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Fugindo da guerra - Cerca de 3 mil brasileiros querem sair do Líbano, diz Itamaraty

02/10/2024

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O Ministério das Relações Exteriores (MRE) contabiliza cerca de 3 mil brasileiros que desejam deixar o Líbano, em meio à escalada das operações militares das Forças Armadas de Israel.

Procuraram

Este é o número de pessoas que procuraram a Embaixada em Beirute com pedido de repatriação. A maior comunidade de brasileiros no Oriente Médio atualmente está justamente no Líbano. Ao todo, 21 mil brasileiros vivem no país.  

Os ataques

Os ataques aéreos israelenses a várias regiões do Líbano provocaram, desde o último dia 17, a morte de mais de 1 mil pessoas, incluindo dois adolescentes brasileiros e seus pais, assim como um saldo de milhares de feridos. A situação em Beirute, a capital do país, é descrita como "tensa e terrível" por brasileiros que estão na região, com risco de guerra total.

O processo

O processo de repatriação dos brasileiros começará nesta quarta-feira (2). Na a...

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O Ministério das Relações Exteriores (MRE) contabiliza cerca de 3 mil brasileiros que desejam deixar o Líbano, em meio à escalada das operações militares das Forças Armadas de Israel.

Procuraram

Este é o número de pessoas que procuraram a Embaixada em Beirute com pedido de repatriação. A maior comunidade de brasileiros no Oriente Médio atualmente está justamente no Líbano. Ao todo, 21 mil brasileiros vivem no país.  

Os ataques

Os ataques aéreos israelenses a várias regiões do Líbano provocaram, desde o último dia 17, a morte de mais de 1 mil pessoas, incluindo dois adolescentes brasileiros e seus pais, assim como um saldo de milhares de feridos. A situação em Beirute, a capital do país, é descrita como "tensa e terrível" por brasileiros que estão na região, com risco de guerra total.

O processo

O processo de repatriação dos brasileiros começará nesta quarta-feira (2). Na ação batizada de Operação Raízes do Cedro, a Força Aérea Brasileira (FAB) utilizará uma aeronave KC-30, com a previsão inicial de repatriar 220 brasileiros que estão em solo libanês, a partir do aeroporto de Beirute, que ainda permanece aberto.

O voo

O voo fará escala para reabastecimento em Lisboa, tanto na ida quanto na volta. Outros voos ainda não foram confirmados, mas devem ocorrer ao longo dos próximos dias.

Autorização

A autorização para a operação foi dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, o Brasil fará a repatriação de brasileiros do exterior “em todo lugar que for preciso” e lamentou o comportamento do governo de Israel ao atacar o Líbano.

Leia outras informações

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Entenda por que Raquel Teixeira Lyra não consegue passar segurança

30/04/2026

A segurança pública em Pernambuco tornou-se, na gestão de Raquel Teixeira Lyra, um exercício de estética política. As cerimônias grandiosas na Arena Pernambuco, repletas de fardas novas, drones e discursos entusiastas, tentam vender a imagem de um estado sob controle. No entanto, ao retirar a maquiagem do marketing oficial, o que se revela é uma estrutura que ainda luta contra um déficit histórico e uma violência que não se resolve apenas com fotos em eventos de formatura. Para o cidadão que espera o ônibus no subúrbio do Recife ou para o agricultor no Sertão, o espetáculo de armamentos na capital não se traduz em tranquilidade.

Novo espetáculo hoje na Arena Pernambuco

A governadora tem feito das posses de novos policiais militares (como os mais de 2 mil recém-formados em abril de 2026) verdadeiros eventos de campanha. Mas a matemática da segurança é cruel e não aceita apenas "novas tropas":
Apesar das sucessivas formaturas, Pernambuco ainda...

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A segurança pública em Pernambuco tornou-se, na gestão de Raquel Teixeira Lyra, um exercício de estética política. As cerimônias grandiosas na Arena Pernambuco, repletas de fardas novas, drones e discursos entusiastas, tentam vender a imagem de um estado sob controle. No entanto, ao retirar a maquiagem do marketing oficial, o que se revela é uma estrutura que ainda luta contra um déficit histórico e uma violência que não se resolve apenas com fotos em eventos de formatura. Para o cidadão que espera o ônibus no subúrbio do Recife ou para o agricultor no Sertão, o espetáculo de armamentos na capital não se traduz em tranquilidade.

Novo espetáculo hoje na Arena Pernambuco

A governadora tem feito das posses de novos policiais militares (como os mais de 2 mil recém-formados em abril de 2026) verdadeiros eventos de campanha. Mas a matemática da segurança é cruel e não aceita apenas "novas tropas":
Apesar das sucessivas formaturas, Pernambuco ainda convive com um déficit de efetivo que ultrapassa os 35%. O que a propaganda chama de "reforço histórico" é, na verdade, uma tentativa tardia de estancar a sangria de anos de aposentadorias e saídas sem reposição.

Cobertor Curto

Como apontado por parlamentares e especialistas, muitas vezes o novo efetivo serve apenas para preencher lacunas de unidades que já operavam no limite. Inaugurar batalhões ou patrulhas sem um aumento real e líquido do número de agentes é "trocar seis por meia dúzia", desguarnecendo uma área para fingir presença em outra.
Armamentos modernos em estruturas sucateadas. O anúncio de compras de helicópteros, fuzis e drones gera imagens impactantes para as redes sociais, mas ignora a base do sistema.

Delegacias Fantasmas

Enquanto se gasta milhões em equipamentos de ponta, há denúncias, inclusive na Assembleia Legislativa, de licitações milionárias para mobiliar unidades que sequer foram concluídas ou que funcionam em condições precárias.
A segurança moderna exige investigação e inteligência. O foco excessivo na "exposição da tropa" remete a um modelo de policiamento ostensivo que, embora necessário para a sensação de segurança, pouco faz para desmantelar as facções que controlam o tráfico de drogas e elevam os índices de homicídios no estado.




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Daniela prometeu ao PT/PB fidelidade eterna a Lula e traiu na primeira oportunidade

30/04/2026

O PT, todos sabem, é um partido complexo, com alas, grupos e respeito a instâncias internas. Dentro dessa perspectiva, a senadora Daniela Ribeiro, com DNA direitista que remonta ao antigo e super reacionário "grupo Ribeiro da Varzea", seduziu a presidente do PT /PB para apoiar o filho, Lucas Ribeiro(PP) ao governo da PB. Com juras de fidelidade eterna ao projeto de Lula e, claro, gordas benesses através de cargos no governo estadual e outros penduricalhos. E assim se desenhou a estranha aliança no Estado, casamento de Jacaré e cobra d'água.

Porém

No primeiro teste de fogo, que foi a votação, ontem, 29/04, do indicado de Lula, Jorge Messias, para uma vaga no STF, a senadora mostrou a sua verdadeira natureza. Não apenas traiu a indicação de Lula, votando contra. Se agarrou aos abraços e beijos (literalmente) com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Naquele momento, o inimigo número 1 do presidente.

Situação constrangedora...

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O PT, todos sabem, é um partido complexo, com alas, grupos e respeito a instâncias internas. Dentro dessa perspectiva, a senadora Daniela Ribeiro, com DNA direitista que remonta ao antigo e super reacionário "grupo Ribeiro da Varzea", seduziu a presidente do PT /PB para apoiar o filho, Lucas Ribeiro(PP) ao governo da PB. Com juras de fidelidade eterna ao projeto de Lula e, claro, gordas benesses através de cargos no governo estadual e outros penduricalhos. E assim se desenhou a estranha aliança no Estado, casamento de Jacaré e cobra d'água.

Porém

No primeiro teste de fogo, que foi a votação, ontem, 29/04, do indicado de Lula, Jorge Messias, para uma vaga no STF, a senadora mostrou a sua verdadeira natureza. Não apenas traiu a indicação de Lula, votando contra. Se agarrou aos abraços e beijos (literalmente) com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Naquele momento, o inimigo número 1 do presidente.

Situação constrangedora

A reação no partido local foi durissima. A presidente teve que enfrentar o descontentamento da base, um manifesto de figuras importantes e até desistência de candidatura a deputado. A expectativa é se tudo vai ficar por isso mesmo ou se o constrangimento monumental vai provocar uma mudança na decisão de apoio a Lucas. Que no primeiro teste se mostrou totalmente equivocada.




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O Fim do Cheque em Branco - O "Não" que Atravessou o Século, por Zé da Flauta

30/04/2026

O silêncio que se instalou no plenário do Senado naquele 29 de abril de 2026 não foi um vazio, mas o som ensurdecedor de um divórcio litigioso entre o Palácio do Planalto e a realidade. A rejeição de Jorge Messias, por um placar de 42 a 34, quebrou um tabu de 132 anos e revelou que a deferência cega, essa espécie de "amém" institucional ao qual o Executivo se acostumou, finalmente encontrou o seu limite. O governo entrou no baile achando que tinha o par garantido e saiu de lá dançando sozinho com o próprio eco, enquanto o Senado trocava a etiqueta de "carimbador" pela de "protagonista". Foi o dia em que o "Bessias" descobriu que, na política, o papel assinado só vale se a caneta do outro lado também quiser escrever a mesma história.

Resposta

O episódio marcou o fim da alucinação de que o poder é uma propriedade privada e vitalícia. O recado foi um soco no estômago da arrogância: a harmonia entre os poderes não é um contrato de adesão, mas uma const...

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O silêncio que se instalou no plenário do Senado naquele 29 de abril de 2026 não foi um vazio, mas o som ensurdecedor de um divórcio litigioso entre o Palácio do Planalto e a realidade. A rejeição de Jorge Messias, por um placar de 42 a 34, quebrou um tabu de 132 anos e revelou que a deferência cega, essa espécie de "amém" institucional ao qual o Executivo se acostumou, finalmente encontrou o seu limite. O governo entrou no baile achando que tinha o par garantido e saiu de lá dançando sozinho com o próprio eco, enquanto o Senado trocava a etiqueta de "carimbador" pela de "protagonista". Foi o dia em que o "Bessias" descobriu que, na política, o papel assinado só vale se a caneta do outro lado também quiser escrever a mesma história.

Resposta

O episódio marcou o fim da alucinação de que o poder é uma propriedade privada e vitalícia. O recado foi um soco no estômago da arrogância: a harmonia entre os poderes não é um contrato de adesão, mas uma construção frágil e diária. Ao barrar o nome de Messias, o Legislativo aplicou uma lição de equilíbrio de forças que muitos pensavam estar esquecida nos livros de Montesquieu. O sistema, que tantas vezes pareceu um monólogo de terno e gravata, subitamente lembrou ao país que a dúvida é o oxigênio da democracia. Se a verdade de gabinete tentou se impor, o Senado respondeu com a crueza do voto secreto, provando que nem toda articulação política sobrevive ao sol da autonomia parlamentar.

Surpresa

Há uma emoção profunda e quase palpável em ver a soberania de uma instituição ser retomada em meio ao caos da polarização. Para o cidadão que assiste ao teatro de Brasília com o cansaço de quem já viu de tudo, esse "não" histórico trouxe um sopro de esperança, não por uma questão de nomes, mas pela saúde das engrenagens. Sentir que o "cheque em branco" foi finalmente cancelado gera um estalo na alma nacional, o despertar para o fato de que ninguém é intocável. Ver a surpresa no rosto dos articuladores do governo foi o ápice de um drama que mostrou que, por trás das narrativas de "unidade", existe um povo representado por parlamentares que, por tática ou convicção, resolveram dizer que o Brasil não é um quintal particular.

Lição amarga

A reflexão que fica, entre as cinzas dessa derrota governista, é sobre a qualidade do que entregamos ao futuro. O Senado não apenas rejeitou um indicado; ele sinalizou que nomes puramente militantes ou umbilicalmente ligados à "cozinha" do poder não passarão mais sem o crivo da independência. A pergunta que deve ecoar em cada esquina é: "Como não percebemos antes que o equilíbrio era tão necessário?". A lição é amarga para quem perdeu, mas pedagógica para a nação. A soberania não se pede, se exerce. E naquele dia, enquanto o Dragão do Planalto tentava entender onde errou a conta, o país viu que a democracia respira melhor quando o "não" é dito com a mesma firmeza que um dia se usou para o "sim".

Até a próxima!
Zé da Flauta é compositor e cronista



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Jorge Messias, 132 anos depois, por Roberto Vieira

30/04/2026

Natural de Serrita, no sertão de Pernambuco, Djaci Falcão personificou a ascensão técnica na magistratura. Oriundo da carreira de juiz de direito, chegou ao Supremo Tribunal Federal em 1967, por indicação de Castelo Branco, após brilhar no Tribunal de Justiça de Pernambuco. Em 20 anos de Corte, Djaci testemunhou os períodos mais tensos da ditadura militar e os primeiros passos da Nova República. Foi o último pernambucano no STF.

Messias

Jorge Messias seria a chegada finalmente de um pernambucano ao STF após quase 60 anos. Seria. Após 130 anos, o Senado resolveu brecar os desejos de um presidente da República. Jorge que iria ser Djaci, agora figura ao lado dos cinco personagens abaixo.

1894

Cândido Barata Ribeiro foi o caso mais célebre. Médico, abolicionista e ex-prefeito do Distrito Federal, Barata Ribeiro chegou a exercer o cargo de ministro por dez meses antes de ser rejeitado pelo Senado sob a justificativa...

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Natural de Serrita, no sertão de Pernambuco, Djaci Falcão personificou a ascensão técnica na magistratura. Oriundo da carreira de juiz de direito, chegou ao Supremo Tribunal Federal em 1967, por indicação de Castelo Branco, após brilhar no Tribunal de Justiça de Pernambuco. Em 20 anos de Corte, Djaci testemunhou os períodos mais tensos da ditadura militar e os primeiros passos da Nova República. Foi o último pernambucano no STF.

Messias

Jorge Messias seria a chegada finalmente de um pernambucano ao STF após quase 60 anos. Seria. Após 130 anos, o Senado resolveu brecar os desejos de um presidente da República. Jorge que iria ser Djaci, agora figura ao lado dos cinco personagens abaixo.

1894

Cândido Barata Ribeiro foi o caso mais célebre. Médico, abolicionista e ex-prefeito do Distrito Federal, Barata Ribeiro chegou a exercer o cargo de ministro por dez meses antes de ser rejeitado pelo Senado sob a justificativa de não possuir formação jurídica.

Ewerton

Ewerton Quadros era General do Exército. Sua indicação foi barrada por não ter diploma em Direito, apesar de sua atuação militar na Revolução Federalista.

Demóstenes

Demóstenes Lobo era Diretor-geral dos Correios. Assim como Quadros, foi rejeitado por falta de formação técnica na área jurídica.

Seve

Antônio Seve Navarro era Subprocurador da República. Embora tivesse formação, enfrentou a barreira política de um Senado que buscava limitar o poder de Floriano

Inocêncio

Inocêncio Galvão de Queiroz era General e bacharel em Direito. Mesmo com o diploma, sua trajetória foi considerada insuficiente para o "notável saber" jurídico exigido pela Corte.

Lula

Até 2026, essas haviam sido as únicas rejeições da história do STF. Agora Pernambuco entrou nessa lista. Curiosamente, sob o governo também de um pernambucano: Lula.

Roberto Vieira é médico e cronista



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Audiência Pública debate na terça-feira projeto do Canal do Sertão

30/04/2026

A data é terça-feira, 05 de maio, às 09h. Quem promove é a Comissão de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural da Assembleia Legislativa de Pernambuco - Alepe. O local é o auditório Sérgio Guerra, localizado no Anexo II da Casa, na rua da União, 383, bairro da Boa Vista no Recife. O tema: Canal do Sertão.

O que é?

O Canal do Sertão Pernambucano é um projeto de infraestrutura hídrica estratégico que visa levar água do Rio São Francisco (Lago de Sobradinho) para o semiárido, beneficiando 15 municípios no Sertão do Araripe, como Araripina, Ouricuri e Bodocó. A obra visa garantir abastecimento humano, irrigação agrícola e o desenvolvimento econômico da região.

Muita conversa, pouca ação

O projeto do Canal do Sertão Pernambucano, concebido para levar água do Rio São Francisco ao semiárido, existe na pauta política há décadas, sendo discutido em diferentes formatos, com maior força na retomada de discussões rece...

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A data é terça-feira, 05 de maio, às 09h. Quem promove é a Comissão de Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural da Assembleia Legislativa de Pernambuco - Alepe. O local é o auditório Sérgio Guerra, localizado no Anexo II da Casa, na rua da União, 383, bairro da Boa Vista no Recife. O tema: Canal do Sertão.

O que é?

O Canal do Sertão Pernambucano é um projeto de infraestrutura hídrica estratégico que visa levar água do Rio São Francisco (Lago de Sobradinho) para o semiárido, beneficiando 15 municípios no Sertão do Araripe, como Araripina, Ouricuri e Bodocó. A obra visa garantir abastecimento humano, irrigação agrícola e o desenvolvimento econômico da região.

Muita conversa, pouca ação

O projeto do Canal do Sertão Pernambucano, concebido para levar água do Rio São Francisco ao semiárido, existe na pauta política há décadas, sendo discutido em diferentes formatos, com maior força na retomada de discussões recentes pela Codevasf. Relatos apontam estudos de viabilidade há mais de 30 ou 35 anos, muitas vezes engavetado.
O conceito de um canal para o Sertão pernambucano é antigo, com lideranças locais mencionando lutas de mais de três décadas para tirar o projeto do papel.

Contexto

Em 2025, o projeto foi impulsionado com foco na necessidade de irrigação, beneficiando municípios do Sertão.
O projeto visa irrigar aproximadamente 150 mil hectares e beneficiar milhões de pessoas, passando por diversos municípios pernambucanos.

PPP

Para tentar quebrar essa inércia, a Adesa - Agência de Desenvolvimento Econômico e Social do Araripe, através do seu presidente Daniel Torres Araripe, elaborou pauta a ser debatida na Audiência Pública. "Temos que trabalhar alternativas para a questão do Projeto de Irrigação Canal do Sertão Pernambucano - CSP. Não podemos insistir apenas em uma alternativa em que o Governo Federal investirá ele próprio a implantação do canal. Temos que ter estratégia, propor nova modelagem financeira. Devemos apresentar outra alternativa como uma PPP - Parceria Pública Privada", afirma Daniel.



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Abrir o leque

Daniel Torres defende que esta audiência é a oportunidade de abrir o leque de discussão sobre como poderá ser efetivamente implantado o projeto e como viabilizá-lo financeiramente. "Defendemos que o Governo Federal tome a iniciativa de colocar o projeto na carteira de investimentos do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo para oferta à iniciativa privada com o objetivo de celebração de contrato de parceria. Se a audiência tratar apenas sobre a proposta e não apresentar soluções, vamos nadar e morrer na praia", afirma.



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A chibata cantou em Caruaru durante a ditadura. Conheça algumas das vítimas, por Tavares Neto*

30/04/2026

Durante o regime militar no Brasil, diversos caruaruenses foram presos, torturados, cassados ou punidos sob acusação de ligação com o comunismo ou de participação em movimentos considerados subversivos pelas autoridades da época. Décadas depois, parte desses nomes foi reconhecida oficialmente como vítima de perseguição política e indenizada com base na legislação de reparação aprovada em Pernambuco.

A perigosa bíblia de Abdias

Um dos casos registrados em Caruaru foi o de Abdias Pinheiro da Silva, funcionário público federal da antiga Sucam. Em 1964, ele foi preso e levado ao Recife, onde permaneceu detido por 60 dias, acusado de ser comunista e de integrar o chamado Clube dos Onze, movimento idealizado por Leonel Brizola no período que antecedeu o golpe militar. Segundo relatos da época, durante a prisão nada foi encontrado em sua residência que comprovasse atividade política de esquerda. Em vez de material ideológico, havia apenas exemplares da Bí...

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Durante o regime militar no Brasil, diversos caruaruenses foram presos, torturados, cassados ou punidos sob acusação de ligação com o comunismo ou de participação em movimentos considerados subversivos pelas autoridades da época. Décadas depois, parte desses nomes foi reconhecida oficialmente como vítima de perseguição política e indenizada com base na legislação de reparação aprovada em Pernambuco.

A perigosa bíblia de Abdias

Um dos casos registrados em Caruaru foi o de Abdias Pinheiro da Silva, funcionário público federal da antiga Sucam. Em 1964, ele foi preso e levado ao Recife, onde permaneceu detido por 60 dias, acusado de ser comunista e de integrar o chamado Clube dos Onze, movimento idealizado por Leonel Brizola no período que antecedeu o golpe militar. Segundo relatos da época, durante a prisão nada foi encontrado em sua residência que comprovasse atividade política de esquerda. Em vez de material ideológico, havia apenas exemplares da Bíblia Sagrada. Protestante, Abdias Pinheiro era um homem de fé evangélica, característica que marcou sua trajetória pessoal. Durante o período em que esteve preso em um quartel do Exército, no Recife, pediu para permanecer com uma Bíblia e passou os dias de detenção realizando leituras em voz alta de capítulos e versículos.



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Seguiu em frente

Anos depois, já no período de reorganização política do país, Abdias Pinheiro da Silva filiou-se ao MDB e foi eleito vereador de Caruaru, em 1969. Na Câmara Municipal, chegou a exercer a liderança do governo do então prefeito Anastácio Rodrigues. À época, os vereadores ainda não recebiam subsídios, por determinação da Justiça Eleitoral.
Com a promulgação da Lei Estadual nº 11.773, de 23 de maio de 2000, o Governo de Pernambuco passou a reconhecer e indenizar presos políticos perseguidos durante o regime militar. Abdias Pinheiro da Silva foi um dos beneficiados.

Manoel Messias e Fernando Soares

Outro nome reconhecido foi o de Manoel Messias, preso e torturado em um quartel do Exército em Caruaru. Também recebeu indenização do Estado pelos danos sofridos durante o período de repressão. O cirurgião-dentista Fernando Soares também foi preso em Caruaru, acusado de ligação com o comunismo. A acusação, no entanto, não foi comprovada. Fernando participou do Movimento de Cultura Popular, iniciativa ligada ao governo de Miguel Arraes, de quem era admirador. Posteriormente, também requereu reparação e foi indenizado.



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Cici: cultura era ameaça

O advogado Francisco de Assis Claudino, conhecido como Cici, foi outro caruaruense perseguido durante o regime militar. Preso e torturado em um quartel do Exército em Caruaru, também não teve comprovada qualquer vinculação com o comunismo. Mais tarde, foi reconhecido como perseguido político e indenizado.

Marcelo Mário de Melo contou cada segundo de cárcere

Entre os casos mais emblemáticos está o de Marcelo Mário de Melo, escritor e jornalista caruaruense, que assumidamente militava no campo da esquerda. Preso durante o regime, brutalmente torturado, passou oito anos, 43 dias e 19 horas detido, parte desse período na Penitenciária Barreto Campelo, em Itamaracá. Marcelo Mário também foi indenizado e atualmente reside no Recife. Marcelo, jornalista, intelectual, autor de versos inesquecíveis, era filho de José Ferreira de Melo, proprietário do antigo Hotel Fortuna, em Caruaru, e de Clarisse Teixeira de Melo, parente pelo lado Teixeira da família da atual governadora de Pernambuco, Raquel Teixeira Lyra. Sua trajetória tornou-se uma das mais conhecidas entre os caruaruenses atingidos pela repressão política. Figura importante no mundo intelectual e política, manteve sempre a coerência, a leveza, a ironia e o bom humor. Um dos seus bordões é " Nunca ultrapasse pela direita".



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Arsênio de pai para filho

Outro nome de destaque foi o do advogado Arsênio Martins Gomes. Após sua morte, a viúva, Maria Luiza de Godoy Bené, solicitou a indenização a que ele tinha direito por perseguição política sofrida durante o regime. O seu filho, Hugo Martins, também militou no campo da esquerda e foi eleito deputado estadual em várias legislaturas, tornando-se um dos nomes de referência da esquerda em Pernambuco.

Celso Rodrigues e Souza Pepeu, homens de letras e ação

Outro nome de relevância política em Caruaru foi o jornalista Celso Rodrigues, vereador por dois mandatos e duas vezes presidente da Câmara Municipal. Celso chegou a disputar a Prefeitura de Caruaru e também foi preso durante o regime, acusado de ligação com o comunismo. A acusação, porém, não foi comprovada. Era conhecido por sua proximidade com o ex-presidente João Goulart.
O jornalista e ex-vereador Souza Pepeu também esteve entre os punidos pelo regime. Quando ainda era suplente de vereador e funcionário do Ministério da Indústria e Comércio, sofreu sanções com base em atos institucionais e, posteriormente, também foi indenizado.

Nem Gilberto Freyre conseguiu livrar Chico do Leite

Entre os políticos de Caruaru atingidos pela repressão, um dos casos mais lembrados é o de Severino Rodrigues Sobrinho, o “Chico do Leite”. Vice-prefeito e vereador, ele foi cassado com base no Ato Institucional nº 5, acusado de ligação com o comunismo. Sua defesa chegou a ser feita publicamente pelo sociólogo Gilberto Freyre, mas a cassação foi mantida. Chico do Leite morreu em 1988, aos 64 anos.



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Outro Abdias, este comunista de carteirinha

O intelectual e comerciante Abdias Bastos Lé, que presidiu o Partido Comunista em Caruaru, também foi indenizado. Figura histórica da militância de esquerda no município, Abdias Lé teve papel importante na reorganização política local após a redemocratização. Foi dele, inclusive, a iniciativa de buscar reparação para Ernesto do Colchão, apontado como um dos comunistas mais antigos de Caruaru, localizado em São Paulo com ajuda de Demóstenes Félix da Silva.

Com a redemocratização e a legalização do Partido Comunista Brasileiro, já no governo José Sarney, Abdias Bastos Lé voltou a reunir militantes e simpatizantes em sua chácara, na localidade de Terra Vermelha, zona rural de Caruaru, em encontros de confraternização e reorganização política.



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Acervo preservado

Seu filho, o empresário Luiz Carlos Lé, preserva parte do acervo histórico e bibliográfico deixado pelo pai. Em reconhecimento à importância de Abdias Bastos Lé para a história política e intelectual de Caruaru, está prevista a instalação de um busto em sua homenagem nas imediações da Catedral, no Centro da cidade, próximo ao local onde funcionou a antiga banca de revistas Yuri Gagarin, na Rua da Matriz, que era de propriedade de Abdias Lé. O espaço tornou-se símbolo de resistência política e cultural em um dos períodos mais tensos da história brasil.

*Tavares Neto é jornalista, radialista e blogueiro em Caruaru, onde atua por décadas.



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“Governo pode esperar nova derrota hoje na dosimetria”, diz relator

30/04/2026

Relator do projeto de lei que reduz as penas dos envolvidos nos atos golpistas do 8/1, o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) está articulando a derrubada do veto de Lula na sessão conjunta do Congresso, hoje, quinta-feira (30/04).

“O governo pode esperar uma nova derrota hoje”, disse o parlamentar em entrevista, fazendo referência ao veto do Senado à indicação de Jorge Messias ao STF na noite de ontem.

Admitem

Em conversas reservadas, os governistas admitem que o Palácio do Planalto não tem força para impedir a derrubada do veto e que muitos deputados da base, inclusive, até deixaram Brasília.

Esteve

Paulinho esteve com o presidente da Câmara, o deputado Hugo Motta na manhã de hoje para afinar o projeto e alinhá-lo com a Lei Anti-Facção.

O Poder

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Relator do projeto de lei que reduz as penas dos envolvidos nos atos golpistas do 8/1, o deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP) está articulando a derrubada do veto de Lula na sessão conjunta do Congresso, hoje, quinta-feira (30/04).

“O governo pode esperar uma nova derrota hoje”, disse o parlamentar em entrevista, fazendo referência ao veto do Senado à indicação de Jorge Messias ao STF na noite de ontem.

Admitem

Em conversas reservadas, os governistas admitem que o Palácio do Planalto não tem força para impedir a derrubada do veto e que muitos deputados da base, inclusive, até deixaram Brasília.

Esteve

Paulinho esteve com o presidente da Câmara, o deputado Hugo Motta na manhã de hoje para afinar o projeto e alinhá-lo com a Lei Anti-Facção.

O Poder




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Construção Civil de Paulista reconhece ação de Desenvolvimento Econômico para crescimento do Litoral Norte

30/04/2026

O trabalho da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Município de Paulista foi destaque para personalidades representativas do setor da Construção Civil do Estado de Pernambuco.



Entrega

A relevância foi apontada na entrega do Troféu Ademi-PE de 2026, quando se apontou o fato da cidade ser responsável por cerca de 50% do financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal na construção de novas operações dos programas do governo federal.

Um dos ganhadores

Na ocasião, empreendedores como Avelar Loureiro Filho, da ACLF Empreendimentos, um dos ganhadores do troféu na categoria Master e Cooperativa da Construção de Pernambuco, e Caio Muniz da Engenharia e Construção, além de Walter Mirinda da Geriza, falaram sobre o assunto.

"O trabalho da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Paulista tem sido essencial para que o setor da Construção Civil se firme e cresça em Paulista”,...

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O trabalho da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Município de Paulista foi destaque para personalidades representativas do setor da Construção Civil do Estado de Pernambuco.



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Entrega

A relevância foi apontada na entrega do Troféu Ademi-PE de 2026, quando se apontou o fato da cidade ser responsável por cerca de 50% do financiamento imobiliário da Caixa Econômica Federal na construção de novas operações dos programas do governo federal.

Um dos ganhadores

Na ocasião, empreendedores como Avelar Loureiro Filho, da ACLF Empreendimentos, um dos ganhadores do troféu na categoria Master e Cooperativa da Construção de Pernambuco, e Caio Muniz da Engenharia e Construção, além de Walter Mirinda da Geriza, falaram sobre o assunto.

"O trabalho da Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Paulista tem sido essencial para que o setor da Construção Civil se firme e cresça em Paulista”, afirmou Loureiro Filho.



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Arrascaeta sofre fratura na clavícula direita e está praticamente fora da Copa do Mundo

30/04/2026

A lesão do meia Giorgian de Arrascaeta, que passará por cirurgia na clavícula direita hoje, quinta-feira (30/04), preocupa a Seleção do Uruguai às vésperas da Copa do Mundo.

Deixou o gramado

O camisa 10 do Flamengo deixou o gramado ainda no primeiro tempo do empate por 1 a 1 contra o Estudiantes, nesta quarta (29/04), em La Plata, pela Copa Libertadores. Arrascaeta fez exames na Argentina, que constataram a fratura.
O tempo de recuperação, neste tipo de rompimento de osso, fica entre seis semanas e três meses.

"A fratura acende o alerta na comissão técnica da seleção uruguaia por um jogador que tem sido chave na Celeste, com três gols em 17 jogos no ciclo de Marcelo Bielsa", escreve o diário El País, do Uruguai.

O grupo

Bicampeão mundial, o Uruguai está no Grupo H da Copa do Mundo, ao lado de Arábia Saudita, Cabo Verde e Espanha.

O Poder



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A lesão do meia Giorgian de Arrascaeta, que passará por cirurgia na clavícula direita hoje, quinta-feira (30/04), preocupa a Seleção do Uruguai às vésperas da Copa do Mundo.

Deixou o gramado

O camisa 10 do Flamengo deixou o gramado ainda no primeiro tempo do empate por 1 a 1 contra o Estudiantes, nesta quarta (29/04), em La Plata, pela Copa Libertadores. Arrascaeta fez exames na Argentina, que constataram a fratura.
O tempo de recuperação, neste tipo de rompimento de osso, fica entre seis semanas e três meses.

"A fratura acende o alerta na comissão técnica da seleção uruguaia por um jogador que tem sido chave na Celeste, com três gols em 17 jogos no ciclo de Marcelo Bielsa", escreve o diário El País, do Uruguai.

O grupo

Bicampeão mundial, o Uruguai está no Grupo H da Copa do Mundo, ao lado de Arábia Saudita, Cabo Verde e Espanha.

O Poder



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Comerciantes interditam rua em frente ao Mercado Central em João Pessoa

30/04/2026

Uma manhã de protestos. Comerciantes do Mercado Central realizaram um protesto na manhã de hoje, quinta-feira (30/04), no Centro de João Pessoa, contra a retirada dos pontos comerciais onde trabalham.

Barricadas

Durante o ato, o grupo montou barricadas e ateou fogo em pneus e madeiras para bloquear o trafêgo de veículos na região.

A retirada

A retirada dos comerciantes está relacionada à reforma do Mercado Central. Em dezembro de 2025, o prefeito Cícero Lucena assinou a ordem de serviço para a requalificação e ampliação do espaço. O projeto prevê investimento de R$ 31,9 milhões e conclusão até o fim de 2027.

Ocupavam

Segundo os comerciantes, eles ocupavam a área onde será construída uma garagem como parte das obras no Mercado. O grupo afirma que foi informado de que teria 72 horas para desocupar o espaço, sem indicação de um novo local para continuar trabalhando.


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Uma manhã de protestos. Comerciantes do Mercado Central realizaram um protesto na manhã de hoje, quinta-feira (30/04), no Centro de João Pessoa, contra a retirada dos pontos comerciais onde trabalham.

Barricadas

Durante o ato, o grupo montou barricadas e ateou fogo em pneus e madeiras para bloquear o trafêgo de veículos na região.

A retirada

A retirada dos comerciantes está relacionada à reforma do Mercado Central. Em dezembro de 2025, o prefeito Cícero Lucena assinou a ordem de serviço para a requalificação e ampliação do espaço. O projeto prevê investimento de R$ 31,9 milhões e conclusão até o fim de 2027.

Ocupavam

Segundo os comerciantes, eles ocupavam a área onde será construída uma garagem como parte das obras no Mercado. O grupo afirma que foi informado de que teria 72 horas para desocupar o espaço, sem indicação de um novo local para continuar trabalhando.


Nota

Em nota, a Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Urbanismo (Sedurb) disse que, na próxima segunda-feira (04/04), às 10h, haverá uma reunião com representantes de 30 comerciantes do Mercado que foram notificados para deixar o local e com a empresa que está executando a obra, além de representantes da Sedurb e Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra).

O Poder




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