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Atentado nos EUA — Trump diz estar bem e conta que sentiu “bala rasgando a pele”

13/07/2024

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O ex-presidente norte-americano Donald Trump postou nas suas redes sociais nota sobre o seu estado de saúde, explica como tidp aconteceu e agradece pelos apoios recebidos em função do episódio. Trump foi alvo de um atentado contra ele, durante um comício na Pensilvania, no início da noite deste sábado (13/07) — horário de Brasília.

Zumbido e tiros

"Eu levei um tiro que atingiu o pedaço superior da minha orelha direita. Eu soube imediatamente que algo estava errado quando ouvi um zumbido, tiros e imediatamente senti a bala rasgando a pele. Sangrou muito, e aí me dei conta do que estava acontecendo", escreveu em sua rede social, intitulada a "Truth Social".

Condolências às outras vítimas

Trump também agradeceu "ao serviço secreto americano e à polícia, pelo que chamou de “rápida reação no tiroteio". Ele mandou "condolências para a família da pessoa que foi morta no comício e também à família da outra pessoa que f...

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O ex-presidente norte-americano Donald Trump postou nas suas redes sociais nota sobre o seu estado de saúde, explica como tidp aconteceu e agradece pelos apoios recebidos em função do episódio. Trump foi alvo de um atentado contra ele, durante um comício na Pensilvania, no início da noite deste sábado (13/07) — horário de Brasília.

Zumbido e tiros

"Eu levei um tiro que atingiu o pedaço superior da minha orelha direita. Eu soube imediatamente que algo estava errado quando ouvi um zumbido, tiros e imediatamente senti a bala rasgando a pele. Sangrou muito, e aí me dei conta do que estava acontecendo", escreveu em sua rede social, intitulada a "Truth Social".

Condolências às outras vítimas

Trump também agradeceu "ao serviço secreto americano e à polícia, pelo que chamou de “rápida reação no tiroteio". Ele mandou "condolências para a família da pessoa que foi morta no comício e também à família da outra pessoa que ficou gravemente ferida”. "É inacreditavel que algo assim possa acontecer no nosso país. Até agora nada se sabe sobre o atirador, que está morto”, destacou, ainda, o ex-presidente.

Leia outras informações

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Aconteceu Hoje - Lula se reúne com representantes do setor de combustíveis

09/06/2026

O presidente Lula reuniu-se hoje, terça-feira, 09/06, no Palácio do Planalto, com representantes do setor de etanol. O encontro foi realizado depois de o governo anunciar medidas para reduzir os efeitos da alta internacional do petróleo sobre os preços dos combustíveis no Brasil. Em março, o Planalto anunciou um pacote de redução de impostos e criação de subsídios ao diesel, com impacto estimado em R$ 30 bilhões. Em abril, o programa foi ampliado. No mês seguinte, o governo anunciou medidas de subvenção à gasolina, com custo estimado em R$ 2,9 bilhões por mês, ou R$ 5,8 bilhões no período inicialmente definido. As medidas foram adotadas para evitar que a alta do petróleo no mercado internacional seja repassada integralmente aos consumidores brasileiros.

Integrantes da Reunião

O encontro de hoje reuniu integrantes da equipe econômica e da área de energia do governo, além de empresários e representantes das principais entidades do setor sucroenergétic...

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O presidente Lula reuniu-se hoje, terça-feira, 09/06, no Palácio do Planalto, com representantes do setor de etanol. O encontro foi realizado depois de o governo anunciar medidas para reduzir os efeitos da alta internacional do petróleo sobre os preços dos combustíveis no Brasil. Em março, o Planalto anunciou um pacote de redução de impostos e criação de subsídios ao diesel, com impacto estimado em R$ 30 bilhões. Em abril, o programa foi ampliado. No mês seguinte, o governo anunciou medidas de subvenção à gasolina, com custo estimado em R$ 2,9 bilhões por mês, ou R$ 5,8 bilhões no período inicialmente definido. As medidas foram adotadas para evitar que a alta do petróleo no mercado internacional seja repassada integralmente aos consumidores brasileiros.

Integrantes da Reunião

O encontro de hoje reuniu integrantes da equipe econômica e da área de energia do governo, além de empresários e representantes das principais entidades do setor sucroenergético. Os presentes: Lula; Geraldo Alckmin, vice-presidente; Miriam Belchior, ministra da Casa Civil; Dario Durigan, ministro da Fazenda; André de Paula, ministro da Agricultura e Pecuária; Márcio Elias Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia; Bruno Moretti, ministro do Planejamento e Orçamento; Renato Cabral Dias Dutra, secretário nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia; Carlos Ubiratan Garms, presidente do Conselho Deliberativo da Unica; Rubens Ometto, presidente do Conselho de Administração da Cosan; Marcelo Castelli, presidente do Conselho de Administração da Copersucar; Rafael Abud, CEO da FS (Fueling Sustainability); Robert Lyra, presidente da Delta Sucroenergia; José Francisco de Fátima Santos, presidente do Conselho de Administração da CMAA; Eduardo de Queiroz Monteiro, presidente do Grupo EQM; Otávio Lage de Siqueira Filho, diretor-presidente da Jalles; Jorge Toledo Florêncio, representante da Usina Serra Grande; José Bolivar de Melo Neto, presidente do Grupo Japungu; Éder Lopes, CEO da Inpasa; Mário Campos, presidente da Siamig Bioenergia; Evandro Gussi, presidente da Unica; André Rocha, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás; Renato Cunha, vice-presidente da Bioenergia Brasil e presidente do Sindaçúcar-PE.




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Lula prometeu picanha, mas o Tesouro já avisa: Pode Faltar Até O Osso - Por Emanuel Silva*

09/06/2026

Imagem principal - Elaborado com base no Tesouro Direto


Na última campanha presidencial, não faltaram promessas. Algumas, inclusive, gastronômicas e etílicas. Mas hoje o Tesouro Direto, menos teatral e mais objetivo, foi seco e sem fantasia: chegamos ao osso.

Antes de seguir, uma lembrança necessária: a economia não respeita torcida. Ela não se curva a slogan, palanque ou preferência ideológica. Pode até ser empurrada por algum tempo para debaixo do tapete da narrativa, mas sempre reaparece no supermercado, no aluguel, no financiamento, na conta de energia, no imposto, no boleto vencido e no crédito que desaparece justamente quando a empresa mais precisa respirar.

Quando o Tesouro IPCA+ 2035 passa a pagar algo próximo de 8% ao ano acima da inflação, o dado não deve ser lido apenas como “boa oportunidade para o investidor”. Deve ser lido também como sinal de desconfiança. O Tesouro IPCA+ remunera o investidor pela inflação ofic...

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Imagem principal - Elaborado com base no Tesouro Direto


Na última campanha presidencial, não faltaram promessas. Algumas, inclusive, gastronômicas e etílicas. Mas hoje o Tesouro Direto, menos teatral e mais objetivo, foi seco e sem fantasia: chegamos ao osso.

Antes de seguir, uma lembrança necessária: a economia não respeita torcida. Ela não se curva a slogan, palanque ou preferência ideológica. Pode até ser empurrada por algum tempo para debaixo do tapete da narrativa, mas sempre reaparece no supermercado, no aluguel, no financiamento, na conta de energia, no imposto, no boleto vencido e no crédito que desaparece justamente quando a empresa mais precisa respirar.

Quando o Tesouro IPCA+ 2035 passa a pagar algo próximo de 8% ao ano acima da inflação, o dado não deve ser lido apenas como “boa oportunidade para o investidor”. Deve ser lido também como sinal de desconfiança. O Tesouro IPCA+ remunera o investidor pela inflação oficial mais uma taxa fixa contratada no momento da compra; portanto, quanto maior essa taxa real, maior o prêmio exigido para financiar o Estado brasileiro.

O problema é que esse patamar lembra o Brasil de 2014, 2015 e início de 2016, quando a confiança fiscal desabou, a recessão veio pesada e o país descobriu que criatividade contábil não paga despesa permanente. A volta de juros reais longos tão altos não é um raio em céu azul. Ela aparece junto com dívida pública elevada, déficit nominal expressivo e inadimplência empresarial recorde.

Não é “nervosismo do mercado”. É cobrança.

O Brasil está pagando prêmio de risco porque o governo gasta demais, promete demais, arrecada demais e entrega pouco.

A picanha foi discurso de campanha. O osso está vindo em forma de juro real.

A conta dos juros já passou de R$ 1 trilhão em 12 meses

Estamos em um momento delicadíssimo, e não há malabarismo retórico capaz de esconder a realidade: os juros nominais do setor público consolidado somaram R$ 84,8 bilhões apenas em abril de 2026, segundo as estatísticas fiscais do Banco Central. No mesmo conjunto de dados, a dívida bruta brasileira chegou a 80,4% do PIB, número também divulgado por veículos econômicos a partir da estatística oficial do BC.

Na prática, isso significa que o Estado brasileiro está consumindo uma parcela brutal da riqueza nacional apenas para rolar e remunerar dívida. Cada ponto a mais de juro real encarece o financiamento público, aperta o crédito privado, reduz investimento e transfere renda da economia produtiva para a conta da dívida.

E não adianta a militância econômica tentar colocar toda a culpa no banco, no banqueiro ou no “mercado”. Juros altos não caem do céu. Eles também são consequência de risco fiscal, descontrole de gastos, perda de credibilidade e dúvida sobre a capacidade do governo de equilibrar receitas e despesas.

Enquanto isso, parte da grande imprensa prefere o conforto da espuma: dia sim, outro também, fala-se demais sobre intrigas palacianas, fofocas de bastidor, guerra de narrativa, manchete comportamental e distração de rede social.

Mas o assunto sério — gasto público, juros, dívida e insolvência silenciosa da economia real — aparece diluído. O cômico, se não fosse trágico, é a ironia que isso carrega.

Qualquer pessoa que conheça minimamente o setor comercial sabe que, em tempo de crise, anúncio fica mais barato. As empresas cortam marketing, o mercado publicitário encolhe e fica mais difícil vender cotas de publicidade. Claro que o governo tenta ocupar espaço. Porém, não haverá Pix de verba publicitária federal suficiente para sustentar a fantasia por muito tempo.

O Pix da publicidade governamental não resolverá a solvência. Não reduzirá os juros. Não reabrirá a empresa quebrada. E, principalmente, não pagará boleto vencido.

O Brasil real está inadimplente

A crise não está apenas no gráfico do Tesouro. Está no balcão da padaria, no caixa do mercadinho, na oficina pequena, no fornecedor, no prestador de serviço e no MEI que virou CNPJ para trabalhar, mas agora virou estatística de dívida.

A Serasa Experian registrou 8,7 milhões de empresas inadimplentes em janeiro de 2026, com 60,1 milhões de dívidas que somavam R$ 201,7 bilhões. Em março, o número subiu para 8,9 milhões de CNPJs inadimplentes, mantendo o indicador próximo ao maior nível da série histórica.

Tomando como referência o Mapa de Empresas do governo federal, que registrava 24.213.445 empresas ativas no segundo quadrimestre de 2025, esses 8,9 milhões de CNPJs inadimplentes equivalem a algo próximo de 37% do total.

Isso não é uma dificuldade pontual. É quase quatro em cada dez empresas formais com restrição, atraso ou dívida negativada. É o Brasil produtivo pedindo oxigênio enquanto Brasília — e parte da mídia — discute narrativa e picuinhas.

E ainda não faltam os que tentam vender a solução do “5x2”, como se o drama brasileiro fosse apenas a escala de trabalho.

Vale dizer em alto e bom som que o placar real é outro: 7x0.
Sete pontos de juro real contra zero de responsabilidade fiscal.
Sete pontos de custo Brasil contra zero de humildade política.
Sete pontos de desconfiança contra zero de coragem para cortar gasto ruim.

O empresário endividado não quer slogan. O trabalhador com crédito caro não quer narrativa. O consumidor com nome restrito não quer aula de marketing político. Quer saber por que o governo arrecada tanto, gasta mais ainda e, mesmo assim, o país continua travado.

A revolta silenciosa dos endividados não será contida por emenda

Os políticos acham que os tubos de emendas resolvem tudo. Emenda para obra, para placa, para base eleitoral, para vídeo sorridente e para inauguração com capacete branco. Mas emenda não compra paciência social quando a economia real começa a falhar.

A revolta silenciosa dos endividados não nasce em editorial. Nasce no boleto. Nasce no capital de giro negado. Nasce no fornecedor cobrando. Nasce no cartão estourado. Nasce no salário que acaba antes do mês. Nasce quando a pessoa percebe que trabalhou mais, vendeu mais, pagou mais imposto e ainda assim ficou mais pobre.

Esse é o ponto que o governo, parte da imprensa acomodada e parte da classe política fingem não enxergar: responsabilidade fiscal não é pauta de banqueiro. É condição mínima para o padeiro, o agricultor, o motorista, o comerciante, o profissional liberal e o trabalhador assalariado respirarem.

E, para quem acha que vai ter refrigério com o Desenrola II, veremos o que acontecerá nas vésperas da eleição, com o eleitor recebendo um novo carnê a perder de vista, enquanto o preço da cesta básica segue pressionando a renda de quem já não aguenta mais.

A combinação de gasto sem freio, dívida alta, juros reais de crise, inadimplência recorde e explosão do custo da cesta básica pode entregar osso — ou nem osso.

A picanha? A picanha ficou no gracejo do palanque, que teima em brincar com coisa séria.

Já o osso aparece no Tesouro Direto, na dívida pública, no crédito caro, no CNPJ negativado e na empresa pequena fechando em silêncio.

Quando vamos crescer e virar um país sério?

Fica o puxão de orelha que o Brasil insiste em adiar: políticos octogenários ou jovens precisam se tornar adultos. Precisam ter vergonha dos papelões do fingimento fiscal. Precisam ter vergonha de encomendar e propagar narrativa para esconder rombo. E a imprensa precisa criar juízo para não escolher o silêncio por conveniência.

Um país adulto não chama irresponsabilidade de sensibilidade social. Não chama propaganda de política econômica. Não chama gastança de investimento. E não finge que vai servir picanha quando a cozinha já está sem gás, sem crédito e sem conta paga.

Sempre haverá quem tente transformar dado ruim em detalhe incômodo, juro alto em conspiração, dívida crescente em investimento e inadimplência recorde em exagero da oposição. Mas o caixa do supermercado não negocia com narrativa. O boleto não aceita discurso. O banco não libera crédito por simpatia ideológica. E a empresa quebrada não reabre porque alguém gritou mais alto no palanque.

A realidade pode ser empurrada para fora da manchete, maquiada em pronunciamento ou escondida atrás de propaganda oficial. Mas ela sempre volta. E, no Brasil, costuma voltar com juros. Juros muito altos.

Ahhh… o que esperar depois de tudo isso?
Nada.

Afinal, muitos se comportam como se estivessem no Titanic. Continuam na festa até o barco afundar.
Pena que não haverá botes salva-vidas para todos. Especialmente para os da terceira e quarta classe.

Nota: Os dados sobre juros nominais de abril de 2026 e dívida bruta de 80,4% do PIB vêm das estatísticas fiscais do Banco Central; os números de inadimplência empresarial vêm da Serasa Experian; e o total de empresas ativas vem do Mapa de Empresas do governo federal.


*Emanuel Silva, é Professor e Cronista.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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Homenagem - Poema - Por Romero Falcão*

09/06/2026

Homenagem aos 80 anos do Comando Militar do Nordeste


Comando Militar do Nordeste
oitenta anos de mão amiga.
O verde-oliva se veste
quanto mais a população precisa.

Calcei coturno, empunhei espada,
servi ao meu país
não com ufanismo infantil,
mas com o humanismo de Cândido Rondon,
arruando pelos grotões do Brasil.

O Exército é orgulho da nação
desde que não se misture em água turva.
A bandeira tremulando agradece,
e a estrela intacta não se curva.


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda



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Homenagem aos 80 anos do Comando Militar do Nordeste


Comando Militar do Nordeste
oitenta anos de mão amiga.
O verde-oliva se veste
quanto mais a população precisa.

Calcei coturno, empunhei espada,
servi ao meu país
não com ufanismo infantil,
mas com o humanismo de Cândido Rondon,
arruando pelos grotões do Brasil.

O Exército é orgulho da nação
desde que não se misture em água turva.
A bandeira tremulando agradece,
e a estrela intacta não se curva.


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda



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Cantor Maciel Melo critica São João de Campina Grande e Caruaru e defende um movimento de “resgate cultural”

09/06/2026

A descaracterização da música nordestina. E o esquecimento do forró. O cantor e compositor pernambucano, Maciel Melo, criticou, na noite de ontem, segunda-feira (08/06), a deformação da programação artística de São João em Campina Grande (PB) e Caruaru (PE). As duas cidades fazem os dois maiores eventos juninos do Nordeste. Segundo Maciel Melo, essas duas festas viraram “um festival qualquer”.

“Eu acho que é um festival de música qualquer. Um festival como os outros têm”, ressaltou  em entrevista ao Hora H da TV O Norte da Paraíba.


Barretos


Ele citou como exemplo as festas realizadas em Barretos, em São Paulo e Goiânia que realizam festas com as suas características.

Como tem em Barretos (SP), como tem em São Paulo (SP), em Goiânia (GO), como tem nesses cantos. Na minha opinião está sendo assim, principalmente nos grandes polos”, complementou o artista.


Principal reclamação<...

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A descaracterização da música nordestina. E o esquecimento do forró. O cantor e compositor pernambucano, Maciel Melo, criticou, na noite de ontem, segunda-feira (08/06), a deformação da programação artística de São João em Campina Grande (PB) e Caruaru (PE). As duas cidades fazem os dois maiores eventos juninos do Nordeste. Segundo Maciel Melo, essas duas festas viraram “um festival qualquer”.

“Eu acho que é um festival de música qualquer. Um festival como os outros têm”, ressaltou  em entrevista ao Hora H da TV O Norte da Paraíba.


Barretos


Ele citou como exemplo as festas realizadas em Barretos, em São Paulo e Goiânia que realizam festas com as suas características.

Como tem em Barretos (SP), como tem em São Paulo (SP), em Goiânia (GO), como tem nesses cantos. Na minha opinião está sendo assim, principalmente nos grandes polos”, complementou o artista.


Principal reclamação


A principal reclamação de Maciel Melo faz coro a músicos famosos, a exemplo de Flávio José, Santanna e Dorgival Dantas.

“O forró eles colocam uma parte ali, uma coisinha lá e tal. Mas eu acho que é uma coisinha muito acanhada em relação ao que deveria ser, ao que era antigamente, ao que era trinta anos atrás”, reforçou.

As consequências

Para ele, “a consequência disso será uma criança dessa daqui a 20 anos não saber quem foi Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Marinês”.

“A consequência disso será uma criança dessa daqui a 20 anos não saber quem foi Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Marinês, não saber o que é o forró, não saber o que é nossa identidade. Dorgival falou sobre isso. Isso deve ser ensinado mesmo nas escolas” previu o cantor.

Defendeu

Maciel Melo defendeu um movimento de “resgate cultural” das tradições e originalidade das manifestações nordestinas no período de São João. “Cansado” de falar no tema, ele admitiu que esse é um processo demorado, mas que depende da população.

Maciel Melo

Maciel Melo, compositor de vários sucessos gravados por grandes vozes do país (Elba Ramalho, Fagner, Dominguinhos, Xangai, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Amelinha, Quinteto Violado, Flávio José.entre outros). São músicas clássicas como Caboclo Sonhador, Que nem Vem-Vem, Tampa de Pedra, Terra Prometida, Caia por cima de mim, Isso Vale um Abraço, Jeito Maroto, entre tantas outras .

O Poder com blog do Magno



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EUA revogam ingressos da Copa de torcedores do Irã, diz Federação de Futebol do país

09/06/2026

A Federação de Futebol do Irã (FFIRI) afirmou hoje, terça-feira (09/06) que sua cota de ingressos para a Copa do Mundo foi retirada pelos Estados Unidos poucos dias antes do início, que ocorre nesta quinta-feira (11/06).

A decisão

A decisão deixa os torcedores que já haviam feito planos de viagem impossibilitados de assistir às partidas da seleção iraniana.

A cota

A cota de 8% de ingressos destinada aos torcedores foi retirada pelos Estados Unidos, deixando a federação atualmente impossibilitada de distribuir ingressos aos torcedores.


O conflito

Em meio ao conflito entre Irã e Estados Unidos, os jogadores iranianos receberam autorização para entrar em território americano para disputar as partidas da Copa do Mundo, mas não poderão permanecer no país entre os compromissos. Time do Irã terá que sair dos EUA após cada jogo.

A delegação


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A Federação de Futebol do Irã (FFIRI) afirmou hoje, terça-feira (09/06) que sua cota de ingressos para a Copa do Mundo foi retirada pelos Estados Unidos poucos dias antes do início, que ocorre nesta quinta-feira (11/06).

A decisão

A decisão deixa os torcedores que já haviam feito planos de viagem impossibilitados de assistir às partidas da seleção iraniana.

A cota

A cota de 8% de ingressos destinada aos torcedores foi retirada pelos Estados Unidos, deixando a federação atualmente impossibilitada de distribuir ingressos aos torcedores.


O conflito

Em meio ao conflito entre Irã e Estados Unidos, os jogadores iranianos receberam autorização para entrar em território americano para disputar as partidas da Copa do Mundo, mas não poderão permanecer no país entre os compromissos. Time do Irã terá que sair dos EUA após cada jogo.

A delegação

A delegação chegou no último domingo (07/06) a Tijuana, no México, onde ficará concentrada durante a primeira fase da competição. Inicialmente, a equipe planejava se hospedar em Tucson, no Arizona, já que disputará seus três primeiros jogos nos Estados Unidos. No entanto, a guerra que começou após bombardeios coordenados por forças americanas e israelenses contra o Irã alterou toda a logística da seleção.




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São João em Petrolina terá tenda com forró tradicional na Orla

09/06/2026

O São João de Petrolina, no sertão de Pernambuco, promete este ano superar as edições anteriores. Ao todo, o ciclo junino contará com mais de 100 atrações, com artistas regionais e nacionais.  Entre os dias 19 e 27 de junho, a Orla de Petrolina, vai receber um novo espaço para os moradores e turistas que desejam curtir o autêntico forró. A prefeitura anunciou a criação da Tenda do Forró, que funcionará ao lado do monumento Eu Amo Petrolina. O local terá apresentações de forró tradicional, comidas típicas e artesanato regional.

O espaço

Segundo a gestão municipal, o espaço funcionará nos dias 19, 20, 21, 24, 25, 26 e 27 de junho, sempre das 16h às 19h. A ideia é que a tenda sirva como um grande "esquenta" para os shows do Pátio Ana das Carrancas, que vai receber nomes como João Gomes, Marisa Monte, Ivete Sangalo e Leonardo.

A programação

A programação vai contar com apresentações de trios pé de serra para garantir...

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O São João de Petrolina, no sertão de Pernambuco, promete este ano superar as edições anteriores. Ao todo, o ciclo junino contará com mais de 100 atrações, com artistas regionais e nacionais.  Entre os dias 19 e 27 de junho, a Orla de Petrolina, vai receber um novo espaço para os moradores e turistas que desejam curtir o autêntico forró. A prefeitura anunciou a criação da Tenda do Forró, que funcionará ao lado do monumento Eu Amo Petrolina. O local terá apresentações de forró tradicional, comidas típicas e artesanato regional.

O espaço

Segundo a gestão municipal, o espaço funcionará nos dias 19, 20, 21, 24, 25, 26 e 27 de junho, sempre das 16h às 19h. A ideia é que a tenda sirva como um grande "esquenta" para os shows do Pátio Ana das Carrancas, que vai receber nomes como João Gomes, Marisa Monte, Ivete Sangalo e Leonardo.

A programação

A programação vai contar com apresentações de trios pé de serra para garantir a animação do público. O espaço também terá a participação de empreendedores que vão comercializar comidas típicas e artesanato, por meio da Agência Municipal de Empreendedorismo (AGE Petrolina).

Opção cultural

Outra opção cultural durante o período junino em Petrolina é o São João na Praça. Serão oito dias de festa na Praça da Sementeira, localizada na Vila Mocó.

Entrada gratuita

O evento tem entrada gratuita e reunirá quase 20 atrações musicais. As apresentações estão previstas para começar sempre às 17h.

Além dos shows, o público poderá visitar as barraquinhas das candidatas do Concurso de Culinária Junina de 2026. No local, será possível saborear as receitas que concorrem nesta edição da disputa.

O Poder




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Senadores discutem hoje ritmo de tramitação da PEC do fim da escala 6x1

09/06/2026

A proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1 terá seu cronograma de tramitação definido nesta semana no Senado. O texto, aprovado no fim de maio pela Câmara dos Deputados, institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de redução jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.


A reunião

Uma reunião de líderes, prevista para hoje, terça-feira (09/06), deverá discutir o ritmo de tramitação da matéria. Na semana passada, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a PEC não será analisada diretamente pelo plenário da Casa e terá de passar pelas comissões. A primeira delas é a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), comandada por Otto Alencar (PSD-BA).

Reforçou

Davi Alcolumbre também reforçou que o Senado precisa ouvir todos os setores envolvidos, o que talvez arraste a análise da proposta ao...

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A proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1 terá seu cronograma de tramitação definido nesta semana no Senado. O texto, aprovado no fim de maio pela Câmara dos Deputados, institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de redução jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.


A reunião

Uma reunião de líderes, prevista para hoje, terça-feira (09/06), deverá discutir o ritmo de tramitação da matéria. Na semana passada, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a PEC não será analisada diretamente pelo plenário da Casa e terá de passar pelas comissões. A primeira delas é a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), comandada por Otto Alencar (PSD-BA).

Reforçou

Davi Alcolumbre também reforçou que o Senado precisa ouvir todos os setores envolvidos, o que talvez arraste a análise da proposta ao longo dos próximos meses. Desde que chegou ao Senado, no dia 28 de maio, a PEC ainda não teve nenhum andamento e acabou tendo a tramitação desacelerada por causa do feriado prolongado de Corpus Christi, na semana passada. Defendida pelo governo federal e apoiada por amplos setores da sociedade civil, a expectativa é que a PEC do fim da escala 6x1 seja aprovada até meados de julho.

Comissões

Assim como na Câmara, após passar por uma ou mais comissões, a PEC ainda precisará ser aprovada por três quintos dos senadores em plenário, o que dá 49 votos, em duas votações seguidas. Havendo alterações no texto, a proposta retorna à Câmara dos Deputados, que dará a palavra final.




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Paraíba suspende temporariamente vacina contra a dengue do Laboratório Butantan

09/06/2026

Saúde em alerta. Com 71 notificações de casos de reações adversas, Paraíba adotou a suspensão temporária da vacina contra a dengue do Laboratório Butantan, após recomendação do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A medida passou a valer a partir de hoje, terça-feira (09/06) e foi anunciada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB).


Adotada

A suspensão foi adotada após o Ministério da Saúde identificar 42 casos de reações adversas severas em pessoas vacinadas no país, com sinais compatíveis aos observados em quadros de dengue grave. Dessas, três precisaram de internação e duas morreram. Segundo a pasta, não é possível concluir que os casos tenham sido causados pela vacina, mas os registros estão sob investigação.


71 notificações

Na Paraíba, foram registradas 71 notificações de eventos adversos após a aplicação da vacina, todas classificadas como não grave...

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Saúde em alerta. Com 71 notificações de casos de reações adversas, Paraíba adotou a suspensão temporária da vacina contra a dengue do Laboratório Butantan, após recomendação do Ministério da Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A medida passou a valer a partir de hoje, terça-feira (09/06) e foi anunciada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB).


Adotada

A suspensão foi adotada após o Ministério da Saúde identificar 42 casos de reações adversas severas em pessoas vacinadas no país, com sinais compatíveis aos observados em quadros de dengue grave. Dessas, três precisaram de internação e duas morreram. Segundo a pasta, não é possível concluir que os casos tenham sido causados pela vacina, mas os registros estão sob investigação.


71 notificações

Na Paraíba, foram registradas 71 notificações de eventos adversos após a aplicação da vacina, todas classificadas como não graves, segundo a SES-PB. Os casos seguem sendo acompanhados pelo Núcleo Estadual de Imunizações, em conjunto com os municípios.

A vacina

A vacina começou a ser ofertada no estado em fevereiro de 2026, voltada para profissionais de saúde da Atenção Primária à Saúde (APS). A Paraíba recebeu 22.940 doses, distribuídas aos 223 municípios. Até o momento, foram aplicadas 7.984 doses.


Logística

Com a suspensão, a secretaria informou que iniciará a logística reversa para recolher as doses remanescentes existentes nos municípios. Os imunizantes serão armazenados na Rede de Frio Estadual, em João Pessoa, até nova definição das autoridades sanitárias.

O Poder




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Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta terça-feira

09/06/2026

Brasília, 09 de junho de 2026

Brasília amanheceu no modo “temporada final antecipada”. O PCC voltou ao centro do noticiário com suspeitas de infiltração em instituições públicas, o Banco Master continua produzindo novos capítulos, o STF se aproxima de decisões capazes de influenciar o ambiente eleitoral de 2026 e o Congresso reaquece debates que sempre explodem nas redes. Enquanto isso, o algoritmo brasileiro segue trabalhando em turno integral.

PCC descobre o modo “acesso premium” e operação atinge Polícia Civil e MP

Uma operação em São Paulo prendeu um investigador da Polícia Civil e um ex-estagiário do Ministério Público suspeitos de ligação com o PCC. As investigações apontam que a facção teria obtido informações estratégicas e acesso privilegiado dentro de instituições que deveriam combatê-la.

“Quando o crime tenta infiltrar quem deveria investigá-lo, o problema deixa de ser policial e passa a ser instituc...

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Brasília, 09 de junho de 2026

Brasília amanheceu no modo “temporada final antecipada”. O PCC voltou ao centro do noticiário com suspeitas de infiltração em instituições públicas, o Banco Master continua produzindo novos capítulos, o STF se aproxima de decisões capazes de influenciar o ambiente eleitoral de 2026 e o Congresso reaquece debates que sempre explodem nas redes. Enquanto isso, o algoritmo brasileiro segue trabalhando em turno integral.

PCC descobre o modo “acesso premium” e operação atinge Polícia Civil e MP

Uma operação em São Paulo prendeu um investigador da Polícia Civil e um ex-estagiário do Ministério Público suspeitos de ligação com o PCC. As investigações apontam que a facção teria obtido informações estratégicas e acesso privilegiado dentro de instituições que deveriam combatê-la.

“Quando o crime tenta infiltrar quem deveria investigá-lo, o problema deixa de ser policial e passa a ser institucional.”


PCC, promotor e vazamentos: a série criminal que Brasília acompanha em tempo real

As apurações indicam que integrantes da facção buscavam informações para monitorar e até planejar ações contra membros do Ministério Público. O caso reforça preocupações sobre inteligência, segurança institucional e proteção de agentes públicos.

“No crime organizado moderno, informação vale tanto quanto dinheiro.”


Banco Master ganha mais uma temporada e Vorcaro tenta emplacar novo roteiro

A Polícia Federal avalia uma nova proposta de colaboração premiada de Daniel Vorcaro. Nos bastidores, investigadores e advogados travam uma disputa de versões sobre o conteúdo e o alcance das informações que poderiam ser entregues.

“Se o Banco Master virasse streaming, já estaria renovado para mais algumas temporadas.”


Bahamas libera corrida por ativos e Master continua produzindo manchetes

A Justiça das Bahamas reconheceu a liquidação de estruturas ligadas ao Banco Master, abrindo espaço para disputas envolvendo ativos e credores. O caso amplia ainda mais a dimensão internacional da crise.


STF entra na reta decisiva e Brasília já prepara a calculadora eleitoral

O Supremo tem pela frente uma sequência de julgamentos e decisões sensíveis envolvendo eleições, investigações e o caso Banco Master. Nos bastidores, a avaliação é que algumas decisões podem influenciar diretamente o ambiente político de 2026.

“Em Brasília, às vezes uma decisão judicial vale mais que uma semana inteira de campanha.”


Fachin abre o cofre da transparência e volta a mirar os penduricalhos

O presidente do STF voltou a defender transparência nos pagamentos e benefícios recebidos por magistrados. O tema reaparece justamente em um momento de forte cobrança por mais clareza nos gastos públicos.

“Quando o assunto é penduricalho, o brasileiro sempre quer saber quem paga a conta.”


Pesquisa some, TSE entra em campo e Flávio vira pauta do dia

A suspensão de uma pesquisa que apontava queda de Flávio Bolsonaro movimentou os bastidores políticos e jurídicos. A decisão gerou reações de institutos, partidos e aliados do senador.


TSE ativa o VAR eleitoral antes mesmo do campeonato começar

A Corte Eleitoral deve analisar a decisão que suspendeu a divulgação da pesquisa envolvendo Flávio Bolsonaro. O julgamento é visto como um dos primeiros grandes testes da pré-campanha presidencial.

“A eleição de 2026 ainda não começou oficialmente, mas o VAR já foi chamado.”


Deolane aguarda julgamento e o algoritmo continua acompanhando tudo

O STJ julga o pedido de liberdade da influenciadora Deolane Bezerra. O caso mistura celebridade, investigação criminal, redes sociais e crime organizado, ingredientes que normalmente garantem enorme repercussão digital.

“Poucos temas unem polícia, entretenimento e algoritmo com tanta eficiência.”


Câmara reabre o debate que nunca sai do feed: maioridade penal

A CCJ retoma a discussão da PEC que reduz a maioridade penal de 18 para 16 anos. O tema volta a dividir opiniões e deve produzir forte engajamento nas redes sociais ao longo do dia.

“Segurança pública é um daqueles assuntos que viralizam sem precisar de impulsionamento.”


Fim da escala 6x1 continua na fila e Alcolumbre segura a chave da pauta

Lideranças aguardam uma definição do presidente do Senado para destravar a tramitação da PEC do fim da escala 6x1. O tema segue entre os mais populares do debate público nacional.


Influenciadores mirins entram na pauta do CNJ

O Conselho Nacional de Justiça discute mecanismos de proteção patrimonial para crianças e adolescentes que atuam profissionalmente na internet. O avanço da economia digital criou novos desafios para o Judiciário.

“A internet cresceu tanto que agora até os likes dos filhos precisam de proteção jurídica.”


PT envia carta aos evangélicos e aquece uma disputa que já começou

O partido divulgou uma carta direcionada ao público evangélico defendendo que seus governos mantiveram relação de respeito com as igrejas. O movimento é visto como parte da preparação para a disputa de 2026.

“Quem pretende chegar ao Planalto sabe que a conversa com os evangélicos começa muito antes da campanha.”


Leitura Estratégica Ativaweb Datalab

Temas dominantes do dia
1. PCC e infiltração institucional.
2. Banco Master e Daniel Vorcaro.
3. STF e impactos sobre 2026.
4. Segurança pública e maioridade penal.
5. Disputa pelo eleitorado evangélico.

Riscos políticos
* Novas revelações envolvendo o PCC podem ampliar a pressão por pautas de segurança.
* O Banco Master continua sendo uma variável imprevisível para diversos atores políticos.
* Decisões do STF e TSE podem alimentar novas disputas narrativas.

Oportunidades

* Oposição deve explorar segurança pública e PCC.
* Governo tenta ampliar diálogo com o eleitorado evangélico.
* Congresso ganha protagonismo com PECs de forte apelo popular.

Narrativas em formação

* “Crime organizado infiltrado nas instituições.”
* “Banco Master ainda tem muito a revelar.”
* “STF influenciando o ambiente eleitoral.”
* “Disputa pelo voto evangélico.”

Termômetro Digital do Dia

MUITO ALTO
PCC infiltrado em órgãos públicos
* Alto potencial de indignação.
* Forte repercussão nacional.
* Grande capacidade de compartilhamento.

Banco Master e Daniel Vorcaro
* Mistura política, finanças e bastidores.
* Potencial para novas revelações.

STF e decisões para 2026
* Mobilização simultânea de governo e oposição.

Alto

Maioridade Penal
* Tema emocional.
* Forte polarização.

Carta do PT aos evangélicos
* Capacidade de mobilizar apoiadores e críticos.

Moderado

CNJ e influenciadores mirins
* Debate crescente sobre regulação digital.

Fim da escala 6x1
* Continua forte, mas depende de movimentação do Senado.


Bastidores de Brasília

* O Banco Master continua sendo o assunto mais comentado nos corredores políticos.

* O STF entra em uma semana que pode produzir decisões com impacto direto sobre o ambiente eleitoral.

* O TSE passa a acompanhar mais de perto os movimentos da pré-campanha presidencial.

* O Congresso reaquece duas pautas historicamente populares: segurança pública e jornada de trabalho.

* Partidos começam a intensificar movimentos direcionados ao eleitorado religioso.


Alerta Ativaweb


Tema que pode crescer durante o dia

Infiltração do PCC em instituições públicas.

Personagem que pode ganhar mais visibilidade

Daniel Vorcaro, dependendo dos desdobramentos da nova delação.

Movimento político que merece atenção

A disputa pelo eleitorado evangélico já entrou oficialmente na pré-campanha de 2026.

Maior risco de crise digital

Decisões envolvendo STF, TSE e Banco Master convergindo no mesmo ciclo de notícias.




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Recife abre votação para escolha das atrações dos dez polos descentralizados do São João

09/06/2026

Forró nos bairros com atrações escolhidas pela população. Começou a votação para escolher as atrações que vão se apresentar nos polos descentralizados do São João do Recife. Neste ano, estão concorrendo 788 artistas e grupos culturais, segundo a prefeitura.

Gratuito

O processo de votação é gratuito e segue até a sexta (12/06), pela internet. O resultado será divulgado no sábado (13/06), com a distribuição das atrações em cada um dos dez polos descentralizados.


A escolha

Pela plataforma, a população poderá escolher um artista ou grupo para se apresentar em um dos palcos montados para a festa. A grade dos shows será montada pelo nome mais votado em cada polo.


Atração

Cada atração selecionada pode se apresentar em um único polo no ciclo junino. Na programação deste ano, os polos descentralizados do Recife estarão montados nos seguintes locais e datas:

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Forró nos bairros com atrações escolhidas pela população. Começou a votação para escolher as atrações que vão se apresentar nos polos descentralizados do São João do Recife. Neste ano, estão concorrendo 788 artistas e grupos culturais, segundo a prefeitura.

Gratuito

O processo de votação é gratuito e segue até a sexta (12/06), pela internet. O resultado será divulgado no sábado (13/06), com a distribuição das atrações em cada um dos dez polos descentralizados.


A escolha

Pela plataforma, a população poderá escolher um artista ou grupo para se apresentar em um dos palcos montados para a festa. A grade dos shows será montada pelo nome mais votado em cada polo.


Atração

Cada atração selecionada pode se apresentar em um único polo no ciclo junino. Na programação deste ano, os polos descentralizados do Recife estarão montados nos seguintes locais e datas:

22 e 23 de junho: Lagoa do Araçá, Barro, Totó, Campo Grande e Cordeiro;
27 e 28 de junho: Ibura, Poço da Panela, Bongi e Vila Tamandaré;
28 e 29 de junho: Brasília Teimosa.

Como votar

1.Acessar o Conecta Recife e clicar no banner “Votação 2026”
2. Fazer o login ou realizar o cadastro na plataforma digital
3 Escolher um dos dez polos descentralizados disponíveis
4.Selecionar a categoria e a atração e confirmar a escolha

O Poder



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