Homenagem - Universidade Federal Rural de Pernambuco concede Láurea de Mérito Cultural ao poeta Joselito Nunes
31/10/2024 - Jornal O Poder
O Poder
Advogado, escritor, poeta e cordelista. A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), aprovou a concessão da Láurea de Mérito Cultural da UFRPE ao escritor e poeta Joselito Nunes. Zelito Nunes como é conhecido, é paraibano, mas recebeu o título de Cidadão Pernambucano concedido pela Assembleia Legislativa de Pernambuco.
Talento poético
Na propositura, assinada pela reitora Maria José de Sena, a UFRPE considera o talento poético de Joselito Nunes, com uma atuação que transcende os limites literários, sem fugir do lirismo e do preciosismo no manejo da métrica e da rima e por seu admirável repertório composto por poesia, “causos” do interior, que enriquecem a cultura popular existente no sertão nordestino, disseminada em diversos canais de divulgação através dos livros, e mídias sociais.
Aprovado
A homenagem ao poeta e escrit...
O Poder
Advogado, escritor, poeta e cordelista. A Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), aprovou a concessão da Láurea de Mérito Cultural da UFRPE ao escritor e poeta Joselito Nunes. Zelito Nunes como é conhecido, é paraibano, mas recebeu o título de Cidadão Pernambucano concedido pela Assembleia Legislativa de Pernambuco.
Talento poético
Na propositura, assinada pela reitora Maria José de Sena, a UFRPE considera o talento poético de Joselito Nunes, com uma atuação que transcende os limites literários, sem fugir do lirismo e do preciosismo no manejo da métrica e da rima e por seu admirável repertório composto por poesia, “causos” do interior, que enriquecem a cultura popular existente no sertão nordestino, disseminada em diversos canais de divulgação através dos livros, e mídias sociais.
Aprovado
A homenagem ao poeta e escritor foi aprovada pelos Conselhos Superiores da UFRPE, para receber a Láurea do Mérito Cultural, instituída por meio da Resolução 545/2024 dos Conselhos Superiores da Universidade.

Atuação
Esta concessão, conforme justificativa da Universidade, consiste em homenagear pessoas físicas que se distinguem por sua atuação no campo das artes e da cultura, como reconhecimento de sua produção artística ou literária, contribuindo para o desenvolvimento da Educação e do Estado de Pernambuco.
“Portanto a UFRPE reconhece que a sua história de música e poesia agrega valor imortal à cultura nordestina” diz o comunicado.
A solenidade
A solenidade de entrega do Diploma da Láurea do Mérito Cultural será realizada às 18h do dia 12 de novembro de 2024, no Salão Nobre da instituição, em reunião conjunta dos Conselhos Superiores.
Obras
Paraibano da cidade de Monteiro, na região do Cariri paraibano, Zelito Nunes reside no Recife desde 1969. Ele é autor de obras que retratam a vida e a alma do nordestino, especialmente do matuto e dos cantadores de viola. Entre seus livros estão “Sertão do Beiradeiro – Registro Antes que Acabe” e “Pinto Velho de Monteiro”.
Trabalho
O trabalho mais recente, intitulado “No Sertão Onde Eu Vivia”, traz uma coletânea de histórias de figuras do Interior de Pernambuco e da Paraíba.

Leia outras informações
Adeus Homero Fonseca. Mais um dos ótimos que se vai
22/08/2026
Neste mundo tem gente ruim, gente que se faz de boa e gente que é boa mesmo. Homero Fonseca não era apenas gente boa, era dos melhores entre os melhores. Um dos ótimos. A impressão que tenho é que convivemos, ora mais ora menos, desde sempre. Compartilhamos redações, ele general, eu soldado raso, militâncias, sonhos, camaradagem, farras e, pasmem, divergências. Uma específica: ambos estudávamos e discutíamos o tema "boatos". Ambos vivemos o fenômeno do "estouro de Tapacurá". Homero escreveu um livro maravilhoso, 'Viagem ao Planeta dos Boatos'. Só que interpretou a nascente do caudal que não houve mas causou o maior transtorno de todos os tempos no Recife, como intencional. Eu entendia e entendo que foi uma espécie de "combustão espontânea". Divergimos nisso irremediavelmente, até que a morte separou Homero dos entes queridos e da humanidade. Neste sábado, 26/08. Homero abandonou esse mundo, enfim derrotado pelo câncer apos luta f...
Por José Nivaldo Junior*
Neste mundo tem gente ruim, gente que se faz de boa e gente que é boa mesmo. Homero Fonseca não era apenas gente boa, era dos melhores entre os melhores. Um dos ótimos. A impressão que tenho é que convivemos, ora mais ora menos, desde sempre. Compartilhamos redações, ele general, eu soldado raso, militâncias, sonhos, camaradagem, farras e, pasmem, divergências. Uma específica: ambos estudávamos e discutíamos o tema "boatos". Ambos vivemos o fenômeno do "estouro de Tapacurá". Homero escreveu um livro maravilhoso, 'Viagem ao Planeta dos Boatos'. Só que interpretou a nascente do caudal que não houve mas causou o maior transtorno de todos os tempos no Recife, como intencional. Eu entendia e entendo que foi uma espécie de "combustão espontânea". Divergimos nisso irremediavelmente, até que a morte separou Homero dos entes queridos e da humanidade. Neste sábado, 26/08. Homero abandonou esse mundo, enfim derrotado pelo câncer apos luta feroz e corajosa. Partiu para a eternidade como um ser humano vitorioso, que deixou um precioso legado para as próximas gerações.

No Jornalismo
Fez de um tudo. De foca a diretor. Em veículos locais e nacionais. Bom colega, chefe ainda melhor. Repórter sempre, visionário nos melhores momentos.
Os livros
Homero, jornalista como hoje não mais existem, era um escritor primoroso. O último livro, lançado pelos amigos há pouco tempo, ainda não li. O favoritíssimo continua, diaparado, sendo 'Roliúde'. Um romance magnífico que interage o cinema norte-americano com os saltimbancos de feira do interior do Nordeste nos anos 1940. Coisa de gênio.

Invejável
Alguém já disse
que Homero misturava nos seus romances realismo mágico e memória histórica. De acordo com o blog de Taís Paranhos, “Seu legado agora se transforma em referência permanente para quem busca compreender a força literária do Nordeste”. Disse bem.
A blogueira
Lembra também a escrita dele, sempre carregada de símbolos, mitos e personagens que atravessam eras, consolidando uma identidade literária singular. “A morte do autor encerra um ciclo, mas abre espaço para que sua obra seja revisitada com a profundidade que merece. Pernambuco perde um de seus grandes narradores, mas ganha um nome eterno na literatura brasileira.” disse tudo, de novo.
Roliúde
Concordo com quem disse que o grande destaque da carreira de Homero como escritor está 'Roliúde: Um romance picaresco aventuroso e cinematográfico'. A obra, de 2011, chegou ser adaptada para o teatro. Narra as aventuras de Bibiu, um “Ulisses nordestino” na década de 1940, que viaja pelo interior contando enredos de clássicos do cinema hollywoodiano e brasileiro. Ler ou reler essa obra-prima, cuja capa da primeira edição repete o famoso letreiro da meca do cinema adaptado ao nordestinês, é a maior homenagem que o leitor pode prestar a esse modesto e doce, porém grandioso autor épico de Pernambuco.
O velório
Acontecerá hoje, domingo, 23/08, das 12h às 18h, no Cemitério Morada da Paz, em Paulista. Adeus, amigo.
*José Nivaldo Junior é da Academia Pernambucana de Letras. Diretor de O Poder.
Sem Lula e Flávio, Band realiza neste domingo (23) primeiro debate com os candidatos à presidência
22/08/2026
Outro nome que não estará na bancada é o do empresário Pablo Marçal (PRTB), mas neste caso, porque ele foi impedido pela Justiça eleitoral. Marçal se cadastrou como candidato mas como é alvo de um processo que o mantém inelegível, até ser avaliado recurso apresentado por seus advogados de defesa, está proibido de fazer campanha política.
Nomes confirmados
Estão confirmadas, no entanto, as participações de Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). A Band decidiu manter o formato originalm...
Está tudo pronto para a realização do primeiro debate da corrida presidencial, a ser realizado neste domingo (23/8), às 20h, nos estúdios da Band, em São Paulo. Ou melhor, quase tudo, porque apesar de terem sido convidados todos os candidatos à presidência da República nestas eleições, as equipes do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL) avisaram que nenhum dos dois participará do evento.
Outro nome que não estará na bancada é o do empresário Pablo Marçal (PRTB), mas neste caso, porque ele foi impedido pela Justiça eleitoral. Marçal se cadastrou como candidato mas como é alvo de um processo que o mantém inelegível, até ser avaliado recurso apresentado por seus advogados de defesa, está proibido de fazer campanha política.
Nomes confirmados
Estão confirmadas, no entanto, as participações de Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). A Band decidiu manter o formato originalmente previsto e deixará vazios os púlpitos reservados aos candidatos ausentes.
A cobertura da emissora terá início às 19h na internet, acompanhando a chegada dos presidenciáveis. Na televisão, a programação começa às 19h30, enquanto o debate está marcado para as 20h. BandNews, rádios do grupo e um pool formado por TV Cultura, TV Gazeta, Jovem Pan e Estadão também participarão da transmissão.
Três blocos
Conforme informaram neste sábado (22/08) os organizadores, o programa será dividido em três grandes blocos, incluindo duas etapas de confronto direto entre os candidatos. O debate será comandado pelos jornalistas Eduardo Oinegue e Adriana Araújo, com participação de outros profissionais da emissora. Em determinados momentos, os candidatos poderão circular pelo estúdio e confrontar os adversários sem mediação.
A assessoria do PT informou que a decisão de Lula de não participar faz parte da estratégia adotada pela campanha do presidente para os debates do primeiro turno. A avaliação é de que o presidente ficaria mais exposto a ataques dos adversários em um confronto sem equilíbrio político.
Críticas do PT
A campanha de Lula também questionou a participação de Renan Santos e Romeu Zema, argumentando que suas legendas não teriam presença obrigatória assegurada pela legislação eleitoral.
E colocou a possibilidade de que tais debates sirvam como plataforma para candidatos com menor intenção de voto, além da produção de episódios e cortes de vídeo capazes de ganhar grande repercussão nas redes sociais. Mas a expectativa é de que o presidente vá aos debates a serem programados para o segundo turno do pleito.
Flávio adota mesma linha
A mesma estratégia foi adotada pelo senador Flávio Bolsonaro. Sua equipe de campanha condicionou a presença dele nos debates do primeiro turno à participação de Lula. Sem o petista no estúdio, seus estrategistas avaliam que o candidato do PL poderia se tornar o principal alvo de adversários como Caiado, Zema e Renan, que disputam espaços dentro do eleitorado de direita.
Com isso, o primeiro grande confronto televisivo da campanha terá um cenário diferente do inicialmente esperado. Sem o embate direto entre Lula e Flávio, os quatro candidatos confirmados terão uma vitrine nacional para ampliar sua visibilidade, criticar a polarização e tentar se apresentar ao eleitorado como alternativa aos dois principais polos da disputa.
Regras foram negociadas
A emissora estabeleceu previamente regras negociadas com as campanhas. O formato prevê um minuto para a formulação das perguntas e quatro minutos administrados pelos próprios candidatos para resposta e eventual tréplica, buscando reduzir o engessamento do programa e permitir confrontos mais espontâneos.
Paralelamente, uma nova disputa chegou ao TSE. O partido Democracia Cristã (DC) pediu a inclusão de sua candidata, Clariana Barão, no debate. A legenda argumentou que a ausência de mulheres no encontro e os convites feitos a candidatos cuja participação não seria obrigatória configurariam tratamento desigual. Ainda não houve posição a respeito por parte do Tribunal até o fim da tarde deste sábado.
— Com Agências de Notícias
Comove Brasília, neste sábado (22), morte de veterinária atacada por cães que fazem a segurança do Senado Federal
22/08/2026
Em primeiro lugar, porque apesar de não ser uma informação omitida pela instituição, nem toda a população sabia que o Senado Federal também contava com cães para fazer a segurança de parlamentares e conter confrontos observados na área externa dessa casa legislativa. Muito menos que possuía um canil.
Em segundo lugar, pela ferocidade do episódio, que chocou muitos cidadãos. Com 36 anos de idade, aparentando ser mais nova, Vitória foi estagiária de Medicina Veterinária no Senado entre 2022 a 2024 e retornou posteriormente à instituição como profissional terceirizada, na prestação do serviço de cuidado dos animais.
Ração aos animais
Ela foi mordida no pescoço por um dos cães, um pastor-belga, na última terça-fe...
Repercutiu em todo o Distrito Federal a morte, neste sábado (22/08), da médica-veterinária Vitória Valle de Oliveira Pinha, atacada quando trabalhava como tratadora de animais no Serviço de Cinotecnia do Senado.
Em primeiro lugar, porque apesar de não ser uma informação omitida pela instituição, nem toda a população sabia que o Senado Federal também contava com cães para fazer a segurança de parlamentares e conter confrontos observados na área externa dessa casa legislativa. Muito menos que possuía um canil.
Em segundo lugar, pela ferocidade do episódio, que chocou muitos cidadãos. Com 36 anos de idade, aparentando ser mais nova, Vitória foi estagiária de Medicina Veterinária no Senado entre 2022 a 2024 e retornou posteriormente à instituição como profissional terceirizada, na prestação do serviço de cuidado dos animais.
Ração aos animais
Ela foi mordida no pescoço por um dos cães, um pastor-belga, na última terça-feira (18/08), quando entrou no canil para dar a ração deles. A veterinária ficou alguns minutos sozinha, machucada, até que um policial legislativo a encontrou deitada e sangrando.
O policial realizou os primeiros socorros e chamou uma ambulância que a encontrou em parada cardiorespiratória e a reanimou. A veterinária foi encaminhada ao Hospital de Base de Brasília, onde passou por uma cirurgia após sofrer mordidas na região do pescoço, que causaram hemorragia e a deixaram em estado grave.
A situação e as causas do ataque ainda estão sendo analisadas, uma vez que a profissional não era desconhecida dos cães, pelo contrário: atuava no manejo e cuidados de saúde desses animais há tempos. Inclusive, o cachorro que a atacou foi retirado do local e está em isolamento, para observação mais detalhada sobre sua saúde e seu comportamento.
Perplexidade e repercussão
Desde o anúncio do óbito, além da perplexidade das pessoas como um todo, não param de repercutir nos veículos de imprensa de Brasília e nas redes sociais notas de solidariedade e sentimentos aos colegas e à família da veterinária.
"Neste momento de dor, o Senado expressa sua solidariedade à família, amigos e colegas de trabalho de Vitória, lembrada pela dedicação com que sempre desempenhou suas atividades", ressaltou em nota oficial, a mesa diretora do Senado.
Também o Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União (Sindlegis) se manifestou. A entidade afirmou em nota que “expressa solidariedade à família, aos amigos e aos colegas de trabalho e coloca-se à disposição da família”. Além disso, reforçou que “devem prevalecer o respeito à memória de Vitória e o acolhimento daqueles que convivem com a dor de sua ausência".
Entrevista — “Atores políticos que antes não coexistiam, agora atuam sob os mesmos holofotes", afirma Marcelo S.Tognozzi
22/08/2026
Na contramão de muitos especialistas em relações de trabalho, ele é da opinião que o que está acontecendo no Brasil “não é muito diferente do que vivemos em um passado recente”. Só que, em sua avaliação, desta vez a crise econômica “trouxe para o centro do palco atores políticos que antes não coexistiam sob os mesmos holofotes, como é o caso do Poder Judiciário”.
O Poder — O senhor criticou o fato de a Justiça trabalhista ter determinado ao grupo Casas Bahia, que iniciou a semana pedindo recuperação judicial, a suspensão das demissões já feitas. Por que motivo?
Marcelo Tognozzi — O Brasil parece estar eternamente numa marc...
Observador atento dos principais problemas do Brasil, o jornalista e analista político Marcelo S. Tognozzi critica, nesta entrevista, o fato de a Justiça trabalhista ter determinado ao grupo Casas Bahia — um dos maiores do país, que entrou em recuperação judicial na última semana — a suspensão das demissões.
Na contramão de muitos especialistas em relações de trabalho, ele é da opinião que o que está acontecendo no Brasil “não é muito diferente do que vivemos em um passado recente”. Só que, em sua avaliação, desta vez a crise econômica “trouxe para o centro do palco atores políticos que antes não coexistiam sob os mesmos holofotes, como é o caso do Poder Judiciário”.
O Poder — O senhor criticou o fato de a Justiça trabalhista ter determinado ao grupo Casas Bahia, que iniciou a semana pedindo recuperação judicial, a suspensão das demissões já feitas. Por que motivo?
Marcelo Tognozzi — O Brasil parece estar eternamente numa marcha da insensatez e os fatos às vezes parecem ficção. O grupo Casas Bahia, empresa que pediu recuperação judicial, tem dívida de R$ 17,3 bilhões. Para continuar operando, precisa fechar 298 lojas e demitir entre 1,9 mil e 2 mil empregados. A Justiça do Trabalho aplicou o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), determinando que demissões em massa devem passar por uma negociação com os sindicatos, mas o problema é muito maior do que se imagina. Se a empresa está derretendo, precisa tomar medidas duras e amargas para sobreviver.
Impor o retorno dos demitidos sem que sejam obrigados a devolver as indenizações recebidas, não vai salvar o emprego de ninguém. Morrerão todos abraçados, empresa e trabalhadores.
O Poder — Mas o senhor não concorda com o que disseram alguns sindicalistas, que do ponto de vista social foi uma decisão acertada, pelo menos nesse período de reestruturação do grupo?
Marcelo Tognozzi — Não se atrapalha quem tenta sobreviver. Principalmente no cenário deste ano eleitoral, com a economia enfrentando muitos problemas, o governo gastando mais do que poderia e os impostos crescendo mais do que deveriam. De janeiro a abril deste ano, 602 empresas entraram em recuperação judicial e outras 234 faliram. No início deste segundo semestre havia 6.341 empresas em recuperação judicial no Brasil, um aumento de 65,8% sobre igual período de 2023, nos primeiros meses de Lula 3.
Os trabalhadores sabem que o grosso dos empregos são gerados pela iniciativa privada e que quanto menos empresas, a oferta de postos de trabalho cai e menos dinheiro circulará na economia. A crise chega em ondas, até se estabelecer de vez como aconteceu no Dilma 2.
O Poder — Então, ao seu ver, esses eventos alertam para uma repetição de fatos observados em um Brasil nem tão remoto?
Marcelo Tognozzi — Quem leu ‘Anatomia de um Desastre’, livro escrito pelos jornalistas Cláudia Safatle, João Borges e Ribamar Oliveira, sabe os detalhes e os bastidores de um dos piores momentos do Brasil. A crise dissecada no livro foi edificada a partir de intervenção desastrosa na economia, cujas consequências todos nós conhecemos bem no bolso e no lombo. O que está acontecendo agora não é muito diferente do que vivemos no passado recente, porque a crise foi se instalando ao longo dos últimos três anos e trouxe para o centro do palco atores políticos que antes não coexistiam sob os mesmos holofotes, como é o caso do Poder Judiciário. A crise do governo Dilma, ficou restrita ao Executivo e Legislativo, terminando em impeachment com o Supremo negociando para aliviar Dilma que, ao contrário de Fernando Collor, não perdeu os direitos políticos e se candidatou ao Senado por Minas em 2018. Desta vez a crise está escalando num volume jamais visto.
O Poder — Com base em quais fundamentos o senhor considera que a escalada está sendo pior?
Marcelo Tognozzi — O custo do dinheiro reduziu drasticamente a margem dos produtores rurais, que vivem um paradoxo. Eles colherão safra recorde de 354 milhões de toneladas, mas, ao mesmo tempo, devem muito. Há até R$ 100 bilhões em operações ligadas ao agro que podem entrar em renegociação. Parte disso, R$ 36,7 bilhões, são créditos inadimplentes, enquanto R$ 63,5 bilhões correspondem a operações prorrogadas ou renegociadas. Até 113 mil tomadores podem ser alcançados. No agro, como no comércio, as recuperações judiciais estão explodindo. Somente este ano já foram 517 pedidos de recuperação judicial, 33% a mais do que no mesmo período de 2025. Num cenário em que temos aumento dos preços dos fertilizantes provocado pela guerra no Irã e na Ucrânia, o custo para produzir alimentos tenderá a subir ainda mais em 2027.
O Poder — Muito dessa crise também não é interferência do cenário internacional?
Marcelo Tognozzi — O cenário geopolítico promete ser mais hostil em 2027, com os Estados Unidos e seus aliados latino-americanos batendo bumbo em volta do Brasil, mas também com o acirramento da polarização na Europa, onde a direita está crescendo sustentada pelo discurso anti-imigração. Na Inglaterra o conservador e garoto propaganda do Brexit Nigel Farage, do Reform UK, voltou ao parlamento com a narrativa de independência. Farage dificilmente será inquilino do número 10 de Downing Street, mas pode empurrar o eleitorado para a opção mais conservadora ou desequilibrar o jogo dos Trabalhistas no parlamento.
Na França, Marine Le Pen lidera as pesquisas com mais de 30% dos votos para as presidenciais de abril de 2027. Claro que tudo isso pode mudar, como mudou na última eleição, mas esta é a tendência do momento. A França, junto com a Irlanda, são os maiores adversários do acordo Mercosul-EU. E na Espanha, pesquisas indicam que a direta e centro-direita até agora são as preferidas do eleitorado nas eleições do ano que vem, com chances de levarem 186 cadeiras no parlamento, ficando com 10 a mais que o necessário para a maioria. Todo este cenário exigirá do Brasil uma atenção redobrada não apenas à diplomacia formal do Itamaraty, mas especialmente à diplomacia empresarial que tem na JBS e na Embraer seus maiores expoentes.
O Poder — O que o senhor imagina que pode ser feito, já que a situação está tão perto da que foi observada em 2015 e 2016?
Marcelo Tognozzi — Se temos uma economia com risco cada vez maior de repetir a crise econômica de 10 anos atrás, vamos precisar de muita negociação e muita paciência diante do quadro político-institucional que teremos pela frente.
Não adianta encurralar empresas, aumentar impostos e algemá-las, porque corremos o risco de perder capital e cérebros para nossos vizinhos, como já vem acontecendo com o Paraguai. E isso não acontece só aqui.
O Poder — Pode citar exemplos observados em outros países?
Marcelo Tognozzi — No início de agosto, a Câmara de Comércio da Flórida lançou campanha de agradecimento do prefeito socialista de Nova York Zohran Mamdani, chamando-o de maior incentivador da economia do estado, tantas foram as empresas que saíram da cidade rumo ao Sul dos Estados Unidos. Um outdoor foi erguido em Times Square em “homenagem” ao prefeito. “Nós queremos agradecer a ele pelos postos de trabalho, as empresas, as pessoas que ele empurrou para fora de Nova York e muitas delas vieram para a Flórida”, disse Mark Wilson, CEO da Câmara de Comércio numa reportagem publicada no New York Post.
O Poder — Não é uma contradição reclamar do prefeito de Nova York que terminou afastando empresas e postos de trabalho por suas medidas e achar ruim a Justiça brasileira suspender demissões de uma empresa em recuperação?
Marcelo Tognozzi — O Brasil precisa muito das empresas e empreendedores, mas ninguém segura emprego na marra. Quem acorda cedo todo dia para trabalhar sabe que sem economia sadia a vida vira um inferno. Aumenta a violência, a pobreza e todos perdem.
Quando você se deparar com uma medida que pode fazer empresários e trabalhadores morrerem abraçados, lembre do professor Mário Henrique Simonsen. Ele dizia que “os pobres ficam ainda mais pobres quando têm de sustentar os burocratas nomeados para supostamente enriquecê-los”.
Deputado Edson Vieira conquista mais apoios no município de Lajedo
22/08/2026
Adelson está no seu quinto mandato como vereador e, nas eleições de 2024, foi o segundo parlamentar mais votado do município. Em Lajedo, Edson Vieira já conta também com o apoio do experiente vereador Evandro Couto.
Expandindo a atuação
“Nossa candidatura é estadual e, graças ao nosso trabalho e à experiência comprovada, estamos conseguindo expandir a atuação. A responsabilidade aumenta cada vez mais, e estou pronto para representar Lajedo no parlamento”, destacou o deputado.
Nesta sexta-feira (21/08), Vieira já havia anunciado o apoio de Bel Galdino, que foi candidato à prefeito de Lajedo nas eleições de 2024. As...
O deputado estadual Edson Vieira (Podemos), conhecido por sua capacidade de articulação, segue ampliando sua base de apoios no período eleitoral. Neste sábado (22/08), o parlamentar anunciou, por meio das redes sociais, a adesão do vereador Adelson Enfermeiro, do município de Lajedo, ao seu projeto político.
Adelson está no seu quinto mandato como vereador e, nas eleições de 2024, foi o segundo parlamentar mais votado do município. Em Lajedo, Edson Vieira já conta também com o apoio do experiente vereador Evandro Couto.
Expandindo a atuação
“Nossa candidatura é estadual e, graças ao nosso trabalho e à experiência comprovada, estamos conseguindo expandir a atuação. A responsabilidade aumenta cada vez mais, e estou pronto para representar Lajedo no parlamento”, destacou o deputado.
Nesta sexta-feira (21/08), Vieira já havia anunciado o apoio de Bel Galdino, que foi candidato à prefeito de Lajedo nas eleições de 2024. As novas adesões reforçam a presença do deputado no município e a construção de sua trajetória rumo à reeleição.
Lula reitera meta de criar um Ministério de Segurança Pública, durante comício no Rio
22/08/2026
“A gente tirou o papel do Governo Federal na segurança pública, porque o regime militar estava há 23 anos mandando na segurança e a gente resolveu transferir para o Estado. A União hoje tem um papel muito fraco. Eu enviei uma PEC [Proposta de Emenda à Constituição] da Segurança Pública para o Senado e, quando for votada, criarei o ministério. Vou preparar mais a Polícia Federal, preparar mais a Polícia Rodoviária”, afirmou Lula.
Território “do povo”
Numa crítica velada aos confrontos observados de 2024 até este ano no Rio, em função de diversas operações policiais que levaram à morte de vários integrantes da comunidade que não tinham envolvimento com as facções, Lula frisou: “Vamos devol...
O presidente Lula reiterou neste sábado (22/08), a promessa de criar, caso seja eleito presidente pela quarta vez, o Ministério da Segurança Pública. A declaração foi feita no Estádio Moça Bonita, localizada em Bangu, Zona Oeste da capital fluminense.
“A gente tirou o papel do Governo Federal na segurança pública, porque o regime militar estava há 23 anos mandando na segurança e a gente resolveu transferir para o Estado. A União hoje tem um papel muito fraco. Eu enviei uma PEC [Proposta de Emenda à Constituição] da Segurança Pública para o Senado e, quando for votada, criarei o ministério. Vou preparar mais a Polícia Federal, preparar mais a Polícia Rodoviária”, afirmou Lula.
Território “do povo”
Numa crítica velada aos confrontos observados de 2024 até este ano no Rio, em função de diversas operações policiais que levaram à morte de vários integrantes da comunidade que não tinham envolvimento com as facções, Lula frisou: “Vamos devolver o território ao povo do Rio de Janeiro. Não vamos fazer carnaval, pirotecnia, matar 1,2 mil. Vamos prender e dizer que a rua é do povo e não dos bandidos”.
O presidente também ressaltou o trabalho feito pelo governador interino do Estado, desembargador Ricardo Couto, desde março deste ano. “Ele está começando essa limpeza e você Paes, vai chegar e pegar o Estado já com uma limpeza boa para tocarmos nosso planejamento” disse, referindo-se a Eduardo Paes (PSD), ex-prefeito da cidade e candidato ao governo estadual. “Você vai encontrar o Estado mais limpo”, acrescentou o presidente virando-se para Paes. Essa foi a primeira agenda de campanha do presidente no Rio.
— Com Agências de Notícias
Flávio Bolsonaro defende anistia, castração química e continuidade do Bolsa Família
22/08/2026
Flávio destacou que pretende manter o programa, considerado uma marca do seu principal adversário, o presidente Lula. “Eu sei que muita gente precisa do Bolsa Família e nós vamos garantir que vocês recebam o programa. Mas vamos fazer muito mais”, frisou, ao dizer que o programa é um “direito adquirido que ninguém tem o direito de tocar ou acabar”. Ele, entretanto, reforçou a necessidade de serem feitas “manutenções” no programa.
Segurança pública
No tocante à segurança pública, o senador acentuou que se eleito pretende classificar o Primeiro Com...
O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) voltou a falar, durante o comício que realizou no Maracanãzinho, no Rio de Janeiro, neste sábado (22/08), em temas como castração química para estupradores, anistia para os condenados dos atos de depredação em 8 de janeiro de 2023 e continuação do programa Bolsa Família como algumas das suas prioridades, caso seja eleito.
Flávio destacou que pretende manter o programa, considerado uma marca do seu principal adversário, o presidente Lula. “Eu sei que muita gente precisa do Bolsa Família e nós vamos garantir que vocês recebam o programa. Mas vamos fazer muito mais”, frisou, ao dizer que o programa é um “direito adquirido que ninguém tem o direito de tocar ou acabar”. Ele, entretanto, reforçou a necessidade de serem feitas “manutenções” no programa.
Segurança pública
No tocante à segurança pública, o senador acentuou que se eleito pretende classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC), o Comando Vermelho (CV) e as milícias como organizações terroristas. “Esses caras vão mofar na cadeia ou vão ser neutralizados pela nossa polícia“, afirmou.
O combate às organizações criminosas tem sido amplamente explorado pela campanha do senador, que aposta em um discurso radical de combate à criminalidade. Estiveram ao lado de flávio o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, além de aliados políticos do bolsonarismo no estado, como o ex-ministro da Saúde e candidato a deputado federal pelo Rio de Janeiro, Eduardo Pazuello (PL).
— Com Agências de Notícias
Silvio Costa Filho defende, em Brejo da Madre de Deus, ampliação de infraestrutura logística para impulsionar indústria da moda
22/08/2026
A defesa foi feita durante entrevista concedida por ele à Rádio Colinas, no município, ao lado do ex-candidato a prefeito Josevaldo Cowboy, seu aliado político e parceiro de longa data. Os dois discutiram alternativas para ampliar a estrutura necessária ao desenvolvimento econômico local, com destaque para a melhoria da infraestrutura aeroportuária.
Fortalecimento do aeroporto
Segundo Silvio, o fortalecimento do aeroporto é uma medida importante para ampliar a conectividade de Brejo Madre de Deus, facilitar a chegada de investimentos e criar melhores con...
O ex-ministro de Portos e Aeroportos de Lula e candidato à reeleição como deputado federal Silvio Costa Filho (Republicanos) defendeu, neste sábado (22/08), a ampliação da infraestrutura logística de Brejo da Madre de Deus como estratégia para fortalecer a economia e impulsionar ainda mais a indústria da moda — tanto no município, como na região onde está localizado, no agreste pernambucano.
A defesa foi feita durante entrevista concedida por ele à Rádio Colinas, no município, ao lado do ex-candidato a prefeito Josevaldo Cowboy, seu aliado político e parceiro de longa data. Os dois discutiram alternativas para ampliar a estrutura necessária ao desenvolvimento econômico local, com destaque para a melhoria da infraestrutura aeroportuária.
Fortalecimento do aeroporto
Segundo Silvio, o fortalecimento do aeroporto é uma medida importante para ampliar a conectividade de Brejo Madre de Deus, facilitar a chegada de investimentos e criar melhores condições para o crescimento da cadeia produtiva da moda no município e no estado como um todo.
“Brejo Madre de Deus tem uma economia forte, com uma indústria da moda que gera emprego, renda e oportunidades. Precisamos ampliar a infraestrutura logística para que essa produção possa crescer ainda mais. A melhoria do aeroporto é uma prioridade e, junto com Cowboy, vamos trabalhar para transformar essa estrutura em um instrumento de desenvolvimento para o município e toda a região”, afirmou o ex-ministro e candidato.
Luta pela Transnordestina
O deputado também destacou que a melhoria da logística precisa estar integrada a grandes projetos que ampliem as alternativas de escoamento da produção. Nesse sentido, afirmou que continuará trabalhando para garantir o avanço das obras da Ferrovia Transnordestina, considerada estratégica para a integração logística do Nordeste.
A ferrovia é apontada pelo Governo Federal como um importante corredor para reduzir custos e ampliar a competitividade da produção regional.
Melhorias estruturais
A parceria entre Silvio Costa Filho e Josevaldo Comboy, construída ao longo dos anos, reforça a articulação política em torno de uma agenda voltada para o desenvolvimento de Brejo Madre de Deus. A proposta tem como objetivo unir esforços para buscar investimentos e melhorias estruturais que acompanhem o crescimento da atividade econômica do município.
Cowboy ressaltou a atuação do deputado em defesa de Pernambuco e da cidade. “Silvio tem feito muito pelo nosso Estado e também por Brejo da Madre de Deus. É um parceiro de longa data, que conhece as necessidades da região e tem disposição para trabalhar por investimentos que possam gerar mais emprego, renda e desenvolvimento. Vamos continuar juntos nessa luta”, destacou.
As aventuras de Cacimba 55 — A festa, a feira e o trio de Cacimba, por Zé da Flauta*
22/08/2026
Se as barracas de quermesse ocupassem a praça, os feirantes não teriam onde arrumar as frutas, as rapaduras nem os panos. Ia ser prejuízo na certa para quem dependia daquele dia para botar comida na mesa, enquanto o cofre da paróquia saía estufado. A conversa corria solta e o clima estava quente, até que Cacimba chegou, amarrou seu jumento no pé de oiti e chamou Simão e Sebastião para o conselho.
— Mestre, pelas minhas contas na caderneta, a divisão do espaço tá gerando um déficit de diplomacia e um excesso de sermão, alertou Simão, ajeitando os óculos redondos.
— É o sagrado pisando na barriga do faminto! gritou Sebastião, saltando de um galho para...
Carnaúba Seca acordou em clima de guerra declarada. Padre Severino, com a firmeza de quem se acha dono do céu e da terra, resolveu montar a grande quermesse da padroeira bem no meio da praça central. O problema é que o sábado era sagrado para outro altar: o da feira livre.

Se as barracas de quermesse ocupassem a praça, os feirantes não teriam onde arrumar as frutas, as rapaduras nem os panos. Ia ser prejuízo na certa para quem dependia daquele dia para botar comida na mesa, enquanto o cofre da paróquia saía estufado. A conversa corria solta e o clima estava quente, até que Cacimba chegou, amarrou seu jumento no pé de oiti e chamou Simão e Sebastião para o conselho.
— Mestre, pelas minhas contas na caderneta, a divisão do espaço tá gerando um déficit de diplomacia e um excesso de sermão, alertou Simão, ajeitando os óculos redondos.
— É o sagrado pisando na barriga do faminto! gritou Sebastião, saltando de um galho para o outro.
Cacimba não disse uma palavra de cara. Tirou o pífano da sacola, soprou uma nota aguda que fez o Padre Severino interromper a medição das barracas e gritou para a praça toda:
— Na terra de Deus, a reza e o sustento comem na mesma mesa! Se a festa não vai até a feira, a feira vira a própria festa!
A solução foi de uma simplicidade genial: em vez de brigar pelo espaço da praça, Cacimba propôs transformar o corredor da feira no próprio caminho da procissão e dos festejos. Para selar a paz e animar o povo, montou ali mesmo o grupo mais inusitado do sertão.
Cacimba assumiu o pífano com suas melodias de encantar o vento. No ombro esquerdo, Simão levou a coisa a sério e assumiu a zabumba, batendo o ritmo com a precisão de um relógio e a caderneta ajeitada no cinto.
No ombro direito, Sebastião pegou o triângulo e meteu o sarrafo no metal, fazendo uma folia tão animada que não teve feirante compenetrado nem carola de terço na mão que resistisse.
Quando o primeiro baião ecoou entre as barracas de jerimum e os balcões de quermesse, o Padre Severino viu o povo dançando junto, comprando farinha e doando para a igreja no mesmo passo. Não teve prejuízo, não teve briga e a praça inteira virou um salão só.
No fim da tarde, com o bolso dos feirantes cheio e as doações do altar garantidas, o padre teve que tirar o chapéu para o trio. E Cacimba, guardando o pífano, piscou para os dois companheiros nos ombros: a razão da zabumba e a emoção do triângulo tinham salvo o sábado mais uma vez.
*Zé da Flauta é músico, compositor, filósofo e escritor.

Com visitas e reuniões, Zé Queiroz e Iza Arruda cumprem agenda de campanha pelas ruas de Caruaru
22/08/2026
Durante a passagem pela feira, os candidatos ouviram reclamações sobre as condições do espaço e também manifestações contrárias à transferência da Feira do Paraguai para outro local, anunciada recentemente pela Prefeitura de Caruaru. De lá, Queiroz e Iza seguiram para o centro da cidade, onde deram continuidade à agenda, sempre fazendo paradas e conversando com comerciantes, trabalhadores e eleitores.
Defesa dos interesses de PE
“Tenho feito um apelo ao povo de Caruaru para que poss...
Candidato a deputado estadual nas eleições de 2026, o ex-parlamentar e ex-prefeito de Caruaru por vários mandatos José Queiroz (MDB) cumpriu, neste sábado (22/08), agenda de campanha ao lado de Iza Arruda (MDB), com quem forma dobradinha na disputa para a Câmara Federal. Queiroz e Iza iniciaram a manhã na Feira de Caruaru, no Parque 18 de Maio, onde percorreram corredores, cumprimentaram feirantes e visitantes e conversaram com a população.
Durante a passagem pela feira, os candidatos ouviram reclamações sobre as condições do espaço e também manifestações contrárias à transferência da Feira do Paraguai para outro local, anunciada recentemente pela Prefeitura de Caruaru. De lá, Queiroz e Iza seguiram para o centro da cidade, onde deram continuidade à agenda, sempre fazendo paradas e conversando com comerciantes, trabalhadores e eleitores.

Defesa dos interesses de PE
“Tenho feito um apelo ao povo de Caruaru para que possamos ampliar os votos. Em cada cidade que vou, escuto as demandas da população e vou anotando. Na Alepe [Assembleia Legislativa de Pernambuco], quero defender os interesses de Pernambuco, mas com uma atenção especial para Caruaru, que é a minha cidade, a terra que eu amo. Sou um cara vital, tenho energia, faço musculação, cuido da minha saúde. Estou pronto para a luta”, destacou Zé Queiroz.
Entusiasmada com a receptividade da população nas ruas, Iza Arruda afirmou que, já em seu primeiro mandato, destinou recursos para Caruaru e ressaltou a parceria com Queiroz.

Presença nas ruas
“Hoje, temos a oportunidade de estar aqui com ele, que foi um grande prefeito e fez tanto pelo município. Ao lado de Zé Queiroz e com Wolney (filho de Zé Queiroz) ministro da Previdência, vamos trabalhar muito. Se já fizemos em nosso primeiro mandato, em pouco menos de quatro anos, imagine agora com essa grande dobradinha”, enfatizou a candidata a deputada federal.
Desde o último domingo (16/08), quando teve início oficialmente a campanha eleitoral, Zé Queiroz tem ampliado sua presença nas ruas, dialogando com as pessoas e ouvindo reivindicações e sugestões da população. O candidato também vem cumprindo agendas em outros municípios de Pernambuco, onde conta com apoios políticos e lideranças que integram o projeto de seu retorno à Assembleia Legislativa em 2027.