Justiça - AGU contrata advogados no exterior para extraditar foragidos do 8/1
09/01/2025
Foragidas
Essas pessoas são consideradas foragidas. Há pelo menos 122 condenados nessa condição, conforme levantamento do STF – não necessariamente eles estão no exterior.
As contratações
A contratação de advogados em outros países obedece à determinação da Suprema Corte para extraditar pessoas condenadas. Os pedidos de extradição são encaminhados pela AGU ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que verifica se a solicitação segue critérios de admissibilidade exigidos em lei ou por tratado entre o Brasil e o país onde está o foragido.
Nota
Nota da AGU detalha que “o Estado brasileiro pode intervir c...
Foragidas
Essas pessoas são consideradas foragidas. Há pelo menos 122 condenados nessa condição, conforme levantamento do STF – não necessariamente eles estão no exterior.
As contratações
A contratação de advogados em outros países obedece à determinação da Suprema Corte para extraditar pessoas condenadas. Os pedidos de extradição são encaminhados pela AGU ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que verifica se a solicitação segue critérios de admissibilidade exigidos em lei ou por tratado entre o Brasil e o país onde está o foragido.
Nota
Nota da AGU detalha que “o Estado brasileiro pode intervir como parte processual em processos judiciais estrangeiros relacionados a pedidos de extradição, normalmente atuando como assistente processual da parte autora, para contribuir com o esclarecimento de questões factuais e jurídicas que surjam no decorrer do processo.”
Extradição
Além dos atuais 64 processos, novos pedidos de extradição poderão ser feitos, e a ações decorrentes deverão ser abertas pelos advogados estrangeiros a serem contratados.
Leia outras informações
É Findi - A Mãos-cheias - Poema - Por, Eduardo Albuquerque*
28/03/2026
Na literatura
Nela maturo
Derrubo muros
A aberturas
Sem agruras
Aventuras
Sem censuras
Saia da clausura
Veja a conjuntura
Espelhe cultura
Com desenvoltura
Um pouco de doçura
Curta sutis leituras!
*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor.
Novas leituras
Na literatura
Nela maturo
Derrubo muros

A aberturas
Sem agruras
Aventuras
Sem censuras

Saia da clausura
Veja a conjuntura
Espelhe cultura

Com desenvoltura
Um pouco de doçura
Curta sutis leituras!
*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor.

É Findi - E Agora, Brasil! - Poema, por Maria Inês Machado*
28/03/2026
Vejo a esperança de novo país esvaziar-se
em quimeras forjadas pela ambição desmedida.
Nós, teus filhos, ainda sonhamos
hastear a tua linda bandeira
e cantar o hino da liberdade tão desejada...
Mas as cores das matas, do ouro e da prata
foram manchadas pelo luto,
e vejo as lágrimas brotarem em tua face
diante da dor provocada por teus filhos.
Assisto à indiferença triunfar.
A ciência é amordaçada,
a corrupção avança,
e corpos tombam
em covas rasas de cemitérios improvisados.
Vejo tuas florestas devastadas
clamarem por socorro;
mas a ambição desenfreada
cega o bom senso, e a imoralidade persiste.
Ah, meu Brasil, meu Brasil brasileiro!
Até quando serás estrangeiro
nas mãos inescrupulosas dos teus algozes?
Percebo o poder em seu jogo subliminar:
“as crias” são blindadas,
e o vel...
Brasil, sinto a dor invadir teu seio varonil.
Vejo a esperança de novo país esvaziar-se
em quimeras forjadas pela ambição desmedida.
Nós, teus filhos, ainda sonhamos
hastear a tua linda bandeira
e cantar o hino da liberdade tão desejada...
Mas as cores das matas, do ouro e da prata
foram manchadas pelo luto,
e vejo as lágrimas brotarem em tua face
diante da dor provocada por teus filhos.
Assisto à indiferença triunfar.
A ciência é amordaçada,
a corrupção avança,
e corpos tombam
em covas rasas de cemitérios improvisados.
Vejo tuas florestas devastadas
clamarem por socorro;
mas a ambição desenfreada
cega o bom senso, e a imoralidade persiste.
Ah, meu Brasil, meu Brasil brasileiro!
Até quando serás estrangeiro
nas mãos inescrupulosas dos teus algozes?
Percebo o poder em seu jogo subliminar:
“as crias” são blindadas,
e o velho “toma lá, dá cá” se perpetua
como marca indelével.
Já não importam os meios,
pois dizem que os fins tudo justificam.
Brasil, pátria amada,
negam-te os respiradores da esperança e da liberdade,
e te vejo, na UTI, perecer, asfixiado,
pela ausência do oxigênio da ética.
*Maria Inês Machado é psicóloga, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental e em Intervenção Psicossocial à família. Possui formação em contação de histórias pela FAFIRE e pelo Espaço Zumbaiar. Gosta de escrever contos que retratam os recortes da vida. Autora do livro infantojuvenil 'A Cidade das Flores'.
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

É Findi - Bom dia, Crônica, por AJ Fontes*
28/03/2026
Eu fico aqui, na varanda, arrumando minhas tarefas na cabeça. O cheiro do café me arrasta para a primeira.
Na mesa, entre colheradas de mamão, rolo a telinha do celular e respondo a alguns bons dias.
A saudação marca o início de um ciclo. Só isso? O melhor é que não. Desde o primeiro bocejo na cama dizendo que começou, tenho consciência da minha presença, mas o que entendo ser o mais importante é o reconhecimento da minha participação nesse molho de acontecimentos. Eu e os amigos físicos, virtuais, físico-virtuais; meus irmãos, de sangue e de coração; minha mulher; filhos biológicos e de coração e mais tantos outros seres invisíveis para mim, mas também participantes.
Cada célula do corpo e da alma (se ela as tem) se inunda de felicidade. Não importa a grandeza da interação participativa. Pode ser um fio...
Ouço o cumprimento de meu vizinho que segue pela estrada levando um saco de capim nas costas para alimentar suas vaquinhas.
Eu fico aqui, na varanda, arrumando minhas tarefas na cabeça. O cheiro do café me arrasta para a primeira.
Na mesa, entre colheradas de mamão, rolo a telinha do celular e respondo a alguns bons dias.
A saudação marca o início de um ciclo. Só isso? O melhor é que não. Desde o primeiro bocejo na cama dizendo que começou, tenho consciência da minha presença, mas o que entendo ser o mais importante é o reconhecimento da minha participação nesse molho de acontecimentos. Eu e os amigos físicos, virtuais, físico-virtuais; meus irmãos, de sangue e de coração; minha mulher; filhos biológicos e de coração e mais tantos outros seres invisíveis para mim, mas também participantes.
Cada célula do corpo e da alma (se ela as tem) se inunda de felicidade. Não importa a grandeza da interação participativa. Pode ser um fio de linha fiado em um único encontro, físico ou virtual, desses em que há interesse em ganhos e perdas; pode ser uma grossa corda fiada ao longo de aniversários, seguidos de agrados e desagrados quando acontecem afagos e safanões. A tecitura acontece em bons ou nem tão bons dias.
Isso é a riqueza da construção, quando reconhecemos as diferenças nas cores a evidenciar a alegria pelo nascimento e a tristeza pelo luto; nos cruzamentos distintos da trama com a urdidura nos ensinando diferentes maneiras de montar o tecido. Aqui e acolá existem nós dissonantes, falhas a nos mostrar outros encaminhamentos.
Observando os erros e acertos, continuamos tecendo em conjunto, entrelaçando as mãos, sentindo a suavidades e asperezas, fugacidades e longevidades, firmezas e fraquezas. Aquelas que estão por um fio de se irem e as que com um fio se chegam.
Já não vejo o início da empreitada, apenas tenho ciência através das marcas mostradas: multicoloridas, primaveris, festivas; monocromáticas em tons de terra, branco de neve, negro da morte e, bastante, vermelho da guerra.
Vê-se que o tecido é infindável. Somos nós que temos participação mais ou menos longa. Eu, por exemplo, conto que estarei nessa lida por mais outro tanto do tempo que tenho aqui. Pretendo estar junto com boa parte daqueles que falei: minha mulher, meus filhos, irmãos e amigos.
Tomara que lembre bem deles e desse escrito.
Então.
Bom dia!
*AJ Fontes, contista e cronista, engenheiro aposentado, e eterno estudante na arte da escrita, publicou o livro de contos: ‘Mantas e Lençóis’.

É Findi – Colheitas do Bem – Croniqueta, por Xico Bizerra*
28/03/2026
Os versos se dependurarão na sombra dos sonetos, se juntarão às rimas, enfeitando pomares da ventura e alegrando o paladar dos homens de bem. Estrofes de um vento feliz se espalharão pelos ares.
Que passe o mal, que a cura não se demore, que os ventos sejam de felicidade plena. Os abraços reclamam e o sorrir precisa libertar-se de máscaras. O bem há de prevalecer. A gente merece ser feliz.
Que o vinho amargo seja derramado e a Paz vencedora vença o canhão, como digo no meu samba Léos, Vinas e Bernardos.
Plantemos o Bem!
*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor.
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
Toda semente plantada por um Poeta há de se transformar em frondosa árvore que frutifica sabores diversos, doces e saudáveis. Nem importa o tempo da gestação pela certeza da colheita num tempo de luz e paz.
Os versos se dependurarão na sombra dos sonetos, se juntarão às rimas, enfeitando pomares da ventura e alegrando o paladar dos homens de bem. Estrofes de um vento feliz se espalharão pelos ares.

Que passe o mal, que a cura não se demore, que os ventos sejam de felicidade plena. Os abraços reclamam e o sorrir precisa libertar-se de máscaras. O bem há de prevalecer. A gente merece ser feliz.
Que o vinho amargo seja derramado e a Paz vencedora vença o canhão, como digo no meu samba Léos, Vinas e Bernardos.
Plantemos o Bem!
*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor.
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

É Findi - O Bote do Tigre - Crônica - Por, Romero Falcão*
28/03/2026
Brutalidade e Beleza
Dentro do ônibus, com a cara na janela, torço para encontrar, nos sebos do centro do Recife, a obra do peso pesado da literatura brasileira, Raimundo Carrero — escritor potente, de personagens áridos, densos, ambivalentes. Só um artista da envergadura de Carrero é capaz de jogar o leitor no ringue da vida, no meio de tensão, contradição, brutalidade e beleza. Estilo e linguagem 'gracilianos'. Texto enxuto, econômico. Diz o que precisa ser dito. Resolve numa pancada. Não espere um Carrero linear. Os grandes escritores não escrevem com a lógica que o homem...
Lambuzo a face de protetor solar. Dirijo-me à parada de ônibus. Encontro duas mulheres aguardando a onça dura, quente. Passo a vista. Varro o ambiente. Pressinto desgraça. Dois elementos numa moto se aproximam; a velocidade diminui. Busco abrigo, posição, como manda a boa técnica. O cronista com cara de alesado agora é sangue no olho. Felizmente, não foi dessa vez. Alarme falso.
Brutalidade e Beleza
Dentro do ônibus, com a cara na janela, torço para encontrar, nos sebos do centro do Recife, a obra do peso pesado da literatura brasileira, Raimundo Carrero — escritor potente, de personagens áridos, densos, ambivalentes. Só um artista da envergadura de Carrero é capaz de jogar o leitor no ringue da vida, no meio de tensão, contradição, brutalidade e beleza. Estilo e linguagem 'gracilianos'. Texto enxuto, econômico. Diz o que precisa ser dito. Resolve numa pancada. Não espere um Carrero linear. Os grandes escritores não escrevem com a lógica que o homem de bem pede e aprova.
Farejou o Lucro do Dia
Na primeira loja, recebo a negativa; na segunda, também um não. Persisto, de porta em porta. Até que um único exemplar me esperava. Dizem que os livros aguardam pacientemente pelo leitor. Cheguei com muita sede ao pote. O vendedor farejou o lucro do dia, cravou a dentada. Nem pechinchei, fiz o pix. Ele enfiou Carrero no saco plástico. Botei debaixo do braço.

Fina Feito Hóstia
Dei uma pernada até a tradicional padaria Santa Cruz. Ao passar pelo Pátio de Santa Cruz, contemplo Reginaldo Rossi em pedra, sob o sol de março. Nunca apreciei o brega, mas a alegria que o “Garçom” levou ao povo merece aplausos e respeito. Na padaria, peço a torrada mais gostosa da Veneza Brasileira, fina feito hóstia. No balcão, a vitrine de doces. Um cliente comenta:

— Não posso comer doce.
Outro diz:
— Tudo tem açúcar.
Eu arremato:
— Até mulher tem açúcar.
Os dois caem na risada.
Escreve Meu Mestre
De volta à minha toca, no sacolejo do ônibus, abro as páginas de História de Bernarda Soledade — A Tigre do Sertão. O Tigre dá o bote. Escreve meu mestre: “Na verdade, eu estava querendo escrever sobre o poder — o poder supremo, o poder absoluto. Um livro político e armorial, ao mesmo tempo. Mas não queria usar generais e coronéis, queria metáforas. Por isso fui buscar personagens femininas.” De cara, fui mordido pela Tigre do Sertão.
*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder.
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

É Findi – Iluminação Pública - Por, Carlos Bezerra Cavalcanti*
28/03/2026
Dezessete anos depois (1839), surgiu a proposta para se implantar o novo sistema de iluminação a gás carbônico, como, de certo, já existia em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Vem dessa época a figura do Acendedor do Lampião de Gás protagonizada por escravos. O poeta Jorge de Lima, vendo-o tantas e tantas vezes, na sua faina crepuscular, nele inspirou-se e fez o seu célebre Alexandrino:
Lá vai o acendedor de lampiões de rua!
Este mesmo que vem, imperturbavelmente,
Parodiar o sol e associar-se à lua.
Quando a sombra da noite enegrece o presente.
Um, dois, três lampiões acende e continua
...
Antes, muito antes da criação da Companhia de Eletricidade de Pernambuco (CELPE), no ano da Independência do Brasil (1822), os lampiões de azeite de carrapateira começaram a iluminar as noites recifenses, cabendo ao Inspetor de Obras Públicas a incumbência desse serviço que, até então, se limitava às freguesias centrais.
Dezessete anos depois (1839), surgiu a proposta para se implantar o novo sistema de iluminação a gás carbônico, como, de certo, já existia em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Vem dessa época a figura do Acendedor do Lampião de Gás protagonizada por escravos. O poeta Jorge de Lima, vendo-o tantas e tantas vezes, na sua faina crepuscular, nele inspirou-se e fez o seu célebre Alexandrino:
Lá vai o acendedor de lampiões de rua!
Este mesmo que vem, imperturbavelmente,
Parodiar o sol e associar-se à lua.
Quando a sombra da noite enegrece o presente.
Um, dois, três lampiões acende e continua
Ou mais a acender ininterruptamente
À medida que a noite aos poucos se acentua
E a palidez da lua apenas se pressente
Triste ironia, atroz que senso humano irrita
Ele que doira a noite e ilumina a cidade
Talvez não tenha luz na choupana em que habita
Tanta gente, também nos outros insinua
Crenças, religiões, amor, felicidade
Como o acendedor de lampiões de rua.
Em 26 de abril de 1858 foi finalmente inaugurada a iluminação a gás do Recife abastecida pelo Gasômetro, instalado nas proximidades da atual Casa da Cultura.
Em 1914, muitos progressos chegaram à capital de Pernambuco, as obras de modernização do porto, e do Bairro do Recife estavam bem adiantadas. Assim, neste mesmo ano, receberia o Recife a sua iluminação à luz elétrica, com as lâmpadas de filamento que, posteriormente, foram substituídas pelas de vapor de mercúrio implantadas em 1965, pelo então prefeito Augusto Lucena. Nessa época, o Recife, de tão iluminado, era chamado de “Cidade Luz”, (a Paris brasileira).
A Companhia de Eletricidade de Pernambuco (CELPE) foi criada justamente nessa época, 10 de fevereiro de 1965, com sede na esquina das ruas da Aurora e Princesa Isabel, (atual Polícia Civil) vindo ocupar o seu atual prédio na Av. João de Barros nº 111, dez anos depois.
*Carlos Bezerra Cavalcanti, Presidente Emérito da Academia Recifense de Letras

É Findi – Meu Mundo é a Roça - Por, Poeta Pica-Pau*
28/03/2026
Conheço a terra que é do plantio
Sei da semente, do sol e do frio
Planto o roçado, limpando o mato
Meus pés calejados, nunca usaram sapato
Meu transporte, é um burro de sela
Minha TV, é a paisagem tão bela
Vivo assim ,e sou satisfeito
Meu mundo é bonito, mais que perfeito
E da vida não tenho, o que reclamar dela.
Sou filho da roça, vivo contente
No cantar do galo, começa o meu dia
O sol me acorda,trazendo alegria
Na lida da terra, eu sigo em frente
A fé em Deus, é quem guia a gente
No céu vejo, a nuvem singela
O vento balança, a rama amarela
A vida é simples , mais tem seu valor
Quem mora na roça, tem mais amor
É só alegria, pra quem mora nela
*Pica-Pau é poeta. Vive em Palmares, PE.
Sou filho da roça, caboclo pacato
Conheço a terra que é do plantio
Sei da semente, do sol e do frio
Planto o roçado, limpando o mato
Meus pés calejados, nunca usaram sapato
Meu transporte, é um burro de sela
Minha TV, é a paisagem tão bela
Vivo assim ,e sou satisfeito
Meu mundo é bonito, mais que perfeito
E da vida não tenho, o que reclamar dela.

Sou filho da roça, vivo contente
No cantar do galo, começa o meu dia
O sol me acorda,trazendo alegria
Na lida da terra, eu sigo em frente
A fé em Deus, é quem guia a gente
No céu vejo, a nuvem singela
O vento balança, a rama amarela
A vida é simples , mais tem seu valor
Quem mora na roça, tem mais amor
É só alegria, pra quem mora nela
*Pica-Pau é poeta. Vive em Palmares, PE.

É Findi - Malude Maciel* Chegando Em Dose Tripla Mais Uma Vez
28/03/2026
Abraço é coisa tão boa
Imensamente capaz
De destruir as arestas
Na vida, com muita paz
O abraço é poderoso
Transmite grande energia
Importante e prazeroso
Cura e dá alegria
Eleva a alma carente
Acaba com a melancolia
Dá fim às desavenças
Promove a harmonia.
Omissão - Um poemeto da Aprendiz
Não deixe o carinhoso beijo
Sem dar,
Nem a boa palavra
Sem pronunciar,
Se há um abraço
Por que não abraçar?
E que o sorriso gostoso
Pra tudo iluminar...
Venha brilhar.
A gente se omite,
Se oprime,
Se acovarda,
E o tempo passa
Sem nenhum retorno
Nem favor.
Aproveitemos, pois
Cada instante,
Fazendo de cada gesto,
Ato de amor.
<...
Abraço - Ainda pelo Dia Internacional da Poesia
Abraço é coisa tão boa
Imensamente capaz
De destruir as arestas
Na vida, com muita paz
O abraço é poderoso
Transmite grande energia
Importante e prazeroso
Cura e dá alegria
Eleva a alma carente
Acaba com a melancolia
Dá fim às desavenças
Promove a harmonia.
Omissão - Um poemeto da Aprendiz
Não deixe o carinhoso beijo
Sem dar,
Nem a boa palavra
Sem pronunciar,
Se há um abraço
Por que não abraçar?
E que o sorriso gostoso
Pra tudo iluminar...
Venha brilhar.
A gente se omite,
Se oprime,
Se acovarda,
E o tempo passa
Sem nenhum retorno
Nem favor.
Aproveitemos, pois
Cada instante,
Fazendo de cada gesto,
Ato de amor.

O outono da Vida - Poema
Vinte de março
Chegada do outono
Oficialmente
Como no ano
A vida tem suas estações
Passamos delicadas transições
Quase imperceptível mente
Dá primavera
Ao verão
Depois o outono
E o inverno, finalmente.
Aos poucos
Compreendemos
Que o tempo
Faz-nos amadurecer
Mudar não é fracassar,
Não é perder,
É prosseguir
E transformar
No outono da vida,
Safra colhida,
A alma recorda-se
Da partida,
Do passado bem vivido.
Com gratidão,
No silêncio,
Tudo tem novo sentido.
Um sábio coração
Entende a necessária
E intransferível
Modificação.
O mistério profundo
Dá existência
É aceitar com maturidade
O declínio da idade
E favorecer o nascimento
De outras maneiras de crescimento.
Há quatro estações
Na vida,
Semelhante às dos anos
Se em algumas há flores,
Em outras há desenganos.
*Malude Maciel, Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, ACACCIL, cadeira 15 pertencente à professora Sinhazina.
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

Transição energética - Jaboatão na vanguarda da energia limpa
27/03/2026
O fato
Jaboatão dos Guararapes deu um passo histórico na agenda ambiental e energética do país, com a inauguração
na manhã desta sexta-feira (27/03), a maior planta de biometano do Nordeste. A unidade está instalada no Ecoparque operado pela Orizon Valorização de Resíduos, no bairro da Muribeca. Com investimento de R$ 258 milhões, a usina terá capacidade de produzir até 110 mil metros cúbicos de biometano por dia quando estiver em plena operação.
O combustível renovável
É...
O tema não poderia ser mais atual. Com a crise mundial do petróleo, todos os olhares estão voltadas para formas alternativas e não poluentes da produção de energia. Nesse sentido, o prefeito Mano Medeiros, dando continuidade à uma gestão inovadora e ousada, comandou hoje a inauguração da maior planta de biometano do Nordeste, que transforma resíduos sólidos em energia limpa e coloca o município na rota da transição energética do país.
O fato
Jaboatão dos Guararapes deu um passo histórico na agenda ambiental e energética do país, com a inauguração
na manhã desta sexta-feira (27/03), a maior planta de biometano do Nordeste. A unidade está instalada no Ecoparque operado pela Orizon Valorização de Resíduos, no bairro da Muribeca. Com investimento de R$ 258 milhões, a usina terá capacidade de produzir até 110 mil metros cúbicos de biometano por dia quando estiver em plena operação.
O combustível renovável
É obtido a partir do tratamento do biogás gerado pela decomposição de resíduos sólidos urbanos. O volume produzido será distribuído em Pernambuco por meio da rede da Copergás, contribuindo para ampliar a participação de fontes mais limpas na matriz energética estadual.
A inauguração
Contou com a presença do secretário de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia, Renato Dutra; da vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause; do CEO da Orizon, Milton Pilão; do prefeito do Jaboatão dos Guararapes, Mano Medeiros; da primeira-dama do município, Andréa Medeiros; do superintendente estadual do Banco do Nordeste, Hugo Luiz de Queiroz, além de autoridades municipais e estaduais.
Durante a cerimônia
O prefeito destacou que o empreendimento posiciona o município em um novo patamar na agenda climática e energética. “Jaboatão entra definitivamente no mapa da energia limpa do Brasil. Estamos transformando resíduos em oportunidade, tecnologia e geração de renda. Esse projeto coloca nossa cidade na linha de frente da transição energética no Nordeste. Também contribui para o enfrentamento das mudanças climáticas, preocupação de toda grande cidade atualmente, e Jaboatão está avançando", afirmou Mano Medeiros.
Novas oportunidades
Gestora do programa de Políticas Públicas Sociais (PPS) do município, Andréa Medeiros ressaltou que iniciativas como essa também ampliam oportunidades sociais. “Projetos assim mostram que é possível avançar na agenda ambiental gerando oportunidades para todos, com mais postos de trabalho para mulheres, pessoas com deficiência e toda a população de Jaboatão e de Pernambuco”, destacou.
A planta
Representa um avanço no enfrentamento das mudanças climáticas. O biogás captado nos resíduos passa por um processo de purificação até se transformar em biometano, combustível com características semelhantes ao gás natural, mas com menor impacto ambiental. O processo reduz a emissão de gases de efeito estufa e substitui parte do consumo de combustíveis fósseis utilizados por indústrias e outros setores da economia.
Priscila
A vice-governadora Priscila Krause destacou que o empreendimento fortalece a estratégia do Estado para impulsionar uma economia baseada em inovação e sustentabilidade. “A inauguração desta planta representa mais do que uma nova unidade industrial. Pernambuco tem avançado em políticas ambientais importantes e criado condições para atrair investimentos e fortalecer setores produtivos com energia mais limpa”, afirmou.
Parceria
Para o CEO da Orizon, Milton Pilão, a parceria entre o poder público e a iniciativa privada foi fundamental para viabilizar o projeto. “A inauguração da planta de biometano do Ecoparque Jaboatão é um marco para o desenvolvimento sustentável de Pernambuco e do Brasil, ampliando a oferta de soluções energéticas competitivas e de baixo carbono”, disse.
Impacto positivo
O secretário nacional Renato Dutra também ressaltou o impacto do empreendimento para a matriz energética brasileira. “O início das operações desta planta representa um marco para o setor energético. Estamos transformando resíduos sólidos urbanos em energia limpa e renovável, reduzindo emissões e fortalecendo a soberania energética do país”, destacou.
A nova usina
Integra uma estratégia mais ampla de gestão de resíduos no município, que mantém serviços permanentes de limpeza urbana, coleta domiciliar e programas de educação ambiental. A prefeitura também vem ampliando a coleta seletiva e fortalecendo cooperativas de catadores, garantindo que materiais recicláveis retornem à cadeia produtiva.
O Ecoparque do Jaboatão
Recebe diariamente milhares de toneladas de resíduos provenientes da Região Metropolitana do Recife e funciona como um centro integrado de triagem, tratamento e aproveitamento ambiental do lixo. Com a nova planta de biometano, o complexo ganha tecnologia capaz de transformar resíduos em energia limpa, consolidando o município como referência regional em soluções ambientais.
Sustentabilidade
Com o novo empreendimento, Jaboatão passa a ocupar posição estratégica na transição energética do Nordeste, reforçando seu protagonismo na agenda da economia verde e demonstrando que desenvolvimento econômico e sustentabilidade podem caminhar juntos.

Deputado Estadual Edson Vieira se filia ao Podemos
27/03/2026
Com forte atuação no estado, especialmente no Agreste, o parlamentar tem uma trajetória consolidada na vida pública. Edson Vieira já foi vereador e prefeito de Santa Cruz do Capibaribe por duas vezes em cada cargo e, nas eleições deste ano, tentará a recondução para o seu quarto mandato como deputado estadual.
Durante o ato de filiação, o deputado destacou o significado da decisão. “Estamos vivendo um novo momento partidário. Através de muito diálogo e articulação, decidimos pela filiação ao Podemos. Nosso intuito é continuar representando o povo pernambucano na Assembleia. Agradeço ao presidente Marcelo Gouveia pela receptividade e pelo convite. Seguimos com Miguel para o Senado e em apoio à governadora Raquel Lyra”, afirmou.
O evento també...
O deputado estadual Edson Vieira oficializou, nesta sexta-feira (27), sua filiação ao Podemos, em um movimento que marca um novo momento em sua trajetória política e amplia sua articulação em Pernambuco.
Com forte atuação no estado, especialmente no Agreste, o parlamentar tem uma trajetória consolidada na vida pública. Edson Vieira já foi vereador e prefeito de Santa Cruz do Capibaribe por duas vezes em cada cargo e, nas eleições deste ano, tentará a recondução para o seu quarto mandato como deputado estadual.
Durante o ato de filiação, o deputado destacou o significado da decisão. “Estamos vivendo um novo momento partidário. Através de muito diálogo e articulação, decidimos pela filiação ao Podemos. Nosso intuito é continuar representando o povo pernambucano na Assembleia. Agradeço ao presidente Marcelo Gouveia pela receptividade e pelo convite. Seguimos com Miguel para o Senado e em apoio à governadora Raquel Lyra”, afirmou.
O evento também foi marcado pela filiação da ex-deputada estadual Alessandra Vieira, esposa de Edson Vieira, e contou com a presença de deputados, pré-candidatos e lideranças de diversas regiões do estado, evidenciando a articulação e o fortalecimento do Podemos no cenário político pernambucano.
