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Atentado nos EUA — Trump diz estar bem e conta que sentiu “bala rasgando a pele”

13/07/2024

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O ex-presidente norte-americano Donald Trump postou nas suas redes sociais nota sobre o seu estado de saúde, explica como tidp aconteceu e agradece pelos apoios recebidos em função do episódio. Trump foi alvo de um atentado contra ele, durante um comício na Pensilvania, no início da noite deste sábado (13/07) — horário de Brasília.

Zumbido e tiros

"Eu levei um tiro que atingiu o pedaço superior da minha orelha direita. Eu soube imediatamente que algo estava errado quando ouvi um zumbido, tiros e imediatamente senti a bala rasgando a pele. Sangrou muito, e aí me dei conta do que estava acontecendo", escreveu em sua rede social, intitulada a "Truth Social".

Condolências às outras vítimas

Trump também agradeceu "ao serviço secreto americano e à polícia, pelo que chamou de “rápida reação no tiroteio". Ele mandou "condolências para a família da pessoa que foi morta no comício e também à família da outra pessoa que f...

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O ex-presidente norte-americano Donald Trump postou nas suas redes sociais nota sobre o seu estado de saúde, explica como tidp aconteceu e agradece pelos apoios recebidos em função do episódio. Trump foi alvo de um atentado contra ele, durante um comício na Pensilvania, no início da noite deste sábado (13/07) — horário de Brasília.

Zumbido e tiros

"Eu levei um tiro que atingiu o pedaço superior da minha orelha direita. Eu soube imediatamente que algo estava errado quando ouvi um zumbido, tiros e imediatamente senti a bala rasgando a pele. Sangrou muito, e aí me dei conta do que estava acontecendo", escreveu em sua rede social, intitulada a "Truth Social".

Condolências às outras vítimas

Trump também agradeceu "ao serviço secreto americano e à polícia, pelo que chamou de “rápida reação no tiroteio". Ele mandou "condolências para a família da pessoa que foi morta no comício e também à família da outra pessoa que ficou gravemente ferida”. "É inacreditavel que algo assim possa acontecer no nosso país. Até agora nada se sabe sobre o atirador, que está morto”, destacou, ainda, o ex-presidente.

Leia outras informações

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Valexport anuncia ampliação de 20% nas exportações de manga do Vale do São Francisco para os Estados Unidos

30/10/2026

O diretor institucional da Valexport, Caio Coelho, anunciou esta semana em Petrolina - PE, que os produtores de manga do Vale do São Francisco, vão ampliar em 20% as exportações de manga para os Estados Unidos. Isto significa um aumento de 38 para 46 mil toneladas da fruta na safra 2026.



O anúncio

O anúncio aconteceu durante o XVI Workshop Internacional da National Mango Board no Vale do São Francisco, que reuniu produtores, exportadores, responsáveis técnicos, engenheiros agrônomos, pesquisadores e consultores.



Workshop

No workshop, realizado pela Valexport em parceria com a National Mango Board (NMB - entidade de fomento ligada ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o público participou também de uma série de palestras sobre temas, a exemplo de produção, qualidade, fitossanidade e competitividade da manga do Vale do São Francisco. A edição 2026 do workshop discutiu...

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O diretor institucional da Valexport, Caio Coelho, anunciou esta semana em Petrolina - PE, que os produtores de manga do Vale do São Francisco, vão ampliar em 20% as exportações de manga para os Estados Unidos. Isto significa um aumento de 38 para 46 mil toneladas da fruta na safra 2026.



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O anúncio

O anúncio aconteceu durante o XVI Workshop Internacional da National Mango Board no Vale do São Francisco, que reuniu produtores, exportadores, responsáveis técnicos, engenheiros agrônomos, pesquisadores e consultores.



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Workshop

No workshop, realizado pela Valexport em parceria com a National Mango Board (NMB - entidade de fomento ligada ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos), o público participou também de uma série de palestras sobre temas, a exemplo de produção, qualidade, fitossanidade e competitividade da manga do Vale do São Francisco. A edição 2026 do workshop discutiu ainda, assuntos ligados à floração, manejo integrado de doenças, fatores climáticos, irradiação de frutas com tratamento fitossanitário, além de experiências internacionais e no Vale do São Francisco com moscas-das-frutas.



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Impactos

O gerente de Relações com a Indústria da National Mango Board (NMB), César Favero, falou sobre os impactos dos programas da National Mango Board no consumo de manga nos EUA. “O Brasil e o Vale do São Francisco merecem um tratamento especial e é por isso que estamos aqui para apoiar, trazendo pesquisa, números e informação para que os produtores tomem a decisão correta no momento de produzir e exportar”, ressaltou.



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Visita

Ontem, quinta-feira (29/10), o workshop promoveu visita a uma fazenda produtora de manga e à Moscamed Brasil, que funciona em Juazeiro - BA, como a primeira biofábrica do país dedicada ao controle de pragas e vetores por meio da Técnica do Inseto Estéril (TIE). O workshop teve o apoio técnico da Embrapa Semiárido, Univasf, Frutvasf, Sebrae e ADAB.

O Poder




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Aliados do PL veem incerteza em próximos passos com fuga de Flávio

30/10/2026

A fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos abriu uma frente de incertezas entre aliados. No PL, parlamentares tentam entender os próximos passos da família Bolsonaro, enquanto parte da sigla já dá sinais de tentar buscar maior moderação.

Futuro

Em meio às dúvidas sobre o futuro político de Flávio a partir de solo americano, o partido também procura se reorganizar e fazer contas para outras disputas de peso: as presidências do Senado e da Câmara dos Deputados.

Buscam respostas

Aliados de Flávio no Brasil ainda buscam respostas para as várias interrogações sobre a estratégia da direita e sobre quem vai efetivamente conduzir as articulações do grupo daqui para frente.

Consenso

Há um consenso de que a fuga do senador dificulta as interações e negociações com a própria bancada do PL. Para parte dos aliados, trata-se de um capital político de quase 60 milhões...

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A fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para os Estados Unidos abriu uma frente de incertezas entre aliados. No PL, parlamentares tentam entender os próximos passos da família Bolsonaro, enquanto parte da sigla já dá sinais de tentar buscar maior moderação.

Futuro

Em meio às dúvidas sobre o futuro político de Flávio a partir de solo americano, o partido também procura se reorganizar e fazer contas para outras disputas de peso: as presidências do Senado e da Câmara dos Deputados.

Buscam respostas

Aliados de Flávio no Brasil ainda buscam respostas para as várias interrogações sobre a estratégia da direita e sobre quem vai efetivamente conduzir as articulações do grupo daqui para frente.

Consenso

Há um consenso de que a fuga do senador dificulta as interações e negociações com a própria bancada do PL. Para parte dos aliados, trata-se de um capital político de quase 60 milhões de votos que corre o risco de ficar subutilizado ou até esfacelado.

Reunião

Uma reunião do PL na próxima semana deve servir para esclarecer melhor o cenário aos que permanecem no Brasil. Enquanto isso, Valdemar já deixou claro que considera necessário "tocar o partido para frente".

"É lógico que ninguém concorda com isso. Nós queremos tocar o país para frente. Queremos tocar o partido para frente. Esse é o nosso objetivo e vamos tocar. Ninguém aprovou a carta", afirmou Valdemar.
Bastidores

Nos bastidores, uma ala do PL defende um caminho de moderação, distante do teor golpista da carta de Flávio. A preocupação ocorre especialmente em um momento em que o partido precisa preservar a unidade, diante de suas bancadas recordes, e evitar que as incertezas sobre a família Bolsonaro contaminem outras articulações políticas.

Negociações

Entre elas estão as negociações para as presidências da Câmara e do Senado. Partidos do centrão já discutem a definição dos comandos e a distribuição de espaços nas duas Casas para os próximos dois anos.

Com CNN




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Juliette e Kaique Cerveny reúnem famosos em 2ª cerimônia de casamento no Recife

30/10/2026

Um casamento com estrelas e celebridades. A cantora e apresentadora Juliette se casou com o atleta de crossfit Kaique Cerveny ontem, quinta-feira (29/10), no Recife, em cerimônia com convidados famosos, como Anitta, Elba Ramalho, Chico Cesar, Gilberto Gil, Giovanna Ewbanck, Pocah, Gil do Vigor e Bruno Gagliasso. Após a troca de alianças, Liniker subiu no altar e cantou para os noivos.

A celebração

A celebração religiosa acontece um mês após cerimônia intimista na presença de familiares em Cabaceiras, na Paraíba.

Cenário

O novo cenário foi a Capela de Nossa Senhora das Graças, no Instituto Ricardo Brennand no bairro da Várzea, na Zona Oeste da cidade (veja vídeo acima). Com arquitetura gótica, o templo fica num castelo de estilo medieval.

O templo, que tem capacidade para receber até 300 pessoas sentadas, também foi o local do casamento do cantor João Gomes com a influenciadora e empresária Ary Mire...

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Um casamento com estrelas e celebridades. A cantora e apresentadora Juliette se casou com o atleta de crossfit Kaique Cerveny ontem, quinta-feira (29/10), no Recife, em cerimônia com convidados famosos, como Anitta, Elba Ramalho, Chico Cesar, Gilberto Gil, Giovanna Ewbanck, Pocah, Gil do Vigor e Bruno Gagliasso. Após a troca de alianças, Liniker subiu no altar e cantou para os noivos.

A celebração

A celebração religiosa acontece um mês após cerimônia intimista na presença de familiares em Cabaceiras, na Paraíba.

Cenário

O novo cenário foi a Capela de Nossa Senhora das Graças, no Instituto Ricardo Brennand no bairro da Várzea, na Zona Oeste da cidade (veja vídeo acima). Com arquitetura gótica, o templo fica num castelo de estilo medieval.

O templo, que tem capacidade para receber até 300 pessoas sentadas, também foi o local do casamento do cantor João Gomes com a influenciadora e empresária Ary Mirelle, em 2024.

O Poder




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Paraíba tem mais de 38 mil concluintes da rede pública inscritos no Enem 2026

30/10/2026

O sonho de ingressar na universidade pública próximo de se realizar. A Paraíba tem 38.575 estudantes concluintes do Ensino Médio da rede pública inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Inscritos

Ao todo, a Paraíba tem cerca de 140,7 mil inscritos no Enem 2026. Desse total, aproximadamente 102 mil tiveram direito à inscrição gratuita, enquanto 38,7 mil são pagantes.

Brasil

Em todo o Brasil, são 2.363.868 concluintes da rede pública inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

As provas

As provas do Enem 2026 serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro, em dois domingos. Nos dois dias, os portões serão abertos às 12h e fechados às 13h, no horário de Brasília. O início das provas está previsto para as 13h30.

Instituições na PB


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O sonho de ingressar na universidade pública próximo de se realizar. A Paraíba tem 38.575 estudantes concluintes do Ensino Médio da rede pública inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

Inscritos

Ao todo, a Paraíba tem cerca de 140,7 mil inscritos no Enem 2026. Desse total, aproximadamente 102 mil tiveram direito à inscrição gratuita, enquanto 38,7 mil são pagantes.

Brasil

Em todo o Brasil, são 2.363.868 concluintes da rede pública inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

As provas

As provas do Enem 2026 serão aplicadas nos dias 8 e 15 de novembro, em dois domingos. Nos dois dias, os portões serão abertos às 12h e fechados às 13h, no horário de Brasília. O início das provas está previsto para as 13h30.

Instituições na PB

Com a nota do Enem, os estudantes poderão concorrer as vagas nos cursos de graduação da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), e Instituto Federal da Paraíba (IFPB).

O Poder




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Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta sexta-feira Por Alek Maracajá

30/10/2026

Brasília, sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Cheguei…HELP TRUMP?… sexta-feira, e a oposição brasileira agora tem endereço fixo no Instagram de Donald Trump. Flávio quer comandar do exterior, Valdemar devolve a carta ao remetente e Washington discute internamente o que fazer com o Brasil. Cinco dias depois da urna, Brasília já trabalha no modo pré-campanha de 2030

No digital, a Ativaweb DataLab mediu 1.234.989 menções e interações de apoiadores de Flávio nos perfis de Trump. E o Nordeste virou alvo: 14,7 MILHÕES de ataques nas redes após a reeleição de Lula.

Enquanto isso, o Centrão refaz as contas com o PL, a Justiça manda a Meta tirar do ar posts de assédio eleitoral e o "janonismo" vira produto de exportação.

Resumo da manhã: a eleição acabou, mas o debate mudou de país, de idioma e de CEP

Termômetro Digital — Ativaweb Datalab

O acampamento agora é no instagram de Trump

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Brasília, sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Cheguei…HELP TRUMP?… sexta-feira, e a oposição brasileira agora tem endereço fixo no Instagram de Donald Trump. Flávio quer comandar do exterior, Valdemar devolve a carta ao remetente e Washington discute internamente o que fazer com o Brasil. Cinco dias depois da urna, Brasília já trabalha no modo pré-campanha de 2030

No digital, a Ativaweb DataLab mediu 1.234.989 menções e interações de apoiadores de Flávio nos perfis de Trump. E o Nordeste virou alvo: 14,7 MILHÕES de ataques nas redes após a reeleição de Lula.

Enquanto isso, o Centrão refaz as contas com o PL, a Justiça manda a Meta tirar do ar posts de assédio eleitoral e o "janonismo" vira produto de exportação.

Resumo da manhã: a eleição acabou, mas o debate mudou de país, de idioma e de CEP

Termômetro Digital — Ativaweb Datalab

O acampamento agora é no instagram de Trump

O levantamento da Ativaweb identificou 1.234.989 menções e interações nas plataformas da Meta, com destaque para o Instagram, em uma mobilização de apoiadores de Flávio Bolsonaro nos perfis de Donald Trump.
Há pedidos de intervenção estrangeira, de "socorro" político e até de captura de Lula. Um em cada três comentários pede que Trump "salve" o Brasil, e cerca de um terço da narrativa aparece em inglês, para falar direto com o público americano.

Nordeste na mira: 14,7 milhões de ataques

Outro levantamento da Ativaweb aponta que 79,3% das menções à região tiveram tom crítico entre a noite de domingo e a tarde de quarta-feira, somando 14,7 MILHÕES de ataques após a reeleição de Lula.
É o velho roteiro pós-eleição: o mapa de votos vira alvo, e a geografia vira xingamento.

Leitura: o bolsonarismo digital mudou de palco (do Brasil para os perfis de Trump) e de alvo (do adversário para uma região inteira). Muita audiência, pouca conversão em poder institucional.

"Quando a narrativa perde a urna, ela procura outro tribunal: a plateia estrangeira ou um culpado regional. O dado mostra volume; o que define o próximo ciclo é quem consegue transformar volume em instituição." — Alek Maracajá

O comentário em inglês chegou com tudo: tradutor automático, emoji de bandeira e zero resposta da Casa Branca

Principais movimentos do dia

Washington dividida, Planalto tranquilo

Segundo a jornalista Mariana Sanches, há uma disputa interna no governo Trump: a ala ideológica do MAGA, próxima ao bolsonarismo, contra setores pragmáticos que querem preservar a relação com Brasília e evitar uma aproximação maior do Brasil com a China. Do lado de cá, o governo Lula avalia que Trump está isolado e sem argumentos contra o resultado eleitoral.
O chanceler Mauro Vieira chega ao G20, nos EUA, em meio à tensão com a Casa Branca.
A relação bilateral vai depender de qual ala de Washington vencer a disputa interna.
Os EUA têm duas alas, o Brasil tem um chanceler e o G20 tem um cafezinho constrangedor marcado

O jato tinha padrinho

Segundo reportagem publicada nesta semana, um assessor de Trump confirmou ter providenciado o jato usado na saída de Flávio Bolsonaro rumo aos EUA. O outro lado: nas informações disponíveis para esta edição, nem a Casa Branca nem Flávio detalharam publicamente o arranjo.
Isso se soma à rota já conhecida, com passagem pela Argentina e escala no Equador, que a PF continua apurando.
O caso deixa de ser só uma viagem e vira tema diplomático com Washington na mesa.
Tem visto, tem jato, tem escala. Só falta alguém assumir a conta do combustível

Valdemar devolve a carta ao remetente

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que ninguém do partido aprovou previamente a carta em que Flávio se declarou "verdadeiro presidente eleito". A fala aprofunda o distanciamento entre a direção partidária e a estratégia do senador de liderar a oposição a partir dos EUA.
O PL escolheu o Congresso; Flávio escolheu Miami. A direita agora tem dois mapas e nenhum GPS em comum.
Carta sem aprovação do partido é o primeiro manifesto da história com "não fui eu" na assinatura


Perseguição ou processo? a briga vai para o tribunal

Flávio monta defesa para os processos no Brasil e deve alegar perseguição política. A tese ganhou eco internacional: editorial do Wall Street Journal diz que o governo Lula estaria usando instituições judiciais contra o senador e questiona a atuação de Alexandre de Moraes.
No outro sentido, um advogado protocolou pedido de cassação do mandato de Flávio no Senado por quebra de decoro. Alegação de perseguição e pedido de cassação são posições das partes: quem decide são o Judiciário e o Senado, com base nos autos. E editorial é opinião: não substitui a análise dos processos.
A disputa agora é por enquadramento: "perseguido" ou "investigado". Cada palavra vira trincheira.
Em Brasília, até o editorial estrangeiro ganhou direito de resposta… nos comentários

Centrão faz conta, PF faz visita

O Centrão recalcula a relação com o PL de olho na reeleição de Hugo Motta na Câmara e de Davi Alcolumbre no Senado. Promessas de Alcolumbre geram desconfiança na oposição e no governo, e parte do Centrão vê uma janela rara para "domar" o bolsonarismo. Uma ala do PL já abriu diálogo com Motta para o partido não ficar isolado.
Análise da CNN aponta que a relação entre Alcolumbre e Moraes pode influenciar o espaço do ministro nos próximos anos.
Com Flávio fora, a moeda de troca do PL deixou de ser o discurso e passou a ser voto em plenário.
O Centrão não tem lado: tem calendário, e ele marca fevereiro de 2027

Assédio eleitoral sai do grupo e vai para a Justiça

A Justiça do Trabalho mandou a Meta tirar do ar, em até 24 horas, postagens que incentivam empresários a vigiar, expor e demitir funcionários por posição política. A decisão também prevê aviso aos usuários sobre a proibição de discriminação política no trabalho, com multa de R$ 200 MIL em caso de descumprimento. Cabe recurso da decisão.
Em Goiás, uma lista de boicote a "comércios de petistas" passou a circular e assusta comerciantes.
A polarização saiu da timeline e chegou à carteira de trabalho e ao balcão da loja.
Sem piada neste item: aqui, o único lado aceitável é o da lei.

Janonismo tipo exportação

A mobilização digital organizada pelo deputado André Janones na campanha de Lula começou a inspirar marqueteiros e movimentos de esquerda no exterior, com interesse em países como Espanha e França. O modelo combinou WhatsApp, distribuição coordenada de conteúdo e vídeos de alto alcance.
O manual da mobilização virou ativo político, e a direita deve estudá-lo tanto quanto a esquerda.
O Brasil exporta soja, minério e, agora, corrente de WhatsApp com plano de distribuição

Bastidores de Brasília

* PL em modo contenção: Valdemar e Rogério Marinho sinalizam que não vão acompanhar a contestação de Flávio.
* Direita procura um novo eixo: Tarcísio e outras lideranças ganham espaço na reorganização do campo conservador.
* Washington faz contas: setores do governo Trump defendem preservar a relação com o Brasil, mesmo sob pressão ideológica.
* Senado no centro: Alcolumbre vira peça-chave tanto para a reeleição da Mesa quanto para os próximos capítulos envolvendo o STF.

Leitura estratégica Ativaweb

Eleitoral: o resultado está proclamado; a disputa agora é de liderança dentro da oposição, não de voto.
Digital: 1.234.989 interações nos perfis de Trump e 14,7 milhões de ataques ao Nordeste mostram uma base mobilizada, mas falando para fora ou contra alguém.
Narrativo: "perseguição" de um lado, "fuga" do outro. Quem fixar a palavra fixa a história.
Institucional: Centrão, Motta e Alcolumbre viram os árbitros do pós-eleição, e o PL negocia para não ficar isolado.
Eixo do dia, EUA: a política externa entrou na política interna, com jato, editorial, G20 e duas alas na Casa Branca.

Enquanto Flávio procura apoio em Washington, o PL procura apoio no Centrão. Os dois descobriram que o voo mais difícil é o doméstico

Alerta Ativaweb

Monitorar com prioridade:

1. Brasil–EUA: falas de Trump, resultado da ida de Mauro Vieira ao G20 e reação oficial ao caso do jato.
2. Direita: distância entre Valdemar, Marinho, Tarcísio e a estratégia de Flávio.
3. Congresso: acordos do PL com Motta e Alcolumbre e o andamento do pedido de cassação.
4. Plataformas: cumprimento da decisão pela Meta e novos casos de assédio ou boicote político.
5. Narrativa digital: separar alegação, fato verificado e decisão oficial. Volume de menções não é prova de nada.

Pesquisa mede intenção. Digital mede atenção. Urna mede voto. E comentário em perfil estrangeiro mede, no máximo, a vontade de ser ouvido lá fora.

Fechamento

A história desta sexta é jato, carta e Centrão.

Flávio quer liderar do exterior, Valdemar quer distância da carta, Tarcísio observa o espaço se abrir e o Centrão já negocia a próxima Mesa. Janones, enquanto isso, exporta o manual da mobilização digital.

No digital, a base bolsonarista grita em inglês e mira o Nordeste. Na prática, quem decide os próximos capítulos está em Brasília, não no Instagram de ninguém.

Faltam 67 dias para a posse, em 5 de janeiro de 2027.

A urna decidiu. O feed esbravejou. O Centrão fez as contas

Alek Maracajá
Cientista de Dados | Ativaweb DataLab




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Eleições 2026 - Embaixada dos EUA em Brasília destacou em relatório vitória 'definitiva' de Lula

29/10/2026

A Embaixada dos Estados Unidos em Brasília informou em relatório recebido por órgãos dos EUA, como Departamento de Estado, que a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, PT, nas eleições de domingo, 25/¹0, foi "definitiva" e "surpreendente". O documento enviado na é intitulado "Eleições no Brasil: Lula é eleito em resultado surpreendente, mas definitivo; Flávio Bolsonaro considera resultado impossível de aceitar". Nele, é destacado que a votação transcorreu de maneira majoritariamente pacífica, apesar de problemas registrados em algumas regiões do país.



Relatório diplomático

Em relatório diplomático, a representação americana afirmou que observadores internacionais não manifestaram dúvidas sobre o resultado da eleição e relatou que a ampliação do horário de votação, principal argumento usado pelo senador Flávio Bolsonaro, PL, para contestar a derrota, não teve impacto significativo no resultado, segundo o TSE, Tribunal Superi...

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A Embaixada dos Estados Unidos em Brasília informou em relatório recebido por órgãos dos EUA, como Departamento de Estado, que a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, PT, nas eleições de domingo, 25/¹0, foi "definitiva" e "surpreendente". O documento enviado na é intitulado "Eleições no Brasil: Lula é eleito em resultado surpreendente, mas definitivo; Flávio Bolsonaro considera resultado impossível de aceitar". Nele, é destacado que a votação transcorreu de maneira majoritariamente pacífica, apesar de problemas registrados em algumas regiões do país.



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Relatório diplomático

Em relatório diplomático, a representação americana afirmou que observadores internacionais não manifestaram dúvidas sobre o resultado da eleição e relatou que a ampliação do horário de votação, principal argumento usado pelo senador Flávio Bolsonaro, PL, para contestar a derrota, não teve impacto significativo no resultado, segundo o TSE, Tribunal Superior Eleitoral. No resumo, a representação americana destaca que Lula venceu Flávio por uma diferença de aproximadamente 4,4 milhões de votos e que o 2o turno ocorreu de maneira majoritariamente pacífica, embora tenham sido registradas interrupções no transporte público e dificuldades de acesso a locais de votação no Nordeste e no Sul. O relatório menciona que tanto a campanha de Lula quanto a de Flávio apresentaram pedidos ao TSE para a ampliação do horário de votação em resposta a esses problemas. O relatório também registra que Lula havia sido reconhecido por pelo menos 54 países até o momento de sua elaboração, com exceções como EUA, El Salvador e Argentina. Uma reportagem revelou que o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, na verdade, reconheceu a vitória de Lula no dia da eleição.

Contrasta com Trump

A avaliação contrasta com as declarações do presidente Donald Trump, que tem questionado repetidamente o processo eleitoral brasileiro, sem apresentar provas de irregularidades capazes de comprometer o resultado. Hoje, quinta-feira, 29/10, Trump voltou a classificar a eleição como uma "vergonha", embora tenha afirmado que pretende conversar com Lula. (Com a Folha de S.Paulo)




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Brasil e EUA - Lula aceitará falar com Trump, mas não vai procurar

29/10/2026

O presidente Lula, PT, aceitará falar com o chefe da Casa Branca, Donald Trump, caso seja procurado, mesmo diante de duas novas frentes de desgaste com o republicano. Hoje, quinta-feira, 29/10, Trump disse a jornalistas: "Vou falar com ele (Lula)", mas voltou a criticar a eleição brasileira. De acordo com fontes ouvidas pela reportagem, ainda não há data para uma eventual nova conversa entre os dois.

Lula

Lula está disposto, sim, a atender Trump, mas que não há autorização de Lula para que nenhum interlocutor do governo brasileiro tome a iniciativa de procurar autoridades americanas para tratar de reconhecimento de eleição no Brasil, nem sobre o candidato à Presidência derrotado no segundo turno, senador Flávio Bolsonaro, PL.



Desgastes Lula e Trump

Até agora, Trump não cumprimentou nem reconheceu publicamente a vitória eleitoral do presidente Lula no último domingo, 25/10. E, mais, sem apresentar...

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O presidente Lula, PT, aceitará falar com o chefe da Casa Branca, Donald Trump, caso seja procurado, mesmo diante de duas novas frentes de desgaste com o republicano. Hoje, quinta-feira, 29/10, Trump disse a jornalistas: "Vou falar com ele (Lula)", mas voltou a criticar a eleição brasileira. De acordo com fontes ouvidas pela reportagem, ainda não há data para uma eventual nova conversa entre os dois.

Lula

Lula está disposto, sim, a atender Trump, mas que não há autorização de Lula para que nenhum interlocutor do governo brasileiro tome a iniciativa de procurar autoridades americanas para tratar de reconhecimento de eleição no Brasil, nem sobre o candidato à Presidência derrotado no segundo turno, senador Flávio Bolsonaro, PL.



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Desgastes Lula e Trump

Até agora, Trump não cumprimentou nem reconheceu publicamente a vitória eleitoral do presidente Lula no último domingo, 25/10. E, mais, sem apresentar provas, afirmou que a eleição brasileira parecia ter sido fraudada. Além disso, admitiu saber que os EUA abriram as portas para a entrada de Flávio Bolsonaro e familiares. O parlamentar entrou em solo americano usando um passaporte diplomático cancelado e desobedeceu a determinação do STF de deixar o Brasil. Além dessas novas duas frentes de crise, a gestão Lula ainda lida com o 'tarifaço' americano sobre parte de produtos brasileiros, com gesto diplomático que afeta a saída e eventual reentrada da embaixadora do Brasil nos EUA, Maria Luiza Viotti, em território americano. O Brasil também enfrenta animosidade das big techs americanas, amplamente defendidas pela gestão Trump.




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STF - Defesa de Jair Bolsonaro pede autorização para visita de Rogério Marinho

29/10/2026

A defesa de Jair Bolsonaro, PL, pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorização para que ele receba visita do senador Rogério Marinho, PL, em casa, onde cumpre pena de 27 anos por golpe de Estado. Os advogados solicitam que a ida do parlamentar seja agendada para o período entre os dias 03 e 05/11. hoje, 29/10, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto foi à residência de Bolsonaro, em Brasília. Após a conversa com o ex-presidente Costa Neto afirmou não ter gostado da carta golpista divulgada pelo senador Flávio Bolsonaro, PL, no dia anterior.

Carta

Flávio divulgou carta em que se diz vítima de fraude eleitoral e se declara presidente eleito / líder do Brasil. Depois, recuou e publicou nova versão sem afirmar ter vencido o pleito.



Rogério Marinho

Rogério Marinho é um dos líderes do bolsonarismo no Senado e trabalha para se viabilizar como presidente da Casa na sucessão de Davi Alcolumbre....

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A defesa de Jair Bolsonaro, PL, pediu ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, autorização para que ele receba visita do senador Rogério Marinho, PL, em casa, onde cumpre pena de 27 anos por golpe de Estado. Os advogados solicitam que a ida do parlamentar seja agendada para o período entre os dias 03 e 05/11. hoje, 29/10, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto foi à residência de Bolsonaro, em Brasília. Após a conversa com o ex-presidente Costa Neto afirmou não ter gostado da carta golpista divulgada pelo senador Flávio Bolsonaro, PL, no dia anterior.

Carta

Flávio divulgou carta em que se diz vítima de fraude eleitoral e se declara presidente eleito / líder do Brasil. Depois, recuou e publicou nova versão sem afirmar ter vencido o pleito.



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Rogério Marinho

Rogério Marinho é um dos líderes do bolsonarismo no Senado e trabalha para se viabilizar como presidente da Casa na sucessão de Davi Alcolumbre. Com a derrota de Flávio, sua candidatura perdeu força. (Com Estadão)




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Questionado sobre a eleição brasileira, Trump afirmou: "foi uma desgraça"

29/10/2026

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a criticar as eleições no Brasil, hoje, quinta-feira, 29/10, e classificou o pleito como “uma desgraça”. Trump afirmou ainda que vai conversar com o presidente brasileiro, Lula, PT, sobre esse tema. Em conversa com jornalistas Donald Trump voltou a ser questionado sobre as eleições brasileiras, em meio ao silêncio da Casa Branca sobre o resultado do pleito que reelegeu Lula para o quarto mandato.

Trump

“Eu vou falar com ele, mas acho que a eleição no Brasil foi uma desgraça”, declarou. Não foi a 1a vez que Trump levantou suspeitas sobre o processo eleitoral brasileiro. Ainda nesta semana, durante um comício realizado no Texas, o presidente dos EUA citou “fraude” ao comentar o processo eleitoral brasileiro. “Eu não tomei partido, mas pareceu mais uma eleição fraudada. Para mim, pareceu muito ruim”, declarou na terça-feira, 27/10.



Sem contato entre presidentes

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O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a criticar as eleições no Brasil, hoje, quinta-feira, 29/10, e classificou o pleito como “uma desgraça”. Trump afirmou ainda que vai conversar com o presidente brasileiro, Lula, PT, sobre esse tema. Em conversa com jornalistas Donald Trump voltou a ser questionado sobre as eleições brasileiras, em meio ao silêncio da Casa Branca sobre o resultado do pleito que reelegeu Lula para o quarto mandato.

Trump

“Eu vou falar com ele, mas acho que a eleição no Brasil foi uma desgraça”, declarou. Não foi a 1a vez que Trump levantou suspeitas sobre o processo eleitoral brasileiro. Ainda nesta semana, durante um comício realizado no Texas, o presidente dos EUA citou “fraude” ao comentar o processo eleitoral brasileiro. “Eu não tomei partido, mas pareceu mais uma eleição fraudada. Para mim, pareceu muito ruim”, declarou na terça-feira, 27/10.



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Sem contato entre presidentes

Não houve, até o momento, pedido de ligação entre os dois presidentes e também não há nada previsto. Lula e Trump podem se encontrar durante a Cúpula de Líderes do G20, que acontece nos EUA em dezembro. Lula deve marcar presença no evento em uma retomada da agenda internacional após sua reeleição ao Palácio do Planalto.




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Eleições 2026 em MS - Indígenas denunciam casos de violência e ameaças após eleição. PF investiga

29/10/2026

Após o resultado das eleições presidenciais no domingo, 25/10, indígenas da etnia Guarani Kaiowá do Mato Grosso do Sul fizeram diversas denúncias de casos de violência que envolvem tentativas de assassinatos e até ameaça de envenenamento da água da comunidade. Segundo o Conselho Indigenista Missionário, Cimi, ao menos cinco casos de assassinatos de indígenas na região desde sábado, 24/10, estão sendo investigados.

Cimi em MS

O coordenador do Cimi em Mato Grosso do Sul, Matias Benno Rempel, diz que os indígenas relataram diversos casos de intimidações durante a eleição. “Caminhonetes que rodavam pelo território e algumas agressões aos indígenas para tentar causar pânico na comunidade e evitar que eles fossem votar”. Mas ele ressalta que a violência no estado é constante. “Agora temos holofotes para a região. Mas o que aconteceu essa semana, as tentativas de assassinatos, elas ocorrem o tempo todo com a população indígena Guarani Kaiowá. Essa violênc...

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Após o resultado das eleições presidenciais no domingo, 25/10, indígenas da etnia Guarani Kaiowá do Mato Grosso do Sul fizeram diversas denúncias de casos de violência que envolvem tentativas de assassinatos e até ameaça de envenenamento da água da comunidade. Segundo o Conselho Indigenista Missionário, Cimi, ao menos cinco casos de assassinatos de indígenas na região desde sábado, 24/10, estão sendo investigados.

Cimi em MS

O coordenador do Cimi em Mato Grosso do Sul, Matias Benno Rempel, diz que os indígenas relataram diversos casos de intimidações durante a eleição. “Caminhonetes que rodavam pelo território e algumas agressões aos indígenas para tentar causar pânico na comunidade e evitar que eles fossem votar”. Mas ele ressalta que a violência no estado é constante. “Agora temos holofotes para a região. Mas o que aconteceu essa semana, as tentativas de assassinatos, elas ocorrem o tempo todo com a população indígena Guarani Kaiowá. Essa violência que está sendo chamada de violência pós eleitoral, ela é um componente permanente de milícias do campo”, disse.

Funai, MPI, Apib

A Fundação Nacional do Índio, Funai, o Ministério dos Povos Indígenas, MPI, e a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, Apib, encaminharam pedidos ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal para investigar os casos. Um deles envolve um atropelamento de indígena de forma proposital na cidade de Coronel Sapucaia, no sudoeste do estado, na fronteira com o Paraguai. Segundo dados da Apib, entre 2022 e 2026, seis indígenas da etnia Guarani Kaiowá foram assassinados no estado de Mato Grosso do Sul. (Com Agência Brasil)




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