo de Gestão. Paralelamente, o Ministério das Relações Exteriores (MRE) notificará o governo dos Estados Unidos e solicitará a abertura de consultas diplomáticas.

Lei de Reciprocidade

Aprovada no ano passado, justamente em reação ao primeiro tarifaço do governo de Donald Trump, a Lei nº 15.122 estabelece critérios para suspensão de concessões comerciais em resposta a ações, políticas ou práticas unilaterais de outro país que impacte negativamente a competitividade econômica do Brasil.

Medidas

Dentre as possíveis medidas, o Brasil poderá impor tributos ou taxas, acabar com isenções ou redução de valores de tarifas de importação, ou ainda restringir importações de bens ou serviços. Pela lei, as contramedidas devem ser, na medida do possível, aplicadas na mesma proporção do prejuízo econômico causado por outro país ou bloco econômico ao Brasil.

Tarifaço

Em julho, o Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) impôs uma sobretaxa de 25% sobre vários produtos provenientes do Brasil, após cerca de um ano de análise. Foram taxados exportadores de ferro e aço, vestuário, calçados, açúcar, etanol, produtos farmacêuticos, maquinário agrícola, máquinas elétricas não voltadas ao setor de aviação, além de outros produtos manufaturados.

Justificou



O USTR justificou suas taxas dizendo que certas práticas adotadas pelo Brasil eram descabidas e oneravam ou restringiam o comércio de agricultores, trabalhadores, inovadores e exportadores estadunidenses. Uma sobretaxa adicional de 12,5% também foi aplicada na sequência sobre mais produtos nacionais, sob a alegação de que o Brasil não adota mecanismos eficazes para impedir a importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado.

O Poder com Agência Brasil

Ministério da Fazenda manda suspender atuação da Pixbet e determina devolução de apostas

14/08/2026

Após investigação da Operação Arena, o Ministério da Fazenda determinou a suspensão imediata da operação da Pixbet, empresa de apostas esportivas com sede em Campina Grande, na Paraíba. A medida cautelar também estabelece o cancelamento das apostas em curso e a devolução dos valores apostados aos usuários.

A decisão

A decisão é um desdobramento da Operação deflagrada ontem, quinta-feira (13/08) pela Polícia Federal, Ministério Público, Ministério da Fazenda e Receita Federal. A ação investiga um grupo empresarial suspeito de evasão de divisas e lavagem de dinheiro por meio de apostas esportivas.

A defesa

Os advogados da Pixbet disseram que não tiveram acesso à determinação que autorizou a operação e que foram "pegos de surpresa"

Determinou

Diante dos desdobramentos da investigação, a Fazenda determinou a suspensão da operação dos sites ligados à empresa. A medida prevê que...

Após investigação da Operação Arena, o Ministério da Fazenda determinou a suspensão imediata da operação da Pixbet, empresa de apostas esportivas com sede em Campina Grande, na Paraíba. A medida cautelar também estabelece o cancelamento das apostas em curso e a devolução dos valores apostados aos usuários.

A decisão

A decisão é um desdobramento da Operação deflagrada ontem, quinta-feira (13/08) pela Polícia Federal, Ministério Público, Ministério da Fazenda e Receita Federal. A ação investiga um grupo empresarial suspeito de evasão de divisas e lavagem de dinheiro por meio de apostas esportivas.

A defesa

Os advogados da Pixbet disseram que não tiveram acesso à determinação que autorizou a operação e que foram "pegos de surpresa"

Determinou

Diante dos desdobramentos da investigação, a Fazenda determinou a suspensão da operação dos sites ligados à empresa. A medida prevê que a Pixbet só poderá voltar a operar depois que as informações exigidas forem encaminhadas e a Secretaria de Prêmios e Apostas comprovar o cumprimento das regras.

Canceladas

A decisão determina que as apostas que estavam em andamento sejam canceladas. Os valores apostados também devem ser devolvidos aos apostadores.
A Operação Arena investiga um grupo empresarial suspeito de usar estruturas societárias e financeiras no exterior para ocultar a origem e o destino de dinheiro obtido por meio de jogos de azar e apostas esportivas.

O Poder


imagem2

Governo de Raquel direcionou contrato a hospital do marido da vice, diz auditoria

14/08/2026

O Ministério da Saúde apontou falhas do governo Raquel Teixeira Lyra (PSD) na contratação e fiscalização de um hospital pertencente ao marido da vice-governadora Priscila Krause Branco. E calculou prejuízo de R$ 1 milhão aos cofres públicos.

Procedimentos não comprovados

A Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns, recebeu recursos do SUS por procedimentos cuja realização não foi comprovada nos prontuários.

Procedimentos forjados

A conclusão da auditoria do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS), encerrada nesta quarta-feira (12/08), é que o o hospital do marido da vice-governadora “forjou hemodiálises e tratamentos de câncer”.

Contratações sob suspeita

O relatório também diz que relações contratuais de elevado valor com uma entidade vinculada a agente político de alto escalão, sem instrumentos robustos de planejamento e control...

O Ministério da Saúde apontou falhas do governo Raquel Teixeira Lyra (PSD) na contratação e fiscalização de um hospital pertencente ao marido da vice-governadora Priscila Krause Branco. E calculou prejuízo de R$ 1 milhão aos cofres públicos.

Procedimentos não comprovados

A Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns, recebeu recursos do SUS por procedimentos cuja realização não foi comprovada nos prontuários.

Procedimentos forjados

A conclusão da auditoria do Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS), encerrada nesta quarta-feira (12/08), é que o o hospital do marido da vice-governadora “forjou hemodiálises e tratamentos de câncer”.

Contratações sob suspeita

O relatório também diz que relações contratuais de elevado valor com uma entidade vinculada a agente político de alto escalão, sem instrumentos robustos de planejamento e controle, aumentam os riscos à impessoalidade, moralidade e transparência do processo.

(O Poder com informações do Metrópoles)

NR - O Poder oferece espaço e destaque para a manifestação de pessoas ou instituições citadas nas suas matérias.

Escandaloso e imoral - Auditoria do Ministério da Saúde aponta que hospital do marido de Priscila forjou hemodiálises e tratamentos de câncer - Confira

13/08/2026

Inacreditável. Escândalo ja repercute nacionalmente. Confira. O DenaSUS encontrou procedimentos sem comprovação nos prontuários, calculou prejuízo de cerca de R$ 1 milhão e apontou falhas da Secretaria de Saúde na fiscalização da unidade de Jorge Branco, marido de Priscila Krause Branco, vice governadora de Pernambuco. É o segundo grande escândalo envolvendo a unidade. No primeiro, a vice, nas vezes em que assumiu o governo remanejou mais de 100 milhões de recursos da saúde e efetuou transferências milionárias para o hospital do marido. Raquel Teixeira Lyra foi avisada, inclusive pela imprensa, mas não tomou nenhuma providência.

A notícia

Está no UOL. Uma auditoria do Ministério da Saúde encontrou irregularidades nas informações apresentadas ao SUS pela Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns. O hospital, pertencente a Jorge Branco, marido da vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause Branco, recebeu recurs...

Inacreditável. Escândalo ja repercute nacionalmente. Confira. O DenaSUS encontrou procedimentos sem comprovação nos prontuários, calculou prejuízo de cerca de R$ 1 milhão e apontou falhas da Secretaria de Saúde na fiscalização da unidade de Jorge Branco, marido de Priscila Krause Branco, vice governadora de Pernambuco. É o segundo grande escândalo envolvendo a unidade. No primeiro, a vice, nas vezes em que assumiu o governo remanejou mais de 100 milhões de recursos da saúde e efetuou transferências milionárias para o hospital do marido. Raquel Teixeira Lyra foi avisada, inclusive pela imprensa, mas não tomou nenhuma providência.

A notícia

Está no UOL. Uma auditoria do Ministério da Saúde encontrou irregularidades nas informações apresentadas ao SUS pela Casa de Saúde e Maternidade Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em Garanhuns. O hospital, pertencente a Jorge Branco, marido da vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause Branco, recebeu recursos federais por sessões de hemodiálise, cirurgias e tratamentos contra o câncer cuja realização não foram comprovados nos prontuários.

Procedimentos cobrados irregularmente

O Departamento Nacional de Auditoria do SUS (DenaSUS) encontrou 90 sessões de hemodiálise pagas sem documentação suficiente para demonstrar que os procedimentos ocorreram da forma informada pelo hospital. Os auditores localizaram registros ausentes e incompletos nas folhas de frequência dos pacientes, nas prescrições e nas anotações feitas por médicos e enfermeiros. Na oncologia, 33 internações apresentaram cobranças incompatíveis com as cirurgias e os diagnósticos registrados.

As falhas

Alcançaram outras modalidades de tratamento contra o câncer. Os fiscais identificaram inconsistências em 113 autorizações de procedimentos sequenciais de oncologia, além de ciclos de quimioterapia e hormonioterapia cuja realização carecia de anotações e documentos adequados.

A conta das irregularidades

Chegou a cerca de R$ 1 milhão. O DenaSUS cobrou a devolução do dinheiro ao Fundo Nacional de Saúde, com correção monetária. A fiscalização foi aberta depois de uma demanda da Assembleia Legislativa de Pernambuco. Os auditores examinaram a aplicação de recursos federais repassados entre janeiro de 2023 e julho de 2025.

Nesse período

O hospital recebeu R$ 55,89 milhões do SUS para prestar serviços de oncologia, hemodiálise, diálise peritoneal e UTI adulta, além de verbas destinadas ao pagamento do Piso Nacional da Enfermagem.

O que foi investigado

Para verificar se os atendimentos apresentados ao SUS realmente haviam ocorrido, os auditores compararam as cobranças do hospital com prontuários, folhas de frequência, prescrições e registros feitos por médicos e enfermeiros.

O cruzamento

Revelou informações desencontradas, documentos incompletos e procedimentos sem comprovação adequada. Em 90 sessões de hemodiálise pagas com dinheiro público, os registros examinados foram insuficientes para confirmar os atendimentos da forma declarada pela unidade.

As falhas

Atingiam desde as folhas que deveriam registrar a presença dos pacientes até as prescrições e anotações das equipes de saúde. A ausência desse conjunto de informações impediu os fiscais de atestarem que as sessões cobradas ocorreram nos termos apresentados ao SUS.

Cirurgias e tratamentos de câncer sob suspeita

Na oncologia, a situação também chamou a atenção dos fiscais. Das 60 Autorizações de Internação Hospitalar analisadas, 33 apresentaram cobranças consideradas incompatíveis com as técnicas cirúrgicas e com os diagnósticos encontrados nos prontuários.

O DenaSUS

Localizou ainda inconsistências em 113 autorizações referentes a procedimentos sequenciais. Também foram identificados ciclos de quimioterapia e hormonioterapia cuja documentação era insuficiente para sustentar as informações encaminhadas para pagamento.

Governo de Raquel falhou na fiscalização

A auditoria mostrou que o Governo de Pernambuco falhou na fiscalização do uso do dinheiro público destinado à unidade. A Secretaria de Saúde de Pernambuco mantinha seis termos de credenciamento diferentes com o mesmo hospital. Para o DenaSUS, essa divisão atrapalhava o controle dos recursos e impedia que o Estado tivesse uma visão completa dos serviços prestados.

Também

Faltavam instrumentos básicos de fiscalização. A auditoria constatou a ausência de Plano Operativo Local, Documento Descritivo completo e metas de resolutividade, segurança do paciente e desempenho clínico.

Na prática

O hospital recebia principalmente de acordo com a quantidade de procedimentos declarados. Quanto maior a produção informada, maior poderia ser o pagamento. A Secretaria de Saúde, entretanto, carecia de uma estrutura adequada para conferir os registros, avaliar a qualidade dos atendimentos e verificar a execução dos serviços cobrados.

Raquel Teixeira omissa

O Governo de Pernambuco também deixou de estabelecer metas qualitativas e de realizar uma avaliação organizada do desempenho da unidade. Com isso, a fiscalização ficava concentrada nos números apresentados pelo próprio hospital, sem uma medição adequada dos resultados dos tratamentos, da segurança dos pacientes e da qualidade da assistência.

Para os auditores

Pagar apenas pela produção declarada é insuficiente. O Estado precisa confirmar que o paciente recebeu o atendimento registrado, que o serviço ocorreu nas condições informadas e que o procedimento cumpriu os padrões exigidos pelo SUS.

Relação com vice-governadora entra no relatório

O vínculo familiar entre o dono do hospital e a vice-governadora também apareceu no documento. Jorge Branco é marido de Priscila Krause Branco e proprietário da unidade beneficiada pelos repasses.

Segundo o DenaSUS

Essa relação, somada à falta de estudos técnicos, metas e mecanismos rigorosos de controle, aumentou os riscos de desrespeito aos princípios da impessoalidade, moralidade e transparência. Os auditores afirmaram que o vínculo jurídico realizado pelo Estado era de uma “contratação direcionada de fato, ainda que não formalmente”.

A investigação

Ganhou ainda mais peso diante dos seis credenciamentos simultâneos mantidos com a unidade e da fragilidade das ferramentas usadas para acompanhar os serviços e fiscalizar a aplicação das verbas federais.

Cadastro tinha profissionais sem vínculo

A fiscalização também identificou divergências no Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. Cinco profissionais apareciam sem vínculo registrado, enquanto 41 cadastros apresentavam inconsistências nas cargas horárias. Outros três trabalhadores estavam sem comprovação de inscrição nos respectivos conselhos de classe. Também havia informações desatualizadas sobre os equipamentos usados na hemodiálise.

Números da UTI não batiam

Na Unidade de Terapia Intensiva, os dados registrados nos sistemas oficiais divergiam da estrutura encontrada durante a inspeção. O hospital aparecia cadastrado com 31 leitos de UTI adulta, sendo 11 destinados ao SUS. No local, porém, os auditores encontraram oito leitos de UTI adulta Tipo II e dez voltados ao atendimento de pacientes com síndrome respiratória aguda grave.

O relatório

Registrou ainda 12 médicos e oito enfermeiros sem comprovação da especialização exigida. A unidade também deixou de apresentar as escalas de médicos e fisioterapeutas. Na hemodiálise, as salas atendiam apenas parcialmente às exigências de dimensionamento, e havia falhas na formação da equipe. O sistema de tratamento da água, por outro lado, foi considerado adequado. Já no setor de câncer, a quantidade de sessões de quimioterapia ficou abaixo do mínimo exigido para a manutenção da habilitação do serviço.

DenaSUS cobra devolução de cerca de R$ 1 milhão

Ao concluir a fiscalização, o DenaSUS calculou um prejuízo de cerca de R$ 1 milhão e recomendou que o hospital devolva o valor ao Fundo Nacional de Saúde, com atualização monetária. O órgão também cobrou uma mudança na forma como a Secretaria de Saúde de Pernambuco contrata e fiscaliza a unidade. Entre as medidas recomendadas estão a unificação dos seis credenciamentos, a criação de metas de qualidade, a formação de uma comissão de acompanhamento, a implantação do Núcleo Interno de Regulação e a correção dos cadastros.

Relevante, porém...

O DenaSUS reconhece a importância do hospital para o atendimento da população de Garanhuns e dos municípios vizinhos. Essa relevância, porém, mantém intacta a obrigação do Governo de Pernambuco de fiscalizar cada real gasto e exigir a comprovação de todos os procedimentos bancados com dinheiro público.






Resolvido. Flávio é do PL. Nunes Marques usou a caneta e o bom senso

13/08/2026

A inteligência humana não pode ficar submissa a procedimentos ditados por sistemas e plataformas digitais. Flávio Bolsonaro é do PL e pode registrar a candidatura. A decisão do presidente do TSE, ministro Nunes Marques, acabou com o alvoroço e restabeleceu o bom senso e a normalidade. Agora, resta à Polícia Federal identificar o sabotador. Que usou informações restritas e de confiança. E fez, sem autorização claro, a migração do PL para outro partido. O Missão, que até já tem candidato à Presidência.

E

Caso especial encerrado antes que virasse novela. .as ainda rende. PGE entra no caso e o Missao agora diz que fez credenciamento do senador. Só que errado. Que trapalhada.

A inteligência humana não pode ficar submissa a procedimentos ditados por sistemas e plataformas digitais. Flávio Bolsonaro é do PL e pode registrar a candidatura. A decisão do presidente do TSE, ministro Nunes Marques, acabou com o alvoroço e restabeleceu o bom senso e a normalidade. Agora, resta à Polícia Federal identificar o sabotador. Que usou informações restritas e de confiança. E fez, sem autorização claro, a migração do PL para outro partido. O Missão, que até já tem candidato à Presidência.

E

Caso especial encerrado antes que virasse novela. .as ainda rende. PGE entra no caso e o Missao agora diz que fez credenciamento do senador. Só que errado. Que trapalhada.

Se não há divisão na chapa do governo, não sei mais o que divisão é, por Flávio Lúcio*

13/08/2026

Hoje, a mídia governista resolveu criar uma equivalência com o intuito de nivelar a divisão na base governista, revelada no impasse que durou dez dias nas negociações para a escolha da candidata a vice na chapa de Lucas Ribeiro.

O único argumento, muito mal construído, está centrado na indecisão do prefeito de João Pessoa, Léo Bezerra, que ainda não anunciou quem apoiará para a segunda vaga ao Senado, já que o primeira é de Veneziano Vital.

Ora, essa turma esquece que a chapa de Cícero Lucena está fechada há alguns meses e que, entre as lideranças que o apoiam, nenhuma divergência foi manifestada. Pelo contrário.

A aliança de Cícero não é personalista. Diego Cunha Lima, seu candidato a vice, representa uma unidade incomum na Rainha da Borborema. Ele próprio pertence a um grupo de tradição e força política amplamente reconhecidas na Paraíba do qual faz parte Romero Rodrigues, Pedro Cunha Lima, em aliança com Veneziano Vital e Johnny Bezerra....

Hoje, a mídia governista resolveu criar uma equivalência com o intuito de nivelar a divisão na base governista, revelada no impasse que durou dez dias nas negociações para a escolha da candidata a vice na chapa de Lucas Ribeiro.

O único argumento, muito mal construído, está centrado na indecisão do prefeito de João Pessoa, Léo Bezerra, que ainda não anunciou quem apoiará para a segunda vaga ao Senado, já que o primeira é de Veneziano Vital.

Ora, essa turma esquece que a chapa de Cícero Lucena está fechada há alguns meses e que, entre as lideranças que o apoiam, nenhuma divergência foi manifestada. Pelo contrário.

A aliança de Cícero não é personalista. Diego Cunha Lima, seu candidato a vice, representa uma unidade incomum na Rainha da Borborema. Ele próprio pertence a um grupo de tradição e força política amplamente reconhecidas na Paraíba do qual faz parte Romero Rodrigues, Pedro Cunha Lima, em aliança com Veneziano Vital e Johnny Bezerra. Mesmo assim, não se observa qualquer ruído entre essas lideranças.

No caso do prefeito de João Pessoa, Léo Bezerra, não há a menor dúvida a respeito de seu apoio a Cícero Lucena e a Veneziano Vital para o Senado, manifestação que vem sendo feita em todas as ocasiões desde que assumiu a Prefeitura de João Pessoa. A única dúvida que resta diz respeito à segunda vaga para o Senado.

E a torcida de jornalistas ligados ao governo é para que Bezerra anuncie seu apoio a Nabor Wanderley, embora Cícero e Mersinho Lucena trabalhem para que o prefeito não dê esse passo — movimento que já vem sendo explorado pelos opositores do candidato da oposição, mesmo antes de acontecer.

Fui convidado pela TV MDB a opinar sobre questões da campanha eleitoral em curso, entre elas a divisão na base do governo. Sobre essa questão, lembrei em um dos vídeos postados nas redes sociais, de acontecimentos que foram amplamente divulgados pela imprensa.

Portanto, não se tratou de uma mera opinião, mas da constatação de fatos que não podem ser desmentidos: a sucessão de candidatos e candidatas a vice-governador lançados ao debate público e que, um a um, foram retirados do caminho, seja pela família Ribeiro — como no caso de Adriano Galdino, presidente da Assembleia Legislativa —, seja por vetos de partidos e grupos políticos que compõem a aliança de Lucas Ribeiro.

Foi o que ocorreu com Rafaela Camaraense, apontada como a “preferida” do governador, e com os bolsonaristas Eduardo Carneiro e a tenente-coronel Viviane, ambos vetados pelo PT.

Aliás, o próprio PT também sofreu veto. Lembremos que o presidente nacional do partido afirmou, na última segunda-feira, que o acordo firmado com Aguinaldo Ribeiro, em Brasília, incluía para o PT a indicação de um nome para a vaga de vice. Por que o acordo não foi cumprido? Houve veto ao PT na chapa?

Depois dos vetos aos nomes de João Pessoa, a situação evoluiu para um grau de desarranjo tal que, sem outras opções capazes de produzir consenso, restou o nome de Lígia Feliciano, que passou a compor uma chapa pão com pão, já que Lucas Ribeiro também é de Campina Grande.

Essa composição representa um fato inédito na história das eleições para o Governo da Paraíba, pelo menos desde 1982.

Basta observar as chapas vencedoras nesse período. O vice de Wilson Braga foi de Campina Grande (José Carlos da Silva Júnior); o de Burity também (Raymundo Asfora); o de Ronaldo foi de João Pessoa (Cícero Lucena); o de Mariz, de Araruna (José Maranhão); o de Maranhão, de Guarabira (Roberto Paulino); os de Cássio Cunha Lima foram de João Pessoa (Lauremília Lucena) e da região de Cajazeiras (José Lacerda Neto); os de Ricardo Coutinho foram de Campina Grande (Rômulo Gouveia e Lígia Feliciano); e os de João Azevêdo também foram de Campina Grande (Lígia Feliciano e o próprio Lucas Ribeiro).

Ou seja, o impasse foi tão grande que a solução encontrada rompe, de maneira arriscada, uma trajetória histórica das chapas vencedoras na Paraíba. E isso não tem nada de meramente nominal: não faz sentido que uma chapa para o Governo do Estado represente essencialmente uma única cidade, seja ela qual for.

Mesmo que essa cidade tenha o peso e a tradição política de Campina Grande.

Se isso não pode ser chamado de divisão a expressão perdeu o sentido e eu não sabia.

*Flávio Lúcio é cientista político. Professor de História da UFPB. Doutor em Sociologia.

A quem Flávio Bolsonaro é filiado? Saiu nota do TSE

13/08/2026

A resposta à pergunta confirma o materia postada há pouco por O Poder: Flávio é do Missão, para todos os efeitos legais. O partido, que já tem candidato a presidente, Renan Santos, tirou o dele da reta. Alardeou que quando apareceu Flávio como filiado, avisou, no começo do mês ao PL. Segundo o Missão, que exibiu cópias de e-mails enviados e não respondidos, o PL não tomou providências em tempo hábil. Aliás, o maior partido do País só se mexeu hoje, quando a bronca estourou. Aliás, em nota, o TSE isentou os hackers da suspeita e afastou riscos de violação do sistema. Alguem, que tinha as senhas, agiu de má fé. O que nao resolve o embróglio. Confira o pronunciamento oficial do TSE.

A nota do TSE

Ipsis litteris:

O Tribunal Superior Eleitoral informa que a filiação de Flávio Bolsonaro ao partido Missão não foi fruto de hackeamento do sistema de filiação partidária, mas sim de uso indevido da ferramenta por parte de alguém que poss...

A resposta à pergunta confirma o materia postada há pouco por O Poder: Flávio é do Missão, para todos os efeitos legais. O partido, que já tem candidato a presidente, Renan Santos, tirou o dele da reta. Alardeou que quando apareceu Flávio como filiado, avisou, no começo do mês ao PL. Segundo o Missão, que exibiu cópias de e-mails enviados e não respondidos, o PL não tomou providências em tempo hábil. Aliás, o maior partido do País só se mexeu hoje, quando a bronca estourou. Aliás, em nota, o TSE isentou os hackers da suspeita e afastou riscos de violação do sistema. Alguem, que tinha as senhas, agiu de má fé. O que nao resolve o embróglio. Confira o pronunciamento oficial do TSE.

A nota do TSE

Ipsis litteris:

O Tribunal Superior Eleitoral informa que a filiação de Flávio Bolsonaro ao partido Missão não foi fruto de hackeamento do sistema de filiação partidária, mas sim de uso indevido da ferramenta por parte de alguém que possuía as credencias da legenda para efetivar filiações.

O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, enviou uma representação à Procuradoria Geral Eleitoral para providências e determinou instauração de inquérito por parte da Polícia Judiciária.

O Partido Liberal protocolou pedido de desfiliação do Missão, que já está sob análise.

E assim

Aguardemos as cenas dos próximos capítulos dessa novela pastelão.

Situação do momento: Flávio Bolsonaro se desfilou do PL, entrou no Missão e não pode ser candidato. Confira

13/08/2026

Quem decide os rumos partidarios de alguém? Além da própria pessoa, a resposta deveria ser ninguém. Mas, nos tempos estranhos que estão aí, a resposta pode ser diversificada. O fato é que o senador Flávio Bolsonaro não pode registrar sua candidatura hoje, como pretendia, porque simplesmente, no sistema do TSE, ele nao é filiado ao PL. O senador teria, segundo consta do órgão que cuida da segurança dos processos eleitorais, se desfilado do seu partido esses dias e entrado no Missão. Uma maluquice que só dá discurso para os adeptos das teorias da conspiração ou adversários das urnas eletrônicas.

A notícia

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu registrar hoje quinta-feira (13/08) sua candidatura à Presidência da República após aparecer filiado ao partido Missão nos registros da Justiça Eleitoral. O caso é analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Segundo o site Metrópoles

A advogada da campanha...

Quem decide os rumos partidarios de alguém? Além da própria pessoa, a resposta deveria ser ninguém. Mas, nos tempos estranhos que estão aí, a resposta pode ser diversificada. O fato é que o senador Flávio Bolsonaro não pode registrar sua candidatura hoje, como pretendia, porque simplesmente, no sistema do TSE, ele nao é filiado ao PL. O senador teria, segundo consta do órgão que cuida da segurança dos processos eleitorais, se desfilado do seu partido esses dias e entrado no Missão. Uma maluquice que só dá discurso para os adeptos das teorias da conspiração ou adversários das urnas eletrônicas.

A notícia

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não conseguiu registrar hoje quinta-feira (13/08) sua candidatura à Presidência da República após aparecer filiado ao partido Missão nos registros da Justiça Eleitoral. O caso é analisado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Segundo o site Metrópoles

A advogada da campanha, Maria Claudia Bucchianeri, disse que é "inequívoco que foi fraudulento". Segundo ela, a alteração foi identificada quando a equipe começou a reunir os documentos necessários para protocolar o pedido de registro da candidatura.

Olha a bronca

O prazo para o registro das candidaturas na Justiça Eleitoral termina às 19h de sábado (15/08). Todos os procedimentos seguem os protocolos do sistema. Como esse nó vai ser desatado, com a palavra o cabeça do TSE, ministro Kassio Nunes Marques. Indicado para o STF pelo então presidente Bolsonaro, pai de Flávio.

Oficial mas ainda não legal

O PL oficializou em convenção nacional no dia 25 de julho a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à Presidência da República O prazo para a realização de convenções terminou em 05 de agosto.

PL tonto

Ainda de acordo com a advogada, o partido já acionou o TSE e aguarda os trâmites que, a estas alturas, estão nas mãos do presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, já qualificado acima.

Além disso

O PL já acionou a Polícia Federal. Como tudo na atual cúpula da justiça brasileira, tudo pode ser resolvido em dois minutos ou nunca.
Aguardar para ver.

Agora imagine

O tamanho da confusão se o prazo fatal chegar e Flávio Bolsonaro não conseguir registrar a candidatura. Como se já não bastassem as emoções e tensões do processo, aparece mais esta. Realmente, como se diz, o Brasil não é para amadores. E como se vê, nem para profissionais.

Centenário do Nascimento de Fidel Castro - Por José Ricardo de Souza*

13/08/2026

Num dia como hoje, 13 de agosto, há exatamente um século, na província de Oriente, no leste de Cuba, nascia um dos principais líderes revolucionários do século XX. Amado por uns, odiado por outros, mas de uma relevância ímpar no panteão das grandes personagens latino-americanas. Estamos falando de FIDEL CASTRO, revolucionário cubano, líder da primeira grande revolução socialista nas Américas.

Fidel Castro era filho de um imigrante espanhol que fez fortuna construindo sistemas ferroviários para transportar cana-de-açúcar. Castro frequentou internatos católicos romanos em Santiago de Cuba. Ele se envolveu na política revolucionária enquanto era estudante e em 1947 participou de uma tentativa abortada por exilados dominicanos e cubanos de derrubar o ditador dominicano Rafael Trujillo. No ano seguinte, ele participou de distúrbios urbanos em Bogotá, Colômbia. A característica mais marcante de sua política durante o período foram suas crenças antiamericanas; ele ainda não era...

Num dia como hoje, 13 de agosto, há exatamente um século, na província de Oriente, no leste de Cuba, nascia um dos principais líderes revolucionários do século XX. Amado por uns, odiado por outros, mas de uma relevância ímpar no panteão das grandes personagens latino-americanas. Estamos falando de FIDEL CASTRO, revolucionário cubano, líder da primeira grande revolução socialista nas Américas.

Fidel Castro era filho de um imigrante espanhol que fez fortuna construindo sistemas ferroviários para transportar cana-de-açúcar. Castro frequentou internatos católicos romanos em Santiago de Cuba. Ele se envolveu na política revolucionária enquanto era estudante e em 1947 participou de uma tentativa abortada por exilados dominicanos e cubanos de derrubar o ditador dominicano Rafael Trujillo. No ano seguinte, ele participou de distúrbios urbanos em Bogotá, Colômbia. A característica mais marcante de sua política durante o período foram suas crenças antiamericanas; ele ainda não era um marxista declarado.

Em 1951, ele concorreu a uma vaga na Câmara dos Deputados de Cuba como membro do reformista Partido Ortodoxo, mas o general Fulgencio Batista tomou o poder em um golpe de Estado sem derramamento de sangue antes que a eleição pudesse ser realizada. Vários grupos se formaram para se opor à ditadura de Batista e, em 26 de julho de 1953, Castro liderou cerca de 160 rebeldes em um ataque ao quartel Moncada em Santiago de Cuba, a segunda maior base militar de Cuba. Castro esperava apreender as armas e anunciar sua revolução da estação de rádio base, mas o quartel estava fortemente defendido e mais da metade de seus homens foram capturados ou mortos na tentativa. O próprio Castro foi preso e levado a julgamento por conspirar para derrubar o governo cubano. Durante seu julgamento, ele argumentou que ele e seus rebeldes estavam lutando para restaurar a democracia em Cuba, mas mesmo assim foi considerado culpado e condenado a 15 anos de prisão.

Dois anos depois, Batista sentiu-se suficientemente confiante em seu poder para conceder anistia geral a todos os presos políticos, inclusive Castro. Fidel, então, foi com seu irmão Raúl ao México, onde organizou o revolucionário Movimento 26 de Julho, recrutando recrutas e juntando-se a Ernesto “Che” Guevara, um idealista marxista argentino.

Em 2 de dezembro de 1956, Castro e 81 homens armados desembarcaram na costa cubana. Todos eles foram mortos ou capturados, exceto Castro, Raul, Che e outros nove, que se retiraram para a cordilheira da Sierra Maestra para travar uma guerra de guerrilha contra o governo Batista. Eles se juntaram a voluntários revolucionários de toda Cuba e conquistaram uma série de vitórias sobre o desmoralizado exército de Batista. Castro foi apoiado pelo campesinato, a quem prometeu reforma agrária, enquanto Batista recebeu ajuda dos Estados Unidos, que bombardearam posições revolucionárias suspeitas.

Em meados de 1958, vários outros grupos cubanos também se opunham a Batista, e os Estados Unidos encerraram a ajuda militar ao seu regime. Em dezembro, as forças de 26 de julho sob o comando de Che Guevara atacaram a cidade de Santa Clara e as forças de Batista desmoronaram. Batista fugiu para a República Dominicana em 1º de janeiro de 1959. Castro, que tinha menos de 1.000 homens restantes na época, assumiu o controle do exército de 30.000 homens do governo cubano. Os outros líderes rebeldes careciam do apoio popular de que o jovem e carismático Fidel desfrutava, e em 16 de fevereiro ele foi empossado como primeiro-ministro do novo governo provisório do país.

Os Estados Unidos inicialmente reconheceram o novo ditador cubano, mas retiraram seu apoio depois que Castro lançou um programa de reforma agrária, nacionalizou ativos dos EUA na ilha e declarou um governo marxista. Muitos dos cidadãos mais ricos de Cuba fugiram para os Estados Unidos, onde se juntaram à CIA em seus esforços para derrubar o regime de Castro. Em abril de 1961, com algum treinamento e apoio da CIA, os exilados cubanos lançaram uma invasão desastrosamente malsucedida de Cuba conhecida como “Baía dos Porcos”. A União Soviética reagiu ao ataque aumentando seu apoio ao governo comunista de Castro e, em 1962, colocou mísseis nucleares ofensivos em Cuba. A descoberta dos mísseis pela inteligência dos EUA levou à tensa “Crise dos Mísseis Cubanos”, que terminou depois que os soviéticos concordaram em remover as armas em troca da promessa dos EUA de não invadir Cuba.

A Cuba de Castro foi o primeiro estado socialista no hemisfério ocidental, e ele manteria o controle até o século XXI, superando nove presidentes dos EUA que se opuseram a ele com embargos econômicos e retórica política. Após o colapso da União Soviética em 1991, Castro perdeu uma valiosa fonte de ajuda, mas compensou cortejando o turismo e o investimento europeu e canadense. No final de julho de 2006, o doente Fidel Castro cedeu temporariamente o poder a seu irmão mais novo, Raúl, após uma delicada cirurgia em 2006. Ele renunciou oficialmente em 18 de fevereiro de 2008. Castro morreu em 25 de novembro de 2016, aos 90 anos. Em abril de 2021, Raúl Castro renunciou; Miguel Dias-Canel foi eleito seu sucessor.

Famoso por seus longos discursos nas Assembleias Gerais da ONU, o líder cubano deixou uma frase que até hoje instiga admiradores e opositores: "Condenem-me, não importa. A História me absolverá". 100 depois de seu nascimento é impossível falar de Cuba e da política latino-americana, especialmente dos países caribenhos, sem citar o "El Comandante de La Revolucion".


*José Ricardo de Souza, é Professor da rede pública estadual de ensino, historiador, escritor e criador do projeto Muita História pra Contar. @josericardope01


imagem2


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

Os evangélicos e a sucessão em Pernambuco e no Brasil - Por Antônio Campos*

13/08/2026

A força dos evangélicos na política brasileira é uma realidade consolidada. O crescimento desse segmento da população modificou o mapa eleitoral do país e colocou as comunidades evangélicas no centro das estratégias dos principais grupos políticos.

Em Pernambuco, esse fenômeno ganha uma dimensão especial. São cerca de 2 milhões de evangélicos, um contingente expressivo distribuído pela Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste e Sertão.

Em uma eleição apertada, poucos pontos percentuais podem fazer toda a diferença. E é justamente por isso que o eleitor evangélico passou a ocupar espaço importante nas estratégias de quem pretende disputar o Governo de Pernambuco.

A sucessão estadual terá, inevitavelmente, essa discussão.

Os diferentes grupos políticos que se preparam para a disputa sabem que será necessário ampliar suas respectivas bases eleitorais. Nenhum projeto majoritário pode se dar ao luxo de tratar o eleitor...

A força dos evangélicos na política brasileira é uma realidade consolidada. O crescimento desse segmento da população modificou o mapa eleitoral do país e colocou as comunidades evangélicas no centro das estratégias dos principais grupos políticos.

Em Pernambuco, esse fenômeno ganha uma dimensão especial. São cerca de 2 milhões de evangélicos, um contingente expressivo distribuído pela Região Metropolitana do Recife, Zona da Mata, Agreste e Sertão.

Em uma eleição apertada, poucos pontos percentuais podem fazer toda a diferença. E é justamente por isso que o eleitor evangélico passou a ocupar espaço importante nas estratégias de quem pretende disputar o Governo de Pernambuco.

A sucessão estadual terá, inevitavelmente, essa discussão.

Os diferentes grupos políticos que se preparam para a disputa sabem que será necessário ampliar suas respectivas bases eleitorais. Nenhum projeto majoritário pode se dar ao luxo de tratar o eleitorado evangélico como um segmento secundário.

A movimentação em direção às comunidades religiosas já faz parte do calendário político. Eventos, encontros, agendas sociais e conversas com lideranças passaram a integrar a rotina de quem pretende construir uma candidatura competitiva.

Mas existe uma questão importante: o eleitor evangélico não é um bloco único.

Essa talvez seja uma das maiores mudanças da política brasileira.

Há uma tendência de identificar o eleitor evangélico exclusivamente com a direita e, principalmente, com o bolsonarismo. A história recente explica essa associação. O campo conservador construiu uma relação política muito próxima com importantes setores evangélicos e encontrou nesse segmento uma de suas principais bases eleitorais.

Mas uma religião não determina automaticamente o voto de seus seguidores.

O eleitor evangélico também é influenciado por sua condição econômica, pelo lugar onde mora, pela avaliação dos governos, pelas políticas públicas que recebe e pelas expectativas que possui para sua família.

Um trabalhador evangélico que enfrenta dificuldades para conseguir emprego pode avaliar a economia de maneira diferente de um empresário evangélico. Um jovem pode ter prioridades diferentes das de uma família mais tradicional. Um morador da periferia pode colocar a segurança pública no topo da lista, enquanto um agricultor do interior pode estar mais preocupado com crédito, estradas, água e produção.

A identidade religiosa é importante, mas não é a única identidade que esse eleitor carrega.

É justamente essa diversidade que torna o voto evangélico tão disputado.

Em Pernambuco, a questão poderá ser ainda mais relevante porque a eleição para o Governo do Estado tende a ser decidida pela capacidade de formar coalizões amplas. Não basta consolidar o eleitorado tradicional. Será necessário avançar sobre segmentos que ainda não possuem uma preferência definitiva.

E os evangélicos estarão nesse território.

A disputa presidencial reproduzirá parte dessa lógica.

O campo progressista terá o desafio de ampliar sua relação com um segmento no qual historicamente encontra mais resistência. O campo conservador, por sua vez, tentará preservar uma conexão construída ao longo dos últimos anos.

A sucessão presidencial também acrescenta uma variável importante: até que ponto a identificação política construída nos últimos anos será transferida para novas lideranças?

O campo conservador possui uma marca forte entre os evangélicos, mas nenhuma transferência eleitoral é automática. É preciso reconstruir confiança, manter proximidade e apresentar um projeto capaz de dialogar com as novas demandas desse eleitorado.

Do outro lado, as forças progressistas terão que demonstrar que suas propostas também conversam com os valores, as necessidades e as preocupações dos evangélicos.

Não será suficiente falar apenas com aqueles que já apoiam determinado projeto.

Será necessário chegar a quem ainda possui resistência.

Esse movimento explica a crescente presença de políticos de diferentes correntes em eventos religiosos. Também explica o esforço de governos e parlamentares para estabelecer canais permanentes de diálogo com lideranças de diferentes denominações.

A política brasileira está percebendo que religião e cidadania fazem parte da vida cotidiana.

As igrejas estão presentes nos bairros, nas comunidades, nas cidades pequenas e nas periferias das grandes cidades. Desenvolvem atividades sociais, acolhem famílias, promovem ações comunitárias e possuem uma presença territorial que poucos partidos conseguem reproduzir.

Essa capilaridade também possui importância política.

Não necessariamente porque uma liderança determine o voto de seus fiéis, mas porque as igrejas fazem parte da vida de milhões de brasileiros.

Em Pernambuco, essa presença é particularmente significativa.

Do Recife ao Sertão, o crescimento das comunidades evangélicas acompanha as transformações sociais do Estado. E o eleitor que participa dessas comunidades também participa da vida política, acompanha governos, avalia candidatos e decide seu voto.

Por isso, a relação entre os evangélicos e a sucessão estadual não deve ser observada apenas pela quantidade de votos que esse segmento representa.

É preciso observar também sua capacidade de organização, mobilização e formação de opinião.

Em uma eleição majoritária, esses fatores podem ser decisivos.

Uma candidatura que consiga estabelecer uma relação de confiança com esse eleitorado não necessariamente ganhará todos os votos evangélicos. Mas poderá reduzir rejeições, ampliar sua presença em determinadas regiões e conquistar votos que antes estavam fora de seu alcance.

É assim que uma eleição é vencida.

Não apenas conquistando os eleitores que já estão convencidos, mas ampliando permanentemente a base.

O cenário de 2026 torna essa disputa ainda mais interessante porque Pernambuco poderá funcionar como um retrato da transformação do eleitorado brasileiro.

De um lado, um campo político que possui uma relação histórica recente com os evangélicos e pretende preservar essa vantagem.

De outro, forças que perceberam que não podem abrir mão de uma parcela tão significativa da população.

E entre os dois campos está um eleitorado cada vez maior, mais diverso e com demandas próprias.

A pergunta, portanto, não é se os evangélicos terão influência na sucessão.

Isso já está respondido.

Terão.

A verdadeira disputa será para saber quem conseguirá compreender melhor esse eleitorado e apresentar uma proposta capaz de dialogar com suas prioridades.

Em Pernambuco, isso pode fazer diferença entre vencer e perder uma eleição.

No Brasil, pode representar a diferença entre chegar ao segundo turno em vantagem ou ter que correr atrás de votos nas últimas semanas de campanha.

O eleitor evangélico entrou definitivamente no centro do tabuleiro político brasileiro.

E, em 2026, Pernambuco estará entre os Estados onde esse movimento poderá ser observado com mais atenção.

A fé continuará sendo uma dimensão importante da vida de milhões de pernambucanos e brasileiros. A política também.

E os grupos que compreenderem que essas duas dimensões fazem parte da realidade de uma parcela cada vez maior da sociedade estarão um passo à frente na disputa pelo futuro de Pernambuco e do Brasil.


*Antônio Campos, Curador Geral da Fliporto, advogado, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras e da ABI - Associação Brasileira de Imprensa. @antoniocampos.adv


imagem2


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

Autor do Hino do Paulista-PE é o aniversariante de hoje, 13 de agosto - Por Ricardo Andrade*

13/08/2026

Filho do ex-vereador Paulino Luiz e da ex-operária, Edivirges Andrade (ambos In memórias), viúvo de D. Albertina Andrade, pai de 3 filhos (Ricardo, Ronnie e Waleska), avô de 3 meninas (Anellise, Ana Clara e Amanda), tendo como irmãos, Josias, Judite, Josete e Jurandir, que também é compositor e cantor. Joel Andrade está de parabéns, nesse dia 13 de agosto. Compôs o Hino do Paulista em 1973, oficializado por um concurso municipal, que virou lei. Em sua trajetória foi Maestro de Corais(Colégio Marista e Coral da Tecanor) e compositor, participando de vários Festivais de Música (Shell, Recifrevo, Festival de Música Nordestina), sendo vencedor em alguns deles. montou o conjunto "O Canto do Sol" e a Banda "Ejakulação Precoce". Lançou e produziu o CD, "Paulista entre sustenidos e bemóis", com músicas de sua autoria, descrevendo acerca da memória e da identidade de Paulista. O saudoso cantor Augusto César, gravou uma faixa, intitulada, "Catita de Ferro". Suas canções influenciaram vários arti...

Filho do ex-vereador Paulino Luiz e da ex-operária, Edivirges Andrade (ambos In memórias), viúvo de D. Albertina Andrade, pai de 3 filhos (Ricardo, Ronnie e Waleska), avô de 3 meninas (Anellise, Ana Clara e Amanda), tendo como irmãos, Josias, Judite, Josete e Jurandir, que também é compositor e cantor. Joel Andrade está de parabéns, nesse dia 13 de agosto. Compôs o Hino do Paulista em 1973, oficializado por um concurso municipal, que virou lei. Em sua trajetória foi Maestro de Corais(Colégio Marista e Coral da Tecanor) e compositor, participando de vários Festivais de Música (Shell, Recifrevo, Festival de Música Nordestina), sendo vencedor em alguns deles. montou o conjunto "O Canto do Sol" e a Banda "Ejakulação Precoce". Lançou e produziu o CD, "Paulista entre sustenidos e bemóis", com músicas de sua autoria, descrevendo acerca da memória e da identidade de Paulista. O saudoso cantor Augusto César, gravou uma faixa, intitulada, "Catita de Ferro". Suas canções influenciaram vários artistas da cidade e da região. Alguns de seus Frevos de Bloco, foram cantados pelo Bloco da Magnólia, Menestréis do Paulista e Flabelo Encantado. O Hino declama as belezas do Paulista em seu refrão:

"Em cima o céu é mais azul, é mais bonito, embaixo a brisa tem aroma de Eucalípto, teu povo é mais ordeiro e mais gentil, Paulista fração linda do Brasil".







*Ricardo Andrade, é Historiador, Mestre em Gestão Pública (Fundaj) e Presidente do IHGAAP (Instituto Histórico, Geográfico, Arqueológico, Antropológico do Paulista). @ricardo060370

Da Série Mistérios do Aquém: pedagogia do coturno e do "sim, senhor!" – Por Natanael Sarmento*

13/08/2026

A nostalgia da ditadura encontra na pedagogia autoritária da escola cívico-militar sua panaceia. É a droga do laboratório do fascismo para curar os defeitos da educação crítica e pedagogia do oprimido dessa laia de comunistas que não aceitam o argumento da autoridade tipo “faça o que digo e não faça o que faço”.

Figurino da "ordem"

Para moldar a juventude, mormente da classe trabalhadora, acatando as ordens de autoridades superiores e dos patrões, sem questionar por quê, ou para quem, porque ordens são ordens, e por que superiores devem ser obedecidas, questionamentos, sem reclamações e batendo continência. Na exclusão educativa dos de baixo dos de baixo adestrados sem raciocínio crítico, científico, filosófico - virtudes reservadas aos bem nascidos nas elites burguesas -, sem atrapalhar a marcha “natural” da sociedade capitalista hierarquizada com “ideias exóticas”, reflexão crítica transformadora do mundo, por reformas ou revoluções, cruz credo,...

A nostalgia da ditadura encontra na pedagogia autoritária da escola cívico-militar sua panaceia. É a droga do laboratório do fascismo para curar os defeitos da educação crítica e pedagogia do oprimido dessa laia de comunistas que não aceitam o argumento da autoridade tipo “faça o que digo e não faça o que faço”.

Figurino da "ordem"

Para moldar a juventude, mormente da classe trabalhadora, acatando as ordens de autoridades superiores e dos patrões, sem questionar por quê, ou para quem, porque ordens são ordens, e por que superiores devem ser obedecidas, questionamentos, sem reclamações e batendo continência. Na exclusão educativa dos de baixo dos de baixo adestrados sem raciocínio crítico, científico, filosófico - virtudes reservadas aos bem nascidos nas elites burguesas -, sem atrapalhar a marcha “natural” da sociedade capitalista hierarquizada com “ideias exóticas”, reflexão crítica transformadora do mundo, por reformas ou revoluções, cruz credo, vade retro Satã!

Hipocrisia classista

Nesse mistério do aquém sociológico, filhotinhos da burguesia não são visto nas filas das escolas militarizadas. A burguesia matricula os seus em colégios bilíngues, recebem formação universal em história, arte, filosofia, literatura clássica, matemática, física, biologia, química. São preparados para liderar corporações e o poder estatal burguês, gerir patrimônios e ocupar cargos de decisão, por “meritocracia”.

Para a massa

Os apologistas do autoritarismo, históricos exploradores e opressores do povo reservam o ensino (adestramento) da escolaridade “cívico-militar”. Para formar a mão de obra ideal para o mercado: idiotizada, dócil, acostumada a cumprir ordens sem questionar a origem do comando, pronta para aceitar a precarização, agradecer pelos salários pífio, ou servir de bucha de canhão nas guerras, morrendo pelo rei que desconhece e se refastela nos banquetes palaciano. Submetidos a lavagem cerebral da direita fascista geradoras de esquizofrenias tipos “pobres de direita” , negros racistas, gays homofóbicos, mulheres machistas... essa vanguarda do reacionarismo e do atraso.

A “sublime” arte de não pensar

Nas pedagogias fardadas, o aluno ideal não é aquele que formula perguntas incômodas, mas o que mantém o corte de cabelo dentro do padrão e bate o pé no tempo certo. O pensamento crítico é visto como uma anomalia disciplinar; a dúvida, uma insubordinação. A pedagogia do quartel aplicada à escola pública transforma a sala de aula em um pátio de treinamento, em que a capacidade de contestar injustiças é substituída pela virtude da obediência cega.

Nada de novo

Os golpistas de 1964 usaram a pedagogia da tortura com choque elétrico não apenas nos porões da ditadura como também nos hospitais psiquiátricos.

O crime de alfabetizar camponeses

A jovem pernambucana Sylvia de Montarroyos com apenas 17 anos sofreu as piores torturas, em meados da década de 1960, pelo "grave crime" ou insanidade de alfabetizar camponeses, é coisa de maluco ensinar trabalhadores rurais a ler, escrever exigir direitos.

Tamarineira

O antigo manicômio Ulisses Pernambucano, popular Tamarineira do Recife, foi a casa pedagógica do sistema de segurança do Estado: internou a jovem alfabetizadora e a submeteu a sessões de choques elétricos e medicamentos de sedação e dopagem, “rolou a química” como diria o mito dos fascistas atuais.

Sobrevivente

A psicanalista Sylvia sobreviveu a torturas e exílios, perpetuou suas memórias do terrorismo de Estado no alentado livro “Réquiem por Tatiana: memórias de um tempo de guerra e de uma descida aos infernos. (Editora: CEPE, 2013). Importante registro. É preciso lembrar para não esquecer. Sem anistia para golpistas. Fim das escolas de adestramento militar. Ditadura nunca mais!


*Natanael Sarmento é professor e escritor, e integrante do Diretório Nacional da UP. @sarmentonatanael


imagem2


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.

Soberania não se adia - Por Amadeu Robalinho*

13/08/2026

A Riqueza e a Cultura Estratégica da Defesa Nacional


O Brasil possui uma das mais extraordinárias combinações de vantagens geográficas, ambientais, territoriais e econômicas do planeta. Extensão territorial continental, abundância hídrica, terras agricultáveis, diversidade mineral, reservas energéticas, vasto litoral, clima relativamente favorável à produção e uma posição geopolítica privilegiada compõem um patrimônio nacional que, em qualquer análise estratégica séria, deveria ser tratado como ativo de poder.

Entretanto, há uma contradição histórica que precisa ser enfrentada sem complexos ideológicos e sem simplificações: o Brasil possui dimensões e recursos de potência, mas ainda não desenvolveu, na mesma proporção, uma cultura estratégica de potência.

Essa diferença é fundamental.

A formação histórica brasileira produziu uma sociedade fortemente marcada pela ideia de que a paz territorial seria uma condição permane...

A Riqueza e a Cultura Estratégica da Defesa Nacional


O Brasil possui uma das mais extraordinárias combinações de vantagens geográficas, ambientais, territoriais e econômicas do planeta. Extensão territorial continental, abundância hídrica, terras agricultáveis, diversidade mineral, reservas energéticas, vasto litoral, clima relativamente favorável à produção e uma posição geopolítica privilegiada compõem um patrimônio nacional que, em qualquer análise estratégica séria, deveria ser tratado como ativo de poder.

Entretanto, há uma contradição histórica que precisa ser enfrentada sem complexos ideológicos e sem simplificações: o Brasil possui dimensões e recursos de potência, mas ainda não desenvolveu, na mesma proporção, uma cultura estratégica de potência.

Essa diferença é fundamental.

A formação histórica brasileira produziu uma sociedade fortemente marcada pela ideia de que a paz territorial seria uma condição permanente e que as ameaças à soberania estariam sempre distantes. Durante grande parte de nossa história, a guerra foi percebida como fenômeno externo, enquanto a defesa nacional permaneceu, muitas vezes, restrita aos círculos militares e diplomáticos.

O problema é que soberania não é uma condição permanente concedida pela geografia. É uma capacidade que precisa ser construída, preservada e demonstrada.

A geografia brasileira: vantagem ou falsa sensação de segurança?

O território brasileiro oferece importantes vantagens defensivas. A distância dos principais centros de conflito do planeta, a ausência de vulcanismo significativo em grande escala, a inexistência de terremotos de magnitude comparável aos grandes cinturões sísmicos mundiais e uma relativa regularidade climática em amplas áreas do território contribuíram historicamente para a percepção de segurança geográfica.

Mas a geografia, sozinha, não produz soberania.

Ela apenas oferece condições iniciais de poder.

O Brasil possui aproximadamente 8,5 milhões de quilômetros quadrados de território, uma extensa fronteira terrestre, mais de 7 mil quilômetros de litoral e uma das maiores zonas econômicas exclusivas do planeta. Possui ainda recursos minerais estratégicos, produção agrícola de escala mundial, petróleo offshore, biodiversidade e enorme potencial energético.

Essa combinação deveria produzir uma cultura nacional baseada em uma pergunta simples:

Como transformar patrimônio territorial em poder nacional?

É justamente nesse ponto que a discussão sobre defesa deixa de ser exclusivamente militar e passa a ser econômica, tecnológica, industrial e geopolítica.

O mito perigoso de que “ninguém quer o que é nosso”

Existe uma percepção profundamente arraigada na sociedade brasileira de que o país não possui inimigos relevantes porque historicamente não sofreu uma guerra de conquista territorial nos moldes experimentados por outras nações.

Essa percepção precisa ser corrigida.

O fato de determinado território não ter sido recentemente invadido não significa que ele esteja livre de disputas estratégicas.

No século XXI, a conquista pode assumir formas diferentes.

Pode ocorrer pela dependência tecnológica.
Pode ocorrer pela dependência energética.
Pode ocorrer pelo controle de cadeias produtivas.
Pode ocorrer pela aquisição estratégica de ativos.
Pode ocorrer pela vulnerabilidade de infraestruturas críticas.
Pode ocorrer pelo domínio de dados, sistemas digitais e comunicações.
Pode ocorrer pela dependência de componentes militares produzidos no exterior.

Em outras palavras, a guerra contemporânea não começa necessariamente com um desembarque de tropas.

Ela pode começar quando uma nação descobre que não consegue produzir aquilo de que necessita para defender sua própria economia, seu território e sua população.

Por isso, a soberania moderna deve ser compreendida como uma arquitetura multidimensional.

Defesa nacional não é despesa: é seguro estratégico

Um dos maiores equívocos do debate brasileiro consiste em apresentar os investimentos em defesa como concorrentes dos investimentos sociais.

Essa dicotomia é artificial.

Uma indústria nacional de defesa desenvolve engenharia, materiais avançados, eletrônica, sistemas embarcados, inteligência artificial, cibernética, metalurgia, propulsão, telecomunicações, construção naval e tecnologias aeroespaciais.

Portanto, investir em defesa também significa investir em ciência, indústria e empregos de alta qualificação.

Uma nação que abandona sua capacidade industrial estratégica torna-se compradora de tecnologias desenvolvidas por outras nações.

E quem depende tecnologicamente de terceiros para defender sua própria soberania possui uma soberania limitada.

O petróleo deveria financiar o futuro e não apenas o presente

A discussão sobre os royalties do petróleo merece especial atenção.

Recursos naturais são finitos. Estados estratégicos não deveriam utilizar receitas provenientes de recursos exauríveis apenas para financiar despesas correntes.

O petróleo deveria ser tratado como capital de transição para uma economia tecnologicamente mais sofisticada.

Nesse sentido, duas prioridades estratégicas deveriam estar permanentemente associadas:

primeiro, fortalecer a capacidade nacional de defesa;

segundo, transformar a riqueza temporária dos recursos naturais em capacidade permanente de geração de riqueza.

Isso significa investir em educação tecnológica, engenharia, infraestrutura, indústria, pesquisa científica, energia, construção naval, materiais estratégicos, defesa cibernética, sistemas espaciais e tecnologias de uso dual.

O objetivo não deveria ser simplesmente gastar a renda do petróleo.

Deveria ser converter petróleo em conhecimento, conhecimento em indústria e indústria em soberania.

A verdadeira riqueza de uma nação é aquilo que ela consegue produzir

O conceito de soberania econômica precisa ser ampliado.

Não basta possuir minério de ferro se a tecnologia de transformação está fora do país.

Não basta produzir petróleo se os equipamentos críticos dependem de fornecedores externos.

Não basta possuir uma costa gigantesca se não existe capacidade industrial naval proporcional à dimensão marítima nacional.

Não basta possuir território se não há infraestrutura, sensores, comunicações, logística e presença estatal suficientes para conhecê-lo, protegê-lo e integrá-lo.

Território sem capacidade é apenas extensão geográfica.

Soberania começa quando o Estado possui meios materiais para defender aquilo que afirma ser seu.

A Amazônia, o Atlântico Sul e as fronteiras do século XXI

A Amazônia e o Atlântico Sul constituem dois exemplos emblemáticos.

A Amazônia não deve ser analisada apenas como floresta. É território, biodiversidade, água, recursos minerais, posição geográfica, conhecimento científico e patrimônio nacional.

Da mesma forma, o Atlântico Sul não deve ser compreendido apenas como uma faixa de oceano diante da costa brasileira.

É uma dimensão estratégica que envolve petróleo, gás, pesca, rotas comerciais, infraestrutura portuária, cabos submarinos, biodiversidade, comunicação e segurança energética.

Nesse contexto, a Amazônia Azul não é uma expressão retórica. É um conceito estratégico.

Quem controla, conhece e protege seus espaços marítimos possui maior capacidade de decidir sobre seu próprio futuro.

O Brasil precisa construir uma cultura estratégica

Talvez a maior deficiência brasileira não esteja na falta de recursos.

Este país possui recursos.

Também não está necessariamente na falta de inteligência técnica.

Possuímos universidades, centros de pesquisa, engenheiros, cientistas, militares e profissionais capazes de desenvolver soluções sofisticadas.

O problema está na dificuldade histórica de transformar conhecimento disperso em política de Estado de longo prazo.

Defesa não pode ser planejada apenas para o próximo orçamento.

Indústria não pode ser pensada apenas para o próximo ciclo econômico.

Energia não pode ser planejada apenas para a próxima década.

E soberania não pode ser subordinada à lógica eleitoral.

Uma potência continental precisa pensar em horizontes de 20, 30 ou 50 anos.

A soberania exige memória, estratégia e capacidade

Não precisamos desejar guerras para compreender a necessidade da defesa.

Ao contrário.

A melhor defesa é aquela que torna a agressão excessivamente custosa, improvável e irracional.

O objetivo de uma política nacional de defesa não é preparar o país para guerrear.

É preparar o país para não precisar aceitar condições impostas por terceiros.

Essa é a diferença entre militarismo e estratégia.

Militarismo busca a guerra.

Estratégia busca preservar a paz mediante capacidade.

O Brasil precisa compreender essa diferença.

Nossa geografia é uma bênção, mas não é um escudo absoluto.

Nossos recursos naturais são uma riqueza, mas não constituem soberania por si mesmos.

Nossa dimensão territorial é uma vantagem, mas também impõe responsabilidades.

E nossas riquezas energéticas não deveriam financiar apenas o presente: deveriam financiar a capacidade nacional de existir soberanamente depois que essas riquezas diminuírem.

Conclusão

O Brasil não precisa esperar uma guerra para descobrir o valor da defesa.

Não precisa perder ativos estratégicos para compreender o valor da indústria.

Não precisa enfrentar uma crise energética para perceber a importância da autonomia.

E não precisa ser pressionado internacionalmente para descobrir que soberania não é uma palavra constitucional: é uma capacidade concreta de decisão.

O verdadeiro desafio brasileiro é transformar território em poder, recursos em tecnologia, tecnologia em indústria, indústria em capacidade militar e capacidade militar em dissuasão.

Essa é a equação da soberania no século XXI.

Uma nação verdadeiramente soberana não é aquela que afirma que ninguém pretende tomar aquilo que possui.

É aquela que possui capacidade suficiente para que ninguém sequer considere essa possibilidade.

Soberania não se presume.
Soberania se constrói.
Defesa não se improvisa.
Estratégia não se adia.


*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

A poucos dias da campanha eleitoral, confira o que pode e o que não pode ser feito

13/08/2026

Contagem regressiva para a busca pelo eleitor, e consequentemente, a caça ao voto. Falta menos de uma semana para o início oficial da propaganda eleitoral e a movimentação política atinge seu ponto máximo.

Conteúdos políticos

Com convenções partidárias finalizadas e nomes oficializados para a disputa de deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente da República, as mídias e as redes sociais foram tomadas por conteúdos políticos.

O que pode e o que não pode:

As diretrizes sobre o que os pré-candidatos podem fazer estão fixadas na Resolução nº 23.610/2019 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O que é permitido

Conforme estabelece a legislação eleitoral, é permitido no momento, participação em entrevistas, debates, seminários e encontros públicos; divulgação do nome, trajetória, ideias, propostas e projetos políticos e pedido de apoio político e declaraç...

Contagem regressiva para a busca pelo eleitor, e consequentemente, a caça ao voto. Falta menos de uma semana para o início oficial da propaganda eleitoral e a movimentação política atinge seu ponto máximo.

Conteúdos políticos

Com convenções partidárias finalizadas e nomes oficializados para a disputa de deputado estadual, deputado federal, senador, governador e presidente da República, as mídias e as redes sociais foram tomadas por conteúdos políticos.

O que pode e o que não pode:

As diretrizes sobre o que os pré-candidatos podem fazer estão fixadas na Resolução nº 23.610/2019 do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O que é permitido

Conforme estabelece a legislação eleitoral, é permitido no momento, participação em entrevistas, debates, seminários e encontros públicos; divulgação do nome, trajetória, ideias, propostas e projetos políticos e pedido de apoio político e declarações públicas de posicionamento.

O que é vedado:

É vedado pedido explícito de voto (uso de bordões diretos como “vote em mim”, “vote no número X”); gastos que configurem abuso de poder econômico ou uso indevido da máquina pública e uso das Redes Sociais, Inteligência Artificial e o Perigo das Deepfakes

Devem cadastrar

Para veicular material na internet a partir do dia 16, partidos, coligações e candidatos devem cadastrar formalmente suas contas oficiais no Tribunal Regional Eleitoral do seu Estado.

Regramentos

Com o avanço das tecnologias digitais, o TSE editou regramentos (como as Resoluções nº 23.732/2024 e nº 23.755/2026) focados no combate à desinformação e na regulamentação da Inteligência Artificial (IA). O maior alerta para o pleito deste ano envolve o uso ilícito de deepfakes — conteúdos audiovisuais sintéticos que simulam voz e imagem de personalidades públicas com realismo extremo.

Horário eleitoral no Rádio e Televisão

O horário eleitoral gratuito, exibido no rádio e na televisão durante as eleições, já tem data para começar em 2026. Os programas dos candidatos entram no ar em 28 de agosto. No 1º Turno, a veiculação está liberada entre 28 de agosto e 1º de outubro. Já no 2º Turno (se houver para Governador ou Presidente), a exibição será entre 9 e 23 de outubro.

O Poder

Telefone/Whatsapp

Brasília

(61) 99667-4410

Recife

(81) 99967-9957

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nosso site.
Ao utilizar nosso site e suas ferramentas, você concorda com a nossa Política de Privacidade.

Jornal O Poder - Política de Privacidade

Esta política estabelece como ocorre o tratamento dos dados pessoais dos visitantes dos sites dos projetos gerenciados pela Jornal O Poder.

As informações coletadas de usuários ao preencher formulários inclusos neste site serão utilizadas apenas para fins de comunicação de nossas ações.

O presente site utiliza a tecnologia de cookies, através dos quais não é possível identificar diretamente o usuário. Entretanto, a partir deles é possível saber informações mais generalizadas, como geolocalização, navegador utilizado e se o acesso é por desktop ou mobile, além de identificar outras informações sobre hábitos de navegação.

O usuário tem direito a obter, em relação aos dados tratados pelo nosso site, a qualquer momento, a confirmação do armazenamento desses dados.

O consentimento do usuário titular dos dados será fornecido através do próprio site e seus formulários preenchidos.

De acordo com os termos estabelecidos nesta política, a Jornal O Poder não divulgará dados pessoais.

Com o objetivo de garantir maior proteção das informações pessoais que estão no banco de dados, a Jornal O Poder implementa medidas contra ameaças físicas e técnicas, a fim de proteger todas as informações pessoais para evitar uso e divulgação não autorizados.

fechar