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Atentado nos EUA — Trump diz estar bem e conta que sentiu “bala rasgando a pele”

13/07/2024

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O ex-presidente norte-americano Donald Trump postou nas suas redes sociais nota sobre o seu estado de saúde, explica como tidp aconteceu e agradece pelos apoios recebidos em função do episódio. Trump foi alvo de um atentado contra ele, durante um comício na Pensilvania, no início da noite deste sábado (13/07) — horário de Brasília.

Zumbido e tiros

"Eu levei um tiro que atingiu o pedaço superior da minha orelha direita. Eu soube imediatamente que algo estava errado quando ouvi um zumbido, tiros e imediatamente senti a bala rasgando a pele. Sangrou muito, e aí me dei conta do que estava acontecendo", escreveu em sua rede social, intitulada a "Truth Social".

Condolências às outras vítimas

Trump também agradeceu "ao serviço secreto americano e à polícia, pelo que chamou de “rápida reação no tiroteio". Ele mandou "condolências para a família da pessoa que foi morta no comício e também à família da outra pessoa que f...

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O ex-presidente norte-americano Donald Trump postou nas suas redes sociais nota sobre o seu estado de saúde, explica como tidp aconteceu e agradece pelos apoios recebidos em função do episódio. Trump foi alvo de um atentado contra ele, durante um comício na Pensilvania, no início da noite deste sábado (13/07) — horário de Brasília.

Zumbido e tiros

"Eu levei um tiro que atingiu o pedaço superior da minha orelha direita. Eu soube imediatamente que algo estava errado quando ouvi um zumbido, tiros e imediatamente senti a bala rasgando a pele. Sangrou muito, e aí me dei conta do que estava acontecendo", escreveu em sua rede social, intitulada a "Truth Social".

Condolências às outras vítimas

Trump também agradeceu "ao serviço secreto americano e à polícia, pelo que chamou de “rápida reação no tiroteio". Ele mandou "condolências para a família da pessoa que foi morta no comício e também à família da outra pessoa que ficou gravemente ferida”. "É inacreditavel que algo assim possa acontecer no nosso país. Até agora nada se sabe sobre o atirador, que está morto”, destacou, ainda, o ex-presidente.

Leia outras informações

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Presidente da Coreia do Sul publica imagens feitas por IA abraçando Lula na infância. "Somos irmãos". Novidades para o seu Papo da Noite

23/02/2026

O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, publicou um vídeo feito com inteligência artificial em que aparece, ainda criança, abraçando o presidente Lula. O post foi feito nas redes sociais após um encontro entre os dois em Seul. Na gravação, com o uso de IA, os dois meninos aparecem se aproximando e se abraçando. Na sequência, as imagens mostram um vídeo real dos dois presidentes durante encontro hoje, segunda-feira, 23/02.

- O líder coreano afirmou que, embora tanto ele quanto Lula tenham enfrentado “adversidades”, o “povo os salvou”. Lula compartilhou postagem

- Lula visitou a Coreia do Sul hoje, segunda-feira e assinou 10 acordos sobre cooperação em diferentes áreas do comércio e em minerais críticos

- Audiência com ex-dono do Master em Brasília foi cancelada por decisão do STF: presidente da CPMI do INSS descarta ouvir Vorcaro em SP. Banqueiro sugeriu oitiva privada, onde mora. Viana negou


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O presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, publicou um vídeo feito com inteligência artificial em que aparece, ainda criança, abraçando o presidente Lula. O post foi feito nas redes sociais após um encontro entre os dois em Seul. Na gravação, com o uso de IA, os dois meninos aparecem se aproximando e se abraçando. Na sequência, as imagens mostram um vídeo real dos dois presidentes durante encontro hoje, segunda-feira, 23/02.

- O líder coreano afirmou que, embora tanto ele quanto Lula tenham enfrentado “adversidades”, o “povo os salvou”. Lula compartilhou postagem

- Lula visitou a Coreia do Sul hoje, segunda-feira e assinou 10 acordos sobre cooperação em diferentes áreas do comércio e em minerais críticos

- Audiência com ex-dono do Master em Brasília foi cancelada por decisão do STF: presidente da CPMI do INSS descarta ouvir Vorcaro em SP. Banqueiro sugeriu oitiva privada, onde mora. Viana negou



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- Mãe de Marielle: "Que tenha um resultado positivo". Amanhã começa o julgamento de mandantes 8 anos após assassinato

A 1a Turma da Corte começa a julgar amanhã, terça-feira, 24/02, os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, além de Rivaldo Barbosa, delegado e ex-chefe da Polícia Civil do RJ. Os réus também serão julgados pela morte de Anderson Gomes, motorista que estava com Marielle. Os familiares de Marielle Franco, vereadora assassinada em março de 2018, consideram que o STF dará uma resposta positiva ao julgar os acusados de mandar matá-la. "Depois de 8 anos, não tem como a gente não esperar que tenha um resultado positivo em relação aos mandantes. Tem se arrastado esses anos todos", disse Marinete Silva, mãe de Marielle. (Com a GloboNews)

- Direitos Humanos: especialistas da ONU pedem justiça plena para Marielle e Anderson

- Gás do povo: Caixa libera a partir de hoje, 23/02, recarga de botijão para 4,5 milhões de famílias

- Ministro do STF, relator do caso Master, Mendonça alerta para perigos do poder: "Tentação do diabo", durante um culto em SP. Disse ainda que cargos públicos exigem honestidade e recusa a "propostas sutis"



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- Novas da 'Papudinha': Moraes cobra explicações da Papudinha sobre visita fora do horário autorizado a Anderson Torres

- Compesa anuncia que concessão de serviços será assinada em março. Informações foram anunciadas pelo presidente, Douglas Nóbrega



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- Morreu na manhã de hoje, segunda-feira, 23/02, o cineasta caruaruense Sérgio Oliveira, que faria 66 anos

- Futebol de PE: Náutico utiliza as redes sociais para provocar o Santa Cruz: "6 anos. Um só vencedor"

- Prefeitura de Jaboatão: Mano Medeiros sanciona lei que atualiza a legislação de Uso, Ocupação e Parcelamento do Solo. De acordo com a prefeitura, lei favorece ambiente de negócios e reduz burocracia



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- Atlético-MG x Galo: Atlético recorre de decisão após perder processo contra Galo da Madrugada por uso de marca. Justiça negou ação para que bloco parasse de usar marca 'Galo Folia'

- Dólar cai 0,14%. Bolsa registra queda de 0,80%. Moeda norte-americana fechou cotada em R$ 5,169

- Acidente aéreo no Peru: acidente com helicóptero militar deixa 15 mortos no Peru, incluindo criança



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- O poder absoluto de Kim: Partido governista norte-coreano reelege Kim Jong-un como secretário-geral

O Partido dos Trabalhadores da Coreia do Norte reelegeu Kim Jong-un como secretário-geral em uma reunião do congresso do partido ontem, 22/02, informou a mídia estatal, uma medida vista como uma forma de reforçar seu controle absoluto do poder. Hoje, segunda-feira, 23/02, a agência de notícias estatal KCNA fez uma publicação, e creditou a Kim o aumento do prestígio do país, colocando-o globalmente em uma posição sólida para prosseguir sua cruzada revolucionária e fortalecendo os militares “em um exército de elite e poderoso”.

- Trump ameaça: países que quiserem "brincar" com a decisão da Suprema Corte enfrentarão tarifas mais altas

- 'Tarifaço' de Trump:parlamentares da UE adiam votação sobre acordo comercial com os EUA após novo 'tarifaço' global

- Após morte de 'El Mencho', Trump diz que México "precisa intensificar esforços" contra cartéis de drogas

- Morte de 'El Mencho': Operação que resultou na morte de narcotraficante mais procurado do México foi conduzida por tropas mexicanas e com uso de informações dos EUA, segundo a presidente Sheinbaum

- Peter Mandelson, ex-embaixador britânico investigado no Caso Epstein, é preso, apesar da Polícia de Londres só confirmar a prisão de um homem de 72 anos sob suspeita de má conduta em cargo público



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- Tensão EUA x Irã: EUA ordenam retirada de funcionários da embaixada americana em Beirute, no Líbano

Os EUA ordenaram a retirada de trabalhadores não essenciais da embaixada em Beirute, no Líbano, em meio às ameaças de Trump de atacar o Irã. Teerã mantém laços estreitos com o grupo extremista libanês Hezbollah. “Esta é uma medida temporária destinada a garantir a segurança de nosso pessoal, mantendo nossa capacidade de operar e auxiliar cidadãos americanos”, disse um alto funcionário do Departamento de Estado, sob condição de anonimato. Cerca de 40 funcionários deixaram a embaixada pelo aeroporto internacional de Beirute hoje, segunda-feira, 23/02, segundo uma fonte de segurança libanesa ouvida pela AFP. A embaixada continuará em funcionamento.




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O homem que roubou Portugal e o escândalo do Banco Master: paralelos de uma mesma engrenagem, por Antônio Campos*

23/02/2026

A história econômica é pródiga em personagens que desafiam o sistema financeiro não apenas pela audácia, mas pela capacidade de explorar suas fragilidades estruturais. Em 'O homem que roubou Portugal', Murray Teigh Bloom narra o caso de Artur Virgílio Alves Reis, responsável por um dos maiores golpes financeiros do século XX. Quase um século depois, o escândalo do Banco Master, associado ao nome de Daniel Vorcaro, reacende o debate sobre governança, regulação e os limites entre ousadia empresarial e risco sistêmico.

Alves Reis não era um ladrão comum

Ele percebeu que o Banco de Portugal operava sob um regime de moeda fiduciária frágil, com controles internos imperfeitos. Seu golpe não consistiu em falsificar notas grosseiras, mas em mandar imprimi-las na própria gráfica oficial que produzia o papel-moeda português. Criou, na prática, um “banco central paralelo”, emitindo milhões de escudos como se fossem legítimos.

Impacto

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A história econômica é pródiga em personagens que desafiam o sistema financeiro não apenas pela audácia, mas pela capacidade de explorar suas fragilidades estruturais. Em 'O homem que roubou Portugal', Murray Teigh Bloom narra o caso de Artur Virgílio Alves Reis, responsável por um dos maiores golpes financeiros do século XX. Quase um século depois, o escândalo do Banco Master, associado ao nome de Daniel Vorcaro, reacende o debate sobre governança, regulação e os limites entre ousadia empresarial e risco sistêmico.

Alves Reis não era um ladrão comum

Ele percebeu que o Banco de Portugal operava sob um regime de moeda fiduciária frágil, com controles internos imperfeitos. Seu golpe não consistiu em falsificar notas grosseiras, mas em mandar imprimi-las na própria gráfica oficial que produzia o papel-moeda português. Criou, na prática, um “banco central paralelo”, emitindo milhões de escudos como se fossem legítimos.

Impacto

O prefácio da edição brasileira destaca que o impacto de sua fraude foi macroeconômico, chegando a representar cerca de 2,6% do PIB português da época. Não se tratava apenas de crime individual, mas de um abalo institucional. A moeda, símbolo da soberania, foi capturada por um particular.
No caso do Banco Master, as proporções e os mecanismos são distintos, mas as analogias estruturais são evidentes. A instituição ganhou notoriedade ao captar recursos com taxas elevadas, expandindo rapidamente sua base de ativos e assumindo posições consideradas arriscadas por parte do mercado.

Debate do modelo

Como em outros episódios bancários contemporâneos, a discussão não gira apenas em torno de ilegalidade, mas de modelo de negócio, exposição a risco e confiança do sistema.
Alves Reis justificava-se como um “desenvolvimentista”, afirmando que sua emissão clandestina visava fomentar Angola e dinamizar a economia portuguesa. A retórica é conhecida: a inovação financeira seria instrumento de progresso, mesmo que os meios fossem questionáveis. O empresário se via quase como um reformador monetário.
Também no Brasil recente, discursos de modernização financeira, crédito alternativo e soluções “fora do padrão” acompanharam a ascensão de bancos médios e independentes. O argumento da eficiência contra a ortodoxia reaparece. A linha entre empreendedorismo financeiro e imprudência regulatória torna-se tênue.



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Outro ponto de contato

A confiança. O sistema bancário é, essencialmente, um pacto de fé coletiva. No caso português, o Banco de Portugal sequer possuía controles adequados para detectar duplicidade de numeração de notas. A falha institucional abriu espaço para o golpe. A engrenagem funcionava, mas com parafusos frouxos.
No Brasil, o debate sobre o Banco Master também passa pela supervisão. A atuação do Banco Central, os limites prudenciais, as garantias do FGC e a transparência das operações tornam-se centrais. Sempre que um banco cresce aceleradamente apoiado em estruturas complexas, o mercado pergunta: o regulador está enxergando tudo?
Outra analogia reside na figura do personagem. Alves Reis era carismático, articulado, capaz de convencer empresários e investidores estrangeiros da legitimidade de seu contrato forjado. Criou uma narrativa de grandeza e oportunidade histórica. O fascínio pessoal foi parte do motor do golpe.
Escândalos financeiros contemporâneos também costumam orbitar líderes que concentram poder decisório e constroem reputações de ousadia.

Semelhanças e diferenças

A personalização excessiva da gestão pode transformar a instituição em extensão da vontade de um indivíduo, reduzindo filtros internos.
Há, porém, diferenças importantes. Alves Reis cometeu falsificação deliberada e consciente, forjando documentos e assinaturas. Seu ato era criminal na essência. Já os episódios bancários modernos geralmente transitam na zona cinzenta da regulação: estruturas agressivas, mas formalmente amparadas por normas até que a autoridade determine o contrário.
Ainda assim, o efeito simbólico é semelhante. Quando a moeda ou o crédito são percebidos como manipuláveis por interesses privados, a confiança sistêmica se abala. Em Portugal, o escândalo contribuiu para instabilidade política e institucional. No Brasil, cada crise bancária reabre a discussão sobre risco moral e socialização de prejuízos.

Constante histórica

Ambos os casos revelam uma constante histórica: sistemas financeiros complexos dependem menos de genialidade individual e mais de mecanismos de controle eficazes. Onde há lacunas, surgem aventureiros — ou inovadores — dispostos a testá-las.
O homem que roubou Portugal não apenas imprimiu dinheiro; imprimiu uma lição sobre os limites da confiança institucional. O episódio do Banco Master, ainda que em contexto diverso, recorda que a solidez bancária é construída sobre prudência, transparência e fiscalização contínua.
Entre a audácia e a imprudência, a história ensina que o verdadeiro risco não está apenas no indivíduo, mas na arquitetura que permite que ele avance.
O escândalo do Banco Master demonstra a necessidade do aprimoramento do sistema de controle bancário e financeiro no Brasil. No final, quem paga a conta é a União, ou seja, o cidadão. É preciso punição exemplar, dando o devido processo legal.

*Antônio Campos é advogado e escritor.



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Morte de 'El Mencho': onda de violência no México mata 25 membros da Guarda Nacional

23/02/2026

A onda de violência que tomou regiões do México após morte do narcotraficante El Mencho matou 25 membros da Guarda Nacional, segundo o governo. Os agentes foram mortos em 6 ataques distintos em Jalisco. Também morreram 34 suspeitos e outras 3 pessoas. Ao todo, mortes chegam a 73, segundo agências de notícias e a imprensa mexicana.



'El Mencho'

Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como 'El Mencho', foi morto durante uma operação militar ontem, domingo, 22/02. Ele comandava o cartel Jalisco Nova Geração, que trafica cocaína, metanfetamina, fentanil aos EUA, e era o criminoso mais procurado do país.



Ministro da Segurança do México

Em coletiva de imprensa hoje, segunda-feira, 23/02, o ministro da Segurança do México, Omar García Harfuch, revelou que os militares morreram em ataques em Jalisco. Também morreram um agente penitenciário, um integrante do Ministério Público estadual e uma...

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A onda de violência que tomou regiões do México após morte do narcotraficante El Mencho matou 25 membros da Guarda Nacional, segundo o governo. Os agentes foram mortos em 6 ataques distintos em Jalisco. Também morreram 34 suspeitos e outras 3 pessoas. Ao todo, mortes chegam a 73, segundo agências de notícias e a imprensa mexicana.



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'El Mencho'

Nemesio Oseguera Cervantes, conhecido como 'El Mencho', foi morto durante uma operação militar ontem, domingo, 22/02. Ele comandava o cartel Jalisco Nova Geração, que trafica cocaína, metanfetamina, fentanil aos EUA, e era o criminoso mais procurado do país.



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Ministro da Segurança do México

Em coletiva de imprensa hoje, segunda-feira, 23/02, o ministro da Segurança do México, Omar García Harfuch, revelou que os militares morreram em ataques em Jalisco. Também morreram um agente penitenciário, um integrante do Ministério Público estadual e uma mulher não identificada. Harfuch afirmou ainda que cerca de 30 suspeitos de integrar organizações criminosas foram mortos em Jalisco e outros 4 foram mortos em Michoacán. 70 pessoas foram presas, em 7 estados, durante os atos violentos deste domingo, organizados por partidários do cartel. "Estamos monitorando de perto qualquer tipo de reação ou reestruturação dentro do cartel que possa levar à violência", garantiu o secretário de Segurança.




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PEC da Segurança quer manter pena integral em feminicídio e pedofilia

23/02/2026

O relator da PEC da Segurança Pública, o deputado Mendonça Filho, vai propor que haja possibilidade constitucional de redução, ou eliminação, da progressão de pena para condenados por feminicídio e pedofilia, mantendo o cumprimento integral da sentença para esses casos. A proposta já fazia essa sugestão para líderes de facções criminosas. Caso seja aprovada, a PEC permitirá que leis que proponham a redução, ou extinção, da progressão de pena não corram risco de questionamento e invalidação judicial para esses casos. Ou seja, a PEC não acabará com a progressão, mas abrirá espaço constitucional para a legislação brasileira fazer isso.

Feminicídio, pedofilia ou chefes de facção

Na prática, com a emenda aprovada, a proposta permitirá que deputados votem projetos de lei que reduzam, ou extinguam, a progressão de pena para condenados por feminicídio, pedofilia ou chefes de facção. A progressão de pena transfere os apenados para um regime menos rigoroso e...

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O relator da PEC da Segurança Pública, o deputado Mendonça Filho, vai propor que haja possibilidade constitucional de redução, ou eliminação, da progressão de pena para condenados por feminicídio e pedofilia, mantendo o cumprimento integral da sentença para esses casos. A proposta já fazia essa sugestão para líderes de facções criminosas. Caso seja aprovada, a PEC permitirá que leis que proponham a redução, ou extinção, da progressão de pena não corram risco de questionamento e invalidação judicial para esses casos. Ou seja, a PEC não acabará com a progressão, mas abrirá espaço constitucional para a legislação brasileira fazer isso.

Feminicídio, pedofilia ou chefes de facção

Na prática, com a emenda aprovada, a proposta permitirá que deputados votem projetos de lei que reduzam, ou extinguam, a progressão de pena para condenados por feminicídio, pedofilia ou chefes de facção. A progressão de pena transfere os apenados para um regime menos rigoroso e é um direito garantido a todos os condenados. Para o benefício, o juiz deve analisar se o preso preenche requisitos da lei, segundo o TSDFT, Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios. Segundo a Lei de Execução Penal, "o apenado somente terá direito à progressão de regime se ostentar boa conduta carcerária, comprovada pelo diretor do estabelecimento, e pelos resultados do exame criminológico".



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Quando será analisada

A previsão é que a PEC seja analisada na comissão especial no início de março e, tão logo aprovada, siga para o plenário. Por se tratar de uma proposta de emenda à Constituição, o texto pode ser votado mesmo com a pauta trancada. O projeto Antifacção tramita com urgência constitucional e pode passar a trancar a pauta nos próximos dias. A proposta já foi aprovada pelos deputados, mas passou por um série de mudanças no Senado e retornou para a análise da Câmara. Para Mendonça Filho, a PEC da Segurança precisa ser votada antes do PL Antifacção. A discussão sobre a pauta da Casa, no entanto, ainda deve ser definida por Hugo Motta e líderes partidários.




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Senado marca votação da “OAB da Medicina”. Após votação pode seguir direto para a Câmara

23/02/2026

A Comissão de Assuntos Sociais, CAS, do Senado marcou, para quarta-feira, 25/02, a votação do projeto de lei que cria o Exame Nacional de Proficiência em Medicina, ‘Profimed’, que ficou conhecido como “OAB da Medicina”, em referência à prova feita por bacharéis em Direito, obrigatória para a obtenção do registro de advogado no Brasil. A proposta ganhou tração após os resultados desanimadores da primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica, ‘Enamed’. Ao todo, 30% dos mais de 300 cursos avaliados pelo MEC foram reprovados. A maioria deles serão alvos de penalidades por terem notas “1” e “2” em uma escala até 5.



‘Profimed’

O Profimed busca avaliar as competências profissionais e éticas de egressos de medicina de forma semestral. A sua realização será obrigatória para o exercício da medicina no Brasil. A prova será coordenada, regulamentada e aplicada pelo CFM, competência que enfrenta resistência de alguns parlamen...

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A Comissão de Assuntos Sociais, CAS, do Senado marcou, para quarta-feira, 25/02, a votação do projeto de lei que cria o Exame Nacional de Proficiência em Medicina, ‘Profimed’, que ficou conhecido como “OAB da Medicina”, em referência à prova feita por bacharéis em Direito, obrigatória para a obtenção do registro de advogado no Brasil. A proposta ganhou tração após os resultados desanimadores da primeira edição do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica, ‘Enamed’. Ao todo, 30% dos mais de 300 cursos avaliados pelo MEC foram reprovados. A maioria deles serão alvos de penalidades por terem notas “1” e “2” em uma escala até 5.



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‘Profimed’

O Profimed busca avaliar as competências profissionais e éticas de egressos de medicina de forma semestral. A sua realização será obrigatória para o exercício da medicina no Brasil. A prova será coordenada, regulamentada e aplicada pelo CFM, competência que enfrenta resistência de alguns parlamentares, que defendem que seja o MEC quem aplique a prova. A iniciativa tramita na comissão em caráter terminativo, ou seja, não precisa passar pelo plenário e pode ir direto para a Câmara.

Comissão: MEC e pelo Ministério da Saúde

Em contrapartida, será criada uma comissão de apoio, composta pelo MEC e pelo Ministério da Saúde, para tratar da prova, que será estabelecida em ato pelo CFM. O projeto ainda cria regras para a ampliação de novas vagas na residência médica para garantir que médicos recém-formados se especializem. O MEC e o Ministério da Saúde deverão apresentar um plano conjunto para atingir a proporção mínima de 0,75 vaga por egresso até 2035.




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Academia Pernambucana de Letras inicia comemoração do centenário do Congresso Regionalista de 1926

23/02/2026

O Congresso Regionalista foi um movimento de valorização cultural, que buscava defender as tradições, a cultura e a identidade do Nordeste brasileiro diante da modernização acelerada e da influência estrangeira. Do Congresso resultou o Manifesto Regionalista de 1926, escrito pelo então jovem intelectual revolucionário Gilberto Freyre.



Sessão emocionante

A Academia Pernambucana de Letras, presidida por Margarida Cantarelli, promove na tarde de hoje sessão em homenagem ao centenário do evento. O ato está em andamento, neste momento. (15h40). A acadêmica Maria Lecticia Cavalcanti, com extraordinário brilhantismo, faz a introdução ao tema. Ainda vai falar o intelectual, consultor empresarial e intelectual Gilberto Freyre Neto, descendente direto do maior gênio da cultura Pernambucana.

O Manifesto

Escrito por Gilberto Freyre, inserido no contexto modernista, mas com um viés tradicionalista, propõe um...

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O Congresso Regionalista foi um movimento de valorização cultural, que buscava defender as tradições, a cultura e a identidade do Nordeste brasileiro diante da modernização acelerada e da influência estrangeira. Do Congresso resultou o Manifesto Regionalista de 1926, escrito pelo então jovem intelectual revolucionário Gilberto Freyre.



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Sessão emocionante

A Academia Pernambucana de Letras, presidida por Margarida Cantarelli, promove na tarde de hoje sessão em homenagem ao centenário do evento. O ato está em andamento, neste momento. (15h40). A acadêmica Maria Lecticia Cavalcanti, com extraordinário brilhantismo, faz a introdução ao tema. Ainda vai falar o intelectual, consultor empresarial e intelectual Gilberto Freyre Neto, descendente direto do maior gênio da cultura Pernambucana.

O Manifesto

Escrito por Gilberto Freyre, inserido no contexto modernista, mas com um viés tradicionalista, propõe um contraponto ao modernismo paulista de 1922.
Defende a Cultura e Tradição; a cultura nordestina, com foco na tradição rural (casa-grande e senzala) e na valorização das expressões locais.
Também o Urbanismo e Ecologia, com crítica aos "engenheiros simplistas" e ao uso excessivo de cimento armado, defendendo um urbanismo mais adequado ao meio, valorizando as ruas estreitas e sobrados. Também valorização da "Autenticidade": Busca pela "autenticidade brasileira" no passado rural e na cultura popular nordestina.

Recepção

O movimento teve influência em outras regiões brasileiras e gerou debates sobre a modernidade e tradição, com Mário de Andrade, por exemplo, expressando entusiasmo com a iniciativa, apesar de inicialmente contrário ao regionalismo.



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Imunização contra Bronquiolite: Maternidades do Recife iniciam imunização de bebês amanhã

23/02/2026

Dez unidades de saúde localizadas no Recife passam a aplicar o imunizante 'niservimabe', até então só disponível na rede privada e agora incorporado ao SUS, a partir de amanhã, terça-feira, 24/02. O objetivo das vacinações é proteger os bebês contra o vírus sincicial respiratório, VSR, causador da bronquiolite, infecção respiratória bastante comum em crianças menores de dois anos. Conforme orientação do Ministério da Saúde, o público-alvo dessa ação são recém-nascidos prematuros (nascidos no período de até 36 semanas e 6 dias de gestação) e bebês (até 1 ano, 11 meses e 19 dias) com comorbidades específicas: cardiopatia congênita, doença pulmonar grave ou crônica da prematuridade (DPCP), imunocomprometidos graves, síndrome de Down, fibrose cística, doença neuromusculares graves e anomalias congênitas das vias aéreas.

Locais de Vacinação

O imunizante, administrado em apenas uma dose, será aplicado nas seguintes maternidades localizadas na cidade do Re...

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Dez unidades de saúde localizadas no Recife passam a aplicar o imunizante 'niservimabe', até então só disponível na rede privada e agora incorporado ao SUS, a partir de amanhã, terça-feira, 24/02. O objetivo das vacinações é proteger os bebês contra o vírus sincicial respiratório, VSR, causador da bronquiolite, infecção respiratória bastante comum em crianças menores de dois anos. Conforme orientação do Ministério da Saúde, o público-alvo dessa ação são recém-nascidos prematuros (nascidos no período de até 36 semanas e 6 dias de gestação) e bebês (até 1 ano, 11 meses e 19 dias) com comorbidades específicas: cardiopatia congênita, doença pulmonar grave ou crônica da prematuridade (DPCP), imunocomprometidos graves, síndrome de Down, fibrose cística, doença neuromusculares graves e anomalias congênitas das vias aéreas.

Locais de Vacinação

O imunizante, administrado em apenas uma dose, será aplicado nas seguintes maternidades localizadas na cidade do Recife: Professor Barros Lima (Casa Amarela), Professor Bandeira Filho (Afogados), Professor Arnaldo Marques (Ibura), Hospital da Mulher (Curado), todos da rede municipal de saúde; o Imip (Coelhos), da rede filantrópica, e os hospitais Barão de Lucena (Cordeiro), Clínicas (Cidade Universitária), Agamenon Magalhães (Casa Amarela) e Cisam (Encruzilhada), vinculadas à rede estadual.



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A Vacina

Diferentemente da vacina tradicional, o 'nirsevimabe' é um anticorpo já pronto que age imediatamente após a aplicação, sem a necessidade de estimular o sistema imunológico a desenvolver uma resposta ao longo do tempo. Ele garante proteção por 5 a 6 meses após a administração. Sua incorporação ao SUS reforça a estratégia de prevenir os casos graves de bronquiolite e pneumonias em bebês. No final do ano passado, o SUS passou a disponibilizar a vacina contra VSR para gestantes a partir da 28ª semana, protegendo o bebê já antes do parto. Dessa forma, além de imunizar gestantes, há aplicação do imunobiológico na criança, reforçando o sistema de defesa. Também podem receber o imunizante as crianças com comorbidades e prematuras nascidas entre agosto de 2025 e janeiro de 2026.




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"O Acordo de Yalta e o desenho geopolítico do mundo pós - 1945" - Por Jarbas Beltrão*

23/02/2026

'Yalta, o paraíso'

Yalta é cidade localizada ao sul da Península da Criméia, às margens do Mar Negro, Ucrânia.

Yalta, sul da Criméia, tem às suas margens belas praias, e hoje, muitos resorts, sempre com frequência de representantes das elites russas. Ali se encontram as águas mornas, que o Mar Báltico ao norte não possui.

Yalta, sempre foi o lugar de férias da elite czarista russa e depois das elites soviéticas...

Pela Ucrânia, às margens do Rio Volga, há importante via de penetração no território russo, é caminho usado para transportes de petróleo, e comunicações. Por ali, os alemães penetraram em território soviético, com a execução da Operação Barbarossa durante a 2a. GM.

O Rio Volga, é/foi estratégico para se chegar na cidade, cujo batismo que perdurou até a morte do ditador em 1953, foi conhecida como Stalingrado, antes chamava-se, Tsartisyng.

Conquistar e humilhar Stalingrado, er...

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'Yalta, o paraíso'

Yalta é cidade localizada ao sul da Península da Criméia, às margens do Mar Negro, Ucrânia.

Yalta, sul da Criméia, tem às suas margens belas praias, e hoje, muitos resorts, sempre com frequência de representantes das elites russas. Ali se encontram as águas mornas, que o Mar Báltico ao norte não possui.

Yalta, sempre foi o lugar de férias da elite czarista russa e depois das elites soviéticas...

Pela Ucrânia, às margens do Rio Volga, há importante via de penetração no território russo, é caminho usado para transportes de petróleo, e comunicações. Por ali, os alemães penetraram em território soviético, com a execução da Operação Barbarossa durante a 2a. GM.

O Rio Volga, é/foi estratégico para se chegar na cidade, cujo batismo que perdurou até a morte do ditador em 1953, foi conhecida como Stalingrado, antes chamava-se, Tsartisyng.

Conquistar e humilhar Stalingrado, era questão de honra para o ditador nazista; afinal, a cidade carregava o nome de seu ex-aliado, agora (1941) inimigo.

Admiração, o líder nazista manteve em relação a Marx e Lenin. Mas, o socialismo internacionalista dos dois, era odiado pelo líder do Partido da Suástica.

Em 2013, o ditador Putin, achou conveniente voltar chamar a cidade de Stalingrado, para a preservação da memória da vitória na "grande guerra patriótica". Hoje é mistura de Volgogrado e Stalingrado.

'Stalingrado e a rendição nazista'

Com a derrota nazista em Stalingrado, somada a derrota no Norte da África - Batalha de El Alamein - os exércitos nazistas passaram, então, a só experimentar derrotas, isto até o final do grande conflito.

Sobre a Batalha de Stalingrado, a mesma ocorreu no ano de 1942, resultado da Operação Barbarossa (nazista) - ruptura da Aliança Soviéticos e Nazistas - a derrota e humilhação nazista teve assinatura da rendição pelo General Von Paulus, contrariando os desígnios de Hitler. As tropas alemãs esgotadas deveriam reagir até alcançar à morte.

A invasão alemã ao território Soviético foi o "ponto de virada" do governo soviético; antes aliado do nazismo.

O Tratado de 1939 - Amizade e Não-agressão - entre Alemanha e União Soviética - rompido pela Alemanha nazista, trouxe a partir de então o ditador Stalin à inclinar-se para o lado dos Aliados Ocidentais - Estados Unidos, Inglaterra e o governo francês no exílio.

'Acordo de Yalta'

Em fevereiro de 1945, ainda transcorria a guerra na Europa e no Pacífico, entretanto, a Alemanha nazista já estava derrotada, quando ocorreu o Acordo de 1945, entre as Lideranças Aliadas.

As lideranças Aliadas: Churchill, Roosevelt e mais o ditador Stalin se reuniram na cidade de Yalta, balneário da Criméia, para pensar o que viria depois daquela verdadeira demolição européia deixada pela 2a. GM.



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Na cidade Penínsular, as três lideranças reuniram-se para definir a "Nova Ordem Mundial", que viria com o término do conflito. A Ordem de Yalta, se sustentaria até 1991.

Naquela reunião foi selada a sorte do continente europeu e do mundo.

Churchil foi um pouco escanteado na Reunião pelas duas nações, Estados Unidos e União Soviética. Os destinos do mundo passaram a ser definidos fora do continente europeu - Estados Unidos (América) e União Soviética (Euro-Asia), Roosevelt e Stalin respectivamente.

Já em 1944 um Acordo - Bretton Woods - reconhecia a moeda américana - o Dólar- como meio de troca universal, que colocava a nação americana na dianteira econômica do mundo.

Dianteira americana, já vinha se constituindo antes do conflito.

'A União Soviética beneficiada'

O Acordo de Yalta trouxe o novo mapa geopolítico que dominaria a Ordem Global, repercutindo no continente Euopeu.

Soviéticos ficariam com leste do continente e o Ocidente liberal ficaria com hegemonia americana.

Berlim, a capital do Reich seria divididida entre as quatro forças que combateram na Europa: O mundo liberal - Estados Unidos, Inglaterra a França libertada.- e a União Soviética do lado comunista.

'Reações ao Acordo de Yalta'

Churchil, primeiro ministro britânico reagiu ao Acordo. Na verdade, ele via a fatia dos Soviéticos como concessão perigosa - e na verdade foi - e afirmava, a Europa seria separada por uma "Cortina de Ferro", plataforma para a expansão do totalitarismo que vindo da União Soviética se espalharia pelo mundo.

Churchill afirmava: fazer acordo com ditadores é como fazer "carícias em fera selvagem, com a cabeça dentro da boca do animal".

Churchill queria dar continuidade a guerra dirigindo-se para Moscou. Mas, as tropas estavam exaustas, os gastos com a guerra, já sufocavam a economia e a vida das sociedades democráticas.

Por sua parte, Roosevelt pressionado pelos americanos visava terminar a guerra a qualquer preço. Ainda, a guerra do Pacífico consumia as reservas dos cofres da jovem potência americana.

'O "Heartland" passou a ser soviético'

Na teoria geopolítica, o "Heartland" - o coração do globo, ficou com os comunistas - no crntro-leste europeu, as futuras Repúblicas socialstas - o miocárdio deste coração era Yalta, na Criméia.

O General americano Patton, morto num acidente banal num acampamento dos Aliados fez voz com Churchill. O General anti-comunista ferrenho, impetuoso afirmara: "vencemos o inimigo errado, o nazismo não era o inimigo da vez, sigamos para apanhá-lo em Moscou".

Mas, sem volta, o Acordo de Yalta estava definido, e a História pós-Yalta, seguiu os passos até 1991.

'O fim do Acordo de Yalta'

Queda da União Soviética, antes disso das ditaduras socialistas, caíram como um castelo de cartas, a partir de 1989.

A queda do Muro de Berlim significava a ruína do Planeta Socialista Europeu.



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Quando a URSS, dissolveu-se, com o ato de Gorbachev, em dezembro de 1991, o socialismo real sumiu por um sopro; a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas, as suas 15 Repúblicas, pelos menos teoricamente "ganharam soberanias".

O paraíso dourado do futuro da humanidade já não mais existia Desmentia-se aquela arrogância de Leonid Brejnev - "o socialismo já está consolidado", mas confirmava-se a avaliação do economista da Escola Austríaca Frederich Hayeck, prêmio Nobel de Economia, O socialismo é inviável, ele parte de bases falsas, rejeita a espontaneidade e liberdade econômica, e acredita que só Planos estatais provocam alavancagem econômica.
Enfim, o erro fatal da teoria coletivista comunista perdera terreno.

A teoria dos Planos econômicos coletivistas, olha a História como sucessão de engrenagens dos modos de produção ficara "sem chão".

'As duas Europas'

O mundo pós2a GM, durante período de 1945- 1991, foi dominado por permanente clima de tensão com pintura de um conflito mundial nuclear. Uma Ordem bipolar definia o destino das nações.

O Ocidente sob comando de uma economia de mercado de direção norte-americana através de um Plano de recuperação-econômica-Plano Marshall - trazia de volta as democracias europeia, países receberam ajudas econômicas e foi formado um mercado de circulação de variadas mercadorias de consumo. Bens de uso pessoal, domésticos consistiam na economia liberal européia - Americam Way of Life. Países como: Portugal, Itália, Alemanha Federal, França, Inglaterra, Noruega, Dinamarca, Holanda, Suíça, foram beneficiados com o Plano Econômico

O Plano Marshal foi a base para construção de um mercado livre.

Paralelo ao Plano Econômico, as elites ocidentais pensaram numa Organização de Defesa Militar, nasceu daí a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte), Defesa contra aquela expansão totalitária vinda de Moscou.

A Europa Leste sob comando da União Soviética. Aí dentro coube as Repúblicas Socialistas, denominadas
Democracias Populares. Polônia, Tchecoesloquia, Hungria, Bulgária, Romênia. Iuguslávia, Albânia e Alemanha Democrática.

O lado leste adotou modelo econômico centralizado (estatizado) e estrutura política sob controle de um Partido Único. Parou no tempo. Modelo burocrático esgotou; e desmanchou-se 1889/1991...

O Leste europeu criou um Estado distanciado da Sociedade. Resultado paralisia econômica e ditaduras terroristas.


A partir de 1989, as ditaduras foram caindo embora permaneçam ranços. Estive em set/out de 2025 na República Tcheca, visitei a cidade de Brnoi, ainda preserva um ar cinza do comunismo.

'A Novissima Ordem Mundial'

A partir 1991 com o desmonte do "Planeta socialista', a Ordem torna-se unipolar, com a hegemonia Norte americana. Porém, desde os últimos anos de 1980, uma nova potência vai surgindo no extremo Oriente - a República Popular da China - um mix de ditadura comunista e economia de mercado - (socialismo de características chinesas). Uma economia de mercado, não doméstico, sob controle da burocracia estatal/ partidária.



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Com a China, então fruto da ambição da economia de mercado ocidental, cumpriu-se as "profecias" do economista Shumpter - "capital persegue seu máximo lucro". Essa otimização de ganhos, a partir de 1980 migra para o extremo oriente comunista: China, Vietnã, Laos, Cambodja. Aí Kissinger, Nixon deram um empurrãozinho para o "Ocidente ser traído".


Tenho Dito.


Desde minha Gravatá, com degustação de uma boa dose de Old Par, on The Rocks.


*Jarbas Beltrão é Historiador, professor de História da UPE. Mestre em Educação pela UFPB. MBA em Política Estratégia Defesa e Segurança pela Adesg e Faculdade Metropolitana São Carlos/SP. Vinculado ao MBA em Geopolítica e Novas Fronteiras, Cibernética e Inteligência Artificial pela Adesg (Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra) e Instituto Venturo. Membro associado Academy Ventury de Política e Estratégia.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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Vende-se Prédios do Diário de Pernambuco: o preço é menor que o cachê de artista famoso - Por, Emanuel Silva*

23/02/2026

O fato precisa ser dito logo de início: o Governo Federal está leiloando um imóvel histórico ligado ao Diário de Pernambuco — o jornal mais antigo em circulação da América Latina — por cerca de R$ 750 mil.

Esse é o valor pedido, já com desconto de quase 300 mil do valor de avaliação, para arrematar um dos ícones do jornalismo nacional, que testemunhou quase dois séculos de história, da Independência do Brasil aos dias atuais. Ou seja, o Governo Federal está vendendo a história com desconto, para se ver livre rapidamente.

O dado ganha contornos ainda mais simbólicos quando se observa que o mesmo governo, por meio da Lei Rouanet, assistiu à expansão da captação de recursos via renúncia fiscal para cifras bilionárias destinadas ao financiamento de espetáculos, shows e outras atrações culturais.

Diante desse contraste, a pergunta impõe-se de forma direta:

qual a razão de tamanho descaso com a memória histórica?

A m...

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O fato precisa ser dito logo de início: o Governo Federal está leiloando um imóvel histórico ligado ao Diário de Pernambuco — o jornal mais antigo em circulação da América Latina — por cerca de R$ 750 mil.

Esse é o valor pedido, já com desconto de quase 300 mil do valor de avaliação, para arrematar um dos ícones do jornalismo nacional, que testemunhou quase dois séculos de história, da Independência do Brasil aos dias atuais. Ou seja, o Governo Federal está vendendo a história com desconto, para se ver livre rapidamente.

O dado ganha contornos ainda mais simbólicos quando se observa que o mesmo governo, por meio da Lei Rouanet, assistiu à expansão da captação de recursos via renúncia fiscal para cifras bilionárias destinadas ao financiamento de espetáculos, shows e outras atrações culturais.

Diante desse contraste, a pergunta impõe-se de forma direta:

qual a razão de tamanho descaso com a memória histórica?

A memória histórica mais barata que um show de duas horas

O preço mínimo estabelecido no leilão federal para os edifícios localizado na Praça da Independência, nº 36 e 40, Santo Antônio, Recife/PE, que ajudaram a narrar a trajetória política, social e cultural do Brasil, é irrisório quando comparado aos cachês milionários pagos pelo setor público para a promoção de eventos festivos.

Em 2023, a Lei Rouanet captou aproximadamente R$ 2,35 bilhões; em 2024, o total alcançou R$ 3,04 bilhões; e, em 2025, chegou a R$ 3,41 bilhões, recorde histórico desde a criação do mecanismo. Ainda assim, um prédio histórico está indo a leilão por valor inferior ao montante captado para turnês de determinados artistas famosos, inclusive alguns velhos conhecidos que, por sinal, se tornaram muito ricos. Ou bem menos que a escola de samba do Rio de Janeiro obteve para contar a historia de Lula no Carnaval 2025.
O contraste é objetivo:

o que dura poucas horas custa mais do que aquilo que resistiu por quase duzentos anos.
Não se trata de recurso retórico, mas de um diagnóstico claro sobre a hierarquia de prioridades adotada pelo Estado brasileiro.



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A inversão de valores no Brasil: quando um espetáculo vale mais que a memória de 200 anos.

Não está em debate a legitimidade do financiamento a espetáculos culturais.

Os eventos artísticos integram a vida cultural brasileira e devem ser valorizados.

Entretanto, uma política cultural equilibrada pressupõe também:

• preservação do patrimônio histórico;
• sustentação de instituições de memória;
• proteção de acervos, bibliotecas e arquivos.

No contexto brasileiro recente, observa-se uma inversão:

o efêmero ganha centralidade, enquanto o permanente perde prioridade.

O espetáculo gera visibilidade imediata, repercussão midiática, capital simbólico e... possível voto. A memória, por sua natureza silenciosa e duradoura, não produz retorno instantâneo.

Por isso, o desequilíbrio deixa de ser apenas cultural e assume dimensão política, especialmente quando cifras bilionárias convivem com o abandono material de um dos marcos históricos da imprensa nacional.

O abandono que antecedeu o leilão

Nenhum patrimônio histórico chega ao leilão de forma repentina.

Antes disso, ocorre um processo silencioso de deterioração institucional e social:

• ausência de manutenção contínua;
• fragilidade de políticas públicas de preservação;
• desinteresse institucional;
• redução da história a simples ativo imobiliário registrado sob matrícula nº 12.567, processo nº 0810590-50.2023.4.05.8300.

Esse roteiro é repetido em diversas regiões do país.

Um símbolo de relevância é colocado à venda pelo Governo Federal por um valor inferior ao salário anual de determinados altos cargos públicos, sem que se perceba plenamente a dimensão da perda envolvida.

Uma pergunta incômoda e um apelo ao comprador

Quando o poder público financia amplamente eventos artísticos — por recursos diretos ou incentivados — e, simultaneamente, coloca à venda um símbolo vivo da história brasileira, surge uma indagação inevitável:

a prioridade é preservar a cultura ou ampliar a visibilidade política em períodos eleitorais?

Não se trata de conjectura, mas de análise objetiva de prioridades:

• bilhões de reais destinados a espetáculos via renúncia fiscal;
• menos de um milhão para manter um patrimônio que representa quase dois séculos do jornalismo do país.

Nesse contexto, impõe-se também um chamado à sensibilidade dos próprios concorrentes da imprensa.

Se o Governo adota tamanho nível de desprezo institucional em relação a uma instituição com cerca de 200 anos de história editorial, qual será o destino, no futuro, com a memória daqueles que possuem apenas algumas décadas de existência?

Por fim, o dado mais eloquente de todos:

uma parte da história brasileira, embora pequena, foi reduzida a anúncio de leilão com prazo de encerramento.

Quem desejar arrematar esta fração concreta da história nacional, que de tão desvalorizada pelo Governo Federal, está com desconto de 30%, basta acessar:
https:// comprei.pgfn.gov.br /anuncio/detalhe/65362
Resta somente 14 dias. E o apelo para quem arrematar: Veja que os prédios não são paredes antigas, em localização central, mas são quase dois séculos de memória jornalística nacional. Ao menos preserve e respeite


*Emanuel Silva, é Professor e Cronista


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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Mudança de tempo ou tempo de mudança? - Por, Zé da Flauta

23/02/2026

Sempre que o mundo parece acelerar demais, alguém pergunta se estamos vivendo uma mudança de tempo ou apenas trocando a decoração do mesmo velho cenário. Desta vez, porém, a sensação é diferente. Os paradigmas realmente se moveram. A tecnologia não bate mais à porta: ela já sentou na sala, abriu o notebook e começou a produzir. As inteligências artificiais padronizam textos, imagens, músicas, relatórios. Fazem rápido, fazem bem, e fazem igual. O que antes era diferencial técnico virou commodity em silêncio.

Coração

Durante muito tempo, o valor humano foi medido pelo músculo. Depois, pelo cérebro. Quem aguentava mais, produzia mais, quem pensava mais rápido, decidia melhor. Agora, curiosamente, essas duas métricas já não bastam. Máquinas superam o músculo. Algoritmos superam a lógica. O que sobra de verdadeiramente humano começa a emergir como novo critério, o coração. Não no sentido romântico piegas, mas no sentido ético, relacional, sensível.
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Sempre que o mundo parece acelerar demais, alguém pergunta se estamos vivendo uma mudança de tempo ou apenas trocando a decoração do mesmo velho cenário. Desta vez, porém, a sensação é diferente. Os paradigmas realmente se moveram. A tecnologia não bate mais à porta: ela já sentou na sala, abriu o notebook e começou a produzir. As inteligências artificiais padronizam textos, imagens, músicas, relatórios. Fazem rápido, fazem bem, e fazem igual. O que antes era diferencial técnico virou commodity em silêncio.

Coração

Durante muito tempo, o valor humano foi medido pelo músculo. Depois, pelo cérebro. Quem aguentava mais, produzia mais, quem pensava mais rápido, decidia melhor. Agora, curiosamente, essas duas métricas já não bastam. Máquinas superam o músculo. Algoritmos superam a lógica. O que sobra de verdadeiramente humano começa a emergir como novo critério, o coração. Não no sentido romântico piegas, mas no sentido ético, relacional, sensível.

Precisão

O que passa a valer é o que não se automatiza com facilidade. O interesse genuíno pelas pessoas. A escuta real. O sorriso que não vem do manual de atendimento. A empatia que percebe o não dito. A simpatia que cria ambiente, não performance. Num mundo de respostas perfeitas, o erro humano, quando vem acompanhado de verdade, pode ser mais confiável do que a precisão fria de uma máquina.

Paradoxo

As empresas que entenderem isso primeiro sairão na frente. Não porque terão mais tecnologia, mas porque saberão usá-la sem desumanizar tudo ao redor. O diferencial não estará nos sistemas, mas nas pessoas que os operam. Não no discurso bonito sobre “valores”, mas nas relações cotidianas. Talvez este seja o paradoxo do nosso tempo, quanto mais inteligentes as máquinas ficam, mais precioso se torna aquilo que só o humano sabe fazer, cuidar, acolher, criar vínculos. Se for isso mesmo, não estamos apenas mudando de tempo. Estamos sendo convidados a mudar de postura.

Até a próxima!
Zé da Flauta é compositor e cronista



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