Renegociação de dívidas pelo Desenrola é prorrogada até 20 de maio, também, em plataforma do Serasa
03/04/2024 - Jornal o Poder
Acesso às ofertas
Com a extensão da data, consumidores de todo o Brasil podem acessar as ofertas pelos canais oficiais do Serasa Limpa Nome, via site ou aplicativo, para garantir o nome limpo ainda neste semestre. Conforme informações da Fazenda, desde o início de março, com a realização do MegaFeirão Serasa e Desenrola, mais de 3,6 milhões de acordos foram fechados no país. Somente nos Correios foram contabilizados 233 mil atendimentos presenciais nas agências até a última quinta-feira (28/03).
700 empresas parceiras<...
Acesso às ofertas
Com a extensão da data, consumidores de todo o Brasil podem acessar as ofertas pelos canais oficiais do Serasa Limpa Nome, via site ou aplicativo, para garantir o nome limpo ainda neste semestre. Conforme informações da Fazenda, desde o início de março, com a realização do MegaFeirão Serasa e Desenrola, mais de 3,6 milhões de acordos foram fechados no país. Somente nos Correios foram contabilizados 233 mil atendimentos presenciais nas agências até a última quinta-feira (28/03).
700 empresas parceiras
Os números, conforme o mais recente balanço, incluem dívidas relativas ao Programa Desenrola e outras negociações com as 700 empresas parceiras do mutirão, tais como bancos, securitizadoras, varejo, operadoras de telefonia e contas básicas, como água, luz e gás. Ao todo, foram concedidos cerca de R$ 18,9 bilhões em descontos.
Canal digital
A partir da prorrogação, os consumidores podem aproveitar o Programa Desenrola de forma fácil e rápida pela plataforma digital da Serasa. Em minutos, os usuários conseguem verificar se têm ofertas e ser redirecionados para o site do programa, em que é possível consultar as dívidas e realizar os pagamentos
Leia outras informações
Os Dez Anos do Impeachment de Dilma Rousseff - Por José Ricardo de Souza*
01/09/2026
"Pedaladas fiscais"
Na justificativa para o pedido de impeachment, os juristas alegaram que a então presidente havia cometido crime de responsabilidade pela prática das chamadas "pedaladas fiscais", ou seja, atrasos no repasse de recursos do Tesouro aos bancos públicos responsáveis pelo pagamento de benefícios sociais, como o Plano Safra; e pela edição de decretos de abertura de crédito sem a autorização do Congresso. O resultado foi proclamado pelo p...
Na última quarta-feira de agosto de 2016, há exatamente dez anos, o Senado Federal aprovou por 61 a 20 o impeachment de Dilma Rousseff. O processo teve início em 2 de dezembro de 2015, quando o ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha deu prosseguimento ao pedido dos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal. Com uma duração de 273 dias, o caso se encerrou em 31 de agosto de 2016, tendo como resultado a cassação do mandato, mas sem a perda dos direitos políticos de Dilma.
"Pedaladas fiscais"
Na justificativa para o pedido de impeachment, os juristas alegaram que a então presidente havia cometido crime de responsabilidade pela prática das chamadas "pedaladas fiscais", ou seja, atrasos no repasse de recursos do Tesouro aos bancos públicos responsáveis pelo pagamento de benefícios sociais, como o Plano Safra; e pela edição de decretos de abertura de crédito sem a autorização do Congresso. O resultado foi proclamado pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que comandou o julgamento do processo no Senado, iniciado no dia 25 de agosto. No seu lugar ficou o vice-presidente Michael Temer que concluiu o mandato em 2018. Dilma Rousseff foi a segunda presidente brasileira a ser afastada do cargo. Em 1992 o presidente (atual senador) Fernando Collor de Melo também foi afastado do poder sob acusação de crimes de responsabilidade (definidos no artigo 85 da CF/1988). Em 1994, ele seria absolvido pelo S.T.F.

Alvo de debates
O processo de afastamento de Dilma Rousseff até hoje é alvo de debates acalorados. Se para alguns houve um processo legítimo e legal de impeachment embasado na legislação brasileira, para outros o impeachment não passou de um golpe "chapa branca" provocado pela resistência da presidenta em ceder à pressões de grupos do Congresso Nacional que articularam junto com seus pares a queda da mesma. Debates à parte, o que se sabe é que vários documentaristas registraram os últimos dias de Dilma na presidência.
Documentários
"Democracia em Vertigem" (2019) de Petra Costa, indicado para o oscar de melhor documentário em 2020; disponível na Netflix, e "O Processo" (2018) de Maria Ramos, são duas delas. Um terceiro documentário é "Alvorada" (2021) de Lô Politi e Anna Muylaert disponível no streaming do Telecine. Vários livros também revisitaram o tema do impeachment de 2016, a maioria deles, focando que se tratou de um golpe.
Dilma e Lula
O afastamento de Dilma Rousseff em 2016 e a prisão de Lula em 2018 por ordem do juiz Sérgio Moro foram fundamentais para a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais. Sem cargo público, a ex-presidente Dilma Rousseff declinou de aspirações eleitorais para 2022, preferindo viver seus dias apenas acompanhando a conturbada conjuntura política nacional. Atualmente Dilma é a presidente dos Novo Banco de Desenvolvimento, conhecido como o Banco dos BRICS, e mora em Xangai, onde fica localizada a a sede da instituição financeira.
*José Ricardo de Souza, é professor da rede pública estadual de ensino, historiador e escritor. Membro da ALAP, IAHGP, IHGAAP e UBE-Paulista. Criador do Projeto Muita História pra Contar. @josericardope01

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
Inteligência Artificial e Soberania: O Brasil Começa a Organizar a Engenharia de seu Poder Estratégico - Por Amadeu Robalinho*
01/09/2026
Há atos administrativos que parecem, à primeira vista, apenas movimentos burocráticos. Existem, entretanto, portarias que revelam mudanças profundas na maneira como um Estado começa a organizar suas capacidades estratégicas.
A Portaria GM-MD nº 3.477, de 4 de agosto de 2025, publicada no Diário Oficial da União, pertence a essa segunda categoria.
O documento institui, no âmbito do Ministério da Defesa, um Grupo de Trabalho destinado a elaborar propostas para a Política e a Estratégia de Inteligência Artificial de Defesa, além de delinear critérios para uma ação orçamentária própria relacionada a essas políticas.
Mais do que criar um grupo de trabalho, a Portaria sinaliza que a Inteligência Artificial passou a ser tratada institucionalmente como componente da capacidade de Defesa do Estado brasileiro.
E essa mudança precisa ser compreend...
Soberania Nacional, Defesa, Estratégia e Engenharia de Soberania Estratégica
Há atos administrativos que parecem, à primeira vista, apenas movimentos burocráticos. Existem, entretanto, portarias que revelam mudanças profundas na maneira como um Estado começa a organizar suas capacidades estratégicas.
A Portaria GM-MD nº 3.477, de 4 de agosto de 2025, publicada no Diário Oficial da União, pertence a essa segunda categoria.
O documento institui, no âmbito do Ministério da Defesa, um Grupo de Trabalho destinado a elaborar propostas para a Política e a Estratégia de Inteligência Artificial de Defesa, além de delinear critérios para uma ação orçamentária própria relacionada a essas políticas.
Mais do que criar um grupo de trabalho, a Portaria sinaliza que a Inteligência Artificial passou a ser tratada institucionalmente como componente da capacidade de Defesa do Estado brasileiro.
E essa mudança precisa ser compreendida por uma perspectiva mais ampla: tecnologia, quando incorporada à estrutura de Defesa, deixa de ser apenas ferramenta e passa a integrar a arquitetura do poder nacional.
É exatamente nesse ponto que se encontra o conceito que venho desenvolvendo e defendendo: a Engenharia de Soberania e Estratégia.
Não Basta Comprar Tecnologia. É Preciso Construir Capacidade
A soberania tecnológica de uma nação não pode ser confundida com a simples aquisição de equipamentos, softwares ou sistemas produzidos no exterior.
Comprar tecnologia é importante.
Mas possuir capacidade para compreender, adaptar, integrar, desenvolver, produzir, proteger, atualizar e substituir tecnologias críticas é algo muito diferente.
A Engenharia de Soberania e Estratégia parte justamente dessa premissa.
Um Estado verdadeiramente soberano precisa transformar conhecimento científico, engenharia, indústria, infraestrutura, recursos humanos, orçamento, dados, energia, materiais estratégicos e capacidade produtiva em poder nacional efetivo.
No caso da Inteligência Artificial, essa questão torna-se ainda mais evidente.
Algoritmos dependem de dados. Dados dependem de infraestrutura. Infraestrutura depende de energia, semicondutores, redes, centros de processamento e sistemas de comunicação. Tudo isso depende de capital humano, indústria, pesquisa científica e capacidade de investimento.
Portanto, falar em Inteligência Artificial de Defesa é falar, simultaneamente, em uma cadeia muito maior de soberania.
Uma Estratégia de IA Não Pode Ser Apenas uma Estratégia de Software
A própria composição do Grupo de Trabalho instituído pela Portaria demonstra essa multidimensionalidade.
O colegiado reúne representantes do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, das áreas de Comando e Controle, Operações, Logística e Mobilização, Educação e Cultura e Assuntos Estratégicos. Também participam representantes ligados à Tecnologia da Informação e Comunicação, Ciência, Tecnologia e Inovação e Produtos de Defesa.
Marinha, Exército e Força Aérea também estão representados por suas áreas de Ciência, Tecnologia e Inovação e de Tecnologia da Informação e Comunicação.
Há ainda a participação, como convidada, da área de defesa cibernética do Exército Brasileiro.
Essa arquitetura institucional é particularmente significativa.
Ela demonstra que Inteligência Artificial, no ambiente de Defesa, não pode ser tratada como assunto isolado de informática.
Ela atravessa comando e controle, operações, logística, mobilização, inteligência, cibernética, ciência, tecnologia, indústria e orçamento.
É, portanto, uma questão de engenharia sistêmica do poder nacional.
Da Dependência Tecnológica à Autonomia Estratégica
A história demonstra que a dependência tecnológica pode transformar-se em vulnerabilidade estratégica.
Um país pode possuir território, população, recursos naturais e forças militares, mas continuar estruturalmente dependente se não dominar tecnologias essenciais para sustentar suas capacidades de Defesa.
No século XXI, essa dependência pode assumir novas formas.
Ela pode estar nos semicondutores.
Pode estar nos sistemas operacionais.
Pode estar nos sensores.
Pode estar nos satélites.
Pode estar nos sistemas de comunicação.
Pode estar nos bancos de dados.
Pode estar nos modelos de Inteligência Artificial.
Pode estar no poder computacional.
Pode estar na capacidade de atualização dos sistemas.
E pode estar, sobretudo, na ausência de domínio sobre aquilo que está por trás da tecnologia aparentemente pronta.
É nesse ponto que a Engenharia de Soberania e Estratégia propõe uma mudança de paradigma.
Soberania não é possuir o produto final. Soberania é possuir capacidade nacional para sustentar o ciclo tecnológico estratégico.
O Orçamento Também é Instrumento de Soberania
Outro aspecto particularmente relevante da Portaria é a determinação para que sejam delineados critérios para uma ação orçamentária própria vinculada à Política e à Estratégia de Inteligência Artificial de Defesa.
Essa disposição merece atenção.
Porque estratégia sem orçamento transforma-se em intenção.
A construção de capacidade tecnológica exige continuidade de investimentos, planejamento de longo prazo e estabilidade institucional.
Não se constrói uma infraestrutura estratégica de Inteligência Artificial por meio de projetos episódicos.
É necessário pensar em décadas.
A Engenharia de Soberania e Estratégia, nesse sentido, aproxima planejamento estratégico, engenharia e política industrial.
O orçamento deixa de ser apenas uma ferramenta contábil e passa a ser compreendido como instrumento de construção de capacidades nacionais.
A Grande Questão: Quem Domina a Tecnologia Domina o Ciclo Estratégico
A Inteligência Artificial introduz uma transformação ainda mais profunda.
Durante grande parte da história militar, o poder estava associado principalmente à quantidade de plataformas, ao alcance das armas, à capacidade industrial e à disponibilidade de recursos humanos.
No século XXI, essas dimensões continuam fundamentais, mas passam a coexistir com uma nova camada de poder: a capacidade de transformar dados em conhecimento e conhecimento em decisão.
A velocidade do ciclo detectar, compreender, decidir e agir poderá determinar vantagens estratégicas.
Nesse ambiente, Inteligência Artificial aplicada à Defesa poderá interferir diretamente em comando e controle, inteligência, planejamento, logística, simulação, manutenção, consciência situacional e apoio à decisão.
Por isso, a discussão não pode ficar limitada à pergunta sobre qual sistema de IA o Brasil deve comprar.
A pergunta estratégica é outra:
O Brasil terá capacidade para desenvolver, controlar, auditar, proteger, atualizar e substituir seus próprios sistemas de Inteligência Artificial de interesse estratégico?
Essa é uma pergunta de soberania.
A Portaria é o Começo, Não o Ponto de Chegada
A Portaria estabelece que o Grupo de Trabalho terá 180 dias para concluir suas atividades, prazo prorrogável mediante justificativa, e determina posteriormente o encaminhamento de relatório e das propostas ao Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.
Portanto, o documento não apresenta ainda a Política ou a Estratégia de Inteligência Artificial de Defesa.
Ele estabelece o processo institucional para construí-las.
Essa distinção é fundamental.
O verdadeiro desafio estará naquilo que vier depois.
Será necessário transformar política em estratégia.
Estratégia em programas.
Programas em projetos.
Projetos em engenharia.
Engenharia em produtos.
E produtos em capacidade nacional de Defesa.
Essa cadeia precisa ser permanente.
Engenharia de Soberania e Estratégia
É exatamente nessa transição que situo a minha concepção de Engenharia de Soberania e Estratégia.
Não se trata simplesmente de produzir tecnologia nacional.
Trata-se de identificar quais capacidades tecnológicas são críticas para a soberania, compreender suas cadeias de dependência, estabelecer prioridades nacionais e organizar ciência, engenharia, indústria, infraestrutura, recursos humanos e orçamento para reduzir vulnerabilidades e ampliar a autonomia estratégica.
Em outras palavras:
Soberania precisa ser projetada.
Precisa ser planejada.
Precisa ser financiada.
Precisa ser construída.
Precisa ser mantida.
E, sobretudo, precisa ser tecnicamente sustentável.
Essa é a diferença entre possuir tecnologia e possuir capacidade tecnológica soberana.
O Desafio Brasileiro
O Brasil possui universidades, centros de pesquisa, empresas, engenheiros, cientistas, institutos tecnológicos, Forças Armadas e uma base industrial que podem formar os componentes de uma estratégia nacional de Inteligência Artificial de Defesa.
O desafio está em conectar essas capacidades.
É preciso construir pontes permanentes entre academia, Estado, Forças Armadas e indústria.
É preciso transformar conhecimento científico em produto.
Produto em sistema.
Sistema em capacidade operacional.
E capacidade operacional em dissuasão.
É esse encadeamento que transforma tecnologia em poder.
E é exatamente esse encadeamento que a Engenharia de Soberania e Estratégia procura interpretar e estruturar.
Soberania no Século XXI
A soberania do século XXI não será medida apenas pela extensão territorial ou pelo tamanho das Forças Armadas.
Será medida também pela capacidade de uma nação controlar as tecnologias que sustentam sua liberdade de decisão.
Um país que não domina tecnologias críticas pode possuir soberania jurídica, mas permanecer dependente no plano estratégico.
Por isso, a Inteligência Artificial de Defesa deve ser compreendida como parte de uma agenda maior de soberania tecnológica nacional.
A Portaria GM-MD nº 3.477/2025 representa, nesse sentido, um movimento institucional relevante: o Ministério da Defesa passa a organizar formalmente a construção de uma política e de uma estratégia específicas para Inteligência Artificial aplicada à Defesa.
Mas o verdadeiro resultado dependerá da capacidade de transformar essa iniciativa em uma política de Estado de longo prazo.
Porque, no mundo que está surgindo, quem controla os dados, os algoritmos, os semicondutores, a infraestrutura computacional, a energia, os sistemas de comunicação e a engenharia que integra tudo isso controla parcelas crescentes do seu próprio poder estratégico.
E a lição central da Engenharia de Soberania e Estratégia é justamente esta:
não existe soberania tecnológica sem engenharia, não existe autonomia estratégica sem capacidade industrial e não existe Defesa Nacional verdadeiramente autônoma sem domínio sobre as tecnologias críticas que sustentam o poder nacional.
A Inteligência Artificial é apenas uma das novas fronteiras.
A disputa maior é pela capacidade de decidir o próprio futuro.
E soberania, no século XXI, será cada vez mais uma questão de engenharia.
*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
Supostas Corrupções de Nabor e Hugo começam a afastar João Azevêdo e Lucas Ribeiro
01/09/2026
Uma operação batizada nos bastidores de Lisoform, foi estartada nessa terça, 1o de setembro, pelas equipes de marketing de Lucas e João. O objetivo é construir uma "muralha de contenção" para evitar que o incêndio que assola a campanha de Nabor contamine o restante da majoritária.
Chuva de escândalos
Desde o debate da TV Master, na segunda-feira da semana passada, os escândalos em que Nabor e Hugo Motta estão envolvidos ganharam proporções de difícil reversão. Esse alastramento pode chegar em Lucas e João. São muitos, vários e diversos. Nenhum esclarecido a contento.
Ontem
No debate da Arapuan, e hoje, durante uma entrevista no Bom Dia Paraíba a situação de Nabor se complicou, com desgaste imensurável.
Confira o vídeo
...
Blindar para nao contaminar. Essa é a ordem no comando das campanhas de Joao Azevedo e Hugo Ribeiro, confirme O Poder apurou com fontes confiáveis.
Uma operação batizada nos bastidores de Lisoform, foi estartada nessa terça, 1o de setembro, pelas equipes de marketing de Lucas e João. O objetivo é construir uma "muralha de contenção" para evitar que o incêndio que assola a campanha de Nabor contamine o restante da majoritária.
Chuva de escândalos
Desde o debate da TV Master, na segunda-feira da semana passada, os escândalos em que Nabor e Hugo Motta estão envolvidos ganharam proporções de difícil reversão. Esse alastramento pode chegar em Lucas e João. São muitos, vários e diversos. Nenhum esclarecido a contento.
Ontem
No debate da Arapuan, e hoje, durante uma entrevista no Bom Dia Paraíba a situação de Nabor se complicou, com desgaste imensurável.
Confira o vídeo
Nesta pergunta do entrevistador, Nabor se contorceu para fugir dos assuntos incômodos, mas não conseguiu. Pelo contrário. Em determinado bloco, acabou "entregando" o filho, avalista e suposto patrocinador da sua candidatura.
Assista e espalhe.
RockRibe reúne cinco bandas e celebra o rock pernambucano em sua 4ª edição
01/09/2026
Proposta
Com quatro edições e duas edições especiais, o RockRibe chega este ano com a proposta de fortalecer a cena do rock pernambucano e ampliar o espaço para artistas e bandas independentes.
Programação
A programação reúne diferentes vertentes do gênero. A Irrevert abre os shows com seu hardcore melódico influenciado pelos anos 1990 e 2000. Em seguida, a Ugly Boys apresenta uma mistura de punk rock, ska, hardcore e reggae, marcada por energia e letras de reflexão.
No palco
A A Ostenta leva ao palco seu rock autoral, i...
Shows, feira de gastronomia, moda e artesanato. Gratuito A 4ª edição do Festival RockRibe acontece no dia 12 de setembro, a partir das 17h, na Praça da Convenção de Beberibe, na Zona Norte do Recife. O evento reúne Irrevert, Ugly Boys, A Ostenta, United For Distortion e Dona Morgana, além de uma feira de gastronomia, moda e artesanato.
Proposta
Com quatro edições e duas edições especiais, o RockRibe chega este ano com a proposta de fortalecer a cena do rock pernambucano e ampliar o espaço para artistas e bandas independentes.
Programação
A programação reúne diferentes vertentes do gênero. A Irrevert abre os shows com seu hardcore melódico influenciado pelos anos 1990 e 2000. Em seguida, a Ugly Boys apresenta uma mistura de punk rock, ska, hardcore e reggae, marcada por energia e letras de reflexão.
No palco
A A Ostenta leva ao palco seu rock autoral, inspirado no rock nacional e britânico dos anos 1980, além de referências do rock clássico e hard rock. Na sequência, a United For Distortion representa o metal com thrash metal, riffs pesados e letras de crítica social.
Encerrando a programação, a Dona Morgana apresenta clássicos do rock nacional e internacional, com destaque para o tributo a Pitty, uma das atrações mais pedidas pelo público.
Gastronomia
Além da música, a feira de gastronomia, moda e artesanato amplia a programação e reúne iniciativas de empreendedores e produtores locais.
Movimentação da cena local
Ao alcançar a 6ª edição do evento, o RockRibe reafirma sua proposta de movimentar a cena independente, aproximar artistas e público e fortalecer a circulação do rock em Pernambuco. A realização na Praça da Convenção de Beberibe também contribui para a ocupação cultural da Zona Norte do Recife.
Local
O evento acontece na Praça da Convenção de Beberibe — Zona Norte do Recife.
'Agora tem Especialistas' - Veneziano consegue carretas para Cabedelo, Catolé do Rocha e Massaranduba
01/09/2026
Catolé do Rocha
-saúde da mulher, contemplando 10 cidades: Catolé do Rocha, Belém do Brejo do Cruz, Bom Sucesso, Brejo do Cruz, Brejo dos Santos, Jericó, Mato Grosso, Riacho dos Cavalos, São Bento e São José do Brejo do Cruz.
Cabedelo
Saúde da mulher, contemplando 14 cidades: Cabedelo, Alhandra, Bayeux, Caaporã, Conde, Cruz do Espírito Santo, Lucena, Mari, Pitimbu, Riachão do Poço, Santa Rita, Sapé, Sobrado e João Pessoa.
Massaranduba
O Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) conseguiu articular, junto ao Ministério da Saúde, a destinação de carretas do programa “Agora tem Especialistas”, do Governo Federal, para mais três cidades paraibanas. Segundo Veneziano, as carretas fazem parte de uma ação muito eficaz do governo do presidente Lula para zerar a fila de consultas, exames e cirurgias eletivas. Elas iniciarão o atendimento agora em setembro, durante 30 dias, nas seguintes cidades:
Catolé do Rocha
-saúde da mulher, contemplando 10 cidades: Catolé do Rocha, Belém do Brejo do Cruz, Bom Sucesso, Brejo do Cruz, Brejo dos Santos, Jericó, Mato Grosso, Riacho dos Cavalos, São Bento e São José do Brejo do Cruz.
Cabedelo
Saúde da mulher, contemplando 14 cidades: Cabedelo, Alhandra, Bayeux, Caaporã, Conde, Cruz do Espírito Santo, Lucena, Mari, Pitimbu, Riachão do Poço, Santa Rita, Sapé, Sobrado e João Pessoa.
Massaranduba
Carreta de imagem, com exames de tomografia e ultrassonografia, contemplando 15 cidades: Massaranduba, Assunção, Boa Vista, Campina Grande, Fagundes, Juazeirinho, Livramento, Olivedos, Pocinhos, Puxinanã, Santo André, Serra Redonda, Soledade, Taperoá e Tenório.
Esta ação de Veneziano
Já proporcionou o atendimento, através das carretas, em dezenas de cidades paraibanas, contemplando mais de 10 mil pessoas, com quase 20 mil procedimentos realizados. Segundo a Superintendente do Ministério da Saúde na Paraíba, Joelma Lira, as carretas de diagnóstico por imagem já atenderam 3.249 pessoas no estado, com a realização de 4.176 procedimentos; enquanto as da Saúde da Mulher atenderam 7.079 mulheres, com 15.168 procedimentos realizados.
PIB do Brasil cresce 0,5% no segundo trimestre, mostra IBGE
01/09/2026
No acumulado de quatro trimestres, o PIB teve expansão de 1,9%.
Os dados
Os dados foram divulgados hoje, terça-feira (01/09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o instituto, o PIB chegou a R$ 3,4 trilhões no segundo trimestre.
No primeiro semestre, a economia expandiu 1,9% na comparação com a primeira metade de 2025.
O boletim Focus, sondagem do Banco Central (BC) com instituições do mercado financeiro, divulgado nesta segunda-feira (31), projeta que 2026 deve terminar com crescimento do PIB de 1,92%.
Componentes
O PIB pode ser calculado pela ótica da produção (análise do desem...
A economia brasileira cresceu 0,5% no segundo trimestre de 2026 na comparação com o primeiro trimestre. Em relação ao segundo trimestre de 2025, o Produto Interno Bruto (PIB), conjunto dos bens e serviços produzidos no país, apresenta alta de 2%.
No acumulado de quatro trimestres, o PIB teve expansão de 1,9%.
Os dados
Os dados foram divulgados hoje, terça-feira (01/09) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o instituto, o PIB chegou a R$ 3,4 trilhões no segundo trimestre.
No primeiro semestre, a economia expandiu 1,9% na comparação com a primeira metade de 2025.
O boletim Focus, sondagem do Banco Central (BC) com instituições do mercado financeiro, divulgado nesta segunda-feira (31), projeta que 2026 deve terminar com crescimento do PIB de 1,92%.
Componentes
O PIB pode ser calculado pela ótica da produção (análise do desempenho das atividades econômicas) ou do consumo (gastos e investimentos).
Pela ótica da produção, a agropecuária foi destaque, com variação positiva de 2,8% na passagem do primeiro para o segundo trimestre. Em 12 meses, a alta chega a 6,2%.
A indústria
A indústria variou positivamente 0,1% do primeiro para o segundo trimestre e 1,4% em 12 meses.
Dentro da indústria, o principal motor foi a indústria extrativa, que saltou 3,4% entre os trimestres seguidos.
Serviços
O setor de serviços, que mais emprega na economia, cresceu 0,2% entre os trimestres seguidos e 1,7% no acumulado de 12 meses.
Detalhando os dados do setor, os segmentos de serviços que mais cresceram foram informação e comunicação (2,1%), transporte, armazenagem e correio (1,1%) e atividades imobiliárias (0,2%). O comércio ficou estável, ou seja, variação nula (0%).
Variação
Houve variação negativa no segmento administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,4%) e em atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,3%).
A Formação Bruta de Capital Fixo, indicador que representa os investimentos, cresceu 1,2% no trimestre.
Subiu
Pela ótica da demanda, o consumo do governo subiu 0,4%, enquanto o das famílias recuou (-0,4%).
No setor externo, as exportações caíram (-0,8%), e as importações subiram 1,8% em relação ao primeiro trimestre de 2026.
O que é o PIB
O PIB é o conjunto de todos os bens e serviços produzidos em uma localidade em determinado período. Com o dado, é possível traçar o comportamento da economia do país, estado ou cidade, assim como fazer comparações internacionais.
O PIB é calculado com o auxílio de diversas pesquisas setoriais, como comércio, serviços e indústria.
O cálculo
Durante o cálculo, há cuidados para não haver dupla contagem. Um exemplo: se um país produz R$ 100 de trigo, R$ 200 de farinha de trigo e R$ 300 de pão, o PIB será de R$ 300, pois os valores da farinha e do trigo já estão embutidos no valor do pão.
Os bens
Os bens e serviços finais que compõem o PIB são medidos no preço em que chegam ao consumidor. Dessa forma, levam em consideração também os impostos cobrados.
O PIB ajuda a compreender a realidade de um país, mas não expressa fatores como distribuição de renda e condição de vida. É possível, por exemplo, um país ter PIB alto e padrão de vida relativamente baixo, assim como pode haver nação com PIB baixo e altíssima qualidade de vida.
Com Agência Brasil
“Homem-bomba” do suposto Gabinete do Ódio contratou candidato do Novo como advogado
01/09/2026
O advogado
Falará com a imprensa ainda hoje, terça-feira (1º/09), em frente à sede da Polícia Federal (PF), onde protocolará documentos e prestará esclarecimentos sobre as supostas milícias digitais na atual gestão do Governo de Pernambuco. No aviso à imprensa, o comunicado já classifica o caso como fruto de “narrativas do PSB”, antecipando o tom da entrevista.
Atualizando: O Poder foi informado, neste momento, que a entrevista está ocorrendo. Caso a manobra se confirme, o advogado, supostamente, driblou a imprensa independente e só avisou a mudança a quem lhe...
O servidor federal Amisadai Andrade contratou o ex-juiz Luiz Rocha como advogado para defendê-lo de acusações de integrar um suposto 'Gabinete do Ódio', que funcionaria vinculado ao governo Raquel Teixeira Lyra. O magistrado é candidato a deputado federal pelo Novo, partido que apoia a reeleição da governadora e faz oposição ao candidato a governador João Campos (PSB).
O advogado
Falará com a imprensa ainda hoje, terça-feira (1º/09), em frente à sede da Polícia Federal (PF), onde protocolará documentos e prestará esclarecimentos sobre as supostas milícias digitais na atual gestão do Governo de Pernambuco. No aviso à imprensa, o comunicado já classifica o caso como fruto de “narrativas do PSB”, antecipando o tom da entrevista.
Atualizando: O Poder foi informado, neste momento, que a entrevista está ocorrendo. Caso a manobra se confirme, o advogado, supostamente, driblou a imprensa independente e só avisou a mudança a quem lhe interessava.
Amisadai Andrade
É considerado o pivô de uma crise no Governo Raquel. Na semana passada, reportagem veiculada pela TV Record mostrou uma gravação em que ele aparece admitindo que esteve no Palácio do Campo das Princesas, no segundo semestre de 2024, para tratar de formas de “desidratar” João Campos, na época, já cotado como pré-candidato ao Governo de Pernambuco.
No período das reuniões
Amisadai era sócio do Portal de Prefeitura, veículo de comunicação que passou a atacar João Campos nas redes sociais. Em 2025, ele próprio ganhou um cargo comissionado no Governo Raquel Lyra, de onde só foi exonerado na última quarta-feira (27/08), depois que o escândalo veio à tona.
Geronildo, o Idiota, Romero Falcão
01/09/2026
As urnas se aproximam. Urge intensificar a campanha eleitoral.
Geronildo, o Idiota, candidato a presidente da República, confia no marqueteiro para ver se melhora nas pesquisas. O xerife traça o plano:
— Geronildo, eu sei que você é um idiota, mas cognição elevada nunca foi mérito para ganhar eleição. O que faz o brasileiro sujar os dedos na hora do voto é a emoção. Tem que sensibilizá-lo. Esta é a chave do cofre, meu caro.
— Primeiro, arrume um casamento daqui a amanhã. Político solteiro é boi de piranha para a imaginação do povo e para a perversidade dos adversários. Político sem mulher é cego sem bengala. E o que vale não é a felicidade: é a fotografia, a filmagem.
— Eu sei que daqui a amanhã não dá para fazer um filho, mas você já sinaliza nos discursos a intenção de adotar uma criança. Até a eleição, porém, melhor do que uma criança é eleger gato e cachorro como os maio...
Passo a passo para ser eleito
As urnas se aproximam. Urge intensificar a campanha eleitoral.
Geronildo, o Idiota, candidato a presidente da República, confia no marqueteiro para ver se melhora nas pesquisas. O xerife traça o plano:
— Geronildo, eu sei que você é um idiota, mas cognição elevada nunca foi mérito para ganhar eleição. O que faz o brasileiro sujar os dedos na hora do voto é a emoção. Tem que sensibilizá-lo. Esta é a chave do cofre, meu caro.
— Primeiro, arrume um casamento daqui a amanhã. Político solteiro é boi de piranha para a imaginação do povo e para a perversidade dos adversários. Político sem mulher é cego sem bengala. E o que vale não é a felicidade: é a fotografia, a filmagem.
— Eu sei que daqui a amanhã não dá para fazer um filho, mas você já sinaliza nos discursos a intenção de adotar uma criança. Até a eleição, porém, melhor do que uma criança é eleger gato e cachorro como os maiores amores da sua vida. É obrigatória a presença deles em todas as manifestações: no colo, no palanque, na caminhada bem estudada pela praia. Gato e cachorro, se forem bem trabalhados, elegem qualquer jumento, Geronildo.
Versículos bíblicos
— Não podemos esquecer, por dinheiro nenhum, dos versículos bíblicos. Decore pelo menos uns sete. E, a propósito, até o dia da posse, não largue o livro sagrado diante dos eleitores. Não fique constrangido. Lembre-se: durante o período eleitoral, Deus tira um recesso. Os candidatos aproveitam. Os idiotas viram profetas.
— Por tudo que é mais sagrado, Geronildo, não esqueça de discursar sobre a família, os valores. Isso emociona o eleitor. Você se torna família dele também. O que importa não é ser; o que importa é parecer sob os olhos marejados da massa.
Grite
— Fale, grite, com persuasão, sobre a dignidade das mulheres. Diga que tem um plano infalível para acabar com o feminicídio. Mesmo que você não saiba explicá-lo quando o entrevistarem. Mas nada como a arte da retórica para fazer um carro elétrico cheirar a óleo diesel.
— E não esqueça da sua esposa de aluguel. Ela precisa convencer a mulherada a dar as mãos nessa corrente que vai prender definitivamente os pais, os padrastos, os irmãos, os tios, os primos, os avós e todos os abusadores da linda família.
Agenda dos candidatos à Presidência da República nesta terça-feira, inclui visitas a instituições, eventos e entrevistas
01/09/2026
Também estão previstas caminhadas e panfletagens pelas ruas, além de atividades voltadas a temas como educação e saúde.
Confira:
Wilson Grassi (Democrata)
Em Brasília, concede entrevista ao Poder 360, e às 18h, ao Metrópoles.
Augusto Cury (Avante)
Participa de café da manhã no Centro das Indústrias em Cachoeirinha (RS) e de visita à 46ª edição da Expointer, em Esteio (RS). À noite, participa da inauguração da primeira Casa Cury em Belo Horizonte (MG).
Edmilson Costa (PCB)
Faz caminhada pelo centro de São Paulo, iniciando no Teatro Municipal.
Hertz Dias (PSTU)
Em Santa Cruz do Sul (RS), participa de entrevista coletiva e almoço com militantes e convidados no Sindicato dos Comerciár...
A agenda dos candidatos à Presidência da República hoje, terça-feira (01/09)) inclui visitas a instituições e eventos, entrevistas à imprensa e encontros com representantes da sociedade.
Também estão previstas caminhadas e panfletagens pelas ruas, além de atividades voltadas a temas como educação e saúde.
Confira:
Wilson Grassi (Democrata)
Em Brasília, concede entrevista ao Poder 360, e às 18h, ao Metrópoles.
Augusto Cury (Avante)
Participa de café da manhã no Centro das Indústrias em Cachoeirinha (RS) e de visita à 46ª edição da Expointer, em Esteio (RS). À noite, participa da inauguração da primeira Casa Cury em Belo Horizonte (MG).
Edmilson Costa (PCB)
Faz caminhada pelo centro de São Paulo, iniciando no Teatro Municipal.
Hertz Dias (PSTU)
Em Santa Cruz do Sul (RS), participa de entrevista coletiva e almoço com militantes e convidados no Sindicato dos Comerciários. À tarde, faz caminhada pelo centro da cidade e panfletagens.
Romeu Zema (Novo)
Conversa com pais e representantes de Joinville (SC) para falar sobre educação em uma das escolas referência no Ideb em Santa Catarina.
Ronaldo Caiado (PSD)
Visita à Santa Casa de Misericórdia em São Paulo, com coletiva de imprensa ao final.
Rui Costa Pimenta (PCO)
Viaja para Brasília, onde participa, às 12h, de panfletagem em frente ao restaurante universitário da Universidade de Brasília (UnB), com militantes e apoiadores. Às 16h30, concede entrevista ao Metrópoles e, às 19h, retorna para São Paulo.
Renan Santos (Missão)
Após decisão do TSE, a agenda do candidato está suspensa.
Flávio Bolsonaro (PL)
Brasília (DF)
11h: Reunião da Comissão de Segurança Pública do Senado Federal
No restante do dia, reuniões internas, sem agendas públicas
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Candidato Lula não terá agendas públicas de campanha nesta terça.
Samara Martins (UP)
Não têm agenda pública de campanha nesta terça-feira (1º).
O Poder

Veneziano e André Gadelha apresentam propostas para o empreendedorismo no debate Arapuã
01/09/2026
Empreendedorismo e crédito
Empreendedorismo, crédito e geração de emprego foram discutidos por Veneziano e André Gadelha. Veneziano destacou sua atuação como relator do projeto Super MEI e afirmou que a proposta permitirá que um microempreendedor tenha um segundo contratado. Veneziano também citou o Jovem Aprendiz, defendendo que os jovens possam ter acesso ao primeiro emprego, continuar os estudos e ter carteira assinada.
Biomassa
Veneziano citou ainda sua atuação...
Os candidatos ao senado Veneziano Vital do Rêgo (MDB) e André Gadelha (MDB), aproveitaram o debate da TV Arapuan com os candidatos a senador da Paraíba, ontem à noite, segunda-feira (31/08), para apresentarem propostas voltadas para o desenvolvimento da economia paraibana. O debate foi mediado pelo apresentador Bruno Pereira, do Sistema Arapuan, e teve transmissão do Sistema Arapuan e para todo o Brasil.
Empreendedorismo e crédito
Empreendedorismo, crédito e geração de emprego foram discutidos por Veneziano e André Gadelha. Veneziano destacou sua atuação como relator do projeto Super MEI e afirmou que a proposta permitirá que um microempreendedor tenha um segundo contratado. Veneziano também citou o Jovem Aprendiz, defendendo que os jovens possam ter acesso ao primeiro emprego, continuar os estudos e ter carteira assinada.

Biomassa
Veneziano citou ainda sua atuação como relator do projeto Combustíveis do Futuro, com incentivo à produção de biomassa.
Crédito
André Gadelha defendeu crédito com juros baixos para pequenos empreendedores e ressaltou a importância dos municípios na geração de riqueza.
Para o setor rural, André apresentou a proposta de criação do Seguro Safra, com crédito facilitado, juros menores e proteção durante o período entre as safras.
Investimento
Ao longo do debate, André Gadelha propôs investimento na Transnordestina pelo desenvolvimento da Paraíba. Ele apresentou uma posição diferente sobre o traçado e afirmou que pretende defender a entrada da Transnordestina por Cajazeiras e Cabedelo.
Combate a corrupção
André defendeu, ainda, levar ao Senado projetos de combate à corrupção. Afirmou que pretende combater a corrupção e relacionou a geração de empregos e o fortalecimento dos municípios à redução da criminalidade.

Defendeu
André Gadelha defendeu ainda que ministros do Supremo Tribunal Federal tenham mandato definido, enquanto Marcelo Queiroga afirmou defender uma mudança na forma de fazer política.
Diferentes caminhos
Ao longo do debate, os candidatos apresentaram diferentes caminhos para áreas consideradas estratégicas para o desenvolvimento estadual. As propostas envolveram segurança, saúde, infraestrutura, agricultura, empreendedorismo, crédito, transparência e combate à corrupção.
Trajetória
O encontro também permitiu que os candidatos apresentassem suas trajetórias e prioridades para uma eventual atuação no Senado Federal, com diferentes avaliações sobre os problemas e potencialidades da Paraíba.
Confira
Abaixo, um trecho da fala de André Gadelha no confronto direto com Nabor Vanderlei.
O Poder