Fugindo da guerra - Cerca de 3 mil brasileiros querem sair do Líbano, diz Itamaraty
02/10/2024
Procuraram
Este é o número de pessoas que procuraram a Embaixada em Beirute com pedido de repatriação. A maior comunidade de brasileiros no Oriente Médio atualmente está justamente no Líbano. Ao todo, 21 mil brasileiros vivem no país.
Os ataques
Os ataques aéreos israelenses a várias regiões do Líbano provocaram, desde o último dia 17, a morte de mais de 1 mil pessoas, incluindo dois adolescentes brasileiros e seus pais, assim como um saldo de milhares de feridos. A situação em Beirute, a capital do país, é descrita como "tensa e terrível" por brasileiros que estão na região, com risco de guerra total.
O processo
O processo de repatriação dos brasileiros começará nesta quarta-feira (2). Na a...
Procuraram
Este é o número de pessoas que procuraram a Embaixada em Beirute com pedido de repatriação. A maior comunidade de brasileiros no Oriente Médio atualmente está justamente no Líbano. Ao todo, 21 mil brasileiros vivem no país.
Os ataques
Os ataques aéreos israelenses a várias regiões do Líbano provocaram, desde o último dia 17, a morte de mais de 1 mil pessoas, incluindo dois adolescentes brasileiros e seus pais, assim como um saldo de milhares de feridos. A situação em Beirute, a capital do país, é descrita como "tensa e terrível" por brasileiros que estão na região, com risco de guerra total.
O processo
O processo de repatriação dos brasileiros começará nesta quarta-feira (2). Na ação batizada de Operação Raízes do Cedro, a Força Aérea Brasileira (FAB) utilizará uma aeronave KC-30, com a previsão inicial de repatriar 220 brasileiros que estão em solo libanês, a partir do aeroporto de Beirute, que ainda permanece aberto.
O voo
O voo fará escala para reabastecimento em Lisboa, tanto na ida quanto na volta. Outros voos ainda não foram confirmados, mas devem ocorrer ao longo dos próximos dias.
Autorização
A autorização para a operação foi dada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo ele, o Brasil fará a repatriação de brasileiros do exterior “em todo lugar que for preciso” e lamentou o comportamento do governo de Israel ao atacar o Líbano.
Leia outras informações
CEHM – Condepe/FIDEM: 50 anos dedicados à preservação das histórias dos municípios de Pernambuco - Por Bruno Melo*
10/08/2026
CEHM
Criado em 1976, por um grupo de intelectuais preocupados na preservação das memórias dos municípios, desde então o CEHM vem reunindo pesquisadores das mais diversas áreas, que possuem o interesse e a paixão comum pelo estudo dos aspectos históricos e culturais dos municípios pernambucanos. Assim, as pesquisas e estudos desenvolvidos pelos associados do CEHM acabam promovendo o resgate e a preservação das memórias dos municípios, que não só servirão de fonte para outros pesquisadores, como também servirão para que os habitantes daqueles municípios possam ter acesso ao conhecimento de suas origens, despertando, deste modo, um sentime...
Uma ocasião especial marcará o mês de agosto de 2026: são comemorados os cinquenta anos da fundação de uma das mais respeitadas instituições de pesquisa, produção e divulgação de conhecimentos sobre as histórias dos municípios de Pernambuco – o Centro de Estudos de História Municipal (CEHM), da Agência Condepe/FIDEM.
CEHM
Criado em 1976, por um grupo de intelectuais preocupados na preservação das memórias dos municípios, desde então o CEHM vem reunindo pesquisadores das mais diversas áreas, que possuem o interesse e a paixão comum pelo estudo dos aspectos históricos e culturais dos municípios pernambucanos. Assim, as pesquisas e estudos desenvolvidos pelos associados do CEHM acabam promovendo o resgate e a preservação das memórias dos municípios, que não só servirão de fonte para outros pesquisadores, como também servirão para que os habitantes daqueles municípios possam ter acesso ao conhecimento de suas origens, despertando, deste modo, um sentimento de pertencimento àquele lugar.
Publicações editadas pelo CEHM
Todo o conhecimento produzido ao longo desse meio século de vida, encontra-se disponibilizado para a sociedade através das publicações editadas pelo CEHM. As primeiras foram lançadas logo em junho de 1977, pouco antes do primeiro aniversário de fundação do Centro: a Revista de História Municipal, e o primeiro volume da História da Vitória de Santo Antão (1626-1843), escrito por José Aragão, que fazia parte da Coleção Biblioteca Pernambucana de História Municipal.
Seis coleções
Atualmente são seis as coleções editadas pelo CEHM, cada uma com sua especificidade nos temas que abrangem: Coleção Biblioteca Pernambucana de História Municipal - história sistemática dos municípios pernambucanos (43 volumes); Coleção Tempo Municipal (45 volumes); Coleção Documentos Históricos Municipais (13 volumes); Coleção Cronologia Pernambucana – subsídios para a história do Agreste e do Sertão (até agora foram publicados 22 volumes da monumental obra de Nelson Barbalho); Coleção História da Imprensa de Pernambuco (outra obra monumental de pesquisa, em 15 volumes, dedicada à história dos jornais e revistas de Pernambuco, de autoria de Luiz do Nascimento); e a Revista de História Municipal (13 volumes).
Total de 151 volumes
Somadas as coleções, temos um total de 151 volumes, o que corresponde a uma média de 3 obras publicadas por ano, ao longo da existência do CEHM. Esses números poderiam ser maiores, considerando que a última obra editada foi lançada em 2022 – o 45° volume da Coleção Tempo Municipal, que teve como título Álvaro Lins, o gênio de Caruaru, de autoria de Nelson Barbalho.
Criação
A criação do CEHM foi uma iniciativa pioneira, e a sua longevidade – apesar de todos os percalços decorrentes por estar inserido na estrutura governamental, o que significa estar sujeito às “variações de humor” dos gestores, que ora simpatizam com o CEHM, ora simplesmente o ignoram – merece ser muito comemorada, diante do tanto o que foi produzido nos últimos cinquenta anos, em prol da nossa história municipal.
Viva o CEHM! Longa vida ao CEHM!
*Bruno Melo é membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP) e do Centro de Estudos de História Municipal (CEHM). Para a Cepe Editora, organizou a edição e reedição de obras de Francisco Augusto Pereira da Costa, e é autor do livro Do Arrabalde à freguesia. A história da Paróquia de Nossa Senhora das Graças.

O Marechal, o Imperador e o Banqueiro - A República Hipotecada, por Zé da Flauta
10/08/2026
Ledo engano. Enquanto os generais positivistas marchavam cheios de pose no Campo de Santana e a fidalguia agrária espumava de raiva por ter perdido a mão de obra escravizada, a verdadeira chave do cofre brasileiro ficava do outro lado do Atlântico, num escritório discreto em Londres, sob o olhar atento e gélido da família Rothschild. O verdadeiro trono do Império não era de pau-brasil; era lastreado em libra esterlina.
O silêncio
O espetáculo do 15 de Novembro beirou o vaudeville. Um marechal idoso e doente, alimentado por intrigas de bastidor e boatos de pé de ouvido, montou a cavalo para derrubar um gabinete, sem sequer saber que estava fundando um n...
Há um charme perigoso na ilusão do poder absoluto. No Brasil de fins do século XIX, a política nacional parecia um grande teatro de gabinete, onde homens de casaca e cartola acreditavam piamente que o destino da nação era decidido no gogó, na ponta da pena ou no estalo de uma baioneta.
Ledo engano. Enquanto os generais positivistas marchavam cheios de pose no Campo de Santana e a fidalguia agrária espumava de raiva por ter perdido a mão de obra escravizada, a verdadeira chave do cofre brasileiro ficava do outro lado do Atlântico, num escritório discreto em Londres, sob o olhar atento e gélido da família Rothschild. O verdadeiro trono do Império não era de pau-brasil; era lastreado em libra esterlina.
O silêncio
O espetáculo do 15 de Novembro beirou o vaudeville. Um marechal idoso e doente, alimentado por intrigas de bastidor e boatos de pé de ouvido, montou a cavalo para derrubar um gabinete, sem sequer saber que estava fundando um novo regime. Do outro lado, um imperador calejado, cansado de quase meio século de coroa e amargando as dores da diabetes, olhou para a baioneta do amigo e preferiu o silêncio.
Pedro II, que lia os filósofos iluministas e admirava o modelo americano, deu um suspiro de resignação. Recusou os canhões do Almirante Tamandaré e evitou a guerra civil, preferindo botar o chapéu, juntar um bocado de terra do país num saquinho de veludo e sair de cena pela porta dos fundos.
Pires na mão
A fragilidade dessa "revolução de gabinete" ficou escancarada logo na primeira segunda-feira de trabalho do novo regime. Os republicanos, eufóricos com a vitória sem sangue, descobriram que a independência de fachada cobrava juros altos. A euforia do poder durou até a primeira fatura chegar do banco inglês.
Os mesmos banqueiros que viam no velho imperador a única garantia de juízo e pagamento pontual olharam para a farda dos marechais e fecharam a torneira do crédito. A piada histórica é inevitável: para não ver o país ir a leilão, a jovem e orgulhosa República teve que correr de pires na mão até Londres para hipotecar as próprias alfândegas e pedir bênção aos banqueiros de Pedro II.
A coroa pelo quepe
O fim dessa história nos deixa uma lição amarga e irônica sobre a maturidade dos povos. Mudar a cor da bandeira, trocar o brasão da farda ou rasgar a constituição em um golpe de madrugada é fácil; o difícil é pagar a conta da própria soberania. A história do Brasil costuma ser contada pelo heroísmo das estátuas e pelos grandes manifestos de papel, mas a vida real acontece no livro de caixa. Quando trocamos a coroa pelo quepe sem consultar o dono da casa, o próprio povo, descobrimos que o verdadeiro dono do espetáculo não estava no Paço Imperial e nem no quartel, mas cobrando os juros da nossa ingenuidade lá fora.
Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista

O Futebol dos Governadores (1905/1926) • Série Especial • Jornal O Poder, por Roberto Vieira*
10/08/2026
José Rufino Bezerra Cavalcanti governou Pernambuco entre 1919 e 1922, enfrentando uma severa crise econômica pós-Primeira Guerra Mundial devido à desvalorização do açúcar e do algodão. Apoiado pelas oligarquias tradicionais da época, sua gestão buscou modernizar o setor agrícola com a transição de engenhos antigos para usinas centralizadas, além de dar continuidade às obras de saneamento básico e reforma urbana na capital, Recife.
Sport
O primeiro campeão do governo José Rufino foi o Sport. O clube se aproveitou da saída do América da Liga após confusão no jogo contra o Santa Cruz deixando caminho livre para o título rubro-negro.
Ingleses
O esquadrão do Sport era metade brasileiro e metade inglês. Como nos primeiros anos do nosso futebol, nomes como Chalmers, Jack, Griffith, Hardy e Backer davam um requinte bretão ao clube.<...
A Gestão de José Rufino Bezerra Cavalcanti e a Montanha Mágica (1919–1922)
José Rufino Bezerra Cavalcanti governou Pernambuco entre 1919 e 1922, enfrentando uma severa crise econômica pós-Primeira Guerra Mundial devido à desvalorização do açúcar e do algodão. Apoiado pelas oligarquias tradicionais da época, sua gestão buscou modernizar o setor agrícola com a transição de engenhos antigos para usinas centralizadas, além de dar continuidade às obras de saneamento básico e reforma urbana na capital, Recife.
Sport
O primeiro campeão do governo José Rufino foi o Sport. O clube se aproveitou da saída do América da Liga após confusão no jogo contra o Santa Cruz deixando caminho livre para o título rubro-negro.
Ingleses
O esquadrão do Sport era metade brasileiro e metade inglês. Como nos primeiros anos do nosso futebol, nomes como Chalmers, Jack, Griffith, Hardy e Backer davam um requinte bretão ao clube.
América
O América do genial Zetasso voltou em 1921 e provou ser imbatível naquele pós-guerra. A campanha foi difícil, mas o ataque de Juju, Zetasso e Lapa era melhor do que qualquer inglês em Pernambuco.
Doença
O governo de Rufino foi marcado por fortes tensões urbanas, como greves operárias e protestos motivados pela alta inflação e pelo custo de vida elevado, no meio do caminho ocorreu a enfermidade do governador que viajou para tratamento na Europa no final de 1920. Naqueles tempos de montanha mágica, o diagnóstico mais provável era tuberculose. Menos para os jornais.
Morte
Enquanto Arthur Bernardes bate Nilo Peçanha nas eleições presidenciais, Estácio Coimbra fustiga a Paz e Concórdia, lema histórico do desafortunado José Rufino em sua casa de Tejipió. Rufino volta da Europa nas últimas e a política do estado o mata de vez no dia 27 de março de 1922.
Igreja
Rufino morre após os últimos sacramentos ministrados pelo monsenhor Pereira Alves. Deu a Extrema Unção ao moribundo o revmo. vigário de Afogados, padre Euclides Landim. Pelas 20 horas, ele abençoa os filhos. Os médicos lhe deram uma injeção de óleo canforado. O futebol pernambucano estava de férias. 1922 seria o ano do Título do Centenário da Independência.
*Roberto Viera é médico e cronista

Terremoto de magnitude 7,4 na Colômbia causa desabamentos e deixa feridos
10/08/2026
O tremor
Segundo a agência, o tremor ocorreu a uma profundidade de 107 quilômetros.
O terremoto deixou feridos e causou danos na província de Chocó, no Pacífico, segundo uma publicação da A IDIGER (Instituto Distrital de Gestão de Riscos e Mudança Climática) afirmou em publicação na rede social X que após o tremor, foram ativados protocolos de verificação nas 20 localidades de Bogotá, e que mantém o monitoramento da situação.
Orientam
Segundo a IDIGER, as autoridades orientam a população a manter-se informada pelos canais oficiais e caso tenha sentido o terremoto, relatar a localidade que o percebeu.
Um terremoto de magnitude 7,4 atingiu a Colômbia 5 km ao leste de San José del Palmar, a aproximadamente 284 km de Bogotá, capital do país, hoje, segunda-feira (10/08), segundo a USGS (Serviço Geológico dos Estados Unidos).
O tremor
Segundo a agência, o tremor ocorreu a uma profundidade de 107 quilômetros.
O terremoto deixou feridos e causou danos na província de Chocó, no Pacífico, segundo uma publicação da A IDIGER (Instituto Distrital de Gestão de Riscos e Mudança Climática) afirmou em publicação na rede social X que após o tremor, foram ativados protocolos de verificação nas 20 localidades de Bogotá, e que mantém o monitoramento da situação.
Orientam
Segundo a IDIGER, as autoridades orientam a população a manter-se informada pelos canais oficiais e caso tenha sentido o terremoto, relatar a localidade que o percebeu.
Na disputa ao Senado, André Gadelha garante que ele e Veneziano seguem recebendo apoio à candidatura 'todo dia' na Paraíba
10/08/2026
Ampliando apoio
O emedebista afirmou que vem ampliando o apoio ao seu projeto e disse receber novas adesões diariamente durante a pré-campanha.
Percorrendo
Segundo André, o MDB seguirá percorrendo todas as regiões da Paraíba apresentando suas propostas e destacando a experiência do grupo para administrar o estado.
A candidatura
André Gadelha teve a candidatura ao Senado Federal homologada pelo MDB durante a convenção realizada na semana passada , em João Pessoa.
Veneziano
A chapa do MDB conta com o senador e pré-candidato à reeleição, Veneziano Vital do Rêgo, que também segue percorrendo toda Paraíba e a cada dia recebendo novos apoios de...
Pré-candidato ao Senado da Paraíba na chapa encabeçada por Cícero Lucena, André Gadelha, garantiu em entrevista, que segue recebendo apoio à sua candidatura todos os dias.
Ampliando apoio
O emedebista afirmou que vem ampliando o apoio ao seu projeto e disse receber novas adesões diariamente durante a pré-campanha.
Percorrendo
Segundo André, o MDB seguirá percorrendo todas as regiões da Paraíba apresentando suas propostas e destacando a experiência do grupo para administrar o estado.
A candidatura
André Gadelha teve a candidatura ao Senado Federal homologada pelo MDB durante a convenção realizada na semana passada , em João Pessoa.
Veneziano
A chapa do MDB conta com o senador e pré-candidato à reeleição, Veneziano Vital do Rêgo, que também segue percorrendo toda Paraíba e a cada dia recebendo novos apoios de lideranças políticas de todo Estado.
O Poder
Presidente do TRE-PB Marcio Murilo promete empenho para coibir abusos nas eleições da Paraíba
10/08/2026
Combate a irregularidades
Em entrevista, o desembargador disse que será feito o necessário para que a lei seja cumprida e agir caso haja comprovação, dentro dos autos do processo, de irregularidades cometidas por gestores durante o pleito.
“A gente não promete nem faz ameaças mas vamos cumprir a lei sem parcimônia quando for o caso ou firme para garantir a equidade do voto, doa em quem doer”, destacou.
O Poder
O presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, desembargador Márcio Murilo da Cunha Ramos, garantiu hoje, segunda-feira (10/08), empenho para evitar abusos de autoridade e uso da máquina pública nas eleições 2026.
Combate a irregularidades
Em entrevista, o desembargador disse que será feito o necessário para que a lei seja cumprida e agir caso haja comprovação, dentro dos autos do processo, de irregularidades cometidas por gestores durante o pleito.
“A gente não promete nem faz ameaças mas vamos cumprir a lei sem parcimônia quando for o caso ou firme para garantir a equidade do voto, doa em quem doer”, destacou.
O Poder
Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta segunda-feira
10/08/2026
Vamos lá
Brasília acordou olhando para o Congresso, mas a política já está com um pé nos estados e outro no algoritmo. O primeiro grande debate de São Paulo acabou na televisão, mas continua sendo disputado nas redes e os dados da AtivaWeb DataLab mostram que Tarcísio e Haddad entraram numa segunda batalha: decidir qual versão do confronto ficará na memória digital. Enquanto isso, o mercado abre a semana de olho na inflação no Brasil e nos Estados Unidos, o Congresso tenta votar alguma coisa antes que todo mundo desapareça para as bases e as urnas eletrônicas voltam ao centro da discussão política.
“A segunda-feira começou daquele jeito: candidato disputando algoritmo, mercado disputando décimo de inflação e Congresso disputando quórum.”
Exclusivo AtivaWeb Datalab: o debate acabou na TV. No algoritmo, ele está começando
...
Brasília, 10 de agosto de 2026 — Segunda-feira
Vamos lá
Brasília acordou olhando para o Congresso, mas a política já está com um pé nos estados e outro no algoritmo. O primeiro grande debate de São Paulo acabou na televisão, mas continua sendo disputado nas redes e os dados da AtivaWeb DataLab mostram que Tarcísio e Haddad entraram numa segunda batalha: decidir qual versão do confronto ficará na memória digital. Enquanto isso, o mercado abre a semana de olho na inflação no Brasil e nos Estados Unidos, o Congresso tenta votar alguma coisa antes que todo mundo desapareça para as bases e as urnas eletrônicas voltam ao centro da discussão política.
“A segunda-feira começou daquele jeito: candidato disputando algoritmo, mercado disputando décimo de inflação e Congresso disputando quórum.”
Exclusivo AtivaWeb Datalab: o debate acabou na TV. No algoritmo, ele está começando
O primeiro grande confronto entre Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad ultrapassou as fronteiras de São Paulo. Segurança pública, PCC, educação, privatizações e a relação do estado com a política nacional transformaram a disputa estadual em um confronto com linguagem e repercussão nacionais.
Mas o principal movimento observado pela AtivaWeb DataLab acontece depois que as câmeras são desligadas: as campanhas começam a disputar qual versão do debate será entregue, repetida e lembrada pelas redes sociais.
Os primeiros dados analisados pelo laboratório apontam estratégias digitais diferentes. Mais importante do que simplesmente contabilizar publicações é observar alcance, velocidade de distribuição, capacidade de mobilização e transformação das falas do debate em conteúdo algorítmico.
É a mudança de lógica da campanha: o candidato não precisa apenas ir bem durante duas horas diante das câmeras. Precisa conseguir fazer seus melhores 30 segundos circularem por milhões de telas no dia seguinte.
“Na televisão se disputa quem venceu o debate. No algoritmo se disputa quem será lembrado como vencedor.”
LEITURA ATIVAWEB: o pós-debate já se tornou tão estratégico quanto o próprio debate. O grande campo de batalha das próximas horas será a distribuição de cortes, respostas, memes e conteúdos produzidos pelas duas campanhas.
Mercado começa a semana fazendo conta e desta vez a calculadora está no Brasil e nos EUA
A abertura dos mercados nesta segunda-feira ocorre sob expectativa dos novos dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos. Os indicadores são relevantes porque ajudam a orientar expectativas sobre juros, atividade econômica, câmbio e decisões futuras dos bancos centrais.
No Brasil, qualquer alteração na trajetória inflacionária rapidamente entra também no debate político: inflação não permanece apenas na planilha dos economistas chega ao supermercado, aos combustíveis, ao crédito e, em ano eleitoral, ao discurso das campanhas.
Nos Estados Unidos, o comportamento dos preços influencia expectativas sobre política monetária e pode provocar reflexos sobre dólar, fluxo de capital e mercados emergentes.
“Inflação começa como número na planilha, passa pelo mercado e termina inevitavelmente no bolso e na eleição.”
Tarcísio X Haddad: São Paulo fez um debate estadual com audiência política nacional
O confronto paulista reforçou um fenômeno que tende a crescer durante a campanha de 2026: a nacionalização das disputas estaduais. Segurança, Cracolândia, privatizações e referências aos grandes campos políticos nacionais deram ao debate uma dimensão muito superior à agenda exclusivamente paulista.
A partir de agora, porém, o jogo muda. Cada campanha selecionará seus melhores momentos e tentará impor sua interpretação sobre o que aconteceu.
“O debate dura algumas horas. A guerra pela interpretação pode durar uma semana.”
BTG/Nexus: Lula lidera o primeiro turno e a oposição continha disputando quem chega ao segundo
A pesquisa BTG/Nexus destacada pelo noticiário coloca Lula na liderança do primeiro turno e aponta empate em cenários de segundo turno envolvendo Flávio Bolsonaro e Ronaldo Caiado.
Além dos percentuais, há uma leitura política importante: cada rodada de pesquisas passa a funcionar também como instrumento de viabilidade eleitoral, influenciando alianças, mobilização partidária, doadores, militância e narrativa.
“Pesquisa mede intenção de voto, mas em ano eleitoral também produz percepção de força.”
Urnas voltam ao debate e o TSE decide entrar na conversa
O ministro Kássio Nunes Marques defendeu publicamente a credibilidade das urnas eletrônicas após questionamentos feitos pelo senador Flávio Bolsonaro sobre o sistema de votação.
Segundo o ministro, desacreditar o sistema eleitoral significaria “desconvidar o eleitor brasileiro” da participação democrática.
Estratégicamente, é um assunto de atenção máxima. Poucos temas possuem comunidades digitais tão prontas para reagir quanto a discussão sobre urnas eletrônicas.
“Quando a urna vira pauta política, o algoritmo dificilmente fica neutro.”
Congresso volta do recesso, a campanha eleitoral, porém, já voltou metade da atenção
O Congresso inicia uma semana de esforço concentrado para tentar votar pautas de maior consenso antes do aprofundamento da campanha eleitoral.
Apesar do grande volume de matérias, a expectativa é de menor circulação de parlamentares em Brasília, porque muitos já ampliam a presença em seus estados.
É o início de uma transformação previsível: o calendário legislativo começa a obedecer cada vez mais ao calendário eleitoral.
“Quanto mais outubro se aproxima, mais difícil fica separar o parlamentar do candidato.”
Pauta emperrada: em ato eleitoral, consenso virou artigo de luxo
Projetos com forte carga ideológica enfrentam dificuldades adicionais para avançar. Deputados e senadores evitam votações capazes de gerar desgaste eleitoral e as principais disputas tendem a ser empurradas para depois de outubro.
Para o governo, isso significa uma janela legislativa progressivamente menor.
“Perto da eleição, voto parlamentar também entra em campanha.”
Vorcaro volta ao radar e Brasília já aprendeu a prestar atenção
A chegada de Daniel Bialski à defesa de Vorcaro e o pedido de audiência com o ministro André Mendonça recolocam o caso no radar.
A possível discussão sobre novas estratégias da defesa e eventual delação merece acompanhamento porque qualquer fato novo envolvendo documentos, personagens políticos ou instituições pode produzir rápida repercussão.
“Em Brasília, às vezes a possibilidade de uma delação já produz mais movimento que a própria delação.”
Penduricalho no judiciário: quando o assunto chega a 91%, a internet faz as contas
Reportagem aponta que, após decisão do STF, o TJPR ampliou o pagamento de verba por exercício cumulativo, alcançando 91% dos magistrados, segundo dados enviados ao CNJ.
É um tema com grande potencial digital porque combina três elementos que historicamente mobilizam audiência: Judiciário, dinheiro público e benefícios.
? “Quando o assunto é penduricalho, a internet costuma abrir a calculadora antes de abrir a decisão judicial.”
Foto na piscina: a política descobre novamente que o celular não esquece
O senador Angelo Coronel reagiu à divulgação de uma fotografia em que aparece ao lado de outros políticos em um encontro na residência do advogado Willer Tomaz. Segundo a reportagem, a imagem foi encontrada pela Polícia Federal no celular do senador Weverton Rocha.
Coronel afirmou estar tranquilo e disse que o encontro reuniu amigos de diferentes partidos.
Institucionalmente, pode ser apenas uma fotografia. Digitalmente, porém, imagem + política + contexto incompleto costuma ser receita para circulação acelerada.
“Na política de 2026, todo mundo leva um fotógrafo no bolso inclusive quem preferia não levar.”
Grupo planejava explodir o Palácio do Planalto e mirava o debate do 2º turno
10/08/2026
As investigações
Segundo as investigações, eram homens que nunca tinham se encontrado pessoalmente. Nas conversas, monitoradas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, eles falavam em fabricar explosivos e disseminavam discursos de ódio pela rede.
As comunicações
As comunicações ocorriam em dois grupos do aplicativo Telegram, sendo que um deles utilizava a foto de Hitler como imagem de perfil. Entre os planos discutidos, estava o de "explodir o edifício do debate onde os eleitos do 2º turno irão debater".
O monitoramento
O monitoramento das autoridades revelou que as condutas não eram inofensivas. "Não eram práticas inocentes. O que estava ali send...
Atentados a prédios e a homens públicos. Uma investigação da Polícia Civil do Distrito Federal revelou um grupo que planejava, pela internet, atentados contra políticos e prédios públicos em Brasília.
As investigações
Segundo as investigações, eram homens que nunca tinham se encontrado pessoalmente. Nas conversas, monitoradas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, eles falavam em fabricar explosivos e disseminavam discursos de ódio pela rede.
As comunicações
As comunicações ocorriam em dois grupos do aplicativo Telegram, sendo que um deles utilizava a foto de Hitler como imagem de perfil. Entre os planos discutidos, estava o de "explodir o edifício do debate onde os eleitos do 2º turno irão debater".
O monitoramento
O monitoramento das autoridades revelou que as condutas não eram inofensivas. "Não eram práticas inocentes. O que estava ali sendo engendrado eram atentados sérios", disse Wellington César Lima e Silva, ministro da Justiça e Segurança Pública.
O ministro ressaltou a relevância do caso, afirmando que a sociedade deve atentar para o fato de que tais comportamentos não podem ser minimizados ou normalizados.
O grupo
O grupo maior tinha mais de 600 integrantes. E quem se radicalizava era convidado para um grupo mais restrito, com 46, em que não trocavam apenas ideias, e sim instruções.
Para o ataque, eles estavam difundindo manuais de como construir explosivos, coquetéis Molotov e desenvolvimento de artefatos explosivos. Eles também calculavam quantidades de explosivos e custos dos ataques.
Com O Globo
Segurança e críticas a Lula e Bolsonaro acirram debates entre governadores
10/08/2026
São Paulo
No caso de São Paulo, o debate contou apenas com a participação de Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tenta a reeleição, e do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT).
No debate, Haddad questionou Tarcísio sobre as privatizações, disse que o governador é “um cara meio de decoreba” e afirmou que ele apenas “decora números” e não responde às perguntas.
Por sua vez, Tarcísio afirmou que o ex-ministro subiu em um palco com “traficante que comandava o tráfico na favela do Moinho”. O ex-ministro respondeu que “não sabia” e que, se soubesse, “teria...
Oportunidades para apresentação de propostas no começo da campanha eleitoral e conquistar o voto do eleitor. O primeiro debate entre candidatos aos governos estaduais foi realizado na noite de ontem, domingo (09/08), às 20h, pela TV Bandeirantes. O debate foi realizado em 11 estados, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia, Paraná, Ceará e também no Distrito Federal.
São Paulo
No caso de São Paulo, o debate contou apenas com a participação de Tarcísio de Freitas (Republicanos), que tenta a reeleição, e do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT).
No debate, Haddad questionou Tarcísio sobre as privatizações, disse que o governador é “um cara meio de decoreba” e afirmou que ele apenas “decora números” e não responde às perguntas.
Por sua vez, Tarcísio afirmou que o ex-ministro subiu em um palco com “traficante que comandava o tráfico na favela do Moinho”. O ex-ministro respondeu que “não sabia” e que, se soubesse, “teria dado voz de prisão para ela”.
Rio de Janeiro
No caso do Rio de Janeiro, participaram André Marinho (Novo), Anthony Garotinho (Republicanos) e Douglas Ruas (PL). O ex-prefeito da capital Eduardo Paes (PSD) informou neste domingo que não iria participar do debate.
A coordenação da campanha de Paes tomou a decisão após uma orientação do departamento jurídico, segundo nota.
Amazonas
Na disputa pelo governo do Amazonas, participaram David Almeida (Avante), Isael Munduruku (Rede), Omar Aziz (PSD), Professora Maria do Carmo (PL) e Roberto Cidade (União).
Bahia
Na disputa pelo governo da Bahia, participaram do debate ACM Neto (União Brasil), Jerônimo Rodrigues (PT) e Ronaldo Mansur (PSOL).
Questionados
Questionados sobre feminicídio, o candidato ACM Neto afirmou que a proposta é trazer apoio financeiro para mulheres de baixa renda por até 24 meses. “Porque sabemos que o agressor está dentro de casa e ela não denuncia por medo de não ter o sustento. Queremos mulher independente.”
Já Jerônimo citou o projeto Ronda Maria da Penha, que promove acompanhamento da Polícia Militar para vítimas de violência doméstica, o programa educacional conhecido como “Oxe, me respeite” e defendeu “tirar da nossa cultura, banir mulheres mortas por serem mulheres.”
O candidato Mansur citou que esse é um problema nacional e que é preciso ter delegacias que funcionem 24 horas. Ele também citou uma frase do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), afirmando que “atos machistas, como defendeu Bolsonaro, precisam ser combatidos”.
Ceará
Na disputa pelo Palácio da Abolição, participaram Ciro Gomes (PSDB) e Elmano de Freitas (PT). O candidato Pedro Brito (Novo) anunciou que não iria participar.
Durante o debate, Ciro Gomes afirmou que a segurança pública do estado é frágil. “Facção criminosa e crime organizado não se combate com aparato. Como se enfrenta? Inteligência. A estrutura de inteligência do Ceará é frágil, não está conectada com o aparato nacional.”
Rio Grande do Norte
O debate entre os candidatos ao governo do Rio Grande do Norte contou com Allyson Bezerra (União Brasil), Álvaro Dias (PL), Cadu de Lula (PT) e Robério Paulino (PSOL).
Rio Grande do Sul
Na disputa pelo Palácio Piratini, participaram Gabriel Souza (MDB), Juliana Brizola (PDT), Luciano Zucco (PL) e Marcelo Maranata (PSDB).
Distrito Federal
O debate para o governo do Distrito Federal terá a participação de Celina Leão (PP), José Roberto Arruda (PSD), Kiko Caputo (Novo), Leandro Grass (PT), Paula Belmonte (PSDB) e Ricardo Cappelli (PSB).
Ricardo e Celina protagonizaram uma troca de farpas durante o debate. Cappelli questionou a atual governadora sobre os recursos da saúde e relembrou o período em que ela foi afastada do cargo de presidente da Câmara devido a uma investigação de corrupção no governo.
Goiás
O debate entre os candidato ao governo de Goiás contou com Luis Cesar Bueno (PT), Marconi Perillo (PSDB) e Wilder Morais (PL).
Maranhão
Na disputa pelo Palácio dos Leões, participaram André Luís (Missão), Eduardo Braide (PSD), Felipe Camarão (PT), Orleans Brandão (MDB), Reginaldo Lima (PCB), Roberto Rocha (PRTB) e Saulo Arcangeli (PSTU).
Minas Gerais
No caso do estado de Minas Gerais, o debate foi adiado para o dia 16 de agosto. A mudança ocorreu por conta da indefinição no cenário eleitoral mineiro.
Paraíba
Na Paraíba, o primeiro debate entre candidatos a governador da Paraíba este ano em TV aberta, na emissora Arapuan, ontem à noite, tornou-se um verdadeiro ringue entre os três postulantes participantes – o governador Lucas Ribeiro (PP), o ex-prefeito de João Pessoa Cícero Lucena (MDB) e o senador Efraim Filho, do PL bolsonarista.
Paraná
O debate entre os candidatos ao governo do Paraná contou com Requião Filho (PDT) e Sandro Alex (PSD). Já Sergio Moro (PL) anunciou hoje que não irá ao debate. Segundo Moro, os debates eleitorais se transformaram em uma “rinha de galo”. Ao final do debate será realizada uma entrevista de 10 minutos com cada um dos candidatos.
Piauí
Na disputa pelo governo do Piauí, participaram Dra. Lúcia Santos (PSDB), Gisvaldo Oliveira (PSOL), Gustavo Henrique (Avante), Joel Rodrigues (Progressistas) e Rafael Fonteles (PT).
O Poder

Concursos em Pernambuco têm 842 vagas e salários de até R$ 15,1 mil
10/08/2026
As vagas
As vagas estão distribuídas entre municípios do Grande Recife, Agreste e Sertão. Também há oportunidades na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para o cargo de professor do ensino superior e para técnico administrativo em educação.
Confira:
Autarquia Educacional de Afogados da Ingazeira
Inscrições até 3 de setembro;
17 vagas para professor titular do ensino superior;
Remuneração entre R$ 29,57 hora/aula (especialistas) e R$ 42,57 (doutores)
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Professor
Inscriç...
A semana começa com várias oportunidades de emprego em Pernambuco e com bons salários. Concursos públicos e seleções simplificadas com inscrições abertas em Pernambuco oferecem, ao menos, 842 vagas de emprego. As oportunidades são para candidatos dos níveis fundamental, médio, técnico e superior, com salários que chegam a R$ 15,1 mil.
As vagas
As vagas estão distribuídas entre municípios do Grande Recife, Agreste e Sertão. Também há oportunidades na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) para o cargo de professor do ensino superior e para técnico administrativo em educação.
Confira:
Autarquia Educacional de Afogados da Ingazeira
Inscrições até 3 de setembro;
17 vagas para professor titular do ensino superior;
Remuneração entre R$ 29,57 hora/aula (especialistas) e R$ 42,57 (doutores)
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
Professor
Inscrições até 16 de agosto;
41 vagas para professor de nível superior;
Salário de até R$ 13,7 mil;
Técnico administrativo em educação
Inscrições de 12 de agosto a 8 de setembro;
114 vagas para cargos de de nível nível médio e superior;
Salário de R$ 3.181,39 ou R$ 5.215,39, a depender do cargo;
Prefeitura de Caruaru
Inscrições até 8 de outubro;
20 vagas de nível superior para diversos cargos;
Salário de até R$ 6 mil;
Prefeitura de Surubim
Inscrições presenciais ou via Correios na Secretaria de Saúde do Município de Surubim;
8 vagas para recepcionista, 8 vagas para cozinheiro e 2 vagas para copeiro;
Salário de R$ 1.621;
Prefeitura de São Bento do Una
Inscrições até 17 de agosto;
175 vagas para professor de diversas áreas;
Salário de até R$ 4,7 mil;
Câmara de Belo Jardim
Inscrições até 20 de agosto;
57 vagas de nível fundamental, médio e superior;
Salário de até R$ 2,8 mil;
Prefeitura de Alagoinha
Inscrições até 24 de agosto;
84 vagas de nível médio, técnico e superior;
Salário de até R$ 3,2 mil;
Prefeitura de Exu
Inscrições até 31 de agosto;
305 vagas de nível fundamental, médio e superior;
Salário de até R$ 15,1 mil;
Prefeitura de Custódia
Inscrições até 31 de agosto;
11 vagas de nível médio e superior;
Salários de até R$ 3,2 mil;
O Poder