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Urbanização - Mais de 210 mil pessoas vivem em favelas na Paraíba, segundo IBGE

12/11/2024

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Crescimento populacional. A Paraíba tem 210.485 pessoas vivendo em favelas e comunidades urbanas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A população que vive em favelas corresponde a 5,3% do total estadual, sendo um dos 10 menores do país. Divulgado nesta sexta-feira (8), o estudo foi realizado a partir de dados do Censo Demográfico 2022.


Territórios

Segundo o IBGE, as Favelas e Comunidades Urbanas são territórios populares originados das diversas estratégias utilizadas pela população para atender, geralmente de forma autônoma e coletiva, às suas necessidades de moradia e usos associados (comércio, serviços, lazer, cultura, entre outros), diante da insuficiência e inadequação das políticas públicas e investimentos privados dirigidos à garantia do direito à cidade.

Vivem

Segundo o IBGE, essas pessoas vivem em 282 territórios considerados favelas na Paraíba. A grande maioria des...

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Crescimento populacional. A Paraíba tem 210.485 pessoas vivendo em favelas e comunidades urbanas, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A população que vive em favelas corresponde a 5,3% do total estadual, sendo um dos 10 menores do país. Divulgado nesta sexta-feira (8), o estudo foi realizado a partir de dados do Censo Demográfico 2022.


Territórios

Segundo o IBGE, as Favelas e Comunidades Urbanas são territórios populares originados das diversas estratégias utilizadas pela população para atender, geralmente de forma autônoma e coletiva, às suas necessidades de moradia e usos associados (comércio, serviços, lazer, cultura, entre outros), diante da insuficiência e inadequação das políticas públicas e investimentos privados dirigidos à garantia do direito à cidade.

Vivem

Segundo o IBGE, essas pessoas vivem em 282 territórios considerados favelas na Paraíba. A grande maioria desses territórios estão em comunidades urbanas da região metropolitana da capital, que é composta pelos municípios de João Pessoa (157), Cabedelo (25), Bayeux (23), Santa Rita (11), Conde (7) e Lucena (4).

Demais municípios

Os demais municípios paraibanos com tais territórios eram,  Campina Grande (23), Sousa (10), Cajazeiras (8), Patos (7), Cruz do Espírito Santo (6) e Juripiranga (1).

Percentual

O percentual da população que mora em favelas na Paraíba é inferior à média nacional (8,1%). Em João Pessoa, o cenário é outro: 168.867 pessoas moram nesses territórios, o que corresponde a 14,4% da população total da região metropolitana da capital.

Domicílios

Na Paraíba, 83,3% das favelas, que correspondem a 235 territórios, tinham menos de 500 domicílios; 11,7% (33) tinham mais de 500 e menos de 1.000 domicílios; enquanto 5,0% (14) tinham 1.000 ou mais domicílios. Em termos de população residente, 57,4% (162 favelas) tinham menos de 500 habitantes; 21,6% (61) tinham mais de 500 e menos de 1.000 moradores; e 20,9% (59) tinham 1.000 ou mais residentes.


Maiores

As maiores favelas da Paraíba são, Vila Teimoso e São José em João Pessoa, Pedregal em Campina Grande. (O Poder)

Leia outras informações

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Olinda: Um novo ciclo de esperança, compromisso e preservação

26/10/2026

Por Carlos Alberto Marinho*

Encerradas as eleições, renova-se a esperança de que o Brasil ingresse em um novo ciclo de desenvolvimento econômico e social, marcado pelo fortalecimento da democracia, pela redução das desigualdades e pela melhoria das condições de vida do nosso povo.



Olinda

Mais uma vez expressou, nas urnas, seu apoio significativo ao presidente Lula, também precisa transformar essa esperança em conquistas concretas. É hora de voltarmos nosso olhar para essa pequena, mas extraordinariamente importante parcela da história do Brasil: o Sítio Histórico de Olinda, patrimônio tombado pelo IPHAN e reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade.

Responsabilidade coletiva

Mais do que celebrar seu valor histórico, artístico e cultural, precisamos assumir, coletivamente, a responsabilidade por sua preservação. É necessário mobilizar esforços dos governos f...

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Por Carlos Alberto Marinho*

Encerradas as eleições, renova-se a esperança de que o Brasil ingresse em um novo ciclo de desenvolvimento econômico e social, marcado pelo fortalecimento da democracia, pela redução das desigualdades e pela melhoria das condições de vida do nosso povo.



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Olinda

Mais uma vez expressou, nas urnas, seu apoio significativo ao presidente Lula, também precisa transformar essa esperança em conquistas concretas. É hora de voltarmos nosso olhar para essa pequena, mas extraordinariamente importante parcela da história do Brasil: o Sítio Histórico de Olinda, patrimônio tombado pelo IPHAN e reconhecido pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade.

Responsabilidade coletiva

Mais do que celebrar seu valor histórico, artístico e cultural, precisamos assumir, coletivamente, a responsabilidade por sua preservação. É necessário mobilizar esforços dos governos federal, estadual e municipal, das instituições de proteção ao patrimônio, da sociedade civil e, especialmente, dos moradores, para promover um amplo programa de recuperação, conservação, regularização e revitalização do nosso Sítio Histórico.

Cuidados urgentes

Seu casario, suas ruas, ladeiras, praças, monumentos, áreas verdes e redes de serviços públicos reclamam cuidados urgentes, planejamento permanente e investimentos compatíveis com sua importância histórica e cultural.

Deterioração

Não podemos permitir que um patrimônio de valor universal continue convivendo com a deterioração de sua estrutura física, a precariedade dos serviços essenciais e a ausência de políticas continuadas de preservação.

Preservar Olinda

Não é apenas conservar o passado. É garantir qualidade de vida aos seus moradores, fortalecer sua identidade cultural e assegurar às futuras gerações o direito de conhecer e vivenciar esse extraordinário legado. Que o novo ciclo político que se inicia seja também uma oportunidade para renovarmos nosso compromisso com Olinda.

Esperança renovada

A expressiva votação aqui alcançada pelo presidente Lula reforça nossa esperança de que a cidade receba a atenção que merece, mas também nos convoca a cobrar, participar e contribuir. Olinda precisa de mais do que reconhecimento e admiração. Precisa de compromisso, ação e resultados.

Afinal

Defender Olinda é defender a memória, a cultura e a própria história do Brasil.

*Carlos Marinho é médico, poeta, articulista e histórico morador de Olinda.

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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Reeleito, Lula pode indicar mais 4 ministros para o STF no próximo mandato

26/10/2026

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito ontem, domingo (25/10), poderá indicar até quatro ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF) até o próximo mandato, que se encerra em janeiro de 2031.

As vagas

A possibilidade considera a vaga aberta desde a aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025, e a saída de outros três ministros, que completarão 75 anos até o fim de 2030, idade da aposentadoria compulsória.

Os ministros

Os ministros que devem deixar a Corte por idade são Luiz Fux, em abril de 2028; Cármen Lúcia, em abril de 2029; e Gilmar Mendes, em dezembro de 2030.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito ontem, domingo (25/10), poderá indicar até quatro ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF) até o próximo mandato, que se encerra em janeiro de 2031.

As vagas

A possibilidade considera a vaga aberta desde a aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, em outubro de 2025, e a saída de outros três ministros, que completarão 75 anos até o fim de 2030, idade da aposentadoria compulsória.

Os ministros

Os ministros que devem deixar a Corte por idade são Luiz Fux, em abril de 2028; Cármen Lúcia, em abril de 2029; e Gilmar Mendes, em dezembro de 2030.




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Na reabertura pós vitória de Lula, Bolsa tem forte queda e pausa pregão

26/10/2026

Na reabertura hoje, segunda-feira (26/10), após vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a Bolsa teve forte queda e pausou o pregão.
O dólar opera em alta, com um avanço de 12,06% perto das 10h20, cotado a R$ 5,5953. Na máxima do dia, chegou a R$ 5,6048.

Principal índice

Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, teve as negociações interrompidas já no início do pregão, por 30 minutos, com o chamado "circuit breaker". Isso significa que já nos primeiros minutos da sessão, o índice caía mais de 10%.

Mecanismo

Circuit breaker é um mecanismo utilizado pela bolsa para interromper temporariamente as negociações quando o mercado de ações registra quedas muito bruscas. O objetivo é dar tempo para que os investidores reavaliem suas decisões e reduzir o risco de movimentos desordenados de compra e venda. Após a interrupção, os negócios são retomados.

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Na reabertura hoje, segunda-feira (26/10), após vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a Bolsa teve forte queda e pausou o pregão.
O dólar opera em alta, com um avanço de 12,06% perto das 10h20, cotado a R$ 5,5953. Na máxima do dia, chegou a R$ 5,6048.

Principal índice

Já o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, teve as negociações interrompidas já no início do pregão, por 30 minutos, com o chamado "circuit breaker". Isso significa que já nos primeiros minutos da sessão, o índice caía mais de 10%.

Mecanismo

Circuit breaker é um mecanismo utilizado pela bolsa para interromper temporariamente as negociações quando o mercado de ações registra quedas muito bruscas. O objetivo é dar tempo para que os investidores reavaliem suas decisões e reduzir o risco de movimentos desordenados de compra e venda. Após a interrupção, os negócios são retomados.




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Brasil elege 20 brancos, 6 pardos, 1 indígena e nenhum preto entre os 27 governadores

26/10/2026

Governadores e governadoras eleitos. Com as definições dos eleitos no 2º turno, os 26 estados e o Distrito Federal conheceram os seus escolhidos para comandar os governos locais a partir de janeiro de 2027. Entre os escolhidos, os eleitores optaram por 20 candidatos brancos, 6 partos, 1 indígena e nenhum preto, segundo dados da autodeclaração feita por cada candidato à Justiça Eleitoral.

Os pardos

Os pardos são Arthur Henrique (RR), Dr. Daniel (PA), Elmano de Freitas (CE), JHC (AL), Marcos Rogério (RO) e Vicentinho Júnior (TO). Já o único indígena é Jerônimo Rodrigues (BA).
Os demais 20 governadores eleitos são brancos, entre eles 17 homens e 3 mulheres.

2º turno

Seis disputas ocorreram ontem, domingo (25/10), com as definições no Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins.
No 1º turno, o Brasil registrou recorde de governadores eleitos, com 20 eleitos no dia...

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Governadores e governadoras eleitos. Com as definições dos eleitos no 2º turno, os 26 estados e o Distrito Federal conheceram os seus escolhidos para comandar os governos locais a partir de janeiro de 2027. Entre os escolhidos, os eleitores optaram por 20 candidatos brancos, 6 partos, 1 indígena e nenhum preto, segundo dados da autodeclaração feita por cada candidato à Justiça Eleitoral.

Os pardos

Os pardos são Arthur Henrique (RR), Dr. Daniel (PA), Elmano de Freitas (CE), JHC (AL), Marcos Rogério (RO) e Vicentinho Júnior (TO). Já o único indígena é Jerônimo Rodrigues (BA).
Os demais 20 governadores eleitos são brancos, entre eles 17 homens e 3 mulheres.

2º turno

Seis disputas ocorreram ontem, domingo (25/10), com as definições no Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio Grande do Norte e Tocantins.
No 1º turno, o Brasil registrou recorde de governadores eleitos, com 20 eleitos no dia 4 deste mês.

Confirmação

Depois, houve a confirmação de Douglas Ruas (PL) como vencedor nas eleições do Rio de Janeiro, após a Justiça considerar nulos os votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos). Assim, o número subiu para 21.




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Concursos em Pernambuco têm mais de 3,4 mil vagas e salários de até R$ 13 mil

26/10/2026

A semana começa com várias oportunidades de emprego público em Pernambuco. Concursos públicos e seleções simplificadas com inscrições abertas no Estado oferecem, ao menos, 3.475 vagas. As oportunidades são destinadas a candidatos com escolaridade de níveis fundamental, médio, técnico e superior. Os salários podem chegar de até R$ 13 mil.

Destaques

Entre os destaques, estão os concursos para a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil, que oferecem salários de até R$ 13 mil. Várias prefeituras também estão com seleções abertas.

Confira:

Orquestra Sinfônica e Banda Sinfônica do Recife
Inscrições até quarta-feira (28);
45 vagas de nível médio e superior para músicos de diversos instrumentos;
Salário de até R$ 5,5 mil;

Universidade de Pernambuco (UPE)
Inscrições até 2 de novembro;
2 vagas de nível superior para advogados;
Salário de R$ 4.165,25;

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A semana começa com várias oportunidades de emprego público em Pernambuco. Concursos públicos e seleções simplificadas com inscrições abertas no Estado oferecem, ao menos, 3.475 vagas. As oportunidades são destinadas a candidatos com escolaridade de níveis fundamental, médio, técnico e superior. Os salários podem chegar de até R$ 13 mil.

Destaques

Entre os destaques, estão os concursos para a Polícia Militar, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil, que oferecem salários de até R$ 13 mil. Várias prefeituras também estão com seleções abertas.

Confira:

Orquestra Sinfônica e Banda Sinfônica do Recife
Inscrições até quarta-feira (28);
45 vagas de nível médio e superior para músicos de diversos instrumentos;
Salário de até R$ 5,5 mil;

Universidade de Pernambuco (UPE)
Inscrições até 2 de novembro;
2 vagas de nível superior para advogados;
Salário de R$ 4.165,25;

Polícia Militar (PM)
Inscrições até 5 de novembro;
1.320 vagas de nível médio e superior;
Salário de até R$ 12.937,33;

Corpo de Bombeiros
Inscrições até 5 de novembro;
570 vagas de nível médio e superior;
Salário de até R$ 12.937,33;

Prefeitura de Goiana
Inscrições até 17 de novembro;
166 vagas de nível médio, técnico e superior;
Salário de até R$ 8.926,43;

Prefeitura de Ferreiros
Inscrições até 19 de novembro;
57 vagas de nível fundamental, médio e superior;
Salário de até R$ 4.179,47;

Polícia Civil
Inscrições até 16 de dezembro;
1.315 vagas de nível médio, técnico e superior em diversos cargos;
Salário de até R$ 13,5 mil;

O Poder




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Lula reeleito terá de remanejar R$ 20 bi do Orçamento para pagar “bondades”

26/10/2026

Reeleito ontem, domingo (25/10), com 51,79% dos votos válidos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá um novo desafio nos próximos dias. O Orçamento de 2027 precisará ser ajustado para acomodar o pacote de bondades anunciado pelo seu governo durante a campanha eleitoral.

Estima

O Ministério do Planejamento e Orçamento estima que será necessário remanejar cerca de R$ 20 bilhões do Orçamento de 2027 para custear medidas anunciadas nas últimas semanas. Segundo a pasta, o ajuste corresponde a pouco mais de 1% das despesas primárias sujeitas ao limite de gastos previsto para o próximo ano.

As medidas

Entre as medidas anunciadas pelo Executivo, estão o reajuste do Bolsa Família e a terceira edição do programa Desenrola, cujos impactos são estimados em R$ 22,7 bilhões e R$ 5 bilhões, respectivamente.
Também será necessário fazer ajustes pelo lado da receita, já que a União deixará de arrecadar R$ 5,3 bi...

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Reeleito ontem, domingo (25/10), com 51,79% dos votos válidos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá um novo desafio nos próximos dias. O Orçamento de 2027 precisará ser ajustado para acomodar o pacote de bondades anunciado pelo seu governo durante a campanha eleitoral.

Estima

O Ministério do Planejamento e Orçamento estima que será necessário remanejar cerca de R$ 20 bilhões do Orçamento de 2027 para custear medidas anunciadas nas últimas semanas. Segundo a pasta, o ajuste corresponde a pouco mais de 1% das despesas primárias sujeitas ao limite de gastos previsto para o próximo ano.

As medidas

Entre as medidas anunciadas pelo Executivo, estão o reajuste do Bolsa Família e a terceira edição do programa Desenrola, cujos impactos são estimados em R$ 22,7 bilhões e R$ 5 bilhões, respectivamente.
Também será necessário fazer ajustes pelo lado da receita, já que a União deixará de arrecadar R$ 5,3 bilhões em 2027 com o fim das bets.

Despesas

Além das despesas já contratadas, Lula também precisará acomodar os gastos previstos com as medidas anunciadas por ele próprio durante a sua campanha ao Palácio do Planalto.

Prometeu

Na reta final das eleições, Lula prometeu ampliar o Pé-de-Meia para estudantes universitários e criar o chamado Pix MEI, que prevê transferências de até R$ 5 mil para microempreendedores individuais.
Antes do segundo turno, o presidente também enviou uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) que prevê transporte público gratuito aos fins de semana. Para custear a gratuidade, o texto prevê destinar 26,8% do valor reservado às emendas parlamentares. O percentual equivale a R$ 12 bilhões em 2027.

Ajuste fiscal

Durante a campanha, Lula sinalizou que deve manter a estratégia fiscal adotada pela atual gestão. A meta fiscal proposta para 2027 é de um superávit de 0,5% do PIB, o equivalente a R$ 73,2 bilhões.

Os benefícios

Os benefícios anunciados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em meio à tentativa de reeleição mobilizaram cerca de R$ 298,4 bilhões em 2026. O cálculo considera medidas de crédito, renúncia fiscal e aquelas com impacto na despesa primária.

Custo final

Apesar das medidas com custo fiscal anunciadas durante as eleições, a equipe econômica de Lula assegura que a meta fiscal de 2027 está mantida.

Ponto de partida

Para o economista-chefe da ARX e ex-diretor da IFI, Gabriel Leal de Barros, o ponto de partida para reequilibrar as contas públicas já é bastante desafiador, de modo que toda e qualquer medida que amplie o gasto ou reduza receita, piora as condições iniciais da consolidação fiscal que o país precisa.

Com CNN




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Hugo e Alcolumbre pavimentam reeleição no Congresso com vitória de Lula

26/10/2026

Os presidentes da Câmara, Hugo Motta, (Republicanos-PB) e do Senado, Davi Alcolumbre (União), ampliaram as chances de manter a presidência das duas casas com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apontam aliados.

A bancada

Com 121 deputados federais eleitos e uma bancada que deve chegar a 30 senadores, o PL (Partido Liberal) almeja a cúpula do Congresso Nacional e apostava na vitória de Flávio Bolsonaro (PL) para atrair o apoio de partidos do Centrão.

Cenário

Segundo os analistas políticos, a base bolsonarista apostava, neste cenário, em um acordo para a sigla do ex-presidente, ficar com o comando de uma das Casas, com preferência para o Senado, e negociar a Câmara com o Centrão.

Se fortaleceram

Com a derrota de Flávio, Davi e Hugo se fortalecem junto aos partidos e ganham reforço com o empenho da esquerda na articulação porque ambos estiveram ao lado de Lu...

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Os presidentes da Câmara, Hugo Motta, (Republicanos-PB) e do Senado, Davi Alcolumbre (União), ampliaram as chances de manter a presidência das duas casas com a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), apontam aliados.

A bancada

Com 121 deputados federais eleitos e uma bancada que deve chegar a 30 senadores, o PL (Partido Liberal) almeja a cúpula do Congresso Nacional e apostava na vitória de Flávio Bolsonaro (PL) para atrair o apoio de partidos do Centrão.

Cenário

Segundo os analistas políticos, a base bolsonarista apostava, neste cenário, em um acordo para a sigla do ex-presidente, ficar com o comando de uma das Casas, com preferência para o Senado, e negociar a Câmara com o Centrão.

Se fortaleceram

Com a derrota de Flávio, Davi e Hugo se fortalecem junto aos partidos e ganham reforço com o empenho da esquerda na articulação porque ambos estiveram ao lado de Lula ao longo da eleição e trabalharam para entregar votações importantes para o petista na reta final, como o fim da jornada 6x1 e o pacote para os MEIs (Microempreendedor Individual).

Com CNN




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Promessa é dívida: "Dércio Alcântara é o maior profeta eleitoral do Brasil"

26/10/2026

Por José Nivaldo Junior*

Não foi aposta nem teima. Foi apenas uma promessa, feita em grupo de WhatsApp. O grupo reúne profissionais da politica e do marketing. Nele, O Poder captou o "estudo interno", divulgado como peça de instigação da militância petista, que naquele momento partia para ocupar as ruas. O material virou matéria, a matéria publicada com exclusividade por O Poder virou polêmica. Mantivemos a autoria do estudo sob reserva. Até agora.



Houve contestações

Muita gente se rebelou contra a projeção.
Como é da nossa politica editorial, publicamos também as divergências. O Poder, é sempre bom repetir, tem como norma estimular o livre confronto de ideias e o contraditório, mesmo em desacordo com a nossa linha editorial. Aqui, todas as correntes têm espaço para suas manifestações.

A previsão

O autor do estudo, revelamos agora, foi o vitorioso e sempre polêmi...

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Por José Nivaldo Junior*

Não foi aposta nem teima. Foi apenas uma promessa, feita em grupo de WhatsApp. O grupo reúne profissionais da politica e do marketing. Nele, O Poder captou o "estudo interno", divulgado como peça de instigação da militância petista, que naquele momento partia para ocupar as ruas. O material virou matéria, a matéria publicada com exclusividade por O Poder virou polêmica. Mantivemos a autoria do estudo sob reserva. Até agora.



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Houve contestações

Muita gente se rebelou contra a projeção.
Como é da nossa politica editorial, publicamos também as divergências. O Poder, é sempre bom repetir, tem como norma estimular o livre confronto de ideias e o contraditório, mesmo em desacordo com a nossa linha editorial. Aqui, todas as correntes têm espaço para suas manifestações.

A previsão

O autor do estudo, revelamos agora, foi o vitorioso e sempre polêmico marqueteiro Dércio Alcantara. De forma ousada e inteligente, Dércio se debruçou sobre os dados do Instituto PoderData/Aya e sua evolução. A partir dai, a 9 dias do pleito, projetou o resultado. Cravou 52,1 para Lula, 48,9 para Flávio. Foi a previsão mais próxima do placar final.
, 51,78% a 48,22. Ou seja, a precisão de Dércio foi quase milimétrica. Ganhou do próprio Instituto, que continuou pesquisando e acabou divergindo de si mesmo e errando.



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A promessa

No grupo, cravei o comentário: "Quando acontecer, vou proclamar Dércio o maior profeta político do Brasil". Promessa cumprida. Registrando que, nesse caso, a profecia se baseia em experiência e uso competente de dados.

*José Nivaldo Junior é historiador, publicitário e há 48 anos atua sem interrupção em campanhas eleitorais. Diretor de O Poder.




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Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta segunda-feira Por Alek Maracajá

26/10/2026

Brasília, segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Cheguei … e pela primeira vez neste 2º turno não tem contagem regressiva: a urna já falou. Brasília acordou com café amargo de um lado, rouco de comemoração do outro, e os institutos de pesquisa procurando o manual de instruções

Lula foi reeleito com 64.239.788 votos, 51,78% dos válidos, contra 59.818.160 de Flávio Bolsonaro, 48,22%. Na véspera, sete de oito institutos davam Flávio na frente.

A Ativaweb DataLab mostrava o contrário há semanas: Lula crescendo em curtidas, compartilhamentos e seguidores, turbinado depois do 1º turno pelo trabalho voluntário da sua base. No sábado à noite, o IPDE fechou com Lula em 55,6 × 44,4. Big Data bem lido não é palpite: é tendência com método.

O dia traz Flávio dizendo que não reconhece o resultado e vai pedir anulação, o TSE desmentindo a história dos fiscais, Lula virando em 2.875 cidades e a direita latino-americana dando parabéns,...

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Brasília, segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Cheguei … e pela primeira vez neste 2º turno não tem contagem regressiva: a urna já falou. Brasília acordou com café amargo de um lado, rouco de comemoração do outro, e os institutos de pesquisa procurando o manual de instruções

Lula foi reeleito com 64.239.788 votos, 51,78% dos válidos, contra 59.818.160 de Flávio Bolsonaro, 48,22%. Na véspera, sete de oito institutos davam Flávio na frente.

A Ativaweb DataLab mostrava o contrário há semanas: Lula crescendo em curtidas, compartilhamentos e seguidores, turbinado depois do 1º turno pelo trabalho voluntário da sua base. No sábado à noite, o IPDE fechou com Lula em 55,6 × 44,4. Big Data bem lido não é palpite: é tendência com método.

O dia traz Flávio dizendo que não reconhece o resultado e vai pedir anulação, o TSE desmentindo a história dos fiscais, Lula virando em 2.875 cidades e a direita latino-americana dando parabéns, com duas ausências notáveis.

Resumo da manhã: as pesquisas apontavam Flávio, o digital apontava Lula, e a urna confirmou o digital

Termômetro eleitoral: urna × pesquisas × digital

Urna: Lula 51,78% × Flávio 48,22%. diferença de 4.421.628 votos

Na última rodada, a média dos oito institutos dava Flávio 50,6% × Lula 49,4%. A urna entregou o contrário.
Datafolha e Quaest: Flávio 51%, margem de 2 pontos. Resultado: 48,22%, erro de 2,78 pontos.
AtlasIntel: 50,8%, margem de 1 ponto, erro de 2,58. CNT/MDA (50,7%) e BTG/Nexus (50,5%), margem de 2,2, erros de 2,48 e 2,28.
Todos fora da margem declarada. A exceção foi a Vox Brasil, que dava Lula 50,6%, com margem de 2,15 pontos.

Leitura: não foi oscilação, foi direção errada. Pela segunda vez nesta eleição, o resultado saiu do intervalo prometido pelos principais institutos.

A margem de erro era de 2 pontos. Faltou avisar que o erro também tinha margem

Termômetro Digital — Ativaweb Datalab

IPDE e monitoramento da reta final, até sábado (24/10)

Lula: 55,6 pontos no IPDE, 206.585 novos seguidores no sábado, engajamento +17,17% em sete dias
Flávio: 44,4 pontos no IPDE, 176.903 novos seguidores no sábado, engajamento -27,24% em sete dias

383.488 novos seguidores somados no último dia de campanha.

224,9 milhões × 118,9 milhões de visualizações nas últimas 24 horas

O último debate da Globo gerou 33,7 milhões de menções, 56,4% favoráveis a Lula. Em sete dias, Lula ganhou mais de 1 milhão de seguidores e entrou no domingo com 3,29 milhões de vantagem.

Leitura: Lula tinha mais audiência, mais alcance e engajamento em alta; Flávio manteve a base mais engajada, mas perdeu tração na semana final. O IPDE marcou 55,6 e a urna, 51,78%: o digital acertou a direção, não o tamanho.

"A pesquisa pergunta ao eleitor o que ele pretende fazer. O digital mostra o que ele já está fazendo. Na reta final, o comportamento falou mais alto do que a declaração."

Sete institutos olharam a fotografia. O algoritmo estava vendo o filme

Principais movimentos

A Ativaweb cravou a tendência. os institutos erraram a direção

Os sinais vinham de longe. Em 9/10, o Radar registrou Lula com +410.633 seguidores desde 7/10, contra +163.625 de Flávio, e engajamento em alta de 394,37%. Em 16/10, desde o dia 8, Lula ganhava 43,30% de engajamento e Flávio perdia 38,99%. Em 22/10, o canal voluntário Exército do Lula já somava 7,28 milhões de participantes, praticamente o dobro de dez dias antes.

No sábado à noite, o IPDE (Índice de Presença Digital Eleitoral) apontou Lula em 55,6 pontos, na faixa de domínio digital, no mesmo dia em que sete de oito institutos colocavam Flávio à frente. O Metrópoles resumiu: "Após vexame no 1º turno, institutos de pesquisa voltam a passar vergonha". Nas reportagens consultadas, os institutos não comentaram.

Dados bem coletados e bem interpretados mostraram a direção antes da urna, e o digital entra de vez na mesa de quem lê eleição.
Os institutos tinham questionário. A Ativaweb tinha o comportamento. E comportamento não marca "não sei/não respondeu"

O "não reconheço" que as redes não engoliram

Por volta das 22h40, Flávio disse que é "impossível reconhecer o resultado" e que pedirá a anulação, alegando que a decisão do ministro Cristiano Zanin, às 17h01, de prorrogar a votação por duas horas quebrou a igualdade entre cidades. Nikolas Ferreira repetiu o "impossível reconhecer" em vídeo, e Flávio, Nikolas e aliados viraram alvo de críticas nas redes.
O outro lado: o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, disse que a liminar trouxe dificuldades operacionais, mas não alterou o resultado. O TSE negou a retirada de fiscais do PL da sala-cofre, que "não é um espaço aberto à visitação". E a própria campanha de Flávio havia pedido mais horas em municípios de cinco estados.
A internet tem memória: em 16 de outubro, na sabatina da Globo, Flávio disse que respeitaria o resultado "independentemente de qual for".
Pedir prorrogação de manhã e anulação à noite é a primeira tese jurídica com fuso horário próprio

A virada tem mapa: 2.875 × 2.695 cidades

Lula venceu em 2.875 municípios e Flávio em 2.695. Do 1º para o 2º turno, Lula somou 10,3 milhões de votos, contra 3,7 milhões de Flávio, e a abstenção caiu de 21,08% para 19,21%. Na Grande SP, Lula virou em Osasco, Cotia e mais cinco cidades, vencendo em 21 dos 39 municípios.
É a primeira vez desde a redemocratização que quem perdeu o 1º turno vence o 2º, e a virada veio de mobilização, não de transferência estática.
Flávio liderou o 1º turno e perdeu a eleição. Lula perdeu o 1º turno e ganhou de presente de aniversário antecipado: amanhã ele faz 81


A onda azul mandou parabéns, menos dois

Kast (Chile), Noboa (Equador), Peña (Paraguai), Mulino (Panamá), Abinader (República Dominicana), Keiko Fujimori (Peru) e Rodrigo Paz (Bolívia) cumprimentaram Lula. Até a publicação, Javier Milei e Abelardo de la Espriella, aliados de Flávio na campanha, não haviam se manifestado.
No Congresso, Hugo Motta falou em "dia de alegria para nós, democratas", e Davi Alcolumbre cobrou: "Cabe ao presidente da República unir o Brasil".
A direita da região reconheceu o resultado antes de parte da direita brasileira, o que esvazia a tese da anulação no plano externo.
Na diplomacia, o silêncio também é recado. Só que vem sem emoji

Leitura estratégica Ativaweb Datalab

Eleitoral: Lula 51,78% × Flávio 48,22%, diferença de 4.421.628 votos, com virada inédita e abstenção menor.
Digital: IPDE 55,6 × 44,4 e 224,9 milhões de visualizações contra 118,9 milhões anteciparam a direção da urna.
Narrativo: a oposição tenta trocar "perdemos" por "fomos prejudicados", mas a contradição do pedido de prorrogação pesa contra.
Institucional: TSE desmente os fiscais, Nunes Marques diz que o resultado não mudou e Motta e Alcolumbre falam em democracia e pacificação.
Pesquisas: dois erros de direção na mesma eleição colocam os institutos sob pressão para rever método, amostra e peso do digital.

Teve vencedor, teve contestação, teve instituto pedindo desculpa ao espelho. O Brasil não sabe fazer eleição curta

Alerta Ativaweb

Direção não é tamanho. O IPDE marcou 55,6 pontos para Lula e a urna deu 51,78%. Os 3,82 pontos de distância mostram que ocupar as redes não vira voto na mesma proporção, em parte porque o digital inclui mobilização organizada de militância.

O que os dados mostraram foi para onde a disputa andava, não o placar final. Acertar o sentido não autoriza tratar o índice como pesquisa. Correlação não é conclusão.

Pesquisa mede intenção.
Digital mede atenção e interação.
Urna mede voto.

Fechamento

A história desta segunda é virada, contestação e lição.

Lula conquistou o quarto mandato com 51,78%, depois de perder o 1º turno, enquanto as pesquisas apontavam o contrário e o digital apontava para ele.

Flávio não reconhece e promete pedir anulação; o TSE desmente, Nunes Marques diz que o resultado não mudou e a direita latino-americana, quase toda, já mandou parabéns.

Faltam 71 dias para a posse, em 5 de janeiro de 2027.

A pesquisa fotografou. O digital acelerou. A urna decidiu

Alek Maracajá
Cientista de Dados | Ativaweb DataLab




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Lula terá maioria no STF e tribunal como aliado em embates com Congresso

26/10/2026

O presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) consolidará uma maioria alinhada ao governo no Supremo Tribunal Federal (STF) e deverá ter a ajuda da corte em embates com o Congresso em seu quarto mandato à frente do Executivo.


Indicará

O petista indicará pelo menos mais três ministros, que se somarão à ala do tribunal que já costuma dar sustentação aos movimentos do Palácio do Planalto.
Há a expectativa no entorno de Lula, inclusive, que ganhe força o nome de Rodrigo Pacheco, ex-senador e atual integrante do Tribunal de Contas da União, para uma indicação ao Supremo ainda neste ano a fim de aproveitar a atual composição do Senado, menos à direita que a eleita no primeiro turno de 2026.

Previsão

A previsão da base do governo é que se mantenha a pressão pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes, mas mesmo o cenário adverso ao magistrado não é visto como tão ruim, uma vez que abriria outr...

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O presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) consolidará uma maioria alinhada ao governo no Supremo Tribunal Federal (STF) e deverá ter a ajuda da corte em embates com o Congresso em seu quarto mandato à frente do Executivo.


Indicará

O petista indicará pelo menos mais três ministros, que se somarão à ala do tribunal que já costuma dar sustentação aos movimentos do Palácio do Planalto.
Há a expectativa no entorno de Lula, inclusive, que ganhe força o nome de Rodrigo Pacheco, ex-senador e atual integrante do Tribunal de Contas da União, para uma indicação ao Supremo ainda neste ano a fim de aproveitar a atual composição do Senado, menos à direita que a eleita no primeiro turno de 2026.

Previsão

A previsão da base do governo é que se mantenha a pressão pelo impeachment do ministro Alexandre de Moraes, mas mesmo o cenário adverso ao magistrado não é visto como tão ruim, uma vez que abriria outra vaga para o tribunal a ser escolhida por Lula.

Uma ala

No entanto, deve se manter uma ala do tribunal mais refratária ao Executivo devido às críticas públicas que o presidente fez durante a campanha aos ministros André Mendonça, Kassio Nunes Marques e Dias Toffoli.

Avaliação

Mesmo assim, a avaliação dentro do próprio STF é que haja uma maioria folgada alinhada ao governo e que o tribunal tenha um papel central para dar sustentação ao Planalto nas disputas com o Congresso.

A leitura é reforçada pela possibilidade de Lula fazer uma articulação para conseguir emplacar uma quarta indicação à Corte.

Gilmar Mendes

Para isso, seria necessário o ministro Gilmar Mendes antecipar a aposentadoria, uma vez que ele chega à idade limite em 30 de dezembro de 2030 e seria difícil a aprovação de um nome até 5 de janeiro de 2031, último dia do atual mandato.

O cenário

O cenário adverso no Congresso, porém, não será novidade. Neste mandato, o petista já enfrentou dificuldades para emplacar sua agenda no Legislativo nos últimos quatro anos, a exemplo do veto à indicação de Jorge Messias para o Supremo, o que não ocorria há mais de 120 anos.

O Congresso

Agora, a composição do parlamento tem perfil ainda mais à direita, o que deve ampliar a resistência aos projetos petistas.

Com CNN




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