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Últimos dias para inscrição no Prêmio de Literatura Regional Neíse e José Nivaldo da Academia Pernambucana de Letras

27/11/2024

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No próximo sábado 30/11, encerra-se o prazo para inscrição no prêmio de Literatura Regional em homenagem ao centenário do acadêmico José Nivaldo e sua espôsa, a médica e escritora Neíse Gondim. Academia Pernambucana de Letras, presidida pelo imortal Lourival Holanda aprovou o regulamento e indicou dois dos membros da comissão julgadora. Poderão concorrer autores de obras publicadas a partir de 2022, em território nacional, de qualquer gênero literário desde que aborde temáticas regionalistas. Haverá premiações em dinheiro para os três primeiros colocados e diplomas para até 05 menções honrosas.





Comissão

Integrarão a Comissão Julgadora as acadêmicas Ana Maria César e Flávia Suassuna e mais o escritor Silvio Amorim, indicado indicado pela família dos homenageados.
As inscrições estarão abertas durante todo o mês de novembro, dia 30, inclusive. Serão consideradas as obras entregues na Academia ou enviadas pelo...

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No próximo sábado 30/11, encerra-se o prazo para inscrição no prêmio de Literatura Regional em homenagem ao centenário do acadêmico José Nivaldo e sua espôsa, a médica e escritora Neíse Gondim. Academia Pernambucana de Letras, presidida pelo imortal Lourival Holanda aprovou o regulamento e indicou dois dos membros da comissão julgadora. Poderão concorrer autores de obras publicadas a partir de 2022, em território nacional, de qualquer gênero literário desde que aborde temáticas regionalistas. Haverá premiações em dinheiro para os três primeiros colocados e diplomas para até 05 menções honrosas.

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Comissão

Integrarão a Comissão Julgadora as acadêmicas Ana Maria César e Flávia Suassuna e mais o escritor Silvio Amorim, indicado indicado pela família dos homenageados.
As inscrições estarão abertas durante todo o mês de novembro, dia 30, inclusive. Serão consideradas as obras entregues na Academia ou enviadas pelos correios até aquela data e a entrega do prêmio ocorrerá na premiação conjunta da APL, que acontecerá no final de janeiro por ocasião do aniversário da Academia.

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Detalhes

O regulamento do prêmio, cuja íntegra está publicada a seguir, estabelece que poderão participar obras publicadas a partir de 2022. Esse item, por si só, exclui a participação de publicações digitais, que podem ser alteradas a qualquer momento, ou seja, não há comprovação absoluta da data. Ainda com relação a isso, o regulamento estabelece o envio de três exemplares em invólucro com determinadas exigências, além de outros itens que não teriam como ser cumpridos por obras exclusivamente digitais.
Ainda foi questionado se participações, mesmo discretas como prefácios, orelhas, apresentações ou comentários de membros da Academia ou familiares dos homenageados excluía a participação do livro no concurso. A resposta é que não serão aceitas as inscrições. O objetivo do item do regulamento é excluir qualquer dúvida sobre possível influência de textos de acadêmicos ou familiares na escolha dos vencedores. O regulamento descreve até o conceito de livro. Ou seja, qualquer participação de membros da Academia ou familiares dos homenageados no livro concorrente exclui a obra e a suposta inscrição não será acatada.

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O regulamento

Para consulta dos interessados, segue-se o regulamento completo do prêmio indicando todos os procedimentos a serem adotados pelos concorrentes.

O Regulamento

I - Do objetivo

O objetivo do prêmio é assinalar o centenário do casal de escritores Maria Neíse Monteiro Gondim de Souza e José Nivaldo Barbosa de Souza.

II - Da abrangência

a) Poderão participar escritores com livros publicados em qualquer Estado da Federação, a partir do ano de 2022;

b) a exigência de livros publicados se deve ao reconhecimento do esforço dos autores para conseguir publicar;

c) Podem concorrer obras de qualquer gênero literário, desde que sejam livros, ou seja, tenham mais de 49 páginas, mais capas, para atender ao critério da Unesco;

III - Das inscrições

a) Cada concorrente deve enviar 03 (três) exemplares da sua obra constando no invólucro a referência: 'Prêmio de Literatura Regional Neíse e José Nivaldo';

b) Não serão aceitas inscrições de integrantes da Academia Pernambucana de Letras ou de integrantes das famílias dos homenageados.

b) os invólucros devem conter os endereços físico e digital do concorrente para comunicação do resultado, caso classificado;

c) Os invólucros devem ser remetidos para o seguinte endereço:
Academia Pernambucana de Letras.
Av. Rui Barbosa, 1596 - Graças, Recife - PE, 52050-000;

c) Serão considerados inscritos invólucros remetidos entre os dias 1o e 30 de novembro de 2024.

IV - Da Comissão Julgadora

A Comissão Julgadora será formada por três membros, sendo dois indicados pela Academia Pernambucana de Letras e um indicado pela família dos homenageados.

V - Dos prêmios

a) Serão escolhidos um primeiro, um segundo e um terceiro lugares, independente do gênero literário da obra;

b) A critério da Comissão Julgadora poderão ser concedidas até 05 (cinco) menções honrosas;

c) O primeiro prêmio será de R$ 5.000,00 (cinco mil reais). O segundo lugar receberá R$ 3.000,00 (Três mil reais) e o terceiro R$ 2.000,00. Todas as premiações, inclusive as menções honrosas, serão acompanhadas de diploma.

VI - Da entrega

Ocorrerá juntamente com os demais prêmios da Academia durante a comemoração do aniversário da Casa, previsto para o final do mês de janeiro de 2025.

VII - Dos casos omissos

Serão resolvidos pela presidência da Academia Pernambucana de Letras.

Leia outras informações

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Gilmar Mendes e Luiz Fux discutem sobre afastamento de diretor da PF: 'Vexame' e 'PF paralela'

15/09/2026

Os ministros Gilmar Mendes e Luiz Fux, ambos da Segunda Turma do STF, discutiram calorosamente ao defenderem seus pontos de vista sobre o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, a pedido do ministro André Mendonça.

Criticou

Gilmar criticou o fato de ter pedido vista do processo às 10h01 do dia em que a sessão virtual foi aberta e que, em menos de cinco minutos depois, os ministros Fux e Kassio Nunes Marques já haviam postos seus votos a favor do afastamento. O ministro frisou que havia um documento.

Declarou

Em meio à sessão extraordinária desta terça-feira, 15, o decano do STF declarou que houve 'evidente condução político-eleitoral' de André Mendonça ao determinar a investigação de Alexandre de Moraes, e associou a ação ao feriado da Independência, em 7 de setembro. Mendonça rebateu, exigindo que Gilmar Mendes não lhe apontasse o dedo e dizendo que 'não é qualquer um', cobrando r...

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Os ministros Gilmar Mendes e Luiz Fux, ambos da Segunda Turma do STF, discutiram calorosamente ao defenderem seus pontos de vista sobre o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, a pedido do ministro André Mendonça.

Criticou

Gilmar criticou o fato de ter pedido vista do processo às 10h01 do dia em que a sessão virtual foi aberta e que, em menos de cinco minutos depois, os ministros Fux e Kassio Nunes Marques já haviam postos seus votos a favor do afastamento. O ministro frisou que havia um documento.

Declarou

Em meio à sessão extraordinária desta terça-feira, 15, o decano do STF declarou que houve 'evidente condução político-eleitoral' de André Mendonça ao determinar a investigação de Alexandre de Moraes, e associou a ação ao feriado da Independência, em 7 de setembro. Mendonça rebateu, exigindo que Gilmar Mendes não lhe apontasse o dedo e dizendo que 'não é qualquer um', cobrando respeito.




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Moraes diz ter provas de pressão por delação; Mendonça rebate

15/09/2026

O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou hoje, terça-feira (15/09) ter provas e testemunhas de que o ministro André Mendonça tentou influenciar colaborações premiadas para incluir o nome de Moraes entre os delatados. Em resposta, Mendonça disse se tratar de uma "mentira".

Alexandre de Moraes: "Não há como julgar hoje, sem julgar terça, porque eu pergunto: quem tem medo da Polícia Federal?

Abertura

Fachin abre sessão lembrando que momento é histórico no STF e pede aos ministros ‘serenidade e responsabilidade institucional’



Em meio a um clima de seriedade e expectativa, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, abriu a sessão da Corte desta terça-feira (15/09) passando vários recados para os integrantes do colegiado pedindo a todos “serenidade e responsabilidade institucional”.

Fachin lembrou que os ministros têm diante de si “o...

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O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), afirmou hoje, terça-feira (15/09) ter provas e testemunhas de que o ministro André Mendonça tentou influenciar colaborações premiadas para incluir o nome de Moraes entre os delatados. Em resposta, Mendonça disse se tratar de uma "mentira".

Alexandre de Moraes: "Não há como julgar hoje, sem julgar terça, porque eu pergunto: quem tem medo da Polícia Federal?

Abertura

Fachin abre sessão lembrando que momento é histórico no STF e pede aos ministros ‘serenidade e responsabilidade institucional’



Em meio a um clima de seriedade e expectativa, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, abriu a sessão da Corte desta terça-feira (15/09) passando vários recados para os integrantes do colegiado pedindo a todos “serenidade e responsabilidade institucional”.

Fachin lembrou que os ministros têm diante de si “o dever de conduzir este Tribunal por um período difícil de sua história, preservando aquilo que lhe é essencial: sua independência, sua colegialidade, sua autoridade e sua fidelidade à Constituição”. E, dentro desse espírito, pediu que não se julguem pessoas, mas fatos e questões jurídicas, não se antecipe o mérito antes de resolvida a validade processual.

“A divergência é legítima; o confronto pessoal não. E precisamos lembrar que a decisão pertence ao plenário, não a um ministro individualmente”, destacou o magistrado.

Lembrança à trajetória dos ministros

Fachin também ressaltou que apesar destas serem premissas simples, em momentos de tensão institucional, é necessário serem lembradas para que orientem a atuação do Tribunal. O presidente do STF aproveitou para elogiar e citar a trajetória de cada um dos ministros e os magistrados a quem eles substituíram na Corte.

Acentuou também que todos são seres humanos. “Podemos errar. Podemos divergir. Podemos mudar de entendimento.
Podemos ter percepções distintas sobre os mesmos fatos e sobre o Direito”, afirmou.

“O momento exige de nós aquilo que se espera de quem exerce a jurisdição constitucional: sensatez, decoro e serenidade. A divergência faz parte da jurisdição. O que não pode fazer parte dela é a perda da medida institucional”, acrescentou.

Lugar de me memória

O presidente do STF fez questão de destacar que o plenário do STF deve ser também um lugar de memória, pelo fato de nas cadeiras ocupadas pelo atual colegiado terem passado ministros que conheceram a violência do arbítrio e conseguiram superar muitos percalços.

“Por estas cadeiras passaram ministros que conheceram a violência do arbítrio, durante alguns períodos da história do país. Recebemos um Tribunal que atravessou crises, autoritarismos, ameaças e incompreensões. Em determinados momentos, esta instituição pagou um preço por permanecer fiel à sua missão constitucional”, enfatizou.

Por fim, Fachin disse que o colegiado do STF “não tem o direito de entregar às gerações futuras um Supremo Tribunal Federal menor do que aquele que recebeu. E isso não significa ausência de divergência”.

“Ao contrário. O Supremo existe para que posições jurídicas diferentes possam ser apresentadas, debatidas e submetidas ao julgamento do colegiado. Há respeito institucional mesmo quando há discordância. Há consideração pelo colega mesmo quando não há convergência. Há limites que não decorrem da amizade ou da afinidade pessoal, mas da própria função que exercemos.

“História olhará para este momento”

E concluiu destacando que, por esses motivos, a presidência da Corte não pode escolher o caminho mais fácil, uma vez que tem a missão de assegurar o funcionamento da Corte e fazer com que o Supremo permaneça sendo um tribunal.

“A História olhará para este momento. Hoje, não prestamos contas apenas aos nossos contemporâneos, prestamos contas àqueles que nos antecederam e às gerações que nos sucederão.Esta instituição não nos pertence. Nós a recebemos do passado, temos o dever de preservá-la no presente e haveremos de entregá-la ao futuro. A instituição permanecerá se soubermos, nesse momento, estar à altura da responsabilidade que recebemos”, acentuou.




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Candidatos ao governo de Pernambuco gastam mais de R$ 12,7 milhões na campanha

15/09/2026

O custo da campanha eleitoral. Os sete candidatos ao governo de Pernambuco nas eleições de 2026 gastaram mais de R$ 12,7 milhões desde o início da campanha, em 16 de agosto. Os dados fazem parte da primeira prestação de contas oficial enviada até o dia 13 de setembro à Justiça Eleitoral. Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) foram os que mais declararam gastos, concentrando 96% do total.


Os gastos


No período mencionado, a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra declarou R$ 7,6 milhões em gastos de campanha. O ex-prefeito do Recife João Campos registrou gastos de R$ 4,5 milhões. As informações estão disponíveis na plataforma Divulgacand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).


Outros candidatos

Os gastos dos candidatos Guilherme Fonseca (PSTU), Ivan Moraes (PSOL), Professora Camila (UP) e Renan Hallais (Missão) somam, juntos, cerca de R$ 600 mil. Victor Assis (PCO) não declarou nenh...

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O custo da campanha eleitoral. Os sete candidatos ao governo de Pernambuco nas eleições de 2026 gastaram mais de R$ 12,7 milhões desde o início da campanha, em 16 de agosto. Os dados fazem parte da primeira prestação de contas oficial enviada até o dia 13 de setembro à Justiça Eleitoral. Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) foram os que mais declararam gastos, concentrando 96% do total.


Os gastos


No período mencionado, a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra declarou R$ 7,6 milhões em gastos de campanha. O ex-prefeito do Recife João Campos registrou gastos de R$ 4,5 milhões. As informações estão disponíveis na plataforma Divulgacand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).


Outros candidatos

Os gastos dos candidatos Guilherme Fonseca (PSTU), Ivan Moraes (PSOL), Professora Camila (UP) e Renan Hallais (Missão) somam, juntos, cerca de R$ 600 mil. Victor Assis (PCO) não declarou nenhum gasto e nenhuma receita, como mostra a tabela a seguir.


Inapta

Professor Jeremias do Banco (Democrata) também não registrou nenhum gasto no período, mas não aparece na lista a seguir porque teve a candidatura indeferida pela Justiça Eleitoral e não concorre mais ao pleito deste ano. Como a defesa do candidato não se manifestou no prazo de cinco dias, foi declarado trânsito em julgado, e a candidatura dele passou a constar como inapta.


Maior parte

A maior parte dos gastos é relacionada à contratação de agências de publicidade e de produtoras de audiovisual, à produção de jingles e vinhetas, à impressão de materiais em gráficas e ao pagamento de serviços advocatícios.


As informações

As informações sobre receitas e despesas da campanha eleitoral são enviadas pelo Conta+JE, sistema da Justiça Eleitoral que centraliza a prestação de contas e é uma novidade do TSE no pleito deste ano.

O teto

A cada eleição, o TSE fixa um teto de gastos para cada cargo em disputa. Para os candidatos ao governo de Pernambuco, no pleito de 2026, o limite máximo de gastos definido é de R$ 11,5 milhões no primeiro turno e de mais R$ 5,7 milhões no caso de segundo turno. Ou seja, o político que participar dos dois turnos da eleição para o governo do estado pode gastar até R$ 17,3 milhões.




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Entrevistas, reuniões, comícios e panfletagens movimentam agenda dos presidenciáveis nesta terça-feira

15/09/2026

A busca pelo voto a menos de 20 dias para as eleições. Os candidatos à Presidência da República têm compromissos eleitorais previstos para hoje, terça-feira (15/09). As atividades ocorrem em diferentes pontos do país e incluem entrevistas, reuniões políticas, encontros com apoiadores e participação em eventos.


Confira:


Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Brasília (DF)
11h: Sanção do PL nº 278/2026, que institui o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata)
Local: Palácio do Planalto


Flávio Bolsonaro (PL)
Fortaleza (CE)
19h: Bloco do 22 com candidatos da região
Local: Praça da Caixa Econômica (cruzamento da Avenida A com a Avenida H), bairro Conjunto Ceará)

Romeu Zema (Novo)
Brasília (DF)
8h30: Manifestação para pressionar julgamento de Alexandre de Moraes
Local: Alameda dos Estados, em f...

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A busca pelo voto a menos de 20 dias para as eleições. Os candidatos à Presidência da República têm compromissos eleitorais previstos para hoje, terça-feira (15/09). As atividades ocorrem em diferentes pontos do país e incluem entrevistas, reuniões políticas, encontros com apoiadores e participação em eventos.


Confira:


Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Brasília (DF)
11h: Sanção do PL nº 278/2026, que institui o Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata)
Local: Palácio do Planalto


Flávio Bolsonaro (PL)
Fortaleza (CE)
19h: Bloco do 22 com candidatos da região
Local: Praça da Caixa Econômica (cruzamento da Avenida A com a Avenida H), bairro Conjunto Ceará)

Romeu Zema (Novo)
Brasília (DF)
8h30: Manifestação para pressionar julgamento de Alexandre de Moraes
Local: Alameda dos Estados, em frente ao Congresso Nacional

Renan Santos (Missão)
O candidato não divulgou agenda para esta terça-feira (15/9).

Ronaldo Caiado (PSD)
Goiânia (GO)
17h: Coletiva de Imprensa
Local: Av. Barão do Rio Branco esquina com a Av. São João, Jardim Nova Era abaixo do CAIS Nova Era – APARECIDA DE GOIÂNIA/GO

17h30: Grande Encontro do “Dia 15”
Local: Av. Barão do Rio Branco esquina com a Av. São João, Jardim Nova Era abaixo do CAIS Nova Era – APARECIDA DE GOIÂNIA/GO

Augusto Cury (Avante)

São Paulo (SP) 
10h – 19h: Ação “Cury Fala, Brasil Escuta”
Local: Avenida Paulista – em frente ao MASP
Wilson Grassi (Democrata)
9h: Reunião com equipe de comunicação da campanha.
16h: Reunião com a equipe de marketing da campanha.
Hertz Dias (PSTU)
São Luís (MA) 
10h: Visita à greve dos bancários da Caixa Econômica Federal
16h30: Reunião com apoiadores no Rio dos Cachorros, comunidade localizada na zona rural de São Luís

Edmilson Costa (PCB)
Não há previsão de agenda pública.

Samara Martins (UP)
Porto Alegre e Gravataí (RS)
10h – Café da manhã na Ocupação Sepé Tiaraju
Local: Av. Farrapos, 285
12h – Panfletagem no RU UFRGS Centro
Local: Av. João Pessoa, 60
14h – Participação no ato Justiça por Herick Vargas, em frente ao Ministério Público
Local: Av. Aureliano de Figueiredo Pinto, 80
17h – Comício no Centro de Gravataí

Rui Costa Pimenta (PCO)

Não há previsão de agenda pública.

Clariana Barão (DC)
Não há previsão de agenda pública.

O Poder




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Vira vira na Pesqisa Real Time Big Data: João Campo, 44% X Raquel Teixeira Lyra 43

15/09/2026

Fato novo no ar: João Campos numericamente na frente, embora persista o empate técnico. O resultado reafirma a recuperação de João Campos, que vinha crescendo em todas as pesquisas que merecem credibilidade.

A notícia

Uma nova pesquisa do instituto Real Time Big Data, publicada hoje, 15/09, aponta uma mudança na dianteira da disputa pelo Governo de Pernambuco. No cenário estimulado, João Campos (PSB) aparece com 44% das intenções de voto, contra 43% da governadora Raquel Lyra (PSD). Apesar da vantagem numérica de um ponto percentual, os dois permanecem tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. No levantamento anterior, os dois postulantes apareceram empatados, 43%.

Na sequência

Aparecem Renan Hallais (Missão), com 4%, e Ivan Moraes (PSOL), com 1%. Outros candidatos somam 1%. Brancos e nulos representam 4%, enquanto 3% não souberam ou não responderam. Já na pesquisa espontâ...

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Fato novo no ar: João Campos numericamente na frente, embora persista o empate técnico. O resultado reafirma a recuperação de João Campos, que vinha crescendo em todas as pesquisas que merecem credibilidade.

A notícia

Uma nova pesquisa do instituto Real Time Big Data, publicada hoje, 15/09, aponta uma mudança na dianteira da disputa pelo Governo de Pernambuco. No cenário estimulado, João Campos (PSB) aparece com 44% das intenções de voto, contra 43% da governadora Raquel Lyra (PSD). Apesar da vantagem numérica de um ponto percentual, os dois permanecem tecnicamente empatados, considerando a margem de erro de dois pontos percentuais. No levantamento anterior, os dois postulantes apareceram empatados, 43%.

Na sequência

Aparecem Renan Hallais (Missão), com 4%, e Ivan Moraes (PSOL), com 1%. Outros candidatos somam 1%. Brancos e nulos representam 4%, enquanto 3% não souberam ou não responderam. Já na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, João e Raquel aparecem empatados, com 25% cada.

Os recortes da pesquisa

Revelam uma vantagem expressiva de João entre os eleitores mais jovens. Na faixa de 16 a 34 anos, o candidato do PSB chega a 50%, contra 37% de Raquel, uma diferença de 13 pontos. Entre os eleitores com renda de até dois salários mínimos, que representam 66% da amostra, João também lidera: 49% a 39%, vantagem de dez pontos.

Rejeição

Outro dado do levantamento é a rejeição. Raquel aparece como a candidata com maior índice no quesito: 40% afirmam que não votariam nela, enquanto João registra 38%.

Metodologia

A pesquisa ouviu 1.600 eleitores de Pernambuco entre os dias 10 e 14 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado sob o número PE-07953/2026.








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Cármen, Kassio e Toffoli serão "fiéis da balança" em sessão sobre Moraes

15/09/2026

Julgamento histórico. Com a percepção de que se formaram duas alas opostas no STF (Supremo Tribunal Federal), os ministros Cármen Lúcia, Kassio Nunes Marques e Dias Toffoli são vistos como determinantes para o desfecho de uma sessão histórica que expõe a divisão entre os integrantes da mais alta Corte do país


Analisar

Hoje, terça-feira (15/09), o Supremo vai analisar um relatório da PF (Polícia Federal) que reúne mensagens e outros registros usados pela corporação para apontar uma relação próxima entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

A sessão

A sessão foi marcada após dias de tensão na Corte, com trocas de ofícios entre ministros, disputa pelo acesso às provas e questionamentos sobre a condução das investigações, até então sob responsabilidade do ministro André Mendonça. A guerra de ofícios teve continuidade no fim de semana, quando o presidente do STF, Edson Fachin, tomou...

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Julgamento histórico. Com a percepção de que se formaram duas alas opostas no STF (Supremo Tribunal Federal), os ministros Cármen Lúcia, Kassio Nunes Marques e Dias Toffoli são vistos como determinantes para o desfecho de uma sessão histórica que expõe a divisão entre os integrantes da mais alta Corte do país


Analisar

Hoje, terça-feira (15/09), o Supremo vai analisar um relatório da PF (Polícia Federal) que reúne mensagens e outros registros usados pela corporação para apontar uma relação próxima entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

A sessão

A sessão foi marcada após dias de tensão na Corte, com trocas de ofícios entre ministros, disputa pelo acesso às provas e questionamentos sobre a condução das investigações, até então sob responsabilidade do ministro André Mendonça. A guerra de ofícios teve continuidade no fim de semana, quando o presidente do STF, Edson Fachin, tomou para si a relatoria do caso envolvendo Moraes.

Expectativa

A expectativa é que os ministros decidam sobre uma possível abertura de investigação contra Moraes. Antes de discutir se o conteúdo justifica a abertura de um processo contra Moraes, o plenário deverá se manifestar sobre o pedido da PGR (Procuradoria-Geral da República) para anular o relatório da Polícia Federal.

Determinou


A Procuradoria argumenta que André Mendonça determinou a produção do documento sem que houvesse pedido prévio do Ministério Público ou da própria PF e sem submeter a medida anteriormente ao plenário.

Avaliam

Mesmo se a nulidade for acolhida, há ministros que avaliam que o STF poderá encerrar o caso sem avançar sobre o mérito das mensagens. Outros, porém, entendem que, mesmo nessa hipótese, os elementos já conhecidos podem ser discutidos para decidir se uma nova investigação deve ou não ser aberta.


Tende

Segundo apuração de bastidores,  Fachin também tende a propor que, caso o pedido de abertura de investigação seja aprovado, Moraes seja afastado da Corte enquanto durarem as investigações sobre as relações do ministro com Daniel Vorcaro.

A dúvida

A dúvida recai sobre os votos de Cármen Lúcia, Nunes Marques e Toffoli – este último pode se declarar suspeito e deixar de participar do julgamento, a exemplo do que fez em decisões envolvendo o caso Master.

O próximo

Já Nunes Marques, que é próximo de Mendonça e acompanhou o ministro na decisão que afastou o diretor-geral da PF, tem um perfil mais garantista, o que torna incerto seu posicionamento durante a sessão.

No último fim de semana, a ministra Cármen Lúcia se dedicou a conversar com assessores de seu gabinete para preparar o voto desta terça. A interlocutores, ela tem ressaltado seu histórico de independência e afirmado que não se submeterá a pressões dos colegas.

Com CNN




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Sabatinas e encontros movimentam a agenda dos candidatos ao governo de Pernambuco nesta terça-feira

15/09/2026

A menos de 20 dias para as eleições, os candidatos ao governo de Pernambuco intensificam as atividades de campanha em busca dos eleitores e, consequentemente dos votos. Sabatinas e
encontros movimentam a agenda dos postulantes ao Palácio Campo das Princesas, hoje, terça-feira (15/09).

Confira:


João Campos

A agenda de João Campos começa às 13h30, com uma sabatina remota transmitida pela CNN. Na sequência, às 15h, o candidato realiza uma caminhada no estilo porta a porta na Comunidade do Bem. Mais tarde, às 18h, João Campos lidera uma mini carreata no município de Jaboatão dos Guararapes.

O encerramento dos compromissos do dia ocorre às 21h, em um encontro com representantes da Cultura no Comitê João Campos 40, localizado na Rua do Chacon, 365, no bairro do Poço da Panela.



Raquel Teixeira Lyra

A candidata inicia suas atividades do dia logo cedo,...

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A menos de 20 dias para as eleições, os candidatos ao governo de Pernambuco intensificam as atividades de campanha em busca dos eleitores e, consequentemente dos votos. Sabatinas e
encontros movimentam a agenda dos postulantes ao Palácio Campo das Princesas, hoje, terça-feira (15/09).

Confira:


João Campos

A agenda de João Campos começa às 13h30, com uma sabatina remota transmitida pela CNN. Na sequência, às 15h, o candidato realiza uma caminhada no estilo porta a porta na Comunidade do Bem. Mais tarde, às 18h, João Campos lidera uma mini carreata no município de Jaboatão dos Guararapes.

O encerramento dos compromissos do dia ocorre às 21h, em um encontro com representantes da Cultura no Comitê João Campos 40, localizado na Rua do Chacon, 365, no bairro do Poço da Panela.



Raquel Teixeira Lyra

A candidata inicia suas atividades do dia logo cedo, às 7h30, participando de uma sabatina ao vivo na Rádio Nova Brasil. Em seguida, às 11h45, a candidata concede mais uma entrevista ao vivo, desta vez na sabatina da TV Globo. À noite, a partir das 19h, Raquel Lyra realiza um porta a porta no bairro do Ibura.

Ivan Morais


Ivan Moraes começa o dia às 10h, participando de uma sabatina promovida pela Associação Pernambucana de Cegos, no bairro do Cordeiro, Recife. Às 15h, o candidato marca presença em outra sabatina, realizada pela Fecomercio em parceria com a rádio CBN, no bairro de Santo Amaro, Recife. Por fim, às 19h30, Ivan Moraes participa do evento Política de Bar em Bar ao lado de Yasmim Alves, onde debate sobre futebol e opressões no Bar Super 08, localizado na Rua Mamede Simões, 144, Loja 11, também em Santo Amaro, Recife.


A agenda de ontem

Os candidatos ao governo de Pernambuco cumpriram agendas de campanha com entrevistas, sabatinas, carreatas e panfletagens ontem, segunda-feira (14/09).



Professor Jeremias

O professor e bancário Jeremias Cosmo, conhecido como Professor Jeremias do Banco (Democrata), teve sua candidatura ao governo de Pernambuco indeferida pela Justiça Eleitoral. O indeferimento foi confirmado nesta segunda após o fim do prazo para a defesa recorrer da decisão publicada na semana passada por irregularidades na composição do diretório estadual do partido.

Guilherme Fonseca (PSTU)

De acordo com a agenda do candidato, Guilherme Fonseca participou, na tarde desta segunda-feira, de uma assembleia dos trabalhadores dos Correios, no Recife. Em seguida, realizou uma panfletagem com funcionários da empresa pública na área central da capital.


Ivan Moraes (PSOL)

Segundo a agenda do partido, pela manhã e durante parte da tarde, Ivan Moraes gravou vídeos de campanha. Depois, gravou entrevista com a TV Globo, no bairro de Santo Amaro, no Centro do Recife. Em seguida, participou da sabatina promovida pelo podcast Recife Ordinário. Todos os compromissos de campanha ocorreram na capital.


João Campos (PSB)

Pela manhã, João Campos participou da sabatina promovida pela TV Globo, no Centro do Recife. Durante a entrevista, afirmou que pretende construir quatro novos hospitais em Pernambuco e executar 94 grandes obras para ampliar o abastecimento de água no estado.


Professora Camila (UP)

Pela manhã, a candidata concedeu entrevista à Rádio Lagoa Grande FM, no Sertão de Pernambuco. Segundo a agenda do partido, à tarde, participou de uma entrevista ao Podcast da Virada e, à noite, esteve em um diálogo com integrantes do terreiro da Mestra Cigana Salomé, no bairro de Bonsucesso, em Olinda.


Raquel Teixeira Lyra (PSD)

A candidata do PSD participou, à tarde, de uma sabatina promovida pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Pernambuco (Fecomércio), em parceria com a CBN Recife, no bairro de Santo Amaro, área central da capital. Durante o encontro, prometeu ampliar o crédito e reduzir a burocracia para empresas no estado.

À noite, a candidata realizou uma panfletagem no Córrego do Jenipapo, na Zona Norte do Recife.


Renan Hallais (Missão)

Segundo a agenda do candidato, os compromissos começaram à tarde, com uma entrevista à TV Globo, no bairro de Santo Amaro, no Centro do Recife. À noite, Renan Hallais participou de um encontro com a militância do Missão, em Garanhuns, no Agreste de Pernambuco.


O Poder




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Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta terça-feira Por Alek Maracajá

15/09/2026

Brasília, 14 de setembro de 2026

A semana começa com duas temperaturas subindo ao mesmo tempo. Na eleição, Lula aparece com 40%, Flávio Bolsonaro com 36% e Augusto Cury com 7%. No STF, a discussão envolve julgamento, quórum, guerra de ofícios, dados do celular de Daniel Vorcaro e até a participação de Alexandre de Moraes e André Mendonça na sessão de terça-feira.

Brasília entrou naquela fase em que ninguém sabe se abre primeiro a pesquisa, o processo ou o grupo de WhatsApp dos ministros.

A eleição apertou nas urnas pesquisadas, enquanto o STF continua ampliando a própria crise nas redes.

Brasília, 15 de setembro de 2026

Vamos lá
Em 15 dias de análise sobre a crise do STF, a Ativaweb DataLab já coletou mais de 97 milhões de menções, ocorrências e interações digitais nas principais redes sociais. Alexandre de Moraes, Daniel Vorcaro e Banco Master formam o núcleo mais citado de uma crise que...

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Brasília, 14 de setembro de 2026

A semana começa com duas temperaturas subindo ao mesmo tempo. Na eleição, Lula aparece com 40%, Flávio Bolsonaro com 36% e Augusto Cury com 7%. No STF, a discussão envolve julgamento, quórum, guerra de ofícios, dados do celular de Daniel Vorcaro e até a participação de Alexandre de Moraes e André Mendonça na sessão de terça-feira.

Brasília entrou naquela fase em que ninguém sabe se abre primeiro a pesquisa, o processo ou o grupo de WhatsApp dos ministros.

A eleição apertou nas urnas pesquisadas, enquanto o STF continua ampliando a própria crise nas redes.

Brasília, 15 de setembro de 2026

Vamos lá
Em 15 dias de análise sobre a crise do STF, a Ativaweb DataLab já coletou mais de 97 milhões de menções, ocorrências e interações digitais nas principais redes sociais. Alexandre de Moraes, Daniel Vorcaro e Banco Master formam o núcleo mais citado de uma crise que deixou de ser apenas reputacional: tornou-se institucional, política e, agora, definitivamente eleitoral.

Mas o algoritmo brasileiro também tem suas prioridades: no domingo e ontem, a roupa de Virginia Fonseca na Fórmula 1 conseguiu ser mais comentada do que o STF Moraes, Mendonça e Vorcaro dominaram Brasília mas, por algumas horas, perderam a pole position digital para o figurino da Virginia.

Enquanto isso, o STF realiza hoje uma das sessões mais delicadas de sua história e decide se abre investigação contra Alexandre de Moraes. No ambiente eleitoral, o novo estudo da Ativaweb DataLab mostra outra movimentação importante: Lula recuperou intensidade digital e a polarização com Flávio Bolsonaro começa a se consolidar também nas redes.

Em Brasília, o STF disputa o futuro institucional do país. Nas redes, disputa atenção até com a roupa da Virginia e nem sempre larga na frente.


Os 8 principais movimentos do dia



Lula recupera força digital e a polarização ganha forma

O novo Termômetro Eleitoral Ativaweb DataLab/Amado Mundo mostra Lula com o maior patrimônio digital entre os presidenciáveis: 15,07 milhões de seguidores, ganho de 38,9 mil em sete dias e crescimento de 38,24% na variação do engajamento. Flávio Bolsonaro alcançou 11,58 milhões, ganhou 56,1 mil seguidores, mas registrou retração de 7,35% na variação do engajamento.

O diagnóstico é importante: Flávio apresentou maior expansão numérica, enquanto Lula recuperou intensidade, reação e capacidade de mobilização. Na Quaest, Flávio aparece com 42% e Lula com 40% em eventual segundo turno — empate técnico considerando a margem de erro de dois pontos. A disputa digital e a eleitoral começam a apontar para a mesma direção: uma polarização cada vez mais concentrada nos dois nomes.

Flávio acelerou no tamanho; Lula reagiu na intensidade. A eleição começa a descobrir seus dois polos.


O STF julga Moraes — e também julga a própria credibilidade


A sessão extraordinária começa às 10h e decidirá se será aberta investigação contra Alexandre de Moraes por mensagens apontadas em relatório da Polícia Federal. O caso é inédito porque envolve suspeitas relacionadas a um integrante da própria Corte e abre dúvidas sobre quórum, impedimentos, preliminares e quem poderá efetivamente votar. O rito será aberto por Edson Fachin e poderá incluir manifestação da PGR antes dos votos??.

O processo tem um nome, mas o julgamento envolve a reputação de onze cadeiras.


Moraes e mendonça levam a queda de braço para o plenário


Alexandre de Moraes classificou a apuração como “inconstitucional e ilegal”, negou favorecimento a Vorcaro e atribuiu o movimento de André Mendonça a uma “vingança” e a interesses político-eleitorais. Também contestou a interpretação do material da PF e chamou de fantasiosos os diálogos atribuídos a ele.

Mendonça, por sua vez, afirma que solicitou diligências por cautela diante da rede de influência de Vorcaro. O que começou como divergência processual virou confronto público e, em Brasília, quando ministros passam a trocar adjetivos, os substantivos normalmente já não dão conta da crise.

A toga continua preta, mas o clima entre os ministros está em vermelho.



52 mensagens, duas versões e milhões de interpretações


O relatório da PF aponta 52 mensagens enviadas por Vorcaro a Moraes, sem indicar quais teriam sido as respostas do ministro. Moraes sustenta que parte do material teria sido interpretada de maneira equivocada — inclusive um bloco de notas do iPhone que teria sido tratado como mensagem de WhatsApp — e questiona a eventual participação de um “órgão estrangeiro” na produção das informações.

A discussão técnica será decisiva, mas o ambiente digital já simplificou o assunto: de um lado, “há mensagens”; do outro, “não há prova”. Entre a perícia e o compartilhamento existe uma distância enorme — e o algoritmo costuma percorrê-la em segundos.

No processo, cada detalhe precisa de prova. Nas redes, muitas vezes basta uma captura de tela.


Fachin assume o papel de árbitro da crise


Edson Fachin abrirá a sessão, apresentará o relatório e dará o primeiro voto. Depois, os ministros votarão conforme a ordem regimental, embora ainda existam dúvidas sobre a participação de Moraes, Mendonça e Toffoli. A sessão será transmitida ao vivo pela TV Justiça e poderá ter questões preliminares ou até pedido de vista. Nunca antes a Corte havia analisado um caso dessa natureza envolvendo um de seus próprios integrantes??.

Fachin entra como relator, presidente e bombeiro — só falta Brasília entregar a mangueira.



Cármen, Kassio e Toffoli viram os “fiéis da balança”


Nos bastidores, Cármen Lúcia, Kassio Nunes Marques e Dias Toffoli são tratados como votos capazes de definir o resultado. Toffoli ainda enfrenta questionamentos sobre eventual impedimento, enquanto Cármen e Kassio deverão receber pressão política e digital durante toda a sessão. A composição efetiva do plenário poderá ser tão importante quanto o mérito analisado??.

Quando o placar está aberto, até o silêncio de um ministro começa a ser interpretado como voto.



Drones, grades e uma esplanada em modo de alerta


O entorno do Supremo amanheceu com segurança reforçada, bloqueios, cercas e monitoramento por drones. O aparato revela que o julgamento ultrapassou os limites institucionais: há expectativa de manifestações, vigílias e mobilização política. O esquema de segurança foi ampliado diante do risco de protestos durante a sessão??.

Quando o julgamento precisa de drone com câmera térmica, o termômetro político já passou do normal.



Crise do STF entra definitivamente na eleição


A campanha de Lula tenta separar o presidente da figura de Moraes e preservar uma posição institucional. Flávio Bolsonaro endurece o discurso contra o STF nas ruas, mas busca moderação ao falar com o mercado. Zema, pressionado nas pesquisas, tenta recuperar espaço na direita intensificando críticas a Moraes.

A crise oferece oportunidades distintas: Lula pode defender estabilidade e investigação sem blindagem; Flávio pode transformar o sentimento anti-STF em mobilização; e os demais candidatos tentam evitar que a polarização os transforme em figurantes.

O STF ainda não decidiu o processo, mas a eleição já começou a disputar politicamente o resultado.

Bastidores de Brasília



No Supremo, a preocupação central não é apenas quem vence a votação, mas como a Corte sairá do plenário. Um resultado apertado poderá aprofundar a divisão interna; um pedido de vista prolongará a crise; e qualquer fala mais dura produzirá novos cortes para as redes.

No Congresso, oposição, Centrão e setores governistas observam a possibilidade de rediscutir regras para investigações, impeachment de ministros e uma reforma do Judiciário. Cada grupo tem uma motivação diferente, mas todos perceberam que a crise abriu uma janela política.

Nas campanhas, Lula e Flávio já trabalham para enquadrar o julgamento dentro de suas próprias narrativas. Lula busca estabilidade institucional; Flávio, indignação e mobilização. O restante dos presidenciáveis tenta descobrir como entrar numa conversa que está ficando cada vez mais fechada entre dois polos.



Leitura estratégica Ativaweb Datalab


O principal movimento do dia é a fusão entre crise institucional e disputa eleitoral. Moraes, Mendonça, Vorcaro e o Banco Master continuam concentrando atenção, mas Lula e Flávio passam a capturar eleitoralmente os efeitos dessa narrativa.

O estudo da Ativaweb revela uma mudança importante: Lula não apenas preserva o maior estoque de audiência, como voltou a acelerar no engajamento. Flávio continua crescendo mais em seguidores, porém com perda de intensidade na resposta da comunidade. Isso significa que a vantagem digital não está consolidada para nenhum dos dois.

Atenção digital, porém, não é intenção de voto. O que os dados mostram é capacidade de ocupar o debate, formar narrativa e mobilizar audiência. A conversão eleitoral dependerá de confiança, rejeição, território, campanha e capacidade de transformar exposição em apoio.

Tamanho explica o patrimônio acumulado; velocidade mostra para onde a atenção está indo.



Alerta Ativaweb

Tema com maior potencial de explosão: qualquer divergência pública entre Moraes e Mendonça durante a sessão.

Personagem que mais pode ganhar visibilidade: Edson Fachin, pelo voto inicial e pela condução do julgamento.

Risco digital: trechos isolados de votos ou documentos circularem sem contexto, transformando argumentos jurídicos complexos em slogans eleitorais.

Oportunidade

eleitoral: Lula consolidar a recuperação digital com uma mensagem de estabilidade; Flávio ampliar a mobilização anti-STF sem afastar o eleitor moderado.

Brasília vive hoje um daqueles dias que entram para a história antes mesmo de terminar. O STF decidirá se investiga Moraes, mas o resultado também poderá redefinir a relação entre a Corte, o Congresso, as ruas, as redes e a eleição presidencial.

No Brasil hiperconectado, os fatos importam. Mas a velocidade da narrativa costuma importar ainda mais.

Alek Maracajá é Ceo da Ativaweb DataLab. Cientista de dados. Professor ESPM-SP. Pesquisador UFPB




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Fachin será o primeiro a votar em sessão histórica do STF

15/09/2026

O STF (Supremo Tribunal Federal) realiza hoje terça-feira (15/09), a partir das 10h, a sessão que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O presidente da Corte, Edson Fachin, que assumiu a relatoria do caso, será responsável por conduzir a sessão e delimitar quais questões serão analisadas pelo plenário.


A discussão


A discussão ocorre em meio a questionamentos sobre a validade do relatório, a participação de ministros no julgamento e a possibilidade de abertura de uma investigação contra Moraes.

Após a abertura da sessão, os ministros farão a leitura e a aprovação da ata do encontro anterior. Na sequência, Fachin apresentará o relatório do processo e delimitará o objeto do julgamento, ou seja, indicará quais questões deverão ser analisadas pelos ministros.


A Procuradoria-Geral

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O STF (Supremo Tribunal Federal) realiza hoje terça-feira (15/09), a partir das 10h, a sessão que vai analisar o relatório da Polícia Federal sobre as mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. O presidente da Corte, Edson Fachin, que assumiu a relatoria do caso, será responsável por conduzir a sessão e delimitar quais questões serão analisadas pelo plenário.


A discussão


A discussão ocorre em meio a questionamentos sobre a validade do relatório, a participação de ministros no julgamento e a possibilidade de abertura de uma investigação contra Moraes.

Após a abertura da sessão, os ministros farão a leitura e a aprovação da ata do encontro anterior. Na sequência, Fachin apresentará o relatório do processo e delimitará o objeto do julgamento, ou seja, indicará quais questões deverão ser analisadas pelos ministros.


A Procuradoria-Geral

Depois, a PGR (Procuradoria-Geral da República) poderá se manifestar. O órgão será representado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet. Também haverá espaço para eventuais sustentações orais.

O voto

Encerradas as manifestações, Fachin apresentará seu voto. Os demais ministros votarão em seguida, de acordo com a ordem prevista pelo regimento do Supremo. Ao final, o presidente da Corte proclamará o resultado.

O que pode ser decidido

Uma das primeiras questões que podem ser analisadas é o pedido da PGR para anular o relatório produzido pela Polícia Federal.
A Procuradoria sustenta que a elaboração do documento teve vícios de origem porque foi determinada pelo então relator André Mendonça sem pedido prévio do Ministério Público ou da própria PF e sem submissão anterior ao plenário.


A tese

Se a tese de nulidade for acolhida, a Corte poderá encerrar a discussão sem entrar no mérito das mensagens.

Também há a possibilidade de os ministros avaliarem se os elementos reunidos pela PF são suficientes para justificar a abertura de uma investigação contra Moraes ou se o caso deve ser arquivado.




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STF realiza hoje sessão histórica para decidir futuro de Moraes

15/09/2026

O STF (Supremo Tribunal Federal) analisa hoje, terça-feira (15/09), em uma sessão histórica, o relatório da Polícia Federal que reuniu mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

A sessão

A sessão está marcada para as 10h e ocorre após duas semanas de tensão na Corte, marcadas por trocas de ofícios entre ministros, disputa pelo acesso às provas e questionamentos sobre a condução das investigações pelo ministro André Mendonça.

O plenário

O plenário deverá decidir, primeiro, se o relatório da PF é válido. A PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu a anulação do documento por entender que sua produção teve vícios de origem. Segundo a Procuradoria, Mendonça determinou a apuração sobre um integrante do próprio Supremo sem pedido prévio do Ministério Público ou da Polícia Federal e sem submeter a medida à Presidência ou ao plenário da Corte.
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O STF (Supremo Tribunal Federal) analisa hoje, terça-feira (15/09), em uma sessão histórica, o relatório da Polícia Federal que reuniu mensagens entre o ministro Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.

A sessão

A sessão está marcada para as 10h e ocorre após duas semanas de tensão na Corte, marcadas por trocas de ofícios entre ministros, disputa pelo acesso às provas e questionamentos sobre a condução das investigações pelo ministro André Mendonça.

O plenário

O plenário deverá decidir, primeiro, se o relatório da PF é válido. A PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu a anulação do documento por entender que sua produção teve vícios de origem. Segundo a Procuradoria, Mendonça determinou a apuração sobre um integrante do próprio Supremo sem pedido prévio do Ministério Público ou da Polícia Federal e sem submeter a medida à Presidência ou ao plenário da Corte.

A tese

Se a tese de nulidade for acolhida, o STF poderá encerrar a discussão sem avançar sobre o conteúdo das mensagens. Ministros avaliam, porém, que mesmo nesse cenário o plenário poderá discutir se os elementos reunidos pela PF justificam a abertura de uma nova investigação sobre Moraes.

O relatório

O relatório reúne mensagens localizadas pela PF entre dezembro de 2023 e novembro de 2025. Segundo a investigação, Vorcaro procurou Moraes em diferentes ocasiões e pediu ajuda diante de medidas que atingiam o Banco Master.

O documento também menciona a atuação do ministro na análise de um contrato de R$ 131 milhões firmado entre o banco e o escritório de advocacia de Viviane Barci de Moraes, mulher do magistrado. O contrato previa o pagamento de 36 parcelas mensais e sucessivas no valor de R$ 3,6 milhões cada. O valor líquido, descontando os impostos, ficaria em R$ 108 milhões.

Disputa pelas provas

A preparação para a sessão foi marcada por uma disputa interna sobre quais documentos deveriam estar disponíveis aos ministros antes do julgamento.

Cristiano Zanin, Gilmar Mendes e Moraes cobraram acesso à íntegra dos dados extraídos do celular de Vorcaro. Eles argumentaram que o colegiado não poderia decidir com base apenas em recortes ou sínteses do material.

Afirmou

Mendonça afirmou inicialmente que mantinha em seu gabinete apenas uma cópia de segurança lacrada e criptografada e que a disponibilização integral dos dados poderia prejudicar investigações em andamento e “tumultuar” o julgamento.
A Polícia Federal informou depois que poderia fornecer cópias idênticas do material aos ministros sem comprometer a cadeia de custódia. Moraes, Zanin e Gilmar receberam os dados antes da sessão.

Parecer

Ontem, segunda-feira (14/09), após pedido de Moraes e parecer favorável da PGR, Mendonça também retirou o sigilo de um processo que reúne detalhes sobre a rede de pagamentos de Vorcaro e do Banco Master.

Como será a sessão

Edson Fachin, presidente do STF, assumiu a relatoria do caso e será responsável por conduzir a sessão.
Após a abertura dos trabalhos, Fachin deverá apresentar seu relatório e delimitar exatamente quais questões serão submetidas ao plenário. Na sequência, haverá espaço para manifestação da PGR e eventuais sustentações orais. Depois, Fachin apresentará seu voto. Os demais ministros votarão na ordem prevista pelo regimento da Corte.

A composição

Ainda há dúvidas sobre a composição do plenário. Como Moraes é o alvo do relatório, não está claro se ele participará da sessão nem se poderá votar. Também há ministros que discutem um eventual impedimento de André Mendonça, diante dos questionamentos sobre sua atuação na produção do documento.
Dias Toffoli, que deixou a relatoria do caso Master no início do ano e tem se declarado suspeito em desdobramentos da investigação, também pode ficar fora da votação.
A sessão será pública e terá transmissão ao vivo pela TV Justiça, pela Rádio Justiça e pelo canal do STF no YouTube.

Com CNN




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