imagem noticia

É Findi – Cultura e Lazer – Amanheceu, 2025! Crônica, por Eduardo Albuquerque*

11/01/2025

imagem noticia
Olhar direcionado ao horizonte
Me posto, atento, desde às 4 horas
Ficarei de plantão, pois, agora
Me planejei para isso, desde ontem

Quero assim ver o Sol nascer
Acompanhar seu lépido crescer
Seus fúlgidos raios brilharem
E nas ondas do mar bailarem

São centelhas, deveras, faiscantes
Vistas, desmesuradas, oscilantes
Premiam os primevos caminhantes

Reflito sobre o futuro, pesaroso
Das mudanças climáticas, temeroso
Até quando o amanhecer tão airoso?




*Eduardo Albuquerque, natural de Pedro II - PI, poeta, cronista, escritor. Aposentado da CEF. Formado em Gestão Estratégica das Organizações na UNISUL/SC, Pós-graduado em Gestão Governamental e Responsabilidade Fiscal na UNISUL/SC, MBA em Finanças e Mercado de Capitais na IBMEC/SP. Cidadão Honorário de Olinda, reside no Recife, desde 1973.

imagem noticia
Olhar direcionado ao horizonte
Me posto, atento, desde às 4 horas
Ficarei de plantão, pois, agora
Me planejei para isso, desde ontem

Quero assim ver o Sol nascer
Acompanhar seu lépido crescer
Seus fúlgidos raios brilharem
E nas ondas do mar bailarem

São centelhas, deveras, faiscantes
Vistas, desmesuradas, oscilantes
Premiam os primevos caminhantes

Reflito sobre o futuro, pesaroso
Das mudanças climáticas, temeroso
Até quando o amanhecer tão airoso?

imagem2



*Eduardo Albuquerque, natural de Pedro II - PI, poeta, cronista, escritor. Aposentado da CEF. Formado em Gestão Estratégica das Organizações na UNISUL/SC, Pós-graduado em Gestão Governamental e Responsabilidade Fiscal na UNISUL/SC, MBA em Finanças e Mercado de Capitais na IBMEC/SP. Cidadão Honorário de Olinda, reside no Recife, desde 1973.

Leia outras informações

imagem noticia

É Findi – O Construtor - Por Fernando Tavares*

28/02/2026

Construo o próprio absurdo
escrevendo em poucas linhas.

Ganhos e danos
estão ocultos nas entrelinhas.

Em curto texto
em um contexto
o surreal comigo
o tempo todo
não me deixa ser inteiro.

Sou um simples passageiro
no espaço e na hora.

Fico preso no agora.

Sendo simples sonho
simples pulsão
ou mera quimera
mera paixão.


*Fernando Tavares é Médico psiquiatra; Psicólogo Clínico; Escritor e Poeta. Já publicou 04 livros de poemas. Membro da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores.



imagem noticia

Construo o próprio absurdo
escrevendo em poucas linhas.

Ganhos e danos
estão ocultos nas entrelinhas.

Em curto texto
em um contexto
o surreal comigo
o tempo todo
não me deixa ser inteiro.

Sou um simples passageiro
no espaço e na hora.

Fico preso no agora.

Sendo simples sonho
simples pulsão
ou mera quimera
mera paixão.


*Fernando Tavares é Médico psiquiatra; Psicólogo Clínico; Escritor e Poeta. Já publicou 04 livros de poemas. Membro da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores.



imagem 2





imagem noticia

É Findi – Xico Bizerra* Chega Dobrado feito Tapioca

28/02/2026

Seu Francisco e Seu Luiz, Seu Luiz e Seu Francisco - Crônica

O universo político de Gonzaga era incolor, totalmente desprovido de matiz ideológico. Discutível, dizem alguns. Não importa muito diante de seu baião, sua música, seu talento, uma bandeira desfraldada acima de qualquer regime dominante à sua época. Amizades e compromissos por ele assumidos durante a ditadura devem ser atribuídos à inconsistência de sua formação política e à vontade de, através de apoios pontuais, trazer ao seu chão progressos por ele desejados. Conseguiu. Nunca misturei essas querelas tão pequenas com a grandeza artística do Rei. Nem acho que se deva misturar. São coisas distintas, a meu modesto ver.

Transportando para os dias atuais, diante da imensidão da obra poética e literária de Chico Buarque, é de se perguntar: seu conceito diminui ou cresce ante o posicionamento político por ele adotado?

Nem uma coisa nem outra. Lógico que não se pode desprezar a c...

imagem noticia

Seu Francisco e Seu Luiz, Seu Luiz e Seu Francisco - Crônica

O universo político de Gonzaga era incolor, totalmente desprovido de matiz ideológico. Discutível, dizem alguns. Não importa muito diante de seu baião, sua música, seu talento, uma bandeira desfraldada acima de qualquer regime dominante à sua época. Amizades e compromissos por ele assumidos durante a ditadura devem ser atribuídos à inconsistência de sua formação política e à vontade de, através de apoios pontuais, trazer ao seu chão progressos por ele desejados. Conseguiu. Nunca misturei essas querelas tão pequenas com a grandeza artística do Rei. Nem acho que se deva misturar. São coisas distintas, a meu modesto ver.

Transportando para os dias atuais, diante da imensidão da obra poética e literária de Chico Buarque, é de se perguntar: seu conceito diminui ou cresce ante o posicionamento político por ele adotado?

Nem uma coisa nem outra. Lógico que não se pode desprezar a convicção ideológica do Buarque, homem de esquerda, defensor consciente e intransigente de pautas favoráveis ao povo brasileiro. Mas pouco importa a cor de seu coração partidário. Ele, por sua obra, é imenso e muito maior que qualquer discrepância de princípios. Como imenso seria se outra preferência tivesse seu poético coração. Francisco e Luiz, cabeças e pensamentos talvez conflitantes, diferentes entre si, são imensamente iguais no talento.

Viva Chico, Viva Luiz, corações semelhantes, talentos similares"



imagem 2




Chegadas e Partidas - Croniqueta


Ele habita, como ave silenciosa e solitária, os céus do Porto em que acontecem chegadas e partidas. Assiste a alegrias e tristezas, lágrimas e sorrisos, 'adeuses' chorosos e bem-vindos apertos de mãos. É testemunha da bênção sentida da mãe que vê seu filho partir para outros chãos, sem nenhuma certeza da volta. Da mesma forma testemunha o abraço apertado do pai no filho pródigo que ao seu lar retorna. Do alto, sente o cheiro da saudade e se embriaga com o sabor dos sonhos bons que mora em cada um dos corações dos que por ali transitam, para buscar ou para deixar esperanças, desejos e vontades. No olho lacrimejado de alguém ele percebe um brilho diferente do que se observa no olho de quem mantém um sorriso que vai de canto a canto do rosto. É o riso e o pranto desenhando o momento de cada um. Ao final, destino definido, a vida seguirá e outras chegadas e partidas acontecerão no porto da vida. Do alto, como ave solitária e silenciosa, ele a tudo assiste. Lágrimas e sorrisos se sucederão e um Deus silencioso vela por nós.


*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



imagem 3





imagem noticia

É Findi – Xereta - Por Poeta Pica-Pau*

28/02/2026

Quem vigia meus passos
Segue sem saber chegar
Esquece da própria estrada
E vive pra xeretar
Não planta, não colhe nada
Mas insiste em opinar

Enquanto sigo meu rumo
Com fé no meu caminhar
Mesmo com pedra na estrada
Não deixo de semear
Porque quem planta em silêncio
Tem história pra contar

Não ligo pra falatório
Não quero nem escutar
Quem vive pra falar dos outros
Nunca pode se encontrar
Pois quem tem esse destino
Vive no desatino
Não sabe onde quer chegar

<'video'>

*E tem mais...*


*Pica-Pau é poeta. Vive em Palmares, PE.



imagem noticia

Quem vigia meus passos
Segue sem saber chegar
Esquece da própria estrada
E vive pra xeretar
Não planta, não colhe nada
Mas insiste em opinar

Enquanto sigo meu rumo
Com fé no meu caminhar
Mesmo com pedra na estrada
Não deixo de semear
Porque quem planta em silêncio
Tem história pra contar

Não ligo pra falatório
Não quero nem escutar
Quem vive pra falar dos outros
Nunca pode se encontrar
Pois quem tem esse destino
Vive no desatino
Não sabe onde quer chegar







*E tem mais...*


*Pica-Pau é poeta. Vive em Palmares, PE.



imagem 2





imagem noticia

É Findi - Belinha e Orelha: A face do Amor e da Crueldade - Conto, por Maria Inês Machado*

28/02/2026

Estela parecia não registrar a aspereza do momento. O seu nome, na instituição à qual era integrada, chamava-se trabalho. Embora fosse voluntária, sem as cédulas do mundo, o amor que a envolvia não tinha dimensão. Organizar as dependências da instituição causava-lhe alegria. Ali, o canteiro que precisava de água, e as plantas agradeciam. A vassoura fora do lugar parecia sorrir com o cuidado de guardá-la no armário.

Fazer a limpeza da cantina, que coordenava com outras voluntárias, tinha sabor de alegria. Não se queixava do serviço. O cheiro de eucalipto no chão parecia renovar a disposição para as atividades. Aprendera a fazer coxinhas e folheados, e os bolos de rotina eram apreciados pelos fregueses que chegavam à noite para o lanche habitual. O trabalho no Bem era a sua meta, e os contratempos áridos eram amortecidos pela perseverança. Chegara ao serviço na instituição muito jovem, porém soubera administrar as adversidades com sabedoria.

Era um dia comum...

imagem noticia

Estela parecia não registrar a aspereza do momento. O seu nome, na instituição à qual era integrada, chamava-se trabalho. Embora fosse voluntária, sem as cédulas do mundo, o amor que a envolvia não tinha dimensão. Organizar as dependências da instituição causava-lhe alegria. Ali, o canteiro que precisava de água, e as plantas agradeciam. A vassoura fora do lugar parecia sorrir com o cuidado de guardá-la no armário.

Fazer a limpeza da cantina, que coordenava com outras voluntárias, tinha sabor de alegria. Não se queixava do serviço. O cheiro de eucalipto no chão parecia renovar a disposição para as atividades. Aprendera a fazer coxinhas e folheados, e os bolos de rotina eram apreciados pelos fregueses que chegavam à noite para o lanche habitual. O trabalho no Bem era a sua meta, e os contratempos áridos eram amortecidos pela perseverança. Chegara ao serviço na instituição muito jovem, porém soubera administrar as adversidades com sabedoria.

Era um dia comum, desses que começam sem anúncio de mudança. Estela abriu a lanchonete, organizou o que precisava e limpou o interior com o zelo de sempre. Quando levou a vassoura para a área externa, encontrou Belinha ali, como se aquele chão também fosse casa.

Belinha, uma cachorrinha de rua acolhida pelos moradores. Vira-lata, sim, mas havia nela uma elegância quieta, de quem não pede licença e, ainda assim, não invade. O pelo branco, mesmo marcado pela vida ao relento, tinha maciez inesperada, quase sedosa, como se a manhã a tivesse penteado com cuidado. A graciosidade vinha junto: um jeito leve de ocupar o espaço, o andar discreto, a doçura que não precisava de pedigree para ser reconhecida.

Estela se aproximou com a vassoura e falou baixo, como quem pede mais do que ordena.
Belinha, dá um passinho para a calçada? Só um pouquinho, eu vou varrer aqui.
Belinha não se mexeu. Deitou-se devagar, inclinou a cabeça para o lado e olhou, sem atender ao pedido. Parecia entender cada sílaba e, ao mesmo tempo, decidir permanecer no local. O rabinho balançava, manso e constante, e, naquele gesto, havia uma resposta inteira: confiança, charme, o não que era também convite.
Estela parou. A vassoura perdeu a autoridade.

Não era teimosia, cheiro de pertencimento. A pretensão da limpeza acabou cedendo ao que realmente importava. Ajoelhou-se, passou a mão no dorso de Belinha e sentiu, entre os dedos, a suavidade do pelo branco, quente de sol e de vida. Belinha fechou os olhos, entregue. O carinho selou um pacto silencioso, desses que a gente não assina, mas cumpre.

Desde então, a cachorrinha passou a ocupar lugar definitivo no coração de Estela. Ao chegar à instituição, quase sempre a encontrava. A recepção vinha em alegria contida, em voltinhas apressadas, em olhares fiéis. Era amizade sincera entre humano e animal, e isso bastava. Porque o amor pelos animais, quando é verdadeiro, não precisa de justificativa; ele simplesmente acontece, vem de um lugar antigo da alma.

Com o tempo, circunstâncias adversas à vontade de Estela levaram-na ao afastamento dos trabalhos voluntários da instituição. Não foi uma despedida simples. Algumas partidas exigem que a gente processe por dentro, não em papéis, mas no coração e na alma: reorganizar afetos, aceitar ausências, trabalhar o perdão, carregar lembranças como quem carrega água nas mãos.

Morte de Orelha. Recordações de Belinha.

A notícia chegou, semelhante a uma lâmina atravessando a manhã: Orelha estava morto.
Ao recordar o fato do indefeso animal, maltratado por adolescentes, a lembrança de Belinha foi revivida. Amparada na simplicidade de um bairro simples, crianças, adolescentes, adultos e idosos abraçaram Belinha com o amor que a simplicidade revela. Tinha liberdade para circular nas redondezas, sem maltratos ou hostilidades, mas com cuidado e muito amor. O mesmo amor que envolvia Orelha na atenção e no carinho dos moradores locais.

No mesmo bairro onde se cultivava afeto como quem rega trigo, cresceram também ervas daninhas, invisíveis, silenciosas, até se tornarem veneno. Orelha desconhecia a maldade humana. Aceito e cuidado por mãos generosas, era indefeso e não conhecia a dimensão da perversidade que pode fluir de almas violentas.

O cachorrinho de Florianópolis, vítima de maus-tratos cometidos por adolescentes, tornou-se uma ferida coletiva. Seu nome atravessou conversas, indignações e silêncios. Orelha passou a representar aquilo que preferimos não ver e, ainda assim, precisamos encarar: a violência como sintoma de uma falha maior, humana, moral e social.

Porque há coisas que o dinheiro compra, e há coisas que ele jamais alcança. Nenhuma viagem, nenhum conforto, nenhuma vitrine conseguem amaciar a maldade. O que corrige a perversidade não é luxo, mas educação, limites e responsabilidade. Valores nascem no lar e se testam na rua, na maneira pela qual alguém trata o que é menor, frágil e indefeso.

Foi impossível não pensar em Orelha.

Estela não precisava de detalhes para sentir o peso. Bastava saber que um animal, que só tinha o próprio corpo por defesa, foi reduzido a alvo. Bastava imaginar o medo e lembrar, por contraste, do olhar confiado de Belinha. Orelha deixou marcas na mente e no coração das pessoas, marcas que o tempo não apaga, porque lembram uma pergunta incômoda: que tipo de gente estamos formando?

Ao acariciar Belinha, sentindo a maciez branca sob a palma da mão, a serenidade no gesto e a graça sem esforço, a nobre senhora entendia que amar um animal também é um ato de resistência. Um cuidado pequeno, mas civilizatório. O sim dado à ternura, quando o mundo insiste em oferecer o contrário.

Belinha era a prova de que o afeto encontra abrigo.

Orelha, a lembrança de que a crueldade precisa ser enfrentada com educação, justiça e consciência.

E os dois, cada um à sua maneira, ensinaram o mesmo: a medida da nossa humanidade aparece, muitas vezes, no modo como tratamos quem não pode se defender.


*Maria Inês Machado é psicóloga, especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental e em Intervenção Psicossocial à família. Possui formação em contação de histórias pela FAFIRE e pelo Espaço Zumbaiar. Gosta de escrever contos que retratam os recortes da vida. Autora do livro infantojuvenil 'A Cidade das Flores'.



imagem 2





imagem noticia

É Findi - Entre Ponteiros, Crônica, por AJ Fontes*

28/02/2026

Puxa vida! É um tal de puxar tempo para cá e para lá. Chico Bezerra, Ana Pottes e eu mesmo. Passamos o tempo falando do próprio, fazendo-o passar, levando nossas histórias para cantos sem conta.

Manter o equilíbrio no fio do presente nos afasta do passado e aproxima do futuro, entre tiques e taques. É o que fazemos nesse átimo que leva a corda do Relógio de Chico e traz o movimento do braço de Ana. É o momento que imprime uma transformação em cada um de nós. Nele, mantemos ou modificamos o caminho seguido em outro: novo e desconhecido. Bom? Não saberemos até vivenciá-lo. Creio ser este, o instante de total ausência, quando a corda do Relógio acaba, quando é necessário balançar o pulso ou girar o pino.


*AJ Fontes, contista e cronista, engenheiro aposentado, e eterno estudante na arte da escrita, publicou o livro de contos: ‘Mantas e Lençóis’.



imagem noticia

Puxa vida! É um tal de puxar tempo para cá e para lá. Chico Bezerra, Ana Pottes e eu mesmo. Passamos o tempo falando do próprio, fazendo-o passar, levando nossas histórias para cantos sem conta.

Manter o equilíbrio no fio do presente nos afasta do passado e aproxima do futuro, entre tiques e taques. É o que fazemos nesse átimo que leva a corda do Relógio de Chico e traz o movimento do braço de Ana. É o momento que imprime uma transformação em cada um de nós. Nele, mantemos ou modificamos o caminho seguido em outro: novo e desconhecido. Bom? Não saberemos até vivenciá-lo. Creio ser este, o instante de total ausência, quando a corda do Relógio acaba, quando é necessário balançar o pulso ou girar o pino.


*AJ Fontes, contista e cronista, engenheiro aposentado, e eterno estudante na arte da escrita, publicou o livro de contos: ‘Mantas e Lençóis’.



imagem 2





imagem noticia

É Findi – O Zeppelin - por Carlos Bezerra Cavalcanti*

28/02/2026

Recife Pioneiro

Em 22 de maio de 1930, o Recife teve o privilégio de receber o primeiro pouso do dirigível Zeppelin, no hemisfério sul.



A Torre de Atracação

Como testemunha tangível, a torre de atracação, uma estrutura piramidal em treliças de ferro, com altura de 19 metros, a única do mundo que ainda se encontra “plantada”, está lá, no local inicial, atual Bairro do Jiquiá.

Instalações Apropriadas

Os passageiros eram recepcionados em instalações apropriadas, um pavilhão para 100 pessoas, dotado de bar, sala de imprensa, cozinha, refeitório, dormitório de tripulantes, estação de rádio, etc. Um fato surpreendente para todo o Brasil e, principalmente, para o nordestino que cantava o sucesso de Jackson do Pandeiro: "Eu vou pra lua, eu vou morá lá, vou no meu Sputinik no campo do Jiquiá". Em 1937, com o incêndio do dirigível “Hindemburg”, em Nova Jersey...

imagem noticia

Recife Pioneiro

Em 22 de maio de 1930, o Recife teve o privilégio de receber o primeiro pouso do dirigível Zeppelin, no hemisfério sul.



imagem 2




A Torre de Atracação

Como testemunha tangível, a torre de atracação, uma estrutura piramidal em treliças de ferro, com altura de 19 metros, a única do mundo que ainda se encontra “plantada”, está lá, no local inicial, atual Bairro do Jiquiá.

Instalações Apropriadas

Os passageiros eram recepcionados em instalações apropriadas, um pavilhão para 100 pessoas, dotado de bar, sala de imprensa, cozinha, refeitório, dormitório de tripulantes, estação de rádio, etc. Um fato surpreendente para todo o Brasil e, principalmente, para o nordestino que cantava o sucesso de Jackson do Pandeiro: "Eu vou pra lua, eu vou morá lá, vou no meu Sputinik no campo do Jiquiá". Em 1937, com o incêndio do dirigível “Hindemburg”, em Nova Jersey, a festa acabou.


*Carlos Bezerra Cavalcanti, Presidente Emérito da Academia Recifense de Letras



imagem 3





imagem noticia

É Findi - O Salto Triplo de Malude Maciel*

28/02/2026

Crônica - É Coisa Nossa


Lembro que nos programas de Sílvio Santos, um dos maiores comunicadores do Brasil, era utilizado um slogan que celebrava a brasilidade das coisas, enfatizando a Cultura nacional. Com uma frase curta, de grande efeito e fácil de gravar e compreender, era enaltecido o que pertence ao país: "É coisa nossa".

Isso era musicado, cantado, repetido e transmitido ao vivo, fazendo um coro que o público vibrava, porque o patriotismo é inerente aos nativos.

Várias homenagens

Às vezes, o carnaval era mencionado, outras vezes, o futebol, e assim por diante... sempre finalizando com a mensagen: "É coisa nossa".

Gosto não se discute

Acompanhando o raciocínio, também gosto de conhecer lugares diferentes por esse rincão afora. É gratificante acrescentar conhecimento do que existe além da fronteira doméstica.



Nesses dias, fomos visitar o parque...

imagem noticia

Crônica - É Coisa Nossa


Lembro que nos programas de Sílvio Santos, um dos maiores comunicadores do Brasil, era utilizado um slogan que celebrava a brasilidade das coisas, enfatizando a Cultura nacional. Com uma frase curta, de grande efeito e fácil de gravar e compreender, era enaltecido o que pertence ao país: "É coisa nossa".

Isso era musicado, cantado, repetido e transmitido ao vivo, fazendo um coro que o público vibrava, porque o patriotismo é inerente aos nativos.

Várias homenagens

Às vezes, o carnaval era mencionado, outras vezes, o futebol, e assim por diante... sempre finalizando com a mensagen: "É coisa nossa".

Gosto não se discute

Acompanhando o raciocínio, também gosto de conhecer lugares diferentes por esse rincão afora. É gratificante acrescentar conhecimento do que existe além da fronteira doméstica.



imagem 2




Nesses dias, fomos visitar o parque aquático: Sundown Park, localizado no município pernambucano de Saloá, inserido no Planalto da Borborema e, considerei excelente passeio. Local de clima ameno, cercado pela bacia hidrográfica do rio Ipanema e grande variedade de plantas, sem dúvida é muito agradável, especialmente para a criançada. O terreno é acidentado, com altos e baixos na passagem de uma atividade pra outra, dificultando a locomoção de idosos, mas há bastante opções às diversas faixas etárias.

Uma construção primorosa

No meio do nada, edificaram uma colossal arquitetura de entretenimento que vem agradando demais, pois está sempre cheio de pessoas em busca de aventuras, no entanto não sentimos o ambiente superlotado porque os grupos de espalham buscando suas preferências.

Dinossauros

Carregando o título de: melhor parque aquático do país, onde parece ser verão todos os dias, aquele espaço de diversão consta de uma área denominada: "Reino dos dinossauros", encontrando-se ali, imagens perfeitas desse tipo de animais existentes nos primórdios, com características ambientais próprias e áudios bilíngues explicando a respeito. Sendo muito interessante e propício para fotos.

Demais diversões

Há divertimento garantido para toda a família: várias piscinas, aquecidas ou não, e também com ondas; passeio em bóias no rio lento; banho de balde gigante; tubos de escorregar nas águas, em vários tamanhos e alturas, etc. Fica até difícil enumerar, mas precisamos registrar que há estrutura de banheiros, sanitários, armários de guardar pertences, praça de alimentação e sobretudo, muita limpeza e cuidados.

Aprovado com restrição

Apenas uma coisa eu mudaria: o título deveria ser em português, dando prioridade ao idioma local, sim; uma maravilha que ficaria marcada como 'coisa nossa', sem carregar imitação americana e muito estrangeirismo.

Porém, infelizmente, muita gente valoriza mais as coisas de fora.

Orgulho

Do contrário, poderíamos dizer: o Parque aquático de Saloá é 'coisa nossa'!



imagem 3




Crônica - Entre a Cruz e a Espada


Elas ainda estão por toda parte.
Talvez, agora mais do que nunca.

Basta você estacionar, obrigatoriamente, num sinal de trânsito, fica logo rodeado por crianças carentes, pedindo dinheiro. Chegando bem à janela do seu carro, com semblantes de tristeza e miséria, dizendo que estão com fome. Quem tem fome, tem pressa. Qual o coração que pode resistir a tamanho clamor? Especialmente coração de mãe, mulher que, queira ou não, é bem mais sensível e quer dar jeito em tudo.

Apesar dos Conselhos

Esse fato é gravíssimo, mas é uma faca de dois gumes, ou seja, você fica entre a cruz e a espada, pois se de um lado existe a pedagogia esclarecendo que não devemos contribuir, com moedas, viciando inocentes a pedir, induzindo-os à mendicância que poderá acompanhá-los pela vida afora, por outro lado, constatamos a penúria e necessidade urgente que envolvem aquela criançada.

Para sermos bonzinhos e libertarmos nossas consciências, cedemos ao impulso natural de ajudar, de alguma forma e aí, ficamos naquela de nos sentir culpados, pelo futuro daqueles entes humanos ( futuro este que talvez nem consigam ter). Fica uma angústia ao pensar no que fazer, embora a solução não seja exatamente essa.

Problema social

Está longe de ser solucionado esse dilema por vários motivos e o pior é que os menores continuam nas ruas, apesar das normas, dos papéis assinados pelas autoridades.

Situação complicada

Não é fácil encarar a situação, pois sabemos que o hábito faz o monge e, a atitude repetida durante toda a infância, dificilmente se modificará na vida adulta, justamente porque numa época de formação da personalidade e, sem educação adequada, sem trato, nem alimentação, muito menos carinho e direcionamento correto, inevitavelmente, estão sendo criados novos delinquentes até que o mal seja arrancado pena raíz, não dando o peixe, mas ensinando a pescar.

Responsabilidade

Os governantes têm responsabilidade, sim. Precisam dedicar-se à educação básica porque a cada dia o problema se agrava. Os meios de comunicação, cumprindo seu dever, denunciam exploração sexual de crianças nesse país e não se pode fechar os olhos, banalizando tal situação deplorável.

Cidadão

Ao cidadão comum cabe avaliar, questionar, cobrar soluções para o assunto, como estou fazendo agora, afinal, estamos numa Democracia. Observar os resultados do funcionamento das instituições que se dizem atuantes em sanar tais problemas, no entanto, cada um de nós se depara com os mesmos erros sem soluções, anos a fio, entram governantes, saem outros e nada muda realmente.

O que fazer?

Ficamos apavorados, tanto pelos menores, permanecendo ao léu, quanto pela sociedade, ameaçada de tanta vulnerabilidade a que se expõe cotidianamente.

Eu mesma já fui surpreendida por três garotões que se diziam com fome e era verdade, mas me fizeram um medo terrível, diante de tanta violência que encontramos passo a passo. Dar uma esmola, com certeza não resolve nada.

Tem sido um eterno dilema para as pessoas de bem, cristãs que se preocupam querem praticar a caridade, porém ficam desnorteadas, pois têm consciência que somente a partir do poder governamental essa coisa poderá melhorar, mas na verdade, ao invés de haver interesse primordial em sanar tais chagas da sociedade, os gestores se envolvem nas corrupções, falcatruas e infidelidades gerais, causando descrença tão profunda que tira o ânimo de todo e qualquer indivíduo íntegro e pensante deste planeta.

Uma vergonha

Enquanto estamos preocupados com esses desafios do dia a dia da população, os nossos representantes nas altas cúpulas, se engalfinham entre si, com denúncias e mais denúncias, mentiras e mais mentiras, CPIs que terminam em pizza, etc. Infelizmente não se vê os culpados pelos roubos nas cadeias, devolvendo o dinheiro roubado pra ser empregado em soluções pela vida.
"Não vos conformeis com as mazelas do mundo. Permaneceis puros, fortes, fiéis e seguros nos caminhos de Deus".


Poema - Utopia


Felicidade!
Doce ilusão
Que move o mundo
Em cada coração
Há desejo profundo
De possuir tal entidade
Prendê- la nos braços
De verdade
Pela eternidade
Ninguém consegue
Essa façanha
Por todo tempo,
Íntima e passageira,
Inebriante,
Sedutora,
Inconstante,
Conquistada por instante,
Sonhada e amada
Dissipa-se inadvertidamente
Pra outra vez
E sempre
Ser desejada.


*Malude Maciel, Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, ACACCIL, cadeira 15 pertencente à professora Sinhazina.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



imagem 4





imagem noticia

Paquistão bombardeia Cabul após declarar 'guerra aberta' contra o Afeganistão

27/02/2026

O Paquistão e o Afeganistão trocaram ataques hoje, sexta-feira (27/02), após Islamabade ter declarado uma "guerra aberta" ao país vizinho. O Exército paquistanês bombardeou diversas cidades afegãs, incluindo a capital Cabul, e compartilhou vídeo do que afirma ser ataques na cidade.

Mísseis

Autoridades paquistanesas disseram que os ataques envolveram mísseis disparados por via aérea contra escritórios e postos militares do Talibã em Cabul, Kandahar e também na província de Paktia. Testemunhas da AFP confirmaram explosões e viram caças sobrevoando as cidades.

Grande cidade

Kandahar, uma grande cidade localizada no sul do Afeganistão, é considerada o quartel-general do Talibã e é onde fica o líder espiritual supremo do grupo, Haibatullah Akhundzada.

Anunciou

O Talibã por sua vez, anunciou nesta sexta-feira que conduziu "com sucesso" bombardeios com drones contra instalações mili...

imagem noticia

O Paquistão e o Afeganistão trocaram ataques hoje, sexta-feira (27/02), após Islamabade ter declarado uma "guerra aberta" ao país vizinho. O Exército paquistanês bombardeou diversas cidades afegãs, incluindo a capital Cabul, e compartilhou vídeo do que afirma ser ataques na cidade.

Mísseis

Autoridades paquistanesas disseram que os ataques envolveram mísseis disparados por via aérea contra escritórios e postos militares do Talibã em Cabul, Kandahar e também na província de Paktia. Testemunhas da AFP confirmaram explosões e viram caças sobrevoando as cidades.

Grande cidade

Kandahar, uma grande cidade localizada no sul do Afeganistão, é considerada o quartel-general do Talibã e é onde fica o líder espiritual supremo do grupo, Haibatullah Akhundzada.

Anunciou

O Talibã por sua vez, anunciou nesta sexta-feira que conduziu "com sucesso" bombardeios com drones contra instalações militares paquistanesas em Islamabad, em Nowshera, Jamrud e Abbottabad, no que chamou de "ataques retaliatórios". O ministro da Informação do Paquistão, Attaullah Tarar, afirmou que o país abateu todos drones rivais e que "não houve vítimas".

Atingiu

O Exército do Paquistão atingiu 22 alvos militares afegãos e matou 274 "autoridades e militantes do regime do Talibã" desde quinta-feira à noite, afirmou o porta-voz Ahmed Sharif Chaudhry na manhã desta sexta. O Afeganistão não confirmou as mortes. Chaudhry disse também que pelo menos 12 soldados do país foram mortos no conflito até o momento.

Declarou guerra

O governo do Paquistão declarou guerra contra o Afeganistão na quinta-feira após ter dito que "a paciência chegou ao limite" com o país vizinho. Os dois países haviam firmado um acordo de cessar-fogo mediado pelo Catar em outubro. Nesta sexta-feira, Islamabade afirmou estar pronto para "esmagar" o Talibã, que controla o Afeganistão.

Foto: Wakil KOHSAR / AFP




imagem noticia

Cidade do Agreste registra mais de 110 milímetros de chuva; Apac e Inmet renovam alerta

27/02/2026

Deve continuar chovendo em Pernambuco nas próximas horas. Em algumas cidades do Estado, tem chovido muito, segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac).

Registrou

O painel de monitoramento de chuvas em tempo real da Apac registrou que a cidade de Palmeirina, no Agreste, foi a mais choveu nas últimas 24 horas, com acúmulo de 110,52 milímetros. Os dados foram consultados às 7h de hoje, sexta-feira (27/02) e pode sofrer alterações.

Os municípios

Ainda na lista dos municípios com mais precipitações estão Camaragibe e Moreno, na Região Metropolitana do Recife, com 56,34 mm e 50,35 mm, respectivamente.

O Agreste e Sertão de Pernambuco devem registrar chuvas moderadas a pontualmente fortes ao longo desta sexta-feira (27), é o que prevê a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), que renovou o alerta para as regiões.

Comunicado amarelo

Um comunicado amare...

imagem noticia

Deve continuar chovendo em Pernambuco nas próximas horas. Em algumas cidades do Estado, tem chovido muito, segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac).

Registrou

O painel de monitoramento de chuvas em tempo real da Apac registrou que a cidade de Palmeirina, no Agreste, foi a mais choveu nas últimas 24 horas, com acúmulo de 110,52 milímetros. Os dados foram consultados às 7h de hoje, sexta-feira (27/02) e pode sofrer alterações.

Os municípios

Ainda na lista dos municípios com mais precipitações estão Camaragibe e Moreno, na Região Metropolitana do Recife, com 56,34 mm e 50,35 mm, respectivamente.

O Agreste e Sertão de Pernambuco devem registrar chuvas moderadas a pontualmente fortes ao longo desta sexta-feira (27), é o que prevê a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), que renovou o alerta para as regiões.

Comunicado amarelo

Um comunicado amarelo, de estado de observação, foi emitido e é válido durante todo o dia para o Sertão do estado, Sertão do São Francisco e Agreste.

Ainda se acordo com a Apac, as chuvas intensas estão sendo provocadas pelo fenômeno cavado de altos níveis, que tem causado instabilidades atmosféricas.
O Poder




imagem noticia

Recife abre 800 vagas em cursos profissionalizantes gratuitos

27/02/2026

Oportunidade de formação em diversas áreas. O Recife abriu 800 vagas em cursos profissionalizantes gratuitos, disponíveis para pessoas com idades a partir de 14 anos, a depender da formação escolhida. As oportunidades são para 11 escolas profissionalizantes espalhadas pela cidade, e as inscrições podem ser feitas por meio da plataforma GO Recife.

Turmas


São, ao todo, 44 turmas em oito áreas de formação. De acordo com a prefeitura, os cursos têm carga horária que varia entre 40 e 100 horas, nos turnos da manhã, tarde e noite.

As vagas são para quem quer se capacitar e conquistar uma vaga no mercado de trabalho ou iniciar um pequeno negócio. Entre os cursos disponíveis estão os seguintes: comandos elétricos, química capilar, informática básica, auxiliar administrativo, inglês para iniciantes, espanhol básico, inteligência artificial aplicada, produção de ovos de páscoa e bolo de pote, informática voltada para o mercado de traba...

imagem noticia

Oportunidade de formação em diversas áreas. O Recife abriu 800 vagas em cursos profissionalizantes gratuitos, disponíveis para pessoas com idades a partir de 14 anos, a depender da formação escolhida. As oportunidades são para 11 escolas profissionalizantes espalhadas pela cidade, e as inscrições podem ser feitas por meio da plataforma GO Recife.

Turmas


São, ao todo, 44 turmas em oito áreas de formação. De acordo com a prefeitura, os cursos têm carga horária que varia entre 40 e 100 horas, nos turnos da manhã, tarde e noite.

As vagas são para quem quer se capacitar e conquistar uma vaga no mercado de trabalho ou iniciar um pequeno negócio. Entre os cursos disponíveis estão os seguintes: comandos elétricos, química capilar, informática básica, auxiliar administrativo, inglês para iniciantes, espanhol básico, inteligência artificial aplicada, produção de ovos de páscoa e bolo de pote, informática voltada para o mercado de trabalho, eletricista predial de baixa tensão,eEnergia fotovoltaica, alimentação sustentável, corte e costura, artesanato diverso, aassoterapia, práticas integrativas, doces e salgados, e confeitaria avançada.


A inscrição

A inscrição pode ser feita pelo GO Recife, que pode ser acessado na ferramenta Conecta Recife. Também é possível ir presencialmente nas escolas profissionalizantes que ofertam as vagas para se inscrever. Após a confirmação da inscrição, é necessário efetivar a matrícula presencialmente, munidos de documento oficial com foto e comprovante de residência.

O Poder




Confira mais

a

Telefone/Whatsapp

Brasília

(61) 99667-4410

Recife

(81) 99967-9957

Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nosso site.
Ao utilizar nosso site e suas ferramentas, você concorda com a nossa Política de Privacidade.

Jornal O Poder - Política de Privacidade

Esta política estabelece como ocorre o tratamento dos dados pessoais dos visitantes dos sites dos projetos gerenciados pela Jornal O Poder.

As informações coletadas de usuários ao preencher formulários inclusos neste site serão utilizadas apenas para fins de comunicação de nossas ações.

O presente site utiliza a tecnologia de cookies, através dos quais não é possível identificar diretamente o usuário. Entretanto, a partir deles é possível saber informações mais generalizadas, como geolocalização, navegador utilizado e se o acesso é por desktop ou mobile, além de identificar outras informações sobre hábitos de navegação.

O usuário tem direito a obter, em relação aos dados tratados pelo nosso site, a qualquer momento, a confirmação do armazenamento desses dados.

O consentimento do usuário titular dos dados será fornecido através do próprio site e seus formulários preenchidos.

De acordo com os termos estabelecidos nesta política, a Jornal O Poder não divulgará dados pessoais.

Com o objetivo de garantir maior proteção das informações pessoais que estão no banco de dados, a Jornal O Poder implementa medidas contra ameaças físicas e técnicas, a fim de proteger todas as informações pessoais para evitar uso e divulgação não autorizados.

fechar