Cibersegurança cresce e deve movimentar R$ 8,8 bi no Brasil neste ano. Saiba como.
02/04/2024 - Jornal o Poder
Trust
Acompanhando essa tendência, a Trust Control, empresa especializada em segurança cibernética corporativa com atuação no Nordeste, projeta um crescimento de 30% para 2024, na comparação com o ano anterior. O índice comprova a expansão dos negócios da empresa, que teve uma alta nos resultados financeiros em 20%, no ano passado, na comparação com 2022. Nessa tendência de crescimento, a direção da Trust Control programa eventos para 2024 e a ampli...

Trust
Acompanhando essa tendência, a Trust Control, empresa especializada em segurança cibernética corporativa com atuação no Nordeste, projeta um crescimento de 30% para 2024, na comparação com o ano anterior. O índice comprova a expansão dos negócios da empresa, que teve uma alta nos resultados financeiros em 20%, no ano passado, na comparação com 2022. Nessa tendência de crescimento, a direção da Trust Control programa eventos para 2024 e a ampliação de sua atuação em importantes mercados.
Presença nacional
“Estamos presentes em praticamente todos os estados do país, porque a nossa prestação de serviço é prioritariamente remota, mas a nossa base principal, onde temos colaboradores, com atuação mais forte, é no Ceará, em Pernambuco e Minas Gerais. Neste ano, queremos fortalecer nossa presença e abrir os mercados de Brasília e São Paulo”, antecipa Alberto Jorge, CEO da Trust Control.

Setor financeiro
A empresa possui em sua carteira clientes de todos os portes e dos mais diversos segmentos, desde indústrias a companhias do setor de serviços e varejo. Para este ano, um dos focos será fortalecer sua presença no segmento financeiro. “Esse setor normalmente puxa os investimentos de segurança cibernética no mercado como um todo. Por isso, temos a expectativa de realizar alguns projetos nesse segmento, ampliando os nossos resultados”, observa Alberto Jorge.

Leia outras informações
Nova Decisão Americana Eleva a Energia Nuclear como Tecnologia de Segurança Nacional, Soberania, Defesa e Estratégia - Por Amadeu Robalinho*
21/08/2026
A questão central não está apenas na produção de eletricidade por meio de reatores nucleares. O verdadeiro elemento estratégico está no domínio do conhecimento, dos materiais, dos processos industriais, do ciclo do combustível, da engenharia especializada, da capacidade de projetar e construir reatores, dos sistemas de controle, da propulsão nuclear e da infraestrutura necessária para sustentar, por décadas, uma cad...
A Decisão dos Estados Unidos de reposicionar a energia nuclear no âmbito das tecnologias de segurança nacional representa mais do que uma alteração de classificação administrativa ou terminológica. Trata-se de uma mudança de perspectiva estratégica, capaz de produzir efeitos sobre políticas de defesa, planejamento tecnológico, infraestrutura crítica, indústria, ciência, energia e, principalmente, sobre a capacidade de um Estado preservar sua autonomia diante de um sistema internacional cada vez mais marcado pela competição tecnológica entre grandes potências.
A questão central não está apenas na produção de eletricidade por meio de reatores nucleares. O verdadeiro elemento estratégico está no domínio do conhecimento, dos materiais, dos processos industriais, do ciclo do combustível, da engenharia especializada, da capacidade de projetar e construir reatores, dos sistemas de controle, da propulsão nuclear e da infraestrutura necessária para sustentar, por décadas, uma cadeia tecnológica de elevada complexidade.
Em outras palavras, quando uma potência passa a considerar a energia nuclear como tecnologia de segurança nacional, o átomo deixa de ser percebido exclusivamente como instrumento energético e passa a ser compreendido como componente de poder nacional.
Essa distinção é fundamental para compreender o atual ambiente estratégico.
A tecnologia como instrumento de poder nacional
Durante décadas, parte importante do debate internacional sobre energia nuclear esteve concentrada em questões ambientais, segurança operacional, geração de eletricidade e redução das emissões de carbono. Esses aspectos continuam relevantes, mas não esgotam o significado estratégico da tecnologia nuclear.
Para um Estado, dominar tecnologias críticas significa reduzir vulnerabilidades externas.
Essa lógica pode ser observada em diferentes setores. Um país que depende integralmente de semicondutores estrangeiros possui uma vulnerabilidade. Um país que depende de sistemas espaciais de terceiros possui outra. Uma nação que não controla sua infraestrutura energética estratégica também está sujeita a limitações. O mesmo raciocínio se aplica à tecnologia nuclear.
O domínio nuclear reúne ciência, engenharia, indústria, mineração, metalurgia, materiais especiais, eletrônica, automação, computação, segurança, logística e formação de recursos humanos altamente especializados. Portanto, sua importância ultrapassa a própria usina nuclear.
É justamente nesse ponto que energia e defesa começam a convergir.
Uma sociedade moderna depende de energia contínua para manter hospitais, sistemas de comunicação, centros de dados, instalações militares, sistemas de comando e controle, portos, ferrovias, indústria pesada, abastecimento de água e infraestrutura crítica. A interrupção prolongada desses sistemas pode produzir efeitos estratégicos comparáveis aos de outras formas de ataque contra a infraestrutura nacional.
Assim, segurança energética passa a integrar a própria arquitetura da segurança nacional.
A nova fronteira da competição tecnológica
A incorporação da energia nuclear ao conjunto de tecnologias consideradas estratégicas pelos Estados Unidos deve ser compreendida dentro de uma transformação mais ampla da ordem internacional.
A competição entre Estados deixou de ocorrer exclusivamente no campo militar convencional. Hoje, a superioridade estratégica também depende da capacidade de produzir semicondutores, dominar inteligência artificial, desenvolver sistemas autônomos, operar no espaço, controlar cadeias industriais críticas, desenvolver novos materiais e garantir fontes energéticas resilientes.
Nesse ambiente, a energia nuclear adquire uma característica singular.
Ela pode atuar simultaneamente como instrumento de desenvolvimento econômico, componente de segurança energética, vetor de inovação industrial e elemento de capacidade militar.
Essa multiplicidade explica por que a tecnologia nuclear permanece associada às grandes estratégias nacionais.
O desenvolvimento de reatores avançados, sistemas nucleares compactos, tecnologias de fusão, propulsão nuclear espacial e materiais capazes de suportar elevados níveis de temperatura e radiação não constitui apenas uma agenda científica. Trata-se de uma disputa pelo domínio de tecnologias que poderão determinar a liberdade de ação dos Estados nas próximas décadas.
Microrredes nucleares e a resiliência da infraestrutura crítica
Um dos aspectos mais relevantes dessa mudança de perspectiva está na possibilidade de utilização de reatores avançados em microrredes destinadas a instalações críticas.
A importância estratégica desse conceito é evidente.
Uma instalação militar, um centro de comando, uma unidade industrial estratégica ou uma infraestrutura de comunicações não pode depender exclusivamente de uma rede elétrica vulnerável a falhas sistêmicas, ataques cibernéticos, sabotagem, eventos climáticos extremos ou interrupções na cadeia de abastecimento de combustíveis.
A geração nuclear, especialmente quando associada a sistemas avançados e estruturas de microrrede, pode oferecer elevado grau de continuidade operacional.
Isso significa que o reator deixa de ser apenas uma máquina de geração de energia e passa a integrar a arquitetura de resiliência do Estado.
Em uma situação de crise, a capacidade de manter energia disponível para sistemas essenciais pode significar a diferença entre preservar e perder a capacidade de comando, produção e resposta.
Sob a ótica da Estratégia Marítima, essa questão ganha ainda maior relevância. Portos, arsenais, bases navais, estaleiros, sistemas de controle de tráfego marítimo, instalações de abastecimento e complexos industriais dependem de energia confiável. A vulnerabilidade energética de uma infraestrutura marítima pode comprometer toda uma cadeia logística e, consequentemente, reduzir a capacidade de emprego do Poder Naval.
Propulsão nuclear e liberdade de ação estratégica
No campo naval, a relação entre energia nuclear e poder estratégico é ainda mais evidente.
A propulsão nuclear não deve ser analisada apenas como uma alternativa tecnológica ao combustível convencional. Ela altera determinadas características operacionais dos meios navais, permitindo elevada autonomia energética e maior permanência no mar, características particularmente relevantes para submarinos de propulsão nuclear.
Por essa razão, o domínio da propulsão nuclear naval representa muito mais do que uma conquista de engenharia.
Representa domínio tecnológico aplicado diretamente à capacidade militar.
A experiência internacional demonstra que os países que dominam essa tecnologia possuem capacidades diferenciadas de operação submarina e projeção de poder. Entretanto, reproduzir esse resultado exige uma base industrial, científica e tecnológica muito ampla.
Não basta construir o submarino.
É necessário dominar o reator, o combustível, os materiais, os sistemas de controle, a segurança nuclear, a manutenção, a cadeia de fornecedores, a formação de pessoal e os processos industriais associados.
A verdadeira soberania tecnológica está no domínio do conjunto.
O caso brasileiro: soberania não se improvisa
É nesse ponto que a realidade brasileira merece atenção especial.
O Brasil possui características que conferem ao país uma posição singular no cenário nuclear internacional. Possui recursos minerais relevantes, experiência acumulada no ciclo do combustível nuclear, capacidade de enriquecimento de urânio e uma trajetória própria de desenvolvimento tecnológico.
Além disso, o país desenvolve o Programa Nuclear da Marinha e busca alcançar a capacidade de propulsão nuclear naval por meio do projeto do submarino de propulsão nuclear brasileiro.
Essa trajetória não deve ser observada exclusivamente sob a perspectiva militar.
Ela representa também uma política de desenvolvimento tecnológico de longo prazo.
O domínio de tecnologias nucleares exige continuidade institucional. Exige universidades, centros de pesquisa, indústria, profissionais qualificados, capacidade de fabricação, infraestrutura laboratorial, regulamentação eficiente e planejamento estatal.
Não existe soberania nuclear instantânea.
Existe soberania construída ao longo de décadas.
Nesse sentido, qualquer política brasileira voltada ao setor nuclear deveria ser analisada como política de Estado, e não como programa sujeito às oscilações conjunturais de governos.
O ciclo do combustível como elemento de soberania
Há ainda uma dimensão frequentemente esquecida no debate público: possuir urânio não significa necessariamente possuir autonomia nuclear.
A soberania está associada à capacidade de transformar o recurso mineral em capacidade tecnológica.
Mineração, conversão, enriquecimento, fabricação de combustível, utilização em reatores e gerenciamento do ciclo nuclear constituem etapas distintas.
O país que domina apenas uma parte dessa cadeia permanece vulnerável nas demais.
Por isso, o domínio do ciclo do combustível nuclear deve ser compreendido como patrimônio tecnológico estratégico.
A questão não é simplesmente possuir uma matéria-prima. É possuir conhecimento, instalações, equipamentos, profissionais e capacidade industrial suficientes para transformar esse recurso em energia, conhecimento científico e capacidade estratégica.
Essa distinção é essencial para uma política nacional de soberania tecnológica.
Energia, indústria e defesa formam um mesmo sistema
O setor nuclear também produz efeitos sobre a indústria nacional.
Projetos nucleares exigem engenharia de alta precisão, metalurgia avançada, materiais especiais, sistemas eletrônicos, automação, controle de qualidade, fabricação pesada e elevada capacidade de certificação.
Consequentemente, investimentos nucleares podem funcionar como indutores de desenvolvimento tecnológico em diversos setores.
A mesma indústria capaz de fabricar componentes para sistemas nucleares pode ampliar competências aplicáveis à indústria naval, aeroespacial, energética e de defesa.
Esse é um dos motivos pelos quais a política nuclear deve ser pensada de forma integrada.
Energia nuclear, indústria de defesa, engenharia naval, ciência de materiais, infraestrutura energética e soberania tecnológica não são compartimentos isolados.
Fazem parte de um mesmo sistema nacional de capacidades.
A dimensão marítima da soberania
Para um país com a dimensão territorial e marítima do Brasil, essa discussão possui importância ainda maior.
O Brasil possui uma extensa costa, grande área marítima sob jurisdição nacional e importantes estruturas portuárias, energéticas e industriais associadas ao mar.
A Amazônia Azul não é apenas uma expressão geopolítica. Ela representa um espaço estratégico que reúne recursos naturais, rotas comerciais, infraestrutura energética, biodiversidade, atividades econômicas e interesses de segurança nacional.
A proteção desse espaço depende de capacidade de vigilância, presença, mobilidade, inteligência e dissuasão.
Nesse contexto, a capacidade de operar submarinos de propulsão nuclear constitui um elemento de grande relevância para o Poder Naval brasileiro.
Mas existe uma dimensão ainda mais profunda.
O desenvolvimento do submarino nuclear pode funcionar como um grande projeto mobilizador da indústria nacional, estimulando competências que ultrapassam os limites da própria Marinha.
É nesse sentido que programas estratégicos devem ser avaliados.
Não apenas pelo equipamento que entregam, mas pelo conjunto de capacidades tecnológicas que deixam como legado para o país.
A lição estratégica da reclassificação americana
A principal mensagem da mudança americana talvez não esteja na classificação formal da energia nuclear, mas na compreensão de que determinadas tecnologias precisam ser tratadas como ativos estratégicos permanentes.
Quando uma tecnologia é considerada essencial à segurança nacional, sua proteção deixa de depender exclusivamente da lógica de mercado.
O Estado passa a observar sua cadeia produtiva, seus fornecedores, seus centros de pesquisa, sua propriedade intelectual, seus profissionais, seus materiais críticos e suas vulnerabilidades.
Essa é uma lição importante para o Brasil.
Uma política de soberania tecnológica não significa isolamento.
Significa capacidade de escolher.
Um país tecnologicamente soberano pode cooperar, importar, estabelecer acordos e participar de cadeias internacionais. A diferença é que não depende integralmente de terceiros para preservar suas capacidades essenciais.
Cooperação é instrumento de soberania quando fortalece capacidades próprias.
Dependência é vulnerabilidade quando elimina a capacidade nacional de escolha.
O retorno da lógica de missão
A história da tecnologia estratégica demonstra que grandes avanços frequentemente surgem quando o Estado estabelece objetivos nacionais claros e mobiliza recursos científicos, industriais e financeiros para alcançá-los.
Foi assim em diferentes momentos do desenvolvimento nuclear, espacial, aeronáutico e militar.
A chamada lógica de missão possui uma característica fundamental: transforma conhecimento científico em objetivo estratégico.
Não se trata apenas de pesquisar.
Trata-se de pesquisar para dominar uma capacidade.
Essa diferença é decisiva.
Para o Brasil, a construção de uma agenda nacional de tecnologias estratégicas deveria considerar projetos de longo prazo capazes de integrar universidades, Forças Armadas, empresas, centros de pesquisa e indústria.
O objetivo não deveria ser simplesmente adquirir equipamentos.
Deveria ser construir competências.
Soberania é capacidade de decidir
A grande questão colocada pela transformação da energia nuclear em tecnologia de segurança nacional é, portanto, mais ampla do que a própria energia.
Ela diz respeito à capacidade de uma nação controlar os instrumentos necessários para decidir seu próprio futuro.
Soberania não significa possuir tudo.
Significa não permitir que aquilo que é essencial à sobrevivência, à segurança e ao desenvolvimento nacional esteja inteiramente submetido à vontade de terceiros.
Nesse sentido, energia nuclear, inteligência artificial, semicondutores, espaço, materiais avançados, engenharia naval, defesa cibernética e sistemas autônomos fazem parte de uma mesma equação estratégica.
São tecnologias que determinam liberdade de ação.
O Brasil possui recursos naturais, território, população, universidades, indústria e uma base científica capaz de sustentar projetos ambiciosos. O desafio está em transformar essas vantagens em capacidades permanentes.
A mudança de orientação dos Estados Unidos deve servir, portanto, como sinal de alerta e oportunidade de reflexão.
As grandes potências estão reorganizando suas estratégias em torno do domínio tecnológico.
O século XXI será marcado não apenas pela posse de recursos, mas pela capacidade de transformar recursos em conhecimento, conhecimento em tecnologia, tecnologia em indústria e indústria em poder nacional.
No campo nuclear, essa equação é particularmente evidente.
Quem domina o átomo domina uma parcela significativa de sua própria autonomia energética e tecnológica. Quem domina também sua aplicação naval, espacial e industrial amplia sua liberdade de ação estratégica.
Por isso, a questão nuclear brasileira não deve ser reduzida a uma discussão sobre eletricidade, custos ou meio ambiente.
Ela deve ser compreendida dentro de uma agenda maior de Defesa Nacional, Estratégia Marítima, soberania tecnológica e desenvolvimento industrial.
A soberania de uma nação não é declarada.
É construída.
E, no século XXI, será construída também nos laboratórios, nos centros de pesquisa, nos estaleiros, nas instalações industriais, nas universidades e nos reatores onde se encontram algumas das tecnologias que definirão a distribuição de poder das próximas décadas.
O átomo, portanto, volta a ocupar o lugar que historicamente sempre teve na geopolítica: não apenas como fonte de energia, mas como expressão concentrada de ciência, indústria, capacidade militar e soberania nacional.
*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
A Democracia e o Mundo Figital, na visão de Silvio Meira e Rosário Pompéia - Por Antônio Campos*
21/08/2026
É nesse contexto que se insere a reflexão de Silvio Meira e Rosário Pompéia sobre aquilo que denominam a próxima democracia, no seu novo livro ”A Próxima Democracia.”
Visão dos autores
Os autores procuram compreender como a política deve se reorganizar diante de uma sociedade marcada por redes, plataformas, dados, algoritmos e inteligência artificial.
Para eles, já não é possível separar completamente o mundo físico do digital.
Surge, assim, o conceito de mundo figital, no qual as dimensões física, digital e social se encontram permanentemente integradas.
Silvio Meira
Silvio Meira é engenheiro eletrônico formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica — ITA.
É mestre em Ciência da Computação pela Universidade Feder...
A transformação digital vem alterando profundamente a economia, a comunicação, as relações sociais e, de maneira inevitável, o próprio funcionamento da democracia.
É nesse contexto que se insere a reflexão de Silvio Meira e Rosário Pompéia sobre aquilo que denominam a próxima democracia, no seu novo livro ”A Próxima Democracia.”
Visão dos autores
Os autores procuram compreender como a política deve se reorganizar diante de uma sociedade marcada por redes, plataformas, dados, algoritmos e inteligência artificial.
Para eles, já não é possível separar completamente o mundo físico do digital.
Surge, assim, o conceito de mundo figital, no qual as dimensões física, digital e social se encontram permanentemente integradas.
Silvio Meira
Silvio Meira é engenheiro eletrônico formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica — ITA.
É mestre em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco e doutor em Computação pela University of Kent, no Reino Unido.
Professor emérito da UFPE, tornou-se uma das principais referências brasileiras em inovação, empreendedorismo, tecnologia e transformação digital.
Foi um dos idealizadores e fundadores do Porto Digital, importante ecossistema de inovação instalado no Recife.
Sua trajetória reúne atuação acadêmica, empresarial e institucional, sempre ligada à compreensão das mudanças provocadas pelas tecnologias digitais.
Rosário Pompéia
Rosário Pompéia é jornalista, pesquisadora e estrategista de comunicação, com formação voltada também para ciência política, tecnologia e sociedade.
Sua experiência profissional está ligada à comunicação digital, à análise política, às redes sociais e aos impactos das novas tecnologias sobre o comportamento coletivo.
A aproximação entre as trajetórias de Meira e Pompéia permite uma leitura multidisciplinar dos desafios contemporâneos da democracia.
32 teses
As 32 teses sobre a próxima democracia
As 32 teses apresentadas pelos autores constituem menos uma fórmula pronta e mais uma provocação para a reinvenção das instituições democráticas.
A primeira grande ideia é a necessidade de substituir estruturas excessivamente centralizadas por formas mais distribuídas de poder.
A democracia do futuro deverá funcionar cada vez mais em redes, permitindo maior participação da sociedade.
Os autores defendem também uma governança mais flexível, capaz de se adaptar rapidamente às mudanças econômicas, sociais e tecnológicas.
Instituições rígidas e burocráticas precisam dar lugar a estruturas mais abertas à inovação, à experimentação e ao aprendizado.
A autoridade política, nesse modelo, não deve depender exclusivamente de líderes ou gestores considerados salvadores.
É necessário fortalecer instituições, comunidades e mecanismos permanentes de participação.
A política não pode limitar-se ao momento das eleições.
Ela deve constituir um processo contínuo de participação, fiscalização, diálogo e construção coletiva.
Outro ponto fundamental é a necessidade de transformar a hiperconectividade em verdadeiro espaço de deliberação democrática.
Estar conectado não significa, necessariamente, participar de maneira consciente da vida pública.
Por isso, as redes precisam produzir diálogo, conhecimento e capacidade de decisão.
Os autores também valorizam o poder das comunidades e das experiências locais.
A política deve aproximar os grandes debates nacionais e globais das necessidades concretas das pessoas.
Nesse sentido, ganha importância a ideia de uma política simultaneamente local e global.
As instituições públicas também precisam superar estruturas isoladas e funcionar como verdadeiros ecossistemas de colaboração.
Entre os maiores desafios da democracia contemporânea está a crise da informação.
Desinformação, manipulação, pós-verdade e conteúdos produzidos artificialmente ameaçam a formação livre da opinião pública.
A resposta deve envolver transparência, responsabilidade e fortalecimento da integridade informacional.
Os autores defendem uma comunicação política menos baseada em propaganda e mais comprometida com confiança e autenticidade.
Também propõem superar a ideia de uma única narrativa política dominante.
A democracia deve reconhecer a pluralidade de opiniões, identidades, experiências e perspectivas existentes na sociedade.
Afeto, empatia e solidariedade também passam a ser considerados componentes relevantes da vida política.
A cidadania democrática precisa ser inclusiva não apenas formalmente, mas em suas próprias estruturas de participação e decisão.
As 32 teses também ampliam o conceito tradicional de cidadania.
A responsabilidade democrática deve incorporar preocupações ambientais, sociais e intergeracionais.
A política deixa, portanto, de se concentrar exclusivamente nos interesses imediatos e passa a considerar também as futuras gerações.
Outra preocupação central está relacionada aos direitos dos cidadãos no ambiente digital.
Privacidade, proteção de dados e segurança digital passam a ter importância semelhante à de outros direitos fundamentais.
A democracia contemporânea precisa igualmente compreender os efeitos dos algoritmos e da inteligência artificial sobre as escolhas humanas.
Quem controla dados e plataformas digitais exerce hoje uma parcela significativa de poder econômico, cultural e político.
Por isso, a discussão democrática precisa alcançar também as grandes infraestruturas tecnológicas.
Meira e Pompéia defendem ainda uma política capaz de conviver com a incerteza.
Em vez de imaginar soluções definitivas, governos e sociedades devem desenvolver mecanismos de experimentação, avaliação e correção permanente.
A imaginação política torna-se, nesse contexto, uma força essencial para a transformação democrática.
Não basta administrar as instituições existentes; é necessário imaginar novas possibilidades de participação e organização social.
A visão de Joaquim Falcão
Joaquim Falcão identifica exatamente essa dimensão transformadora ao afirmar que o livro é ousado porque analisa criticamente a democracia existente e, ao mesmo tempo, procura indicar caminhos para sua refundação.
Para ele, a obra ultrapassa os limites de um exercício estritamente acadêmico e assume a dimensão de verdadeira intervenção pública.
Seu mérito está em reunir teoria, história, diagnóstico do presente e propostas concretas para os novos desafios da sociedade digital.
Falcão destaca ainda que as teses constituem uma construção coletiva e um convite à reflexão sobre nossas instituições e nossa vida política.
A democracia aparece, portanto, não como modelo pronto ou realidade definitivamente conquistada, mas como processo vivo e permanentemente inacabado.
Esse talvez seja o ponto mais importante da reflexão de Silvio Meira e Rosário Pompéia: a tecnologia deve servir à ampliação da cidadania, e não à concentração do poder.
No mundo figital, preservar a democracia exigirá combinar inovação tecnológica, instituições fortes, transparência, proteção de direitos, participação cidadã e, sobretudo, a capacidade permanente de imaginar e construir novas formas de convivência democrática.
Recife/Olinda, agosto de 2026
Antônio Campos
Advogado e escritor
*Antônio Campos, Curador Geral da Fliporto, advogado, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras e da ABI - Associação Brasileira de Imprensa. @antoniocampos.adv

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
Entre relógios, moedas e o delírio cotidiano - O tratado sonoro do Pink Floyd, por Zé da Flauta*
21/08/2026
Roger Waters, David Gilmour, Richard Wright e Nick Mason não gravaram apenas um álbum de rock progressivo; eles colocaram um estetoscópio no peito da humanidade e registraram, em frequências analógicas, o som do nosso delírio cotidiano, a angústia da finitude, a ganância pelo dinheiro, a loucura e a passagem implacável do tempo.
Conceito
No entanto, por trás daquela viagem cósmica perfeitamente lapidada no lendário estúdio Abbey Road, a harmonia era puramente musical, pois os bastidores pareciam um barril de...
Existem discos que envelhecem com o tempo e existem aqueles que simplesmente transformam o próprio tempo em poeira. The Dark Side of the Moon, lançado em 1973, pertence a essa segunda e raríssima estirpe. Para quem passa a vida respirando acordes, timbres e frequências, a audição dessa obra-prima é quase um rito religioso: um tratado sonoro onde a técnica impecável e o conceito existencial se fundem sem deixar costuras aparentes.
Roger Waters, David Gilmour, Richard Wright e Nick Mason não gravaram apenas um álbum de rock progressivo; eles colocaram um estetoscópio no peito da humanidade e registraram, em frequências analógicas, o som do nosso delírio cotidiano, a angústia da finitude, a ganância pelo dinheiro, a loucura e a passagem implacável do tempo.
Conceito
No entanto, por trás daquela viagem cósmica perfeitamente lapidada no lendário estúdio Abbey Road, a harmonia era puramente musical, pois os bastidores pareciam um barril de pólvora de egos e visões antagônicas. A construção do conceito exigiu um trabalho braçal e obsessivo: enquanto Waters empurrava a banda para uma poesia dura, filosófica e conceitual sobre o colapso mental, Gilmour e Wright buscavam o apogeu da sofisticação melódica, criando solos e texturas que pareciam flutuar.
As brigas na mesa de som eram ferozes, disputas infinitas sobre o volume de uma guitarra, o timbre de um sintetizador VCS3 ou o uso de efeitos de fita colados à mão no chão do estúdio. Foi preciso até chamar o produtor Chris Thomas como uma espécie de "árbitro diplomático" para conseguir fechar a mixagem final sem que a banda se destruísse antes do lançamento.
Engenharia de som
Construir essa obra foi um exercício de arquitetura artesanal em uma época sem os facilitadores digitais de hoje. Os batimentos cardíacos que abrem e fecham o disco foram feitos com um bumbo abafado; os relógios ensurdecedores de Time foram gravados um a um por Alan Parsons em uma loja de antiguidades; e as moedas e caixas registradoras de Money foram cortadas e coladas manualmente em um loop de fita magnética que girava pelo estúdio.
Para coroar o caos genial, Waters saiu pelos corredores perguntando a funcionários do estúdio, do faxineiro aos roadies, sobre a vida, a morte e a loucura, jogando essas vozes espontâneas no meio da música. O resultado dessa obsessão foi uma obra tão perfeita que ultrapassou a própria banda, virando um monumento da engenharia de som.
Mergulho na existência
O grande mistério do disco não é o prisma na capa, mas o fato de que ele continua dolorosamente atual. Os relógios de Time continuam nos lembrando que "ninguém te diz quando correr, você perdeu o sinal de partida", enquanto Money ironiza o capital com o mesmo cinismo do século XXI.
O Pink Floyd olhou para a cara sombria da lua e descobriu que o verdadeiro lado escuro não está no espaço, mas dentro de nós mesmos, na nossa incapacidade de lidar com as pressões do mundo moderno. The Dark Side of the Moon não envelhece porque, enquanto houver um ser humano tentando equilibrar a sanidade entre um tique-taque e o som de uma moeda caindo, esse álbum continuará sendo a trilha sonora perfeita para a nossa bonita e trágica existência.
Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista

Silvio Costa Filho é homenageado pelo Lide-PE pela atração de obras e investimentos para o estado
21/08/2026
Serviços prestados
A homenagem se deu pelos serviços prestados por Silvio Costa Filho enquanto ministro na atração de obras e investimentos logísticos para o Estado, o que ajudou na chegada de novas empresas, gerando emprego e renda para os pernambucanos.
Atuou
Durante sua passagem pelo Ministério de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho atuou na articulação de investimentos estratégicos para Pernambuco, com destaque para os setores portuário e aeroportuário. No Recife, a expansão dos investimentos da Aena no aeroporto fortaleceu a perspectiva de Pernambuco ampliar sua conexão com outros mercados nacionais e internacionais.
Os investimentos
Em Suape, os investimentos também avançaram, com de...
O ex-ministro de Lula e candidato à reeleição como deputado federal, Silvio Costa Filho, foi homenageado, hoje, sexta-feira (21/08), pelos empresários pernambucanos ligados ao Lide-PE.
Serviços prestados
A homenagem se deu pelos serviços prestados por Silvio Costa Filho enquanto ministro na atração de obras e investimentos logísticos para o Estado, o que ajudou na chegada de novas empresas, gerando emprego e renda para os pernambucanos.
Atuou
Durante sua passagem pelo Ministério de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho atuou na articulação de investimentos estratégicos para Pernambuco, com destaque para os setores portuário e aeroportuário. No Recife, a expansão dos investimentos da Aena no aeroporto fortaleceu a perspectiva de Pernambuco ampliar sua conexão com outros mercados nacionais e internacionais.
Os investimentos
Em Suape, os investimentos também avançaram, com destaque para a implantação do novo terminal de contêineres da APM Terminals, considerado um empreendimento estratégico para ampliar a movimentação de cargas e fortalecer a posição do complexo portuário pernambucano como um dos principais polos logísticos do Nordeste.
Tem condições
Para Silvio, Pernambuco tem condições de atrair novos investimentos privados a partir da infraestrutura que vem sendo construída pelo Governo Federal e ampliada no estado.
"Em Pernambuco, pudemos fazer grandes investimentos, a exemplo da Aena, que tem investido no Aeroporto do Recife. No terminal viário, vamos ter um grande hub logístico no aeroporto".
Destacou
O ex-ministro também destacou os avanços realizados no Porto de Suape e o potencial do complexo para recuperar ainda mais sua importância estratégica para a economia regional.
"Fizemos grandes investimentos em Suape, como o novo terminal da APM Terminals, que será fundamental para dobrar a capacidade operacional do terminal. Suape pode retomar o seu protagonismo no Nordeste do Brasil.”
Afirmou
Silvio Costa Filho afirmou ainda que, caso seja reeleito para a Câmara dos Deputados, pretende continuar trabalhando pela ampliação da infraestrutura logística de Pernambuco. Entre as prioridades está a continuidade das articulações para que a Ferrovia Transnordestina e o Arco Metropolitano avancem dentro do território pernambucano.
Avanço da Transnordestina
Segundo ele, a conclusão e o avanço da Transnordestina, por exemplo, é fundamental para integrar a produção de Pernambuco a outros mercados, reduzir custos logísticos e ampliar a capacidade de atração de empresas para o estado.
Reconhece
A homenagem do Lide-PE reconhece, assim, a atuação de Silvio Costa Filho na construção de uma agenda de investimentos voltada à infraestrutura, à logística e à geração de oportunidades para Pernambuco.
Foto: Wesley D'Almeida
Arapongagem eleitoral - Raquel insiste em espionar adversários usando a polícia?
21/08/2026
O que foi tratado
A determinação para que a Casa Militar de Raquel Lyra designe policiais a paisana, a princípio seriam três, para acompanhar, filmar e registrar tudo dos atos da campanha de João Campos que tenha a participação do candidato. Isto aconteceu. Mas, como em outros casos noticiados por O Poder, a operação pode ser suspensa. Até porque, depois dessa denúncia, que revela a fixação de Raquel em usar o aparelho policial do Estado para fins políticos, fica difícil para os militares executarem tal ordem. Se vier a acontecer, será mais um escândalo de arapongagem contra adversários políticos.
Ilegal e imoral
A decisão ocorreu depois da d...
Bom, se vai acontecer, não podemos garantir. Mas que foi cogitado e discutido, foi. As paredes do Palácio do Campo das Princesas, com ouvidos sempre afiados, ouviram e informaram a O Poder o que pode virar mais um escândalo de arapongagem do Governo Raquel Teixeira Lyra.
O que foi tratado
A determinação para que a Casa Militar de Raquel Lyra designe policiais a paisana, a princípio seriam três, para acompanhar, filmar e registrar tudo dos atos da campanha de João Campos que tenha a participação do candidato. Isto aconteceu. Mas, como em outros casos noticiados por O Poder, a operação pode ser suspensa. Até porque, depois dessa denúncia, que revela a fixação de Raquel em usar o aparelho policial do Estado para fins políticos, fica difícil para os militares executarem tal ordem. Se vier a acontecer, será mais um escândalo de arapongagem contra adversários políticos.
Ilegal e imoral
A decisão ocorreu depois da desistência de arapongas civis contratados que ficaram com medo de serem identificados em ação e provocarem a ira da multidão.
Usar a estrutura policial do Governo, que deveria ser utilizada em segurança, para espionar ilegalmente adversários políticos é juridicamente um crime e moralmente inaceitável.
A verificar
Além disso, todo policial sabe, comando errado não se executa. Tudo isso será confirmado nos próximos dias. Mas que as conversas aconteceram, O Poder crava. As paredes têm sido nossas fontes fiéis, jamais sequer desmentidas.
País terá Dia D de Multivacinação neste sábado
21/08/2026
20 tipos de vacinas
Estão sendo ofertados 20 tipos de imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação que protegem contra doenças como meningite, tuberculose e cânceres associados à infecção pelo HPV.
Primeira vez
Pela primeira vez, a campanha conta com a vacina pneumocócica 20-valente (pneumo 20), incorporada em junho ao calendário. A dose amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites, e é indicado para crianças menores de 5 anos.
Havia distribuído
Até a última quarta-feira (18/08), o Ministério da Saúde havia distribuído mais de 180 milhões de dose...
Unidades básicas de Saúde e postos de vacinação ficarão abertos amanhã, sábado (22/08) em todo o país para que crianças e adolescentes menores de 15 anos atualizem a caderneta vacinal. É o Dia D da Campanha de Multivacinação, que começou no início do mês e segue até 1º de setembro.
20 tipos de vacinas
Estão sendo ofertados 20 tipos de imunizantes do Calendário Nacional de Vacinação que protegem contra doenças como meningite, tuberculose e cânceres associados à infecção pelo HPV.
Primeira vez
Pela primeira vez, a campanha conta com a vacina pneumocócica 20-valente (pneumo 20), incorporada em junho ao calendário. A dose amplia a proteção contra doenças causadas pelo pneumococo, incluindo pneumonias e meningites, e é indicado para crianças menores de 5 anos.
Havia distribuído
Até a última quarta-feira (18/08), o Ministério da Saúde havia distribuído mais de 180 milhões de doses para garantir a vacinação em todo o país ao longo do ano. Vacinas contra a influenza, o sarampo (tríplice viral) e a poliomielite foram as mais aplicadas.
Show de Almério e Mariane de Castro, peças teatrais e exposições, movimentam agenda cultural no Grande Recife; confira
21/08/2026
Comédia
Também chegam aos palcos a comédia "Duetos", com Patricya Travassos e Eduardo Moscovis, e a peça "O começo do fim", com a atriz Isabel Fillardis. Como opção para a criançada, tem o espetáculo "Patrulha Canina – Superpoderes em Ação". Além disso, há diversas exposições em cartaz e 15ª Mostra de Circo do Recife, que termina na terça-feira (25/08).
Confira:
Exposição "Vladimir Jazbec – Sem Fronteiras. Sem Reservas."
A Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco recebe a primeira exposição póstuma dedicada ao pintor eslov...
Música, tetro e dança. Todas expressões culturais, no palco, nas telas e em exposições. Na última semana de agosto, a programação cultural do Grande Recife tem eventos para todos os públicos. Entre as atrações musicais, estão um show de Almério e Mariane de Castro, no Teatro do Parque, no Centro do Recife, e a festa "Agosto pra Forró", com Josildo Sá, Juba Valença e convidados.
Comédia
Também chegam aos palcos a comédia "Duetos", com Patricya Travassos e Eduardo Moscovis, e a peça "O começo do fim", com a atriz Isabel Fillardis. Como opção para a criançada, tem o espetáculo "Patrulha Canina – Superpoderes em Ação". Além disso, há diversas exposições em cartaz e 15ª Mostra de Circo do Recife, que termina na terça-feira (25/08).
Confira:
Exposição "Vladimir Jazbec – Sem Fronteiras. Sem Reservas."
A Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco recebe a primeira exposição póstuma dedicada ao pintor esloveno Vladimir Jazbec. A mostra apresenta um conjunto de obras do artista e propõe uma reflexão sobre fronteiras físicas, culturais e existenciais. A iniciativa é organizada pela Associação dos Eslovenos no Nordeste (Adene), com apoio do Consulado da Eslovênia no Recife.
Exposição "Vladimir Jazbec – Sem Fronteiras. Sem Reservas."
Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco: R. João Lira, s/n, Santo Amaro – Recife

Exposição “Mestre Zezinho – Casa Amarela Tem”
A exposição homenageia a vida e a obra de Mestre Zezinho de Casa Amarela, referência da cultura do coco em Pernambuco. A mostra, que também inclui produção audiovisual, apresenta a trajetória do artista a partir de três eixos: artista, sagrado e brincante.
Exposição “Mestre Zezinho – Casa Amarela Tem”
Abertura na sexta-feira (21), às 19h. Visitação até outubro, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h
Sesc Casa Amarela: Av. Norte, 4490, Mangabeira - Recife
Espetáculo "A Receita"
O espetáculo teatral “A Receita” tem atuação solo de Naná Sodré. Com texto e direção de Samuel Santos, a montagem aborda temas como violência doméstica, gênero, identidade racial e classe social por meio de uma tragicomédia centrada em uma mulher anônima e invisibilizada.
Espetáculo “A Receita”
Sexta (21), sábado (22) e dias 28 e 29 de agosto, sempre às 19h
Espaço O Poste: Rua do Riachuelo, 641, Boa Vista - Recife
Peça "Duetos", com Eduardo Moscovis e Patricya Travassos
A peça é uma comédia do dramaturgo britânico Peter Quilter, que traz no elenco Patricya Travassos e Eduardo Moscovis, sob direção de Ernesto Piccolo. O espetáculo apresenta quatro histórias que tratam, em tom cômico, de relacionamentos, desejos, traumas e solidão. A montagem já foi vista por mais de 200 mil pessoas e foi encenada em mais de 20 países.
Peça "Duetos"
Sexta-feira (21) e sábado (22) às 20h, e domingo (23) às 18h
Teatro Luiz Mendonça: Parque Dona Lindu, na Avenida Boa Viagem, S/N, Boa Viagem, Recife - PE
25 anos da Cia. Etc.
A Cia. Etc. celebra 25 anos de trajetória com uma ocupação cultural entre julho e agosto, reunindo espetáculos, intervenções urbanas e mostra de videodança. As atividades acontecem em diferentes espaços pelo Grande Recife com uma programação que revisita obras centrais do repertório da companhia pernambucana, marcada pela pesquisa entre dança, audiovisual e arte sonora.
25 anos da Cia. Etc. Programação:
"Involuntário"
Sábado (22), às 9h
Praça da Várzea
Dia 28, às 12h
Centro de Artes e Comunicação (CAC) da Universidade Federal de Pernambuco: Avenida da Arquitetura, s/n, Cidade Universitária - Recife
Dia 29, às 10h
Mercado São José: Praça Dom Vital, s/n, São José - Recife
Gratuito
Espetáculo "Patrulha Canina – Superpoderes em Ação"
O espetáculo infantil tem apresentação inédita e ao vivo, em uma história voltada para toda a família. A trama destaca elementos como coragem, amizade e trabalho em equipe, com interação com o público ao longo da sessão, que conta ainda com efeitos especiais.
Espetáculo "Patrulha Canina – Superpoderes em Ação"
Sábado (22), às 16h
Teatro do Imip: Rua dos Coelhos, nº 300, Recife

Bloquinho da Feijoada do Bem
Em sua 6ª edição em formato de bloquinho de carnaval, o evento traz shows de Cintia Barros e do grupo As Mari’s do Samba. A festa beneficente reúne música e gastronomia para arrecadar recursos destinados à ampliação do tratamento odontológico de jovens em situação de vulnerabilidade social e mulheres vítimas de violência doméstica. O repertório inclui axé, frevo e samba de roda, e toda a renda será revertida para a ONG Turma do Bem.
Bloquinho da Feijoada do Bem
Sábado (22), a partir das 12h
The Garden Open Mall: Av. Bernardo Vieira de Melo, 209, Piedade - Jaboatão dos Guararapes
Aniversário do Afoxé Ylê de Egbá
O Afoxé Ylê de Egbá celebra 40 anos com uma programação gratuita de música, cortejos, dança e cultura popular. A comemoração marca a retomada do "Kizomba – A Festa do Povo Negro na Rua" e reúne grupos ligados às tradições negra, indígena e popular. Primeiro grupo do gênero no Recife e o mais antigo em atividade na cidade, o Ylê de Egbá também destaca, na celebração, sua trajetória de afirmação cultural e atuação comunitária.
Aniversário do Afoxé Ylê de Egbá
Sábado (22), das 13h às 23h20
Ponto de Cultura Afoxé Ylê de Egbá: R. Severino Bernardino Pereira, 216, Alto José do Pinho - Recife
Show de Almério e Mariene de Castro
Almério e Mariene de Castro apresentam o show “Acaso Casa”, baseado no álbum ao vivo indicado ao Grammy Latino 2020. A apresentações reúne solos e duetos em um formato intimista, com repertório que revisita clássicos da música brasileira e canções ligadas às identidades artísticas dos dois intérpretes.
Show de Almério e Mariene de Castro
Sábado (22), às 20h, e domingo (23) às 18h
Teatro do Parque: Rua do Hospício, 81, Boa Vista - Recife
Projeto “Na Pisada do Cavalo Marinho Boi Estrela: Intercâmbio de Tradições”
O projeto “Na Pisada do Cavalo-Marinho Boi Estrela: Intercâmbio de Tradições” realiza uma programação gratuita de oficinas e apresentações voltada ao diálogo entre diferentes manifestações culturais pernambucanas. A iniciativa reúne cavalo-marinho, caboclinho, maracatu e dança afro em encontros entre grupos, mestres, comunidades e público.
Na pisada do cavalo-marinho boi estrela: intercâmbio de tradições
Programação:
Aulas de cavalo marinho: nos sábados 22 e 29 de agosto; e 5 de setembro, das 14h às 17h
Apresentação Boi estrela: 12 de setembro, das 16h às 17h
Na sede do Centro de Educação e Cultura Daruê Malungo: Rua Passarela, 18A, Chão de Estrelas - Recife
Exposição “Forquilha”
A exposição “Forquilha” reúne mais de 100 obras recentes dos artistas Fernando Duarte e Fernando Augusto. Com curadoria de Guilherme Moraes, a mostra parte do encontro entre as pesquisas dos dois artistas e propõe um diálogo entre diferentes leituras da realidade, com trabalhos ligados à figura humana, paisagem, memória, território e imaginação.
Exposição “Forquilha”
Visitação até domingo (23); na sexta-feira, das 9h às 17h, e no fim de semana, das 14h às 17h
Museu do Estado de Pernambuco (Mepe): Avenida Rui Barbosa, 960, Graças - Recife
Exposição “Cozinha Sertaneja – Comer para resistir”
A exposição “Cozinha Sertaneja – Comer para resistir” propõe um olhar sobre a culinária sertaneja como patrimônio cultural, reunindo objetos, utensílios, instalações, fotografias e textos com curadoria de Bruno Albertim e Lúcio Omena. O percurso, que faz parte do projeto Fenearte – Cozinha de Território, aborda temas como mandioca, criação de animais, conservação dos alimentos, convivência familiar e religiosidade popular no semiárido.
Exposição “Cozinha Sertaneja – Comer para resistir”
Visitação até domingo (23), das 9h às 17h
Centro Cultural Mercado Eufrásio Barbosa: Largo do Varadouro, s/n, Varadouro - Olinda
Espetáculo de Mágica com Rodrigo Lima
O espetáculo de mágica com Rodrigo Lima mistura ilusionismo, humor e participação do público, com proposta voltada para pais e filhos. Um dos destaques do show é a participação do personagem Zeca, um papagaio de ventriloquia que interage com a plateia. O encerramento traz um número inédito inspirado na relação entre pais e filhos.
Espetáculo de Mágica com Rodrigo Lima
Todos os domingos de agosto, às 17h
Rooftop do Shopping Tacaruna: Avenida Governador Agamenon Magalhães, 153, Santo Amaro - Recife
Festa 'Agosto pra Forró', com Josildo Sá e Juba Valença
Os cantores Josildo Sá e Juba Valença comandam a festa "Agosto pra Forró", que celebra o ritmo nordestino para além do período de São João. Na programação, os artistas interpretam clássicos do gênero e recebem como convidados Cezinha, Karol Maciel, Silvério Pessoa e Ylana Queiroga.
Agosto pra Forró
Domingo (23), às 18h (abertura dos portões às 17h)
Casa Estação da Luz: Rua Prudente de Morais, 313, Carmo - Olinda
15ª Mostra de Circo do Recife
A 15ª Mostra de Circo do Recife reúne mais de 50 atividades, entre espetáculos, números circenses e musicais, intervenções, oficinas, debates e exibição de filme, com participação de diferentes gerações e linguagens do circo pernambucano. A mostra também homenageia quatro artistas ligados às artes circenses: Mister Salles e Palhaço Jipinho, in memoriam, além de Williams Sant’anna e Mickael Marvey.
15ª Mostra de Circo do Recife
Exposição "Acervo em Diálogo"
Com curadoria de Beth da Matta, a exposição reúne obras produzidas entre as décadas de 1940 e 2020 e coloca em diálogo artistas que ajudaram a construir importantes capítulos da arte brasileira e pernambucana. Entre os nomes apresentados estão Farnese de Andrade, Francisco Brennand, Lula Cardoso Ayres e Reynaldo Fonseca.
Exposição "Acervo em Diálogo"
Visitação até quinta-feira (27). De segunda a sexta, das 9h às 18h; e aos sábados, das 10h às 14h
Galeria Maurício Redig: Empresarial Marcela Dubeux Priori, Av. Eng. Domingos Ferreira, 604, Térreo
Peça "O Começo do Fim"
A peça “O Começo do Fim” chega ao Recife com uma história sobre amor, ruptura e recomeços. Protagonizado por Isabel Fillardis e Well Aguiar, o espetáculo acompanha um casal diante das transformações de um vínculo afetivo e dos desafios da guarda compartilhada do filho. Com dramaturgia de Denise Crispun, a montagem aborda temas como saúde mental, relações inter-raciais e racismo estrutural. A encenação intimista também incorpora princípios sustentáveis em cenário e figurinos.
O Começo do Fim
De quinta (27) a 30 de agosto; quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Teatro Santa Isabel: Praça da República, s/n, Recife - Pernambuco

Exposição "Futuro do Pretérito", de Guilherme Rakim
A primeira exposição individual de Guilherme Rakim reúne obras que articulam memória, ancestralidade, futurismo e tecnologia. Nascido em 2004 e morador da Mustardinha, no Recife, o artista apresenta pinturas construídas a partir de referências da cultura pernambucana, da oralidade, do misticismo e de narrativas afetivas, além de dialogar com conceitos como afrociberdelia e tecnoperiferia.
Exposição "Futuro do Pretérito", de Guilherme Rakim
Até 31 de agosto
Umbral das Artes: Rua Ulhôa Cintra, 122, Santo Antônio - Recife
Exposição “Bicho Feira”
A primeira exposição individual de Hugo Sá transforma a Feira de Caruaru em ponto de partida para uma produção que articula memória, cultura popular e arte contemporânea. Com curadoria de Paula Borghi, “Bicho Feira” reúne pinturas e esculturas inspiradas em personagens, paisagens e objetos do Agreste pernambucano. Natural de Caruaru, o artista revisita lembranças da infância e cria uma linguagem visual que transita entre figuração e abstração.
Exposição “Bicho Feira”
Visitação até 4 de setembro, de segunda a sexta, das 10h às 19h
Número Galeria: Rua Professor Eduardo Wanderley Filho, 187, térreo, Boa Viagem - Recife
Exposição "Quem leu leu"
O Circuito Faísca apresenta uma programação voltada a publicações experimentais e a exposição “Quem Leu Leu”, do artista e designer de linguagem Preto Matheus. A mostra foi montada a partir de uma experimentação, lançada como "livro de artista" com páginas soltas reunidas numa caixa. Na exposição, as páginas se transformam em painéis de grandes dimensões, convidando as pessoas a decifrar um enigma visual.
Exposição "Quem Leu Leu", de Preto Matheus
Visitação até 13 de setembro
A Casa do Cachorro Preto: Rua Treze de Maio, 99, Carmo - Olinda
Exposição "Tropeço do Passista"
O artista pernambucano Lu Ferreira apresenta a exposição “Tropeço do Passista” com curadoria de Elizabeth Bandeira. A mostra reúne pinturas que incorporam o risco e o erro como elementos do processo criativo, em diálogo com referências do frevo, da música e da atmosfera artística de Olinda.
Exposição “Tropeço do Passista”, de Lu Ferreira
Em cartaz até 20 de setembro. Visitação de terça a sexta, das 9h às 17h; sábados e domingos, das 14h às 16h
Sala Laura Nigro – Museu Regional de Olinda: Rua do Amparo, 128, Amparo - Olinda
Gratuito
Exposição "O céu não cabe em nenhum paraíso"
A exposição individual de Ramonn Vieitez reúne cerca de 30 obras inéditas e destaca a pesquisa recente do artista sobre o gesto, a luz e a matéria. Com curadoria de Yuri Quevedo, a mostra apresenta paisagens atravessadas por tensão, mistério e pela ideia de recomeço, em trabalhos que articulam pintura, estrutura e suporte como uma linguagem única. A exposição também conta com obras de alumínio, com referências na arte medieval.
Exposição "O céu não cabe em nenhum paraíso", de Ramonn Vieitez
Até 25 de setembro, de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 17h
Galeria Marco Zero: Av. Domingos Ferreira, 3393, Boa Viagem – Recife
Exposição "Recife Anda Luz"
A exposição “Recife Anda Luz”, das artistas e designers Maria Eduarda Belém e Sofia Lobo, apresenta 27 painéis de MDF recortado a laser a partir de referências da arquitetura e da paisagem gráfica do Recife. Grades residenciais, vitrais, pisos e fachadas de espaços da cidade aparecem reorganizados em composições que exploram a relação entre desenho, luz e sombra.
Exposição "Recife Anda Luz"
Visitação até 26 de setembro. De quarta-feira a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h. Sábado das 10h às 17h
Museu Murillo La Greca: Rua Leonardo Bezerra Cavalcanti, 366, Parnamirim - Recife
Exposição "Terravulta"
A exposição “Terravulta” reúne trabalhos inéditos dos artistas Anti Ribeiro e Cristiano Lenhardt, com curadoria de Rita Vênus. A proposta destaca processos artísticos marcados pela experimentação, pela materialidade e pela ação do tempo sobre as superfícies.
Visitação até 26 de setembro. De segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 15h
Galeria Amparo 60: Rua Professor Eduardo Wanderley Filho, 187, Boa Viagem – Recife
Exposição "Letras da Ilha"
A exposição “Letras da Ilha” apresenta a arte dos pintores letristas de Itamaracá e propõe um recorte da memória gráfica da ilha. A mostra reúne fotografias, vídeos, obras, langanhos e letreiros produzidos por artistas que transformam madeira, tinta e tipografia popular em expressão cultural. Resultado de uma pesquisa iniciada em 2020 por Lili Nascimento, o projeto também destaca nomes como Tuca Pintor, Dilza Fernanda, John Alex e Edilson Catanha.
Exposição "Letras da Ilha"
Visitação até 4 de outubro
Embaixada da Ciranda Lia de Itamaracá: Avenida Benigno Cordeiro Galvão, 559, Jaguaribe, Ilha de Itamaracá
36ª Bienal de São Paulo – Itinerância Recife
A Oficina Francisco Brennand recebe a itinerância da 36ª Bienal de São Paulo, que retorna à capital pernambucana depois de 15 anos. A exposição "Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática" reúne obras de 14 artistas com referências culturais de Pernambuco, como o Manguebeat e o estuário dos rios Beberibe e Capibaribe.
A inauguração da mostra também marcou a abertura do espaço expositivo "Ateliê Francisco Brennand - Uma janela para o mundo”, nos Salões de Esculturas da Oficina, com o mobiliário original e a disposição dos objetos da forma que eram utilizados por Francisco Brennand. Essa mostra será permanente.
36ª Bienal de São Paulo – Itinerância Recife
Até 18 de outubro. Visitação de terça a domingo, das 9h às 17h (última entrada às 16h)
Oficina Francisco Brennand: Rua Diogo de Vasconcelos, s/n, Propriedade Santos Cosme e Damião, Várzea - Recife

Exposição "Saudades no Varal"
O artista visual Rômulo Jackson expõe suas telas com pinturas que retratam o cotidiano urbano do Grande Recife. São 29 telas em natureza morta e uma estação interativa onde o público pode escrever cartas das suas memórias. Entre as imagens retratadas com tinta, tela e pincel, o artista traz embalagens de lanches, cenas do carnaval e do quintal de casa.
Exposição "Saudades no Varal"
Até 19 de outubro. Visitação das 9h às 17h
Sesc Samtp Amaro: Praça do Campo Santo, 1-101, Santo Amaro - Recife
Exposição “Dança das Plantas”
A exposição “Dança das Plantas”, da arquiteta e artista visual Sheyla Camargo, reúne 30 obras inéditas entre colagens e tapeçarias inspiradas em formas orgânicas da natureza e em referências como Henri Matisse, Roberto Burle Marx e Oscar Niemeyer. Primeira individual da artista, a exposição marca a consolidação da colagem como principal linguagem de sua produção.
Exposição “Dança das Plantas”
Até 24 de outubro. Visitação de quarta a sábado, das 10h às 16h
Instituto Ploeg: Rua da Santa Cruz, 190, Boa Vista – Recife
Exposição "Esse é Sérvulo Esmeraldo"
A Caixa Cultural Recife recebe a exposição “Esse é Sérvulo Esmeraldo”, dedicada à trajetória do artista cearense que é apontado como expoente da arte cinética brasileira. A mostra reúne 50 obras, entre esculturas, pinturas, gravuras e desenhos, produzidas ao longo de quase 70 anos de carreira. Com curadoria de Dodora Guimarães Esmeraldo, a seleção apresenta diferentes fases da produção do artista.
Exposição "Esse é Sérvulo Esmeraldo"
Visitação até 25 de outubro. De terça a sábado, das 10h às 20h, e domingos e feriados, das 10h às 18h
Caixa Cultural Recife: Avenida Alfredo Lisboa, 505, Bairro do Recife
Exposições “Que herança você vai poder?” e “Restituir o possível”
O Museu da Abolição abre duas exposições que marcam uma nova etapa do projeto museográfico da instituição após a reforma concluída em 2022. As mostras abordam memória, resistência e herança afro-brasileira, a partir de obras contemporâneas e de um recorte do acervo de cultura material africana do museu. “Que herança você vai poder?” reúne 26 artistas e 31 obras em torno dos desdobramentos da abolição no Brasil. Já “Restituir o possível” apresenta peças de 12 países africanos e insere o museu no debate sobre restituição de bens culturais.
Exposições “Que herança você vai poder?” e “Restituir o possível”
Sem prazo determinado. Visitação de segunda a sexta, das 9h às 17h; sábado, das 13h às 17h
Museu da Abolição: Rua Benfica, 1150, Madalena -Recife
Exposição “Escolas do Barro”
O Museu de Arte Popular do Recife (MAP) celebra 40 anos de atividades com a exposição “Escolas do Barro”. A mostra traz a diversidade e a tradição da produção cerâmica pernambucana com 109 obras de importantes artistas como Mestre Vitalino, Ana das Carrancas e Zé do Carmo.
Exposição “Escolas do Barro”
Até 2027. Visitação de quarta a domingo, das 10h às 16h
Museu de Arte Popular: casa 49, Pátio de São Pedro, São José – Recife
Com vasta programação, agora é só se programar e aproveitar.
O Poder

A agenda dos candidatos à Presidência da República hoje, inclui debates e entrevistas
21/08/2026
Atividades
Os presidenciáveis também participam de atividades em São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Congonhas (MG), Araçatuba (SP) e Rio de Janeiro (RJ), além de reuniões internas e compromissos partidários.
Confira a agenda dos presidenciáveis nesta sexta-feira (21):
Augusto Cury (Avante)
Das 9h às 11h30 - Participa de debate promovido pela Associação Nacional de Magistrados Evangélicos (Anamel), no Auditório Ruy Barbosa, do Instituto Presbiteriano Mackenzie, em São Paulo. O evento reúne autoridades do Judiciário, representantes de instituições jurídicas e acadêmicos para discutir o tema Justiça Servidora: Diálogo, Inclusão e Pacificação Social.
Clariana Barão (DC)
19h - Participa d...
A agenda dos candidatos à Presidência da República hoje, sexta-feira (21/08) inclui debates, atos de campanha, entrevistas à imprensa e encontros com representantes de diferentes setores da sociedade.
Atividades
Os presidenciáveis também participam de atividades em São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Congonhas (MG), Araçatuba (SP) e Rio de Janeiro (RJ), além de reuniões internas e compromissos partidários.
Confira a agenda dos presidenciáveis nesta sexta-feira (21):
Augusto Cury (Avante)
Das 9h às 11h30 - Participa de debate promovido pela Associação Nacional de Magistrados Evangélicos (Anamel), no Auditório Ruy Barbosa, do Instituto Presbiteriano Mackenzie, em São Paulo. O evento reúne autoridades do Judiciário, representantes de instituições jurídicas e acadêmicos para discutir o tema Justiça Servidora: Diálogo, Inclusão e Pacificação Social.
Clariana Barão (DC)
19h - Participa de panfletagem na Praça Marechal Rondon, em Cuiabá.
Edmilson Costa (PCB)
21h - Vai ao encontro do deputado federal Glauber Braga com jovens, no Rio de Janeiro.
Hertz Dias (PSTU)
Passa o dia em Congonhas (MG), onde participa de entrevistas à imprensa local, reunião com representantes de entidades sindicais e encontro com apoiadores no Sindicato Metabase Inconfidentes.
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
19h - Participa de ato de campanha na Praça da Estação, no centro de Belo Horizonte (MG).
Renan Santos (Missão)
Cumpre agenda pública em Maceió, onde participa de atividade na Favela do Mundaú pela manhã. No fim do dia, em São Paulo, participa de panfletagem com apoiadores no Mackenzie.
Romeu Zema (Novo)
Participa de ação na Rua 25 de Março, no centro de São Paulo, para falar sobre as dificuldades enfrentadas pelos empreendedores.
Ronaldo Caiado (PSD)
Cumpre agenda em Araçatuba (SP). Às 16h30, concede entrevista coletiva no Sindicato Rural da Alta Noroeste (Siran). Às 17h, participa de encontro com empresários do agronegócio.
Rui Costa (PCO)
Tem reuniões internas pela manhã. Às 17h, concede entrevista para o Poder360 e, mais tarde, à Folha de S.Paulo.
Samara Martins (UP)
11h30 - Vai a debate com estudantes na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Às 15h, participa de ato pelo Dia Nacional da Moradia, na Praça 7. Às 18h, tem encontro com a juventude na Ocupação Maria do Arraial, seguido de caminhada pelo centro da cidade.
Wilson Grassi (Democrata)
Retorna a São Paulo após cumprir compromissos de campanha em Salvador. Ao meio-dia, almoça com membros do Partido Democrata. Às 15h, participa de reunião com a equipe de marketing da campanha e de sessão de fotos.
Não divulgou
O candidato Flávio Bolsonaro (PL) não divulgou compromissos públicos oficiais até o momento desta publicação.
Proibido
Após decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o candidato Pablo Marçal (PRTB) está proibido de fazer campanha eleitoral, comparecer a debates e participar do horário eleitoral no rádio e na TV.Da
André Gadelha defende rigor para punir LGBTfobia, mas aponta que há imposição da pauta
21/08/2026
Intolerância
Para André Gadelha, “esse momento que o país vive de intolerância, das pessoas não aceitarem a escolha das outras, você não pode impor ninguém a aceitar as coisas, mas tem que trabalhar, de início, a nossa educação”.
“Eu acho que a nossa educação falha muito quando não trabalha a consciência da nossa juventude, da nossa criança” disse.
Estão querendo impor
Ainda segundo o candidato, no entanto, “estão querendo impor” determinadas situações
“ Eu sou cristão, eu defendo qualquer movimento ou pensamento em relação a essas pessoas. Eu não sou contra nenhum, eu vivo a minha vida, eu aposto nessas pessoas e elas são inteligentes. Mas nós temos que respeitar”, afirmou
O candidato a senador da Paraíba, André Gadelha (MDB), defendeu, ao participar de uma sabatina em João Pessoa, rigor aos agressores de pessoas LGBTQIAPN+, mas considera que há uma tentativa de imposição sobre o tema.
Intolerância
Para André Gadelha, “esse momento que o país vive de intolerância, das pessoas não aceitarem a escolha das outras, você não pode impor ninguém a aceitar as coisas, mas tem que trabalhar, de início, a nossa educação”.
“Eu acho que a nossa educação falha muito quando não trabalha a consciência da nossa juventude, da nossa criança” disse.
Estão querendo impor
Ainda segundo o candidato, no entanto, “estão querendo impor” determinadas situações
“ Eu sou cristão, eu defendo qualquer movimento ou pensamento em relação a essas pessoas. Eu não sou contra nenhum, eu vivo a minha vida, eu aposto nessas pessoas e elas são inteligentes. Mas nós temos que respeitar”, afirmou
Necessário
Para André Gadelha, é necessário ter mais delegacias especializadas e que é inadmissível um agressor ficar impune.
“Agora, nós temos que ser rigorosos com as pessoas que não têm a tolerância. Em relação à Segurança Pública, nós temos que ter delegacias especializadas, temos que ter pessoas comprometidas em julgar e punir essas pessoas. É inadmissível que a gente veja um cidadão que agrida um homem gay ou uma mulher e esteja solto”, pontuou.
Defendeu
O candidato defendeu a proposta de implantação de câmeras com leitura facial ligada ao histórico de investigados e condenados por crimes contra LGBT+’s e contra mulheres, por exemplo, para dar celeridade ao cumprimento de mandados de prisão.
O Poder
STF julga taxação de empresas no exterior; União prevê impacto de R$ 22 bi
21/08/2026
Trata
O caso concreto trata de empresas controladas pela Vale do Rio Doce na Dinamarca, na Bélgica e em Luxemburgo, e a União estima que o impacto às contas públicas pode chegar a R$ 22 bilhões.
Tramita
O processo não tramita sob repercussão geral, ou seja, só trata do caso específico, mas o governo federal teme que uma decisão desfavorável sirva de precedente para situações similares e que o impacto seja ainda maior.
O inicio
O julgamento já teve início, mas foi interrompido por pedido de vista do ministro Dias Toffoli quando o placar estava em 3 a 2. O caso será analisado no plenário virtual entre 21 e 28 de agosto.<...
O STF (Supremo Tribunal Federal) retomará hoje, sexta-feira (21/08) a discussão sobre a incidência de IRPJ (Imposto sobre a Renda de Pessoa Jurídica) e CSLL (Contribuição Social sobre o Lucro Líquido) sobre os lucros obtidos por empresas brasileiras no exterior.
Trata
O caso concreto trata de empresas controladas pela Vale do Rio Doce na Dinamarca, na Bélgica e em Luxemburgo, e a União estima que o impacto às contas públicas pode chegar a R$ 22 bilhões.
Tramita
O processo não tramita sob repercussão geral, ou seja, só trata do caso específico, mas o governo federal teme que uma decisão desfavorável sirva de precedente para situações similares e que o impacto seja ainda maior.
O inicio
O julgamento já teve início, mas foi interrompido por pedido de vista do ministro Dias Toffoli quando o placar estava em 3 a 2. O caso será analisado no plenário virtual entre 21 e 28 de agosto.
Os ministros
Os ministros Alexandre de Moraes, Kassio Nunes Marques e Gilmar Mendes votaram a favor da cobrança dos dois impostos. Os magistrados afirmam que, mesmo que o lucro tenha sido obtido no exterior, o crescimento patrimonial da empresa ocorre no Brasil, o que justifica a tributação.
Sentido oposto
Os ministros André Mendonça e Luiz Fux foram no sentido oposto sob o argumento de que a cobrança poderia configurar uma dupla tributação, o que é vedado por tratados internacionais subscritos pelo Brasil.