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Gol de Letra – Coluna Semanal por Roberto Vieira* - Dedada na história

04/03/2024 - Jornal O Poder

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A dedada ficou famosa na Grécia Antiga nas peças do dramaturgo Aristófanes. Volta e meia vinha uma dedada ou outro gesto obsceno em cena. Na Grécia também viveu o filósofo Diógenes que vivia nu em um tonel e de vez em quando dava dedadas, até mesmo para Alexandre, o Grande. Semana passada, a dedada voltou ao bate papo nas ruas após a expulsão do jogador Paulo Sérgio, do Náutico, o qual comemorou um gol de pênalti fazendo o sinal símbolo da Torcida Organizada do Náutico: uma dedada. Resultado? Expulsão. Mas será que dedada é coisa rara?




Dedada lá fora

A primeira dedada fotografada foi do jogador Charles Rodburn, do Boston Braves, em 1886, quando posava com seu time e viu de longe os adversários. Depois, a dedada apareceu em filmes de Alfred Hitchcock e Harold Lloyd, nos destemperos políticos de Nelson Rockfeller, Pierre Trudeau e George Bush, sem esquecer Ronald Reagan e os hippies de Berkeley nos anos 1960. Adele, Lady Gaga e...

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A dedada ficou famosa na Grécia Antiga nas peças do dramaturgo Aristófanes. Volta e meia vinha uma dedada ou outro gesto obsceno em cena. Na Grécia também viveu o filósofo Diógenes que vivia nu em um tonel e de vez em quando dava dedadas, até mesmo para Alexandre, o Grande. Semana passada, a dedada voltou ao bate papo nas ruas após a expulsão do jogador Paulo Sérgio, do Náutico, o qual comemorou um gol de pênalti fazendo o sinal símbolo da Torcida Organizada do Náutico: uma dedada. Resultado? Expulsão. Mas será que dedada é coisa rara?

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Dedada lá fora

A primeira dedada fotografada foi do jogador Charles Rodburn, do Boston Braves, em 1886, quando posava com seu time e viu de longe os adversários. Depois, a dedada apareceu em filmes de Alfred Hitchcock e Harold Lloyd, nos destemperos políticos de Nelson Rockfeller, Pierre Trudeau e George Bush, sem esquecer Ronald Reagan e os hippies de Berkeley nos anos 1960. Adele, Lady Gaga e Madonna também deram suas dedadas por aí. O próprio Ronaldo Fenômeno quando marcou seu primeiro gol no Corinthians comemorou com a dedada da organizada do Timão. Sem expulsão.

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Dedadas presidenciais

Nos anos 1980, o presidente Figueiredo inaugurou as dedadas explícitas no Brasil durante manifestação de estudantes curitibanos. Os estudantes responderam processo pelos palavrões contra o presidente e Figueiredo fingiu que tinha dado tchauzinho. Uma década depois, o presidente Collor se despediu do povo brasileiro descendo a rampa e nos legando o dedo médio registrado pelo Pasquim.

A primeira dedada do futebol pernambucano

A primeira dedada do futebol pernambucano aconteceu em Caruaru, na partida entre Central e Botafogo-PB. O quadro centralino tinha Agostinho no arco e o espetacular Vadinho no meio-campo. Os pernambucanos abriram o marcador aos 2 minutos de jogo, mas se perderam no segundo tempo após a expulsão de Pissica. Dez minutos depois foi a vez de Nico ser expulso. Dessa vez por ofender o público com uma dedada. Na base da raça, naquele 20 de outubro de 1962, o Central segurou o empate com o Botafogo de Pelado, Príncipe, Delgado e Coca Cola. Em tempo. O primeiro juiz a expulsar uma dedada em Pernambuco foi o estreante naquele jogo Louralber Monteiro.

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Nota: Mestre Lenivaldo Aragão, ícone do jornalismo pernambucano, assistiu a dedada e escreveu sobre o prélio nas páginas do Diário de Pernambuco. Nico foi multado em 30% do salário.

*Roberto Vieira é médico e cronista

Leia outras informações

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Propósito, percurso e país: a nova missão de André de Paula, por Alê Cavalcanti*

01/04/2026

Nesta quarta-feira (1º/03), o Brasil reposiciona uma peça importante no tabuleiro do seu próprio futuro. O nosso muito querido André de Paula assume o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) - e não se trata apenas de uma mudança de cargo, mas da continuidade de uma trajetória construída com método, coragem e integridade.

Trabalhar ao seu lado por tantos anos me ensinou algo que considero raro: há pessoas cuja coerência não oscila com o tempo nem com o poder. André é uma delas. Nunca houve em mim, sequer por um instante, espaço para dúvida sobre seu caráter, sua lealdade, seu compromisso ou sua competência. E isso, em tempos tão ruidosos, é – sim! - revolucionário.

Sua caminhada - vereador de Recife, deputado estadual, seis vezes deputado federal, secretário de Produção Rural, secretário das Cidades de Pernambuco, ministro da Pesca e Aquicultura - não é apenas uma soma de cargos. É um percurso de construção. De escuta. De presença. De entrega.
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Nesta quarta-feira (1º/03), o Brasil reposiciona uma peça importante no tabuleiro do seu próprio futuro. O nosso muito querido André de Paula assume o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) - e não se trata apenas de uma mudança de cargo, mas da continuidade de uma trajetória construída com método, coragem e integridade.

Trabalhar ao seu lado por tantos anos me ensinou algo que considero raro: há pessoas cuja coerência não oscila com o tempo nem com o poder. André é uma delas. Nunca houve em mim, sequer por um instante, espaço para dúvida sobre seu caráter, sua lealdade, seu compromisso ou sua competência. E isso, em tempos tão ruidosos, é – sim! - revolucionário.

Sua caminhada - vereador de Recife, deputado estadual, seis vezes deputado federal, secretário de Produção Rural, secretário das Cidades de Pernambuco, ministro da Pesca e Aquicultura - não é apenas uma soma de cargos. É um percurso de construção. De escuta. De presença. De entrega.

Agora, ao assumir um dos ministérios mais estratégicos do país, ele chega ao lugar que lhe é justo, construído ao longo de uma vida pública de entrega.

O Ministério da Agricultura não é apenas mais uma pasta: é uma engrenagem vital do Brasil. O agro representa cerca de 25% do PIB nacional, responde por quase 50% das exportações brasileiras e sustenta milhões de empregos diretos e indiretos. É o campo que alimenta cidades, equilibra a balança econômica e projeta o Brasil no mundo. É, em essência, uma força silenciosa - e decisiva - que move o país.



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E é por isso que este momento importa. Importa muito. Importa profundamente. Porque há desafios imensos: produtividade com sustentabilidade, segurança alimentar, inovação, equilíbrio entre tradição e futuro. Mas há, também, a convicção serena de que você saberá não apenas enfrentá-los, mas atravessá-los com a firmeza de quem conhece o caminho.

Hoje, mais do que celebrar uma conquista, celebro a justiça de vê-lo ocupar um espaço que reconhece quem você é.

Que Deus abençoe a sua caminhada nesta nova missão. Que não lhe faltem lucidez, coragem e serenidade - e que nunca lhe sobre silêncio diante do que precisa ser feito.

Sigo na torcida - serena, confiante e inteira. Porque alguns caminhos não surpreendem: apenas confirmam.

E, no fim das contas…o agro é tech, é pop…e, com você, André, é também propósito.

*Alê Cavalcanti é escritora e jornalista.

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

Imagens: Acervo pessoal/Alê Cavalcanti



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Entre a Coroa e o Improviso - 137 Anos de República, Quantos Recomeços? por Zé da Flauta

01/04/2026

A monarquia parte de um princípio simples e poderoso, o chefe de Estado é preparado a vida inteira para exercer aquela função. Desde cedo, o príncipe aprende história, diplomacia, economia, comportamento, limites do poder e responsabilidade institucional. Não é improviso, é formação contínua. Há uma separação clara entre quem representa o Estado e quem governa o dia a dia, o rei reina, o governo governa. Isso cria uma estabilidade simbólica que não depende de eleição nem de humor político.

Mistura

Já na república brasileira, a estrutura é outra. O mesmo indivíduo acumula as funções de chefe de Estado e chefe de governo, representando o país e administrando-o ao mesmo tempo. E muitas vezes chega ali sem preparo específico, fruto de circunstâncias eleitorais, alianças, carisma ou rejeição ao adversário. O cargo máximo da nação passa a depender mais da conjuntura do que de uma formação sólida. É como se o piloto e o comandante do navio fossem a mesma p...

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A monarquia parte de um princípio simples e poderoso, o chefe de Estado é preparado a vida inteira para exercer aquela função. Desde cedo, o príncipe aprende história, diplomacia, economia, comportamento, limites do poder e responsabilidade institucional. Não é improviso, é formação contínua. Há uma separação clara entre quem representa o Estado e quem governa o dia a dia, o rei reina, o governo governa. Isso cria uma estabilidade simbólica que não depende de eleição nem de humor político.

Mistura

Já na república brasileira, a estrutura é outra. O mesmo indivíduo acumula as funções de chefe de Estado e chefe de governo, representando o país e administrando-o ao mesmo tempo. E muitas vezes chega ali sem preparo específico, fruto de circunstâncias eleitorais, alianças, carisma ou rejeição ao adversário. O cargo máximo da nação passa a depender mais da conjuntura do que de uma formação sólida. É como se o piloto e o comandante do navio fossem a mesma pessoa, escolhida no meio da tempestade.

História

Em pouco mais de um século de república, o Brasil atravessou uma sequência de instabilidades que impressiona. Mudanças de moeda, constituições reescritas, golpes, rupturas institucionais e crises recorrentes. Não se trata apenas de números, oito moedas, seis constituições, mas de um padrão de descontinuidade. A cada geração, o país parece recomeçar, como se não conseguisse consolidar um caminho institucional duradouro. A sensação é de um sistema que ainda busca equilíbrio.

Reflexão

Isso não significa idealizar o passado nem ignorar os problemas das monarquias, mas levanta uma pergunta legítima. Será que a estabilidade institucional depende mais da estrutura do sistema do que das pessoas que o ocupam? Talvez o maior desafio brasileiro não seja escolher entre monarquia ou república, mas entender por que ainda temos dificuldade de construir continuidade, responsabilidade e preparo no exercício do poder. Porque no fim das contas, mais importante do que o nome do regime é a capacidade de sustentar uma nação sem reinventá-la a cada crise.

Até a próxima!
Zé da Flauta é compositor e cronista



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Polêmica - Jarbas Beltrão* responde a Natanael Sarmento: Fui torturado pela ditadura mas abomino a ortodoxia marxista

01/04/2026

Com prazer e acolhimento leio as notas do Prof. Natanael Sarmento, a propósito de meu texto editado na última 2a. Feira ( 30/03/2026), no nosso O Poder (Natanael Sarmento contesta Jarbas Beltrão: 1964 foi golpe, retrocesso, repressão e terror, publicado ontem, 30/03).

Na verdade, 31 de março de 1964 é tema da nossa História Nacional que, tornou-se proibido tentar ser um ponto fora da curva ou fora da linha do "pensamento único", do universo de totalitarismo acadêmico esquerdista, inclusive linha de pensamento de diversas teses produzidas nas nossas Universidades.

Se não seguir aquela linha "oficial" tá com tese reprovada, como muito bem afirma o Prof. Dr. da UFF, Flávio Gordon no seu corajoso trabalho acadêmico, " A corrupção da Inteligência".

Militei em grupos de esquerda na minha juventude e parte da vida adulta, fiz fileiras na AP (Ação Popular - época católica, depois alguns meses no Partidão (PCB ) - santa ingenuidade. tremendo equ...

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Com prazer e acolhimento leio as notas do Prof. Natanael Sarmento, a propósito de meu texto editado na última 2a. Feira ( 30/03/2026), no nosso O Poder (Natanael Sarmento contesta Jarbas Beltrão: 1964 foi golpe, retrocesso, repressão e terror, publicado ontem, 30/03).

Na verdade, 31 de março de 1964 é tema da nossa História Nacional que, tornou-se proibido tentar ser um ponto fora da curva ou fora da linha do "pensamento único", do universo de totalitarismo acadêmico esquerdista, inclusive linha de pensamento de diversas teses produzidas nas nossas Universidades.

Se não seguir aquela linha "oficial" tá com tese reprovada, como muito bem afirma o Prof. Dr. da UFF, Flávio Gordon no seu corajoso trabalho acadêmico, " A corrupção da Inteligência".

Militei em grupos de esquerda na minha juventude e parte da vida adulta, fiz fileiras na AP (Ação Popular - época católica, depois alguns meses no Partidão (PCB ) - santa ingenuidade. tremendo equívoco, mas excelente experiência.

Minha militância me custou prisão no buque da SSP - PE, e processo em 1967, como estudante do Ginásio Pernambucano (ex- CEP).

Morando no Rio de Janeiro nos "anos de chumbo" ( 1971) fui sequestrado pelo Cenimar.

Estive desaparecido por quinze dias. Fui levado para a prisão do Arsenal da Marinha ( Ilha das Cobras ), depois Batalhão da Polícia do Exército ( Tijuca, Rua Barão de Mesquita, sede Doi-CODI), e por fim Ilha da Flores ( Base e prisão da Marinha ). Em todos esses cárceres sempre encapuzado e junto a outros amigos: José Eudes Freitas (ex-deputado constituinte), Carlos Cartaxo Machado Rios.

Liberado, passei um ano em condição de "Liberdade vigiada". Na Tijuca sofri torturas psicológicas e fisicas. Estas últimas em grau baixo.

Tinha tudo prá ser um seguidor do socialismo marxista - nunca fui.
Estudei, muito História e Economia Global e Nacional.

Os estudos me retiraram da postura de esquerda. Afinal, ensinei por 20 anos em escolas superiores particulares, nos cursos de economia/ administração ( Economia do Brasil, História do Pensamento Econômico, Formação Econômica do Brasil).

Hoje, sigo, Historiadores, escritores ex- esquerda, como Heitor de Paola, Rafael Fontana, Flávio Gordon, Olavo de Carvalho. Estrangeiros como: Dinesh d' Souza, David Herovitz, Mark Levin, Douglas Murray, A. Solzenitzen o grande George Orwell e outros mais, nacionais e estrangeiros, todos execrados pela ortodoxia esquerdista.

Não sei se havia necessidade de fazer essas revelações. Mas, me senti com obrigação de fazê-las. Essas considerações se devem em vista do texto , profundamente ideologizado do Prof. Natanael. É claro não poderia ser diferente, desde que saído de quem está vinculado a um grupo declaradamente marxista-lenista, que nenhuma convivência cultiva com idéias contrárias a sua "matrix ideológica", ideias contrárias sempre acusadas de burguesa, pequeno-burguesa, reacionária, fascista, nazista e por ai vai.

A linha de exposição de pensamento do professor lembra os debates da esquerda partidária, aquela que acredita na "missão histórica da vanguarda revolucionária Proletária" que ao estabelecer a "ditadura do proletariado", abrirá a portas para a construção da sociedade sem classes e onde dominará a " justiça social". Nesse dominio "intelectual" a nossa Academia tá ai repleta desses "pensadores".

Maioria desses cérebros defendem a História como ferramenta da Revolução Proletária.

Confirma-se o que Lenin afirmava: " prá que serve a História, se não usarmos a nosso favor ? - esqueçam a verdade ".

A afirmação de Lenin ocorreu quando um revolucionário, foi pedir clemência para um Historiador condenado à morte, por ser primo do Czar Nicolau Romanov (II). A resposta de Lenin, ao misericordioso foi "um belo fuzil, uma bela bala, uma bela cova".

O "comunista" norte americano, Saul Alinsky ( "Regras para radicais"), revolucionário, que foi orientador de Hilary Clinton e Barack Obana, defendia que a História deveria ser falseada, criada, não vivida. Segundo o mesmo: "A questão não é a questão, a questão é a Revolução"

George Orwel, intelectual inglês, na sua ficção genial, "1984", ele ex- militante do POUM (Partido Operário de Unificação Marxista ) partido espanhol, combatente armado na Guerra civil espanhola, contra as forças nacionalistas de Franco , constrói como seria um Estado Totalitário comandado pelo Partido Único.

O Estado Totalitário de Orwel controlaria as pessoas e nações, na sua estrutura teria um Ministério da Verdade.

O Ministério da Verdade teria a função de produzir a " verdade histórica" que depois deveria ser seguida pelas massas. Também a "verdade histórica" seria a régua de limites de como os pensadores orgânicos deveriam conduzir todos os aspectos de suas vidas sociais.

Orwell produziu sua ficção depois de tomar contato com o Estado Totalitário Soviético sob o comando da mais fiel das suas mentes doentias: Joseph Stalin, carinhosamente chamado de Gobi.

Como Ivan IV, o terrível, no século XVI, o monarca assassinou seu filho, desenvolveu um governo sanguinário e preparou o caminho para a chegada da mais longevidade das dinastias russas a Dinastia Romanov, que terminou com o "frouxo" Nicolau Romanov. Stalin seguiu a mesma trilha, assistiu seu filho ser morto pelos nazistas, nada fez para livra-lo da morte e confirmou sua crença: "comunista não deve ter família".

Aldo Rabelo, ex-PCdoB, o Partido stalinista-maoísta que tentou promover uma Guerra Popular nos moldes chineses no Brasil, pela chamada "Guerrilha do Araguaia" , afirmou: "A última vez que o Brasil teve Planos de Desenvolvimento foi com o Regime Militar".

Prossegue o politico, ex-ministro do Exército do primeiro mandato de Luiz Lula: "depois da Constituição de 1988, o Estado Brasileiro tornou-se uma agência de assistencialismo social, instrumentalizado por toda espécie de corrupto oportunista. Virou uma "casa de caridade", que sacrifica uma classe média com impostos cada vez mais extorsivos.

Pois é, fico por enquanto, fico por aqui, na próxima oportunidade, se houver, farei abordagem do texto do prof. Natanael. Mas me senti obrigado a fazer essa entrada. Não só pelo Prof. Natanael, mas por conta da predominância de um pensamento único sobre o tema 31 de março de 1964, verdadeiro Talismã da esquerda que não larga mão dessa arma de sua guerra cultural que considera contra o "Imperialismo", "burguesia" e pelo " socialismo/comunismo".

Vem mais.

*Jarbas Beltrão, Historiador Geopolítico e professor.

NR - Os artigos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o livre debate de idéias e acolhe pensamentos divergentes, inclusive em desacordo com sua linha editorial.




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Suspense - Ainda hoje os próximos passos de Flávio Bolsonaro e Anderson Ferreira - Confira o vídeo

01/04/2026

O ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes e ex-candidato a governador de Pernambuco, apoiando Jair Bolsonaro, em 2022, Anderson Ferreira, já disse que vai disputar uma vaga de senador. No PL, com Flávio Bolsonaro. Hoje, Anderson encontrou-se com Flávio em Brasília e anuncia que mais tarde teremos novidades.

Força

A família Ferreira tem inegável força eleitoral, com forte inserção no eleitorado evangélico. Conta com André, o deputado federal mais votado em 2022. Tem deputado estadual e vereador. E apoio em muitos municípios do Estado. Anderson carrega no currículo uma excelente administração na segunda prefeitura do Estado, Jaboatao dos Guararapes, município com cerca de 700 mil habitantes - uma metrópole. O PL em Pernambuco, a exemplo das demais forças bolsonaristas, representadas pelo ex-ministro Gilson Machado, está fechado até o momento com Raquel Teixeira Lyra.

E

Segundo a fala de Anderson ao lado de Flávio...

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O ex-prefeito de Jaboatão dos Guararapes e ex-candidato a governador de Pernambuco, apoiando Jair Bolsonaro, em 2022, Anderson Ferreira, já disse que vai disputar uma vaga de senador. No PL, com Flávio Bolsonaro. Hoje, Anderson encontrou-se com Flávio em Brasília e anuncia que mais tarde teremos novidades.

Força

A família Ferreira tem inegável força eleitoral, com forte inserção no eleitorado evangélico. Conta com André, o deputado federal mais votado em 2022. Tem deputado estadual e vereador. E apoio em muitos municípios do Estado. Anderson carrega no currículo uma excelente administração na segunda prefeitura do Estado, Jaboatao dos Guararapes, município com cerca de 700 mil habitantes - uma metrópole. O PL em Pernambuco, a exemplo das demais forças bolsonaristas, representadas pelo ex-ministro Gilson Machado, está fechado até o momento com Raquel Teixeira Lyra.

E

Segundo a fala de Anderson ao lado de Flávio, ao longo da tarde teremos novidades. Aguardar.








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Devido às chuvas, Museu do Estado de Pernambuco suspende evento sobre O Golpe de 1964 e prepara nova data

01/04/2026

Devido às fortes chuvas na Região Metropolitana do Recife, o evento “O Golpe de 1964: memória, autoritarismo e resistência democrática”, que seria realizado hoje, quarta-feira (01/04), no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), foi adiado.


Integra

A atividade integra a programação especial pelos 62 anos do Golpe de 1964, promovida pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência.


Em breve, os organizadores vão informar a nova data.

O Poder



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Devido às fortes chuvas na Região Metropolitana do Recife, o evento “O Golpe de 1964: memória, autoritarismo e resistência democrática”, que seria realizado hoje, quarta-feira (01/04), no Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), foi adiado.


Integra

A atividade integra a programação especial pelos 62 anos do Golpe de 1964, promovida pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Prevenção à Violência.


Em breve, os organizadores vão informar a nova data.

O Poder



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Petrobras eleva preço do querosene de aviação em 55%; pressão sobre aéreas aumenta

01/04/2026

A Petrobras elevou o preço médio de venda do querosene de aviação (QAV) em cerca de 55% para as distribuidoras em abril  segundo comunicado pela companhia.. Os ajustes do QAV da Petrobras ocorrem todo começo de mês, conforme previsto em contratos.

Em março, o reajuste havia sido de 9,4%, também em decorrência dos preços do barril do petróleo no mercado internacional neste ano.

O reajuste

O reajuste de preço do QAV pela Petrobras será para este mês de abril – visto que os ajustes no combustível em questão são periódicos e ocorrem todo início de mês, com base em fatores como os preços globais do petróleo e as taxas de câmbio, segundo a
 Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Escalada na cotação

A medida ocorre como resultado da escalada na cotação do petróleo, fruto do conflito dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. Com a decisão, o setor aéreo pode sofrer...

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A Petrobras elevou o preço médio de venda do querosene de aviação (QAV) em cerca de 55% para as distribuidoras em abril  segundo comunicado pela companhia.. Os ajustes do QAV da Petrobras ocorrem todo começo de mês, conforme previsto em contratos.

Em março, o reajuste havia sido de 9,4%, também em decorrência dos preços do barril do petróleo no mercado internacional neste ano.

O reajuste

O reajuste de preço do QAV pela Petrobras será para este mês de abril – visto que os ajustes no combustível em questão são periódicos e ocorrem todo início de mês, com base em fatores como os preços globais do petróleo e as taxas de câmbio, segundo a
 Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Escalada na cotação

A medida ocorre como resultado da escalada na cotação do petróleo, fruto do conflito dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. Com a decisão, o setor aéreo pode sofrer uma pressão ainda maior, dado que as duas maiores empresas – Gol e Azul – se recuperam de processos de reestruturações de dívidas.

O combustível

O combustível é responsável por mais de 30% dos custos operacionais das companhias aéreas no Brasil, onde a Petrobras é a maior produtora de petróleo e responsável pela maior parte da atividade de refino.

O Poder



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Ministério Público quer que prefeitura mude nomes de ruas e bairros ligados à ditadura em João Pessoa

01/04/2026

Resquícios da ditadura 62 anos depois. No 1º de abril de 1964 começou oficialmente a ditadura militar. Apoiado por setores conservadores, o movimento instituiu um regime autoritário de 21 anos, marcado por cassações, censura e supressão de direitos.

Entrou na Justiça

Passados 62 anos, Ministério Público da Paraíba (MPPB) entrou na Justiça estadual contra a Prefeitura e a Câmara Municipal de João Pessoa para mudar os nomes de bairros e ruas que fazem referência à ditadura militar no município. No processo, a prefeitura e a câmara argumentam que essas homenagens já integram a identidade histórica e cultural da cidade e, por esse motivo, não devem ser modificadas. O MPPB contesta o argumento.


O documento

De acordo com o documento do MP,, além da questão histórica, prefeitura e câmara afirmam que a questão da escolha dos nomes é uma prerrogativa do Poder Executivo e do Legislativo. Os argumentos foram apre...

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Resquícios da ditadura 62 anos depois. No 1º de abril de 1964 começou oficialmente a ditadura militar. Apoiado por setores conservadores, o movimento instituiu um regime autoritário de 21 anos, marcado por cassações, censura e supressão de direitos.

Entrou na Justiça

Passados 62 anos, Ministério Público da Paraíba (MPPB) entrou na Justiça estadual contra a Prefeitura e a Câmara Municipal de João Pessoa para mudar os nomes de bairros e ruas que fazem referência à ditadura militar no município. No processo, a prefeitura e a câmara argumentam que essas homenagens já integram a identidade histórica e cultural da cidade e, por esse motivo, não devem ser modificadas. O MPPB contesta o argumento.


O documento

De acordo com o documento do MP,, além da questão histórica, prefeitura e câmara afirmam que a questão da escolha dos nomes é uma prerrogativa do Poder Executivo e do Legislativo. Os argumentos foram apresentados separadamente, mas convergem nos seguintes pontos:


O golpe

Entre os dias 31 de março e 1º de abril, o golpe militar de 1964 completa 62 anos. No período, o Congresso Nacional chegou a ser fechado, mandatos políticos foram cassados e houve censura à imprensa. De acordo com a Comissão da Verdade, 434 pessoas foram mortas pelo regime ou desapareceram, somente 33 corpos foram localizados.

Resposta

Em resposta aos pontos elencados pelos órgãos municipais, o Ministério Público afirmou que, apesar da prerrogativa do Poder Executivo e Legislativo, é possível que o judiciário possa mediar essa situação, porque argumenta haver violação de direitos fundamentais, como: memória, verdade, justiça e dignidade humana.

Argumento

O argumento do MP é semelhante quanto ao questionamento sobre o tipo de ação escolhida para entrar na Justiça, justamente por alegar proteger direitos coletivos. Atualmente, o processo está na fase de contestação do Ministério Público após tanto a Prefeitura quanto a Câmara Municipal apresentarem a defesa.

A ditadura


A ditadura militar no Brasil durou 21 anos, iniciando-se com o golpe de 31 de março de 1964 e encerrando-se em 15 de março de 1985. O regime foi caracterizado pela supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política, tortura e fechamento do Congresso, alternando presidentes militares durante duas décadas.

O Poder




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Apac emite alerta laranja de chuvas intensas para todas as regiões de Pernambuco nesta quarta

01/04/2026

Chove forte em várias cidades de Pernambuco. E a tendência é de mais chuvas nas próximas horas. A Agência Pernambucana de Águas e Clima de Pernambuco (Apac) emitiu um alerta laranja de chuvas intensas para todas as regiões de Pernambuco. 


O aviso

O aviso é válido para toda esta quarta-feira (01/04) para a Região Metropolitana do Recife (RMR), Zona da Mata, Agreste e Sertão. As regiões estão em estado de atenção.


Maiores acumulados

Nas últimas 24 horas, os maiores acumulados de chuva foram no Cabo de Santo Agostinho (142,9 mm); Ipojuca (103,0 mm); Itapissuma (100,0 mm); Camaragibe (91,4 mm); e Igarassu (91,3 mm). No Recife, a Apac aponta um volume de 86,4 mm.

Previsão do Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também renovou os alertas que havia emitido na terça-feira. O novo aviso prevê chuvas intensas, na classificação laranja (perigo), para o Ser...

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Chove forte em várias cidades de Pernambuco. E a tendência é de mais chuvas nas próximas horas. A Agência Pernambucana de Águas e Clima de Pernambuco (Apac) emitiu um alerta laranja de chuvas intensas para todas as regiões de Pernambuco. 


O aviso

O aviso é válido para toda esta quarta-feira (01/04) para a Região Metropolitana do Recife (RMR), Zona da Mata, Agreste e Sertão. As regiões estão em estado de atenção.


Maiores acumulados

Nas últimas 24 horas, os maiores acumulados de chuva foram no Cabo de Santo Agostinho (142,9 mm); Ipojuca (103,0 mm); Itapissuma (100,0 mm); Camaragibe (91,4 mm); e Igarassu (91,3 mm). No Recife, a Apac aponta um volume de 86,4 mm.

Previsão do Inmet

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também renovou os alertas que havia emitido na terça-feira. O novo aviso prevê chuvas intensas, na classificação laranja (perigo), para o Sertão de Pernambuco e de São Francisco até às 23h59 de hoje, quarta-feira (01/04).

O Poder




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Chuva forte no Grande Recife causa alagamentos e cidades suspendem aulas

01/04/2026

Recife acordou debaixo d`água. As fortes chuvas que atingem o Grande Recife, desde a noite de ontem, terça-feira (31/03), causaram transtornos para a população nesta quarta-feira (1º), com ruas alagadas, engarrafamentos e aulas suspensas (veja vídeo acima). Também houve registros de relâmpagos e trovões. Segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), Cabo de Santo Agostinho foi a cidade onde mais choveu nas últimas 24 horas.


Acumulado

No Recife, o acumulado de chuvas foi de 86,4 milímetros nas últimas 24 horas, o que equivale a quase 40% da média histórica de todo o mês de abril. O aviso meteorológico da Apac é de estado de atenção (cor laranja), com previsão de chuva moderada a forte ao longo do dia e na manhã da quinta-feira (2), na Região Metropolitana, na Zona da Mata, no Agreste e no Sertão.


51 chamados

Em estado de alerta, nas últimas 24 horas, a Defesa Civil do Recife recebeu 51 c...

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Recife acordou debaixo d`água. As fortes chuvas que atingem o Grande Recife, desde a noite de ontem, terça-feira (31/03), causaram transtornos para a população nesta quarta-feira (1º), com ruas alagadas, engarrafamentos e aulas suspensas (veja vídeo acima). Também houve registros de relâmpagos e trovões. Segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), Cabo de Santo Agostinho foi a cidade onde mais choveu nas últimas 24 horas.


Acumulado

No Recife, o acumulado de chuvas foi de 86,4 milímetros nas últimas 24 horas, o que equivale a quase 40% da média histórica de todo o mês de abril. O aviso meteorológico da Apac é de estado de atenção (cor laranja), com previsão de chuva moderada a forte ao longo do dia e na manhã da quinta-feira (2), na Região Metropolitana, na Zona da Mata, no Agreste e no Sertão.


51 chamados

Em estado de alerta, nas últimas 24 horas, a Defesa Civil do Recife recebeu 51 chamados, entre pedidos de instalação de lona a realização de vistorias, mas todos sem gravidade


As aulas da rede municipal nesta quarta-feira (1º) foram suspensas nas seguintes cidades: Cabo de Santo Agostinho: o dia todo; Olinda: o dia todo; Jaboatão dos Guararapes: o dia todo; Ipojuca: o dia todo; Paulista: apenas pela manhã; Abreu e Lima: o dia todo; Igarassu: o dia todo.


URRPE

A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) também suspenderam as atividades acadêmicas e administrativas presenciais na manhã de hoje, quarta-feira (01/04).

Trovões

A chuva veio acompanhada de trovões e raios. De acordo com relatório meteorológico da Apac, até as 6h, os maiores acumulados de chuva nas últimas 24 horas foram registrados nas seguintes cidades: Cabo de Santo Agostinho: 159,22 mm; Ilha de Itamaracá: 158 mm; Paulista: 146,97 mm; Ipojuca: 135,25 mm; Olinda: 133,73 mm; Itapissuma: 130,20 mm e Igarassu: 127,88 mm.

O Poder



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Dez gestores estaduais renunciam até o próximo sábado, e ficam sem cargo até fim do mandato

01/04/2026

Dez gestores estaduais, incluindo o governador da Paraíba João Azevedo (PSB), renunciam Ao cargo até o próximo sábado (04/04), prazo limite para desincompatibilização segundo a legislação eleitoral. Destes, oito governadores vão concorrer ao Senado, seguindo o caminho mais comum para gestores estaduais em fim de mandato.


Disputam o Senado


Além de João Azevêdo (PSB-PB), aliados do presidente Lula, devem disputar o Senado, nomes como Helder Barbalho (MDB-PA), Mauro Mendes (União Brasil-MT) e Gladson Cameli (PP-AC), que devem reforçar o palanque de Flávio Bolsonaro (PL).


Devem permanecer


Ao menos oito governadores que estão no fim de segundo mandato decidiram permanecer no cargo para conduzir a própria sucessão e não vão disputar as eleições deste ano.O cenário inclui governadores que tiveram planos de candidatura à Presidência frustrados, que romperam com seus vices e que enfrentam c...

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Dez gestores estaduais, incluindo o governador da Paraíba João Azevedo (PSB), renunciam Ao cargo até o próximo sábado (04/04), prazo limite para desincompatibilização segundo a legislação eleitoral. Destes, oito governadores vão concorrer ao Senado, seguindo o caminho mais comum para gestores estaduais em fim de mandato.


Disputam o Senado


Além de João Azevêdo (PSB-PB), aliados do presidente Lula, devem disputar o Senado, nomes como Helder Barbalho (MDB-PA), Mauro Mendes (União Brasil-MT) e Gladson Cameli (PP-AC), que devem reforçar o palanque de Flávio Bolsonaro (PL).


Devem permanecer


Ao menos oito governadores que estão no fim de segundo mandato decidiram permanecer no cargo para conduzir a própria sucessão e não vão disputar as eleições deste ano.O cenário inclui governadores que tiveram planos de candidatura à Presidência frustrados, que romperam com seus vices e que enfrentam cenários políticos turbulentos em seus estados.

O número

O número de governadores que não participa do pleito é o maior das últimas eleições. Em 2022, apenas 5 dos 27 gestores estaduais ficaram fora das urnas, número que foi ainda menor em 2018, quando apenas quatro não foram candidatos.



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Os nomes

Entre os nomes que permanecem no cargo até o fim do mandato estão Ratinho Junior (PSD), governador do Paraná, e Eduardo Leite (PSD), do Rio Grande do Sul. Ambos se projetavam como candidatos ao Planalto, mas ficaram fora da disputa por razões distintas.

Ratinho desistiu por vontade própria. Eduardo Leite foi preterido pelo PSD. Fora da corrida presidencial, decidiu não ser candidato ao Senado e vai apoiar o vice, Gabriel Souza (MDB) como candidato ao governo.

Romperam

Em cinco estados, os governadores romperam com seus vices e decidiram não se candidatar para não entregar o cargo para um potencial adversário.

A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), optou por ficar no cargo após romper com o seu vice Walter Alves (MDB), que será candidato a deputado estadual. A dupla renúncia resultaria em uma eleição indireta para um mandato-tampão, com cenário incerto na Assembleia Legislativa.


Era aposta

Fátima era uma das principais apostas do PT para ampliar a bancada no Senado, mas adiou seus planos para garantir um palanque forte para Lula e tentar emplacar como sucessor o seu secretário da Fazenda, Cadu Xavier (PT).

No Maranhão

No Maranhão, o governador Carlos Brandão (sem partido) e o seu vice Felipe Camarão (PT) protagonizam uma disputa ferrenha no campo político e judicial. Ambos enfrentam pedidos de afastamento do cargo e se mantêm alertas até a data limite da desincompatibilização.

A tendência

A tendência é que os dois estejam em palanques opostos: o governador escolheu para a sucessão o sobrinho Orleans Brandão (MDB) enquanto Camarão pode ser candidato ao governo ou apoiar Eduardo Braide (PSD), prefeito de São Luís.

Renunciaram


Dentre os governadores que renunciaram, o mineiro Romeu Zema (Novo) abriu a fila e passou o bastão na última semana para o seu vice e pré-candidato à reeleição Mateus Simões (PSD). Zema tenta se viabilizar como candidato à Presidência, mas é cortejado para compor chapa como vice.
Um dos que buscam aliança com o mineiro é Ronaldo Caiado, governador de Goiás que foi confirmado na segunda-feira (30/03) como candidato à Presidência pelo PSD com um discurso alinhado à direita. Ele mira o eleitorado conservador, correndo na mesma raia que o senador Flávio Bolsonaro (PL).

Caiado formalizou a saída do governo de Goiás essa semana, passando a faixa para o seu vice e pré-candidato à sucessão Daniel Vilela (MDB).


No Rio

Cláudio Castro (PL) renunciou ao governo do Rio de Janeiro em 23 de março para concorrer ao Senado, mas enfrenta pendência judiciais. O ex-governador foi condenado pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) por abuso de poder econômico e político em decisão que o deixou inelegível.

Renovar

Oito governadores vão tentar renovar o mandato em outubro. Dentre eles está Tarcísio de Freitas (Republicanos) governador de São Paulo que chegou a ser cotado como presidenciável, mas vai apoiar Flávio Bolsonaro. Ele deve repetir a disputa de 2022 contra Fernando Haddad (PT).


Três petistas

Três governadores petistas vão concorrer a um novo mandato, mas apenas Rafael Fonteles (PT), do Piauí, tem um cenário mais confortável e caminha para uma reeleição tranquila.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), vai reeditar o embate contra o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil), em meio a turbulências dentro de sua base aliada.

No Ceará, o governador Elmano de Freitas (PT) contra o o ex-governador Ciro Gomes (PSDB) que lidera a disputa.

O voto

Entre renuncia do cargo, busca pela reeleição e disputa pelo Senado, os gestores terão os seus nomes testados mais uma vez nas urnas em outubro. Alguns deles, devem permanecer a frente do Executivo em seus estados. Outros seguirão para Brasília, e alguns correm o risco de ficarem sem mandato após a sentença dos eleitores nas urnas.

SL

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