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Atentado nos EUA — Trump diz estar bem e conta que sentiu “bala rasgando a pele”

13/07/2024

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O ex-presidente norte-americano Donald Trump postou nas suas redes sociais nota sobre o seu estado de saúde, explica como tidp aconteceu e agradece pelos apoios recebidos em função do episódio. Trump foi alvo de um atentado contra ele, durante um comício na Pensilvania, no início da noite deste sábado (13/07) — horário de Brasília.

Zumbido e tiros

"Eu levei um tiro que atingiu o pedaço superior da minha orelha direita. Eu soube imediatamente que algo estava errado quando ouvi um zumbido, tiros e imediatamente senti a bala rasgando a pele. Sangrou muito, e aí me dei conta do que estava acontecendo", escreveu em sua rede social, intitulada a "Truth Social".

Condolências às outras vítimas

Trump também agradeceu "ao serviço secreto americano e à polícia, pelo que chamou de “rápida reação no tiroteio". Ele mandou "condolências para a família da pessoa que foi morta no comício e também à família da outra pessoa que f...

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O ex-presidente norte-americano Donald Trump postou nas suas redes sociais nota sobre o seu estado de saúde, explica como tidp aconteceu e agradece pelos apoios recebidos em função do episódio. Trump foi alvo de um atentado contra ele, durante um comício na Pensilvania, no início da noite deste sábado (13/07) — horário de Brasília.

Zumbido e tiros

"Eu levei um tiro que atingiu o pedaço superior da minha orelha direita. Eu soube imediatamente que algo estava errado quando ouvi um zumbido, tiros e imediatamente senti a bala rasgando a pele. Sangrou muito, e aí me dei conta do que estava acontecendo", escreveu em sua rede social, intitulada a "Truth Social".

Condolências às outras vítimas

Trump também agradeceu "ao serviço secreto americano e à polícia, pelo que chamou de “rápida reação no tiroteio". Ele mandou "condolências para a família da pessoa que foi morta no comício e também à família da outra pessoa que ficou gravemente ferida”. "É inacreditavel que algo assim possa acontecer no nosso país. Até agora nada se sabe sobre o atirador, que está morto”, destacou, ainda, o ex-presidente.

Leia outras informações

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Banco Master: rombo à sombra do FGC - Por Emilio Carazzai*

20/09/2026

Quando o Banco Central decretou, em 18 de novembro de 2025, a liquidação extrajudicial do Banco Master, a operação expôs mais do que a insolvência de uma instituição. Expôs uma falha de desenho na arquitetura regulatória do sistema financeiro que, por anos, permitiu que um mecanismo criado para conter corridas bancárias funcionasse também como subsídio implícito à captação de um banco de risco crescente.

Os ativos do conglomerado saltaram de cerca de R$ 3,7 bilhões em 2019 para aproximadamente R$ 82 bilhões em 2024, um crescimento que nenhuma instituição de médio porte costuma sustentar organicamente em cinco anos. O motor desse salto foi a emissão de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) com taxas muito acima da média de mercado, chegando a 140% do CDI, um tipo de retorno que, em condições normais, deveria soar como um alerta de risco para qualquer investidor.

Só que não soou. Os CDBs eram cobertos pela garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) at...

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Quando o Banco Central decretou, em 18 de novembro de 2025, a liquidação extrajudicial do Banco Master, a operação expôs mais do que a insolvência de uma instituição. Expôs uma falha de desenho na arquitetura regulatória do sistema financeiro que, por anos, permitiu que um mecanismo criado para conter corridas bancárias funcionasse também como subsídio implícito à captação de um banco de risco crescente.

Os ativos do conglomerado saltaram de cerca de R$ 3,7 bilhões em 2019 para aproximadamente R$ 82 bilhões em 2024, um crescimento que nenhuma instituição de médio porte costuma sustentar organicamente em cinco anos. O motor desse salto foi a emissão de Certificados de Depósito Bancário (CDBs) com taxas muito acima da média de mercado, chegando a 140% do CDI, um tipo de retorno que, em condições normais, deveria soar como um alerta de risco para qualquer investidor.

Só que não soou. Os CDBs eram cobertos pela garantia do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) até o limite de R$ 250 mil por CPF. O FGC é uma associação civil de natureza privada, e seu próprio estatuto afirma que não exerce função pública, nem por delegação, mas sua garantia está institucionalizada na arquitetura regulatória do Sistema Financeiro Nacional, sob regras aprovadas pelo Conselho Monetário Nacional. Na prática, para o investidor comum, isso produzia um efeito econômico equivalente à neutralização de boa parte do risco de crédito até aquele teto, dispensando qualquer análise mais cuidadosa da saúde financeira do emissor. O próprio controlador, em depoimento à Polícia Federal, resumiu o modelo de negócio sem meias palavras: o plano do Banco Master era "100% baseado no FGC".

Essa frase, mais do que uma confissão, é um diagnóstico. Ela descreve o fenômeno que a literatura de regulação bancária chama de risco moral (moral hazard): uma instituição assume riscos crescentes porque sabe que parte relevante das consequências de um fracasso será absorvida por um mecanismo coletivo de garantia, e não integralmente pelos próprios credores. Essa garantia reduz a disciplina de mercado justamente no momento em que uma remuneração muito acima da média deveria fazê-la aumentar.

A engenharia por trás do esquema aprofunda o problema. Os recursos captados via CDB eram direcionados a ativos de baixíssima liquidez, tais como precatórios, direitos creditórios, participações em empresas em recuperação judicial e, segundo apurações e documentos ainda sujeitos a contraditório no processo em curso, teriam sido recirculados por meio de fundos e estruturas societárias que inflavam artificialmente a liquidez aparente do banco.

Uma falha mais específica do que "ausência de limites"

Seria impreciso afirmar que não havia nenhum mecanismo de contenção. Já existiam instrumentos voltados a mitigar o risco moral: uma contribuição adicional ao FGC incidia sobre instituições excessivamente dependentes de captação garantida, e a Resolução CMN nº 5.114, de dezembro de 2023, passou a exigir, a partir de julho de 2024, alocação em títulos públicos quando a exposição de uma instituição ao FGC ultrapassasse determinados limites em relação ao patrimônio e às captações.

A deficiência revelada pelo caso Master é mais específica, e por isso mais grave: esses mecanismos incidiam essencialmente sobre o passivo‚ volume de captação, alavancagem, dependência da garantia‚ sem incorporar de forma adequada a qualidade, a liquidez, a diversificação e a transparência dos ativos financiados por aquela captação. Um banco podia, na prática, ampliar continuamente sua captação garantida sem que isso acionasse, na mesma velocidade, uma exigência proporcional quanto à qualidade do que o dinheiro captado estava sendo aplicado.

Não por acaso, foi exatamente essa lacuna que a reforma regulatória de abril de 2026 tentou corrigir, ao criar o chamado Ativo de Referência (AR), um indicador que passa a considerar a composição e a qualidade dos ativos do banco, e não apenas o volume de captação garantida, como parâmetro para conter o risco moral. O próprio Banco Central reconhece essa finalidade ao apresentar a mudança. Trata-se de evidência forte de que havia uma deficiência de desenho‚ embora não por si só prova de culpa individual de nenhum agente específico.

O que o FGC sabia, e o que fez a respeito

É preciso também evitar uma simplificação na direção oposta: colocar o FGC, institucionalmente, no banco dos réus ao lado do Banco Central. O quadro é mais sofisticado. Há evidências de que o FGC vinha alertando o Banco Central sobre os riscos associados ao crescimento e ao perfil do Master ao longo dos anos anteriores à liquidação; o Banco Central, contudo, ao ser formalmente questionado, invocou sigilo para não revelar publicamente o número e o teor dessas comunicações, fato que impede de precisar, hoje, a extensão exata desses alertas.

Mais revelador ainda é um episódio pouco lembrado: em maio de 2025, o próprio FGC realizou uma operação de suporte financeiro ao conglomerado Master para viabilizar o pagamento de passivos elegíveis à garantia, enquanto o Banco Central analisava a operação de venda de participação ao BRB. Ao final de 2025, havia cerca de R$ 5,7 bilhões em letras financeiras dessa operação em poder do FGC, e o contrato impôs, como condição, que novos produtos elegíveis à garantia não pagassem mais de 100% do CDI. Ou seja: o FGC já demonstrava, naquele momento, consciência do risco represado e tentava conter exatamente o mecanismo dos CDBs superremunerados. A liquidação, seis meses depois, sugere que a medida chegou tarde, mas não que o Fundo tenha sido conivente ou omisso.

O custo da crise, de todo modo, foi extraordinário. O FGC provisionou R$ 40,6 bilhões em garantias estimadas para cerca de 800 mil credores do Banco Master, do Master de Investimentos e do Letsbank; em abril de 2026, o Fundo já havia efetivamente pago cerca de R$ 39,3 bilhões a aproximadamente 669 mil beneficiários, o maior pagamento de sua história. Vale registrar que o pagamento de garantia não equivale, necessariamente, à perda econômica definitiva do mesmo valor: ao pagar, o FGC se sub-roga nos direitos dos credores contra a massa em liquidação e pode recuperar parte dos recursos ao longo do processo. Ainda assim, a dimensão do episódio levou o Fundo a antecipar, em março de 2026, cerca de R$ 32 bilhões em contribuições das instituições associadas para recompor sua liquidez, fechando 2025 com patrimônio líquido de R$ 123,2 bilhões. Não houve, até onde se sabe, qualquer transferência automática de prejuízo ao Tesouro ou ao contribuinte; o que houve foi a externalização do custo de uma estratégia individual para o mecanismo coletivo de garantia do sistema bancário‚e, por essa via, para as demais instituições associadas, que jamais adotaram práticas semelhantes às do Master.

A pergunta que realmente importa

É tentador, passado o choque inicial, tratar o caso Master como uma anomalia pessoal: a história de um controlador especialmente arrojado, cercado por conexões políticas e jurídicas exploradas à exaustão pela imprensa. Mas reduzir o episódio a uma questão de caráter individual é subestimar o problema estrutural que o tornou possível.

A pergunta contrafactual mais interessante não é se algum banco teria existido sem o FGC, pois, naturalmente, existiria. A pergunta é outra: o Banco Master teria alcançado R$ 82 bilhões em ativos e dezenas de bilhões de reais em captação, pagando prêmios tão acima do mercado, se seus depositantes tivessem de assumir integralmente o risco de crédito da instituição? A evidência disponível permite responder com razoável segurança que, provavelmente, não naquela escala e naquela velocidade. Os ativos multiplicaram-se por mais de vinte vezes em cinco anos; os CDBs remuneravam até 140% do CDI; e o próprio controlador declarou publicamente que seu plano de negócios era "100% baseado no FGC".

Não se trata de afirmar que o FGC "causou" o Master. Trata-se de reconhecer que uma garantia concebida para impedir corridas bancárias e proteger pequenos poupadores acabou funcionando, nesse caso específico, como subsídio implícito à captação de uma instituição de risco crescente‚ e que os mecanismos de contenção existentes, concentrados no passivo e não na qualidade dos ativos, não foram suficientes para impedir que isso acontecesse em escala tão grande antes de o modelo se tornar insustentável. O fato do próprio regulador ter, na sequência, alterado a regra para incorporar a qualidade dos ativos ao mecanismo de contenção é evidência bastante poderosa de que havia, sim, uma deficiência de desenho a ser corrigida. Enquanto o processo em curso no Judiciário, no Banco Central e no Tribunal de Contas da União não esclarecer integralmente quem teve acesso a quais informações e em que momento, o caso Master permanecerá menos como uma anomalia e mais como um aviso sobre os limites de um sistema de garantias que, para funcionar bem, precisa impedir que seja usado como argumento de venda.

Mas, ao fim e ao cabo, ainda resta outra pergunta incômoda: quem, dentro do FGC, do Banco Central e da CMN, acompanhava a concentração crescente da exposição do Fundo a um único conglomerado — e em que momento essa exposição se tornou suficientemente grande para representar risco material ao próprio mecanismo de garantia?


*Emilio Carazzai, é Administrador e Conselheiro de empresas. Foi presidente da Caixa Econômica Federal no governo Fernando Henrique Cardoso (de 1999 a 2002).



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Labanca desmoraliza mentiras do discurso de Raquel

20/09/2026

A governadora Raquel Teixeira Lyra é useira e vezeira em "prestar contas" de obras que só existem na imaginação dela ou em mentiras de assessores. Os discursos, entrevistas, debates, declarações da governadora, já dissemos aqui muitas vezes, não têm compromisso com a verdade.



Ontem

Em São Lourenço da Mata, ontem, sábado 19/09, como costuma fazer em todo lugar, a governadora tratou de, com toda a convicção do mundo, despejar mentiras em série para a multidão.



Labanca

O prefeito Vinicius Labanca, um dos políticos jovens com maior credibilidade no Estado, tranquilamente, educadamente, sem sequer chamar a governadora de mentirosa, mostrou a fieira de inverdades ditas por ela.

Confira a seguir

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A governadora Raquel Teixeira Lyra é useira e vezeira em "prestar contas" de obras que só existem na imaginação dela ou em mentiras de assessores. Os discursos, entrevistas, debates, declarações da governadora, já dissemos aqui muitas vezes, não têm compromisso com a verdade.



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Ontem

Em São Lourenço da Mata, ontem, sábado 19/09, como costuma fazer em todo lugar, a governadora tratou de, com toda a convicção do mundo, despejar mentiras em série para a multidão.



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Labanca

O prefeito Vinicius Labanca, um dos políticos jovens com maior credibilidade no Estado, tranquilamente, educadamente, sem sequer chamar a governadora de mentirosa, mostrou a fieira de inverdades ditas por ela.

Confira a seguir








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Em SC, Lula fala a apoiadores, elogia candidato a governador e diz que se reeleito estudará medidas para acabar com bets no país

19/09/2026

Em Florianópolis, capital de Santa Catarina, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu, neste sábado (19/09), lideranças políticas e apoiadores, com destaque para o candidato ao Governo do Estado, Gelson Merisio (PSB). No palco, além de Lula, estiveram presentes a primeira-dama Janja da Silva; Merisio, acompanhado da esposa, Márcia; a candidata a vice-governadora, Ângela Albino (PDT); e os candidatos ao Senado, Afrânio Boppré (PSOL) e Décio Lima (PT).

Lula chamou Merísio para perto e fez uma comparação com a relação histórica entre Karl Marx e Friedrich Engels. “Vocês sabem que eu não sou marxista, não sou comunista, eu sou um torneiro mecânico que adquiriu consciência política. Agora, esse cara… Vocês sabem que o Marx tinha um cara rico que acompanhava o Marx, que se chamava Engels? Esse cara era é o meu Engels”, afirmou, apontando para ele.

Construção da candidatura

Lula disse que participou diretamente da construção da candidat...

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Em Florianópolis, capital de Santa Catarina, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reuniu, neste sábado (19/09), lideranças políticas e apoiadores, com destaque para o candidato ao Governo do Estado, Gelson Merisio (PSB). No palco, além de Lula, estiveram presentes a primeira-dama Janja da Silva; Merisio, acompanhado da esposa, Márcia; a candidata a vice-governadora, Ângela Albino (PDT); e os candidatos ao Senado, Afrânio Boppré (PSOL) e Décio Lima (PT).

Lula chamou Merísio para perto e fez uma comparação com a relação histórica entre Karl Marx e Friedrich Engels. “Vocês sabem que eu não sou marxista, não sou comunista, eu sou um torneiro mecânico que adquiriu consciência política. Agora, esse cara… Vocês sabem que o Marx tinha um cara rico que acompanhava o Marx, que se chamava Engels? Esse cara era é o meu Engels”, afirmou, apontando para ele.

Construção da candidatura

Lula disse que participou diretamente da construção da candidatura do ex-deputado e apontou a importância de diálogo com setores que oferecem resistência ao seu grupo político como uma das tarefas do candidato em Santa Catarina. Entre eles, citou o agronegócio.

“Eu acho que você deveria fazer uma reunião com o pessoal do agronegócio aqui”, disse, sugerindo que Merisio questione diretamente os produtores sobre os motivos das críticas ao Governo Federal. “Qual é o problema contra nós? Acho que é uma questão de pele. É porque eu sou nordestino ou porque eu sou pobre? Porque, se dependesse de dinheiro do governo, nunca houve tanto dinheiro para a agricultura como agora”, declarou.

Defesa de maior aproximação institucional

Merisio aproveitou o discurso para explicar sua aproximação com Lula e os motivos que o levaram a voltar à disputa eleitoral. Segundo ele, estava afastado do processo político desde 2018 e conheceu pessoalmente o presidente em março de 2022. Desde então, passou a acompanhar o trabalho do Governo Federal e as ações destinadas a Santa Catarina.

Merisio também defendeu maior aproximação institucional entre os governos estadual e federal. Ao abordar investimentos e infraestrutura, afirmou que divergências políticas prejudicaram o Estado. Ele também contestou a imagem de Santa Catarina como um Estado marcado pela intolerância. “Não somos um povo violento, não somos um povo racista. Nós acolhemos os imigrantes”, disse.

Crítica às Bets

Um dos temas reiterados pelo presidente durante seu discurso foi a crítica às bets (apostas online). De acordo com Lula, se depender dele, as bets serão proibidas de operar no Brasil. O presidente já comparou ontem (18/09), em Guarulhos (SP), o vício em apostas esportivas com o de drogas e listou casos de pessoas que venderam terrenos e fizeram dívidas escondidas em função de tais apostas.

“O jogo está dentro da cozinha, na nossa cama, no nosso banheiro, dentro do celular e a gente joga de forma desesperada. A pessoa vai jogando compulsivamente, pensando que vai ganhar e só perde”, afirmou, ao ressaltar que as apostas foram feitas para as empresas lucrarem. “Fiquei estarrecido conversando com as pessoas que estão devendo”, explicou.

Conversa com clubes de futebol

Lula citou que clubes de futebol se manifestaram publicamente contra sua posição, mas recordou que diversos clubes e a seleção brasileira foram campeões mundiais antes de existirem apostas online. “O Brasil foi campeão do mundo em 1958 e não tinha bets. Foi campeão em 1962 e não tinha bets. Foi campeão em 1970, 1994, 2002 e não tinha bets”. frisou.

Mesmo assim, ele reforçou que antes de adotar alguma medida vai procurar conversar com os clubes de futebol a respeito, mesmo garantindo: “Se preparem que eu comprei essa briga.”




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Flávio diz que Lula “representa ideias velhas” e que ele, se eleito, quer potencializar “tudo o que o Brasil tem de melhor”

19/09/2026

Em Santa Catarina, no município de Joinville — estado onde também se encontra neste sábado (19/09) seu principal adversário político, o presidente Lula — o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à presidência da República, afirmou durante evento que Santa Catarina não é um estado de fascistas, como muitos adversários dizem”, mas sim “um estado que prospera e onde tem leis que funcionam”.

Flávio aproveitou para falar sobre a crise instalada no Supremo Tribunal Federal (STF), motivada pelo suposto envolvimento entre o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e ministros da Corte.

Críticas a Moraes

Ao ser questionado sobre dois dos ministros terem sido indicados pelo seu pai quando presidente, Flávio afirmou que a culpa pelo escândalo do Master não foi do governo do seu pai e criticou o ministro Alexandre de Moraes, do STF.

O parlamentar e presidenciável, porém, evitou falar no financiamento que vinha sendo feito...

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Em Santa Catarina, no município de Joinville — estado onde também se encontra neste sábado (19/09) seu principal adversário político, o presidente Lula — o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à presidência da República, afirmou durante evento que Santa Catarina não é um estado de fascistas, como muitos adversários dizem”, mas sim “um estado que prospera e onde tem leis que funcionam”.

Flávio aproveitou para falar sobre a crise instalada no Supremo Tribunal Federal (STF), motivada pelo suposto envolvimento entre o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e ministros da Corte.

Críticas a Moraes

Ao ser questionado sobre dois dos ministros terem sido indicados pelo seu pai quando presidente, Flávio afirmou que a culpa pelo escândalo do Master não foi do governo do seu pai e criticou o ministro Alexandre de Moraes, do STF.

O parlamentar e presidenciável, porém, evitou falar no financiamento que vinha sendo feito por Vorcaro à produção do filme Dark Horse, sobre a vida de Jair Bolsonaro.

“Cuidar de quem precisa”

O senador também afirmou que Lula “representa o passado e ideias velhas” e que ele pretende potencializar o seu governo, se eleito, “tudo aquilo que o Brasil tem de melhor, que são os brasileiros”.

“O presidente da República, ele representa o passado, representa ideias velhas, representa um governo pesado, governo de pessoas incompetentes, em vários casos de corrupção. Então, o Brasil merece muito mais do que isso, eu quero cuidar de quem precisa”, destacou Flávio Bolsonaro.




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Relatório da Abin faz alerta sobre risco de interferência norte-americana nas eleições

19/09/2026

Relatório elaborado no final de agosto pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e enviado para a Presidência da República e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divulgado neste sábado (19/09), classificou como elevado o risco de influência e interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras de 2026 e apontou uma escalada de pressão sobre o país.

As informações, divulgadas inicialmente pelo jornal Folha de São Paulo, foram confirmadas por assessores do TSE e do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Intitulado “Ameaças ao processo eleitoral de 2026”, o documento afirma que há uma “tendência de escalada de pressão sobre o Brasil”.

Pressão reconfigurada no país

Segundo a Abin, “observa-se intensificação seletiva e reconfiguração da pressão exercida pelos EUA” sobre o país, “sem ruptura de um padrão estrutural de influência já existente”. Conforme avaliação da agência, “a reafirmação da hegemonia dos EUA na América La...

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Relatório elaborado no final de agosto pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e enviado para a Presidência da República e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divulgado neste sábado (19/09), classificou como elevado o risco de influência e interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras de 2026 e apontou uma escalada de pressão sobre o país.

As informações, divulgadas inicialmente pelo jornal Folha de São Paulo, foram confirmadas por assessores do TSE e do Ministério da Justiça e Segurança Pública. Intitulado “Ameaças ao processo eleitoral de 2026”, o documento afirma que há uma “tendência de escalada de pressão sobre o Brasil”.

Pressão reconfigurada no país

Segundo a Abin, “observa-se intensificação seletiva e reconfiguração da pressão exercida pelos EUA” sobre o país, “sem ruptura de um padrão estrutural de influência já existente”. Conforme avaliação da agência, “a reafirmação da hegemonia dos EUA na América Latina é prioridade do segundo governo [de Donald] Trump”.

O relatório cita documentos estratégicos do governo norte-americano e aponta como objetivo reduzir a influência de países rivais, especialmente sobre ativos estratégicos, riquezas naturais e infraestrutura da região.

Relações financeiras, empresas e operações

A Abin também relaciona o alerta a sanções anunciadas pelos Estados Unidos contra brasileiros e empresas suspeitos de vínculos com redes de lavagem de dinheiro associadas ao Primeiro Comando da Capital (PCC). Para a agência, a medida “representa mudança de fase na escalada de sanções e interferência estadunidense”, com efeitos sobre relações financeiras, empresas e operações internacionais.

O estudo dedica atenção ao secretário de Estado e assessor de Segurança Nacional dos EUA, Marco Rubio. Segundo a Abin, ele “atribuiu ao presidente brasileiro [Lula] a responsabilidade pela imposição de tarifas” sobre produtos brasileiros, afirmando que o país não teria “negociado de boa fé”.

Para a agência, a declaração pode influenciar o debate público brasileiro. A Abin também afirmou, no relatório, que a atuação de Rubio tem como objetivo “influenciar e reorientar a política externa dos países da região [América Latina]”.

— Com Agências de Notícias




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As aventuras de Cacimba 59 —A feira da precisão e a caderneta do mestre, por Zé da Flauta*

19/09/2026

A feira livre de Carnaúba Seca fervia no calor das dez da manhã. Era um falatório danado, cheiro de coentro fresco, charque pendurado e poeira levantando no passo dos matutos. No meio daquela agitação, Mestre Cacimba, encostado num mourão de madeira, percebeu um movimento estranho.

Um garoto de pés descalços, calça rasgada no joelho e olhar arisco de calango assustado circulava pelas bancas. Ele não olhava para as bugigangas; olhava para a comida. Com uma agilidade invisível, o menino esticou a mão: três cebolas sumiram da banca de Dona Conceição e foram para dentro do saco de pão velho.

Mais adiante, dois tomates bem maduros saíram do monte de Seu João. E assim foi: meio quilo de farinha de Zé do Moinho, um pedaço de charque de Seu Messias e até uma rapadura da banca de Tião.

No shoulder de Cacimba, Simão não perdeu um detalhe. Ajeitou os óculos na ponta do nariz e, com o lápis de carvão, foi anotando tudo na caderneta com precisão de cont...

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A feira livre de Carnaúba Seca fervia no calor das dez da manhã. Era um falatório danado, cheiro de coentro fresco, charque pendurado e poeira levantando no passo dos matutos. No meio daquela agitação, Mestre Cacimba, encostado num mourão de madeira, percebeu um movimento estranho.

Um garoto de pés descalços, calça rasgada no joelho e olhar arisco de calango assustado circulava pelas bancas. Ele não olhava para as bugigangas; olhava para a comida. Com uma agilidade invisível, o menino esticou a mão: três cebolas sumiram da banca de Dona Conceição e foram para dentro do saco de pão velho.

Mais adiante, dois tomates bem maduros saíram do monte de Seu João. E assim foi: meio quilo de farinha de Zé do Moinho, um pedaço de charque de Seu Messias e até uma rapadura da banca de Tião.

No shoulder de Cacimba, Simão não perdeu um detalhe. Ajeitou os óculos na ponta do nariz e, com o lápis de carvão, foi anotando tudo na caderneta com precisão de contabilista. Sebastião ensaiou dar uma batida no triângulo para alertar os feirantes, mas Mestre Cacimba segurou a mão do macaquinho com ternura e balançou a cabeça em sinal de silêncio.

— Vamos atrás, meus bichos. Quem rouba com pressa e leva comida não tá buscando riqueza, tá fugindo da fome — murmurou o velho.

Acompanharam o rastro do garoto pela estrada de terra até as faldas do serrote, onde a cidade virava poeira e isolamento. O menino entrou numa casinha de taipa trançada, com o telhado caindo pelas pontas. Olhando pela fresta da janela de madeira, Cacimba viu a cena que apertou seu peito: o garoto acendeu o fogo de lenha com gravetos secos e começou a cortar os legumes para fazer um caldo rápido. No canto da sala, numa cama de vara, estava uma mulher magra, pálida, acamada pela febre.

— Come um tiquinho, mãe... Hoje eu arranjei o sustento — dizia o menino, enxugando uma lágrima no dorso da mão suja.

Cacimba empurrou a porta de madeira devagarzinho. O garoto deu um pulo, assustado, cobrindo a panela com o próprio corpo: — Não me bata, moço! Eu pago quando puder! Não chama a polícia não!



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Mestre Cacimba tirou o chapéu de couro, sentou-se num banco de carnaúba e olhou nos olhos do menino com a brandura de um pai:

— A fome é um bicho brabo, meu filho, e o amor por uma mãe faz a gente mover montanha. Mas o pão que alimenta a sua mãe não pode vir do suor do feirante que também tem filho pequeno para dar de comer. A honestidade é a única veste que o pobre não pode deixar rasgar.

O garoto desabou em choro, contando que tinha batido na porta da prefeitura e do banco pedindo socorro, mas só recebeu porta na cara.

Cacimba ajeitou a gola, olhou para Simão, que trazia a caderneta aberta, e selou um pacto:

— Você não é bandido, é um homem em formação que precisa de rumo. Amanhã a gente resolve essa conta.

No sábado seguinte, Cacimba reuniu os feirantes lesados no centro da praça. Simão abriu a caderneta e leu item por item, centavo por centavo. Os comerciantes olhavam cabreiros, achando que iam ficar no prejuízo. Foi quando Cacimba fez a proposta:

— O menino não tem dinheiro, mas tem dois braços fortes e vontade de honrar o nome. Ele vai trabalhar um dia por semana na banca de cada um de vocês: carregando caixa, varrendo o chão e ajudando na arrumação até pagar o último tostão dessa lista. E eu garanto o trabalho dele.

O povo da feira, que tem o coração duro por fora mas mole por dentro, não só aceitou o trato como fez uma vaquinha de mantimentos e remédios para a mãe do garoto.

Semanas depois, o menino trabalhava feliz na banca de Dona Conceição, de cabeça erguida, recebendo seu primeiro trocado honesto. De longe, Mestre Cacimba soprava uma toada serena no seu pífano, enquanto o macaquinho Simão risca com o lápis a última linha da caderneta, dando a dívida por quitada perante Deus e os homens.

*Zé da Flauta é músico, compositor, filósofo e escritor.



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Olha só - Governo Raquel muda regra e passa a ganhar dinheiro com bets no transporte público*

19/09/2026

Faça o que digo mas não faça o que faço.
Uma regra alterada pela gestão da governadora Raquel Teixeira Lyra (PSD) abriu espaço para a onipresença das bets no transporte público da Região Metropolitana do Recife, que é gerido pelo Governo de Pernambuco. Resolução do Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM) em vigor desde março passou a permitir a plotagem dos ônibus, que causa um grande impacto visual nas ruas. O espaço publicitário já vem sendo utilizado por empresas de apostas como a Esportes da Sorte e outras bets.



A resolução

Foi assinada em 25 de março pelo então secretário de Mobilidade e Infraestrutura, André Teixeira, primo da governadora e presidente do CSTM. Por ser “ad referendum”, a decisão foi proferida de forma unilateral, por decisão do Governo Raquel Teixeira Lyra, e só será submetida ao crivo dos demais conselheiros em momento posterior.

As alterações no modelo de publicidade<...

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Faça o que digo mas não faça o que faço.
Uma regra alterada pela gestão da governadora Raquel Teixeira Lyra (PSD) abriu espaço para a onipresença das bets no transporte público da Região Metropolitana do Recife, que é gerido pelo Governo de Pernambuco. Resolução do Conselho Superior de Transporte Metropolitano (CSTM) em vigor desde março passou a permitir a plotagem dos ônibus, que causa um grande impacto visual nas ruas. O espaço publicitário já vem sendo utilizado por empresas de apostas como a Esportes da Sorte e outras bets.



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A resolução

Foi assinada em 25 de março pelo então secretário de Mobilidade e Infraestrutura, André Teixeira, primo da governadora e presidente do CSTM. Por ser “ad referendum”, a decisão foi proferida de forma unilateral, por decisão do Governo Raquel Teixeira Lyra, e só será submetida ao crivo dos demais conselheiros em momento posterior.

As alterações no modelo de publicidade

Passaram a valer de forma retroativa a janeiro deste ano e ainda preveem o repasse mensal ao Grande Recife Consórcio de Transporte, pelas empresas de ônibus, de até 40 vezes o custo por quilômetro multiplicado pela frota das operadoras que aderirem a esse e outros formatos de publicidade. Significa que, na prática, o Governo Raquel Teixeira Lyra está ganhando dinheiro pela promoção de bets e outros anunciantes no transporte público.



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A publicidade das empresas de apostas

Vem ocorrendo tanto de forma mais discreta, em cartazes e adesivos aplicados em partes internas dos veículos, como também no modelo de plotagem e envelopamento, processo em que a impressão ocupa em grande escala a parte externa dos coletivos, gerando impacto visual e atingindo um público misto, inclusive crianças.








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Conheça detalhes sobre ‘Ulisses somos todos nós’, tema do livro de Antônio Campos, que está disponível para venda na Amazon

19/09/2026

Da Redação

Já está disponível na plataforma Amazon, em formato e-book, o livro do advogado e escritor pernambucano Antônio Campos. Tem como título ‘Ulisses somos todos nós - Como a saga de Homero e Virgílio ecoa em sua busca por identidade’. A obra reflete a admiração de Campos pelo personagem épico da Guerra de Tróia.

O escritor afirmou que seu personagem predileto há anos é Ulisses. E relatou que, inclusive, esteve na Grécia, onde além da Ágora grega dos filósofos, do Liceu , do Areópago do Apóstolo Paulo e da Ilha grega de Creta , visitou possíveis lugares do poeta Homero e buscou mais conhecimento sobre a mitologia em torno dele.



Bússola do caminho e da vida

Em rápida entrevista a O Poder, Campos revelou que sua predileção pelo personagem se dá pelo fato de ele ter “abdicado da imortalidade na ilha de Calypso e voltado para a sua terra, sua mulher , filho, seu povo”. “Aí ele redescobriu sua identidad...

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Da Redação

Já está disponível na plataforma Amazon, em formato e-book, o livro do advogado e escritor pernambucano Antônio Campos. Tem como título ‘Ulisses somos todos nós - Como a saga de Homero e Virgílio ecoa em sua busca por identidade’. A obra reflete a admiração de Campos pelo personagem épico da Guerra de Tróia.

O escritor afirmou que seu personagem predileto há anos é Ulisses. E relatou que, inclusive, esteve na Grécia, onde além da Ágora grega dos filósofos, do Liceu , do Areópago do Apóstolo Paulo e da Ilha grega de Creta , visitou possíveis lugares do poeta Homero e buscou mais conhecimento sobre a mitologia em torno dele.



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Bússola do caminho e da vida

Em rápida entrevista a O Poder, Campos revelou que sua predileção pelo personagem se dá pelo fato de ele ter “abdicado da imortalidade na ilha de Calypso e voltado para a sua terra, sua mulher , filho, seu povo”. “Aí ele redescobriu sua identidade e pegou a bússola do caminho e da vida”, enfatizou.

Conhecido dos pernambucanos, Antônio Campos é também editor e gestor cultural, amplamente reconhecido por sua imensa contribuição ao cenário literário e artístico do Brasil.

Fliporto e IMC

Ele é o idealizador, curador-geral e coordenador da Festa Literária Internacional de Pernambuco (Fliporto), um dos eventos literários de maior público do país — que expandiu suas fronteiras para a Europa com edições em Portugal. Além disso, preside o Instituto Maximiano Campos (IMC), que tem como objetivo reservar a memória e promover a arte literária e os valores da cultura nacional.

Campos é autor de dezenas de livros abrangendo áreas como literatura, poesia, Direito e cultura. Entre suas obras destacam-se Mensagens (2002), O Grande Portal (2003), Viver é Resistir (2005) e a coletânea Pernambuco, terra da poesia.




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ONU lança documento com propostas voltadas exclusivamente para segurança e visibilidade das mulheres nestas eleições

19/09/2026

Da Redação

A ONU Mulheres no Brasil, braço da Organização das Nações Unidas para a igualdade de gênero, lançou nesta sexta-feira (18/09) documento com 10 propostas pela vida das mulheres. O material é direcionado a candidatos e candidatas nas eleições 2026. Reúne dados oficiais e um chamado direto à ação em temas que vão da participação política ao enfrentamento da violência, passando por cuidado, renda e clima.

Não há democracia sem mulheres no poder. As desigualdades que mantêm as mulheres longe das instâncias de decisão são as mesmas que organizam a vida delas fora da política: a sobrecarga de cuidado, a diferença salarial e a violência. Estas dez propostas são caminhos objetivos para que a democracia brasileira represente, de fato, a maioria da sua população", afirmou Gallianne Palayret, representante da ONU Mulheres no Brasil.

Baixa representatividade

A organização destaca a baixa representatividade feminina na p...

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Da Redação

A ONU Mulheres no Brasil, braço da Organização das Nações Unidas para a igualdade de gênero, lançou nesta sexta-feira (18/09) documento com 10 propostas pela vida das mulheres. O material é direcionado a candidatos e candidatas nas eleições 2026. Reúne dados oficiais e um chamado direto à ação em temas que vão da participação política ao enfrentamento da violência, passando por cuidado, renda e clima.

Não há democracia sem mulheres no poder. As desigualdades que mantêm as mulheres longe das instâncias de decisão são as mesmas que organizam a vida delas fora da política: a sobrecarga de cuidado, a diferença salarial e a violência. Estas dez propostas são caminhos objetivos para que a democracia brasileira represente, de fato, a maioria da sua população", afirmou Gallianne Palayret, representante da ONU Mulheres no Brasil.

Baixa representatividade

A organização destaca a baixa representatividade feminina na política brasileira, uma vez que as mulheres são 52,8% do eleitorado no país, mas ocupam 17,2% das cadeiras da Câmara dos Deputados e 18,5% do Senado.

Entre as principais propostas alencadas estão o pedido, pela ONU, de passar a ser assumida a paridade como meta, além de definir prazos e metas numéricas para ampliar a presença de mulheres, em toda a diversidade, nos cargos eletivos e lideranças.

Assim como a necessidade de fazer valer as cotas eleitorais, com fiscalização e dinheiro de campanha chegando às candidatas na hora certa e em partes justas; o fim da violência política de gênero e raça; bem como a definição de metas e orçamento próprio para evitar a violência antes que ela aconteça, com educação para a igualdade, serviços especializados em todo o país, medidas protetivas cada vez mais eficazes, investigação e respostas rápidas, dentre outras.

— Com informações da ONU Mulheres




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Analista político Marcelo S. Tognozzi* ironiza: “Ao invés de cadeia, Vorcaro para presidente”

19/09/2026

Ele é o sujeito mais competente para lidar com os políticos e os poderosos do nosso glorioso Brasil. Conseguiu o impossível. Uniu debaixo do mesmo guarda-chuva governo e oposição, amigos e inimigos, vestais e mundanas, réus e juízes, policiais e bandidos. Nunca antes na história deste país alguém foi tão brilhante e eficiente. O cara não merece estar preso. Libertem Daniel Vorcaro em nome da conciliação nacional.

Daniel ensinou a convivermos em harmonia. Ricos, pobres, negros, brancos, poderosos e humildes, gays e heteros, homens e mulheres – e que mulheres! Coisa de doido.

Fez o que nenhum político conseguiu fazer em décadas: acabou com o nós contra eles. Com ele, todo mundo virou nós. Nem os mais competentes diplomatas deste planeta lograram igual proeza. É caso único a ser estudado, desvendado, explicado, esmiuçado.

Ninguém chegou aos pés de Vorcaro

Juntou poder e cultura, ainda que por linhas tortas, alugando a casa...

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Ele é o sujeito mais competente para lidar com os políticos e os poderosos do nosso glorioso Brasil. Conseguiu o impossível. Uniu debaixo do mesmo guarda-chuva governo e oposição, amigos e inimigos, vestais e mundanas, réus e juízes, policiais e bandidos. Nunca antes na história deste país alguém foi tão brilhante e eficiente. O cara não merece estar preso. Libertem Daniel Vorcaro em nome da conciliação nacional.

Daniel ensinou a convivermos em harmonia. Ricos, pobres, negros, brancos, poderosos e humildes, gays e heteros, homens e mulheres – e que mulheres! Coisa de doido.

Fez o que nenhum político conseguiu fazer em décadas: acabou com o nós contra eles. Com ele, todo mundo virou nós. Nem os mais competentes diplomatas deste planeta lograram igual proeza. É caso único a ser estudado, desvendado, explicado, esmiuçado.

Ninguém chegou aos pés de Vorcaro

Juntou poder e cultura, ainda que por linhas tortas, alugando a casa do ator global Márcio Garcia para hospedar em 6 mil luxuosos metros quadrados o supremo ministro KN e o desembargador NR. E ainda teve feijoada, samba, caipirinha e elas. Chiquinho, ex-cunhado do ministro supremo GM, virou parça do Daniel e ainda ganhou ingressos para o GP de Fórmula 1 em Miami. O filho ministro faixa preta LF botou tapete vermelho para receber no seu escritório o irmão Vorcarão. Tudo isso e dá-lhe Tayayá.

Ninguém, nem Sergio Cabral com a dancinha dos guardanapos em Paris, chegou aos pés do Vorcaro. Nem as empreiteiras da Lava Jato. Nunca convidaram aquelas russas e ucranianas, literalmente do outro mundo, desembarcadas de uma nave espacial com capacete e mais nada, na proporção de quatro para cada homem, todo mundo jorrando serotonina, ocitocina, endorfina e dopamina. Bacanal histórico, confraternização universal, homens, mulheres e interesses irmanados na maravilhosa Trancoso. Coisa linda. Emocionante.

Conseguiu colocar lado a lado bolsonaristas e petistas. Foi recebido por Lula, afagou Flávio Bolsonaro, financiou o Dark Horse, deu dinheiro para gregos e baianos e até Flavinha, ex-ministra belzebu do governo Bolsonaro, casou com Guga, amigo íntimo do petista Jaques Wagner e sócio do Vorcarão no Master.

Não economizava no agrado

Zero miséria. Fez a milionária degustação em Londres, misturou Macallan, juízes, o chefe da polícia e até o filho do procurador-geral da República. Tudo gente fina. É o encantamento. Puro talento, dom raro e precioso. Para cada freguês tinha uisquinho, charuto, a lourinha top, jatinho, um mimo diferente, especial, personalizado. Fosse petista, bolsonarista, centrista, comunista ou qualquer ista, Vorcaro não economizava no agrado. Seduziu influencers, colunistas, socialites, fofoqueiros e jornalistas mercenários, fez deles sua tropa de choque. Todo mundo feliz.

O amigão e sócio do Vorcarão, Lucas Kallas, alvo da Justiça por crimes ambientais, lavagem de dinheiro e outras cositas más, pegou na mão do Criador e fez contrato de R$ 5 milhões com o ITER, do ministro André Mendonça. No meio do caminho, o anjo avisou ao ministro que o sujeito tinha parte com o demônio e decidiram devolver a grana em suaves prestações. Amém.

Kallas se picou do Brasil, mas segue vivo no coração de muita gente. No dia 21 de fevereiro de 2025, o emocionado presidente Lula definiu Kallas: “Desde que ele foi levado na minha sala, descobri na hora que estava conversando com empresário sério, com uma visão nacional muito interessante que (..) ama o Brasil e acredita no Brasil". Não é mera coincidência que Daniel e Lucas são clientes daquele escritório da competente advogada, por acaso casada com AM, o magistrado liso que toma café com Lula.

Investiu num programa popular da Globo

Vorcaro precisa voltar. Ele é necessário para a paz e conciliação nacional. Os pobres precisam dele. Por sua causa, depois de mil supremas confusões, caiu do céu o aumento de 15% no Bolsa Família. Quem sabe largam as bets e fazem uma fezinha no Will Bank, braço popular do Master, que apostou mais de R$ 120 milhões patrocinando o programa do Luciano Huck, entre 2023 e 2025. Vixe, meu Deus, desculpem, me enganei! Corrigindo: não tem mais nada disso. O Will Bank foi liquidado no ano passado, e Luciano Huck desistiu de virar sócio do seu patrocinador.

Mas vejam como isso é bom. Vorcaro investiu num programa popular da Globo, tudo isso para que os mais pobres pudessem participar dos seus negócios, colocando lá seu dinheirinho. O cara ajudou a bancarizar o Brasil, se aproximou da baixa renda, mostrou que não gostava só de rico e poderoso. É muita sensibilidade.

Daniel Vorcaro uniu o Brasil, juntou nos mesmos bacanais amigos e inimigos, mas desde 4 de março está na cadeia. Rasparam seus cabelos e barba, o obrigaram a usar aquela roupinha branca, ordinária, dos presidiários da Papuda e a trocar os sapatos italianos por havaianas. Isso não se faz. Foi punido por ter feito aquilo que político ou empresário algum foi capaz de fazer: unir o Brasil e acabar com a polarização.

O país merece Vorcaro

Este homem precisa ser solto. Não é possível que tenha de pagar preço tão alto depois de só ter feito o bem. Nunca tantos deveram tanto a uma só pessoa, mas o ser humano é ingrato por natureza, querem deixar o coitado apodrecer naquela cela da papudinha, abandonado, anônimo, desprezado pela mídia.

Vorcaro para presidente. Já, agora! O país merece. Só ele pode consertar o Brasil. Com seu encantamento, vai acabar com a guerra da Ucrânia e convencer os iranianos de que Donald Trump é gente boa. Prometerá a cada guerreiro iraniano que desistir da luta, antecipar aquelas 100 virgens que receberiam apenas no paraíso. Ninguém mais vai precisar morrer para conquistar as imaculadas. Daniel convencerá judeus e palestinos a pararem de brigar e, não contem para o Lula, levará o Nobel da Paz.

Agora é Vorcaro presidente! Mudar para locupletar. Um governo com Macallan na Justiça, Petrus na Fazenda, Dom Pérignon na Saúde, Dark Horse nos Transportes e as meninas no Ministério da Assistência Social. Se o conde D’Eu, o califa de Bagdá e Lula lá, por que não
o Daniel?

*Marcelo S. Tognozzi é jornalista e consultor. Uma das principais referências da imprensa brasileira contemporânea.
NR - Autorizada a postagem do artigo, originalmente publicado no Poder360. O título foi mudado e os intertítulos inseridos à revelia do autor.




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