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Soberania Digital e Estratégia Nacional: O Imperativo da Proteção aos Cabos Submarinos no Brasil

07/10/2026

Por Amadeu Robalinho*

No cenário contemporâneo de interdependência tecnológica e fluxos contínuos de informação, a noção de soberania estatal transcende os limites tradicionais do território físico, abrangendo a tutela das infraestruturas estratégicas digitais. No Brasil, quase toda a comunicação internacional, cerca de 99% do tráfego de dados, depende dos cabos submarinos, elementos invisíveis porém cruciais que formam a espinha dorsal da conectividade global e, por consequência, do funcionamento pleno do Estado, da economia e da sociedade.

A questão central não reside na mera propriedade desses cabos, mas na capacidade soberana do Estado em garantir a continuidade das funções essenciais que eles sustentam. O conceito de soberania funcional impõe que, mesmo diante da degradação da infraestrutura física, de crises cibernéticas, falhas técnicas ou interferências hostis, os serviços fundamentais para a segurança, governança e desenvolvimento do país s...

Por Amadeu Robalinho*

No cenário contemporâneo de interdependência tecnológica e fluxos contínuos de informação, a noção de soberania estatal transcende os limites tradicionais do território físico, abrangendo a tutela das infraestruturas estratégicas digitais. No Brasil, quase toda a comunicação internacional, cerca de 99% do tráfego de dados, depende dos cabos submarinos, elementos invisíveis porém cruciais que formam a espinha dorsal da conectividade global e, por consequência, do funcionamento pleno do Estado, da economia e da sociedade.

A questão central não reside na mera propriedade desses cabos, mas na capacidade soberana do Estado em garantir a continuidade das funções essenciais que eles sustentam. O conceito de soberania funcional impõe que, mesmo diante da degradação da infraestrutura física, de crises cibernéticas, falhas técnicas ou interferências hostis, os serviços fundamentais para a segurança, governança e desenvolvimento do país sejam preservados.

A recente inclusão do tema dos cabos submarinos na agenda regulatória da Anatel em 2026, com foco na segurança física, cibernética, governança interinstitucional e mitigação dos riscos derivados da concentração geográfica desses ativos estratégicos, demonstra uma evolução perceptível no reconhecimento de sua relevância para a resiliência nacional. Esse avanço regulatório é imprescindível para assegurar redundância, capacidade ágil de reparo e mecanismos eficientes de monitoramento e resposta.

A responsabilidade das Forças Armadas e dos órgãos de Defesa sobre essa infraestrutura crítica amplia-se, exigindo uma atuação multifacetada que supera a vigilância tradicional, incorporando cooperação público-privada articulada, a identificação precisa das vulnerabilidades tecnológicas e a formulação de planos operacionais capazes de assegurar a continuidade funcional diante de adversidades. Para salvaguardar a soberania nacional, torna-se necessário investir em tecnologias de monitoramento, capacitação de especialistas multidisciplinares e no desenvolvimento de protocolos de governança integrados.

No plano geopolítico, as rotas submarinas de comunicação são variáveis estratégicas fundamentais nas dinâmicas globais de poder, estando sujeitas a disputas e influências externas que afetam diretamente a autonomia brasileira. Nações como Estados Unidos, China e União Europeia já implementam estratégias vigilantes para a proteção e diversificação dessas rotas, investindo em infraestrutura própria, parcerias internacionais e capacidades rápidas de resposta a incidentes. Essas experiências fornecem lições valiosas para a formulação de uma política nacional robusta, alinhada com os interesses estratégicos do Brasil.

Além disso, a complexidade do ambiente cibernético associado aos cabos submarinos reforça a necessidade de estreita coordenação entre Defesa, agências de inteligência, reguladores e o setor privado. A integração de sistemas de vigilância cibernética com capacidades de resposta física cria um escudo multidimensional essencial para enfrentar ameaças híbridas, que vão desde sabotagens físicas até ataques digitais sofisticados.

Os cabos submarinos de fibra óptica são responsáveis por aproximadamente 99% do tráfego internacional de dados e no Brasil conectam o continente à Europa, América do Norte e África, com pontos de aterragem estratégicos especialmente no Nordeste, como em Fortaleza, Ceará, que concentra uma das maiores redes de cabos do Atlântico Sul. Eles são vitais para a internet, serviços de nuvem, energia digital e telecomunicações, demandando manutenção constante e proteção contra sabotagens ou danos naturais. Sua instalação envolve estudos oceanográficos, mapeamento do terreno submarino e emprego de embarcações especializadas, veículos controlados remotamente e tecnologias de posicionamento preciso. Com vida útil média de 25 anos, esses cabos requerem inspeção periódica e manutenção especializada, sob fiscalização de órgãos como a Anatel.

Em âmbito internacional, a vulnerabilidade estratégica desses cabos cresce diante de relatos de ataques e sabotagens em regiões críticas como o Mar Vermelho, o Mar do Norte e proximidades de Taiwan, envolvendo atores como Rússia e China. A segurança cibernética e a defesa passam a incluir, obrigatoriamente, a proteção dos cabos submarinos, essenciais para o funcionamento da economia e da infraestrutura crítica global.

Como especialista em engenharia de soberania estratégica e defesa, analiso em minha obra a influência direta dessa infraestrutura crítica na soberania nacional e na segurança tecnológica do Brasil. Discuto o desafio da inserção do país na geopolítica digital e da comunicação, ressaltando que o controle estrangeiro de ativos estratégicos, como cabos e centros de processamento, pode ampliar vulnerabilidades frente a pressões internacionais. Destaco o impacto geopolítico e econômico da presença de grandes corporações e investimentos internacionais, especialmente no Nordeste brasileiro, que desempenha papel chave na conectividade global.

Assim, cabos submarinos representam infraestrutura crítica para o Brasil e o mundo, sendo pilares da comunicação, economia digital e segurança nacional. A formulação de políticas nacionais que preservem a autonomia, proteção, manutenção e expansão segura desses ativos, sobretudo em regiões estratégicas, é fundamental para que o Brasil assegure sua soberania funcional em um ambiente tecnológico e geopolítico cada vez mais complexo.

*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho

NR - Os textos assinados expressam a opinião de seus autores. O Poder estimula opiniões diversas e o livre contraditório.

À Pata de Cavalo, por Romero Falcão

07/10/2026

Não lembro onde li: “Para conhecer a educação de um país, não é preciso examinar gráficos, pesquisas; basta observar o comportamento da população no trânsito.”

Socos e Pistolas

Até os postes, que assistem aos motoristas durante vinte e quatro horas, sabem o quanto o dedo médio é estirado pela janela dos carros. Socos e pistolas disputam, sem constrangimento, uma vaga de estacionamento no shopping. Eis o brasileiro cordial.

Comentários

Vez por outra, os leitores me perguntam por que neste jornal — O Poder — não há espaço para comentários sobre os textos. Oriento-os a acessar o Instagram do jornal, nos perfis @jornalopoder e @tvopoder, onde há espaço para comentários. Cá com meus ressabiados botões: sim, é bom ter um feedback dos meus quatro seguidores e dos meus simpáticos perseguidores.

Mão Dupla das Ideias

Por outro lado, observo que o brasileiro vem perdendo a noção básica...

Não lembro onde li: “Para conhecer a educação de um país, não é preciso examinar gráficos, pesquisas; basta observar o comportamento da população no trânsito.”

Socos e Pistolas

Até os postes, que assistem aos motoristas durante vinte e quatro horas, sabem o quanto o dedo médio é estirado pela janela dos carros. Socos e pistolas disputam, sem constrangimento, uma vaga de estacionamento no shopping. Eis o brasileiro cordial.

Comentários

Vez por outra, os leitores me perguntam por que neste jornal — O Poder — não há espaço para comentários sobre os textos. Oriento-os a acessar o Instagram do jornal, nos perfis @jornalopoder e @tvopoder, onde há espaço para comentários. Cá com meus ressabiados botões: sim, é bom ter um feedback dos meus quatro seguidores e dos meus simpáticos perseguidores.

Mão Dupla das Ideias

Por outro lado, observo que o brasileiro vem perdendo a noção básica — o bê-á-bá — dos bons modos. Não apenas na via única das avenidas, mas também na mão dupla das ideias, ao contestar o artigo de um jornalista.

Grau de Febre

Basta correr os olhos pelo rodapé das publicações dos grandes periódicos do país para termos o termômetro — o grau de febre — da sociedade atual. Palavras e frases que fariam inveja a um boca-podre de bordel.

Polícia

Há poucos dias, a imprensa noticiou uma ameaça de morte a Chico Buarque, publicada na área de leitores de um jornal de São Paulo. O artista acionou a polícia.

Civilidade

Discordar do texto, apontar erros, contestar formulações equivocadas é salutar para o aperfeiçoamento do colunista. Desde que seja com civilidade — e não à bala, à pata de cavalo.

Deus me livre

Um boom nas fábricas de ferradura.

*Romero Falcão é cronista, poeta e articulista.


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Fliporto 21 anos: programação integrada com o Rec'N'Play

07/10/2026

Está chegando. A 21ª edição da Festa Literária Internacional de Pernambuco acontece de 12 a 15 de novembro. Homenageia Marcus Accioly e terá como tema “Raízes em papel, sonhos em bytes”.

A notícia

A Festa Literária Internacional de Pernambuco – Fliporto chega aos seus 21 anos em 2026 reafirmando sua vocação como um dos mais importantes encontros dedicados à literatura e à cultura em Pernambuco.
A 21ª edição será realizada entre os dias 12 e 15 de novembro de 2026, no Recife, reunindo escritores, artistas, intelectuais, leitores e representantes de diferentes áreas do conhecimento.



Sonhos em bytes

Com o tema “Raízes em papel, sonhos em bytes”, a Fliporto 2026 propõe um diálogo entre tradição e contemporaneidade, memória e inovação, refletindo sobre os caminhos do livro, da leitura e da criação literária diante das transformações tecnológicas do nosso tempo.



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Está chegando. A 21ª edição da Festa Literária Internacional de Pernambuco acontece de 12 a 15 de novembro. Homenageia Marcus Accioly e terá como tema “Raízes em papel, sonhos em bytes”.

A notícia

A Festa Literária Internacional de Pernambuco – Fliporto chega aos seus 21 anos em 2026 reafirmando sua vocação como um dos mais importantes encontros dedicados à literatura e à cultura em Pernambuco.
A 21ª edição será realizada entre os dias 12 e 15 de novembro de 2026, no Recife, reunindo escritores, artistas, intelectuais, leitores e representantes de diferentes áreas do conhecimento.


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Sonhos em bytes

Com o tema “Raízes em papel, sonhos em bytes”, a Fliporto 2026 propõe um diálogo entre tradição e contemporaneidade, memória e inovação, refletindo sobre os caminhos do livro, da leitura e da criação literária diante das transformações tecnológicas do nosso tempo.


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O escritor homenageado

Será Marcus Accioly, um dos nomes de referência da literatura pernambucana e brasileira.

A Fliporto

Tem coordenação-geral e curadoria literária de Antônio Campos.
A edição de 2026 terá como uma de suas principais características a realização de um amplo Circuito Fliporto, distribuído por diferentes espaços culturais do Recife. Literatura, artes visuais, tecnologia, inteligência artificial, cultura popular, gastronomia, patrimônio, pensamento, cidadania e memória estarão reunidos numa programação plural.


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Integração

Uma das grandes novidades deste ano será a realização da Fliporto durante o REC’n’Play, festival promovido pelo ecossistema do Porto Digital, criando uma conexão especial entre literatura, inovação, criatividade e cultura digital. Entre as diversas atividades do REC’n’Play, haverá uma programação específica realizada conjuntamente com a Fliporto.

Onde

No Espaço Fliporto / REC’n’Play – Porto Digital, instalado no auditório da Livraria Jaqueira, no Centro do Recife, serão promovidos encontros e debates sobre literatura, inovação, tecnologia, inteligência artificial e as transformações provocadas pelo universo digital.

MEC Livros

A programação também contará com a participação do Ministério da Educação – MEC, que apresentará ao público o MEC Livros, plataforma digital de acesso a livros e conteúdos de leitura. Para acompanhar a iniciativa e participar da programação, está prevista a presença do secretário-executivo nacional do Ministério da Educação.

Gabinete Português de Leitura

O secular espaço cultural será novamente um dos principais palcos da Fliporto, recebendo mesas literárias, palestras, homenagens, debates e encontros com escritores.

A Fliporto Arte

Reforça a presença das artes visuais na programação e realizará sua terceira edição com uma ampla mostra dedicada à arte contemporânea, no Espaço Janete Costa. A programação terá coordenação executiva de Ana Guerra e curadoria de Mariana Leme, reunindo artistas e promovendo o diálogo entre literatura e artes plásticas.


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Outro núcleo da edição

Será desenvolvido em parceria com o Instituto Dom Hélder, com uma programação especial voltada às relações entre literatura, pensamento, humanismo, direito e cidadania.

A gastronomia

Também integra o circuito cultural por meio do Circuito Gastronômico Fliporto, concebido para aproximar gastronomia, literatura, memória, patrimônio e identidade cultural pernambucana.

O Circuito Baobás

Levará ao público um roteiro cultural e uma exposição voltados aos baobás, símbolos de memória e ancestralidade, estabelecendo conexões com a história do Recife e suas dimensões literárias e culturais.

A literatura popular

Terá espaço especial na Fliporto Cordel, dedicada à riqueza da poesia e da tradição dos folhetos nordestinos. O homenageado será José de Cazuza, poeta e gravador, autor da Antologia Poetas Encantadores. A programação será realizada na sede do Porto Recife, que reúne auditório, museu e outros espaços culturais.

A dimensão internacional da Fliporto

Será reforçada ainda pela participação do Instituto Cervantes, que promoverá, durante as tardes, rodas de leitura e atividades em homenagem à literatura espanhola e latino-americana.

Ampliar e construir pontes

“A Fliporto chega aos 21 anos olhando para suas raízes, mas também para o futuro. Queremos reunir literatura, arte, tecnologia, memória e inovação, fazendo do Recife um grande território de encontros e de circulação de ideias”, afirma o coordenador-geral e curador literário da Fliporto, Antônio Campos.
A programação completa da Fliporto 2026 será anunciada até o dia 20 de outubro.


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Discurso de ódio contra o eleitor do Nordeste

07/10/2026

A gente sabe, não adianta esconder, que o preconceito contra o nordestino é grande. No Centro Sul e no Sul, principalmente. Mas até no próprio Nordeste, existe o preconceito. Muitos nordestinos estão longe do orgulho de ser nordestino. Pelo menos, nas urnas.

O mote da vez

Já há algumas eleições, tem ficado claro que o mapa eleitoral pinta de vermelho o Norte/Nordeste e, no geral, de verde as demais regiões desse continente chamado Brasil. Este ano, a flagrante diferença na opção do voto provocou um verdadeiro tsunami de preconceitos nas redes sociais.

O flagrante

Um estudo especial que esta sendo concluído pela Ativaweb DataLab revela números estarrecedores: nas últimas 72 horas foram capturados quase 33 milhões de menções, links e compartilhamentos sobre o voto nordestino nas redes sociais. 82,2% em tom crítico ao voto do nordeste, confirma Alek Maracajá, cientista de dados e CEO da Ativaweb DataLab.

A gente sabe, não adianta esconder, que o preconceito contra o nordestino é grande. No Centro Sul e no Sul, principalmente. Mas até no próprio Nordeste, existe o preconceito. Muitos nordestinos estão longe do orgulho de ser nordestino. Pelo menos, nas urnas.

O mote da vez

Já há algumas eleições, tem ficado claro que o mapa eleitoral pinta de vermelho o Norte/Nordeste e, no geral, de verde as demais regiões desse continente chamado Brasil. Este ano, a flagrante diferença na opção do voto provocou um verdadeiro tsunami de preconceitos nas redes sociais.

O flagrante

Um estudo especial que esta sendo concluído pela Ativaweb DataLab revela números estarrecedores: nas últimas 72 horas foram capturados quase 33 milhões de menções, links e compartilhamentos sobre o voto nordestino nas redes sociais. 82,2% em tom crítico ao voto do nordeste, confirma Alek Maracajá, cientista de dados e CEO da Ativaweb DataLab.

Confira

A seguir, comentário do nosso diretor José Nivaldo Junior






Veneziano critica senadores que querem barrar votação da escala 5X2

07/10/2026

Reeleito no ultimo domingo com expressiva votação, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) criticou uma articulação de senadores de oposição ao governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) para barrar a votação do fim da escala de trabalho 6x1, sem perdas salariais.


Articulação

A articulação é encabeçada por senadores do PL, partido do candidato à presidência Flávio Bolsonaro, que querem postergar a votação para depois do 2º turno das eleições, contrariando a pauta definida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (AP), que prevê a votação agora no início de outubro.

Momento

Segundo Veneziano, este é o momento para a população brasileira identificar que, é contra a proposta.

Fala Vené

“Quem estiver contra que se apresente e traga seus fundamentos. Nós estamos aqui colocando aos brasileiros que existem senadores que se posicionam em nome da dignidade do t...

Reeleito no ultimo domingo com expressiva votação, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) criticou uma articulação de senadores de oposição ao governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) para barrar a votação do fim da escala de trabalho 6x1, sem perdas salariais.


Articulação

A articulação é encabeçada por senadores do PL, partido do candidato à presidência Flávio Bolsonaro, que querem postergar a votação para depois do 2º turno das eleições, contrariando a pauta definida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (AP), que prevê a votação agora no início de outubro.

Momento

Segundo Veneziano, este é o momento para a população brasileira identificar que, é contra a proposta.

Fala Vené

“Quem estiver contra que se apresente e traga seus fundamentos. Nós estamos aqui colocando aos brasileiros que existem senadores que se posicionam em nome da dignidade do trabalho e do trabalhador, do reconhecimento que os milhões de brasileiros tem de poder gozar de um segundo dia de descanso, de mostrar, de forma categórica, que isso não trará prejuízos, muito pelo contrário, é a saúde do trabalhador, seja esta física ou mental, é a oportunidade de estar mais próximo aos seus familiares e, com isso, até produzir mais. E nós vamos discutir, inclusive nos próximos 19 dias, entre aqueles que defendem o trabalhador daqueles que não o farão, que são os opositores dos trabalhadores brasileiros” disse.

Os mesmos

Veneziano lembrou que os senadores que agora se apresentam contra a redução da jornada de trabalho são os mesmos que foram contra a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, que não aceitam o reajuste anual do salário mínimo, que são contra a destinação de recursos para universidades públicas, que são contra a ampliação dos Institutos Federais de Educação para cidades do interior do Brasil, e que já se apresentam contrários ao programa Pé de Meia.

Garantia

“O governo Lula é o governo que garante o Pé de Meia, que acabará, se nós não defendermos a reeleição do presidente Lula. Se esta matéria não for aprovada agora, ela não virá no próximo ano”, alertou.

Confira

A seguir, imagens de Vené no Senado







Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta quarta-feira Por Alek Maracajá

07/10/2026

Brasília, 7 de outubro de 2026

Faltam 18 dias para o 2º turno. Brasília já percebeu que três semanas dão para produzir umas quatro crises institucionais, duas guerras de narrativa e alguns milhões de stories


Flávio cresce nas redes e Lula passa dos 16 milhões e a audiência ainda é dele

Pesquisa de 2º turno só amanhã, com Datafolha e Vox Brasil. No digital, estudo da Ativaweb mostra que, na reta final do 1º turno, Flávio engajou 7,19% contra 1,75% de Lula.

A campanha de Flávio foi a Fachin avisar que o novo Senado "não será omisso", Alcolumbre marcou a 6×1 para o meio do 2º turno, o TSE explicou o apagão da apuração e a Câmara ficou mais jovem.

Resumo da manhã: o 2º turno começou em duas pistas, a das redes e a de 2027.

Termômetro eleitoral: urna × digital



33,4 milhões em casa: o maior eleitor do 2º turno é o sofá

A larga...

Brasília, 7 de outubro de 2026

Faltam 18 dias para o 2º turno. Brasília já percebeu que três semanas dão para produzir umas quatro crises institucionais, duas guerras de narrativa e alguns milhões de stories


Flávio cresce nas redes e Lula passa dos 16 milhões e a audiência ainda é dele

Pesquisa de 2º turno só amanhã, com Datafolha e Vox Brasil. No digital, estudo da Ativaweb mostra que, na reta final do 1º turno, Flávio engajou 7,19% contra 1,75% de Lula.

A campanha de Flávio foi a Fachin avisar que o novo Senado "não será omisso", Alcolumbre marcou a 6×1 para o meio do 2º turno, o TSE explicou o apagão da apuração e a Câmara ficou mais jovem.

Resumo da manhã: o 2º turno começou em duas pistas, a das redes e a de 2027.

Termômetro eleitoral: urna × digital



33,4 milhões em casa: o maior eleitor do 2º turno é o sofá

A largada é a urna: Flávio 47,03% × Lula 45,16% dos válidos. Fora dela ficaram 33,4 milhões de abstenções e cerca de 6 milhões de brancos e nulos. A primeira fotografia do 2º turno sai amanhã.

Lula reúne aliados e tenta furar a bolha.
Flávio soma apoios, como o de Caiado, e tenta manter o embalo.

Leitura: herdar os votos dos eliminados não basta. Ganha quem tirar gente do sofá.

Os dois candidatos descobriram o adversário mais difícil de 2026: o controle remoto


Termômetro Digital — Ativaweb Datalab


Instagram e Meta, 7 dias antes do 1º turno


Lula falou cinco vezes mais. Flávio foi ouvido quatro vezes mais.

Flávio: +1,31 milhão de seguidores, 17 posts, engajamento de 7,19%
Lula: menos da metade desse crescimento, 79 posts, engajamento de 1,75%

Na Meta, Flávio investiu R$ 6,1 milhões em 174 anúncios. Lula, R$ 3,6 milhões em 511 peças.

Em uma semana, Flávio reduziu em 24% a diferença de audiência para Lula. Cerca de R$ 905 mil da verba de Lula não chegaram ao público de 60+, que Flávio cobriu em 100%. O PL ainda concentrou cerca de R$ 800 mil em cinco anúncios para mulheres.

Leitura: Lula segue com a maior audiência e venceu no volume. Flávio cresceu mais e venceu na eficiência.

"Na última semana não há tempo para testar. Há tempo para acertar, e quem concentrou munição acertou o alvo com mais força." — Alek Maracajá

O algoritmo agiu como professor cruel: "não quero saber quantas páginas você escreveu, quero saber se respondeu à questão"


Principais movimentos

Governo e oposição na sala de Fachin, cada um com sua pauta


Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, disse ao presidente do STF, Edson Fachin, que não haverá "vingança", mas que o Senado "não vai se omitir" diante de crimes de ministros. A crítica de interferência do Judiciário é avaliação política do senador. No mesmo dia, a líder do governo, Teresa Leitão, levou a Fachin a PEC da Segurança e a 6×1.
O 2º turno já negocia 2027: a relação entre novo Senado e STF será tema seja quem for o eleito.
Fachin recebeu governo e oposição no mesmo dia. Em Brasília, isso é diálogo institucional. No condomínio, é reunião de síndico


A 6×1 entra na campanha, e a campanha entra na 6×1

Alcolumbre sinalizou a primeira votação da PEC do fim da 6×1 para o dia 15, mas sem garantir o segundo turno de votação antes do dia 25. Lula chamou a votação de "primeiro teste para que o PL diga o que quer desse País". Flávio classificou a defesa do governo como "oportunista" e defendeu jornada negociada entre trabalhador e empresa.

Depois de um 1º turno de crises institucionais, entra em cena uma pauta da rotina do trabalhador.
A escala é 6×1. A briga em Brasília sobre ela vai rodar em 7×0


Travou a tela, não a urna


A divulgação dos resultados parou por cerca de uma hora no domingo, entre 64% e 84% das seções. O TSE atribuiu a falha a um fluxo de dados acima do normal no sistema de divulgação, sem efeito na contagem. A Corte também registrou queda de 86% nas denúncias sobre integridade da eleição: de 18.487 em 2022 para cerca de 2,6 mil agora.
Separar falha de tela de fraude é o antídoto contra narrativa sem prova.
A página travou, a urna não. Mas a internet já fez crise nacional com menos antes do almoço


A Câmara trocou o cafezinho pelo energético

A idade média dos dez deputados federais mais votados caiu para menos de 32 anos, ante 39 em 2022, segundo levantamento da CBN. Especialistas ligam a mudança ao peso de redes, podcasts e cortes.
O digital deixou de ser só ferramenta de campanha: agora define quem acumula capital político rápido.
Daqui a pouco o plenário vai votar com "manda o link no grupo"


Leitura estratégica Ativaweb Datalab

Eleitoral: largada em 47,03% × 45,16%, e o maior eleitorado em disputa está entre os 33,4 milhões que não foram votar.
Digital: Flávio vem embalado; o ponto de atenção é se Lula sustenta alguma reação nos próximos dias.

Narrativo: "trabalho e 6×1" contra "Judiciário e liberdade". Cada lado tenta escolher o assunto do dia 25.

Institucional: Senado mais à direita, STF sob pressão e Presidência indefinida. A conversa sobre 2027 começou antes do resultado.
Renovação: os campeões de voto estão mais jovens e mais digitais.

O 1º turno acabou há três dias e Brasília já discute 2027. Tem gente preparando pesquisa para 2030


Lula passa dos 16 milhões: a audiência ainda é dele


O perfil de Lula no Instagram ultrapassou a marca de 16 milhões de seguidores: são 16.034.543 nesta manhã, segundo contador público de seguidores. No dia 5, a Ativaweb registrava 15.831.108, ou seja, cerca de 203 mil novos seguidores em dois dias.

Leitura: Flávio cresce mais rápido e engaja mais, mas Lula segue com a maior vitrine do 2º turno. O desafio agora é transformar tamanho em conversa, e não só em plateia.

Dezesseis milhões de seguidores. Agora só falta o algoritmo avisar a todos eles que saiu post novo



Alerta Ativaweb
1,31 milhão de novos seguidores não é 1,31 milhão de novos votos, e 7,19% de engajamento não é intenção eleitoral. Correlação não é conclusão.

Pesquisa mede intenção.
Digital mede atenção e interação.? Urna mede voto.

A partir de amanhã dá para ver se essas três curvas andam juntas ou separadas.

Fechamento

A história desta quarta é eleição em duas pistas.

Nas redes, Flávio chega com vantagem de crescimento e engajamento no recorte da Ativaweb. Em Brasília, Senado e STF medem forças enquanto a 6×1 tenta pôr o trabalho no centro da campanha.

E, em silêncio, os mais votados ficaram mais jovens e mais digitais.

Faltam 18 dias para o 2º turno.


A pesquisa fotografa amanhã. O digital acelera desde domingo. A urna espera o dia 25

Alek Maracajá
CEO da Ativaweb DataLab | Cientista de Dados e Pesquisador

Eleição para reitor do IFPB tem 2º turno nesta quarta-feira

07/10/2026

O futuro reitor do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), será escolhido hoje, quarta-feira (07/10). Professores, alunos e técnicos administrativos, escolhem no 2º turno, o novo reitor da instituição.
A votação será realizada das 8h às 20h, por meio de cédulas de papel, em todas as unidades da instituição.

A consulta

O processo de consulta à comunidade acadêmica acontece a cada quatro anos, e o primeiro turno deste pleito aconteceu no último dia 23 de setembro.

Os candidatos

Disputam o segundo turno Nicácio Lopes, ex-reitor do IFPB, e Neilor César, atual pró-reitor de Ensino da instituição. Os dois foram os candidatos mais votados no primeiro turno, realizado em 23 de setembro.

Aptos a votar

Estão aptos a votar, 15.028 estudantes, 1.019 professores e 789 servidores técnico-administrativos em educação.
O reitor eleito assumirá o reitorado entre os anos de 2026 e...

O futuro reitor do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), será escolhido hoje, quarta-feira (07/10). Professores, alunos e técnicos administrativos, escolhem no 2º turno, o novo reitor da instituição.
A votação será realizada das 8h às 20h, por meio de cédulas de papel, em todas as unidades da instituição.

A consulta

O processo de consulta à comunidade acadêmica acontece a cada quatro anos, e o primeiro turno deste pleito aconteceu no último dia 23 de setembro.

Os candidatos

Disputam o segundo turno Nicácio Lopes, ex-reitor do IFPB, e Neilor César, atual pró-reitor de Ensino da instituição. Os dois foram os candidatos mais votados no primeiro turno, realizado em 23 de setembro.

Aptos a votar

Estão aptos a votar, 15.028 estudantes, 1.019 professores e 789 servidores técnico-administrativos em educação.
O reitor eleito assumirá o reitorado entre os anos de 2026 e 2030.

O Poder

Flávio deve evitar subir tom de ataques a Lula, que amplia “núcleo duro”

07/10/2026

Estratégias e disputa no segundo turno. Candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro deve evitar subir o tom dos ataques pessoais ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da corrida eleitoral.

Orientação

A orientação de sua campanha é reforçar o discurso de “mudança” e de “esperança” em contraponto à estratégia petista de enfatizar o medo do retorno da família Bolsonaro ao poder.

Ampliou

Por sua vez, para reverter a desvantagem da primeira etapa da votação, Lula ampliou seu “núcleo duro” e busca sair do isolamento que, segundo aliados, marcou a campanha até aqui e contribuiu para o desempenho adverso nas urnas.

Medidas

Entre as medidas recomendadas estão explorar mais a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e diminuir o protagonismo da primeira-dama Janja da Silva.
Enquanto Lula prepara mudanças, a orientação no entorno d...

Estratégias e disputa no segundo turno. Candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro deve evitar subir o tom dos ataques pessoais ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da corrida eleitoral.

Orientação

A orientação de sua campanha é reforçar o discurso de “mudança” e de “esperança” em contraponto à estratégia petista de enfatizar o medo do retorno da família Bolsonaro ao poder.

Ampliou

Por sua vez, para reverter a desvantagem da primeira etapa da votação, Lula ampliou seu “núcleo duro” e busca sair do isolamento que, segundo aliados, marcou a campanha até aqui e contribuiu para o desempenho adverso nas urnas.

Medidas

Entre as medidas recomendadas estão explorar mais a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e diminuir o protagonismo da primeira-dama Janja da Silva.
Enquanto Lula prepara mudanças, a orientação no entorno de Flávio é evitar o "clima de favoritismo" e manter as críticas ao petismo, associando-o aos escândalos de corrupção e à crise do STF (Supremo Tribunal Federal), mas evitar ataques pessoais mais duros.

O efeito

Integrantes da campanha do PL consideram que a ofensiva petista no primeiro turno, explorando denúncias e suspeitas contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, não teve o efeito esperado.
Na avaliação desses aliados, Flávio se saiu melhor ao não entrar na briga pessoal, falar do que chama de “atraso” da gestão petista e se vender como “esperança de mudança”.

Alertas e ameaças

O time de Flávio chama de “campanha do medo” os alertas petistas sobre a volta do bolsonarismo e as ameaças de retrocesso em políticas públicas. Para contrapor essa abordagem, aposta na imagem de um candidato jovem e de um Bolsonaro moderado, que faria diferente em um eventual governo.

Conquistar

O objetivo é conquistar os indecisos e os eleitores de Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Este último também explorou o discurso de pacificação durante o primeiro turno.

O apoio de Caiado é usado para reforçar a mensagem de composição.
Depois dos ataques ao senador na primeira etapa, o ex-governador declarou apoio a Flávio. Entre os aliados, a orientação é deixar as divergências para trás e reunir forças contra o PT.

Reforçar

Do lado de Lula, a campanha pretende reforçar os questionamentos sobre a trajetória do adversário, com referências ao suposto financiamento do Banco Master ao filme “Dark Horse” e ao caso das rachadinhas, relacionado ao período em que Flávio era deputado estadual no Rio de Janeiro.

A definição

A definição da estratégia ocorre em meio à revisão da condução da campanha. Segundo aliados, Lula chegou ao fim do primeiro turno ouvindo poucas pessoas.
O presidente do PT, Edinho Silva, e Paulo Okamoto, um de seus interlocutores mais antigos, estavam entre os principais nomes desse núcleo.

Relatos

Mesmo entre esses aliados, há relatos de dificuldade para fazer Lula seguir orientações. A cobrança agora é para que o presidente envolva mais pessoas de confiança nas decisões políticas e na condução da campanha.
Nesse processo, o protagonismo de Janja também está sob revisão. Na visão de integrantes do time petista, a primeira-dama concentra algumas decisões e assume uma exposição que gera dificuldades com parte do eleitorado.

Comunicação

A comunicação é outra frente sob revisão. O ministro da Secom, Sidônio Palmeira, é apontado internamente como um dos responsáveis por erros na primeira etapa.
Desde segunda-feira (5), Lula realizou reuniões com aliados, tanto com o núcleo decisório no Palácio da Alvorada quanto em um encontro ampliado em um hotel de Brasília, para discutir a estratégia do segundo turno.

Com CNN

Banda Caroço de Manga comemora 20 anos com a terceira Passeata Raulseixista

07/10/2026

Um novo tributo a Raul Seixas. A Banda Caroço de Manga se apresenta no próximo sábado (10/10) em Recife, durante a terceira Passeata Raulseixista e comemoração de 20 anos do grupo.

Concentração

A concentração será a partir das 14h na Praça do Arsenal da Marinha, Recife – PE, na rua da Aurora, em direção à Feira da Aurora. Show em tributo a Raul Seixas com a Banda Caroço de Manga Toca Raul, convidados especiais e participações de outros músicos raulseixistas.

Repertório

Segundo os integrantes da banca, será um dia inesquecível com um repertório incrível com sucessos de Raul Seixas. O evento também marca os 3 anos da Feira da Aurora e as comemorações do dia das crianças.

O Poder

Um novo tributo a Raul Seixas. A Banda Caroço de Manga se apresenta no próximo sábado (10/10) em Recife, durante a terceira Passeata Raulseixista e comemoração de 20 anos do grupo.

Concentração

A concentração será a partir das 14h na Praça do Arsenal da Marinha, Recife – PE, na rua da Aurora, em direção à Feira da Aurora. Show em tributo a Raul Seixas com a Banda Caroço de Manga Toca Raul, convidados especiais e participações de outros músicos raulseixistas.

Repertório

Segundo os integrantes da banca, será um dia inesquecível com um repertório incrível com sucessos de Raul Seixas. O evento também marca os 3 anos da Feira da Aurora e as comemorações do dia das crianças.

O Poder

Novidade: multimídia Napoleão de Castro anuncia novo Blog no site da Revista Nordeste a partir da próxima sexta-feira

07/10/2026

A Revista Nordeste confirmou para a próxima sexta-feira (09/10), o início de novo Blog exclusivo denominado Direto do Planalto, assinado pelo renomado multimídia Napoleão de Castro, direto de Brasília.

Abordagens

Nesse espaço, ele anuncia abordagens dos principais fatos da semana a envolver personalidades dos 9 estados nordestinos de forma exclusiva.

Esforço

Para o fundador e Publisher da Revista Nordeste, Walter Santos, “ o reforço com a participação de Napoleão de Castro significa mais um reforço especial a comprovar o envolvimento da publicação dedicado a atender a multiplicidade de conteúdos em favor dos internautas e leitores”.
Com Revista Nordeste

A Revista Nordeste confirmou para a próxima sexta-feira (09/10), o início de novo Blog exclusivo denominado Direto do Planalto, assinado pelo renomado multimídia Napoleão de Castro, direto de Brasília.

Abordagens

Nesse espaço, ele anuncia abordagens dos principais fatos da semana a envolver personalidades dos 9 estados nordestinos de forma exclusiva.

Esforço

Para o fundador e Publisher da Revista Nordeste, Walter Santos, “ o reforço com a participação de Napoleão de Castro significa mais um reforço especial a comprovar o envolvimento da publicação dedicado a atender a multiplicidade de conteúdos em favor dos internautas e leitores”.
Com Revista Nordeste

Veneziano encaminha demandas da Paraíba no Ministério das Cidades e volta à Paraíba para se dedicar “integralmente” à reeleição de Lula

07/10/2026

Dois dias após ser reeleito com mais de 900 mil votos, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) esteve reunido ontem, terça-feira (06/10) em audiência no Ministério das Cidades. Ele foi recebido pelo Ministro Vladimir Lima para tratar do andamento de projetos do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ e outros projetos urbanísticos em benefício de diversos municípios paraibanos.

Em Brasília

Veneziano está em Brasília desde a segunda-feira pós eleição, quando foi convidado pelo presidente e candidato à reeleição Luís Inácio Lula da Silva (PT) para uma reunião de trabalho em favor da sua campanha de reeleição, com a participação das principais lideranças que apoiam Lula em todo o país.

De volta

Nesta quarta-feira (07/10) Veneziano confirmou que estará de volta à Paraíba, onde permanecerá “ininterruptamente envolvido” com a campanha de reeleição do presidente Lula, até a votação em 2º turno, que será dia 25 de outubr...

Dois dias após ser reeleito com mais de 900 mil votos, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) esteve reunido ontem, terça-feira (06/10) em audiência no Ministério das Cidades. Ele foi recebido pelo Ministro Vladimir Lima para tratar do andamento de projetos do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ e outros projetos urbanísticos em benefício de diversos municípios paraibanos.

Em Brasília

Veneziano está em Brasília desde a segunda-feira pós eleição, quando foi convidado pelo presidente e candidato à reeleição Luís Inácio Lula da Silva (PT) para uma reunião de trabalho em favor da sua campanha de reeleição, com a participação das principais lideranças que apoiam Lula em todo o país.

De volta

Nesta quarta-feira (07/10) Veneziano confirmou que estará de volta à Paraíba, onde permanecerá “ininterruptamente envolvido” com a campanha de reeleição do presidente Lula, até a votação em 2º turno, que será dia 25 de outubro.

Gilson Machado: a direita, com franqueza

07/10/2026

Gilson Machado Neto. Ex-ministro do Turismo de Bolsonaro. Eleito no último domingo deputado Federal. Ele foi o entrevistado do Poadcast Direto de Brasília, ontem, terça-feira 06/10, à noite. O podcast é uma parceria do Blog do Magno com a rede Folha de Pernambuco. E retransmitido por mais de 60 emissoras no Nordeste. Além de parceria com diversos blogs líderes de audiência.

A entrevista

Sem entrar no mérito de concordar ou discordar das ideias apresentadas, O Poder registra: Gilson estava inspirado. Poucas vezes tivemos oportunidade de ouvir o que pensa e o que pretende fazer a direita no Governo, caso Flávio vença Lula, e no Congresso.

Muito útil

Valioso para quem concorda, combate ou ainda está definindo o voto.

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Gilson Machado Neto. Ex-ministro do Turismo de Bolsonaro. Eleito no último domingo deputado Federal. Ele foi o entrevistado do Poadcast Direto de Brasília, ontem, terça-feira 06/10, à noite. O podcast é uma parceria do Blog do Magno com a rede Folha de Pernambuco. E retransmitido por mais de 60 emissoras no Nordeste. Além de parceria com diversos blogs líderes de audiência.

A entrevista

Sem entrar no mérito de concordar ou discordar das ideias apresentadas, O Poder registra: Gilson estava inspirado. Poucas vezes tivemos oportunidade de ouvir o que pensa e o que pretende fazer a direita no Governo, caso Flávio vença Lula, e no Congresso.

Muito útil

Valioso para quem concorda, combate ou ainda está definindo o voto.






Estratégia do silêncio: Como Bolsonaro fez história sem dizer uma única palavra, por Zé da Flauta

06/10/2026

A hipotética e espetacularizada varredura eleitoral do bolsonarismo nas urnas traz de volta aquele velho dilema que nem a ciência política nem a teologia conseguem resolver na mesa do bar: estamos diante de um mestre da estratégia terrena ou de um fenômeno que já ultrapassou os limites da física e entrou no campo do milagre? Eleger a esposa, a ex-esposa, os filhos, o irmão, os correligionários e até o papagaio de estimação, mesmo sob o mais rigoroso isolamento e com o sinal de celular cortado, é o tipo de proeza que faz qualquer marqueteiro de Harvard rasgar o diploma e ir vender miçanga na praia.

A marca

Do ponto de vista puramente terreno, a consolidação de uma bancada recorde no Congresso e o domínio absoluto das presidências da Câmara e do Senado revelam uma disciplina partidária e um pragmatismo que a oposição jurava que não existiam. A estratégia operou como um algoritmo da fé: a militância não precisou de comícios, discursos inflamados ou gra...

A hipotética e espetacularizada varredura eleitoral do bolsonarismo nas urnas traz de volta aquele velho dilema que nem a ciência política nem a teologia conseguem resolver na mesa do bar: estamos diante de um mestre da estratégia terrena ou de um fenômeno que já ultrapassou os limites da física e entrou no campo do milagre? Eleger a esposa, a ex-esposa, os filhos, o irmão, os correligionários e até o papagaio de estimação, mesmo sob o mais rigoroso isolamento e com o sinal de celular cortado, é o tipo de proeza que faz qualquer marqueteiro de Harvard rasgar o diploma e ir vender miçanga na praia.

A marca

Do ponto de vista puramente terreno, a consolidação de uma bancada recorde no Congresso e o domínio absoluto das presidências da Câmara e do Senado revelam uma disciplina partidária e um pragmatismo que a oposição jurava que não existiam. A estratégia operou como um algoritmo da fé: a militância não precisou de comícios, discursos inflamados ou grandes debates na televisão; bastou a marca do líder estampada no santinho para que o eleitor transferisse o voto com a precisão de um leitor de código de barras. Transformar a ausência física e o silêncio forçado no combustível mais potente da campanha é uma jogada de mestre que deixa qualquer analista político tonto.

Resiliência

Agora, se existe algo de "espiritual" nisso tudo? Depende do santo para quem você reza. Para os seus seguidores, a cena beira o épico bíblico: o líder isolado que, por meio de uma espécie de telepatia eleitoral ou comunicação por ondas de pensamento, consegue mover montanhas de votos e desenhar o mapa do Poder Legislativo a quilômetros de distância. Há uma dimensão mística indiscutível na forma como a lealdade do eleitorado bolsonarista se mantém imune ao desgaste do tempo, às tempestades jurídicas e ao isolamento físico, um fenômeno de devoção que a política tradicional, acostumada a negociar cargos e tempo de televisão, simplesmente não consegue decifrar.

Devoção

Quando o eleitorado decide transformar o voto numa declaração de fé cega e incondicional, a ponto de eleger uma árvore se ela estiver usando a cor "certa", quem realmente ganha com o resultado dessa estratégia? E até que ponto a representação política continua existindo para cobrar soluções reais dos seus representantes, em vez de funcionar apenas como um grande espelho da nossa própria devoção?

Até a próxima!
Zé da Flauta é compositor e cronista


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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.

A derrota de Lula, por Roberto Vieira

06/10/2026

Política lembra o futebol em algumas coisas. Uma delas é o mito da invencibilidade. Alguém passa anos e anos sem conhecer a dor da derrota. Logo, tanto este alguém como toda a humanidade, julgam-se imortais. Um Deus. Era assim com a seleção brasileira de 82 e a Hungria de 54. Até este domingo, era assim com o presidente Lula. A derrota do presidente também lembra outro episódio famoso da história ocorrido há 96 anos.

Nordeste

Claro que o Nordeste é grato a Lula. Imensamente grato. Na Paraíba, Lula venceu em todos os municípios. O melhor resultado de Bolsonaro foi em Bayeux, com 46% dos votos. No Rio Grande do Norte, só venceu em Parnamirim, com 50,92%. A Bahia lhe rendeu 3 municípios: Luís Eduardo Magalhães, Buerarema e Itamaraju. São os traidores.

Santa

Em Pernambuco, o único município bolsonarista é Santa Cruz do Capibaribe, terra dos mestres do futebol e do jornalismo Lenivaldo Aragão e Paulo Moraes. A terra d...

Política lembra o futebol em algumas coisas. Uma delas é o mito da invencibilidade. Alguém passa anos e anos sem conhecer a dor da derrota. Logo, tanto este alguém como toda a humanidade, julgam-se imortais. Um Deus. Era assim com a seleção brasileira de 82 e a Hungria de 54. Até este domingo, era assim com o presidente Lula. A derrota do presidente também lembra outro episódio famoso da história ocorrido há 96 anos.

Nordeste

Claro que o Nordeste é grato a Lula. Imensamente grato. Na Paraíba, Lula venceu em todos os municípios. O melhor resultado de Bolsonaro foi em Bayeux, com 46% dos votos. No Rio Grande do Norte, só venceu em Parnamirim, com 50,92%. A Bahia lhe rendeu 3 municípios: Luís Eduardo Magalhães, Buerarema e Itamaraju. São os traidores.

Santa

Em Pernambuco, o único município bolsonarista é Santa Cruz do Capibaribe, terra dos mestres do futebol e do jornalismo Lenivaldo Aragão e Paulo Moraes. A terra da máquina de costura lembra outra santa, Santa Catarina, terra da direita. É o rincão capitalista do Pernambuco socialista lulista.

Surpresa

Porém, temos surpresas em Pernambuco. Bolsonaro teve mais de 40% dos votos em Toritama, Fernando de Noronha, Carpina, Taquaritinga e Caruaru. Parece pouco, mas num estado dominado pelos benefícios assistenciais e com dois senadores eleitos de esquerda, dois candidatos ao governo amigos de Lula — estado que esqueceu seu liberalismo no século XIX —, já é novidade.

Lula

Voltando ao mito. A geração atual nunca viu Lula perder eleição. Viu ontem. Foi a primeira derrota de Lula no século XXI. Ele perdeu como a Hungria de 54 e o Brasil de 82. Perdeu como Capablanca em 1927. Perdeu como perdem os mortais, como perdeu Jair Bolsonaro em 2022. Perdeu porque toda vitória é uma ilusão passageira, assim como os mitos.

Returno

Alguém deve perguntar: mas e se Lula ganhar no segundo turno? Tudo é possível. Lula tem a máquina, o Congresso e o Judiciário em suas mãos, embora nunca tenha havido reversão do primeiro para o segundo turno nas eleições presidenciais. Porém, essa turma de Lula curtia o mito da invencibilidade de Lula. Hoje, dia seguinte da derrota, Lula voltou a ser tão mortal quanto Puskas no dia 5 de julho de 1954 ou como Zico e Sócrates no dia 6 de julho de 1982. Como Washington Luís naquele outubro de 1930.

Velha

Há 96 anos, naquele 3 de outubro de 1930, a República Velha desabou diante da quebra da bolsa, tenentismo, Coluna Prestes e do avanço de Getúlio Vargas. Caso a derrota de Lula em outubro de 2026 venha a se concretizar, podemos estar presenciando ao fim da República de 1985. Felizmente, sem nenhum assassinato de João Pessoa no Recife.

Roberto Vieira é médico e cronista
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.



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Ala do STF vê Alcolumbre enfraquecido e com chance baixa de se reeleger

06/10/2026

Uma ala do STF (Supremo Tribunal Federal) avalia que o senador Davi Alcolumbre (União-AP) saiu enfraquecido e com menos influência política das eleições e que terá dificuldade em se reeleger presidente do Senado Federal no começo do próximo ano.

Não concorreu

Alcolumbre não concorreu neste ano, mas viu seu principal adversário político, Dr. Furlan (PSD), se eleger governador no Amapá em primeiro turno com 281 mil votos, mais de 62% do total, derrotando seu maior aliado no Estado, Clécio Luís (União), que obteve 165 mil votos.

Insucesso

O insucesso não ficou restrito à disputa ao governo. Seu grupo político sofreu revés na tentativa de garantir as duas vagas para a Casa comandada por Alcolumbre. Dr. Furlan conseguiu eleger Rayssa Furlan (Podemos), esposa do governador eleito, senadora da República. A segunda vaga ficou com outro adversário de Alcolumbre, Lucas Barreto (PSD).
O presidente do Senado fazia c...

Uma ala do STF (Supremo Tribunal Federal) avalia que o senador Davi Alcolumbre (União-AP) saiu enfraquecido e com menos influência política das eleições e que terá dificuldade em se reeleger presidente do Senado Federal no começo do próximo ano.

Não concorreu

Alcolumbre não concorreu neste ano, mas viu seu principal adversário político, Dr. Furlan (PSD), se eleger governador no Amapá em primeiro turno com 281 mil votos, mais de 62% do total, derrotando seu maior aliado no Estado, Clécio Luís (União), que obteve 165 mil votos.

Insucesso

O insucesso não ficou restrito à disputa ao governo. Seu grupo político sofreu revés na tentativa de garantir as duas vagas para a Casa comandada por Alcolumbre. Dr. Furlan conseguiu eleger Rayssa Furlan (Podemos), esposa do governador eleito, senadora da República. A segunda vaga ficou com outro adversário de Alcolumbre, Lucas Barreto (PSD).
O presidente do Senado fazia campanha para a deputada estadual Alliny Serrão (União). Alliny acabou na quinta colocação com pouco mais de 85 mil votos e 9,68%. O senador Randolfe Rodrigues (PT), líder do governo no Congresso e aliado de Alcolumbre, terminou em terceiro lugar com 163 mil votos, 18,55% do total.

STF

Ministros do STF acreditam que o resultado das eleições no Amapá e a ampliação da bancada bolsonarista no Senado devem dificultar a atuação do senador e os planos políticos de Alcolumbre no próximo ano e em 2030.

Avaliação

A avaliação de uma ala do tribunal é a de que Alcolumbre sai enfraquecido em seu reduto eleitoral e corre dois riscos, um a curto e outro a longo prazo. Já no ano que vem, dizem esses ministros, com o aumento da bancada bolsonarista no Senado, o senador vê diminuir a chance de permanecer no comando da Casa.

Acredita

Essa ala do STF acredita que a onda bolsonarista deve impulsionar a candidatura de Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, e aumentar a probabilidade de ele vencer a disputa ao comando do Senado.
A longo prazo, alerta esse grupo do STF, Alcolumbre corre o risco de não se reeleger senador nas eleições de 2030. O atual mandato do senador teve início em 2023. A avaliação dos ministros é a de que o resultado da eleição em seu reduto indica uma mudança das forças políticas no Amapá.

Com CNN

Durante reunião com lideranças nacionais que apoiam Lula, Veneziano destaca pontos que devem ser observados no 2º turno

06/10/2026

O senador reeleito Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) participou, na tarde e noite de ontem, segunda-feira (05/10), em Brasília, de uma reunião com outras lideranças nacionais que apoiam a candidatura à reeleição do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT).

Estratégias

Ao final do encontro, em entrevista à imprensa que cobriu o evento, Veneziano falou sobre o que foi discutido e as estratégias para que Lula saia vitorioso na disputa.

“Hoje nós estamos aqui em Brasília, após o convite da coordenação nacional da campanha do nosso presidente Lula, para ouvi-lo, evidentemente, para fazer algumas observações, de cada um dos estados ou através dos governadores já eleitos no primeiro turno, dos senadores eleitos, mesmo aqueles que não obtiveram resultado favorável também tiveram a oportunidade de falar, para que a gente possa, neste curto período que nós temos de 19 dias para o segundo turno, mostrar exatamente aquilo que de fato nós sabemo...

O senador reeleito Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) participou, na tarde e noite de ontem, segunda-feira (05/10), em Brasília, de uma reunião com outras lideranças nacionais que apoiam a candidatura à reeleição do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT).

Estratégias

Ao final do encontro, em entrevista à imprensa que cobriu o evento, Veneziano falou sobre o que foi discutido e as estratégias para que Lula saia vitorioso na disputa.

“Hoje nós estamos aqui em Brasília, após o convite da coordenação nacional da campanha do nosso presidente Lula, para ouvi-lo, evidentemente, para fazer algumas observações, de cada um dos estados ou através dos governadores já eleitos no primeiro turno, dos senadores eleitos, mesmo aqueles que não obtiveram resultado favorável também tiveram a oportunidade de falar, para que a gente possa, neste curto período que nós temos de 19 dias para o segundo turno, mostrar exatamente aquilo que de fato nós sabemos”, afirmou Veneziano.

Alertar

Ele disse que é preciso alertar a população brasileira “sobre diferenciar aquilo que é uma realidade constatável, já experimentada, já provada, de termos um governo que fez e que, portanto, tem a autoridade de assumir o que vai fazer no próximo governo, daquele que é uma candidatura que, exatamente, é um vazio só, é uma desqualificação só, e isso a gente precisa fazer com que chegue à população paraibana e dos demais outros estados”, finalizou Veneziano.

Fim da escala 6x1: Senado inicia nova etapa de discussão da PEC

06/10/2026

O Senado Federal inicia hoje, terça-feira (06/10 uma nova etapa da tramitação da proposta que prevê o fim da escala 6x1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e tem direito a apenas um dia de folga.

Três sessões

Serão três sessões seguidas de discussão em plenário, marcadas para amanhã, quarta (07/10) e quinta-feira (08/10), sempre às 14h.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), foi quem pautou o início das discussões.

As reuniões

As reuniões serão realizadas em formato semipresencial, permitindo que os senadores participem tanto presencialmente quanto à distância.

Em nota divulgada na semana passada, a Presidência do Senado afirmou que o tema será debatido com "responsabilidade, equilíbrio e respeito às diferentes perspectivas envolvidas".
As sessões não servem para votar diretamente a proposta.

Regimento

P...

O Senado Federal inicia hoje, terça-feira (06/10 uma nova etapa da tramitação da proposta que prevê o fim da escala 6x1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e tem direito a apenas um dia de folga.

Três sessões

Serão três sessões seguidas de discussão em plenário, marcadas para amanhã, quarta (07/10) e quinta-feira (08/10), sempre às 14h.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), foi quem pautou o início das discussões.

As reuniões

As reuniões serão realizadas em formato semipresencial, permitindo que os senadores participem tanto presencialmente quanto à distância.

Em nota divulgada na semana passada, a Presidência do Senado afirmou que o tema será debatido com "responsabilidade, equilíbrio e respeito às diferentes perspectivas envolvidas".
As sessões não servem para votar diretamente a proposta.

Regimento

Pelo regimento interno do Senado, uma PEC precisa passar por cinco sessões de discussão em plenário antes de ser submetida à votação em primeiro turno.
As reuniões marcadas para terça, quarta e quinta-feira contam para esse período obrigatório de debates.

Depois da votação em primeiro turno, os senadores ainda deverão realizar outras sessões de discussão antes da votação em segundo turno, que é a etapa final da análise da proposta no Senado.

O que falta para a PEC ser aprovada?

A proposta já percorreu praticamente todo o caminho legislativo.
Primeiro, foi aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados. Em seguida, recebeu aval da Comissão de Constituição e Justiça do Senado em setembro.

Veneziano se reúne Lula em Brasília para definir estratégias para o 2º turno com as principais lideranças nacionais

06/10/2026

Reeleito com mais de 900 mil votos, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) foi convidado pelo presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio a Lula da Silva (PT) para uma reunião ontem, segunda-feira (0510), em Brasília.

Participação

A reunião teve a participação das principais lideranças políticas do país, sobretudo as que foram eleitas ou reeleitas. O encontro foi para discutir as estratégias da campanha para o segundo turno, em todos os estados. Pela Paraíba, além de Veneziano, participaram o governador reeleito, Lucas Ribeiro, e o senador eleito João Azevedo (PSB).

Reeleito com mais de 900 mil votos, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) foi convidado pelo presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio a Lula da Silva (PT) para uma reunião ontem, segunda-feira (0510), em Brasília.

Participação

A reunião teve a participação das principais lideranças políticas do país, sobretudo as que foram eleitas ou reeleitas. O encontro foi para discutir as estratégias da campanha para o segundo turno, em todos os estados. Pela Paraíba, além de Veneziano, participaram o governador reeleito, Lucas Ribeiro, e o senador eleito João Azevedo (PSB).

Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta terça-feira

06/10/2026

Por Alek Maracajá

Brasília, 6 de outubro de 2026

… Bora, Brasil! Faltam 19 dias para o 2º turno. O primeiro turno acabou no domingo, mas Brasília claramente não recebeu o memorando sobre descansar.

A urna fechou em Flávio 47,03% × Lula 45,16% dos votos válidos, e ainda não existe pesquisa de 2º turno publicada. No digital, Flávio ganhou cerca de 1,1 milhão de seguidores em dez horas depois da apuração, como registrou a Veja com dados da Ativaweb DataLab.

Flávio juntou Zema, Caiado, Temer ( criador de Xandão) e o centrão, a Bolsa bateu 206 mil pontos e Trump falou em "grande vitória". Lula subiu o tom contra o STF, o PL chegou a 28 das 81 cadeiras no Senado e Kassio avalia soltar Bolsonaro depois do 2º turno.

Resumo da manhã: a eleição virou duas, a do Planalto e a do "quem governa com quem", e o digital largou na frente das pesquisas.

Termômetro eleitoral: urna × digital (e as pesquisas ainda n...

Por Alek Maracajá

Brasília, 6 de outubro de 2026

… Bora, Brasil! Faltam 19 dias para o 2º turno. O primeiro turno acabou no domingo, mas Brasília claramente não recebeu o memorando sobre descansar.

A urna fechou em Flávio 47,03% × Lula 45,16% dos votos válidos, e ainda não existe pesquisa de 2º turno publicada. No digital, Flávio ganhou cerca de 1,1 milhão de seguidores em dez horas depois da apuração, como registrou a Veja com dados da Ativaweb DataLab.

Flávio juntou Zema, Caiado, Temer ( criador de Xandão) e o centrão, a Bolsa bateu 206 mil pontos e Trump falou em "grande vitória". Lula subiu o tom contra o STF, o PL chegou a 28 das 81 cadeiras no Senado e Kassio avalia soltar Bolsonaro depois do 2º turno.

Resumo da manhã: a eleição virou duas, a do Planalto e a do "quem governa com quem", e o digital largou na frente das pesquisas.

Termômetro eleitoral: urna × digital (e as pesquisas ainda no forno)

Flávio 47,03% × Lula 45,16%: o ponto de partida é a urna

Com 100% das seções totalizadas, Flávio Bolsonaro (PL) teve 47,03% dos válidos, Lula (PT) 45,16% e Augusto Cury (Avante) 2,89%. Diferença de 1,87 ponto. Abstenção de 21,08%, cerca de 33,4 milhões de eleitores, a maior desde 1998. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, disse que "não é o ideal" e prometeu reforçar ações para reduzi-la.

Pesquisa de 2º turno? Calma. O calendário divulgado pelo Metrópoles é este:
8/10 Datafolha e Vox Brasil
9/10 AtlasIntel
10/10 Ipespe

A pergunta da semana é para onde vão os eleitores de Cury, Renan, Caiado e Zema, e quem acorda os 33,4 milhões que ficaram em casa.

Quem postar hoje "nova pesquisa do 2º turno" está pesquisando mais rápido que os próprios institutos

Termômetro Digital — Ativaweb Datalab

Últimos 30 dias

Flávio: +1,26 milhão de novos seguidores
Lula: +630 mil novos seguidores, aproximadamente

Soma: cerca de 1,89 milhão de novos seguidores em 30 dias.

Lula publicou 367 vezes, quatro vezes mais que Flávio. Engajamento: Flávio 7,27% × Lula 1,38%. Só nas dez horas após o 1º turno, Flávio ganhou cerca de 1,1 milhão de seguidores, 2,48 vezes o crescimento de Lula no mesmo recorte, segundo a Veja.

Lula ainda tem a maior audiência; Flávio cresce cerca de duas vezes mais e engaja mais de cinco vezes mais. Volume de post não virou eficiência de conteúdo. Mas há pista do outro lado: os posts de Lula de 27 e 29 de setembro chegaram perto de 2,7%, quase o dobro da média dele.

"O digital deixou de ser vitrine e virou o lugar onde a sociedade conversa, reage e decide. Quem interpreta a sociedade conectada chega antes do eleitor." — Alek Maracajá

Lula publicou quatro vezes mais e Flávio cresceu duas vezes mais. Qualquer grupo de família confirma: quem manda mais mensagem nem sempre é quem é mais lido.


Principais movimentos


Senado novo, STF de cabelo em pé

O PL elegeu 19 senadores e terá 28 das 81 cadeiras a partir de 2027, a maior bancada em início de legislatura desde 1988, segundo a Agência Senado. Segundo a jornalista Daniela Lima, um ministro do STF classificou a nova composição, reservadamente, como o "pior cenário possível" para a Corte, por causa de pedidos de impeachment de ministros. Por ora, é preocupação, não medida aprovada.

O 2º turno já não é só Lula × Flávio: o eleitor escolheu antes o Congresso que vai cobrar a conta da governabilidade.
O presidente nem foi escolhido e o Senado já chegou, sentou no sofá e perguntou: "então, vamos falar de governabilidade?"

Flávio junta apoios, a bolsa sobe e Trump aplaude

Zema (Novo), Caiado (PSD), Michel Temer (MDB), Tarcísio (Republicanos) e a federação PP-União Brasil declararam apoio a Flávio. O Ibovespa subiu 7,7% e fechou a 206.911 pontos, recorde histórico, e Trump chamou o resultado de "grande vitória". Do outro lado, Lula subiu o tom: disse carregar "nas costas" a "promiscuidade" que se estabeleceu na Suprema Corte e foi atrás de quem não votou.
Flávio vende a ideia de time formado e mercado animado. Lula aposta em pôr o STF e a abstenção no centro do debate.
Num só dia, Flávio ganhou o centrão, a Faria Lima e um "incrível" em inglês. Lula ganhou a pauta do Supremo. Os dois saíram dizendo que o dia foi ótimo.

Kassio, Bolsonaro e o calendário do STF

Segundo reportagem da Folha, o ministro Kassio Nunes Marques quer julgar depois do 2º turno a revisão criminal de Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses na ação da trama golpista, e avalia até soltá-lo por liminar. O cenário mais provável, diz a reportagem, é levar o caso ao plenário. Interlocutores de Kassio afirmam que ele segurou o processo para não ser acusado de interferir na eleição; o ministro não se manifestou publicamente. Bolsonaro também pediu ao STF para receber visitas de Flávio na prisão domiciliar.
O caso Bolsonaro fica para depois da urna, mas vira munição para os dois lados até lá.
O STF descobriu a fórmula para não interferir na eleição: deixar o suspense para o episódio depois do final da temporada

Fake da Bandeira: não tocou o chão, tocou o TSE

O ministro André Mendonça deu 24 horas para X, TikTok, Threads, Instagram e Facebook apagarem posts que diziam que Lula jogou a bandeira no chão após votar. O pedido foi da coligação Brasil Pronto Pra Mais contra Pablo Marçal e outros perfis. Vídeos mostram a bandeira enrolada e entregue a outra pessoa; Mendonça manteve os posts que apenas criticavam o manuseio.

O 2º turno começou e a desinformação já voltou ao TSE, agora com a linha clara entre crítica, que fica, e fato falso, que sai.

A bandeira não encostou no chão, mas a fake encostou rapidinho no TSE

Corrupção banalizada, voto simbólico

Em artigo no Amado Mundo, Alek Maracajá argumenta que o caso Master circulou muito nas redes, mas perdeu força de diferenciar candidaturas por envolver atores de "praticamente todos os campos políticos e institucionais". No vácuo, pautas simbólicas e identitárias, como a polêmica envolvendo Nossa Senhora Aparecida, mobilizaram comunidades com mais intensidade.
"Quando todos parecem implicados, a corrupção deixa de funcionar como critério de escolha." —

É hipótese estratégica, não prova de voto: quando um tema não separa os lados, quem ativa identidade e emoção ocupa a conversa.
Na política digital, bilhões podem perder a discussão para um símbolo. O algoritmo nunca prometeu respeitar ordem de grandeza

Leitura estratégica Ativaweb Datalab

Eleitoral: largada em 47,03% × 45,16%, e as primeiras fotografias do 2º turno saem a partir de quinta.

Digital: Flávio entra com vantagem em crescimento e engajamento; Lula, com a maior audiência e posts que já mostraram fôlego.
Narrativo: "time formado e mercado em alta" contra "promiscuidade no STF"; abstenção, símbolos e desinformação correm por fora.

Institucional: PL com 28 senadores, Lula contra o Supremo e a revisão de Bolsonaro empurrada para depois da urna. O STF virou cabo eleitoral involuntário dos dois lados.
Abstenção: 33,4 milhões de ausentes valem mais de 14 vezes os cerca de 2,3 milhões de votos de vantagem do 1º turno.

Dois candidatos, 19 dias e um Senado já de olho. Brasília vai precisar de mais café que de urna

Alerta Ativaweb

O maior erro agora seria transformar o digital de Flávio em projeção de urna. 7,27% de engajamento não é 7,27% a mais de votos. Correlação não é conclusão: pesquisa mede intenção, digital mede atenção e interação, urna mede voto. O teste desta semana é ver se a curva digital e a primeira pesquisa do 2º turno apontam para o mesmo lado.

"Audiência mostra tamanho, crescimento mostra direção e engajamento revela intensidade. É a combinação das curvas que explica a temperatura do digital." — Alek Maracajá

Fechamento

A história desta terça é começou outra eleição.

Flávio sai do 1º turno à frente por 1,87 ponto e com forte aceleração nas redes. Lula mantém a maior audiência, mas enfrenta diferença relevante de engajamento, e aposta em quem ficou em casa.

O novo Senado já avisa que vencer é a primeira parte do problema; governar é a segunda. E as pesquisas ainda nem chegaram.

Faltam 19 dias para o 2º turno.

A pesquisa fotografa na quinta. O digital corre desde domingo. A urna só responde no dia 25. Até lá, Brasília promete 46 crises, 12 alianças improváveis e uns 300 milhões de stories

Alek Maracajá
Cientista de Dados | Ativaweb DataLab

Olinda diz basta - A quinta derrota de Lupércio e o recado das urnas

05/10/2026

O denominado Professor Lupércio amargou, nas eleições deste domingo (04/10), a quinta derrota de sua trajetória eleitoral. O resultado amplia um histórico que começou ainda nos anos 1990. Antes da disputa de 2026, Lupércio havia sido derrotado nas eleições para vereador de Olinda em 1996 e 2000, novamente em 2008, e na disputa por uma vaga de deputado estadual em 2010. Depois, construiu uma sequência de vitórias, sendo eleito vereador em 2004 e 2012, deputado estadual em 2014 e prefeito de Olinda em 2016 e 2020.

A derrota de 2026

Ganha um significado político particular porque ocorre depois de oito anos à frente da Prefeitura de Olinda. Lupércio deixou o cargo ao final de 2024 e apoiou a eleição de Mirella Almeida, sua sucessora e integrante do grupo político que comandou a administração municipal durante seus dois mandatos.

O resultado

Também recoloca no debate o desempenho eleitoral do grupo político construído por Lupércio...

O denominado Professor Lupércio amargou, nas eleições deste domingo (04/10), a quinta derrota de sua trajetória eleitoral. O resultado amplia um histórico que começou ainda nos anos 1990. Antes da disputa de 2026, Lupércio havia sido derrotado nas eleições para vereador de Olinda em 1996 e 2000, novamente em 2008, e na disputa por uma vaga de deputado estadual em 2010. Depois, construiu uma sequência de vitórias, sendo eleito vereador em 2004 e 2012, deputado estadual em 2014 e prefeito de Olinda em 2016 e 2020.

A derrota de 2026

Ganha um significado político particular porque ocorre depois de oito anos à frente da Prefeitura de Olinda. Lupércio deixou o cargo ao final de 2024 e apoiou a eleição de Mirella Almeida, sua sucessora e integrante do grupo político que comandou a administração municipal durante seus dois mandatos.

O resultado

Também recoloca no debate o desempenho eleitoral do grupo político construído por Lupércio. Antes disso, o ex-prefeito já havia tentado ampliar sua influência eleitoral por meio da candidatura da esposa, Cláudia Lupércio. Ela disputou três eleições: vereadora de Olinda em 2016 e deputada estadual em 2018 e 2022. Não foi eleita em nenhuma delas. Em 2022, chegou a liderar a votação para deputada estadual em Olinda, com 23.690 votos, mas terminou como suplente na disputa estadual.

Nesse contexto

A quinta derrota de Lupércio pode ser interpretada politicamente como um sinal de desgaste do grupo que comandou Olinda por oito anos. A avaliação sobre a gestão municipal, evidentemente, pertence aos eleitores e pode ser objeto de diferentes interpretações. O dado concreto é que o ex-prefeito não conseguiu transformar sua experiência eleitoral anterior em uma nova vitória nas urnas.

Para seus críticos

O resultado representa uma espécie de resposta do eleitorado à administração que Lupércio deixou como legado e à continuidade política representada por Mirella Almeida. A atual prefeita foi secretária de Governo e, posteriormente, de Planejamento e Fazenda durante a gestão anterior, além de ter recebido o apoio direto de Lupércio na eleição municipal.

Projeto rejeitado

Por essa leitura, a derrota de Lupércio em 2026 não deve ser analisada apenas como um resultado individual. Ela também coloca em discussão a força eleitoral do grupo político que esteve à frente da Prefeitura de Olinda e a avaliação que o eleitorado faz da administração municipal.

Basta

Para quem defende essa interpretação, a derrota pode ser vista como uma vitória política de Olinda: não necessariamente pela escolha de um nome específico, mas pelo fato de as urnas terem imposto um limite à tentativa de prolongar, no Legislativo estadual, a influência de um grupo que esteve durante oito anos no comando da cidade.

O resultado

Abre uma nova etapa na política olindense. Depois de duas vitórias para prefeito e de uma longa trajetória eleitoral, Lupércio volta a enfrentar uma derrota nas urnas. E, desta vez, o resultado também coloca em xeque a capacidade de transferência de votos e de manutenção de seu grupo político em Olinda.

Telefone/Whatsapp

Brasília

(61) 99667-4410

Recife

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