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Eleições 2024 - Carreata ocupa as ruas de Caruaru em apoio à eleição de Zé Queiroz

30/09/2024 - Jornal O Poder

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Em apoio à eleição de Zé Queiroz (PDT), o povo ocupou as ruas de Caruaru numa carreata que circulou pela cidade neste domingo (29). Ao todo, o ato percorreu mais de 16 quilômetros de percurso, passando por mais de vinte bairros.


Se emocionou

Logo na concentração, ao lado do Grande Hotel, Zé Queiroz se emocionou com a multidão de pessoas gritando "Volta, Zé". A quantidade de carros era tanta que, uma hora e meia depois, a carreata ainda estava passando no Riachão, um dos trechos iniciais do roteiro.

Momento

Um dos momentos mais emocionantes foi a passagem pela ponte Irmã Jerônima, um marco da gestão de Zé Queiroz. Antes disso, no trajeto pelo Salgado, um belo pôr do sol coloriu de um laranja natural o céu da cidade. Por volta das 20h30, na Rua Macaparana, no bairro Boa Vista, aconteceu o ponto alto da carreata, com a via lotada de moradores, em festa pela passagem de Zé Queiroz.


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Em apoio à eleição de Zé Queiroz (PDT), o povo ocupou as ruas de Caruaru numa carreata que circulou pela cidade neste domingo (29). Ao todo, o ato percorreu mais de 16 quilômetros de percurso, passando por mais de vinte bairros.


Se emocionou

Logo na concentração, ao lado do Grande Hotel, Zé Queiroz se emocionou com a multidão de pessoas gritando "Volta, Zé". A quantidade de carros era tanta que, uma hora e meia depois, a carreata ainda estava passando no Riachão, um dos trechos iniciais do roteiro.

Momento

Um dos momentos mais emocionantes foi a passagem pela ponte Irmã Jerônima, um marco da gestão de Zé Queiroz. Antes disso, no trajeto pelo Salgado, um belo pôr do sol coloriu de um laranja natural o céu da cidade. Por volta das 20h30, na Rua Macaparana, no bairro Boa Vista, aconteceu o ponto alto da carreata, com a via lotada de moradores, em festa pela passagem de Zé Queiroz.


O ministro


Acompanhado do ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, do secretário executivo do ministério da Previdência Social, Wolney Queiroz, da deputada estadual Rosa Amorim, do superintendente da Sudene, Danilo Cabral, do ex-prefeito Tony Gel e do exército de candidatos e candidatas à Câmara de Vereadores, Zé Queiroz recebeu vários apoios.


Afirmou

O ministro Silvio Costa Filho afirmou não ter dúvida de que, no próximo domingo, Caruaru vai votar 12. “O sentimento de mudança tomou as ruas de Caruaru hoje. Zé Queiroz foi um grande prefeito e vai voltar a governar esta cidade junto com Tonynho. Ao lado do presidente Lula, vamos trazer muitos investimentos para gerar emprego e renda, transformando a vida do caruaruense”, declarou

Leia outras informações

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Do litoral ao Sertão- Insegurança toma conta dos perímetros irrigados de Petrolina

20/06/2026

Preocupado com o aumento da violência na zona rural de Petrolina, o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), Jailson Lira, convocou uma reunião para discutir medidas voltadas ao fortalecimento da segurança pública nos perímetros irrigados do município.

O encontro

Contou com a presença de representantes da Câmara de Vereadores de Petrolina e do Distrito de Irrigação Senador Nilo Coelho (DINC), que debateram a necessidade de uma atuação mais efetiva das forças policiais nas áreas rurais.

Segundo Jailson Lira

Os projetos irrigados Nilo Coelho, Maria Tereza e Bebedouro concentram atualmente uma população próxima de 100 mil habitantes, exigindo uma atenção especial do poder público. "A escalada da violência tem sido ascendente e precisamos alertar os poderes públicos para que olhem de forma especial para esses núcleos de irrigação, garantindo mais segurança aos produtores, trabalhadores e a to...

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Preocupado com o aumento da violência na zona rural de Petrolina, o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), Jailson Lira, convocou uma reunião para discutir medidas voltadas ao fortalecimento da segurança pública nos perímetros irrigados do município.

O encontro

Contou com a presença de representantes da Câmara de Vereadores de Petrolina e do Distrito de Irrigação Senador Nilo Coelho (DINC), que debateram a necessidade de uma atuação mais efetiva das forças policiais nas áreas rurais.

Segundo Jailson Lira

Os projetos irrigados Nilo Coelho, Maria Tereza e Bebedouro concentram atualmente uma população próxima de 100 mil habitantes, exigindo uma atenção especial do poder público. "A escalada da violência tem sido ascendente e precisamos alertar os poderes públicos para que olhem de forma especial para esses núcleos de irrigação, garantindo mais segurança aos produtores, trabalhadores e a todos que circulam e vivem nesses ambientes", afirmou.

Assassinato cruel

Embora a preocupação seja mais ampla, o dirigente reconheceu que o assassinato do produtor rural Walter dos Santos Rocha, de 63 anos, ocorrido no Projeto Maria Tereza, contribuiu para ampliar o alerta entre as entidades representativas da região. Walter foi executado a tiros dentro da própria propriedade no dia 25 de maio deste ano. Além de produtor de frutas, ele exercia papel de liderança no setor, atuando como presidente do Conselho Fiscal do DINC e diretor da Cooperativa dos Produtores de Manga da Região de Petrolina (Cooper Manga). O caso segue sendo investigado pela 25ª Delegacia de Homicídios de Petrolina.

Te liga, Raquel

A reunião promovida pelo Sindicato dos Produtores Rurais busca mobilizar autoridades e representantes da sociedade para a construção de ações que ampliem a presença das forças de segurança nos perímetros irrigados, considerados estratégicos para a economia do Vale do São Francisco.




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Ataque hacker envia falsa mensagem de alerta da defesa civil para milhares de celulares do país

20/06/2026

Em meio às comemorações pela vitória do jogo do Brasil na Copa do Mundo, a madrugada deste sábado (20/06) terminou sendo marcada em várias partes do país por um grande susto entre a população, em o que está sendo investigado como um ataque hacker.

Milhares de celulares receberam alertas sonoros como se fossem uma sirene de emergência com a mensagem “Alerta Extremo — 'misantropia' (palavra que significa ódio à humanidade).

Plataforma tirada do ar

O Executivo Federal já descobriu que a plataforma de envio de alertas da Defesa Civil foi tirada do ar às 1h30 e que as mensagens foram enviadas de forma remota. Logo no início da manhã foi divulgada uma nota conjunta pela Defesa Civil Nacional e o Ministério do Desenvolvimento Regional, informando que a Polícia Federal foi acionada e está investigando o caso.

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, que faz parte do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regi...

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Em meio às comemorações pela vitória do jogo do Brasil na Copa do Mundo, a madrugada deste sábado (20/06) terminou sendo marcada em várias partes do país por um grande susto entre a população, em o que está sendo investigado como um ataque hacker.

Milhares de celulares receberam alertas sonoros como se fossem uma sirene de emergência com a mensagem “Alerta Extremo — 'misantropia' (palavra que significa ódio à humanidade).

Plataforma tirada do ar

O Executivo Federal já descobriu que a plataforma de envio de alertas da Defesa Civil foi tirada do ar às 1h30 e que as mensagens foram enviadas de forma remota. Logo no início da manhã foi divulgada uma nota conjunta pela Defesa Civil Nacional e o Ministério do Desenvolvimento Regional, informando que a Polícia Federal foi acionada e está investigando o caso.

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, que faz parte do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, informou ainda que tomará as providências para religar o sistema de alertas o mais rápido possível.

Paraná recebeu maior número de mensagens

Órgãos de Defesa Civil local rapidamente começaram a se manifestar, informando que o alerta era falso. No Paraná, o número de mensagens foi um dos maiores, tanto que o governo daquele estado também acionou a Agência Nacional de Telefonia (Anatel).

Já a Defesa Civil de São Paulo afirmou que o alerta foi enviado pela tecnologia via "tecnologia Cell Broadcast", mas que não seguiu "os protocolos oficiais de comunicação de emergências". O órgão também confirmou que o sistema foi desligado.

Dia será de apurações

Mesmo de madrugada, o assunto se tornou um dos mais comentados nas redes sociais. Termos como "Defesa Civil", "Recebi" e "Hacker" eram alguns dos mais buscados.

O ator e comediante Paulo Vieira comentou que também recebeu o aviso. "O celular fez um barulho muito doido que eu nunca escutei na vida", afirmou.

Informações do Palácio do Planalto são de que, a depender do resultado das investigações, outra nota com dados sobre o episódio podem ser divulgadas até o final do dia e que a PF está em busca dos responsáveis pelo ato criminoso.

— Com agências de Notícias




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Facções criminosas dominam em Porto de Galinhas e arredores - Confira

20/06/2026

As Marcas do poder das facções em Porto de Galinhas e praias próximas não é só nas pichações dentro das comunidades. As marcas deixadas pelas facções no litoral sul de Pernambuco servem como demarcação de território, aviso para gangues rivais e imposição do medo para os moradores. Os símbolos mais comuns pintados em muros, portões e casas de municípios como Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho incluem iniciais e siglas: Pichações com as letras CLS (Comando Litoral Sul), CV (Comando Vermelho, aliado nacional) ou as antigas siglas (Trem Bala) e BDM (Bonde dos Malucos). Alusões ao Trem Bala: Desenhos ou menções explícitas a trens em alta velocidade, que simbolizam a rapidez e a força da facção em atropelar os rivais.

Facções ditam as leis

Mais fortes que a polícia, a justiça, o governo e os legislativos, as facções ditam as leis, sobre a legislação vigente. A foto que ilustra a matéria é exemplar: " Proibido roubar na favela". Hermenêutica: fora da favel...

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As Marcas do poder das facções em Porto de Galinhas e praias próximas não é só nas pichações dentro das comunidades. As marcas deixadas pelas facções no litoral sul de Pernambuco servem como demarcação de território, aviso para gangues rivais e imposição do medo para os moradores. Os símbolos mais comuns pintados em muros, portões e casas de municípios como Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho incluem iniciais e siglas: Pichações com as letras CLS (Comando Litoral Sul), CV (Comando Vermelho, aliado nacional) ou as antigas siglas (Trem Bala) e BDM (Bonde dos Malucos). Alusões ao Trem Bala: Desenhos ou menções explícitas a trens em alta velocidade, que simbolizam a rapidez e a força da facção em atropelar os rivais.

Facções ditam as leis

Mais fortes que a polícia, a justiça, o governo e os legislativos, as facções ditam as leis, sobre a legislação vigente. A foto que ilustra a matéria é exemplar: " Proibido roubar na favela". Hermenêutica: fora da favela, pode roubar à vontade.



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Recado Dado

Avisos para a Comunidade: Frases pintadas em paredes ordenando que motoristas e motociclistas "baixem os vidros", "retirem o capacete" e "liguem o pisca alerta" ao entrar na comunidade. Punições desenhadas, símbolos de silêncio ou frases como "proibido roubar na favela" ou "quem colar com a polícia vai morrer", estabelecem o código de conduta imposto pelo tráfico. Integrantes costumam tatuar as iniciais da facção, desenhos de palhaços (que no jargão do crime associam-se a matadores de policiais), curingas ou armas de grande porte.

Acordo ou Gesto?

As forças de segurança do estado frequentemente realizam mutirões para apagar essas pichações logo após operações policiais, como forma de retomar simbolicamente a presença do Estado na região. Isso foi feito recentemente, após a repercussão de agressão a turistas do Paraná, em todos os lugares onde tenha mais movimentos ou praças de esporte, que são os lugares preferidos das facções, também há um acordo com comerciantes locais.



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Sem Permissão não Entra

As pichações são comuns dentro das comunidades e fomos aconselhados pela força policial a não entrar em alguns lugares para filmar ou fazer fotos, isso após perguntar sobre a atuação das facções no lugar.

Coincidência ou não, eles se encontravam em um protesto por causa do desaparecimento de um rapaz, que segundo a polícia foi exterminado pelos mandatários do tráfico. O movimento causou um engarrafamento enorme ontem, sexta-feira (19/06), em Porto de Galinhas. (Assistam ao vídeo).



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Sem Autorização não Fala

A polícia não pode falar, dar entrevista sem autorização superior, é o que foi dito pelo comandante, Tenente Mendes, que no momento estava na operação para desfazer o protesto. Segundo o mesmo comandante, eles não podem usar da força para desfazer protestos pacíficos, deve haver negociação, não importa o tempo que leve. Tentamos conversar sobre a atuação das facções na cidade mas ninguém, absolutamente ninguém, fala sobre o assunto. Até se afastam para que não haja mais contato. Não precisa falar mais nada, não só em Porto de Galinhas, mas em todo Estado a atuação das facções é evidente.



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NR - A reportagem não pode ingressar nas comunidades onde estão as pichacões com palavras de ordem e comandos aos moradores porque O Poder se recusa a negociar com facções criminosas e com representantes do narcoestado que está dominando vastas áreas de Pernambuco.








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Projetos estratégicos de infraestrutura viária avançam no governo federal

19/06/2026

O diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT, Alex Azevêdo, participou, nesta sexta-feira, de reunião promovida pela Infra S.A., em Brasília. O encontro tratou dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) de projetos estratégicos de infraestrutura. O evento reuniu representantes do setor para discutir o andamento dos estudos e alinhar iniciativas voltadas ao fortalecimento da logística e ao desenvolvimento da malha de transportes no país.



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O diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT, Alex Azevêdo, participou, nesta sexta-feira, de reunião promovida pela Infra S.A., em Brasília. O encontro tratou dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) de projetos estratégicos de infraestrutura. O evento reuniu representantes do setor para discutir o andamento dos estudos e alinhar iniciativas voltadas ao fortalecimento da logística e ao desenvolvimento da malha de transportes no país.



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É Findi - É São João! - Crônica - Por AJ Fontes*

19/06/2026

O milho ainda está no pé. Mais uns dias e o povo do sítio irá quebrar as espigas que serão transformadas em pamonha, canjica; e, basta apenas a água fervente com um tantinho de sal, ela cozinha; ou, deixa sobre uma grelha acima de um braseiro, assa.

Mais uma semana e a mágica se completa. Uma mesa onde estão, junto das comidas já faladas, o pé-de-moleque, a cerveja, a cachaça e outras bebidas enxeridas, metidas a besta, mas que estão, por convite ou conveniência. Essa é uma parte importante da festa, embora as demais não se escondam, ao contrário se exibem.

A música sai de um canto do alpendre para o trio não parar, no caso de chover. O sanfoneiro puxa o fole e entoa o hino: “A fogueira está queimando em homenagem a São João”. Zabumba e triângulo acompanham. Seguem tocando forró, baião e, lá pelas tantas, quando o suor escorrer pelos rostos, ensopando as camisas e vestidos que envolvem os corações aos pulos, um xote.

Eita! É tudo junto e mis...

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O milho ainda está no pé. Mais uns dias e o povo do sítio irá quebrar as espigas que serão transformadas em pamonha, canjica; e, basta apenas a água fervente com um tantinho de sal, ela cozinha; ou, deixa sobre uma grelha acima de um braseiro, assa.

Mais uma semana e a mágica se completa. Uma mesa onde estão, junto das comidas já faladas, o pé-de-moleque, a cerveja, a cachaça e outras bebidas enxeridas, metidas a besta, mas que estão, por convite ou conveniência. Essa é uma parte importante da festa, embora as demais não se escondam, ao contrário se exibem.

A música sai de um canto do alpendre para o trio não parar, no caso de chover. O sanfoneiro puxa o fole e entoa o hino: “A fogueira está queimando em homenagem a São João”. Zabumba e triângulo acompanham. Seguem tocando forró, baião e, lá pelas tantas, quando o suor escorrer pelos rostos, ensopando as camisas e vestidos que envolvem os corações aos pulos, um xote.

Eita! É tudo junto e misturado.

Não deu para separar as partes da festa. Você viu que falei da fogueira. O dono da casa, de olho no céu, com cara de quem pergunta a São Pedro se vai abrir a torneira, segura um pedaço de bucha, uma garrafa de querosene e uma fosforeira, prestes a queimar os gravetos sobre a lenha seca, guardada há dias. Ele consegue as primeiras línguas de fogo quando os convidados começam a chegar.

Tem o pau-de-sebo em um canto, lambuzado de gordura de porco e enfeitado com bandeirolas de tudo que é cor. Elas passam pela varanda à frente da casa, enrolam as colunas que seguram a coberta, fazem a volta no juazeiro depois da fogueira e arrodeiam o terreiro de chão batido, onde a matutada dança. Aqui e ali um balão pendurado no meio delas. Deram um trabalho danado à patroa, às filhas e aos pirralhos da casa. Desde antes de ontem cuidam de fazer os enfeites além das comidas.

Trabalho nada!

Eles fazem isso tudo, todos os anos e com muito gosto, no meio de conversas sem fim, ajuntadas às risadas e arengas. Tudo para receber os moradores dos sítios vizinhos, também os da cidade, difícil de aparecer por essas bandas.

O frege se estica até Deus ter dó dos pés e do fígado dos presentes.

No dia seguinte, a casa acorda tarde. Os corpos ainda dançam e ouvem as músicas, gritos, risos e fogos que explodiram horas antes. A fogueira é só brasa e fumaça; as bandeiras, parte delas, espalhadas no chão de barro molhado, marcado de chinelas e botas.

A moça mais nova suspira e nem precisa dizer o porquê do sorriso, pois todos viram que dançou a noite toda com o rapazinho de uma família da rua enquanto a mais velha, arrastando o chinelo, ajuda a mãe no feitio do café para o povo todo da casa.

O pai, aprumado que só uma vara, embora nos costados já lhe batam mais de sessenta dessas festas, resolve se assentar no banco de tronco embaixo do juazeiro. Por conta do ressonado dos acordes da sanfona, das batidas da zabumba e do tililingue do triângulo na cabeça; da mistura de cheiros: fumaça, milho assado, cachaça, perfume e mais coisa que nem é bom saber; não dá conta do amigo de longas datas passando no lombo do burrinho.

— Ôpa! Festa boa danada, essa, num foi mermo?

De começo, ele balança a cabeça, levanta o queixo perguntando “o quê?” O amigo repete. Espertando daquele torpor, ele levanta o dedo, procura no vento uma resposta, encara o amigo e diz.

— Seu João...

É São João!


*AJ Fontes, contista e cronista, engenheiro aposentado, e eterno estudante na arte da escrita, publicou o livro de contos: ‘Mantas e Lençóis’. @aj.fontes



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É Findi - São João - Poema - Por Eduardo Albuquerque*

19/06/2026

Brinca, ô meu Santo, brinca,
com as bandeirolas em trinca:
azuis, verdes, vermelhas, lindas,
se assemelham, bem-vindas;



Enfeitam o salão festeiro,
partes das brincadeiras,
do São João, o padroeiro,
que se engalana, faceiro.

Que festa mais arretada:
a sanfona abre-e-fecha,
nas mãos do sanfoneiro,
o fole se abre por inteiro.



E o triângulo diz: pois sim!
acompanhando até o fim,
a zabumba em seu desfecho.
Eu, a noite, a sós, encantados!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



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Brinca, ô meu Santo, brinca,
com as bandeirolas em trinca:
azuis, verdes, vermelhas, lindas,
se assemelham, bem-vindas;



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Enfeitam o salão festeiro,
partes das brincadeiras,
do São João, o padroeiro,
que se engalana, faceiro.

Que festa mais arretada:
a sanfona abre-e-fecha,
nas mãos do sanfoneiro,
o fole se abre por inteiro.



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E o triângulo diz: pois sim!
acompanhando até o fim,
a zabumba em seu desfecho.
Eu, a noite, a sós, encantados!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



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É Findi – Série: Boêmios que Marcaram Época no Recife Noturno - Antônio Maria - Por Carlos Bezerra Cavalcanti*

19/06/2026

Nos próximos É FINDIs pretendo publicar considerações sobre cinco boêmios que marcaram época no Recife noturno: Ascenso Ferreira, Antônio Maria, Hugo da Peixa, Valdemar Marinheiro e Eugênio Coimbra. Hoje falaremos sobre Antônio Maria.


Outro grande personagem da boemia recifense e posteriormente, do Rio de Janeiro, foi Antônio Maria, classificado por algumas mulheres da época como um jovem galã, culto, educado e atencioso.

Segundo matéria publicada no Jornal do Commercio de 15 de outubro de 1994: “Nasceu no Recife em 17 de março de 1921, filho do usineiro Inocêncio Ferreira de Morais e Diva Araújo de Morais. Já em 1938, com apenas 17 anos dá início à sua brilhante carreira no rádio-jornalismo ao ingressar na famosa PRA-8, Rádio Clube de Pernambuco.

Inteligente e irreverente, como seus companheiros de boemia recifense Ascenso Ferreira e Coimbra Júnior, Antônio Maria, já em 1948, era diretor de produção da Radio Tupi do Rio e cronist...

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Nos próximos É FINDIs pretendo publicar considerações sobre cinco boêmios que marcaram época no Recife noturno: Ascenso Ferreira, Antônio Maria, Hugo da Peixa, Valdemar Marinheiro e Eugênio Coimbra. Hoje falaremos sobre Antônio Maria.


Outro grande personagem da boemia recifense e posteriormente, do Rio de Janeiro, foi Antônio Maria, classificado por algumas mulheres da época como um jovem galã, culto, educado e atencioso.

Segundo matéria publicada no Jornal do Commercio de 15 de outubro de 1994: “Nasceu no Recife em 17 de março de 1921, filho do usineiro Inocêncio Ferreira de Morais e Diva Araújo de Morais. Já em 1938, com apenas 17 anos dá início à sua brilhante carreira no rádio-jornalismo ao ingressar na famosa PRA-8, Rádio Clube de Pernambuco.

Inteligente e irreverente, como seus companheiros de boemia recifense Ascenso Ferreira e Coimbra Júnior, Antônio Maria, já em 1948, era diretor de produção da Radio Tupi do Rio e cronista de “O Jornal”.
Em 1951, compõe a primeira letra de música “Frevo No 1 do Recife”, gravada por Luiz Bandeira. Logo em seguida grava com Araci de Almeida, o samba “Querer Bem”. Depois assina o maior contrato de rádio brasileira na época: 50 contos de réis, por mês.

Em 1952, lança a cantora Nora Ney, que grava “Menino Grande”. A RCA Vítor lança “Ninguém me Ama”. Continua escrevendo belas composições, principalmente com Dolores Duran e Luiz Bonfá ( Manhã de Carnaval).
Em 1964, na madrugada de 15 de outubro, Antônio Maria dava adeus, precocemente, à vida e à boemia.

Alguns meses antes de seu desaparecimento deu as seguintes informações sobre ele próprio:

“Brasileiro, Cansado, 43 anos, Cardisplicente ( isto é: homem que desdenha do próprio coração) Profissão: esperança. Outros dados pessoais- Epítetos: Tombinha. Tomba e o Gordo. Traços marcante: feiúra ( só soube quando amou pela primeira vez) obesidade, ver auto-retrato) e preguiça ( apesar de confessá-la e de professá-la, trabalhava como um cão).

Ocupação, radialista, cronista, produtor de jingles, redator de programas de televisão, compositor. Hábitos: noitevagos: boemia e solidão. Locais que freqüenta: no Recife-Cassino Imperial e Restaurante Gambrinus. No Rio de Janeiro: Boates de Copacabana, todas. Endereço fixo: Le Rond Point (à noite), restaurante Os Pescadores (de madrugada).

Companhias habituais: mulheres- todas, qualquer uma. Cantoras, dançarinas, socialites, não importando classe social mas o apetite sexual., nomes para verificação: Danusa Leão, Nora Ney, Maysa, Dolores Duran. Homens- companheiros de profissão e de fé no amor e na boemia e tipos populares. Nomes par verificação: Vinícius, Zé Aparecido, Di, Caymme, Ivan Lessa, Murilo de Almeida, Niemeyer, entre tantos e tantos outros quanto grande for a noite em que viveu.



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Um aviso: “se me encontrar dormindo, deixe. Morto, acorde-me.

Antecedente criminais: amor demais a tudo e a todos. Causa da morte: amor demais.

Provando seu amor pela cidade onde nasceu e vivenciou belos dias, noitadas e madrugadas, fez várias composições para o Recife e, em uma delas disse:

“Sou do Recife com orgulho e com saudade
Sou do Recife com vontade de chorar
O rio passa levando barcaça pro alto do mar
E em mim não passa essa vontade de voltar

Recife mandou me chamar
Capiba e Zumba essa hora onde é que estão
Inês e Rosa em que reinado reinarão
Ascenso disse me mande um cartãoRua antiga da Harmonia
Da Amizade, da Saudade da União
São lembranças noite e dia

Nelson Ferreira toque aquela introdução. Conta-se que uma certa vez, em sua fase áurea, na radio carioca, ele foi procurado por uma fã que só o conhecia por sua, nesse dia, ele não se encontrava na Emissora, um colega então se fez passar por ele.e saiu com a garota, posteriormente, Antônio Maria soube e foi falar com o cara que lhe disse:

É, realmente eu saí com a garota, agora tem um detalhe, VOCÊ BROXOU...


*Carlos Bezerra Cavalcanti, Presidente Emérito da Academia Recifense de Letras.



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É Findi – Gordinhos e Felizes – Croniqueta, por Xico Bizerra*

19/06/2026

Para justificar o mau hábito alimentar próprio das crianças de minha época – doces, chocolates e afins, dizíamos, em alto e bom som, que ‘o que não mata, engorda’. Hoje, conscientes de que a alimentação saudável é responsável pelo ‘esticamento’ da vida, uma ‘garantia estendida’ do bom viver, dizemos o contrário: ‘o que engorda, mata’. E haja regimes, caminhadas, academias, remédios e renúncias alimentares. Uma dobradinha ou uma picanha das boas são sinônimos de veneno. A endocrinologista é como uma delegada da Polícia Federal investigando deslizes alimentares para nos condenar à distância das mesas fartas e saborosas, usando tornozeleira estomacal.

E vamos, nós, camaleões humanos, nos empanturrando de verduras, nos enchendo do verde, de nutrientes essenciais (carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas, minerais). ‘Alimentos in natura, frutas, vegetais, legumes e grãos integrais são bons’, dizem os entendidos. E o paladar reclamando de sua não satisfação. Nada de açúca...

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Para justificar o mau hábito alimentar próprio das crianças de minha época – doces, chocolates e afins, dizíamos, em alto e bom som, que ‘o que não mata, engorda’. Hoje, conscientes de que a alimentação saudável é responsável pelo ‘esticamento’ da vida, uma ‘garantia estendida’ do bom viver, dizemos o contrário: ‘o que engorda, mata’. E haja regimes, caminhadas, academias, remédios e renúncias alimentares. Uma dobradinha ou uma picanha das boas são sinônimos de veneno. A endocrinologista é como uma delegada da Polícia Federal investigando deslizes alimentares para nos condenar à distância das mesas fartas e saborosas, usando tornozeleira estomacal.

E vamos, nós, camaleões humanos, nos empanturrando de verduras, nos enchendo do verde, de nutrientes essenciais (carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas, minerais). ‘Alimentos in natura, frutas, vegetais, legumes e grãos integrais são bons’, dizem os entendidos. E o paladar reclamando de sua não satisfação. Nada de açúcar ou sal. Bebida, nem pensar. Em compensação, a diabetes e a obesidades demorarão alguns dias, apenas alguns dias, até nos fazer a visita inescapável e indesejada.

Eu mando às favas os conselhos médicos, à merda os compêndios tratando do assunto. Agora mesmo vou ali na feijoada de Candeias, tomar minha cervejinha e saborear a feijoada bem temperada. Com muito bacon, por favor. Depois, a madorna tradicional, também condenada por especialistas, todos escravos do peso exato das balanças, mas infelizes por completo. Pode ser coincidência, mas eu percebo dificuldade dos magrinhos para sorrir. Nunca vejo um magrinho sorridente, ao contrário dos gordinhos, sempre alegres, sorridentes e felizes. Coincidência ou não, prefiro ser feliz.


*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor. @bizerraxico



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É Findi - Malude Maciel* Chega em Clima de São João em Dose Dupla

19/06/2026

Festival dos Fogueteiros - Crônica

A "noite dos fogueteiros" fez parte da programação das festas juninas do maior e melhor São João do mundo, em Caruaru, porém há anos os caruaruenses e toda uma gama de turistas que aqui circulam, não vêem o belíssimo show pirotécnico, infelizmente. Também foi extinto o animado passeio do trem do forró, que tanto alegrou o povo desta cidade há alguns anos e sentimos muita falta.

Um lindo espetáculo

Houve um tempo que a Associação dos Fogueteiros do Nordeste, apoiada pelo governo do Estado, pela Secretaria do Turismo, Fundação de Cultura da Prefeitura Municipal de Caruaru e indústrias de fogos de todo o país reuniram as forças e mostraram do que são capazes, trazendo ao campo do Central Sport Clube, com entrada franca, mais uma das atrações juninas da Capital do Agreste.
Com a participação de diversas cidades, como: Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe, Limoeiro, Chá Grande, etc. além de outras d...

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Festival dos Fogueteiros - Crônica

A "noite dos fogueteiros" fez parte da programação das festas juninas do maior e melhor São João do mundo, em Caruaru, porém há anos os caruaruenses e toda uma gama de turistas que aqui circulam, não vêem o belíssimo show pirotécnico, infelizmente. Também foi extinto o animado passeio do trem do forró, que tanto alegrou o povo desta cidade há alguns anos e sentimos muita falta.

Um lindo espetáculo

Houve um tempo que a Associação dos Fogueteiros do Nordeste, apoiada pelo governo do Estado, pela Secretaria do Turismo, Fundação de Cultura da Prefeitura Municipal de Caruaru e indústrias de fogos de todo o país reuniram as forças e mostraram do que são capazes, trazendo ao campo do Central Sport Clube, com entrada franca, mais uma das atrações juninas da Capital do Agreste.
Com a participação de diversas cidades, como: Caruaru, Santa Cruz do Capibaribe, Limoeiro, Chá Grande, etc. além de outras de São Paulo e Minas, mostraram ao público um dos mais belos espetáculos de luzes e cores em fogos artesanais.

Multidão

O Estádio Lacerdão ficou repleto e as pessoas alegres aplaudindo cada número que se exibia com detalhes harmoniosos e impressionantes no céu acinzentado, onde até a chuva dava passagem à tão linda fantasia colorida. Ultrapassava de uma hora o tempo total da apresentação mas, era uma pena que cada cena durasse apenas poucos minutos de euforia e se extinguisse no ar de fumaça.

Magia

São aqueles momentos mágicos que, se muito, podem ser gravados nas filmagens e nas lembranças inesquecíveis, tanto dos adultos como das crianças que ali se concentravam ávidos por mais uma demonstração de fogos pipocando e desenhando no alto, figuras geométricas e raras em diversas nuances. Coisas que valem a pena e ficam gravadas nas memórias e nos corações de quem teve o privilégio de presenciar, sendo testemunha da História dos acontecimentos marcantes da cultura de um povo.

Finalmente

Quando todos os grupos mostraram seus belos trabalhos, ainda saía o lindo desfile dos "bacamarteiros", como símbolo tipicamente regional, pelo gramado do glorioso Central, a Patativa do Agreste, enquanto do morro do Bom Jesus, surgiam girândolas fabulosamente deslumbrantes clareando ainda mais o ambiente já tão iluminado e colorido e aí, os olhares se direcionavam para o cume do monte, logo atrás do estádio, como pano de fundo de um cenário resplandecente e calorosamente aquecido pelo fogo e pelo calor humano das palmas e vivas.
As faíscas reluzentes cortavam a atmosfera e a plateia vibrava envolvida pela nuvem prateada de um sonho encantador que, num piscar de olhos, já se foi, num rápido e raro instante, como tudo na vida.

Recordações

Certamente cada alma privilegiada que vivenciou o Festival dos Fogueteiros, saiu satisfeita, sentindo o clarão das luzes e envolvida pela energia contagiante oriunda das também tradicionais fogueiras das festas juninas tão cantadas e proclamadas em nossa terra natal.
Nossas mentes guardarão as imagens das: "estrelinhas" e "lágrimas" junto com a vontade de repetir a dose, como se o tempo já catalogasse novo show como algo certo no amanhã.
Agradeçamos pois, ao bom Deus por esse momento tão especial.




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Forró Dog


Acredito que muitas pessoas lembrarão dos fatos que terei o prazer de recordar e que, de uma forma ou de outra, marcaram períodos vivenciados na Capital do Agreste. Senão, vamos ao relato dos acontecimentos.
Em junho de 2001, em plena festa de São João em Caruaru, aconteceu a apresentação do desfile da única quadrilha junina de cães em todo o mundo.

Uma multidão

Mais de trezentos cães vestindo roupas matutas eram as estrelas da sexta edição do chamado: "ForróDog" que animava as ruas da cidade num lindo desfile, com sucesso total, ao som do trio elétrico Cheiro Baiano, tendo como destaque o cantor e compositor Jailson Rosset que esteve acompanhado da Banda: " Os Compadecidos". Era uma apresentação diferente que atraia muita gente curiosa para aplaudir a elite da cachorrada que tomava conta da Av. Agamenon Magalhães com um desfile sui gêneres dos fofinhos forrozeiros, numa avalanche de latidos eufóricos.

Parecendo gente

Três carros alegóricos chamavam a atenção do público em geral, especialmente da criançada tão ávida pelos cãezinhos todos enfeitados a caráter. Muito interessante!
Naturalmente, em meio a tanta algazarra, alguns deles estranhavam e latiam desesperadamente, mas isso também fazia parte do show.

Assistência

Havia uma tenda da Secretaria de Saúde do município, onde uma equipe formada por médicos veterinários e voluntários, realizava consultas grátis e dava toda assistência necessária como também orientava os criadores como ter um pet bonito e saudável.

Ponto máximo

Porém, a apoteose do evento aconteceu quando os participantes chegaram ao Parque de Eventos Luiz Lua Gonzaga e a coordenação da festa sorteou brindes doados pelos estabelecimentos comerciais com o público, todos queriam ser contemplados. Daquela ocasião, o diretor-presidente da Ebecal, José Rodrigues Filho, à época, distribuiu duzentos quilos de ração da marca Guabi. Uma sensação!

Fotografias

Inúmeras fotos registraram o tal acontecimento e os jornais publicaram as notícias da ocorrência, dando ênfase às belas fantasias ostentadas pelos caninos, tendo seus donos os mais orgulhos.
Como se sabe, tem crescido o interesse na criação de animais nas famílias que, na verdade, são muito cativantes e, muitas coisas que antes eram apenas para humanos, atualmente vão se adaptando na inclusão dos mascotes. É o caso do desfile junino que acabo de relatar.

Uma gracinha!


*Malude Maciel, Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, ACACCIL, cadeira 15 pertencente à professora Sinhazina. @malude.maciel



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É Findi – Né Não? - Por Poeta Pica-Pau*

19/06/2026

Um caboclo certo dia
Veio a mim e perguntou
O que é que você acha
Me responda Por favor
Do homem que casado é
E troca sua mulher
Por outra que arranjou?

Eu respondi esse cabra
é um grande irresponsável
Não tem moral nem caráter
um imbecil imprestável
Merece vagar nas ruas
Sentindo frio e fome
Porque o homem que é homem
Não troca, fica cas duas


Né não?


*Pica-Pau é poeta. Vive em Palmares, PE. @poeta.picapau



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Um caboclo certo dia
Veio a mim e perguntou
O que é que você acha
Me responda Por favor
Do homem que casado é
E troca sua mulher
Por outra que arranjou?

Eu respondi esse cabra
é um grande irresponsável
Não tem moral nem caráter
um imbecil imprestável
Merece vagar nas ruas
Sentindo frio e fome
Porque o homem que é homem
Não troca, fica cas duas


Né não?


*Pica-Pau é poeta. Vive em Palmares, PE. @poeta.picapau



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