Eu gosto de ser mulher – Coluna Semanal por Sarita Tabatchnik* - O que faz mesmo uma "Mulher Estilosa"?
03/04/2024 - Jornal o Poder
Segunda pele
Uma mulher cheia de charme e estilo, faz de tudo que usa, sua segunda pele, ou seja, se sente à vontade e segura, como se sua roupa não lhe pesasse no corpo. Uma estilosa está sempre chique, mesmo vestindo jeans, T-Shirts e havaianas. Se assume, se aceita, é um pouco misteriosa, mas cheia de boas energias!
Receita de bolo
Parece uma receita de bolo, hein, meninas? Mas observem, sempre quando uma mulher ent...
Segunda pele
Uma mulher cheia de charme e estilo, faz de tudo que usa, sua segunda pele, ou seja, se sente à vontade e segura, como se sua roupa não lhe pesasse no corpo. Uma estilosa está sempre chique, mesmo vestindo jeans, T-Shirts e havaianas. Se assume, se aceita, é um pouco misteriosa, mas cheia de boas energias!

Receita de bolo
Parece uma receita de bolo, hein, meninas? Mas observem, sempre quando uma mulher entra maravilhosa num salão e todos se voltam para olhar, percebam que não é bem o sapato, a roupa, ou o cabelo da moda que são olhados e sim todo o conjunto da obra.
O que as pessoas olham e sentem é que ela é dona absoluta de seu estilo!
Os cabelos no estilo
Aqui em Israel, os cabelos são um assunto muito importante. Noventa por cento das meninas pequenas daqui têm cabelos longos, seguem assim pela adolescência, se casam, têm filhos e 80% seguem realmente de cabelos longos, lisos ou encaracolados. Se tornam avós seguindo 70% com suas longas madeixas, muitas vezes presos em coques elegantes.
Muito estilosos os cabelos daqui e muito valorizados no estilo da mulher oriental. Lembrei quando era adolescente uma amiga que me dizia que aos 40 anos, no máximo, deveria ter cabelos curtos, realmente uma grande bobagem.
Os cabelos são grande parte do estilo de uma mulher, curtos ou longos sempre realmente de acordo como a mulher se sente, bonita e muito estilosa.

Não copie, crie para você
Jamais use o estilo das outras, mas crie para você seu estilo real e natural, aquele te deixa à vontade e lembre-se sempre, a moda passa a cada nova "moda", já o estilo é atemporal.
*Sarita Tabatchnik
Consultora de Imagem, Estilo e Customização. E cronista do dia-a-dia feminino.
Ela é pernambucana e vive em Israel
https://www.instagram.com/saritatabatchnick/
Leia outras informações
Receita anunciou hoje que Arrecadação Federal somou R$ 222 bilhões em fevereiro. Recorde desde 1995
24/03/2026
Arrecadação No Bimestre
No 1º bimestre de 2026, a arrecadação federal somou R$ 550,1 bilhões, em valores corrigidos pela inflação. Essa quantia é recorde na série histórica, iniciada em 1995. A receita subiu 4,4% no período em relação ao mesmo intervalo de tempo de 2025.
Receitas administradas e IOF
As receitas administradas pelo Fisco totalizaram R$ 215,2 bilhões em fevereiro, com alta de 6,17% em comparação com o mesmo mês do ano passado em termos reais. As receitas administradas por outros órgãos somaram R$ 7,19 bilhões, com queda de 7,46% ante fevereiro de 2025. A arrecadação federal foi potencializada com o IOF, Im...
A arrecadação federal somou R$ 222,1 bilhões em fevereiro, divulgou hoje, 24/03, a Receita Federal. O valor foi recorde para o mês na série histórica, iniciada em 1995. A arrecadação federal subiu 5,68% em fevereiro em relação ao mesmo mês de 2025, considerados os valores corrigidos pela inflação.
Arrecadação No Bimestre
No 1º bimestre de 2026, a arrecadação federal somou R$ 550,1 bilhões, em valores corrigidos pela inflação. Essa quantia é recorde na série histórica, iniciada em 1995. A receita subiu 4,4% no período em relação ao mesmo intervalo de tempo de 2025.
Receitas administradas e IOF
As receitas administradas pelo Fisco totalizaram R$ 215,2 bilhões em fevereiro, com alta de 6,17% em comparação com o mesmo mês do ano passado em termos reais. As receitas administradas por outros órgãos somaram R$ 7,19 bilhões, com queda de 7,46% ante fevereiro de 2025. A arrecadação federal foi potencializada com o IOF, Imposto sobre Operações Financeiras. A receita totalizou R$ 8,7 bilhões em fevereiro, com alta de 35,7% ante o mesmo mês de 2025.
IRRF
O IRRF, Imposto de Renda Retido na Fonte, com rendimentos de capital somou R$ 11,6 bilhões em fevereiro. A Receita Federal disse que houve uma alta de 19,4% em relação ao mesmo mês de 2025, principalmente por causa dos títulos de renda fixa (53,7%). O Fisco também contabilizou alta do IPI, Imposto sobre Produtos Industrializados, no mês: de R$ 4,1 bilhões em 2025 para R$ 4,5 bilhões em 2026. A alta foi de 10,0%.

O que diz a Receita Federal
A Receita Federal disse que o comportamento dos principais indicadores macroeconômicos impacta a arrecadação. Além disso, o aumento das alíquotas do IOF em 2025 contribuiu para a expansão dos recursos do governo. O Fisco declarou que a atividade econômica do setor de serviços contribuiu para a maior arrecadação do PIS, Programa de Integração Social, e do Cofins, Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social, em fevereiro. Ambos os tributos somaram R$ 47,7 bilhões em arrecadação, uma alta de 8,45% no mês. A meta fiscal de 2026 é de um superavit primário de R$ 34 bilhões, o que equivale a 0,25% do PIB, Produto Interno Bruto. O Orçamento de 2026 prevê um saldo positivo de R$ 34,5 bilhões neste ano. A banda da meta permite resultado 0,25 ponto percentual menor, ou seja, o intervalo de tolerância é de 0% do PIB.
Quem Mela de Suor a Camisa da Seleção Brasileira? - Crônica - Por, Romero Falcão*
24/03/2026
Bola de Borracha e Trave de Tijolo
Aos dez anos, com a canhota, tentava imitar o elástico de Rivellino e as investidas de Marinho Chagas, que se assemelhavam ao carrossel holandês — o time da Holanda. No imaginário, vestia a camisa do genial Cruyff e calçava a elegante chuteira de Beckenbauer. Na rua de terra, bola de borracha e trave de tijolo, a meninada fazia a Copa do Mundo de 1974.
Rosto, Toque, Intimidade
Até a Copa de 1982, sabíamos todos os nomes dos jogadores — não só da Seleção canarinha, mas também do escrete da Itália, da Alemanha e da Argentina. Desde a formação de 70, com Zagallo, até 82, com Telê Santana, qualquer dona de casa, caixa de supermercado, moça d...
É gol de Pelé, meu filho — papai joga a cria para o alto e segura nos braços: um pedaço de carne de seis anos. Foi assim que tive o primeiro contato com a mítica Seleção brasileira na Copa de 70 e a magia das quatro letras: Pelé.

Bola de Borracha e Trave de Tijolo
Aos dez anos, com a canhota, tentava imitar o elástico de Rivellino e as investidas de Marinho Chagas, que se assemelhavam ao carrossel holandês — o time da Holanda. No imaginário, vestia a camisa do genial Cruyff e calçava a elegante chuteira de Beckenbauer. Na rua de terra, bola de borracha e trave de tijolo, a meninada fazia a Copa do Mundo de 1974.
Rosto, Toque, Intimidade
Até a Copa de 1982, sabíamos todos os nomes dos jogadores — não só da Seleção canarinha, mas também do escrete da Itália, da Alemanha e da Argentina. Desde a formação de 70, com Zagallo, até 82, com Telê Santana, qualquer dona de casa, caixa de supermercado, moça do balcão da loja decorava o nome do goleiro ao centroavante. Porque o verde e amarelo tinham rosto, toque, intimidade.
Agora, Você me Pegou
Ontem fiz um teste: perguntei a um colega que acompanha futebol que me dissesse os jogadores de ataque do técnico Ancelotti.
— Eita, agora você me pegou.
— Sabe, não estou acompanhando a Seleção brasileira.
Globalização do Futebol
Cá com as minhas bolas de borracha, o que aconteceu? A globalização do futebol contribuiu para a perda de identidade? Não há mais um jogador de estimação? A rotatividade de técnicos e de atletas alargou o fosso entre torcida e jogadores? Gramado mais internacional, menos quintal. Hoje, não há mais artista compondo canção para os ídolos da galera. Gilberto Gil fez: "Prezado amigo Afonsinho, eu continuo aqui mesmo aperfeiçoando o imperfeito". Jorge Bem foi de "Fio Maravilha nós gostamos de você, Fio Maravilha faz mais um pra gente ver"
Meta Empresarial
O futebol bonito de ver e cantar, lapidado, de alta categoria e qualidade técnica foi tomando um feitio de resultado, menos romântico, menos orgânico, mais empresarial, pragmático, cuja meta precisa ser batida — ainda que não bata na memória, por exemplo, o nome do camisa meia- dúzia do Brasil? A propósito, leitor: faltam menos de três meses para a Copa do Mundo de 2026, e você sabe quem melará de suor a camisa do hexacampeonato?

Imediatismo em Detrimento do Duradouro
Talvez o buraco seja mais embaixo — o reflexo do mundo líquido de Bauman, em que o sólido virou líquido: as relações de amizade, de amor e afeto; os esteios e as paredes desmoronaram. Um mundo em que as construções humanas se tornaram frágeis, voláteis, descartáveis. Não será o futebol também efeito dessa perspectiva que exalta o imediatismo em detrimento do duradouro?
Uma pena que Nelson Rodrigues e Armando Nogueira não atinjam mais os jornais com a pena em punho.
*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder.
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

Adeus, Juca de Oliveira! - Por, Eduardo Albuquerque*
24/03/2026
Mais que profissão, vocação sim
Ator, autor, diretor, como se esmerou
Des’artes, logo cedo se assenhorou
Dominou-as, com humildade, enfim
Havemos de lembrar vezes mil
“Santiago”, “Dr. Albieri”, “João Gibão”
“Saramandaia”, “O Clone”, “Av. Brasil”
“Baixa Sociedade”, “Os Ossos do Barão”
Há lágrimas em nossos olhos
Arfa, sofre, dói nosso coração
O espelho, ei-lo, escureceu
O cinema, o teatro, emudeceu
Do astro-master, agora saudosos
A indesejada das gentes em ação!
*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor.
Homenageando o Grande Juca de Oliveira
Mais que profissão, vocação sim
Ator, autor, diretor, como se esmerou
Des’artes, logo cedo se assenhorou
Dominou-as, com humildade, enfim
Havemos de lembrar vezes mil
“Santiago”, “Dr. Albieri”, “João Gibão”
“Saramandaia”, “O Clone”, “Av. Brasil”
“Baixa Sociedade”, “Os Ossos do Barão”

Há lágrimas em nossos olhos
Arfa, sofre, dói nosso coração
O espelho, ei-lo, escureceu
O cinema, o teatro, emudeceu
Do astro-master, agora saudosos
A indesejada das gentes em ação!
*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor.

Entre o tempo e o mesmo: sobre o que em nós resiste a amadurecer, por Jorge Henrique de Freitas Pinho*
24/03/2026
1. Preâmbulo — O reencontro com o que permanece
Recentemente, ao abrir o Facebook, deparei-me com textos escritos por alguém que conheci ainda na juventude, quando a vida se apresentava como horizonte aberto e a consciência ainda não havia sido plenamente convocada pela experiência.
Não se tratava apenas de reler palavras antigas, mas de reencontrar, através delas, o próprio tempo.
O que se revelou, contudo, não foi a marca da passagem, mas a sua ausência. Os textos permaneciam.
E, ao permanecerem, indicavam algo mais profundo que o simples estilo: uma continuidade que aparentava não haver sido verdadeiramente atravessada pela vida.
2. A inquietação — quando o tempo não atravessa
O incômodo não residia apenas na fragilidade estética, nas rimas previsíveis ou na recorrência de imagens já ga...
O tempo não transforma ninguém. Apenas revela aquilo que cada um decide não enfrentar.
1. Preâmbulo — O reencontro com o que permanece
Recentemente, ao abrir o Facebook, deparei-me com textos escritos por alguém que conheci ainda na juventude, quando a vida se apresentava como horizonte aberto e a consciência ainda não havia sido plenamente convocada pela experiência.
Não se tratava apenas de reler palavras antigas, mas de reencontrar, através delas, o próprio tempo.
O que se revelou, contudo, não foi a marca da passagem, mas a sua ausência. Os textos permaneciam.
E, ao permanecerem, indicavam algo mais profundo que o simples estilo: uma continuidade que aparentava não haver sido verdadeiramente atravessada pela vida.
2. A inquietação — quando o tempo não atravessa
O incômodo não residia apenas na fragilidade estética, nas rimas previsíveis ou na recorrência de imagens já gastas pela repetição. Esses elementos, embora evidentes, pertencem à superfície.
O que inquietava era a percepção de que o tempo, embora transcorrido, não havia operado transformação. Havia continuidade, mas não havia transfiguração.
Como se a experiência tivesse sido vivida, mas não assimilada em sua inteireza; como se os anos tivessem sido acumulados, mas não verdadeiramente integrados.
E essa distinção não é apenas descritiva. É ontológica.
3. O limite do julgamento — a recusa da simplificação
Diante de tal percepção, a tentação imediata consiste em reduzir o outro a uma fórmula, encerrando sua complexidade em um juízo rápido que alivie o desconforto da análise.
Mas esse movimento, embora sedutor, compromete a própria inteligência do olhar.
Reduzir o outro é sempre mais fácil do que compreender o fenômeno que ele encarna.
E, quando o fazemos, não esclarecemos a realidade. Apenas a tornamos menor do que ela é — e, ao fazê-lo, empobrecemos também o nosso próprio olhar.
4. O fenômeno — a permanência como forma de estagnação
O que se delineia não é um caso isolado, mas um traço recorrente da condição humana: a possibilidade de atravessar o tempo sem permitir que ele nos atravesse.
Aristóteles já advertia que possuir uma potência não equivale a realizá-la. Hegel demonstrou que a experiência só se torna verdade quando elevada à consciência. Viktor Frankl recordou que a vida não nos pergunta o que esperamos dela, mas o que ela espera de nós.
Em todos esses caminhos, há uma exigência comum: transformar experiência em consciência.
Sem essa mediação, o tempo deixa de ser formação e passa a ser apenas duração — uma sucessão de instantes que não se convertem em sentido.
5. O espelho — quando o outro revela o que em nós resiste
É neste ponto que a análise se desloca do exterior para o interior.
Na tradição cabalística, há uma intuição decisiva: aquilo que nos inquieta no outro não é apenas algo que vemos fora, mas algo que, de algum modo, encontra ressonância em nós. O outro não é apenas objeto de observação. É também espelho.
A inquietação, portanto, não é acidental. Ela é indicativa.
Aquilo que nos provoca pode revelar zonas ainda não trabalhadas, formas mais sutis de repetição, ou mesmo aspectos que, em nós, permanecem à margem da consciência.
Não se trata de equivalência entre trajetórias. Trata-se de reconhecimento estrutural: o incômodo verdadeiro raramente é puramente externo.
E, quando compreendido, ele deixa de ser acusação e se transforma em possibilidade de consciência.
6. O retorno à essência — onde a análise se torna existencial
Seria confortável manter essa reflexão no plano do outro. Mas a honestidade exige outro movimento.
Há, em cada um de nós, zonas de permanência que resistem à transformação. Estruturas que se repetem, convicções que se cristalizam, formas de ver o mundo que permanecem mesmo quando já deveriam ter sido revisitadas.
O tempo passa. Mas nem tudo em nós aceita passar com ele.
E é nesse ponto que a reflexão deixa de ser observação e se converte em responsabilidade interior.
7. A tensão ontológica — entre estabilidade e abertura
A vida humana se move na tensão permanente entre dois polos: a busca por estabilidade e a abertura ao imponderável. A estabilidade organiza, protege, confere identidade. O imponderável desinstala, desafia, exige reconstrução.
Quando a estabilidade se absolutiza, ela deixa de sustentar e passa a cristalizar. O indivíduo preserva sua forma, mas perde sua possibilidade de transformação.
Transformar-se exige consentir com o risco de rever-se. Exige permitir que a experiência não apenas nos atravesse, mas nos modifique.
Sem esse movimento, a existência se repete sob a aparência de continuidade — e, por isso mesmo, de falsa evolução.
8. Síntese — o risco silencioso da repetição
O problema, ao final, não é estético. Não é a rima, nem a forma, nem o estilo. Tudo isso é derivado.
O verdadeiro risco é mais profundo e mais silencioso: é a repetição de si.
É viver anos sucessivos sem verdadeira assimilação do vivido. É permanecer funcional, ativo, até produtivo — mas internamente inalterado.
O tempo, por si só, não eleva.
Ele apenas expõe — e, por vezes, expõe com severidade aquilo que preferimos não ver.
9. Epílogo — a pergunta que a vida faz
O que começou como uma leitura circunstancial se transforma, inevitavelmente, em interrogação.
Não mais sobre o outro.
Mas sobre todos nós.
E talvez a forma mais honesta de sustentar essa pergunta não seja acusar, mas aprender a escutar: o que a vida está tentando me ensinar com isso?
Porque amadurecer não é apenas mudar ao longo do tempo.
É aprender a ler o sentido daquilo que o tempo nos mostra — inclusive quando ele se manifesta através do outro.
No limite, não somos aquilo que o tempo fez de nós, mas aquilo que conseguimos compreender a partir dele.
10. Pós-escrito — sobre a permanência e a depuração
Ao revisitar meus próprios cadernos, escritos aos dezesseis anos, fui tomado por uma percepção que, à primeira vista, poderia parecer desconcertante: muito do que ali estava permanece em mim.
As inquietações, os temas, certas intuições fundamentais já se encontravam, de algum modo, delineados. O tempo não alterou a essência. Apenas a tornou mais visível — e, talvez, mais exigente.
Isso poderia sugerir ausência de mudança. Mas talvez a questão não esteja na essência que permanece, e sim na forma como ela é trabalhada.
Se algo se transformou, foi menos o núcleo e mais o modo de lidar com ele. Houve, ao longo do caminho, uma depuração do olhar, um refinamento do gosto, uma tentativa — ainda incompleta — de distinguir o imediato do essencial.
Como ensina Lúcia Helena Galvão, educar o olhar é também educar o juízo. E, nesse sentido, amadurecer talvez não signifique abandonar aquilo que somos, mas aprender a reconhecer, com maior precisão, aquilo que em nós deve permanecer — e aquilo que precisa ser deixado para trás.
O tempo não nos recria.
Mas nos convoca, incessantemente, a participar da própria lapidação.
(*) O autor é advogado, Procurador do Estado aposentado, ex-Procurador-Geral do Estado do Amazonas e membro da Academia de Ciências e Letras Jurídicas do Amazonas.

Plenário físico do STF vai julgar prorrogação da CPMI do INSS no dia 26
24/03/2026
Decisão
Em decisão proferida ontem, segunda-feira (23/03), Mendonça entendeu ser inconstitucional o que chamou de “omissão deliberada” da Mesa Diretora e da Presidência do Congresso em deixar de receber e de promover a leitura da prorrogação dos trabalhos da comissão.
Transferiu
Hoje, terça-feira (24/03), Mendonça transferiu o julgamento do plenário virtual para o plenário físico da Corte. A decisão do ministro previa, em um primeiro momento, de maneira equivocada, a remessa do caso para a Segunda Turma do STF. Minutos depois, Mendonça corrigiu seu despacho e informou que o julgamento seria realizado no plenário virtual, seguindo o que prevê o regimento interno.
O plenário
O plenário do STF se...
O plenário físico do STF (Supremo Tribunal Federal) vai julgar, na próxima quinta-feira (26/03), se referenda a decisão do ministro André Mendonça sobre a prorrogação da CPMI do INSS.
Decisão
Em decisão proferida ontem, segunda-feira (23/03), Mendonça entendeu ser inconstitucional o que chamou de “omissão deliberada” da Mesa Diretora e da Presidência do Congresso em deixar de receber e de promover a leitura da prorrogação dos trabalhos da comissão.
Transferiu
Hoje, terça-feira (24/03), Mendonça transferiu o julgamento do plenário virtual para o plenário físico da Corte. A decisão do ministro previa, em um primeiro momento, de maneira equivocada, a remessa do caso para a Segunda Turma do STF. Minutos depois, Mendonça corrigiu seu despacho e informou que o julgamento seria realizado no plenário virtual, seguindo o que prevê o regimento interno.
O plenário
O plenário do STF se reúne às quartas e quintas-feiras, para discutir e debater os processos em uma sessão televisionada.
Pernambuco inicia vacinação contra influenza para grupos prioritários neste sábado
24/03/2026
As doses
O estado recebeu 812 doses do Ministério da Saúde e vai começar a estratégia com a imunização de grupos prioritários.
Os casos
Atualmente, o estado contabiliza 885 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) - 138 deles por influenza -, e destaca o crescimento recente das notificações na Semana Epidemiológica 10.
A campanha
A campanha de vacinação contra a influenza 2026 segue até 30 de maio. Considerado trivalente, o imunizante oferta proteção contra três cepas do vírus: i...
Com alta nos casos de doenças respiratórias, Pernambuco inicia , no próximo sábado (28/03), a Estratégia de Vacinação contra a Influenza 2026 em todo o Estado. A data marca o lançamento da campanha e o início da mobilização para ampliar a cobertura vacinal entre os grupos prioritários, com vacinação realizada simultaneamente nos municípios pernambucanos.
As doses
O estado recebeu 812 doses do Ministério da Saúde e vai começar a estratégia com a imunização de grupos prioritários.
Os casos
Atualmente, o estado contabiliza 885 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) - 138 deles por influenza -, e destaca o crescimento recente das notificações na Semana Epidemiológica 10.
A campanha
A campanha de vacinação contra a influenza 2026 segue até 30 de maio. Considerado trivalente, o imunizante oferta proteção contra três cepas do vírus: influenza A (H1N1 e H3N2) e influenza B.
"Para a estratégia deste ano, a SES-PE estima imunizar 3.701.610 pessoas pertencentes aos grupos prioritários. A meta é vacinar, pelo menos, 90% de cada um dos grupos", destacou a pasta.
A distribuição
De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE), a distribuição das doses para os municípios pernambucanos começou na madrugada da segunda-feira (23/03).
Período de sazonalidade
A SES-PE informa que o estado vivencia o período de sazonalidade de vírus respiratórios, que segue até o mês de agosto, quando historicamente há aumento da circulação da influenza, Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e rinovírus.
O Poder

Receita abre consulta a lote da malha fina do Imposto de Renda
24/03/2026
O lote
O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores. Ao todo, 87.440 contribuintes receberão R$ 300 milhões. Neste lote, todo o dinheiro será para contribuintes com prioridade no reembolso.
As restituições
As restituições estão distribuídas da seguinte forma:?47.817 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix; 25.028 contribuintes de 60 a 79 anos; 6.649 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério; ???4.566 contribuintes acima de 80 anos;e ?3.380 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave.
A consulta
A consulta pode ser feita na página da...
Cerca de 87 mil contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com o Fisco podem saber se receberão restituição. A Receita Federal já liberou a consulta ao lote da malha fina de março.
O lote
O lote também contempla restituições residuais de anos anteriores. Ao todo, 87.440 contribuintes receberão R$ 300 milhões. Neste lote, todo o dinheiro será para contribuintes com prioridade no reembolso.
As restituições
As restituições estão distribuídas da seguinte forma:?47.817 contribuintes que usaram a declaração pré-preenchida e/ou optaram simultaneamente por receber a restituição via Pix; 25.028 contribuintes de 60 a 79 anos; 6.649 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério; ???4.566 contribuintes acima de 80 anos;e ?3.380 contribuintes com deficiência física ou mental ou doença grave.
A consulta
A consulta pode ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no botão “Consultar a Restituição”.
Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.
Pagamento
O pagamento será feito em 31 de março, na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda.
Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina.
Irã lança mísseis contra Israel após declarações de Trump sobre negociações
24/03/2026
Autoridades
Três autoridades israelenses de alto escalão, falando sob condição de anonimato, disseram que Trump parecia determinado a fechar um acordo, mas consideravam altamente improvável que o Irã aceitasse as exigências dos EUA em qualquer nova rodada de negociações.
Após o comentário de Trump no Truth Social na segunda-feira (23), o Irã declarou que nenhuma negociação havia sido realizada até então.
Conversou
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que conversou com Trump menos de 48 horas antes do início da guerra entre os dois países, deve convocar uma reunião de autoridades de segurança p...
O Irã lançou ondas de mísseis contra Israel hoje, terça-feira (24/03), segundo as Forças Armadas israelenses, um dia depois de o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que houve conversações “muito boas e produtivas” com o objetivo de encerrar o conflito no Oriente Médio.
Autoridades
Três autoridades israelenses de alto escalão, falando sob condição de anonimato, disseram que Trump parecia determinado a fechar um acordo, mas consideravam altamente improvável que o Irã aceitasse as exigências dos EUA em qualquer nova rodada de negociações.
Após o comentário de Trump no Truth Social na segunda-feira (23), o Irã declarou que nenhuma negociação havia sido realizada até então.
Conversou
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que conversou com Trump menos de 48 horas antes do início da guerra entre os dois países, deve convocar uma reunião de autoridades de segurança para analisar a proposta de acordo com o Irã, segundo duas autoridades israelenses de alto escalão.
Afirmou
Uma autoridade paquistanesa afirmou que conversações diretas podem ocorrer em Islamabad ainda nesta semana.
Os Estados Unidos e Israel lançaram ataques contra o Irã em 28 de fevereiro, após afirmarem que não conseguiram avançar nas negociações para encerrar o programa nuclear iraniano, embora Omã, mediador do processo, tenha relatado progresso significativo.
A crise
A crise se intensificou em toda a região. O Irã atacou países que abrigam bases norte-americanas, atingiu importantes instalações de energia e praticamente bloqueou o Estreito de Ormuz, passagem por onde circula cerca de um quinto do petróleo e do gás natural liquefeito do mundo.
Sirenes de ataque aéreo soam em Tel Aviv
Mísseis
Nesta terça-feira (24), mísseis iranianos dispararam sirenes de alerta aéreo na maior cidade de Israel, Tel Aviv, onde um prédio de apartamentos de vários andares sofreu aberturas no teto e nas fachadas. Não ficou claro de imediato se os danos foram causados por impactos diretos ou por destroços de interceptações.
Buscava civis
O Serviço de Bombeiros e Resgate de Israel afirmou que buscava civis presos em um prédio e encontrou pessoas abrigadas em outro edifício danificado.
As Forças Armadas de Israel informaram que seus caças realizaram uma grande ofensiva no centro de Teerã ontem, segunda-feira (23/03), atingindo centros de comando, incluindo instalações ligadas à inteligência da Guarda Revolucionária Islâmica e ao Ministério da Inteligência.
Lançado programa para reduzir impacto de chuvas e alagamentos no Recife
24/03/2026
Os recursos
Segundo a gestão, cerca de um terço dos recursos será destinado a obras e serviços na bacia do Rio Tejipió, na Zona Oeste. A região concentra alguns dos principais pontos críticos de drenagem da capital.
As obras
Entre as obras previstas está a construção de cinco reservatórios com sistema de bombeamento no bairro da Imbiribeira, na Zona Sul. A previsão é que as intervenções sejam concluídas até março de 2027.
Laje
Para reduzir os alagamentos nas Avenidas Recife, Do...
Uma ação preventiva. Um pacote de investimento de R$ 381 milhões foi anunciado ontem, segunda-feira (23/03), pelo prefeito João Campos (PSB), para minimizar os impactos das chuvas no Recife. O anúncio das novas ações foi feito na sede do Centro de Operações (COP), no Centro da cidade. O espaço monitora o trabalho integrado de 13 secretarias e órgãos municipais durante o período chuvoso.
Os recursos
Segundo a gestão, cerca de um terço dos recursos será destinado a obras e serviços na bacia do Rio Tejipió, na Zona Oeste. A região concentra alguns dos principais pontos críticos de drenagem da capital.
As obras
Entre as obras previstas está a construção de cinco reservatórios com sistema de bombeamento no bairro da Imbiribeira, na Zona Sul. A previsão é que as intervenções sejam concluídas até março de 2027.
Laje
Para reduzir os alagamentos nas Avenidas Recife, Dois Rios e Dom Helder, foi anunciada a implantação de uma laje estaqueada, ou seja, uma estrutura construída sobre estacas para dar suporte ao sistema de drenagem, na saída do bairro do Ibura, também na Zona Sul.
Também deve ser construído um dique de contenção com comportas na comunidade Dancing Days e na Avenida Recife, ambas na Imbiribeira. Com as intervenções, a expectativa é de que a mobilidade melhore na cidade, que, ano após ano, sofre com os alagamentos.
Exemplos
No evento, o prefeito João Campos (PSB) citou como exemplo os alagamentos frequentes nas avenidas Recife e Mascarenhas de Moraes. Segundo ele, a solução exige um conjunto de intervenções, e não apenas ações pontuais nas vias.
"São casos clássicos de grandes vias da cidade que sofrem nos dias de chuva. Não tem como resolver a drenagem se você só fizer a obra da avenida. Você precisa garantir grandes reservatórios, sistemas de bombeamento, canais sendo feitos e refeitos nessas áreas para garantir que a drenagem vai funcionar", disse.
O Poder
Rota Caminhos do Frio comemora 20 anos e prepara programação especial para celebrar as tradições paraibanas
24/03/2026
O lançamento
A Rota que valoriza a riqueza cultural do Brejo paraibano e este ano completa 20 anos, será lançada no dia 06 de abril, às 16h, em Alagoa Nova. O evento contará com a presença das 10 cidades que integram a Rota, além da imprensa e convidados. Este ano, a Rota Cultural será realizada dia 02 de julho a 06 de setembro no Brejo Paraibano.
As cidades
Areia, Piloes, Matinhas, Solanea, Serraria, Borborema, Remigio, Bananeiras, Alagoa Grande e Alagoa Nova se unem para transbordar a cultura regional através das artes, música e gastronomia.
A exemplo das edições anteriores, todos as 10 cidades contarão com uma programação cultural que oferece aos visitantes músic...
Frio, cultura e arte. Uma viagem pelas riquezas do Brejo paraibano. Visitas a engenhos e casarões antigos. Paisagens deslumbrantes. E muita música com artistas locais e nacionais. A Rota Cultural Caminhos do Frio já tem data para lançamento.
O lançamento
A Rota que valoriza a riqueza cultural do Brejo paraibano e este ano completa 20 anos, será lançada no dia 06 de abril, às 16h, em Alagoa Nova. O evento contará com a presença das 10 cidades que integram a Rota, além da imprensa e convidados. Este ano, a Rota Cultural será realizada dia 02 de julho a 06 de setembro no Brejo Paraibano.
As cidades
Areia, Piloes, Matinhas, Solanea, Serraria, Borborema, Remigio, Bananeiras, Alagoa Grande e Alagoa Nova se unem para transbordar a cultura regional através das artes, música e gastronomia.
A exemplo das edições anteriores, todos as 10 cidades contarão com uma programação cultural que oferece aos visitantes música, artes cênicas, gastronomia, trilhas e experiências nos engenhos.
Destacou
O presidente do Fórum de Turismo do Brejo, Josenildo Fernandes, destacou que a rota já é um produto consolidado e reconhecido nacionalmente, elevando o nome da Paraíba através da região do Brejo.
Programação
Este ano o Caminhos do Frio completa 20 anos, e o Fórum, segundo ele, está preparando uma programação especial com homenagem às pessoas que iniciaram o projeto.
A realização
A Rota Cultural é realizada pelo Forum de Turismo do Brejo e tem o apoio do Governo do Estado, Banco do Nordeste, Sebrae, Fecomércio, IFPB e UFPB.
Preservando a cultura
Preservando a cultura local valorizando o turismo sustentável, o evento que se estende pela região do Brejo visa capacitar a população e atrair turistas na região mais fria do estado neste período.
Severino Lopes
O Poder
