Cibersegurança cresce e deve movimentar R$ 8,8 bi no Brasil neste ano. Saiba como.
02/04/2024 - Jornal o Poder
Trust
Acompanhando essa tendência, a Trust Control, empresa especializada em segurança cibernética corporativa com atuação no Nordeste, projeta um crescimento de 30% para 2024, na comparação com o ano anterior. O índice comprova a expansão dos negócios da empresa, que teve uma alta nos resultados financeiros em 20%, no ano passado, na comparação com 2022. Nessa tendência de crescimento, a direção da Trust Control programa eventos para 2024 e a ampli...

Trust
Acompanhando essa tendência, a Trust Control, empresa especializada em segurança cibernética corporativa com atuação no Nordeste, projeta um crescimento de 30% para 2024, na comparação com o ano anterior. O índice comprova a expansão dos negócios da empresa, que teve uma alta nos resultados financeiros em 20%, no ano passado, na comparação com 2022. Nessa tendência de crescimento, a direção da Trust Control programa eventos para 2024 e a ampliação de sua atuação em importantes mercados.
Presença nacional
“Estamos presentes em praticamente todos os estados do país, porque a nossa prestação de serviço é prioritariamente remota, mas a nossa base principal, onde temos colaboradores, com atuação mais forte, é no Ceará, em Pernambuco e Minas Gerais. Neste ano, queremos fortalecer nossa presença e abrir os mercados de Brasília e São Paulo”, antecipa Alberto Jorge, CEO da Trust Control.

Setor financeiro
A empresa possui em sua carteira clientes de todos os portes e dos mais diversos segmentos, desde indústrias a companhias do setor de serviços e varejo. Para este ano, um dos focos será fortalecer sua presença no segmento financeiro. “Esse setor normalmente puxa os investimentos de segurança cibernética no mercado como um todo. Por isso, temos a expectativa de realizar alguns projetos nesse segmento, ampliando os nossos resultados”, observa Alberto Jorge.

Leia outras informações
Eleições 2026 - Solicitação do voto em trânsito pode ser feita a partir de hoje
20/07/2026
Regras
Além do prazo e do procedimento, existem regras específicas sobre onde o voto pode ser computado. A solicitação só é permitida para capitais ou municípios com mais de 100 mil eleitores. Nesses locais, o eleitor que estiver viajando precisa justificar a ausência no dia do pleito. Se a transferência for para outra cidade no mesmo estado, o eleitor pode votar para todos os cargos em disputa. Por outro lado, se a mudança for p...
Começou hoje, segunda-feira, 20/07, o prazo de solicitação do voto em trânsito, que autoriza o eleitor a votar em uma cidade diferente daquela onde possui o título cadastrado. O pedido de transferência temporária fica aberto até 20/08. Já os trabalhadores envolvidos na organização das eleições têm até 28/08 para solicitar a mudança. A regra abrange mesários, equipes de apoio logístico, pessoal designado para testes de integridade das urnas e servidores de estabelecimentos penais ou de internação em serviço no dia do pleito.
Regras
Além do prazo e do procedimento, existem regras específicas sobre onde o voto pode ser computado. A solicitação só é permitida para capitais ou municípios com mais de 100 mil eleitores. Nesses locais, o eleitor que estiver viajando precisa justificar a ausência no dia do pleito. Se a transferência for para outra cidade no mesmo estado, o eleitor pode votar para todos os cargos em disputa. Por outro lado, se a mudança for para um município em outro estado, a habilitação permite votar exclusivamente para presidente da República. Ao solicitar o voto em trânsito, a pessoa fica desabilitada de votar em sua seção eleitoral original. O eleitor que se habilitar para o voto em trânsito e não comparecer à seção temporária escolhida deve justificar a ausência, mesmo que esteja em seu município de origem no dia da votação.
Como pode ser feito
O trâmite pode ser feito de forma online, por meio do portal de Autoatendimento Eleitoral no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Também é possível fazer o pedido presencialmente em qualquer cartório ou posto eleitoral, mediante a apresentação de um documento oficial com foto. O próprio eleitor deve fazer a solicitação pessoalmente; não é permitida a requisição por terceiros. Após o término das eleições, o título de eleitor retorna automaticamente para a seção eleitoral de origem.

Passo a passo:
Quem pode pedir: qualquer eleitor em situação regular com a Justiça Eleitoral.
Onde requerer: pelo Autoatendimento Eleitoral no site do TSE ou presencialmente em qualquer cartório ou posto eleitoral.
Documentação: documento oficial de identificação com foto.
Cidades distintas por turno: é possível indicar municípios diferentes para o 1º e o 2º turno.
Alteração ou cancelamento: pode ser feito até 20/08. Após essa data, a escolha torna-se definitiva para o pleito.
TSE e as Eleições 2026 - Brasil terá 158,7 milhões aptos a votar em 2026 com eleitorado mais velho
20/07/2026
Eleitorado geral
Em termos reais, serão 2,3 milhões de eleitores a mais desde o último pleito geral, quando cerca de 156 milhões estavam aptos a escolher o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais (ou distritais, no caso de Brasília).
Regiões e número de eleitores
Segundo o TSE, o Norte teve a maior alta proporcional no númer...
Segundo dados do TSE, Tribunal Superior Eleitoral, divulgados hoje, segunda-feira, 20/07. Ao todo, serão 158,7 milhões de brasileiros aptos a votar. Desses, 37,5 milhões têm 60 anos ou mais, portanto o Brasil irá às urnas com um eleitorado mais velho em 2026. Enquanto o eleitorado geral cresceu apenas 1,5%, a faixa etária que compreende os idosos avançou de 21% para 23,6% do total. Na contramão, a quantidade de pessoas de 21 a 34 anos que poderão participar do pleito caiu de 43,8 milhões para 41 milhões, o que representa 25,8% do total.
Eleitorado geral
Em termos reais, serão 2,3 milhões de eleitores a mais desde o último pleito geral, quando cerca de 156 milhões estavam aptos a escolher o presidente da República, governadores, senadores, deputados federais e estaduais (ou distritais, no caso de Brasília).

Regiões e número de eleitores
Segundo o TSE, o Norte teve a maior alta proporcional no número de eleitores desde o último pleito geral, com avanço de 4,37%. Passou de 12.560.410 pessoas aptas a votar para 13.109.354 – mais de meio milhão. Região mais populosa do país, o Sudeste tem 66,3 milhões de eleitores aptos a votar, registrando uma leve queda de 0,56%. São Paulo tem 21,48% do eleitorado nacional (34,1 milhões), enquanto Minas Gerais (16,4 milhões) segue como o segundo maior colégio eleitoral. Os dois são estados-chave na disputa presidencial, já que as candidaturas ao governo local têm a capacidade de puxar votos aos postulantes.

Lula x Flávio
As eleições deste ano devem ser marcadas pelo embate direto entre o presidente Lula, PT, que tenta seu quarto mandato inédito, e o senador Flávio Bolsonaro, PL, que conta com o espólio político do pai em prisão domiciliar, o ex-presidente Jair Bolsonaro, PL, para se eleger ao cargo pela primeira vez.
Campanha eleitoral
A campanha começará em menos de um mês, em 16/08. Os partidos terão até a véspera da data, no dia 15/08, para registrar as candidaturas junto à Justiça Eleitoral. As convenções partidárias, evento onde é formalizado quem serão os nomes que representarão as legendas no pleito, têm início nesta segunda e vão até 05/08.

TSE, título e eleições
O prazo para tirar o primeiro título de eleitor, transferir o domicílio eleitoral e regularizar pendências na Justiça Eleitoral terminou em 06/05. Desde então, a corte eleitoral, sob comando do ministro Kassio Nunes Marques, organizava os dados. A última atualização dos números foi em 18/07. O primeiro turno das eleições será realizado em 04/10. Se houver necessidade, como já indicam levantamentos, o segundo turno para a Presidência e os governos dos estados está marcado para 25/10. Já senadores, deputados federais e estaduais são eleitos em uma única votação. Segundo a Constituição Federal, o voto é obrigatório no Brasil só para maiores de 18 anos. Para adolescentes de 16 e 17 anos, analfabetos e idosos acima de 70 anos, a ida às urnas é facultativa. (Com a Folha de S.Paulo)
"Ordem global (ocidental): construção e desafios" - Por Jarbas Beltrão*
20/07/2026
A História é território que conta com a presença de muitos atores/protagonistas, povos e nações.
Entretanto, quando falamos de História vista como uma "Ordem global", temos a reunião de todos e tudo; trata-se de uma expansão da História ocidental, que faz transferência de seus traços e muito de sua cultura para o restante do Planeta socialmente visível.
Desde a expansão do Império Romano Ocidental até a Ordem global de hoje, ocorreu uma globalização do Ocidente - pode-se dizer, formou-se uma civilização ocidental - Entretanto, sob sua sombra estão "guardadas" outras "ordens" e civilizações.
A História da "Ordem Global" é formada a partir de movimentos, base da civilização, construída até então, e que encontra-se bem claro dentro do processo histórico que resultou na "Civilização global" que temos hoje.
Os movimentos constitutivos desta "Ordem" são adotados pelas nações ou são...
'Ordem global é ocidental'
A História é território que conta com a presença de muitos atores/protagonistas, povos e nações.
Entretanto, quando falamos de História vista como uma "Ordem global", temos a reunião de todos e tudo; trata-se de uma expansão da História ocidental, que faz transferência de seus traços e muito de sua cultura para o restante do Planeta socialmente visível.
Desde a expansão do Império Romano Ocidental até a Ordem global de hoje, ocorreu uma globalização do Ocidente - pode-se dizer, formou-se uma civilização ocidental - Entretanto, sob sua sombra estão "guardadas" outras "ordens" e civilizações.
A História da "Ordem Global" é formada a partir de movimentos, base da civilização, construída até então, e que encontra-se bem claro dentro do processo histórico que resultou na "Civilização global" que temos hoje.
Os movimentos constitutivos desta "Ordem" são adotados pelas nações ou são motivos de combates contrários.
A "Ordem" formada a partir das contribuições voluntárias e/ou involuntárias, é contrariada por forças externas, que chamaríamos de:
1) invasões horizontais; visam a conquista militar e territorial.
2) invasões verticais, são ações internas que desenvolvem combate cultural (moral, tradições, valores etc).
'Construção da "Ordem"'
Esses movimentos constitutivos da 'Ordem' Ocidental, são na verdade os pilares que geraram essa civilização ("Ordem") dominante, e a mesma se apoia, nos seguintes pilares:
A cultura greco-romana, a cultura judaico-cristã e o militarismo germânico- feudal.
O mundo ocidentalizou- se, movimentou-se desde o Império Romano do Ocidente.
Outras civilizações/ culturas, fora da moldura das construções que nos referimos, desapareceram ou foram incorporadas a "Ordem ocidental/global", como também algumas das particularidades "bárbaras", passaram a fazer parte do "corpo dominante global".
Após a Queda do Império Romano Ocidental, surgiu na Europa Ocidental, os Reinos Cristãos, que foi o ordenamento do continente na Idade Média e será base dos futuros Impérios modernos.
'Expansão da "Ordem"
Na idade moderna, a Europa se expandiu, dominou terras asiáticas, americanas, africanas e daí nasceu a "Ordem global cultural cristã" e junto com ela a "Ordem econômica", aí temos com elas uma "Ordem globalizada".
A "Ordem" econômica e cultural, encontra-se na base dessa engenharia histórica, que chamamos de "Ordem global".
Com as "colonizações" modernas uma "Ordem" global, sob liderança das potências mercantilistas Européias, foi tendo sua formação.
Essa "Ordem" se expandiu, mais ainda, e ganhou novos aspectos com o industrialismio, liberalismo/"neocolonialismo" do século 18.
'A "Ordem global" a partir das duas grandes guerras'
Até às duas grandes guerras do século 20, potências imperiais e potências econômicas européias, antes dominantes, perderam suas posições.
Com o pós 2a. guerra mundial, Estados Unidos assumiram a liderança da "Ordem global".
O cenário que alavancou, mais ainda a liderança americana foi a completa destruição da Europa e a implantação do Plano Marshall na Europa Ocidental, que sobre ele apoiou-se a formação do novo mercado e nova "Ordem global".
Segundo, o historiador britânico, Erick Hobsbawn no sua obra, "A era dos extremos", a expansão dos mercados entre final dos anos 1950 até 1980, a economia mundial ,(leia-se ocidental) experimentou anos de expansão dos mercados (investimentos produção/consumo). Transformou muitas economias domésticas nacionais, trazendo-as para o mercado global.
A expansão global ocidental, reduziu índices de miséria, aumentou as classes médias, incorporou diversos territórios/ mercados e sofisticou o trabalho de produção e administração das unidades produtivas com alavancagem pela ciência, tecnologia, serviços e por aí segue.

'A contraposição à 'Ordem' global (ocidental)
Enquanto o novo mercado global era constituído, uma proposta de contraposição aos mercados ocidentais - "capitalismo" - surgiu sob liderança da União Soviética, mas não conseguiu construir uma Ordem econômica global baseada na prosperidade dos mercados - seu Comecom foi um fracasso - das nações e dos indivíduos.
O bloco da União Soviética, financiou a prosperidade da liderança do bloco, que experimentou um desprezo/declínio do consumo civil, porém alimentou a expansão da produção bélica, espacial e das tecnologias ancoradas naqueles segmentos. Além de um espetacular crescimento das agências de informações e espionagem; destaque maior para KGB soviética e outros que seguiram seus passos: Stasi(ex-Alemanha Oriental), Stb (ex-Thecoeslovàquia), Securitate(Romênia) e outras.
A KGB teve papel importante no roubo de royalties ocidentais - exemplo maior a fórmula da bomba atômica.
'Contraposição em queda'
Sem suportar a competição com o ocidente-econômico e por outros fatores internos do bloco vermelho, o "planeta socialista", ruiu.
Porém, o recado da Escola Austríaca de Economia ficava claro, uma economia sem cálculo econômico não prospera.
A prosperidade econômica acompanhada da produção cultural (invenções, costumes, inovações, produtos) gera o que chamaríamos do soft power (poder e influência cultural).
Então, o "socialismo marxista" colapsando, morreu economicamente, mas sobreviveu como modelo político e como ideologia.
Ideologia não é ciência, mas esconde o fracasso, com a fantasia de uma retórica odiosa que, resulta em terror, violência e desinformação.
'Sobrevivência chinesa'
A China, sobreviveu, porém, ao colapso da fórmula socialista marxista, integrou-se ao mercado global.
Foi a saída encontrada pela técnico-burocracia do Partido Comunista Chinês, que manteve sua ditadura.

Agora, abrindo-se para os investimentos ocidentais, o Estado/Partido, se abria para os mercados ocidentais, mas teria uma nova tarefa, monitorar os grandes meta-capitalistas que se hospedavam na China.
A hospedagem do "capitalismo" na China, fez da sua economia um prolongamento do mercado Ocidental, da lógica do mesmo - mercadorias, integração nas cadeias e redes de abastecimentos e produções, mercado comprador de commodites diversas, produção científica e tecnológica - que tem liderança americana - ultimamente fragilizada - entretanto, a gestão Trump tenta retomar a hegrmonia, com seu Plano "América grande outra vez".
O crescimento econômico chinês pós final de 1980, acelerado nos anos do século 21, é um crescimento por alavancagem (base de importação de capitais, ciência e tecnologia).
Essa integração ao mercado global gerou inconveniências no interior da China, um mercado interno com identificação com o Ocidente, com classes médias que almejam consumir. XiJiping, vê nisso uma ocidentalizacao perigosa e promove combate, quer a China apenas produzindo para exportação.

O crescimento chinês tem aproximação com o vivido pelo Brasil em período do nosso chamado "milagre econômico" (governo Medici). Estado propulsor do crescimento econômico
A velha dinastia chinesa, com sua prosperidade da Dinastia Ming (a última), não está presente nesta "nova China".
A "nova China" colocou ao chão a "velha China". O PCCh, destruiu valores e tradições antigas e implantou uma nova obediência, novos valores, nova economia (e ao menos impulsionou o crescimento chinês, dentro de uma moldura de integração ao mercado ocidental/global).
O modelo chinês, assim como o vietnamita desmontou a velha lógica do marxismo estatista, inverteu o papel da tirania do Estado socialista/comunista; abriu-se para o metacapitalismo mas manteve sob seu controle
A ordem moral comunista na China é imposta pelo PCCh, que salvou-se do "tsunami" do socialismo real vivido na Europa Oriental, mas o "dragão asiático" começa a amargar, ultimamente, declínio; seu ESTADO pesadão não consegue facilmente, fazê-la superar as crises, que é questão escondida para o mundo.
A economia chinesa decolou com a importação de capitais e produção de pequeno valor agregado até chegar à produção científica e de tecnologias avançadas,
'Mudanças no mercado chinês, não trouxe mudanças na hegemonia econômica'
Rússia e China, visto por um olhar mais apurado não substituirão o mercado global, sob liderança americana, que Trump tenta trazer de volta para os Estados Unidos.
Um sistema econômico baseado numa "equidade social" não prospera - a China e o Vietnã, afastou-se dessa lógica - a lógica de permanência da liberdade individual e da livre iniciativa éo que norteia a vida humana.
O homem individualmente tem como muitos dos seus horizontes de vida a prosperidade cidadã (social, economia, consumo).
O Estado, por si só, não conseguirá contemplar os sonhos do indivíduo.
Claro, que nasceu no espírito dito capitalista no Ocidente, aqueles que negaram a liberdade econômica, que já não tem crença no mercado; são os que se lançam contra suas origens, entretanto retornarão ao "cais do porto" de onde deram partida.
Tenho dito.
Desde o buncker na Serra das Russas - Gravatá.
*Jarbas Beltrão é historiador e professor de História da Universidade de Pernambuco - UPE. Mestre em Educação pela UFPB. Especialista (MBA) em Política Estratégia Defesa e Segurança Nacional. (Adesg Famesc).Especialista (MBA) em Geopolítica/Novas Fronteiras/Cibernética e IA. (Adesg/Instituto Venturo)

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
Veneziano, o municipalismo na prática, por Flávio Lúcio*
20/07/2026
Para avaliar quem está verdadeiramente comprometido com o municipalismo, é necessário observar não apenas o discurso, mas também a prática. E, para avaliar a prática, é preciso observar a atuação de quem exerce um mandato.
Entre todos os parlamentares paraibanos no Senado Federal, nenhum foi tão fiel aos princípios do municipalismo quanto Veneziano Vital. O apoio que ele deu — e continua dando — aos municípios paraibanos, por meio da destinação de recursos e do apoio parlamentar na Paraíba e em Brasília, parte, certamente, de um compromisso com a ideia de um desenvolvimento descentralizado, no qual a melhoria das condições de vida da população deve partir de baixo para cima.
Porque, se é verdade que a vida acontece n...
Ser municipalista está na moda. Hoje, todo candidato se diz municipalista. Mas, quando expõe seu entendimento sobre o que significa ser municipalista, geralmente repete frases feitas, como “é na cidade que a vida real acontece”.
Para avaliar quem está verdadeiramente comprometido com o municipalismo, é necessário observar não apenas o discurso, mas também a prática. E, para avaliar a prática, é preciso observar a atuação de quem exerce um mandato.
Entre todos os parlamentares paraibanos no Senado Federal, nenhum foi tão fiel aos princípios do municipalismo quanto Veneziano Vital. O apoio que ele deu — e continua dando — aos municípios paraibanos, por meio da destinação de recursos e do apoio parlamentar na Paraíba e em Brasília, parte, certamente, de um compromisso com a ideia de um desenvolvimento descentralizado, no qual a melhoria das condições de vida da população deve partir de baixo para cima.
Porque, se é verdade que a vida acontece nas cidades, as transformações também devem começar por elas.
E sem nenhum tipo de preconceito ou exclusão por razões partidárias, políticas ou ideológicas.
Afinal, o povo de um município não pode pagar a conta das diferenças entre seus representantes. A atuação do senador Veneziano Vital mostra que ele não exige a credencial partidária de qualquer prefeito para apoiar suas reivindicações — que são, na verdade, as reivindicações do povo de sua cidade, concretizadas em obras, serviços e melhoria da qualidade de vida.
Certamente, embora esteja na oposição na Paraíba, essa é uma das razões pelas quais Veneziano conta com o apoio de dezenas de prefeitos espalhados por todo o estado. Mais do que ninguém, os prefeitos sabem, na prática, o que significa contar com um senador comprometido com o municipalismo em Brasília — um compromisso que Veneziano demonstra há quase oito anos, desde que assumiu o mandato de senador.
Na eleição que se aproxima, o eleitor das cidades paraibanas vai escolher entre a certeza representada pela atuação de Veneziano e a dúvida diante de outras escolhas.
*Flávio Lúcio é cientista político. Professor de História da UFPE, doutor em Sociologia.
A indústria dos boatos no grande debate CBN amanhã
20/07/2026
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O Grande Debate CBN, na 105,7FM, comando de Geraldo Freire é uma das maiores audiências do rádio. Liderança que acompanha o grande comunicador há quase 50 anos. Amanhã, o tema é 'A indústria dos Boatos'. No amor, na história, na família, na igreja. Os boatos e suas consequências. Vai ser animado. Visões distintas e qualificadas: o historiador e comunicador político José Nivaldo Junior, da Academia Pernambucana de Letras. O psicólogo Eufrásio Araújo. E o padre Fábio Potiguar, duas sujidades nas suas áreas. Ouça a chamada e não perca amanhã, terça-feira 21/07, das 11 às 12h.
O Mundo Ibérico: futebol, literatura e cultura em um momento histórico - Por Antônio Campos*
20/07/2026
A Espanha acaba de conquistar o bicampeonato mundial de futebol, após vencer a Argentina por 1 a 0, na prorrogação, em uma final na qual demonstrou superioridade técnica e coletiva. (FIFA)
Portugal, por sua vez, continua representado internacionalmente por Cristiano Ronaldo, um dos maiores jogadores portugueses e um dos nomes mais importantes da história do futebol mundial.
No campo da cultura, a Livraria Lello e a Fundação Livraria Lello vêm desenvolvendo iniciativas de grande repercussão. Em parceria com o Service95 Book Club, fundado por Dua Lipa, criaram a Manifesto Library, uma biblioteca permanente composta por cem títulos dedicados à liberdade de expressão e a obras que enfrentam o poder, a censura, a exclusão e as narrativas dominantes. (Livraria Lello). Fez também um grande evento literário recente, no Porto.
Em brev...
O mundo ibérico vive um momento de grande projeção no futebol, na literatura, nas artes e no debate cultural.
A Espanha acaba de conquistar o bicampeonato mundial de futebol, após vencer a Argentina por 1 a 0, na prorrogação, em uma final na qual demonstrou superioridade técnica e coletiva. (FIFA)
Portugal, por sua vez, continua representado internacionalmente por Cristiano Ronaldo, um dos maiores jogadores portugueses e um dos nomes mais importantes da história do futebol mundial.
No campo da cultura, a Livraria Lello e a Fundação Livraria Lello vêm desenvolvendo iniciativas de grande repercussão. Em parceria com o Service95 Book Club, fundado por Dua Lipa, criaram a Manifesto Library, uma biblioteca permanente composta por cem títulos dedicados à liberdade de expressão e a obras que enfrentam o poder, a censura, a exclusão e as narrativas dominantes. (Livraria Lello). Fez também um grande evento literário recente, no Porto.
Em breve, em outubro, a Fundação Livraria Lello também acolherá a segunda edição da Fliporto Portugal, reafirmando os vínculos culturais e literários entre Portugal e o Brasil.
Espanha, Portugal e o universo ibero-americano — formado pelas nações da Península Ibérica e pelos países que receberam suas influências linguísticas e culturais, especialmente na América Latina e no Caribe — atravessam um momento de renovada importância histórica.
Essa foi uma das razões que levaram a Fliporto 2026, em sua 21ª edição, a valorizar a literatura latino-americana e caribenha, bem como suas relações, diálogos e influências com as tradições ibéricas.
Espanha e América Latina
Muito além do futebol, a Espanha sempre manteve fortes relações históricas, culturais, linguísticas e econômicas com a América Latina. Grande parte do continente foi colonizada pela Espanha, circunstância que produziu vínculos profundos, embora também marcados pelas contradições próprias do processo colonial.
A língua, a literatura, a arquitetura, a música e as manifestações populares demonstram como esses encontros produziram uma identidade cultural múltipla. A América Latina não apenas recebeu influências espanholas e portuguesas, mas também as transformou, conferindo-lhes novos sentidos a partir de suas culturas indígenas, africanas e mestiças.
Gilberto Freyre e o brasileiro entre os outros hispanos
Em “O Brasileiro entre os Outros Hispanos”, publicado em 1975, Gilberto Freyre sustenta que a condição hispânica do brasileiro não se restringe à influência espanhola. Para ele, o conceito de hispânico deve abranger toda a Península Ibérica, reunindo as experiências históricas de Portugal e da Espanha.
Sob essa perspectiva, portugueses e espanhóis seriam expressões distintas, mas próximas, de uma mesma matriz civilizatória ibérica. Freyre combina antropologia, sociologia, história e relações internacionais para compreender como essas culturas se adaptaram aos trópicos.
Nesse contexto, formulou a ideia de uma hispanotropicologia, destinada a estudar as formas pelas quais as sociedades ibéricas se relacionaram com os ambientes tropicais e participaram da formação de novas civilizações.
O título e as ideias do livro continuam inspirando estudos e debates sobre as relações do Brasil com a Espanha, Portugal e a América Latina, inclusive em iniciativas promovidas por instituições como o Instituto Cervantes.
O Instituto Cervantes e a Fliporto
O Instituto Cervantes é uma das mais importantes instituições culturais dedicadas à difusão da língua espanhola e à promoção das culturas dos países hispânicos.
Em sua 21ª edição, a Fliporto 2026 contará novamente com o apoio do Instituto Cervantes. A programação incluirá uma roda de leitura em sua biblioteca, que será um dos espaços da Fliporto no Recife, em novembro.
Essa parceria reforça a vocação internacional do festival e o compromisso de promover o diálogo entre as literaturas brasileira, espanhola, portuguesa, latino-americana e caribenha.
O Centro de Estudos Brasileiros de Salamanca
A histórica e renomada Universidade de Salamanca mantém um importante Centro de Estudos Brasileiros, dedicado ao conhecimento e à divulgação da cultura, da história e da realidade brasileira.
Quando exerci a presidência da Fundação Joaquim Nabuco, tive a oportunidade de realizar uma palestra on-line sobre os laços históricos e culturais que unem a Espanha e o Brasil.
São vínculos que atravessam a literatura, a universidade, a diplomacia, a economia e as artes, demonstrando que o Atlântico não nos separa: ele também constitui um espaço de encontros, influências e diálogos permanentes.
Sevilha, o flamenco e João Cabral de Melo Neto
Guardo uma lembrança inesquecível de minha viagem a Sevilha, cidade de extraordinária beleza, história e intensidade cultural.
Ali tive a oportunidade de assistir a um grande espetáculo de flamenco, expressão artística que reúne música, canto, dança, sofrimento, paixão e resistência. O flamenco traduz, de maneira singular, parte da alma da Andaluzia.
Sevilha foi também uma cidade profundamente amada pelo poeta e diplomata pernambucano João Cabral de Melo Neto. Sua convivência com a Espanha, especialmente com a Andaluzia, deixou marcas relevantes em sua obra poética.
Estar em Sevilha, contemplar sua arquitetura, caminhar por suas ruas e assistir ao flamenco foi uma experiência verdadeiramente inesquecível.
García Lorca, Gaudí e as efemérides de 2026
O ano de 2026 também é marcado por importantes acontecimentos culturais na Espanha.
Celebram-se os 90 anos da morte de Federico García Lorca, assassinado em 1936, no início da Guerra Civil Espanhola. Poeta e dramaturgo universal, Lorca permanece vivo em obras como Bodas de Sangue, Yerma, A Casa de Bernarda Alba, Romancero Gitano e Poeta em Nova York. (Córdoba Buenas Noticias)
Também se celebra o centenário da morte de Antoni Gaudí, ocorrida em 1926. Em 10 de junho de 2026, a Basílica da Sagrada Família viveu um momento histórico com a bênção e a inauguração da Torre de Jesus Cristo, estrutura central do projeto e ponto mais elevado da construção. Embora a basílica ainda não esteja integralmente concluída, o acontecimento representou a culminação simbólica de uma das etapas mais importantes do sonho arquitetônico de Gaudí. (The Guardian)
Lorca e Gaudí demonstram como a Espanha conseguiu transformar poesia, teatro, arquitetura e espiritualidade em expressões universais da criatividade humana.
O sonho ibérico e latino
O sonho de Cervantes e a poesia de Camões são imortais.
De diferentes maneiras, suas palavras atravessaram o Atlântico e floresceram na América Latina e no Caribe. Encontraram novas línguas, ritmos, paisagens, experiências humanas e formas de expressão.
A literatura latino-americana e caribenha nasceu também desse encontro entre a herança ibérica, as culturas originárias, as matrizes africanas e as experiências históricas próprias de cada povo.
O mundo ibérico não deve ser compreendido apenas como uma memória do passado. Ele permanece vivo, diverso e em permanente transformação.
Da Espanha de Cervantes, Lorca, Gaudí e João Cabral à Portugal de Camões, Fernando Pessoa e da Livraria Lello; do Brasil de Gilberto Freyre às grandes vozes da América Latina e do Caribe, existe um vasto território cultural que continua produzindo beleza, reflexão e diálogo.
É esse universo plural, marcado por encontros, tensões e influências recíprocas, que a Fliporto 2026 pretende celebrar.
*Antônio Campos, Curador Geral das Fliporto Brasil, Portugal e Fliporto Arte, advogado, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras e da ABI - Associação Brasileira de Imprensa. @antoniocampos.adv

Municípios Pernambucanos: Nelson Barbalho - Por Luciano Carvalho Júnior*
20/07/2026
A publicação deste livro é mais um esforço de sua filha Valeria, que após a sua aposentadoria como médica, tem dedicado a divulgação das obras de seu pai. Neste livro Nelson traz pequenos textos com notícias de fatos, personalidades e questões administrativas dos lugares do interior de Pernambuco, no período de 1901 a 1930, em especiais os do Agreste.
Os escritos de Nelson Barbalho são resultados de suas leituras de livros, jornais, periódicos, bem como, da legislação da época. Assuntos interessantes com...
Mais um livro de Nelson Barbalho chegou à praça, para enriquecer a historiografia local. Na última reunião do Centro de Estudos de História Municipal – CEHM, vinculado a Agência CONDEPE/FIDEM, foi lançado o livro: Municípios Pernambucanos, subsídios para sua história, com apresentação de Ígor Cardoso e prefácio do professor José Aragão Bezerra Cavalcanti, dois pesquisadores da história de seus respectivos lugares natal, Garanhuns e Vitória de Santo Antão.
A publicação deste livro é mais um esforço de sua filha Valeria, que após a sua aposentadoria como médica, tem dedicado a divulgação das obras de seu pai. Neste livro Nelson traz pequenos textos com notícias de fatos, personalidades e questões administrativas dos lugares do interior de Pernambuco, no período de 1901 a 1930, em especiais os do Agreste.
Os escritos de Nelson Barbalho são resultados de suas leituras de livros, jornais, periódicos, bem como, da legislação da época. Assuntos interessantes como leis determinando a abertura de estradas de rodagem, ligando as sedes dos vários municípios (hoje não há necessidades para isso), indicações de leis de criação, questões de limites de municípios, trocas de sede, criação e extinção de comarca, com destaque a reforma administrativa do estado criando novos municípios, liderada pelo então governador Estácio de Albuquerque Coimbra. Ficando Pernambuco com oitenta e cinco municípios, no final da década de vinte do século passado. Destaco ainda, vários verbetes sobre as intrigas políticas ocorridas em Canhotinho, quando tudo era resolvido na bala – violência. Nada de diferente do que ocorria no resto do Brasil.
Destas anotações podem sair vários estudos, inclusive, artigos científicos. Pois nada acontece isoladamente. Nelson Barbalho foi um pesquisador social, produziu diversas obras. A sua produção literária decorrente de suas constantes pesquisas é enorme. Deixou publicados cinquenta e um livros, teve mais dezesseis obras publicadas após sua morte. São textos sobre história de cidades, biografias, genealogia e folclore. Ainda tem mais ou menos trinta e cinco livros para serem publicados. Destaco os oitos volumes restantes da Coleção Cronologia Pernambucana (já tem vinte e dois volumes editado pelo CEHM – Agência CONDEPE/FIDEM). Esta é uma obra monumental, juntamente com Nobiliarquia Pernambucana de Borges da Fonseca, Anais Pernambucanos de Pereira da Costa, Dicionário Corográfico, Histórico e Estático de Pernambuco de Sebastião de Vasconcelos Galvão e História da Imprensa Pernambucana de Luiz do Nascimento. Todos importantes para os pesquisadores dos nossos municípios. Pois, constituem fontes indispensáveis aos estudos sobre o período colonial, imperial e republicano da história social, política e administrativa local.
*Luciano Caldas Pereira de Carvalho Júnior, é Advogado. @carvalhojuniorluciano

Da Série – Os Mistérios do Aquém: o sumiço de U$S 1 bilhão da Coroa-Brastel – Por Natanael Sarmento*
20/07/2026
Problema
Problema foi a farra do boi da corrupção, a dilapidar o Erário no final do baile, em 1983. Escândalo conhecido como “Coroa-Brastel”, emblemático, do ciclo militar.
Cartel
O conluio criminal envolvia grandes: empresa de rede de lojas de eletrodoméstico (Brastel), agente financeiro (Coroa), corretora (Laureano) falida e favorecida pela Caixa Econômica Federal (CEF) e o empurrãozinho do alto escalão do Governo Federal.
Eles sabiam
A insolvência e as fraudes eram conhecidas. O mal cheiro do peculato contaminava o ar de Brasília desde 1979. Mas o Banco Central (BC) colocava capim seco por cima para abafar. Lobby de parentes, segundo relatório da CPI. Carlos Langoni do BC...
O General João Baptista Figueiredo, último cavalariço da estrabaria militar de 1964, ufanava-se de preferir o cheiro de cavalo ao do povo. Nada de mais, cada qual com suas preferências e identificações...
Problema
Problema foi a farra do boi da corrupção, a dilapidar o Erário no final do baile, em 1983. Escândalo conhecido como “Coroa-Brastel”, emblemático, do ciclo militar.
Cartel
O conluio criminal envolvia grandes: empresa de rede de lojas de eletrodoméstico (Brastel), agente financeiro (Coroa), corretora (Laureano) falida e favorecida pela Caixa Econômica Federal (CEF) e o empurrãozinho do alto escalão do Governo Federal.
Eles sabiam
A insolvência e as fraudes eram conhecidas. O mal cheiro do peculato contaminava o ar de Brasília desde 1979. Mas o Banco Central (BC) colocava capim seco por cima para abafar. Lobby de parentes, segundo relatório da CPI. Carlos Langoni do BC foi acusado e obviamente, inocentado, não era o mordomo.
Liberação
Mesmo ciente das falcatruas, o Presidente da CEF Gil Gouveia Macieira liberou 2,5 milhões de dinheiro público para o grupo fraudulento, sob condições suspeitíssimas. Também foi declarado inocente, é claro.
Czares da economia
A chave do cofre ficava com o Ministro Antonio Delfim Netto Ministro do Planejamento e chefe da SEPLAN e o Ministro da Fazenda Ernane Galvêas. Se o poeta Manuel Bandeira que sabia bem o valor das amizades com os reis fosse vivo, trocaria Pasárgada por Brasília.
Acima de todos
No topo o ditador João Figueiredo. Com poderes de Cônsul romano para “prender e arrebentar”, dizia. Foi chefe do SNI. Presidente, indica esse time de honestos cidadãos de bem, Ministros e presidentes do BC e da CEF.
Sumiço de US$ 1 bilhão
Enquanto o Banco Central deixava a boiada passar o rombo chegava a US$ 1 bilhão (valores da época). O coice da mula não afastou o cavalo. “Tudo ficou como dantes, no Quartel de Abrantes”.
A engenharia do "Milagre Econômico":
O “holding” fraudulento foi liderado pelos empresários (donos)Ruy Paim Cunha e Abraham Zylbersztajn. O grupo quebra. Para salvar a lavoura, emite títulos, sem valor, com bênçãos do BC. O governo federal não apenas fecha os olhos, abre os cofres da CEF. Milhares de investidores de boa-fé são lesados. A pirâmide pipoca. A vaca vai pro brejo. O prejuízo cai nas costas dos contribuintes brasileiros. Pagarem os débitos e as ações judiciais indenizatórias. É moleza?
Pizza
O cardápio da impunidade da pizza verde oliva fez sucesso. Ernane Galvêas teve a denúncia rejeitada pelo Judiciário, é inocente. Delfim Netto comprou mandato de deputado federal e a Câmara dos Deputados representantes de “nós, o povo” disse "não" à autorização para julgamento. Muito ético. João Figueiredo deixou as baias pedindo que o esquecessem.
O Estado “neutro”?
No Brasil os ricos “condenados” cumprem prisões domiciliar, nos em condomínios de luxo, Nenê Constantino, Collor de Melo, Bolsonaro... O mentor do esquema Coroa-Brastel Assis Paim Cunha foi “condenado” a 8 anos e não cumpriu um dia. Recorreu em liberdade, os crimes prescreverem.
É o bicho
Consta que o Paim Cunha acabou seus dias sob favores da família do bicheiro Castor de Andrade. Saudosista da Oban, do Delegado Fleury, do Brilhante Ustra, Esquadrão da Morte e do Jogo do Bicho cantando e sambando na Marquês de Sapucaí.
Banalização
A ditadura empresarial militar normatizou e banalizou muita corrupção sob brutal repressão, censura e violência. Lembramos para nunca esquecer. Ditadura, nunca mais!
Natanael Sarmento é professor e escritor, integrante do diretório nacional do Partido Unidade Popular Pelo Socialismo.
*Natanael Sarmento é professor e escritor, e integrante do Diretório Nacional da UP. @sarmentonatanael

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.
Para o Dia do Amigo – 20 de Julho - Poema - Por Romero Falcão*
20/07/2026
Vai de táxi, de bike, a pé.
Vai de ônibus, mas vai como puder,
sem pudor, com ardor e fé.
Amigo, amanhã é muito longe.
Pode não haver tempo nem para o cônjuge.
Amigo, a infecção, a bala, o pulmão,
o vírus, o desastre, o derrame, o coração
podem levar o nosso amigo
para o abrigo da recordação.
Amigo, larga essa amizade virtual.
Faz dos teus amigos um show ao vivo,
uma turnê nacional.
Celebra o canto, decanta o encontro,
evapora o gás da desavença,
refaz a química da presença,
como a doce cana do canavial.
Amigo é construção artesanal.
Amigo, guarda o meu poema:
uma taça trêmula,
um brinde espiritual.
*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda
Amigo, vai visitar o teu amigo.
Vai de táxi, de bike, a pé.
Vai de ônibus, mas vai como puder,
sem pudor, com ardor e fé.
Amigo, amanhã é muito longe.
Pode não haver tempo nem para o cônjuge.
Amigo, a infecção, a bala, o pulmão,
o vírus, o desastre, o derrame, o coração
podem levar o nosso amigo
para o abrigo da recordação.
Amigo, larga essa amizade virtual.
Faz dos teus amigos um show ao vivo,
uma turnê nacional.
Celebra o canto, decanta o encontro,
evapora o gás da desavença,
refaz a química da presença,
como a doce cana do canavial.
Amigo é construção artesanal.
Amigo, guarda o meu poema:
uma taça trêmula,
um brinde espiritual.
*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda

O Instituto Cervantes, instituição oficial do Governo da Espanha no Brasil, firma parceria com a Fliporto Brasil 2026 - Por Antônio Campos*
20/07/2026
A Fliporto Brasil segue reunindo importantes instituições, escritores e leitores em uma celebração da cultura, do conhecimento e da diversidade.
Nos encontramos na Fliporto Brasil 2026!
*Antônio Campos, Curador Geral da Fliporto, advogado, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras e da ABI - Associação Brasileira de Imprensa. @antoniocampos.adv
A parceria reforça o caráter internacional da Festa Literária, promovendo o encontro entre culturas, a valorização da língua espanhola e o intercâmbio de ideias por meio da literatura.
A Fliporto Brasil segue reunindo importantes instituições, escritores e leitores em uma celebração da cultura, do conhecimento e da diversidade.
Nos encontramos na Fliporto Brasil 2026!
*Antônio Campos, Curador Geral da Fliporto, advogado, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras e da ABI - Associação Brasileira de Imprensa. @antoniocampos.adv