MORTE DE CLÉRISTON - RELATÓRIO MÉDICO BOTA STF NA BERLINDA
20/11/2023
Alexandre de Moraes, do STF.
2. Quem manteve o acusado preso, apesar do diagnóstico de inflamação do vaso sanguíneo e posterior Covid-19, com 33 dias de internamento seguidos de sequelas? Alexandre de Moraes, ministro do STF.
3. Quem manteve um paciente cardíaco preso assistido por um reumatologista? Alexandre de Moraes, do STF.
4. Quem determinou a soltura do preso no início deste mês?
Apesar de ter sido amplamente divulgado, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, não determinou a soltura de Cleriston. Isso apesar da PGR, ou seja, a acusação, ter solicitado a soltura com tornozeleira eletrônica.
CRIME OU ESPECULAÇÃO?
Esse texto acima pode até conter aspectos especulativos. Normal, numa situação nebulosa, na qual as autoridades batem cabeça e não esclarecem devidamente o conjunto dos fatos. Porém, tudo indica que todos os itens correspondem a aspectos reais. Se forem comprovados verd...
Alexandre de Moraes, do STF.
2. Quem manteve o acusado preso, apesar do diagnóstico de inflamação do vaso sanguíneo e posterior Covid-19, com 33 dias de internamento seguidos de sequelas? Alexandre de Moraes, ministro do STF.
3. Quem manteve um paciente cardíaco preso assistido por um reumatologista? Alexandre de Moraes, do STF.
4. Quem determinou a soltura do preso no início deste mês?
Apesar de ter sido amplamente divulgado, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, não determinou a soltura de Cleriston. Isso apesar da PGR, ou seja, a acusação, ter solicitado a soltura com tornozeleira eletrônica.

CRIME OU ESPECULAÇÃO?
Esse texto acima pode até conter aspectos especulativos. Normal, numa situação nebulosa, na qual as autoridades batem cabeça e não esclarecem devidamente o conjunto dos fatos. Porém, tudo indica que todos os itens correspondem a aspectos reais. Se forem comprovados verdadeiros, não houve fatalidade na morte no cárcere do manifestante do 8/01, que faleceu hoje no presídio da Papuda, em Brasília. Houve, sim, no mínimo dos mínimos, imprudência, imperícia e negligência. Somados.
PRETO NO BRANCO
Leia o documento que ilustra esta matéria. É um relatório médico, do Hospital Regional de Taguatinga, DF. Datado de 27 de fevereiro. O documento refere-se a Cleriston Pereira da Cunha, morto hoje, na Papuda. Alerta que o paciente corre risco de morte. Pede agilidade da justiça, em função do risco iminente de morte.
E conclui afirmado que ele "necessita manter o acompanhamento médico contínuo e uso das medicações prescritas de forma correta".

E AGORA
O Senado e o País querem ouvir o que tem a declarar o ministro Alexandre de Moraes.
Leia outras informações
Trump diz que conversou com Lula, passou "bastante tempo" com ele, e confundiu ‘os Bolsonaros’
17/06/2026
Confusão sobre 'os Bolsonaros'
"Ouvi dizer que prenderam hoje alguém que está concorrendo a um cargo público. Fiquei sabendo disso depois que saímos. Eu tinha acabado de me despedir dele e ouvi dizer que prenderam o Bolsonaro Jr. Ele estava indo bem nas pesquisas e o prenderam porque fez uma declaração no Texas. P...
Trump, afirmou em entrevista a jornalistas que conversou com Lula durante o G7, chamou a situação política do Brasil de perigosa e se confundiu sobre a situação do clã Bolsonaro. "E o Brasil se tornou um país um pouco complicado, certo? Politicamente. Ficou um pouco perigoso do ponto de vista político. Você está falando do Brasil, não é? Tem sido algo desagradável", afirmou. Questionado se conversou com Lula a respeito das novas tarifas propostas pelos EUA, que podem chegar a 37,5%, e a designação de PCC e CV como terroristas, Trump disse: "Eu passei bastante tempo com ele. O Brasil se tornou um país difícil politicamente".

Confusão sobre 'os Bolsonaros'
"Ouvi dizer que prenderam hoje alguém que está concorrendo a um cargo público. Fiquei sabendo disso depois que saímos. Eu tinha acabado de me despedir dele e ouvi dizer que prenderam o Bolsonaro Jr. Ele estava indo bem nas pesquisas e o prenderam porque fez uma declaração no Texas. Prenderam-no, ou querem prendê-lo, para ter alguma coisa contra ele", disse Trump. Para o presidente americano, as autoridades no Brasil "jogam pesado", disse ele, que rapidamente voltou a falar sobre os EUA. "Mas ninguém joga mais pesado do que os Estados Unidos. Veja, nossas eleições são totalmente manipuladas. Nós temos eleições manipuladas."
O STF condenou o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, e não o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro, pelo crime de coação no curso do processo. A decisão foi tomada pela 1a Turma do STF, que determinou ao ex-deputado pena de 4 anos e 2 meses de prisão em regime inicialmente semiaberto. Eduardo vive nos EUA desde março do ano passado. (Com Folha de S.P.)
"Socialismo/comunismo expostos, e longe da fé ideológica" - Por Jarbas Beltrão*
17/06/2026
Grupos políticos identificados como ":esquerda" e "direita" permanecem vendo o mundo dentro da velha moldura que se formou a partir do golpe bolchevique de 1917 na Rússia.
O novo cenário revolucionário foi palco onde foi sendo forjado campos ideológicos chamados: 'burgues' (liberalismo, Europa Ocidental) e do 'proletariado" (ortodoxia marxista).
Essas ideologias tornaram-se escudos onde foram abrigadas as armas de ataque e defesa, num grande conflito cultural, ideológico, diplomático, político, econômico, de dissuasão, denominado de "guerra fria" (no período de 1945-1991).
Esse confronto que continua, a partir de 1989/1991, ganhou novos contornos, novos atores e uma moldura com vários reparos.
A partir do século 21, dois blocos foram sendo conduzidos, usando as ruínas que restaram da "guerra fria":
Oriente: erguido por cima das ruínas do soci...
'Formação dos campos ideológicos opostos'
Grupos políticos identificados como ":esquerda" e "direita" permanecem vendo o mundo dentro da velha moldura que se formou a partir do golpe bolchevique de 1917 na Rússia.
O novo cenário revolucionário foi palco onde foi sendo forjado campos ideológicos chamados: 'burgues' (liberalismo, Europa Ocidental) e do 'proletariado" (ortodoxia marxista).
Essas ideologias tornaram-se escudos onde foram abrigadas as armas de ataque e defesa, num grande conflito cultural, ideológico, diplomático, político, econômico, de dissuasão, denominado de "guerra fria" (no período de 1945-1991).
Esse confronto que continua, a partir de 1989/1991, ganhou novos contornos, novos atores e uma moldura com vários reparos.
A partir do século 21, dois blocos foram sendo conduzidos, usando as ruínas que restaram da "guerra fria":
Oriente: erguido por cima das ruínas do socialismo real (leste europeu e União Soviética) nele foi agregado o bloco islâmico (até agora com dominância Xiita - Iran e grupos terroristas como Hezbolah (Xiita) e grupos menores. Aí, teremos grupos como Hamas, Jihad Islâmica ("palestinos") e iemenitas (Houthis).
Esse bloco tem, uma liderança que aparece de forma bem transparente (República Islâmica do Iran) e outra na "sombra" (República Popular da China). o bloco não herdou o propósito anti-capitalista, mas sim, de destruição da hegemonia Ocidental/norte-americana.
Ocidente: que tenta resgatar aspectos de sua hegemonia, tendo á frente, Estados Unidos e Israel. Esse bloco tem como parte a Europa Ocidental.
A Europa Ocidental, sempre sem fidelidade e constância em relação a agenda ocidental (livre mercado, "capitalismo" , liberdade politico-eleitoral). Historicamente, essa Europa nunca foi tão fiel, aos propósitos ocidentais. Diríamos que antes da 2a. guerra, apenas a Inglaterra mostrou uma certa fidelidade, a partir de Churchill.
Vem ocorrendo na Europa Ocidental uma invasão físico-territorial, além de uma invasão vertical (cultural) que vai destruindo os alicerces do chamado liberalismo surgido com a revolução industrial do Século 18.
'A crítica Austríaca'
A dissolução do " planeta socialista" - queda do Leste europeu e União Soviética (1989/1991) - ficou confirmada a "crítica" ao socialismo marxista, que se propunha/propõe a ser a superação para o que chamam "decadência" do "capitalismo".
A "crítica", qual me refiro, foi elaborada pela Escola Austríaca de Economia (Mises, Hayeck, Mengele).
A "crítica" austríaca ao socialismo marxista expôs a inviabilidade de seu projeto socialista; daí teremos o seguinte resumo daquela Escola : "O socialismo científico é um grande equívoco histórico (materialismo histórico e o seu evolucionismo histórico- social), econômico ( um sistema com ausência de lucro, mercado, propriedade individual, liberdade de empreendimento), sem os quais a economia não funciona/funcionará.
Mises identificou essa inviabilidade, principalmente, e, já nos anos 1930, pela "ausência do cálculo econômico no "socialismo praticado" como um macro-sistema. Ele centrou sua crítica na proposta econômica do "socialismo científico", diferente dos outros socialismos, então reformistas.
O cálculo econômico é o fundamento de importantes itens econômicos: preço, salário, lucros, propriedade, riqueza, pobreza, enfim valores.
Mises ao avaliar a inviabilidade do socialismo marxista, fez a seguinte revelação: quando ocorriam transações econômicas do socialismo real (ele usou como parâmetro, a primeira experiência de economia socialista no mundo): caso da União Soviética.
A economia soviética, vendia, comprava, pagava salários, usava que referências? "Resposta, a referência" eram os valores do mercado ocidental - o mercado "capitalista". Sim mais que valores ditos "capitalistas" são valores econômicos, portanto além de "capitalistas".
A crítica pura do marxismo original ao que chamou de "capitalismo", era uma critica a engrenagem interna do sistema; centrou, portanto, na relação capital x trabalho.
'O capitalismo e os austríacos"
'O "capitalismo" é para Escola austríaca, a própria economia'.
"Capitalismo" é uma engrenagem que não foi formada por caprichos ideológicos, mas, sim, fruto de descobertas e práticas, geradas no próprio processo de formação de uma ordem histórico/econômico/cultural.

O "socialismo marxista" tem sido a mais duradoura das críticas estruturais ao "capitalismo". Mas, o enxerga como uma estrutura de exploração formada por modos de produção que o antecederam. Uma estrutura que pode ser implodida/explodida (por ações internas e externas) e no terreno que fica vazio com a "revolução" se levantará uma "nova economia".
O socialismo marxista derrotou (?)outras tendências socialistas (reformistas e outras "escolas econômicas"), procurou nublar a Escola Austríaca de Megele/Mises/Hayeck, porém Mises, desferiu-lhe um golpe fatal, enquanto crítica estrutural.
'A insistência da ideologia socialista revolucionária'
Todos os fracassos socialistas marxistas contabilizados ao longo da História, não tem sido suficiente para remover de uma vez por todas essa "engenharia de engrenagem" que leva/levou/sempre levará, ao fracasso.
Também, o marxismo, não respondeu ao questionamento posto por Mises: ("E o cálculo econômico socialista"?)
Ao invés da "remoção" dos seus erros, teremos a reinvenção do marxismo e partir para o campo da conquista do Estado, não mais pela Revolução/ditadura do proetariado, mas pela "hegemonia cultural" - Escola de Frankfurt - e até por uma adoção de métodos de uma economia de mercado - caso da China e posteriormente Vietnã.
A sobrevivência do socialismo científico se dá na esfera ideológica, esfera que facilita sua reinvenção/permanência. E construção de "fantasias".
Da teoria crítica da Escola de Frankfurt, dentro do seu ventre saiu a "Cultura Woke", a maior das excrescências filosóficas do mundo moderno.
A cultura Woke trouxe à tona - o que já estava presente no marxismo original - a ideologia da destruição; racismo, feminismo, abortismo, ateísmo moderno, discriminações sexuais, sociais e por aí vai, tudo entendido, pelo marxismo, como fruto da estrutura de classes vigente - o capitalismo.
Ainda tem mentalidade que acredita naquilo surgido com o pensamento originário marxista. A classe operária, sairá de dentro da luta entre capital x trabalho, derrotará o capital e irá sobrepor a economia/sociedade dos oprimidos.
'Desmonte do socialismo real'
Quando desabou em 1989/1991, o Planeta socialista, - leste europeu e União Soviética - com confirmação da "tese austríaca": " O Socialismo é inviável". O que restou do modelo ortodoxo, anacrônico foi, Cuba, Coreia do Norte e outros, que continuaram na insistência do modelo coletivista, estatista, autocrático, controlador, uma espécie de neofascismo terceiro mundista.
'Desvios da China e Vietnã'
China, Vietnã, fizeram radical deslocamento de seus modelos, abandonaram aspectos da estatização e aquele coletivismo ortodoxo.
Coletivismo baseado nas fazendas coletivas, cooperativas de consumo, homogenizacão social anti-mercado, o mesmo que igualdade do consumo, a partir de uma renda igualitária para os cidadãos.
No modelo chinês, até chamado "socialismo de características chinesas", também vietnamita.

A vitória coube as elites partidárias dos PCs, seus Exércitos de Libertação do Povo, tornaram-se quase "multinacionais", comandam a economia e suas corporações de grupos privados.
'Derrota Soviética'
A União Soviética perdeu a oportunidade de trilhar por uma economia de mercado, seus dois maiores organismos burocráticos, como, KGB e PCUS, disputavam os benefícios, abriram pouco espaços para as corporações privadas, resultando na queda do regime.
Gorbachev, com sua Glasnost (política) e sua Perestroika (economia) não impediu o "desastre'.
A Fala de alguns geopolíticos ocidentais,:é de que, na verdade, o desmanche socialista foi algo planejado pela KGB, prá afrouxar a vigilância da Otan e do Ocidente; aquelas burocracias aliadas a uma "cleptocracia" que controlava as estatais
'Elites do comunismo e o modelo comunocapitalista'
As elites marxistas
Como a elite chinesa, principalmente, não queria amargar o fracasso da ortodoxia dos marxistas. A China fez um deslocamento econômico que mergulhou aquela economia em outro cenário.
O Vietnã seguiu os mesmos passos. "Correram para o abraço" da economia de mercado

A República Popular da China, principalmente e de forma agressiva, integrou- se ao mercado capitalista global; seu crescimento passou a depender deste mercado, adotou regras da OCDE, ao mesmo tempo fez o mercado Ocidental depender da sua produção, consumo e de seu lugar nas cadeias de abastecimentos.
A República comunista chinesa, trouxe seus seiscentos milhões de novos consumidores, claro, mais poupadores do que consumidores a se relacionarem com a "ordem global". Enfim, a China, chegou, chegando, integrou-se.
A República popular chinesa a partir do século 21, tornou-se produtor de tecnologia, se alimentando de pirataria extraída do ocidente e tornou-se competidor da maior economia do mundo - Estados Unidos.
O dragão asiático, continuou comunista na política, mudou muitos aspectos da engrenagem econômica, integrou-se ao mercado; indicadores recentes apontam para um crescimento econômico mais tímido, não aquela exuberância de mais de 12% de crescimento an
'Reduzir a velocidade chinesa'
Trump, e sua equipe projeta para China, a 2a. maior economia do mundo, o seguinte: "celar o animal puxar-lhe o cabresto e assim reduzir a velocidade do mesmo".
A China está integrada ao mercado global, não tem mais volta, criou-se dependência de produção, consumo, ciência e tecnologia. Mas, a administração Trump não quer a velocidade que o "animal" estava tendo.
O "animal" apresenta sinais de cansaço. Não tem tanta autonomia que parecia, o "anabolizante energético" vem de fora. O desmonte interno chinês já começa a ser verificado.
Se o setor da construção civil, agora em declínio (85 milhões de imóveis sem ter compradores) foi o filho pródigo do processo de acumulação de capital, agora estamos vendo, o setor automobilístico como a nova estrela. Dez a doze montadoras se espalhando pelo mundo, o Brasil seu grande mercado.
'NEP e a tentativa de superar crise do socialismo soviético'
Com a NEP (Nova política Econômica), o bolchevique Lenin, abriu a guarda para os economia capitalista, mas foi só no plano doméstico.
Já a China, a partir de Deng Shao Ping, o "socialismo" (?) abriga uma economia exportadora industrial, com os grupos econômicos ocidentais mudando domicílio para a terra de Mão TseTubg...
Fica dito.
Partir de degustação de vinho branco Pinot Grigio, casta italiana que está se adaptando em solo chileno.
*Jarbas Beltrão é historiador e professor de História. MBA em Política Estratégia em Defesa e Segurança Nacional. Especialista em Geopolítica Novas Fronteiras Cibernética e IA.
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

A Ditadura dos Gráficos: pesquisas moldam escolhas em redes de pescadores de águas turvas – Por Natanael Sarmento*
17/06/2026
Engodo “científico”
Construtoras de cenários políticos divulgam pesquisas favoráveis sob a áurea da infalibilidade científica. Só que nem sempre a ciência é a convidada de honra. E sim quem banca a pesquisa.
Pílula dourada
Gráficos coloridos e erros, milimetricamente, calculadas, até podem ser verazes. Como "fotografia do momento". Não raro a abertura das urnas desfaz a caricatura e o curto-circuito obriga os “cientistas políticos” a esgarçar a dialética com justificativas e explicações de “engenheiros de obras feitas”.
Influencia
Mais do que prever o futuro, os dados de pesquisas eleitoeiras exercem força de atração gravitacional invisível sobre espaços de buracos negros eleitor...
Não tem volta. Pode ter correção de rotas, como toda realidade histórica e social. Na era digital das informações instantâneas, pesquisas eleitorais não são meros termômetros de intenções de votos.
Engodo “científico”
Construtoras de cenários políticos divulgam pesquisas favoráveis sob a áurea da infalibilidade científica. Só que nem sempre a ciência é a convidada de honra. E sim quem banca a pesquisa.
Pílula dourada
Gráficos coloridos e erros, milimetricamente, calculadas, até podem ser verazes. Como "fotografia do momento". Não raro a abertura das urnas desfaz a caricatura e o curto-circuito obriga os “cientistas políticos” a esgarçar a dialética com justificativas e explicações de “engenheiros de obras feitas”.
Influencia
Mais do que prever o futuro, os dados de pesquisas eleitoeiras exercem força de atração gravitacional invisível sobre espaços de buracos negros eleitorais. Sobre os indecisos e os sem candidato. O gráfico não é apenas um dado é um mapa da mina do vencedor e isso, efetivamente, influi na hora do voto.
Entre a Precisão e o Fiasco
Sem mitificações e sem negações, é preciso analisar o impacto das projeções das pesquisas eleitorais. Porque as pesquisas acertam, mas também erram. E neste caso o tombo estatístico pode mudar o resultado do jogo político.
Acertos
Nas retas finais de disputas polarizadas os indicadores das pesquisas relevam mais ainda. Há acertos memoráveis dentro da margem de erro. Vide a acirrada disputa presidencial brasileira de 2022, na precisão cirúrgica da vitória do Lula sobre o inominável, na apertada margem de 1,80% ponto percentual. A demografia da intenção de votos ratificou o modelo matemático.
Erros
O Rio de Janeiro continua lindo, mas as disputas legislativas em 2018 jogaram por terra as projeções estatísticas. Os principais institutos apontavam o candidato Wilson Witzel em terceiro lugar, com 17% dos votos válidos. Ganhou o pleito com 41,28%. Fora da curva de erro, quase 25 pontos.
O voto do “armário” de São Paulo
Em 2022 as projeções de reputados institutos de pesquisa subestimaram a votação do Tarcísio de Freitas do primeiro turno e de senadores, em todo o país. As pesquisas não capturam os “votos envergonhados” ou de “armário” que aparecem somente na parada do dia da votação, no abri das urnas.
Voto útil ou Maria Vai com as outras?
Eleitores despolitizados, sem partidos ou indecisos não votam por escolhas programáticas racionais ou ideologia. Esses formam uma parcela considerável do eleitorado. Os chamados gatilhos comportamentais suscitados por Anthony Downs na teoria da escolha pública do voto, pelo cálculo da utilidade. É nesse terreno nebuloso que as pesquisas deixam de registrar a opinião e passam a moldá-la. O voto útil no mais das vezes, tem sido tiro no pé do eleitor, de trabalhadores que elegem políticos que votam contra seus interesses como fim da escala 6/1, contra a Reforma Agrária, contra aumento de salário-mínimo, liberais privatistas que tornam ricos mais ricos e sucateiam serviços públicos utilizados pela maioria da população.
A derrota é órfã
Por tendência natural seres humanos querem estar do lado vencedor, daí o popular a “se a derrota é órfã, a vitória tem muitos pais e muitas mães”. O prejuízo é maior quando o eleitor desiste do seu voto preferencial por que as pesquisas indicam que o (melhor) candidato não tem chance.
Areia movediça
Maior perigo os pescadores dos pântanos das amostragens de redes sociais. É razoável supor alguma rejeição de eleitores declarem seu voto nos questionários da pesquisas olho no olho, porta à porta. Nas areias movediças das redes digitais – sem falar na banalização de –fake News - a “opinião” se forma e também se liquefaz com a mesma rapidez. A pesquisa da segunda-feira pode dar com burros n’água no dia seguinte.
Voto consciente
Neste sentido, voto e faço campanha de peito aberto e cabeça erguida nos candidatos que representam a minha visão da política sem ser levado como “marinheiro” pelas águas na correnteza dos “vencedores”. Nem seis, nem meia dúzia. Defendemos o poder popular e o socialismo e votamos Samara Martins para Presidente da República e Camila Falcão para governadora de Pernambuco, pela UP.
*Natanael Sarmento é professor e escritor, e integrante do Diretório Nacional da UP. @sarmentonatanael
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.

Raimundo Salgueiro - Crônica - Por Romero Falcão*
17/06/2026
O que escrever numa hora dessas? Raimundo Carrero nos deixa assim, assim, sem saber o que dizer e com um medo danado da orfandade. Escritor da envergadura dele, só daqui a dois séculos. Não se faz alta literatura em céu de brigadeiro, e sim no trovão e no raio das páginas de seus romances, cujos títulos já riscam fogo: "O Amor Não Tem Bons Sentimentos", "Somos Pedras que se Consomem"."Sombra Severa". Vai encarar?
Na Academia Pernambucana de Letras, caminho sob as imponentes árvores e um céu com cara de despedida. Ouço o canto dos pássaros e o trote do cavalo Imperador, que mete as patas onde quer. De súbito, vou parar em "Bernarda Soledade, a Tigre do Sertão". Imperador no telhado da Academia, coiceando o vento e meu peito agoniado.
Aproximo-me do caixão. O prateado da b...
Chego ao Campo Santo. Há cinquenta anos vi mamãe entrar na parede da sepultura. Hoje é a magnífica literatura que cruza o portão do Cemitério de Santo Amaro.
O que escrever numa hora dessas? Raimundo Carrero nos deixa assim, assim, sem saber o que dizer e com um medo danado da orfandade. Escritor da envergadura dele, só daqui a dois séculos. Não se faz alta literatura em céu de brigadeiro, e sim no trovão e no raio das páginas de seus romances, cujos títulos já riscam fogo: "O Amor Não Tem Bons Sentimentos", "Somos Pedras que se Consomem"."Sombra Severa". Vai encarar?

Na Academia Pernambucana de Letras, caminho sob as imponentes árvores e um céu com cara de despedida. Ouço o canto dos pássaros e o trote do cavalo Imperador, que mete as patas onde quer. De súbito, vou parar em "Bernarda Soledade, a Tigre do Sertão". Imperador no telhado da Academia, coiceando o vento e meu peito agoniado.
Aproximo-me do caixão. O prateado da barba percorre o semblante tranquilo. Carrero dorme com a força e a fé de seus personagens tremendamente humanos e complexos. O terço nas mãos. O corpo trancado na madeira. Intelectuais, acadêmicos, parentes, amigos e anônimos.
Cada qual espia para o homem de Salgueiro que salgou a vida com o tempero da arte e levantou Pernambuco e o Brasil ao patamar mais elevado da escrita. O olhar de respeito e admiração em cada palmo do esquife; a tristeza do papel que sonhava virar livro de Raimundo Carrero. As Oficinas que burilaram aprendizes de escritor, que forjaram a palavra em fogo alto, continuarão flamejantes.

Imperador salta do telhado, baila na "Sinfonia para Vagabundos". Dispara por entre os galhos de Raimundo Salgueiro.
Salgueiro risonho.
*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda

Soldado No Sonho - Poema - Por Felipe Bezerra*
17/06/2026
rapidamente, abro os olhos e os vejo,
conversando, no imenso terraço suspenso,
sobre as tragédias gregas,
tão humanas, tão helênicas,
ao mesmo tempo pernambucanas,
mesmo depois de séculos,
com suas sutilezas
e semelhanças se avolumando.
Sim, sem dúvidas, são eles mesmos,
estão de mim muito perto,
eu claramente os reconheço,
eles seguem dialogando,
sobre os sabores árduos
dos sertões que cultivamos por dentro,
sobre as belezas femininas das praias,
especialmente quando sentimos
suas cálidas águas nos dedos,
à beira do mar ou dos panos.
Infelizmente, entretanto,
ao tentar chamá-los,
para falar sobre os acontecimentos
mais recentes do cotidiano,
sobre quaisquer amenidades,
ou sobre a guerra na Pérsia,
sobre o futebol cinzento,
a miséria perpétua nos becos,
a con...
Eu me levanto do tempo,
rapidamente, abro os olhos e os vejo,
conversando, no imenso terraço suspenso,
sobre as tragédias gregas,
tão humanas, tão helênicas,
ao mesmo tempo pernambucanas,
mesmo depois de séculos,
com suas sutilezas
e semelhanças se avolumando.
Sim, sem dúvidas, são eles mesmos,
estão de mim muito perto,
eu claramente os reconheço,
eles seguem dialogando,
sobre os sabores árduos
dos sertões que cultivamos por dentro,
sobre as belezas femininas das praias,
especialmente quando sentimos
suas cálidas águas nos dedos,
à beira do mar ou dos panos.
Infelizmente, entretanto,
ao tentar chamá-los,
para falar sobre os acontecimentos
mais recentes do cotidiano,
sobre quaisquer amenidades,
ou sobre a guerra na Pérsia,
sobre o futebol cinzento,
a miséria perpétua nos becos,
a continuidade do preconceito
contra nordestinos e negros,
eu subitamente desperto,
agradeço e me despeço,
já estou de olhos abertos,
ao som do alarme insistente,
este feitor de mensagens.
Adeus, e muito obrigado,
mestres, Carrero e Ariano.
*Felipe Bezerra, advogado e poeta. @felipebezerradesouza

Quando a bola rola e a realidade pausa - Trinta Dias de Anestesia Coletiva. por Zé da Flauta*
17/06/2026
Esperando o apito
Mas por trás desse espetáculo de confetes e bandeirinhas, roda uma engrenagem financeira bilionária e implacável. Enquanto o cidadão comum junta os trocados para fazer o churrasco da transmissão, os donos do poder e os grandes cartéis do futebol transformam a...
Se a gente parar na calçada para observar o movimento em tempos de Copa do Mundo, percebe logo uma comédia curiosa no comportamento do homem moderno. Sujeito que passa o ano inteiro reclamando do preço da carne, pisando em ovos com o vizinho por causa de política e trabalhando de cara amarrada, de repente, vira o maior patriota do quarteirão. Compra camisa oficial que custa o olho da cara, chora com o hino nacional e abraça desconhecido na rua como se fosse um irmão de infância. É engraçado ver como uma bola de couro chutada por vinte e dois milionários num gramado distante tem o poder mágico de anestesiar, por trinta dias, todos os boletos e as picuinhas de uma nação inteira.
Esperando o apito
Mas por trás desse espetáculo de confetes e bandeirinhas, roda uma engrenagem financeira bilionária e implacável. Enquanto o cidadão comum junta os trocados para fazer o churrasco da transmissão, os donos do poder e os grandes cartéis do futebol transformam a paixão do povo numa mercadoria fria, calculada em dólar e euro. Estádios faraônicos são erguidos a custos astronômicos em países que muitas vezes não têm o básico para dar aos seus hospitais e escolas. A velha mídia entra em campo com aquela pose festiva, vendendo a ideia de uma grande "festa da união dos povos", mas o que está acontecendo nos bastidores é engenharia social da melhor qualidade: usam a euforia coletiva para maquiar as crises econômicas e empurrar para debaixo do tapete os problemas reais que vão continuar ali, esperando por nós, assim que o juiz apitar o fim do último jogo.
Solidão
Ainda assim, não dá para negar o aperto que dá no peito quando a gente vê a pureza desse sentimento nas ruas. Existe uma beleza genuína e dolorosa na forma como o povo, tantas vezes machucado, enganado e sem chão, se agarra àquela esperança de vitória.
É o choro do garoto que pintou o meio-fio da rua, a expectativa do pai que quer dar uma alegria legítima para a família, a comunhão de uma comunidade que, por um instante, esquece a dureza da vida para torcer junta. Eles sequestram muitas coisas de nós, mas essa fome de pertencimento, esse desejo de orgulho e de brio, isso é nosso e ninguém consegue arrancar. A Copa acaba virando o único altar onde o cidadão comum ainda se sente parte de algo maior do que a sua própria solidão diária.
O jogo diário
Olhar para a Copa do Mundo com lucidez exige que a gente não seja nem o torcedor cego, nem o ranzinza que odeia a festa. O segredo é compreender que o futebol virou o grande espelho da nossa civilização: ele carrega a nossa miséria econômica, a manipulação das massas, mas também a nossa poesia mais bonita e espontânea.
Proteger o juízo nesse período significa aproveitar o abraço, torcer com o coração, mas manter os pés bem firmes no asfalto, sabendo exatamente onde termina o espetáculo da tela e onde recomeça a realidade das nossas vidas. Afinal, a taça vai embora no avião, mas o brio de defender a nossa própria terra e a nossa liberdade é um campeonato que a gente joga todo santo dia.
Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista

Neymar completa um mês sem jogar e tem etapas a cumprir para estrear na Copa
17/06/2026
Calçou chuteiras
Na última terça-feira, Neymar calçou chuteiras e foi a campo pela primeira vez desde que se machucou, em passo importante no seu processo de recuperação. Para poder estrear na Copa, o camisa 10 da seleção brasileira ainda precisa cumprir etapas em seu processo de recuperação.
Exercícios
Embora tenha tido contato com bola na atividade de terça, Neymar ainda não fez exercícios de maior intensidade. Estas atividades serão feitas de forma individualizadas num primeiro momento e só depois, gradativamente, Neymar será integrado aos trabalhos com os demais...
A Seleção Brasileira a espera do craque. Já faz um mês desde que Neymar jogou pela última vez. A lesão na panturrilha direita, sofrida em 17 de maio, na partida entre Santos e Coritiba, se mostrou mais grave do que anunciada num primeiro momento. Exames mostraram que ele tinha um rompimento das fibras de grau 2, não apenas um edema.
Calçou chuteiras
Na última terça-feira, Neymar calçou chuteiras e foi a campo pela primeira vez desde que se machucou, em passo importante no seu processo de recuperação. Para poder estrear na Copa, o camisa 10 da seleção brasileira ainda precisa cumprir etapas em seu processo de recuperação.
Exercícios
Embora tenha tido contato com bola na atividade de terça, Neymar ainda não fez exercícios de maior intensidade. Estas atividades serão feitas de forma individualizadas num primeiro momento e só depois, gradativamente, Neymar será integrado aos trabalhos com os demais atletas.
Fortalecer
Pelo período que passou sem atuar, ele precisa fortalecer a musculatura para evitar novas lesões - não apenas na panturrilha, mas também em outros membros.
Neste processo, o camisa 10 será reavaliado periodicamente para saber se é possível ou não aumentar a carga dos trabalhos.
A CBF
A CBF trata a situação de Neymar com cautela e entende que não há necessidade de pular etapas para acelerar o retorno dele. O foco é tê-lo nas melhores condições para a fase final do Mundial.
Está fora
Por isso, Neymar está fora do duelo contra o Haiti, nesta sexta-feira, às 21h30 (de Brasília). Ele é dúvida para a partida contra a Escócia, na quarta-feira que vem, em Miami.
Os adversários
Após a estreia com o placar de 1 x 1 diante do Marrocos, a Seleção Brasileira ainda enfrenta nessa primeira fase da Copa do Mundo, o Haiti e a Escócia.
O Poder
Fotos: Rafael Ribeiro / CBF

Frio persiste com risco de geada no Sul e Sudeste
17/06/2026
No sul
No sul do país, as manhãs de hoje e amanhã serão marcadas pelo risco de geada nas serras gaúcha e catarinense, além do sul do Paraná, com temperaturas mínimas próximas de 0° C. O tempo seco predominante hoje dará lugar a novas áreas de instabilidade nesta quinta-feira, e deve trazer a chuva de volta ao oeste do Rio Grande do Sul, acompanhada de possíveis trovoadas.
Sudeste
Na Região Sudeste, em áreas serranas do sul de Minas Gerais e de São Paulo, as mínimas podem che...
A previsão do tempo para hoje, quarta (17/06) e amanhã, quinta-feira (18/06), do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), divide o Brasil em cenários distintos. Enquanto o centro-sul do país continua com baixas temperaturas e a possibilidade da ocorrência de geada, a Região Norte concentra os maiores volumes de chuva. Além disso, uma nova frente de instabilidade marca o retorno das precipitações ao Rio Grande do Sul amanhã.
No sul
No sul do país, as manhãs de hoje e amanhã serão marcadas pelo risco de geada nas serras gaúcha e catarinense, além do sul do Paraná, com temperaturas mínimas próximas de 0° C. O tempo seco predominante hoje dará lugar a novas áreas de instabilidade nesta quinta-feira, e deve trazer a chuva de volta ao oeste do Rio Grande do Sul, acompanhada de possíveis trovoadas.
Sudeste
Na Região Sudeste, em áreas serranas do sul de Minas Gerais e de São Paulo, as mínimas podem chegar a 4 °C, com chance de geada fraca e isolada em regiões de baixada. Apesar das manhãs geladas, o tempo estável deve garantir uma elevação gradual das temperaturas ao longo do dia, especialmente no interior do país.
Pancadas de chuva
Segundo o Inmet, a Região Norte mantém o padrão dos últimos dias de pancadas de chuva, com acumulados significativos previstos para o Amazonas, Roraima e o norte do Pará e de Rondônia.
Foto: Paulo Pinto: Agência Brasil
Trump diz que acordo provisório com Irã não é definitivo e faz alerta
17/06/2026
"É um memorando de entendimento. E se eu não gostar, voltaremos a atirar neles, a bombardear suas cabeças. Se eu não gostar, se eles não se comportarem, voltaremos a bombardear bem no meio da cabeça deles, ok?", disse Trump na cúpula do G7 na França.
Afirmou
O presidente afirmou ainda que o memorando de entendimento não inclui o alívio imediato das sanções, destacando que esse assunto será debatido posteriormente.
O Poder
Na cúpula do G7, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse hoje, quarta-feira (17/06) que o memorando de entendimento com o Irã não é definitivo e que ele poderia retomar os ataques contra o país do Oriente Médio.
"É um memorando de entendimento. E se eu não gostar, voltaremos a atirar neles, a bombardear suas cabeças. Se eu não gostar, se eles não se comportarem, voltaremos a bombardear bem no meio da cabeça deles, ok?", disse Trump na cúpula do G7 na França.
Afirmou
O presidente afirmou ainda que o memorando de entendimento não inclui o alívio imediato das sanções, destacando que esse assunto será debatido posteriormente.
O Poder
Quarto partidas encerram primeira rodada da Copa do Mundo de 2026; Portugal e Inglaterra estreiam
17/06/2026
A estreia de Portugal de Cristiano Ronaldo
Portugal está pronto para estrear na Copa do Mundo de 2026. A seleção portuguesa encara a República Democrática do Congo pela primeira rodada do Grupo K. A partida será disputada no Estádio de Houston, no Texas.
A chave
Além de portugueses e congoleses, a chave também conta com Uzbequistão e Colômbia. Os dois primeiros colocados avançam diretamente para a segunda fase, enquanto o terceiro dependerá da classificação geral entre os terceiros colocados p...
A primeira rodada da Copa do Mundo de 2026 chega ao fim hoje, quarta-feira (17/06). Quatro partidas encerram a jornada inaugural do torneio, com destaque para a estreia de Portugal, de Cristiano Ronaldo, diante da República Democrática do Congo, e para o aguardado confronto entre Inglaterra e Croácia. O dia também terá os outros dois jogos dos grupos K e L, com Colômbia, Uzbequistão, Gana e Panamá em campo.

A estreia de Portugal de Cristiano Ronaldo
Portugal está pronto para estrear na Copa do Mundo de 2026. A seleção portuguesa encara a República Democrática do Congo pela primeira rodada do Grupo K. A partida será disputada no Estádio de Houston, no Texas.
A chave
Além de portugueses e congoleses, a chave também conta com Uzbequistão e Colômbia. Os dois primeiros colocados avançam diretamente para a segunda fase, enquanto o terceiro dependerá da classificação geral entre os terceiros colocados para tentar uma vaga no mata-mata.
Portugal busca o título inédito da Copa do Mundo e chega, nesta edição, como uma das seleções favoritas a conquistar o feito, liderado pelo craque Cristiano Ronaldo, aos 41 anos.
Inglaterra
A Inglaterra estreia na Copa do Mundo 2026 contra a Croácia nesta quarta-feira (17), às 17h (horário de Brasília), pela primeira rodada do grupo L. Superando um furto de equipamentos de treino e um susto com tornado, os ingleses vão em busca do título mundial após 60 anos da única conquista da maior competição do futebol.
Favorita
A Inglaterra é uma das principais favoritas do torneio nos Estados Unidos, Canadá e México. Ela está no grupo L com Croácia, Gana e Panamá.
Confira horários e onde assistir aos jogos desta quarta-feira:
14h - Portugal x RD Congo
Onde assistir: Cazé TV
17h - Inglaterra x Croácia
Onde assistir: TV Globo, sportv, Globoplay, ge.globo, SBT, NSports e Cazé TV
20h - Gana x Panamá
Onde assistir: Cazé TV
23h - Uzbequistão x Colômbia
Onde assistir: TV Globo, sportv, Globoplay, ge.globo e Cazé TV
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