Últimos dias para inscrição no Prêmio de Literatura Regional Neíse e José Nivaldo da Academia Pernambucana de Letras
27/11/2024
Comissão
Integrarão a Comissão Julgadora as acadêmicas Ana Maria César e Flávia Suassuna e mais o escritor Silvio Amorim, indicado indicado pela família dos homenageados.
As inscrições estarão abertas durante todo o mês de novembro, dia 30, inclusive. Serão consideradas as obras entregues na Academia ou enviadas pelo...

Comissão
Integrarão a Comissão Julgadora as acadêmicas Ana Maria César e Flávia Suassuna e mais o escritor Silvio Amorim, indicado indicado pela família dos homenageados.
As inscrições estarão abertas durante todo o mês de novembro, dia 30, inclusive. Serão consideradas as obras entregues na Academia ou enviadas pelos correios até aquela data e a entrega do prêmio ocorrerá na premiação conjunta da APL, que acontecerá no final de janeiro por ocasião do aniversário da Academia.

Detalhes
O regulamento do prêmio, cuja íntegra está publicada a seguir, estabelece que poderão participar obras publicadas a partir de 2022. Esse item, por si só, exclui a participação de publicações digitais, que podem ser alteradas a qualquer momento, ou seja, não há comprovação absoluta da data. Ainda com relação a isso, o regulamento estabelece o envio de três exemplares em invólucro com determinadas exigências, além de outros itens que não teriam como ser cumpridos por obras exclusivamente digitais.
Ainda foi questionado se participações, mesmo discretas como prefácios, orelhas, apresentações ou comentários de membros da Academia ou familiares dos homenageados excluía a participação do livro no concurso. A resposta é que não serão aceitas as inscrições. O objetivo do item do regulamento é excluir qualquer dúvida sobre possível influência de textos de acadêmicos ou familiares na escolha dos vencedores. O regulamento descreve até o conceito de livro. Ou seja, qualquer participação de membros da Academia ou familiares dos homenageados no livro concorrente exclui a obra e a suposta inscrição não será acatada.

O regulamento
Para consulta dos interessados, segue-se o regulamento completo do prêmio indicando todos os procedimentos a serem adotados pelos concorrentes.
O Regulamento
I - Do objetivo
O objetivo do prêmio é assinalar o centenário do casal de escritores Maria Neíse Monteiro Gondim de Souza e José Nivaldo Barbosa de Souza.
II - Da abrangência
a) Poderão participar escritores com livros publicados em qualquer Estado da Federação, a partir do ano de 2022;
b) a exigência de livros publicados se deve ao reconhecimento do esforço dos autores para conseguir publicar;
c) Podem concorrer obras de qualquer gênero literário, desde que sejam livros, ou seja, tenham mais de 49 páginas, mais capas, para atender ao critério da Unesco;
III - Das inscrições
a) Cada concorrente deve enviar 03 (três) exemplares da sua obra constando no invólucro a referência: 'Prêmio de Literatura Regional Neíse e José Nivaldo';
b) Não serão aceitas inscrições de integrantes da Academia Pernambucana de Letras ou de integrantes das famílias dos homenageados.
b) os invólucros devem conter os endereços físico e digital do concorrente para comunicação do resultado, caso classificado;
c) Os invólucros devem ser remetidos para o seguinte endereço:
Academia Pernambucana de Letras.
Av. Rui Barbosa, 1596 - Graças, Recife - PE, 52050-000;
c) Serão considerados inscritos invólucros remetidos entre os dias 1o e 30 de novembro de 2024.
IV - Da Comissão Julgadora
A Comissão Julgadora será formada por três membros, sendo dois indicados pela Academia Pernambucana de Letras e um indicado pela família dos homenageados.
V - Dos prêmios
a) Serão escolhidos um primeiro, um segundo e um terceiro lugares, independente do gênero literário da obra;
b) A critério da Comissão Julgadora poderão ser concedidas até 05 (cinco) menções honrosas;
c) O primeiro prêmio será de R$ 5.000,00 (cinco mil reais). O segundo lugar receberá R$ 3.000,00 (Três mil reais) e o terceiro R$ 2.000,00. Todas as premiações, inclusive as menções honrosas, serão acompanhadas de diploma.
VI - Da entrega
Ocorrerá juntamente com os demais prêmios da Academia durante a comemoração do aniversário da Casa, previsto para o final do mês de janeiro de 2025.
VII - Dos casos omissos
Serão resolvidos pela presidência da Academia Pernambucana de Letras.
Leia outras informações
Praias de Gaibu e Suape entregues ao narcoestado
09/06/2026
Praça de guerra
"A situação da região de Gaibu/ Suape virou um caso de guerra com o domínio da bandidagem que tem assaltado inúmeras casas dos moradores. Os bandidos vendem drogas como maconha e cocaína livremente, ameacam e extorquem, sem a presença do Governo do Estado. Que tem se omitido sobre a realidade da população local. Inclusive antigamente existia um pequeno posto de polícia e que foi desativado, facilitando assim a ação dos criminosos...
Passada a repercussão midiática da agressão sofrida por dois turistas que não se sujeitaram a cumprir determinações arbitrárias de criminosos, tudo voltou a ser como antes. Os moradores e pessoas que possuem imóveis para lazer, continuam entregues aos caprichos perigosos do narcoestado. As polícias, sumiram do local. E onde o Estado formal se omite, o estado criminoso paralelo vai estendendo os seus tentáculos. A seguir o depoimento de uma das vítimas que, por razões óbvias, pediu para manter o anonimato.
Praça de guerra
"A situação da região de Gaibu/ Suape virou um caso de guerra com o domínio da bandidagem que tem assaltado inúmeras casas dos moradores. Os bandidos vendem drogas como maconha e cocaína livremente, ameacam e extorquem, sem a presença do Governo do Estado. Que tem se omitido sobre a realidade da população local. Inclusive antigamente existia um pequeno posto de polícia e que foi desativado, facilitando assim a ação dos criminosos que agem livremente. Não adianta todo novo equipamento sem a presença da polícia de segurança, de forma permanente no local".
Alguém duvida?
Infelizmente, nenhum nível de governo, em qualquer Estado, apresentou, até agora, uma estratégia consistente de enfrentamento do narcoestado e suas ramificações. A omissão e ineficiência abrem espaço para atitudes totalmente inapropriadas, como a do presidente Trump. Esta semana ele disse com todas as letras nas suas redes sociais que ninguém se espante caso os fuzileiros americanos desembarquem em redutos dos "terroristas" narcotraficantes na América Latina.
Nós, O Povo - Por Edson Mendes*
09/06/2026
Jorge Okubaro, no Estadão de 10.3.2026 (“A Melhora indispensável”), nos adverte - e nos traz uma esperança. Diz ele que o envolvimento de congressistas e dirigentes partidários com o banco Master tisna ainda mais um Congresso que poucas vezes respondeu a seus compromissos constitucionais. A irresponsabilidade com que parte dos congressistas lidou com as emendas parlamentares, usurpando funções privativas do Poder Executivo para beneficiar-se e a seus aliados, talvez não passe de vulgar desvio de função quando se souber a verdadeira extensão do controle exercido sobre parte do mundo político pelo banqueiro.
A pior legislatura
“Esta legislatura se consolidará como a pior desde a promulgação da Constituição de 1988. Só o eleitor pode elevar o nível do Congresso. Neste ano, o brasileiro terá mais uma oportunidade de mudar o padrão da representação parlamentar, escolhendo 51...
8. Mesmo idiotas, temos condições de aprender e mudar. E vencer.
Jorge Okubaro, no Estadão de 10.3.2026 (“A Melhora indispensável”), nos adverte - e nos traz uma esperança. Diz ele que o envolvimento de congressistas e dirigentes partidários com o banco Master tisna ainda mais um Congresso que poucas vezes respondeu a seus compromissos constitucionais. A irresponsabilidade com que parte dos congressistas lidou com as emendas parlamentares, usurpando funções privativas do Poder Executivo para beneficiar-se e a seus aliados, talvez não passe de vulgar desvio de função quando se souber a verdadeira extensão do controle exercido sobre parte do mundo político pelo banqueiro.
A pior legislatura
“Esta legislatura se consolidará como a pior desde a promulgação da Constituição de 1988. Só o eleitor pode elevar o nível do Congresso. Neste ano, o brasileiro terá mais uma oportunidade de mudar o padrão da representação parlamentar, escolhendo 513 deputados e 54 senadores. Além de aprovar leis, compete ao Congresso Nacional dispor sobre sistema tributário, planos e orçamentos da União; julgar as contas prestadas pelo Presidente da República; fiscalizar os atos do Poder Executivo; e também cassar o mandato do Presidente da República.”
Os partidos não defendem programas
“Distorções conhecidas do sistema partidário, no entanto, recomendam cautela quanto à qualidade média da futura legislatura. Com raríssimas exceções, os partidos não defendem programas, mas apenas interesses de seus dirigentes e filiados mais famosos. A generosidade do bilionário fundo partidário estimula a procura por candidatos que, por sua atuação em áreas não vinculadas à política ou à gestão pública, possam conquistar mais votos (95% dos recursos do fundo são distribuídos de acordo com o número de votos obtidos na eleição para a Câmara dos Deputados). Boa parte dos campeões de votos abdica da discussão de temas que interessam à sociedade. Há bancadas específicas - até a da bala - sem que isso gere espanto e indignação. Na democracia, a firme atuação da oposição é fundamental para a tarefa de fiscalização e controle do Executivo, representação de minorias e para sua apresentação como alternativa de poder.
Distorções e disfuncionalidades
O descompasso entre poderes reais e competências do Executivo e do Legislativo, no entanto, pode resultar em distorções e disfuncionalidades políticas e institucionais. Durante a ditadura militar, o Congresso tinha apenas o papel de aprovar o que era enviado pelo Palácio do Planalto. Nos últimos anos, o papel se inverteu. Mas isso não contribuiu para melhorar a gestão pública. A história das emendas parlamentares é um exemplo. Aproveitando-se da fraqueza política da presidente Dilma Rousseff, recém-empossada para seu segundo mandato, o Congresso aprovou a emenda constitucional n.º 86, de 16 de março de 2015.”
A fragmentação do Orçamento da União
“Com isso, as chamadas emendas individuais dos congressistas inscritas no Orçamento da União tornaram-se obrigatórias, ou impositivas. O Executivo perdeu o controle sobre sua liberação. Mudanças constitucionais impuseram a obrigatoriedade de liberação de recursos para emendas parlamentares de diferentes tipos, como as emendas de bancada. Foram criadas as “transferências especiais” (“emendas Pix”), por meio das quais os parlamentares indicam beneficiários do dinheiro público sem necessidade de convênios ou outros documentos legais. No Orçamento de 2026, as emendas somam R$ 61 bilhões. Praticamente um quarto de todo o dinheiro que o Executivo dispõe para investir. É esse o volume de dinheiro que os congressistas podem distribuir. A fragmentação do Orçamento da União, com a aplicação em programas desconectados de um plano nacional, retira racionalidade das políticas públicas. É sobre isso que o eleitor deve refletir para, em outubro, decidir quem pretende conduzir ao Congresso. A despeito dos defeitos do sistema político, não faltarão candidatos preocupados com o País.”
O futuro imediato
Um libelo como este, caro Leitor, clareia, ilumina o futuro. É possível, sim, reconduzir ao bom caminho, hígido, este nosso Estado convalescente, antes que se torne, de fato, um Estado Criminoso. O salto do dragão e o voo da galinha são nossas opções.
*Edson Mendes é baiano e tem fortes ligações com Pernambuco. Mora em Paulo Afonso, BA. Poeta, professor e filósofo.
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
Anac se pronuncia sobre listas de passageiros dos aviões de Daniel Vorcaro
09/06/2026
Respostas da Anac
Segundo a Anac, o órgão “não mantém registros sobre fretamentos contratados, razão pela qual não dispõe das informações” solicitadas. As listas, afirma a agência, são de guarda exclusiva dos operadores aéreos. “Assim, as listas de passageiros, quando aplicáveis, são de guarda exclusiva dos operadores aéreos, não da Anac”, diz o órgão na resposta. Sobre os planos de voo, a Anac também afirma que a responsabilidade não é dela, e sim do Departam...
A Agência Nacional de Aviação Civil, Anac, informou à Câmara dos Deputados não possuir as listas de passageiros que voaram em aviões ligados ao banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. A informação foi dada pela agência reguladora em resposta a um requerimento apresentado pelas deputadas Fernanda Melchionna (PSol-RS), Heloísa Helena (Rede-RJ) e Sâmia Bomfim (PSol-SP). Outra informação solicitada pelas deputadas foi sobre os planos de voo das aeronaves entre 2021 e 2025.

Respostas da Anac
Segundo a Anac, o órgão “não mantém registros sobre fretamentos contratados, razão pela qual não dispõe das informações” solicitadas. As listas, afirma a agência, são de guarda exclusiva dos operadores aéreos. “Assim, as listas de passageiros, quando aplicáveis, são de guarda exclusiva dos operadores aéreos, não da Anac”, diz o órgão na resposta. Sobre os planos de voo, a Anac também afirma que a responsabilidade não é dela, e sim do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). “As informações acessíveis à Anac não permitem confirmar se o plano foi executado integralmente ou alterado durante o voo”, afirma o órgão. Entre as informações prestadas, a Anac listou quais são as aeronaves que ainda estão sob gestão da Prime You, empresa da qual Vorcaro foi sócio e que atua na gestão de patrimônios de luxo, incluindo aviões e helicópteros. Segundo a resposta enviada pela agência à Câmara, a Prime mantém 3 jatos executivos sob sua administração. Já um helicóptero e um avião deixaram de ser operados pela empresa em outubro de 2025.
O helicóptero foi citado em documentos enviados pela Polícia Federal, PF, à CPMI do INSS do Congresso Nacional, cujos trabalhos foram encerrados no final de março sem aprovação de um relatório final. Nas mensagens, a aeronave é reservada por Vorcaro em e-mails que citam como passageiros o senador Ciro Nogueira, PP, e o presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda.
Aconteceu Hoje - Lula se reúne com representantes do setor de combustíveis
09/06/2026
Integrantes da Reunião
O encontro de hoje reuniu integrantes da equipe econômica e da área de energia do governo, além de empresários e representantes das principais entidades do setor sucroenergétic...
O presidente Lula reuniu-se hoje, terça-feira, 09/06, no Palácio do Planalto, com representantes do setor de etanol. O encontro foi realizado depois de o governo anunciar medidas para reduzir os efeitos da alta internacional do petróleo sobre os preços dos combustíveis no Brasil. Em março, o Planalto anunciou um pacote de redução de impostos e criação de subsídios ao diesel, com impacto estimado em R$ 30 bilhões. Em abril, o programa foi ampliado. No mês seguinte, o governo anunciou medidas de subvenção à gasolina, com custo estimado em R$ 2,9 bilhões por mês, ou R$ 5,8 bilhões no período inicialmente definido. As medidas foram adotadas para evitar que a alta do petróleo no mercado internacional seja repassada integralmente aos consumidores brasileiros.
Integrantes da Reunião
O encontro de hoje reuniu integrantes da equipe econômica e da área de energia do governo, além de empresários e representantes das principais entidades do setor sucroenergético. Os presentes: Lula; Geraldo Alckmin, vice-presidente; Miriam Belchior, ministra da Casa Civil; Dario Durigan, ministro da Fazenda; André de Paula, ministro da Agricultura e Pecuária; Márcio Elias Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia; Bruno Moretti, ministro do Planejamento e Orçamento; Renato Cabral Dias Dutra, secretário nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia; Carlos Ubiratan Garms, presidente do Conselho Deliberativo da Unica; Rubens Ometto, presidente do Conselho de Administração da Cosan; Marcelo Castelli, presidente do Conselho de Administração da Copersucar; Rafael Abud, CEO da FS (Fueling Sustainability); Robert Lyra, presidente da Delta Sucroenergia; José Francisco de Fátima Santos, presidente do Conselho de Administração da CMAA; Eduardo de Queiroz Monteiro, presidente do Grupo EQM; Otávio Lage de Siqueira Filho, diretor-presidente da Jalles; Jorge Toledo Florêncio, representante da Usina Serra Grande; José Bolivar de Melo Neto, presidente do Grupo Japungu; Éder Lopes, CEO da Inpasa; Mário Campos, presidente da Siamig Bioenergia; Evandro Gussi, presidente da Unica; André Rocha, presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás; Renato Cunha, vice-presidente da Bioenergia Brasil e presidente do Sindaçúcar-PE.
Lula prometeu picanha, mas o Tesouro já avisa: Pode Faltar Até O Osso - Por Emanuel Silva*
09/06/2026
Na última campanha presidencial, não faltaram promessas. Algumas, inclusive, gastronômicas e etílicas. Mas hoje o Tesouro Direto, menos teatral e mais objetivo, foi seco e sem fantasia: chegamos ao osso.
Antes de seguir, uma lembrança necessária: a economia não respeita torcida. Ela não se curva a slogan, palanque ou preferência ideológica. Pode até ser empurrada por algum tempo para debaixo do tapete da narrativa, mas sempre reaparece no supermercado, no aluguel, no financiamento, na conta de energia, no imposto, no boleto vencido e no crédito que desaparece justamente quando a empresa mais precisa respirar.
Quando o Tesouro IPCA+ 2035 passa a pagar algo próximo de 8% ao ano acima da inflação, o dado não deve ser lido apenas como “boa oportunidade para o investidor”. Deve ser lido também como sinal de desconfiança. O Tesouro IPCA+ remunera o investidor pela inflação ofic...
Imagem principal - Elaborado com base no Tesouro Direto
Na última campanha presidencial, não faltaram promessas. Algumas, inclusive, gastronômicas e etílicas. Mas hoje o Tesouro Direto, menos teatral e mais objetivo, foi seco e sem fantasia: chegamos ao osso.
Antes de seguir, uma lembrança necessária: a economia não respeita torcida. Ela não se curva a slogan, palanque ou preferência ideológica. Pode até ser empurrada por algum tempo para debaixo do tapete da narrativa, mas sempre reaparece no supermercado, no aluguel, no financiamento, na conta de energia, no imposto, no boleto vencido e no crédito que desaparece justamente quando a empresa mais precisa respirar.
Quando o Tesouro IPCA+ 2035 passa a pagar algo próximo de 8% ao ano acima da inflação, o dado não deve ser lido apenas como “boa oportunidade para o investidor”. Deve ser lido também como sinal de desconfiança. O Tesouro IPCA+ remunera o investidor pela inflação oficial mais uma taxa fixa contratada no momento da compra; portanto, quanto maior essa taxa real, maior o prêmio exigido para financiar o Estado brasileiro.
O problema é que esse patamar lembra o Brasil de 2014, 2015 e início de 2016, quando a confiança fiscal desabou, a recessão veio pesada e o país descobriu que criatividade contábil não paga despesa permanente. A volta de juros reais longos tão altos não é um raio em céu azul. Ela aparece junto com dívida pública elevada, déficit nominal expressivo e inadimplência empresarial recorde.
Não é “nervosismo do mercado”. É cobrança.
O Brasil está pagando prêmio de risco porque o governo gasta demais, promete demais, arrecada demais e entrega pouco.
A picanha foi discurso de campanha. O osso está vindo em forma de juro real.
A conta dos juros já passou de R$ 1 trilhão em 12 meses
Estamos em um momento delicadíssimo, e não há malabarismo retórico capaz de esconder a realidade: os juros nominais do setor público consolidado somaram R$ 84,8 bilhões apenas em abril de 2026, segundo as estatísticas fiscais do Banco Central. No mesmo conjunto de dados, a dívida bruta brasileira chegou a 80,4% do PIB, número também divulgado por veículos econômicos a partir da estatística oficial do BC.
Na prática, isso significa que o Estado brasileiro está consumindo uma parcela brutal da riqueza nacional apenas para rolar e remunerar dívida. Cada ponto a mais de juro real encarece o financiamento público, aperta o crédito privado, reduz investimento e transfere renda da economia produtiva para a conta da dívida.
E não adianta a militância econômica tentar colocar toda a culpa no banco, no banqueiro ou no “mercado”. Juros altos não caem do céu. Eles também são consequência de risco fiscal, descontrole de gastos, perda de credibilidade e dúvida sobre a capacidade do governo de equilibrar receitas e despesas.
Enquanto isso, parte da grande imprensa prefere o conforto da espuma: dia sim, outro também, fala-se demais sobre intrigas palacianas, fofocas de bastidor, guerra de narrativa, manchete comportamental e distração de rede social.
Mas o assunto sério — gasto público, juros, dívida e insolvência silenciosa da economia real — aparece diluído. O cômico, se não fosse trágico, é a ironia que isso carrega.
Qualquer pessoa que conheça minimamente o setor comercial sabe que, em tempo de crise, anúncio fica mais barato. As empresas cortam marketing, o mercado publicitário encolhe e fica mais difícil vender cotas de publicidade. Claro que o governo tenta ocupar espaço. Porém, não haverá Pix de verba publicitária federal suficiente para sustentar a fantasia por muito tempo.
O Pix da publicidade governamental não resolverá a solvência. Não reduzirá os juros. Não reabrirá a empresa quebrada. E, principalmente, não pagará boleto vencido.
O Brasil real está inadimplente
A crise não está apenas no gráfico do Tesouro. Está no balcão da padaria, no caixa do mercadinho, na oficina pequena, no fornecedor, no prestador de serviço e no MEI que virou CNPJ para trabalhar, mas agora virou estatística de dívida.
A Serasa Experian registrou 8,7 milhões de empresas inadimplentes em janeiro de 2026, com 60,1 milhões de dívidas que somavam R$ 201,7 bilhões. Em março, o número subiu para 8,9 milhões de CNPJs inadimplentes, mantendo o indicador próximo ao maior nível da série histórica.
Tomando como referência o Mapa de Empresas do governo federal, que registrava 24.213.445 empresas ativas no segundo quadrimestre de 2025, esses 8,9 milhões de CNPJs inadimplentes equivalem a algo próximo de 37% do total.
Isso não é uma dificuldade pontual. É quase quatro em cada dez empresas formais com restrição, atraso ou dívida negativada. É o Brasil produtivo pedindo oxigênio enquanto Brasília — e parte da mídia — discute narrativa e picuinhas.
E ainda não faltam os que tentam vender a solução do “5x2”, como se o drama brasileiro fosse apenas a escala de trabalho.
Vale dizer em alto e bom som que o placar real é outro: 7x0.
Sete pontos de juro real contra zero de responsabilidade fiscal.
Sete pontos de custo Brasil contra zero de humildade política.
Sete pontos de desconfiança contra zero de coragem para cortar gasto ruim.
O empresário endividado não quer slogan. O trabalhador com crédito caro não quer narrativa. O consumidor com nome restrito não quer aula de marketing político. Quer saber por que o governo arrecada tanto, gasta mais ainda e, mesmo assim, o país continua travado.
A revolta silenciosa dos endividados não será contida por emenda
Os políticos acham que os tubos de emendas resolvem tudo. Emenda para obra, para placa, para base eleitoral, para vídeo sorridente e para inauguração com capacete branco. Mas emenda não compra paciência social quando a economia real começa a falhar.
A revolta silenciosa dos endividados não nasce em editorial. Nasce no boleto. Nasce no capital de giro negado. Nasce no fornecedor cobrando. Nasce no cartão estourado. Nasce no salário que acaba antes do mês. Nasce quando a pessoa percebe que trabalhou mais, vendeu mais, pagou mais imposto e ainda assim ficou mais pobre.
Esse é o ponto que o governo, parte da imprensa acomodada e parte da classe política fingem não enxergar: responsabilidade fiscal não é pauta de banqueiro. É condição mínima para o padeiro, o agricultor, o motorista, o comerciante, o profissional liberal e o trabalhador assalariado respirarem.
E, para quem acha que vai ter refrigério com o Desenrola II, veremos o que acontecerá nas vésperas da eleição, com o eleitor recebendo um novo carnê a perder de vista, enquanto o preço da cesta básica segue pressionando a renda de quem já não aguenta mais.
A combinação de gasto sem freio, dívida alta, juros reais de crise, inadimplência recorde e explosão do custo da cesta básica pode entregar osso — ou nem osso.
A picanha? A picanha ficou no gracejo do palanque, que teima em brincar com coisa séria.
Já o osso aparece no Tesouro Direto, na dívida pública, no crédito caro, no CNPJ negativado e na empresa pequena fechando em silêncio.
Quando vamos crescer e virar um país sério?
Fica o puxão de orelha que o Brasil insiste em adiar: políticos octogenários ou jovens precisam se tornar adultos. Precisam ter vergonha dos papelões do fingimento fiscal. Precisam ter vergonha de encomendar e propagar narrativa para esconder rombo. E a imprensa precisa criar juízo para não escolher o silêncio por conveniência.
Um país adulto não chama irresponsabilidade de sensibilidade social. Não chama propaganda de política econômica. Não chama gastança de investimento. E não finge que vai servir picanha quando a cozinha já está sem gás, sem crédito e sem conta paga.
Sempre haverá quem tente transformar dado ruim em detalhe incômodo, juro alto em conspiração, dívida crescente em investimento e inadimplência recorde em exagero da oposição. Mas o caixa do supermercado não negocia com narrativa. O boleto não aceita discurso. O banco não libera crédito por simpatia ideológica. E a empresa quebrada não reabre porque alguém gritou mais alto no palanque.
A realidade pode ser empurrada para fora da manchete, maquiada em pronunciamento ou escondida atrás de propaganda oficial. Mas ela sempre volta. E, no Brasil, costuma voltar com juros. Juros muito altos.
Ahhh… o que esperar depois de tudo isso?
Nada.
Afinal, muitos se comportam como se estivessem no Titanic. Continuam na festa até o barco afundar.
Pena que não haverá botes salva-vidas para todos. Especialmente para os da terceira e quarta classe.
Nota: Os dados sobre juros nominais de abril de 2026 e dívida bruta de 80,4% do PIB vêm das estatísticas fiscais do Banco Central; os números de inadimplência empresarial vêm da Serasa Experian; e o total de empresas ativas vem do Mapa de Empresas do governo federal.
*Emanuel Silva, é Professor e Cronista.
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

Homenagem - Poema - Por Romero Falcão*
09/06/2026
Comando Militar do Nordeste
oitenta anos de mão amiga.
O verde-oliva se veste
quanto mais a população precisa.
Calcei coturno, empunhei espada,
servi ao meu país
não com ufanismo infantil,
mas com o humanismo de Cândido Rondon,
arruando pelos grotões do Brasil.
O Exército é orgulho da nação
desde que não se misture em água turva.
A bandeira tremulando agradece,
e a estrela intacta não se curva.
*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda
Homenagem aos 80 anos do Comando Militar do Nordeste
Comando Militar do Nordeste
oitenta anos de mão amiga.
O verde-oliva se veste
quanto mais a população precisa.
Calcei coturno, empunhei espada,
servi ao meu país
não com ufanismo infantil,
mas com o humanismo de Cândido Rondon,
arruando pelos grotões do Brasil.
O Exército é orgulho da nação
desde que não se misture em água turva.
A bandeira tremulando agradece,
e a estrela intacta não se curva.
*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda

Cantor Maciel Melo critica São João de Campina Grande e Caruaru e defende um movimento de “resgate cultural”
09/06/2026
“Eu acho que é um festival de música qualquer. Um festival como os outros têm”, ressaltou em entrevista ao Hora H da TV O Norte da Paraíba.
Barretos
Ele citou como exemplo as festas realizadas em Barretos, em São Paulo e Goiânia que realizam festas com as suas características.
Como tem em Barretos (SP), como tem em São Paulo (SP), em Goiânia (GO), como tem nesses cantos. Na minha opinião está sendo assim, principalmente nos grandes polos”, complementou o artista.
Principal reclamação<...
A descaracterização da música nordestina. E o esquecimento do forró. O cantor e compositor pernambucano, Maciel Melo, criticou, na noite de ontem, segunda-feira (08/06), a deformação da programação artística de São João em Campina Grande (PB) e Caruaru (PE). As duas cidades fazem os dois maiores eventos juninos do Nordeste. Segundo Maciel Melo, essas duas festas viraram “um festival qualquer”.
“Eu acho que é um festival de música qualquer. Um festival como os outros têm”, ressaltou em entrevista ao Hora H da TV O Norte da Paraíba.
Barretos
Ele citou como exemplo as festas realizadas em Barretos, em São Paulo e Goiânia que realizam festas com as suas características.
Como tem em Barretos (SP), como tem em São Paulo (SP), em Goiânia (GO), como tem nesses cantos. Na minha opinião está sendo assim, principalmente nos grandes polos”, complementou o artista.
Principal reclamação
A principal reclamação de Maciel Melo faz coro a músicos famosos, a exemplo de Flávio José, Santanna e Dorgival Dantas.
“O forró eles colocam uma parte ali, uma coisinha lá e tal. Mas eu acho que é uma coisinha muito acanhada em relação ao que deveria ser, ao que era antigamente, ao que era trinta anos atrás”, reforçou.
As consequências
Para ele, “a consequência disso será uma criança dessa daqui a 20 anos não saber quem foi Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Marinês”.
“A consequência disso será uma criança dessa daqui a 20 anos não saber quem foi Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Marinês, não saber o que é o forró, não saber o que é nossa identidade. Dorgival falou sobre isso. Isso deve ser ensinado mesmo nas escolas” previu o cantor.
Defendeu
Maciel Melo defendeu um movimento de “resgate cultural” das tradições e originalidade das manifestações nordestinas no período de São João. “Cansado” de falar no tema, ele admitiu que esse é um processo demorado, mas que depende da população.
Maciel Melo
Maciel Melo, compositor de vários sucessos gravados por grandes vozes do país (Elba Ramalho, Fagner, Dominguinhos, Xangai, Geraldo Azevedo, Zé Ramalho, Amelinha, Quinteto Violado, Flávio José.entre outros). São músicas clássicas como Caboclo Sonhador, Que nem Vem-Vem, Tampa de Pedra, Terra Prometida, Caia por cima de mim, Isso Vale um Abraço, Jeito Maroto, entre tantas outras .
O Poder com blog do Magno

EUA revogam ingressos da Copa de torcedores do Irã, diz Federação de Futebol do país
09/06/2026
A decisão
A decisão deixa os torcedores que já haviam feito planos de viagem impossibilitados de assistir às partidas da seleção iraniana.
A cota
A cota de 8% de ingressos destinada aos torcedores foi retirada pelos Estados Unidos, deixando a federação atualmente impossibilitada de distribuir ingressos aos torcedores.
O conflito
Em meio ao conflito entre Irã e Estados Unidos, os jogadores iranianos receberam autorização para entrar em território americano para disputar as partidas da Copa do Mundo, mas não poderão permanecer no país entre os compromissos. Time do Irã terá que sair dos EUA após cada jogo.
A delegação
A Federação de Futebol do Irã (FFIRI) afirmou hoje, terça-feira (09/06) que sua cota de ingressos para a Copa do Mundo foi retirada pelos Estados Unidos poucos dias antes do início, que ocorre nesta quinta-feira (11/06).
A decisão
A decisão deixa os torcedores que já haviam feito planos de viagem impossibilitados de assistir às partidas da seleção iraniana.
A cota
A cota de 8% de ingressos destinada aos torcedores foi retirada pelos Estados Unidos, deixando a federação atualmente impossibilitada de distribuir ingressos aos torcedores.
O conflito
Em meio ao conflito entre Irã e Estados Unidos, os jogadores iranianos receberam autorização para entrar em território americano para disputar as partidas da Copa do Mundo, mas não poderão permanecer no país entre os compromissos. Time do Irã terá que sair dos EUA após cada jogo.
A delegação
A delegação chegou no último domingo (07/06) a Tijuana, no México, onde ficará concentrada durante a primeira fase da competição. Inicialmente, a equipe planejava se hospedar em Tucson, no Arizona, já que disputará seus três primeiros jogos nos Estados Unidos. No entanto, a guerra que começou após bombardeios coordenados por forças americanas e israelenses contra o Irã alterou toda a logística da seleção.
São João em Petrolina terá tenda com forró tradicional na Orla
09/06/2026
O espaço
Segundo a gestão municipal, o espaço funcionará nos dias 19, 20, 21, 24, 25, 26 e 27 de junho, sempre das 16h às 19h. A ideia é que a tenda sirva como um grande "esquenta" para os shows do Pátio Ana das Carrancas, que vai receber nomes como João Gomes, Marisa Monte, Ivete Sangalo e Leonardo.
A programação
A programação vai contar com apresentações de trios pé de serra para garantir...
O São João de Petrolina, no sertão de Pernambuco, promete este ano superar as edições anteriores. Ao todo, o ciclo junino contará com mais de 100 atrações, com artistas regionais e nacionais. Entre os dias 19 e 27 de junho, a Orla de Petrolina, vai receber um novo espaço para os moradores e turistas que desejam curtir o autêntico forró. A prefeitura anunciou a criação da Tenda do Forró, que funcionará ao lado do monumento Eu Amo Petrolina. O local terá apresentações de forró tradicional, comidas típicas e artesanato regional.
O espaço
Segundo a gestão municipal, o espaço funcionará nos dias 19, 20, 21, 24, 25, 26 e 27 de junho, sempre das 16h às 19h. A ideia é que a tenda sirva como um grande "esquenta" para os shows do Pátio Ana das Carrancas, que vai receber nomes como João Gomes, Marisa Monte, Ivete Sangalo e Leonardo.
A programação
A programação vai contar com apresentações de trios pé de serra para garantir a animação do público. O espaço também terá a participação de empreendedores que vão comercializar comidas típicas e artesanato, por meio da Agência Municipal de Empreendedorismo (AGE Petrolina).
Opção cultural
Outra opção cultural durante o período junino em Petrolina é o São João na Praça. Serão oito dias de festa na Praça da Sementeira, localizada na Vila Mocó.
Entrada gratuita
O evento tem entrada gratuita e reunirá quase 20 atrações musicais. As apresentações estão previstas para começar sempre às 17h.
Além dos shows, o público poderá visitar as barraquinhas das candidatas do Concurso de Culinária Junina de 2026. No local, será possível saborear as receitas que concorrem nesta edição da disputa.
O Poder
Senadores discutem hoje ritmo de tramitação da PEC do fim da escala 6x1
09/06/2026
A reunião
Uma reunião de líderes, prevista para hoje, terça-feira (09/06), deverá discutir o ritmo de tramitação da matéria. Na semana passada, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a PEC não será analisada diretamente pelo plenário da Casa e terá de passar pelas comissões. A primeira delas é a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), comandada por Otto Alencar (PSD-BA).
Reforçou
Davi Alcolumbre também reforçou que o Senado precisa ouvir todos os setores envolvidos, o que talvez arraste a análise da proposta ao...
A proposta de emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala de trabalho 6x1 terá seu cronograma de tramitação definido nesta semana no Senado. O texto, aprovado no fim de maio pela Câmara dos Deputados, institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de redução jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial.
A reunião
Uma reunião de líderes, prevista para hoje, terça-feira (09/06), deverá discutir o ritmo de tramitação da matéria. Na semana passada, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), afirmou que a PEC não será analisada diretamente pelo plenário da Casa e terá de passar pelas comissões. A primeira delas é a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), comandada por Otto Alencar (PSD-BA).
Reforçou
Davi Alcolumbre também reforçou que o Senado precisa ouvir todos os setores envolvidos, o que talvez arraste a análise da proposta ao longo dos próximos meses. Desde que chegou ao Senado, no dia 28 de maio, a PEC ainda não teve nenhum andamento e acabou tendo a tramitação desacelerada por causa do feriado prolongado de Corpus Christi, na semana passada. Defendida pelo governo federal e apoiada por amplos setores da sociedade civil, a expectativa é que a PEC do fim da escala 6x1 seja aprovada até meados de julho.
Comissões
Assim como na Câmara, após passar por uma ou mais comissões, a PEC ainda precisará ser aprovada por três quintos dos senadores em plenário, o que dá 49 votos, em duas votações seguidas. Havendo alterações no texto, a proposta retorna à Câmara dos Deputados, que dará a palavra final.