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Uma nova era. O homo tecno. – Por Antônio Campos*

27/11/2024

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As redes sociais, os games, a internet estão impactando a leitura de livros e até a forma dos homens orarem.
I. Uma nova era fortemente impactada pelo mundo digital
O mundo atual online, com cerca de 60% das pessoas conectadas, tem tirado o tempo para o convívio das pessoas e a leitura de livros.
Segundo Nicholas Carr, em seu livro A Geração Superficial, já não se aprofunda em nada. É um mundo superficial em que as pessoas leem uma manchete nas redes sociais e partem para outra. Ou que o google ou Chatgpt da OpenIA viraram os oráculos
E mais: o excesso de conectividade tem gerado uma geração ansiosa, depressiva, síndromes de pânico, suicídios de jovens, algo que merece uma grande reflexão. E na era da conectividade reina a solidão.
Ora, se não tem sobrado tempo nem para o convívio pessoal desejável, quanto mais para leitura.
Essa é uma questão nuclear, mas há outras questões também relevantes, como a falta de acesso ao livro ante a grande...

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As redes sociais, os games, a internet estão impactando a leitura de livros e até a forma dos homens orarem.
I. Uma nova era fortemente impactada pelo mundo digital
O mundo atual online, com cerca de 60% das pessoas conectadas, tem tirado o tempo para o convívio das pessoas e a leitura de livros.
Segundo Nicholas Carr, em seu livro A Geração Superficial, já não se aprofunda em nada. É um mundo superficial em que as pessoas leem uma manchete nas redes sociais e partem para outra. Ou que o google ou Chatgpt da OpenIA viraram os oráculos
E mais: o excesso de conectividade tem gerado uma geração ansiosa, depressiva, síndromes de pânico, suicídios de jovens, algo que merece uma grande reflexão. E na era da conectividade reina a solidão.
Ora, se não tem sobrado tempo nem para o convívio pessoal desejável, quanto mais para leitura.
Essa é uma questão nuclear, mas há outras questões também relevantes, como a falta de acesso ao livro ante a grande desigualdade social no Brasil.
Na sua mais ampla forma, essa inaudita espécie representará a tentativa de dominação de uma era tecnológica sobre a era humana. E será marcado pela extinção do sapiens e prevalência do tecno sapiens, ou como podemos chamar, do Homo Tecno.

II. A leitura no Brasil.
A pesquisa Retratos da Leitura, do Instituto Pró-Livro, em sua sexta edição, com cerca de cinco mil e quinhentas entrevistas realizadas pelo Instituto Ipec relata que ao longo dos últimos dez anos os brasileiros vêm lendo cada vez menos.
Entre abril e julho deste ano, cerca de 5.500 entrevistas foram realizadas pelo Instituto Ipec, com o objetivo de traçar um perfil do leitor no país. De 2007 a 2024, o percentual de leitores caiu de 55% para 47%, enquanto o de não leitores cresceu de 45% para 53%, ultrapassando o número de leitores pela primeira vez.
São considerados leitores, para os parâmetros da pesquisa, os indivíduos que leram pelo menos um trecho de uma obra – física ou digital – nos três meses anteriores.
O Brasil perdeu 6,7 milhões de leitores nos últimos 5 anos.

III. Algumas anotações
Temos alguns problemas na atualidade como a compulsão por drogas, jogos, redes sociais e pelo uso do celular, que no Brasil já tem mais celulares do que pessoas.
A tecnologia está impactando a forma de orar.
Um interessante livro é Aprender a rezar na era da técnica, de Gonçalo M. Tavares, autor português que esteve duas vezes na Fliporto.
Um exemplo, é o podcast “café com Deus pai” em que diariamente lança episódios bíblicos e o fiel ouve e entende aquilo como se tivesse feito a sua oração diária.
Em Olinda, a biblioteca pública municipal está fechada há mais de 4 anos, com 22 mil volumes sendo deteriorados.
Um dos meus planos em curso é fazer a biblioteca digital em Pernambuco e fazer um aplicativo para tanto, tendo uma curadoria para os livros que lá constarão.

IV. O hábito de leitura no Brasil enfrenta diversos desafios, muitos deles relacionados a fatores culturais, sociais e econômicos. Eis algumas razões que explicam por que os brasileiros estão lendo pouco:

1. A internet, os games e as redes sociais estão roubando o tempo para ler livros.

2. Baixo incentivo à leitura desde cedo
• Educação básica deficiente: Muitas escolas não priorizam a formação do hábito da leitura. O foco está em ler por obrigação, como para cumprir currículos, e não por prazer.
• Falta de acesso à literatura: Algumas famílias não têm o costume de incentivar a leitura, o que contribui para que a criança não associe livros ao lazer.

3. Falta de acesso a livros
• Custo dos livros: Os preços dos livros no Brasil são considerados altos para grande parte da população.
• Bibliotecas insuficientes: Muitas cidades carecem de bibliotecas públicas bem equipadas e acessíveis.

4. Questões econômicas
• Desigualdade social: Em regiões mais pobres, a prioridade está na sobrevivência, e a leitura pode não ser vista como uma necessidade.
• Pouco tempo livre: Muitas pessoas trabalham longas horas ou têm rotinas exaustivas, o que limita o tempo dedicado a atividades como a leitura.

5. Concorrência com outras formas de entretenimento
• Tecnologia e redes sociais: O tempo que poderia ser usado para ler é muitas vezes gasto no celular, assistindo vídeos ou navegando nas redes sociais.
• Mídias audiovisuais: Filmes, séries e podcasts muitas vezes oferecem narrativas mais rápidas e acessíveis para a maioria.

6. Baixa valorização da leitura
• Falta de exemplos: Em muitos casos, figuras públicas ou influentes não promovem a leitura como um hábito positivo.
• Cultura imediatista: Ler exige concentração e tempo, características que não combinam com o ritmo acelerado da vida moderna.

7. Políticas públicas insuficientes
• Falta de estímulo governamental: O Brasil carece de políticas efetivas de fomento à leitura, como programas de incentivo à compra de livros ou maior investimento em bibliotecas e campanhas de leitura.
• Corte em subsídios: Recentemente, houve debates sobre a taxação de livros, o que poderia dificultar ainda mais o acesso.

Como mudar esse cenário?

A mudança requer esforços conjuntos de diversos setores:
• Escolas e famílias: Incentivar a leitura desde cedo com livros acessíveis e de qualidade.
• Políticas públicas: Investir em programas de incentivo à leitura e democratizar o acesso a livros.
• Sociedade: Promover a leitura como algo prazeroso e acessível, integrando-a ao cotidiano.
• Educar as pessoas para o equilíbrio no uso da tecnologia, celulares e redes sociais.

Afinal, a leitura de um livro deve ser uma forma de felicidade.


*Antônio Campos, advogado, escritor e membro da Academia Pernambucana de Letras.

Leia outras informações

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Adeus José Severino do Carmo. Um ser humano doce, dedicado à comunicação e a fazer o bem

04/07/2026

Faleceu ontem, 03 de julho de 2026, em Caruaru, onde residia, vítima de problemas cardíacos, o publicitário, jornalista, escritor e empreendedor cultural José Severino do Carmo, aos 84 anos. A morte causou impacto na sociedade pernambucana, onde José Severino era unanimidade pelo talento, dedicação , capacidade empresarial, cortesia e compromisso social.

Origem

José Severino nasceu em 06 de novembro de 1941, no Sítio Caianinha, entre Pesqueira e Sanharó, quando aquela cidade pertencia ao Municipio de Pesqueira. Residiu, por muitos anos, na cidade de Caruaru-PE, onde plantou raízes e constituiu família.

Formação

José Severino era graduado em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caruaru e especializado em Publicidade e Marketing pela Faculdade dos Meios de Comunicação da PUC/RS

Livros publicados

Publicou o 1º Guia Turístico de Caruaru em 1976....

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Faleceu ontem, 03 de julho de 2026, em Caruaru, onde residia, vítima de problemas cardíacos, o publicitário, jornalista, escritor e empreendedor cultural José Severino do Carmo, aos 84 anos. A morte causou impacto na sociedade pernambucana, onde José Severino era unanimidade pelo talento, dedicação , capacidade empresarial, cortesia e compromisso social.

Origem

José Severino nasceu em 06 de novembro de 1941, no Sítio Caianinha, entre Pesqueira e Sanharó, quando aquela cidade pertencia ao Municipio de Pesqueira. Residiu, por muitos anos, na cidade de Caruaru-PE, onde plantou raízes e constituiu família.

Formação

José Severino era graduado em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Caruaru e especializado em Publicidade e Marketing pela Faculdade dos Meios de Comunicação da PUC/RS

Livros publicados

Publicou o 1º Guia Turístico de Caruaru em 1976. Também o livro “Pelos Meus Olhos” -Uma visão da vida, do tempo, dos fatos – Editora Bargaço- 2007;
Publicou mais de 20 títulos de cordéis, entre 2012 a 2025. Editou a Revista Moda & Negócios, de 2014 a 2022, onde nosso diretor José Nivaldo Junior assinou, por muito tempo, uma coluna dedicada ao marketing e à cultura. José Severino era colaborador do nosso Jornal O Poder. No final desta matéria, reproduzimos o link de uma das suas matérias. Um poema significativo, onde recomenda que o tempo deve ser usado para aproveitar a vida. Conselho que ele mesmo praticou, até os últimos momentos.



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Cidadania

José Severino recebeu o título de Cidadão Honorário de Caruaru, outorgado pela Câmara Municipal, em novembro de 1994. Exercitou diversas atividades sociais e comunitárias. Foi presidente do Lions Clube de Pesqueira e do Clube dos 50, em 197. Presidente da AABB- Associação Atlética Banco do Brasil, em Caruaru, entre 1976/1978. Diretor de Promoção da Câmara de Dirigentes Lojistas de Caruaru, entre 1980/1982. Presidente da Festa do Comércio de Caruaru, em 1980. Presidente do Lions Clube de Caruaru, nos mandatos 1981/1982 e 2002/2003.
Presidente do Lions Clube Recife/Boa Viagem, em 1987/1988.
Vice-Presidente do Sindicato das Agências de Propaganda de Pernambuco, entre 1989/1991.
Governador do Distrito LA-3 do Lions Internacional com jurisdição nos Estados de Pernambuco, Alagoas e Sergipe, em 2010/2011.
Vice-presidente da Academia Caruaruense de Literatura de Cordel, em 2013/2014. Presidente da Academia Caruaruense de Cultura Ciências e Letras- ACACCIL, em 2021/2022.

Atividades profissionais

José Severino do Carmo foi produtor da Rádio Difusora de Pesqueira, nos anos 1960 a 1963,
fiscal da Carteira de Crédito Agrícola e Industrial do Banco do Brasil, de 1970 a 1973,
diretor da JS Propaganda & Marketing S/C Ltda. de 1973 a 2023. Foi também
titular da Carteira de Câmbio (CACEX) do Banco do Brasil, no Recife, de 1983 a 1991 e gerente geral da Rádio Jornal (antiga Rádio Difusora de Caruaru), de 1993 a 1996. Foi também gerente comercial das Rádios Liberdade AM e FM de 1996 a 2002, e editor da Revista Moda & Negócios, de 2014 a 2023.



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Academias

José Severino era membro da Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras-Acaccil, onde ocupava a cadeira 34, cujo patrono é o grande Nélson Barbalho e da Academia Caruaruense de Literatura de Cordel-ACLC.

Velório

Será realizado hoje, sábado 04/07/26, a partir das 12h, e o sepultamento está marcado para as 17h, no Cemitério Parque dos Arcos, em Caruaru.

Confira o poema O tempo

https://www.jornalopoder.com.br/noticias/20958/o-tempo-por-jose-severino-do-carmo




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Pesquisa aponta - Filho de Nabor Wanderley e neto de Chica Motta, Hugo Motta é o segundo político mais odiado do Brasil

04/07/2026

Pesquisa divulgada pela AtlasIntel/Bloomberg ontem, sexta-feira (03/07) apontou o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), como o segundo político mais odiado do Brasil, superado apenas pelo presidente do Congresso e do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP). Hugo Motta tem 88% de rejeição dos brasileiros.

Sua posição foi lembrada por muitos políticos nordestinos como parecida com a situação observada pelo pai, Nabor Wanderley (Republicanos), ex-prefeito do município de Patos (PB) que concorre a uma vaga no Senado pela Paraíba este ano.

Nabor, além de figurar abaixo do seu principal adversário político, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) nas pesquisas para o Senado, viu Veneziano receber o apoio do presidente Lula para a sua candidatura à reeleição — por meio de um vídeo no qual Lula oficializou a aliança entre os dois e elogiou o alinhamento e a postura do parlamentar.



Histór...

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Pesquisa divulgada pela AtlasIntel/Bloomberg ontem, sexta-feira (03/07) apontou o presidente da Câmara dos Deputados, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), como o segundo político mais odiado do Brasil, superado apenas pelo presidente do Congresso e do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União-AP). Hugo Motta tem 88% de rejeição dos brasileiros.

Sua posição foi lembrada por muitos políticos nordestinos como parecida com a situação observada pelo pai, Nabor Wanderley (Republicanos), ex-prefeito do município de Patos (PB) que concorre a uma vaga no Senado pela Paraíba este ano.

Nabor, além de figurar abaixo do seu principal adversário político, Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) nas pesquisas para o Senado, viu Veneziano receber o apoio do presidente Lula para a sua candidatura à reeleição — por meio de um vídeo no qual Lula oficializou a aliança entre os dois e elogiou o alinhamento e a postura do parlamentar.



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Histórico

A família, cujo berço político é Patos/PB, enfrenta problemas há três gerações. A avó de Hugo, Chico Motta, foi prefeita. Acusada de corrupção, usou tornozeleira eletrônica durante um tempo. O pai, Nabor Wanderley, também enfrentou várias acusações.

Hugo, recentemente, esteve envolvido no escândalo das malas que passaram sem fiscalização pela alfândega. Também foi autor da chamada ‘Emenda Master’, para beneficiar o conglomerado de Daniel Vorcaro com bilhões. O Supremo Tribunal Federal (STF) barrou a emenda.

Os piores entre 17 lideranças

Segundo o levantamento divulgado ontem, realizado no âmbito do projeto Latam Pulse, Alcolumbre e Motta concentram os piores índices de imagem entre 17 lideranças políticas avaliadas. Conforme essa pesquisa, no caso de Alcolumbre a imagem negativa é observada por 90% dos entrevistados. Hugo Motta fica bem próximo, como 88% de imagem negativa entre o total de entrevistados.

Nenhum outro nome possui maior rejeição que a de Alcolumbre e de Motta, a não ser o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), que apresenta o mesmo percentual de imagem negativa de Motta, mas tem o diferencial de não possuir qualquer cargo de comando no Congresso Nacional.

Além disso, Motta e Alcolumbre não apresentam saldo positivo de imagem. O percentual de pessoas que disseram ser favoráveis a eles foi de 3%.



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Desgastes dos chefes do Congresso

O resultado, conforme avaliação feita pelos responsáveis pela pesquisa, reforça o desgaste dos chefes das duas Casas do Congresso Nacional em meio a um cenário de alta rejeição a lideranças políticas de diferentes campos.

E indica que a avaliação negativa não se restringe ao Governo Federal ou à oposição, mas atinge também nomes do Legislativo, ex-presidentes, governadores e figuras ligadas à disputa presidencial de 2026.

Imagens mais positivas

O levantamento também aponta que o presidente Lula (PT) é, atualmente, o político com maior índice de imagem positiva, 46%. Na sequência do ranking aparecem o pré-candidato ao governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT), com 43% de imagem positiva; o ex-presidente Jair Bolsonaro, com 42%; o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), com 39%; o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), com 38%.

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, aparecem, ambas, com 35%; o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, com 33%; e os ex-governadores Romeu Zema (Novo-MG) e Ronaldo Caiado (União-GO), empatados com 32%.

Avaliações negativas

Entre os nomes mais conhecidos nacionalmente, Jair Bolsonaro registra 58% de avaliação negativa, enquanto Fernando Haddad e Lula aparecem empatados com 54%.

Já o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa apresenta a menor rejeição da pesquisa, com 41%, seguido por Tarcísio de Freitas (48%) e Geraldo Alckmin (50%).

Pessoas ouvidas

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg, realizada no âmbito do projeto Latam Pulse, ouviu 4.999 brasileiros adultos entre os dias 26 e 30 de junho de 2026. As entrevistas foram realizadas por meio da metodologia de recrutamento digital aleatório (Atlas RDR), que seleciona participantes durante a navegação na internet em dispositivos móveis e computadores.

Segundo o instituto, a margem de erro é de um ponto percentual, para mais ou para menos, com 95% de nível de confiança. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04582/2026.




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Raquel entregou ambulâncias de fachada que não estão prontas. Nenhum prefeito levou qualquer veículo

03/07/2026

Quem levou sua ambulância levante o dedo e mande o video, que O Poder publica.
O que deveria marcar um reforço na saúde pública terminou em constrangimento para prefeitos de diversas cidades pernambucanas. Após participarem da solenidade de “entrega” de novas ambulâncias promovida pelo Governo Raquel Teixeira Lyra, os gestores municipais foram surpreendidos com a informação de que não poderiam levar os veículos para seus municípios.

O motivo

Causou ainda mais espanto: as ambulâncias apresentadas no evento não estariam prontas para entrar em operação. Segundo relatos de participantes, os veículos ainda precisariam passar por procedimentos operacionais antes de serem efetivamente liberados, frustrando a expectativa dos prefeitos, que imaginavam retornar às suas cidades já com os novos equipamentos.

A situação

Gerou perplexidade entre os gestores, que deixaram o evento sem os veículos anunciados como entreg...

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Quem levou sua ambulância levante o dedo e mande o video, que O Poder publica.
O que deveria marcar um reforço na saúde pública terminou em constrangimento para prefeitos de diversas cidades pernambucanas. Após participarem da solenidade de “entrega” de novas ambulâncias promovida pelo Governo Raquel Teixeira Lyra, os gestores municipais foram surpreendidos com a informação de que não poderiam levar os veículos para seus municípios.

O motivo

Causou ainda mais espanto: as ambulâncias apresentadas no evento não estariam prontas para entrar em operação. Segundo relatos de participantes, os veículos ainda precisariam passar por procedimentos operacionais antes de serem efetivamente liberados, frustrando a expectativa dos prefeitos, que imaginavam retornar às suas cidades já com os novos equipamentos.

A situação

Gerou perplexidade entre os gestores, que deixaram o evento sem os veículos anunciados como entregues pelo governo estadual. Nos bastidores, o episódio foi interpretado como mais uma ação voltada à produção de imagem do que à efetiva prestação de serviços à população.

O episódio

Reforça uma crítica que tem se tornado recorrente em relação à atual gestão estadual: a de um “governo de fachada”, que prioriza cerimônias, anúncios e intervenções de forte impacto visual, mas nem sempre entrega soluções concretas para os problemas mais graves de Pernambuco. O exemplo mais citado por opositores é o do Hospital da Restauração, onde, enquanto alas recebem ações estéticas, pacientes e profissionais continuam convivendo com superlotação, infiltrações, quedas de teto e problemas estruturais denunciados há meses.

Agora

A mesma lógica parece ter alcançado a entrega de ambulâncias. Os veículos foram exibidos, fotografados e anunciados como entregues, mas permaneceram no local porque ainda não estavam aptos a seguir para os municípios. Para muitos prefeitos, ficou a impressão de que participaram de um evento pensado para gerar imagens e manchetes, e não para colocar imediatamente novos equipamentos a serviço da população.

Em Pernambuco

Até a entrega de ambulâncias acabou alimentando a percepção de um governo mais preocupado com a fachada do que com a efetividade das políticas públicas.

Confira o vídeo

A governadora finge que entrega as ambulâncias que não estão prontas para atender à população. E em nenhum momento assume isso, pelo contrário. Dá a entender que esta tudo 100%. Assista ao vídeo e tire suas próprias conclusões.








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É Findi - Crônicas de Paris! - Por Ina Melo*

03/07/2026

Lembras amiga? dos nossos encontros nos velhos Cafés parisienses? Éramos jovens e como tal, inconsequentes, vivendo o hoje como se não houvesse amanhã! Estávamos no alvorecer dos anos setenta, quando uma maluca inglesa resolveu subir as saias das mulheres até as nuvens! O mundo começava a virar de cabeça pra cima, mostrando a força de uma juventude livre da opressão social, dona do seu corpo e querendo ter voz entre os poderosos machões! É verdade que essa “Revolução” das saias, acontecia gradativamente desde o princípio do Século XIX, mas só ousou enfrentar o mundo, quando surgiu um grupo de jovens, com cabelos compridos e uma música alucinante, para mostrar que também poderiam ter o seu lugar ao sol! Nós, sempre fomos rebeldes, corajosas e livres de corpo e alma, desde que nos apaixonamos pela “belle epoque”. Fumávamos, dançávamos e bebíamos junto com eles, mesmo sabendo que as “escolhidas” seriam as puras e comportadas do lar! Quanta hipocrisia! Quantas mentiras, caso fôssemos procu...

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Lembras amiga? dos nossos encontros nos velhos Cafés parisienses? Éramos jovens e como tal, inconsequentes, vivendo o hoje como se não houvesse amanhã! Estávamos no alvorecer dos anos setenta, quando uma maluca inglesa resolveu subir as saias das mulheres até as nuvens! O mundo começava a virar de cabeça pra cima, mostrando a força de uma juventude livre da opressão social, dona do seu corpo e querendo ter voz entre os poderosos machões! É verdade que essa “Revolução” das saias, acontecia gradativamente desde o princípio do Século XIX, mas só ousou enfrentar o mundo, quando surgiu um grupo de jovens, com cabelos compridos e uma música alucinante, para mostrar que também poderiam ter o seu lugar ao sol! Nós, sempre fomos rebeldes, corajosas e livres de corpo e alma, desde que nos apaixonamos pela “belle epoque”. Fumávamos, dançávamos e bebíamos junto com eles, mesmo sabendo que as “escolhidas” seriam as puras e comportadas do lar! Quanta hipocrisia! Quantas mentiras, caso fôssemos procurar entre os finos lençóis, o quanto eles eram enganados. Agora não. Estávamos num pé de igualdade, mesmo banidas da burguesia encoberta pelas dogmas da religião e da moral! Mas voltemos aos nossos mundos, onde a irreverência prevalecia e homens e mulheres se misturavam sem distinção de cor e classe social.

A década de setenta foi “os anos loucos “ do século vinte. Lembro da nossa primeira viagem, saindo de uma pequena aldeia para abraçarmos a revolução estudantil de 1968, justamente em Paris, onde tudo acontecia em pré estreia. As duas meninas, quase mulher, não ousaram enfrentar o seu “mundinho” hermético e hipocrita e voaram nas asas do pássaro de ferro para o centro do mundo. Para ter essa coragem, estudamos e fomos muito bem comportadas. Para duas mulheres no auge da juventude, nada melhor do que Paris, cidade luz e apaixonante!

Bem que poderíamos ter ido para onde tudo começou, a vizinha Londres. Não. Preferimos viver a nossa era de liberdade, ali no fervilhante Quartier Latin, junto com os rebeldes remanescentes dos existencialistas! Ali uma mulher que pensasse, não vivia à margem dos intelectuais, mas sim, junto com eles. E lá fomos nós, usando saias curtas, podendo sentar e beber, sem precisar do aval masculino. Claro que para nós, tudo era novidade. Ah! Amiga querida, como seria bom um retorno no tempo, que para mim nunca foi perdido, mas o melhor que vivi! Quando a juventude vai embora, mas os sonhos permanecem, é através das lembranças que conservamos a alegria de viver! Um dia, quem sabe, antes que a luz ou a escuridão desçam sobre nós, não nos encontraremos para uma taça borbulhante de champanhe!

*Ina Melo, é jornalista. Publicou poemas, contos e crônicas na Revista de Cultura do Estado do Ceará e em diversas antologias como "Crônicas e contos inesquecíveis" e "Contistas do Terceiro Milênio". Graduada pela UFPE, com especialização em Antropologia Cultural, faz parte da Academia Internacional de Literatura e Artes. É autora dos livros: "Simone de Beauvoir - Mulher lúcida e livre", "Sonhos em dueto" e, pela Confraria do Vento, "Cartas de Paris". @inamelo2016



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É Findi - Campeões Mundiais - Por Felipe Bezerra*

03/07/2026

A taça do mundo é nossa!

Da crescente ignorância,
da corrupção que grassa,
da criminalidade que avança.

Dos intocáveis em segurança,
da Constituição em desgraça,
da liberdade que dança.

A taça do mundo é nossa!

Do INSS sem governança,
do roubo que não se disfarça,
do aposentado sem esperança.

Da mentira que a todos cansa,
da picanha cara e escassa,
do desgoverno, da vingança!

Mas nada disso importa,
pois se a taça vem para a massa,
a reeleição tem mais segurança!

A taça do mundo será nossa,
até que seja roubada,
como nosso futuro e nossa herança!

*Felipe Bezerra, advogado e poeta. @felipebezerradesouza

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A taça do mundo é nossa!

Da crescente ignorância,
da corrupção que grassa,
da criminalidade que avança.

Dos intocáveis em segurança,
da Constituição em desgraça,
da liberdade que dança.

A taça do mundo é nossa!

Do INSS sem governança,
do roubo que não se disfarça,
do aposentado sem esperança.

Da mentira que a todos cansa,
da picanha cara e escassa,
do desgoverno, da vingança!

Mas nada disso importa,
pois se a taça vem para a massa,
a reeleição tem mais segurança!

A taça do mundo será nossa,
até que seja roubada,
como nosso futuro e nossa herança!

*Felipe Bezerra, advogado e poeta. @felipebezerradesouza




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É Findi - A Raia - Poema - Por Eduardo Albuquerque*

03/07/2026

Cada doce lar,
tem seu mar,
o rio que ali,
se diz ‘do lugar’;
dos sonhos,
acalentados ao luar.

Mesmo se sabendo,
que não é o ‘Mar’;
mas, deveras,
há-de se enamorar:
Guadiana, Minho,
Douro, Tejo,
“A Raia”...



La vieja España,
Cervantes!
A Terrinha,
Camões!

*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



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Cada doce lar,
tem seu mar,
o rio que ali,
se diz ‘do lugar’;
dos sonhos,
acalentados ao luar.

Mesmo se sabendo,
que não é o ‘Mar’;
mas, deveras,
há-de se enamorar:
Guadiana, Minho,
Douro, Tejo,
“A Raia”...



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La vieja España,
Cervantes!
A Terrinha,
Camões!

*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



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É Findi - Amigo - Crônica - Por AJ Fontes*

03/07/2026

No sítio, o fim do dia invernoso, quando até os passarinhos se recolhem, deixando aos sapos e grilos o trabalho prazeroso de pontilhar os sons da escuridão, os pensamentos se clareiam; as lembranças se abrem feito uma flor noturna. Nisso desabrocham coisas passadas, escondidas nas dobras da mente e surgem os amigos das brincadeiras nos quintais, nos colégios; aqueles das primeiras confidências; das farras; dos bem e mal feitos, no início da juventude.

Desde os tempos aristotélicos, chegando aos momentos sartreanos, segundo páginas de um atlas virtual, o qual passei uma vista rápida, amizade coexiste no espaço onde uma palavra é dita em momentos distintos e distantes ou em longas conversas que tomam parte de dias seguidos.

Da minha parte conto com Antônios, Joãos, e mais letras do alfabeto. Daqueles, um tal João arribou para o Sul Maravilha faz uns anos. Lembro de noitadas caruaruenses quando nos sentávamos em uma mesa do – Brasileirinho - bar de nossa pref...

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No sítio, o fim do dia invernoso, quando até os passarinhos se recolhem, deixando aos sapos e grilos o trabalho prazeroso de pontilhar os sons da escuridão, os pensamentos se clareiam; as lembranças se abrem feito uma flor noturna. Nisso desabrocham coisas passadas, escondidas nas dobras da mente e surgem os amigos das brincadeiras nos quintais, nos colégios; aqueles das primeiras confidências; das farras; dos bem e mal feitos, no início da juventude.

Desde os tempos aristotélicos, chegando aos momentos sartreanos, segundo páginas de um atlas virtual, o qual passei uma vista rápida, amizade coexiste no espaço onde uma palavra é dita em momentos distintos e distantes ou em longas conversas que tomam parte de dias seguidos.

Da minha parte conto com Antônios, Joãos, e mais letras do alfabeto. Daqueles, um tal João arribou para o Sul Maravilha faz uns anos. Lembro de noitadas caruaruenses quando nos sentávamos em uma mesa do – Brasileirinho - bar de nossa preferência. O garçom, nosso amigo, dispunha uma grade, de madeira, sob a mesa para colecionar as garrafas vazias de cerveja.

Raro não preenchermos os vinte e quatro cubículos com Brahmas da Antártica, ou o contrário.

Dias de muita conversa. Recém chegados das casas das respectivas namoradas da vez, havia sempre comentários sobre as nossas queridas para depois iniciarmos a levantar as questões caseiras e suas possíveis soluções. Não eram as melhores, visto que revisitávamos os subitens na busca de novas soluções ou só para reclamar de pai, mãe, irmão, irmã. Não estávamos certos se eles deveriam existir.

Antes de chegar na décima garrafa já o colégio e a cidade eram assunto. Era comum, nessa hora, aparecer outro amigo que tomava um ou dois copos e trazia uma novidade.

Entre uma tragada no cigarro, uma gargalhada e um gole, eclodia o trecho de uma nova música de Chico e a questão política não entendida pela censura burra que deixou passar; os caracóis dos cabelos de Caetano, resultado de uma visita do Rei ao amigo na London Town, se derramavam, desafinados na mesa.

Falando da arte dos menestréis, lembro que nos apropriamos de uma música de Roberto Carlos, cuja letra esquecemos de propósito e compusemos outra. De verdade, eu só dei uns palpites. Peço desculpas por nosso arroubo infanto-juvenil, embora não creia que o Rei tenha percebido o feito. Além da dupla, nem a namorada-musa da vez ouviu a versão.

Perdi a conta. Talvez seja o efeito retardado do álcool, mas a conversa seguia até a enésima garrafa, quando, guiados por algum anjo de plantão, ziguezaguiávamos pelas calçadas orvalhadas para, na manhã seguinte, ao despertar, confirmar que estávamos, cada um na respectiva casa.

São coisas de meninos do interior, nos fins dos anos 1960, que mostram o valor guardado desde então e que fez parte da demorada construção do indivíduo que escreve. O mesmo que compôs com outros, em encontros mais ou menos frequentes uma ligação de amizade. Peças da mesma construção que, bem ou mal, permite meu caminhar, com alegrias e tristezas, por calçadas e veredas.

Bem dito que é coisa que a gente guarda, cuida e se alegra ao reconhecer um novo.

*AJ Fontes, contista e cronista, engenheiro aposentado, e eterno estudante na arte da escrita, publicou o livro de contos: ‘Mantas e Lençóis’. @aj.fontes



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É Findi - Vermelho e Verde - Por Marcelo Mário de Melo*

03/07/2026

Vestir o manto vermelho
em festa espera e clamor
semáforo e bandeira
ante os sinais do opressor
na travessia da trilha
ao verde libertador.

O vermelho da bandeira
o verde da esperança
enleados em um fio
como um casal numa dança
alavanca envolvente
por onde a vida avança.

Vamos entrar nessa onda
encher o nosso salão
divulgar a nossa festa
do grupo à multidão
porta a porta um a um
poesia humor atração.

O poeta está inscrito
antes durante e depois
poemAndando nas trilhas
que a história compôs
por livre escolha vibrante
pois isto ninguém lhe impôs.

É opção militante
contra a dor e o capital
tudo que amesquinha a vida
nega o bem promove o mal
Ego Id Superego
em assembleia geral.

Sons dos anseios gerais
e pulsaçõe...

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Vestir o manto vermelho
em festa espera e clamor
semáforo e bandeira
ante os sinais do opressor
na travessia da trilha
ao verde libertador.

O vermelho da bandeira
o verde da esperança
enleados em um fio
como um casal numa dança
alavanca envolvente
por onde a vida avança.

Vamos entrar nessa onda
encher o nosso salão
divulgar a nossa festa
do grupo à multidão
porta a porta um a um
poesia humor atração.

O poeta está inscrito
antes durante e depois
poemAndando nas trilhas
que a história compôs
por livre escolha vibrante
pois isto ninguém lhe impôs.

É opção militante
contra a dor e o capital
tudo que amesquinha a vida
nega o bem promove o mal
Ego Id Superego
em assembleia geral.

Sons dos anseios gerais
e pulsações do umbigo
sintonia e mixagem
na consciência em abrigo
por tristezas e alegrias
em vermelho e verde eu sigo

*Marcelo Mário de Melo, ex-preso político, jornalista e poeta. Seu lema é: "Só ultrapasse pela esquerda". @marcelommm




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É Findi - Domingo Iluminado - Crônica - Por Malude Maciel*

03/07/2026

Após mais de uma semana inteira de chuvas e muito frio, nessa época junina na Capital do Agreste, o domingo 28/6/26, chegou cheio de brilho e luz do astro Rei. Algo bonito estava para acontecer pois, havia um convite para a cerimônia de posse de dois novos acadêmicos na Academia Caruaruense de Artes e Filosofia - ACAFIL, promovendo a Cultura, a Literatura, as Artes e o pensamento filosófico, fortalecendo o patrimônio intelectual de Caruaru, Pernambuco e do Brasil.

Realmente um lindo dia

Quando duas Academias locais e distintas entre si mas, com objetivos comuns, uniram-se numa solenidade importante, acrescendo ao quadro de associados dois novos acadêmicos, demonstrando o amor, o respeito e os cuidados que ambas nutrem pela terra que as acolheu e mantém seus nomes na História Contemporânea.

Local

O evento ocorreu na sede da ACACCIL-Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, à rua XV de Novembro, 215 no c...

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Após mais de uma semana inteira de chuvas e muito frio, nessa época junina na Capital do Agreste, o domingo 28/6/26, chegou cheio de brilho e luz do astro Rei. Algo bonito estava para acontecer pois, havia um convite para a cerimônia de posse de dois novos acadêmicos na Academia Caruaruense de Artes e Filosofia - ACAFIL, promovendo a Cultura, a Literatura, as Artes e o pensamento filosófico, fortalecendo o patrimônio intelectual de Caruaru, Pernambuco e do Brasil.

Realmente um lindo dia

Quando duas Academias locais e distintas entre si mas, com objetivos comuns, uniram-se numa solenidade importante, acrescendo ao quadro de associados dois novos acadêmicos, demonstrando o amor, o respeito e os cuidados que ambas nutrem pela terra que as acolheu e mantém seus nomes na História Contemporânea.

Local

O evento ocorreu na sede da ACACCIL-Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, à rua XV de Novembro, 215 no centro de nossa cidade, no qual a acadêmica Edivalda Miranda atuou como presidente da Casa, desde que o Prof. Paulo Muniz Lopes não se fez presente, por motivo de viagem. A presidente da ACAFIL, Profa. Amélia Campello, fez a abertura dos trabalhos tendo o acadêmico Robson Santos como mestre de cerimônias, anunciando e agradecendo as presenças.

Oficialmente

Foi chamado à frente, para sua posse oficial, o novo acadêmico, Fábio Mirom, que recebeu seu colar (distintivo da instituição) e também diploma, das mãos da acadêmica Cláudia Pinto que também representou o Instituto Histórico de Caruaru; da mesma forma aconteceucom a nova acadêmica, Mabel Cavalcanti, que foi contemplada com seu colar e o diploma, entregues pela Presidente Amélia Campello. Ambos fizeram seus discursos de posse com muita galhardia, sob muitos aplausos, sendo que que a cordelista Mabel, teve sua fala em forma de cordel e foi muito interessante.

Palestra magnífica

O palestrante, escritor Melchiades Montenegro, ex-presidente da Academia Recifense de Letras, foi apresentado pelo acadêmico emérito e ex-presidente da ACAFIL, Caesar Sobreira e proferiu excelente aula sobre o tema: A Origem das Academias e Sua Proliferação no Brasil, tendo distribuído cópias da mesma com a plateia ávida por acrescer conhecimentos a respeito. Foi algo realmente gratificante saborear as informações e presenciar a maneira peculiar e elegante como o professor desempenhou sua função na mais alta competência e simplicidade.

Confraternização

No mais, houve muita interação, abraços, fotografias registrando o grande momento, seguindo-se dos comes e bebes, costumeiros nessas ocasiões de entrelaçamentos culturais, artísticos e literários, quando se tem oportunidade de conversar mais aproximadamente, trocar endereços e ideias, enfim, ficar mais próximo de figuras admiráveis. Coisa bem salutar.

Lisonjas

Tanto Caruaru como a ACACCIL ficaram lisonjeados em sediar tamanho acontecimento pois, é raro reunir tantas cabeças pensantes, num convívio harmonioso e feliz como o que ora tivemos o privilégio de participar.

Parabéns

Congratulações aos organizadores e protagonistas e, muitos votos de prosseguimento nesse afã de desenvolver essa gama de novos estudiosos e precursores do progresso cívico, cultural, intelectual e histórico que tanto precisamos no mundo atual e deixando um legado às gerações do futuro.

Presenças

Foram inúmeras as lustres presenças, porém anotamos os seguintes acadêmicos da ACACCIL: Edivalda Leite Miranda; Maria de Lourdes Sousa Maciel (Malude); Araray Marrocos Pascoal; Robson Santos Oliveira; Maria Alves; Francisco de Assis Claudino; Maria do Socorro Maciel; Caesar Sobreira; Valéria Barbalho e Lucimary Passos.

*Malude Maciel, Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, ACACCIL, cadeira 15 pertencente à professora Sinhazina. @malude.maciel




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É Findi – Neblinas e Tempestades – Croniqueta - Por Xico Bizerra*

03/07/2026

Antes de tornar-me chuva, lentamente neblinei-me em meio às nuvens cinzentas que flutuavam acima do meu chapéu. Ao primeiro pingo mais grosso, pressenti o brotar de um pé de verso, carregado de poesia, rimas e amor, no jardim de minha casa, bem ao lado do meu pé de manacá. Tratei de regar. A semente do bem-querer virou flor.

Já quase tempestade, deixei-me envolver no lençol das lembranças boas e dormi o sono dos que acreditam que pode haver um mundo feliz. E sonhei. E ainda sonho. E sonharei até quando for possível sonhar. Até onde a Poesia permita e os versos embalem. Ainda que venham tempestades, permanecerei neblina. No máximo, chuva fina a molhar o chão de minh’alma. Ver menos

*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor. @bizerraxico



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Antes de tornar-me chuva, lentamente neblinei-me em meio às nuvens cinzentas que flutuavam acima do meu chapéu. Ao primeiro pingo mais grosso, pressenti o brotar de um pé de verso, carregado de poesia, rimas e amor, no jardim de minha casa, bem ao lado do meu pé de manacá. Tratei de regar. A semente do bem-querer virou flor.

Já quase tempestade, deixei-me envolver no lençol das lembranças boas e dormi o sono dos que acreditam que pode haver um mundo feliz. E sonhei. E ainda sonho. E sonharei até quando for possível sonhar. Até onde a Poesia permita e os versos embalem. Ainda que venham tempestades, permanecerei neblina. No máximo, chuva fina a molhar o chão de minh’alma. Ver menos

*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor. @bizerraxico



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