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Eleições 2024 - Romero Rodrigues desiste de disputar prefeitura de Campina Grande

31/07/2024

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Severino Lopes
O Poder


Acabou o suspense. Em meio a expectativas, o deputado federal Romero Rodrigues anunciou hoje, quarta-feira (31/07) a desistência de disputar a prefeitura de Campina Grande. O anúncio foi feito em uma reunião com pré-candidatos a vereadores do Podemos, partido do político.

Motivos

Romero afirmou que desistiu por motivos pessoais, para preservar a saúde dele e da família.

Desculpa

Durante a reunião, Romero também se desculpou com toda a equipe que já estava trabalhando na pré-candidatura do político e que inclusive, um prédio já havia sido locado para os trabalhos que seriam feitos durante a campanha.

Outra desistência

O ex-prefeito também afirmou que sua esposa, a médica Micheline Rodrigues, também desiste de compor a chapa de Bruno Cunha Lima.
Nos bastidores, Romero é cotado para indicar o vice da chapa...

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Severino Lopes
O Poder


Acabou o suspense. Em meio a expectativas, o deputado federal Romero Rodrigues anunciou hoje, quarta-feira (31/07) a desistência de disputar a prefeitura de Campina Grande. O anúncio foi feito em uma reunião com pré-candidatos a vereadores do Podemos, partido do político.

Motivos

Romero afirmou que desistiu por motivos pessoais, para preservar a saúde dele e da família.

Desculpa

Durante a reunião, Romero também se desculpou com toda a equipe que já estava trabalhando na pré-candidatura do político e que inclusive, um prédio já havia sido locado para os trabalhos que seriam feitos durante a campanha.

Outra desistência

O ex-prefeito também afirmou que sua esposa, a médica Micheline Rodrigues, também desiste de compor a chapa de Bruno Cunha Lima.
Nos bastidores, Romero é cotado para indicar o vice da chapa do atual prefeito de Campina Grande.

Esperada

A decisão da desistência de Romero, já era esperada, desde o anúncio do Republicanos, no início da semana, em apoiar o médico Jhony Bezerra (PSB) na disputa.

Reunião

O Republicanos se reuniu no domingo com o deputado federal Romero Rodrigues que havia dado a garantia de disputar as eleições para prefeito, mas até o momento não se manifestou de forma pública. Com a indefinição de Romero, e o apoio do PSB a Nilvan em Santa Rita, o Republicanos decidiu retribuir com a adesão à Jhonny Bezerra. Hoje, Romero tornou público a sua decisão de desistir da disputa pela Prefeitura da Rainha da Borborema.

Segunda vez

Esta é a segunda vez que Romero desiste de uma candidatura após negociações com o governador João Azevêdo. Em 2022, ele também abandonou a possibilidade de ser vice na chapa socialista, optando por disputar uma vaga na Câmara dos Deputados, onde atualmente cumpre mandato.

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Leia outras informações

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É Findi - 'O Agente Secreto' - Poema Contraponto ao Poema do Doutor Felipe Bezerra*, por Romero Falcão*

24/01/2026

Não, não é o país do futebol
que tanto se ouviu lá fora.
É o país do cinema, agora.


É 'O Agente Secreto',
que faz do intelecto
Pernambuco internacional.


E o complexo de vira-lata
virou complexa exibição.
Na ponte, no rio do Recife,
talento de Kleber Mendonça.



Quatro indicações ao Oscar.
O que diria o mestre Glauber Rocha?


Viva a genialidade pernambucana
que brilha nas telas do mundo.
Viva Wagner Moura, todo elenco, todo povo brasileiro
Queiram ou não queriam os juízes


A arte é a aorta da nação


*Romero Falcão é um cronista que se arrisca a fazer poema torto.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o livre confronto de ideias e acolhe o contraditório. Todas as pessoas e instituições citadas...

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Não, não é o país do futebol
que tanto se ouviu lá fora.
É o país do cinema, agora.


É 'O Agente Secreto',
que faz do intelecto
Pernambuco internacional.


E o complexo de vira-lata
virou complexa exibição.
Na ponte, no rio do Recife,
talento de Kleber Mendonça.



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Quatro indicações ao Oscar.
O que diria o mestre Glauber Rocha?


Viva a genialidade pernambucana
que brilha nas telas do mundo.
Viva Wagner Moura, todo elenco, todo povo brasileiro
Queiram ou não queriam os juízes


A arte é a aorta da nação


*Romero Falcão é um cronista que se arrisca a fazer poema torto.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o livre confronto de ideias e acolhe o contraditório. Todas as pessoas e instituições citadas têm assegurado espaço para suas manifestações.



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É Findi - O Oscar do 'Agente Secreto' - Poema, por Felipe Bezerra*

24/01/2026

Mais que um filme,
Obra de arte.
Verdadeiro manifesto

pela democracia,
também pela hipocrisia.
O aplauso do intelecto

aos bilhões roubados
dos apoesentados,
para manter o projeto.

O conluio indiscreto
com assaltos reiterados
aos mais decrépitos.

À defesa do que é incorreto.
À dúbia moralidade.
À gente do discurso infecto.


*Felipe Bezerra, advogado e poeta.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o livre confronto de ideias e acolhe o contraditório. Todas as pessoas e instituições citadas têm assegurado espaço para suas manifestações.

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Mais que um filme,
Obra de arte.
Verdadeiro manifesto

pela democracia,
também pela hipocrisia.
O aplauso do intelecto

aos bilhões roubados
dos apoesentados,
para manter o projeto.

O conluio indiscreto
com assaltos reiterados
aos mais decrépitos.

À defesa do que é incorreto.
À dúbia moralidade.
À gente do discurso infecto.


*Felipe Bezerra, advogado e poeta.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o livre confronto de ideias e acolhe o contraditório. Todas as pessoas e instituições citadas têm assegurado espaço para suas manifestações.




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É Findi – Ser Passarinho - Crônica/Poema - Por Xico Bizerra*

24/01/2026

Acordei querendo ser passarinho. Outra vez. Mas não fui capaz. Tentei de novo, há dois minutos, não mais, pela última vez e soltei-me a cantar. Mas ninguém ouviu. Estavam todos preocupados com a Bolsa de Valores, com a Ucrânia, com Trump e com o que está por vir. Meu canto era mais desimportante que o ditador americano ou a malvadeza dos tiranos. E eu que só queria sair a voar, que nem um curió, brincar de beijar, tal qual o beija-flor ... Lembrei-me que há dois mil anos quem foi passarinho, de tanto cantar o bem, teve as asas espetadas numa cruz e ali ficou. De nada adiantou ter voado sementes e gorjeado colinas. A comparação apenas deu-me a dimensão do quanto sou pretensioso. Voei, então, dez mil anos atrás: foi quando descobri-me dinossauro, que não sabia voar. Tampouco, cantar. Mas, teimoso, vou continuar tentando, caminhando e cantando, buscando o abraço. Passarinho serei. Só peço que não me cortem as asas. Não tenho vocação para dinossauro ... Nem me destinem a uma gaiola. Nunca...

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Acordei querendo ser passarinho. Outra vez. Mas não fui capaz. Tentei de novo, há dois minutos, não mais, pela última vez e soltei-me a cantar. Mas ninguém ouviu. Estavam todos preocupados com a Bolsa de Valores, com a Ucrânia, com Trump e com o que está por vir. Meu canto era mais desimportante que o ditador americano ou a malvadeza dos tiranos. E eu que só queria sair a voar, que nem um curió, brincar de beijar, tal qual o beija-flor ... Lembrei-me que há dois mil anos quem foi passarinho, de tanto cantar o bem, teve as asas espetadas numa cruz e ali ficou. De nada adiantou ter voado sementes e gorjeado colinas. A comparação apenas deu-me a dimensão do quanto sou pretensioso. Voei, então, dez mil anos atrás: foi quando descobri-me dinossauro, que não sabia voar. Tampouco, cantar. Mas, teimoso, vou continuar tentando, caminhando e cantando, buscando o abraço. Passarinho serei. Só peço que não me cortem as asas. Não tenho vocação para dinossauro ... Nem me destinem a uma gaiola. Nunca fiz nada de mal. Fiz, isto sim, até uma cantiga, (e não é porque é minha, não, mas é bonita que só), que estará em breve nas plataformas musicais, e diz assim:


De Jardim Em Jardim

Vou pedir a Deus
Pra ser passarinho
Sair do meu ninho
Brincar de voar
De jardim em jardim
Cantando o amor
Todo tempo, enfim,
É tempo de flor

Vou pedir a Deus
Pra ser colibri
Viver a sorrir
Brincar de beijar
De Jardim em jardim
De flor em flor
Todo tempo, enfim,
É tempo de amor

E ser Sabiá, cantar e cantar
Pra te alegrar, te fazer sonhar
Pra me alegrar, me fazer sonhar
E ser Sabiá, cantar e cantar
Me fazer sonhar, pra me alegrar
Pra te alegrar, te fazer sonhar


*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores


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É Findi - O Sofrimento Psíquico: Novo Olhar - Crônica, por Maria Inês Machado*

24/01/2026

Falar em janeiro Branco é lembrar que o cuidado com a saúde mental não cabe em um calendário. Não se trata de pauta restrita a um mês, mas de meta permanente, indispensável à melhoria da qualidade de vida. É compromisso contínuo que deve envolver indivíduos, famílias, instituições e poder público. Quando esse cuidado se torna cotidiano, abre-se caminho para a redução do estigma, o fortalecimento das redes de apoio, o acesso oportuno ao tratamento e, sobretudo, para a construção da sociedade mais saudável, empática e consciente.

Vale, então, breve incursão pelas palavras lúcidas do médico psiquiatra Ulisses Pernambucano, cuja visão permanece atual. Dizia ele que a maior tarefa do psiquiatra era defender o doente mental. Tal defesa consistia em oferecer-lhe melhores condições de vida por meio de um tratamento digno e eficaz. Graças a esse trabalho, afirmava, a maior parte dos doentes poderia viver em sociedade e usufruir plenamente de seus direitos de cidadania. Não se...

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Falar em janeiro Branco é lembrar que o cuidado com a saúde mental não cabe em um calendário. Não se trata de pauta restrita a um mês, mas de meta permanente, indispensável à melhoria da qualidade de vida. É compromisso contínuo que deve envolver indivíduos, famílias, instituições e poder público. Quando esse cuidado se torna cotidiano, abre-se caminho para a redução do estigma, o fortalecimento das redes de apoio, o acesso oportuno ao tratamento e, sobretudo, para a construção da sociedade mais saudável, empática e consciente.

Vale, então, breve incursão pelas palavras lúcidas do médico psiquiatra Ulisses Pernambucano, cuja visão permanece atual. Dizia ele que a maior tarefa do psiquiatra era defender o doente mental. Tal defesa consistia em oferecer-lhe melhores condições de vida por meio de um tratamento digno e eficaz. Graças a esse trabalho, afirmava, a maior parte dos doentes poderia viver em sociedade e usufruir plenamente de seus direitos de cidadania. Não se tratava apenas de curar sintomas, mas de resgatar pessoas.

A doença mental acompanha o ser humano desde os primórdios da história. Poetas, historiadores, artistas e médicos deixaram registros de perturbações psíquicas ao longo dos séculos. Algumas figuras históricas tornaram-se emblemáticas. Os imperadores romanos Nero e Calígula são exemplos disso, e também o rei francês Carlos VI, conhecido como “o Louco”, que acreditava ser feito de vidro e usava hastes de ferro nas roupas para evitar que seu corpo se partisse. São imagens extremas que revelam: O sofrimento psíquico atravessa épocas, culturas e posições de poder.

Na literatura, um trecho do livro O Alienista, de Machado de Assis, o personagem Dr Simão Bacamarte afirma: Pensava ser a loucura uma ilha, mas descobrira tratar-se de um continente. O que se pode acrescentar um continente vasto, envolto em brumas, que aos poucos vem sendo penetrado pelas luzes da ciência. Essas luzes permitem vislumbrar formas, estruturas e significados, afastando explicações mágicas, preconceitos e leituras simplistas sobre a origem do sofrimento mental.

A loucura é, antes de tudo, fato social. Ela existe, assusta, desorganiza e provoca medo. O doente mental, tantas vezes chamado de insano, psicótico ou desvairado, acaba sendo vítima desse temor coletivo. Por isso, ao longo da história, foi submetido a exclusões, violências e silenciamentos. O preconceito, o estigma e o tabu que o acompanham atravessaram séculos, deixando marcas profundas não apenas nos indivíduos, mas também na forma como a sociedade aprende a lidar com a diferença.

Profissionais da área da saúde mental debruçam-se sobre esse campo vasto e complexo. Na atualidade, apesar das críticas muitas vezes superficiais de quem desconhece o tema, os hospitais psiquiátricos e os serviços especializados têm desenvolvido trabalhos sérios e progressivamente mais humanizados. O paciente passou a ser visto na condição de um ser biopsicossocial, cuja história, vínculos e contexto importam tanto quanto o diagnóstico. Para isso, utilizam-se conhecimentos adquiridos nas universidades e, sobretudo, na prática clínica, construindo novo olhar sobre o sofrimento psíquico.

Há, sem dúvida, muito ainda a ser feito. No entanto, quando se observa o percurso histórico, é impossível negar os avanços. Houve progressos significativos na psicofarmacologia, redução das internações prolongadas, fortalecimento dos tratamentos ambulatoriais, maior reintegração social dos pacientes e o uso da eletroconvulsoterapia guiado por evidências científicas, princípios éticos e humanização do cuidado. Cada passo representa menos exclusão e mais dignidade.

Cuidar da saúde mental é, em essência, cuidar da vida. Razão e afeto formam um binômio inseparável. Nenhum avanço científico substitui o acolhimento e nenhuma técnica dispensa a empatia. Somados aos recursos médicos e psicológicos, esses elementos são inadiáveis.

É nesse encontro entre ciência e humanidade que o cuidado se torna verdadeiramente terapêutico, abrindo ao doente mental caminhos de esperança, coragem e disposição para seguir em frente.


*Maria Inês Machado é psicóloga, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental e em Intervenção Psicossocial à família. Possui formação em contação de histórias pela FAFIRE e pelo Espaço Zumbaiar. Gosta de escrever contos que retratam os recortes da vida. Autora do livro infantojuvenil 'A Cidade das Flores'.

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




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É Findi - Criança, Poema, Arte ... - Por Eduardo Albuquerque*

24/01/2026

Uma criança precisa do poema
Logo, logo, desde pequena
Como do básico alimento
Essenciais ao próprio sustento



Também necessita da arte
Eis que ela da vida faz parte
Decerto, adulta será a contraparte
Quiçá dela nunca se aparte



E também de muito carinho
Pra lembrar sempre do seu ninho
Alicerce de futuros caminhos



Não as prives nunca do amor
Isso as fará suplantar dores
E o vale de lágrimas lhe será flor.


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor.


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Uma criança precisa do poema
Logo, logo, desde pequena
Como do básico alimento
Essenciais ao próprio sustento



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Também necessita da arte
Eis que ela da vida faz parte
Decerto, adulta será a contraparte
Quiçá dela nunca se aparte



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E também de muito carinho
Pra lembrar sempre do seu ninho
Alicerce de futuros caminhos



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Não as prives nunca do amor
Isso as fará suplantar dores
E o vale de lágrimas lhe será flor.


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor.


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É Findi - Janeiro de Renovações - Crônica, por Ana Pottes*

24/01/2026

Assim pensamos e fazemos. Reconectamos os desejos que ficaram para trás e aumentamos a lista com outros sonhos. Crescem as expectativas acerca das construções que estão por vir. Em sua chegada, seguindo a tradição, vestimos branco. É assim em muitos países, para simbolizar a renovação e a pureza. No Japão, a cor envolve o sagrado, a purificação, boa sorte e prosperidade.

Janeiro veste branco

Li que na Finlândia um movimento surgido em 1942 se popularizou: o Janeiro Seco, mês sem consumir bebidas alcoólicas, com a visão de reduzir danos: ao bolso, à produtividade, à saúde física e mental. Aqui no Brasil, o mês foi se vestindo de branco e tendo significativas metas para o bem-estar psicossocial.

Surgido em 2014, em Minas Gerais, somando ideias de recomeços, páginas brancas, pureza, de novas construções e trazendo tais conceitos para a saúde mental, área que carrega forte estigma e onde os preconceitos impedem, muitas vezes, que pesso...

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Assim pensamos e fazemos. Reconectamos os desejos que ficaram para trás e aumentamos a lista com outros sonhos. Crescem as expectativas acerca das construções que estão por vir. Em sua chegada, seguindo a tradição, vestimos branco. É assim em muitos países, para simbolizar a renovação e a pureza. No Japão, a cor envolve o sagrado, a purificação, boa sorte e prosperidade.

Janeiro veste branco

Li que na Finlândia um movimento surgido em 1942 se popularizou: o Janeiro Seco, mês sem consumir bebidas alcoólicas, com a visão de reduzir danos: ao bolso, à produtividade, à saúde física e mental. Aqui no Brasil, o mês foi se vestindo de branco e tendo significativas metas para o bem-estar psicossocial.

Surgido em 2014, em Minas Gerais, somando ideias de recomeços, páginas brancas, pureza, de novas construções e trazendo tais conceitos para a saúde mental, área que carrega forte estigma e onde os preconceitos impedem, muitas vezes, que pessoas busquem ajuda para minimizar o sofrimento.

Saúde mental é a meta

Em 2023, o presidente em exercício Geraldo Alckmin, sancionou a lei de número 14. 556, criando a Campanha Nacional do Janeiro Branco, dedicada à promoção da saúde mental, abordando hábitos e ambientes saudáveis e a prevenção de doenças psiquiátricas, com enfoque especial à prevenção da dependência química e do suicídio.

Tratar a saúde mental como meta para a melhoria da qualidade de vida das pessoas deve ser um foco de constância durante todo o ano. O destaque para um mês, o primeiro do ano, reflete o cuidado que se deve ter com os tempos seguintes.

Trabalhar sobre o equilíbrio emocional, a energia que se perde em emoções fora do controle e o quanto isso danifica o mundo interior de uma pessoa, é um foco amplo e dele se pode alimentar outro ponto, que é a construção de relacionamentos saudáveis, com base no respeito, na consideração e no apoio mútuo. E. seguindo a interdependência desses fatores, se chega ao autocuidado.

Parece simples e pode ser, se tornando um belo trabalho de construção interior trazer esses pontos interdependentes em constante atenção: equilíbrio emocional, relacionamento saudável e autocuidado.

Saúde mental como foco para uma construção social mais produtiva, humana e assertiva; aos profissionais da área um amplo campo de atuação: psicólogos, psiquiatras, médicos do trabalho, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais dentre outros, são os artífices dessas construções.

Saliento e reforço o que segue: buscar ajuda sempre é sinônimo de inteligência, sensibilidade e força, nunca de fragilidade.

Renovação

Para finalizar essas breves reflexões sobre o janeiro branco, destaco a alegria pelos alunos da UNIFAFIRE, concluintes de psicologia. Novos profissionais que seguirão ajudando na construção do bem-estar psíquico da sociedade em geral.

No próximo ano, a turma na qual me formei, completa jubileu de ouro. Hoje, assisto a jovens assumirem a profissão ao som das palavras da oração de São Francisco de Assis, que também nos orientou em um dezembro de 1977. E a felicidade inunda minha alma, por ver seguir nessa trilha, minha sobrinha-neta, levando no dedo o mesmo anel, que em uma cerimônia lá atrás, recebeu a bênção de Frei Tito.

Para as formandas, o meu carinho transbordante em aplausos e vivas. À Maria Vitória, toda a minha emoção.


*Ana Pottes, psicóloga, gosta de escrever crônicas, contos e poemas sobre as interações emocionais com a vida. Autora do livro de poemas: Nem tudo são flores, mas... elas existem!


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.


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É Findi – Café Lafayette - por Carlos Bezerra Cavalcanti*

24/01/2026

Ponto De Encontro de Jornalistas Intelectuais e Boêmios

Antigo depósito de cigarros da Fábrica Lafayette, o prédio do Café era de estilo remanescente do final do século XIX. Tendo em vista seu posicionamento, no cruzamento das ruas Primeiro de Março com Imperador Pedro II, junto às redações dos principais jornais da época, Jornais Pequeno, do Commercio, Folha de Manhã e Diário de Pernambuco os jornalistas, intelectuais e homens públicos eram seus frequentadores, principalmente nos finais de tarde.

Cavalheiros, Sim. Damas, Não

O local eressencialmente masculino, onde seus fregueses decidiam o futuro da cidade como lembrou certa vez o saudoso Capiba, em entrevista ao Diário de Pernambuco, de 7 de novembro de 1993. “ Além do tradicional Café, a CASA servia cerveja e outras bebidas. As instalações não chegavam a ser confortáveis, mas eram sóbrias, diz a matéria. Os homens se serviam, na maioria das vezes, em pé, observando o movimen...

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Ponto De Encontro de Jornalistas Intelectuais e Boêmios

Antigo depósito de cigarros da Fábrica Lafayette, o prédio do Café era de estilo remanescente do final do século XIX. Tendo em vista seu posicionamento, no cruzamento das ruas Primeiro de Março com Imperador Pedro II, junto às redações dos principais jornais da época, Jornais Pequeno, do Commercio, Folha de Manhã e Diário de Pernambuco os jornalistas, intelectuais e homens públicos eram seus frequentadores, principalmente nos finais de tarde.

Cavalheiros, Sim. Damas, Não

O local eressencialmente masculino, onde seus fregueses decidiam o futuro da cidade como lembrou certa vez o saudoso Capiba, em entrevista ao Diário de Pernambuco, de 7 de novembro de 1993. “ Além do tradicional Café, a CASA servia cerveja e outras bebidas. As instalações não chegavam a ser confortáveis, mas eram sóbrias, diz a matéria. Os homens se serviam, na maioria das vezes, em pé, observando o movimento dos transeuntes
O Café Lafayette era a nossa Confeitaria Colombo comparava o Arquiteto Hélvio Pólito. Não chegava a ser tão bonito, mas nunca deixou de ser um dos lugares mais freqüentados da época...”

Poetas, Desafios Sem Desafetos

Entre os grupos que nele se formavam, no final da tarde, destacava-se o de jornalistas e poetas composto de figuras da nossa comunidade intelectual como Ascenso Ferreira, Coimbra Júnior, Austro Costa, que costumavam deixar versos nos azulejos do banheiro, na louça, como eles chamavam, provocando-se, mutuamente, certa tarde, Ascenso que gostava de “desafiar” Austro Costa, e sempre chegava mais cedo, disse aos companheiros na mesa: vou lá na “louça” mexer com “Austriclínio”. Fez o seu serviço no sanitário, e depois escreveu na parede _ aqui jaz Austro Costa, um poeta sem segundo, morreu afundado na bosta, na maior bosta do mundo, e voltou para a mesa com seus colegas de boemia dizendo _ está pronto, vamos esperar por ele, e aguardaram. Em pouco tempo, chega Austro Costa, com sua costumeira gravata borboleta, bigodinho bem aparado, era um verdadeiro galã, “paquerador”. O pessoal então falou _ vai ver o que tem na “louça” para você, ele, acostumado com as presepadas de Ascenso, foi. Quando viu o serviço e o recado, pegou o lápis que eles usavam para escrever nos azulejos e mandou a resposta: Na maior bosta do mundo, não afundei, fiquei suspenso, pois antes de ir ao fundo, peguei nos chifres de Ascenso.


*Carlos Bezerra Cavalcanti, Presidente Emérito da Academia Recifense de Letras


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É Findi – Resultado final - Por Poeta Pica-Pau*

24/01/2026

Foi feita uma biópsia
Com óptica laboratorial
Saiu o diagnóstico
No resultado final
A poesia popular
Tem saúde pra sobrar
Nos versos do pica pau


*Pica-Pau é poeta. Vive em Palmares, PE.

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Foi feita uma biópsia
Com óptica laboratorial
Saiu o diagnóstico
No resultado final
A poesia popular
Tem saúde pra sobrar
Nos versos do pica pau


*Pica-Pau é poeta. Vive em Palmares, PE.




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É Findi - Malude Maciel* vem em Dose Tripla

24/01/2026

Artigo - Renunciar é Difícil


Pretendo ser advogada das crianças, sim. Seres humanos, sem vez e sem voz, nesse planeta.

Sei que o Direito abrange a proteção até do feto em formação, mas apesar desses cuidados jurídicos em prol do nascituro e contra o aborto, existe uma lacuna tênue na formação infantil dos primeiros anos de vida. Após a licença à maternidade das gestantes, os bebês realmente sofrem a separação da mãe, quando ocorre uma "terceirização" dos cuidados maternos e isso vem transformando muitas vidas, negativamente.

Assistência Psicológica

A Psicologia tem ajudado a consertar erros nessa área, mas há problemas que são levados por toda a existência, embora a Ciência com seus profissionais saibam e se ocupem dessa carência emocional, fica muito a desejar, pois no cotidiano da criação dos filhos, a ausência paterna e sobretudo a materna, deixam marcas que não dá pra apagar e as sequelas são fatais.<...

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Artigo - Renunciar é Difícil


Pretendo ser advogada das crianças, sim. Seres humanos, sem vez e sem voz, nesse planeta.

Sei que o Direito abrange a proteção até do feto em formação, mas apesar desses cuidados jurídicos em prol do nascituro e contra o aborto, existe uma lacuna tênue na formação infantil dos primeiros anos de vida. Após a licença à maternidade das gestantes, os bebês realmente sofrem a separação da mãe, quando ocorre uma "terceirização" dos cuidados maternos e isso vem transformando muitas vidas, negativamente.

Assistência Psicológica

A Psicologia tem ajudado a consertar erros nessa área, mas há problemas que são levados por toda a existência, embora a Ciência com seus profissionais saibam e se ocupem dessa carência emocional, fica muito a desejar, pois no cotidiano da criação dos filhos, a ausência paterna e sobretudo a materna, deixam marcas que não dá pra apagar e as sequelas são fatais.


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O período infantil

A infância é uma fase que merece toda a atenção daqueles que optaram por serem pais e mães, muitas vezes sem estarem preparados para isso, pelo menos, disponíveis para tão nobre missão. Errar, todo mundo erra, mas está ali presente, na tentativa de acertar é fundamental, porque normalmente os pequeninos se adaptam às circunstâncias, estando junto ao seio materno. O pior é a ausência total e sabemos que se tornou comum o casal sair de casa para suas obrigações, deixando suas "preciosidades" com pessoas estranhas que mesmo qualificadas, jamais substituirão a dedicação da própria mãe (bebês sentem o cheiro, reconhecem a voz e choram como abandonadas). As creches são apenas paliativos.

Profissionalismo

A mulher, por fazer tais e quais cursos superiores, quer realizar-se na profissão em detrimento de acompanhar o desenvolvimento de seus filhos. Talvez por necessidade financeira, mas também pra competir com o marido que deveria dar suporte e segurança à companheira pra ela abraçar sua missão na integridade.
A infração e demais distúrbios econômicos do país contribuem para a instabilidade familiar (culpa do malévolo sistema, objetivando diminuir a real função da família).
Quando as duas colunas mestras, alicerce básico da sociedade, ficam fragilizadas, com homem e mulher abandonando o lar a fim de outra ocupação, são delegados a terceiros o mais importante do relacionamento e, às vezes, nem calculam o mal que fazem à sua descendência e ao próprio casamento.

"O primeiro terror que conhecemos é o medo de perdê-la, por ter uma mãe ausente. Se isso acontece, não há nada no mundo que compense." (Do diário de uma adolescente).

Educar é amar

A tarefa de educar no dia a dia, não é fácil e alguns até fogem dessa obrigação e responsabilidade. Entretanto, há mães que saem chorando de casa, desejando ficar com seus pimpolhos mas, não podem perder o emprego. Somente no futuro saberão das sequelas impressas nas pequenas almas naquele momento. Lamentável!

Livros orientadores

De um médico pediatra, José Martins Filho, formado pela USP onde lecionou por 35 anos, sendo professor de pós-graduação em Saúde da Criança e do adolescente, além de pesquisador do Centro de Investigação em Pediatria do qual foi fundador e presidente. Também diretor da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, presidente do Conselho de Administração do Hospital das Clínicas, reitor daquela instituição e assessor acadêmico do reitor da Unifieo SP. com vasta produção científica, autor de nove livros sobre pediatria, destacando-se: "Lidando com Crianças, Conversando com os Pais" e "Filhos, Amor e Cuidados", além do exemplar: " A Criança Terceirizada - os descaminhos das relações familiares no mundo contemporâneo" dão respaldo ao meu ponto de vista.
O dr. Martins explanou sobre a trajetória infantil desde os primórdios até os dias atuais, chegando à conclusão que crianças pequenas sempre foram um fardo para quem não abre mão de seus direitos individuais, pois não sabem renunciar. Delegam a terceiros as funções de cuidador e educador, passando à Escola ensinamentos que apenas a família pode dar.

"A terceirização é uma forma modernosa de cuidar dos filhos; passa-se a terceiros a realização de determinadas tarefas, senão todas. Já vi de tudo nestas décadas em que exerço a Pediatria". Disse o dr. Martins com toda propriedade.

ECA

Com a promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente em 1988, que determina nova visão na relação entre pais e filhos, houve consciência de que crianças já não são vistas como propriedade dos genitores.

Cabe-nos, pois, como geração mais experiente, embora imperfeita também, procurar sanar as falhas, erros e pecados, praticados contra os pequenos, sem exagerar com extremos, porque não existe nada mais belo que um sorriso maroto de uma criança feliz.



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Poema - Usar ou Não Usar, eis a Questão


Nossos lábios buscavam um colorido
Vermelho, lilás, cintilantes batons
Sorrisos lindos como arco-íris
Palavras ecoando em diversos sons

Com máscaras horrendas
Escondendo as faces
Por causa de um vírus, ocultando rostos
Femininos desejos de fazer mil artes
No entanto, presos em reais desgostos.

Período difícil por dois longos anos,
Doenças, mortes, tremendos sofrimentos
Não foram poucos nossos desenganos
Encarando mui coisas naqueles desalentos.

Porém, tudo está passando agora,
Com Deus, esperança num feliz futuro,
Sem máscaras vivendo outra hora
Melhor tempo, alegre e seguro.


Poema - Meus Medos


Tenho medo do futuro
Ninguém conhece o porvir
A incerteza gera insegurança
Por não se saber o que há de vir

Impossível adivinhar o novo dia
O amanhã será sempre uma surpresa
Pode trazer vantagens, alegria
Quem sabe, infortúnios, tristeza

Surgem curiosidade, interrogação
Pensando no que pode acontecer
Confiar é a melhor opção
Pra com tranquilidade viver


*Malude Maciel, Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, ACACCIL, cadeira 15 pertencente à professora Sinhazina.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.


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É Findi - Por Que Amamos? - Crônica Poética, por Romero Falcão*

24/01/2026

Por que o fogo da paixão se transforma em amor?
Amamos alguém não pela beleza plástica,
ou porque ele ou ela tenha a linha do sorriso harmoniosa,
ou porque:
saiba cozinhar,
toque bateria,
escreva poemas,
use um bom perfume,
tenha habilidades na cama,
frequente a coluna social
ou brilhe num título de doutor.


Amamos por suas riquezas abstratas.
Amamos não porque lê Dostoiévski,
mas porque adentra as nossas páginas nas horas mais difíceis.
Amamos por tudo aquilo que o olho alheio não consegue mirar.


Amamos por descobrir uma trilha que só nós podemos caminhar,
pegadas sutis na palha de arroz do coração.
Amamos pela alquimia que brota entre duas almas.
Amamos não pelo encaixe na cama, mas pelo ardor da chama.
Amamos não pela robustez dos músculos,
mas pela delicadeza dos gestos.



Amamos indep...

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Por que o fogo da paixão se transforma em amor?
Amamos alguém não pela beleza plástica,
ou porque ele ou ela tenha a linha do sorriso harmoniosa,
ou porque:
saiba cozinhar,
toque bateria,
escreva poemas,
use um bom perfume,
tenha habilidades na cama,
frequente a coluna social
ou brilhe num título de doutor.


Amamos por suas riquezas abstratas.
Amamos não porque lê Dostoiévski,
mas porque adentra as nossas páginas nas horas mais difíceis.
Amamos por tudo aquilo que o olho alheio não consegue mirar.


Amamos por descobrir uma trilha que só nós podemos caminhar,
pegadas sutis na palha de arroz do coração.
Amamos pela alquimia que brota entre duas almas.
Amamos não pelo encaixe na cama, mas pelo ardor da chama.
Amamos não pela robustez dos músculos,
mas pela delicadeza dos gestos.



Amamos independentemente de religião
ou por ser um ateu praticante,
mas porque encontramos Deus em suas ações.
Amamos pelo tique nervoso, o piscar dos olhos,
onde nos comungamos na distonia das mãos.
Amamos pela conexão estranha e interestelar



Amamos por contemplar a harmonia, o contentamento
e a paz que emergem do lago sereno do nosso amor.
Amamos por despertar a mulher que viceja no ser amado.


Amamos porque não existe, em todo o planeta,
um raio de luz igual àquele que chamamos de
“meu amor”.


*Romero Falcão é um cronista que se arrisca a fazer poema torto.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.


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