Após carreira brilhante Mozart Valadares chega ao TJPE
30/10/2024
O juiz Mozart Valadares Pires será empossado desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), ocupando uma das vagas abertas pelo critério de antiguidade. A posse administrativa está marcada para a próxima terça-feira (05), às 17h30, no salão nobre do TJPE, enquanto a posse festiva ocorrerá em 9 de dezembro, com detalhes ainda a serem definidos.
Capacidade
O critério de antiguidade, que conduziu à escolha de Valadares, é uma forma de promoção na carreira judicial em que se considera o tempo de serviço e a experiência acumulada pelo magistrado. Esse método prioriza juízes mais antigos na carreira, garantindo que ocupem posições mais elevadas em reconhecimento à longevidade e dedicação na magistratura.
Trajetória
Nascido em Tabira, Mozart Valadares fez até o 3º ano Ginasial nas escolas públicas da cidade — colégio Arnaldo Alves Cavalcanti, Carlota Breckefeed e Gin...
O juiz Mozart Valadares Pires será empossado desembargador do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), ocupando uma das vagas abertas pelo critério de antiguidade. A posse administrativa está marcada para a próxima terça-feira (05), às 17h30, no salão nobre do TJPE, enquanto a posse festiva ocorrerá em 9 de dezembro, com detalhes ainda a serem definidos.
Capacidade
O critério de antiguidade, que conduziu à escolha de Valadares, é uma forma de promoção na carreira judicial em que se considera o tempo de serviço e a experiência acumulada pelo magistrado. Esse método prioriza juízes mais antigos na carreira, garantindo que ocupem posições mais elevadas em reconhecimento à longevidade e dedicação na magistratura.
Trajetória
Nascido em Tabira, Mozart Valadares fez até o 3º ano Ginasial nas escolas públicas da cidade — colégio Arnaldo Alves Cavalcanti, Carlota Breckefeed e Ginásio Pajeú. Concluiu o curso ginasial no Colégio Estadual Joaquim Távora, no Recife, e, em seguida, realizou o curso científico no Colégio Estadual de Pernambuco (CEP), hoje Ginásio Pernambucano. Graduou-se em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco, onde deu início à sua carreira jurídica.
Leia outras informações
Eleições na República Macunaímica, por Sérgio Alves*
14/10/2026
O pânico, inteiramente infundado, só arrefeceu com a Carta ao Povo Brasileiro e o endosso de capitalistas como Jorge Gerdau e Antônio Ermírio de Moraes.
Campanha do medo
Em 2014, o vetor se inverteu. Para reeleger Dilma Rousseff, o PT valeu-se do mesmo expediente: Marina Silva (PSB) foi transformada em “a candidata dos banqueiros que acabaria com o Bolsa Família”.
A campanha do medo funcionou. O lulopetismo mostrou que dominava a tecnologia da desqualificação do adversário.
A facada
Em 2018, uma facada decidiu a eleição. O atentado contra Jair Bolsonaro, em Juiz de Fora, interrompeu a campanha nas ruas e criou a figura do mártir. Sem debates, elegeu-se no grito.
O juiz joga
Em 2022, o árbitro entrou em campo...
A primeira eleição de Lula, em 2002, foi precedida de histeria midiática. Profetizava-se a estatização da economia e a socialização da propriedade privada.
O pânico, inteiramente infundado, só arrefeceu com a Carta ao Povo Brasileiro e o endosso de capitalistas como Jorge Gerdau e Antônio Ermírio de Moraes.
Campanha do medo
Em 2014, o vetor se inverteu. Para reeleger Dilma Rousseff, o PT valeu-se do mesmo expediente: Marina Silva (PSB) foi transformada em “a candidata dos banqueiros que acabaria com o Bolsa Família”.
A campanha do medo funcionou. O lulopetismo mostrou que dominava a tecnologia da desqualificação do adversário.
A facada
Em 2018, uma facada decidiu a eleição. O atentado contra Jair Bolsonaro, em Juiz de Fora, interrompeu a campanha nas ruas e criou a figura do mártir. Sem debates, elegeu-se no grito.
O juiz joga
Em 2022, o árbitro entrou em campo. Ao celebrar a vitória eleitoral em um congresso da UNE, em 2023, o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, sintetizou o espírito do momento: “Nós derrotamos o bolsonarismo”.
A frase, somada ao desdenhoso “perdeu, mané”, dirigido a um cidadão na rua, revelou a República macunaímica: o guardião da Constituição comportava-se como torcedor de arquibancada.
Marketing do terror
Chegamos a 2026, e o roteiro se repete; só muda o alvo. O marketing que explora o medo da ruptura democrática e da perda de direitos sociais com a eleição de Flávio Bolsonaro reedita, com sinal trocado, o mesmo pânico fabricado de outrora.
Eleição de narrativas
De 2002 a 2026, o Brasil não elege apenas presidentes. Elege narrativas. Ora o medo do mercado, ora a faca, ora a toga. O eleitor muda. O roteirista permanece. Assim caminha a combalida democracia brasileira.
*Sérgio Alves é autor do livro O Estado do Líder.
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
O Brasil na banguela - Como transformaram o país num circo sem lona e com ingresso caro, por Zé da Flauta*
14/10/2026
A gente olha para o painel, a luz do óleo já acendeu há dez anos, o freio de mão virou enfeite e o cobrador ainda passa cobrando pedágio a cada três quilômetros. Se isso não é surrealismo puro, Dali que me desculpe, mas nem o relógio derretido dele explicava essa bagunça!
Falência moral
O problema da nossa falência moral é que a malandragem virou o único esporte nacional com patrocínio estatal. Antigamente, o sujeito tinha vergonha de ser pego com a mão na botija; hoje ele abre uma live, manda beijo para a torcida e ainda acusa a botija de ser antidemocrática.
Criamos um país onde a ética é tipo r...
Ciprestes, filósofos e grandes teorias são bonitos no livro, mas a realidade nua e crua da rua é outra: o brasileiro acorda todo dia e sente que está pilotando um Fusca 73 desgovernado, na banguela, descendo a Serra do Mar, enquanto no banco de trás os passageiros de terno e gravata brigam para ver quem vai escolher a rádio.
A gente olha para o painel, a luz do óleo já acendeu há dez anos, o freio de mão virou enfeite e o cobrador ainda passa cobrando pedágio a cada três quilômetros. Se isso não é surrealismo puro, Dali que me desculpe, mas nem o relógio derretido dele explicava essa bagunça!
Falência moral
O problema da nossa falência moral é que a malandragem virou o único esporte nacional com patrocínio estatal. Antigamente, o sujeito tinha vergonha de ser pego com a mão na botija; hoje ele abre uma live, manda beijo para a torcida e ainda acusa a botija de ser antidemocrática.
Criamos um país onde a ética é tipo regra de trânsito na madrugada de domingo: só serve para o tonto que para no sinal vermelho enquanto o esperto passa a cem por hora e ainda buzina xingando. Se o pilantra é do nosso partido, a gente chama de "guerreiro do povo"; se é do outro lado, a gente pede prisão perpétua com direito a confisco do chiclete. A honestidade do coitado que acorda às quatro da manhã para pegar três conduções virou motivo de piada nos corredores do poder, como se ser correto fosse uma deficiência intelectual leve.
Prazo de validade
Aí você olha para as instituições e o negócio vira comédia pastelão de quinta categoria. As leis brasileiras viraram chiclete: cada um estica até onde a conveniência mandar. O juiz de hoje acorda de humor mudado, resolve jogar o regulamento no lixo e inventa uma regra nova no meio do segundo tempo.
O juiz vira o atacante, o bandeirinha cobra o escanteio e, se a arquibancada vaiar, o tribunal manda prender o pipoqueiro por "atentado contra a segurança do espetáculo". O resultado? Ninguém sabe o que é proibido ou permitido amanhã. É a única democracia do mundo onde a lei tem prazo de validade menor que o da caixinha de leite na geladeira!
Estado obeso
E onde deságua toda essa palhaçada? Exatamente onde mais dói: no bolso do brasileiro. A gente trabalha cinco meses por ano só para pagar imposto para sustentáculo de mafras, lagostas parlamentares e auxílio-paletó de quem nunca pregou um prego na vida. O sujeito rala o mês inteiro, vai no supermercado, olha o preço do quilo do café e descobre que está sustentando uma máquina pública que consome mais que opala seis cilindros e entrega menos que carrinho de rolimã sem rodinha. É um Estado obeso, guloso e inútil, que cobra preço de Suíça e devolve serviço de terra abandonada.
No fim das contas, a gente rir para não surtar. Mas lá no fundo, a pergunta que fica martelando na cabeça do povo entre um boleto e outro é bem simples:
Para Refletir
Até quando o brasileiro vai continuar aceitando pagar o ingresso mais caro do mundo para assistir, de pé e com fome, ao espetáculo do seu próprio desastre?
Até a próxima!
Zé da Flauta é compositor e cronista*

Lula e o Nordeste Independente, parte 2: Senado vs. STF, por Roberto Vieira*
14/10/2026
Senado
Com 27 senadores compondo a Casa (três por estado), a oposição conquistou a maioria dos assentos em jogo. A Direita e Centro-Direita dominaram a eleição, impulsionadas pelo voto das capitais e das regiões de agronegócio exportador. Partidos como PL, PP, União Brasil e Republicanos formaram um bloco de 16 senadores com perfil abertamente oposicionista e fiscalista, prontos para travar a agenda de gastos do governo central e as indicações para tribunais superiores.
Lula
Para o presidente Luiz Inácio Lula da S...
A apuração do pleito de outubro de 2026 para o Senado da jovem República do Nordeste foi o segundo grande choque para o regime do Partido dos Trabalhadores (PT), após 23 anos de hegemonia ininterrupta. Enquanto os governadores se dividiam na sua fidelidade ao Executivo centra, o eleitorado enviou para a sede do Senado uma bancada composta majoritariamente por perfis fiscalistas, liberais e de oposição.
Senado
Com 27 senadores compondo a Casa (três por estado), a oposição conquistou a maioria dos assentos em jogo. A Direita e Centro-Direita dominaram a eleição, impulsionadas pelo voto das capitais e das regiões de agronegócio exportador. Partidos como PL, PP, União Brasil e Republicanos formaram um bloco de 16 senadores com perfil abertamente oposicionista e fiscalista, prontos para travar a agenda de gastos do governo central e as indicações para tribunais superiores.
Lula
Para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reeleito pelo PT, o Senado de 2026 desenhou um cenário de paralisia legislativa inédito na história do Nordeste Independente. Sem controle das pautas orçamentárias e com a oposição majoritária, o Palácio Lindu viu suas propostas de alinhamento geopolítico e reformas estatizantes serem barradas na Casa Alta. A oposição, agora com voz e força parlamentar, prometeu usar o Senado como "um escudo contra as aventuras ideológicas" do Executivo.
STF
Diante do cerco legislativo no Senado e na Câmara (onde a esquerda também se tornou minoria), o governo do Nordeste Independente agarrou-se à sua última e mais poderosa trincheira: o Supremo Tribunal Federal (STF).Composto por 11 ministros nomeados ao longo dos 23 anos de hegemonia petista, o STF, carinhosamente apelidado de "A Corte dos Guardiões", transformou-se no verdadeiro guardião não da Constituição, mas do regime. Blindada pela Corte, a hegemonia ideológica seguiu intacta, apesar das derrotas nas urnas. Através de decisões monocráticas e interpretações controversas, os ministros passaram a arbitrar diretamente os conflitos entre os Poderes, anulando pautas oposicionistas e validando decretos presidenciais.
Censura
Paralelamente, o governo avançou em sua estratégia de blindagem. O Palácio Lindu implementou o sistema de "Vigilância Soberana", restringindo o acesso a redes sociais do "Brasil Restante" e a veículos de imprensa ocidentais, sob o argumento de combate à "desinformação e sabotagem". Nas palavras do presidente, tratava-se de "proteger a democracia popular das forças reacionárias externas".
Paradoxo
O paradoxo do Nordeste Independente de 2026 estava completo: uma população que votou majoritariamente em pautas liberais e de oposição no Legislativo, mas que permanecia refém de uma estrutura judicial e geopolítica blindada. O Senado Inesperado de 2026 foi uma primavera de esperança na canção popular de Ivanildo Vilanova, sendo sufocada pelos donos do Poder.
NOTA: Todas as informações e projeções deste capítulo baseiam-se nos dados reais do pleito de outubro de
Roberto Viera é médico e cronista
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos autores.

Candidatos à Presidência da República cumprem agenda em Brasília e Porto Alegre nesta quarta-feira
14/10/2026
Confira:
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
À tarde, acompanhará, de forma remota, a votação no Senado da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1.
Flávio Bolsonaro (PL)
Às 15h, conversa com moradores da região de Vila Brasília (bairro Sarandi, próximo ao dique), em Porto Alegre. Às 17h, faz comício e ato de mobilização no Largo Glênio Peres (ao lado do Mercado Público), no Centro Histórico de Porto Alegre.
Os candidatos à Presidência da República que disputam o segundo turno das eleições gerais cumprem agenda em Brasília e Porto Alegre, hoje, quarta-feira (14/10).
Confira:
Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
À tarde, acompanhará, de forma remota, a votação no Senado da proposta que prevê o fim da escala de trabalho 6x1.
Flávio Bolsonaro (PL)
Às 15h, conversa com moradores da região de Vila Brasília (bairro Sarandi, próximo ao dique), em Porto Alegre. Às 17h, faz comício e ato de mobilização no Largo Glênio Peres (ao lado do Mercado Público), no Centro Histórico de Porto Alegre.
Domingo tem debate na Band. Flávio confirma que vai
14/10/2026
Afirmou
O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), publicou um vídeo, hoje, quarta-feira (14/10) afirmando que irá ao debate previsto para acontecer neste domingo (18/10).
“Bastou eu falar que não ia no debate, para você [Lula], no minuto seguinte, falar que vai no debate. É claro que eu vou no debate, eu só queria que você confirmasse”, afirmou o candidato.
Outro debate
Durante evento em São Paulo, ontem, terça-feira (13/10), Flávio disse que não iria ao debate previsto para esta semana e que ainda vai avaliar se comparecerá ao da TV Globo, marcado para a próxima semana, no dia 23/10.
Lula já tinha confirmado. Flávio disse que não ia, mudou de ideia. A ameaça de cadeira vazia decidiu a parada. Assim, no próximo domingo, acontece o primeiro debate cara a cara entre o presidente Lula o o senador Flávio. Vai sair faísca.
Afirmou
O senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL), publicou um vídeo, hoje, quarta-feira (14/10) afirmando que irá ao debate previsto para acontecer neste domingo (18/10).
“Bastou eu falar que não ia no debate, para você [Lula], no minuto seguinte, falar que vai no debate. É claro que eu vou no debate, eu só queria que você confirmasse”, afirmou o candidato.
Outro debate
Durante evento em São Paulo, ontem, terça-feira (13/10), Flávio disse que não iria ao debate previsto para esta semana e que ainda vai avaliar se comparecerá ao da TV Globo, marcado para a próxima semana, no dia 23/10.
Silvinho diverge do Republicanos e está na campanha de Lula
14/10/2026
Único integrante
No Republicanos, Silvio foi o único integrante da legenda a se posicionar favoravelmente à reeleição do presidente Lula. O gesto de Costa Filho, segundo interlocutores do Planalto, deixou o presidente Lula e toda cúpula do governo bastante satisfeito e grato pela posição mesmo diante da decisão do Republicanos nacional de apoiar Flávio Bolsonaro.
Debateram
Durante a reunião, Silvio, Edinho e os representantes das legendas aliadas debateram iniciati...
O ex-ministro de Lula e deputado federal reeleito, Silvio Costa Filho, se reuniu, nesta terça-feira, em Brasília, com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, e representantes de partidos aliados à campanha de reeleição do presidente Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin. O encontro teve como objetivo discutir estratégias e ações para fortalecer a campanha e ampliar o diálogo entre as forças políticas que integram a base de apoio ao presidente.
Único integrante
No Republicanos, Silvio foi o único integrante da legenda a se posicionar favoravelmente à reeleição do presidente Lula. O gesto de Costa Filho, segundo interlocutores do Planalto, deixou o presidente Lula e toda cúpula do governo bastante satisfeito e grato pela posição mesmo diante da decisão do Republicanos nacional de apoiar Flávio Bolsonaro.
Debateram
Durante a reunião, Silvio, Edinho e os representantes das legendas aliadas debateram iniciativas voltadas ao fortalecimento da campanha de Lula, além da articulação política no Congresso Nacional e nos estados.
Mantido diálogo
Silvio Costa Filho tem mantido diálogo com lideranças políticas em Brasília e trabalhado na articulação para ampliar o apoio à reeleição do presidente Lula. O parlamentar pernambucano também tem defendido a união de forças políticas em torno de uma agenda voltada ao desenvolvimento econômico, à retomada de políticas públicas e à promoção da justiça social.
“Me reuni na tarde de ontem com o presidente nacional do PT, Edinho Silva, para discutir ações estratégicas para fortalecer o nosso campo progressista no Congresso Nacional e na reeleição do presidente Lula. Estamos trabalhando muito aqui em Brasília e Pernambuco para fortalecer o projeto do presidente Lula. Não tenho dúvida que o presidente é o melhor caminho para fazer que o Brasil cresça e se desenvolva. Retome cada vez mais suas políticas públicas e a gente possa buscar um estado com desenvolvimento, mas, sobretudo, com justiça social”, informou Silvio.
Os participantes
Participaram do encontro o presidente nacional do PSB, João Campos; o presidente do PDT, Carlos Lupi: os ministros Alexandre Silveira, Luciana Santos, Renan Filho e Jader Filho; além do deputado federal André Janones.
CCJ do Senado conclui análise e PEC da Segurança vai ao plenário
14/10/2026
Texto-base
O colegiado já havia aprovado texto-base da proposta, no mês passado, e ainda tinha pendente a análise de três trechos separados da proposta, os chamados destaques.
Considerou
O senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da CCJ, considerou que os trechos não poderiam ser votados porque os autores dos pedidos não estavam na reunião e, assim, deu como concluída a análise da PEC na comissão.
"Não estando presentes [os autores], a matéria vai ao plenário do Senado Federal, até porque o texto original já tinha sido discutido e aprovado pelo colegiado da Comissão de Constituição e Justiça", declarou Otto.
A reunião
Na reunião, que durou cerca de oito minutos, o relator da PEC, senado...
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado concluiu hoje, quarta-feira (14/10) a análise da chamada PEC da Segurança Pública. O texto seguirá agora para a análise do plenário.
Texto-base
O colegiado já havia aprovado texto-base da proposta, no mês passado, e ainda tinha pendente a análise de três trechos separados da proposta, os chamados destaques.
Considerou
O senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da CCJ, considerou que os trechos não poderiam ser votados porque os autores dos pedidos não estavam na reunião e, assim, deu como concluída a análise da PEC na comissão.
"Não estando presentes [os autores], a matéria vai ao plenário do Senado Federal, até porque o texto original já tinha sido discutido e aprovado pelo colegiado da Comissão de Constituição e Justiça", declarou Otto.
A reunião
Na reunião, que durou cerca de oito minutos, o relator da PEC, senador Rogério Carvalho (PT-SE), propôs ajustes redacionais, que foram aprovados de forma simbólica.
Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta quarta-feira Por Alek Maracajá
14/10/2026
Cheguei EU VOU … faltam 11 dias para o 2º turno. A quarta começou com um púlpito vazio reservado na Band, um canal de WhatsApp em quarentena e um voto na 6x1 que mudou de lado entre a casa do pai e o Senado
O PoderData/Aya traz Flávio 51% × Lula 49% nos válidos, empate técnico. No Instagram, Lula passou de 17,18 milhões e ganhou 1,15 milhão de seguidores desde o dia 7, o dobro de Flávio.
Flávio confirma que não vai ao debate da Band, anuncia voto pelo fim da 6x1 depois de visitar Bolsonaro, o "Exército do Lula" sai do ar de novo e o governo lança o pacote dos MEIs.
Resumo da manhã: a diferença encolheu, o púlpito ficou vazio e a 6x1 ganhou um eleitor inesperado
Termômetro eleitoral: Poderdata/aya × Digital
Flávio 51% × Lula 49%: diferença cai de 6 para 2 pontos
Na rodada de 8/10, eram 53% × 47%. Agora a distância é de 2 pontos, com margem de 1...
Brasília, 14 de outubro de 2026
Cheguei EU VOU … faltam 11 dias para o 2º turno. A quarta começou com um púlpito vazio reservado na Band, um canal de WhatsApp em quarentena e um voto na 6x1 que mudou de lado entre a casa do pai e o Senado
O PoderData/Aya traz Flávio 51% × Lula 49% nos válidos, empate técnico. No Instagram, Lula passou de 17,18 milhões e ganhou 1,15 milhão de seguidores desde o dia 7, o dobro de Flávio.
Flávio confirma que não vai ao debate da Band, anuncia voto pelo fim da 6x1 depois de visitar Bolsonaro, o "Exército do Lula" sai do ar de novo e o governo lança o pacote dos MEIs.
Resumo da manhã: a diferença encolheu, o púlpito ficou vazio e a 6x1 ganhou um eleitor inesperado
Termômetro eleitoral: Poderdata/aya × Digital
Flávio 51% × Lula 49%: diferença cai de 6 para 2 pontos
Na rodada de 8/10, eram 53% × 47%. Agora a distância é de 2 pontos, com margem de 1,8 ponto: empate técnico.
Rejeição: Lula 46%, estável; Flávio 44%, contra 43% na semana passada. Foram 3.000 entrevistas por telefone (URA), de 10 a 12 de outubro, registro BR-01209/2026.
Leitura: Flávio segue numericamente à frente, mas o movimento da semana é de aproximação de Lula. Sinal de tendência, não garantia de virada.
A diferença caiu quatro pontos em cinco dias. A margem de erro continua na sala e ninguém deveria expulsá-la antes da apuração
Termômetro Digital — Ativaweb Datalab
Instagram, desde 7/10
Lula: +1.150.000 novos seguidores (+7,2%)
Flávio: +565.700 novos seguidores (+4,2%)
Soma: 1,72 milhão de novos seguidores em uma semana.
Lula passa de 17 milhões e cresce duas vezes mais
Lula chega a 17,18 milhões de seguidores, contra 14,01 milhões de Flávio: 3,17 milhões de vantagem. Flávio mantém taxa de engajamento superior.
Aceleração recente: desde a medição de 12/10, os dois ganharam cerca de 135 mil a 140 mil seguidores cada um. O ritmo das últimas horas ficou parelho.
No Ranking de Influência Digital Política 2026 da DataLab, Lula é o 1º da esquerda. Flávio é o 5º da direita, atrás de Jair Bolsonaro, Nikolas Ferreira, Michelle Bolsonaro e Lucas Pavanato.
Leitura: Lula tem mais audiência e cresceu mais na semana, em número e em proporção. Flávio engaja mais por seguidor, mas divide a vitrine com outros nomes do próprio campo.
"Nas redes, eleição não se ganha na largada, se ganha no fôlego. E fôlego se mede na reta, não na semana." — Alek Maracajá
Lula lidera a torcida da esquerda sozinho; Flávio é o quinto da própria arquibancada. No Instagram, até a família disputa o placar
Principais movimentos
Debate da Band: um púlpito, zero Flávio
Flávio confirmou que não vai ao debate da Band no domingo, 18: "Não está previsto ir nesse debate domingo". O presidente do PT, Edinho Silva, garantiu Lula: "Ele quer o confronto com Flávio". A Band manterá o programa e deixará o púlpito de Flávio vazio; sobre a Globo, dia 23, ele diz que a equipe técnica decide.
A ausência vira munição para o PT; para Flávio, a aposta é que evitar o confronto custa menos que enfrentá-lo.
Debate com um candidato só é a primeira vez que um púlpito vazio vai ter tempo de resposta garantido
A 6x1 ganhou um voto no caminho da casa do pai
Depois de visitar Jair Bolsonaro, Flávio anunciou: "A maioria dos trabalhadores brasileiros quer o fim da 6x1, então eu vou votar a favor". Antes ele evitava dizer como votaria, enquanto Lula cobrava sua posição desde o dia 7. Agora condiciona: "o governo vai ter que bancar essa compensação" às empresas. Segundo aliados ouvidos pelo O Globo, o pai também pediu cautela ao falar de ministérios e da sucessão no Congresso; Flávio confirmou que recebeu "algumas dicas", sem detalhar.
O recuo tira de Lula um contraste fácil, mas abre o flanco da coerência, que o PT vai explorar.
A escala é 6x1, mas a pauta política funciona 24x7. E agora com conselho paterno incluso
"Exército do Lula" no modo avião
O canal de WhatsApp de André Janones, com mais de 4 milhões de seguidores, saiu do ar na noite de terça por decisão do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques. Ele entendeu que o canal funcionava como propaganda sem formalização e condicionou a volta à regularização. A área técnica do TSE não encontrou fake news no conteúdo analisado, mas apontou riscos; a campanha de Flávio, autora da ação, diz que enviará novo relatório.
A disputa digital segue migrando para o tribunal, e canal de apoiador agora precisa de registro na Justiça Eleitoral.
? Suspenso, liberado, suspenso de novo. O canal já tem mais idas e vindas que grupo de família no fim do ano
Pix, perdão e desenrola: o mei vira eleitor vip
O governo lançou o Prospera MEI: Pix de até R$ 5 mil, que ainda depende do Congresso, e projeto para perdoar R$ 12,6 bilhões em dívidas com a União de 3,6 milhões de MEIs, segundo o ministro Dario Durigan. Inclui ainda Desenrola específico com os bancos e fim da nota fiscal obrigatória em vendas para pessoa física.
O pacote mira renda e dívida de quem empreende sozinho; o debate sobre custo fiscal e timing eleitoral vem junto.
Reta final é assim: o MEI acorda microempreendedor e dorme público-alvo prioritário dos dois lados
Leitura estratégica Ativaweb Datalab
Eleitoral: PoderData/Aya 51% × 49%, empate técnico; a diferença caiu 4 pontos em uma semana.
Digital: Lula cresce 7,2% contra 4,2% de Flávio na semana, mas o ritmo das últimas horas ficou parelho e Flávio segue com engajamento maior.
Narrativo: "fugiu do debate" de um lado, "mudou de ideia na 6x1" do outro. Cada campanha ganhou um bordão contra a outra.
Institucional: o TSE segue como personagem central, com o "Exército do Lula" entrando e saindo do ar.
Economia: MEI e jornada de trabalho levam renda, dívida e custo empresarial para o centro do 2º turno.
Pesquisa empatada, púlpito vazio, canal suspenso e PEC com novo apoiador. Brasília inventou o 2º turno de fôlego
Alerta Ativaweb
Média da semana não é ritmo do dia. Na janela desde 7/10, Lula cresceu o dobro. Na comparação com a medição de 12/10, os dois cresceram quase igual. As duas leituras são verdadeiras, só respondem a perguntas diferentes.
Por isso, olhamos sempre mais de uma janela. E nenhuma delas mede voto.
Pesquisa mede intenção.
Digital mede atenção e interação.
Urna mede voto.
Fechamento
A história desta quarta é aproximação, ausência e recuo.
O PoderData/Aya mostra Lula encurtando a distância, ainda dentro do empate técnico. No Instagram, ele dobra o crescimento de Flávio na semana, enquanto Flávio segue engajando mais por seguidor.
Flávio dispensa o debate da Band e troca o silêncio sobre a 6x1 pelo voto a favor. Lula ganha palco sozinho e um pacote para os MEIs, mas perde de novo o canal de Janones.
Faltam 11 dias para o 2º turno.
A pesquisa fotografa. O digital acelera. O púlpito espera. A urna decide no dia 25
Alek Maracajá
CEO da Ativaweb DataLab | Cientista de Dados e Pesquisador
Administradora destaca a importância de compreender o comportamento humano para obter o sucesso no mercado de trabalho
14/10/2026
As competências
Para Juliana Gomes, administradora, pós-graduada em Gestão de Departamento Pessoal e Legislação Trabalhista, as competências comportamentais, conhecidas como soft skills, influenciam as relações de trabalho e os resultados das organizações.
Inteligência
A inteligência emocional é um dos principais diferenciais nesse cenário. “Profissionais com alto grau de IE tendem a ser mais resilientes, adaptáveis e confiantes, conseguem lidar com feedbacks, aceitar mudanças, assumir responsabilidades e manter-se motivados mesmo em tempos difíceis.
Avaliações e desempenho
...
O conhecimento técnico é essencial para o desempenho profissional, mas habilidades como comunicação, empatia e inteligência emocional também são fundamentais para o crescimento na carreira. Cada vez mais, as empresas valorizam profissionais que sabem trabalhar em equipe, administrar conflitos e lidar com mudanças.
As competências
Para Juliana Gomes, administradora, pós-graduada em Gestão de Departamento Pessoal e Legislação Trabalhista, as competências comportamentais, conhecidas como soft skills, influenciam as relações de trabalho e os resultados das organizações.
Inteligência
A inteligência emocional é um dos principais diferenciais nesse cenário. “Profissionais com alto grau de IE tendem a ser mais resilientes, adaptáveis e confiantes, conseguem lidar com feedbacks, aceitar mudanças, assumir responsabilidades e manter-se motivados mesmo em tempos difíceis.
Avaliações e desempenho
Além disso a IE é cada vez mais valorizada em processos seletivos, avaliações de desempenho e programas de liderança, reduzindo o estresse, absenteísmo e turnover. Entre outras palavras, desenvolver a Inteligência Emocional não apenas melhora o seu bem-estar e suas relações no trabalho, como também abre portas para novas oportunidades profissionais”, explica a especialista.
“Os comportamentos que mais prejudicam as relações profissionais são: atrasos e descumprimento de prazos, ausência de controle emocional, resistência às mudanças, dificuldade de trabalhar em equipe, incapacidade de receber críticas construtivas e assumir erros. Comportamentos que podem ser mudados com uma melhor gestão de tempo, regulação emocional, adaptabilidade, comunicação assertiva, empatia, escuta ativa, resiliência e autorresponsabilidade”, destaca Juliana.
O desenvolvimento
O desenvolvimento dessas habilidades depende do autoconhecimento e da disposição para rever atitudes. As empresas também podem contribuir com treinamentos, feedbacks contínuos e programas de desenvolvimento de lideranças.
Primeiro passo
Segundo a especialista, o primeiro passo para melhorar as relações profissionais é reconhecer as próprias emoções e compreender como elas influenciam o comportamento. “O primeiro passo para desenvolver a Inteligência Emocional e melhorar as relações no trabalho é a autoconsciência. Que é a capacidade de observar a si mesmo com atenção, percebendo o que sente, como pensa e como reage diante das situações do dia a dia.”
Combinação
A combinação entre conhecimento técnico e habilidades socioemocionais favorece o crescimento profissional e contribui para equipes mais colaborativas e produtivas.
Eleições 2026 - Flávio Bolsonaro diz que não irá ao debate na Band domingo, púlpito ficará vazio, avisa a emissora
14/10/2026
Púlpito vazio
A Band confirmou, via ass...
O senador Flávio Bolsonaro, PL, candidato à Presidência da República, afirmou ontem, terça-feira, 13/10, que não irá ao debate na Band com Lula, PT, previsto para ocorrer neste domingo, 18/10. Ele afirmou não haver previsão de ida ao confronto contra o atual presidente, e afirmou que o comparecimento ao evento na TV Globo está em análise. “Não vou, não está previsto ir nesse debate no domingo. Estamos analisando, e quem vai dar a palavra final vai ser a minha equipe técnica, de ir no último debate da Globo.” Flávio afirmou, após o resultado do primeiro turno que o deixou à frente do atual presidente, que compareceria a debates nesta segunda volta. “Vou participar de debate. Acho que são importantes. […] Eu quero comparar os programas de governo, eu quero comparar os governos do Lula com o nosso governo. Tenho a convicção de que a gente vai sair vitorioso”, disse o candidato do PL em entrevista.

Púlpito vazio
A Band confirmou, via assessoria de imprensa, que o programa está mantido. A emissora afirma que “caso um dos candidatos não compareça, o púlpito ficará vazio”. A exibição do espaço sem o postulante foi vetada para o confronto na TV Globo no primeiro turno, um dos motivos para o cancelamento do evento.

Lula
Lula também afirmou querer participar de confrontos. “Agora é importante ter debate na televisão, porque agora é tête-à-tête”, disse o petista. A informação foi reiterada por aliados.
Sem presença deles no 1o Turno
Nem o senador, nem o presidente compareceram a embates no primeiro turno das eleições. Para o congressista, a ausência de Lula inviabilizava confrontos diretos, enquanto para o mandatário, a ida aos programas com a presença de outros candidatos configuraria disputa desleal por possíveis ataques de vários lados. O esvaziamento pelos dois principais postulantes à chefia do Executivo federal levou ao cancelamento de dois dos quatro encontros previstos para o primeiro turno.