Renegociação de dívidas pelo Desenrola é prorrogada até 20 de maio, também, em plataforma do Serasa
03/04/2024 - Jornal o Poder
Acesso às ofertas
Com a extensão da data, consumidores de todo o Brasil podem acessar as ofertas pelos canais oficiais do Serasa Limpa Nome, via site ou aplicativo, para garantir o nome limpo ainda neste semestre. Conforme informações da Fazenda, desde o início de março, com a realização do MegaFeirão Serasa e Desenrola, mais de 3,6 milhões de acordos foram fechados no país. Somente nos Correios foram contabilizados 233 mil atendimentos presenciais nas agências até a última quinta-feira (28/03).
700 empresas parceiras<...
Acesso às ofertas
Com a extensão da data, consumidores de todo o Brasil podem acessar as ofertas pelos canais oficiais do Serasa Limpa Nome, via site ou aplicativo, para garantir o nome limpo ainda neste semestre. Conforme informações da Fazenda, desde o início de março, com a realização do MegaFeirão Serasa e Desenrola, mais de 3,6 milhões de acordos foram fechados no país. Somente nos Correios foram contabilizados 233 mil atendimentos presenciais nas agências até a última quinta-feira (28/03).
700 empresas parceiras
Os números, conforme o mais recente balanço, incluem dívidas relativas ao Programa Desenrola e outras negociações com as 700 empresas parceiras do mutirão, tais como bancos, securitizadoras, varejo, operadoras de telefonia e contas básicas, como água, luz e gás. Ao todo, foram concedidos cerca de R$ 18,9 bilhões em descontos.
Canal digital
A partir da prorrogação, os consumidores podem aproveitar o Programa Desenrola de forma fácil e rápida pela plataforma digital da Serasa. Em minutos, os usuários conseguem verificar se têm ofertas e ser redirecionados para o site do programa, em que é possível consultar as dívidas e realizar os pagamentos
Leia outras informações
Donald Trump afirma que EUA podem precisar atacar Irã novamente
19/05/2026
Prazo de Trump
O presidente americano disse que os líderes iranianos estão implorando por um acordo, mas que um novo ataque dos EUA ocorreria nos próximos dias caso uma resolução não seja alcançada. "Bem, quero dizer, estou falando de dois ou três dias, talvez sexta, sábado, domingo, algo assim, talvez no início da próxima semana, um período limitado de tempo, porque não podemos permitir que eles desenvolvam uma nova arma nuclear."
Trump: "fizeram muitos progressos" nas negociações
Trump escreveu ontem na rede Truth Social que adiou o ataque depois que os líderes dos Emirados Árabes Unidos, da Arábi...
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse hoje, terça-feira, 19/05, que os Estados Unidos podem precisar atacar o Irã novamente e que estava a apenas uma hora de decidir sobre o ataque antes de adiá-lo. "Eu estava a uma hora de tomar a decisão de atacar hoje", afirmou Trump a repórteres na Casa Branca.
Prazo de Trump
O presidente americano disse que os líderes iranianos estão implorando por um acordo, mas que um novo ataque dos EUA ocorreria nos próximos dias caso uma resolução não seja alcançada. "Bem, quero dizer, estou falando de dois ou três dias, talvez sexta, sábado, domingo, algo assim, talvez no início da próxima semana, um período limitado de tempo, porque não podemos permitir que eles desenvolvam uma nova arma nuclear."

Trump: "fizeram muitos progressos" nas negociações
Trump escreveu ontem na rede Truth Social que adiou o ataque depois que os líderes dos Emirados Árabes Unidos, da Arábia Saudita e do Catar o pediram para esperar, na esperança de avançar nas negociações para uma solução diplomática. "Eu estava a uma hora de tomar a decisão de atacar hoje", disse ele. "Eles souberam que eu havia tomado a decisão e disseram: 'Senhor, o senhor poderia nos dar mais alguns dias, porque achamos que eles estão sendo razoáveis'". O presidente relatou que conversou com os países do Golfo durante 2 dias enquanto considerava a possibilidade de novos ataques, afirmando: "Estamos todos trabalhando juntos". Segundo ele, as nações o ligaram para dizer que "fizeram muitos progressos" nas negociações com o Irã.
209 Anos da morte do padre João Ribeiro, por José Ricardo de Souza*
19/05/2026
João Ribeiro Pessoa de Melo Montenegro
Nasceu no distrito de Tracunhaém, Capitania de Pernambuco, em 28 de fevereiro de 1766. Filho de uma família distinta, acabou por seguiu a carreira religiosa. Tornou-se então auxiliar do monsenhor Manuel Arruda Câmara, naturalista de grande renome e fundador do Areópago de Itambé, primeira loja maçônica do Brasil. O Padre João Rib...
Num dia como hoje, 19 de maio, há 209 anos, suicidava, na capela de Nossa Senhora da Conceição, no Engenho Paulista, na cidade do Paulista, Pernambuco, o padre João Ribeiro, uma das principais lideranças da Revolução Pernambucana de 1817. É o autor, juntamente com o pintor José Alves, da bandeira do movimento, hoje oficialmente bandeira do Estado de Pernambuco. Após sua morte seu corpo foi profanado pelas tropas do vice-almirante Rodrigo Lobo, e sua cabeça exposta no pelourinho em Recife durante dois anos. Quase dois séculos depois seu crânio repousaria na principal igreja da cidade.
João Ribeiro Pessoa de Melo Montenegro
Nasceu no distrito de Tracunhaém, Capitania de Pernambuco, em 28 de fevereiro de 1766. Filho de uma família distinta, acabou por seguiu a carreira religiosa. Tornou-se então auxiliar do monsenhor Manuel Arruda Câmara, naturalista de grande renome e fundador do Areópago de Itambé, primeira loja maçônica do Brasil. O Padre João Ribeiro, que trabalhava como desenhista botânico nas suas expedições científicas, tornou-se seguidor de seus ideais libertários.
No governo revolucionário
Quando explodiu a Revolução Pernambucana de 1817, padre João Ribeiro foi nomeado representante do clero no novo governo que foi formado. Após a derrota na batalha do Engenho Trapiche – 13 de maio de 1817 – as tropas republicanas retiraram-se do Recife, pretendendo prosseguir com a luta no interior. E o padre João Ribeiro as acompanhou, servindo de capelão.
Suicídio
Na noite do dia 19, contudo, arranchados no Engenho Paulista, os líderes republicanos concluíram que a causa estava perdida. Não havia condições de seguir adiante e a coluna se dissolveu, com cada um tomando seu próprio rumo, em busca de esconderijo. Padre João Ribeiro, no entanto, em vez de tentar fugir preferiu se matar, enforcando-se nas cordas que sustentavam a lamparina na capelinha do engenho.
O crânio
Em 1819, o crânio foi retirado da praça pelo francês Felix Naudin, que exerceu a função de comerciante no Recife e foi cônsul da França em Pernambuco. Depois, ele doou a relíquia ao amigo Francisco Cavalcanti de Mello, parente do padre. Quando Francisco Cavalcanti faleceu, o sócio do Instituto Arqueológico Luiz da Costa Porto Carrero pediu o crânio à família e entregou à instituição, fundada em 1862.

Descanse em paz
A diretoria do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP) entendeu que sem o sepultamento, o castigo do Padre João Ribeiro seria perpetuado e, junto ao Governo do Estado, à Arquidiocese de Olinda e Recife, ao Vigário Administrador da Paróquia (Pe. Valdemir José), e ao Prefeito do Município de Paulista-PE (Antônio Speck), resolveram sepulta-lo dignamente e de modo cristão.
Descanso eterno
Em 29 de outubro de 2001, o crânio do Padre João Ribeiro, numa urna de bronze foi enterrado num túmulo construído especialmente para ele dentro da igreja de Santa Isabel Rainha de Portugal, no Centro de Paulista, à esquerda de quem entra no templo. A nova sepultura na igreja de Santa Isabel é lacrada por uma placa de granito. Do lado esquerdo fica uma placa de bronze, contando a história da luta do religioso, e, no lado direito, um brasão em bronze com representações das Armas e Honras do Estado de Pernambuco, feito pelo escultor Jobson Figueiredo.

Merecidas honras
Enfim, Paulista deu honrarias e o descanso merecido ao herói da Revolução Pernambucana de 1817, que, antes, em seu solo, pôs fim à sua vida, num gesto nobre de patriotismo. A honraria mais importante da cidade do Paulista, recebeu o nome de "comenda João Ribeiro", e deveria ser concedida à personalidades relevantes para a História da cidade, o que nem sempre acontece. Até alguns anos atrás, a data do seu nascimento era feriado municipal, depois virou ponto facultativo, e finalmente trocado em 2014 pelo "dia da consciência evangélica" (31 de outubro). A memória do revolucionário, padre, maçom, herói de 1817, autor da bandeira, precisa e muito ser preservada e lembrada para que não caía no esquecimento.
Lembrar para não esquecer
No próximo sábado, dia 23, farei uma palestra no Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambuco com o tema: "O Padre João Ribeiro e seu Legado para Paulista", apresentando como se deu o translado de seu crânio do Recife para esta cidade, com a apresentação de registros inéditos sobre este fato. Será às 10:00 h na sede do Iahgp, rua do Hospício, 130, Boa Vista, Recife, PE. Todos estão convidados. Viva João Ribeiro, o autor da bandeira mais bonita do Brasil.
*O autor é professor da rede pública estadual de ensino, historiador e escritor. Membro da Academia de Letras e Artes da Cidade do Paulista (ALAP) e sócio benemérito do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP). Criador do projeto Muita História pra Contar. @josericardope01 nas principais rede sociais (Instagram, Threads, TikTok, Kwai e X).

Dona da Produtora afirma - Vorcaro bancou mais de 90% do orçamento de filme sobre Jair Bolsonaro
19/05/2026
Falou mais a dona da produtora
Karina afirmou que, após a prisão de Vorcaro, todos que estavam à frente do filme tiveram que buscar novos investidores para viabilizar o projeto. Segundo a dona da produtora, Vorcaro atuou como um intermediador de verba para o longa, não como investidor. “Quando ele [Vorcaro] foi preso, a gente já estava filmando. Eu tinha folha de pagamento para pagar, eu já tinha profissionais p...
O banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, foi o responsável por mais de 90% da verba que viabilizou o filme "Dark Horse", sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmou a dona da produtora responsável pelo longa-metragem. Karina Ferreira da Gama, dona da produtora GoUp, afirmou que o orçamento já realizado do filme está em cerca de US$ 13 milhões (R$ 65,7 milhões). Segundo Karina, o filme está em fase de pós-produção, com inclusão de efeitos especiais e sonorização, e ainda precisa de recursos, mas nada substancial.
Falou mais a dona da produtora
Karina afirmou que, após a prisão de Vorcaro, todos que estavam à frente do filme tiveram que buscar novos investidores para viabilizar o projeto. Segundo a dona da produtora, Vorcaro atuou como um intermediador de verba para o longa, não como investidor. “Quando ele [Vorcaro] foi preso, a gente já estava filmando. Eu tinha folha de pagamento para pagar, eu já tinha profissionais para pagar. E nenhum deles sentiu o impacto porque todo mundo arregaçou as mangas. ‘Gente, vamos ver onde a gente ajuda, quem pode apoiar’. Nossa vida todo dia era falar com pessoas da iniciativa privada que pudessem apoiar o nosso projeto.”
Karina afirmou que a GoUp não recebeu recursos diretamente de Vorcaro ou de empresas ligadas ao banqueiro. A produtora disse que todos os recursos que chegaram até a GoUp vieram do fundo Heavengate, sediado nos EUA e administrado pelo advogado Paulo Calixto, aliado do ex-deputado Eduardo Bolsonaro. Karina disse ainda que todas as cenas de "Dark Horse" foram filmadas no Brasil. A última gravação ocorreu em 8 de dezembro de 2025, 21 dias após a 1a prisão de Vorcaro.
As investigações da PF apontam que a empresa Entre Investimentos e Participações, ligada a Vorcaro, foi a fonte de recursos para o filme.

Flávio Bolsonaro
O senador Flávio Bolsonaro, pré-candidato à presidência pelo PL e filho do ex-presidente, já admitiu que Vorcaro investiu pouco mais de US$ 12 milhões no longa-metragem "Dark Horse" (termo em inglês para "azarão"). O montante representa cerca de 92% do orçamento atual. Em entrevistas, Flávio Bolsonaro já citou Vorcaro como investidor e patrocinador do "Dark Horse", não como intermediador. (Com a Globonews)
Desenvolvimento - Veneziano articula pavimentação da BR que liga a PB ao RN e beneficia a região de São Bento
19/05/2026
O Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) viabilizou, junto ao Ministério dos Transportes, a pavimentação da BR 110, que interliga os estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte. A conformação foi dada pelo Ministro George Santoro, durante audiência da qual também participou o prefeito Gerfeson Carnaúba, da cidade de São Bento.
Fala Vené
“Estamos aqui no Ministério dos Transportes, tendo aqui a atenção que é peculiar, a este ministério e a essa figura muito querida de todos nós, Ministro George Santoro, que abre sua agenda para nos receber”, disse Veneziano, no início da reunião.
Solução
“Nós trouxemos ao senhor, e o senhor muito carinhosamente acolheu, uma demanda, que é a pavimentação da BR 110, que é fundamental para a região aonde encontra-se São Bento”, destacou Veneziano, reportando-se a outros encontros já ocorridos no Ministério dos Transportes. “Isso, Senador. A gente já conversou com o DNIT,...
O Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) viabilizou, junto ao Ministério dos Transportes, a pavimentação da BR 110, que interliga os estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte. A conformação foi dada pelo Ministro George Santoro, durante audiência da qual também participou o prefeito Gerfeson Carnaúba, da cidade de São Bento.
Fala Vené
“Estamos aqui no Ministério dos Transportes, tendo aqui a atenção que é peculiar, a este ministério e a essa figura muito querida de todos nós, Ministro George Santoro, que abre sua agenda para nos receber”, disse Veneziano, no início da reunião.
Solução
“Nós trouxemos ao senhor, e o senhor muito carinhosamente acolheu, uma demanda, que é a pavimentação da BR 110, que é fundamental para a região aonde encontra-se São Bento”, destacou Veneziano, reportando-se a outros encontros já ocorridos no Ministério dos Transportes. “Isso, Senador. A gente já conversou com o DNIT, vamos fazer o projeto, a gente tem a dotação orçamentária para fazer o projeto e construir a solução para colocar no orçamento do ano que vem esse investimento, após a conclusão do projeto”, disse o Ministro.
O prefeito de São Bento
Agradeceu a interlocução de Veneziano e ressaltou a importância da obra. “Recebendo aqui essa boa notícia, da liberação para a elaboração do projeto que vai dar andamento a essa importante obra que vai, definitivamente, colocar São Bento e a microrregião na rota do desenvolvimento. São Bento é uma cidade que, realmente, tem uma pujança industrial muito grande e, com isso, nós vamos melhorar e fomentar a economia e a geração e emprego e renda, com escoamento da produção. Com certeza vai ser um grande avanço para esta microrregião da Paraíba e para a nossa querida São Bento. Satisfação em ver esse projeto sair do papel e caminhar”, disse Gerfeson Carnaúba.

AGU manifestou sua defensa para suspensão da Lei da Dosimetria no STF
19/05/2026
Parecer da AGU
Em seu parecer, o órgão afirma que "premiar" a atuação dos condenados pelos atos golpistas com uma redução de até dois terços da pena "inverte a lógica de agravamento", uma vez que o número de pessoas que participou dos atos potencializa o dano e dificulta a defesa das instituições. "A gravidade da proteção insuficiente gerada pela lei, outrora vetada pelo presidente da República, exige a atuação do Supremo Tribunal Federal como guardião da Constituição, restaurando a coerência axiológica do sistema e garantindo que os atentados contra a democracia recebam a resposta firme, técnica e proporcional que a gravidade de suas condutas exige perante a história", diz a AGU.
...
A AGU, Advocacia-Geral da União, se manifestou hoje, terça-feira, 19/05, pela suspensão da Lei da Dosimetria, que reduz a pena de condenados pelo '8 de Janeiro’, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, e defendeu que o STF declare o texto inconstitucional.
Parecer da AGU
Em seu parecer, o órgão afirma que "premiar" a atuação dos condenados pelos atos golpistas com uma redução de até dois terços da pena "inverte a lógica de agravamento", uma vez que o número de pessoas que participou dos atos potencializa o dano e dificulta a defesa das instituições. "A gravidade da proteção insuficiente gerada pela lei, outrora vetada pelo presidente da República, exige a atuação do Supremo Tribunal Federal como guardião da Constituição, restaurando a coerência axiológica do sistema e garantindo que os atentados contra a democracia recebam a resposta firme, técnica e proporcional que a gravidade de suas condutas exige perante a história", diz a AGU.

Dosimetria
A dosimetria foi aprovada pelo Congresso Nacional ainda no ano passado e já foi suspensa em 09/05/2026 pelo ministro Alexandre de Moraes, sorteado relator de ações na corte que questionam a validade da medida. Na decisão, o ministro diz que aguardará o julgamento do plenário da corte sobre a constitucionalidade da lei. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, promulgou a Lei da Dosimetria em 08/05, depois de o presidente Lula deixar vencer o prazo após seu veto integral ao texto ter sido derrubado pelo Congresso.

Pedidos de redução de pena
Os advogados dos réus acionaram o STF com pedidos de redução de pena com base na nova lei. Ainda na sexta, porém, a federação PSOL-Rede e a ABI, Associação Brasileira de Imprensa, também entraram com ações na corte para barrar a norma, pedindo que o texto fosse considerado inconstitucional e que uma medida cautelar - decisão urgente - suspendesse sua eficácia. A federação constituída por PT, PC do B e PV também acionou o STF com uma ADI - Ação Direta de Inconstitucionalidade. Ela argumenta que a vigência da Lei da Dosimetria até o julgamento da ADI iria criar um "incentivo perverso para a organização de novos ataques às instituições democráticas". (Com a Folha de S.Paulo)
Nova revelação de Flávio aumenta clima de desconfiança na bancada do PL
19/05/2026
Aliados
A avaliação de aliados que a revelação tardia ficou ainda pior, porque os fatos são apresentados a conta-gotas. “Isso deixa toda a bancada na defensiva e sem saber como reagir”,...
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou hoje, 19/05, de que visitou o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, depois da prisão do ex-banqueiro, no fim do ano passado. Segundo Flávio, o encontro foi realizado com o objetivo de "botar um ponto final na questão" do financiamento do filme "Dark Horse". E ampliou o clima de desconfiança entre aliados mais próximos do presidenciável. A percepção no próprio PL é que ainda há muitos fatos não esclarecidos desde que foi revelado que Vorcaro financiou o filme sobre Jair Bolsonaro. Ainda não foi apresentado pelo senador nem o contrato firmado com o Banco Master para o financiamento do filme e nem dados das contas e valores recebidos e reencaminhados pelo fundo nos EUA controlado pelo advogado do ex-deputado Eduardo Bolsonaro.
Aliados
A avaliação de aliados que a revelação tardia ficou ainda pior, porque os fatos são apresentados a conta-gotas. “Isso deixa toda a bancada na defensiva e sem saber como reagir”, disse um parlamentar do PL que participou da reunião de Flávio com a bancada do partido hoje, terça-feira, 19/05. Outro parlamentar que participou da reunião reconhece que é difícil explicar um encontro pessoalmente com Vorcaro depois de tudo o que já se sabia em relação ao ex-banqueiro. O fato disso não ter sido revelado pelo próprio Flávio ainda na semana passada, mostra que o próprio senador ainda está perdido em relação aos fatos. “Como podemos defender Flávio [Bolsonaro] dessa situação se fatos novos continuam surgindo”, observou esse deputado. A percepção na bancada é que será preciso Flávio mostrar o caminho do dinheiro recebido por Vorcaro para esclarecer todas as desconfianças.
A reunião
A ideia original era de que Flávio usasse a reunião para unificar um discurso de reação à crise que tomou conta da pré-campanha, mas a nova revelação acabou criando ainda mais desconfiança no entorno mais próximo do filho de Bolsonaro.

Prisão de Vorcaro
Vorcaro foi preso preventivamente em 17 de novembro, quando embarcava para Dubai em um jatinho particular. Depois, uma decisão da Justiça autorizou ele ficar com tornozeleira eletrônica em regime domiciliar no dia 29 de novembro.
O Náufrago e a Crítica - Crônica - Por Romero Falcão*
19/05/2026
Cercada por carros agitados, a APL exala atmosfera de mosteiro. Paredes largas e silêncio meditativo.
Tão Novo, Tão Fera
Fui ao lançamento do livro "Crítica para Náufragos e outros ensaios", do escritor e crítico literário Eduardo César Maia. Minha primeira vez nessa ordem de grandeza literária. Até então não conhecia o autor. Tão novo, tão fera.
Microscópio do Crítico
Para começo de conversa, ele balizou: há um monte de escritores. Autores, porém, são poucos. Concordo. Afinal, o microscópio de um crítico vê o que o olho nu — e vaidoso — não enxerga. O crítico literário finca estacas entre o que é nascimento original e o que não passa de b...
Guarda-chuva aberto, me protejo dos pingos de Pedro. Pelo visto, o santo pretende, neste inverno, abrir as torneiras com força. Aproximo-me do muro da Academia Pernambucana de Letras. Atravesso o portão de ferro. As árvores escondem cachos d'água.
Cercada por carros agitados, a APL exala atmosfera de mosteiro. Paredes largas e silêncio meditativo.

Tão Novo, Tão Fera
Fui ao lançamento do livro "Crítica para Náufragos e outros ensaios", do escritor e crítico literário Eduardo César Maia. Minha primeira vez nessa ordem de grandeza literária. Até então não conhecia o autor. Tão novo, tão fera.
Microscópio do Crítico
Para começo de conversa, ele balizou: há um monte de escritores. Autores, porém, são poucos. Concordo. Afinal, o microscópio de um crítico vê o que o olho nu — e vaidoso — não enxerga. O crítico literário finca estacas entre o que é nascimento original e o que não passa de balãozinho de aniversário.
Viés Humanístico
O papo descontraído e inteligente foi um respiro nesses tempos de lampejos fúteis. O rapaz, doutor, professor universitário, tem lastro filosófico, jornalístico e literário. Mas não é um erudito do claustro acadêmico. Pelo contrário, mescla, pelo viés humanístico, o rigor da academia com as faces frágeis do cotidiano. E amplia a condição humana para além da régua, para além do palmo a palmo da certeza.
Beleza e Horror
Verdadeira pérola foi o comentário de um dos participantes da mesa: um bico é um bico. Uma mão é uma mão. O bico vai cumprir sua única função por toda a existência. A mão, não. A mão pode matar, salvar, ensinar, curar, fazer arte, fazer guerra. Isso é o homem, com toda a sua beleza e horror.
Oceano da Ideologia
O título da obra instiga. A inspiração, segundo o autor, veio de um pensador — esqueço o nome — que disse mais ou menos assim: a vida é vida de náufrago. Sempre em movimento, batendo os braços. E Eduardo nos ensina a dar braçadas no revolto oceano da ideologia. Explica o intelectual, mais uma vez com minhas letras: se eu deixar de ler um livro, recusar a cadeira do teatro, a tela do cinema, porque o escritor ou o artista é de esquerda ou de direita, só quem perde sou eu.

O País se Afoga
Quem dera a cultura das bolhas pudesse compreender que, ao se jogar de cabeça para um lado, vem a cegueira para o outro. E nesse mergulho estúpido o país se afoga.
A Medíocre Dicotomia
Nesses tempos de redes sociais e de longas exposições em vídeos curtos, aquele homem por trás da mesa virou um gigante quando nos convidou a pensar sobre um mundo tão diverso, caótico e distópico. Uma reflexão que ganha alma justamente por não ser dogmática nem cartesiana — e é aí que se abrem novas possibilidades, rompendo a medíocre dicotomia que afunda, feito âncora, a realidade complexa reduzida a disputas emocionais nas redes.
Pensar dói, dói muito. "Por que é que, para ser feliz, é preciso não sabê-lo?" - provoca Fernando Pessoa.
Não Desistir de Nadar
Ainda não li a obra que certamente abrirá minha percepção feito um talho sangrando. E este náufrago terá mais repertório para, apesar de nunca atingir terra firme, não desistir de nadar.
Eis um trecho da epígrafe do exemplar:
"Porque a vida é um verdadeiro caos onde ele está perdido. O homem suspeita disso, mas tem pavor de se encontrar cara a cara com essa realidade terrível, e procura ocultá-la com uma cortina fantasmagórica, onde tudo está muito claro." — José Ortega y Gasset
*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

Das fronteiras ao silêncio: A bússola que perdeu o norte, por Zé da Flauta*
19/05/2026
No silêncio do carro, cruzando as ruas do Recife em direção à Igreja das Fronteiras, eu transportava um homem que, para os meus pais e para toda uma geração, encarnava a própria audácia da justiça. Meu pai, com sua pasta debaixo do braço, subia as escadas do Palácio de Manguinhos para as reuniões da Comissão de Justiça e Paz ou assumia o microfone da Rádio Olinda com a certeza mística de que a Igreja era o escudo dos oprimidos, a voz dos que haviam sido calados pelos Atos Institucionais do regime. Era um tempo de preto no branco, onde a coragem usava batina e o arbítrio vestia farda.
Lucidez
Porém, o outono da vida traz consigo o benefício da lucidez desapaixonada, aquela que n...
Aos setenta e um anos, a memória não é apenas um arquivo de fatos; é um tribunal onde o tempo revisita os mitos da juventude e exige deles a prestação de contas. Lembro-me, com uma nitidez que o tempo não ousou apagar, das caronas que dava a Dom Helder Câmara.
No silêncio do carro, cruzando as ruas do Recife em direção à Igreja das Fronteiras, eu transportava um homem que, para os meus pais e para toda uma geração, encarnava a própria audácia da justiça. Meu pai, com sua pasta debaixo do braço, subia as escadas do Palácio de Manguinhos para as reuniões da Comissão de Justiça e Paz ou assumia o microfone da Rádio Olinda com a certeza mística de que a Igreja era o escudo dos oprimidos, a voz dos que haviam sido calados pelos Atos Institucionais do regime. Era um tempo de preto no branco, onde a coragem usava batina e o arbítrio vestia farda.
Lucidez
Porém, o outono da vida traz consigo o benefício da lucidez desapaixonada, aquela que nos permite enxergar as rachaduras nos altares que outrora julgávamos impecáveis. Olho para trás e percebo que os chavões românticos já não sustentam o peso da realidade. A Teologia da Libertação, que prometia redimir a miséria pela via da conscientização política, revelou-se um teto bonito, mas sem fundações econômicas: distribuiu afeto e inflamou discursos, mas não gerou a riqueza real que arranca o homem da lama. Pior do que isso: ao tentar trazer o Reino dos Céus para a terra na marra da ideologia, horizontalizou a fé, trocando a salvação da alma pela cartilha partidária.
A CNBB, que nasceu sob o sopro articulador daquele mesmo Dom Helder para unificar a Igreja contra os excessos do Estado, acabou por se transformar em uma pesada máquina burocrática, mais preocupada com as pautas de Brasília do que com as angústias espirituais do católico comum que reza o terço nos bancos das paróquias.
Silêncio sepulcral
Essa metamorfose institucional cobra o seu preço mais amargo nos dias de hoje, quando testemunhamos um novo tipo de arbítrio. Não há tanques nas ruas ou generais de óculos escuros assinando decretos na calada da noite; a mordaça contemporânea é mais sutil, vestida de toga e chancelada por discursos que juram "proteger a democracia". Contas em redes sociais são apagadas num estalar de dedos, jornalistas são desmonetizados, documentários são censurados e mandatos outorgados pelo povo são cassados por canetadas tribunais afora. É um "AI-5" moderno, burocrático e higienizado, onde a perseguição não se esconde na sombra, mas desfila à luz do dia com o aplauso da esquerda. E onde está a voz que outrora ecoava das Fronteiras contra o abuso do poder estatal? Onde estão as notas veementes de repúdio, os jejuns públicos, as comissões de outrora? O que se ouve vindo da cúpula da Igreja Católica atual é um silêncio sepulcral, ensurdecedor e cúmplice.
Bússola moral
Esse silêncio da CNBB não é apenas omissão; é a evidência inequívoca da perda de sua bússola moral. Ao calar-se diante dos excessos cometidos pelos amigos do poder, a liderança eclesiástica confessa que sua indignação do passado tinha cor partidária, e não o selo do Evangelho. Quando o arbítrio contra o oponente é tolerado ou ignorado com um dar de ombros burocrático, a autoridade moral se dissolve na bacia de Pilatos.
Os bancos das igrejas esvaziam-se não porque o povo perdeu a fé em Deus, mas porque cansou de pastores que agem como cabos eleitorais e que, diante da mordaça moderna, preferem o recolhimento confortável dos palácios ao risco da verdade. Resta-nos a melancolia de constatar que as instituições envelheceram mal, mas resta também a liberdade de quem, aos 71 anos, já não se deixa enganar por palavras bonitas: a verdadeira justiça não toma partido, e o silêncio dos covardes é sempre o primeiro sinal de que a tirania mudou de mãos.
Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista

Especialistas discutem regulamentação do licenciamento ambiental no Brasil
19/05/2026
Especialistas de diversos setores estão empenhados em alinhar a regulamentação sobre o licenciamento ambiental no Brasil. Durante workshop realizado em Brasília, representantes de várias entidades, ministérios, órgãos públicos e entidades da sociedade civil avaliaram os desafios de implementação da nova legislação — as Leis federais 15.190/25 e 15.300/25 — e trocaram experiências sobre os caminhos possíveis para regulamentá-la.
As duas leis são polêmicas, resultado de muitas discussões no Congresso Nacional e consideradas em seu teor, flexíveis demais. Podendo, dessa forma, acarretar em danos para o meio ambiente. Agora, precisam de uma regulamentação célere, bem elaborada e que defina bem os passos das normas estabelecidas.
Carência de disciplina infralegal clara
Na prática, ambientalistas, técnicos de entidades de meio ambiente, engenheiros, geólogos advogados e outros profissionais estão estud...
Hylda Cavalcanti
Especialistas de diversos setores estão empenhados em alinhar a regulamentação sobre o licenciamento ambiental no Brasil. Durante workshop realizado em Brasília, representantes de várias entidades, ministérios, órgãos públicos e entidades da sociedade civil avaliaram os desafios de implementação da nova legislação — as Leis federais 15.190/25 e 15.300/25 — e trocaram experiências sobre os caminhos possíveis para regulamentá-la.
As duas leis são polêmicas, resultado de muitas discussões no Congresso Nacional e consideradas em seu teor, flexíveis demais. Podendo, dessa forma, acarretar em danos para o meio ambiente. Agora, precisam de uma regulamentação célere, bem elaborada e que defina bem os passos das normas estabelecidas.
Carência de disciplina infralegal clara
Na prática, ambientalistas, técnicos de entidades de meio ambiente, engenheiros, geólogos advogados e outros profissionais estão estudando e sugerindo propostas de regulamentação sobre institutos ainda carentes de disciplina infralegal clara, em função da vigência da norma. E avaliam, principalmente, impactos jurídicos a serem observados, dependendo da forma como for concluída a regulamentação.
Para o coordenador do Comitê de Gestão Regulatória da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb), Rafael Cohen, fazem parte dessas propostas questões que ainda necessitam de normativas, como a Licença por Adesão e Compromisso e a Licença Corretiva.

Importância de mecanismos de consulta
Cohen destacou a importância de serem criados, durante a regulamentação da lei, mecanismos de consulta aos agentes envolvidos, assim como serem realizadas oitivas por parte de povos indígenas e tribais. Bem como a regulamentação do licenciamento de empreendimentos de saneamento — assuntos que ainda aguardam definição no plano federal e que impactam diretamente nas decisões voltadas para investimento em todo o país.
A contribuição do técnico se destacou por ir além do diagnóstico dos desafios regulatórios, uma vez que tomou como base experiência acumulada pela Cetesb, considerada um dos órgãos ambientais estaduais brasileiros mais atuantes. Isto porque, conforme informou Cohen, a lei resultará em implicações práticas relevantes para empreendedores, municípios e comunidades que dependem da clareza normativa para avançar.
Caráter interinstitucional
O debate sobre a questão conta, também, com representantes federais do Iphan, do ICMBio, da Funai e do Ministério do Meio Ambiente. Tem sido promovido pela Associação Brasileira de Entidades Estaduais de Meio Ambiente (Abema) e, no workshop mais recente, reuniu secretários de estado e diretores-presidentes dos órgãos ambientais.
O secretário de Meio Ambiente de Minas Gerais, Lyssandro Norton Siqueira, apresentou perspectivas sobre a realidade de um dos estados com maior complexidade de licenciamento do país. Já o procurador-chefe do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Rio de Janeiro (Inema-RJ), Leonardo David Quintanilha de Oliveira, abordou as implicações jurídicas da nova legislação.
Experiências do RN e do RS
Por parte da Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam), do Rio Grande do Sul, o diretor técnico Gabriel Ritter, e o gerente de da divisão de licenciamento da entidade, Jorge Berwanger Filho, apresentaram a experiência gaúcha sobre a questão.
Em relação ao Nordeste, o diretor técnico do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (Idema), Thales Egídio Macêdo Dantas, apresentou o trabalho desenvolvido pelo órgão, em especial no item referente ao relacionamento com povos indígenas e tribais no contexto do licenciamento ambiental.
— Do Portal HJur
Aniversário do Blog do Magno reuniu os maiores líderes empresariais, políticos, do jornalismo e da cultura, por Luís Machado*
19/05/2026
Cultura, presente
Embalada por artistas renomados da cultura nordestina – como Alcymar Monteiro, Maciel Melo, Petrúcio Amorim, Almir Rouche, Josildo Sá, André Rio, Cristina Amaral, Fabiana Pimentinha, Irah Caldeira, Walquíria Mendes e Novinho da Paraíba, sob a coordenação musical do musicista Renato Bandeira e outros, a celebração dos 20 anos de veiculação ininterrupta do Blog do Magno foi marcada pela emoção em depoimentos de colegas do blogueiro – desde os tempos em que Magno chefiava setores de redação de alguns dos grandes jornais do País, em Brasília.
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Num ambiente bastante agravável, cujo jantar e sobremesa (deliciosos “manjares dos deuses”) e cenário eram de perfeito congraçamento entre amigos, leitores, políticos, juristas, jornalistas e empresários. Fiz questão de ir prestigiar meu amigo Magno Martins, editor do Blog do Magno, na noite festiva dessa segunda-feira (18), numa churrascaria pra lá de aconchegante do Recife.

Cultura, presente
Embalada por artistas renomados da cultura nordestina – como Alcymar Monteiro, Maciel Melo, Petrúcio Amorim, Almir Rouche, Josildo Sá, André Rio, Cristina Amaral, Fabiana Pimentinha, Irah Caldeira, Walquíria Mendes e Novinho da Paraíba, sob a coordenação musical do musicista Renato Bandeira e outros, a celebração dos 20 anos de veiculação ininterrupta do Blog do Magno foi marcada pela emoção em depoimentos de colegas do blogueiro – desde os tempos em que Magno chefiava setores de redação de alguns dos grandes jornais do País, em Brasília.

José Maria disse tudo
Exemplo disso foi o emocionado depoimento do respeitado jornalista José Maria Trindade, da Jovem Pan Brasília e de outros profissionais de imprensa de renome nacional, vindos de outras partes do País, para prestigiar Magno Martins e sua equipe.

Palavra de Magno
“Este é o tipo de atividade que só se faz com parcerias, para se obter sucesso e eu as tenho feito desde sempre. Hoje, minhas três empresas (além das parcerias que faço), empregam 16 funcionários e minha equipe faz tudo com muito profissionalismo e dedicação, para bem informar aos nossos leitores e ouvintes, através do Blog do Magno, Programa Frente a Frente, apresentado em cadeia de várias emissoras de rádios espalhadas em alguns Estados; PodCast Direto de Brasília, que vão ao ar, através de outros canais, como You Tube, Instagram, etc.”, disse o titular do Blog homenageado.

Sorteio
Além da boa receptividade (incluindo até manobristas sob regência da dinâmica jovem Gabriela, da “Royal Manobrista Exclusivo”), sob os olhares da competente Branca Góis, ainda houve sorteio de brinde – uma linda caneca, gravada com a logomarca do site “Blog do Magno 20 Anos”.

Parabéns
Ao confrade e ilustre jornalista Magno Magno, nossos parabéns! Que venham outros muitos e muitos 20 anos!
*Luís Machado é advogado e titular do blog que leva o seu nome.
Nota da Redação - Lá para as tantas horas, chegou ao local o presidente nacional do PSB e pré-candidato candidato ao governo João Campos. Acompanhado por Marília Arraes, pré-candidata ao Senado, Carlos Costa, vice de João e o prefeito do Recife, Victor Marques. Um gesto de cortesia, que despertou ciúmes e inveja, além de comentários maldosos da parte de quem se desacostumou da civilidade. Estiveram presentes, também, Eduardo Monteiro, presidente da Folha de Pernambuco, Marcelo Tognozzi, referência no jornalismo brasileiro e muitas outras figuras nacionais da comunicação e da política.
Também da parte de O Poder, parabéns Magno Martins e equipe.