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Últimos dias para inscrição no Prêmio de Literatura Regional Neíse e José Nivaldo da Academia Pernambucana de Letras

27/11/2024

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No próximo sábado 30/11, encerra-se o prazo para inscrição no prêmio de Literatura Regional em homenagem ao centenário do acadêmico José Nivaldo e sua espôsa, a médica e escritora Neíse Gondim. Academia Pernambucana de Letras, presidida pelo imortal Lourival Holanda aprovou o regulamento e indicou dois dos membros da comissão julgadora. Poderão concorrer autores de obras publicadas a partir de 2022, em território nacional, de qualquer gênero literário desde que aborde temáticas regionalistas. Haverá premiações em dinheiro para os três primeiros colocados e diplomas para até 05 menções honrosas.





Comissão

Integrarão a Comissão Julgadora as acadêmicas Ana Maria César e Flávia Suassuna e mais o escritor Silvio Amorim, indicado indicado pela família dos homenageados.
As inscrições estarão abertas durante todo o mês de novembro, dia 30, inclusive. Serão consideradas as obras entregues na Academia ou enviadas pelo...

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No próximo sábado 30/11, encerra-se o prazo para inscrição no prêmio de Literatura Regional em homenagem ao centenário do acadêmico José Nivaldo e sua espôsa, a médica e escritora Neíse Gondim. Academia Pernambucana de Letras, presidida pelo imortal Lourival Holanda aprovou o regulamento e indicou dois dos membros da comissão julgadora. Poderão concorrer autores de obras publicadas a partir de 2022, em território nacional, de qualquer gênero literário desde que aborde temáticas regionalistas. Haverá premiações em dinheiro para os três primeiros colocados e diplomas para até 05 menções honrosas.

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Comissão

Integrarão a Comissão Julgadora as acadêmicas Ana Maria César e Flávia Suassuna e mais o escritor Silvio Amorim, indicado indicado pela família dos homenageados.
As inscrições estarão abertas durante todo o mês de novembro, dia 30, inclusive. Serão consideradas as obras entregues na Academia ou enviadas pelos correios até aquela data e a entrega do prêmio ocorrerá na premiação conjunta da APL, que acontecerá no final de janeiro por ocasião do aniversário da Academia.

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Detalhes

O regulamento do prêmio, cuja íntegra está publicada a seguir, estabelece que poderão participar obras publicadas a partir de 2022. Esse item, por si só, exclui a participação de publicações digitais, que podem ser alteradas a qualquer momento, ou seja, não há comprovação absoluta da data. Ainda com relação a isso, o regulamento estabelece o envio de três exemplares em invólucro com determinadas exigências, além de outros itens que não teriam como ser cumpridos por obras exclusivamente digitais.
Ainda foi questionado se participações, mesmo discretas como prefácios, orelhas, apresentações ou comentários de membros da Academia ou familiares dos homenageados excluía a participação do livro no concurso. A resposta é que não serão aceitas as inscrições. O objetivo do item do regulamento é excluir qualquer dúvida sobre possível influência de textos de acadêmicos ou familiares na escolha dos vencedores. O regulamento descreve até o conceito de livro. Ou seja, qualquer participação de membros da Academia ou familiares dos homenageados no livro concorrente exclui a obra e a suposta inscrição não será acatada.

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O regulamento

Para consulta dos interessados, segue-se o regulamento completo do prêmio indicando todos os procedimentos a serem adotados pelos concorrentes.

O Regulamento

I - Do objetivo

O objetivo do prêmio é assinalar o centenário do casal de escritores Maria Neíse Monteiro Gondim de Souza e José Nivaldo Barbosa de Souza.

II - Da abrangência

a) Poderão participar escritores com livros publicados em qualquer Estado da Federação, a partir do ano de 2022;

b) a exigência de livros publicados se deve ao reconhecimento do esforço dos autores para conseguir publicar;

c) Podem concorrer obras de qualquer gênero literário, desde que sejam livros, ou seja, tenham mais de 49 páginas, mais capas, para atender ao critério da Unesco;

III - Das inscrições

a) Cada concorrente deve enviar 03 (três) exemplares da sua obra constando no invólucro a referência: 'Prêmio de Literatura Regional Neíse e José Nivaldo';

b) Não serão aceitas inscrições de integrantes da Academia Pernambucana de Letras ou de integrantes das famílias dos homenageados.

b) os invólucros devem conter os endereços físico e digital do concorrente para comunicação do resultado, caso classificado;

c) Os invólucros devem ser remetidos para o seguinte endereço:
Academia Pernambucana de Letras.
Av. Rui Barbosa, 1596 - Graças, Recife - PE, 52050-000;

c) Serão considerados inscritos invólucros remetidos entre os dias 1o e 30 de novembro de 2024.

IV - Da Comissão Julgadora

A Comissão Julgadora será formada por três membros, sendo dois indicados pela Academia Pernambucana de Letras e um indicado pela família dos homenageados.

V - Dos prêmios

a) Serão escolhidos um primeiro, um segundo e um terceiro lugares, independente do gênero literário da obra;

b) A critério da Comissão Julgadora poderão ser concedidas até 05 (cinco) menções honrosas;

c) O primeiro prêmio será de R$ 5.000,00 (cinco mil reais). O segundo lugar receberá R$ 3.000,00 (Três mil reais) e o terceiro R$ 2.000,00. Todas as premiações, inclusive as menções honrosas, serão acompanhadas de diploma.

VI - Da entrega

Ocorrerá juntamente com os demais prêmios da Academia durante a comemoração do aniversário da Casa, previsto para o final do mês de janeiro de 2025.

VII - Dos casos omissos

Serão resolvidos pela presidência da Academia Pernambucana de Letras.

Leia outras informações

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Acaba quarta-feira (24) o prazo concedido a Bolsonaro para prisão domiciliar; Moraes o convoca para depor na terça (23)

20/06/2026

Acaba na próxima quarta-feira, dia 24 de junho, o prazo estabelecido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que o ex-presidente Jair Bolsonaro fique em prisão domiciliar em caráter humanitário. Caso não seja confirmada necessidade de ele continuar o tratamento ao qual está sendo submetido em sua própria residência até lá, ele poderá ser encaminhado de volta ao Complexo Prisional da Papuda.

Por enquanto, nem os advogados de Bolsonaro nem o gabinete do ministro se manifestaram a respeito, mas é provável que outro pedido para que o prazo seja prorrogado já tenha sido apresentado nesta sexta-feira (19/06), acompanhado de laudos médicos — uma vez que nas últimas semanas o ex-presidente teve crises constantes de soluções que chegaram até a levantar a hipótese de que ele precisaria ser hospitalizado novamente, mas isso não chegou a acontecer.

Oitiva sobre arma de fogo

Por outro lado, Alexandre de Moraes a...

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Acaba na próxima quarta-feira, dia 24 de junho, o prazo estabelecido pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para que o ex-presidente Jair Bolsonaro fique em prisão domiciliar em caráter humanitário. Caso não seja confirmada necessidade de ele continuar o tratamento ao qual está sendo submetido em sua própria residência até lá, ele poderá ser encaminhado de volta ao Complexo Prisional da Papuda.

Por enquanto, nem os advogados de Bolsonaro nem o gabinete do ministro se manifestaram a respeito, mas é provável que outro pedido para que o prazo seja prorrogado já tenha sido apresentado nesta sexta-feira (19/06), acompanhado de laudos médicos — uma vez que nas últimas semanas o ex-presidente teve crises constantes de soluções que chegaram até a levantar a hipótese de que ele precisaria ser hospitalizado novamente, mas isso não chegou a acontecer.

Oitiva sobre arma de fogo

Por outro lado, Alexandre de Moraes autorizou nesta sexta-feira (19/6) que a Polícia Civil ouça o ex-presidente sobre a apreensão de uma arma de fogo durante uma abordagem policial no Distrito Federal. O depoimento, porém, não poderá ser realizado por videoconferência e será tomado de forma presencial, na residência onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar.

Está programado para a próxima terça-feira (23/06), ou seja: a véspera do prazo que Moraes tem para dizer se prorroga ou encaminha Bolsonaro de volta para a Papuda.

A decisão de tomar o depoimento do ex-presidente nada tem a ver com o fim do prazo da sua prisão domiciliar, mas está sendo interpretada como uma ótima oportunidade para que seja avaliada, de fato, a situação do ex-presidente.

Arma encontrada com policial

Na verdade, foi proferida após a Polícia Civil do Distrito Federal instaurar inquérito que investiga a apreensão de uma pistola Glock calibre 9mm com carregador que estava com um dos policiais que fazem a segurança na casa dele.

A arma, segundo registro de ocorrência, foi encontrada na noite de 15 de junho de 2026, por volta das 23h30, e comunicada oficialmente à polícia às 0h14 do dia seguinte. A propriedade do armamento foi atribuída a Bolsonaro com base em consulta ao sistema SIGMA, do Exército Brasileiro.

Sem videoconferência

No despacho, Moraes autorizou que o ex-presidente seja ouvido terça-feira, às 15h, no próprio local onde cumpre a prisão domiciliar. O ministro justificou a recusa ao uso de videoconferência citando restrições legais para comunicações eletrônicas no contexto da medida judicial.

O magistrado também determinou que a defesa apresente esclarecimentos adicionais sobre a rotina de segurança de Jair Bolsonaro. Entre os pontos solicitados está a confirmação de que os agentes de proteção cedidos em razão do cargo público são dispensados durante o período noturno.

Saúde do ex-presidente

Outro eixo da decisão trata do acompanhamento de saúde dentro da residência. Moraes pediu informações sobre a eventual contratação de profissionais qualificados para assistência no período noturno, após questionamentos sobre a indicação de um acompanhante sem formação técnica na área da saúde.

A defesa havia sugerido o nome de Carlos Eduardo Antunes Torres, descrito como integrante da família e pessoa de confiança, mas sem comprovação de qualificação profissional como enfermeiro ou técnico de enfermagem. O pedido para sua permanência no local já havia sido negado anteriormente pelo ministro, que reiterou a necessidade de comprovação técnica para eventual atuação na função.

Em função de tudo isso, os próximos dias são de suspense entre os políticos, sobretudo os mais ligados ao ex-presidente. Até porque tudo pode acontecer, inclusive Moraes prorrogar o prazo de autorização para que ele permaneça mais um pouco em sua residência.

— Com Agências de Notícias




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Zema em Caruaru adota o "raquelês". Tavares Neto pergunta. Ele foge da pergunta sobre a cidade, ele fala sobre o Brasil

20/06/2026

O pré-candidato a presidente da República, o ex-governador de Minas, Romeu Zema, visitou Pernambuco por esses dias e esteve em Caruaru. O experiente repórter Tavares Neto fez uma pergunta direta: quais os planos dele para a cidade? Zema provavelmente, além do São João, não conhece nada de Caruaru e do Agreste de Pernambuco. Porém, usando a estratégia frequentemente utilizada pela caruaruense Raquel Teixeira Lyra, não respondeu ao que foi perguntado. Escapuliu da pergunta e falou dos seus planos para o Brasil. Alguns até interessantes. Vale a máxima raquelista: você pergunta o que quer, eu respondo o que me interessa. Confira o vídeo

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O pré-candidato a presidente da República, o ex-governador de Minas, Romeu Zema, visitou Pernambuco por esses dias e esteve em Caruaru. O experiente repórter Tavares Neto fez uma pergunta direta: quais os planos dele para a cidade? Zema provavelmente, além do São João, não conhece nada de Caruaru e do Agreste de Pernambuco. Porém, usando a estratégia frequentemente utilizada pela caruaruense Raquel Teixeira Lyra, não respondeu ao que foi perguntado. Escapuliu da pergunta e falou dos seus planos para o Brasil. Alguns até interessantes. Vale a máxima raquelista: você pergunta o que quer, eu respondo o que me interessa. Confira o vídeo








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Do litoral ao Sertão- Insegurança toma conta dos perímetros irrigados de Petrolina

20/06/2026

Preocupado com o aumento da violência na zona rural de Petrolina, o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), Jailson Lira, convocou uma reunião para discutir medidas voltadas ao fortalecimento da segurança pública nos perímetros irrigados do município.

O encontro

Contou com a presença de representantes da Câmara de Vereadores de Petrolina e do Distrito de Irrigação Senador Nilo Coelho (DINC), que debateram a necessidade de uma atuação mais efetiva das forças policiais nas áreas rurais.

Segundo Jailson Lira

Os projetos irrigados Nilo Coelho, Maria Tereza e Bebedouro concentram atualmente uma população próxima de 100 mil habitantes, exigindo uma atenção especial do poder público. "A escalada da violência tem sido ascendente e precisamos alertar os poderes públicos para que olhem de forma especial para esses núcleos de irrigação, garantindo mais segurança aos produtores, trabalhadores e a to...

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Preocupado com o aumento da violência na zona rural de Petrolina, o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Petrolina (SPR), Jailson Lira, convocou uma reunião para discutir medidas voltadas ao fortalecimento da segurança pública nos perímetros irrigados do município.

O encontro

Contou com a presença de representantes da Câmara de Vereadores de Petrolina e do Distrito de Irrigação Senador Nilo Coelho (DINC), que debateram a necessidade de uma atuação mais efetiva das forças policiais nas áreas rurais.

Segundo Jailson Lira

Os projetos irrigados Nilo Coelho, Maria Tereza e Bebedouro concentram atualmente uma população próxima de 100 mil habitantes, exigindo uma atenção especial do poder público. "A escalada da violência tem sido ascendente e precisamos alertar os poderes públicos para que olhem de forma especial para esses núcleos de irrigação, garantindo mais segurança aos produtores, trabalhadores e a todos que circulam e vivem nesses ambientes", afirmou.

Assassinato cruel

Embora a preocupação seja mais ampla, o dirigente reconheceu que o assassinato do produtor rural Walter dos Santos Rocha, de 63 anos, ocorrido no Projeto Maria Tereza, contribuiu para ampliar o alerta entre as entidades representativas da região. Walter foi executado a tiros dentro da própria propriedade no dia 25 de maio deste ano. Além de produtor de frutas, ele exercia papel de liderança no setor, atuando como presidente do Conselho Fiscal do DINC e diretor da Cooperativa dos Produtores de Manga da Região de Petrolina (Cooper Manga). O caso segue sendo investigado pela 25ª Delegacia de Homicídios de Petrolina.

Te liga, Raquel

A reunião promovida pelo Sindicato dos Produtores Rurais busca mobilizar autoridades e representantes da sociedade para a construção de ações que ampliem a presença das forças de segurança nos perímetros irrigados, considerados estratégicos para a economia do Vale do São Francisco.




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Ataque hacker envia falsa mensagem de alerta da defesa civil para milhares de celulares do país

20/06/2026

Em meio às comemorações pela vitória do jogo do Brasil na Copa do Mundo, a madrugada deste sábado (20/06) terminou sendo marcada em várias partes do país por um grande susto entre a população, em o que está sendo investigado como um ataque hacker.

Milhares de celulares receberam alertas sonoros como se fossem uma sirene de emergência com a mensagem “Alerta Extremo — 'misantropia' (palavra que significa ódio à humanidade).

Plataforma tirada do ar

O Executivo Federal já descobriu que a plataforma de envio de alertas da Defesa Civil foi tirada do ar às 1h30 e que as mensagens foram enviadas de forma remota. Logo no início da manhã foi divulgada uma nota conjunta pela Defesa Civil Nacional e o Ministério do Desenvolvimento Regional, informando que a Polícia Federal foi acionada e está investigando o caso.

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, que faz parte do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regi...

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Em meio às comemorações pela vitória do jogo do Brasil na Copa do Mundo, a madrugada deste sábado (20/06) terminou sendo marcada em várias partes do país por um grande susto entre a população, em o que está sendo investigado como um ataque hacker.

Milhares de celulares receberam alertas sonoros como se fossem uma sirene de emergência com a mensagem “Alerta Extremo — 'misantropia' (palavra que significa ódio à humanidade).

Plataforma tirada do ar

O Executivo Federal já descobriu que a plataforma de envio de alertas da Defesa Civil foi tirada do ar às 1h30 e que as mensagens foram enviadas de forma remota. Logo no início da manhã foi divulgada uma nota conjunta pela Defesa Civil Nacional e o Ministério do Desenvolvimento Regional, informando que a Polícia Federal foi acionada e está investigando o caso.

A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, que faz parte do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, informou ainda que tomará as providências para religar o sistema de alertas o mais rápido possível.

Paraná recebeu maior número de mensagens

Órgãos de Defesa Civil local rapidamente começaram a se manifestar, informando que o alerta era falso. No Paraná, o número de mensagens foi um dos maiores, tanto que o governo daquele estado também acionou a Agência Nacional de Telefonia (Anatel).

Já a Defesa Civil de São Paulo afirmou que o alerta foi enviado pela tecnologia via "tecnologia Cell Broadcast", mas que não seguiu "os protocolos oficiais de comunicação de emergências". O órgão também confirmou que o sistema foi desligado.

Dia será de apurações

Mesmo de madrugada, o assunto se tornou um dos mais comentados nas redes sociais. Termos como "Defesa Civil", "Recebi" e "Hacker" eram alguns dos mais buscados.

O ator e comediante Paulo Vieira comentou que também recebeu o aviso. "O celular fez um barulho muito doido que eu nunca escutei na vida", afirmou.

Informações do Palácio do Planalto são de que, a depender do resultado das investigações, outra nota com dados sobre o episódio podem ser divulgadas até o final do dia e que a PF está em busca dos responsáveis pelo ato criminoso.

— Com agências de Notícias




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Facções criminosas dominam em Porto de Galinhas e arredores - Confira

20/06/2026

As Marcas do poder das facções em Porto de Galinhas e praias próximas não é só nas pichações dentro das comunidades. As marcas deixadas pelas facções no litoral sul de Pernambuco servem como demarcação de território, aviso para gangues rivais e imposição do medo para os moradores. Os símbolos mais comuns pintados em muros, portões e casas de municípios como Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho incluem iniciais e siglas: Pichações com as letras CLS (Comando Litoral Sul), CV (Comando Vermelho, aliado nacional) ou as antigas siglas (Trem Bala) e BDM (Bonde dos Malucos). Alusões ao Trem Bala: Desenhos ou menções explícitas a trens em alta velocidade, que simbolizam a rapidez e a força da facção em atropelar os rivais.

Facções ditam as leis

Mais fortes que a polícia, a justiça, o governo e os legislativos, as facções ditam as leis, sobre a legislação vigente. A foto que ilustra a matéria é exemplar: " Proibido roubar na favela". Hermenêutica: fora da favel...

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As Marcas do poder das facções em Porto de Galinhas e praias próximas não é só nas pichações dentro das comunidades. As marcas deixadas pelas facções no litoral sul de Pernambuco servem como demarcação de território, aviso para gangues rivais e imposição do medo para os moradores. Os símbolos mais comuns pintados em muros, portões e casas de municípios como Ipojuca e Cabo de Santo Agostinho incluem iniciais e siglas: Pichações com as letras CLS (Comando Litoral Sul), CV (Comando Vermelho, aliado nacional) ou as antigas siglas (Trem Bala) e BDM (Bonde dos Malucos). Alusões ao Trem Bala: Desenhos ou menções explícitas a trens em alta velocidade, que simbolizam a rapidez e a força da facção em atropelar os rivais.

Facções ditam as leis

Mais fortes que a polícia, a justiça, o governo e os legislativos, as facções ditam as leis, sobre a legislação vigente. A foto que ilustra a matéria é exemplar: " Proibido roubar na favela". Hermenêutica: fora da favela, pode roubar à vontade.



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Recado Dado

Avisos para a Comunidade: Frases pintadas em paredes ordenando que motoristas e motociclistas "baixem os vidros", "retirem o capacete" e "liguem o pisca alerta" ao entrar na comunidade. Punições desenhadas, símbolos de silêncio ou frases como "proibido roubar na favela" ou "quem colar com a polícia vai morrer", estabelecem o código de conduta imposto pelo tráfico. Integrantes costumam tatuar as iniciais da facção, desenhos de palhaços (que no jargão do crime associam-se a matadores de policiais), curingas ou armas de grande porte.

Acordo ou Gesto?

As forças de segurança do estado frequentemente realizam mutirões para apagar essas pichações logo após operações policiais, como forma de retomar simbolicamente a presença do Estado na região. Isso foi feito recentemente, após a repercussão de agressão a turistas do Paraná, em todos os lugares onde tenha mais movimentos ou praças de esporte, que são os lugares preferidos das facções, também há um acordo com comerciantes locais.



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Sem Permissão não Entra

As pichações são comuns dentro das comunidades e fomos aconselhados pela força policial a não entrar em alguns lugares para filmar ou fazer fotos, isso após perguntar sobre a atuação das facções no lugar.

Coincidência ou não, eles se encontravam em um protesto por causa do desaparecimento de um rapaz, que segundo a polícia foi exterminado pelos mandatários do tráfico. O movimento causou um engarrafamento enorme ontem, sexta-feira (19/06), em Porto de Galinhas. (Assistam ao vídeo).



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Sem Autorização não Fala

A polícia não pode falar, dar entrevista sem autorização superior, é o que foi dito pelo comandante, Tenente Mendes, que no momento estava na operação para desfazer o protesto. Segundo o mesmo comandante, eles não podem usar da força para desfazer protestos pacíficos, deve haver negociação, não importa o tempo que leve. Tentamos conversar sobre a atuação das facções na cidade mas ninguém, absolutamente ninguém, fala sobre o assunto. Até se afastam para que não haja mais contato. Não precisa falar mais nada, não só em Porto de Galinhas, mas em todo Estado a atuação das facções é evidente.



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NR - A reportagem não pode ingressar nas comunidades onde estão as pichacões com palavras de ordem e comandos aos moradores porque O Poder se recusa a negociar com facções criminosas e com representantes do narcoestado que está dominando vastas áreas de Pernambuco.








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Projetos estratégicos de infraestrutura viária avançam no governo federal

19/06/2026

O diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT, Alex Azevêdo, participou, nesta sexta-feira, de reunião promovida pela Infra S.A., em Brasília. O encontro tratou dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) de projetos estratégicos de infraestrutura. O evento reuniu representantes do setor para discutir o andamento dos estudos e alinhar iniciativas voltadas ao fortalecimento da logística e ao desenvolvimento da malha de transportes no país.



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O diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres - ANTT, Alex Azevêdo, participou, nesta sexta-feira, de reunião promovida pela Infra S.A., em Brasília. O encontro tratou dos Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA) de projetos estratégicos de infraestrutura. O evento reuniu representantes do setor para discutir o andamento dos estudos e alinhar iniciativas voltadas ao fortalecimento da logística e ao desenvolvimento da malha de transportes no país.



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É Findi - É São João! - Crônica - Por AJ Fontes*

19/06/2026

O milho ainda está no pé. Mais uns dias e o povo do sítio irá quebrar as espigas que serão transformadas em pamonha, canjica; e, basta apenas a água fervente com um tantinho de sal, ela cozinha; ou, deixa sobre uma grelha acima de um braseiro, assa.

Mais uma semana e a mágica se completa. Uma mesa onde estão, junto das comidas já faladas, o pé-de-moleque, a cerveja, a cachaça e outras bebidas enxeridas, metidas a besta, mas que estão, por convite ou conveniência. Essa é uma parte importante da festa, embora as demais não se escondam, ao contrário se exibem.

A música sai de um canto do alpendre para o trio não parar, no caso de chover. O sanfoneiro puxa o fole e entoa o hino: “A fogueira está queimando em homenagem a São João”. Zabumba e triângulo acompanham. Seguem tocando forró, baião e, lá pelas tantas, quando o suor escorrer pelos rostos, ensopando as camisas e vestidos que envolvem os corações aos pulos, um xote.

Eita! É tudo junto e mis...

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O milho ainda está no pé. Mais uns dias e o povo do sítio irá quebrar as espigas que serão transformadas em pamonha, canjica; e, basta apenas a água fervente com um tantinho de sal, ela cozinha; ou, deixa sobre uma grelha acima de um braseiro, assa.

Mais uma semana e a mágica se completa. Uma mesa onde estão, junto das comidas já faladas, o pé-de-moleque, a cerveja, a cachaça e outras bebidas enxeridas, metidas a besta, mas que estão, por convite ou conveniência. Essa é uma parte importante da festa, embora as demais não se escondam, ao contrário se exibem.

A música sai de um canto do alpendre para o trio não parar, no caso de chover. O sanfoneiro puxa o fole e entoa o hino: “A fogueira está queimando em homenagem a São João”. Zabumba e triângulo acompanham. Seguem tocando forró, baião e, lá pelas tantas, quando o suor escorrer pelos rostos, ensopando as camisas e vestidos que envolvem os corações aos pulos, um xote.

Eita! É tudo junto e misturado.

Não deu para separar as partes da festa. Você viu que falei da fogueira. O dono da casa, de olho no céu, com cara de quem pergunta a São Pedro se vai abrir a torneira, segura um pedaço de bucha, uma garrafa de querosene e uma fosforeira, prestes a queimar os gravetos sobre a lenha seca, guardada há dias. Ele consegue as primeiras línguas de fogo quando os convidados começam a chegar.

Tem o pau-de-sebo em um canto, lambuzado de gordura de porco e enfeitado com bandeirolas de tudo que é cor. Elas passam pela varanda à frente da casa, enrolam as colunas que seguram a coberta, fazem a volta no juazeiro depois da fogueira e arrodeiam o terreiro de chão batido, onde a matutada dança. Aqui e ali um balão pendurado no meio delas. Deram um trabalho danado à patroa, às filhas e aos pirralhos da casa. Desde antes de ontem cuidam de fazer os enfeites além das comidas.

Trabalho nada!

Eles fazem isso tudo, todos os anos e com muito gosto, no meio de conversas sem fim, ajuntadas às risadas e arengas. Tudo para receber os moradores dos sítios vizinhos, também os da cidade, difícil de aparecer por essas bandas.

O frege se estica até Deus ter dó dos pés e do fígado dos presentes.

No dia seguinte, a casa acorda tarde. Os corpos ainda dançam e ouvem as músicas, gritos, risos e fogos que explodiram horas antes. A fogueira é só brasa e fumaça; as bandeiras, parte delas, espalhadas no chão de barro molhado, marcado de chinelas e botas.

A moça mais nova suspira e nem precisa dizer o porquê do sorriso, pois todos viram que dançou a noite toda com o rapazinho de uma família da rua enquanto a mais velha, arrastando o chinelo, ajuda a mãe no feitio do café para o povo todo da casa.

O pai, aprumado que só uma vara, embora nos costados já lhe batam mais de sessenta dessas festas, resolve se assentar no banco de tronco embaixo do juazeiro. Por conta do ressonado dos acordes da sanfona, das batidas da zabumba e do tililingue do triângulo na cabeça; da mistura de cheiros: fumaça, milho assado, cachaça, perfume e mais coisa que nem é bom saber; não dá conta do amigo de longas datas passando no lombo do burrinho.

— Ôpa! Festa boa danada, essa, num foi mermo?

De começo, ele balança a cabeça, levanta o queixo perguntando “o quê?” O amigo repete. Espertando daquele torpor, ele levanta o dedo, procura no vento uma resposta, encara o amigo e diz.

— Seu João...

É São João!


*AJ Fontes, contista e cronista, engenheiro aposentado, e eterno estudante na arte da escrita, publicou o livro de contos: ‘Mantas e Lençóis’. @aj.fontes



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É Findi - São João - Poema - Por Eduardo Albuquerque*

19/06/2026

Brinca, ô meu Santo, brinca,
com as bandeirolas em trinca:
azuis, verdes, vermelhas, lindas,
se assemelham, bem-vindas;



Enfeitam o salão festeiro,
partes das brincadeiras,
do São João, o padroeiro,
que se engalana, faceiro.

Que festa mais arretada:
a sanfona abre-e-fecha,
nas mãos do sanfoneiro,
o fole se abre por inteiro.



E o triângulo diz: pois sim!
acompanhando até o fim,
a zabumba em seu desfecho.
Eu, a noite, a sós, encantados!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



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Brinca, ô meu Santo, brinca,
com as bandeirolas em trinca:
azuis, verdes, vermelhas, lindas,
se assemelham, bem-vindas;



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Enfeitam o salão festeiro,
partes das brincadeiras,
do São João, o padroeiro,
que se engalana, faceiro.

Que festa mais arretada:
a sanfona abre-e-fecha,
nas mãos do sanfoneiro,
o fole se abre por inteiro.



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E o triângulo diz: pois sim!
acompanhando até o fim,
a zabumba em seu desfecho.
Eu, a noite, a sós, encantados!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



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É Findi – Série: Boêmios que Marcaram Época no Recife Noturno - Antônio Maria - Por Carlos Bezerra Cavalcanti*

19/06/2026

Nos próximos É FINDIs pretendo publicar considerações sobre cinco boêmios que marcaram época no Recife noturno: Ascenso Ferreira, Antônio Maria, Hugo da Peixa, Valdemar Marinheiro e Eugênio Coimbra. Hoje falaremos sobre Antônio Maria.


Outro grande personagem da boemia recifense e posteriormente, do Rio de Janeiro, foi Antônio Maria, classificado por algumas mulheres da época como um jovem galã, culto, educado e atencioso.

Segundo matéria publicada no Jornal do Commercio de 15 de outubro de 1994: “Nasceu no Recife em 17 de março de 1921, filho do usineiro Inocêncio Ferreira de Morais e Diva Araújo de Morais. Já em 1938, com apenas 17 anos dá início à sua brilhante carreira no rádio-jornalismo ao ingressar na famosa PRA-8, Rádio Clube de Pernambuco.

Inteligente e irreverente, como seus companheiros de boemia recifense Ascenso Ferreira e Coimbra Júnior, Antônio Maria, já em 1948, era diretor de produção da Radio Tupi do Rio e cronist...

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Nos próximos É FINDIs pretendo publicar considerações sobre cinco boêmios que marcaram época no Recife noturno: Ascenso Ferreira, Antônio Maria, Hugo da Peixa, Valdemar Marinheiro e Eugênio Coimbra. Hoje falaremos sobre Antônio Maria.


Outro grande personagem da boemia recifense e posteriormente, do Rio de Janeiro, foi Antônio Maria, classificado por algumas mulheres da época como um jovem galã, culto, educado e atencioso.

Segundo matéria publicada no Jornal do Commercio de 15 de outubro de 1994: “Nasceu no Recife em 17 de março de 1921, filho do usineiro Inocêncio Ferreira de Morais e Diva Araújo de Morais. Já em 1938, com apenas 17 anos dá início à sua brilhante carreira no rádio-jornalismo ao ingressar na famosa PRA-8, Rádio Clube de Pernambuco.

Inteligente e irreverente, como seus companheiros de boemia recifense Ascenso Ferreira e Coimbra Júnior, Antônio Maria, já em 1948, era diretor de produção da Radio Tupi do Rio e cronista de “O Jornal”.
Em 1951, compõe a primeira letra de música “Frevo No 1 do Recife”, gravada por Luiz Bandeira. Logo em seguida grava com Araci de Almeida, o samba “Querer Bem”. Depois assina o maior contrato de rádio brasileira na época: 50 contos de réis, por mês.

Em 1952, lança a cantora Nora Ney, que grava “Menino Grande”. A RCA Vítor lança “Ninguém me Ama”. Continua escrevendo belas composições, principalmente com Dolores Duran e Luiz Bonfá ( Manhã de Carnaval).
Em 1964, na madrugada de 15 de outubro, Antônio Maria dava adeus, precocemente, à vida e à boemia.

Alguns meses antes de seu desaparecimento deu as seguintes informações sobre ele próprio:

“Brasileiro, Cansado, 43 anos, Cardisplicente ( isto é: homem que desdenha do próprio coração) Profissão: esperança. Outros dados pessoais- Epítetos: Tombinha. Tomba e o Gordo. Traços marcante: feiúra ( só soube quando amou pela primeira vez) obesidade, ver auto-retrato) e preguiça ( apesar de confessá-la e de professá-la, trabalhava como um cão).

Ocupação, radialista, cronista, produtor de jingles, redator de programas de televisão, compositor. Hábitos: noitevagos: boemia e solidão. Locais que freqüenta: no Recife-Cassino Imperial e Restaurante Gambrinus. No Rio de Janeiro: Boates de Copacabana, todas. Endereço fixo: Le Rond Point (à noite), restaurante Os Pescadores (de madrugada).

Companhias habituais: mulheres- todas, qualquer uma. Cantoras, dançarinas, socialites, não importando classe social mas o apetite sexual., nomes para verificação: Danusa Leão, Nora Ney, Maysa, Dolores Duran. Homens- companheiros de profissão e de fé no amor e na boemia e tipos populares. Nomes par verificação: Vinícius, Zé Aparecido, Di, Caymme, Ivan Lessa, Murilo de Almeida, Niemeyer, entre tantos e tantos outros quanto grande for a noite em que viveu.



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Um aviso: “se me encontrar dormindo, deixe. Morto, acorde-me.

Antecedente criminais: amor demais a tudo e a todos. Causa da morte: amor demais.

Provando seu amor pela cidade onde nasceu e vivenciou belos dias, noitadas e madrugadas, fez várias composições para o Recife e, em uma delas disse:

“Sou do Recife com orgulho e com saudade
Sou do Recife com vontade de chorar
O rio passa levando barcaça pro alto do mar
E em mim não passa essa vontade de voltar

Recife mandou me chamar
Capiba e Zumba essa hora onde é que estão
Inês e Rosa em que reinado reinarão
Ascenso disse me mande um cartãoRua antiga da Harmonia
Da Amizade, da Saudade da União
São lembranças noite e dia

Nelson Ferreira toque aquela introdução. Conta-se que uma certa vez, em sua fase áurea, na radio carioca, ele foi procurado por uma fã que só o conhecia por sua, nesse dia, ele não se encontrava na Emissora, um colega então se fez passar por ele.e saiu com a garota, posteriormente, Antônio Maria soube e foi falar com o cara que lhe disse:

É, realmente eu saí com a garota, agora tem um detalhe, VOCÊ BROXOU...


*Carlos Bezerra Cavalcanti, Presidente Emérito da Academia Recifense de Letras.



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É Findi – Gordinhos e Felizes – Croniqueta, por Xico Bizerra*

19/06/2026

Para justificar o mau hábito alimentar próprio das crianças de minha época – doces, chocolates e afins, dizíamos, em alto e bom som, que ‘o que não mata, engorda’. Hoje, conscientes de que a alimentação saudável é responsável pelo ‘esticamento’ da vida, uma ‘garantia estendida’ do bom viver, dizemos o contrário: ‘o que engorda, mata’. E haja regimes, caminhadas, academias, remédios e renúncias alimentares. Uma dobradinha ou uma picanha das boas são sinônimos de veneno. A endocrinologista é como uma delegada da Polícia Federal investigando deslizes alimentares para nos condenar à distância das mesas fartas e saborosas, usando tornozeleira estomacal.

E vamos, nós, camaleões humanos, nos empanturrando de verduras, nos enchendo do verde, de nutrientes essenciais (carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas, minerais). ‘Alimentos in natura, frutas, vegetais, legumes e grãos integrais são bons’, dizem os entendidos. E o paladar reclamando de sua não satisfação. Nada de açúca...

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Para justificar o mau hábito alimentar próprio das crianças de minha época – doces, chocolates e afins, dizíamos, em alto e bom som, que ‘o que não mata, engorda’. Hoje, conscientes de que a alimentação saudável é responsável pelo ‘esticamento’ da vida, uma ‘garantia estendida’ do bom viver, dizemos o contrário: ‘o que engorda, mata’. E haja regimes, caminhadas, academias, remédios e renúncias alimentares. Uma dobradinha ou uma picanha das boas são sinônimos de veneno. A endocrinologista é como uma delegada da Polícia Federal investigando deslizes alimentares para nos condenar à distância das mesas fartas e saborosas, usando tornozeleira estomacal.

E vamos, nós, camaleões humanos, nos empanturrando de verduras, nos enchendo do verde, de nutrientes essenciais (carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas, minerais). ‘Alimentos in natura, frutas, vegetais, legumes e grãos integrais são bons’, dizem os entendidos. E o paladar reclamando de sua não satisfação. Nada de açúcar ou sal. Bebida, nem pensar. Em compensação, a diabetes e a obesidades demorarão alguns dias, apenas alguns dias, até nos fazer a visita inescapável e indesejada.

Eu mando às favas os conselhos médicos, à merda os compêndios tratando do assunto. Agora mesmo vou ali na feijoada de Candeias, tomar minha cervejinha e saborear a feijoada bem temperada. Com muito bacon, por favor. Depois, a madorna tradicional, também condenada por especialistas, todos escravos do peso exato das balanças, mas infelizes por completo. Pode ser coincidência, mas eu percebo dificuldade dos magrinhos para sorrir. Nunca vejo um magrinho sorridente, ao contrário dos gordinhos, sempre alegres, sorridentes e felizes. Coincidência ou não, prefiro ser feliz.


*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor. @bizerraxico



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