Renegociação de dívidas pelo Desenrola é prorrogada até 20 de maio, também, em plataforma do Serasa
03/04/2024 - Jornal o Poder
Acesso às ofertas
Com a extensão da data, consumidores de todo o Brasil podem acessar as ofertas pelos canais oficiais do Serasa Limpa Nome, via site ou aplicativo, para garantir o nome limpo ainda neste semestre. Conforme informações da Fazenda, desde o início de março, com a realização do MegaFeirão Serasa e Desenrola, mais de 3,6 milhões de acordos foram fechados no país. Somente nos Correios foram contabilizados 233 mil atendimentos presenciais nas agências até a última quinta-feira (28/03).
700 empresas parceiras<...
Acesso às ofertas
Com a extensão da data, consumidores de todo o Brasil podem acessar as ofertas pelos canais oficiais do Serasa Limpa Nome, via site ou aplicativo, para garantir o nome limpo ainda neste semestre. Conforme informações da Fazenda, desde o início de março, com a realização do MegaFeirão Serasa e Desenrola, mais de 3,6 milhões de acordos foram fechados no país. Somente nos Correios foram contabilizados 233 mil atendimentos presenciais nas agências até a última quinta-feira (28/03).
700 empresas parceiras
Os números, conforme o mais recente balanço, incluem dívidas relativas ao Programa Desenrola e outras negociações com as 700 empresas parceiras do mutirão, tais como bancos, securitizadoras, varejo, operadoras de telefonia e contas básicas, como água, luz e gás. Ao todo, foram concedidos cerca de R$ 18,9 bilhões em descontos.
Canal digital
A partir da prorrogação, os consumidores podem aproveitar o Programa Desenrola de forma fácil e rápida pela plataforma digital da Serasa. Em minutos, os usuários conseguem verificar se têm ofertas e ser redirecionados para o site do programa, em que é possível consultar as dívidas e realizar os pagamentos
Leia outras informações
Relatório da Abin faz alerta sobre risco de interferência norte-americana nas eleições
19/09/2026
As informações, divulgadas inicialmente pelo jornal Folha de São Paulo, foram confirmadas por assessores do TSE e do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Intitulado “Ameaças ao processo eleitoral de 2026”, o documento afirma que há uma “tendência de escalada de pressão sobre o Brasil”.
Pressão reconfigurada no país
Segundo a Abin, “observa-se intensificação seletiva e reconfiguração da pressão exercida pelos EUA” sobre o país, “sem ruptura de um padrão estrutural de influência já existente”. Conforme avaliação da agência, “a reafirmação da hegemonia dos EUA na América La...
Relatório elaborado no final de agosto pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e enviado para a Presidência da República e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divulgado neste sábado (19/09), classificou como elevado o risco de influência e interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras de 2026 e apontou uma escalada de pressão sobre o país.
As informações, divulgadas inicialmente pelo jornal Folha de São Paulo, foram confirmadas por assessores do TSE e do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Intitulado “Ameaças ao processo eleitoral de 2026”, o documento afirma que há uma “tendência de escalada de pressão sobre o Brasil”.
Pressão reconfigurada no país
Segundo a Abin, “observa-se intensificação seletiva e reconfiguração da pressão exercida pelos EUA” sobre o país, “sem ruptura de um padrão estrutural de influência já existente”. Conforme avaliação da agência, “a reafirmação da hegemonia dos EUA na América Latina é prioridade do segundo governo [de Donald] Trump”.
O relatório cita documentos estratégicos do governo norte-americano e aponta como objetivo reduzir a influência de países rivais, especialmente sobre ativos estratégicos, riquezas naturais e infraestrutura da região.
Relações financeiras, empresas e operações
A Abin também relaciona o alerta a sanções anunciadas pelos Estados Unidos contra brasileiros e empresas suspeitos de vínculos com redes de lavagem de dinheiro associadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Para a agência, a medida “representa mudança de fase na escalada de sanções e interferência estadunidense”, com efeitos sobre relações financeiras, empresas e operações internacionais.
O estudo dedica atenção ao secretário de Estado e assessor de Segurança Nacional dos EUA, Marco Rubio. Segundo a Abin, ele “atribuiu ao presidente brasileiro [Lula] a responsabilidade pela imposição de tarifas” sobre produtos brasileiros, afirmando que o país não teria “negociado de boa fé”.
Para a agência, a declaração pode influenciar o debate público brasileiro. A Abin também afirmou, no relatório, que a atuação de Rubio tem como objetivo “influenciar e reorientar a política externa dos países da região [América Latina]”.
— Com Agências de Notícias
As aventuras de Cacimba 59 —A feira da precisão e a caderneta do mestre, por Zé da Flauta*
19/09/2026
Um garoto de pés descalços, calça rasgada no joelho e olhar arisco de calango assustado circulava pelas bancas. Ele não olhava para as bugigangas; olhava para a comida. Com uma agilidade invisível, o menino esticou a mão: três cebolas sumiram da banca de Dona Conceição e foram para dentro do saco de pão velho.
Mais adiante, dois tomates bem maduros saíram do monte de Seu João. E assim foi: meio quilo de farinha de Zé do Moinho, um pedaço de charque de Seu Messias e até uma rapadura da banca de Tião.
No shoulder de Cacimba, Simão não perdeu um detalhe. Ajeitou os óculos na ponta do nariz e, com o lápis de carvão, foi anotando tudo na caderneta com precisão de cont...
A feira livre de Carnaúba Seca fervia no calor das dez da manhã. Era um falatório danado, cheiro de coentro fresco, charque pendurado e poeira levantando no passo dos matutos. No meio daquela agitação, Mestre Cacimba, encostado num mourão de madeira, percebeu um movimento estranho.
Um garoto de pés descalços, calça rasgada no joelho e olhar arisco de calango assustado circulava pelas bancas. Ele não olhava para as bugigangas; olhava para a comida. Com uma agilidade invisível, o menino esticou a mão: três cebolas sumiram da banca de Dona Conceição e foram para dentro do saco de pão velho.
Mais adiante, dois tomates bem maduros saíram do monte de Seu João. E assim foi: meio quilo de farinha de Zé do Moinho, um pedaço de charque de Seu Messias e até uma rapadura da banca de Tião.
No shoulder de Cacimba, Simão não perdeu um detalhe. Ajeitou os óculos na ponta do nariz e, com o lápis de carvão, foi anotando tudo na caderneta com precisão de contabilista. Sebastião ensaiou dar uma batida no triângulo para alertar os feirantes, mas Mestre Cacimba segurou a mão do macaquinho com ternura e balançou a cabeça em sinal de silêncio.
— Vamos atrás, meus bichos. Quem rouba com pressa e leva comida não tá buscando riqueza, tá fugindo da fome — murmurou o velho.
Acompanharam o rastro do garoto pela estrada de terra até as faldas do serrote, onde a cidade virava poeira e isolamento. O menino entrou numa casinha de taipa trançada, com o telhado caindo pelas pontas. Olhando pela fresta da janela de madeira, Cacimba viu a cena que apertou seu peito: o garoto acendeu o fogo de lenha com gravetos secos e começou a cortar os legumes para fazer um caldo rápido. No canto da sala, numa cama de vara, estava uma mulher magra, pálida, acamada pela febre.
— Come um tiquinho, mãe... Hoje eu arranjei o sustento — dizia o menino, enxugando uma lágrima no dorso da mão suja.
Cacimba empurrou a porta de madeira devagarzinho. O garoto deu um pulo, assustado, cobrindo a panela com o próprio corpo: — Não me bata, moço! Eu pago quando puder! Não chama a polícia não!

Mestre Cacimba tirou o chapéu de couro, sentou-se num banco de carnaúba e olhou nos olhos do menino com a brandura de um pai:
— A fome é um bicho brabo, meu filho, e o amor por uma mãe faz a gente mover montanha. Mas o pão que alimenta a sua mãe não pode vir do suor do feirante que também tem filho pequeno para dar de comer. A honestidade é a única veste que o pobre não pode deixar rasgar.
O garoto desabou em choro, contando que tinha batido na porta da prefeitura e do banco pedindo socorro, mas só recebeu porta na cara.
Cacimba ajeitou a gola, olhou para Simão, que trazia a caderneta aberta, e selou um pacto:
— Você não é bandido, é um homem em formação que precisa de rumo. Amanhã a gente resolve essa conta.
No sábado seguinte, Cacimba reuniu os feirantes lesados no centro da praça. Simão abriu a caderneta e leu item por item, centavo por centavo. Os comerciantes olhavam cabreiros, achando que iam ficar no prejuízo. Foi quando Cacimba fez a proposta:
— O menino não tem dinheiro, mas tem dois braços fortes e vontade de honrar o nome. Ele vai trabalhar um dia por semana na banca de cada um de vocês: carregando caixa, varrendo o chão e ajudando na arrumação até pagar o último tostão dessa lista. E eu garanto o trabalho dele.
O povo da feira, que tem o coração duro por fora mas mole por dentro, não só aceitou o trato como fez uma vaquinha de mantimentos e remédios para a mãe do garoto.
Semanas depois, o menino trabalhava feliz na banca de Dona Conceição, de cabeça erguida, recebendo seu primeiro trocado honesto. De longe, Mestre Cacimba soprava uma toada serena no seu pífano, enquanto o macaquinho Simão risca com o lápis a última linha da caderneta, dando a dívida por quitada perante Deus e os homens.
*Zé da Flauta é músico, compositor, filósofo e escritor.

Olha só - Governo Raquel muda regra e passa a ganhar dinheiro com bets no transporte público*
19/09/2026
Uma regra alterada pela gestão da governadora Raquel Teixeira Lyra (PSD) abriu espaço para a onipresença das bets no transporte público da Região Metropolitana do Recife, que é gerido pelo Governo de Pernambuco. Resolução do Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM) em vigor desde março passou a permitir a plotagem dos ônibus, que causa um grande impacto visual nas ruas. O espaço publicitário já vem sendo utilizado por empresas de apostas como a Esportes da Sorte e outras bets.
A resolução
Foi assinada em 25 de março pelo então secretário de Mobilidade e Infraestrutura, André Teixeira, primo da governadora e presidente do CSTM. Por ser “ad referendum”, a decisão foi proferida de forma unilateral, por decisão do Governo Raquel Teixeira Lyra, e só será submetida ao crivo dos demais conselheiros em momento posterior.
As alterações no modelo de publicidade<...
Faça o que digo mas não faça o que faço.
Uma regra alterada pela gestão da governadora Raquel Teixeira Lyra (PSD) abriu espaço para a onipresença das bets no transporte público da Região Metropolitana do Recife, que é gerido pelo Governo de Pernambuco. Resolução do Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM) em vigor desde março passou a permitir a plotagem dos ônibus, que causa um grande impacto visual nas ruas. O espaço publicitário já vem sendo utilizado por empresas de apostas como a Esportes da Sorte e outras bets.

A resolução
Foi assinada em 25 de março pelo então secretário de Mobilidade e Infraestrutura, André Teixeira, primo da governadora e presidente do CSTM. Por ser “ad referendum”, a decisão foi proferida de forma unilateral, por decisão do Governo Raquel Teixeira Lyra, e só será submetida ao crivo dos demais conselheiros em momento posterior.
As alterações no modelo de publicidade
Passaram a valer de forma retroativa a janeiro deste ano e ainda preveem o repasse mensal ao Grande Recife Consórcio de Transporte, pelas empresas de ônibus, de até 40 vezes o custo por quilômetro multiplicado pela frota das operadoras que aderirem a esse e outros formatos de publicidade. Significa que, na prática, o Governo Raquel Teixeira Lyra está ganhando dinheiro pela promoção de bets e outros anunciantes no transporte público.

A publicidade das empresas de apostas
Vem ocorrendo tanto de forma mais discreta, em cartazes e adesivos aplicados em partes internas dos veículos, como também no modelo de plotagem e envelopamento, processo em que a impressão ocupa em grande escala a parte externa dos coletivos, gerando impacto visual e atingindo um público misto, inclusive crianças.
Conheça detalhes sobre ‘Ulisses somos todos nós’, tema do livro de Antônio Campos, que está disponível para venda na Amazon
19/09/2026
Já está disponível na plataforma Amazon, em formato e-book, o livro do advogado e escritor pernambucano Antônio Campos. Tem como título ‘Ulisses somos todos nós - Como a saga de Homero e Virgílio ecoa em sua busca por identidade’. A obra reflete a admiração de Campos pelo personagem épico da Guerra de Tróia.
O escritor afirmou que seu personagem predileto há anos é Ulisses. E relatou que, inclusive, esteve na Grécia, onde além da Ágora grega dos filósofos, do Liceu , do Areópago do Apóstolo Paulo e da Ilha grega de Creta , visitou possíveis lugares do poeta Homero e buscou mais conhecimento sobre a mitologia em torno dele.
Bússola do caminho e da vida
Em rápida entrevista a O Poder, Campos revelou que sua predileção pelo personagem se dá pelo fato de ele ter “abdicado da imortalidade na ilha de Calypso e voltado para a sua terra, sua mulher , filho, seu povo”. “Aí ele redescobriu sua identidad...
Da Redação
Já está disponível na plataforma Amazon, em formato e-book, o livro do advogado e escritor pernambucano Antônio Campos. Tem como título ‘Ulisses somos todos nós - Como a saga de Homero e Virgílio ecoa em sua busca por identidade’. A obra reflete a admiração de Campos pelo personagem épico da Guerra de Tróia.
O escritor afirmou que seu personagem predileto há anos é Ulisses. E relatou que, inclusive, esteve na Grécia, onde além da Ágora grega dos filósofos, do Liceu , do Areópago do Apóstolo Paulo e da Ilha grega de Creta , visitou possíveis lugares do poeta Homero e buscou mais conhecimento sobre a mitologia em torno dele.

Bússola do caminho e da vida
Em rápida entrevista a O Poder, Campos revelou que sua predileção pelo personagem se dá pelo fato de ele ter “abdicado da imortalidade na ilha de Calypso e voltado para a sua terra, sua mulher , filho, seu povo”. “Aí ele redescobriu sua identidade e pegou a bússola do caminho e da vida”, enfatizou.
Conhecido dos pernambucanos, Antônio Campos é também editor e gestor cultural, amplamente reconhecido por sua imensa contribuição ao cenário literário e artístico do Brasil.
Fliporto e IMC
Ele é o idealizador, curador-geral e coordenador da Festa Literária Internacional de Pernambuco (Fliporto), um dos eventos literários de maior público do país — que expandiu suas fronteiras para a Europa com edições em Portugal. Além disso, preside o Instituto Maximiano Campos (IMC), que tem como objetivo reservar a memória e promover a arte literária e os valores da cultura nacional.
Campos é autor de dezenas de livros abrangendo áreas como literatura, poesia, Direito e cultura. Entre suas obras destacam-se Mensagens (2002), O Grande Portal (2003), Viver é Resistir (2005) e a coletânea Pernambuco, terra da poesia.
ONU lança documento com propostas voltadas exclusivamente para segurança e visibilidade das mulheres nestas eleições
19/09/2026
A ONU Mulheres no Brasil, braço da Organização das Nações Unidas para a igualdade de gênero, lançou nesta sexta-feira (18/09) documento com 10 propostas pela vida das mulheres. O material é direcionado a candidatos e candidatas nas eleições 2026. Reúne dados oficiais e um chamado direto à ação em temas que vão da participação política ao enfrentamento da violência, passando por cuidado, renda e clima.
Não há democracia sem mulheres no poder. As desigualdades que mantêm as mulheres longe das instâncias de decisão são as mesmas que organizam a vida delas fora da política: a sobrecarga de cuidado, a diferença salarial e a violência. Estas dez propostas são caminhos objetivos para que a democracia brasileira represente, de fato, a maioria da sua população", afirmou Gallianne Palayret, representante da ONU Mulheres no Brasil.
Baixa representatividade
A organização destaca a baixa representatividade feminina na p...
Da Redação
A ONU Mulheres no Brasil, braço da Organização das Nações Unidas para a igualdade de gênero, lançou nesta sexta-feira (18/09) documento com 10 propostas pela vida das mulheres. O material é direcionado a candidatos e candidatas nas eleições 2026. Reúne dados oficiais e um chamado direto à ação em temas que vão da participação política ao enfrentamento da violência, passando por cuidado, renda e clima.
Não há democracia sem mulheres no poder. As desigualdades que mantêm as mulheres longe das instâncias de decisão são as mesmas que organizam a vida delas fora da política: a sobrecarga de cuidado, a diferença salarial e a violência. Estas dez propostas são caminhos objetivos para que a democracia brasileira represente, de fato, a maioria da sua população", afirmou Gallianne Palayret, representante da ONU Mulheres no Brasil.
Baixa representatividade
A organização destaca a baixa representatividade feminina na política brasileira, uma vez que as mulheres são 52,8% do eleitorado no país, mas ocupam 17,2% das cadeiras da Câmara dos Deputados e 18,5% do Senado.
Entre as principais propostas alencadas estão o pedido, pela ONU, de passar a ser assumida a paridade como meta, além de definir prazos e metas numéricas para ampliar a presença de mulheres, em toda a diversidade, nos cargos eletivos e lideranças.
Assim como a necessidade de fazer valer as cotas eleitorais, com fiscalização e dinheiro de campanha chegando às candidatas na hora certa e em partes justas; o fim da violência política de gênero e raça; bem como a definição de metas e orçamento próprio para evitar a violência antes que ela aconteça, com educação para a igualdade, serviços especializados em todo o país, medidas protetivas cada vez mais eficazes, investigação e respostas rápidas, dentre outras.
— Com informações da ONU Mulheres
Analista político Marcelo S. Tognozzi* ironiza: “Ao invés de cadeia, Vorcaro para presidente”
19/09/2026
Daniel ensinou a convivermos em harmonia. Ricos, pobres, negros, brancos, poderosos e humildes, gays e heteros, homens e mulheres – e que mulheres! Coisa de doido.
Fez o que nenhum político conseguiu fazer em décadas: acabou com o nós contra eles. Com ele, todo mundo virou nós. Nem os mais competentes diplomatas deste planeta lograram igual proeza. É caso único a ser estudado, desvendado, explicado, esmiuçado.
Ninguém chegou aos pés de Vorcaro
Juntou poder e cultura, ainda que por linhas tortas, alugando a casa...
Ele é o sujeito mais competente para lidar com os políticos e os poderosos do nosso glorioso Brasil. Conseguiu o impossível. Uniu debaixo do mesmo guarda-chuva governo e oposição, amigos e inimigos, vestais e mundanas, réus e juízes, policiais e bandidos. Nunca antes na história deste país alguém foi tão brilhante e eficiente. O cara não merece estar preso. Libertem Daniel Vorcaro em nome da conciliação nacional.
Daniel ensinou a convivermos em harmonia. Ricos, pobres, negros, brancos, poderosos e humildes, gays e heteros, homens e mulheres – e que mulheres! Coisa de doido.
Fez o que nenhum político conseguiu fazer em décadas: acabou com o nós contra eles. Com ele, todo mundo virou nós. Nem os mais competentes diplomatas deste planeta lograram igual proeza. É caso único a ser estudado, desvendado, explicado, esmiuçado.
Ninguém chegou aos pés de Vorcaro
Juntou poder e cultura, ainda que por linhas tortas, alugando a casa do ator global Márcio Garcia para hospedar em 6 mil luxuosos metros quadrados o supremo ministro KN e o desembargador NR. E ainda teve feijoada, samba, caipirinha e elas. Chiquinho, ex-cunhado do ministro supremo GM, virou parça do Daniel e ainda ganhou ingressos para o GP de Fórmula 1 em Miami. O filho ministro faixa preta LF botou tapete vermelho para receber no seu escritório o irmão Vorcarão. Tudo isso e dá-lhe Tayayá.
Ninguém, nem Sergio Cabral com a dancinha dos guardanapos em Paris, chegou aos pés do Vorcaro. Nem as empreiteiras da Lava Jato. Nunca convidaram aquelas russas e ucranianas, literalmente do outro mundo, desembarcadas de uma nave espacial com capacete e mais nada, na proporção de quatro para cada homem, todo mundo jorrando serotonina, ocitocina, endorfina e dopamina. Bacanal histórico, confraternização universal, homens, mulheres e interesses irmanados na maravilhosa Trancoso. Coisa linda. Emocionante.
Conseguiu colocar lado a lado bolsonaristas e petistas. Foi recebido por Lula, afagou Flávio Bolsonaro, financiou o Dark Horse, deu dinheiro para gregos e baianos e até Flavinha, ex-ministra belzebu do governo Bolsonaro, casou com Guga, amigo íntimo do petista Jaques Wagner e sócio do Vorcarão no Master.
Não economizava no agrado
Zero miséria. Fez a milionária degustação em Londres, misturou Macallan, juízes, o chefe da polícia e até o filho do procurador-geral da República. Tudo gente fina. É o encantamento. Puro talento, dom raro e precioso. Para cada freguês tinha uisquinho, charuto, a lourinha top, jatinho, um mimo diferente, especial, personalizado. Fosse petista, bolsonarista, centrista, comunista ou qualquer ista, Vorcaro não economizava no agrado. Seduziu influencers, colunistas, socialites, fofoqueiros e jornalistas mercenários, fez deles sua tropa de choque. Todo mundo feliz.
O amigão e sócio do Vorcarão, Lucas Kallas, alvo da Justiça por crimes ambientais, lavagem de dinheiro e outras cositas más, pegou na mão do Criador e fez contrato de R$ 5 milhões com o ITER, do ministro André Mendonça. No meio do caminho, o anjo avisou ao ministro que o sujeito tinha parte com o demônio e decidiram devolver a grana em suaves prestações. Amém.
Kallas se picou do Brasil, mas segue vivo no coração de muita gente. No dia 21 de fevereiro de 2025, o emocionado presidente Lula definiu Kallas: “Desde que ele foi levado na minha sala, descobri na hora que estava conversando com empresário sério, com uma visão nacional muito interessante que (..) ama o Brasil e acredita no Brasil". Não é mera coincidência que Daniel e Lucas são clientes daquele escritório da competente advogada, por acaso casada com AM, o magistrado liso que toma café com Lula.
Investiu num programa popular da Globo
Vorcaro precisa voltar. Ele é necessário para a paz e conciliação nacional. Os pobres precisam dele. Por sua causa, depois de mil supremas confusões, caiu do céu o aumento de 15% no Bolsa Família. Quem sabe largam as bets e fazem uma fezinha no Will Bank, braço popular do Master, que apostou mais de R$ 120 milhões patrocinando o programa do Luciano Huck, entre 2023 e 2025. Vixe, meu Deus, desculpem, me enganei! Corrigindo: não tem mais nada disso. O Will Bank foi liquidado no ano passado, e Luciano Huck desistiu de virar sócio do seu patrocinador.
Mas vejam como isso é bom. Vorcaro investiu num programa popular da Globo, tudo isso para que os mais pobres pudessem participar dos seus negócios, colocando lá seu dinheirinho. O cara ajudou a bancarizar o Brasil, se aproximou da baixa renda, mostrou que não gostava só de rico e poderoso. É muita sensibilidade.
Daniel Vorcaro uniu o Brasil, juntou nos mesmos bacanais amigos e inimigos, mas desde 4 de março está na cadeia. Rasparam seus cabelos e barba, o obrigaram a usar aquela roupinha branca, ordinária, dos presidiários da Papuda e a trocar os sapatos italianos por havaianas. Isso não se faz. Foi punido por ter feito aquilo que político ou empresário algum foi capaz de fazer: unir o Brasil e acabar com a polarização.
O país merece Vorcaro
Este homem precisa ser solto. Não é possível que tenha de pagar preço tão alto depois de só ter feito o bem. Nunca tantos deveram tanto a uma só pessoa, mas o ser humano é ingrato por natureza, querem deixar o coitado apodrecer naquela cela da papudinha, abandonado, anônimo, desprezado pela mídia.
Vorcaro para presidente. Já, agora! O país merece. Só ele pode consertar o Brasil. Com seu encantamento, vai acabar com a guerra da Ucrânia e convencer os iranianos de que Donald Trump é gente boa. Prometerá a cada guerreiro iraniano que desistir da luta, antecipar aquelas 100 virgens que receberiam apenas no paraíso. Ninguém mais vai precisar morrer para conquistar as imaculadas. Daniel convencerá judeus e palestinos a pararem de brigar e, não contem para o Lula, levará o Nobel da Paz.
Agora é Vorcaro presidente! Mudar para locupletar. Um governo com Macallan na Justiça, Petrus na Fazenda, Dom Pérignon na Saúde, Dark Horse nos Transportes e as meninas no Ministério da Assistência Social. Se o conde D’Eu, o califa de Bagdá e Lula lá, por que não
o Daniel?
*Marcelo S. Tognozzi é jornalista e consultor. Uma das principais referências da imprensa brasileira contemporânea.
NR - Autorizada a postagem do artigo, originalmente publicado no Poder360. O título foi mudado e os intertítulos inseridos à revelia do autor.
CTEx e Omnisys firmam parceria para modernização e automatização de armamentos do Exército
19/09/2026
O Centro Tecnológico do Exército (CTEx) e a Omnisys Engenharia Ltda. assinaram, na última terça-feira (17/09), um Acordo de Parceria para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) voltado à modernização de um dos principais armamentos coletivos de apoio indireto das Forças Terrestres: o Morteiro Pesado 120 mm M2 Raiado.
O projeto prevê a integração de um sistema automatizado que deverá reduzir drasticamente o tempo de transição do morteiro entre a configuração de transporte e a posição de tiro. Além disso, a solução incorpora um módulo de apontamento digitalizado, com o objetivo de conferir maior agilidade, precisão e repetibilidade aos disparos, atributos essenciais em cenários de combate contemporâneo, nos quais a rapidez de engajamento e a dispersão das posições de tiro são fatores decisivos de sobrevivência.
Salto qualitativo no sistema
O M2 Raiado foi desenvolvido no início dos anos 2000 pel...
Por Amadeu Robalinho*
O Centro Tecnológico do Exército (CTEx) e a Omnisys Engenharia Ltda. assinaram, na última terça-feira (17/09), um Acordo de Parceria para Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) voltado à modernização de um dos principais armamentos coletivos de apoio indireto das Forças Terrestres: o Morteiro Pesado 120 mm M2 Raiado.
O projeto prevê a integração de um sistema automatizado que deverá reduzir drasticamente o tempo de transição do morteiro entre a configuração de transporte e a posição de tiro. Além disso, a solução incorpora um módulo de apontamento digitalizado, com o objetivo de conferir maior agilidade, precisão e repetibilidade aos disparos, atributos essenciais em cenários de combate contemporâneo, nos quais a rapidez de engajamento e a dispersão das posições de tiro são fatores decisivos de sobrevivência.
Salto qualitativo no sistema
O M2 Raiado foi desenvolvido no início dos anos 2000 pelo então Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento (IPD), unidade que viria a ser incorporada ao CTEx em 2005. Desde então, o armamento é fabricado pelo Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro e integra a estrutura de apoio de fogo das unidades mecanizadas e de infantaria do Exército Brasileiro.
Na avaliação do CTEx, a automatização do morteiro representa um salto qualitativo no emprego desse sistema de armas, permitindo que as guarnições operem com menor exposição e maior cadência de tiro, ao mesmo tempo em que se reduz a margem de erro humana no processo de apontamento.
Fortalecimento da Base Industrial de Defesa (BID)
A iniciativa também reforça a estratégia de fortalecimento da Base Industrial de Defesa (BID), ao articular a expertise de um centro de tecnologia militar com a capacidade de engenharia de uma empresa nacional do setor de defesa, a Omnisys, reconhecida por projetos em eletrônica de defesa e sistemas embarcados.
A formalização da parceria sinaliza, ainda, a prioridade institucional do Exército Brasileiro em atualizar seus sistemas de armas convencionais por meio de incrementos tecnológicos, em vez de substituições integrais, modelo que otimiza custos e preserva a logística já consolidada nas unidades operacionais.
Fonte: CTEx/Exército Brasileiro.
*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
‘Juventude e Clima: Vozes do Futuro’, novo livro do pernambucano Elimar Nascimento, será lançado quarta-feira (23) no Recife
19/09/2026
O sociólogo, pesquisador e professor pernambucano Elimar Pinheiro do Nascimento, que leciona na Universidade de Brasília (unB) e na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), lança na próxima quarta-feira (23/09) no Recife o livro "Juventude e Clima: Vozes do Futuro”, organizado por ele juntamente com o pesquisador da Alfredo Pena-Vega, da École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris.
O lançamento será no Centro Josué de Castro, localizado no bairro da Boa Vista, a partir das 17 horas. Na ocasião, haverá palestra do autor. Publicada pela editora Cortez, a obra ficou entre os cinco finalistas do Prêmio Jabuti na área de ciências ambientais. Ressalta que a crise climática é uma consequência direta do atual sistema de produção, consumo e valores da sociedade, exigindo protagonismo urgente das novas gerações.
Pacto pela juventude e pelo clima
Dividido em quatro partes, o livro conta com colaboração de ci...
Da Redação
O sociólogo, pesquisador e professor pernambucano Elimar Pinheiro do Nascimento, que leciona na Universidade de Brasília (unB) e na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), lança na próxima quarta-feira (23/09) no Recife o livro "Juventude e Clima: Vozes do Futuro”, organizado por ele juntamente com o pesquisador da Alfredo Pena-Vega, da École des Hautes Études en Sciences Sociales de Paris.
O lançamento será no Centro Josué de Castro, localizado no bairro da Boa Vista, a partir das 17 horas. Na ocasião, haverá palestra do autor. Publicada pela editora Cortez, a obra ficou entre os cinco finalistas do Prêmio Jabuti na área de ciências ambientais. Ressalta que a crise climática é uma consequência direta do atual sistema de produção, consumo e valores da sociedade, exigindo protagonismo urgente das novas gerações.
Pacto pela juventude e pelo clima
Dividido em quatro partes, o livro conta com colaboração de cientistas e jovens que pertencem ao movimento internacional Pacto da Juventude Juventude pelo Clima (GICP), com propostas que foram encaminhadas à COP 30 em Belém, realizada em novembro passado.
Dentre os principais pontos abordados estão a defesa de que a juventude é a principal herdeira das consequências ecológicas e a crítica feita à lentidão dos líderes políticos frente à emergência ambiental. Além disso, a obra também funciona como um espaço de diálogo entre jovens cientistas e pesquisadores, valorizando os saberes locais e os processos coletivos de aprendizagem.
Outro item importante é o fato de reunir artigos e propostas práticas voltadas para o debate na COP 30, buscando inspirar políticas públicas inclusivas e ação intergeracional. E mostrar que o colapso ambiental não é apenas técnico ou econômico, mas um reflexo de uma profunda crise ética e civilizatória na forma como a humanidade habita o planeta.

Trajetória ampla e destacada
Elimar Pinheiro do Nascimento é amplamente reconhecido por suas contribuições acadêmicas nas áreas de desenvolvimento sustentável, políticas públicas, conflitos socioambientais e turismo. Atualmente, ele atua como professor permanente nos programas de pós-graduação do Centro de Desenvolvimento Sustentável da UnB e do Centro de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade da Amazônia da Universidade Federal do Amazonas (UFAM).
Além da sólida carreira na academia, Nascimento também possui histórico de atuação na gestão pública, em várias unidades da Federação. Tem uma produção intelectual que inclui dezenas de livros publicados e mais de uma centena de artigos científicos, sendo os trabalhos mais recentes destacados pelas reflexões profundas e críticas que apresentam sobre a urgência climática. O evento é promovido pelo Centro Josué de Castro.

Aposentados que votarem nestas eleições ficarão liberados de fazer prova de vida do INSS
19/09/2026
A novidade é não apenas uma forma de estimular os idosos a voltarem, como também estimular a democracia e a participação das pessoas nas urnas e, ao mesmo tempo, beneficiar essas pessoas, que muitas vezes têm dificuldades de irem até as seções onde votam. E que não são obrigadas a votar.
Cruzamento de informações
De acordo com o Ministério da Previdência Social, a verificação vai ocorrer de forma automática a partir do cruzamento das informações da Justiça Eleitoral com a base de dados do INSS.
A Prova de Vida é um procedimento anual cujo objetivo é identificar...
O Executivo Federal anunciou uma novidade, nesta sexta-feira (18/09), para os aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que comparecerem para votar nas eleições de outubro. Eles não precisarão fazer a verificação da chamada “Prova de Vida” neste ano, conforme ficou estabelecido pelo Ministério da Previdência Social.
A novidade é não apenas uma forma de estimular os idosos a voltarem, como também estimular a democracia e a participação das pessoas nas urnas e, ao mesmo tempo, beneficiar essas pessoas, que muitas vezes têm dificuldades de irem até as seções onde votam. E que não são obrigadas a votar.

Cruzamento de informações
De acordo com o Ministério da Previdência Social, a verificação vai ocorrer de forma automática a partir do cruzamento das informações da Justiça Eleitoral com a base de dados do INSS.
A Prova de Vida é um procedimento anual cujo objetivo é identificar se o titular do benefício previdenciário ou assistencial continua vivo para garantir a manutenção de pagamentos. Segundo o ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, a medida facilita a vida dos pensionistas.

Dados automaticamente computados
“A Prova de Vida pode se dar por meio do comparecimento eleitoral. Então, se você for votar no dia das eleições, você já terá a prova de vida realizada. O INSS recebe esses dados e já computa como prova de vida”, explicou.
De acordo com a pasta, o procedimento abrange atualmente cerca de 40 milhões de beneficiários ativos, entre aposentadorias, pensões e benefícios assistenciais.
Além disso, desde 2019, como forma de reduzir filas e custos para processo de Prova de Vida, o comparecimento presencial deixou de ser regra, estabelecendo que o INSS busque, de forma proativa, dados que confirmem a condição de vida do cidadão.
— Com Ministério da Previdência Social e Agência Brasil
Candidatos não podem ser presos a partir deste sábado (15), a não ser em flagrante delito
19/09/2026
O objetivo disso, conforme explicam técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é assegurar o equilíbrio da disputa, impedindo que prisões e constrangimentos políticos afastem concorrentes da campanha. A proteção legal também se aplica a integrantes das chamadas mesas receptoras de votos e aos fiscais de partidos políticos durante o exercício de suas funções no mesmo período.
Regras também para eleitoras e eleitores
Segundo o artigo 302 do Código de Processo Penal, considera-se em flagrante delito quem for encontrado cometendo uma infração ou logo após c...
A partir deste sábado (19/09) nenhum candidato nestas eleições pode ser preso ou detido por qualquer autoridade, com exceção dos que sejam presos em flagrante delito. A regra se estende até 6 de outubro, 48 horas após o encerramento do pleito. Começa a valer hoje porque faltam exatamente 15 dias para o primeiro turno da votação, conforme estabelece o artigo 236 do Código Eleitoral.
O objetivo disso, conforme explicam técnicos do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é assegurar o equilíbrio da disputa, impedindo que prisões e constrangimentos políticos afastem concorrentes da campanha. A proteção legal também se aplica a integrantes das chamadas mesas receptoras de votos e aos fiscais de partidos políticos durante o exercício de suas funções no mesmo período.
Regras também para eleitoras e eleitores
Segundo o artigo 302 do Código de Processo Penal, considera-se em flagrante delito quem for encontrado cometendo uma infração ou logo após cometê-la. A norma inclui quem for perseguido após a situação ou localizado com instrumentos, como armas, que indiquem a prática do crime.
As normas também estabelecem que eleitoras e eleitores não poderão ser presos ou detidos, mas no caso deles, a partir do dia 29 de setembro, cinco dias antes do pleito. Para o eleitorado, as únicas exceções são o flagrante delito ou uma sentença criminal condenatória por crime inafiançável. A detenção também pode ocorrer por desrespeito a salvo-conduto, conforme o artigo 236 do Código Eleitoral.
— Com informações da Justiça Eleitoral