Termine o dia bem informado
27/11/2024
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, vai anunciar a isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas que ganham até R$ 5 mil hoje. O anúncio será feito em pronunciamento em rede nacional marcado para às 20h30. A proposta vai ser enviada ao Congresso Nacional pelo governo junto com o pacote de cortes de gastos que vem sendo elaborado pela equipe econômica desde o fim das eleições municipais. Esse arranjo também deve ser detalhado pelo ministro durante o pronunciamento. No documento, enviado às emissoras de TV pelo gabinete da Secom, diz que o pronunciamento será de 7 minutos e 18 segundos. O ministro já gravou o conteúdo.
Comissão da Câmara aprova proposta que acaba com aborto legal no Brasil
A Comissão de Constituição e Justiça, a CCJ da Câmara dos Deputados, aprovou hoje, a PEC que garante aos brasileiros e estr...
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, vai anunciar a isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas que ganham até R$ 5 mil hoje. O anúncio será feito em pronunciamento em rede nacional marcado para às 20h30. A proposta vai ser enviada ao Congresso Nacional pelo governo junto com o pacote de cortes de gastos que vem sendo elaborado pela equipe econômica desde o fim das eleições municipais. Esse arranjo também deve ser detalhado pelo ministro durante o pronunciamento. No documento, enviado às emissoras de TV pelo gabinete da Secom, diz que o pronunciamento será de 7 minutos e 18 segundos. O ministro já gravou o conteúdo.

Comissão da Câmara aprova proposta que acaba com aborto legal no Brasil
A Comissão de Constituição e Justiça, a CCJ da Câmara dos Deputados, aprovou hoje, a PEC que garante aos brasileiros e estrangeiros residentes no país a inviolabilidade do direito à vida "desde a concepção". Foram 35 votos a favor e 15 contrários, que defendeu a admissibilidade do texto. Se a PEC for aprovada e promulgada pelo Congresso, o aborto passará a ser proibido mesmo nas 3 situações em que atualmente a legislação permite: se o feto for anencéfalo, por má formação que inviabiliza a vida fora do útero; quando a gravidez impuser risco de vida à gestante; e quando a gravidez decorrer de um estupro. Sessão foi marcada por protesto de mulheres. A PEC ainda será analisada em uma comissão especial antes de seguir para o plenário.

Yamandú Orsi, o presidente eleito do Uruguai, se reúne com Lula na sexta-feira em Brasília
O presidente eleito do Uruguai, Yamandú Orsi, chega amanhã no Brasil para se reunir com o presidente Lula. A informação foi confirmada pela equipe de Orsi. O Palácio do Planalto confirmou que o encontro do uruguaio com Lula acontecerá na sexta-feira, 29/11, pela manhã. Pupilo do ex-presidente Pepe Mujica e integrante da coalizão de Frente Ampla, o esquerdista, em entrevista, sinalizou que o Brasil e a Argentina estarão entre suas prioridades na política externa. Orsi também disse que tem intenção de se reunir com o argentino Javier Milei na Cúpula do Mercosul, que acontecerá na semana que vem em Montevidéu. Segundo o presidente eleito, o atual mandatário uruguaio, Luis Lacalle Pou, o convidou para participar do evento.

Israel vai recorrer do mandado de prisão internacional contra Netanyahu
Israel vai recorrer dos mandados de prisão emitidos pelo TPI contra Netanyahu e o ex-ministro da Defesa Yoav Gallant, informou o gabinete do premiê israelense. “O Estado de Israel renuncia à autoridade do Tribunal Penal Internacional e à legitimidade dos mandados de prisão emitidos”, em comunicado. O anúncio foi feito depois que Netanyahu se encontrou com o senador americano Lindsey Graham, em Jerusalém. Graham, um republicano da Carolina do Sul, disse a Netanyahu que ele promoverá medidas no Congresso americano contra o TPI e os países que cooperam com ele, disse em declaração. “Na medida em que o tribunal rejeitar o recurso, isso ilustrará ainda mais aos amigos de Israel nos EUA e no mundo o quão tendencioso o TPI é contra o Estado de Israel”, acrescentou. Quando o TPI emitiu os mandados de prisão para Netanyahu, Gallant e um alto funcionário do Hamas na semana passada, ele os acusou de crimes de guerra durante e após os ataques de 7 de outubro de 2023 contra Israel e a ofensiva israelense em Gaza.
Após cessar-fogo Líbano reforça presença no sul do país
O Exército do Líbano começou a reforçar sua presença no sul do país, segundo informaram em uma declaração hoje, após a implementação do acordo de cessar-fogo entre Israel e o Hezbollah. O Líbano compartilha sua fronteira sul com Israel. O novo acordo de cessar-fogo estipula que Israel deve retirar todas as suas forças do sul do Líbano, e que os únicos grupos armados presentes ao sul do rio Litani devem ser os militares libaneses e as forças de manutenção da paz da ONU. “O Exército começou a reforçar sua implantação no setor de Litani do Sul e a estender a autoridade do Estado em coordenação com a Força Interina das Nações Unidas no Líbano, Unifil”, disse o Exército.
'Plano golpista': Marinha nega que tinha tanques prontos para golpe
A Marinha negou hoje que tivesse tanques disponíveis para uma tentativa de golpe no Brasil, segundo consta em uma troca de mensagens identificada pela PF. De acordo com o relatório, o Almirante Almir Garnier, ex-comandante, teria aderido ao plano golpista e “tinha tanques no Arsenal prontos”. Segundo a nota da Marinha, "em nenhum momento houve ordem, planejamento ou mobilização de veículos blindados para a execução de ações que tentassem abolir o Estado Democrático de Direito". A Força afirmou também, que “a constante prontidão dos meios navais, aeronavais e de fuzileiros navais não foi e nem será desviada para servir a iniciativas que impeçam ou restrinjam o exercício dos Poderes Constitucionais”. Eles se disponibilizaram para prestar informações necessárias e reiteraram o compromisso com a verdade e a justiça.
Manchetes da noite:
- Rússia alerta contra possível envio de armas nucleares à Ucrânia: “insanidade”
- Hezbollah diz que “continuará resistência” após acordo de cessar-fogo no Líbano. 1o pronunciamento após trégua
- Após cessar-fogo no Líbano, Netanyahu sinaliza que deve focar no Irã
- Exército israelense adverte moradores para ainda não voltarem ao sul do Líbano
- EUA: Trump nomeia general aposentado para cargo focado em acabar guerra na Ucrânia
- Venezuela: 'G7' reforça apoio a González e pede transição pacífica de poder. Governo criticou declaração
- Última: Haddad vai a Lula tentar adiar o anúncio da isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil
- Lula diz que França “não apita nada” sobre acordo ‘Mercosul-UE’
- Lula diz que 'agro' deve crescer para "causar raiva" em francês que chamou carne brasileira de "lixo"
- 'Plano golpista': Lula tem pedido a ministros e aliados "moderação" nos comentários sobre o relatório final da PF
- Exército vai evitar posicionamento antes de processo do ‘plano de golpe’ ser concluído
- Comissão do Senado aprova projeto para proteger crianças e adolescentes na internet. Segue para análise da Câmara
- Comissão na Câmara aprova moção de repúdio contra Janja por ofensa a Musk. É simbólica e sem implicações práticas
- IBGE: gastos do governo federal com 'Bolsa Família' crescem 47,1% em 2023
- Dólar sobe a R$ 5,91 em meio a dúvidas sobre pacote fiscal e encosta na máxima histórica
- '5G': com antecipação de um ano, sinal está liberado para ser implantado em todo o Brasil
- MEC: 'Sisu' oferece vagas por cota para estudantes de áreas rurais
- Governo Lula é desaprovado por 51% e aprovado por 46,1%, diz Paraná Pesquisas
- PE: operação contra abuso sexual infantojuvenil na internet é deflagrada pela Polícia Civil
- PE: estudo revela que mais de 70% das crianças em situação de pobreza não estão em creches devido à falta de vagas
- Recife: abertura do natal será com o multiartista, Antônio Nóbrega, em concerto no Dona Lindu, dia 01/12, às 19h00
- Diplomacia interna: Lula defende estabelecer conversa com políticos de diferentes ideologias. O presidente Lula disse hoje que os presidentes da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco, eram seus inimigos no começo do mandato. Segundo ele, atualmente, ambos são seus amigos. Ele discursou sobre a importância de estabelecer conversas na política na Abertura do Encontro Nacional da Indústria, em Brasília. “As coisas vão acontecendo porque você estabelece capacidade de conversação, quando eu tomei posse o Lira era meu inimigo, hoje o Lira é meu amigo. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, era meu inimigo, hoje ele é meu amigo. Porque não cabe ao presidente da República quem vai ser o presidente da Câmara ou do Senado, cabe aos deputados. O papel do presidente é conviver com quem é presidente e estabelecer conversas para aprovar aquilo que é de interesse do estado brasileiro”, declarou
Leia outras informações
Corrente da moralidade - Sindicato dos Professores critica salário de R$ 60 mil de Raquel Teixeira Lyra
14/09/2026
Agora
Foi o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe). Cobrou, hoje, segunda-feira (14/09), em nota divulgada nas redes sociais, que Raquel Teixeira Lyra (PSD) prorrogue os contratos de milhares de professores temporários da rede estadual de ensino encerrados em 2 de setembro. A medida, tomada às vésperas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), foi criticada em paralelo às denúncias de que a governadora recebe um salário de R$ 60 mil mensais como procuradora do Estado, três vezes mais do que teria direito como chefe do Poder Executivo estadual.
À luz da Constituição Federal
Raquel não teria como optar entre o salário de governadora ou de procuradora, mas vem fazendo isso com base em uma le...
A corrente pela moralidade e legalidade continua crescendo. Depois que juristas de renome nacional indicaram a "ilegalidade e imoralidade" do salário que fura o teto, as manifestacoes se multiplicam.
Agora
Foi o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco (Sintepe). Cobrou, hoje, segunda-feira (14/09), em nota divulgada nas redes sociais, que Raquel Teixeira Lyra (PSD) prorrogue os contratos de milhares de professores temporários da rede estadual de ensino encerrados em 2 de setembro. A medida, tomada às vésperas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), foi criticada em paralelo às denúncias de que a governadora recebe um salário de R$ 60 mil mensais como procuradora do Estado, três vezes mais do que teria direito como chefe do Poder Executivo estadual.
À luz da Constituição Federal
Raquel não teria como optar entre o salário de governadora ou de procuradora, mas vem fazendo isso com base em uma lei que ela mesma sancionou em janeiro de 2023, nos primeiros dias de seu governo. A denúncia sobre os supersalários de Raquel, que já teriam provocado um ônus de R$ 1,2 milhão aos cofres públicos, está na mira da Justiça após ação apresentada pelo advogado Pedro Josephi.
O caso
Vêm gerando desgaste à candidata em meio ao processo eleitoral. No caso do Sintepe, a crítica ocorre porque, diferentemente dela, os professores demitidos não têm alternativa. “A direção do sindicato também se preocupa com a situação econômica desses profissionais, que deixam de receber seu salário sem ter nenhuma opção, diferentemente da governadora Raquel Lyra, que optou por receber a remuneração vinculada ao seu cargo de origem, de procuradora do Estado (cerca de R$ 60 mil, segundo a imprensa), em vez do subsídio correspondente ao exercício do mandato de governadora, de cerca de R$ 22 mil), afirmou a entidade.

Crise no STF - Mendonça vê tentativa de intimidação em operação autorizada por Dino contra seu aliado. Confira as novidades para o seu Papo da Noite
14/09/2026
- Ação da PF cumpri...
O ministro do STF, André Mendonça, viu a operação deflagrada hoje, segunda-feira, 14/09, pela PF contra um deputado como mais uma tentativa de intimidá-lo diante da crise sem precedentes em que vive a corte. A aliados, o ministro diz que a ação foi mais uma forma de tentar constrangê-lo. Isso porque o alvo foi o deputado Cezinha de Madureira, PL, próximo dele. Cezinha foi um dos principais cabos eleitorais da nomeação do ministro ao STF. A operação desta segunda foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, aliado de Alexandre de Moraes dentro do STF. Os investigadores citam "comercialização de influência" do deputado junto aos tribunais superiores. A avaliação de Mendonça é que o grupo de Moraes tem tentado de todas as formas desgastar o ministro, que é relator do caso Master no STF. O ministro tem dito, nos bastidores, que as sucessivas tentativas aumentaram após o presidente do STF, ministro Edson Fachin, marcar o julgamento que pode afastar Moraes.
- Ação da PF cumpriu buscas contra deputado Cezinha de Madureira, PL, aliado do ministro do STF, André Mendonça. Flávio Dino diz que Cezinha se utilizava da função parlamentar para venda de suposta influência sobre ministros de tribunais superiores
- Julgamento será público: A sessão está prevista para, amanhã, terça-feira, 15/09, às 10h00. O julgamento será público, mas ainda há dúvidas sobre quem vota. Além disso, ministros já discutem pedir vistas do processo para adiar uma definição.
- Julgamento no STF amanhã: STF terá raio X e celulares lacrados em sessão sobre mensagens para Moraes. Jornalistas não terão acesso ao plenário. Profissionais de imprensa credenciados poderão ficar apenas na marquise da Corte para repercussão.
- Jornal britânico Financial Times: A crise envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça ganhou repercussão internacional e passou a ser apontada como um dos elementos capazes de influenciar a corrida presidencial brasileira.
- Caso Master: PF diz que entregou dados do celular de Vorcaro a Moraes, Zanin e Gilmar.

- Crise no STF - Fachin pede para Mendonça levantar sigilo sobre pagamentos do Master, pedido atende solicitação de Moraes
O presidente do STF, Edson Fachin, pediu hoje, 14/09, que o ministro André Mendonça levante o sigilo da investigação sobre a rede de pagamentos do Banco Master antes do julgamento marcado para amanhã, 15/09. O pedido atende a uma solicitação do ministro Alexandre de Moraes e da Procuradoria Geral da República, PGR. Ontem, 13/09, Moraes afirmou que o processo contém “elementos essenciais” para a sessão extraordinária que vai analisar sua relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Também pediu que os autos sejam liberados a todos os integrantes do colegiado antes da análise do caso. Hoje, o vice-procurador-geral da República, Hindenburgo Chateaubriand, defendeu o levantamento do sigilo da investigação sobre a rede de pagamentos do Banco Master. Desde que a sessão foi marcada, uma série de embates tem sido travada entre a ala de ministros mais próximos de Moraes, como Gilmar Mendes e Cristiano Zanin, sobre a possível falta de acesso às provas do Master. Mendonça, por sua vez, já declarou que levantou o sigilo de todas as informações. A PGR também tem se queixado da falta de disponibilização integral dos autos do caso Master.
- Eleições 2026: Lula, PT, visita o interior de MG pela primeira vez durante a campanha presidencial deste ano. Na quinta-feira, 17/09, ele vai passar a tarde em Teófilo Otoni, na região do Vale do Mucuri, e depois, já no período da noite, seguirá para Montes Claros, no Norte.
- Eleições 2026: Flávio, PL, busca grandes líderes e Lula, PT, vai atrás de igrejas menores para atrair voto de evangélicos. Os dois adotam estratégias que se distinguem também pelo espaço em que procuram o eleitor. O candidato do PL vai até onde os fiéis estão, enquanto o presidente, que busca a reeleição, leva pastores, músicos gospel e referências cristãs para eventos.
- Eleições 2026: Eleitores com deficiência podem pedir transporte grátis até esta hoje, segunda-feira, 14/09. Benefício é assegurado pelo Programa Seu Voto Importa, do TSE.

- Julgamento no STF amanhã: STF divulga rito da sessão que vai analisar relatório da PF que mostra suposta relação de Vorcaro e Moraes
O Supremo Tribunal Federal, STF, divulgou hoje, segunda-feira, 14/09, o rito da sessão de julgamento marcada para amanhã, terça-feira, 15/09, para analisar o relatório da Polícia Federal que reuniu 52 mensagens trocadas entre o ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o ministro Alexandre de Moraes. Veja os detalhes da sessão marcada para as 10h: Após a abertura dos trabalhos, será feita a leitura e a aprovação da ata da sessão anterior, seguida da saudação de praxe aos ministros; Na sequência, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, que é o relator do caso, fará a leitura do seu parecer e a delimitação do objeto do julgamento; Depois, a PGR poderá se manifestar. Estará aberto também o espaço para "eventuais sustentações orais"; Encerradas as manifestações, o relator apresentará seu voto. Em seguida, votarão os demais ministros, na ordem regimental; Ao final do julgamento, o presidente proclamará o resultado. A discussão é considerada inédita no STF porque o plenário analisará um relatório da PF que levanta suspeitas envolvendo um integrante da própria Corte. A sessão será presidida pelo ministro Edson Fachin, que assumiu a relatoria do processo após uma série de decisões conflitantes e trocas de ofícios entre os gabinetes nos últimos dias.
Em julgamento - STF vai decidir se abre investigação contra Moraes: O relatório da PF. O documento foi elaborado por determinação do ministro André Mendonça no âmbito das investigações do caso Master. A PF aponta que Vorcaro se encontrou 8 vezes com Moraes e pediu ajuda para conter ações contra o banco. O relatório também cita a atuação do ministro na análise de um contrato de R$ 130 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia de sua esposa, Viviane Barci de Moraes.
O pedido de anulação da PGR: A PGR manifestou-se oficialmente pelo arquivamento e anulação do relatório.
- Eleições 2026: Candidatos a presidente gastam R$ 150 milhões em menos de um mês. Contratações de marqueteiros e propaganda lideram gastos.
- Governo Lula prorroga crédito de R$ 30 bilhões para motoristas de aplicativo e inclui vans escolares. Linha terminaria nesta semana, mas fica prorrogada a partir da sanção. Até agora foram financiados 48 mil automóveis e 19 mil motos.

- Eleições 2026 em PE: Campanhas de Raquel Teixeira e Marília lideram entre as mais caras para cargos majoritários em Pernambuco
As campanhas de Raquel Teixeira Lyra, PSD, e Marília Arraes, PDT, que concorrem, respectivamente, ao governo de Pernambuco e ao Senado, figuram como as mais caras para cargos majoritários, após quase um mês de campanha eleitoral, de acordo com as declarações prestadas até o ontem à Justiça Eleitoral. A governadora e candidata à reeleição tem à disposição R$ 11,9 milhões. Desse total, R$ 11,6 milhões vêm do Fundo Especial, recurso público destinado ao financiamento das campanhas eleitorais, R$ 100 mil do Fundo Partidário e R$ 70 mil provenientes de doações. Ao todo, a candidata da Coligação Pernambuco de Coração possui 7,6 milhões de despesas, sendo cerca de R$ 3,6 milhões já pagas. Enquanto a postulante ao Senado, Marília Arraes, acumula o montante de R$ 4,05 milhões de recursos recebidos, sendo a maior parte do Fundo Especial; R$ 4 milhões, R$ 40 mil provenientes de doação e R$ 12 mil correspondem ao Fundo Partidário. A ex-deputada possui despesas no valor de R$ 2,6 milhões. Desse total, R$ 1,8 milhão já foi pago.
- Sistema Prisional PE: MPPE e Defensoria recomendam que nova prisão de Araçoiaba receba presos de Igarassu. Órgãos querem critérios objetivos para transferências e prioridade para detentos condenados sem outros processos; recomendação prevê fluxo por um ano e fiscalização mensal.

- Eleições 2026 em PE: João Campos confirma agenda de campanha de Lula em Pernambuco. Candidato divulgará data ainda esta semana.

- Eleições 2026 em PE: João Campos acusa Jair Bolsonaro de tirar Transnordestina de PE e promete retomá-la com Lula
O candidato ao governo de Pernambuco João Campos, PSB, acusou hoje, segunda-feira, 14/09, o ex-presidente Jair Bolsonaro, PL, de retirar o trecho pernambucano da Transnordestina da concessão federal e dar um "golpe em Pernambuco". O ex-prefeito do Recife prometeu, caso seja eleito, pedir ao presidente Lula, PT, que transfira ao Estado a responsabilidade pela obra e afirmou que pretende inaugurá-la em 4 anos. "No dia 28 de dezembro (de 2022), o ex-presidente Jair Bolsonaro tirou a Transnordestina de Pernambuco da concessão. Então, literalmente, no apagar das luzes, ele tirou a Transnordestina de Pernambuco, dando esse golpe em Pernambuco", declarou João durante sabatina do NE1, da TV Globo. Em dezembro de 2022, um aditivo ao contrato da Transnordestina Logística excluiu da concessão o trecho Salgueiro-Suape, em Pernambuco, que retornou à responsabilidade do governo federal. João afirmou que Lula se comprometeu a executar o ramal, mas acusou o governo de Raquel Teixeira Lyra, PSD, de não assumir o protagonismo necessário para tirar a obra do papel. "O presidente Lula voltou e garantiu que ia fazer, mas falta o Estado chamar para si. Eu não vou ficar dizendo de quem é a culpa. Como governador, eu quero assumir porque, se é importante para Pernambuco, eu vou fazer", disse. "Como governador, pedirei ao presidente Lula que passe a Transnordestina para Pernambuco, porque nós vamos fazer a obra sair do papel para que, em quatro anos, ela seja inaugurada", afirmou.
- Eleições 2026 em PE: João Campos comenta acusação de "fura-fila". "A Justiça vai decidir".
- Eleições 2026 em PE: Em entrevista ao NE1 hoje, João Campos, candidato do PSB ao governo, afirmou que vai construir 4 novos hospitais em Pernambuco, além de promover 94 grandes obras para ampliar o abastecimento de água no estado.

- Dólar hoje sobe quase 0,5% e se aproxima dos R$ 5,15, mas fecha longe das máximas. Investidores iniciam a semana digerindo novas pesquisas eleitorais e os mais recentes desdobramentos no STF, enquanto se preparam para decisões de política monetária no Brasil e nos EUA.

- Guerra na Ucrânia: Rússia diz que Xi Jinping e Modi estão dispostos a ajudar a encerrar guerra
A Rússia informou hoje, segunda-feira, 14/09, que os líderes da China e da Índia haviam comunicado ao presidente Vladimir Putin que estão dispostos a ajudar a pôr fim à guerra na Ucrânia. De acordo com o Kremlin, o chefe de Estado russo reagiu de forma muito positiva à sugestão. O porta-voz Dmitry Peskov disse que a conversa ocorreu à margem da cúpula do Brics em Nova Délhi e que a Rússia estava aberta a que qualquer país use sua influência para incentivar o governo da Ucrânia a demonstrar “maior flexibilidade”. A Rússia afirma estar pronta para retomar as negociações de paz, mas deixou claro que deseja assumir o controle total do restante da região de Donetsk, no leste da Ucrânia.
- O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, rejeita conceder território aos russos.
- Trump diz que há uma "conspiração doentia" contra IA e data centers. Presidente dos EUA comparou os críticos da inteligência artificial a "forças muito negativas".
- Papa Leão XIV revoga cortes de salários no Vaticano adotados por Francisco. Medida foi imposta em 2021 por conta da pandemia da Covid-19, que impactou as fontes de receita da Santa Sé e do Estado da Cidade do Vaticano.

- "O tempo de Westminster acabou" - Líderes de Escócia, Irlanda do Norte e País de Gales se unem para reivindicar independência do Reino Unido
Os primeiros-ministros do País de Gales, da Escócia e da Irlanda do Norte declararam que "o tempo de Westminster está chegando ao fim" e que o governo do Reino Unido deve "se preparar" para uma mudança constitucional. As três nações formam, junto com a Inglaterra, o Reino Unido, cuja sede do parlamento fica no Palácio de Westminster, em Londres. Os líderes nacionalistas do Plaid Cymru, Partido do País de Gales, do Sinn Féin, partido da Irlanda do Norte, e do SNP, Partido Nacional Escocês, que desejam a saída de seus países do Reino Unido, assinaram um acordo hoje, segunda-feira, 14/09, que afirma que nenhum governo do Reino Unido tem o direito de "bloquear a democracia". Mas enquanto o escocês John Swinney e a norte-irlandesa Michelle O'Neill defenderam a realização de referendos, o galês Rhun ap Iorwerth se recusou a apresentar um calendário para um referendo em seu país.
- O Partido Trabalhista e o Partido Reformista, ambos do Reino Unido, acusaram o Plaid Cymru de querer desmembrar o reino. A expectativa é que um acordo sobre a "futura colaboração em áreas de interesse comum" seja assinado ainda hoje entre o País de Gales e a Escócia. Pela 1a vez desde o início da descentralização de poderes, no fim da década de 1990, o País de Gales, a Escócia e a Irlanda do Norte têm primeiros-ministros que desejam deixar o Reino Unido.
Reforço de peso: direita de Santa Cruz do Capibaribe declara apoio à reeleição de Edson Vieira
14/09/2026
O apoio reforça o crescimento da campanha de Edson, que vem ampliando alianças por onde passa. Com trabalho prestado, presença nas cidades e diálogo direto com a população, o deputado consolida seu nome como uma das principais forças políticas do Agreste.
“Recebo esse apoio com muita alegria e responsabilidade. É a certeza de que nosso trabalho tem credibilidade e de que Santa Cruz reconhece quem defende de verdade as suas pautas. Vou continuar perto do povo, lutando pelo Polo de Confecções, pelas estradas e pelas demandas de Pernambuco”, afirmou Edson Vieira.
A campanha de reeleição do deputado estadual Edson Vieira (Podemos) ganha mais força em Santa Cruz do Capibaribe. O grupo da direita no município, coordenado pelo vereador Adilson, Wilson, Wagner, Véi da Palestina, Décio e outros integrantes, declarou apoio ao projeto político do parlamentar, reconhecendo sua atuação na defesa das pautas da região e do Polo de Confecções.
O apoio reforça o crescimento da campanha de Edson, que vem ampliando alianças por onde passa. Com trabalho prestado, presença nas cidades e diálogo direto com a população, o deputado consolida seu nome como uma das principais forças políticas do Agreste.
“Recebo esse apoio com muita alegria e responsabilidade. É a certeza de que nosso trabalho tem credibilidade e de que Santa Cruz reconhece quem defende de verdade as suas pautas. Vou continuar perto do povo, lutando pelo Polo de Confecções, pelas estradas e pelas demandas de Pernambuco”, afirmou Edson Vieira.
Confira a proposta de Samara Martins, candidata à presidência pela UP, sem verba e sem TV
14/09/2026
Perfil
Samara Martins
é cirurgiã-dentista, ativista social e a candidata à Presidência da República pelo partido Unidade Popular (UP) nas eleições de 2026.
Ela tem 39 anos, nasceu em Belo Horizonte (MG) e vive em Natal (RN). Trabalha como cirurgiã-dentista no Sistema Único de Saúde (SUS).
História de lutas
Samara começou a vida politica no movimento estudantil aos 16 anos. Passou pela União Nacional dos Estudantes (UNE). Atua no Movimento de Mulheres Olga Benário e na Frente Negra de Mulheres. Foi candidata a vereado...
Ela pertence à Unidade Popular - UP, um partido recente, sem representação no Congresso. De matriz socialista, apoiada em princípios que emergem da concepção marxista-leninista, a UP está presente em todos os Estados. E lança candidaturas para divulgar seu programa junto às bases trabalhadoras da população. Confira no final da matéria as propostas de Samara. UP. 80.
Perfil
Samara Martins
é cirurgiã-dentista, ativista social e a candidata à Presidência da República pelo partido Unidade Popular (UP) nas eleições de 2026.
Ela tem 39 anos, nasceu em Belo Horizonte (MG) e vive em Natal (RN). Trabalha como cirurgiã-dentista no Sistema Único de Saúde (SUS).
História de lutas
Samara começou a vida politica no movimento estudantil aos 16 anos. Passou pela União Nacional dos Estudantes (UNE). Atua no Movimento de Mulheres Olga Benário e na Frente Negra de Mulheres. Foi candidata a vereadora de Natal em 2020 e candidata a vice-presidente do Brasil em 2022, na chapa de Léo Péricles.
Em 2026
Concorre à Presidência ao lado da sindicalista Raquel Brício, formando uma chapa inteira feminina.
Principais propostas
Defende o fim da escala de trabalho 6x1 e a redução da jornada diária.
Pede a nacionalização do sistema bancário e o controle popular dos bancos. Quer o fortalecimento do SUS e o atendimento público obrigatório para políticos.
Entre outras propostas.
Confira
Samara, de cabeleira inteira, explica porque é diferente.
Viva o Dia Nacional do Frevo - Por Ricardo Andrade*
14/09/2026
O Frevo precisa ser ressignificado, se modernizar sem perder sua tradição, suas origens, não abdicar do passado, mas ter outros olhares, dialogando com as novas gerações, de músicos, compositores, intérpretes, arranhadores, produtores etc. Uma das tarefas mas instigantes é sua interface com as novas tecnologias, no campo das inovação, não falo aqui apenas da IA, mas de toda cadeia produtiva, dos streaming, do processo de produção, divulgação, distribuição, nas redes sociais, e não mais apenas das rádios, onde já não se escuta, nem no período pré-carnavalesco. Comerciais e publicidade, MKT, design, moda e estética, tudo tem relação com o universo do Frevo, como instrumento de uma memória afetiva e coletiva, do nosso pertencimento, de nossa pernambucanidade. Música, dança etc o Frevo é bem mais que isso e será eterno, mas precisa ser repensado. Um desses mecanismos será o retorno do Festival de Frevo do Recife, que deve ser retomado pela Prefeitura em 2027, num clamor dos artistas. O Frevo VIVE, e continuará pulsando, frevendo, mexendo com nossas mentes e corações, pernas e braços. Viva o Frevo!
*Cantor, compositor, Presidente do Bloco Flabelo Encantado.
*Ricardo Andrade, é Historiador, Mestre em Gestão Pública (Fundaj) e Presidente do IHGAAP (Instituto Histórico, Geográfico, Arqueológico, Antropológico do Paulista). @ricardo060370

STF Um Órgão Importante - Por Luciano Carvalho Júnior*
14/09/2026
Golpe cívico militar de 1964
É importante ressaltar que no início do golpe cívico militar de 1964, foi o Supremo Tri...
A crise do Supremo Tribunal Federal já vem de algum tempo, uma vez que ele vem se dissociando das origens, da criação de um poder judiciário. Para lembrar que o tipo de organização política que nós temos hoje, inclusive organização judiciaria, tem a sua raiz nas lutas contra o absolutismo e uma das razões fundamentais de ter lutado contra o despotismo era a necessidade de pôr controle sobre o exercício do poder. Historicamente, o direito e as leis, passar a existir com a finalidade de garantir aos súditos, ao povo, espaços para o exercício de liberdades. Tinham por meta, limitação dos poderes do monarca e/ou da elite dirigente, de modo que eles não pudessem oprimir, permitindo vida digna e humana aos excluídos. Concebeu se então, o Judiciário como instrumento para fazer aqueles diretos, de modo que não se tornassem promessas vazias.
Golpe cívico militar de 1964
É importante ressaltar que no início do golpe cívico militar de 1964, foi o Supremo Tribunal que garantiu direitos individuais e políticos. Porém, nos últimos anos, a Corte tem se afastado de ser a salvaguarda da sociedade, realiza julgamento sem cumprir o devido processo legal, umas vezes em prol do tesouro público, outras em nome da Democracia, que a fere ao não seguir o rito processual. Contudo o STF mergulhou numa briga entre ministros, comprometendo os seus julgados. Fora as denúncias de desvios praticados por alguns deles. Há ministro com comportamento de líder do governo, não largou a política partidária. Isto é degradante para o Tribunal, não podemos ter juízes que ajam como líder da situação ou da oposição. A corrupção não só no sentido da corrupção econômica financeira de se apropriar de dinheiro público, é também, corrupção dos costumes e da vida social. Cabe lembrar, os ministros estão subordinados a superioridades da lei e da ciência jurídica, cuja a função é seguir a verdade e os sinais da lei e da justiça. O STF também, está subordinado à constituição Federal. O Poder judiciário brasileiro é um poder igual aos poderes Executivo e o Legislativo. Precisamos passar a limpo o Supremo enfrentar as denúncias de ilícitos, de apadrinhamentos entre ministros ou destes com outros terceiros. Mas temos de fazer na obediência a norma legal, sem ferir a independência do STF, pois nas horas difíceis é com ele que se há de contar. É preciso encontrar uma formula que ajude o Supremo a sair de suas dificuldades presentes e não a estabelecer solução casuística contrária à estrutura e as funções específicas de um órgão integrante do Poder judiciário.
Código de conduta
Apurado as responsabilidades dos possíveis desvios, com a posse do novo Congresso que vai ser eleito em breve, devemos pensar numa reforma do STF, e não é com um código de conduta como deseja o ministro Edson Fachin. Pois, neste ponto, é só os ministros seguirem o Estatuto da Magistratura, o que por ventura não esteja presente ali, é só eles usarem o bom senso com honestidade. Se algum ministro não possuir, não pode pertencer aos quadros de componentes do Tribunal. Porque ele regula a disciplina de todos os juízes e tribunais. A mudança na forma das escolhas de ministros também, não é solução, pois, não evita possíveis problemas de condutas no futuro. O Presidente da República tem que ter responsabilidade nas indicações. O Senado tem a obrigação de examina os nomes indicados para os tribunais superiores, com a profundidade necessária, sem partidarismo. Se não o faz, não é culpa do Poder Judiciário, nem do Presidente que indicou o pretendente, mas do próprio Senado Federal. Porém, uma questão teve ser enfrentada: reexaminar as competências de originarias e derivadas e igualmente as competências de matéria, no STF. Seria, conveniente, que se suprimisse a concentração de poderes nas Cortes Superiores, impedindo que os atos da Administração Pública, sobretudo da Federal, sejam julgados por ministros por ela nomeados. Porém, tem que ter serenidade no Congresso Nacional para apreciar este assunto, sem revanchismo. O que não pode admitir é que tudo se modifique para que continue como está. O Judiciário precisa ser reformado com finalidades éticas e não subalternas. Temos de ressaltar que qualquer mudança de se cogite deve obedecer a essa exigência de preservar-lhe a soberania e independência dos seus julgados.
O Supremo Tribunal Federal deve funcionar para servir a sociedade, resolvendo litígios, prestando harmonia, aplicando decisões reconhecidas pela mesma sociedade. É assim, estaremos fortalecendo o estado democrático de direito.
*Luciano Caldas Pereira de Carvalho Júnior, é Advogado. @carvalhojuniorluciano

"O onze de setembro de 2001 e a guerra contra o Ocidente" - Por Jarbas Beltrão*
14/09/2026
O onze de setembro de 2001, é episódio que aprofundou uma guerra que já havia sido declarada pelo "fanatismo islâmico contra o Ocidente"
'O ataque'
Em 11 de setembro de 2001 o mundo assistiu a um dos maiores ataques terroristas da História. O alvo, as "torres gêmeas" do World Trade Center, em Nova York.
Mais do que um ataque aos Estados Unidos da América, no coração do sistema financeiro global, foi um ataque à civilização ocidental.
'Antecedentes'
O primeiro grande atentado contra as torres do World Trade Center, ocorreu no dia 26 de fevereiro de 1993.
Um carro alugado por terroristas, que entraram tranquilamente nos Estados Unidos e articulados com outros terroristas residentes no país, foi usado como carro bomba.
O carro van-bomba explodiu no estacionamento subterrâneo no nível B - W da "torre norte" do WTC.
'O prop...
Preâmbulo
O onze de setembro de 2001, é episódio que aprofundou uma guerra que já havia sido declarada pelo "fanatismo islâmico contra o Ocidente"
'O ataque'
Em 11 de setembro de 2001 o mundo assistiu a um dos maiores ataques terroristas da História. O alvo, as "torres gêmeas" do World Trade Center, em Nova York.
Mais do que um ataque aos Estados Unidos da América, no coração do sistema financeiro global, foi um ataque à civilização ocidental.
'Antecedentes'
O primeiro grande atentado contra as torres do World Trade Center, ocorreu no dia 26 de fevereiro de 1993.
Um carro alugado por terroristas, que entraram tranquilamente nos Estados Unidos e articulados com outros terroristas residentes no país, foi usado como carro bomba.
O carro van-bomba explodiu no estacionamento subterrâneo no nível B - W da "torre norte" do WTC.
'O propósito do Plano era era derrubar uma torre sobre a outra'
A explosão provocou uma enorme cratera no porão e provocou a morte de 6 pessoas, além de fazer mais de mil feridos.
Era o primeiro atentado do grupo terrorista Al Qaeda, sediado a partir do Afeganistão, liderado pelo fanático milionário Osama Bin Laden, nascido saudita, criador da organização criminosa- Al Qaeda - no Iemen e residente no Paquistão.
'Conflito de vaidades entre as agências de inteligência'.
As agências de inteligência americanas foram lentas nas iniciativas das investigações, a propósito do ataque de 1993, contando ainda com a competição entre as mesmas, na disputa de quem seria a melhor.
O FBI polícia de ação interna, investigava onde estava o cérebro responsável pelo atentado.
A CIA, agência de investigações externa, teve acesso à informações, mas não as colocava à disposição do FBI e agentes internos.
Tudo contando com as facilidades da livre circulação de estrangeiros, além de turistas no solo americano. Somado a tudo isso, a frouxa concessão de vistos de permanência, no pais.
O explosivo da van-bomba, não conseguira derrubar as torres, todavia provocou enorme destruição e fez alarme em milhares de pessoas, presas nos corredores e elevadores às escuras no interior dos edificios.
O atentado de 1993, se constituiu em mais um contra à América, dentre tantos outros no ocidente europeu. A acusação da promoção do crime foi assumido pelo mundo xiita islâmico, que desde a Revolução Islâmica Iraniana dos Aiatolás de 1979 cresceu/cresce exponencialmente.
'Operação Aviões"
Não tendo conseguido o sucesso da intenção - derrubada das "torres gêmeas" - o plano criminoso de 1993 - teve prosseguimento.
O novo ataque planejado, seria "suicida", usando-se aviões de passageiros sequestrados e lançados não só contra as torrres do WTC, mas sobre outros ícones do poder americano e ocidental - poderes financeiro e militar.
A preparação depois do ataque de 1993 - levou oito anos - consitiu na formação de fanáticos, desde aprendizado de pilotagem, até como ultrapassar vigilância de aeroportos (na época não se tinha cuidados de segurança que se tem hoje).
Al Qaeda, Osama bin Laden nesses dois nomes residiam os planos da Operação Aviões; mais um ataque à América, porém desta vez arrasador, brutalmente arrasador.

'O Plano'
Dezenove fanáticos, quatro aviões de passageiros. Os alvos: as duas Torres do WTC em Nova York - coração financeiro do mundo; o Pentágono - ícone militar da maior potência do mundo; a Casa Branca (?) ou Capitólio (?) - maiores ícones da democracia e liberdade americana.
Na bela manhã do dia 11 de setembro de 2001, o Plano se concretizaria; ataque às torres gêmeas em Manhattan; ataque ao Pentágono; quanto ao Capitolio(?)ou Casa Branca (?), foi abortado.
O crime foi praticado, o trauma ficou; a guerra ficou clara, não como uma guerra contra Estados Unidos, mas uma guerra civilizacional, uma guerra contra o Ocidente.
A partir de então o mundo mudou, regras de segurança de aeroportos e migrações legais, ficaram mais exigentes.
As relações entre ocidente x oriente tornaram-se tensas; o mundo tornou-se dominado por mais desconfianças.
A guerra civilizacional, hoje chega em perigosa escalada; antes de ver no conflito um conteúdo econômico tem, um conteúdo ideológico - cultural, e a sociedade ainda não quer absorver a verdade.
A guerra "temporariamente" tem uma aliança islamismo e marxismo/revolucionário.(vide: Pacepa, Ian, general da inteligência comunista da Romênia - Securitate, livro, "Desinformação").
'A extensão da guerra contra o Ocidente'.
A guerra está ganhando ao longo do século 21, novos capítulos; ataques terroristas na Europa e América, ataque terrorista no 07 outubro de 2023 em Israel, e as guerras sem fim em Gaza e Oriente Médio.
A escalada dessa guerra contra o Ocidente, no Oriente Proximo e Médio é interpretada, por alguns analistas, como uma guerra econômica.
O econômico é apenas uma arma, na guerra ideológica/cultural/religiosa do fanatismo islâmico contra o mundo Ocidental; por isso seu prologamento e escalada.
Dentro deste guerra, focamos as recentes levas de imigrantes islâmicos na Europa e Estados Unidos, que conta com a "ingenuidade" ocidental, necessidade de uma mão de obra barata para empreendimentos econômicos, contribui, assim, para reforço dos "exércitos anti-ocidental".
"Portas abertas do Ocidente"
O Ocidente, segundo Alexander Solzenitzen tem preparado seu fim, com sua liberdade, permite que seus territorios sejam "invadidos" por aqueles que rejeitam a assimilação, mas constroem a destruição civilizacional.
O Ocidente não quer aprender, Nova Yorque, tem hoje um prefeito islamo-socialista-marxista, que ascendeu propagando o impossível - aluguéis sob controle, transportes gratuitos, elevação de impostos - resultado a cidade começa a ter esvaziamento econômico e populacional.
Londres, também tem um prefeito islâmico radical, secretários de educação e de cultural na mesma linha, sofre com a estupidez administrativa.
Eis o quadro da perda de objetivos e de referências da identidade cultural e tender que existe uma guerra declarada contra o Ocidente.
A guerra é adeus ao Ocidente, adeus à liberdade, adeus a democracia.
Tenho dito.
*Jarbas Beltrão é historiador e professor de História da Universidade de Pernambuco - UPE. Mestre em Educação pela UFPB. Especialista (MBA) em Política Estratégia Defesa e Segurança Nacional. (Adesg Famesc).Especialista (MBA) em Geopolítica/Novas Fronteiras/Cibernética e IA. (Adesg/Instituto Venturo)

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
11 de Setembro de 2001 — 25 Anos de uma Ruptura Geopolítica - Por Amadeu Robalinho*
14/09/2026
I — O Instante da Ruptura
Às 8h46 da manhã de 11 de setembro de 2001, um Boeing 767 seccionou o espaço aéreo de Manhattan e, com ele, o paradigma de segurança que sustentava a ordem mundial pós-Guerra Fria. Em menos de duas horas, dois aviões sequestrados por 19 militantes da al-Qaeda colidiram contra as Torres Gêmeas do World Trade Center, enquanto um terceiro atingiu o Pentágono e um quarto, graças à resistência dos passageiros, caiu em um campo na Pensilvânia. Foram 2.977 vítimas, mais de 25.000 feridos e um trauma coletivo que reverberou em todos os fusos horários.
O atentado não foi apenas um ato de terrorismo. Foi uma *operação psicológica de efeito estratégico*, executada com meios assimétricos, aviões comerciais, passaportes legítimos, comunicação criptografada via satélite, contra um inimigo c...
Como o atentado terrorista que derrubou duas torres reconfigurou a defesa, a soberania e a estratégia global para o século XXI
I — O Instante da Ruptura
Às 8h46 da manhã de 11 de setembro de 2001, um Boeing 767 seccionou o espaço aéreo de Manhattan e, com ele, o paradigma de segurança que sustentava a ordem mundial pós-Guerra Fria. Em menos de duas horas, dois aviões sequestrados por 19 militantes da al-Qaeda colidiram contra as Torres Gêmeas do World Trade Center, enquanto um terceiro atingiu o Pentágono e um quarto, graças à resistência dos passageiros, caiu em um campo na Pensilvânia. Foram 2.977 vítimas, mais de 25.000 feridos e um trauma coletivo que reverberou em todos os fusos horários.
O atentado não foi apenas um ato de terrorismo. Foi uma *operação psicológica de efeito estratégico*, executada com meios assimétricos, aviões comerciais, passaportes legítimos, comunicação criptografada via satélite, contra um inimigo convencionalmente invencível. A vulnerabilidade exposta não era apenas americana: era a de toda uma era em que a fronteira entre guerra e paz, civil e militar, interno e externo, havia se tornado permeável.
II — Desdobramentos Militares: A Guerra sem Fronteiras
A resposta imediata e seus custos
Em 7 de outubro de 2001, o presidente George W. Bush lançou a Operação Enduring Freedom, invadindo o Afeganistão para desmantelar a al-Qaeda e derrubar o regime talibã que a abrigava. Seguiram-se duas décadas de engajamento militar contínuo , a guerra mais longa da história americana. Em março de 2003, o mesmo arcabouço doutrinário justificou a invasão do Iraque, sob a alegação, posteriormente desmentida, de armas de destruição em massa.
Os números são eloquentes:
- *US$ 8,5 trilhões* gastos pelos EUA em operações relacionadas à Guerra ao Terror entre 2001 e 2022, segundo o Watson Institute da Brown University
- *~929.000 mortes* diretas em conflitos do Afeganistão, Iraque, Paquistão, Síria e Iêmen vinculados à campanha
- *38 milhões* de pessoas deslocadas à força na região
Lições estratégicas amargas
A doutrina da preemptive self-defense, formalizada na Estratégia de Segurança Nacional de 2002, representou uma virada conceitual: a dissuasão nuclear, pilar da Guerra Fria, era inútil contra um inimigo sem território, sem hierarquia estatal e disposto ao martírio. A resposta foi a *guerra de rede contra rede*: operações especiais, drones, inteligência humana e cibernética.
O saldo é ambivalente. Por um lado, a capacidade de comando e controle da al-Qaeda foi fragmentada; Osama bin Laden foi localizado e eliminado em Abbottabad, Paquistão, em 2011, por uma unidade de operações especiais da Marinha americana (SEAL Team Six) operação que exemplificou a convergência entre satélites, drones, biometria e ação direta.
Por outro, o *vácuo de poder* gerado pelas intervenções produziu efeitos colaterais devastadores: o surgimento do Estado Islâmico no Iraque e na Síria (2014), a desestabilização da Líbia pós-intervenção OTAN (2011), o fortalecimento do Irã como potência regional e, em agosto de 2021, o retorno do Talibã a Cabul, cena que simbolizou o esgotamento de duas décadas de nation-building.
III — Desdobramentos Tecnológicos: A Revolução na Defesa
A era do drone e da vigilância pervasiva
O 11 de setembro acelerou em décadas a adoção de tecnologias que hoje definem o campo de batalha contemporâneo:
*Drones (UAVs)* — O Predator, que realizou o primeiro ataque com mísseis Hellfire em 2002, transformou a guerra de precisão. Entre 2004 e 2021, os EUA conduziram mais de 14.000 strikes com drones no Paquistão, Iêmen, Somália e Afeganistão. A tecnologia democratizou-se: em 2020, Azerbaijão e Armênia travaram a Guerra de Nagorno-Karabakh com esquadrões de drones kamikaze Bayraktar TB2 e Harop, redefinindo a assimetria entre defesa antiaérea e ataque aéreo não tripulado.
*Inteligência artificial e vigilância em massa* — O Patriot Act (2001) expandiu radicalmente os poderes de coleta de dados do governo americano. A revelação, por Edward Snowden em 2013, de que a NSA coletava metadados de bilhões de chamadas telefônicas e comunicações digitais expôs o dilema central: *segurança versus privacidade*. Algoritmos de reconhecimento facial, análise de padrões comportamentais e mineração de big data tornaram-se ferramentas-padrão de agências de defesa em todo o mundo.
*Cibersegurança como domínio de guerra* — O ciberespaço foi formalmente reconhecido como quinto domínio operacional (ao lado de terra, mar, ar e espaço) pelas Forças Armadas americanas. A criação do U.S. Cyber Command em 2009 e a doutrina de Persistent Cyber Engagement refletiram a compreensão de que a guerra contemporânea é travada em redes antes de ser travada em trincheiras. Ataques como Stuxnet (2010), NotPetya (2017) e SolarWinds (2020) demonstraram que um adversário pode paralisar infraestrutura crítica sem disparar um único tiro.
*Biometria e identificação massiva*, sistemas de reconhecimento facial, impressão digital e íris passaram a integrar o controle de fronteiras. O programa US-VISIT, criado em 2002, coleta dados biométricos de todos os visitantes estrangeiros aos EUA. Em 2023, o FBI operava o maior banco de dados de impressões digitais do mundo (Next Generation Identification), com mais de 130 milhões de registros.
IV — Soberania em Xeque: O Preço Político da Segurança
A erosão das liberdades civis
O Patriot Act permitiu, entre outras medidas: busca de registros telefônicos e de internet sem mandado judicial individual (roving wiretaps), detenções prolongadas de estrangeiros suspeitos sem acusação formal e a criação de tribunais militares de comissão. Guantánamo, aberto em janeiro de 2002, tornou-se o símbolo mais duradouro dessa tensão, uma zona jurídica onde o direito internacional humanitário e a jurisdição constitucional americana se encontram em suspensão permanente.
A Europa seguiu o mesmo caminho, com variações nacionais: o Reino Unido aprovou o Anti-terrorism, Crime and Security Act (2001), a França reforçou seus poderes de vigilância e a Alemanha expandiu a competência do BND (serviço de inteligência externo). O princípio da *soberania informacional, o controle nacional sobre dados de cidadãos, emergiu como novo campo de disputa geopolítica, com a União Europeia liderando com o GDPR (2018) e a China consolidando seu *Great Firewall.
A reconfiguração da ordem multilateral
O Conselho de Segurança da ONU aprovou a Resolução 1.373 em 28 de setembro de 2001, impondo a todos os Estados obrigações de criminalização do financiamento terrorista, compartilhamento de informações e controle de fronteiras. Foi a mais ampla delegação de poder coercitivo já feita pelo CSNU, mas também o pretexto para que regimes autoritários criminalizassem oposição política sob o rótulo de "terrorismo".
A OTAN invocou pela primeira vez na história o Artigo 5º (defesa coletiva) em 12 de setembro de 2001, marcando o auge da solidariedade transatlântica. Mas a divergência sobre a invasão do Iraque em 2003, rejeitada pela França, Alemanha e Rússia, expôs fissuras que nunca cicatrizaram completamente.
V — Dimensão Humana: Trauma, Islamofobia e Refugiados
O impacto humano transcende os números. Nos EUA, o transtorno de estresse pós-traumático (TEPT) afetou milhares de sobreviventes, bombeiros e policiais e, nas duas décadas seguintes, *mais veteranos americanos que serviram no Afeganistão e Iraque morreram por suicídio do que em combate*.
A islamofobia explodiu: entre 2001 e 2018, os crimes de ódio contra muçulmanos nos EUA triplicaram, segundo o FBI. Mesquitas foram vandalizadas, cidadãos de origem árabe ou sul-asiática foram perfilados em aeroportos e a retórica política normalizou a suspeita generalizada.
No Oriente Médio, o custo humano foi ainda mais brutal. A Síria, devastada pela guerra civil que eclodiu em 2011, em parte consequência do vácuo de poder e da desestabilização regional pós-Iraque, perdeu mais de 11 milhões de habitantes (metade da população pré-guerra) entre refugiados e deslocados internos. O Afeganistão, após 20 anos de ocupação, retornou a um regime que reprime sistematicamente mulheres e minorias.
VI — O que Funcionou e o que Falhou: Um Balanço Estratégico
Ganhos positivos
Dimensão e Avanço
*Inteligência* Integração sem precedentes entre agências (CIA, NSA, FBI, DHS) e compartilhamento transatlântico via Five Eyes e Eurojust
*Segurança aeroportuária* Reforço massivo de protocolos (TSA nos EUA), scanners corporais, cockpit reforçado, presença de marshals armados
*Resiliência de infraestrutura* Proteção reforçada de redes elétricas, oleodutos, sistemas financeiros e telecomunicações
*Operações especiais* Aperfeiçoamento de doutrina, treinamento e tecnologia para neutralização de células terroristas com precisão cirúrgica
*Cooperação financeira* FATF e SWIFT passaram a rastrear fluxos financeiros terroristas com eficácia crescente
Fracassos e retrocessos
Dimensão e Retrocesso
*Nation-building* Tentativas de impor modelos democráticos por força militar geraram vácuos de poder e insurgências (Afeganistão, Iraque, Líbia)
*Soberania digital*| A vigilância em massa corroeu a confiança entre aliados; a espionagem da NSA contra Merkel e Dilma Rousseff expôs contradições
*Direitos civis* Expansão de poderes executivos sem contrapeso legislativo/judicial adequado criou precedentes perigosos
*Estabilização regional* O enfraquecimento do Estado iraquiano permitiu o surgimento do ISIS; a retirada precipitada do Afeganistão facilitou o retorno do Talibã
*Prevenção de radicalização* Programas de countering violent extremism tiveram eficácia limitada; o terrorismo migrante para o Sahel, Moçambique e Cáucaso demonstra a persistência do fenômeno
VII — O Futuro: Terrorismo 4.0 e Soberania Digital
Vinte e cinco anos depois, o terrorismo evoluiu. O Estado Islâmico, embora territorialmente derrotado, sobrevive como *franchise global*, com afiliados na África Subsaariana, no Cáucaso e no Sudeste Asiático. O ataque de 7 de outubro de 2023 do Hamas contra Israel demonstrou que a assimetria tecnológica pode ser superada por inovação tática: drones de baixo custo, túneis, foguetes artesanais e operações psicológicas coordenadas via Telegram e TikTok.
A próxima fronteira é a *soberania digital*. Deepfakes podem ser usados para criar crises falsas; IA generativa pode produzir propaganda de radicalização em escala industrial; drones autônomos de baixo custo podem atacar infraestrutura crítica sem comando humano direto. A defesa nacional no século XXI exige proteção simultânea de fronteiras físicas e redes lógicas, desta forma a soberania de um Estado passou a depender tanto de seus mísseis quanto de seus algoritmos.
O legado do 11 de setembro é, portanto, duplo e contraditório. Por um lado, forçou o mundo a repensar a defesa em termos holísticos, integrando inteligência, tecnologia, diplomacia e resiliência social. Por outro, revelou os limites do poder militar unilateral e o custo humano insuportável de guerras sem fim. A lição mais duradoura é que *nenhuma nação, por mais poderosa que seja, pode garantir sua segurança apenas pela força*, e que a verdadeira soberania contemporânea reside na capacidade de proteger seus cidadãos sem sacrificar os valores que os definem.
Os dados financeiros e demográficos citados foram compilados a partir de fontes públicas do Watson Institute (Brown University), Congressional Research Service, UNHCR e relatórios do Departamento de Defesa dos EUA.
*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
Jena Agra - Educadora financeira de Petrolina é destaque na Bienal de São Paulo
14/09/2026
O lançamento reuniu um grande público que pôde conferir a obra que provoca o leitor a romper com o ciclo das justificativas e compreender que uma vida extraordinária não acontece por acaso — ela é construída a partir de escolhas, decisões e atitudes.
Materialização de uma trajetória
Para Jena Agra, estar presente em um dos mais importantes eventos literários do país representa muito mais do que lançar um livro. É a materialização d...
Uma concorrida manhã de autógrafos com a educadora financeira de Petrolina, Jena Agra, marcou a programação do domingo, 13/09, da Bienal Internacional do Livro de São Paulo. No último dia da maior edição da Bienal, a também empresária, mentora e palestrante, viveu um dos momentos mais marcantes de sua trajetória profissional com o lançamento do livro “Faça do possível o extraordinário”, obra idealizada por Eduardo Shinyashiki e publicada pela Editora Gente com a participação de 23 coautores.

O lançamento reuniu um grande público que pôde conferir a obra que provoca o leitor a romper com o ciclo das justificativas e compreender que uma vida extraordinária não acontece por acaso — ela é construída a partir de escolhas, decisões e atitudes.
Materialização de uma trajetória
Para Jena Agra, estar presente em um dos mais importantes eventos literários do país representa muito mais do que lançar um livro. É a materialização de uma trajetória construída ao longo dos anos entre desafios, conhecimento, empreendedorismo, educação e transformação de vidas.

Falou Jena
“Viver esse lançamento na Bienal foi muito além de ver meu nome em uma obra. Foi olhar para toda a minha trajetória e compreender que cada decisão, cada desafio e cada pessoa que tive a oportunidade de impactar contribuíram para me trazer até aqui. O extraordinário não chegou pronto à minha vida. Ele vem sendo construído todos os dias, com fé em Deus, propósito, disciplina, decisões e muita responsabilidade”, destaca Jena.

O organizador do livro
Para o organizador do livro, Eduardo Shinyashiki, a participação de Jena Agra acrescenta à obra uma visão consistente e necessária sobre prosperidade, comportamento e construção de legado.
Eduardo destaca que Jena reúne experiência prática, conhecimento e uma trajetória marcada pela transformação de vidas, “trazendo ao livro uma mensagem que vai além das finanças: a compreensão de que o extraordinário é construído por meio de escolhas conscientes, posicionamento, responsabilidade e método”, ressalta.
Ainda segundo o organizador, o capítulo de Jena, “A riqueza é uma escolha, e o extraordinário é uma construção”, dialoga diretamente com o propósito central da obra ao mostrar que mudanças verdadeiras não acontecem apenas pelo desejo, mas pela decisão de romper com justificativas e assumir o protagonismo da própria história.
Método INTEF®
Criadora do Método INTEF® — Inteligência Emocional e Financeira —, Jena defende que prosperidade não deve ser compreendida apenas como acúmulo financeiro. Para ela, construir riqueza passa pela capacidade de organizar a vida, compreender comportamentos, assumir responsabilidades e transformar decisões em resultados.

Conclui Jena Agra
“Estar na Bienal, ao lado de Eduardo e dos demais coautores, vendo essa mensagem ganhar o mundo, foi uma confirmação de propósito. Não quero apenas falar sobre dinheiro ou prosperidade. Quero contribuir para que as pessoas entendam que podem construir uma nova história quando decidem assumir o comando das próprias escolhas. E quando fé, decisão, conhecimento e método caminham juntos, aquilo que parecia apenas possível pode se transformar em extraordinário”, conclui Jena Agra.
Rosely Boschini
De acordo com Rosely Boschini, uma das grandes referências do mercado editorial brasileiro, o livro “Faça do possível o extraordinário”, chega às livrarias com o mesmo esmero que a Editora Gente colocou na construção e lançamento de centenas de obras best-sellers com nomes de destaque do cenário nacional, como Paulo Vieira, Joel Jota, Mauricio Benvenutti, Sandro Magaldi, João Kepler e Roberto Shinyashiki, entre outros.
A realidade racha a narrativa: Um resumo sincero do Brasil atual, por Zé da Flauta*
14/09/2026
Da sala de aula ao posto de saúde, o desgaste é visível, a educação amarga gerações sem noção com déficit crítico e funcional, priorizando disputas ideológicas, enquanto o sistema de saúde estrangula a população em filas intermináveis. Paralelamente, a segurança pública ruiu diante do avanço desimpedido de facções armadas que hoje ditam as regras e controlam territórios sem encontrar uma resposta firme do Estado.
Alteração de regras
O descalabro institucional ganha contornos ainda mais graves no campo da integridade pública. A corrupção voltou a ser notícia cotidiana, com sucessivos escândalos de desvio de verbas e loteamento político sendo abafados ou ignorados. E...
Quem acompanha o noticiário político com atenção, percebe um grande abismo entre a propaganda oficial e o cotidiano do cidadão brasileiro. O terceiro mandato de Lula prometia a reconstrução do país, mas o que se entrega é uma estrutura em adiantado estado de deterioração.
Da sala de aula ao posto de saúde, o desgaste é visível, a educação amarga gerações sem noção com déficit crítico e funcional, priorizando disputas ideológicas, enquanto o sistema de saúde estrangula a população em filas intermináveis. Paralelamente, a segurança pública ruiu diante do avanço desimpedido de facções armadas que hoje ditam as regras e controlam territórios sem encontrar uma resposta firme do Estado.
Alteração de regras
O descalabro institucional ganha contornos ainda mais graves no campo da integridade pública. A corrupção voltou a ser notícia cotidiana, com sucessivos escândalos de desvio de verbas e loteamento político sendo abafados ou ignorados. Esse cenário é agravado pela postura da Suprema Corte e do Judiciário, que abandonaram o papel de fiadores da Constituição para atuar como atores políticos ativos.
A constante alteração de regras do jogo, a insegurança jurídica e o casuísmo de decisões que desfazem condenações históricas jogaram o sistema de justiça num estado de desorientação, destruindo a credibilidade das instituições aos olhos do país.
Complacência
No coração do território nacional, a Amazônia virou vitrine para uma diplomacia de conveniência. Sob o pretexto da proteção ambiental, o governo abriu as portas para a proliferação desenfreada de ONGS estrangeiras que operam com raras contrapartidas ou fiscalização real, tensionando a soberania sobre nossas próprias riquezas minerais e biodiversidade.
Enquanto o discurso preservacionista agrada a plateias externas, a presença estatal nas áreas críticas permanece pífia, deixando o interior à mercê de interesses obscuros sob o olhar complacente da administração federal.
Fronteiras
Essa fragilidade interna se reflete de forma direta no desarmamento estratégico do país. Com as Forças Armadas asfixiadas por sucessivos cortes orçamentários e desprovidas de investimento sério em modernização, o Brasil escancarou suas fronteiras terrestres.
Sem patrulhamento eficiente, o território virou uma avenida livre para o tráfico internacional de armas e drogas. Em vez de priorizar a defesa da integridade nacional e a consolidação de uma força dissuasória, o poder central prefere arrastar o estamento militar para disputas narrativas, enfraquecendo a capacidade defensiva da nação.
Fundo do poço
A geopolítica do atual governo completa o quadro de isolamento e contradição. Vendida como um retorno triunfal ao cenário internacional, a diplomacia brasileira pautou-se por um alinhamento ideológico anacrônico, contemporizando com regimes autocráticos e emitindo declarações desastrosas em conflitos mundiais.
Ao trocar o pragmatismo econômico e a defesa dos interesses nacionais por uma militância de palanque global, o Brasil desgastou suas relações com parceiros comerciais históricos. O resultado desse conjunto é um país à deriva, onde o discurso não mais consegue esconder a crueldade dos fatos.
Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista
