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Em Primeira Mão – Coluna Diária - Saiba agora o que os outros vão dar amanhã

30/07/2024

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Lula considera um “processo normal” eleição de Maduro

O presidente Lula se manifestou hoje sobre a eleição de Nicolás Maduro na Venezuela, para dizer que se trata de um “processo normal”. Durante o processo normal a que o petista se refere, a oposição foi impedida de acompanhar a apuração dos votos e opositores do regime foram presos após as primeiras contestações da eleição. “Tem uma briga, como é que vai resolver essa briga? Apresenta a ata. Se a ata tiver dúvida entre a oposição e a situação, a oposição entra com recurso. Sabe?”, disse Lula em entrevista transmitida pela GloboNews.






Esperar pronunciamento da Justiça

“E vai esperar na Justiça, tomar o processo. E aí, vai ter uma decisão que a gente tem que acatar. Eu estou convencido de que é um processo normal, tranquilo. O que precisa é que as pessoas que não concordam tenham o direito de provar que não concordam e o governo tenha o d...

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Lula considera um “processo normal” eleição de Maduro

O presidente Lula se manifestou hoje sobre a eleição de Nicolás Maduro na Venezuela, para dizer que se trata de um “processo normal”. Durante o processo normal a que o petista se refere, a oposição foi impedida de acompanhar a apuração dos votos e opositores do regime foram presos após as primeiras contestações da eleição. “Tem uma briga, como é que vai resolver essa briga? Apresenta a ata. Se a ata tiver dúvida entre a oposição e a situação, a oposição entra com recurso. Sabe?”, disse Lula em entrevista transmitida pela GloboNews.

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Esperar pronunciamento da Justiça

“E vai esperar na Justiça, tomar o processo. E aí, vai ter uma decisão que a gente tem que acatar. Eu estou convencido de que é um processo normal, tranquilo. O que precisa é que as pessoas que não concordam tenham o direito de provar que não concordam e o governo tenha o direito de provar que está certo”, seguiu o presidente brasileiro, cujo governo ainda não reconheceu a eleição de Maduro oficialmente.

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Oposicionistas presos e mortos na Venezuela

Ao menos 749 pessoas foram presas devido aos protestos na Venezuela, segundo informou hoje o procurador-geral do país, Tarek William Saab. Além disso, seis pessoas morreram, de acordo com a ONG Fórum Penal. Os protestos acontecem pelo segundo dia seguido. Hoje, o governo do Peru reconheceu a vitória de Edmundo Gonzáles para a Presidência da Venezuela.

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Eleição no Cabo de Santo Agostinho - Nesta quarta-feira, pesquisa exclusiva mostra quem lidera disputa para prefeito

Com exclusividade, o Jornal O Poder publica nesta quarta-feira (31/07) uma nova rodada de pesquisa de intenções de votos para prefeito do Cabo de Santo Agostinho, uma das mais importantes cidades de Pernambuco. A disputa entre o prefeito Keko do Armazém, candidato à reeleição, e o deputado o ex-prefeito Lula Cabral e o delegado Resende promete. Nesta quarta, ao meio dia, publicamos os resultados. O Cabo vai tremer. Aguardem.

Leia mais em O Poder:

- Jogos de Paris – Equipe de ginástica artística feminina conquista medalha de bronze.

- Venezuela - Líder da oposição é sequestrado por milícia governista.

- Eleição venezuelana – EUA estudam sanções se Maduro não der mais transparência na apuração dos votos.

Leia outras informações

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Deputado federal petista José Guimarães será o novo ministro da Articulação Institucional

11/04/2026

O deputado federal José Guimarães (PT-CE) foi anunciado neste sábado (11/04) como o novo ministro da Articulação Institucional do Governo Lula, em substituição à deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), que deixou o cargo recentemente para disputar vaga ao Senado pelo seu estado, o Paraná, no pleito deste ano. A pasta é a responsável pela articulação política do Palácio do Planalto com o Congresso Nacional.

Guimarães é irmão do ex-ministro e ex-deputado federal José Genoíno, já foi líder do PT, líder do Governo e líder das minorias várias vezes, em governos anteriores dos presidentes Lula e Dilma Rousseff e tem bom trânsito com os colegas, mas não é visto como um parlamentar do alto clero.

Consulta a Motta

Conforme informações da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, a decisão pelo seu nome foi tomada após consulta do Planalto ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), considerado muito próximo a ele.

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O deputado federal José Guimarães (PT-CE) foi anunciado neste sábado (11/04) como o novo ministro da Articulação Institucional do Governo Lula, em substituição à deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), que deixou o cargo recentemente para disputar vaga ao Senado pelo seu estado, o Paraná, no pleito deste ano. A pasta é a responsável pela articulação política do Palácio do Planalto com o Congresso Nacional.

Guimarães é irmão do ex-ministro e ex-deputado federal José Genoíno, já foi líder do PT, líder do Governo e líder das minorias várias vezes, em governos anteriores dos presidentes Lula e Dilma Rousseff e tem bom trânsito com os colegas, mas não é visto como um parlamentar do alto clero.

Consulta a Motta

Conforme informações da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, a decisão pelo seu nome foi tomada após consulta do Planalto ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), considerado muito próximo a ele.

Segundo parlamentares do PT, um dos fatores que pesou na escolha de Guimarães foi o fato de ele ocupar a liderança do atual governo Lula desde o início deste mandato, tendo a memória da relação do Planalto com o Congresso. O que, dessa forma, poderá dar continuidade ao trabalho que vinha sendo realizado por Gleisi.

Outro ponto positivo é se dar bem com o presidente do Congresso e do Senado, senador Davi Alcolumbre (União-AP), que vez por outra entra em atrito com parlamentares da base do governo, como é o caso de Jaques Wagner (PT-BA) e Randolfe Rodrigues (PT-AP)

Outros nomes

Outros nomes pensados para o ministério antes de Guimarães foram o do secretário-executivo do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, Olavo Noleto; o do senador Otto Alencar (PSD-BA); e o do atual titular da pasta de Desenvolvimento Social, ministro Wellington Dias.

Todos são tidos como políticos leais ao governo e que, ao mesmo tempo, possuem bom trânsito com representantes do bloco Centrão, mas terminou prevalecendo a escolha pelo cearense.

Informações de bastidores são de que o deputado planejava concorrer ao Senado pelo Ceará, e chegou a apresentar pesquisas ao Planalto para argumentar que o PT poderia garantir mais um senador, caso ele concorresse. O presidente Lula, porém, insistiu e lhe fez o convite na última quinta-feira (09/04). Sua posse deve acontecer na próxima semana.

— Com Agências de Notícias




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No artigo ‘O diesel e o bom-senso’, Marcelo S. Tognozzi* explica razões pelas quais acredita que há no Brasil ameaça real de escassez desse produto

11/04/2026

Em 1979 os aiatolás derrubaram o regime do Xá Reza Pahlav, que fugiu em janeiro. Imediatamente estourou a crise com o preço do petróleo disparando e um desarranjo mundial com insegurança e escassez. A crise do início dos anos 1970 ainda estava fresca na memória do planeta. Governos entraram em pânico, companhias pararam e seus navios vazios ficaram ancorados.

Os Estados Unidos do então presidente democrata Jimmy Carter, fez embargo contra os iranianos. Passados 47 anos, a história se repete com Trump atacando o Irã junto com Israel sob o argumento de conter escalada nuclear. Naquele mundo dos anos 1970, sem celulares e inteligência artificial, as coisas aconteciam mais vagorosamente e a criatividade poderia superar obstáculos.

Rede paralela

Foi o que fez o empresário Marc Rich ao imaginar que se ninguém poderia comprar petróleo, então ele ficaria barato para quem conseguisse adquiri-lo. Foi o primeiro passo para ele montar uma rede pa...

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Em 1979 os aiatolás derrubaram o regime do Xá Reza Pahlav, que fugiu em janeiro. Imediatamente estourou a crise com o preço do petróleo disparando e um desarranjo mundial com insegurança e escassez. A crise do início dos anos 1970 ainda estava fresca na memória do planeta. Governos entraram em pânico, companhias pararam e seus navios vazios ficaram ancorados.

Os Estados Unidos do então presidente democrata Jimmy Carter, fez embargo contra os iranianos. Passados 47 anos, a história se repete com Trump atacando o Irã junto com Israel sob o argumento de conter escalada nuclear. Naquele mundo dos anos 1970, sem celulares e inteligência artificial, as coisas aconteciam mais vagorosamente e a criatividade poderia superar obstáculos.

Rede paralela

Foi o que fez o empresário Marc Rich ao imaginar que se ninguém poderia comprar petróleo, então ele ficaria barato para quem conseguisse adquiri-lo. Foi o primeiro passo para ele montar uma rede paralela de distribuição de óleo, salvando muitos países e empresas da quebradeira. Rich virou o inimigo público número 1 dos Estados Unidos, acusado de sonegação, conspiração e outras cositas más.

Fugiu para a Suíça, onde continuou com seus negócios, numa época em que a longa manus dos gringos ainda não chegara lá. Hoje, o jogo embruteceu. Não é mais possível montar operação com bancos atuando abaixo do radar, navios com bandeira neutra e intermediários escorregadios.

Ameaça real

A escassez é uma ameaça real. O diesel acumulou alta de 23,5% desde o início do conflito no Irã. O petróleo voltou a flertar com preços acima dos US$ 100 e há risco de desabastecimento em países como Brasil, mesmo sendo o 8º maior produtor de petróleo.

Numa era na qual a tecnologia impede que gente como Marc Rich consiga driblar os controles, quem não tiver condições de andar pelas próprias pernas estará condenado ao sofrimento.

Parque antigo e obsoleto

O Brasil passou a produzir muito petróleo, mas não dá conta de refiná-lo. Nosso parque de refinarias é antigo e obsoleto, o governo não tem dinheiro para investir em refino e mantém a Petrobras produzindo gasolina e diesel abaixo do preço de mercado, fazendo da empresa uma ferramenta de combate à inflação.

O resultado é que exportamos petróleo barato e compramos diesel e gasolina, igualzinho nos séculos 19 e 20, quando exportávamos matéria-prima e comprávamos produtos industrializados feitos com aqueles mesmas matérias-primas produzidas aqui.

Após a campanha do Petróleo é Nosso e a criação da Petrobras, nos anos 1950, até 1999, o país investiu cerca de US$ 25 bilhões em capacidade de refino, chegando 2 milhões de barris de petróleo por dia. A partir de 2003, gastamos centenas de bilhões de dólares para refinar apenas 400 mil barris a mais por dia.

Abreu e Lima e Comperj

A refinaria Abreu e Lima tinha orçamento de US$ 2,3 bilhões e custou US$ 20,1 bilhões. Foi entregue com três anos de atraso e opera apenas parcialmente. Resultou, segundo a Odebrecht, em US$ 90 milhões de propina. O Comperj foi anunciado em 2006 com orçamento de US$ 6,5 bilhões de dólares. A meta era refinar 150 mil barris por dia a partir de 2013. A obra foi paralisada em 2014. Não refinou nada até hoje. O prejuízo informado pela Petrobras foi de US$ 14,3 bilhões.

Resultado: de acordo com dados da Associação dos Engenheiros da Petrobras (AEPET) o país refina hoje entre 2,3 a 2,4 milhões de barris por dia. Pouco mais do que refinava há 27 anos. Desde o início do século, os governos que se revezaram no Planalto não priorizaram os investimentos em refino, criando todo tipo de dificuldade para iniciativa privada de atuar no setor.

As consequências são estas que vivemos hoje: dependência da Rússia, do Irã ou de quem quer que seja, e pouquíssima autonomia.

O mesmo com fertilizantes

Com os fertilizantes aconteceu a mesma coisa. No governo Temer as fábricas da Petrobras foram fechadas ou vendidas. Num país ancorado pelo agro, como alguém pode ter tido a infeliz ideia de fechar fábricas de fertilizantes? Agora temos escassez e aumento dos preços destes insumos básicos para o agro e a segurança alimentar.

O Brasil virou um país onde o Estado produz, via Petrobras, 1,9 milhão dos 2,4 milhões de barris refinados. Esta é a dura realidade de quem depende de um estado corrupto e mal gerido para ter gasolina, diesel e outros derivados.

As grandes empresas que dominam 2/3 do mercado (Vibra/BR, Raízen/Shell e Ipiranga) compram direto da Petrobras a preços subsidiados. Elas se recusaram a entrar no programa de subvenção do diesel criado pelo governo, que resultaria em R$ 0,32 de redução nos postos. Continuam se dando bem sem qualquer contrapartida.

As outras empresas que representam 1/3 do mercado, que não têm o privilégio de comprar da Petrobras, são obrigadas a se virar como podem. Boa parte delas se propôs a aderir ao programa de Lula que isentou o diesel de PIS e Cofins. Aí também haveria uma solução melhor, se o governo decretasse que somente poderiam comprar da Petrobras quem estivesse disposto a ajudar neste momento de crise.

Preços pressionados para cima

Temos aumento do custo logístico, menor oferta de importação, especialmente do mercado spot (à vista), e maior concentração. Preços são pressionados para cima, aumentando as margens de lucro dos grandes.

E como se não bastasse, em plena crise de abastecimento, com o estreito de Ormuz fechado e os bombardeios rolando à toda no Oriente Médio, a Receita Federal ao invés de facilitar, acaba criando dificuldades para importadores que não compram combustível da Petrobras.

Importadoras relatam que virou um inferno desembaraçar derivados de petróleo em Santos, Paranaguá e no Nordeste.

Justo paga pelo pecador

“Várias empresas estão com volumes altos estocados nos portos desde o início da guerra, porque a Receita cria dificuldades para liberar. São picuinhas. Deveria prevalecer o bom-senso, porque o justo acaba pagando pelo pecador”, contou um dos empresários do setor. E segue o baile como se tudo estivesse na mais perfeita normalidade.

Num momento de excepcionalidade como este, a Receita deveria focar no setor de combustíveis, repetindo a estratégia de 2020. Naquela época, editou a Instrução Normativa 1929, facilitando as importações e ajudou que medicamentos e insumos para o combate à Covid-19 chegassem rapidamente aos órgãos de saúde e ao público. Em 2026, a falta de agilidade é um risco a mais para o governo num ano eleitoral que promete ser quente.

Nos anos 1980, durante tensa negociação na África, perguntaram a Marc Rich se ele não tinha medo de ir além dos limites. A resposta reta e direta ilustra bem a situação do Brasil de hoje: “Os limites são criados por quem não precisa resolver problemas”.

*Marcelo S. Tognozzi é jornalista e consultor. Uma das principais referências da imprensa brasileira contemporânea.
NR - Autorizada a postagem do artigo, originalmente publicado no Poder360. O título foi mudado e os intertítulos inseridos à revelia do autor, dentro da configuração gráfica de O Poder.




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Em debate sobre o ECA Digital no Senado, jornalista Carlos Magno alerta para celular compartilhado entre adultos e crianças dentro de casa

11/04/2026

O jornalista Carlos Magno, membro do Conselho de Comunicação do Congresso Nacional, fez um alerta importante durante debate realizado recentemente, no Senado Federal, sobre o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente — ECA Digital. Sancionado há menos de um mês, o novo ECA tem sido visto como um instrumento avançado para a segurança nos ambientes virtuais.

Mas o jornalista questionou a forma como o conteúdo disponibilizado nos smartphones pode ser supervisionado em celulares que pertencem a adultos e que são compartilhados com crianças e adolescentes no ambiente familiar.

Mecanismos tecnológicos

Segundo ele, durante as duas audiências realizadas no Senado sobre o tema, as formas de garantir conteúdos apropriados para crianças e adolescentes em smartphones foram explicadas pelos convidados. Os celulares terão mecanismos tecnológicos para identificar pertencem a criança, adolescente ou a um adulto para, a partir desta identificação,...

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O jornalista Carlos Magno, membro do Conselho de Comunicação do Congresso Nacional, fez um alerta importante durante debate realizado recentemente, no Senado Federal, sobre o Estatuto Digital da Criança e do Adolescente — ECA Digital. Sancionado há menos de um mês, o novo ECA tem sido visto como um instrumento avançado para a segurança nos ambientes virtuais.

Mas o jornalista questionou a forma como o conteúdo disponibilizado nos smartphones pode ser supervisionado em celulares que pertencem a adultos e que são compartilhados com crianças e adolescentes no ambiente familiar.

Mecanismos tecnológicos

Segundo ele, durante as duas audiências realizadas no Senado sobre o tema, as formas de garantir conteúdos apropriados para crianças e adolescentes em smartphones foram explicadas pelos convidados. Os celulares terão mecanismos tecnológicos para identificar pertencem a criança, adolescente ou a um adulto para, a partir desta identificação, barrar ou liberar determinados conteúdos.

Porém, Carlos Mango levantou uma questão que foi entendida pelos demais conselheiros como preocupante. “Se um adolescente que precisa de celular para fazer uma atividade da escola porque a família é muito humilde e o pai ou a mãe, muitas vezes, não têm dinheiro para comprar um celular só pra ele, que acaba pegando o celular de uma pessoa adulta, o que acontece?”, perguntou.

“Esse adolescente, claro, vai estudar, mas também vai ter a curiosidade, de tentar entrar e ter acesso a alguns conteúdos. Então, isso é uma aenção que precisamos ter”, enfatizou. A posição de Carlos Magno também foi externada pela conselheira Camila Leite Contri.

Um em cada cinco celulares é compartilhado

Em resposta, o presidente da SaferNet Brasil, Thiago Tavares, reforçou a preocupação e disse que um em cada cinco celulares no Brasil é compartilhado. Ele lembrou que o ECA Digital tornou obrigatória a vinculação da conta de uma criança a de um adulto, mas que no caso do compartilhamento fica, realmente, mais complicado ter o controle sobre o conteúdo acessado.

Participaram da audiência, realizada no Plenário 7 do Anexo 2 do Senado Federal, a coordenadora do Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), Renata Mielli; o representante da Coalizão Direitos na Rede, Paulo Rená, a diretora de Políticas Públicas do Conselho Digital, Roberta Jacarandá; a representante do Instituto Alana, Maria Mello; e o presidente da SaferNet Brasil, Thiago Tavares.




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Relatório de sindicância feita para apurar conduta do ministro Buzzi, do STJ, aponta "indícios" que justificam abertura de processo disciplinar contra ele

11/04/2026

Da Redação

O relatório produzido pela sindicância interna do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre o caso do ministro Marco Buzzi — que está afastado da Corte por ser alvo de investigações sobre suspeitas de importunação sexual — concluiu seus trabalhos sugerindo a abertura de um processo disciplinar contra o magistrado.

O relatório somente será apresentado oficialmente durante reunião para tratar o tema na próxima terça-feira (14/04), mas o documento teve partes vazadas por agências de notícias neste sábado (11/04), cujo conteúdo terminou sendo confirmado por ministros da Corte.

Isto porque o documento foi encaminhado na noite de ontem para todo o colegiado do STJ, de forma a permitir que eles possam fazer uma leitura prévia para votar a respeito do caso, na sessão de terça-feira.

Ministro continua negando

O ministro Buzzi tem negado as acusações e afirmou em março, por meio da sua defesa, qu...

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Da Redação

O relatório produzido pela sindicância interna do Superior Tribunal de Justiça (STJ) sobre o caso do ministro Marco Buzzi — que está afastado da Corte por ser alvo de investigações sobre suspeitas de importunação sexual — concluiu seus trabalhos sugerindo a abertura de um processo disciplinar contra o magistrado.

O relatório somente será apresentado oficialmente durante reunião para tratar o tema na próxima terça-feira (14/04), mas o documento teve partes vazadas por agências de notícias neste sábado (11/04), cujo conteúdo terminou sendo confirmado por ministros da Corte.

Isto porque o documento foi encaminhado na noite de ontem para todo o colegiado do STJ, de forma a permitir que eles possam fazer uma leitura prévia para votar a respeito do caso, na sessão de terça-feira.

Ministro continua negando

O ministro Buzzi tem negado as acusações e afirmou em março, por meio da sua defesa, que “não cometeu qualquer ato impróprio” e que estavam sendo colhidas provas “que permitirão, ao fim, a análise serena e racional dos fatos”. Na época, o magistrado também acrescentou que confiava que esses elementos levariam “ao arquivamento da investigação”.

As conclusões da comissão agora incluem a recomendação de preservação das imagens dos corredores do sétimo andar da corte, onde está localizado o gabinete de Buzzi, já que uma das acusações foi feita por uma ex-funcionária.

Envio do material ao CNJ

O relatório aponta ainda pela rejeição dos pedidos de nulidades processuais indicados pela defesa do ministro, pela manutenção do afastamento dele até decisão em sentido contrário e pelo envio do material ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Por fim, a sindicância sugere ainda o sorteio de uma nova comissão para processar o processo administrativo disciplinar (PAD). Essa é uma medida, de acordo com o entendimento dos magistrados, que evita nulidades futuras. Isto porque aplica, por analogia, a ideia do juiz das garantias: um magistrado instrui o processo e outro conduz o julgamento.

A sindicância foi conduzida, até aqui, pelos ministros Raul Araújo, Antônio Carlos Ferreira e Francisco Falcão. O último, decano da Corte, presidiu o grupo. Ele substituiu Isabel Gallotti, que havia sido sorteada mas se declarou impedida por ter laços familiares com Buzzi.

Além do relatório completo da sindicância, os ministros receberam memoriais dos advogados das três partes: os do ministro e os das duas denunciantes.

Afastamento aconteceu em 10/2

Buzzi foi afastado do STJ em 10 de fevereiro depois de reunião fechada entre os integrantes da Corte. Na mesma data, ele pediu afastamento por 90 dias do Tribunal para tratamento psiquiátrico e ajustes de medicamento.

Há duas denúncias de cunho sexual contra o magistrado. A primeira foi feita em janeiro pela filha de um casal de amigos dele, que narrou ter sido agarrada durante um banho de mar no litoral de Santa Catarina. Já a segunda partiu de uma funcionária terceirizada que trabalhava para o ministro. Segundo ela, os assédios teriam ocorrido em vários ambientes do gabinete, ao longo de três anos.

Situação considerada desfavorável

Nos bastidores do STJ, a situação é considerada desfavorável para Buzzi e o caso é classificado como sem precedentes no tribunal. Ministros afirmam não ver clima para impunidade, percepção reforçada pelo fato de a mãe da vítima ser uma advogada conhecida na comunidade jurídica.

A tendência é de que, ao final de toda a investigação, o resultado seja a determinação de aposentadoria compulsória do magistrado. Para que isso aconteça, porém, são necessários, no mínimo, 22 votos do STJ, em votação secreta. O Tribunal é composto por 33 ministros. A votação é secreta. O caso também tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) sob a relatoria do ministro Kassio Nunes Marques, que vai conduzir a apuração em âmbito penal.

— Com Agências de Notícias



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Nova composição da Comissão de Orçamento do Congresso será definida nos próximos dias

11/04/2026

As mesas diretoras da Câmara dos Deputados e do Senado Federal anunciaram que será definida a partir da segunda quinzena deste mês os integrantes do colegiado da nova Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional, que tem o objetivo de analisar e relatar o Orçamento Geral da União para 2027.

A comissão tem composição renovada a cada ano no período entre março e abril, mas este ano, as negociações sobre o tema ainda não foram iniciadas.

De acordo com informações de técnicos da Comissão, como é de praxe, as maiores bancadas do Senado e da Câmara ficam com o maior espaço, já que a representação de cada legenda precisa respeitar o critério de proporcionalidade.

A CMO é considerada uma das comissões mais importantes do Congresso Nacional e tem como principal objetivo, apreciar todos os anos o Plano Plurianual (PPA); a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO); e a Lei Orçamentária Anual (LOA).

Os parlamentares da comiss...

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As mesas diretoras da Câmara dos Deputados e do Senado Federal anunciaram que será definida a partir da segunda quinzena deste mês os integrantes do colegiado da nova Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso Nacional, que tem o objetivo de analisar e relatar o Orçamento Geral da União para 2027.

A comissão tem composição renovada a cada ano no período entre março e abril, mas este ano, as negociações sobre o tema ainda não foram iniciadas.

De acordo com informações de técnicos da Comissão, como é de praxe, as maiores bancadas do Senado e da Câmara ficam com o maior espaço, já que a representação de cada legenda precisa respeitar o critério de proporcionalidade.

A CMO é considerada uma das comissões mais importantes do Congresso Nacional e tem como principal objetivo, apreciar todos os anos o Plano Plurianual (PPA); a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO); e a Lei Orçamentária Anual (LOA).

Os parlamentares da comissão também são responsáveis pela análise de propostas de créditos adicionais e ainda tem papel fiscalizatório. Ao todo, a CMO tem 40 membros titulares, entre deputados e senadores.


— Com informações da Agência Câmara




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Gripe chegou mais cedo esse ano e já fez 1,6 mil mortes no país

11/04/2026

A temporada de gripe começou antes do esperado no Brasil em 2026 e já resultou em mais de 1,6 mil mortes, segundo dados recentes de vigilância em saúde. O avanço precoce do vírus influenza tem provocado aumento de internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e mobilizado autoridades para reforçar a vacinação como principal medida de proteção.

Conforme levantamento divulgado esta semana pela Fundação Oswaldo Cruz, foram registrados quase 32 mil casos de SRAG no país somente de janeiro até o início de abril, com mais de 1.600 óbitos. O cenário reflete uma circulação antecipada do vírus influenza A em diferentes regiões, alterando o padrão sazonal e exigindo resposta mais rápida da rede de saúde.



Casos dobraram

Dados do Instituto ‘Todos pela Saúde’ mostram que, entre janeiro e meados de março, os casos de SRAG associados ao influenza praticamente dobraram em comparação com o mesmo período de 2025. Foram 3.584...

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A temporada de gripe começou antes do esperado no Brasil em 2026 e já resultou em mais de 1,6 mil mortes, segundo dados recentes de vigilância em saúde. O avanço precoce do vírus influenza tem provocado aumento de internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e mobilizado autoridades para reforçar a vacinação como principal medida de proteção.

Conforme levantamento divulgado esta semana pela Fundação Oswaldo Cruz, foram registrados quase 32 mil casos de SRAG no país somente de janeiro até o início de abril, com mais de 1.600 óbitos. O cenário reflete uma circulação antecipada do vírus influenza A em diferentes regiões, alterando o padrão sazonal e exigindo resposta mais rápida da rede de saúde.



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Casos dobraram

Dados do Instituto ‘Todos pela Saúde’ mostram que, entre janeiro e meados de março, os casos de SRAG associados ao influenza praticamente dobraram em comparação com o mesmo período de 2025. Foram 3.584 registros em 2026, ante 1.838 no ano anterior. No mesmo intervalo, mais de 800 pessoas morreram em decorrência de vírus respiratórios, conforme informações do Ministério da Saúde.

A SRAG é uma condição clínica causada por diferentes agentes infecciosos, incluindo influenza, SARS-CoV-2 e vírus sincicial respiratório. A análise atual destaca especialmente os casos relacionados aos vírus influenza A e B, que apresentam maior circulação neste início de ano e impacto relevante nas internações.

Disseminação de variantes

Especialistas apontam que o comportamento fora do padrão pode estar associado à disseminação de variantes mais transmissíveis, como o subclado K do influenza A, identificado no país desde o fim de 2025. Esse tipo de variante contribui para a rápida propagação da doença, elevando o número de casos em curto período.

O aumento de infecções já impacta o cotidiano em diferentes locais. Uma escola particular de São Paulo orientou os alunos sintomáticos a permanecerem em casa, a fim de reduzir a transmissão.

Antecipação no hemisfério Norte

O avanço antecipado da gripe também acompanha um padrão observado no hemisfério Norte, onde a circulação do vírus começou antes do outono. Esse movimento reforça a importância do monitoramento global, que permite prever tendências e preparar sistemas de saúde para períodos de maior demanda.

Diante desse cenário, o Governo Federal antecipou o lançamento da Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza, que foi iniciada em 28 de março. A meta é imunizar 90% dos grupos prioritários — idosos, crianças entre seis meses e seis anos, gestantes, profissionais de saúde e professores.

Principal estratégia

A vacinação é considerada a principal estratégia para reduzir complicações, internações e mortes associadas à gripe. A rede pública dispõe de uma vacina trivalente. Já a imunização tetravalente, que protege contra quatro cepas do vírus, está disponível na rede privada de saúde.

O crescimento das internações preocupa especialmente entre idosos, grupo com maior risco de agravamento. Autoridades de saúde destacam a necessidade de ampliar a cobertura vacinal e manter medidas de prevenção, como higiene das mãos e isolamento em caso de sintomas.

— Com Agências de Notícias



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Lula destina R$ 41 milhões para InCor e inaugura centro de Ensino, Simulação e Inovação em saúde

11/04/2026

O presidente Lula assinou, nesta sexta-feira (10/04), portaria que destina R$ 41 milhões ao Instituto do Coração (InCor), valor que representa o maior investimento já liberado pelo Ministério da Saúde para a entidade.

A assinatura aconteceu em São Paulo, no evento de inauguração do Centro de Ensino, Simulação e Inovação (CESIN), pertencente ao Instituto do Coração (InCor), do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP).

Ampliação e fortalecimento do SUS

Conforme informações do Ministério da Saúde, os recursos serão aplicados na ampliação da capacidade de atendimento e no fortalecimento das ações assistenciais e de ensino, contribuindo para ampliar a oferta de serviços especializados e qualificar o cuidado prestado à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O CESIN integra tecnologia, ciência e prática clínica para transformar a formação de profissionais de saúde no Brasil....

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O presidente Lula assinou, nesta sexta-feira (10/04), portaria que destina R$ 41 milhões ao Instituto do Coração (InCor), valor que representa o maior investimento já liberado pelo Ministério da Saúde para a entidade.

A assinatura aconteceu em São Paulo, no evento de inauguração do Centro de Ensino, Simulação e Inovação (CESIN), pertencente ao Instituto do Coração (InCor), do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP).

Ampliação e fortalecimento do SUS

Conforme informações do Ministério da Saúde, os recursos serão aplicados na ampliação da capacidade de atendimento e no fortalecimento das ações assistenciais e de ensino, contribuindo para ampliar a oferta de serviços especializados e qualificar o cuidado prestado à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O CESIN integra tecnologia, ciência e prática clínica para transformar a formação de profissionais de saúde no Brasil. O complexo, de cinco andares e 3.800m², reúne oito salas de simulação com cenários realísticos — como emergência, UTI e centro cirúrgico —, além de estúdio de realidade virtual imersiva, biobanco para armazenamento de material genético, área dedicada ao Núcleo de Inovação (InovaInCor) e estrutura de apoio com auditório e salas de ensino.

Ambientes reais de assistência

O novo centro foi concebido para reproduzir, com alta fidelidade, ambientes reais da assistência em saúde, permitindo que estudantes e profissionais vivenciem situações clínicas complexas e treinem a tomada de decisão em cenários críticos.

A iniciativa prevê transferência de tecnologia, capacitação profissional e estímulo à produção nacional, com o objetivo de reduzir a dependência externa e ampliar a autonomia tecnológica do país.

As etapas de trabalho incluem identificação de necessidades, avaliação de tecnologias disponíveis, desenvolvimento de soluções, estruturação de hub tecnológico e capacitação de profissionais para o SUS.

— Com informações da Agência Brasil



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Nova pesquisa Datafolha aponta perda de vantagem de Lula e possibilidade de empate do presidente com Flávio, Caiado e Zema num 2º Turno

11/04/2026

Da Redação

A mais recente pesquisa divulgada pelo Datafolha, por volta das 12h15 deste sábado (11/04), aponta um movimento que ainda não tinha sido registrado antes, no qual o presidente Lula perde vantagem e empata com os outros presidenciáveis Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) no segundo turno.

Na prática, a pesquisa aponta que o presidente Lula foi ultrapassado numericamente pela primeira vez por Flávio, que atingiu 46% ante 45% do petista. Quando o rival de Lula é Ronaldo Caiado ou Romeu Zema, o atual presidente marca 45% a 42%.

Todos os resultados configuram empates dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou menos do levantamento, que ouviu 2.004 eleitores em 137 cidades de terça (07/04) a quinta-feira (09/04). A pesquisa e seu resultado estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código BR-03770/2026.

Primeira pesquisa com Caiado

Est...

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Da Redação

A mais recente pesquisa divulgada pelo Datafolha, por volta das 12h15 deste sábado (11/04), aponta um movimento que ainda não tinha sido registrado antes, no qual o presidente Lula perde vantagem e empata com os outros presidenciáveis Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Romeu Zema (Novo) no segundo turno.

Na prática, a pesquisa aponta que o presidente Lula foi ultrapassado numericamente pela primeira vez por Flávio, que atingiu 46% ante 45% do petista. Quando o rival de Lula é Ronaldo Caiado ou Romeu Zema, o atual presidente marca 45% a 42%.

Todos os resultados configuram empates dentro da margem de erro de dois pontos para mais ou menos do levantamento, que ouviu 2.004 eleitores em 137 cidades de terça (07/04) a quinta-feira (09/04). A pesquisa e seu resultado estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o código BR-03770/2026.

Primeira pesquisa com Caiado

Esta é a primeira pesquisa com a depuração do quadro de pré-candidatos a partir da escolha do ex-governador de Goiás pelo PSD, formalizado na semana passada.

Segudo o Datafolha, dentre os rivais de Lula num segundo turno, Caiado foi quem mais ganhou fôlego ante o levantamento passado, realizado no começo de março. Caiado disputa um voto na mesma raia de Flávio e Zema, à direita no espectro político, eliminando assim a ideia de terceira via centrista no pleito.

Na rodada passada, o goiano perdia de 46% a 36% para Lula, e agora a diferença caiu oito pontos. Flávio, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, subiu três pontos. Já Zema foi avaliado neste cenário pela primeira vez.

2º Turno é o mais provável

A esta altura, a existência de um segundo turno para a presidência é o cenário mais provável em relação às eleições deste ano. Conforme destacam especialistas, quando se excluem os nulos e brancos, que é a forma com que a Justiça Eleitoral contabiliza resultados de pleitos, Lula soma 45% das intenções em votos válidos.

Já seus adversários somados têm 55%, considerando arredondamentos. Para vencer a disputa, é preciso ter, no mínimo, 50% mais um dos votos válidos.

Mas especialistas alertam: o dado precisa ser visto com cautela, devido à distância da eleição. O índice de votos brancos e nulos e de indecisos tende a cair perto do pleito.

Polarização repetida

A simulação do primeiro turno, agora reduzida a apenas uma e por isso só comparável à sua análoga na rodada anterior, repete a cristalização de uma polarização entre Lula e Flávio neste estágio inicial da corrida eleitoral.

O senador avançou quatro pontos em menções espontâneas, indo de 12% para 16%. Lula ainda lidera o quesito, quando o entrevistado não tem acesso à lista de pré-candidatos, oscilando de 25% para 26% ante a pesquisa anterior. Caiado aparece pela primeira vez, com 2% de citações.

Quando os nomes são mostrados pelo pesquisador, Lula repete os 39% da liderança, mas Flávio oscila positivamente dois pontos, de 33% para 35% —o que desenha uma tendência de empate técnico no limite da margem de erro, que favorece estatisticamente quem está na frente. Porém, a curva do senador é ascendente e a do presidente, estagnada.

Caiado sem agregar apoios

Ronaldo Caiado, por sua vez, segundo os dados apurados, não agregou apoio significativo após sua confirmação como candidato, indo de 4% para 5%. O favorito do PSD para a postulação, o governador paranaense Ratinho Junior, que desistiu da disputa, marcava um pouco acima.

Zema empata com Caiado, oscilando de 5% para 4%, se iguala na margem com o ex-governador mineiro Renan Santos (Missão), que foi de 3% para 2%, enquanto Aldo Rebelo (DC) oscilou de 2% para 1%. Cabo Daciolo (Mobiliza),que não tinha sido lançado candidato até então, estreia com 1%. Declararam votar em branco ou nulo 10% dos entrevistados, enquanto 4% disseram não saber quem escolher.

Rejeições entre os pre-candidatos

A rejeição também segue estável e os números mostram o lado reverso da polarização: os mais desejados pelo eleitor também são os mais rejeitados pela torcida do candidato adversário, restando poucos e decisivos votos no meio do caminho.

Neste sentido, enquanto 48% dos entrevistados afirmaram não votar de forma alguma no atual presidente, 46% rejeitaram o filho de Bolsonaro. Confirmando a firmeza dessas opiniões, 99% disseram conhecer Lula e 93%, Flávio. Neste quesito se saem melhor Zema e Caiado. O mineiro é desconhecido para 56% dos eleitores e tem um índice de rejeição de apenas 17%. O goiano quase repete os números: 54% e 16%, respectivamente.

Perfil do eleitorado

Em relação ao perfil do eleitorado, a surpresa é pequena. Lula tem intenção de voto acima de sua média entre os 28% menos instruídos (50%), os 47% mais pobres (44%) e os 26% de nordestinos (55%). São todos estratos com margens de erro próxima da geral, por serem volumosos.

Flávio, por sua vez tem 49% de intenções de votos entre os 2% mais ricos, mas ali a margem é de 13 pontos. Vai melhor, com 41%, no segmento de classe média mais alto, que ganha de 5 a 10 salários mínimos (9% da amostra, com 8 pontos de margem).

No tocante aos evangélicos, Flávio vence entre os 29% desse público, com 49% das intenções ante 25% das de Lula. Em relação ao 49% dos ouvidos que são católicos, o petista apareceu como preferido em 43% deles e o senador, em 30%.

— Com informações do Portal UOL e do Datafolha




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Erro da Secretaria de Educação de Raquel Teixeira Lyra pode custar quase 80 milhões por ano ao Estado

11/04/2026

A Secretaria de Educação da governadora Raquel Teixeira Lyra, como de costume incompetente, informou errado o numero de alunos em tempo integral ao Censo Escolar. Com esse pequeno erro, o Estado sofreu uma perda de R$ 78,7 milhoes por ano. A Procuradoria Geral do Estado entrou em campo para tentar salvar a situação e conseguiu que a Justiça Federal mandasse reabrir Censo Escolar para tentar evitar a perda.

Justiça manda reabrir Censo Escolar para evitar perda de repasse de R$ 78,7 milhões a Pernambuco.

A notícia

Uma decisão da 10ª Vara da Justiça Federal em Pernambuco determinou a reabertura do sistema Educacenso 2025 para correção de dados da rede estadual de ensino de Pernambuco, após a identificação de um erro que pode impactar no repasse de R$ 78.777.828,31 do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). A decisão foi tomada após um pedido da Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE).

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A Secretaria de Educação da governadora Raquel Teixeira Lyra, como de costume incompetente, informou errado o numero de alunos em tempo integral ao Censo Escolar. Com esse pequeno erro, o Estado sofreu uma perda de R$ 78,7 milhoes por ano. A Procuradoria Geral do Estado entrou em campo para tentar salvar a situação e conseguiu que a Justiça Federal mandasse reabrir Censo Escolar para tentar evitar a perda.

Justiça manda reabrir Censo Escolar para evitar perda de repasse de R$ 78,7 milhões a Pernambuco.

A notícia

Uma decisão da 10ª Vara da Justiça Federal em Pernambuco determinou a reabertura do sistema Educacenso 2025 para correção de dados da rede estadual de ensino de Pernambuco, após a identificação de um erro que pode impactar no repasse de R$ 78.777.828,31 do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). A decisão foi tomada após um pedido da Procuradoria Geral do Estado de Pernambuco (PGE-PE).

A medida

Tenta corrigir inconsistências no registro de matrículas durante o Censo Escolar de 2025. Segundo o processo, 46.081 alunos matriculados em regime de tempo integral foram classificados como estudantes de tempo parcial, atingindo 157 escolas e 1.328 turmas. Como consequência do erro, a jornada ficou abaixo das sete horas diárias mínimas exigidas para caracterizar o ensino integral.

Origem do erro

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) implementou mudanças operacionais nas respostas ao Censo que não foram levadas em consideração pela Secretaria de Educação de Raquel Teixeira Lyra, que usou modelos antigos para responder.
A partir de 2025, o sistema passou a exigir o lançamento detalhado da carga horária por dia da semana, substituindo o modelo anterior, mais simplificado.

Argumentos do juiz

A Justiça considerou que há indícios suficientes de que o erro tem "natureza técnica e sistêmica". O juiz destacou que a inconsistência só foi percebida após a divulgação dos dados preliminares do censo e que, apesar disso, o Inep não contestou o conteúdo das correções apresentadas posteriormente, "negando a correção apenas com base no prazo administrativo já encerrado"

Prejuízos irreversíveis

Na avaliação do magistrado, a manutenção dos dados incorretos poderia gerar efeitos sobre o financiamento da educação. O valor de mais de R$ 78 milhões foi calculado com base na diferença de ponderação entre matrículas de tempo integral e parcial. Ao fundamentar a decisão, o juiz destacou que o caso envolve um conflito entre o cumprimento de prazos administrativos e o impacto sobre o direito à educação. Para ele, a eventual manutenção do erro afetaria diretamente milhares de estudantes, podendo comprometer desde a infraestrutura escolar até programas de alimentação e pagamento de profissionais da educação.

Com a liminar

O Inep deverá reabrir o sistema em até 72 horas, permitindo que o Estado corrija os dados das escolas afetadas. Após a reabertura, haverá prazo de cinco dias úteis para a retificação das informações. A decisão também proíbe a consolidação definitiva dos dados dessas unidades até a conclusão das correções e estabelece multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento.

Efeito imediato

O processo segue em tramitação, mas a decisão tem efeito imediato e busca evitar que os dados incorretos sejam consolidados e passem a influenciar a distribuição dos recursos federais já no próximo ano.

E

Nada disso seria necessário se a Secretaria de Educação de Raquel Teixeira Lyra prestasse atenção no serviço, como fizeram os demais Estados.

O Poder

Garante, como sempre, o mais amplo espaço para a manifestação de todos os citados.

(O Poder, com informações do Diário de Pernambuco e do blog Dantas Barreto)








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Defesa de Bolsonaro afirma que apesar de melhora, ex-presidente tem limitações que exigem continuidade do tratamento

11/04/2026

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar humanitária, encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), os relatórios médico e fisioterápico do apenado. Os documentos indicam evolução satisfatória após o quadro recente de pneumonia bacteriana, mas apontam para a persistência de limitações físicas, incluindo desequilíbrio, fadiga e dores no ombro direito que impedem a realização plena dos exercícios de reabilitação.

Segundo o parecer assinado pelo cardiologista Brasil Ramos Caiado, Bolsonaro apresenta pressão arterial controlada e registrou apenas um episódio de soluço de curta duração na última semana, sem necessidade de medicação adicional. O médico, porém, destaca que o quadro de desequilíbrio permanece inalterado e que o paciente ainda se queixa de fadiga e cansaço, com discreta melhora em relação ao período anterior.

Protocolo inclui fisioterapia e reabilitação

De acordo c...

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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro, que cumpre prisão domiciliar humanitária, encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), os relatórios médico e fisioterápico do apenado. Os documentos indicam evolução satisfatória após o quadro recente de pneumonia bacteriana, mas apontam para a persistência de limitações físicas, incluindo desequilíbrio, fadiga e dores no ombro direito que impedem a realização plena dos exercícios de reabilitação.

Segundo o parecer assinado pelo cardiologista Brasil Ramos Caiado, Bolsonaro apresenta pressão arterial controlada e registrou apenas um episódio de soluço de curta duração na última semana, sem necessidade de medicação adicional. O médico, porém, destaca que o quadro de desequilíbrio permanece inalterado e que o paciente ainda se queixa de fadiga e cansaço, com discreta melhora em relação ao período anterior.

Protocolo inclui fisioterapia e reabilitação

De acordo com o relatório médico, Bolsonaro segue rigorosamente um protocolo de fisioterapia três vezes por semana e reabilitação cardiorrespiratória seis vezes por semana. Recentemente, foram iniciados exercícios de fortalecimento dos membros inferiores, com o objetivo de melhorar o equilíbrio e reduzir o risco de quedas.

Ao exame físico, o cardiologista identificou ausculta pulmonar alterada, com murmúrios vesiculares bastante reduzidos na base do pulmão esquerdo, enquanto o lado direito apresenta resultado normal.

O ex-presidente também recebeu visita de um ortopedista, que manteve a terapia analgésica noturna para tratar as dores no ombro direito. O paciente foi orientado a manter a medicação de uso regular e contínuo.

Dor no ombro impediu exercícios

No dia 6 de abril, o fisioterapeuta relatou que foram realizados exercícios de fortalecimento com ênfase na ativação dos músculos da cintura escapular e região dorsal, voltados ao preparo pré-operatório.

Contudo, os exercícios específicos para o ombro não puderam ser executados, pois Bolsonaro relatou dor em todos os movimentos tentados, associada à limitação de amplitude articular. Diante disso, a sessão incluiu intervenções de laserterapia, agulhamento e liberação miofascial na região afetada.

Já na sessão do dia 9 de abril, o quadro apresentou evolução positiva. Foi possível utilizar resistência elástica para ativar os músculos do ombro e da cintura escapular, e o paciente relatou melhora da dor e avanço na mobilidade articular. Mas a presença de nova crise de soluços gerou aumento de tensão na região cervical e dor dorsal, exigindo nova rodada de agulhamento, liberação miofascial e laserterapia.

O fisioterapeuta concluiu que há resposta positiva inicial ao tratamento, mas ressaltou a persistência de limitações funcionais e intercorrências clínicas que impactam o padrão muscular global, recomendam a continuidade do acompanhamento com progressão gradual dos exercícios.

Mudança para regime domiciliar

Bolsonaro estava detido no Complexo da Papuda, quando precisou ser transferido às pressas para um hospital após desenvolver broncopneumonia. Após duas semanas hospitalizado, o ministro Alexandre de Moraes autorizou a conversão do regime para prisão domiciliar de caráter humanitário, com prazo inicial de 90 dias, podendo ser prorrogado ou revogado conforme a evolução do estado de saúde e as decisões judiciais.

O ex-presidente foi condenado a 27 anos e três meses de prisão por crimes que incluem tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito e tentativa de golpe de Estado. A prisão domiciliar não altera a condenação, mas adapta temporariamente as condições de cumprimento da pena em razão do estado de saúde do réu.

O acompanhamento das condições da prisão domiciliar, incluindo o controle de visitas e de profissionais autorizados, segue sob supervisão direta do ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF.


— Com informações de Carolina Villela/HJur




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