Mobilidade - Governo quer retomar ferrovia abandonada que cruza todo o Ceará
30/10/2024
A retomada
A retomada dos trechos, conforme a Agência Nacional de Transportes Terrestres, geraria também uma indenização. Porém, o valor, ainda conforme a ANTT, está sendo apurado pelo DNIT, "responsável pelo cálculo, visto que é o proprietário dos bens herdados da antiga Rede Ferroviária Federal S/A".
A malha
Uma das formas de reutilização dessa malha que estaria subaproveitada ou completamente abandonada seria para o transporte de passageiro...
A retomada
A retomada dos trechos, conforme a Agência Nacional de Transportes Terrestres, geraria também uma indenização. Porém, o valor, ainda conforme a ANTT, está sendo apurado pelo DNIT, "responsável pelo cálculo, visto que é o proprietário dos bens herdados da antiga Rede Ferroviária Federal S/A".
A malha
Uma das formas de reutilização dessa malha que estaria subaproveitada ou completamente abandonada seria para o transporte de passageiros. A ANTT afirmou que "a destinação final das linhas que vierem a ser devolvidas é uma definição de política pública a cargo do Ministério dos Transportes".
Grupo
O Ministério dos Transportes criou um grupo de trabalho, por meio da Portaria nº 386/2024, para buscar uma solução consensual para a otimização da malha outorgada à FTL e, entre as possibilidades em análise, está a devolução de parte desta infraestrutura à União.
Empresa
Paralelamente, de acordo com o ministério, o Governo Federal, via Infra S.A. (empresa pública, sob a forma de sociedade por ações, controlada pela União através do Ministério da Infraestrutura, com foco na prestação de serviços de planejamento, estruturação de projetos, engenharia e inovação para o setor de transportes) conduz uma série de estudos para avaliar o potencial da malha ferroviária existente e as novas vocações das áreas de operação.
São Francisco
Em outra frente de trabalho, o Governo Federal deu início recentemente aos testes do primeiro trecho do Ramal do Apodi, uma obra hídrica do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
A fase
A fase de testes começou na Paraíba, com a água saindo da Barragem de Caiçara e percorrendo até o Rápido Arruído, para verificar o funcionamento das estruturas recém-construídas.
O Ramal
O Ramal do Apodi é uma obra estratégica para garantir a segurança hídrica nas regiões do semiárido, beneficiando diretamente os estados da Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte.
Extensão
Com uma extensão de 115,5 km, a obra começa na Barragem Caiçara, na Paraíba, e se estende até o reservatório da Barragem Angicos, em José da Penha, no Rio Grande do Norte. Ao todo, 54 cidades serão atendidas, beneficiando aproximadamente 750 mil pessoas.
Eixo Norte
O projeto faz parte da expansão do Eixo Norte do Projeto de Integração do Rio São Francisco, com o primeiro trecho do ramal 100% concluído, entrando agora na fase de testes e com previsão de entrega para novembro. (O Poder)

Leia outras informações
Estratégia do silêncio: Como Bolsonaro fez história sem dizer uma única palavra, por Zé da Flauta
06/10/2026
A marca
Do ponto de vista puramente terreno, a consolidação de uma bancada recorde no Congresso e o domínio absoluto das presidências da Câmara e do Senado revelam uma disciplina partidária e um pragmatismo que a oposição jurava que não existiam. A estratégia operou como um algoritmo da fé: a militância não precisou de comícios, discursos inflamados ou gra...
A hipotética e espetacularizada varredura eleitoral do bolsonarismo nas urnas traz de volta aquele velho dilema que nem a ciência política nem a teologia conseguem resolver na mesa do bar: estamos diante de um mestre da estratégia terrena ou de um fenômeno que já ultrapassou os limites da física e entrou no campo do milagre? Eleger a esposa, a ex-esposa, os filhos, o irmão, os correligionários e até o papagaio de estimação, mesmo sob o mais rigoroso isolamento e com o sinal de celular cortado, é o tipo de proeza que faz qualquer marqueteiro de Harvard rasgar o diploma e ir vender miçanga na praia.
A marca
Do ponto de vista puramente terreno, a consolidação de uma bancada recorde no Congresso e o domínio absoluto das presidências da Câmara e do Senado revelam uma disciplina partidária e um pragmatismo que a oposição jurava que não existiam. A estratégia operou como um algoritmo da fé: a militância não precisou de comícios, discursos inflamados ou grandes debates na televisão; bastou a marca do líder estampada no santinho para que o eleitor transferisse o voto com a precisão de um leitor de código de barras. Transformar a ausência física e o silêncio forçado no combustível mais potente da campanha é uma jogada de mestre que deixa qualquer analista político tonto.
Resiliência
Agora, se existe algo de "espiritual" nisso tudo? Depende do santo para quem você reza. Para os seus seguidores, a cena beira o épico bíblico: o líder isolado que, por meio de uma espécie de telepatia eleitoral ou comunicação por ondas de pensamento, consegue mover montanhas de votos e desenhar o mapa do Poder Legislativo a quilômetros de distância. Há uma dimensão mística indiscutível na forma como a lealdade do eleitorado bolsonarista se mantém imune ao desgaste do tempo, às tempestades jurídicas e ao isolamento físico, um fenômeno de devoção que a política tradicional, acostumada a negociar cargos e tempo de televisão, simplesmente não consegue decifrar.
Devoção
Quando o eleitorado decide transformar o voto numa declaração de fé cega e incondicional, a ponto de eleger uma árvore se ela estiver usando a cor "certa", quem realmente ganha com o resultado dessa estratégia? E até que ponto a representação política continua existindo para cobrar soluções reais dos seus representantes, em vez de funcionar apenas como um grande espelho da nossa própria devoção?
Até a próxima!
Zé da Flauta é compositor e cronista

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.
A derrota de Lula, por Roberto Vieira
06/10/2026
Nordeste
Claro que o Nordeste é grato a Lula. Imensamente grato. Na Paraíba, Lula venceu em todos os municípios. O melhor resultado de Bolsonaro foi em Bayeux, com 46% dos votos. No Rio Grande do Norte, só venceu em Parnamirim, com 50,92%. A Bahia lhe rendeu 3 municípios: Luís Eduardo Magalhães, Buerarema e Itamaraju. São os traidores.
Santa
Em Pernambuco, o único município bolsonarista é Santa Cruz do Capibaribe, terra dos mestres do futebol e do jornalismo Lenivaldo Aragão e Paulo Moraes. A terra d...
Política lembra o futebol em algumas coisas. Uma delas é o mito da invencibilidade. Alguém passa anos e anos sem conhecer a dor da derrota. Logo, tanto este alguém como toda a humanidade, julgam-se imortais. Um Deus. Era assim com a seleção brasileira de 82 e a Hungria de 54. Até este domingo, era assim com o presidente Lula. A derrota do presidente também lembra outro episódio famoso da história ocorrido há 96 anos.
Nordeste
Claro que o Nordeste é grato a Lula. Imensamente grato. Na Paraíba, Lula venceu em todos os municípios. O melhor resultado de Bolsonaro foi em Bayeux, com 46% dos votos. No Rio Grande do Norte, só venceu em Parnamirim, com 50,92%. A Bahia lhe rendeu 3 municípios: Luís Eduardo Magalhães, Buerarema e Itamaraju. São os traidores.
Santa
Em Pernambuco, o único município bolsonarista é Santa Cruz do Capibaribe, terra dos mestres do futebol e do jornalismo Lenivaldo Aragão e Paulo Moraes. A terra da máquina de costura lembra outra santa, Santa Catarina, terra da direita. É o rincão capitalista do Pernambuco socialista lulista.
Surpresa
Porém, temos surpresas em Pernambuco. Bolsonaro teve mais de 40% dos votos em Toritama, Fernando de Noronha, Carpina, Taquaritinga e Caruaru. Parece pouco, mas num estado dominado pelos benefícios assistenciais e com dois senadores eleitos de esquerda, dois candidatos ao governo amigos de Lula — estado que esqueceu seu liberalismo no século XIX —, já é novidade.
Lula
Voltando ao mito. A geração atual nunca viu Lula perder eleição. Viu ontem. Foi a primeira derrota de Lula no século XXI. Ele perdeu como a Hungria de 54 e o Brasil de 82. Perdeu como Capablanca em 1927. Perdeu como perdem os mortais, como perdeu Jair Bolsonaro em 2022. Perdeu porque toda vitória é uma ilusão passageira, assim como os mitos.
Returno
Alguém deve perguntar: mas e se Lula ganhar no segundo turno? Tudo é possível. Lula tem a máquina, o Congresso e o Judiciário em suas mãos, embora nunca tenha havido reversão do primeiro para o segundo turno nas eleições presidenciais. Porém, essa turma de Lula curtia o mito da invencibilidade de Lula. Hoje, dia seguinte da derrota, Lula voltou a ser tão mortal quanto Puskas no dia 5 de julho de 1954 ou como Zico e Sócrates no dia 6 de julho de 1982. Como Washington Luís naquele outubro de 1930.
Velha
Há 96 anos, naquele 3 de outubro de 1930, a República Velha desabou diante da quebra da bolsa, tenentismo, Coluna Prestes e do avanço de Getúlio Vargas. Caso a derrota de Lula em outubro de 2026 venha a se concretizar, podemos estar presenciando ao fim da República de 1985. Felizmente, sem nenhum assassinato de João Pessoa no Recife.
Roberto Vieira é médico e cronista
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.

Ala do STF vê Alcolumbre enfraquecido e com chance baixa de se reeleger
06/10/2026
Não concorreu
Alcolumbre não concorreu neste ano, mas viu seu principal adversário político, Dr. Furlan (PSD), se eleger governador no Amapá em primeiro turno com 281 mil votos, mais de 62% do total, derrotando seu maior aliado no Estado, Clécio Luís (União), que obteve 165 mil votos.
Insucesso
O insucesso não ficou restrito à disputa ao governo. Seu grupo político sofreu revés na tentativa de garantir as duas vagas para a Casa comandada por Alcolumbre. Dr. Furlan conseguiu eleger Rayssa Furlan (Podemos), esposa do governador eleito, senadora da República. A segunda vaga ficou com outro adversário de Alcolumbre, Lucas Barreto (PSD).
O presidente do Senado fazia c...
Uma ala do STF (Supremo Tribunal Federal) avalia que o senador Davi Alcolumbre (União-AP) saiu enfraquecido e com menos influência política das eleições e que terá dificuldade em se reeleger presidente do Senado Federal no começo do próximo ano.
Não concorreu
Alcolumbre não concorreu neste ano, mas viu seu principal adversário político, Dr. Furlan (PSD), se eleger governador no Amapá em primeiro turno com 281 mil votos, mais de 62% do total, derrotando seu maior aliado no Estado, Clécio Luís (União), que obteve 165 mil votos.
Insucesso
O insucesso não ficou restrito à disputa ao governo. Seu grupo político sofreu revés na tentativa de garantir as duas vagas para a Casa comandada por Alcolumbre. Dr. Furlan conseguiu eleger Rayssa Furlan (Podemos), esposa do governador eleito, senadora da República. A segunda vaga ficou com outro adversário de Alcolumbre, Lucas Barreto (PSD).
O presidente do Senado fazia campanha para a deputada estadual Alliny Serrão (União). Alliny acabou na quinta colocação com pouco mais de 85 mil votos e 9,68%. O senador Randolfe Rodrigues (PT), líder do governo no Congresso e aliado de Alcolumbre, terminou em terceiro lugar com 163 mil votos, 18,55% do total.
STF
Ministros do STF acreditam que o resultado das eleições no Amapá e a ampliação da bancada bolsonarista no Senado devem dificultar a atuação do senador e os planos políticos de Alcolumbre no próximo ano e em 2030.
Avaliação
A avaliação de uma ala do tribunal é a de que Alcolumbre sai enfraquecido em seu reduto eleitoral e corre dois riscos, um a curto e outro a longo prazo. Já no ano que vem, dizem esses ministros, com o aumento da bancada bolsonarista no Senado, o senador vê diminuir a chance de permanecer no comando da Casa.
Acredita
Essa ala do STF acredita que a onda bolsonarista deve impulsionar a candidatura de Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência, e aumentar a probabilidade de ele vencer a disputa ao comando do Senado.
A longo prazo, alerta esse grupo do STF, Alcolumbre corre o risco de não se reeleger senador nas eleições de 2030. O atual mandato do senador teve início em 2023. A avaliação dos ministros é a de que o resultado da eleição em seu reduto indica uma mudança das forças políticas no Amapá.
Com CNN
Durante reunião com lideranças nacionais que apoiam Lula, Veneziano destaca pontos que devem ser observados no 2º turno
06/10/2026
Estratégias
Ao final do encontro, em entrevista à imprensa que cobriu o evento, Veneziano falou sobre o que foi discutido e as estratégias para que Lula saia vitorioso na disputa.
“Hoje nós estamos aqui em Brasília, após o convite da coordenação nacional da campanha do nosso presidente Lula, para ouvi-lo, evidentemente, para fazer algumas observações, de cada um dos estados ou através dos governadores já eleitos no primeiro turno, dos senadores eleitos, mesmo aqueles que não obtiveram resultado favorável também tiveram a oportunidade de falar, para que a gente possa, neste curto período que nós temos de 19 dias para o segundo turno, mostrar exatamente aquilo que de fato nós sabemo...
O senador reeleito Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) participou, na tarde e noite de ontem, segunda-feira (05/10), em Brasília, de uma reunião com outras lideranças nacionais que apoiam a candidatura à reeleição do presidente Luís Inácio Lula da Silva (PT).
Estratégias
Ao final do encontro, em entrevista à imprensa que cobriu o evento, Veneziano falou sobre o que foi discutido e as estratégias para que Lula saia vitorioso na disputa.
“Hoje nós estamos aqui em Brasília, após o convite da coordenação nacional da campanha do nosso presidente Lula, para ouvi-lo, evidentemente, para fazer algumas observações, de cada um dos estados ou através dos governadores já eleitos no primeiro turno, dos senadores eleitos, mesmo aqueles que não obtiveram resultado favorável também tiveram a oportunidade de falar, para que a gente possa, neste curto período que nós temos de 19 dias para o segundo turno, mostrar exatamente aquilo que de fato nós sabemos”, afirmou Veneziano.
Alertar
Ele disse que é preciso alertar a população brasileira “sobre diferenciar aquilo que é uma realidade constatável, já experimentada, já provada, de termos um governo que fez e que, portanto, tem a autoridade de assumir o que vai fazer no próximo governo, daquele que é uma candidatura que, exatamente, é um vazio só, é uma desqualificação só, e isso a gente precisa fazer com que chegue à população paraibana e dos demais outros estados”, finalizou Veneziano.
Fim da escala 6x1: Senado inicia nova etapa de discussão da PEC
06/10/2026
Três sessões
Serão três sessões seguidas de discussão em plenário, marcadas para amanhã, quarta (07/10) e quinta-feira (08/10), sempre às 14h.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), foi quem pautou o início das discussões.
As reuniões
As reuniões serão realizadas em formato semipresencial, permitindo que os senadores participem tanto presencialmente quanto à distância.
Em nota divulgada na semana passada, a Presidência do Senado afirmou que o tema será debatido com "responsabilidade, equilíbrio e respeito às diferentes perspectivas envolvidas".
As sessões não servem para votar diretamente a proposta.
Regimento
P...
O Senado Federal inicia hoje, terça-feira (06/10 uma nova etapa da tramitação da proposta que prevê o fim da escala 6x1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e tem direito a apenas um dia de folga.
Três sessões
Serão três sessões seguidas de discussão em plenário, marcadas para amanhã, quarta (07/10) e quinta-feira (08/10), sempre às 14h.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), foi quem pautou o início das discussões.
As reuniões
As reuniões serão realizadas em formato semipresencial, permitindo que os senadores participem tanto presencialmente quanto à distância.
Em nota divulgada na semana passada, a Presidência do Senado afirmou que o tema será debatido com "responsabilidade, equilíbrio e respeito às diferentes perspectivas envolvidas".
As sessões não servem para votar diretamente a proposta.
Regimento
Pelo regimento interno do Senado, uma PEC precisa passar por cinco sessões de discussão em plenário antes de ser submetida à votação em primeiro turno.
As reuniões marcadas para terça, quarta e quinta-feira contam para esse período obrigatório de debates.
Depois da votação em primeiro turno, os senadores ainda deverão realizar outras sessões de discussão antes da votação em segundo turno, que é a etapa final da análise da proposta no Senado.
O que falta para a PEC ser aprovada?
A proposta já percorreu praticamente todo o caminho legislativo.
Primeiro, foi aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados. Em seguida, recebeu aval da Comissão de Constituição e Justiça do Senado em setembro.
Veneziano se reúne Lula em Brasília para definir estratégias para o 2º turno com as principais lideranças nacionais
06/10/2026
Participação
A reunião teve a participação das principais lideranças políticas do país, sobretudo as que foram eleitas ou reeleitas. O encontro foi para discutir as estratégias da campanha para o segundo turno, em todos os estados. Pela Paraíba, além de Veneziano, participaram o governador reeleito, Lucas Ribeiro, e o senador eleito João Azevedo (PSB).
Reeleito com mais de 900 mil votos, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) foi convidado pelo presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio a Lula da Silva (PT) para uma reunião ontem, segunda-feira (0510), em Brasília.
Participação
A reunião teve a participação das principais lideranças políticas do país, sobretudo as que foram eleitas ou reeleitas. O encontro foi para discutir as estratégias da campanha para o segundo turno, em todos os estados. Pela Paraíba, além de Veneziano, participaram o governador reeleito, Lucas Ribeiro, e o senador eleito João Azevedo (PSB).
Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta terça-feira
06/10/2026
Brasília, 6 de outubro de 2026
… Bora, Brasil! Faltam 19 dias para o 2º turno. O primeiro turno acabou no domingo, mas Brasília claramente não recebeu o memorando sobre descansar.
A urna fechou em Flávio 47,03% × Lula 45,16% dos votos válidos, e ainda não existe pesquisa de 2º turno publicada. No digital, Flávio ganhou cerca de 1,1 milhão de seguidores em dez horas depois da apuração, como registrou a Veja com dados da Ativaweb DataLab.
Flávio juntou Zema, Caiado, Temer ( criador de Xandão) e o centrão, a Bolsa bateu 206 mil pontos e Trump falou em "grande vitória". Lula subiu o tom contra o STF, o PL chegou a 28 das 81 cadeiras no Senado e Kassio avalia soltar Bolsonaro depois do 2º turno.
Resumo da manhã: a eleição virou duas, a do Planalto e a do "quem governa com quem", e o digital largou na frente das pesquisas.
Termômetro eleitoral: urna × digital (e as pesquisas ainda n...
Por Alek Maracajá
Brasília, 6 de outubro de 2026
… Bora, Brasil! Faltam 19 dias para o 2º turno. O primeiro turno acabou no domingo, mas Brasília claramente não recebeu o memorando sobre descansar.
A urna fechou em Flávio 47,03% × Lula 45,16% dos votos válidos, e ainda não existe pesquisa de 2º turno publicada. No digital, Flávio ganhou cerca de 1,1 milhão de seguidores em dez horas depois da apuração, como registrou a Veja com dados da Ativaweb DataLab.
Flávio juntou Zema, Caiado, Temer ( criador de Xandão) e o centrão, a Bolsa bateu 206 mil pontos e Trump falou em "grande vitória". Lula subiu o tom contra o STF, o PL chegou a 28 das 81 cadeiras no Senado e Kassio avalia soltar Bolsonaro depois do 2º turno.
Resumo da manhã: a eleição virou duas, a do Planalto e a do "quem governa com quem", e o digital largou na frente das pesquisas.
Termômetro eleitoral: urna × digital (e as pesquisas ainda no forno)
Flávio 47,03% × Lula 45,16%: o ponto de partida é a urna
Com 100% das seções totalizadas, Flávio Bolsonaro (PL) teve 47,03% dos válidos, Lula (PT) 45,16% e Augusto Cury (Avante) 2,89%. Diferença de 1,87 ponto. Abstenção de 21,08%, cerca de 33,4 milhões de eleitores, a maior desde 1998. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, disse que "não é o ideal" e prometeu reforçar ações para reduzi-la.
Pesquisa de 2º turno? Calma. O calendário divulgado pelo Metrópoles é este:
8/10 Datafolha e Vox Brasil
9/10 AtlasIntel
10/10 Ipespe
A pergunta da semana é para onde vão os eleitores de Cury, Renan, Caiado e Zema, e quem acorda os 33,4 milhões que ficaram em casa.
Quem postar hoje "nova pesquisa do 2º turno" está pesquisando mais rápido que os próprios institutos
Termômetro Digital — Ativaweb Datalab
Últimos 30 dias
Flávio: +1,26 milhão de novos seguidores
Lula: +630 mil novos seguidores, aproximadamente
Soma: cerca de 1,89 milhão de novos seguidores em 30 dias.
Lula publicou 367 vezes, quatro vezes mais que Flávio. Engajamento: Flávio 7,27% × Lula 1,38%. Só nas dez horas após o 1º turno, Flávio ganhou cerca de 1,1 milhão de seguidores, 2,48 vezes o crescimento de Lula no mesmo recorte, segundo a Veja.
Lula ainda tem a maior audiência; Flávio cresce cerca de duas vezes mais e engaja mais de cinco vezes mais. Volume de post não virou eficiência de conteúdo. Mas há pista do outro lado: os posts de Lula de 27 e 29 de setembro chegaram perto de 2,7%, quase o dobro da média dele.
"O digital deixou de ser vitrine e virou o lugar onde a sociedade conversa, reage e decide. Quem interpreta a sociedade conectada chega antes do eleitor." — Alek Maracajá
Lula publicou quatro vezes mais e Flávio cresceu duas vezes mais. Qualquer grupo de família confirma: quem manda mais mensagem nem sempre é quem é mais lido.
Principais movimentos
Senado novo, STF de cabelo em pé
O PL elegeu 19 senadores e terá 28 das 81 cadeiras a partir de 2027, a maior bancada em início de legislatura desde 1988, segundo a Agência Senado. Segundo a jornalista Daniela Lima, um ministro do STF classificou a nova composição, reservadamente, como o "pior cenário possível" para a Corte, por causa de pedidos de impeachment de ministros. Por ora, é preocupação, não medida aprovada.
O 2º turno já não é só Lula × Flávio: o eleitor escolheu antes o Congresso que vai cobrar a conta da governabilidade.
O presidente nem foi escolhido e o Senado já chegou, sentou no sofá e perguntou: "então, vamos falar de governabilidade?"
Flávio junta apoios, a bolsa sobe e Trump aplaude
Zema (Novo), Caiado (PSD), Michel Temer (MDB), Tarcísio (Republicanos) e a federação PP-União Brasil declararam apoio a Flávio. O Ibovespa subiu 7,7% e fechou a 206.911 pontos, recorde histórico, e Trump chamou o resultado de "grande vitória". Do outro lado, Lula subiu o tom: disse carregar "nas costas" a "promiscuidade" que se estabeleceu na Suprema Corte e foi atrás de quem não votou.
Flávio vende a ideia de time formado e mercado animado. Lula aposta em pôr o STF e a abstenção no centro do debate.
Num só dia, Flávio ganhou o centrão, a Faria Lima e um "incrível" em inglês. Lula ganhou a pauta do Supremo. Os dois saíram dizendo que o dia foi ótimo.
Kassio, Bolsonaro e o calendário do STF
Segundo reportagem da Folha, o ministro Kassio Nunes Marques quer julgar depois do 2º turno a revisão criminal de Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses na ação da trama golpista, e avalia até soltá-lo por liminar. O cenário mais provável, diz a reportagem, é levar o caso ao plenário. Interlocutores de Kassio afirmam que ele segurou o processo para não ser acusado de interferir na eleição; o ministro não se manifestou publicamente. Bolsonaro também pediu ao STF para receber visitas de Flávio na prisão domiciliar.
O caso Bolsonaro fica para depois da urna, mas vira munição para os dois lados até lá.
O STF descobriu a fórmula para não interferir na eleição: deixar o suspense para o episódio depois do final da temporada
Fake da Bandeira: não tocou o chão, tocou o TSE
O ministro André Mendonça deu 24 horas para X, TikTok, Threads, Instagram e Facebook apagarem posts que diziam que Lula jogou a bandeira no chão após votar. O pedido foi da coligação Brasil Pronto Pra Mais contra Pablo Marçal e outros perfis. Vídeos mostram a bandeira enrolada e entregue a outra pessoa; Mendonça manteve os posts que apenas criticavam o manuseio.
O 2º turno começou e a desinformação já voltou ao TSE, agora com a linha clara entre crítica, que fica, e fato falso, que sai.
A bandeira não encostou no chão, mas a fake encostou rapidinho no TSE
Corrupção banalizada, voto simbólico
Em artigo no Amado Mundo, Alek Maracajá argumenta que o caso Master circulou muito nas redes, mas perdeu força de diferenciar candidaturas por envolver atores de "praticamente todos os campos políticos e institucionais". No vácuo, pautas simbólicas e identitárias, como a polêmica envolvendo Nossa Senhora Aparecida, mobilizaram comunidades com mais intensidade.
"Quando todos parecem implicados, a corrupção deixa de funcionar como critério de escolha." —
É hipótese estratégica, não prova de voto: quando um tema não separa os lados, quem ativa identidade e emoção ocupa a conversa.
Na política digital, bilhões podem perder a discussão para um símbolo. O algoritmo nunca prometeu respeitar ordem de grandeza
Leitura estratégica Ativaweb Datalab
Eleitoral: largada em 47,03% × 45,16%, e as primeiras fotografias do 2º turno saem a partir de quinta.
Digital: Flávio entra com vantagem em crescimento e engajamento; Lula, com a maior audiência e posts que já mostraram fôlego.
Narrativo: "time formado e mercado em alta" contra "promiscuidade no STF"; abstenção, símbolos e desinformação correm por fora.
Institucional: PL com 28 senadores, Lula contra o Supremo e a revisão de Bolsonaro empurrada para depois da urna. O STF virou cabo eleitoral involuntário dos dois lados.
Abstenção: 33,4 milhões de ausentes valem mais de 14 vezes os cerca de 2,3 milhões de votos de vantagem do 1º turno.
Dois candidatos, 19 dias e um Senado já de olho. Brasília vai precisar de mais café que de urna
Alerta Ativaweb
O maior erro agora seria transformar o digital de Flávio em projeção de urna. 7,27% de engajamento não é 7,27% a mais de votos. Correlação não é conclusão: pesquisa mede intenção, digital mede atenção e interação, urna mede voto. O teste desta semana é ver se a curva digital e a primeira pesquisa do 2º turno apontam para o mesmo lado.
"Audiência mostra tamanho, crescimento mostra direção e engajamento revela intensidade. É a combinação das curvas que explica a temperatura do digital." — Alek Maracajá
Fechamento
A história desta terça é começou outra eleição.
Flávio sai do 1º turno à frente por 1,87 ponto e com forte aceleração nas redes. Lula mantém a maior audiência, mas enfrenta diferença relevante de engajamento, e aposta em quem ficou em casa.
O novo Senado já avisa que vencer é a primeira parte do problema; governar é a segunda. E as pesquisas ainda nem chegaram.
Faltam 19 dias para o 2º turno.
A pesquisa fotografa na quinta. O digital corre desde domingo. A urna só responde no dia 25. Até lá, Brasília promete 46 crises, 12 alianças improváveis e uns 300 milhões de stories
Alek Maracajá
Cientista de Dados | Ativaweb DataLab
Olinda diz basta - A quinta derrota de Lupércio e o recado das urnas
05/10/2026
A derrota de 2026
Ganha um significado político particular porque ocorre depois de oito anos à frente da Prefeitura de Olinda. Lupércio deixou o cargo ao final de 2024 e apoiou a eleição de Mirella Almeida, sua sucessora e integrante do grupo político que comandou a administração municipal durante seus dois mandatos.
O resultado
Também recoloca no debate o desempenho eleitoral do grupo político construído por Lupércio...
O denominado Professor Lupércio amargou, nas eleições deste domingo (04/10), a quinta derrota de sua trajetória eleitoral. O resultado amplia um histórico que começou ainda nos anos 1990. Antes da disputa de 2026, Lupércio havia sido derrotado nas eleições para vereador de Olinda em 1996 e 2000, novamente em 2008, e na disputa por uma vaga de deputado estadual em 2010. Depois, construiu uma sequência de vitórias, sendo eleito vereador em 2004 e 2012, deputado estadual em 2014 e prefeito de Olinda em 2016 e 2020.
A derrota de 2026
Ganha um significado político particular porque ocorre depois de oito anos à frente da Prefeitura de Olinda. Lupércio deixou o cargo ao final de 2024 e apoiou a eleição de Mirella Almeida, sua sucessora e integrante do grupo político que comandou a administração municipal durante seus dois mandatos.
O resultado
Também recoloca no debate o desempenho eleitoral do grupo político construído por Lupércio. Antes disso, o ex-prefeito já havia tentado ampliar sua influência eleitoral por meio da candidatura da esposa, Cláudia Lupércio. Ela disputou três eleições: vereadora de Olinda em 2016 e deputada estadual em 2018 e 2022. Não foi eleita em nenhuma delas. Em 2022, chegou a liderar a votação para deputada estadual em Olinda, com 23.690 votos, mas terminou como suplente na disputa estadual.
Nesse contexto
A quinta derrota de Lupércio pode ser interpretada politicamente como um sinal de desgaste do grupo que comandou Olinda por oito anos. A avaliação sobre a gestão municipal, evidentemente, pertence aos eleitores e pode ser objeto de diferentes interpretações. O dado concreto é que o ex-prefeito não conseguiu transformar sua experiência eleitoral anterior em uma nova vitória nas urnas.
Para seus críticos
O resultado representa uma espécie de resposta do eleitorado à administração que Lupércio deixou como legado e à continuidade política representada por Mirella Almeida. A atual prefeita foi secretária de Governo e, posteriormente, de Planejamento e Fazenda durante a gestão anterior, além de ter recebido o apoio direto de Lupércio na eleição municipal.
Projeto rejeitado
Por essa leitura, a derrota de Lupércio em 2026 não deve ser analisada apenas como um resultado individual. Ela também coloca em discussão a força eleitoral do grupo político que esteve à frente da Prefeitura de Olinda e a avaliação que o eleitorado faz da administração municipal.
Basta
Para quem defende essa interpretação, a derrota pode ser vista como uma vitória política de Olinda: não necessariamente pela escolha de um nome específico, mas pelo fato de as urnas terem imposto um limite à tentativa de prolongar, no Legislativo estadual, a influência de um grupo que esteve durante oito anos no comando da cidade.
O resultado
Abre uma nova etapa na política olindense. Depois de duas vitórias para prefeito e de uma longa trajetória eleitoral, Lupércio volta a enfrentar uma derrota nas urnas. E, desta vez, o resultado também coloca em xeque a capacidade de transferência de votos e de manutenção de seu grupo político em Olinda.
Radar Estratégico Especial - Como as Eleições aconteceram no mundo digital
05/10/2026
Brasília, 5 de outubro de 2026
Pois é…a urna falou: faltam 20 dias para o 2º turno
Segunda-feira
Ressaca eleitoral, café forte em Brasília e calculadora pegando fogo em todos os comitês.
As pesquisas
Erraram a ordem. O digital acendeu o alerta. A urna marcou a prorrogação.
Hoje os institutos acordaram recalculando a margem de erro... da própria segunda-feira.
O resultado
Com 99,90% das seções totalizadas pelo TSE, Flávio Bolsonaro fez 47,05% dos votos válidos e Lula, 45,13%, uma diferença de 2.288.158 votos.
No Instagram
Flávio ganhou 304.080 seguidores só no domingo, três vezes mais que Lula.
Na noite
Lula se disse "muito bom no mata-mata" e prometeu um apelo contra a abstenção. Tarcísio foi reeleito em São Paulo no 1º turno, o camp...
Por Alek Marcajá, cientosta de dados, CEO da Ativaweb DataLab
Brasília, 5 de outubro de 2026
Pois é…a urna falou: faltam 20 dias para o 2º turno
Segunda-feira
Ressaca eleitoral, café forte em Brasília e calculadora pegando fogo em todos os comitês.
As pesquisas
Erraram a ordem. O digital acendeu o alerta. A urna marcou a prorrogação.
Hoje os institutos acordaram recalculando a margem de erro... da própria segunda-feira.
O resultado
Com 99,90% das seções totalizadas pelo TSE, Flávio Bolsonaro fez 47,05% dos votos válidos e Lula, 45,13%, uma diferença de 2.288.158 votos.
No Instagram
Flávio ganhou 304.080 seguidores só no domingo, três vezes mais que Lula.
Na noite
Lula se disse "muito bom no mata-mata" e prometeu um apelo contra a abstenção. Tarcísio foi reeleito em São Paulo no 1º turno, o campo de Flávio levou 30 das 54 vagas do Senado e Zema foi denunciado pelo MP Eleitoral por levar celular à cabine.
Resumo da manhã
A urna inverteu a ordem das pesquisas, ecoou o termômetro digital e marcou a prorrogação para 25 de outubro.
Resultados oficiaid
Votos válidos (TSE, 99,90% das seções)
Flávio Bolsonaro (PL) 47,05%,
Lula (PT) 45,13%,
Augusto Cury (Avante) 2,89%, Renan Santos (Missão) 2,24%, Ronaldo Caiado (PSD) 2,18% e Romeu Zema (Novo) 0,27%.
Votos totais
125.152.397, sendo 119.183.137 válidos e 5.969.260 brancos e nulos.
A abstenção foi de 33.425.403 eleitores (21,08%).
Na véspera
O Datafolha (3/10, margem de 2 pontos) tinha Lula 45% e Flávio 42% nos válidos, empate técnico. A AtlasIntel (27/9 a 2/10, margem de 1 ponto) marcava Lula 47% e Flávio 44,1%, e empate técnico no 2º turno: 50,1% a 49,9%.
As pesquisas
Mediram Lula perto do que ele teve; o que escapou foi o tamanho de Flávio, de 3 a 5 pontos acima do previsto.
O dugital acertou nos Estsdos
No monitoramento da Ativaweb DataLab, o termômetro digital antecipou o resultado em vários estados, como São Paulo, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Não dá para ignorar a força do digital: ele mostrou para onde a atenção do eleitor caminhava antes de a urna falar.
"No digital, volume não é sinônimo de resultado. Quem publica mais ocupa a vitrine; quem provoca reação ocupa a conversa." — Alek Maracajá
Repercussões
Flávio comemorou a liderança e declarou "o fim da era do PT". Lula disse ser "muito bom no mata-mata" e anunciou apelo contra a abstenção, citando "28 milhões" que não votaram; o TSE registra 33.425.403 abstenções. Sobre a derrota de Haddad, disse: "Quem perdeu foi o povo de SP".
O tom de 1º turno acabou
Agora. um vende desfecho, o outro vende virada, e o digital do domingo (5,87% × 1,38% de engajamento) mostra quem chegou mais aquecido à largada.
Um decretou o fim de uma era, o outro pediu prorrogação. Só falta chamar o VAR.
São Paulo
Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi reeleito com 62,65%* contra 36,42% de Fernando Haddad (PT). No Senado, venceram Guilherme Derrite (30,59%) e André do Prado (29,28%); Simone Tebet (19,23%) e Marina Silva (18,12%) ficaram de fora.
Tarcísio
Sai como a maior vitrine da direita para o 2º turno, e uma hipótese da Ativaweb ganha peso: nem todo eleitor dele vota em Flávio por convicção.
Em São Paulo a eleição acabou antes do jantar. No resto do país, acabou o jantar e não acabou a eleição .
Senado
30 A 17 para a direita e recorde feminino.
Aliados de Flávio conquistaram 30 das 54 vagas em disputa; apoiados por Lula, 17 vagas. Foram 12 senadoras eleitas, e a Casa terá 18 mulheres, recorde. O DF elegeu Michelle Bolsonaro e Bia Kicis (PL) e, com Damares Alves, terá bancada só feminina.
Sem surpresa
Quem vencer em 25 de outubro já conhece o Senado que vai encontrar. Detalhe da CNN: Michelle se elegeu sem nenhuma agenda de rua ao lado de Flávio.
O DF trocou "senadores" por "senadoras" sem precisar de reforma ortográfica.
Zema, o voador
O MP Eleitoral denunciou Romeu Zema (Novo) por entrar com celular na cabine em Araxá (MG), alegando violação do sigilo do voto; a peça cita um segundo aparelho sobre a mesa. A pena prevista é de até dois anos de detenção. Zema nega irregularidade: "Não afetou em nada o meu voto", e diz que não usou o aparelho.
Com 0,27% dos válidos, Zema sai do 1º turno mais lembrado pela cabine do que pela urna.
Lição do domingo
Na cabine, o único aplicativo liberado é a urna.
Flávio e Lula vão disputar segundo turno da eleição presidencial de 2026
04/10/2026
Os números
Com 98,62% das urnas apuradas, Flávio tinha 47,27% dos votos e Lula, 44,88%… -
No começo da votação, Flavio chegou a bater mais de 51% dos votos, mas a diferença, conforme a apuração no Nordeste avançou, fez com que Lula diminuísse a diferença.
Flávio Bolsonaro tem 55. 621.423 votos. Lula tem 52.815.468 votos.
O Poder
A eleição presidencial do Brasil vai ser decidida no segundo turno. O senador Flávio Bolsonaro (PL), e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT),, disputarão o segundo turno da eleição presidencial de 2026, marcado para o dia 25 de outubro…
Os números
Com 98,62% das urnas apuradas, Flávio tinha 47,27% dos votos e Lula, 44,88%… -
No começo da votação, Flavio chegou a bater mais de 51% dos votos, mas a diferença, conforme a apuração no Nordeste avançou, fez com que Lula diminuísse a diferença.
Flávio Bolsonaro tem 55. 621.423 votos. Lula tem 52.815.468 votos.
O Poder