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Alerta de Carnaval

Previna-se, proteja-se e respeite para o seu carnaval ser perfeito.

11/02/2024 - Jornal O Poder

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Carnaval é alegria, descontração, liberdade. Mas para tudo sair perfeito, cuide de si e respeite os outros.
O Ministério da Saúde está fazendo uma campanha nacional, alertando para a importancia do respeito, com ênfase no respeito às mulheres (não é não) e estimulando o uso de preservativos e exames sobre doenças sexualmente transmissíveis. E também cuidados para evitar a proliferação da dengue.

O Poder

Participa e apoia a campanha. Nesta página, você encontra a mais completa programação dos eventos em oito Estados, os mais tradicionais polos do diversificado carnaval brasileiro, o mais rico, popular e multicultural do mundo.

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E, não saia de casa sem camisinha no bolso ou na bolsa.


Leia outras informações

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Quem faz 18 anos entre 1o e 2o turno das eleições 2026 deve votar no 2o turno, alerta TSE

21/03/2026

Os brasileiros que fizeram a opção de não votar aos 16 e 17 anos e que completarão 18 anos entre o primeiro e o segundo turno das eleições de 2026 precisam ficar atentos. Pois conforme as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), todo brasileiro que completará a maioridade no período entre o primeiro e o segundo turno das eleições 2026 estará apto a votar no segundo turno.

O fato de ainda não poder votar no primeiro turno, não impedirá que ele vote no segundo, contanto que esteja com o seu título de eleitor devidamente regularizado.

Segundo explicaram técnicos do TSE, no Brasil, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios a partir dos 18 anos de idade. A votação é facultativa apenas para os jovens de 16 e 17 anos, para os maiores de 70 anos e para as pessoas analfabetas.

Dicas para emitir o título

Por isso, quem tem 17 anos e deseja exercer a cidadania por meio do voto em outubro deste ano, deve prestar atenç...

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Os brasileiros que fizeram a opção de não votar aos 16 e 17 anos e que completarão 18 anos entre o primeiro e o segundo turno das eleições de 2026 precisam ficar atentos. Pois conforme as regras do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), todo brasileiro que completará a maioridade no período entre o primeiro e o segundo turno das eleições 2026 estará apto a votar no segundo turno.

O fato de ainda não poder votar no primeiro turno, não impedirá que ele vote no segundo, contanto que esteja com o seu título de eleitor devidamente regularizado.

Segundo explicaram técnicos do TSE, no Brasil, o alistamento eleitoral e o voto são obrigatórios a partir dos 18 anos de idade. A votação é facultativa apenas para os jovens de 16 e 17 anos, para os maiores de 70 anos e para as pessoas analfabetas.

Dicas para emitir o título

Por isso, quem tem 17 anos e deseja exercer a cidadania por meio do voto em outubro deste ano, deve prestar atenção às seguintes dicas: para emitir o primeiro título, a solicitação deve ser feita até 6 de abril — no caso de requerimentos on-line, uma vez que será necessário coletar a biometria da eleitora ou do eleitor, o que somente pode ser realizado presencialmente.

Além disso, para requerer o primeiro título diretamente nos cartórios ou postos de atendimento da Justiça Eleitoral, o prazo é 6 de maio.

No dia 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado, ou seja, diversos serviços eleitorais ficarão suspensos e só serão retomados após as eleições. Mas o título pode ser solicitado de forma on-line no por meio do autoatendimento eleitoral, no menu “Título Eleitoral”, opção 1.

Multas

Portanto, para quem faz 18 anos entre o início e o final de outubro, é importante checar se a data de aniversário acontece em meio a essa janela prevista. Se não votar e não apresentar justificativa perante o juiz eleitoral, a pessoa incorre em multa de 3 a 10% do valor do salário-mínimo da região, imposta pelo juízo competente, além da possibilidade de vir a ter impedimentos diversos.



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Vorcaro queria delação citando até 15 políticos e poupando nomes do Judiciário; mas ouviu da PGR que para serem aceitas, informações não poderão ter restrições

21/03/2026

Conduzido na noite de quinta-feira (19/03) do Complexo Prisional da Papuda para uma sala especial na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, o empresário e ex-banqueiro Daniel Vorcaro assinou um termo de confidencialidade e caminha para fazer delação premiada. Mas as especulações em torno do que ele vai delatar estão colocando em polvorosa o mundo político do país.
Informação divulgada neste sábado (21/03), pela colunista Natália Portinari, do Portal UOL, afirma que ele teria manifestado a intenção de delatar ao menos 15 políticos com quem possuia contatos próximos.

Etapa inicial da delação

O termo de confidencialidade assinado é considerado, no mundo jurídico, a etapa inicial para negociação do acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR). A defesa do empresário agora é conduzida pelo advogado José Luis Oliveira Lima, que também atua na delação de João Carlos Mansur, empresa investigada por lavagem de dinh...

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Conduzido na noite de quinta-feira (19/03) do Complexo Prisional da Papuda para uma sala especial na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, o empresário e ex-banqueiro Daniel Vorcaro assinou um termo de confidencialidade e caminha para fazer delação premiada. Mas as especulações em torno do que ele vai delatar estão colocando em polvorosa o mundo político do país.
Informação divulgada neste sábado (21/03), pela colunista Natália Portinari, do Portal UOL, afirma que ele teria manifestado a intenção de delatar ao menos 15 políticos com quem possuia contatos próximos.

Etapa inicial da delação

O termo de confidencialidade assinado é considerado, no mundo jurídico, a etapa inicial para negociação do acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR). A defesa do empresário agora é conduzida pelo advogado José Luis Oliveira Lima, que também atua na delação de João Carlos Mansur, empresa investigada por lavagem de dinheiro.

O caso está sob relatoria do ministro André Mendonça no Supremo Tribunal Federal (SRF). Mas ao saber do pedido de Vorcaro para mencionar somente um número restrito de políticos e evitar mencionar representantes do Judiciário, o magistrado teria afirmado, conforme as informações da colunista, que para que a colaboração seja completa, ele precisa responder a todas as perguntas a serem feitas, sem restrições de quem quer que seja.

Troca de advogados

Após negativas de liberdade, Vorcaro trocou sua equipe jurídica e decidiu avançar nas negociações. A expectativa, daqui por diante, é que o acordo ganhe força com a participação conjunta da PGR e da Polícia Federal.

Informações de agências de notícias dão conta que em fevereiro, o empresário já tinha se manifestado no sentido de estar interessado em fazer uma delação premiada, mas não conseguiu chegar a um acordo com o Ministério Público.

Novidades sobre se será feita ou não a delação tendem a ser anunciadas a partir da próxima semana.

— Com Agências de Notícias




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Com articulação de Veneziano, Piancó ganhará Policlínica para atendimento a cerca de 20 municípios da PB

21/03/2026

A cidade de Piancó, na Paraíba, vai ganhar uma moderna Policlínica, a ser construída pela prefeitura com recursos do Novo PAC Saúde, do Ministério da Saúde, após uma articulação do Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). A confirmação foi dada pelo Secretário Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales, que esteve recentemente no município para a assinatura do contrato de construção da unidade.

De acordo com o secretário, o modelo de Policlínica a ser construído em Piancó só é implantado em cidades com mais de 50 mil habitantes. Com base em plataformas de dados municipais recentes, Piancó tem hoje, aproximadamente, 18 mil habitantes, mas polariza uma região com 20 municípios e uma população estimada em 145 mil pessoas.

Luta de Veneziano

“Temos que ressaltar o papel do Senador Veneziano, que tem sido um guerreiro, um lutador pelas questões do governo do presidente Lula no Congresso Nacional e, fundamentalmente...

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A cidade de Piancó, na Paraíba, vai ganhar uma moderna Policlínica, a ser construída pela prefeitura com recursos do Novo PAC Saúde, do Ministério da Saúde, após uma articulação do Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB). A confirmação foi dada pelo Secretário Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde, Mozart Sales, que esteve recentemente no município para a assinatura do contrato de construção da unidade.

De acordo com o secretário, o modelo de Policlínica a ser construído em Piancó só é implantado em cidades com mais de 50 mil habitantes. Com base em plataformas de dados municipais recentes, Piancó tem hoje, aproximadamente, 18 mil habitantes, mas polariza uma região com 20 municípios e uma população estimada em 145 mil pessoas.

Luta de Veneziano

“Temos que ressaltar o papel do Senador Veneziano, que tem sido um guerreiro, um lutador pelas questões do governo do presidente Lula no Congresso Nacional e, fundamentalmente, pela Paraíba”, frisou Sales.

De acordo com o secretário do ministério, é importante esse trabalho para que ações como a que será viabilizada em Piancó sejam efetivadas. “Quando nós estivemos aqui com o Senador Veneziano, com a ex-prefeita Flávia Galdino, o ex-prefeito Daniel, o atual prefeito Julhinho, junto com os demais prefeitos da região, chegamos à conclusão de que Piancó poderia atender essa demanda”, afirmou ele.

Investimento de R$ 42 milhões

Conforme informações do Ministério da Saúde, a obra custará R$ 17 milhões, mais R$ 25 milhões em equipamentos, totalizando um investimento de R$ 42 milhões. “O que nós estamos fazendo aqui, o ministro [Alexandre] Padilha, o presidente Lula, é garantir que Piancó agora tenha uma estrutura de uma Policlínica do Novo PAC, um equipamento diferenciado”, explicou Sales.

“Só as cidades que tem vocação e uma condição de atendimento muito forte terão uma policlínica como essa. Então, parabéns Piancó, parabéns Paraíba, parabéns ao nosso querido Senador Veneziano e a todos os prefeitos aqui da região por esse feito”, declarou o secretário.



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Cuidado com a gripe: Boletim da Fiocruz alerta para alta precoce da Influenza A e aumento de casos graves no país

21/03/2026

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) fez um alerta, nesta sexta-feira (21/03) para a alta precoce do vírus influenza A e do aumento de casos graves no país. O aumento fora do período esperado de gripe acende o alerta para a circulação do vírus, com reflexos já observados em diferentes regiões, incluindo capitais como Campo Grande (MS).

O novo boletim InfoGripe, divulgado pela FioCruz, apontou crescimento antecipado dos casos de influenza A, que normalmente têm pico no outono e inverno. O avanço foi identificado em estados como Mato Grosso, Amapá, Pará, Rondônia, Rio de Janeiro, Espírito Santo e na maior parte do Nordeste, com exceção do estado do Piauí.

Casos de SRAG

Além da gripe, o levantamento mostra que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) seguem em alta. Em 2026, já foram registrados 20.311 casos, dos quais 7.523 tiveram resultado positivo para vírus respiratórios.

A tendência de crescimento da SRAG a...

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) fez um alerta, nesta sexta-feira (21/03) para a alta precoce do vírus influenza A e do aumento de casos graves no país. O aumento fora do período esperado de gripe acende o alerta para a circulação do vírus, com reflexos já observados em diferentes regiões, incluindo capitais como Campo Grande (MS).

O novo boletim InfoGripe, divulgado pela FioCruz, apontou crescimento antecipado dos casos de influenza A, que normalmente têm pico no outono e inverno. O avanço foi identificado em estados como Mato Grosso, Amapá, Pará, Rondônia, Rio de Janeiro, Espírito Santo e na maior parte do Nordeste, com exceção do estado do Piauí.

Casos de SRAG

Além da gripe, o levantamento mostra que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) seguem em alta. Em 2026, já foram registrados 20.311 casos, dos quais 7.523 tiveram resultado positivo para vírus respiratórios.

A tendência de crescimento da SRAG aparece tanto no recorte de longo prazo, de seis semanas, quanto no de curto prazo, de três semanas, em quase todos os estados brasileiros.



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Alerta nas capitais

Entre as capitais, 18 apresentam nível de atividade classificado como alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento. Está na lista de capitais onde a população pecisa ficar em estado de alerta Recife, Fortaleza, Brasília, Campo Grande e Rio de Janeiro.

Os dados do boletim também apontaram diferenças no perfil das infecções conforme a faixa etária. Crianças menores de 2 anos são mais afetadas pelo vírus sincicial respiratório, enquanto as maiores têm predominância de rinovírus. Já entre jovens, adultos e idosos, o influenza A aparece como principal causa de infecção.

No caso das hospitalizações, o rinovírus lidera entre crianças e adolescentes de 2 a 14 anos, seguido pelo influenza A e pelo VSR.

Vacinação começa dia 28

Segundo a pesquisadora Tatiana Portella, da Fiocruz, a vacinação segue como principal medida para evitar casos graves e mortes. Ela informou que já existe vacina contra o VSR para gestantes e que a campanha de vacinação contra a influenza A para grupos prioritários começa no dia 28.

No balanço de 2026, o rinovírus é responsável por 41,9% dos casos positivos de SRAG, seguido por influenza A, com 21,8%, Sars-CoV-2, com 14,7%, e VSR, com 13,4%. Entre os óbitos, o Sars-CoV-2 lidera, com 37,3%, seguido por influenza A, com 28,6%, e rinovírus, com 21,8%.

— Com informações da Fiocruz



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Relatório do TCU aponta falhas graves na segurança dos portos brasileiros, por Hylda Cavalcanti*

21/03/2026

Santos (SP), Suape (PE), Pecém (CE), Paranaguá (PR), Itaqui (MA) e tantos outros. Todos os portos brasileiros apresentam problemas com relação à segurança marítima e necessitam de regulamentação urgente das normas regentes. A constatação é de relatório de auditoria elaborado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) divulgado nesta sexta-feira (20/03), que chamou a atenção para os vários problemas existentes na segurança portuária brasileira.

Conforme os principais itens apontados, o TCU destacou dificuldades de coordenação entre os órgãos, principalmente para ações conjuntas, falta de tecnologia adequada para monitoramento marítimo e fragilidades na regulamentação. O relatório é resultado de uma auditoria realizada pelo Tribunal. Teve como relator o ministro Augusto Nardes.

Prazo de 180 dias

Como resultado da auditoria, o TCU determinou à Polícia Federal e à Secretaria Especial da Receita Federal a elaboração, dentro de prazo de 180 di...

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Santos (SP), Suape (PE), Pecém (CE), Paranaguá (PR), Itaqui (MA) e tantos outros. Todos os portos brasileiros apresentam problemas com relação à segurança marítima e necessitam de regulamentação urgente das normas regentes. A constatação é de relatório de auditoria elaborado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) divulgado nesta sexta-feira (20/03), que chamou a atenção para os vários problemas existentes na segurança portuária brasileira.

Conforme os principais itens apontados, o TCU destacou dificuldades de coordenação entre os órgãos, principalmente para ações conjuntas, falta de tecnologia adequada para monitoramento marítimo e fragilidades na regulamentação. O relatório é resultado de uma auditoria realizada pelo Tribunal. Teve como relator o ministro Augusto Nardes.

Prazo de 180 dias

Como resultado da auditoria, o TCU determinou à Polícia Federal e à Secretaria Especial da Receita Federal a elaboração, dentro de prazo de 180 dias, de um conjunto de normas que possam padronizar e agilizar a atuação conjunta no combate ao tráfico de drogas em portos.

Mas a medida deve ser reforçada por meio ou de um decreto posterior que passe a ser usado de modo geral, ou, dependendo da exigência normativa, de uma lei federal — por meio de projeto de lei sobre o tema a ser encaminhado ao Congresso.

A medida sugerida pelo Tribunal tem como objetivo “assegurar o cumprimento de dispositivos do Código de Processo Penal (CPP) que tratam da atuação imediata da autoridade policial no local do crime e da preservação da cadeia de custódia das provas”, conforme enfatiza o relatório.

Investigação entre Brasil e França

A avaliação levou em conta a atuação de órgãos portuários, aduaneiros e policiais no combate ao tráfico de drogas, especialmente de cocaína, nos principais portos do país. E teve várias justificativas para sua realização.

Uma das principais foi a operação de fiscalização conjunta que está sendo realizada entre os governos do Brasil e da França para conseguir desbaratar uma organização criminosa especializada no repasse de drogas a partir de áreas submersas de embarcações do Porto de Santos (SP) para a França e vice-versa.

40% da cocaína apreendida sai dos portos

Conforme enfatiza o relatório do ministro Nardes, dados recentes mostram que cerca de 40% da cocaína apreendida no Brasil, o que equivale a 155 toneladas, foram encontradas em áreas portuárias. Motivo pelo qual o ministro alertou, no documento, que “combater o tráfico de drogas nesses locais é essencial para a segurança pública e afeta diretamente toda a população brasileira”.

O ministro afirmou, ainda, que os portos possuem um papel crítico no controle do fluxo de contêineres, que é uma etapa fundamental para evitar crimes como o tráfico internacional de drogas. E destacou que “o uso da infraestrutura portuária brasileira como rota para enviar cocaína ao exterior reforça a necessidade de medidas mais eficazes de prevenção e repressão.”

Sobreposição de atuação

A auditoria citou, como um dos principais problemas, a sobreposição de atuação entre órgãos que investigam crimes relacionados ao tráfico de drogas, sem acordos claros sobre como trabalhar juntos.

Conforme a avaliação dos técnicos do TCU, a falta de uma regulamentação sobre o tema, seja de forma legislativa ou por meio de alguma portaria dependendo do que for avaliado como melhor opção, prejudica as investigações criminais feitas atualmente.

Falta de tecnologia moderna

Outro problema citado pelo Tribunal foi a ausência de um VTMIS (sistema intitulado Vessel Traffic Management Information System), que é usado para monitoramento e deteção de embarcações clandestinas em áreas de fundeio, canais de acesso e áreas próximas a portos. De acordo com a Corte, apenas o Porto de Vitória (ES) possui hoje o sistema.

“Esse equipamento é importante não só para a segurança da navegação, mas também para a segurança do Estado, pois combina tecnologias como radares, sistemas de identificação automática”, destacou o ministro Nardes.

Na avaliação do TCU, embora não seja ilegal usar um decreto para a regulamentação do tema, o ideal seria que fosse encaminhado projeto de uma legislação federal, para tramitar no Congresso e ser sancionada, o que daria mais força às investigações e reprimiria de forma mais firme o tráfico de drogas em zonas portuárias.

*Hylda Cavalcanti é editora de O Poder aos sábados
NR - Matéria publicada no Portal HJur




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Jair Bolsonaro apresenta melhoras, mas médicos ainda não têm previsão de quando receberá alta

21/03/2026

O ex-presidente Jair Bolsonaro manteve boa evolução clínica e laboratorial nos últimos dias, conforme o mais recente boletim médico divulgado pelo Hospital DF Star, em Brasília. Internado há uma semana na unidade hospitalar, Bolsonaro trata uma pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração com antibioticoterapia endovenosa.

De acordo com o boletim, o ex-presidente permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e não há previsão de alta neste momento. O documento também destaca que o paciente continua recebendo suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora.

Prisão domiciliar

Advogados de defesa de Bolsonaro pleiteiam a transferência dele do Presídio da Papuda, onde cumpre pena, para o regime domiciliar. Na quinta-feira (19/3), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a análise do pedido de prisão domiciliar do ex-presidente só ocorra após a...

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O ex-presidente Jair Bolsonaro manteve boa evolução clínica e laboratorial nos últimos dias, conforme o mais recente boletim médico divulgado pelo Hospital DF Star, em Brasília. Internado há uma semana na unidade hospitalar, Bolsonaro trata uma pneumonia bacteriana bilateral decorrente de episódio de broncoaspiração com antibioticoterapia endovenosa.

De acordo com o boletim, o ex-presidente permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e não há previsão de alta neste momento. O documento também destaca que o paciente continua recebendo suporte clínico intensivo e fisioterapia respiratória e motora.

Prisão domiciliar

Advogados de defesa de Bolsonaro pleiteiam a transferência dele do Presídio da Papuda, onde cumpre pena, para o regime domiciliar. Na quinta-feira (19/3), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a análise do pedido de prisão domiciliar do ex-presidente só ocorra após a realização de uma perícia médica oficial.

Ontem, o ministro pediu que a Procuradoria Geral da República também se manifeste sobre a necessidade de ser concedida prisão domiciliar e humanitária a Bolsonaro. O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por crime de tentativa de golpe de Estado.

Oito dias hospitalizado

Ele foi internado no último dia 13, após apresentar febre alta, queda na saturação de oxigênio, sudorese e calafrios, ocasião em que foi levado de ambulância ao hospital após atendimento inicial na Papudinha.




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Brasileiros se sentem desanimados e inseguros com o Brasil faltando poucos meses para as eleições, aponta pesquisa

21/03/2026

A pesquisa mais recente divulgada pela Datafolha sobre como os brasileiros se sentem diante das expectativas das próximas eleições, em outubro, revelou um quadro pouco animador. Para a maioria dos entrevistados, conforme o resultado apurado, prevalece o país um sentimento negativo com pessoas se dizendo inseguras, desanimadas e com medo no futuro.

De acordo com o levantamento, o sentimento mais predominante é a insegurança, citado por 69% dos entrevistados, enquanto 29% afirmaram se sentir seguros. Outros 2% declararam não saber. Também são majoritárias as sensações de tristeza (59%), desânimo (61%) e medo do futuro (61%) em comparação com os índices de felicidade (38%), animação (37%) e confiança no futuro (37%).

Correlação de sentimentos

Em geral, segundo o Datafolha, existe uma correlação entre sentimentos sobre o Brasil e a aprovação presidencial, com maior intensidade na relação entre desaprovação e humor negativo. Entre aqueles...

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A pesquisa mais recente divulgada pela Datafolha sobre como os brasileiros se sentem diante das expectativas das próximas eleições, em outubro, revelou um quadro pouco animador. Para a maioria dos entrevistados, conforme o resultado apurado, prevalece o país um sentimento negativo com pessoas se dizendo inseguras, desanimadas e com medo no futuro.

De acordo com o levantamento, o sentimento mais predominante é a insegurança, citado por 69% dos entrevistados, enquanto 29% afirmaram se sentir seguros. Outros 2% declararam não saber. Também são majoritárias as sensações de tristeza (59%), desânimo (61%) e medo do futuro (61%) em comparação com os índices de felicidade (38%), animação (37%) e confiança no futuro (37%).

Correlação de sentimentos

Em geral, segundo o Datafolha, existe uma correlação entre sentimentos sobre o Brasil e a aprovação presidencial, com maior intensidade na relação entre desaprovação e humor negativo. Entre aqueles que desaprovam o trabalho de Lula (PT), 93% se dizem inseguros (7%, seguros), 88%, desanimados (12%, animados), e 87%, tristes (contra 12% de felizes).

Já no grupo daqueles que aprovam o trabalho do presidente, a lógica se inverte: 53% afirmam se sentir seguros (44%, inseguros), 66%, animados (32%, desanimados), e 66%, felizes (31%, tristes).



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Intenção de votos para presidente

O mesmo ocorre no cruzamento com a intenção de voto para presidente. Entre quem prefere Flávio Bolsonaro (PL), 89% afirmam se sentir inseguros, contra 41% de quem espera votar em Lula. Em relação ao voto passado em 2022, 90% dos eleitores de Jair Bolsonaro se dizem inseguros, ante 46% daqueles que declararam ter votado no petista.

Na avaliação dos responsáveis pela pesquisa, o fato de sentimentos negativos aparecerem de forma mais intensa entre quem desaprova o governo, votou em Bolsonaro ou pretende votar em Flávio indica um humor atravessado pela polarização.

O índice é alto também entre quem pretende outro caminho: entre quem declara voto em Ratinho Junior (PSD), 88% se dizem inseguros; em Romeu Zema (partido Novo), 81%; e em branco, nulo ou nenhum, 87%.

Situação econômica

A mesma pesquisa aponta que o percentual de quem acredita que houve piora na situação econômica do país subiu de 41% para 46% de dezembro passado a março. Também existem mais entrevistados pessimistas sobre o futuro, inclusive em relação à própria condição financeira, e que preveem aumento da inflação e do desemprego.

A pesquisa foi realizada no período entre 3 a 5 de março com 2.004 pessoas de 16 anos ou mais. Está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03715/2026.

O levantamento incluiu seis questões apresentadas em pares de alternativas opostas. A margem de erro máxima para o total da amostra é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

— Com Agências de Notícias



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Guerra no Irã tem escalada exponencial, por Ricardo Rodrigues*

21/03/2026

Não seria exagero algum afirmar que a guerra entre Estados Unidos e Israel e Irã entrou em uma nova fase esta semana. Ao atacar o campo de gás natural de South Pars no Irã, Israel cruzou uma linha vermelha reconhecida por todas as partes, desencadeando, assim, mais uma escalada nas hostilidades. Ao atingir instalações da infraestrutura energética iraniana, Israel sinalizou para o Irã, e para o mundo, que o conflito deixava de ter um caráter estritamente militar para ganhar contornos de uma guerra econômica.

Desde o início do conflito, o Irã deixou claro que qualquer ataque às suas instalações de petróleo e gás seria retaliada na mesma moeda, só que em alvos espalhados pela região. Para evitar esse tipo de escalada, americanos e israelenses vinham evitando atingir com seus bombardeios a infraestrutura energética do Irã. Não foi por outra razão que, ao bombardearem, na semana passada, a ilha de Kharg, principal terminal de exportação de petróleo e gás do Irã, os Estado...

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Não seria exagero algum afirmar que a guerra entre Estados Unidos e Israel e Irã entrou em uma nova fase esta semana. Ao atacar o campo de gás natural de South Pars no Irã, Israel cruzou uma linha vermelha reconhecida por todas as partes, desencadeando, assim, mais uma escalada nas hostilidades. Ao atingir instalações da infraestrutura energética iraniana, Israel sinalizou para o Irã, e para o mundo, que o conflito deixava de ter um caráter estritamente militar para ganhar contornos de uma guerra econômica.

Desde o início do conflito, o Irã deixou claro que qualquer ataque às suas instalações de petróleo e gás seria retaliada na mesma moeda, só que em alvos espalhados pela região. Para evitar esse tipo de escalada, americanos e israelenses vinham evitando atingir com seus bombardeios a infraestrutura energética do Irã. Não foi por outra razão que, ao bombardearem, na semana passada, a ilha de Kharg, principal terminal de exportação de petróleo e gás do Irã, os Estados Unidos visaram apenas alvos militares, deixando a infraestrutura energética intacta.

Trump até chegou a ameaçar os iranianos afirmando que bastaria uma “simples palavra sua, para os encanamentos sumirem”. Com o ataque a South Pars, os encanamentos agora tornaram-se alvos, e os riscos inerentes a mais uma escalada no conflito foram jogados para o escanteio.

Ataque a South Pars

O bombardeio israelense ao campo de gás de South Pars demonstrou que a linha vermelha traçada pelo Irã não mais seria respeitada. South Pars é nada menos que o maior campo de gás natural do mundo. Trata-se de um campo de gás que o Irã compartilha com o Catar. Só a parte destinada ao Irã abriga 51 trilhões de pés cúbicos de gás e é responsável por 80% do gás natural consumido pelos iranianos.

O alvo certamente não foi escolhido ao acaso. O Irã depende de gás natural para produzir sua eletricidade e para o aquecimento de suas residências. De fato, o país é o quarto maior consumidor de gás natural do mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, da China e da Rússia, muito embora sua economia seja minúscula em comparação com os outros grandes consumidores de gás.

Como 80% do gás natural consumido pelo Irã provém de South Pars, a destruição desse campo poderia gerar apagões. E estes, de forma semelhante ao que vem acontecendo em Cuba, poderia engendrar ondas de novos protestos da população civil.

Tirando o seu da reta

Após o bombardeio, Donald Trump apressou-se em negar o envolvimento dos americanos no ataque. Em suas redes sociais, ele afirmou que “os Estados Unidos nada sabiam sobre esse ataque em particular”. Na mesma postagem, Trump prometeu que não haveria mais ataques de Israel a South Pars, a não ser que o Irã viesse a atacar instalações de energia do Catar.

Contudo, relatos de fontes israelenses contradizem a versão de Trump. De acordo com três autoridades israelenses ouvidas pelo jornal The New York Times, os Estados Unidos foram, sim, informados previamente sobre o ataque. Eles ainda confirmaram haver um alinhamento integral entre Israel e Estados Unidos no processo de escolha de alvos.

Retaliação

A resposta do Irã ao ataque em South Pars não deveria ter surpreendido a ninguém. Ela já estava anunciada desde o início do atual conflito. No primeiríssimo dia de bombardeio contra alvos iranianos, o presidente do Parlamento Iraniano, Mohammed Ghalibaf, afirmou que Teerã aplicaria a máxima de “olho por olho, dente por dente” para o caso de Israel ou Estados Unidos atingirem a infraestrutura do Irã.

A campanha de retaliação do Irã desta semana incluiu ataques com mísseis e drones a instalações no Catar, nos Emirados Árabes e na Arábia Saudita. No Catar, o ataque iraniano derrubou em 17% a capacidade de exportação de gás natural liquefeito daquele país, causando um prejuízo de 20 bilhões de dólares anuais e ameaçando o fornecimento de gás para a Europa e a Ásia.

Mísseis e drones

Nos Emirados Árabes, as operações de gás em Habshan e de petróleo no campo de Bab tiveram que ser paralisadas ao serem atingidas por fragmentos de mísseis interceptados. A Arábia Saudita conseguiu interceptar quatro mísseis balísticos e vários drones dirigidos a sua operação de gás liquefeito no Leste do país. Também houve relatos de ataques iranianos no Kuwait e no Bahrein.

Ontem, em reposta a ataques israelenses em Teerã, o Irã atingiu com uma nova leva de drones a maior refinaria do Kuwait. Segundo o jornal Al Jazeera, o ataque incendiou várias unidades da refinaria, paralisando uma operação que produzia 730 mil barris de petróleo por dia.

“Boots on the ground”

Pelo andar da carruagem, não veremos tão cedo um arrefecimento dessa guerra. A escalada tem sido exponencial. E vai continuar. A próxima fase do conflito já está a caminho. Refiro-me ao USS Tripoli, um navio de guerra de desembarque anfíbio, devidamente escoltado por dois outros navios de guerra, que saíram do Mar da China em direção ao Golfo Pérsico. A bordo, mais de 2.500 fuzileiros navais americanos prontos para protagonizar operações especiais de ocupação territorial, prontos para colocar os pés no chão, ou como os americanos costumam dizer, colocar “boots on the ground”.

Essa escalada acontece a despeito da veemência com a qual Trump nega a existência de planos para uma incursão terrestre de tropas americanas no Irã. Ventilou-se até mesmo financiar tropas curdas, mas não americanas. Ao ser indagado recentemente, Trump disse que não colocará tropas americanas em qualquer lugar. Mas acrescentou: “Se fosse colocar, certamente não lhe diria”.

É esperar para ver. Os navios com os fuzileiros estão previstos para chegar ao Oriente Médio na próxima semana.

*Ricardo Rodrigues, jornalista e cientista político, é colaborador de O Poder.

Nota da Editoria: o bombardeio de hoje, sábado, 21/03/26, na central de Natanz, maior usina nuclear do
Irã, só confirma a argúcia e sintonia de Ricardo Rodrigues com os rumos do conflito que assombra o mundo. Ricardo, sempre modesto quando se descreve, é um dos mais qualificados analistas internacionais do Brasil, com vivência profissional no exterior, trabalhando para organismos internacionais, além de produtiva vivência acadêmica. Sua colaboração generosa e constante é um orgulho para O Poder e seus privilegiados leitores.




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Governo do Irã confirma bombardeio na central de Natanz, maior usina nuclear do país

21/03/2026

Continua muito tenso o conflito entre EUA e Israel contra o Irã. O governo do Irã informou, por volta das 9h24 (horário de Brasília) que um bombardeio atingiu parte das instalações da central nuclear de Natanz, naquele país - considerada ponto principal para o programa de energia nuclear iraniano.

Esta é a segunda investida contra a central, que faz enriquecimento de urânio e já tinha sido alvo de ataques pelos Estados Unidos em julho de 2025.

Dependendo da confirmação do tamanho dos danos causados, será a primeira vez que uma central nuclear é alvo de mísseis desde o início da atual guerra do Oriente Médio. Conforme informações de agências internacionais de notícias obtidas pelo jornal israelense "Haaretz", os EUA utilizaram bombas de perfuração na ofensiva.



Nível de radiação

O governo norte-americano ainda não se pronunciou sobre o ataque. A Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA, na sigla em...

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Continua muito tenso o conflito entre EUA e Israel contra o Irã. O governo do Irã informou, por volta das 9h24 (horário de Brasília) que um bombardeio atingiu parte das instalações da central nuclear de Natanz, naquele país - considerada ponto principal para o programa de energia nuclear iraniano.

Esta é a segunda investida contra a central, que faz enriquecimento de urânio e já tinha sido alvo de ataques pelos Estados Unidos em julho de 2025.

Dependendo da confirmação do tamanho dos danos causados, será a primeira vez que uma central nuclear é alvo de mísseis desde o início da atual guerra do Oriente Médio. Conforme informações de agências internacionais de notícias obtidas pelo jornal israelense "Haaretz", os EUA utilizaram bombas de perfuração na ofensiva.



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Nível de radiação

O governo norte-americano ainda não se pronunciou sobre o ataque. A Agência Internacional de Energia Atômica (IAEA, na sigla em inglês) disse ter sido informada do ataque e afirmou que ainda não havia aumento do nível de radiação na central nuclear. J

Já a agência de notícias estatal iraniana Tasnim tentou tranquilizar a população e afirmou que moradores da região onde fica a usina não estão em risco por radiação.

Natanz fica na região central do Irã, a cerca de 300 quilômetros de Teerã. A guerra entre EUA, Israel e Irã no Oriente Médio entrou na quarta semana neste sábado (21), sem perspectiva de um término.

Ataques a americanos e israelenses

Como resposta à ofensiva, o Irã ameaçou atacar cidadãos americanos e israelenses em pontos turísticos de outros países.

Durante mensagem lida na rede estatal de TV iraniana para o Ano Novo persa, que está em plena realização, o novo líder supremo do Irã pediu união aos países muçulmanos e disse não querer criar divisões com os países vizinhos.

O Irã também subiu o tom contra o Ocidente. O novo líder supremo afirmou que locais turísticos frequentados por americanos e israelenses podem se tornar alvos em várias partes do mundo.

Anúncio do Pentágono

O Pentágono anunciou o envio de mais 2,5 mil militares a bordo de três navios para a região.

Ao mesmo tempo, poucas horas depois, Trump fez outra postagem em uma rede social afirmando que “já pensa em reduzir a operação militar no Oriente Médio”. Isto porque, segundo ele, já está perto de “atingir os objetivos de dizimar o poderio militar e nuclear do Irã”.

— Com Agências Internacionais de Notícias



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É Findi - Pião - O Poema Fará Parte do 'Poemarana', Inédito - Por, Eduardo Albuquerque*

21/03/2026

Joga pião, joga pião
Me diz meu irmão
Cante a canção
Lá do meu sertão



Roda pião, roda pião
Para não, para não
Danças no chão
Cadê o cordão?



Joga no chão
Pega na mão
Com o cordão
Tira do chão



Joga pião, joga pião
Roda pião, roda pião
Roda pião, joga pião
Joga pião, roda pião!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor.



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Joga pião, joga pião
Me diz meu irmão
Cante a canção
Lá do meu sertão



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Roda pião, roda pião
Para não, para não
Danças no chão
Cadê o cordão?



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Joga no chão
Pega na mão
Com o cordão
Tira do chão



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Joga pião, joga pião
Roda pião, roda pião
Roda pião, joga pião
Joga pião, roda pião!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor.



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