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Marcos Santana toca Raul Seixas hoje no Tacaruna. É grátis

31/10/2024

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Para os fans do eterno Maluco Beleza Raul Seixas, a pedida não poderia ser melhor. Hoje, quinta-feira, 31/10, acontece no Rooftop do Shopping Tacaruna o show Marcos Santana toca Raul. O início é pontualmente 19h.


Entre os sucessos, o público vai ouvir e participar de clássicos como “Há Dez Mil Anos Atrás”, “Metamorfose Ambulante”, “Cowboy Fora da Lei”, “Mosca na Sopa”, “Gita”, “Meu Amigo Pedro”, Óculos “Escuro”, “S.O.S.” e “Medo da Chuva”, entre outros

Hermila convida

E como se não bastasse, curta o convite da musa Hermila Guedes, a seguir

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Para os fans do eterno Maluco Beleza Raul Seixas, a pedida não poderia ser melhor. Hoje, quinta-feira, 31/10, acontece no Rooftop do Shopping Tacaruna o show Marcos Santana toca Raul. O início é pontualmente 19h.


Entre os sucessos, o público vai ouvir e participar de clássicos como “Há Dez Mil Anos Atrás”, “Metamorfose Ambulante”, “Cowboy Fora da Lei”, “Mosca na Sopa”, “Gita”, “Meu Amigo Pedro”, Óculos “Escuro”, “S.O.S.” e “Medo da Chuva”, entre outros

Hermila convida

E como se não bastasse, curta o convite da musa Hermila Guedes, a seguir






Leia outras informações

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Agenda dos candidatos a governador de Pernambuco tem entrevistas e gravação para o guia eleitoral nesta terça-feira

25/08/2026

Raquel Lyra (PSD)

15h – Gravação sobre Saúde
Endereço: Hospital da Restauração (Avenida Agamenon Magalhães,
s/n°
Derby, Recife – área externa)
17h – Gravação para inserções de rádio


João Campos (PSB)

Agenda do candidato a governador João Campos desta terça-feira (25/08) 
9h00: Porta a Porta
14h00: Sabatina no Diario de Pernambuco
19h00: Caminhada 40
Local: Rua Santo Aleixo, 349 – Santo Aleixo, Jaboatão dos Guararapes
21h00: Inauguração do comitê de Fabrizio Ferraz
Local: Rua Afonso Pena, 493 – Santo Amaro, Recife


Ivan Morais

Ivan concede entrevista à Rádio Nossa Voz
7h15 às 8h15
Online
Ivan grava VTs sobre o Plano Estadual da Cannabis
 9h às 13h
 Ivan recebe artistas na Casa Mariele Franco

19h às 21h
 R. Feliciano Gomes, 134 – Derby, Recife – PE
...

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Raquel Lyra (PSD)

15h – Gravação sobre Saúde
Endereço: Hospital da Restauração (Avenida Agamenon Magalhães,
s/n°
Derby, Recife – área externa)
17h – Gravação para inserções de rádio


João Campos (PSB)

Agenda do candidato a governador João Campos desta terça-feira (25/08) 
9h00: Porta a Porta
14h00: Sabatina no Diario de Pernambuco
19h00: Caminhada 40
Local: Rua Santo Aleixo, 349 – Santo Aleixo, Jaboatão dos Guararapes
21h00: Inauguração do comitê de Fabrizio Ferraz
Local: Rua Afonso Pena, 493 – Santo Amaro, Recife


Ivan Morais

Ivan concede entrevista à Rádio Nossa Voz
7h15 às 8h15
Online
Ivan grava VTs sobre o Plano Estadual da Cannabis
 9h às 13h
 Ivan recebe artistas na Casa Mariele Franco

19h às 21h
 R. Feliciano Gomes, 134 – Derby, Recife – PE



Sabatinas e atos públicos

Ontem, segunda-feira (24/08), cinco dos oito candidatos ao governo de Pernambuco nas eleições de 2026 participaram de atos públicos de campanha. Entre as atividades, estão campanha "porta a porta", entrevistas, sabatinas, panfletagem e encontros com as militâncias.

Ivan Moraes (PSOL)

O candidato do PSOL teve dois compromissos públicos de campanha nesta segunda. A primeira agenda foi uma entrevista concedida à TV Universitária, no bairro de Santo Amaro, na área central do Recife, e ocorreu no final da manhã.


Sabatina
No início da tarde, Ivan Moraes foi sabatinado pelo jornal Diario de Pernambuco, também no bairro de Santo Amaro.


João Campos (PSB)

O postulante ao governo estadual realizou um ato público de campanha nesta segunda-feira. Durante a manhã, João Campos comandou um "porta a porta" com eleitores e aliados no bairro de Areias, na Zona Oeste da capital pernambucana.


Falou

Na agenda, o candidato falou sobre a saúde pública em Pernambuco e prometeu a construção do maior hospital da história do estado na Região Metropolitana do Recife.


Professora Camila (UP)

Pela manhã, a candidata promoveu dois atos de campanha. A primeira agenda foi uma sabatina on-line na Rádio Grande Rio, de Petrolina, no Sertão. Já o segundo compromisso foi uma panfletagem na Avenida Guararapes, no bairro de Santo Antônio, onde a candidata dialogou com comerciantes.
À noite, a Professora Camila participou de uma reunião plenária promovida pelo partido Unidade Popular (UP). O ato ocorreu no bairro do Espinheiro, na Zona Norte do Recife.


Raquel Lyra (PSD)

No início da manhã, a candidata do PSD esteve presente no lançamento da 4ª edição da Revista Folha Energia, publicada pelo jornal Folha de Pernambuco. O evento ocorreu no Mar Hotel Conventions, em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife.

Gravou

Em seguida, Raquel Lyra gravou conteúdos sobre mobilidade urbana no canteiro de obras do Arco Metropolitano, no trecho do Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife. Durante o compromisso, a candidata prometeu entregar o primeiro trecho do eixo sul do Arco Metropolitano até o fim de 2027.

A última agenda foi por volta das 20h, com a participação de Raquel no podcast criado para a campanha transmitido nas redes sociais da candidata.


Renan Hallais (Missão)

O candidato realizou três atos públicos de campanha à tarde, todos focados na gravação de conteúdos de campanha e no encontro com militantes partidários e eleitores para apresentar propostas de governo. Nesta segunda, Renan Hallais passou por Paulista, Abreu e Lima e Goiana.

O Poder




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3 • Simpósio de Oportunidades de Negócios na Cultura de Coco discute o “uso de drone agrícola” em Dia de Campo

25/08/2026

O manejo adequado e os benefícios das aplicações aéreas por drones, serão o tema do Dia de Campo, no dia 04 de setembro, durante o 3 Simpósio de Oportunidades de Negócios na Cultura de Coco, que vai movimentar Petrolândia, sertão de Pernambuco, entre os dias 2 e 4 de setembro.

O Dia de Campo

O Dia de Campo vai começar às 7h, no último dia do evento, na fazenda de Jorge Ferraz, com uma palestra ministrada pelo engenheiro agrônomo e diretor do grupo JR TECH Agro Soluções, Junior Gouveia e a equipe da Safra Drone BR e Wet Super.

Linguagem simples

Com uma linguagem simples e objetiva, os profissionais vão falar e demonstrar, usando um modelo de drone atualizado, atividades como a pulverização precisa de defensivos ou bioinsumos. Os drones otimizam o manejo de aplicações no coqueiro.

Vão ensinar

Através de uma abordagem teórica e prática, estilo minicurso, os profissionais vã...

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O manejo adequado e os benefícios das aplicações aéreas por drones, serão o tema do Dia de Campo, no dia 04 de setembro, durante o 3 Simpósio de Oportunidades de Negócios na Cultura de Coco, que vai movimentar Petrolândia, sertão de Pernambuco, entre os dias 2 e 4 de setembro.

O Dia de Campo

O Dia de Campo vai começar às 7h, no último dia do evento, na fazenda de Jorge Ferraz, com uma palestra ministrada pelo engenheiro agrônomo e diretor do grupo JR TECH Agro Soluções, Junior Gouveia e a equipe da Safra Drone BR e Wet Super.

Linguagem simples

Com uma linguagem simples e objetiva, os profissionais vão falar e demonstrar, usando um modelo de drone atualizado, atividades como a pulverização precisa de defensivos ou bioinsumos. Os drones otimizam o manejo de aplicações no coqueiro.

Vão ensinar

Através de uma abordagem teórica e prática, estilo minicurso, os profissionais vão ensinar aos participantes como manusear adequadamente o equipamento. O drone, atua firmemente na pulverização e aplicação de insumos, agindo diretamente no controle de pragas e doenças, através da aplicação direcionada de defensivos agrícolas ou agentes biológicos e produtos nutricionais no topo da copa das plantas.

Realização

O 3 • Simpósio de Oportunidades de Negócios na Cultura de Coco é uma realização do Sindicoco - Sindicato Nacional dos Produtores de Coco do Brasil, e vai reunir cerca de 600 participantes, entre produtores, técnicos, professores, estudantes, expositores e empresários, do Brasil e do exterior. O encontro vai analisar e debater questões ligadas ao desenvolvimento de uma visão estratégica para a cadeia do agronegócio da cultura do coco com o tema “Casca de coco não é lixo, é lucro!”. O evento também contará com uma mini feira com espaço para mostra e comercialização de produtos e serviços.
Mais informações podem ser obtidas através do número 87996241117. Inscrições no endereço eletrônico: https://sindcoco.com/simposio/public.

O Poder




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Ônibus escolar tomba na BR-230 e deixa feridos no interior da Paraíba

25/08/2026

Por pouco não foi uma tragédia. Momentos de pânico e medo. Um ônibus escolar tombou na noite de ontem, segunda-feira (24/08), na BR-230, entre Juazeirinho e Soledade, no Seridó da Paraíba e deixou 16 pessoas feridas.

O acidente

O acidente aconteceu por volta das 19h30, nas proximidades do sítio Ilha Grande. Segundo as informações iniciais, 16 pessoas estavam no veículo e cinco ficaram feridas.
De acordo com as informações repassadas pelo Corpo de Bombeiros, o motorista perdeu o controle do ônibus, que acabou tombando.

Feridos

Entre os feridos, três tiveram ferimentos considerados leves. Uma mulher ficou com a perna presa e precisou ser retirada pelas equipes de resgate. Segundo as informações iniciais, ela não estava em estado grave. Ainda não havia confirmação, até a última atualização desta reportagem, se a mulher estava dentro do ônibus ou se era uma pedestre atingida no acidente.

Enc...

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Por pouco não foi uma tragédia. Momentos de pânico e medo. Um ônibus escolar tombou na noite de ontem, segunda-feira (24/08), na BR-230, entre Juazeirinho e Soledade, no Seridó da Paraíba e deixou 16 pessoas feridas.

O acidente

O acidente aconteceu por volta das 19h30, nas proximidades do sítio Ilha Grande. Segundo as informações iniciais, 16 pessoas estavam no veículo e cinco ficaram feridas.
De acordo com as informações repassadas pelo Corpo de Bombeiros, o motorista perdeu o controle do ônibus, que acabou tombando.

Feridos

Entre os feridos, três tiveram ferimentos considerados leves. Uma mulher ficou com a perna presa e precisou ser retirada pelas equipes de resgate. Segundo as informações iniciais, ela não estava em estado grave. Ainda não havia confirmação, até a última atualização desta reportagem, se a mulher estava dentro do ônibus ou se era uma pedestre atingida no acidente.

Encaminhada

A mulher foi encaminhada para uma unidade de saúde, que não havia sido divulgada. Os demais feridos foram encaminhados para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

Corpo de Bombeiros

O Corpo de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) atuaram no resgate. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também esteve no local e realizou diligências para apurar as circunstâncias do acidente.

O Poder




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Empresas atingidas por tarifaço e guerras terão R$ 13,5 bi em crédito

25/08/2026

O governo federal definiu como serão aplicados os R$ 13,5 bilhões em linhas de crédito do Plano Brasil Soberano destinados a empresas afetadas pelo tarifaço dos Estados Unidos e pelos impactos de conflitos e da instabilidade internacional.

A resolução

A resolução que detalha a distribuição dos recursos foi publicada ontem, segunda-feira (2/084) no Diário Oficial da União (DOU) pelo Conselho Interministerial do Plano Brasil Soberano. O pacote havia sido anunciado pelo governo em julho e dependia da regulamentação para avançar.

Maior parte

A maior parte do dinheiro, R$ 5 bilhões, será direcionada a exportadores e fornecedores atingidos pelo aumento das tarifas comerciais aplicadas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.
Outros R$ 3,5 bilhões serão destinados a empresas que exportam para países do Golfo Pérsico, região afetada pelo conflito no Oriente Médio.

Estratégia

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O governo federal definiu como serão aplicados os R$ 13,5 bilhões em linhas de crédito do Plano Brasil Soberano destinados a empresas afetadas pelo tarifaço dos Estados Unidos e pelos impactos de conflitos e da instabilidade internacional.

A resolução

A resolução que detalha a distribuição dos recursos foi publicada ontem, segunda-feira (2/084) no Diário Oficial da União (DOU) pelo Conselho Interministerial do Plano Brasil Soberano. O pacote havia sido anunciado pelo governo em julho e dependia da regulamentação para avançar.

Maior parte

A maior parte do dinheiro, R$ 5 bilhões, será direcionada a exportadores e fornecedores atingidos pelo aumento das tarifas comerciais aplicadas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros.
Outros R$ 3,5 bilhões serão destinados a empresas que exportam para países do Golfo Pérsico, região afetada pelo conflito no Oriente Médio.

Estratégia

A estratégia amplia o alcance do programa para além das empresas diretamente atingidas pelo tarifaço. O governo também pretende fortalecer setores considerados importantes para a segurança das cadeias produtivas e para o comércio exterior.

Quem terá acesso

As linhas de financiamento poderão ser contratadas por diferentes tipos de empresas e organizações ligadas à atividade exportadora.

O Poder




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No Dia D da Multivacinação, Mano Medeiros agradece à população pela forte adesão - Mais de 9,3 mil doses foram aplicadas

24/08/2026

A Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes alcançou, no sábado, 22/08, um marco importante na proteção da saúde da população. Durante o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação 2026, foram aplicadas mais de 9,3 mil doses de vacinas, superando em cerca de 28% o resultado registrado no ano anterior, quando foram aplicadas cerca de 7,3 mil doses.

Forte adesão

O número expressivo demonstra a forte adesão da população à estratégia de atualização da caderneta de vacinação e reforça o compromisso da gestão municipal com a prevenção de doenças imunopreveníveis. A mobilização contou com 67 equipes da Secretaria Municipal de Saúde, distribuídas em pontos de vacinação espalhados por todas as regionais do município, garantindo acesso facilitado a crianças, adolescentes, adultos e idosos.



Falou o prefeito Mano Medeiros

O prefeito Mano Medeiros agradeceu à população e aos profissionais de saúde pelo empenho co...

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A Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes alcançou, no sábado, 22/08, um marco importante na proteção da saúde da população. Durante o Dia D da Campanha Nacional de Multivacinação 2026, foram aplicadas mais de 9,3 mil doses de vacinas, superando em cerca de 28% o resultado registrado no ano anterior, quando foram aplicadas cerca de 7,3 mil doses.

Forte adesão

O número expressivo demonstra a forte adesão da população à estratégia de atualização da caderneta de vacinação e reforça o compromisso da gestão municipal com a prevenção de doenças imunopreveníveis. A mobilização contou com 67 equipes da Secretaria Municipal de Saúde, distribuídas em pontos de vacinação espalhados por todas as regionais do município, garantindo acesso facilitado a crianças, adolescentes, adultos e idosos.



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Falou o prefeito Mano Medeiros

O prefeito Mano Medeiros agradeceu à população e aos profissionais de saúde pelo empenho coletivo. “O comparecimento das nossas famílias aos postos de vacinação mostra que estamos no caminho certo. Cada dose aplicada é uma vida mais protegida e um passo a mais rumo a um Jaboatão mais saudável. Agradeço a cada servidor que dedicou seu sábado a cuidar da nossa gente”, afirmou Mano Medeiros.

A coordenadora de Imunização

A coordenadora de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde, Joanis Trindade, também destacou a importância da mobilização. “Esse resultado é fruto do trabalho dedicado das nossas equipes e, principalmente, da confiança da população na vacina. Cada dose aplicada representa uma pessoa mais protegida e contribui para a proteção coletiva. Seguiremos trabalhando para manter a vacinação cada vez mais próxima da população e ampliar as coberturas vacinais em Jaboatão”, ressaltou.



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Fortalecimento da cobertura vacinal

A ação é parte das estratégias do Programa Municipal de Imunização (PMI) para fortalecer a cobertura vacinal no município, reduzir o risco de reintrodução de doenças e garantir saúde. O desempenho alcançado no Dia D reafirma que a vacinação é uma das principais ferramentas de proteção pública e evidencia a importância da atuação integrada entre gestão, profissionais e comunidade para proteger toda a sociedade.




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O Jogo - Dedicado e enviado a Homero Fonseca - Por Marcelo Mário de Melo*

24/08/2026

Dedicado e enviado a Homero Fonseca, como estímulo, quando padecia do câncer que o levou.


Assim seguimos
assim salgamos
se nos salvamos
não sei dizer.

A corda longa
a agonia
a corda curta
a alegria.

O dia a dia
conta e rosário
somando os anos
no calendário.

Eu nesse jogo
não sou otário
vou alegrando
no itinerário.

É dia a dia
é hora a hora
eu me alegro
aqui agora.



A hora tem
minuto e instante
me alegrando
vou adiante.

Esse é meu jogo
é o que sei
meu bate-bola
e minha lei.

Guardo no peito
e sei de cor
pois não conheço
jogo melhor.


*Marcelo Mário de Melo, ex-preso político, jornalista e poeta. Seu lema é: "Só ultrapasse pela esqu...

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Dedicado e enviado a Homero Fonseca, como estímulo, quando padecia do câncer que o levou.


Assim seguimos
assim salgamos
se nos salvamos
não sei dizer.

A corda longa
a agonia
a corda curta
a alegria.

O dia a dia
conta e rosário
somando os anos
no calendário.

Eu nesse jogo
não sou otário
vou alegrando
no itinerário.

É dia a dia
é hora a hora
eu me alegro
aqui agora.



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A hora tem
minuto e instante
me alegrando
vou adiante.

Esse é meu jogo
é o que sei
meu bate-bola
e minha lei.

Guardo no peito
e sei de cor
pois não conheço
jogo melhor.


*Marcelo Mário de Melo, ex-preso político, jornalista e poeta. Seu lema é: "Só ultrapasse pela esquerda". @marcelommm



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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




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Debate Paralítico - Crônica - Por Romero Falcão*

24/08/2026

Bastaram quinze minutos de debate dos candidatos a presidente da República, na Band, para que eu desligasse a televisão. A impressão é a mesma da Copa do Mundo: um troço sem graça, insosso. A menos de dois meses das eleições, ninguém sabe, de fato, uma proposta séria, com pé, pescoço e cabeça, para a segurança pública, por exemplo.

Carente de Propostas

Por mais que os profissionais da imprensa, por ofício, tentem criar um clima atraente, o debate se mostra pobre, carente de propostas robustas, cujas etapas para alcançar os objetivos sejam claras.

Pedra de Toque

Por outro lado, a lacração, o espetáculo, o recorte para as redes sociais são a pedra de toque, o motor que gera likes. Mas esse nível baixo não seria um reflexo da própria sociedade? A esperança num salvador da pátria — antissistema — reduziu problemas complexos do país a uma discussão rasa, na qual o tom agressivo tem efeito carnavalesco.

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Bastaram quinze minutos de debate dos candidatos a presidente da República, na Band, para que eu desligasse a televisão. A impressão é a mesma da Copa do Mundo: um troço sem graça, insosso. A menos de dois meses das eleições, ninguém sabe, de fato, uma proposta séria, com pé, pescoço e cabeça, para a segurança pública, por exemplo.

Carente de Propostas

Por mais que os profissionais da imprensa, por ofício, tentem criar um clima atraente, o debate se mostra pobre, carente de propostas robustas, cujas etapas para alcançar os objetivos sejam claras.

Pedra de Toque

Por outro lado, a lacração, o espetáculo, o recorte para as redes sociais são a pedra de toque, o motor que gera likes. Mas esse nível baixo não seria um reflexo da própria sociedade? A esperança num salvador da pátria — antissistema — reduziu problemas complexos do país a uma discussão rasa, na qual o tom agressivo tem efeito carnavalesco.

Linha Civilizatória

Que saudade dos homens de direita do século passado, por exemplo, cérebros do quilate de Mário Henrique Simonsen, Roberto Campos, Marco Maciel — e até de Fernando Henrique Cardoso, então mais próximo do centro-esquerda. Gente que pensava o Brasil de uma forma mais ampla, diferente da atual e medíocre dicotomia entre o bem e o mal. O debate poderia esquentar, mas eles não perdiam a linha civilizatória, muito menos a liturgia exigida de quem almeja o cargo mais importante da nação.

Paralítico

No entanto, hoje existe um monstro de três cabeças que atende pelo nome de redes sociais, onde a briga de rua pode amealhar votos e tornar o debate político, paralítico.


*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda



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NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




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Qual a parte que lhe cabe nesse latifúndio? ITR, território e justiça fiscal: o papel dos municípios na fiscalização do campo - Por Rosa Freitas*

24/08/2026

Falar de Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural — ITR — é falar muito mais do que de arrecadação. É falar de território, função social da propriedade, produtividade, preservação ambiental, regularização fundiária e planejamento municipal.

O ITR é um imposto de competência da União, conforme o art. 153, VI, da Constituição Federal. Entretanto, a Constituição permite que os Municípios assumam sua fiscalização e cobrança, mediante opção e observância dos requisitos legais.
O art. 153, § 4º, III, da Constituição Federal estabelece que o ITR será fiscalizado e cobrado pelos Municípios que assim optarem, na forma da lei, desde que isso não implique redução do imposto ou qualquer forma de renúncia fiscal.

Já o art. 158, II, da Constituição Federal determina que 50% da arrecadação do ITR pertencem ao Município onde está localizado o imóvel. Quando o Município assume a fiscalização e a cobrança nos termos constitucionais, poderá receber 100% da arreca...

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Falar de Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural — ITR — é falar muito mais do que de arrecadação. É falar de território, função social da propriedade, produtividade, preservação ambiental, regularização fundiária e planejamento municipal.

O ITR é um imposto de competência da União, conforme o art. 153, VI, da Constituição Federal. Entretanto, a Constituição permite que os Municípios assumam sua fiscalização e cobrança, mediante opção e observância dos requisitos legais.
O art. 153, § 4º, III, da Constituição Federal estabelece que o ITR será fiscalizado e cobrado pelos Municípios que assim optarem, na forma da lei, desde que isso não implique redução do imposto ou qualquer forma de renúncia fiscal.

Já o art. 158, II, da Constituição Federal determina que 50% da arrecadação do ITR pertencem ao Município onde está localizado o imóvel. Quando o Município assume a fiscalização e a cobrança nos termos constitucionais, poderá receber 100% da arrecadação.
Aqui está uma oportunidade importante para a gestão municipal.

1. ITR não é IPTU
Existe uma confusão frequente: se o Município fiscaliza e cobra o ITR, seria um “IPTU rural”?
Não.

O IPTU, previsto no art. 156, I, da Constituição Federal, é imposto de competência municipal e incide sobre propriedade predial e territorial urbana.

O ITR, previsto no art. 153, VI, é imposto federal e possui regime jurídico próprio.

Assim, mesmo quando servidores da Fazenda Municipal realizam fiscalização e lançamento do ITR, o imposto continua sendo federal.

O Município exerce atribuições delegadas mediante convênio, dentro dos limites estabelecidos pela legislação federal.
A Lei nº 11.250/2005 e o Decreto nº 6.433/2008 regulamentam essa possibilidade, permitindo a celebração de convênio para delegação das atribuições de fiscalização, lançamento de ofício e cobrança do ITR.

A Receita Federal estabelece requisitos para que o Município possa exercer essas atribuições, incluindo estrutura adequada e servidor efetivo, aprovado em concurso público, ocupante de cargo com atribuição de lançamento de créditos tributários.

Portanto, não é qualquer agente público municipal que pode simplesmente fiscalizar o ITR. É necessário que o Município esteja regularmente habilitado e que os servidores estejam inseridos na estrutura legal e administrativa exigida.

2. Base de cálculo não é o valor de toda a fazenda
Outro ponto fundamental está na base de cálculo.
O ITR é disciplinado principalmente pela Lei nº 9.393/1996 e utiliza o Valor da Terra Nua — VTN e, para fins tributários, o Valor da Terra Nua Tributável — VTN.

O VTN não corresponde simplesmente ao valor comercial de toda a propriedade.

A legislação exclui do conceito de terra nua determinados elementos, como construções, instalações e benfeitorias.
Por isso, as benfeitorias não devem ser simplesmente adicionadas ao valor da terra nua para aumentar artificialmente a base de cálculo.

Mas há uma ressalva importante: isso não significa que as benfeitorias sejam juridicamente irrelevantes para toda a apuração do imposto.

A Lei nº 9.393/1996 considera a área aproveitável e a área efetivamente utilizada para determinar o Grau de Utilização — GU, elemento que influencia diretamente a alíquota do ITR.

A formulação tecnicamente correta, portanto, é:
As benfeitorias não integram o valor da terra nua, mas a legislação considera a utilização do imóvel para determinar o grau de utilização e a correspondente alíquota.

3. Áreas de preservação ambiental
A questão ambiental também é essencial.
A Lei nº 9.393/1996 estabelece hipóteses de áreas não tributáveis, incluindo, observados os requisitos legais, áreas de preservação permanente, reserva legal, RPPN e outras áreas especialmente protegidas.

Essa disciplina dialoga com o Código Florestal — Lei nº 12.651/2012, que estabelece normas sobre proteção da vegetação nativa, áreas de preservação permanente e Reserva Legal.
Portanto, não é correto tratar uma área ambientalmente protegida como se fosse simplesmente uma área produtiva disponível para exploração econômica.
O ITR precisa ser analisado conjuntamente com a legislação ambiental.

4. O ITR e a função social da propriedade
A Constituição Federal determina, no art. 5º, XXIII, que a propriedade atenderá à sua função social.
No caso rural, o art. 186 da Constituição estabelece que a função social é cumprida quando a propriedade atende, simultaneamente, requisitos como aproveitamento racional e adequado, utilização adequada dos recursos naturais, preservação do meio ambiente e observância das relações de trabalho.

O ITR dialoga diretamente com esses princípios.
A própria estrutura das alíquotas procura desestimular a manutenção de grandes propriedades improdutivas.
Quanto maior a propriedade e menor seu grau de utilização, maior pode ser a alíquota.
Por outro lado, imóveis com elevado grau de utilização podem sofrer carga tributária significativamente menor.

É uma característica extrafiscal importante.
A terra improdutiva e a especulação
Esse aspecto ganha importância quando analisamos a especulação imobiliária.
Em muitas regiões, especialmente próximas aos centros urbanos, a terra rural pode ser mantida não necessariamente para produção, mas esperando valorização futura.

O proprietário aguarda a chegada de uma estrada, de um empreendimento, de um loteamento ou da expansão urbana.

A terra passa a funcionar como reserva patrimonial.
Esse fenômeno pode contribuir para a expansão desordenada das cidades e para a retenção de grandes áreas subutilizadas.
Nesse cenário, o ITR pode funcionar como instrumento de política territorial.

Não se trata de punir o proprietário.
Trata-se de criar uma tributação compatível com a dimensão da propriedade e com seu grau de utilização.

5. Georreferenciamento e conhecimento do território
A modernização dos cadastros rurais cria uma nova realidade.
O art. 176 da Lei nº 6.015/1973, especialmente seus dispositivos sobre identificação do imóvel rural, estabelece regras relacionadas ao georreferenciamento.
O Incra, por meio do Sistema de Gestão Fundiária — SIGEF, utiliza informações georreferenciadas para certificação de imóveis rurais.

O CNJ também vem avançando na digitalização dos registros públicos e na integração das informações territoriais.
É importante, contudo, fazer uma correção:
O Provimento CNJ nº 95/2020 não criou a obrigação geral de georreferenciamento de todos os imóveis acima de 25 hectares a partir de 2029.

O Provimento nº 95/2020 tratou principalmente do funcionamento eletrônico dos serviços notariais e registrais durante a emergência sanitária da Covid-19.
Posteriormente, a matéria foi incorporada ao processo de consolidação normativa do CNJ.

Portanto, a discussão sobre georreferenciamento deve ser fundamentada na legislação registral, nas normas do Incra e nas normas atuais do CNJ, e não atribuída exclusivamente ao Provimento nº 195.

6. A digitalização pode reduzir a subtributação?
Sim, pode contribuir.
Quando Registro de Imóveis, Incra, Receita Federal, Município e sistemas ambientais passam a trabalhar com informações territoriais mais integradas, torna-se possível comparar:
Área registrada + área georreferenciada + área declarada + utilização + informações ambientais.

Essa integração pode identificar inconsistências, sobreposições e divergências cadastrais.
Mas georreferenciamento não significa automaticamente aumento do ITR.
Seu principal efeito é aumentar a precisão da informação territorial.
E uma informação mais precisa permite uma fiscalização mais eficiente.

O município precisa conhecer seu território
Para o Município, o ITR pode representar muito mais que uma fonte de receita.

Pode ser instrumento de planejamento.
O Município conveniado pode fiscalizar, lançar e cobrar o imposto, observados os requisitos legais, e receber 100% da arrecadação correspondente.
Isso exige capacidade técnica, servidores habilitados, tecnologia e integração de dados.
A pergunta que cada Município deveria fazer é:
Nós conhecemos efetivamente as propriedades rurais existentes em nosso território?

Se a resposta for não, existe um grande espaço para modernização da gestão tributária e territorial.

7. Conclusão
O ITR não é IPTU.
É um imposto federal, cuja fiscalização e cobrança podem ser exercidas pelo Município mediante convênio.
Sua base de cálculo não corresponde simplesmente ao valor comercial de toda a fazenda.

As benfeitorias não integram o valor da terra nua, enquanto a legislação considera a utilização da propriedade para definir o grau de utilização e a alíquota.

As áreas ambientalmente protegidas possuem tratamento específico.
E sua estrutura tributária permite utilizar o imposto como instrumento de política extrafiscal, especialmente diante da existência de grandes propriedades pouco utilizadas.

O futuro do ITR passa pela integração entre tributação, georreferenciamento, cadastro, registro imobiliário, meio ambiente e planejamento territorial.

O desafio não é simplesmente arrecadar mais.
É conhecer melhor para tributar corretamente.
A pergunta do futuro não será apenas:

“Quanto vale esta terra?”
Será:
“Quem é o proprietário, qual é a área real, como ela é utilizada, quanto é preservado e qual é a contribuição tributária correspondente à realidade desse território?”

Essa é a nova fronteira da justiça fiscal no campo brasileiro.

- Morte e vida, Severino.... Igual em tudo na vida...


Referências
Brasil. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. Arts. 5º, XXIII; 153, VI e §4º, III; 156, I; 158, II; 186.
Brasil. Lei nº 6.015/1973 — Lei de Registros Públicos. Art. 176 e dispositivos relativos à identificação e ao georreferenciamento de imóveis rurais.
Brasil. Lei nº 9.393/1996. Dispõe sobre o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural — ITR.
Brasil. Lei nº 11.250/2005. Autoriza a União a celebrar convênios com os Municípios para delegação das atribuições de fiscalização, lançamento e cobrança do ITR.
Brasil. Lei nº 12.651/2012 — Código Florestal.
Brasil. Decreto nº 6.433/2008. Regulamenta a celebração de convênios para fiscalização e cobrança do ITR.
Brasil. Conselho Nacional de Justiça. Provimento nº 95/2020. Normas relativas aos serviços notariais e registrais durante a emergência sanitária.
Brasil. Conselho Nacional de Justiça. Provimento nº 149/2023. Código Nacional de Normas da Corregedoria Nacional de Justiça — Foro Extrajudicial.
Brasil. Receita Federal do Brasil. Manual do ITR. Orientações sobre cálculo, VTN, áreas não tributáveis, grau de utilização e fiscalização.
Brasil. Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária — INCRA. Sistema de Gestão Fundiária — SIGEF e certificação de imóveis rurais.
Quer saber mais? Método Tributário Ponto a Ponto - pontoapontotributario@gmail.com


*Profa. Rosa Freitas, é Advogada – Direito Tributário e Direito de Energia - Consultoria Jurídica e Regulatória. @profa.dra.rosafreitas e Advrosafreitas@gmail.com



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Hoje na História - 24 de agosto de 2026 - Há 74 anos morria Agamenon Magalhães - Por José Ricardo de Souza*

24/08/2026

Num dia como hoje, 24 de agosto, há 74 anos, morria no Recife aos 58 anos, Agamenon Magalhães, importante personagem da história política pernambucana. Além de político, ele também foi promotor de direito, geógrafo e professor de Geografia. Magalhães ocupou cargos importantes: deputado estadual (1918), deputado federal (1924, 1928, 1932, 1945), governador de Estado (1937, 1950), ministro do Trabalho e ministro da Justiça do Governo Vargas; foi também Interventor Federal e Governador de Pernambuco.

Agamenon Sérgio de Godói Magalhães nasceu no dia 5 de novembro de 1894, em Villa Bella, atual Serra Talhada. Tetraneto de Agostinho Nunes de Magalhães, e filho do juiz e deputado estadual Sérgio Nunes Magalhães e de Antônia de Godoy Magalhães. Ele vinha de uma família de dez filhos, sendo quatro homens e seis mulheres. Fez o curso primário em sua cidade natal.

Naquele tempo, o poderio dos coronéis e grandes fazendeiros influenciavam diretamente na vida das pessoa...

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Num dia como hoje, 24 de agosto, há 74 anos, morria no Recife aos 58 anos, Agamenon Magalhães, importante personagem da história política pernambucana. Além de político, ele também foi promotor de direito, geógrafo e professor de Geografia. Magalhães ocupou cargos importantes: deputado estadual (1918), deputado federal (1924, 1928, 1932, 1945), governador de Estado (1937, 1950), ministro do Trabalho e ministro da Justiça do Governo Vargas; foi também Interventor Federal e Governador de Pernambuco.

Agamenon Sérgio de Godói Magalhães nasceu no dia 5 de novembro de 1894, em Villa Bella, atual Serra Talhada. Tetraneto de Agostinho Nunes de Magalhães, e filho do juiz e deputado estadual Sérgio Nunes Magalhães e de Antônia de Godoy Magalhães. Ele vinha de uma família de dez filhos, sendo quatro homens e seis mulheres. Fez o curso primário em sua cidade natal.

Naquele tempo, o poderio dos coronéis e grandes fazendeiros influenciavam diretamente na vida das pessoas. Tal poder, vale salientar, foi responsável por uma injustiça praticada contra a família Magalhães. O Dr. Sérgio havia assinado um pedido de habeas corpus em favor de Delmiro Gouveia, um industrial que preconizava a industrialização do Nordeste e tinha entrado em conflito com as oligarquias locais. O governador Sigismundo Gonçalves, contrariado com tal pedido, colocou o juiz em disponibilidade, deixando-o, além do mais, com apenas uma terça parte dos seus vencimentos.



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Diante do ocorrido, a família veio de mudança para o Recife. Na época, Agamenon tinha 11 anos de idade. Estudou dois anos no Seminário de Olinda e depois no Colégio Arquidiocesano. Ingressou na Faculdade de Direito do Recife, onde se tornou bacharel pela Faculdade de Direito de Recife, em 1916, sendo em seguida nomeado para a promotoria da comarca de São Lourenço da Mata. No ano seguinte, casou-se com Antonieta Bezerra Cavalcanti e retornou a Recife, onde fixou residência e iniciando-se na política sob a orientação de Manuel Borba. Em 1922 participou da campanha em favor da candidatura de Nilo Peçanha à presidência da República. Foi aprovado para a cátedra do Ginásio Pernambucano, com a tese de Geografia Humana "O Nordeste Brasileiro, o Habitat e a Gens". Com 29 anos foi eleito deputado estadual e reeleito para mais um mandato. Em 1927 foi eleito para a Câmara Federal.

Em 3 de maio de 1933, foi eleito para a Assembleia Nacional Constituinte. Foi o deputado mais destacado da bancada pernambucana, defendendo o sistema parlamentarista de governo, o desenvolvimento do crédito agrícola, a intensificação da produção de alimentos, a elaboração de uma legislação que desse maior facilidade de acesso à propriedade da terra aos agricultores. Defendia o sindicato único por categoria profissional e a subordinação do órgão ao Ministério do Trabalho.

Com a promulgação da Constituição de 16 de julho de 1934, o presidente Getúlio Vargas recompôs o ministério e nomeou Agamenon para Ministro do Trabalho. Esse cargo foi ocupado, no início do governo, por Lindolfo Collor. No dia 7 de janeiro de 1937, Agamenon acumulou a pasta do Trabalho com a da Justiça e passou a influenciar a sucessão presidencial que era disputada entre Armando de Sales Oliveira, José Américo de Almeida e Plínio Salgado.

Agamenon Magalhães foi nomeado interventor federal em Pernambuco, em dezembro de 1937. Nas eleições de 2 de dezembro de 1945, foi eleito Deputado Federal, acompanhado de uma forte bancada pernambucana. Ocupou a presidência da Comissão Constitucional e da Sub-Comissão da Ordem Econômica e Social, na legislatura que se seguiu à Constituinte. Em 1950, resolveu disputar as eleições para governador de Pernambuco, concorrendo com João Cléofas de Oliveira. Foi eleito com uma pequena margem de votos.

O nome de Agamenon Magalhães ficou registrado em dezenas de equipamentos públicos e vias de transporte, como a Avenida Agamemon Magalhães, uma das maiores do Recife, os Hospitais Agamenon Magalhães (um na zona norte do Recife e outro em Serra Talhada, o Hospital Regional Professor Agamenon Magalhães - HOSPAM), a mais antiga Escola Técnica Estadual do Estado, localizada no bairro da Encruzilhada (antiga ETEPAM, atual ETE Agamenon Magalhães), ruas nos bairros da Tabajara, Paratibe e Engenho Maranguape em Paulista, e nomeia também a praça principal da cidade em frente à Igreja de Santa Isabel.

Na madrugada do dia 24 de agosto de 1952, no entanto, aos 58 anos de idade, um infarto fulminante tirou a vida de Agamenon. Quanto morreu deixou um apartamento financiado pela Caixa Econômica Federal como único bem para a viúva - Dona Antonieta. E a dívida foi paga pelo genro, Armando Monteiro Filho, político e empresário, para a viúva ter onde morar.



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Sua morte teve uma grande repercussão em todo o Recife: ninguém podia acreditar que um simples coração o havia derrubado. As ruas da cidade testemunharam o maior cortejo fúnebre de todos os tempos, quando o seu corpo seguiu para o Cemitério de Santo Amaro, onde está sepultado num vistoso túmulo. O professor, administrador e político Agamenon Magalhães, que não tinha medo de guerra, nem de assombração, sempre costumava dizer: "O homem é mortal, eis tudo. Eis o limite do seu poder.

*O autor é professor da rede pública estadual de ensino, historiador, e escritor. Membro da Academia de Letras e Artes da Cidade do Paulista (ALAP), sócio honorário do Instituto Arqueológico, Histórico, Geográfico Pernambucano (IAHGP) e um dos fundadores do Instituto Histórico, Geográfico, Arqueológico, Antropológico da Cidade do Paulista (IHGAAP). Criador do projeto Muita História pra Contar. Quem quiser seguir nas principais redes sociais (Instagram, Threads, X, TikTok e Kwai) o perfil é @josericardope01


*José Ricardo de Souza, é Professor da rede pública estadual de ensino, historiador, escritor e criador do projeto Muita História pra Contar. @josericardope01



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Adeus, Homero Fonseca! - Por Eduardo Albuquerque*

24/08/2026

Alguns sonhos e ideais, realizados,
muitos outros, e bons, ei-los, apagados.
Chora, inconsolados, Bezerros, o Agreste,
E Pernambuco e teu ancestral Nordeste.

“Roliúde ...”, “Tapacurá ...”,
“Pernambucânia...”, “Jaraguá...”,
“Jornais em guerra...”, “Eu...”, ...:
excertos do que nos ofereceu.

Fostes icônico militante do jornalismo,
fê-lo com ousadia, inusitado profissionalismo.
E contigo, encerra-se um ciclo de ecletismo.

Adentrais agora à indesejada negra tumba,
deixais à vida, a nós, exemplo que deslumbra,
E que, solerte, usufruistes, alheio à penumbra.


(R.I.P., H.F.)


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

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Alguns sonhos e ideais, realizados,
muitos outros, e bons, ei-los, apagados.
Chora, inconsolados, Bezerros, o Agreste,
E Pernambuco e teu ancestral Nordeste.

“Roliúde ...”, “Tapacurá ...”,
“Pernambucânia...”, “Jaraguá...”,
“Jornais em guerra...”, “Eu...”, ...:
excertos do que nos ofereceu.

Fostes icônico militante do jornalismo,
fê-lo com ousadia, inusitado profissionalismo.
E contigo, encerra-se um ciclo de ecletismo.

Adentrais agora à indesejada negra tumba,
deixais à vida, a nós, exemplo que deslumbra,
E que, solerte, usufruistes, alheio à penumbra.


(R.I.P., H.F.)


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



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