A briga ficção x realidade toma conta das telas das TVs, reflexão por Zé da Flauta*
31/10/2024 - Jornal O Poder
O inesperado
O envolvimento com a política se intensificou e a realidade superou a ficção. Nos dias atuais, acompanhar votações, investigações e declarações polêmicas tornou-se uma atividade muito mais interessante do que seguir histórias repetitivas da TV. As redes sociais potencializaram esse interesse, transformando cidadãos comuns em comentaristas ativos e críticos. A emoção de ver desfechos inesperados, aliança...
O inesperado
O envolvimento com a política se intensificou e a realidade superou a ficção. Nos dias atuais, acompanhar votações, investigações e declarações polêmicas tornou-se uma atividade muito mais interessante do que seguir histórias repetitivas da TV. As redes sociais potencializaram esse interesse, transformando cidadãos comuns em comentaristas ativos e críticos. A emoção de ver desfechos inesperados, alianças improváveis e personagens reais mudando de postura não encontra rival sequer nos roteiros das produções mais elaboradas.
Imprevisível
Além disso, a política brasileira oferece um espetáculo contínuo, com protagonistas e antagonistas bem definidos, diálogos tensos e tramas que se cruzam em tempo real. Diferente das séries da Netflix, que têm temporadas planejadas e finais previsíveis, o cenário político é dinâmico e imprevisível. Cada nova denúncia ou deliberação legislativa pode alterar drasticamente o rumo dos acontecimentos, mantendo o público na expectativa do próximo “capítulo”.
Epílogo
Por fim, a política desperta algo que a ficção dificilmente alcança: o senso de pertencimento e responsabilidade. O impacto das decisões políticas afeta diretamente a vida de todos, e isso torna o acompanhamento mais do que um passatempo, mas uma necessidade. Assim, o que antes era entretenimento virou envolvimento cívico, e as novelas perderam seu lugar para a emocionante realidade política, onde cada ato pode moldar o futuro do país.
Até a próxima!
*Zé da Flauta é músico, compositor, filósofo e escritor.

Leia outras informações
Especialista destaca saldo positivo da indústria de Pernambuco rumo ao mercado global
08/05/2026
Primeiro passo
A advogada aduaneira Anna Dolores reforça que o primeiro passo é fortalecer a formação técnica, base das economias desenvolvidas. O segundo, segundo ela, é internacionalizar o polo tecnológico pernambucano, considerado um dos melhores do mundo. O terceiro envolve aproveitar a reforma tributária, que torna a exportação mais vantajosa e exige planejamento estratégico. Como ela afirma, “devemos calçar as sandálias da humildade e entender que precisamos estudar para vender para mercados internacionais”.
Infraestrutura
Segundo...
A internacionalização da economia pernambucana deixou de ser sonho distante e começa a ganhar contornos de oportunidade concreta. Segundo observou a advogada aduaneira Anna Dolores, há apenas 30 dias de navegação marítima da China, “o Estado reúne capacidade produtiva, conhecimento técnico e um ecossistema acadêmico robusto que pode transformá lo em potência exportadora”.
Primeiro passo
A advogada aduaneira Anna Dolores reforça que o primeiro passo é fortalecer a formação técnica, base das economias desenvolvidas. O segundo, segundo ela, é internacionalizar o polo tecnológico pernambucano, considerado um dos melhores do mundo. O terceiro envolve aproveitar a reforma tributária, que torna a exportação mais vantajosa e exige planejamento estratégico. Como ela afirma, “devemos calçar as sandálias da humildade e entender que precisamos estudar para vender para mercados internacionais”.
Infraestrutura
Segundo a especialista, a infraestrutura portuária aparece como gargalo e, ao mesmo tempo, como oportunidade. Suape é hoje o único terminal refrigerado e alfandegado do Estado, enquanto rotas diretas da China já chegam a Salvador. Uma rota equivalente em Pernambuco ampliaria a competitividade de frutas, carnes, ovos, lácteos, cachaça e gesso. A exportação de carne bovina halal também surge como nicho promissor, considerando os 20 a 30 milhões de muçulmanos chineses.
Transição energética
Para a advogada, a transição energética e a criação de Zonas de Processamento de Exportação (ZPEs) são apontadas como motores de transformação. Pernambuco já possui uma ZPE decretada, mas ainda não alfandegada - processo que, segundo anúncios recentes, está avançando. Isso abriria espaço para startups, data centers, empresas de hidrogênio verde e indústrias de alto valor agregado competirem globalmente.
Sobrevivência
Para Dolores, exportar é questão de sobrevivência empresarial. O Estado, por sua vez, deve garantir infraestrutura, desburocratização e integração logística — incluindo a conclusão da Transnordestina até Petrolina.
Ecossistema
O ecossistema de apoio, segundo ela, já existe, com instituições como Exporta PE, Apex Brasil, Sebrae, Instituto Confúcio e associações empresariais. A mudança cultural, porém, é indispensável: vencer o medo de vender para fora e reconhecer o potencial pernambucano no têxtil, no agronegócio e na tecnologia.

Governo Federal Retoma Estudos para o Canal do Sertão Pernambucano. ADESA comemora
08/05/2026
retomada, pelo Governo Federal, dos estudos técnicos de dois importantes projetos de infraestrutura hídrica para o Sertão pernambucano: o Ramal de Entremontes e o Canal do Sertão Pernambucano.
Os estudos
Serão conduzidos pelo Ministério de Desenvolvimento Regional e passam a integrar o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Segundo o diretor Bruno Cravo, a iniciativa marca um passo fundamental para a viabilização de futuros investimentos voltados ao fortalecimento da segurança hídrica no semiárido pernambucano. O estudo integrado desses dois importantes projetos envolve investimento de R$ 14 milhões.
A retomada
Esta semana a Assembleia Legislativa de Pernambuco realizou audiência publica sobre o tema, com grande participacão. A audiência foi importante para a retomada dos estudo...
O CEO da Agência de Desenvolvimento Econômico e Social do Araripe - Adesa, Daniel Torres Araripe, comemora a
retomada, pelo Governo Federal, dos estudos técnicos de dois importantes projetos de infraestrutura hídrica para o Sertão pernambucano: o Ramal de Entremontes e o Canal do Sertão Pernambucano.
Os estudos
Serão conduzidos pelo Ministério de Desenvolvimento Regional e passam a integrar o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC). Segundo o diretor Bruno Cravo, a iniciativa marca um passo fundamental para a viabilização de futuros investimentos voltados ao fortalecimento da segurança hídrica no semiárido pernambucano. O estudo integrado desses dois importantes projetos envolve investimento de R$ 14 milhões.
A retomada
Esta semana a Assembleia Legislativa de Pernambuco realizou audiência publica sobre o tema, com grande participacão. A audiência foi importante para a retomada dos estudos que têm como objetivo atualizar informações técnicas, ambientais, econômicas e sociais necessárias ao planejamento e à tomada de decisão sobre os empreendimentos.
Esses levantamentos
São essenciais para garantir maior eficiência na aplicação dos recursos públicos e ampliar os benefícios à população atendida, especialmente no que se refere ao abastecimento humano, à dessedentação animal e ao apoio às atividades produtivas.
O Ramal de Entremontes
É uma estrutura associada ao Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF), com a função de conduzir água para reforçar açudes e sistemas de abastecimento em municípios do sertão pernambucano. Já o Canal do Sertão Pernambucano é um projeto concebido para transportar água por meio de uma extensa rede de canais e estruturas associadas, ampliando a disponibilidade hídrica em áreas historicamente afetadas pela escassez.
Com a retomada dos estudos
O Governo Federal busca reunir subsídios técnicos que permitam avançar de forma segura e planejada na implementação desses projetos, contribuindo para o aumento da resiliência da região frente aos períodos de estiagem e para a melhoria da qualidade de vida da população do semiárido.
Vitória da Adesa
Daniela Torres Araripe, que expôs o tema na audiência pública na Assembleia Legislativa, comemorou. "Um fato importante para a nossa luta pelo Canal do Sertão Pernambuco. Conseguimos incluir na pauta do Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional - MIDR, a proposta sobre o canal de irrigação. Agora vamos somar esforços com a bancada de deputados de Pernambuco e Governo do Estado para fazer realmente acontecer. Não só na questão da atualização dos dados sobre o projeto de viabilidade técnica, econômica e financeira. Também com o passo seguinte, na elaboração do Projeto Executivo. O Comitê em Prol do Canal do Sertão está avançando na sua articulação em favor do projeto", afirma Daniel Torres.

EUA dizem que impediram mais de 70 petroleiros de entrar ou sair do Irã
08/05/2026
"Atualmente, há mais de 70 petroleiros que as forças americanas estão impedindo de entrar ou sair dos portos iranianos", afirmaram os militares.
Redirecionadas
Os Estados Unidos pontuaram que mais de 50 embarcações foram redirecionadas. Ainda de acordo com o comunicado desta sexta, mais de 15 mil tropas estão envolvidas na operação, além de 200 aeronaves e 20 navios de guerra. (O Poder)
O Comando Central dos Estados Unidos informou hoje, sexta-feira (08/05) que mais de 70 petroleiros foram impedidos de entrar ou sair dos portos do Irã em meio ao bloqueio americano.
"Atualmente, há mais de 70 petroleiros que as forças americanas estão impedindo de entrar ou sair dos portos iranianos", afirmaram os militares.
Redirecionadas
Os Estados Unidos pontuaram que mais de 50 embarcações foram redirecionadas. Ainda de acordo com o comunicado desta sexta, mais de 15 mil tropas estão envolvidas na operação, além de 200 aeronaves e 20 navios de guerra. (O Poder)
Rendimento dos brasileiros bate recorde de R$ 3.367 em 2025, aponta IBGE
08/05/2026
Os dados
Os dados foram divulgados hoje, sexta-feira (08/05) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O rendimento mensal real domiciliar per capita no Brasil também subiu a um recorde de R$ 2.264 em 2025, alta de 6,9% em relação a 2024.
Melhora
Segundo o IBGE, houve melhora em todas as faixas de renda, porém a desigualdade teve ligeira alta em 2025, após ter descido ao piso histórico em 2024. Em meio ao mercado de trabalho aquecido e aos juros elevados remunerando mais aplicações financeiras, os brasileiros mais ricos tiveram ganho maior do que os demais estratos da população.
O rendimento médio mensal real de todas as fontes da população residente com rendimento no Brasil alcançou R$ 3.367 em 2025, o maior valor da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, iniciada em 2012.
Os dados
Os dados foram divulgados hoje, sexta-feira (08/05) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O rendimento mensal real domiciliar per capita no Brasil também subiu a um recorde de R$ 2.264 em 2025, alta de 6,9% em relação a 2024.
Melhora
Segundo o IBGE, houve melhora em todas as faixas de renda, porém a desigualdade teve ligeira alta em 2025, após ter descido ao piso histórico em 2024. Em meio ao mercado de trabalho aquecido e aos juros elevados remunerando mais aplicações financeiras, os brasileiros mais ricos tiveram ganho maior do que os demais estratos da população.
Trens que vêm de Belo Horizonte para o Recife devem evitar colapso da Linha Sul em 2027, diz CBTU
08/05/2026
A chegada
Segundo ele, a chegada das composições tem como objetivo evitar um colapso na operação da Linha Sul do Metrô do Recife, previsto em estudos técnicos para abril de 2027.
"Nós estamos aqui em Belo Horizonte providenciando o transporte do primeiro trem dos seis que vão para Recife para suprir a operação da Linha Sul do metrô no Recife. Isso faz parte de um processo devido aos estudos que prevê que em abril de 2027 nós poderíamos ter um colapso", afirmou.
O sistema
...
Metrô do Recife. Os trens que vêm de Belo Horizonte devem evitar colapso da Linha Sul do Recife previsto para 2027, segundo garantiu a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU). O gerente da Companhia, José Inocêncio, participou das vistorias nos trens de Belo Horizonte que serão transferidos para o Recife após acordo entre o governo federal e o de Pernambuco para “estadualizar” a administração do Metrô do Recife.
A chegada
Segundo ele, a chegada das composições tem como objetivo evitar um colapso na operação da Linha Sul do Metrô do Recife, previsto em estudos técnicos para abril de 2027.
"Nós estamos aqui em Belo Horizonte providenciando o transporte do primeiro trem dos seis que vão para Recife para suprir a operação da Linha Sul do metrô no Recife. Isso faz parte de um processo devido aos estudos que prevê que em abril de 2027 nós poderíamos ter um colapso", afirmou.

O sistema
De acordo com nota técnica da Secretaria Nacional de Mobilidade Urbana, o sistema metroferroviário do Grande Recife enfrenta uma restrição crítica de frota. Os trens em operação apresentam obsolescência técnica após cerca de 40 anos de uso e são utilizados predominantemente no Ramal Sul do Metrô do Recife.
Trens reprovados em Porto Alegre
Dos 11 trens que devem reforçar o sistema metroviário, cinco viriam de Porto Alegre. Porém, após vistorias, quatro trens foram reprovados por apresentarem alto grau de degradação e pelos custos para recuperação.
Informou
A CBTU informou que o trem aprovado no Rio Grande do Sul deve chegar “em um segundo momento”, mas não especificou quando. Também não confirmou se outros trens serão avaliados, já que o esperado era trazer cinco trens e não apenas um.
Desafios
Quem usa o metrô diariamente conhece bem os desafios. O Metrô do Recife enfrenta, há anos, paralisações e problemas. Os principais problemas estão diretamente ligados a falhas na rede aérea. Nos últimos dois anos, foram registradas várias paralisações. (O Poder)

Radar Estratégico Ativaweb DataLab - o que rola nas redes sociais hoje
08/05/2026
A fintech Naskar virou o novo epicentro da tensão financeira digital após o desaparecimento de quase R$ 1 bilhão em recursos de clientes do DF e de várias regiões do país. O caso explodiu nas redes sociais durante a madrugada, impulsionado por relatos de clientes desesperados e denúncias sobre o sumiço dos sócios. A percepção digital começa a migrar do “problema financeiro” para “crise institucional”. O tema mistura medo coletivo, sensação de golpe e cobrança imediata por ação da PF e Banco Central. O ambiente digital já trata o caso como “novo escândalo fintech brasileiro”.
“No Brasil hiperconectado, confiança financeira virou patrimônio digital. Quando ela quebra, o colapso é instantâneo", diz Alex Maracajá, diretor da Ativaweb Datalab.
Lula e Trump: Depois do aperto de mãos veio o aperto diplomático
A reunião entre Lula e Trump repercutiu forte no ambiente político brasilei...
Nascar sumiu com o pix dos clientes
A fintech Naskar virou o novo epicentro da tensão financeira digital após o desaparecimento de quase R$ 1 bilhão em recursos de clientes do DF e de várias regiões do país. O caso explodiu nas redes sociais durante a madrugada, impulsionado por relatos de clientes desesperados e denúncias sobre o sumiço dos sócios. A percepção digital começa a migrar do “problema financeiro” para “crise institucional”. O tema mistura medo coletivo, sensação de golpe e cobrança imediata por ação da PF e Banco Central. O ambiente digital já trata o caso como “novo escândalo fintech brasileiro”.
“No Brasil hiperconectado, confiança financeira virou patrimônio digital. Quando ela quebra, o colapso é instantâneo", diz Alex Maracajá, diretor da Ativaweb Datalab.
Lula e Trump: Depois do aperto de mãos veio o aperto diplomático
A reunião entre Lula e Trump repercutiu forte no ambiente político brasileiro. Apesar do tom amistoso das imagens, os bastidores mostram preocupação do governo sobre tarifas e pressão comercial dos EUA nos próximos 30 dias. O governo tenta vender o encontro como vitória diplomática. Já opositores afirmam que o encontro ainda não blindou o Brasil economicamente.Nas redes, a imagem de Lula ao lado de Trump gerou forte engajamento justamente por quebrar bolhas ideológicas.
“Na política digital, uma foto vale mais que uma coletiva inteira.”(Alek Maracajá).
Master virou "Bolsomaster"
A operação envolvendo o Banco Master entrou numa nova fase após setores ligados ao governo e à oposição iniciarem disputa para colar digitalmente o caso em diferentes grupos políticos. O termo “BolsoMaster” cresceu em grupos políticos e perfis militantes.
O Centrão já demonstra preocupação com possíveis delações e novos nomes citados. O caso começa a contaminar setores além do financeiro e atinge ambiente eleitoral de 2026.
“Em Brasília, escândalo que viraliza rápido deixa de ser financeiro e vira ativo político.”(Alek Maracajá).
Mendonça entrou no jogo e esquentou o clima no STF
O ministro André Mendonça afirmou que delação precisa ser “séria” e ainda declarou que não teve acesso aos relatos completos. A fala repercutiu imediatamente nos bastidores políticos e jurídicos. A oposição comemorou a posição do ministro. Aliados do governo interpretaram a fala como pressão indireta sobre o andamento do caso. O STF continua no centro da disputa narrativa nacional.
“Hoje, cada frase de ministro já nasce como headline e termina como disputa digital.”(Alek Maracajá)
Flávio cobra CPI "sem acordão"
Flávio Bolsonaro elevou o tom ao elogiar Mendonça e pedir uma CPI “sem acordão”. O movimento tenta posicionar o bolsonarismo como defensor da investigação total. O discurso busca antecipar desgaste e afastar conexão política com o caso Master. Perfis de direita impulsionaram o tema durante toda a noite. O termo “acordão” voltou com força nos debates políticos digitais.
Nunes Marques arquiva ação e Brasília respira por 5 minutos
O ministro Nunes Marques arquivou ação movida por Bolsonaro contra Lula e Gleisi Hoffmann. O caso rapidamente entrou no debate político das redes.
Governistas trataram como derrota jurídica da oposição. Oposição respondeu dizendo que o foco agora é o avanço da CPI do Master.
“Em 2026, nenhuma decisão jurídica termina no tribunal. Todas terminam nas redes.” (Alek Maracajá).
Eduardo Bolsonaro apoia "pupilo de Waldemar e a direita briga entre si
O apoio político em São Paulo gerou desgaste entre bolsonaristas e abriu nova onda de críticas internas. Parte da militância enxergou o movimento como aproximação excessiva com o PL tradicional. O tema ganhou força principalmente em grupos conservadores do X e Telegram. A direita segue forte digitalmente, mas cada vez mais fragmentada internamente.
Tema Bodycam da polícia de São Paulo incomoda Tarcísio
A SSP de Tarcísio entrou novamente no debate após divulgação de dados ligados ao uso irregular de bodycams. O tema reacende debate sobre segurança pública e transparência policial. A esquerda tenta nacionalizar o assunto. Já a direita busca blindar Tarcísio focando em índices de criminalidade.
PEC 6x1 continua rodando o Brasil
Após encontro na Paraíba, comissão da PEC 6x1 realiza audiência em São Paulo. O tema continua crescendo organicamente entre jovens trabalhadores e sindicatos digitais. Há aumento gradual de apoio nas plataformas TikTok e Instagram. O debate saiu da internet e entrou definitivamente na agenda política.
Leitura estratégica Ativaweb DataLab
O ambiente digital desta sexta-feira mostra três movimentos simultâneos:
• Crise financeira com potencial emocional alto (Naskar e Master)
• Guerra narrativa intensa entre governo, oposição e STF
• Lula explorando simbolicamente o encontro com Trump para tentar reposicionar imagem internacional
O Brasil hiperconectado vive hoje um ambiente onde economia, justiça e política se fundem em tempo real dentro das redes sociais.
“A nova praça pública brasileira não é mais a rua. É o feed.” (Alek Maracajá)
É a Guerra. É a Guerra! - Crônica - Por Romero Falcão*
08/05/2026
Nas antigas, o sujeito tinha cautela diante da sedução da vitrine. Queria assistir à Copa numa televisão maior, então se programava. Um ano antes começava a juntar dinheiro. Devagarinho, tostão por tostão, chegava à loja e pagava à vista. Nada de dívida.
Agora, a toada é outra. A criatura não tem um dólar furado, mas tem um cartão de crédito. Daí divide a tv em doze vezes "sem juros". Deus ajuda a pagar. — Ô seu idiota, não critique a vida do pobre, é assim que ele pode ter as coisas. É assim que a massa se enrola... Desenrola?
O supermercado bombardeia o bolso da população. Haja guerra no carrinho. Cinco sacolas de compra e lá vem o míssil de quatrocentos reais. Bota no cartão. Expl...
Em ano eleitoral a palavra guerra atinge vários flancos. Desde a guerra de torcidas nas redes à guerra dos endividados que atormenta o governo federal. Esta não deveria ser tratada com um tampão de gaze e sim com educação financeira da população.
Nas antigas, o sujeito tinha cautela diante da sedução da vitrine. Queria assistir à Copa numa televisão maior, então se programava. Um ano antes começava a juntar dinheiro. Devagarinho, tostão por tostão, chegava à loja e pagava à vista. Nada de dívida.
Agora, a toada é outra. A criatura não tem um dólar furado, mas tem um cartão de crédito. Daí divide a tv em doze vezes "sem juros". Deus ajuda a pagar. — Ô seu idiota, não critique a vida do pobre, é assim que ele pode ter as coisas. É assim que a massa se enrola... Desenrola?

O supermercado bombardeia o bolso da população. Haja guerra no carrinho. Cinco sacolas de compra e lá vem o míssil de quatrocentos reais. Bota no cartão. Explode o orçamento.
Piorando o cenário, a infantaria dos oportunistas entra em ação nos escalões mais baixos, muito baixos. Tudo é culpa da guerra, da estreita garganta de Omuz. Reclamei do preço do caldo de cana. O comerciante disparou com a ponta da língua.
— É a guerra. É a guerra
Fui dar um grau no sapato. Protestei o preço.
— É a guerra, é a guerra, doutor — disse o sapateiro.

Mas nada se compara ao campo de batalha da meninada. É preciso um arsenal de munição para fechar o álbum de figurinhas da Copa do Mundo. A brincadeira pode custar mais de mil reais - segundo a mídia. Mil reais, um tiro de misericórdia na carteira dos pais.
*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

Depois da enchentes, a providência - Governo do Estado faz limpeza de emergência no Rio Beberibe
08/05/2026
Hoje, 08 de maio de 2026, o governo do Estado anuncia, mais discretamente, força-tarefa emergencial de limpeza do Rio Beberibe, desta vez no Porto da Madeira, no Recife. Os trabalhos estão marcados para começar agora, 10h da manhã. Como a governadora é adversária política do prefeito, não há parceria, o que é outra marca de Raquel: dois pesos, duas medidas.
A notícia
Nesta sexta-feira (08/05), o Governo de Pernambuco inicia uma força-tarefa de limpeza emergencial do Rio Beberibe no Recife, com retirada de lixos e entulhos, por exemplo. A intervenção tem por objetivo dimin...
A imagem acima, de 19 de maio de 2925, não deixa duvidas. Exatamente há um ano, a governadora de Pernambuco Raquel Teixeira Lyra e a prefeita de Olinda, Mirella Almeida, anunciaram, com o estardalhaço de sempre, um mutirão para limpar o rio Beberibe e beneficiar "milhares de familias". Essas mesmas famílias que ficaram desabrigadas nas chuvas do último final de semana.
Hoje, 08 de maio de 2026, o governo do Estado anuncia, mais discretamente, força-tarefa emergencial de limpeza do Rio Beberibe, desta vez no Porto da Madeira, no Recife. Os trabalhos estão marcados para começar agora, 10h da manhã. Como a governadora é adversária política do prefeito, não há parceria, o que é outra marca de Raquel: dois pesos, duas medidas.
A notícia
Nesta sexta-feira (08/05), o Governo de Pernambuco inicia uma força-tarefa de limpeza emergencial do Rio Beberibe no Recife, com retirada de lixos e entulhos, por exemplo. A intervenção tem por objetivo diminuir os riscos de inundações durante o período chuvoso e beneficia todas as comunidades existentes ao longo do Rio. A operação inicia nesta sexta e segue pelo tempo necessário até a conclusão dos trabalhos. Vão estar na ação as secretarias de Desenvolvimento Urbano e Habitação e de Recursos Hídricos e Saneamento.
A questão é
Serviços de limpeza e manutenção nunca deveriam ser emergenciais. É algo que deve ser permanente, serviço de rotina. Mas, antes tarde do que nunca.
A Erosão Moral das Instituições - Por Wellington Carneiro*
08/05/2026
Escândalos surgem em sequência, denúncias explodem, cifras milionárias desaparecem, nomes influentes circulam nos bastidores do poder — e, ainda assim, parte das instituições reage com um silêncio constrangedor. O que deveria provocar indignação nacional acaba tratado como mera nota de rodapé no noticiário.
E isso talvez seja o mais grave.
Porque uma nação não desmorona apenas quando a corrupção existe. Ela começa a apodrecer quando a corrupção deixa de causar revolta.
O cidadão comum trabalha, paga impostos abusivos, enfrenta filas em hospitais, insegurança nas ruas e o peso cruel do custo de vida. Enquanto isso, uma elite política e burocrática parece viver em um país paralelo, blindada por influência, relações convenientes e estruturas criadas para proteger os de sempre.
O problema já não é apenas moral. É institucional.
Quando denúncias...
O brasileiro foi anestesiado pela repetição dos absurdos.
Escândalos surgem em sequência, denúncias explodem, cifras milionárias desaparecem, nomes influentes circulam nos bastidores do poder — e, ainda assim, parte das instituições reage com um silêncio constrangedor. O que deveria provocar indignação nacional acaba tratado como mera nota de rodapé no noticiário.
E isso talvez seja o mais grave.
Porque uma nação não desmorona apenas quando a corrupção existe. Ela começa a apodrecer quando a corrupção deixa de causar revolta.
O cidadão comum trabalha, paga impostos abusivos, enfrenta filas em hospitais, insegurança nas ruas e o peso cruel do custo de vida. Enquanto isso, uma elite política e burocrática parece viver em um país paralelo, blindada por influência, relações convenientes e estruturas criadas para proteger os de sempre.
O problema já não é apenas moral. É institucional.
Quando denúncias envolvendo figuras poderosas aparecem sucessivamente, e a sensação popular é de impunidade permanente, o recado transmitido à sociedade é devastador: existem dois países. Um onde o cidadão responde por tudo. Outro onde determinados grupos parecem nunca responder por nada.
E é justamente nesse ambiente que cresce o descrédito nas instituições.
A população começa a olhar para tribunais, órgãos de controle e estruturas de poder não mais como garantidores da Justiça, mas como peças de um jogo político cuidadosamente articulado para preservar interesses. A confiança pública vai sendo destruída pouco a pouco — não por discursos radicais, mas pela própria repetição dos fatos.
O mais revoltante é perceber que muitos dos que hoje posam como defensores da democracia vêm sendo, durante anos, complacentes com práticas que ajudaram a destruir a credibilidade do Estado brasileiro.
Combatem seletivamente a corrupção. Defendem investigações conforme a conveniência. Pregam moralidade apenas quando o alvo é o adversário.
Isso não é defesa da democracia. É oportunismo institucional.
O Brasil virou um país onde o contribuinte sustenta uma máquina gigantesca que, frequentemente, parece funcionar muito melhor para proteger estruturas de poder do que para servir ao povo.
E enquanto isso acontece, cresce a censura velada, aumenta a perseguição política disfarçada de legalidade e avança uma perigosa tentativa de normalizar o absurdo.
Mas existe um limite.
Nenhuma sociedade suporta indefinidamente a sensação de injustiça permanente. Nenhum povo aceita para sempre assistir aos mesmos grupos escaparem ilesos enquanto o cidadão comum paga a conta de tudo.
A História mostra que regimes de privilégios sempre ruem. Às vezes lentamente. Às vezes de forma repentina.
Porque quando a Justiça perde a capacidade de inspirar confiança, o que entra em colapso não é apenas a imagem das instituições.
É a própria ideia de República.
*Wellington Carneiro é advogado. @pastorwellingtoncarneiro
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o livre confronto de ideias e acolhe o contraditório. Todas as pessoas e instituições citadas têm assegurado espaço para suas manifestações.

EUA esperam que Irã responda hoje sobre proposta de paz
08/05/2026
"Deveríamos saber algo hoje. Ainda não recebemos nada, até a última hora. O sistema deles ainda está muito fragmentado e disfuncional, o que pode estar dificultando as negociações", explicou.
Observou
O principal diplomata americano observou que esperam que a resposta iraniana seja "algo que possa nos levar a um processo sério de negociação".
Mencionou
Rubio também mencionou notícias veiculadas durante a noite de que "o Irã estabeleceu ou está tentando estabelecer alguma agência para controlar o tráfego no Estreito", alertando que "isso seria muito problemático, seria inaceitável".
O Poder
A espera pela proposta de paz. Os Estados Unidos esperam uma resposta hoje, sexta-feira (08/05) do Irã sobre uma proposta em relação à guerra, disse o secretário de Estado americano, Marco Rubio, acrescentando que espera que "seja uma oferta séria".
"Deveríamos saber algo hoje. Ainda não recebemos nada, até a última hora. O sistema deles ainda está muito fragmentado e disfuncional, o que pode estar dificultando as negociações", explicou.
Observou
O principal diplomata americano observou que esperam que a resposta iraniana seja "algo que possa nos levar a um processo sério de negociação".
Mencionou
Rubio também mencionou notícias veiculadas durante a noite de que "o Irã estabeleceu ou está tentando estabelecer alguma agência para controlar o tráfego no Estreito", alertando que "isso seria muito problemático, seria inaceitável".
O Poder