Mercado – Coluna Diária por Antonio Magalhães*- Combustível mais caro a partir de amanhã
10/06/2024
MP do Fim do Mundo provoca liberação do preço
O Instituto Brasileiro do Petróleo e Gás (IBP) calculou a variação da gasolina entre 4% a 7%, o que representaria de R$ 0,20 a R$ 0,36 a mais no preço, e a do diesel entre 1% a 4%, de R$ 0,10 a R$ 0,23 por litro. O IBP projetou em R$ 10 bilhões o impacto da MP somente nas empresas de distribuição de combustíveis. Os postos de combustíveis têm a liberdade de formação do preço final, então podem repassar totalmente a alta para o consumidor, segurar parte dela ou até recompor margem de...
MP do Fim do Mundo provoca liberação do preço
O Instituto Brasileiro do Petróleo e Gás (IBP) calculou a variação da gasolina entre 4% a 7%, o que representaria de R$ 0,20 a R$ 0,36 a mais no preço, e a do diesel entre 1% a 4%, de R$ 0,10 a R$ 0,23 por litro. O IBP projetou em R$ 10 bilhões o impacto da MP somente nas empresas de distribuição de combustíveis. Os postos de combustíveis têm a liberdade de formação do preço final, então podem repassar totalmente a alta para o consumidor, segurar parte dela ou até recompor margem de lucro, aumentando ainda mais o preço na bomba.

Haddad corre para acalmar Congresso
Já o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, acha que a MP do Fim do Mundo de compensação da desoneração da folha de pagamento não deve mexer nos preços da economia, já que a devolução de créditos de PIS/Cofins continuará acontecendo às empresas. Haddad voltou correndo de Roma depois da bênção do Papa para acalmar o legislativo.
Senado diz que governo tem uma ‘sanha arrecadatória’
O senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, criticou a medida provisória que limita os créditos de PIS/Cofins, que, segundo ele, é “extremamente danosa para o Brasil”. Ele afirmou, ainda, que o governo tem uma “sanha arrecadatória”. Ele defendeu até que haja uma pressão pela devolução da medida provisória por parte do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

CPI na Câmara pode revelar o “arrozão”
Transações realizadas por empresas sem tradição na comercialização de arroz levantaram suspeitas da oposição no Congresso. O deputado federal tenente-coronel Luciano Zucco (Republicanos-RS) apresentou na semana passada um pedido para instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que já conta com 100 assinaturas, para investigar a compra de 263,3 mil toneladas de arroz pelo governo Lula.
Empresa com capital baixo e pouco conhecida
Segundo Zucco, das quatro empresas vencedoras do leilão, a maior é um estabelecimento do Amapá especializado na venda de leite e derivados. A empresa Wisley A. de Sousa LTDA, que tem um capital registrado de R$ 80 mil, operando como supermercado “Queijo Minas”, será responsável pela entrega de 147,3 mil toneladas do grão, em uma transação superior a 736 milhões de reais. Poucas informações estão disponíveis sobre este mercado, exceto suas redes sociais pouco ativas e contatos telefônicos.

Brasileiros endividados. Eles são muitos
O percentual de famílias endividadas no Brasil subiu pelo terceiro mês consecutivo e atingiu 78,8% em maio deste ano. Em abril, a taxa era de 78,5%, enquanto que, em maio de 2023, a proporção de endividados era de 78,3%. Os dados são da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
Autor
*Antonio Magalhães é diretor de redação de O Poder
Leia outras informações
11 de Setembro de 2001 — 25 Anos de uma Ruptura Geopolítica - Por Amadeu Robalinho*
14/09/2026
I — O Instante da Ruptura
Às 8h46 da manhã de 11 de setembro de 2001, um Boeing 767 seccionou o espaço aéreo de Manhattan e, com ele, o paradigma de segurança que sustentava a ordem mundial pós-Guerra Fria. Em menos de duas horas, dois aviões sequestrados por 19 militantes da al-Qaeda colidiram contra as Torres Gêmeas do World Trade Center, enquanto um terceiro atingiu o Pentágono e um quarto, graças à resistência dos passageiros, caiu em um campo na Pensilvânia. Foram 2.977 vítimas, mais de 25.000 feridos e um trauma coletivo que reverberou em todos os fusos horários.
O atentado não foi apenas um ato de terrorismo. Foi uma *operação psicológica de efeito estratégico*, executada com meios assimétricos, aviões comerciais, passaportes legítimos, comunicação criptografada via satélite, contra um inimigo c...
Como o atentado terrorista que derrubou duas torres reconfigurou a defesa, a soberania e a estratégia global para o século XXI
I — O Instante da Ruptura
Às 8h46 da manhã de 11 de setembro de 2001, um Boeing 767 seccionou o espaço aéreo de Manhattan e, com ele, o paradigma de segurança que sustentava a ordem mundial pós-Guerra Fria. Em menos de duas horas, dois aviões sequestrados por 19 militantes da al-Qaeda colidiram contra as Torres Gêmeas do World Trade Center, enquanto um terceiro atingiu o Pentágono e um quarto, graças à resistência dos passageiros, caiu em um campo na Pensilvânia. Foram 2.977 vítimas, mais de 25.000 feridos e um trauma coletivo que reverberou em todos os fusos horários.
O atentado não foi apenas um ato de terrorismo. Foi uma *operação psicológica de efeito estratégico*, executada com meios assimétricos, aviões comerciais, passaportes legítimos, comunicação criptografada via satélite, contra um inimigo convencionalmente invencível. A vulnerabilidade exposta não era apenas americana: era a de toda uma era em que a fronteira entre guerra e paz, civil e militar, interno e externo, havia se tornado permeável.
II — Desdobramentos Militares: A Guerra sem Fronteiras
A resposta imediata e seus custos
Em 7 de outubro de 2001, o presidente George W. Bush lançou a Operação Enduring Freedom, invadindo o Afeganistão para desmantelar a al-Qaeda e derrubar o regime talibã que a abrigava. Seguiram-se duas décadas de engajamento militar contínuo , a guerra mais longa da história americana. Em março de 2003, o mesmo arcabouço doutrinário justificou a invasão do Iraque, sob a alegação, posteriormente desmentida, de armas de destruição em massa.
Os números são eloquentes:
- *US$ 8,5 trilhões* gastos pelos EUA em operações relacionadas à Guerra ao Terror entre 2001 e 2022, segundo o Watson Institute da Brown University
- *~929.000 mortes* diretas em conflitos do Afeganistão, Iraque, Paquistão, Síria e Iêmen vinculados à campanha
- *38 milhões* de pessoas deslocadas à força na região
Lições estratégicas amargas
A doutrina da preemptive self-defense, formalizada na Estratégia de Segurança Nacional de 2002, representou uma virada conceitual: a dissuasão nuclear, pilar da Guerra Fria, era inútil contra um inimigo sem território, sem hierarquia estatal e disposto ao martírio. A resposta foi a *guerra de rede contra rede*: operações especiais, drones, inteligência humana e cibernética.
O saldo é ambivalente. Por um lado, a capacidade de comando e controle da al-Qaeda foi fragmentada; Osama bin Laden foi localizado e eliminado em Abbottabad, Paquistão, em 2011, por uma unidade de operações especiais da Marinha americana (SEAL Team Six) operação que exemplificou a convergência entre satélites, drones, biometria e ação direta.
Por outro, o *vácuo de poder* gerado pelas intervenções produziu efeitos colaterais devastadores: o surgimento do Estado Islâmico no Iraque e na Síria (2014), a desestabilização da Líbia pós-intervenção OTAN (2011), o fortalecimento do Irã como potência regional e, em agosto de 2021, o retorno do Talibã a Cabul, cena que simbolizou o esgotamento de duas décadas de nation-building.
III — Desdobramentos Tecnológicos: A Revolução na Defesa
A era do drone e da vigilância pervasiva
O 11 de setembro acelerou em décadas a adoção de tecnologias que hoje definem o campo de batalha contemporâneo:
*Drones (UAVs)* — O Predator, que realizou o primeiro ataque com mísseis Hellfire em 2002, transformou a guerra de precisão. Entre 2004 e 2021, os EUA conduziram mais de 14.000 strikes com drones no Paquistão, Iêmen, Somália e Afeganistão. A tecnologia democratizou-se: em 2020, Azerbaijão e Armênia travaram a Guerra de Nagorno-Karabakh com esquadrões de drones kamikaze Bayraktar TB2 e Harop, redefinindo a assimetria entre defesa antiaérea e ataque aéreo não tripulado.
*Inteligência artificial e vigilância em massa* — O Patriot Act (2001) expandiu radicalmente os poderes de coleta de dados do governo americano. A revelação, por Edward Snowden em 2013, de que a NSA coletava metadados de bilhões de chamadas telefônicas e comunicações digitais expôs o dilema central: *segurança versus privacidade*. Algoritmos de reconhecimento facial, análise de padrões comportamentais e mineração de big data tornaram-se ferramentas-padrão de agências de defesa em todo o mundo.
*Cibersegurança como domínio de guerra* — O ciberespaço foi formalmente reconhecido como quinto domínio operacional (ao lado de terra, mar, ar e espaço) pelas Forças Armadas americanas. A criação do U.S. Cyber Command em 2009 e a doutrina de Persistent Cyber Engagement refletiram a compreensão de que a guerra contemporânea é travada em redes antes de ser travada em trincheiras. Ataques como Stuxnet (2010), NotPetya (2017) e SolarWinds (2020) demonstraram que um adversário pode paralisar infraestrutura crítica sem disparar um único tiro.
*Biometria e identificação massiva*, sistemas de reconhecimento facial, impressão digital e íris passaram a integrar o controle de fronteiras. O programa US-VISIT, criado em 2002, coleta dados biométricos de todos os visitantes estrangeiros aos EUA. Em 2023, o FBI operava o maior banco de dados de impressões digitais do mundo (Next Generation Identification), com mais de 130 milhões de registros.
IV — Soberania em Xeque: O Preço Político da Segurança
A erosão das liberdades civis
O Patriot Act permitiu, entre outras medidas: busca de registros telefônicos e de internet sem mandado judicial individual (roving wiretaps), detenções prolongadas de estrangeiros suspeitos sem acusação formal e a criação de tribunais militares de comissão. Guantánamo, aberto em janeiro de 2002, tornou-se o símbolo mais duradouro dessa tensão, uma zona jurídica onde o direito internacional humanitário e a jurisdição constitucional americana se encontram em suspensão permanente.
A Europa seguiu o mesmo caminho, com variações nacionais: o Reino Unido aprovou o Anti-terrorism, Crime and Security Act (2001), a França reforçou seus poderes de vigilância e a Alemanha expandiu a competência do BND (serviço de inteligência externo). O princípio da *soberania informacional, o controle nacional sobre dados de cidadãos, emergiu como novo campo de disputa geopolítica, com a União Europeia liderando com o GDPR (2018) e a China consolidando seu *Great Firewall.
A reconfiguração da ordem multilateral
O Conselho de Segurança da ONU aprovou a Resolução 1.373 em 28 de setembro de 2001, impondo a todos os Estados obrigações de criminalização do financiamento terrorista, compartilhamento de informações e controle de fronteiras. Foi a mais ampla delegação de poder coercitivo já feita pelo CSNU, mas também o pretexto para que regimes autoritários criminalizassem oposição política sob o rótulo de "terrorismo".
A OTAN invocou pela primeira vez na história o Artigo 5º (defesa coletiva) em 12 de setembro de 2001, marcando o auge da solidariedade transatlântica. Mas a divergência sobre a invasão do Iraque em 2003, rejeitada pela França, Alemanha e Rússia, expôs fissuras que nunca cicatrizaram completamente.
V — Dimensão Humana: Trauma, Islamofobia e Refugiados
O impacto humano transcende os números. Nos EUA, o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) afetou milhares de sobreviventes, bombeiros e policiais e, nas duas décadas seguintes, *mais veteranos americanos que serviram no Afeganistão e Iraque morreram por suicídio do que em combate*.
A islamofobia explodiu: entre 2001 e 2018, os crimes de ódio contra muçulmanos nos EUA triplicaram, segundo o FBI. Mesquitas foram vandalizadas, cidadãos de origem árabe ou sul-asiática foram perfilados em aeroportos e a retórica política normalizou a suspeita generalizada.
No Oriente Médio, o custo humano foi ainda mais brutal. A Síria, devastada pela guerra civil que eclodiu em 2011, em parte consequência do vácuo de poder e da desestabilização regional pós-Iraque, perdeu mais de 11 milhões de habitantes (metade da população pré-guerra) entre refugiados e deslocados internos. O Afeganistão, após 20 anos de ocupação, retornou a um regime que reprime sistematicamente mulheres e minorias.
VI — O que Funcionou e o que Falhou: Um Balanço Estratégico
Ganhos positivos
Dimensão e Avanço
*Inteligência* Integração sem precedentes entre agências (CIA, NSA, FBI, DHS) e compartilhamento transatlântico via Five Eyes e Eurojust
*Segurança aeroportuária* Reforço massivo de protocolos (TSA nos EUA), scanners corporais, cockpit reforçado, presença de marshals armados
*Resiliência de infraestrutura* Proteção reforçada de redes elétricas, oleodutos, sistemas financeiros e telecomunicações
*Operações especiais* Aperfeiçoamento de doutrina, treinamento e tecnologia para neutralização de células terroristas com precisão cirúrgica
*Cooperação financeira* FATF e SWIFT passaram a rastrear fluxos financeiros terroristas com eficácia crescente
Fracassos e retrocessos
Dimensão e Retrocesso
*Nation-building* Tentativas de impor modelos democráticos por força militar geraram vácuos de poder e insurgências (Afeganistão, Iraque, Líbia)
*Soberania digital*| A vigilância em massa corroeu a confiança entre aliados; a espionagem da NSA contra Merkel e Dilma Rousseff expôs contradições
*Direitos civis* Expansão de poderes executivos sem contrapeso legislativo/judicial adequado criou precedentes perigosos
*Estabilização regional* O enfraquecimento do Estado iraquiano permitiu o surgimento do ISIS; a retirada precipitada do Afeganistão facilitou o retorno do Talibã
*Prevenção de radicalização* Programas de countering violent extremism tiveram eficácia limitada; o terrorismo migrante para o Sahel, Moçambique e Cáucaso demonstra a persistência do fenômeno
VII — O Futuro: Terrorismo 4.0 e Soberania Digital
Vinte e cinco anos depois, o terrorismo evoluiu. O Estado Islâmico, embora territorialmente derrotado, sobrevive como *franchise global*, com afiliados na África Subsaariana, no Cáucaso e no Sudeste Asiático. O ataque de 7 de outubro de 2023 do Hamas contra Israel demonstrou que a assimetria tecnológica pode ser superada por inovação tática: drones de baixo custo, túneis, foguetes artesanais e operações psicológicas coordenadas via Telegram e TikTok.
A próxima fronteira é a *soberania digital*. Deepfakes podem ser usados para criar crises falsas; IA generativa pode produzir propaganda de radicalização em escala industrial; drones autônomos de baixo custo podem atacar infraestrutura crítica sem comando humano direto. A defesa nacional no século XXI exige proteção simultânea de fronteiras físicas e redes lógicas, desta forma a soberania de um Estado passou a depender tanto de seus mísseis quanto de seus algoritmos.
O legado do 11 de setembro é, portanto, duplo e contraditório. Por um lado, forçou o mundo a repensar a defesa em termos holísticos, integrando inteligência, tecnologia, diplomacia e resiliência social. Por outro, revelou os limites do poder militar unilateral e o custo humano insuportável de guerras sem fim. A lição mais duradoura é que *nenhuma nação, por mais poderosa que seja, pode garantir sua segurança apenas pela força*, e que a verdadeira soberania contemporânea reside na capacidade de proteger seus cidadãos sem sacrificar os valores que os definem.
Os dados financeiros e demográficos citados foram compilados a partir de fontes públicas do Watson Institute (Brown University), Congressional Research Service, UNHCR e relatórios do Departamento de Defesa dos EUA.
*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
Jena Agra - Educadora financeira de Petrolina é destaque na Bienal de São Paulo
14/09/2026
O lançamento reuniu um grande público que pôde conferir a obra que provoca o leitor a romper com o ciclo das justificativas e compreender que uma vida extraordinária não acontece por acaso — ela é construída a partir de escolhas, decisões e atitudes.
Materialização de uma trajetória
Para Jena Agra, estar presente em um dos mais importantes eventos literários do país representa muito mais do que lançar um livro. É a materialização d...
Uma concorrida manhã de autógrafos com a educadora financeira de Petrolina, Jena Agra, marcou a programação do domingo, 13/09, da Bienal Internacional do Livro de São Paulo. No último dia da maior edição da Bienal, a também empresária, mentora e palestrante, viveu um dos momentos mais marcantes de sua trajetória profissional com o lançamento do livro “Faça do possível o extraordinário”, obra idealizada por Eduardo Shinyashiki e publicada pela Editora Gente com a participação de 23 coautores.

O lançamento reuniu um grande público que pôde conferir a obra que provoca o leitor a romper com o ciclo das justificativas e compreender que uma vida extraordinária não acontece por acaso — ela é construída a partir de escolhas, decisões e atitudes.
Materialização de uma trajetória
Para Jena Agra, estar presente em um dos mais importantes eventos literários do país representa muito mais do que lançar um livro. É a materialização de uma trajetória construída ao longo dos anos entre desafios, conhecimento, empreendedorismo, educação e transformação de vidas.

Falou Jena
“Viver esse lançamento na Bienal foi muito além de ver meu nome em uma obra. Foi olhar para toda a minha trajetória e compreender que cada decisão, cada desafio e cada pessoa que tive a oportunidade de impactar contribuíram para me trazer até aqui. O extraordinário não chegou pronto à minha vida. Ele vem sendo construído todos os dias, com fé em Deus, propósito, disciplina, decisões e muita responsabilidade”, destaca Jena.

O organizador do livro
Para o organizador do livro, Eduardo Shinyashiki, a participação de Jena Agra acrescenta à obra uma visão consistente e necessária sobre prosperidade, comportamento e construção de legado.
Eduardo destaca que Jena reúne experiência prática, conhecimento e uma trajetória marcada pela transformação de vidas, “trazendo ao livro uma mensagem que vai além das finanças: a compreensão de que o extraordinário é construído por meio de escolhas conscientes, posicionamento, responsabilidade e método”, ressalta.
Ainda segundo o organizador, o capítulo de Jena, “A riqueza é uma escolha, e o extraordinário é uma construção”, dialoga diretamente com o propósito central da obra ao mostrar que mudanças verdadeiras não acontecem apenas pelo desejo, mas pela decisão de romper com justificativas e assumir o protagonismo da própria história.
Método INTEF®
Criadora do Método INTEF® — Inteligência Emocional e Financeira —, Jena defende que prosperidade não deve ser compreendida apenas como acúmulo financeiro. Para ela, construir riqueza passa pela capacidade de organizar a vida, compreender comportamentos, assumir responsabilidades e transformar decisões em resultados.

Conclui Jena Agra
“Estar na Bienal, ao lado de Eduardo e dos demais coautores, vendo essa mensagem ganhar o mundo, foi uma confirmação de propósito. Não quero apenas falar sobre dinheiro ou prosperidade. Quero contribuir para que as pessoas entendam que podem construir uma nova história quando decidem assumir o comando das próprias escolhas. E quando fé, decisão, conhecimento e método caminham juntos, aquilo que parecia apenas possível pode se transformar em extraordinário”, conclui Jena Agra.
Rosely Boschini
De acordo com Rosely Boschini, uma das grandes referências do mercado editorial brasileiro, o livro “Faça do possível o extraordinário”, chega às livrarias com o mesmo esmero que a Editora Gente colocou na construção e lançamento de centenas de obras best-sellers com nomes de destaque do cenário nacional, como Paulo Vieira, Joel Jota, Mauricio Benvenutti, Sandro Magaldi, João Kepler e Roberto Shinyashiki, entre outros.
A realidade racha a narrativa: Um resumo sincero do Brasil atual, por Zé da Flauta*
14/09/2026
Da sala de aula ao posto de saúde, o desgaste é visível, a educação amarga gerações sem noção com déficit crítico e funcional, priorizando disputas ideológicas, enquanto o sistema de saúde estrangula a população em filas intermináveis. Paralelamente, a segurança pública ruiu diante do avanço desimpedido de facções armadas que hoje ditam as regras e controlam territórios sem encontrar uma resposta firme do Estado.
Alteração de regras
O descalabro institucional ganha contornos ainda mais graves no campo da integridade pública. A corrupção voltou a ser notícia cotidiana, com sucessivos escândalos de desvio de verbas e loteamento político sendo abafados ou ignorados. E...
Quem acompanha o noticiário político com atenção, percebe um grande abismo entre a propaganda oficial e o cotidiano do cidadão brasileiro. O terceiro mandato de Lula prometia a reconstrução do país, mas o que se entrega é uma estrutura em adiantado estado de deterioração.
Da sala de aula ao posto de saúde, o desgaste é visível, a educação amarga gerações sem noção com déficit crítico e funcional, priorizando disputas ideológicas, enquanto o sistema de saúde estrangula a população em filas intermináveis. Paralelamente, a segurança pública ruiu diante do avanço desimpedido de facções armadas que hoje ditam as regras e controlam territórios sem encontrar uma resposta firme do Estado.
Alteração de regras
O descalabro institucional ganha contornos ainda mais graves no campo da integridade pública. A corrupção voltou a ser notícia cotidiana, com sucessivos escândalos de desvio de verbas e loteamento político sendo abafados ou ignorados. Esse cenário é agravado pela postura da Suprema Corte e do Judiciário, que abandonaram o papel de fiadores da Constituição para atuar como atores políticos ativos.
A constante alteração de regras do jogo, a insegurança jurídica e o casuísmo de decisões que desfazem condenações históricas jogaram o sistema de justiça num estado de desorientação, destruindo a credibilidade das instituições aos olhos do país.
Complacência
No coração do território nacional, a Amazônia virou vitrine para uma diplomacia de conveniência. Sob o pretexto da proteção ambiental, o governo abriu as portas para a proliferação desenfreada de ONGS estrangeiras que operam com raras contrapartidas ou fiscalização real, tensionando a soberania sobre nossas próprias riquezas minerais e biodiversidade.
Enquanto o discurso preservacionista agrada a plateias externas, a presença estatal nas áreas críticas permanece pífia, deixando o interior à mercê de interesses obscuros sob o olhar complacente da administração federal.
Fronteiras
Essa fragilidade interna se reflete de forma direta no desarmamento estratégico do país. Com as Forças Armadas asfixiadas por sucessivos cortes orçamentários e desprovidas de investimento sério em modernização, o Brasil escancarou suas fronteiras terrestres.
Sem patrulhamento eficiente, o território virou uma avenida livre para o tráfico internacional de armas e drogas. Em vez de priorizar a defesa da integridade nacional e a consolidação de uma força dissuasória, o poder central prefere arrastar o estamento militar para disputas narrativas, enfraquecendo a capacidade defensiva da nação.
Fundo do poço
A geopolítica do atual governo completa o quadro de isolamento e contradição. Vendida como um retorno triunfal ao cenário internacional, a diplomacia brasileira pautou-se por um alinhamento ideológico anacrônico, contemporizando com regimes autocráticos e emitindo declarações desastrosas em conflitos mundiais.
Ao trocar o pragmatismo econômico e a defesa dos interesses nacionais por uma militância de palanque global, o Brasil desgastou suas relações com parceiros comerciais históricos. O resultado desse conjunto é um país à deriva, onde o discurso não mais consegue esconder a crueldade dos fatos.
Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista

Governadores e Futebol: Agamenon Magalhães (1938/1944), por Roberto Vieira*
14/09/2026
Sport
O Sport está há quase dez anos sem títulos. O médico José Médicis não poupa esforços na presidência para devolver a grandeza ao clube da Ilha. Abre os cofres e contratou Zago do Central, Plínio do Great Western e Limoeiro do Santa Cruz, enquanto atua como médico particular do ex-governador Estácio Coimbra. Médicis inaugura a Ilha do Retiro e conquista o certame de 1938.
Náutico
Aquele 1939 assinala o campeonato mais disputado da nossa história. Envolve grandes times, muita grana nas contratações, uma legião de craques revelados n...
Agamenon Magalhães assume como interventor em Pernambuco após a deposição de Carlos de Lima Cavalcanti. Ele é o braço direito de Getúlio Vargas na política e repressão sem limites. Nascido em Serra Talhada, professor de geografia do Ginásio Pernambucano, deputado na Constituinte de 1932 e ministro do Trabalho de Vargas, Agamenon chega junto com o profissionalismo ao futebol local.
Sport
O Sport está há quase dez anos sem títulos. O médico José Médicis não poupa esforços na presidência para devolver a grandeza ao clube da Ilha. Abre os cofres e contratou Zago do Central, Plínio do Great Western e Limoeiro do Santa Cruz, enquanto atua como médico particular do ex-governador Estácio Coimbra. Médicis inaugura a Ilha do Retiro e conquista o certame de 1938.
Náutico
Aquele 1939 assinala o campeonato mais disputado da nossa história. Envolve grandes times, muita grana nas contratações, uma legião de craques revelados na base, estádios lotados e até partida extra decidindo o certame. O América derrota o Náutico, o troféu ameaça fugir de Rosa e Silva, mas um tento de Ary sela o triunfo por 1x0 sobre o poderoso Santa Cruz, no dia 29 de outubro, no campo da Jaqueira.
Santa Cruz
Quando Tará marca do meio de campo diante do Náutico, muitos apostam no quinto título estadual tricolor. Tará balança as redes vinte vezes, o Santa sobrevive até a goleada de 6x3 sofrida para o Sport na segunda partida da melhor de três. Ademir Menezes integra o ataque rubro-negro, mas nem mesmo ele contém Tará em seus dias de Leônidas da Silva naquele 1940.
Sport
O Sport alcança o segundo tricampeonato com a equipe dos sonhos. Chega a deslumbrar o sul do país com vitórias sobre Flamengo e Vasco da Gama, comandada pelo técnico Ricardo Diez, trazendo Navamuel, Ademir, Clóvis, Magri e Djalma no ataque. O título de 1943 gera muita confusão com saída do Náutico do certame e intervenção de Agamenon Magalhães na Federação, destituindo o presidente da entidade, Sidrack Corrêa de Oliveira. Ninguém ousa desafiar o China Gordo, apelido de Agamenon. Nem mesmo Estácio Coimbra envolvera-se tão profundamente nas disputas do futebol.
América
O América, clube do coração de João Cabral de Melo Neto, sagrou-se campeão pernambucano pela última vez no apagar das luzes do Estado Novo e da intervenção de Agamenon em Pernambuco, em 1944. A célebre equipe de Djalma, Julinho, Zezinho e Edgar aplicou um 15x2 no Flamengo e trazia no gol Leça, talvez o maior arqueiro da história de Pernambuco. Ídolo local e baiano, virou letra de música de Gilberto Gil.
Agamenon
Agamenon foi convocado por Getúlio em 1945 para elaborar o novo código eleitoral brasileiro, moldado aos anseios democráticos getulistas para o pós-guerra.
Apesar do esforço de Agamenon Magalhães por uma transição controlada mantenedora da força política varguista, a pressão se torna insustentável. Em outubro de 1945, Getúlio Vargas é deposto por um quase golpe militar. Com a queda presidencial, Agamenon também deixa o ministério e retorna a Pernambuco, elegendo-se deputado federal constituinte em seguida. Apesar de toda censura e das torturas sob seu governo, ostenta a imagem de Pai dos Pobres, semelhante à do chefe. Agamenon sempre diz estar ao lado do povo, declarando-se, inclusive, torcedor do Santa Cruz.
*Roberto Vieira é médico e cronista

Advogado aciona Raquel na Justiça para devolver salário de procuradora e ser remunerada como governadora
14/09/2026
Na ação
O advogado pede que a Justiça determine, em caráter de urgência, a mudança da remuneração mensal da governadora e que ela devolva o excesso recebido. Segundo Josephi, o artigo 38 da Constituição Federal não autoriza que governadores façam a opção pelo salário de seus cargos públicos efetivos, o que só é permitido a prefeitos e vereadores. Raquel é procuradora desde 2005, mas se afastou da função em 2011, quando assumiu o mandato de deputada estadual, e nã...
O impasse sobre o supersalário de Raquel Teixeira Lyra (PSD) foi parar na Justiça. Mestre e professor de Direito, o advogado Pedro Josephi acionou o Judiciário para que a candidata cumpra a Constituição e passe a receber seu subsídio de governadora, e não o de procuradora do Estado, que é três vezes maior. Por conta das supostas irregularidades, Raquel já acumulou mais de R$ 2,2 milhões em salários e penduricalhos em quase quatro anos, o que é mais de R$ 1 milhão acima do que teria direito.
Na ação
O advogado pede que a Justiça determine, em caráter de urgência, a mudança da remuneração mensal da governadora e que ela devolva o excesso recebido. Segundo Josephi, o artigo 38 da Constituição Federal não autoriza que governadores façam a opção pelo salário de seus cargos públicos efetivos, o que só é permitido a prefeitos e vereadores. Raquel é procuradora desde 2005, mas se afastou da função em 2011, quando assumiu o mandato de deputada estadual, e não retornou mais. Mesmo assim, embolsa uma remuneração que, entre salário e auxílios, supera R$ 60 mil por mês.
Em janeiro de 2023
Ao assumir o mandato, Raquel propôs um projeto de lei que flexibilizou essa regra e permitiu que qualquer servidor em cargo eletivo optasse pelo salário que fosse mais conveniente. Embora em sentido contrário à Constituição, a matéria foi aprovada na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) e beneficiou a própria governadora, que pôde fazer a escolha pela remuneração de procuradora do Estado, mesmo afastada da função há mais de 15 anos.
Agravante
“A situação de Raquel ser procuradora e, portanto, conhecedora da Constituição Federal, é um agravante. Ela tinha conhecimento da irregularidade e mesmo assim recebeu o excedente. Outro agravante, é que ela mesma propôs e sancionou uma lei estadual que afronta a Constituição Federal, para ela receber mais do que deveria. Por isso, estamos pedindo urgência nessa decisão sobre a mudança da remuneração e a devolução do excedente aos cofres públicos”, afirma Josephi.
PGR defende quebra de sigilo de processo sobre pagamentos de Vorcaro
14/09/2026
O parecer
O parecer da PGR foi produzido em resposta a um pedido do ministro Alexandre de Moraes, que em ofício ao presidente do Supremo, ministro Edson Fachin, disse ser essencial a quebra do sigilo da petição sobre os pagamentos de Vorcaro.
Requereu
Antes de decidir, Fachin requereu o parecer da PGR, para quem o sigilo deve ser retirado para que se “possa compreender a totalidade dos fatores que o tema a ser debatido envolve”, diz a manifestação assinada pelo vice-procurador-geral da República, Hidenburgo Chateaubriand Filho.
Referência
O vice-PGR fez referência ao julgamento marcado para esta terça-feira (15), quando o plenário do S...
Em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu a retirada do sigilo sobre um processo que trata da rede de pagamentos do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do antigo Banco Master.
O parecer
O parecer da PGR foi produzido em resposta a um pedido do ministro Alexandre de Moraes, que em ofício ao presidente do Supremo, ministro Edson Fachin, disse ser essencial a quebra do sigilo da petição sobre os pagamentos de Vorcaro.
Requereu
Antes de decidir, Fachin requereu o parecer da PGR, para quem o sigilo deve ser retirado para que se “possa compreender a totalidade dos fatores que o tema a ser debatido envolve”, diz a manifestação assinada pelo vice-procurador-geral da República, Hidenburgo Chateaubriand Filho.
Referência
O vice-PGR fez referência ao julgamento marcado para esta terça-feira (15), quando o plenário do Supremo deverá analisar se abre ou não uma investigação contra Moraes.
Até o momento, o STF levantou o sigilo de 53 linhas de investigação derivadas da Operação Compliance Zero, que apura a corrupção de agentes públicos e fraudes financeiras bilionárias supostamente praticadas por Vorcaro.
Essa última petição sobre os pagamentos do ex-banqueiro, contudo, segue em segredo. Em sua manifestação, a PGR informou que sequer sabia da existência desse processo, que “não aparece visível à PGR no sistema do STF”, diz o parecer.
Julgamento
No julgamento de amanhã, terça-feira (15/09), os ministros devem se debruçar sobre um relatório da Polícia Federal (PF) que traz 52 mensagens que os investigadores dizem ter sido enviadas por Vorcaro a Moraes, com quem o ex-banqueiro demonstra ter relação próxima.
Recuperado
O material foi recuperado do celular apreendido de Vorcaro. As mensagens foram enviadas entre 2023 e 17 de novembro de 2025, dia em que o ex-banqueiro foi preso preventivamente.
Nas mensagens, Vorcaro aparenta compartilhar com Moraes um contrato de R$ 131 milhões do Master com o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro. Em outro trecho, o ex-banqueiro busca informações sobre a operação da PF para prendê-lo. As respostas do interlocutor não puderam ser resgatadas, informaram os investigadores.
O relatório
O relatório veio à tona no início de setembro, quando o sigilo sobre material foi retirado pelo ministro André Mendonça, relator do caso Master no Supremo. O ato desencadeou uma crise sem precedentes na Corte, com embate direto entre os ministros.
Pediu
A PGR pediu ao Supremo a anulação do relatório, devido ao que diz ser irregularidades na sua produção. Segundo o órgão, o relator não poderia ter autorizado o avanço das investigações sobre um ministro do Supremo sem ter informado ao plenário previamente.
Reação
Em resposta, Moraes divulgou o que disse ser um “relatório de inteligência” da PF segundo o qual haveria direcionamento das investigações do caso Master por Mendonça, com objetivo de atingir desafetos políticos.
O documento
O documento, contudo, não é assinado nem traz o timbre da corporação, além de trazer na capa o alerta de que o material foi produzido como uma conjectura e “sem valor probatório”.
Moraes pediu a Fachin a abertura de investigação contra Mendonça por suspeita de abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade. O presidente do Supremo marcou o julgamento deste pedido para 23 de setembro.
Com Agência Brasil
Concursos em Pernambuco têm mais de 1,1 mil vagas e salários de até R$ 15 mil
14/09/2026
Destaques
Entre os destaques, a prefeitura de Floresta oferece 432 vagas para os níveis fundamental, médio, técnico e superior, com salários de até R$ 15 mil para o cargo de médico de Unidade Básica de Saúde. Já na prefeitura de Caruaru, no Agreste, o cargo de auditor fiscal tem remuneração de R$ 6 mil.
Confira:
Prefeitura de Moreilândia
Inscrições até 21 de setembro: cargos gerais | cargos magistério;
460 vagas de nível médio e superior;
salários de até R$ 3,8 mil;
Prefeitura de Tamandaré
Inscrições até 24 de setembro;
A semana começa com várias oportunidades de emprego em Pernambuco. Concursos públicos e seleções simplificadas com inscrições abertas no Estado, oferecem, ao menos, 1.113 mil vagas de emprego. As oportunidades são para candidatos dos níveis fundamental, médio, técnico e superior em cidades do Grande Recife, do Agreste e do Sertão.
Destaques
Entre os destaques, a prefeitura de Floresta oferece 432 vagas para os níveis fundamental, médio, técnico e superior, com salários de até R$ 15 mil para o cargo de médico de Unidade Básica de Saúde. Já na prefeitura de Caruaru, no Agreste, o cargo de auditor fiscal tem remuneração de R$ 6 mil.
Confira:
Prefeitura de Moreilândia
Inscrições até 21 de setembro: cargos gerais | cargos magistério;
460 vagas de nível médio e superior;
salários de até R$ 3,8 mil;
Prefeitura de Tamandaré
Inscrições até 24 de setembro;
30 vagas de nível médio;
salário de R$ 1,8 mil;
Prefeitura de Floresta
Inscrições até 01 de outubro;
432 vagas de nível fundamental, médio, técnico e superior;
salários de até R$ 15 mil;
Câmara de Mirandiba
Inscrições até 4 de outubro;
10 vagas de nível médio e superior;
salário de R$ R$ 2,5 mil;
Prefeitura de Belo Jardim
Inscrições até 4 de outubro;
150 vagas de nível médio, técnico e superior;
salários de até R$ 4,8 mil;
Prefeitura de Caruaru
Inscrições até 8 de outubro;
20 vagas de nível superior para diversos cargos;
salário de até R$ 6 mil;
Prefeitura de Trindade
Inscrições até 8 de outubro;
11 vagas de nível fundamental, médio e superior em diversos cargos;
salário de até R$ 2,5 mil;
O Poder
Paraíba tem mais de 1,6 mil vagas abertas em concursos no mês de setembro
14/09/2026
Os certames estão sendo oferecidos pelas prefeituras de Areia, Campina Grande, Coxixola, Guarabira, Cruz do Espírito Santo, Riacho do Poço e pela Câmara de São José do Sabugi.
Confira detalhes:
Concurso da Prefeitura de Areia
Vagas: 195
Nível: médio, técnico e superior
Salário: R$ 1.621,00 a R$ 4.782,72
Inscrições: 10 de setembro a 12 de outubro de 2026
Provas objetivas: 1 de novembro de 2026
Resultado final: 10 de dezembro de 2026
Concurso da Prefeitura de Coxixola
Vagas: 24 imediatas
Nível: fundamental, médio/técnico e superior
Salário: R$ 1.621 a R$ 5.000
Inscrições: 10 de setembro a 12 de outubro
Provas objeti...
Oportunidades de emprego público e com bons salários. A Paraíba tem 8 editais de concursos públicos com vagas abertas neste mês de setembro. São 1.646 oportunidades em diferentes áreas. Os salários podem chegar até R$ 1,6 mil.
Os certames estão sendo oferecidos pelas prefeituras de Areia, Campina Grande, Coxixola, Guarabira, Cruz do Espírito Santo, Riacho do Poço e pela Câmara de São José do Sabugi.
Confira detalhes:
Concurso da Prefeitura de Areia
Vagas: 195
Nível: médio, técnico e superior
Salário: R$ 1.621,00 a R$ 4.782,72
Inscrições: 10 de setembro a 12 de outubro de 2026
Provas objetivas: 1 de novembro de 2026
Resultado final: 10 de dezembro de 2026
Concurso da Prefeitura de Coxixola
Vagas: 24 imediatas
Nível: fundamental, médio/técnico e superior
Salário: R$ 1.621 a R$ 5.000
Inscrições: 10 de setembro a 12 de outubro
Provas objetivas: 29 de novembro de 2026
Resultado final: 17 de fevereiro de 2027
Concurso da Prefeitura de Guarabira
Vagas: 170 + cadastro de reserva
Nível: médio, técnico e superior
Salário: R$ 1.621 a R$ 8.472
Inscrições: 19 de agosto a 20 de setembro
Provas objetivas: 18 de outubro de 2026
Resultado final: 4 de dezembro de 2026
Concurso da Prefeitura de Cruz do Espírito Santo
Vagas: 202
Nível: fundamental, médio, técnico e superior
Salário: de R$ 1.621 a R$ 3.847,97
Inscrições: de 7 de agosto a 16 de setembro de 2026
Taxa: de R$ 86 a R$ 150
Concurso da Prefeitura de Campina Grande
Vagas: 955 vagas
Inscrições: edital com prazos em retificação
Salários: R$ 1,6 mil até R$ 8,8 mil
Provas objetivas: 21 e 22 de novembro
Concurso da Câmara de Riachão do Poço
Vagas: 5
Nível: fundamental, médio e superior
Salário: de R$ 1.621 até R$ 2,5 mil
Inscrições: até 18 de setembro de 2026
Provas objetivas: 1° de novembro de 2026
Resultado final: 10 de dezembro de 2026
Concurso da Câmara de São José do Sabugi
Vagas: 11 vagas
Nível: médio, técnico e superior
Salário: R$ 1.621
Inscrições: de 8 de setembro a 9 de outubro
Pedido de isenção da taxa: de 8 a 9 de setembro
Provas objetivas: 29 de novembro
Resultado final: 30 de dezembro
Concurso da Prefeitura de Poço Dantas
Vagas: 84 vagas
Nível: básico, médio, técnico e superior
Salário: R$ 1.621 a R$ 15 mil
Inscrições: de 8 a 30 de setembro
Pedido de isenção da taxa: de 8 a 11 de setembro
Provas objetivas: 1 de novembro
Resultado final: 29 de dezembro
O Poder
Presidenciáveis iniciam semana com intensa atividades de campanha em diversos estados do Brasil
14/09/2026
Confira:
Augusto Cury (Avante)
Às 10h30, participa do III Congresso da Associação Paulista de Saúde Integrativa e Bem-Estar (APIBEM), na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), na capital paulista.
O candidato receberá uma homenagem e terá um momento de fala no evento. Às 12h, participa de almoço com empresários no Café Journal, em São Paulo. Às 15h, participa de reunião na Assembleia de Deus no Brás, também na capital paulista.
Clariana Barão (DC)
Às 10h, participa de entrevista ao vivo na rádio Metrópole FM Cuiabá, 105,9 FM. Às 15h, grava entrevista para a MidiaNews, em Cuiabá.
Edmilson Cost...
Mais uma semana de intensa atividade política na busca pelo eleitor, e, consequentemente, pelo voto. A agenda dos candidatos à Presidência da República hoje, segunda-feira (14/09) inclui reuniões, encontros e atividades de campanha em diferentes estados.
Confira:
Augusto Cury (Avante)
Às 10h30, participa do III Congresso da Associação Paulista de Saúde Integrativa e Bem-Estar (APIBEM), na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), na capital paulista.
O candidato receberá uma homenagem e terá um momento de fala no evento. Às 12h, participa de almoço com empresários no Café Journal, em São Paulo. Às 15h, participa de reunião na Assembleia de Deus no Brás, também na capital paulista.
Clariana Barão (DC)
Às 10h, participa de entrevista ao vivo na rádio Metrópole FM Cuiabá, 105,9 FM. Às 15h, grava entrevista para a MidiaNews, em Cuiabá.
Edmilson Costa (PCB)
A agenda prevista para esta segunda-feira (14), no litoral norte de São Paulo, foi cancelada em razão das condições climáticas.
Flávio Bolsonaro (PL)
Às 16h30, participa de moto-carreata em Belém (PA). Às 18h, faz comício no Complexo Turístico Ver-o-Rio, em Umarizal, Belém (PA).
Hertz Dias (PSTU)
Às 11h, concede entrevista ao Café Quente Podcast. Às 12h30, participa de entrevista à TV Cidade (TV Record). Às 14h30, tem entrevista ao UQ Podcast. Às 17h, faz panfletagem no comércio da Rua Grande. Às 18h30, entrevista à TV Band. Todos os compromissos ocorrem em São Luís (MA).
Renan Santos (Missão)
Às 20h, participa de encontro de presidenciáveis organizado pela Mathias TV, em São Paulo.
Ronaldo Caiado (PSD)
Às 20h, participa de encontro de presidenciáveis organizado pela Mathias TV, em São Paulo.
Rui Costa Pimenta (PCO)
Às 18h, tem reunião com candidatos de Mato Grosso do Sul.
Romeu Zema (Novo)
São Paulo (SP)
19h20 - Atende à imprensa antes do encontro com presidenciáveis
Às 20h, participa de encontro de presidenciáveis organizado pela Mathias TV.
Samara Martins (UP)
Às 7h, faz panfletagem Move Tamoios (Av. Paraná, 301). Às 12h, participa de panfletagem com trabalhadores na Vilma. Às 16h, panfletagem e agitação na Praça Sete. Às 19h, tem reunião com Comunicados Eclesiais de Base. Todos os compromissos ocorrem em Belo Horizonte (MG).
Wilson Grassi (Democrata)
Às 18h, concede entrevista ao vivo à Rádio Líder FM de Pernambuco.
Lula(PT)
O candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não divulgou agenda de campanha até o momento
O Poder
Deputado Cezinha de Madureira é alvo de operação da PF sobre tráfico de influência
14/09/2026
Quatro mandados
Os policiais federais cumprem quatro mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo. A ação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, STF (Supremo Tribunal Federal).
A operação ocorre em meio à crise no Supremo. Cezinha de Madureira é próximo do ministro André Mendonça. Em 2025, o parlamentar teria atuado como intermediador de um encontro entre o ministro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Os investigados
De acordo com a força policial, os alvos investigados teriam negociado o "pagamento de valores expressivos, condicionados ao resultado de processos em curso, a pretext...
A PF (Polícia Federal) realiza nesta segunda-feira (14/09) a terceira fase da Operação Transparência e tem como um dos alvos o deputado Cezinha de Madureira (PL-SP). A ação mira possíveis irregularidades na destinação de emendas parlamentares e possível tráfico de influência.
Quatro mandados
Os policiais federais cumprem quatro mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e em São Paulo. A ação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, STF (Supremo Tribunal Federal).
A operação ocorre em meio à crise no Supremo. Cezinha de Madureira é próximo do ministro André Mendonça. Em 2025, o parlamentar teria atuado como intermediador de um encontro entre o ministro e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Os investigados
De acordo com a força policial, os alvos investigados teriam negociado o "pagamento de valores expressivos, condicionados ao resultado de processos em curso, a pretexto de influir em decisões judiciais".
Suspeita
A PF suspeita que esse montante seria parte do caso apurado. Na operação desta quarta, a PF investiga possíveis práticas dos crimes de exploração de prestígio, tráfico de influência, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.