Julgamento de Sergio Moro é suspenso até segunda-feira (08/04). Placar está em 1x1
03/04/2024 - Jornal o Poder
Próxima segunda
Assim, o julgamento tem previsão de ser retomado apenas na próxima segunda-feira (8/4). O primeiro a votar na sessão do TRE-PR foi Sade, que divergiu do relator dos processos, desembargador Luciano Carrasco Falavinha. O parecer do relator foi contra a cassação do ex-juiz federal. Já Sade, votou pela cassação e inelegibilidade Moro por oito anos. O placar do julgamento ficou em 1 a 1 antes da suspensão.
Mais tempo
Claudia Cristofani pediu vista por considerar que é necessário...
Próxima segunda
Assim, o julgamento tem previsão de ser retomado apenas na próxima segunda-feira (8/4). O primeiro a votar na sessão do TRE-PR foi Sade, que divergiu do relator dos processos, desembargador Luciano Carrasco Falavinha. O parecer do relator foi contra a cassação do ex-juiz federal. Já Sade, votou pela cassação e inelegibilidade Moro por oito anos. O placar do julgamento ficou em 1 a 1 antes da suspensão.
Mais tempo
Claudia Cristofani pediu vista por considerar que é necessário um tempo maior para refletir sobre o caso. Em seguida, o presidente do TRE-PR, que já havia reservado três sessões para análise do caso, disse acreditar que o julgamento será concluída na próxima semana.
Abuso de poder
No voto que empatou o placar, Sade considerou que Moro incidiu no ilícito de abuso de poder econômico ao ter acesso a volumosos recursos da campanha presidencial pelo Podemos. Ao desistir de disputar o cargo e concorrer ao Senado pelo União Brasil, o desembargador considerou que Moro usufruiu de um desequilíbrio no pleito, o que caracteriza o ilícito.
Legalidade
Ele considerou ainda, conforme afirmou durnate a sessão, que, 'pela magnitude dos gastos, custeados com dinheiro público, não é possível considerar que Moro agiu dentro da legalidade da pré-campanha", conforme destacou.
Leia outras informações
Veneziano critica senadores que querem barrar votação da escala 5X2
07/10/2026
Articulação
A articulação é encabeçada por senadores do PL, partido do candidato à presidência Flávio Bolsonaro, que querem postergar a votação para depois do 2º turno das eleições, contrariando a pauta definida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (AP), que prevê a votação agora no início de outubro.
Momento
Segundo Veneziano, este é o momento para a população brasileira identificar que, é contra a proposta.
Fala Vené
“Quem estiver contra que se apresente e traga seus fundamentos. Nós estamos aqui colocando aos brasileiros que existem senadores que se posicionam em nome da dignidade do t...
Reeleito no ultimo domingo com expressiva votação, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) criticou uma articulação de senadores de oposição ao governo do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT) para barrar a votação do fim da escala de trabalho 6x1, sem perdas salariais.
Articulação
A articulação é encabeçada por senadores do PL, partido do candidato à presidência Flávio Bolsonaro, que querem postergar a votação para depois do 2º turno das eleições, contrariando a pauta definida pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (AP), que prevê a votação agora no início de outubro.
Momento
Segundo Veneziano, este é o momento para a população brasileira identificar que, é contra a proposta.
Fala Vené
“Quem estiver contra que se apresente e traga seus fundamentos. Nós estamos aqui colocando aos brasileiros que existem senadores que se posicionam em nome da dignidade do trabalho e do trabalhador, do reconhecimento que os milhões de brasileiros tem de poder gozar de um segundo dia de descanso, de mostrar, de forma categórica, que isso não trará prejuízos, muito pelo contrário, é a saúde do trabalhador, seja esta física ou mental, é a oportunidade de estar mais próximo aos seus familiares e, com isso, até produzir mais. E nós vamos discutir, inclusive nos próximos 19 dias, entre aqueles que defendem o trabalhador daqueles que não o farão, que são os opositores dos trabalhadores brasileiros” disse.
Os mesmos
Veneziano lembrou que os senadores que agora se apresentam contra a redução da jornada de trabalho são os mesmos que foram contra a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, que não aceitam o reajuste anual do salário mínimo, que são contra a destinação de recursos para universidades públicas, que são contra a ampliação dos Institutos Federais de Educação para cidades do interior do Brasil, e que já se apresentam contrários ao programa Pé de Meia.
Garantia
“O governo Lula é o governo que garante o Pé de Meia, que acabará, se nós não defendermos a reeleição do presidente Lula. Se esta matéria não for aprovada agora, ela não virá no próximo ano”, alertou.
Confira
A seguir, imagens de Vené no Senado
Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta quarta-feira Por Alek Maracajá
07/10/2026
Faltam 18 dias para o 2º turno. Brasília já percebeu que três semanas dão para produzir umas quatro crises institucionais, duas guerras de narrativa e alguns milhões de stories
Flávio cresce nas redes e Lula passa dos 16 milhões e a audiência ainda é dele
Pesquisa de 2º turno só amanhã, com Datafolha e Vox Brasil. No digital, estudo da Ativaweb mostra que, na reta final do 1º turno, Flávio engajou 7,19% contra 1,75% de Lula.
A campanha de Flávio foi a Fachin avisar que o novo Senado "não será omisso", Alcolumbre marcou a 6×1 para o meio do 2º turno, o TSE explicou o apagão da apuração e a Câmara ficou mais jovem.
Resumo da manhã: o 2º turno começou em duas pistas, a das redes e a de 2027.
Termômetro eleitoral: urna × digital
33,4 milhões em casa: o maior eleitor do 2º turno é o sofá
A larga...
Brasília, 7 de outubro de 2026
Faltam 18 dias para o 2º turno. Brasília já percebeu que três semanas dão para produzir umas quatro crises institucionais, duas guerras de narrativa e alguns milhões de stories
Flávio cresce nas redes e Lula passa dos 16 milhões e a audiência ainda é dele
Pesquisa de 2º turno só amanhã, com Datafolha e Vox Brasil. No digital, estudo da Ativaweb mostra que, na reta final do 1º turno, Flávio engajou 7,19% contra 1,75% de Lula.
A campanha de Flávio foi a Fachin avisar que o novo Senado "não será omisso", Alcolumbre marcou a 6×1 para o meio do 2º turno, o TSE explicou o apagão da apuração e a Câmara ficou mais jovem.
Resumo da manhã: o 2º turno começou em duas pistas, a das redes e a de 2027.
Termômetro eleitoral: urna × digital
33,4 milhões em casa: o maior eleitor do 2º turno é o sofá
A largada é a urna: Flávio 47,03% × Lula 45,16% dos válidos. Fora dela ficaram 33,4 milhões de abstenções e cerca de 6 milhões de brancos e nulos. A primeira fotografia do 2º turno sai amanhã.
Lula reúne aliados e tenta furar a bolha.
Flávio soma apoios, como o de Caiado, e tenta manter o embalo.
Leitura: herdar os votos dos eliminados não basta. Ganha quem tirar gente do sofá.
Os dois candidatos descobriram o adversário mais difícil de 2026: o controle remoto
Termômetro Digital — Ativaweb Datalab
Instagram e Meta, 7 dias antes do 1º turno
Lula falou cinco vezes mais. Flávio foi ouvido quatro vezes mais.
Flávio: +1,31 milhão de seguidores, 17 posts, engajamento de 7,19%
Lula: menos da metade desse crescimento, 79 posts, engajamento de 1,75%
Na Meta, Flávio investiu R$ 6,1 milhões em 174 anúncios. Lula, R$ 3,6 milhões em 511 peças.
Em uma semana, Flávio reduziu em 24% a diferença de audiência para Lula. Cerca de R$ 905 mil da verba de Lula não chegaram ao público de 60+, que Flávio cobriu em 100%. O PL ainda concentrou cerca de R$ 800 mil em cinco anúncios para mulheres.
Leitura: Lula segue com a maior audiência e venceu no volume. Flávio cresceu mais e venceu na eficiência.
"Na última semana não há tempo para testar. Há tempo para acertar, e quem concentrou munição acertou o alvo com mais força." — Alek Maracajá
O algoritmo agiu como professor cruel: "não quero saber quantas páginas você escreveu, quero saber se respondeu à questão"
Principais movimentos
Governo e oposição na sala de Fachin, cada um com sua pauta
Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio, disse ao presidente do STF, Edson Fachin, que não haverá "vingança", mas que o Senado "não vai se omitir" diante de crimes de ministros. A crítica de interferência do Judiciário é avaliação política do senador. No mesmo dia, a líder do governo, Teresa Leitão, levou a Fachin a PEC da Segurança e a 6×1.
O 2º turno já negocia 2027: a relação entre novo Senado e STF será tema seja quem for o eleito.
Fachin recebeu governo e oposição no mesmo dia. Em Brasília, isso é diálogo institucional. No condomínio, é reunião de síndico
A 6×1 entra na campanha, e a campanha entra na 6×1
Alcolumbre sinalizou a primeira votação da PEC do fim da 6×1 para o dia 15, mas sem garantir o segundo turno de votação antes do dia 25. Lula chamou a votação de "primeiro teste para que o PL diga o que quer desse País". Flávio classificou a defesa do governo como "oportunista" e defendeu jornada negociada entre trabalhador e empresa.
Depois de um 1º turno de crises institucionais, entra em cena uma pauta da rotina do trabalhador.
A escala é 6×1. A briga em Brasília sobre ela vai rodar em 7×0
Travou a tela, não a urna
A divulgação dos resultados parou por cerca de uma hora no domingo, entre 64% e 84% das seções. O TSE atribuiu a falha a um fluxo de dados acima do normal no sistema de divulgação, sem efeito na contagem. A Corte também registrou queda de 86% nas denúncias sobre integridade da eleição: de 18.487 em 2022 para cerca de 2,6 mil agora.
Separar falha de tela de fraude é o antídoto contra narrativa sem prova.
A página travou, a urna não. Mas a internet já fez crise nacional com menos antes do almoço
A Câmara trocou o cafezinho pelo energético
A idade média dos dez deputados federais mais votados caiu para menos de 32 anos, ante 39 em 2022, segundo levantamento da CBN. Especialistas ligam a mudança ao peso de redes, podcasts e cortes.
O digital deixou de ser só ferramenta de campanha: agora define quem acumula capital político rápido.
Daqui a pouco o plenário vai votar com "manda o link no grupo"
Leitura estratégica Ativaweb Datalab
Eleitoral: largada em 47,03% × 45,16%, e o maior eleitorado em disputa está entre os 33,4 milhões que não foram votar.
Digital: Flávio vem embalado; o ponto de atenção é se Lula sustenta alguma reação nos próximos dias.
Narrativo: "trabalho e 6×1" contra "Judiciário e liberdade". Cada lado tenta escolher o assunto do dia 25.
Institucional: Senado mais à direita, STF sob pressão e Presidência indefinida. A conversa sobre 2027 começou antes do resultado.
Renovação: os campeões de voto estão mais jovens e mais digitais.
O 1º turno acabou há três dias e Brasília já discute 2027. Tem gente preparando pesquisa para 2030
Lula passa dos 16 milhões: a audiência ainda é dele
O perfil de Lula no Instagram ultrapassou a marca de 16 milhões de seguidores: são 16.034.543 nesta manhã, segundo contador público de seguidores. No dia 5, a Ativaweb registrava 15.831.108, ou seja, cerca de 203 mil novos seguidores em dois dias.
Leitura: Flávio cresce mais rápido e engaja mais, mas Lula segue com a maior vitrine do 2º turno. O desafio agora é transformar tamanho em conversa, e não só em plateia.
Dezesseis milhões de seguidores. Agora só falta o algoritmo avisar a todos eles que saiu post novo
Alerta Ativaweb
1,31 milhão de novos seguidores não é 1,31 milhão de novos votos, e 7,19% de engajamento não é intenção eleitoral. Correlação não é conclusão.
Pesquisa mede intenção.
Digital mede atenção e interação.? Urna mede voto.
A partir de amanhã dá para ver se essas três curvas andam juntas ou separadas.
Fechamento
A história desta quarta é eleição em duas pistas.
Nas redes, Flávio chega com vantagem de crescimento e engajamento no recorte da Ativaweb. Em Brasília, Senado e STF medem forças enquanto a 6×1 tenta pôr o trabalho no centro da campanha.
E, em silêncio, os mais votados ficaram mais jovens e mais digitais.
Faltam 18 dias para o 2º turno.
A pesquisa fotografa amanhã. O digital acelera desde domingo. A urna espera o dia 25
Alek Maracajá
CEO da Ativaweb DataLab | Cientista de Dados e Pesquisador
Eleição para reitor do IFPB tem 2º turno nesta quarta-feira
07/10/2026
A votação será realizada das 8h às 20h, por meio de cédulas de papel, em todas as unidades da instituição.
A consulta
O processo de consulta à comunidade acadêmica acontece a cada quatro anos, e o primeiro turno deste pleito aconteceu no último dia 23 de setembro.
Os candidatos
Disputam o segundo turno Nicácio Lopes, ex-reitor do IFPB, e Neilor César, atual pró-reitor de Ensino da instituição. Os dois foram os candidatos mais votados no primeiro turno, realizado em 23 de setembro.
Aptos a votar
Estão aptos a votar, 15.028 estudantes, 1.019 professores e 789 servidores técnico-administrativos em educação.
O reitor eleito assumirá o reitorado entre os anos de 2026 e...
O futuro reitor do Instituto Federal da Paraíba (IFPB), será escolhido hoje, quarta-feira (07/10). Professores, alunos e técnicos administrativos, escolhem no 2º turno, o novo reitor da instituição.
A votação será realizada das 8h às 20h, por meio de cédulas de papel, em todas as unidades da instituição.
A consulta
O processo de consulta à comunidade acadêmica acontece a cada quatro anos, e o primeiro turno deste pleito aconteceu no último dia 23 de setembro.
Os candidatos
Disputam o segundo turno Nicácio Lopes, ex-reitor do IFPB, e Neilor César, atual pró-reitor de Ensino da instituição. Os dois foram os candidatos mais votados no primeiro turno, realizado em 23 de setembro.
Aptos a votar
Estão aptos a votar, 15.028 estudantes, 1.019 professores e 789 servidores técnico-administrativos em educação.
O reitor eleito assumirá o reitorado entre os anos de 2026 e 2030.
O Poder
Flávio deve evitar subir tom de ataques a Lula, que amplia “núcleo duro”
07/10/2026
Orientação
A orientação de sua campanha é reforçar o discurso de “mudança” e de “esperança” em contraponto à estratégia petista de enfatizar o medo do retorno da família Bolsonaro ao poder.
Ampliou
Por sua vez, para reverter a desvantagem da primeira etapa da votação, Lula ampliou seu “núcleo duro” e busca sair do isolamento que, segundo aliados, marcou a campanha até aqui e contribuiu para o desempenho adverso nas urnas.
Medidas
Entre as medidas recomendadas estão explorar mais a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e diminuir o protagonismo da primeira-dama Janja da Silva.
Enquanto Lula prepara mudanças, a orientação no entorno d...
Estratégias e disputa no segundo turno. Candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro deve evitar subir o tom dos ataques pessoais ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno da corrida eleitoral.
Orientação
A orientação de sua campanha é reforçar o discurso de “mudança” e de “esperança” em contraponto à estratégia petista de enfatizar o medo do retorno da família Bolsonaro ao poder.
Ampliou
Por sua vez, para reverter a desvantagem da primeira etapa da votação, Lula ampliou seu “núcleo duro” e busca sair do isolamento que, segundo aliados, marcou a campanha até aqui e contribuiu para o desempenho adverso nas urnas.
Medidas
Entre as medidas recomendadas estão explorar mais a presença do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e diminuir o protagonismo da primeira-dama Janja da Silva.
Enquanto Lula prepara mudanças, a orientação no entorno de Flávio é evitar o "clima de favoritismo" e manter as críticas ao petismo, associando-o aos escândalos de corrupção e à crise do STF (Supremo Tribunal Federal), mas evitar ataques pessoais mais duros.
O efeito
Integrantes da campanha do PL consideram que a ofensiva petista no primeiro turno, explorando denúncias e suspeitas contra o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, não teve o efeito esperado.
Na avaliação desses aliados, Flávio se saiu melhor ao não entrar na briga pessoal, falar do que chama de “atraso” da gestão petista e se vender como “esperança de mudança”.
Alertas e ameaças
O time de Flávio chama de “campanha do medo” os alertas petistas sobre a volta do bolsonarismo e as ameaças de retrocesso em políticas públicas. Para contrapor essa abordagem, aposta na imagem de um candidato jovem e de um Bolsonaro moderado, que faria diferente em um eventual governo.
Conquistar
O objetivo é conquistar os indecisos e os eleitores de Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). Este último também explorou o discurso de pacificação durante o primeiro turno.
O apoio de Caiado é usado para reforçar a mensagem de composição.
Depois dos ataques ao senador na primeira etapa, o ex-governador declarou apoio a Flávio. Entre os aliados, a orientação é deixar as divergências para trás e reunir forças contra o PT.
Reforçar
Do lado de Lula, a campanha pretende reforçar os questionamentos sobre a trajetória do adversário, com referências ao suposto financiamento do Banco Master ao filme “Dark Horse” e ao caso das rachadinhas, relacionado ao período em que Flávio era deputado estadual no Rio de Janeiro.
A definição
A definição da estratégia ocorre em meio à revisão da condução da campanha. Segundo aliados, Lula chegou ao fim do primeiro turno ouvindo poucas pessoas.
O presidente do PT, Edinho Silva, e Paulo Okamoto, um de seus interlocutores mais antigos, estavam entre os principais nomes desse núcleo.
Relatos
Mesmo entre esses aliados, há relatos de dificuldade para fazer Lula seguir orientações. A cobrança agora é para que o presidente envolva mais pessoas de confiança nas decisões políticas e na condução da campanha.
Nesse processo, o protagonismo de Janja também está sob revisão. Na visão de integrantes do time petista, a primeira-dama concentra algumas decisões e assume uma exposição que gera dificuldades com parte do eleitorado.
Comunicação
A comunicação é outra frente sob revisão. O ministro da Secom, Sidônio Palmeira, é apontado internamente como um dos responsáveis por erros na primeira etapa.
Desde segunda-feira (5), Lula realizou reuniões com aliados, tanto com o núcleo decisório no Palácio da Alvorada quanto em um encontro ampliado em um hotel de Brasília, para discutir a estratégia do segundo turno.
Com CNN
Banda Caroço de Manga comemora 20 anos com a terceira Passeata Raulseixista
07/10/2026
Concentração
A concentração será a partir das 14h na Praça do Arsenal da Marinha, Recife – PE, na rua da Aurora, em direção à Feira da Aurora. Show em tributo a Raul Seixas com a Banda Caroço de Manga Toca Raul, convidados especiais e participações de outros músicos raulseixistas.
Repertório
Segundo os integrantes da banca, será um dia inesquecível com um repertório incrível com sucessos de Raul Seixas. O evento também marca os 3 anos da Feira da Aurora e as comemorações do dia das crianças.
O Poder
Um novo tributo a Raul Seixas. A Banda Caroço de Manga se apresenta no próximo sábado (10/10) em Recife, durante a terceira Passeata Raulseixista e comemoração de 20 anos do grupo.
Concentração
A concentração será a partir das 14h na Praça do Arsenal da Marinha, Recife – PE, na rua da Aurora, em direção à Feira da Aurora. Show em tributo a Raul Seixas com a Banda Caroço de Manga Toca Raul, convidados especiais e participações de outros músicos raulseixistas.
Repertório
Segundo os integrantes da banca, será um dia inesquecível com um repertório incrível com sucessos de Raul Seixas. O evento também marca os 3 anos da Feira da Aurora e as comemorações do dia das crianças.
O Poder
Novidade: multimídia Napoleão de Castro anuncia novo Blog no site da Revista Nordeste a partir da próxima sexta-feira
07/10/2026
Abordagens
Nesse espaço, ele anuncia abordagens dos principais fatos da semana a envolver personalidades dos 9 estados nordestinos de forma exclusiva.
Esforço
Para o fundador e Publisher da Revista Nordeste, Walter Santos, “ o reforço com a participação de Napoleão de Castro significa mais um reforço especial a comprovar o envolvimento da publicação dedicado a atender a multiplicidade de conteúdos em favor dos internautas e leitores”.
Com Revista Nordeste
A Revista Nordeste confirmou para a próxima sexta-feira (09/10), o início de novo Blog exclusivo denominado Direto do Planalto, assinado pelo renomado multimídia Napoleão de Castro, direto de Brasília.
Abordagens
Nesse espaço, ele anuncia abordagens dos principais fatos da semana a envolver personalidades dos 9 estados nordestinos de forma exclusiva.
Esforço
Para o fundador e Publisher da Revista Nordeste, Walter Santos, “ o reforço com a participação de Napoleão de Castro significa mais um reforço especial a comprovar o envolvimento da publicação dedicado a atender a multiplicidade de conteúdos em favor dos internautas e leitores”.
Com Revista Nordeste
Veneziano encaminha demandas da Paraíba no Ministério das Cidades e volta à Paraíba para se dedicar “integralmente” à reeleição de Lula
07/10/2026
Em Brasília
Veneziano está em Brasília desde a segunda-feira pós eleição, quando foi convidado pelo presidente e candidato à reeleição Luís Inácio Lula da Silva (PT) para uma reunião de trabalho em favor da sua campanha de reeleição, com a participação das principais lideranças que apoiam Lula em todo o país.
De volta
Nesta quarta-feira (07/10) Veneziano confirmou que estará de volta à Paraíba, onde permanecerá “ininterruptamente envolvido” com a campanha de reeleição do presidente Lula, até a votação em 2º turno, que será dia 25 de outubr...
Dois dias após ser reeleito com mais de 900 mil votos, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) esteve reunido ontem, terça-feira (06/10) em audiência no Ministério das Cidades. Ele foi recebido pelo Ministro Vladimir Lima para tratar do andamento de projetos do programa ‘Minha Casa, Minha Vida’ e outros projetos urbanísticos em benefício de diversos municípios paraibanos.
Em Brasília
Veneziano está em Brasília desde a segunda-feira pós eleição, quando foi convidado pelo presidente e candidato à reeleição Luís Inácio Lula da Silva (PT) para uma reunião de trabalho em favor da sua campanha de reeleição, com a participação das principais lideranças que apoiam Lula em todo o país.
De volta
Nesta quarta-feira (07/10) Veneziano confirmou que estará de volta à Paraíba, onde permanecerá “ininterruptamente envolvido” com a campanha de reeleição do presidente Lula, até a votação em 2º turno, que será dia 25 de outubro.
Gilson Machado: a direita, com franqueza
07/10/2026
A entrevista
Sem entrar no mérito de concordar ou discordar das ideias apresentadas, O Poder registra: Gilson estava inspirado. Poucas vezes tivemos oportunidade de ouvir o que pensa e o que pretende fazer a direita no Governo, caso Flávio vença Lula, e no Congresso.
Muito útil
Valioso para quem concorda, combate ou ainda está definindo o voto.
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Gilson Machado Neto. Ex-ministro do Turismo de Bolsonaro. Eleito no último domingo deputado Federal. Ele foi o entrevistado do Poadcast Direto de Brasília, ontem, terça-feira 06/10, à noite. O podcast é uma parceria do Blog do Magno com a rede Folha de Pernambuco. E retransmitido por mais de 60 emissoras no Nordeste. Além de parceria com diversos blogs líderes de audiência.
A entrevista
Sem entrar no mérito de concordar ou discordar das ideias apresentadas, O Poder registra: Gilson estava inspirado. Poucas vezes tivemos oportunidade de ouvir o que pensa e o que pretende fazer a direita no Governo, caso Flávio vença Lula, e no Congresso.
Muito útil
Valioso para quem concorda, combate ou ainda está definindo o voto.
Estratégia do silêncio: Como Bolsonaro fez história sem dizer uma única palavra, por Zé da Flauta
06/10/2026
A marca
Do ponto de vista puramente terreno, a consolidação de uma bancada recorde no Congresso e o domínio absoluto das presidências da Câmara e do Senado revelam uma disciplina partidária e um pragmatismo que a oposição jurava que não existiam. A estratégia operou como um algoritmo da fé: a militância não precisou de comícios, discursos inflamados ou gra...
A hipotética e espetacularizada varredura eleitoral do bolsonarismo nas urnas traz de volta aquele velho dilema que nem a ciência política nem a teologia conseguem resolver na mesa do bar: estamos diante de um mestre da estratégia terrena ou de um fenômeno que já ultrapassou os limites da física e entrou no campo do milagre? Eleger a esposa, a ex-esposa, os filhos, o irmão, os correligionários e até o papagaio de estimação, mesmo sob o mais rigoroso isolamento e com o sinal de celular cortado, é o tipo de proeza que faz qualquer marqueteiro de Harvard rasgar o diploma e ir vender miçanga na praia.
A marca
Do ponto de vista puramente terreno, a consolidação de uma bancada recorde no Congresso e o domínio absoluto das presidências da Câmara e do Senado revelam uma disciplina partidária e um pragmatismo que a oposição jurava que não existiam. A estratégia operou como um algoritmo da fé: a militância não precisou de comícios, discursos inflamados ou grandes debates na televisão; bastou a marca do líder estampada no santinho para que o eleitor transferisse o voto com a precisão de um leitor de código de barras. Transformar a ausência física e o silêncio forçado no combustível mais potente da campanha é uma jogada de mestre que deixa qualquer analista político tonto.
Resiliência
Agora, se existe algo de "espiritual" nisso tudo? Depende do santo para quem você reza. Para os seus seguidores, a cena beira o épico bíblico: o líder isolado que, por meio de uma espécie de telepatia eleitoral ou comunicação por ondas de pensamento, consegue mover montanhas de votos e desenhar o mapa do Poder Legislativo a quilômetros de distância. Há uma dimensão mística indiscutível na forma como a lealdade do eleitorado bolsonarista se mantém imune ao desgaste do tempo, às tempestades jurídicas e ao isolamento físico, um fenômeno de devoção que a política tradicional, acostumada a negociar cargos e tempo de televisão, simplesmente não consegue decifrar.
Devoção
Quando o eleitorado decide transformar o voto numa declaração de fé cega e incondicional, a ponto de eleger uma árvore se ela estiver usando a cor "certa", quem realmente ganha com o resultado dessa estratégia? E até que ponto a representação política continua existindo para cobrar soluções reais dos seus representantes, em vez de funcionar apenas como um grande espelho da nossa própria devoção?
Até a próxima!
Zé da Flauta é compositor e cronista

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.
A derrota de Lula, por Roberto Vieira
06/10/2026
Nordeste
Claro que o Nordeste é grato a Lula. Imensamente grato. Na Paraíba, Lula venceu em todos os municípios. O melhor resultado de Bolsonaro foi em Bayeux, com 46% dos votos. No Rio Grande do Norte, só venceu em Parnamirim, com 50,92%. A Bahia lhe rendeu 3 municípios: Luís Eduardo Magalhães, Buerarema e Itamaraju. São os traidores.
Santa
Em Pernambuco, o único município bolsonarista é Santa Cruz do Capibaribe, terra dos mestres do futebol e do jornalismo Lenivaldo Aragão e Paulo Moraes. A terra d...
Política lembra o futebol em algumas coisas. Uma delas é o mito da invencibilidade. Alguém passa anos e anos sem conhecer a dor da derrota. Logo, tanto este alguém como toda a humanidade, julgam-se imortais. Um Deus. Era assim com a seleção brasileira de 82 e a Hungria de 54. Até este domingo, era assim com o presidente Lula. A derrota do presidente também lembra outro episódio famoso da história ocorrido há 96 anos.
Nordeste
Claro que o Nordeste é grato a Lula. Imensamente grato. Na Paraíba, Lula venceu em todos os municípios. O melhor resultado de Bolsonaro foi em Bayeux, com 46% dos votos. No Rio Grande do Norte, só venceu em Parnamirim, com 50,92%. A Bahia lhe rendeu 3 municípios: Luís Eduardo Magalhães, Buerarema e Itamaraju. São os traidores.
Santa
Em Pernambuco, o único município bolsonarista é Santa Cruz do Capibaribe, terra dos mestres do futebol e do jornalismo Lenivaldo Aragão e Paulo Moraes. A terra da máquina de costura lembra outra santa, Santa Catarina, terra da direita. É o rincão capitalista do Pernambuco socialista lulista.
Surpresa
Porém, temos surpresas em Pernambuco. Bolsonaro teve mais de 40% dos votos em Toritama, Fernando de Noronha, Carpina, Taquaritinga e Caruaru. Parece pouco, mas num estado dominado pelos benefícios assistenciais e com dois senadores eleitos de esquerda, dois candidatos ao governo amigos de Lula — estado que esqueceu seu liberalismo no século XIX —, já é novidade.
Lula
Voltando ao mito. A geração atual nunca viu Lula perder eleição. Viu ontem. Foi a primeira derrota de Lula no século XXI. Ele perdeu como a Hungria de 54 e o Brasil de 82. Perdeu como Capablanca em 1927. Perdeu como perdem os mortais, como perdeu Jair Bolsonaro em 2022. Perdeu porque toda vitória é uma ilusão passageira, assim como os mitos.
Returno
Alguém deve perguntar: mas e se Lula ganhar no segundo turno? Tudo é possível. Lula tem a máquina, o Congresso e o Judiciário em suas mãos, embora nunca tenha havido reversão do primeiro para o segundo turno nas eleições presidenciais. Porém, essa turma de Lula curtia o mito da invencibilidade de Lula. Hoje, dia seguinte da derrota, Lula voltou a ser tão mortal quanto Puskas no dia 5 de julho de 1954 ou como Zico e Sócrates no dia 6 de julho de 1982. Como Washington Luís naquele outubro de 1930.
Velha
Há 96 anos, naquele 3 de outubro de 1930, a República Velha desabou diante da quebra da bolsa, tenentismo, Coluna Prestes e do avanço de Getúlio Vargas. Caso a derrota de Lula em outubro de 2026 venha a se concretizar, podemos estar presenciando ao fim da República de 1985. Felizmente, sem nenhum assassinato de João Pessoa no Recife.
Roberto Vieira é médico e cronista
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.
