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Argentina se arma – Milei compra 24 aviões de caça F-16 americanos e armamentos

16/05/2024 - Jornal O Poder

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A Argentina faz maior gasto militar desde a ditadura militar dos anos 70/80, se alinha aos EUA e esnoba China. Após recusar aviões chineses, Javier Milei concluiu a compra de 24 caças F-16 americanos por 300 milhões de dólares que eram da Dinamarca, concretizando o maior investimento argentino em Defesa desde a redemocratização.

Buscar o avião na Dinamarca

Com trajes de piloto de caça, o ministro da Defesa da Argentina, Luis Petri, assinou a compra dos aviões de guerra e concretizou o maior investimento argentino no setor de Defesa desde a redemocratização.

Jornal diz que gasto total é de 650 milhões de dólares

Segundo o governo Milei, a Argentina vai gastar 300 milhões dólares com a compra dos F-16, mas de acordo o jornal portenho La Nación as cifras devem chegar a 650 milhões de dólares, por causa do pacote de armas que entrou na negociação. O primeiro caça deve chegar até o final do ano a Buenos Aires.

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A Argentina faz maior gasto militar desde a ditadura militar dos anos 70/80, se alinha aos EUA e esnoba China. Após recusar aviões chineses, Javier Milei concluiu a compra de 24 caças F-16 americanos por 300 milhões de dólares que eram da Dinamarca, concretizando o maior investimento argentino em Defesa desde a redemocratização.

Buscar o avião na Dinamarca

Com trajes de piloto de caça, o ministro da Defesa da Argentina, Luis Petri, assinou a compra dos aviões de guerra e concretizou o maior investimento argentino no setor de Defesa desde a redemocratização.

Jornal diz que gasto total é de 650 milhões de dólares

Segundo o governo Milei, a Argentina vai gastar 300 milhões dólares com a compra dos F-16, mas de acordo o jornal portenho La Nación as cifras devem chegar a 650 milhões de dólares, por causa do pacote de armas que entrou na negociação. O primeiro caça deve chegar até o final do ano a Buenos Aires.

Leia outras informações

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Governo Trump diz se interessar pela integridade do processo eleitoral no Brasil, e comenta fala de Lula

23/07/2026

O governo de Donald Trump comentou hoje, quinta-feira, 23/07, as falas do presidente Lula sobre o secretário Marco Rubio. Dia 20/07, Lula afirmou que, se Rubio quiser apoiar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro, "que venha, que monte um comitê". Além de citar Rubio, Lula também afirmou em seu discurso na segunda que "vai derrotar todos", em nome da democracia. "Se o secretário de Estado americano Marco Rubio quiser vir apoiar o meu adversário, que venha, que monte um comitê, porque a gente vai derrotar todos em nome da defesa da democracia desse país". O presidente ainda falou: "Hoje temos não um, mas vários traidores que vão aos EUA pedir para os EUA impor punição ao Brasil. Eu acho isso tão engraçado que eles podem até montar um comitê para apoiar nosso adversário aqui, porque não há neste país, a não ser vocês, que decida que país a gente quer para os próximos anos nesse país". Durante o discurso, o presidente afirmou ainda que está "convidando quem quiser do mundo para ver as...

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O governo de Donald Trump comentou hoje, quinta-feira, 23/07, as falas do presidente Lula sobre o secretário Marco Rubio. Dia 20/07, Lula afirmou que, se Rubio quiser apoiar a candidatura do senador Flávio Bolsonaro, "que venha, que monte um comitê". Além de citar Rubio, Lula também afirmou em seu discurso na segunda que "vai derrotar todos", em nome da democracia. "Se o secretário de Estado americano Marco Rubio quiser vir apoiar o meu adversário, que venha, que monte um comitê, porque a gente vai derrotar todos em nome da defesa da democracia desse país". O presidente ainda falou: "Hoje temos não um, mas vários traidores que vão aos EUA pedir para os EUA impor punição ao Brasil. Eu acho isso tão engraçado que eles podem até montar um comitê para apoiar nosso adversário aqui, porque não há neste país, a não ser vocês, que decida que país a gente quer para os próximos anos nesse país". Durante o discurso, o presidente afirmou ainda que está "convidando quem quiser do mundo para ver as eleições aqui no Brasil" e que não tem "o direito de perder essas eleições". "Nós não temos o direito de perder essas eleições. Nós não temos o direito de permitir que o negacionismo, o fascismo, volte a pensar em governar esse país. Outro dia eu disse, nesse país antigamente traidor era enforcado. Trair a pátria é uma coisa muito grave".

Nota dos EUA

Um porta-voz do Departamento de Estado se limitou a afirmar que os Estados Unidos estão interessados na "liberdade de expressão" e na "integridade do processo democrático" no Brasil. "Em termos gerais, os Estados Unidos têm um interesse histórico e global na liberdade de expressão e na integridade dos processos democráticos em todo o mundo, inclusive no Brasil", diz a nota.



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Flávio Bolsonaro e Rubio

A família Bolsonaro tem Marco Rubio, chefe do Departamento de Estado, como aliado nos EUA. Em sua pré-campanha, Flávio Bolsonaro atacou as urnas eletrônicas com acusações já desmentidas pelo TSE.




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Imposto de Renda - Receita abre amanhã consulta ao 3º lote de restituição. Será pago dia 31

23/07/2026

A Receita Federal abre, a partir das 09h00, amanhã, sexta-feira, 24/07, a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda 2026. O lote contempla 2,7 milhões de restituições, totalizando R$ 4,6 bilhões em pagamentos. O dinheiro será depositado no dia 31/07. A consulta para saber se irá receber é feita no site do fisco. É preciso informar nome, CPF e data de nascimento. Também é possível conferir as informações no Meu Imposto de Renda, no site ou aplicativo do fisco para celular e tablet, e pelo eCAC, Centro de Atendimento Virtual.

Restituições

Do total de restituições, 839,5 mil serão destinadas a contribuintes com prioridade por terem feito a declaração pré-preenchida do IR ou porque optaram por receber a restituição via Pix. Outras 309,4 mil restituições serão pagas a contribuintes enquadrados em diferentes critérios de prioridade, enquanto 197,8 mil contemplam pessoas com prioridade legal. As demais 1.396.474 restituições referem-se a...

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A Receita Federal abre, a partir das 09h00, amanhã, sexta-feira, 24/07, a consulta ao terceiro lote de restituição do Imposto de Renda 2026. O lote contempla 2,7 milhões de restituições, totalizando R$ 4,6 bilhões em pagamentos. O dinheiro será depositado no dia 31/07. A consulta para saber se irá receber é feita no site do fisco. É preciso informar nome, CPF e data de nascimento. Também é possível conferir as informações no Meu Imposto de Renda, no site ou aplicativo do fisco para celular e tablet, e pelo eCAC, Centro de Atendimento Virtual.

Restituições

Do total de restituições, 839,5 mil serão destinadas a contribuintes com prioridade por terem feito a declaração pré-preenchida do IR ou porque optaram por receber a restituição via Pix. Outras 309,4 mil restituições serão pagas a contribuintes enquadrados em diferentes critérios de prioridade, enquanto 197,8 mil contemplam pessoas com prioridade legal. As demais 1.396.474 restituições referem-se a contribuintes sem enquadramento em categorias prioritárias. Com este lote, encerram-se os pagamentos das restituições do IR de 2026. Na próxima cota, prevista para ser paga no final de agosto, serão liberados os valores a contribuintes que haviam caído na malha fina, enviaram a declaração retificadora e, agora, podem receber o dinheiro.




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'Dark Horse' - Mendonça autoriza abertura de inquérito sobre repasses para filme sobre Bolsonaro

23/07/2026

O ministro André Mendonça, do STF, autorizou hoje, quinta-feira, 23/07, a abertura de um inquérito para investigar repasses do ex-banqueiro Daniel Vorcaro para a produção do filme "Dark Horse", uma cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão de Mendonça atende a um pedido da PF, que teve manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República para abertura do inquérito. O próprio ministro do STF pediu à PGR uma manifestação sobre o caso.



Flávio Bolsonaro e Vorcaro

O filme "Dark Horse" ganhou notoriedade após a divulgação, pelo site Intercept Brasil, de conversas entre o pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do banco Master, em que o filho de Jair pede recursos para financiar a produção cinematográfica. O valor de R$ 61 milhões foi divulgado em maio pelo site, que obteve trocas de mensagens entre o senador e o ex-banqueiro. A PF quer confirmar a quantia. O dinheiro ch...

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O ministro André Mendonça, do STF, autorizou hoje, quinta-feira, 23/07, a abertura de um inquérito para investigar repasses do ex-banqueiro Daniel Vorcaro para a produção do filme "Dark Horse", uma cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão de Mendonça atende a um pedido da PF, que teve manifestação favorável da Procuradoria-Geral da República para abertura do inquérito. O próprio ministro do STF pediu à PGR uma manifestação sobre o caso.



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Flávio Bolsonaro e Vorcaro

O filme "Dark Horse" ganhou notoriedade após a divulgação, pelo site Intercept Brasil, de conversas entre o pré-candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do banco Master, em que o filho de Jair pede recursos para financiar a produção cinematográfica. O valor de R$ 61 milhões foi divulgado em maio pelo site, que obteve trocas de mensagens entre o senador e o ex-banqueiro. A PF quer confirmar a quantia. O dinheiro chegou a um fundo responsável pelo financiamento do filme "Dark Horse", nos EUA, por meio de uma empresa que já era suspeita de integrar o ecossistema de fraudes do Master, a Entre Investimentos e Participações.



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Inquérito

No inquérito aberto a partir da decisão de Mendonça hoje, a PF vai investigar tanto os repasses de Vorcaro para a cinebiografia de Jair Bolsonaro como a suposta destinação de recursos para Eduardo Bolsonaro. A questão da indicação de emendas parlamentares já é apurada em um inquérito aberto pelo ministro Flávio Dino, relator do tema no STF. Um dos objetivos da PF será saber se o dinheiro foi repassado em troca de algum favor prestado pelo senador ou por seu grupo político.




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'Tarifaço' dos EUA - Casa Branca diz que governo Trump fará anúncio sobre novas tarifas ainda hoje

23/07/2026

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse hoje, quinta-feira, 23/07, que o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, fará um anúncio sobre novas tarifas ainda hoje. O anúncio ocorre às vésperas do fim da vigência da taxa global de 10% imposta em fevereiro, previsto para amanhã, sexta-feira, 24/07. A cobrança foi uma resposta de Trump após a Suprema Corte vetar o uso de uma lei de 1977 para impor as tarifas globais anunciadas no início de 2025.

Novas taxas

Deve entrar em vigor no lugar um novo conjunto de taxas, de 12,5%, que seria implementado após uma investigação sobre práticas de trabalho forçado com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. Os EUA iniciaram a investigação em março.

Investigação

Essa investigação envolve países como Brasil, UE, China, Singapura, Suíça, Noruega, Indonésia, Malásia, Camboja, Tailândia, Coreia do Sul, Vietnã, Taiwan, Bangladesh, México, Japão e Índ...

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A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse hoje, quinta-feira, 23/07, que o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, fará um anúncio sobre novas tarifas ainda hoje. O anúncio ocorre às vésperas do fim da vigência da taxa global de 10% imposta em fevereiro, previsto para amanhã, sexta-feira, 24/07. A cobrança foi uma resposta de Trump após a Suprema Corte vetar o uso de uma lei de 1977 para impor as tarifas globais anunciadas no início de 2025.

Novas taxas

Deve entrar em vigor no lugar um novo conjunto de taxas, de 12,5%, que seria implementado após uma investigação sobre práticas de trabalho forçado com base na Seção 301 da Lei de Comércio dos EUA. Os EUA iniciaram a investigação em março.

Investigação

Essa investigação envolve países como Brasil, UE, China, Singapura, Suíça, Noruega, Indonésia, Malásia, Camboja, Tailândia, Coreia do Sul, Vietnã, Taiwan, Bangladesh, México, Japão e Índia. Em conclusões preliminares divulgadas em junho, o USTR, Escritório do Representante do Comércio dos EUA, propôs uma nova tarifa de 12,5%, o que elevaria a tarifa sobre o Brasil para 37,5% após a entrada em vigor, ontem, quarta-feira, 22/07, das novas tarifas de 25%. Os documentos não esclarecem se as penalidades seriam somadas, e a decisão sobre aplicação ou não dessas tarifas também cabe ao presidente americano.




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“KAFFEEKANTATE” - Sofisticado Romance Histórico Será Lançado na Academia Pernambucana de Letras, no dia 03 de Agosto

23/07/2026

A escritora e jornalista, Valdivia Beauchamp, membro da Academia de Letras da Grande São Paulo (ALGRASP), prepara-se para lançar no Brasil o seu novo livro “KAFFEEKANTATE”, um sofisticado romance histórico bilíngue (inglês–português) que entrelaça literatura, memória, política e cultura. A aguardada obra terá lançamentos em importantes eventos literários do país: na Academia Pernambucana de Letras, em Recife, no dia 03/08, às 19h00; na Feira Literária de Paraty, no Rio de Janeiro de 22 a 26/07; na Bienal do Livro de São Paulo 03 a 14/09 e na Academia de Letras da Grande São Paulo–ALGRASP, 29/07. Formada em jornalismo com mestrado em Literatura, a escritora Valdivia Beauchamp é recifense, mudou-se para os Estados Unidos. Hoje, vive em Nova York. Durante sua carreira de mais de 60 anos, entrevistou estadistas como Jimmy Carter e Helmut Kohl, além de cobrir como repórter o Congresso Nacional e Embaixadas na Capital Federal. Conheça mais sobre a autora e sua obra: www.valdiviabeauchamp.com...

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A escritora e jornalista, Valdivia Beauchamp, membro da Academia de Letras da Grande São Paulo (ALGRASP), prepara-se para lançar no Brasil o seu novo livro “KAFFEEKANTATE”, um sofisticado romance histórico bilíngue (inglês–português) que entrelaça literatura, memória, política e cultura. A aguardada obra terá lançamentos em importantes eventos literários do país: na Academia Pernambucana de Letras, em Recife, no dia 03/08, às 19h00; na Feira Literária de Paraty, no Rio de Janeiro de 22 a 26/07; na Bienal do Livro de São Paulo 03 a 14/09 e na Academia de Letras da Grande São Paulo–ALGRASP, 29/07. Formada em jornalismo com mestrado em Literatura, a escritora Valdivia Beauchamp é recifense, mudou-se para os Estados Unidos. Hoje, vive em Nova York. Durante sua carreira de mais de 60 anos, entrevistou estadistas como Jimmy Carter e Helmut Kohl, além de cobrir como repórter o Congresso Nacional e Embaixadas na Capital Federal. Conheça mais sobre a autora e sua obra: www.valdiviabeauchamp.com.br



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“KAFFEEKANTATE”

Entre cafés, impérios e conflitos que moldaram o século XX, “KAFFEEKANTATE” conduz o leitor por uma fascinante travessia histórica e existencial inspirada em personagens reais. No centro da narrativa está Gertrude Bell, mulher brilhante e controversa que ajudou a desenhar os rumos políticos do Oriente Médio moderno ao lado de figuras como Winston Churchill. Ao seu lado surge Thomas Mann, em uma construção literária ousada que mistura memória, cultura e poder.

A história inicia nos dias atuais, quando Gertrude Bell revisita as ruínas emocionais de sua própria trajetória. Entre arrependimentos e inquietações, ela percebe ter perdido não apenas sua fé e seus valores, mas também o sentido de continuidade de sua existência. A partir dessa reflexão íntima, o romance mergulha no passado: do declínio do Império Otomano à criação do Iraque e à coroação do rei Faisal I, revelando os bastidores políticos e culturais de uma época marcada pelo imperialismo britânico e pelas disputas petrolíferas.

Mas “KAFFEEKANTATE” vai além da reconstituição histórica. O romance apresenta duas vozes que se confrontam constantemente: a voz confessional de Bell e a voz coletiva da mídia, que a julga, a acusa e a persegue como um fantasma invisível ao longo de toda a narrativa. Essa tensão transforma o livro em uma profunda reflexão sobre poder, identidade, culpa e legado. Em meio a cafés refinados, intelectuais aristocráticos e sociedades em transformação, emerge também o misterioso “Grupo dos Seis”, símbolo de uma elite sofisticada e decadente, moldada pela cultura dos barões do café. É nesse cenário de luxo, fragilidade e deslocamento que as vidas de Gertrude Bell e Thomas Mann se entrelaçam.

“Esse fio narrativo, separado da história principal, é entrelaçado ao longo do romance, assombrando Bell do início ao fim como um fantasma invisível. Ao lado de Thomas Mann, testemunhamos a fusão da cultura das plantações de café do século XX com a cultura intelectual que proporcionou a Gertrude Bell conforto em seus anos finais. Todo esse conceito, oferecendo uma perspectiva única sobre eventos históricos significativos, levou à convergência do café, da alta cultura e dos conflitos petrolíferos no Oriente Médio que persistem até o século XXI”, ressalta a escritora, Valdivia S. Beauchamp.

“KAFFEEKANTATE” é um romance sofisticado e provocador, onde alta cultura, política internacional e dramas humanos se unem em uma narrativa intensa e poética — uma obra que ecoa do século XX até os dilemas do mundo contemporâneo.



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Valdivia Vania Siqueira Beauchamp

Professora universitária, jornalista, pesquisadora, romancista, ficcionista histórica. Filiação, Francisco Targino de Siqueira e Angelica Lucas de Siqueira. Casada com William N Furey Jr. Cursou jornalismo em Brasília/1978; Pós-Graduação em Estudos em Literatura Medieval Espanhola na Purdue University, West Lafayette IN/1980, e Mestre em Literatura Brasileira e Hispânica na New York University/ 1992. Foi repórter do Jornal do Brasil, apresentadora na Redes: Tupi de TV, Manchete e Radiobrás, DF.

Na Radiobrás criou e dirigiu programa político “Primeiro Plano”. Lecionou Portuguese nas universidades de Purdue Univ. e New York Univ. Fundadora e Pres. da Euro-American Women Writers, INC., empresa de Consultoria Literária em New York. *Membro da Sorority: SIGMA DELTA PI, Capitulo-Espanha, since 1983, USA; *Membro da SOCIEDADE PORTUGUESA DE AUTORES, Portugal; *Membro do IHGRN, Natal-RN; *Membro da ANE-Associação Nacional de Escritores de Brasília; *Membro da: SOCIÉTÉ ACADÉMIQUE D’ÉDUCATION ET D’ENCOURAGEMENT, Paris; *Membro da INTERNATIONAL WOMEN WRITING GUILD, (IWWG), NYC.; *Membro da DIVINE ACADEMIE FRANCAISE des ARTS LETTRES et CULTURE, Paris; *Membro da PEN AMERICA, USA. Recebeu título de Embaixadora e Medalha de Ouro (2019) pela DAFALC – Paris.

Recebeu Prêmio melhor livro de Ficção (2018) – “Stigma…” pela Editora ZL Books. Medalha de Prata pela SOCIÉTÉ ACADÉMIQUE D’ÉDUCATION ET D’ENCOURAGEMENT (2012) Paris. *BIOGRAFIAS em: THE MARQUIS WHO’S WHO OF THE AMERICAN WOMAN. 21st Edição, 1999-2001e MILLENNIUM EDITION – 2000-2001, 18ª. Edição), USA. *DICIONÁRIO DE MULHERES, 2a. edição, Editora Mulheres, 2011; *DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, 3ª. Edição. Editora Andre Quice. Autora de cinco livros: “Stigma, saga por um novo mundo” (versão em Português e Inglês), “Because of Napoleon” (versão Francês, Inglês e Português). “Khatun, Gertrude Bell, mentor de Lawrence d’Arabie” (Versao Francês). “My Mesopotamia notes, of Gertrude Bell”, (Inglês), e “Parnamirim, Base norte-americana nos tropicos -1939-1945. Uma história inclusiva”. (versão Frances, Inglês e Português e Alemão). É participante de várias coletâneas.


Serviço:

Lançamento no Brasil do livro “KAFFEEKANTATE”, da autora: Valdivia Vania Siqueira Beauchamp

Onde: APL - Academia Pernambucana de Letras (Avenida Rui Barbosa, 1596, Graças - Recife/PE)

Quando: 03/08, Segunda-feira

Hora: 19h00



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EPR vence leilão da Régis Bittencourt com 22,5% de deságio na tarifa básica

23/07/2026

Foi concluído há poucos minutos o leilão para otimização da exploração da Rodovia Régis Bittencourt. O leilão começou as 14h desta quinta, 23/07. A EPR apresentou um desagio que superou as duas outras concorrentes previamente qualificadas para participar do certame. A iniciativa foi da ANTT, a Agência Nacional de Transportes Terrestres, do Governo Federal. A agência foi representada pelo diretor Alex Azevedo.

Quem é a vencedora

A EPR é uma plataforma brasileira de investimentos em concessões de rodovias e mobilidade. Fundada em 2022 e operando sete concessionárias nos estados de Minas Gerais e Paraná, a empresa venceu na tarde de hojeo leilão do trecho da BR-116 entre São Paulo e Curitiba. O certame foi realizado na B3, a Bolsa de mercadorias de Sao Paulo.

O grupo

Atua na modernização, manutenção e prestação de serviços de apoio aos usuários das rodovias, incluindo assistência 24h, com guinchos e resgate médi...

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Foi concluído há poucos minutos o leilão para otimização da exploração da Rodovia Régis Bittencourt. O leilão começou as 14h desta quinta, 23/07. A EPR apresentou um desagio que superou as duas outras concorrentes previamente qualificadas para participar do certame. A iniciativa foi da ANTT, a Agência Nacional de Transportes Terrestres, do Governo Federal. A agência foi representada pelo diretor Alex Azevedo.

Quem é a vencedora

A EPR é uma plataforma brasileira de investimentos em concessões de rodovias e mobilidade. Fundada em 2022 e operando sete concessionárias nos estados de Minas Gerais e Paraná, a empresa venceu na tarde de hojeo leilão do trecho da BR-116 entre São Paulo e Curitiba. O certame foi realizado na B3, a Bolsa de mercadorias de Sao Paulo.

O grupo

Atua na modernização, manutenção e prestação de serviços de apoio aos usuários das rodovias, incluindo assistência 24h, com guinchos e resgate médico nas vias. O pedágio eletrônico utiliza tags automáticas e sistema sem cancelas em algumas regiões. Pratica, ainda, desconto de usuário frequente e reduções progressivas na tarifa de pedágio para motoristas que passam frequentemente pela mesma praça.

A Rodovia

A importante rodovia Régis Bittencourt, (trecho da BR-116) liga São Paulo (SP) a Curitiba (PR), com cerca de 396 km de extensão. Estratégica para o escoamento agrícola e transporte de cargas do Mercosul. Segundo Alex Azevedo, o diretor que representou a ANTT, a concessão é de 15 anos, com investimentos de mais de R$ 7 bilhões previstos para a via.



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O Nexo Transnacional e a Soberania Flexibilizada: Uma Análise Estratégica das Operações de Defesa nas Américas. - Por Amadeu Robalinho*

23/07/2026

Resumo

As operações interagências e transnacionais executadas no ano de 2026 sob a coordenação estratégica dos Estados Unidos — tais como a coalizão Shield of the Americas (SotA), a Operation Winter SHIELD e a interceptação tática da Operação Timber Shield na fronteira do Cone Sul — descortinam uma mutação profunda na arquitetura de segurança do Hemisfério Ocidental. Este ensaio analisa criticamente os desdobramentos dessas ações sob a ótica do realismo clássico e da geopolítica de segurança nacional. Demonstra-se que o avanço do Crime Organizado Transnacional (COT) como ator político-militar assimétrico tensiona o conceito clássico de soberania westfaliana. Diante da erosão da autoridade estatal em zonas periféricas e da incapacidade crônica de resposta de governos de viés progressista ou leniente, a ingerência legítima ou a coordenação externa por potências hegemônicas passa a redesenhar a governança de defesa regional.
Palavras-chave: Segurança Nacional....

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Resumo

As operações interagências e transnacionais executadas no ano de 2026 sob a coordenação estratégica dos Estados Unidos — tais como a coalizão Shield of the Americas (SotA), a Operation Winter SHIELD e a interceptação tática da Operação Timber Shield na fronteira do Cone Sul — descortinam uma mutação profunda na arquitetura de segurança do Hemisfério Ocidental. Este ensaio analisa criticamente os desdobramentos dessas ações sob a ótica do realismo clássico e da geopolítica de segurança nacional. Demonstra-se que o avanço do Crime Organizado Transnacional (COT) como ator político-militar assimétrico tensiona o conceito clássico de soberania westfaliana. Diante da erosão da autoridade estatal em zonas periféricas e da incapacidade crônica de resposta de governos de viés progressista ou leniente, a ingerência legítima ou a coordenação externa por potências hegemônicas passa a redesenhar a governança de defesa regional.
Palavras-chave: Segurança Nacional. Realismo Clássico. Crime Organizado Transnacional. Soberania.

Abstract

The interagency and transnational operations executed in 2026 under the strategic coordination of the United States—such as the "Shield of the Americas" (SotA) coalition, Operation "Winter SHIELD", and the tactical interception of Operation "Timber Shield" on the Southern Cone border—reveal a profound mutation in the security architecture of the Western Hemisphere. This essay critically analyzes the outcomes of these actions through the lens of classical realism and national security geopolitics. It demonstrates that the rise of Transnational Organized Crime (TOC) as an asymmetric political-military actor strains the classical concept of Westphalian sovereignty. Faced with the erosion of state authority in peripheral zones and the chronic inability to respond by governments with a progressive or lenient bias, legitimate interference or external coordination by hegemonic powers begins to reshape regional defense governance.
Keywords: National Security. Classical Realism. Transnational Organized Crime. Sovereignty.

1 Introdução

A contemporaneidade impõe uma revisão conceitual acerca das ameaças à segurança dos Estados-nação no Hemisfério Ocidental. A tradicional separação entre defesa externa e segurança pública encontra-se mitigada pela ascensão de atores assimétricos transnacionais. Diante de um cenário em que o crime organizado atinge capacidades militares e orçamentárias estatais, o conceito tradicional de soberania passa a ser disputado por forças extrarregionais e coalizões internacionais de segurança.

2 O Diagnóstico Geopolítico: A Ameaça Assimétrica e o Estado Cúmplice.

Na contemporaneidade, a criminalidade organizada deixou de ser um problema estrito de segurança pública ou de polícia para ascender ao status de ameaça existencial e híbrida à segurança do Estado. Organizações como o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e os cartéis hispano-americanos não operam mais apenas no mercado ilícito varejista; exercem domínio territorial de fato (governança criminal), possuem capacidade de infiltração nas instituições democráticas e operam orçamentos equivalentes aos de pequenas nações, com armamento de padrão militar obtido por desvios transnacionais.
Sob a ótica de uma doutrina realista de Defesa, a principal vulnerabilidade regional decorre da falência moral e operacional de governos enfraquecidos por ideologias relativistas. Ao tratarem o narcotráfico e o terrorismo sob a lente do determinismo social ou ao tolerarem agendas que enfraquecem o aparato policial e as Forças Armadas, determinados Estados transformam suas fronteiras em santuários operacionais.

O surgimento de conceitos como o de "narcoestado" ou de "zonas cinzentas" reflete uma assimetria perigosa: a soberania formal (reconhecida internacionalmente) é mantida, mas a soberania real (o monopólio do uso legítimo da força e o controle territorial) é capturada por facções criminosas associadas a redes globais de lavagem de dinheiro, frequentemente alinhadas a regimes autocráticos extrarregionais (como o eixo Pequim-Moscou-Teerã-Caracas).

3 Desdobramentos Estratégicos e a Soberania Funcional.

A ativação de iniciativas de alta intensidade lideradas por Washington, como a aliança militar Shield of the Americas (SotA) e o emprego de inteligência avançada na Timber Shield, acarreta três desdobramentos críticos para a estratégia e a soberania das nações latino-americanas, em especial o Brasil:

* Subordinação Logística e Tecnológica Extrarregional: A dependência de dados geoespaciais, inteligência de sinais (SIGINT) e rastreamento financeiro (Office of Foreign Assets Control - OFAC / Financial Crimes Enforcement Network - FinCEN) norte-americanos evidencia a obsolescência tecnológica e a cegueira estratégica crônica das forças locais. A soberania nacional é relativizada na medida em que o Estado só consegue obter eficiência no combate ao crime se atuar como braço operacional de diretrizes traçadas pelo Departamento de Defesa ou pelo Federal Bureau of Investigation (FBI).
* Transposição das Fronteiras Westfalianas: Operações de ciberdefesa e segurança de infraestruturas críticas, como a Winter SHIELD, demonstram que as fronteiras geográficas tradicionais são irrelevantes na guerra híbrida. A soberania sobre redes de dados e ativos estratégicos (energia, telecomunicações, portos) exige uma governança integrada que expõe as vulnerabilidades internas a auditorias externas permanentes.
* O Dilema da Cooperação Forçada: Países que relutam em se alinhar de forma contundente às métricas ocidentais anticrime são empurrados para o isolamento diplomático ou sofrem asfixia econômica por meio de sanções direcionadas (como o Kingpin Act). A soberania, portanto, deixa de ser um direito absoluto e passa a ser condicionada à capacidade e à vontade do Estado de manter suas fronteiras céleres e seguras.

4 Matriz de Ameaças Futuras à Segurança Nacional.

A inércia ou a recusa em adotar uma postura de tolerância zero contra o crime organizado projeta um cenário de degradação institucional de curto a médio prazo, cujas principais ameaças consistem em:

1. A "Balcanização" Territorial e Perda de Soberania Interna: O avanço das facções sobre as calhas fluviais amazônicas e as rotas terrestres do Centro-Oeste cria zonas de exclusão onde as Forças Armadas e de Segurança operam sob severa restrição tática.

2. A Captura do Processo Político e Eleitoral: O financiamento de campanhas com o capital do narcotráfico e a infiltração de operadores do crime no Judiciário, no Legislativo e nas forças policiais anulam a capacidade de reação do Estado por dentro das próprias instituições democráticas.

3. A Sabotagem Híbrida e Guerra de Atrito: Organizações criminosas atuando como proxies (procuradores) de interesses geopolíticos hostis ao Ocidente, utilizando-se de táticas terroristas, ataques cibernéticos a redes governamentais e controle de portos e aeroportos para desestabilizar a economia formal.

5 As Ações Estratégicas Necessárias (A Resposta de Força).

Para resgatar a soberania real e impedir o colapso de defesa diante da pressão geopolítica internacional e interna, os Estados soberanos regionais precisam adotar uma doutrina de Defesa Ativa e Soberania Altiva, pautada nas seguintes diretrizes:

* Doutrina de Tolerância Zero e Enquadramento Legal de Terrorismo: Reclassificar juridicamente as grandes facções criminosas transnacionais como organizações terroristas insurgentes, permitindo o emprego irrestrito das Forças Armadas em operações de interdição interna e de fronteira, sem os entraves das regras de engajamento da polícia comum.
* Autonomia Tecnológica em Inteligência e Vigilância: Investimento maciço e prioritário em satélites de monitoramento militar, inteligência artificial aplicada ao rastreamento de ativos e fortalecimento do controle cibernético (ciberdefesa), aumentando o poder das agências soberanas regionais.
* Sufocamento Financeiro Total e Confisco de Bens: Implementação de um aparato de inteligência financeira centralizado, focado na destruição das redes de lavagem de dinheiro no sistema bancário legítimo, no mercado imobiliário e no setor de agronegócio, espelhando os mecanismos rígidos da OFAC americana, porém sob controle nacional estrito.
* Alianças Bilaterais Pragmáticas: Estabelecer eixos de cooperação militar e de inteligência baseados no realismo e na comunhão de valores de ordem e segurança com parceiros hemisféricos (incluindo os EUA e governos alinhados da região), exigindo transferência de tecnologia e reciprocidade, rejeitando qualquer governança globalista multilateral que mitigue a autoridade do Estado nacional.

6 Considerações Finais: A Ordem como Primado da Liberdade e da Soberania.

A Análise profunda das operações e coalizões executadas no ano de 2026 demonstra que não existe soberania formal onde não há ordem real. Um Estado que se omite no cumprimento de seu dever de impor a lei e o monopólio da força em seu território abdica, por incompetência ou cumplicidade, de sua própria independência. Diante da ameaça assimétrica e totalitária do crime organizado transnacional, a soberania não se defende com retórica diplomática ou com o relativismo que alimenta a impunidade.
A preservação da soberania nacional exige autoridade, a restauração da lei e da ordem e o fortalecimento do braço armado do Estado. A cooperação internacional, embora necessária diante do caráter transnacional da ameaça, deve servir como ferramenta de ampliação do poder nacional, e não como uma tutela estrangeira decorrente da fragilidade institucional local. Apenas um Estado forte, estrategicamente soberano e implacável contra as ameaças transnacionais poderá garantir a liberdade, a propriedade e o futuro da nação. A segurança nacional é o alicerce insubstituível sobre o qual se ergue a soberania.

Referências

ESTADOS UNIDOS. Department of Defense. National Defense Strategy. Washington, DC: Department of Defense, 2026.

ROBALINHO DANTAS DA GAMA NETO, Amadeu. O Nexo Transnacional e a Soberania Flexibilizada: Uma Análise Estratégica das Operações de Defesa nas Américas. Ensaios de Geopolítica Regional.


*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho



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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o livre confronto de ideias e acolhe o contraditório. Todas as pessoas e instituições citadas têm assegurado espaço para suas manifestações.




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Para João Bosco - Crônica Poética - Por Romero Falcão*

23/07/2026

João, não ligue, não
Este mundo anda perturbado
já não distingue personagem
da imagem do teu "Gol Anulado"

João, o que será da boa música
da letra inteligente e poética
que cutuca nossos monstros
como fizeram Dostoiévski, Shakespeare e Raimundo Carrero

João, cancelar, reescrever
"Geni e o Zepelim", do velho Chico
e "Domingo no Parque", do velho Gil
é destruir parte do melhor do Brasil

João Bosco
busco explicação
Sei que a violência contra a mulher é gravíssima
mas como fica a liberdade criadora da canção?
O que diria teu saudoso parceiro, Aldir Blanc?

João, tenho receio de que esta minha
crônica
na defesa da tua arte
também leve chumbo grosso
por toda parte

João, quem sabe, escrevendo "Foto Novela"
não anulem teu "Gol Anulado"

João, de que vale acender uma v...

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João, não ligue, não
Este mundo anda perturbado
já não distingue personagem
da imagem do teu "Gol Anulado"

João, o que será da boa música
da letra inteligente e poética
que cutuca nossos monstros
como fizeram Dostoiévski, Shakespeare e Raimundo Carrero

João, cancelar, reescrever
"Geni e o Zepelim", do velho Chico
e "Domingo no Parque", do velho Gil
é destruir parte do melhor do Brasil

João Bosco
busco explicação
Sei que a violência contra a mulher é gravíssima
mas como fica a liberdade criadora da canção?
O que diria teu saudoso parceiro, Aldir Blanc?

João, tenho receio de que esta minha
crônica
na defesa da tua arte
também leve chumbo grosso
por toda parte

João, quem sabe, escrevendo "Foto Novela"
não anulem teu "Gol Anulado"

João, de que vale acender uma vela
numa sociedade inculta e alucinada?


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda



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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




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Dudu da Fonte ganhou a queda de braço. Raquel vai ter que engolir um senador que detesta

23/07/2026

Os últimos dias foram turbulentos. A governadora Raquel Teixeira Lyra chegou a dizer que Eduardo da Fonte como senador na sua chapa, só por cima do seu cadáver. Tentou de tudo. Negociou, sem êxito, com as cúpulas nacionais da federação União Progressista. Ouviu um sonoro não. Inclusive articulou cooptar os deputados estaduais do PP para votarem na convenção com o seu pré-candidato preferido, Miguel Coelho. Convidou a todos para um café, hoje, quinta-feira 23/07, sem comunicar a Dudu. Deu tudo errado.

A trilha dos fatos

Como O Poder vem noticiando, com fatos que parecem até estranhos à primeira vista mas acabam se confirmando, Dudu da Fonte organizou um contra-ataque mortal, na noite de ontem. Combinou com os deputados estaduais para fecharem questão entorno do seu nome, o que obrigou a governadora a um recuo radical. Convidou pai e filho, os Deputados Federais Eduardo e Lula da Fonte para um lanchinho no Palácio após a reunião com os deputados e...

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Os últimos dias foram turbulentos. A governadora Raquel Teixeira Lyra chegou a dizer que Eduardo da Fonte como senador na sua chapa, só por cima do seu cadáver. Tentou de tudo. Negociou, sem êxito, com as cúpulas nacionais da federação União Progressista. Ouviu um sonoro não. Inclusive articulou cooptar os deputados estaduais do PP para votarem na convenção com o seu pré-candidato preferido, Miguel Coelho. Convidou a todos para um café, hoje, quinta-feira 23/07, sem comunicar a Dudu. Deu tudo errado.

A trilha dos fatos

Como O Poder vem noticiando, com fatos que parecem até estranhos à primeira vista mas acabam se confirmando, Dudu da Fonte organizou um contra-ataque mortal, na noite de ontem. Combinou com os deputados estaduais para fecharem questão entorno do seu nome, o que obrigou a governadora a um recuo radical. Convidou pai e filho, os Deputados Federais Eduardo e Lula da Fonte para um lanchinho no Palácio após a reunião com os deputados estaduais. A governadora já foi para a conversa sabendo que tinha perdido a parada. Então, não criou mais dificuldades. Bateu o martelo com Dudu e amansou a fera.

Agora

Restam três candidatos para a outra vaga. O próprio Miguel Coelho, o neófito Túlio Gadelha e o senador Dueire. Este último, sempre discreto, sentindo que pode sobrar algo para ele, fez um instigado post nas redes sociais dizendo, em outras palavras, que está na parada. Quem sabe visando a vice, caso Priscila Krause Branco decida mesmo disputar um mandato Federal?

Aliás

Dueire seria um vice ideal para qualquer governante. Da escola macielista, é eficiente e discreto.




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Eleger Veneziano senador é tarefa dos democratas e dos que prezam pela boa política

23/07/2026

Por Flávio Lúcio

A eleição de 2026 será um marco para a democracia brasileira. E não apenas por causa da disputa presidencial.
Para quem acredita na democracia como instrumento para superar impasses e construir consensos mínimos, não bastará impedir a volta do bolsonarismo ao poder elegendo Lula.

Lula não governa sozinho

Embora, hoje, Lula seja o único candidato com capacidade e inserção popular para barrar a ascensão da extrema-direita na América Latina, o desafio será maior.
Lula não governa sozinho. E precisará, mais do que em qualquer outro mandato, de apoio no Congresso Nacional.

Senado, campo de batalha decisivo

Caso contrário, o presidente continuará refém de forças que utilizam sua maioria parlamentar para impor ao país uma agenda regressista. Uma agenda que alimenta impasses, alguns artificialmente criados; outros, resultado do desprezo pela democracia e pelo bem-estar...

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Por Flávio Lúcio

A eleição de 2026 será um marco para a democracia brasileira. E não apenas por causa da disputa presidencial.
Para quem acredita na democracia como instrumento para superar impasses e construir consensos mínimos, não bastará impedir a volta do bolsonarismo ao poder elegendo Lula.

Lula não governa sozinho

Embora, hoje, Lula seja o único candidato com capacidade e inserção popular para barrar a ascensão da extrema-direita na América Latina, o desafio será maior.
Lula não governa sozinho. E precisará, mais do que em qualquer outro mandato, de apoio no Congresso Nacional.

Senado, campo de batalha decisivo

Caso contrário, o presidente continuará refém de forças que utilizam sua maioria parlamentar para impor ao país uma agenda regressista. Uma agenda que alimenta impasses, alguns artificialmente criados; outros, resultado do desprezo pela democracia e pelo bem-estar do povo brasileiro.
Mas é no Senado que a disputa assumirá uma dimensão decisiva.
Volto a repetir: é no Senado.

A partir de 2027

A democracia brasileira estará de olhos voltados para a casa parlamentar que poderá decidir, entre outras coisas, se ministros do Supremo Tribunal Federal serão cassados por razões exclusivamente políticas.

A batalha eleitoral

A extrema-direita já deixou claro o que pretende. Se conquistar maioria no Senado, tentará afastar ministros da Suprema Corte que demonstraram coragem para enfrentar o golpismo. E, com isso, aprofundará a estratégia de produzir ódio, tensão, impasses e crises institucionais.
O objetivo, antes inconfessável, tornou-se cada vez mais evidente depois da posse de Donald Trump nos Estados Unidos: dividir o Brasil para entregar de mão beijada suas riquezas — terras raras, petróleo, Pix e mercado consumidor — e transformar o país em quintal dos Estados Unidos.

Importância extraordinária

É por isso, mas não apenas por isso, que a eleição para o Senado ganhou uma importância extraordinária em 2026.
Eleger Veneziano Vital não é uma tarefa exclusiva dos lulistas. É uma tarefa dos democratas.

Veneziano

Já demonstrou, em momentos decisivos, de que lado está. O mais importante deles ocorreu em 8 de janeiro de 2023, quando assumiu a Presidência do Senado em meio à tentativa de golpe de Estado.
Naquele dia, Veneziano não vacilou. Pelo contrário.
Demonstrou coragem e compromisso com a Constituição e com a democracia. Colocou a instituição que presidia a serviço da defesa do Estado Democrático de Direito e da resistência ao golpe que estava em curso.

Sua trajetória

Também revela extrema coerência. Durante o governo Jair Bolsonaro, foi oposição. Não se rendeu aos encantos do governismo nem mudou de lado por conveniência. Permaneceu onde o povo o havia colocado: na oposição. Com a eleição de Lula, continuou no lugar de suas convicções. Foi fiel ao governo que defendeu nas urnas e, depois, no Senado. Votou favoravelmente aos projetos do governo e enfrentou o debate político contra a extrema-direita.
É possível e até legítimo discordar de Veneziano
O que não é possível é apontar incoerência na trajetória do senador paraibano.

Você que apoia Lula sabe disso

Sabe, também, que não há dúvida sobre qual será o comportamento do cabeludo caso seja reeleito para o Senado. Coerência, transparência e compromisso com aquilo que se defende também são formas de fortalecer a democracia. A política só será respeitada pelo povo quando os políticos forem capazes de demonstrar que suas convicções não mudam conforme as conveniências do momento.

Eleger Veneziano senador

É mais do que ajudar Lula. É garantir apoio e estabilidade ao futuro governo.
É, também, um ato de defesa da democracia brasileira — uma democracia que, há alguns anos, vem sendo permanentemente ameaçada.

*Flávio Lúcio é cientista político. Professor de História da UFPB e doutor em sociologia.



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