Santa Cruz do Capibaribe - explicado porque Deus "reprovou" o prefeito Fábio Aragão e "mandou" ele desistir.
01/10/2024
Gestão desastrosa
A gestão de Fábio Aragão fez uma opção por pintar prédios públicos e meios fios. Estranho. Em apenas um prédio, da área da saúde, o prefeito gastou mais do que se fosse construir um prédio novo. E as irregularidades foram se multiplicando. Um desmonte dos serviços eficazes sem nada no lugar. Dezenas de casos de completo relaxamento se acumulando.
Sem obras
Praticamente quatro anos e Fábio e Helinho Aragão não têm nenhuma obra importante com começo e fim na gestão da dupla pouco dinâmica e muito sabi...
Gestão desastrosa
A gestão de Fábio Aragão fez uma opção por pintar prédios públicos e meios fios. Estranho. Em apenas um prédio, da área da saúde, o prefeito gastou mais do que se fosse construir um prédio novo. E as irregularidades foram se multiplicando. Um desmonte dos serviços eficazes sem nada no lugar. Dezenas de casos de completo relaxamento se acumulando.
Sem obras
Praticamente quatro anos e Fábio e Helinho Aragão não têm nenhuma obra importante com começo e fim na gestão da dupla pouco dinâmica e muito sabida.
Péssimos serviços
A gestão Fábio e Helinho desativou serviços essenciais nas áreas da saúde, educação, serviço social, desenvolvimento econômico. Sem diminuir gastos nem pessoal, reduziu amplamente os serviços. Para se ter uma ideia: existem hoje cerca de 800 crianças autistas na fila de espera para atendimento. Uma consulta dura, hoje, em média 5 minutos para cada paciente. Uma calamidade. Entre os serviços desativados, uma maternidade, vejam só.
Corrupção
Além dos desmandos e descasos, a gestão Fábio/Helinho está atolada até o pescoço em supostos casos de corrupção. Relatório do TCE registra o mal uso do dinheiro público e a falta de critério para gastos da gestão. Para se ter uma ideia dos desmandos, o prefeito e o seu vice (e primo) têm cerca de 25 parentes em cargos de confiança. Uma renda familiar, paga pelos contribuintes, de aproximadamente R$ 150 mil por mês. No ano, perto de R$ 2 milhões. Na mamata. Em todo setor da gestão, puxou uma pena, vem um galinheiro de irregularidades. O reduzido São João deste ano, com Guattavo Lima como uma das atrações principais, foi um dos mais caros do Nordeste. Hummmmm...
O terreno
A dupla Fábio e Helinho Aragão mandou recentemente máquinas e pessoal da prefeitura, em horário de expediente, para limpar um terreno particular. De amigo da dupla e fornecedor da prefeitura. Dias depois, realizaram um grande comício no local. O Ministério Público pediu a cassação dos dois. O processo está em trânsito.
As garantias de renda
A lei atual proíbe que a gestão efetive funcionários com rendimentos de casos transitórios. Pois bem: amigos do prefeito, no exercício de uma secretária, passaram seus rendimentos permanentes de R$ 2 mil para R$ 12 mil reais. Sem qualquer amparo legal.
Explicado
A interpretação laica é racional: o prefeito usou a alegada manifestação divina para amealhar o que já tem e fugir da saraivada de críticas que certamente desabariam sobre sua candidatura. No mesmo dia em que foi reprovado por Deus, indicou o vice para sucessor. Muito estranho o critério divino. Na verdade, Fábio quer usar o nome de Deus em vão e tentar ser mais sabido do que o Ser Supremo.
Prefeito
Ruim, provavelmente corrupto e reprovado por Deus.
Caso único na política brasileira.
Leia outras informações
STF valida plano da União para reestruturar a CVM e reforça fiscalização do mercado de capitais
04/07/2026
A ação foi proposta pelo Partido Novo e discute dispositivos da Lei 14.317/22 relacionados à Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários. No curso do processo, o STF constatou deficiências estruturais na autarquia, especialmente quanto à insuficiência de pessoal e à capacidade de exercer suas atribuições fiscalizatórias.
Mais capacidade operacional
Em decisão liminar já referendada pelo plenário, o Supremo havia determinado que ao menos 70% da arrecadação da taxa de fiscalização p...
O Supremo Tribunal Federal (STF) homologou na última semana o plano emergencial apresentado pela União para reestruturar a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), encerrando uma etapa importante da discussão travada na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7.791. A decisão foi proferida pelo ministro Flávio Dino, relator do processo, após concluir que o Governo atendeu às exigências fixadas anteriormente pela Corte.
A ação foi proposta pelo Partido Novo e discute dispositivos da Lei 14.317/22 relacionados à Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários. No curso do processo, o STF constatou deficiências estruturais na autarquia, especialmente quanto à insuficiência de pessoal e à capacidade de exercer suas atribuições fiscalizatórias.

Mais capacidade operacional
Em decisão liminar já referendada pelo plenário, o Supremo havia determinado que ao menos 70% da arrecadação da taxa de fiscalização permanecesse destinada à CVM, além de exigir da União a apresentação de um plano para recuperar a capacidade operacional do órgão.
Ao analisar a nova versão apresentada pelo Governo Federal, o relator concluiu que as medidas contemplam os quatro eixos definidos pelo próprio STF como essenciais para a recuperação institucional da autarquia: fortalecimento da atividade sancionadora, recomposição do quadro de pessoal, ampliação da cooperação institucional e aperfeiçoamento da supervisão preventiva do mercado.
Redução de processos
Na área de fiscalização, o plano prevê ações voltadas à redução do estoque de processos administrativos e ao aumento da capacidade de julgamento de casos considerados prioritários. Segundo as informações encaminhadas ao Supremo, mais de 90% do acervo pendente passou por triagem, permitindo a identificação dos procedimentos com maior potencial sancionador.
A União também apresentou metas para elevar o número de julgamentos de processos administrativos sancionadores no segundo semestre de 2026, medida que, na avaliação do relator, demonstra compatibilidade com os parâmetros estabelecidos pela decisão judicial.
“Zonas cinzentas”
O plano estabelece um programa permanente para identificar as chamadas “zonas cinzentas” da regulação financeira, com a elaboração de uma matriz de riscos destinada a orientar futuras ações de supervisão. Entre as iniciativas previstas estão a instalação de um fórum permanente entre a CVM e o Banco Central, a produção de notas técnicas conjuntas e a elaboração de relatórios periódicos sobre lacunas regulatórias.
A proposta busca reduzir espaços para arbitragem regulatória, ampliar a proteção aos investidores e fortalecer a atuação preventiva da autarquia diante de novas estruturas e produtos financeiros.
Sem conta exclusiva
Na mesma decisão, Flávio Dino rejeitou o pedido do Partido Novo para que os recursos arrecadados com a taxa de fiscalização fossem depositados diretamente em conta exclusiva da CVM, fora do Caixa Único do Tesouro Nacional.
Para o ministro, enquanto houver mecanismos capazes de assegurar a identificação e a correta destinação dos valores, não há necessidade de criar uma conta segregada, sem prejuízo de eventual reavaliação futura.
— Com o HJur
Depois de virar as costas para Cícero, João quer o voto dele para o Senado
04/07/2026
Na prática, João quer que Cícero aceite o seguinte roteiro: ser preterido, ver o ex-aliado escolher outro nome para o Governo, assistir ao antigo parceiro anunciar voto no seu concorrente e, ainda assim, entregar voto para João ao Senado. É pedir lealdade depois de negar reciprocidade. É cobrar gesto político depois de impor constrangimento.
Peça importante
Cícero foi aliado, prefeito da capital, peça importante do projeto político que ajudou a sustentar o grupo governista. Quando chegou a hora da sucessão, João fez sua escolha. Preferiu Lucas....
A política tem contradições. Mas algumas passam do limite da contradição e entram no terreno do deboche. João Azevêdo dizer que espera o voto de Cícero Lucena para o Senado, depois de já ter anunciado apoio a Lucas Ribeiro, adversário direto de Cícero na disputa pelo Governo da Paraíba, é uma dessas cenas que revelam muito mais do que uma simples frase de entrevista. Revelam um método.
Na prática, João quer que Cícero aceite o seguinte roteiro: ser preterido, ver o ex-aliado escolher outro nome para o Governo, assistir ao antigo parceiro anunciar voto no seu concorrente e, ainda assim, entregar voto para João ao Senado. É pedir lealdade depois de negar reciprocidade. É cobrar gesto político depois de impor constrangimento.
Peça importante
Cícero foi aliado, prefeito da capital, peça importante do projeto político que ajudou a sustentar o grupo governista. Quando chegou a hora da sucessão, João fez sua escolha. Preferiu Lucas. É um direito dele. O problema é querer que a consequência dessa escolha recaia apenas sobre Cícero.
João anunciou voto em Lucas para governador, mas quer o voto de Cícero para senador. João se posicionou contra o projeto estadual de Cícero, mas espera que Cícero se posicione a favor do seu projeto senatorial. A conta não fecha. Ou melhor, fecha apenas na lógica de quem acha que apoio político é via de mão única.
Não é a primeira vez que João se envolve em rompimentos marcados por acusações de deslealdade. Ricardo Coutinho já saiu da relação política com João apontando traição. Agora, anos depois, Cícero vive situação parecida. Ajudou a construir, esperou reconhecimento e terminou sendo deixado de lado na hora decisiva.

Na política, escolhas têm preço
O mais grave é que João tenta transformar a própria contradição em normalidade. Como se fosse natural pedir voto a quem ele decidiu enfrentar politicamente. Como se fosse razoável esperar apoio de alguém cujo projeto foi descartado por ele.
Na política, escolhas têm preço. João escolheu Lucas. João anunciou apoio ao adversário de Cícero. Então não pode, agora, agir como se nada tivesse acontecido e esperar que Cícero lhe entregue apoio de bandeja para o Senado.
Porque, nesse caso, a pergunta é inevitável. João quer o voto de Cícero por aliança, por conveniência ou por deboche?
— Do Portal O Poder PB
Bolsonaro tem prorrogado prazo de prisão domiciliar, mas com tornozeleira, cassação de porte de arma e somente visitas autorizadas
04/07/2026
Na decisão, o ministro manteve todas as medidas fixadas anteriormente, como o uso de monitoramento eletrônico e a proibição de Bolsonaro utilizar celular, telefone ou qualquer outro meio de comunicação externa, direta ou indireta, inclusive por intermédio de terceiros.
Visitas restritas
As visitas à residência também permanecem limitadas a pessoas previamente autorizadas pelo magistrado, com exceção dos filhos Flávio, Carlos e Jair Renan, que são autorizados a visitar o pai em dias e horários fixos (quartas e sábados). A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro...
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Eleitoral (STF), autorizou a prorrogação do prazo para que o ex-presidente Jair Bolsonaro permaneça em prisão domiciliar humanitária até que se restabeleça totalmente dos seus problemas de saúde. A decisão acompanha a manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) que não se opôs a manutenção de Bolsonaro em sua residência.
Na decisão, o ministro manteve todas as medidas fixadas anteriormente, como o uso de monitoramento eletrônico e a proibição de Bolsonaro utilizar celular, telefone ou qualquer outro meio de comunicação externa, direta ou indireta, inclusive por intermédio de terceiros.
Visitas restritas
As visitas à residência também permanecem limitadas a pessoas previamente autorizadas pelo magistrado, com exceção dos filhos Flávio, Carlos e Jair Renan, que são autorizados a visitar o pai em dias e horários fixos (quartas e sábados). A ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro; a filha, Laura; e a enteada, Letícia, têm livre acesso, por residirem no local.
Além da manutenção das medidas, Moraes determinou a revogação total do porte de arma e do Certificado de Registro como CAC (Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador) do ex-presidente. A decisão ordena a apreensão imediata de todas as armas de fogo vinculadas a Bolsonaro, o que inclui uma lista de pistolas, fuzis e espingardas de diversas marcas, como Taurus, Glock e SIG-Sauer.
48 horas para entrega das armas
A defesa do ex-presidente tem prazo de 48 horas para entregar todo esse armamento à Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal, sob pena de revogação do benefício humanitário e retorno imediato dele ao regime fechado para cumprimento da pena ao qual foi condenado.
Bolsonaro foi condenado a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado e, em função de problemas de saúde, teve a mudança de regime prisional para domiciliar concedida em caráter humanitário por um período inicial de 90 dias, que foi encerrado na última quinta-feira (25/6). Com o término desse prazo, na semana passada, a defesa solicitou a prorrogação da medida, acolhida agora por Moraes. Os advogados informaram ao STF que o ex-presidente voltou a apresentar crises de soluço e pediram a realização de novos exames médicos.

Começam neste sábado (4) restrições eleitorais previstas em lei para o pleito 2026
04/07/2026
As regras estão previstas nos artigos 73 a 78 da Lei nº 9.504/1997, a Lei das Eleições, e valem para agentes públicos de todas as esferas de governo, sejam eles eleitos, nomeados, contratados ou ocupantes de cargos em comissão. As limitações permanecem em vigor até 25 de outubro, data prevista para a realização do segundo turno.
Publicidade de órgãos públicos proibida
Entre as principais mudanças está a proibição da publicidade institucional de órgãos públicos. Durante o período, não podem ser divulgados atos, programas, obras ou serviços governamentais, salvo em casos de grave e urgente necessidade pública...
A partir deste sábado (04/07), a administração pública em todo o país passa a cumprir uma série de restrições previstas na legislação eleitoral. Tem início o chamado “defeso eleitoral”, período de três meses que antecede o primeiro turno das eleições de 2026 e que busca impedir o uso da máquina pública em benefício de candidaturas.
As regras estão previstas nos artigos 73 a 78 da Lei nº 9.504/1997, a Lei das Eleições, e valem para agentes públicos de todas as esferas de governo, sejam eles eleitos, nomeados, contratados ou ocupantes de cargos em comissão. As limitações permanecem em vigor até 25 de outubro, data prevista para a realização do segundo turno.
Publicidade de órgãos públicos proibida
Entre as principais mudanças está a proibição da publicidade institucional de órgãos públicos. Durante o período, não podem ser divulgados atos, programas, obras ou serviços governamentais, salvo em casos de grave e urgente necessidade pública reconhecida pela Justiça Eleitoral ou quando se tratar de produtos e serviços que disputem mercado com empresas privadas.
Na área de comunicação, órgãos públicos também precisam adequar seus canais oficiais. Em âmbito federal, ministérios e outros órgãos já anunciaram mudanças na presença digital para evitar que conteúdos possam promover autoridades ou ações de governo durante o período eleitoral.
Sem nomeações, contratações nem demissões
O defeso também restringe a gestão de pessoal. Ficam proibidas nomeações, contratações e demissões de servidores sem justa causa na circunscrição do pleito, com exceção dos cargos em comissão, funções de confiança e situações indispensáveis à continuidade de serviços públicos essenciais.
Outra medida prevista na legislação é a suspensão das transferências voluntárias de recursos entre os entes federativos. Permanecem autorizados apenas os repasses destinados ao cumprimento de obrigações já assumidas em obras em andamento ou aqueles necessários para atender situações de emergência e calamidade pública.
Inaugurações e shows vedados
Os candidatos também ficam impedidos de participar de inaugurações de obras públicas três meses que antecedem a votação. A legislação ainda proíbe a contratação de shows artísticos com recursos públicos para esses eventos.
Conforme informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o descumprimento das regras pode acarretar em sanções severas. Entre elas, estão a suspensão da conduta irregular, aplicação de multas, cassação do registro ou do diploma do candidato beneficiado e, conforme o caso, responsabilização por improbidade administrativa.
— Com informações do TSE e Correio Braziliense
Senador Veneziano Vital do Rêgo confirma R$ 25 milhões para a área de Saúde em João Pessoa
04/07/2026
Os recursos a serem repassados pelo Governo Federal referem-se a uma verba destinada ao custeio da área da saúde que foi articulado no âmbito federal e comunicado às autoridades municipais, com o objetivo de garantir a manutenção e o reforço dos serviços e atendimentos prestados à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Setor “essencial”
Veneziano é conhecido, no Congresso Nacional, pela defesa que faz para a garantia, ampliação e desburocratização dos repasses financeiros para a saúde pública. Ele sempre ressalta o setor, em sua atuação parlamentar e nos seus discursos, como “essencial para...
O Senador Veneziano Vital do Rêgo MDB-PB), atual líder da maioria no Senado Federal, confirmou na noite desta sexta-feira (03/07) a viabilização de recursos da ordem de R$ 25 milhões para João Pessoa. O montante será destinado à saúde pública na capital paraibana e já foi comunicado pelo parlamentar ao prefeito da cidade, Leo Bezerra (PSB).
Os recursos a serem repassados pelo Governo Federal referem-se a uma verba destinada ao custeio da área da saúde que foi articulado no âmbito federal e comunicado às autoridades municipais, com o objetivo de garantir a manutenção e o reforço dos serviços e atendimentos prestados à população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Setor “essencial”
Veneziano é conhecido, no Congresso Nacional, pela defesa que faz para a garantia, ampliação e desburocratização dos repasses financeiros para a saúde pública. Ele sempre ressalta o setor, em sua atuação parlamentar e nos seus discursos, como “essencial para o fortalecimento do SUS, a manutenção de hospitais de referência e a redução das filas de espera”.
Os principais pontos defendidos e articulados pelo senador sobre o tema ao longo do seu mandato abrangem: segurança no financiamento, agilidade nos repasses e investimentos estruturais.
Mínimo constitucional da Saúde
Em relação ao quesito segurança no financiamento, ele foi relator de projetos que incluem gastos com hospitais universitários no cálculo do mínimo constitucional da Saúde e atuou para ampliar o teto de recursos para municípios.
Já no tocante à agilidade nos repasses, constantemente Veneziano atua junto ao Ministério da Saúde para a liberação de verbas de custeio e emendas parlamentares para santas casas e prefeituras da Paraíba.
E no quesito investimentos estruturais, é grande o destaque feito por ele sobre a importância dos repasses para a renovação de frotas (como ambulâncias do SAMU) e a aquisição de equipamentos de alta complexidade.
Adeus José Severino do Carmo. Um ser humano doce, dedicado à comunicação e a fazer o bem
04/07/2026
Origem
José Severino nasceu em 06 de novembro de 1941, no Sítio Caianinha, entre Pesqueira e Sanharó, quando aquela cidade pertencia ao Municipio de Pesqueira. Residiu, por muitos anos, na cidade de Caruaru-PE, onde plantou raízes e constituiu família.
Formação
José Severino era graduado em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caruaru e especializado em Publicidade e Marketing pela Faculdade dos Meios de Comunicação da PUC/RS
Livros publicados
Publicou o 1º Guia Turístico de Caruaru em 1976....
Faleceu ontem, 03 de julho de 2026, em Caruaru, onde residia, vítima de problemas cardíacos, o publicitário, jornalista, escritor e empreendedor cultural José Severino do Carmo, aos 84 anos. A morte causou impacto na sociedade pernambucana, onde José Severino era unanimidade pelo talento, dedicação , capacidade empresarial, cortesia e compromisso social.
Origem
José Severino nasceu em 06 de novembro de 1941, no Sítio Caianinha, entre Pesqueira e Sanharó, quando aquela cidade pertencia ao Municipio de Pesqueira. Residiu, por muitos anos, na cidade de Caruaru-PE, onde plantou raízes e constituiu família.
Formação
José Severino era graduado em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caruaru e especializado em Publicidade e Marketing pela Faculdade dos Meios de Comunicação da PUC/RS
Livros publicados
Publicou o 1º Guia Turístico de Caruaru em 1976. Também o livro “Pelos Meus Olhos” -Uma visão da vida, do tempo, dos fatos – Editora Bargaço- 2007;
Publicou mais de 20 títulos de cordéis, entre 2012 a 2025. Editou a Revista Moda & Negócios, de 2014 a 2022, onde nosso diretor José Nivaldo Junior assinou, por muito tempo, uma coluna dedicada ao marketing e à cultura. José Severino era colaborador do nosso Jornal O Poder. No final desta matéria, reproduzimos o link de uma das suas matérias. Um poema significativo, onde recomenda que o tempo deve ser usado para aproveitar a vida. Conselho que ele mesmo praticou, até os últimos momentos.

Cidadania
José Severino recebeu o título de Cidadão Honorário de Caruaru, outorgado pela Câmara Municipal, em novembro de 1994. Exercitou diversas atividades sociais e comunitárias. Foi presidente do Lions Clube de Pesqueira e do Clube dos 50, em 197. Presidente da AABB- Associação Atlética Banco do Brasil, em Caruaru, entre 1976/1978. Diretor de Promoção da Câmara de Dirigentes Lojistas de Caruaru, entre 1980/1982. Presidente da Festa do Comércio de Caruaru, em 1980. Presidente do Lions Clube de Caruaru, nos mandatos 1981/1982 e 2002/2003.
Presidente do Lions Clube Recife/Boa Viagem, em 1987/1988.
Vice-Presidente do Sindicato das Agências de Propaganda de Pernambuco, entre 1989/1991.
Governador do Distrito LA-3 do Lions Internacional com jurisdição nos Estados de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, em 2010/2011.
Vice-presidente da Academia Caruaruense de Literatura de Cordel, em 2013/2014. Presidente da Academia Caruaruense de Cultura Ciências e Letras- ACACCIL, em 2021/2022.
Atividades profissionais
José Severino do Carmo foi produtor da Rádio Difusora de Pesqueira, nos anos 1960 a 1963,
fiscal da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial do Banco do Brasil, de 1970 a 1973,
diretor da JS Propaganda & Marketing S/C Ltda. de 1973 a 2023. Foi também
titular da Carteira de Câmbio (CACEX) do Banco do Brasil, no Recife, de 1983 a 1991 e gerente geral da Rádio Jornal (antiga Rádio Difusora de Caruaru), de 1993 a 1996. Foi também gerente comercial das Rádios Liberdade AM e FM de 1996 a 2002, e editor da Revista Moda & Negócios, de 2014 a 2023.

Academias
José Severino era membro da Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras-Acaccil, onde ocupava a cadeira 34, cujo patrono é o grande Nélson Barbalho e da Academia Caruaruense de Literatura de Cordel-ACLC.
Velório
Será realizado hoje, sábado 04/07/26, a partir das 12h, e o sepultamento está marcado para as 17h, no Cemitério Parque dos Arcos, em Caruaru.
Confira o poema O tempo
https://www.jornalopoder.com.br/noticias/20958/o-tempo-por-jose-severino-do-carmo
Pesquisa aponta - Filho de Nabor Wanderley e neto de Chica Motta, Hugo Motta é o segundo político mais odiado do Brasil
04/07/2026
Sua posição foi lembrada por muitos políticos nordestinos como parecida com a situação observada pelo pai, Nabor Wanderley (Republicanos), ex-prefeito do município de Patos (PB) que concorre a uma vaga no Senado pela Paraíba este ano.
Nabor, além de figurar abaixo do seu principal adversário político, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) nas pesquisas para o Senado, viu Veneziano receber o apoio do presidente Lula para a sua candidatura à reeleição — por meio de um vídeo no qual Lula oficializou a aliança entre os dois e elogiou o alinhamento e a postura do parlamentar.
Histór...
Pesquisa divulgada pela AtlasIntel/Bloomberg ontem, sexta-feira (03/07) apontou o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), como o segundo político mais odiado do Brasil, superado apenas pelo presidente do Congresso e do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP). Hugo Motta tem 88% de rejeição dos brasileiros.
Sua posição foi lembrada por muitos políticos nordestinos como parecida com a situação observada pelo pai, Nabor Wanderley (Republicanos), ex-prefeito do município de Patos (PB) que concorre a uma vaga no Senado pela Paraíba este ano.
Nabor, além de figurar abaixo do seu principal adversário político, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) nas pesquisas para o Senado, viu Veneziano receber o apoio do presidente Lula para a sua candidatura à reeleição — por meio de um vídeo no qual Lula oficializou a aliança entre os dois e elogiou o alinhamento e a postura do parlamentar.

Histórico
A família, cujo berço político é Patos/PB, enfrenta problemas há três gerações. A avó de Hugo, Chico Motta, foi prefeita. Acusada de corrupção, usou tornozeleira eletrônica durante um tempo. O pai, Nabor Wanderley, também enfrentou várias acusações.
Hugo, recentemente, esteve envolvido no escândalo das malas que passaram sem fiscalização pela alfândega. Também foi autor da chamada ‘Emenda Master’, para beneficiar o conglomerado de Daniel Vorcaro com bilhões. O Supremo Tribunal Federal (STF) barrou a emenda.
Os piores entre 17 lideranças
Segundo o levantamento divulgado ontem, realizado no âmbito do projeto Latam Pulse, Alcolumbre e Motta concentram os piores índices de imagem entre 17 lideranças políticas avaliadas. Conforme essa pesquisa, no caso de Alcolumbre a imagem negativa é observada por 90% dos entrevistados. Hugo Motta fica bem próximo, como 88% de imagem negativa entre o total de entrevistados.
Nenhum outro nome possui maior rejeição que a de Alcolumbre e de Motta, a não ser o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), que apresenta o mesmo percentual de imagem negativa de Motta, mas tem o diferencial de não possuir qualquer cargo de comando no Congresso Nacional.
Além disso, Motta e Alcolumbre não apresentam saldo positivo de imagem. O percentual de pessoas que disseram ser favoráveis a eles foi de 3%.

Desgastes dos chefes do Congresso
O resultado, conforme avaliação feita pelos responsáveis pela pesquisa, reforça o desgaste dos chefes das duas Casas do Congresso Nacional em meio a um cenário de alta rejeição a lideranças políticas de diferentes campos.
E indica que a avaliação negativa não se restringe ao Governo Federal ou à oposição, mas atinge também nomes do Legislativo, ex-presidentes, governadores e figuras ligadas à disputa presidencial de 2026.
Imagens mais positivas
O levantamento também aponta que o presidente Lula (PT) é, atualmente, o político com maior índice de imagem positiva, 46%. Na sequência do ranking aparecem o pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), com 43% de imagem positiva; o ex-presidente Jair Bolsonaro, com 42%; o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), com 39%; o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 38%.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, aparecem, ambas, com 35%; o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, com 33%; e os ex-governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (União-GO), empatados com 32%.
Avaliações negativas
Entre os nomes mais conhecidos nacionalmente, Jair Bolsonaro registra 58% de avaliação negativa, enquanto Fernando Haddad e Lula aparecem empatados com 54%.
Já o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa apresenta a menor rejeição da pesquisa, com 41%, seguido por Tarcísio de Freitas (48%) e Geraldo Alckmin (50%).
Pessoas ouvidas
A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, realizada no âmbito do projeto Latam Pulse, ouviu 4.999 brasileiros adultos entre os dias 26 e 30 de junho de 2026. As entrevistas foram realizadas por meio da metodologia de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR), que seleciona participantes durante a navegação na internet em dispositivos móveis e computadores.
Segundo o instituto, a margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04582/2026.
Raquel entregou ambulâncias de fachada que não estão prontas. Nenhum prefeito levou qualquer veículo
03/07/2026
O que deveria marcar um reforço na saúde pública terminou em constrangimento para prefeitos de diversas cidades pernambucanas. Após participarem da solenidade de “entrega” de novas ambulâncias promovida pelo Governo Raquel Teixeira Lyra, os gestores municipais foram surpreendidos com a informação de que não poderiam levar os veículos para seus municípios.
O motivo
Causou ainda mais espanto: as ambulâncias apresentadas no evento não estariam prontas para entrar em operação. Segundo relatos de participantes, os veículos ainda precisariam passar por procedimentos operacionais antes de serem efetivamente liberados, frustrando a expectativa dos prefeitos, que imaginavam retornar às suas cidades já com os novos equipamentos.
A situação
Gerou perplexidade entre os gestores, que deixaram o evento sem os veículos anunciados como entreg...
Quem levou sua ambulância levante o dedo e mande o video, que O Poder publica.
O que deveria marcar um reforço na saúde pública terminou em constrangimento para prefeitos de diversas cidades pernambucanas. Após participarem da solenidade de “entrega” de novas ambulâncias promovida pelo Governo Raquel Teixeira Lyra, os gestores municipais foram surpreendidos com a informação de que não poderiam levar os veículos para seus municípios.
O motivo
Causou ainda mais espanto: as ambulâncias apresentadas no evento não estariam prontas para entrar em operação. Segundo relatos de participantes, os veículos ainda precisariam passar por procedimentos operacionais antes de serem efetivamente liberados, frustrando a expectativa dos prefeitos, que imaginavam retornar às suas cidades já com os novos equipamentos.
A situação
Gerou perplexidade entre os gestores, que deixaram o evento sem os veículos anunciados como entregues pelo governo estadual. Nos bastidores, o episódio foi interpretado como mais uma ação voltada à produção de imagem do que à efetiva prestação de serviços à população.
O episódio
Reforça uma crítica que tem se tornado recorrente em relação à atual gestão estadual: a de um “governo de fachada”, que prioriza cerimônias, anúncios e intervenções de forte impacto visual, mas nem sempre entrega soluções concretas para os problemas mais graves de Pernambuco. O exemplo mais citado por opositores é o do Hospital da Restauração, onde, enquanto alas recebem ações estéticas, pacientes e profissionais continuam convivendo com superlotação, infiltrações, quedas de teto e problemas estruturais denunciados há meses.
Agora
A mesma lógica parece ter alcançado a entrega de ambulâncias. Os veículos foram exibidos, fotografados e anunciados como entregues, mas permaneceram no local porque ainda não estavam aptos a seguir para os municípios. Para muitos prefeitos, ficou a impressão de que participaram de um evento pensado para gerar imagens e manchetes, e não para colocar imediatamente novos equipamentos a serviço da população.
Em Pernambuco
Até a entrega de ambulâncias acabou alimentando a percepção de um governo mais preocupado com a fachada do que com a efetividade das políticas públicas.
Confira o vídeo
A governadora finge que entrega as ambulâncias que não estão prontas para atender à população. E em nenhum momento assume isso, pelo contrário. Dá a entender que esta tudo 100%. Assista ao vídeo e tire suas próprias conclusões.
É Findi - Crônicas de Paris! - Por Ina Melo*
03/07/2026
Lembras amiga? dos nossos encontros nos velhos Cafés parisienses? Éramos jovens e como tal, inconsequentes, vivendo o hoje como se não houvesse amanhã! Estávamos no alvorecer dos anos setenta, quando uma maluca inglesa resolveu subir as saias das mulheres até as nuvens! O mundo começava a virar de cabeça pra cima, mostrando a força de uma juventude livre da opressão social, dona do seu corpo e querendo ter voz entre os poderosos machões! É verdade que essa “Revolução” das saias, acontecia gradativamente desde o princípio do Século XIX, mas só ousou enfrentar o mundo, quando surgiu um grupo de jovens, com cabelos compridos e uma música alucinante, para mostrar que também poderiam ter o seu lugar ao sol! Nós, sempre fomos rebeldes, corajosas e livres de corpo e alma, desde que nos apaixonamos pela “belle epoque”. Fumávamos, dançávamos e bebíamos junto com eles, mesmo sabendo que as “escolhidas” seriam as puras e comportadas do lar! Quanta hipocrisia! Quantas mentiras, caso fôssemos procurar entre os finos lençóis, o quanto eles eram enganados. Agora não. Estávamos num pé de igualdade, mesmo banidas da burguesia encoberta pelas dogmas da religião e da moral! Mas voltemos aos nossos mundos, onde a irreverência prevalecia e homens e mulheres se misturavam sem distinção de cor e classe social.
A década de setenta foi “os anos loucos “ do século vinte. Lembro da nossa primeira viagem, saindo de uma pequena aldeia para abraçarmos a revolução estudantil de 1968, justamente em Paris, onde tudo acontecia em pré estreia. As duas meninas, quase mulher, não ousaram enfrentar o seu “mundinho” hermético e hipocrita e voaram nas asas do pássaro de ferro para o centro do mundo. Para ter essa coragem, estudamos e fomos muito bem comportadas. Para duas mulheres no auge da juventude, nada melhor do que Paris, cidade luz e apaixonante!
Bem que poderíamos ter ido para onde tudo começou, a vizinha Londres. Não. Preferimos viver a nossa era de liberdade, ali no fervilhante Quartier Latin, junto com os rebeldes remanescentes dos existencialistas! Ali uma mulher que pensasse, não vivia à margem dos intelectuais, mas sim, junto com eles. E lá fomos nós, usando saias curtas, podendo sentar e beber, sem precisar do aval masculino. Claro que para nós, tudo era novidade. Ah! Amiga querida, como seria bom um retorno no tempo, que para mim nunca foi perdido, mas o melhor que vivi! Quando a juventude vai embora, mas os sonhos permanecem, é através das lembranças que conservamos a alegria de viver! Um dia, quem sabe, antes que a luz ou a escuridão desçam sobre nós, não nos encontraremos para uma taça borbulhante de champanhe!
*Ina Melo, é jornalista. Publicou poemas, contos e crônicas na Revista de Cultura do Estado do Ceará e em diversas antologias como "Crônicas e contos inesquecíveis" e "Contistas do Terceiro Milênio". Graduada pela UFPE, com especialização em Antropologia Cultural, faz parte da Academia Internacional de Literatura e Artes. É autora dos livros: "Simone de Beauvoir - Mulher lúcida e livre", "Sonhos em dueto" e, pela Confraria do Vento, "Cartas de Paris". @inamelo2016

É Findi - Campeões Mundiais - Por Felipe Bezerra*
03/07/2026
Da crescente ignorância,
da corrupção que grassa,
da criminalidade que avança.
Dos intocáveis em segurança,
da Constituição em desgraça,
da liberdade que dança.
A taça do mundo é nossa!
Do INSS sem governança,
do roubo que não se disfarça,
do aposentado sem esperança.
Da mentira que a todos cansa,
da picanha cara e escassa,
do desgoverno, da vingança!
Mas nada disso importa,
pois se a taça vem para a massa,
a reeleição tem mais segurança!
A taça do mundo será nossa,
até que seja roubada,
como nosso futuro e nossa herança!
*Felipe Bezerra, advogado e poeta. @felipebezerradesouza
A taça do mundo é nossa!
Da crescente ignorância,
da corrupção que grassa,
da criminalidade que avança.
Dos intocáveis em segurança,
da Constituição em desgraça,
da liberdade que dança.
A taça do mundo é nossa!
Do INSS sem governança,
do roubo que não se disfarça,
do aposentado sem esperança.
Da mentira que a todos cansa,
da picanha cara e escassa,
do desgoverno, da vingança!
Mas nada disso importa,
pois se a taça vem para a massa,
a reeleição tem mais segurança!
A taça do mundo será nossa,
até que seja roubada,
como nosso futuro e nossa herança!
*Felipe Bezerra, advogado e poeta. @felipebezerradesouza