Negociações entre comitivas dos EUA e Irã envolvem vários especialistas e podem durar cerca de 3 dias
11/04/2026
As negociações entre o Irã e os Estados Unidos entraram na chamada "fase de nível de especialistas", em que comitês especializados em questões econômicas, militares, legais e nucleares se reúnem, conforme informou o governo do Irã a repórteres de agências internacionais.
Com comitivas reunidas em Islamabad, capital do Paquistão, as negociações continuam "finalizando os detalhes técnicos" entre representantes dos dois países.
Clima de tensão e incertezas
A delegação do Irã é composta por 71 pessoas, incluindo negociadores, especialistas, representantes da mídia e de segurança, informou a agência estatal Tasnim.
Já por parte da delegação dos EUA estão especialistas em diversas áreas, comandados por assessores próximos do presidente Donald Trump. Entre fontes ouvidas pelas agências que tentam cobrir o encontro, existe um clima de tensão e incerteza em torno das negociações, que podem vir a durar até três dias.
Com comitivas reunidas em Islamabad, capital do Paquistão, as negociações continuam "finalizando os detalhes técnicos" entre representantes dos dois países.
Clima de tensão e incertezas
A delegação do Irã é composta por 71 pessoas, incluindo negociadores, especialistas, representantes da mídia e de segurança, informou a agência estatal Tasnim.
Já por parte da delegação dos EUA estão especialistas em diversas áreas, comandados por assessores próximos do presidente Donald Trump. Entre fontes ouvidas pelas agências que tentam cobrir o encontro, existe um clima de tensão e incerteza em torno das negociações, que podem vir a durar até três dias.
Debate sobre o Líbano
Um dos pontos do debate é que o Irã insiste que Israel pare com os ataques no Líbano, pontuando que isso faz parte do acordo para suspensão dos combates. Além disso, o principal negociador iraniano destacou que há "boa vontade" por parte das autoridades de Teerã (capital libanesa), mas o governo libanês não confia nos EUA.
Já Israel e os Estados Unidos afirmam que o conflito no Líbano não faz parte do acordo. As forças israelenses fizeram os maiores ataques ao país vizinho desde o início da guerra nesta semana, matando mais de 350 pessoas.
— Com informações de agências internacionais de notícias












