MORTE DE CLÉRISTON - RELATÓRIO MÉDICO BOTA STF NA BERLINDA
20/11/2023
Alexandre de Moraes, do STF.
2. Quem manteve o acusado preso, apesar do diagnóstico de inflamação do vaso sanguíneo e posterior Covid-19, com 33 dias de internamento seguidos de sequelas? Alexandre de Moraes, ministro do STF.
3. Quem manteve um paciente cardíaco preso assistido por um reumatologista? Alexandre de Moraes, do STF.
4. Quem determinou a soltura do preso no início deste mês?
Apesar de ter sido amplamente divulgado, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, não determinou a soltura de Cleriston. Isso apesar da PGR, ou seja, a acusação, ter solicitado a soltura com tornozeleira eletrônica.
CRIME OU ESPECULAÇÃO?
Esse texto acima pode até conter aspectos especulativos. Normal, numa situação nebulosa, na qual as autoridades batem cabeça e não esclarecem devidamente o conjunto dos fatos. Porém, tudo indica que todos os itens correspondem a aspectos reais. Se forem comprovados verd...
Alexandre de Moraes, do STF.
2. Quem manteve o acusado preso, apesar do diagnóstico de inflamação do vaso sanguíneo e posterior Covid-19, com 33 dias de internamento seguidos de sequelas? Alexandre de Moraes, ministro do STF.
3. Quem manteve um paciente cardíaco preso assistido por um reumatologista? Alexandre de Moraes, do STF.
4. Quem determinou a soltura do preso no início deste mês?
Apesar de ter sido amplamente divulgado, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, não determinou a soltura de Cleriston. Isso apesar da PGR, ou seja, a acusação, ter solicitado a soltura com tornozeleira eletrônica.

CRIME OU ESPECULAÇÃO?
Esse texto acima pode até conter aspectos especulativos. Normal, numa situação nebulosa, na qual as autoridades batem cabeça e não esclarecem devidamente o conjunto dos fatos. Porém, tudo indica que todos os itens correspondem a aspectos reais. Se forem comprovados verdadeiros, não houve fatalidade na morte no cárcere do manifestante do 8/01, que faleceu hoje no presídio da Papuda, em Brasília. Houve, sim, no mínimo dos mínimos, imprudência, imperícia e negligência. Somados.
PRETO NO BRANCO
Leia o documento que ilustra esta matéria. É um relatório médico, do Hospital Regional de Taguatinga, DF. Datado de 27 de fevereiro. O documento refere-se a Cleriston Pereira da Cunha, morto hoje, na Papuda. Alerta que o paciente corre risco de morte. Pede agilidade da justiça, em função do risco iminente de morte.
E conclui afirmado que ele "necessita manter o acompanhamento médico contínuo e uso das medicações prescritas de forma correta".

E AGORA
O Senado e o País querem ouvir o que tem a declarar o ministro Alexandre de Moraes.
Leia outras informações
Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta terça-feira
01/09/2026
Brasília, 1º de setembro de 2026
Brasília decidiu começar setembro sem aquecimento: Renan Santos no centro de uma crise político-jurídica, TSE prestes a discutir os limites da inteligência artificial nas eleições e uma pesquisa Real Time Big Data colocando Augusto Cury em 11%. O detalhe estratégico é que, no caso de Cury, o digital já vinha avisando antes: crescimento abrupto de audiência, engajamento e atenção precedeu a alta nas pesquisas. Enquanto isso, André Mendonça abre nova frente no caso Master e Lula e Flávio disputam a confiança do mercado. Setembro começou e o algoritmo nem esperou o café.
Toffoli tentou tirar Renan do palco. o digital acendeu os holofotes.
A decisão de Dias Toffoli proibindo Renan Santos de participar de debates e de fazer propaganda eleitoral digital colocou o candidato no centro da eleição. Renan classificou a medida como “ab...
Por Alek Maracajá
Brasília, 1º de setembro de 2026
Brasília decidiu começar setembro sem aquecimento: Renan Santos no centro de uma crise político-jurídica, TSE prestes a discutir os limites da inteligência artificial nas eleições e uma pesquisa Real Time Big Data colocando Augusto Cury em 11%. O detalhe estratégico é que, no caso de Cury, o digital já vinha avisando antes: crescimento abrupto de audiência, engajamento e atenção precedeu a alta nas pesquisas. Enquanto isso, André Mendonça abre nova frente no caso Master e Lula e Flávio disputam a confiança do mercado. Setembro começou e o algoritmo nem esperou o café.
Toffoli tentou tirar Renan do palco. o digital acendeu os holofotes.
A decisão de Dias Toffoli proibindo Renan Santos de participar de debates e de fazer propaganda eleitoral digital colocou o candidato no centro da eleição. Renan classificou a medida como “absurdo jurídico” e anunciou recurso. Mas, politicamente, o efeito mais importante veio de fora dos autos: a decisão virou narrativa de confronto, liberdade de expressão e interferência eleitoral.
Segundo levantamento da Ativaweb DataLab, o episódio ultrapassou 4,3 milhões de menções nas primeiras quatro horas no Instagram e no X.
“Na política digital, tentar tirar alguém do palco pode ser exatamente o que coloca todos os holofotes sobre ele.”
A decisão era jurídica. a resposta virou campanha
A repercussão do caso mostra uma característica importante da eleição de 2026: decisões institucionais não permanecem mais restritas aos tribunais. Elas são rapidamente reinterpretadas por influenciadores, comunidades políticas e apoiadores.
O assunto deixou de ser apenas a situação jurídica de Renan e passou a envolver conceitos de enorme poder emocional: censura, liberdade de expressão, Judiciário e direito de participar da eleição.
“O processo anda no tempo da Justiça. A narrativa anda no tempo do compartilhamento.”
O digital deu o sinal. a pesquisa chegou depois
A pesquisa Real Time Big Data, divulgada nesta manhã, colocou Augusto Cury com 11%. O número reforça uma movimentação que o digital já mostrava antes de aparecer com essa força nas pesquisas.
Após o debate da Band, Cury saiu de 8,339 milhões de seguidores para 10,809 milhões, crescimento de aproximadamente 2,47 milhões em seis dias, acompanhado também por uma forte aceleração do engajamento.
Aqui está o principal achado: não foi a pesquisa que revelou o primeiro movimento. O comportamento digital já mostrava deslocamento de atenção antes.
“Cury não apareceu primeiro na pesquisa. Apareceu primeiro no algoritmo — a pesquisa apenas chegou depois.”
11% muda o status de Cury: de curiosidade para problema dos adversários
Até poucos dias atrás, Augusto Cury podia ser tratado como fenômeno digital ou novidade eleitoral. Com 11%, essa leitura começa a mudar.
Ele passa a ocupar espaço relevante fora da polarização principal e, principalmente, passa a disputar algo precioso: o eleitor que ainda procura alternativa.
O crescimento também explica por que adversários começam a observar com mais atenção sua estrutura digital, influenciadores e capacidade de distribuição.
“Terceira via não precisa nascer numa reunião partidária. Em 2026, ela pode nascer primeiro na disputa pela atenção.”
Agora vem o teste mais difícil para Cury: sustentar
Depois da explosão registrada no fim de agosto, o perfil de Cury começou a apresentar pequenas perdas líquidas de seguidores.
Isso não invalida o movimento anterior. Apenas muda a pergunta estratégica.
Antes era: até onde ele consegue crescer?
Agora é: quanto desse crescimento consegue permanecer, mobilizar e virar organização política?
“Explodir no algoritmo chama atenção. Sustentar o algoritmo começa a exigir campanha.”
Hoje o tse vai tentar explicar para a ia o que é Deepfake
O TSE começa a analisar nesta terça-feira os limites do uso de inteligência artificial nas campanhas eleitorais, em julgamento relacionado a conteúdo produzido com IA envolvendo Jair Bolsonaro na convenção de Flávio Bolsonaro.
A importância vai muito além de um único vídeo. A decisão pode estabelecer critérios sobre quando conteúdo sintético passa a ser considerado deepfake eleitoral e orientar outros processos semelhantes.
Mais de 50 ações na Justiça Eleitoral podem ser afetadas pelo entendimento adotado.
“Em 2026, o juiz eleitoral talvez precise entender tanto de jurisprudência quanto de prompt.”
A grande dificuldade do tse: ia não é sinônimo de Deepfake
Esse será provavelmente um dos debates técnicos mais delicados da eleição.
Nem todo conteúdo criado por inteligência artificial busca enganar. O problema começa quando a manipulação é capaz de induzir o eleitor a acreditar que alguém fez, falou ou apoiou algo que nunca aconteceu.
E existe uma segunda dificuldade: numa sociedade organizada por bolhas, uma falsidade não precisa convencer todo mundo. Basta encontrar a comunidade certa predisposta a acreditar nela.
“A desinformação não precisa ser verdade para todos. Precisa parecer verdade para o grupo certo.”
Mendonça puxou mais um fio do caso Master. e o novelo não parece pequeno
André Mendonça pediu informações à PGR sobre mensagem atribuída a Daniel Vorcaro enviada a Alexandre de Moraes e que menciona necessidade de “proteção” envolvendo Paulo Gonet e Andrei Rodrigues.
O ponto jurídico exige cautela: pedido de informações não significa comprovação de irregularidade.
Mas, politicamente, a combinação de Banco Master, STF, PGR e Polícia Federal possui enorme potencial de repercussão.
“Em Brasília, algumas palavras precisam de contexto. ‘Proteção’ definitivamente é uma delas.”
Lula e Flávio descobriram uma nova rede social: a Faria Lima
Com encontros reservados com empresários, bancos e representantes do mercado, Lula e Flávio Bolsonaro começam outra disputa paralela à eleição tradicional: quem transmite maior previsibilidade econômica.
A eleição começa a sair apenas do terreno ideológico e entrar mais profundamente em responsabilidade fiscal, juros, investimentos e confiança.
“No Instagram se disputa engajamento. Com o mercado se disputa previsibilidade.”
Lula passou três horas no jantar. a conta fiscal continuou na mesa
Em encontro com empresários, Lula negou atritos com Gabriel Galípolo e ouviu preocupações na área fiscal.
A economia tende a ganhar peso crescente porque chega ao eleitor de maneira muito mais simples do que qualquer debate técnico: supermercado, juros, crédito, emprego e endividamento.
“Eleição não acontece dentro de uma planilha. Acontece quando o eleitor passa o cartão.”
Checo pode trocar o senado pelo TCU. em brasília, mudar de poder às vezes é só mudar de gabinete.
Davi Alcolumbre indicou Rodrigo Pacheco para a vaga no Tribunal de Contas da União aberta após a saída de Bruno Dantas.
A indicação ainda precisa percorrer o processo institucional, mas representa uma movimentação importante na reorganização de forças em Brasília.
“Em Brasília, algumas despedidas da política terminam numa cadeira ainda mais estratégica.”
Leitura estratégica Ativaweb Datalab
O Radar começa setembro com um sinal importante: o digital está deixando de ser apenas consequência da política e passando a funcionar como sensor antecipado de movimentos políticos.
Cury é o melhor exemplo desta manhã. O crescimento digital aconteceu primeiro; depois veio a pesquisa registrando 11%. Isso não significa que seguidores sejam votos — não são. Mas quando crescimento, engajamento, buscas, circulação de conteúdo e pesquisa caminham na mesma direção, o dado digital deixa de ser simples audiência e passa a merecer leitura política.
O caso Renan mostra outra face desse fenômeno: uma decisão judicial pode gerar um movimento digital muito maior do que o acontecimento original.
Audiência não é voto. Mas atenção é o território onde a disputa pelo voto começa.
Alek Maracajá é Ceo da Ativaweb DataLab. Cientista de dados. Professor ESPM-SP. Pesquisador UFPB
Toffoli rejeita levar de imediato decisão sobre Renan para o plenário
01/09/2026
Disse
Dias Toffoli disse a interlocutores não ver necessidade de que sua decisão monocrática seja levada para referendo ao plenário da Corte.
Recurso
O ministro disse porém que, se houver um recurso -- já anunciado pela campanha de Renan --, ele o encaminhará primeiro ao MPE (Ministério Público Eleitoral) e depois ao plenário.
A decisão
A decisão foi criticada dentro e fora do TSE.
A chance
Juristas disseram que a chance de ela ser revertida no plenário é grande. Eles dizem considerar a decisão uma aberração jurídica, que distorce toda a lógica do regime jurídico eleitoral, ainda mais por ter sido tomada antes do registro definitivo de...
O ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Dias Toffoli, rejeitou levar de imediato decisão sobre a sua decisão monocrática que suspendeu a campanha do presidenciável Renan Santos (Missão), ao plenário
Disse
Dias Toffoli disse a interlocutores não ver necessidade de que sua decisão monocrática seja levada para referendo ao plenário da Corte.
Recurso
O ministro disse porém que, se houver um recurso -- já anunciado pela campanha de Renan --, ele o encaminhará primeiro ao MPE (Ministério Público Eleitoral) e depois ao plenário.
A decisão
A decisão foi criticada dentro e fora do TSE.
A chance
Juristas disseram que a chance de ela ser revertida no plenário é grande. Eles dizem considerar a decisão uma aberração jurídica, que distorce toda a lógica do regime jurídico eleitoral, ainda mais por ter sido tomada antes do registro definitivo de candidatura.
A Lei
De acordo com eles, a Lei das Eleições diz, no artigo 16-A, que, enquanto uma candidatura estiver sub judice, caso da de Renan e demais candidatos, eles podem praticar todos os atos de campanha. E a decisão do Toffoli ignora esse artigo da Lei das Eleições.
Um caminho
Além disso, Toffoli teria um caminho intermediário a adotar, como proibir a utilização, na campanha, dos 16 perfis que foram informados ao TSE fora do prazo.
TSE proíbe Renan de ir a debates e de fazer propaganda eleitoral
01/09/2026
Acusação
Segundo a acusação, a campanha do presidenciável teria informado tardiamente 16 perfis digitais que deveriam ter sido informados durante o registro da candidatura.
Transparência
De acordo com Toffoli, a falta de transparência permitiu o uso irregular de algoritmos de recomendação, o que colocaria Renan em uma posição diferente de seus concorrentes e poderia ferir a legislação eleitoral.
Falou
O candidato enviou o RRC (Requerimento de Registro de Candidatura) em 7 de agosto, mas só falou das páginas online vinculadas à campanha 12 dias depois, em 19 de agosto. No entanto, perfis não informados no registro eleitoral só podem ser utilizados em campanha 48 horas após o efetivo apontam...
Uma decisão do ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Dias Tofolli suspendeu ontem, segunda-feira (31/08) a campanha do candidato à Presidência da República pelo Missão, Renan Santos.
Acusação
Segundo a acusação, a campanha do presidenciável teria informado tardiamente 16 perfis digitais que deveriam ter sido informados durante o registro da candidatura.
Transparência
De acordo com Toffoli, a falta de transparência permitiu o uso irregular de algoritmos de recomendação, o que colocaria Renan em uma posição diferente de seus concorrentes e poderia ferir a legislação eleitoral.
Falou
O candidato enviou o RRC (Requerimento de Registro de Candidatura) em 7 de agosto, mas só falou das páginas online vinculadas à campanha 12 dias depois, em 19 de agosto. No entanto, perfis não informados no registro eleitoral só podem ser utilizados em campanha 48 horas após o efetivo apontamento pela Justiça Eleitoral.
Itens
Caso algum dos itens não seja cumprido, o magistrado estipulou uma multa de R$ 50 mil como punição. Apesar de o parecer de tutela de urgência aplicar uma suspensão em tais pontos, o coordenador do MBL (Movimento Brasil Livre) continua concorrendo ao comando do Executivo.
Prazo
No entanto, o ministro deu um prazo de 24 horas para que a campanha de Renan dê explicações sobre a data de criação de 16 perfis de redes sociais para o uso em propaganda e informe a existência de qualquer outro endereço eletrônico, usuário ou grupo de mensagens em uso, além de uma apresentação formal sobre as violações legais apontadas no processo.
Respostas
Caso não apresente as respostas, Toffoli salienta que a consequência máxima será o indeferimento do registro da chapa, o que deixaria Renan impedido de concorrer à Presidência.
Com CNN
Lula e Flávio travam disputa pelo empresariado sob pressão de ajuste fiscal
01/09/2026
Se reuniu
Na corrida pelo setor privado, Lula se reuniu ontem, segunda-feira (31/08) com um grupo seleto de executivos no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, em Brasília. Entre os convidados, estavam Joesley e Wesley Batista (JBS), Luiz Carlos Trabuco (Bradesco), André Esteves (BTG), Rubens Ometto (Cosan) e José Seripieri (Amil).
O jantar
O jantar no Palácio da Alvorada durou quase três horas. Os assuntos mais debatidos foram como alcançar o equilíbrio fiscal, taxa de juros e a relação com os Estados Unidos e Donald Trump. Lula fez uma fala inicial e depois os convidados fizeram ponderações. O presidente voltou a tomar a palavra no final do encontro.
A pouco mais de um mês das eleições de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) intensificam a disputa pelos medalhões que ajudam a compor grande parte do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
Se reuniu
Na corrida pelo setor privado, Lula se reuniu ontem, segunda-feira (31/08) com um grupo seleto de executivos no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, em Brasília. Entre os convidados, estavam Joesley e Wesley Batista (JBS), Luiz Carlos Trabuco (Bradesco), André Esteves (BTG), Rubens Ometto (Cosan) e José Seripieri (Amil).
O jantar
O jantar no Palácio da Alvorada durou quase três horas. Os assuntos mais debatidos foram como alcançar o equilíbrio fiscal, taxa de juros e a relação com os Estados Unidos e Donald Trump. Lula fez uma fala inicial e depois os convidados fizeram ponderações. O presidente voltou a tomar a palavra no final do encontro.
Estuda
O candidato a reeleição ainda estuda um segundo aceno ao setor produtivo. Ele avalia promover uma "conferência" com 200 executivos e investidores em São Paulo em setembro. A organização envolve o grupo Prerrogativas, do advogado Marco Aurélio de Carvalho, e o ministro do MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços), Márcio Elias Rosa.
A iniciativa
As iniciativas de Lula ocorrem logo após uma reunião entre Flávio Bolsonaro e banqueiros na Faria Lima, em São Paulo, principal centro financeiro do país. O encontro aconteceu na última quinta (27/08) na casa de Marcelo Kayath, ex-presidente do Credit Suisse no Brasil e hoje sócio da gestora QMS.
Buscou
No encontro, Flávio buscou transmitir aos representantes do mercado financeiro a disposição de promover um ajuste nas contas públicas caso seja eleito. A sinalização ocorre em um momento em que o candidato tenta consolidar uma agenda econômica capaz de combinar redução de despesas, revisão da estrutura do Estado e mudanças no atual arcabouço fiscal.
Afirma
Flávio afirma que, se eleito, fará um tesouraço, mas várias iniciativas precisariam passar pelo Congresso Nacional. Há ainda dúvidas sobre o quanto os cortes seriam suficientes para o reequilíbrio das contas públicas.
Sinaliza
O candidato também sinaliza rejeitar grandes medidas impopulares de corte de gastos. Na semana passada, por exemplo, disse que não fará economia prejudicando os mais pobres ou quem recebe salário-mínimo.
Exclusivo - Investigações sobre panfleto conduzem a Amisadai e Rodrigo Ambrósio
01/09/2026
As investigações
Estão levando diretamente a dois personagens. Amisadai e Rodrigo Ambrósio.
O vídeo divulgado semana passada pela TV Record, mostra Amisadai falando sobre uma rede articulada para desidratar João Campos...
Fontes privilegiadas de O Poder indicam que a chave para decifrar o caso dos panfletos apócrifos, colados em uma coluna do centro do Recife e posteriormente divulgados nas redes sociais, está bem perto de ser encontrada. Exame mais atento, já na na pauta dos investigadores, conduz o caso dos panfletos apócrifos e do suposto 'Gabinete do Ódio' diretamente ao coração do governo de Raquel Teixeira Lyra. O jornal Folha de São Paulo noticiou que a Polícia Federal está investigando o caso. Fontes de O Poder dizem que o fio condutor da investigação foi estabelecido e pode, muito em breve, talvez até ainda hoje, trazer conclusões que vão surpreender, principalmente quem acompanha o caso na base da santa inocência, digamos assim.
As investigações
Estão levando diretamente a dois personagens. Amisadai e Rodrigo Ambrósio.
O vídeo divulgado semana passada pela TV Record, mostra Amisadai falando sobre uma rede articulada para desidratar João Campos. Ele, que é funcionário da Caixa Econômica Federal, também afirma que pediu à governadora para ser lotado no Governo Estadual. Em seguida, aparece sendo nomeado em cargo comissionado na Secretaria Estadual de Turismo. Anotem o detalhe. Essa secretaria é peça chave no quebra cabeças que está sendo montado.
Fato curioso
A primeira página da internet a divulgar a única foto vista até agora do tal panfleto apócrifo, o 'Bastidor PE', pertence a um ex cargo comissionado da Secretaria Estadual de Turismo, de nome Rodrigo Ambrósio. Amisadai, que detalha em vídeo liderar o suposto 'Gabinete do Ódio', sob investigação, foi, segundo ele próprio detalha, acomodado em cargo comissionado da Secretaria de Turismo, nomeado por Raquel. Como coincidência é uma coisa que existe mas você deve desconfiar quando se depara com uma, essa levantou suspeitas de imediato nos investigadores.
Claro que
Esse texto não é uma acusação. É uma constatação fática. Existem várias linhas de investigações policiais em andamento, como é do protocolo. Essas, deverão esclarecer os fatos na sua ampla complexidade. Esta é só uma observação de um olhar curioso e com boas fontes.
Mais uma curiosidade nos bastidores do "Panfleto Conceição" de Raquel - a suposta ligação entre Amisadai e Rodrigo Ambrósio
31/08/2026
A música
Conceição
Eu me lembro muito bem
Vivia no morro a sonhar
Com coisas que o morro não tem
Foi então
Que lá em cima apareceu
Alguém que lhe disse a sorrir
Que, descendo à cidade, ela iria subir
Se subiu
Ninguém sabe, ninguém viu
Pois hoje o seu nome mudou
E estranhos caminhos pisou
Só eu sei
Que tentando a subida desceu
E agora daria um milhão
Para ser outra vez Conceição.
O panfleto
Se r...
A música 'Conceição' ficou famosa na voz de Cauby Peixoto, que a gravou em 1956 e a transformou em seu grande clássico. A canção foi composta por Dunga e Jair Amorim. Trecho da letra parece ter sido feito para o suposto panfleto que partidários da governadora Raquel Teixeira Lyra se esforçam para atribuir a João Campos. Arrastando para a ridícula tese até artistas e pessoas de boa fé, em geral.
A música
Conceição
Eu me lembro muito bem
Vivia no morro a sonhar
Com coisas que o morro não tem
Foi então
Que lá em cima apareceu
Alguém que lhe disse a sorrir
Que, descendo à cidade, ela iria subir
Se subiu
Ninguém sabe, ninguém viu
Pois hoje o seu nome mudou
E estranhos caminhos pisou
Só eu sei
Que tentando a subida desceu
E agora daria um milhão
Para ser outra vez Conceição.
O panfleto
Se realmente saiu, ninguém sabe. Ninguém viu. Porém evidências estranhas dos bastidores continuam se acumulando.
Um olhar mais atento
O suposto 'Gabinete do Ódio' do Governo Raquel Teixeira Lyra, que a Folha de São Paulo noticiou estar sendo investigado pela Polícia Federal, chama a atenção. O vídeo divulgado pela TV Record, mostra Amisadai falando sobre uma rede articulada para desidratar João Campos. Ele também afirma que pediu a Governadora para ser lotado no Governo Estadual. Em seguida, aparece sendo nomeado em cargo comissionado na Secretaria Estadual de Turismo. Anotem essa secretaria.
Fato curioso
É que a primeira página da internet a divulgar a única foto vista até agora do tal panfleto apócrifo, o Bastidor PE, pertence a um ex-Cargo Comissionado da Secretaria Estadual de Turismo, Rodrigo Ambrósio.
Amisadai
O cara que confessou ser operador do tal 'Gabinete do Ódio' agora sob em investigação. Ao ser chamado por Raquel, foi nomeado para cargo comissionado da Secretaria de Turismo.
Rodrigo Ambrósio
Do Portal Bastidor PE, primeiro a divulgar a única foto existente do panfleto, foi cargo comissionado da Secretaria Estadual do Turismo, também nomeado por Raquel Teixeira Lyra.
Coincidências existem?
Claro que esse texto não é uma acusação, pois existem várias investigações policiais em andamento que deverão esclarecer os fatos. Aqui é só uma observação de um olhar curioso.
Por enquanto
Continuamos em contribuição à verdade, procurando uma alma viva que recebeu na rua o tal 'Panfleto Conceição'.
Deu na TV Jornal - "Raquel, xexeira, pague o meu dinheiro"
31/08/2026
Agora
Com dinheiro sobrando para esse fim, Raquel não paga a totalidade dos direitos de profissionais da saúde que dão duro no dia a dia, para salvar vidas, trabalhando nas condições mais precárias. A enfermagem está oprimida e indignada.
Resultado?
Você confere no vídeo. Profissionais de enfermagem, mulheres na maioria, com salários aviltados, ainda ficam sem receber. Imagine uma pessoa que ganha pouco ter um crédito de R$ 20 mil de um governo que nada em dinheiro. Ai vem o grito rouco das ruas: "Raquel, xexeira, pague o meu dinheiro". E mais: "Enfermagem na r...
Disso O Poder tem prova, não é supostamente. A governadora Raquel Teixeira Lyra tem verdadeira compulsão para, tendo dinheiro na caixa, não pagar a quem deve. Por mera perseguição ou pirraça, quem sabe o que se passa na cabeça dela. Isso não é uma ilação. O Poder tem provas na mão desse comportamento reincidente. E ela sabe disso. Confere, governadora?
Agora
Com dinheiro sobrando para esse fim, Raquel não paga a totalidade dos direitos de profissionais da saúde que dão duro no dia a dia, para salvar vidas, trabalhando nas condições mais precárias. A enfermagem está oprimida e indignada.
Resultado?
Você confere no vídeo. Profissionais de enfermagem, mulheres na maioria, com salários aviltados, ainda ficam sem receber. Imagine uma pessoa que ganha pouco ter um crédito de R$ 20 mil de um governo que nada em dinheiro. Ai vem o grito rouco das ruas: "Raquel, xexeira, pague o meu dinheiro". E mais: "Enfermagem na rua, Raquel a culpa é sua".
Tá tudo ai embaixo.
Nem a mulher do padre de Gravatá levou gente para o comício de Raquel
31/08/2026
Neste fim de semana
O padre meio fake mobilizou a máquina da prefeitura para receber Raquel e tentar dar um gás na candidatura até agora chocha da mulher com quem casou e constituiu família. Apesar de usar o título de padre. Não colou. Salvo os cargos comissionados e alguns cabos eleitorais, ninguém apareceu. A rua estreita, escolhida a dedo para abarrotar com 200 pessoas, estava quase deserta.
Curiosidade
Raquel não demonstrava nenhuma tristeza ou abatimento. Bem animada,...
Essa nem seria notícia se não fossem os personagens. A esposa do Padre Joselito, prefeito de Gravatá, é candidata a deputada. O prefeito padre meio fake ou fake e meio, como queiram, fez oposição cerrada à então candidata Raquel Teixeira Lyra. Raquel ganhou. Uma das primeiras providências foi trair e humilhar o grupo de Joaquim Neto, apoiador de primeira hora, e se jogar nos braços do padre fora de ordem mas que continua se intitulando padre.
Neste fim de semana
O padre meio fake mobilizou a máquina da prefeitura para receber Raquel e tentar dar um gás na candidatura até agora chocha da mulher com quem casou e constituiu família. Apesar de usar o título de padre. Não colou. Salvo os cargos comissionados e alguns cabos eleitorais, ninguém apareceu. A rua estreita, escolhida a dedo para abarrotar com 200 pessoas, estava quase deserta.
Curiosidade
Raquel não demonstrava nenhuma tristeza ou abatimento. Bem animada, atribuindo a si mesmo o termo "Mainha", criticou a gestão anterior por nao fazer o que ela teve quatro a os e também nao fez. Mas, craque no ramo de promessas, afirmou que irá resolver tudo em um suposto futuro mandato.
Confira o vídeo
As imagens e o trecho do discurso dizem tudo.
Coisas que o povo da PB deve saber antes de votar
31/08/2026
É devagar
A desilusão com a politica e o descrédito da população em relação a essa atividade só fazem crescer com a lentidão, omissão e até conivência da Justiça com aqueles que cometem os mais hediondos crimes para surrupiar os recursos públicos, prejudicando e até matando pessoas humildes.
Exemplo
Vamos tomar como exemplo (mas não são os únicos), quatro casos típicos na Paraíba. São eles: Hugo Mota (atual deputado federal e presidente da Câmara Federal), Nabor Wanderley (ex-prefeito de Patos e pai de Hugo Mota), Tibério Limeira e Pollyana Dutra (ex-secretários nas gestões de Jo...
Circula nas redes sociais um texto, supostamente anônimo e cheio de supostas informações. A palavra suposto é onipresente na imprensa em geral e no texto a seguir porque todo brasileiro é considerado inocente até sentença transitada em julgado. Porém, o julgamento político nao precisa esperar tanto. A ultima instância é o povo nas urnas.
É devagar
A desilusão com a politica e o descrédito da população em relação a essa atividade só fazem crescer com a lentidão, omissão e até conivência da Justiça com aqueles que cometem os mais hediondos crimes para surrupiar os recursos públicos, prejudicando e até matando pessoas humildes.
Exemplo
Vamos tomar como exemplo (mas não são os únicos), quatro casos típicos na Paraíba. São eles: Hugo Mota (atual deputado federal e presidente da Câmara Federal), Nabor Wanderley (ex-prefeito de Patos e pai de Hugo Mota), Tibério Limeira e Pollyana Dutra (ex-secretários nas gestões de João Azevedo e Lucas Ribeiro).
Hugo
Hugo é candidato à reeleição para deputado federal. Pollyana também disputa uma vaga na Câmara dos Deputados. Tibério Limeira quer uma vaga de deputado estadual. E Nabor disputa uma das vagas ao senado.
A disputa
Até aqui, tudo bem. A disputa pelo voto popular parece justa e equilibrada.
O problema é quando se analisa a situação criminal e a ficha corrida desses quatro nomes.
Nabor
Quanto a Nabor, pai de Hugo Mota e ex-prefeito de Patos, vários processos apontando corrupção, fraude em licitações e vantagens indevidas envolvem suas últimas duas gestões. Mas um processo chama a atenção, pelo descalabro: cerca de R$ 21 milhões, oriundos do pagamento de impostos e tributos municipais, simplesmente desapareceram da contabildade e dos cofres da prefeitura.
Isso mesmo: R$ 21 milhões. O caso corre em segredo. No debate da TV Master, de João Pessoa, PB, candidatos adversários cobraram de Nabor o levantamento do sigilo. Virou ate #. Nabor nem aí, se comportando como se estivesse acima do bem e do mal. E como o pai de Hugo está supostamente gastando fortunas em sua campanha, pela avaliação empírica a olho nu, comprando apoios a torto e a direito, segundo os comentários, é de se perguntar: cadê esses R$ 21 milhões?
Mais rejeitado
Já Hugo Motta, seu filho, eleito o segundo mais rejeitado político do Brasil, também enfrenta denúncias cabeludas envolvendo o repasse de emendas de sua autoria para prefeituras paraibanas. Há casos de prefeitos e empresários acusando Hugo de exigir o pagamento de comissões (propinas) para liberar tais emendas.
Constam em processos
Quanto a Tibério Limeira e Pollyana Dutra, ambos constam em processo baseado nas investigações da Policia Federal e do Gaeco, como integrantes da quadriha chefiada pelo Padre Egídio, acusado de mafioso que assaltou cerca de R$ 130 milhões do Instituto Padre Zé.
Comprando votos
Esses quatro elementos desfilam pela Paraíba, como se fossem santos, supostamente "comprando votos", como diz o povo na sua simplicidade suposta. E pavimentando a impunidade buscando mandatos financiados por dinheiro roubado da população paraibana. Supostamente.
Pode isso?
Bem, dentro das regras constitucionais não poderia poder. Mas tanto pode que está ai. Vamos ver no dia 04 de outubro se o povo também concorda com isso.
Após saída de Dantas do TCU, Senado deve indicar Pacheco para vaga
31/08/2026
O nome
O nome cotado para a função é o do senadorRodrigo Pacheco (PSB-MG). O parlamentar está no último ano de mandato na Casa legislativa e não concorrerá à reeleição.
Indicados
Dos nove integrantes do TCU, três são indicados pelo Senado e três pela Câmara dos Deputados. Outros três são indicados pela Presidência da República, com o aval do Senado, sendo duas das vagas a partir de nomes da carreira de auditores do TCU e deintegrantesdoMinistério Públicode Contas.
Dantas
Dantas chegou ao Senado indicado pelo Senado. Ele tomou posse em agosto de 2014 e ainda teria vários anos de exercício na Corte de Contas. Os ministros do TCU têmmandato vitalício, com aposentadoria compulsória aos 75 anos. Atualmente com 48 anos, B...
O pedido de renúncia deBruno Dantasdo cargo de ministro doTCU (Tribunal de Contas da União) abrirá espaço para umaindicação do Senado para a vaga.
O nome
O nome cotado para a função é o do senadorRodrigo Pacheco (PSB-MG). O parlamentar está no último ano de mandato na Casa legislativa e não concorrerá à reeleição.
Indicados
Dos nove integrantes do TCU, três são indicados pelo Senado e três pela Câmara dos Deputados. Outros três são indicados pela Presidência da República, com o aval do Senado, sendo duas das vagas a partir de nomes da carreira de auditores do TCU e deintegrantesdoMinistério Públicode Contas.
Dantas
Dantas chegou ao Senado indicado pelo Senado. Ele tomou posse em agosto de 2014 e ainda teria vários anos de exercício na Corte de Contas. Os ministros do TCU têmmandato vitalício, com aposentadoria compulsória aos 75 anos. Atualmente com 48 anos, Bruno Dantas decidiu antecipar sua saída. Ele solicitou que a declaração de vacância e a exoneração tenham efeitos a partir de9 de setembro.