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Eleições 2024 - Carreata ocupa as ruas de Caruaru em apoio à eleição de Zé Queiroz

30/09/2024 - Jornal O Poder

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Em apoio à eleição de Zé Queiroz (PDT), o povo ocupou as ruas de Caruaru numa carreata que circulou pela cidade neste domingo (29). Ao todo, o ato percorreu mais de 16 quilômetros de percurso, passando por mais de vinte bairros.


Se emocionou

Logo na concentração, ao lado do Grande Hotel, Zé Queiroz se emocionou com a multidão de pessoas gritando "Volta, Zé". A quantidade de carros era tanta que, uma hora e meia depois, a carreata ainda estava passando no Riachão, um dos trechos iniciais do roteiro.

Momento

Um dos momentos mais emocionantes foi a passagem pela ponte Irmã Jerônima, um marco da gestão de Zé Queiroz. Antes disso, no trajeto pelo Salgado, um belo pôr do sol coloriu de um laranja natural o céu da cidade. Por volta das 20h30, na Rua Macaparana, no bairro Boa Vista, aconteceu o ponto alto da carreata, com a via lotada de moradores, em festa pela passagem de Zé Queiroz.


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Em apoio à eleição de Zé Queiroz (PDT), o povo ocupou as ruas de Caruaru numa carreata que circulou pela cidade neste domingo (29). Ao todo, o ato percorreu mais de 16 quilômetros de percurso, passando por mais de vinte bairros.


Se emocionou

Logo na concentração, ao lado do Grande Hotel, Zé Queiroz se emocionou com a multidão de pessoas gritando "Volta, Zé". A quantidade de carros era tanta que, uma hora e meia depois, a carreata ainda estava passando no Riachão, um dos trechos iniciais do roteiro.

Momento

Um dos momentos mais emocionantes foi a passagem pela ponte Irmã Jerônima, um marco da gestão de Zé Queiroz. Antes disso, no trajeto pelo Salgado, um belo pôr do sol coloriu de um laranja natural o céu da cidade. Por volta das 20h30, na Rua Macaparana, no bairro Boa Vista, aconteceu o ponto alto da carreata, com a via lotada de moradores, em festa pela passagem de Zé Queiroz.


O ministro


Acompanhado do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, do secretário executivo do ministério da Previdência Social, Wolney Queiroz, da deputada estadual Rosa Amorim, do superintendente da Sudene, Danilo Cabral, do ex-prefeito Tony Gel e do exército de candidatos e candidatas à Câmara de Vereadores, Zé Queiroz recebeu vários apoios.


Afirmou

O ministro Silvio Costa Filho afirmou não ter dúvida de que, no próximo domingo, Caruaru vai votar 12. “O sentimento de mudança tomou as ruas de Caruaru hoje. Zé Queiroz foi um grande prefeito e vai voltar a governar esta cidade junto com Tonynho. Ao lado do presidente Lula, vamos trazer muitos investimentos para gerar emprego e renda, transformando a vida do caruaruense”, declarou

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CRO-PE e AGE garantem linha de crédito de até R$ 500 mil para fortalecer a Odontologia pernambucana

15/07/2026

Abrir um consultório próprio é um dos maiores desafios enfrentados pelos cirurgiões-dentistas, especialmente pelos profissionais em início de carreira. Pensando em transformar essa realidade, o Conselho Regional de Odontologia de Pernambuco (CRO-PE), em parceria com a Agência de Empreendedorismo de Pernambuco (AGE), lançou, nesta terça-feira (15), no estande da AGE na Fenearte, em Olinda, a ODONTOage, uma linha de crédito exclusiva voltada ao fortalecimento da Odontologia pernambucana.

A iniciativa permitirá que os profissionais tenham acesso a recursos para a montagem ou ampliação de consultórios, reforma de clínicas, aquisição de equipamentos, incorporação de novas tecnologias e investimentos em qualificação profissional, com condições diferenciadas e taxas a partir de 0,89% ao mês, conforme análise da AGE.

Para o presidente do CRO-PE, João Godoy, a iniciativa representa um passo importante na valorização da categoria. “Muitos colegas acabam adiando o so...

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Abrir um consultório próprio é um dos maiores desafios enfrentados pelos cirurgiões-dentistas, especialmente pelos profissionais em início de carreira. Pensando em transformar essa realidade, o Conselho Regional de Odontologia de Pernambuco (CRO-PE), em parceria com a Agência de Empreendedorismo de Pernambuco (AGE), lançou, nesta terça-feira (15), no estande da AGE na Fenearte, em Olinda, a ODONTOage, uma linha de crédito exclusiva voltada ao fortalecimento da Odontologia pernambucana.

A iniciativa permitirá que os profissionais tenham acesso a recursos para a montagem ou ampliação de consultórios, reforma de clínicas, aquisição de equipamentos, incorporação de novas tecnologias e investimentos em qualificação profissional, com condições diferenciadas e taxas a partir de 0,89% ao mês, conforme análise da AGE.

Para o presidente do CRO-PE, João Godoy, a iniciativa representa um passo importante na valorização da categoria. “Muitos colegas acabam adiando o sonho do consultório próprio porque não conseguem o investimento inicial necessário e, por isso, ficam limitados a trabalhar para terceiros, muitas vezes em condições que não refletem o verdadeiro valor da Odontologia. Com essa linha de crédito, queremos oferecer um caminho diferente: permitir que o cirurgião-dentista seja protagonista da sua própria história, monte ou amplie seu consultório, invista em tecnologia, gere empregos e exerça uma Odontologia ética, digna e de excelência”, destacou.

A linha de crédito disponibiliza financiamento de até R$ 21 mil para pessoas físicas, com prazo de até 36 meses para pagamento e carência de até seis meses. Para pessoas jurídicas, o crédito pode chegar a R$ 500 mil, com prazo de até 48 meses e taxas a partir de 0,89% ao mês, conforme análise da AGE. “Assinamos essa parceria no último dia 2 de julho e aproveitamos o sucesso da Fenearte para lançar oficialmente esse convênio, que amplia as oportunidades de acesso ao crédito e fortalece a Odontologia pernambucana”, ressaltou a diretora-presidente da AGE, Carla Novaes.

Os interessados já podem realizar o pré-cadastro no portal da AGE ou obter mais informações pelos canais oficiais da instituição. A parceria reforça a atuação do CRO-PE na criação de políticas voltadas ao fortalecimento da profissão, estimulando o empreendedorismo, a inovação e a ampliação do acesso dos cirurgiões-dentistas pernambucanos ao crédito produtivo.




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Série: Mistérios do Aquém: A incrível história da joia da Marinha que afundou o Erário e virou sucata Por Natanael Sarmento*

15/07/2026

JK com a proverbial esperteza política mineira pagou em dinheiro para exercer o seu mandato presidencial, livre de golpe militar.

Suborno

Controlou a caserna agitada. Comprou um navio-aeródromo para a Marinha e os Almirantes esqueceram as veleidades golpistas. Assim Jango cumpriu todo mandato constitucional, sem morrer na praia.

Embaixadas

Diplomatas dos EUA tentavam dissuadir JK do péssimo negócio com a sucata de guerra, em 1956. Também os amigos do Norte tinham sucatas de guerra, gatos para vender por lebre. JK estava acossado pelos militares brasileiros e foi direto: “"Sei que este é um brinquedo inútil, um navio que não serve para nada. Mas a Marinha tentou impedir a minha posse. Se o preço da submissão da Marinha à Constituição é o porta-aviões, acho que vale a pena."

Pechincha?

A banheira flutuante custou a “pechincha” de 1 milhão e cem libras esterlinas. Equivalente a...

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JK com a proverbial esperteza política mineira pagou em dinheiro para exercer o seu mandato presidencial, livre de golpe militar.

Suborno

Controlou a caserna agitada. Comprou um navio-aeródromo para a Marinha e os Almirantes esqueceram as veleidades golpistas. Assim Jango cumpriu todo mandato constitucional, sem morrer na praia.

Embaixadas

Diplomatas dos EUA tentavam dissuadir JK do péssimo negócio com a sucata de guerra, em 1956. Também os amigos do Norte tinham sucatas de guerra, gatos para vender por lebre. JK estava acossado pelos militares brasileiros e foi direto: “"Sei que este é um brinquedo inútil, um navio que não serve para nada. Mas a Marinha tentou impedir a minha posse. Se o preço da submissão da Marinha à Constituição é o porta-aviões, acho que vale a pena."

Pechincha?

A banheira flutuante custou a “pechincha” de 1 milhão e cem libras esterlinas. Equivalente a 82 bilhões de cruzeiros na moeda da época. O músico Juca Chaves podia ser preso, ser perder a piada de cantarolar: "Brasil já vai à guerra, comprou porta-aviões. Um viva pra Inglaterra de oitenta e dois bilhões. Ah, mas que ladrões!"

Nau Capitânia

A joia Nau Capitânia da briosa Armada foi o primeiro Porta-Aviões da MB. Media 212 metros de comprimentos. Projetada para tripulação de 1.300 e 48 aeronaves. Um paquiderme flutuante imponente.

Oneroso

As obras de manutenção, reparos e melhoramentos do paquiderme flutuante, compras de aeronaves, limaram alguns de bilhões no balanço do mar.

Inoperante

O vetusto Porta- aviões Minas Gerais glória da MB passou 97% da sua longa e dispendiosa vida parado. 17 anos e 5 meses em serviços, no estaleiros, atracado no Arsenal de Marinha do RJ, na Ilha das Cobras ou docas para reformas intermináveis. No total, navegava a média de 11, 4 dias dos 365 dias do ano.

“Belo Antonio”

O apelido popular “Belo Antonio” cabia como luva. Personagem da comédia italiana com Marcelo Mastroianni no papel de homenzarrão bonito, assediado pelas mulheres, mas impotente. A MB não divulga detalhes dos gastos desses reparos, houve até incêndio, no Belo Antonio. Gastos bancados pela “Viúva”.

Serviços

Na história dos pescadores, durante mais de 40 anos a Nau Capitânia, berço da “aviação embarcada”, orgulho da frota de guerra “antissubmarino” prestou relevantes serviços à nação. Mas o mar nem sempre foi calmo para a Nau Capitânia.

Discórdia

O brinquedo caro causou ruídos nas Forças Armadas, foi pomo de discórdia. Na "Questão da Aviação Embarcada". O sururu entre a MB e a FAB que perdurou por anos.

“Aviação Embarcada"

A FAB detinha o monopólio das aeronaves militares. Com a compra do Navio-aeródromo a MB avocava para si aviões da própria frota aeronaval. A FAB quis o controle da zona de voos, das aeronaves e pilotos. A porca torceu o rabo nesse cabo-de-guerra onde cada força puxava a sardinha para si com razões e contrarrazões. Discussões acaloradas, atos de sabotagem e ameaças. Na Base de São Pedro da Aldeia faltou um triz para tiroteio.

Paz romana

A paz romana só foi selada em 1965, por Decreto de Castelo Branco com seus poderes ditarias de Cônsul Imperial. Salomônico, determinou que os aviões de asa fixa são operados pela FAB e os de asas rotatórias (helicópteros) pela Marinha.

Leilão

Dispendiosa e inútil, a Joia da coroa da MB acabou levada à leilão. Arrematada a preço de uma lancha, 2 milhões U$S.

Final

O destino final da Nau Capitânia da MB foi parar no maior “cemitério de navios” do mundo, na Índia. Cortado em pedaços para ser vendido no peso como qualquer fero velho. No resumo dessa opereta, como sói acontecer, é o povo que paga a conta e fica à ver navios.

*Natanael Sarmento é professor e escritor. Integrante do diretório nacional do Partido Unidade Popular Pelo Socialismo - UP




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Série Nós, o Povo (10). O Custo da Inércia ou O Fim da Omissão, por Edson Mendes

15/07/2026

O Brasil assiste, entre a apatia e o espanto, a uma metástase institucional que corrói as bases da República. Não se trata apenas de um soluço econômico ou de uma gestão fiscal errática; o que enfrentamos é um descalabro sistêmico que sangra o país em frentes múltiplas. Da burocracia que asfixia o empreendedorismo à anemia cultural que desertifica nossa identidade, passando pela degradação da educação e do capital humano, o cenário é de uma capitulação civilizatória.

A inércia física

Diferente da unificação alemã de von Bismarck, nossa urgência não demanda “sangue e ferro”, mas o fim da inércia cívica. A batalha contemporânea exige o uso da voz e da ação coordenada para estancar essa hemorragia financeira e social. Cruzar os braços diante da falência do Estado e da corrosão dos valores não é um ato de neutralidade, mas de cumplicidade. No estágio atual de nossa desintegração, quem se exime de participar e prefere o conforto do silêncio abdica da pró...

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O Brasil assiste, entre a apatia e o espanto, a uma metástase institucional que corrói as bases da República. Não se trata apenas de um soluço econômico ou de uma gestão fiscal errática; o que enfrentamos é um descalabro sistêmico que sangra o país em frentes múltiplas. Da burocracia que asfixia o empreendedorismo à anemia cultural que desertifica nossa identidade, passando pela degradação da educação e do capital humano, o cenário é de uma capitulação civilizatória.

A inércia física

Diferente da unificação alemã de von Bismarck, nossa urgência não demanda “sangue e ferro”, mas o fim da inércia cívica. A batalha contemporânea exige o uso da voz e da ação coordenada para estancar essa hemorragia financeira e social. Cruzar os braços diante da falência do Estado e da corrosão dos valores não é um ato de neutralidade, mas de cumplicidade. No estágio atual de nossa desintegração, quem se exime de participar e prefere o conforto do silêncio abdica da própria dignidade. A omissão, hoje, é o refúgio dos fracos e a marca indelével dos inúteis.

No campo econômico, a sangria é técnica e moral. O descalabro fiscal não é um conceito abstrato; ele se traduz na asfixia do investimento e no imposto inflacionário que castiga os mais pobres. Vivemos sob uma burocracia bizantina que não apenas tributa o consumo, mas pune a inovação e recompensa o rentismo político. É um sistema criado para manter o privilégio de poucos sobre a paralisia de muitos.

No lado cultural

No flanco artístico e cultural, a tragédia é outra: a substituição do talento pela militância e da estética pelo panfleto. A cultura, que deveria ser o pulmão da nação, tornou-se, em muitos casos, um balcão de negócios ideológicos ou um deserto de criatividade financiado pelo erário. Quando a arte deixa de questionar para apenas adular o poder, o espírito humano definha.

O descalabro social e humano se manifesta na falência da segurança e na erosão do ensino. Não formamos cidadãos, mas sobreviventes de um sistema educacional anacrônico. Ignorar essa realidade, sob o pretexto de uma “neutralidade” higiênica, é o ápice da covardia. A omissão é o combustível que alimenta a fornalha onde incineramos nosso futuro.

A passividade não é prudência

A passividade brasileira diante desse cenário não é prudência; é suicídio cívico. Enquanto o país sangra em suas finanças e definha em sua alma cultural, a classe média e a elite intelectual se refugiam em um silêncio que beira a cumplicidade. A história não perdoa nações que assistem ao próprio desmonte com a docilidade de um rebanho. Não portamos os sabres de Bismarck, portamos a palavra, o voto e a capacidade de interrupção do caos através da pressão incessante sobre as instituições.

Quem hoje se cala

Quem hoje se cala, sob o pretexto de que “nada mudará” ou de que a política é um pântano indigno, assume o papel de figurante do próprio desastre. Diante da urgência de estancar essa hemorragia burocrática, social e humana, a neutralidade é uma ficção perversa. Omitir-se agora não é um direito; é uma declaração pública de irrelevância. Meu primo Tonho disse que, no tribunal do futuro, aquele que nada fez para deter o descalabro terá de se declarar o que de fato é: um beócio alienado, um idiota moral ou, na melhor das hipóteses, um covarde.

*Edson Mendes é poeta, professor e filósofo




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Ei, olha só. Hoje é o dia do homem, por Romero Falcão*

15/07/2026

Dia do Homem

Hoje é dia do homem,
não do homem abjeto,
que faz da vida
viril rocha sem nexo.

Hoje é dia do homem
que chora e ri de si mesmo,
que faz da criança um verso
e do rouxinol, realejo.

Hoje é dia do homem,
arquiteto de outra dimensão,
luminoso e solitário astro,
cintilante cauda de pavão.

Hoje é dia do homem
que faz do banco da feira
estrela de carne, esperança e pão;
e de todas as mulheres,
clareira na escuridão.

*Romero Falcão, poeta e cronista.

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Dia do Homem

Hoje é dia do homem,
não do homem abjeto,
que faz da vida
viril rocha sem nexo.

Hoje é dia do homem
que chora e ri de si mesmo,
que faz da criança um verso
e do rouxinol, realejo.

Hoje é dia do homem,
arquiteto de outra dimensão,
luminoso e solitário astro,
cintilante cauda de pavão.

Hoje é dia do homem
que faz do banco da feira
estrela de carne, esperança e pão;
e de todas as mulheres,
clareira na escuridão.

*Romero Falcão, poeta e cronista.




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O modelo administrativo de São Paulo vai ser julgado pelo eleitor - Por Virginia Pignot*

15/07/2026

São Paulo já teve governadores, prefeitos e prefeitas progressistas, mas o governo do estado está nas mãos de conservadores há varias décadas. Persistem problemas como o baixo crescimento econômico, a precarização dos serviços públicos, as desigualdades, a insegurança, o custo de vida. A eleição de 2026 é a oportunidade de decidir se o estado continuará seguindo um modelo baseado na privatização do patrimonio publico e na redução do papel do estado, ou se buscará um projeto voltado para o investimento publico, a reindustrialização, a valorização dos serviços essenciais, a redução das desigualdades.

Para alimentar o debate vamos utilizar trechos de pronunciamentos públicos dos dois pré-candidatos, dados econômicos do IBGE, opiniões na imprensa, desmentidos que corrigem informações falsas. A disputa se dará provavelmente, entre o atual governador, Tarcísio de Freitas, e o ex prefeito de S. Paulo Fernando Haddad. E que o eleitor seja bem informado para fazer sua escolha.<...

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São Paulo já teve governadores, prefeitos e prefeitas progressistas, mas o governo do estado está nas mãos de conservadores há varias décadas. Persistem problemas como o baixo crescimento econômico, a precarização dos serviços públicos, as desigualdades, a insegurança, o custo de vida. A eleição de 2026 é a oportunidade de decidir se o estado continuará seguindo um modelo baseado na privatização do patrimonio publico e na redução do papel do estado, ou se buscará um projeto voltado para o investimento publico, a reindustrialização, a valorização dos serviços essenciais, a redução das desigualdades.

Para alimentar o debate vamos utilizar trechos de pronunciamentos públicos dos dois pré-candidatos, dados econômicos do IBGE, opiniões na imprensa, desmentidos que corrigem informações falsas. A disputa se dará provavelmente, entre o atual governador, Tarcísio de Freitas, e o ex prefeito de S. Paulo Fernando Haddad. E que o eleitor seja bem informado para fazer sua escolha.

Propostas de Haddad para a Segurança publica

Cuidar da violência doméstica, do feminicídio, da violência a idosos, do abuso de menor, criando uma rede de proteção, numa integração dos serviços públicos de saúde, de educação e de segurança, para acompanhar a queixa da criança que falou de abuso, de violência doméstica na escola, para transmitir a suspeita de maltrato da mulher que chegou com traços de violência no posto de saúde, para poder prevenir o crime.
Recuperar o espaço publico, a ocupação do território- Instalar câmaras não é suficiente, não funciona, mas a formação e utilização do banco de dados nacional de boletins de ocorrência é muito útil. Alguém que cometera feminicídio em um estado e se refugiara em outro estado onde não era procurado, pode ser capturado com o compartilhamento de dados.
Cuidar do andar de cima, e alfinetada nos métodos retrógados da Segurança Publica de S. Paulo.
Cuidar do andar de cima, seguir o dinheiro dos chefes da organização criminosa, da droga, da utilização ilícita de postos de gasolina como fazia o Fundo REAG e o PCC, para asfixiar financeiramente a organização, instituindo uma parceria federativa, um gabinete permanente presidido pelo governador com as forças de segurança publica, e com participação dos órgãos federais como Policia Federal, receita federal, COAF, e mesmo MPF, no mesmo modelo da Operação Carbono Oculto.

Na entrevista dada nas redes ao “Barão de Itararé” Haddad alfineta a gestão de Tarcísio: “Apesar de ser o estado mais rico, S. Paulo usa métodos da Idade da Pedra em termos de Segurança Publica.” Haddad critica também Derrite, o secretario de Segurança Publica escolhido por Tarcísio, que retirou o crime de colarinho branco da lei antifacção.
O projeto da direita, o projeto dos des.
O ano passado, antes da indicação de Flávio por Bolsonaro para a eleição presidencial, Tarcísio era pressentido como pré candidato bolsonarista à presidência da Republica e foi falar a operadores do mercado financeiro.

Ele disse: “Paulo Guedes falava muito dos ‘des’ : desregular, desvincular, desindexar… Segundo Tarcísio esta é a formula do sucesso de um projeto de governo:... O jornalista Reinaldo de Azevedo faz uma critica desta proposta na Bandnewstv:
“D do desinvestimento, da venda de patrimonio publico?
Desregulação, do mercado de trabalho, mais ainda? Desregular a proteção do meio ambiente?
Desvinculação, diminuir verba de saúde e educação?
Desindexação, desindexar salario mínimo da inflação, aposentadoria do salario mínimo, depauperar os pobres?” Ele conclui: “D da desinstitucionalização, da desordem, de ‘Darcísio’.”

São Paulo esta ficando para traz

Em entrevista recente à Jovem Pan o pré-candidato Fernando Haddad traz dados e criticas à gestão de Tarcísio de Freitas: a taxa de crescimento de um estado nordestino como o Piauí, bem mais pobre que S. Paulo, esta maior que a de S. Paulo. O PIB do Piaui em 2025 cresceu 7% em relação ao ano anterior, enquanto em S.Paulo a expectativa da SEADE em agosto de 2025 era de um crescimento do PIB entre 2 e 2,5% em relação ao ano anterior.

A economia nacional vai melhor que a economia paulista: em 2025 o PIB Nacional cresceu 2,3%, em relação ao ano anterior, mais que o PIB paulista, que teve crescimento de 1,6% no mesmo período segundo dados do SEADE e do IBGE.
Propaganda Enganosa
Uma postagem do deputado Bruno Zambelli em junho 2024, reproduzida pela sua irma Carla Zambelli falava de Pibão do governo de Tarcísio em S. Paulo, e de Pibinho Nacional, do governo Lula.

Reportagem do Estadão de 07/06/2024 verifica que a informação é enganosa: “Pib do Brasil cresceu mais que o de S.Paulo; postagem engana ao comparar dados diferentes”. Quando a comparação é feita entre percentagens que têm o mesmo referencial descobre-se o oposto.

Contra ou à favor das privatizações?

A água de S. Paulo foi colocada nas mãos de um Fundo especulativo, o Equatorial, que ganhou a licitação feita sob medida pelo governo Tarcisio para ela. O governador disse que a conta da água ia baixar, ela aumentou. Disse que o Serviço ia melhorar, ele piorou. Realizando trabalhos na rede de águas sem a prudência necessária, a empresa foi responsável por um vazamento e explosão de gás que causou morte em S. Paulo, destruiu habitações e deixou mais de cem pessoas desabrigadas. A pesquisa não foi feita, mas é possível que a maioria da população de direita e de esquerda seja contra a privatização, que Tarcísio apresentou como uma vitoria.

Rebatendo criticas e trecho da introdução para concluir

Na entrevista à Jovem Pan, jornalista transmite criticas feitas ao governo Lula, e ao ex ministro da Fazenda F. Haddad de aumento da carga tributaria, nas redes ele foi batizado de “Taxad”. Haddad esclarece: existe uma emenda constitucional apoiada por todos os partidos determinando ao Ministério da Fazenda de rever benefícios fiscais. Cobrar imposto de BETS, de casas de aposta que ganham milhões espoliando o povo trabalhador, não é aumentar imposto, cobrar 10% de imposto de bilionário que paga 2% de imposto enquanto o professor paga 27,7%, é homogenizar as regras, reduzindo privilégios injustos. Quanto à taxa das blusinhas, foi os governadores que decidiram cobrá-la, e os deputados apoiaram a medida por unanimidade. Ele alfineta: nenhum juornalista pergunta à Tarcísio por que ele cobra até hoje a taxa das blusinhas, preferem criticar Haddad.

A eleição de 2026 é a oportunidade de decidir se o estado continuará seguindo um modelo baseado na privatização do patrimonio publico e na redução do papel do estado, ou se buscará um projeto voltado para o investimento publico, a reindustrialização, a valorização dos serviços essenciais.

*Virgínia Pignot é médica e articulista. Brasileira de Surubim e mora em Toulouse, França, desde os anos 1980.




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As duas margens do mesmo rio, por Zé da Flauta*

15/07/2026

Quem observava o movimento portuário de Cuba e do Peru no século dezenove estava, na verdade, testemunhando o nascimento de um disfarce sofisticado para uma engrenagem muito antiga.

O mundo celebrava o fim do tráfico transatlântico como a alvorada de uma era de homens livres, mas a necessidade econômica dos grandes impérios agrícolas recusava-se a abrir mão da submissão absoluta da mão de obra.

Sob o verniz de contratos assinados e falsas promessas de prosperidade, desenhou-se o sistema dos trabalhadores coolies, uma armadilha onde o indivíduo trocava a liberdade jurídica por uma servidão por dívidas intransponíveis.

A ilusão de cidadania ruía no primeiro porto, onde o trabalhador descobria que o direito ao próprio suor havia sido confiscado por uma contabilidade circular, na qual ele já nasci...

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Quem observava o movimento portuário de Cuba e do Peru no século dezenove estava, na verdade, testemunhando o nascimento de um disfarce sofisticado para uma engrenagem muito antiga.

O mundo celebrava o fim do tráfico transatlântico como a alvorada de uma era de homens livres, mas a necessidade econômica dos grandes impérios agrícolas recusava-se a abrir mão da submissão absoluta da mão de obra.

Sob o verniz de contratos assinados e falsas promessas de prosperidade, desenhou-se o sistema dos trabalhadores coolies, uma armadilha onde o indivíduo trocava a liberdade jurídica por uma servidão por dívidas intransponíveis.

A ilusão de cidadania ruía no primeiro porto, onde o trabalhador descobria que o direito ao próprio suor havia sido confiscado por uma contabilidade circular, na qual ele já nascia, trabalhava e morria devendo ao mesmo senhor.

Mesma lógica

Essa engenharia do cerco pelo estômago deságua em um controle social absoluto, uma fôrma que o século vinte viu se repetir com fidelidade assustadora quando o poder mudou de mãos e vestiu a farda dos comitês centrais comunistas.

O modelo que a revolução impôs ao povo de Cuba operou sob a mesmíssima lógica dos antigos barões do açúcar: o Estado transformou-se no patrão único, no distribuidor exclusivo das cotas de subsistência e no dono do teto de cada cidadão.

A promessa de segurança social e do prato garantido passou a ser cobrada na moeda da obediência cega. Nesses regimes, perder a simpatia do partido significa ter a caderneta de racionamento recolhida e perder o direito ao trabalho, revelando que a centralização econômica total consegue ser tão eficiente no confinamento dos homens quanto as velhas correntes de ferro.

Pretexto de proteger

Esse enredo de sujeição vigiada projeta sua sombra muito além das páginas do passado, alcançando os debates que moldam o asfalto e as telas do Brasil contemporâneo.

No cenário atual, os receios direcionados às políticas do governo Lula caminham justamente nessa linha de fratura, onde o inchaço da máquina pública, o aumento sufocante de impostos e o avanço de regulamentações sobre a iniciativa privada ameaçam asfixiar a autonomia individual.

O temor latente de grande parte da sociedade é que, sob o pretexto de proteger os mais vulneráveis através de auxílios estatais e subsídios centralizados, crie-se uma engrenagem de dependência crônica.

Quando o cidadão perde a capacidade de empreender, produzir e prosperar pelas próprias pernas, ele deixa de ser o dono do seu destino para se tornar refém do assistencialismo de turno.

Dependência

A pergunta que ecoa nas esquinas da realidade atual é se já não estamos nos transformando nos coolies modernos, operando sob um sistema que confisca a riqueza através de tributos para depois devolvê-la em forma de concessões burocráticas.

Compreender o passado da servidão contratada e dos regimes totalitários é perceber que as correntes mais eficientes da atualidade não machucam os tornozelos, mas cercam o direito ao pensamento e à escolha através da dependência absoluta do bolso.

A história dessas experiências autoritárias fica como um marco de aviso na paisagem: quando a sobrevivência diária de um povo passa a depender inteiramente da autorização ou do auxílio de um único painel de controle estatal, a liberdade deixa de ser um chão seguro para virar apenas um adorno esquecido nos discursos de ocasião.

Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista



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"A Deusa da Razão volta a atacar" por Jarbas Beltrão*

15/07/2026

Durante evento de Conselheiros Tutelares no Estado do Rio de Janeiro, crianças que são o foco do trabalho daquele Conselho, organizaram uma manifestação religiosa de agradecimento a Deus, depois aos " conselheiros" pelo trabalho executado em favor do grupo infantil.

Muitos Conselhos tutelares desenvolvem trabalhos elogiáveis de recuperação de crianças, muitas em situações perigosas de desencaminhamentos civis.

As crianças, na abertura do evento, cantaram hinos evangélicos, e rezaram orações como forma de agradecimento.

A religião tem sido utilizada como ferramenta de um alinhamento, e bússola moral no processo educacional infantil, diríamos até de uma educação geral.

É saudável que no processo educacional, haja presença de princípios de valorização, princípios de obediência, disciplina, moral, família,, respeito geral... e por aí segue. Daí a manifestação salutar com nobre inspiração religiosa do grupo infantil.

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Durante evento de Conselheiros Tutelares no Estado do Rio de Janeiro, crianças que são o foco do trabalho daquele Conselho, organizaram uma manifestação religiosa de agradecimento a Deus, depois aos " conselheiros" pelo trabalho executado em favor do grupo infantil.

Muitos Conselhos tutelares desenvolvem trabalhos elogiáveis de recuperação de crianças, muitas em situações perigosas de desencaminhamentos civis.

As crianças, na abertura do evento, cantaram hinos evangélicos, e rezaram orações como forma de agradecimento.

A religião tem sido utilizada como ferramenta de um alinhamento, e bússola moral no processo educacional infantil, diríamos até de uma educação geral.

É saudável que no processo educacional, haja presença de princípios de valorização, princípios de obediência, disciplina, moral, família,, respeito geral... e por aí segue. Daí a manifestação salutar com nobre inspiração religiosa do grupo infantil.

Então, uma "promotora de justiça" presente no evento, tomou a palavra e se dizendo "assolapada" com o que viu, resolveu tornar público seu "assolapamento".

A servidora pública soltou os diabos contra os organizadores do evento, afirmando que a manifestação religiosa era um desrespeito à nossa Constituição.

A "assolapada" fechou os olhos ao tornar público seu desconhecimento à"Carta Magna", que no seu Preâmbulo faz a seguinte abertura " Sob a proteção de Deus,,,".

A " assolapada" chamou a atenção dos presentes, em vista de ninguém ter levantado a voz contra o que ela "assolapada" considerou "ataque" à cidadania e a Constituição. Pior arrancou aplausos dos presentes ao "encontro".

Não jogaria pedras na jovem promotora "assolapada", ela é um produto perfeito e acabado de uma educação - vivi dentro do processo - onde se teve como bússola/princípios/ valores, de uma duvidosa e enigmática "razão", vista como um fim em si mesmo.

Repetiu nossa "assolapada", aquilo que os crentes da "deusa Razão" fizeram na República Jacobina francesa executara. Os soviéticos, chineses fizeram o mesmo, nos dias posteriores às suas revoluções de "Salvação Nacional do Povo Oprimido".

A "Deusa da Razão", na verdade usa de duas táticas para atingir sua estratégia.

A estratégia ( única) é a eliminação da presença de "Deus" na História.

As duas táticas, são:

1.A negação da existência de Deus, com argumentos "mectrefes" debochando do "Criador"e dos "crentes".
São aqueles ateus que cobram o respeito ao seu ateísmo vazio, mas não dispensam nenhum respeito aos que possuem fé religiosa. Há, aqueles que substituem a crença no "Criador" por uma pobre Deusa Razão".

2.Aqueles que acreditam na existência de um Deus, mas declaram ódio e querem sua derrota ante os homens. Deus é o "atrapalho" ao projeto histórico pessoal. "Religião é o ópio do povo" ( Marx), que afirmaria em poema que sua "mente teria sido tomada por sentimentos infernais".
Na mesma postura temos o revolucionário americano, Saul Alinsck, nas sua "Regras para radicais", dedicou seu livro a Lúcifer, primeiro revolucionário do mundo, segundo ele, que se voltou contra o "Criador"

"Vade retro Satanás"

*Jarbas Beltrão é historiador e professor de História da UPE.
Mestre em Educação e especialista em
Política Estratégia Defesa e Segurança Pública.

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder é um jornal laico que defende a pluralidade de ideias e visões do mundo. Respeita a pluralidade mesmo quando os textos contrariam a nossa linha editorial.




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Dino intima presidentes de 21 partidos para explicar destinação de emendas

15/07/2026

O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), publicou uma decisão hoje, quarta-feira (15/07) em que intima todos os 21 partidos com representação no Congresso Nacional para explicarem destinação de emendas.

As legendas

A decisão atinge legendas, como PT e PL. Entre outros nomes, vão precisar se explicar os presidentes do PT, Edinho Silva; do PL, Valdemar Costa Neto; do União Brasil, Ciro Nogueira; do PSD, Gilberto Kassab.

"Prestem informações acerca da eventual definição, gestão, distribuição ou operacionalização de emendas parlamentares, por parte da Presidência dos partidos políticos", escreveu Dino.

O Poder
Foto: Fellipe Sampaio/STF

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O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), publicou uma decisão hoje, quarta-feira (15/07) em que intima todos os 21 partidos com representação no Congresso Nacional para explicarem destinação de emendas.

As legendas

A decisão atinge legendas, como PT e PL. Entre outros nomes, vão precisar se explicar os presidentes do PT, Edinho Silva; do PL, Valdemar Costa Neto; do União Brasil, Ciro Nogueira; do PSD, Gilberto Kassab.

"Prestem informações acerca da eventual definição, gestão, distribuição ou operacionalização de emendas parlamentares, por parte da Presidência dos partidos políticos", escreveu Dino.

O Poder
Foto: Fellipe Sampaio/STF




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Argentina e Inglaterra se enfrentam na semifinal da Copa do Mundo 2026 e duelo marcado por rivalidade

15/07/2026

Ingleses e argentinos frente a frente, em mais um duelo marcado por rivalidades históricas. Rivais históricos, Argentina e Inglaterra decidem hoje, quarta-feira (15/07), às 16h em Atlanta, Estados Unidos, quem enfrentará a Espanha na grande final da Copa do Mundo 2026.

O duelo

O duelo, carregado de capítulos históricos e polêmicos, coloca frente a frente os atuais campeões mundiais e uma talentosa geração inglesa em busca de um título que não vem há seis décadas. É uma rivalidade no futebol que remonta a gerações.

6° na história

O confronto entre ingleses e argentinos é o 6° na história das Copas e reedita duelos memoráveis como o de 1986, com a genialidade de Diego Maradona, e o de 1998, decidido nos pênaltis. O histórico de duelos entre as duas equipes inclui partidas inesquecíveis em Mundiais.

Quarta semifinal

É a quarta semifinal da história da Inglaterra (a última...

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Ingleses e argentinos frente a frente, em mais um duelo marcado por rivalidades históricas. Rivais históricos, Argentina e Inglaterra decidem hoje, quarta-feira (15/07), às 16h em Atlanta, Estados Unidos, quem enfrentará a Espanha na grande final da Copa do Mundo 2026.

O duelo

O duelo, carregado de capítulos históricos e polêmicos, coloca frente a frente os atuais campeões mundiais e uma talentosa geração inglesa em busca de um título que não vem há seis décadas. É uma rivalidade no futebol que remonta a gerações.

6° na história

O confronto entre ingleses e argentinos é o 6° na história das Copas e reedita duelos memoráveis como o de 1986, com a genialidade de Diego Maradona, e o de 1998, decidido nos pênaltis. O histórico de duelos entre as duas equipes inclui partidas inesquecíveis em Mundiais.

Quarta semifinal

É a quarta semifinal da história da Inglaterra (a última em 2018, na Rússia). O país foi campeão em 1966 e nunca mais chegou a uma decisão. Na Copa do Catar, parou nas quartas de final. Até chegar ao confronto da semifinal, os ingleses fizeram sete pontos na primeira fase (vitórias sobre Croácia e Panamá, além de empate com Gana). Nas fase de mata-mata, passaram por RD Congo, México e Noruega.

Atual campeã

Atual campeã, a Argentina está na quinta fase semifinal da história e nunca foi eliminada. Esteve em 1930 (6 a 1 sobre os Estados Unidos), 1986 (2 a 0 na Bélgica), 1990 (vitória nos pênaltis contra a Itália por 4 a 3), 2014 (triunfo por 4 a 2 diante da Holanda, nos pênaltis, após empate sem gols) e no 3 a 0 contra a Croácia em 2022. Em 1978, quando sediou a edição e foi campeã, não teve fase semifinal. Na atual campanha, venceu Argélia, Áustria e Jordânia na fase de grupos. No mata-mata, passou por Cabo Verde, Egito e Suíça.

Os confrontos

Na história, as seleções duelaram pela fase de grupos de 1962 (3 a 1 para a Inglaterra), pelas quartas de final em 1966 (Inglaterra passou com vitória de 1 a 0) e 1986 (Argentina avançou com 2 a 1), além das oitavas de final de 1998 (Argentina avançou nos pênaltis por 4 a 3, após 2 a 2 com bola rolando). O último confronto foi pela fase de grupos de 2002, no Japão, com vitória inglesa por 1 a 0.

Enfrentará

Quem vencer o confronto inédito nas semifinais vai enfrentar a Espanha no próximo domingo, às 16h, no estádio de Nova Jersey/Nova York, nos Estados Unidos. A Espanha eliminou a França por 2 x 0. O perdedor disputa o terceiro lugar contra a França, sábado, às 18h, no Estádio de Miami, nos Estados Unidos.

A Copa

A Copa do Mundo de 2026 é a primeira da história disputada em três países — Estados Unidos, México e Canadá. Ao todo, 16 cidades recebem partidas do torneio, a grande maioria nos EUA.

O Poder



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Subiu o tom nas Princesas. Raquel foi chamada de " traidora" cara a cara por Fernando Filho

15/07/2026

As paredes do Palácio do Campo das Princesas ficaram ruborizadas, ontem. Depois de receber o deputado Eduardo da Fonte, no sábado, e cravar a candidatura dele ao Senado, conforme O Poder noticiou com exclusividade, ontem, terça-feira 14/07 foi a vez da governadora Raquel Teixeira Lyra receber os irmãos Miguel e Fernando Coelho Filho. Para dar a notícia e passar manteiga na venta dos gatos. Miguel, como se sabe, foi atraído pela governadora com o compromisso firme de uma vaga para o Senado. Raquel foi informar que a vaga de Miguel iria para Dudu. Prestou não. O clima pesou, os irmãos mostraram toda a sua irritação. Fernando, geralmente o mais contido, se exaltou. Chamou Raquel de "traidora" e de não ter palavra.

A essas alturas

O primo e atual faz (quase) tudo da governadora, André Teixeira, interveio e tentou botar panos quentes na conversa. O tom baixou, mas o conteúdo, não. Os irmãos saíram soltando fumaça pelas ventas e prometendo dar o troco...

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As paredes do Palácio do Campo das Princesas ficaram ruborizadas, ontem. Depois de receber o deputado Eduardo da Fonte, no sábado, e cravar a candidatura dele ao Senado, conforme O Poder noticiou com exclusividade, ontem, terça-feira 14/07 foi a vez da governadora Raquel Teixeira Lyra receber os irmãos Miguel e Fernando Coelho Filho. Para dar a notícia e passar manteiga na venta dos gatos. Miguel, como se sabe, foi atraído pela governadora com o compromisso firme de uma vaga para o Senado. Raquel foi informar que a vaga de Miguel iria para Dudu. Prestou não. O clima pesou, os irmãos mostraram toda a sua irritação. Fernando, geralmente o mais contido, se exaltou. Chamou Raquel de "traidora" e de não ter palavra.

A essas alturas

O primo e atual faz (quase) tudo da governadora, André Teixeira, interveio e tentou botar panos quentes na conversa. O tom baixou, mas o conteúdo, não. Os irmãos saíram soltando fumaça pelas ventas e prometendo dar o troco, caso a governadora não cumpra o que acertou com a família.

Raquel

Como dissemos ontem, quis ser mais sabida que todo mundo. Tem duas vagas para senador e prometeu a quatro postulantes, a saber Fernando Dueire (MDB), Túlio Gadelha (PSD), este apadrinhado por Kassab, Eduardo (Dudu) da Fonte, do PP e Miguel Coelho, do UB. PP e UB formam uma federação para este próximo pleito. Com duas vagas prometidas para quatro, a matemática não fecha e a politica anuncia tempestades.

Repercussão

O Poder esta aberto para as versões de todos os citados na matéria acima. Só que as paredes das Princesas têm ouvidos afiados, são fontes leais de O Poder e , até hoje, nenhuma informação delas foi sequer desmentida.




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