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É Findi – Cultura e Lazer – Infâncias, poema, por Felipe Bezerra*

11/01/2025

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um janeiro sem mangueiras
para serem despidas,
às vezes às pressas,
não sendo trela permitida
por vigias, pais ou jardineiros,
sem portão ou algodão superado,
é mera travessia do tempo.

veraneio de verdade
tem desenlace de frutas alheias,
das mais belas às mais feias,
para sentir o coração saltando,
na caixa de emoções do peito,
ao se voltar pra casa correndo
com doce nos lábios e nos dedos.


*Felipe Bezerra, advogado e poeta

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um janeiro sem mangueiras
para serem despidas,
às vezes às pressas,
não sendo trela permitida
por vigias, pais ou jardineiros,
sem portão ou algodão superado,
é mera travessia do tempo.

veraneio de verdade
tem desenlace de frutas alheias,
das mais belas às mais feias,
para sentir o coração saltando,
na caixa de emoções do peito,
ao se voltar pra casa correndo
com doce nos lábios e nos dedos.


*Felipe Bezerra, advogado e poeta

Leia outras informações

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O Aço Chinês e a Crise da Siderurgia Nacional: um Desafio à Soberania Industrial Brasileira - Por Amadeu Robalinho*

06/08/2026

A Indústria siderúrgica brasileira atravessa um dos momentos mais delicados de sua história recente. O crescimento das importações de aço provenientes da China, muitas vezes comercializado a preços inferiores aos praticados no mercado internacional, tem provocado uma forte pressão sobre as empresas nacionais, reduzindo margens de lucro, comprometendo investimentos e colocando em risco milhares de empregos diretos e indiretos.

O Fenômeno é frequentemente associado à prática de "dumping", caracterizada pela exportação de produtos abaixo do custo de produção ou por preços artificialmente reduzidos, em razão de elevados subsídios governamentais, excesso de capacidade produtiva ou políticas industriais agressivas. Para países com forte capacidade industrial, como a China, essa estratégia amplia mercados consumidores, mas cria graves dificuldades para concorrentes que operam em condições normais de mercado.

No Brasil, empresas como a Gerdau, a CSN e a Usiminas v...

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A Indústria siderúrgica brasileira atravessa um dos momentos mais delicados de sua história recente. O crescimento das importações de aço provenientes da China, muitas vezes comercializado a preços inferiores aos praticados no mercado internacional, tem provocado uma forte pressão sobre as empresas nacionais, reduzindo margens de lucro, comprometendo investimentos e colocando em risco milhares de empregos diretos e indiretos.

O Fenômeno é frequentemente associado à prática de "dumping", caracterizada pela exportação de produtos abaixo do custo de produção ou por preços artificialmente reduzidos, em razão de elevados subsídios governamentais, excesso de capacidade produtiva ou políticas industriais agressivas. Para países com forte capacidade industrial, como a China, essa estratégia amplia mercados consumidores, mas cria graves dificuldades para concorrentes que operam em condições normais de mercado.

No Brasil, empresas como a Gerdau, a CSN e a Usiminas vêm alertando que o aumento das importações de aço chinês tem provocado perda de competitividade, redução da utilização da capacidade instalada e adiamento de novos investimentos. Algumas unidades industriais tiveram suas operações reduzidas ou suspensas, enquanto projetos de expansão foram postergados diante da incerteza do mercado.

Segundo declarações recentes do CEO da Gerdau, Gustavo Werneck, a empresa aguarda que o Governo Federal adote medidas antidumping e de defesa comercial nos próximos meses. A expectativa é que essas medidas restabeleçam condições mais equilibradas de concorrência, permitindo a retomada de investimentos e a reativação de algumas plantas industriais atualmente paralisadas. Até o momento, contudo, a unidade da empresa localizada no bairro do Curado, em Jaboatão dos Guararapes (PE), ainda não foi incluída entre as possíveis beneficiadas.

Os impactos vão muito além das empresas siderúrgicas. A siderurgia constitui a base de praticamente toda a cadeia industrial brasileira. Construção civil, indústria naval, setor automotivo, ferroviário, petróleo e gás, energia, mineração, máquinas e equipamentos, indústria de defesa e infraestrutura dependem diretamente da produção nacional de aço.

Sob a perspectiva estratégica, a perda de capacidade siderúrgica representa um risco para a soberania nacional. Nenhuma grande potência industrial mantém sua autonomia tecnológica e militar sem uma base siderúrgica sólida. O aço é um insumo essencial para a fabricação de navios, submarinos, blindados, aeronaves, pontes, plataformas offshore, linhas de transmissão, usinas e equipamentos industriais.

Caso o Brasil amplie sua dependência do aço importado, especialmente de um único fornecedor externo, poderá enfrentar vulnerabilidades significativas em momentos de crises internacionais, conflitos geopolíticos ou interrupções das cadeias globais de suprimentos. A pandemia da COVID-19 demonstrou como a excessiva dependência externa pode comprometer a segurança econômica de um país.

Além disso, a retração da siderurgia implica perda de arrecadação tributária, fechamento de postos de trabalho altamente qualificados, redução da produção industrial e enfraquecimento do desenvolvimento tecnológico nacional. Cada usina fechada representa também a perda de conhecimento técnico, de capacidade produtiva e de investimentos realizados ao longo de décadas.

Por outro lado, é importante reconhecer que a utilização de medidas antidumping deve observar as regras internacionais do comércio e ser fundamentada em investigações técnicas que comprovem práticas desleais. O objetivo dessas medidas não é impedir a concorrência internacional, mas assegurar condições equitativas para produtores nacionais e estrangeiros.

Nesse contexto, torna-se imprescindível que o Brasil fortaleça sua política industrial, amplie os mecanismos de defesa comercial quando cabíveis, estimule a inovação tecnológica e preserve setores considerados estratégicos para o desenvolvimento econômico e para a segurança nacional.

A defesa da siderurgia brasileira transcende o interesse empresarial. Trata-se da preservação de uma indústria estruturante, responsável por sustentar grande parte da capacidade produtiva do país. Manter uma base siderúrgica competitiva significa proteger empregos, garantir autonomia tecnológica, fortalecer a indústria de defesa e assegurar que o Brasil continue dispondo de um dos principais pilares de sua soberania econômica e estratégica.


*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.




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Adriano X Aguinaldo: Como presidente da Assembleia reagirá ao ficar novamente fora da chapa do governo?

06/08/2026

Por Flávio Lúcio*

Quando a convenção homologou as candidaturas de Cícero Lucena ao governo e de Veneziano Vital e André Gadelha ao Senado, era nítido o clima de unidade entre os partidos da oposição — cenário que se fortaleceu ainda mais nos últimos dias.

Na convenção governista, porém, o impasse sobre quem ocupará a vaga de vice na chapa de Lucas Ribeiro persistiu sem que se chegasse a um consenso. Pelo contrário. Em meados da tarde, o deputado estadual Adriano Galdino abandonou a reunião, e seus apoiadores, que estavam no Centro de Convenções, deixaram o local em seguida.

É a segunda vez que Adriano Galdino sofre uma rasteira de Aguinaldo Ribeiro. A primeira ocorreu em 2022. Todos se lembram de que, em um movimento inesperado, Aguinaldo comunicou a João Azevêdo que desistia do projeto de disputar o Senado, deixando o então governador estupefato com a mudança repentina de planos. Mas não parou por aí. Aguinaldo exigiu que a vaga de v...

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Por Flávio Lúcio*

Quando a convenção homologou as candidaturas de Cícero Lucena ao governo e de Veneziano Vital e André Gadelha ao Senado, era nítido o clima de unidade entre os partidos da oposição — cenário que se fortaleceu ainda mais nos últimos dias.

Na convenção governista, porém, o impasse sobre quem ocupará a vaga de vice na chapa de Lucas Ribeiro persistiu sem que se chegasse a um consenso. Pelo contrário. Em meados da tarde, o deputado estadual Adriano Galdino abandonou a reunião, e seus apoiadores, que estavam no Centro de Convenções, deixaram o local em seguida.

É a segunda vez que Adriano Galdino sofre uma rasteira de Aguinaldo Ribeiro. A primeira ocorreu em 2022. Todos se lembram de que, em um movimento inesperado, Aguinaldo comunicou a João Azevêdo que desistia do projeto de disputar o Senado, deixando o então governador estupefato com a mudança repentina de planos. Mas não parou por aí. Aguinaldo exigiu que a vaga de vice — até então destinada a Adriano Galdino — fosse ocupada por seu sobrinho, Lucas Ribeiro, que naquele momento era aliado de Bruno Cunha Lima. João Azevêdo cedeu, e Galdino acabou excluído da chapa.

Em 2026, Galdino voltou a ser vítima de uma nova rasteira. Desta vez, Aguinaldo recorreu ao velho expediente de "colocar um bode na sala": condicionou a indicação de Galdino para a vice-governadoria à redistribuição de suas bases eleitorais. Quem conhece minimamente o presidente da Assembleia sabia que essa exigência jamais seria aceita. E foi exatamente o que aconteceu.

O resultado foi uma manobra que preservou o impasse e deixou insatisfeita a ala do Republicanos liderada pelo presidente da Assembleia.

Quem pensa que esse foi o maior problema criado pela família Ribeiro para seus aliados talvez não tenha prestado a devida atenção ao anúncio feito pela senadora Daniella Ribeiro durante a convenção governista: ela será a primeira suplente de Nabor Wanderley — decisão que dificilmente deve ter deixado João Azevêdo satisfeito.

Sobre esse ponto, faço uma análise mais detalhada logo mais.

*Flávio Lúcio é cientista político. Professor de História da UFPB e doutro em Sociologia.



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Ex-prefeitos Euda e Bado e vereadora Marina Venâncio, de Cuité, reafirmam apoio a Cícero, Veneziano e André Gadelha

06/08/2026

O Senador e pré-candidato à reeleição para o Senado Federal Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) recebeu nesta quinta-feira (06), em sua residência, a visita dos ex-prefeitos Euda e Bado e da atual vereadora Marina Venâncio, da cidade de Cuité. Segundo Veneziano, foi um encontro descontraído, para reviver grandes momentos de uma relação de mais de 20 anos.

Na oportunidade, Euda, Bado e Marina reafirmaram o compromisso de apoiar as pré-candidaturas de Veneziano e André Gadelha para o Senado; e de Cícero Lucena para o Governo da Paraíba.

“Revivendo com os amigos Euda, ex-prefeita de Cuité; seu esposo Bado, também ex-prefeito; e a filha do casal, a vereadora Marina Venâncio, uma grande história que começou há mais de 20 anos, e agradecendo também o carinho do apoio a mim, a André e a Cícero”, disse Veneziano, em suas redes sociais.

Assessoria de Imprensa
Senador Veneziano Vital do Rêgo - MDB-PB
Pré-candidato à reeleição no Senado F...

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O Senador e pré-candidato à reeleição para o Senado Federal Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) recebeu nesta quinta-feira (06), em sua residência, a visita dos ex-prefeitos Euda e Bado e da atual vereadora Marina Venâncio, da cidade de Cuité. Segundo Veneziano, foi um encontro descontraído, para reviver grandes momentos de uma relação de mais de 20 anos.

Na oportunidade, Euda, Bado e Marina reafirmaram o compromisso de apoiar as pré-candidaturas de Veneziano e André Gadelha para o Senado; e de Cícero Lucena para o Governo da Paraíba.

“Revivendo com os amigos Euda, ex-prefeita de Cuité; seu esposo Bado, também ex-prefeito; e a filha do casal, a vereadora Marina Venâncio, uma grande história que começou há mais de 20 anos, e agradecendo também o carinho do apoio a mim, a André e a Cícero”, disse Veneziano, em suas redes sociais.

Assessoria de Imprensa
Senador Veneziano Vital do Rêgo - MDB-PB
Pré-candidato à reeleição no Senado Federal




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Clube de tiro é invadido e tem mais de 10 armas roubadas no Grande Recife

06/08/2026

Um clube de tiro teve armas roubadas após ser invadido por criminosos em São Lourenço da Mata, no Grande Recife. Um suspeito de participar do roubo foi preso pela Polícia Civil, que investiga o caso. Segundo informações, os bandidos levaram, ao menos, 15 armamentos.

A invasão

A invasão aconteceu na madrugada da quinta-feira (5) no Centro de Treinamento Tático de Pernambuco (CTTPE) na BR-408, nas imediações da Arena de Pernambuco, no bairro de Penedo. Em nota divulgada hoje, quinta-feira (06/08), o clube privado, voltado para a prática de tiro esportivo, informou que suspendeu as atividades por causa do roubo.

Afirma

Em postagem no perfil do Instagram, o centro afirmou que "aproximadamente 10 indivíduos armados invadiram as dependências da instituição". Segundo o comunicado, os bandidos conseguiram abrir um dos cofres que guardava as armas. Foram furtadas "algumas pistolas regularmente registradas, além de outros...

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Um clube de tiro teve armas roubadas após ser invadido por criminosos em São Lourenço da Mata, no Grande Recife. Um suspeito de participar do roubo foi preso pela Polícia Civil, que investiga o caso. Segundo informações, os bandidos levaram, ao menos, 15 armamentos.

A invasão

A invasão aconteceu na madrugada da quinta-feira (5) no Centro de Treinamento Tático de Pernambuco (CTTPE) na BR-408, nas imediações da Arena de Pernambuco, no bairro de Penedo. Em nota divulgada hoje, quinta-feira (06/08), o clube privado, voltado para a prática de tiro esportivo, informou que suspendeu as atividades por causa do roubo.

Afirma

Em postagem no perfil do Instagram, o centro afirmou que "aproximadamente 10 indivíduos armados invadiram as dependências da instituição". Segundo o comunicado, os bandidos conseguiram abrir um dos cofres que guardava as armas. Foram furtadas "algumas pistolas regularmente registradas, além de outros produtos controlados", informa o texto.




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Planalto vê nova interferência dos EUA e descarta agrément até eleições

06/08/2026

O Palácio do Planalto afirma, nos bastidores, que a revogação do visto da embaixadora do Brasil nos Estados Unidos, Maria Luiza Ribeiro Viotti, é uma nova tentativa do país de interferir nas eleições de 2026 e descarta conceder o agrément ao deputado da Flórida Daniel Perez antes de outubro. Ele foi indicado por Washington para o posto de embaixador norte-americano no Brasil.

Reclamou

Ao aplicar a sanção contra Viotti na segunda-feira (03/08), o Departamento de Estado reclamou de o Brasil ainda não ter concedido o agrément para o escolhido.

Indicam

Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicam que nenhum agrément – que é, na prática, a aprovação a um embaixador indicado – será concedido pelo Brasil até as eleições. Essa decisão precisa passar pelo petista, que agora volta suas atenções a agendas de campanha.

Avaliação

A avaliação geral sobre a indicação é de...

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O Palácio do Planalto afirma, nos bastidores, que a revogação do visto da embaixadora do Brasil nos Estados Unidos, Maria Luiza Ribeiro Viotti, é uma nova tentativa do país de interferir nas eleições de 2026 e descarta conceder o agrément ao deputado da Flórida Daniel Perez antes de outubro. Ele foi indicado por Washington para o posto de embaixador norte-americano no Brasil.

Reclamou

Ao aplicar a sanção contra Viotti na segunda-feira (03/08), o Departamento de Estado reclamou de o Brasil ainda não ter concedido o agrément para o escolhido.

Indicam

Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) indicam que nenhum agrément – que é, na prática, a aprovação a um embaixador indicado – será concedido pelo Brasil até as eleições. Essa decisão precisa passar pelo petista, que agora volta suas atenções a agendas de campanha.

Avaliação

A avaliação geral sobre a indicação é de que, caso a análise técnica do Itamaraty validasse Perez, Lula a aprovaria. O constrangimento da retirada do visto de Viotti deve reforçar o elemento político na decisão do petista.
A diplomacia brasileira reclama de os EUA terem indicado Perez sem uma consulta prévia ao Itamaraty, uma praxe nas relações internacionais.

Viotti fica nos EUA

A gestão federal avalia a revogação do visto de Maria Luiza Ribeiro Viotti pelo Departamento de Estado como “simbólica” e vai manter a diplomata no país.

Entende

Segundo interlocutores, o Palácio do Planalto entende a medida como grave – apesar de classificá-la como simbólica.
Neste momento, a gestão federal decidiu adotar cautela e aguardar por novas movimentações dos Estados Unidos. Segundo interlocutores de Lula, não há intenção de retirar Viotti do país, mas a avaliação pode mudar em caso de novos “constrangimentos” a funcionários brasileiros.




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Preste atenção nesse cara. Discurso de André Gadelha traz programa e compromissos para o Senado

06/08/2026

Aclamado na tarde de ontem, quarta-feira 05/08, candidato ao Senado pelo MDB da Paraíba, na chapa de Cícero Lucena, governador, e Veneziano Vital, senador, André Gadelha, que vai para a campanha com o número 151, surpreendeu também no discurso. Após resumir sua trajetória política, afirmou: "Assumo no momento mais honroso da minha carreira política, o compromisso inarredável de, se Deus permitir e for a vontade do meu povo, servi-lo no Senado da República como porta-voz dos seus problemas e guerreiro das soluções para beneficiar a vida das pessoas.
Conto com você, com sua participação, na caminhada e no mandato, se Deus quiser".

A novidade do mandato

André afirmou que entrou na disputa para levar ao Senado da República os problemas da vida real das pessoas. Para encaminhar soluções através da articulação e execução de projetos que, em sua grande maioria, já existem, dispersos nos mais diversos órgãos das diversas instâncias dos poderes da...

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Aclamado na tarde de ontem, quarta-feira 05/08, candidato ao Senado pelo MDB da Paraíba, na chapa de Cícero Lucena, governador, e Veneziano Vital, senador, André Gadelha, que vai para a campanha com o número 151, surpreendeu também no discurso. Após resumir sua trajetória política, afirmou: "Assumo no momento mais honroso da minha carreira política, o compromisso inarredável de, se Deus permitir e for a vontade do meu povo, servi-lo no Senado da República como porta-voz dos seus problemas e guerreiro das soluções para beneficiar a vida das pessoas.
Conto com você, com sua participação, na caminhada e no mandato, se Deus quiser".

A novidade do mandato

André afirmou que entrou na disputa para levar ao Senado da República os problemas da vida real das pessoas. Para encaminhar soluções através da articulação e execução de projetos que, em sua grande maioria, já existem, dispersos nos mais diversos órgãos das diversas instâncias dos poderes da República.
Afirmou que cada uma das missões que encarou, ao longo dos mandatos que exerceu, fortaleceu a convicção de que a boa política se faz perto das pessoas, ouvindo suas necessidades e trabalhando para melhorar suas vidas.



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Ouviu o povo

"Foi com esse espírito que, nos últimos meses, percorri a Paraíba de ponta a ponta. Conversei com agricultores, comerciantes, empresários, professores, profissionais da saúde, lideranças comunitárias, prefeitos, vereadores, sindicatos, cooperativas e representantes dos mais diversos setores da sociedade. Ouvi muito mais do que falei. E foi justamente ouvindo que compreendi, com ainda mais clareza, os desafios e as potencialidades do nosso Estado", assinalou.

Presente onde os problemas acontecem

"Conheço a realidade da nossa gente porque sempre estive presente onde os problemas acontecem e onde também nascem as soluções. Conheço as dificuldades do Sertão, a força do Agreste e do Brejo, a resiliência do Cariri e da Borborema, o potencial do Curimataú e do Vale do Mamanguape, e a riqueza do Litoral e da nossa economia do mar. Cada região tem sua vocação, cada município tem os seus desafios, e todos merecem ser ouvidos e respeitados", proclamou

Programa

Ao final do evento, foi disponibilizado para a imprensa um folder, em versões impressa e digital. O documento chama-se Programa/Compromisso, abordando temas importantes e problemas fundamentais da sociedade paraibana.




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Disputa pelo governo de Pernambuco em 2026 tem sete candidaturas oficialmente lançadas

06/08/2026

A busca pelo Palácio do Campo das Princesas. A disputa pelo governo de Pernambuco em 2026 tem sete nomes oficialmente lançados. Os candidatos foram escolhidos dentro do prazo das convenções partidárias, que se encerrou ontem, quarta-feira (05/08). De acordo com a Justiça Eleitoral, os partidos políticos ainda podem registrar candidaturas até o dia 15 de agosto.

Os sete candidatos a governador de Pernambuco em 2026 são:

Camila Falcão (Unidade Popular)
Guilherme Fonseca (PSTU)
Ivan Moraes (PSOL)
Jeremias Cosmo (Democrata)
João Campos (PSB)
Raquel Lyra (PSD)
Renan Hallais (Missão)

Cinco homens e duas mulheres

Neste ano, cinco homens e duas mulheres concorrem ao comando do Palácio do Campo das Princesas a partir de 6 de janeiro de 2027.

Dependem do deferimento

Os inscritos como candidatos ao governo dependem do deferimento (confirmação) da...

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A busca pelo Palácio do Campo das Princesas. A disputa pelo governo de Pernambuco em 2026 tem sete nomes oficialmente lançados. Os candidatos foram escolhidos dentro do prazo das convenções partidárias, que se encerrou ontem, quarta-feira (05/08). De acordo com a Justiça Eleitoral, os partidos políticos ainda podem registrar candidaturas até o dia 15 de agosto.

Os sete candidatos a governador de Pernambuco em 2026 são:

Camila Falcão (Unidade Popular)
Guilherme Fonseca (PSTU)
Ivan Moraes (PSOL)
Jeremias Cosmo (Democrata)
João Campos (PSB)
Raquel Lyra (PSD)
Renan Hallais (Missão)

Cinco homens e duas mulheres

Neste ano, cinco homens e duas mulheres concorrem ao comando do Palácio do Campo das Princesas a partir de 6 de janeiro de 2027.

Dependem do deferimento

Os inscritos como candidatos ao governo dependem do deferimento (confirmação) das candidaturas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O prazo limite para que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) julgue as candidaturas é 14 de setembro, 20 dias antes das eleições.

Primeiro turno

O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro, e o segundo, se houver, deve acontecer em 25 de outubro.

O Poder




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Apenas Raquel registra candidatura sem apresentar plano de governo

06/08/2026

A governadora Raquel Teixeira Lyra (PSD) foi a única candidata ao Governo de Pernambuco que registrou sua postulação na Justiça Eleitoral sem apresentar propostas. A indicação de um plano ou de diretrizes de governo é um item obrigatório no sistema DivulgaCand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas até a manhã de hoje, quinta-feira (06/08), já após o fim do prazo de registro de candidaturas, o eleitorado seguia sem conhecer o que a governadora pretende realizar caso seja eleita para mais um mandato.



Governo sem rumo?

O atraso de Raquel é curioso, considerando que ela já está no exercício do cargo de governadora e teve quatro anos para construir projetos e diretrizes, o que levaria, em tese, um segundo governo a ser uma continuidade do primeiro. Entretanto, como O Poder vem alertando, a governadora atua ao sabor do momento, lançando propostas sem conexão com a realidade e definindo objetivos que não tem capacidade para cumprir. A...

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A governadora Raquel Teixeira Lyra (PSD) foi a única candidata ao Governo de Pernambuco que registrou sua postulação na Justiça Eleitoral sem apresentar propostas. A indicação de um plano ou de diretrizes de governo é um item obrigatório no sistema DivulgaCand, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas até a manhã de hoje, quinta-feira (06/08), já após o fim do prazo de registro de candidaturas, o eleitorado seguia sem conhecer o que a governadora pretende realizar caso seja eleita para mais um mandato.



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Governo sem rumo?

O atraso de Raquel é curioso, considerando que ela já está no exercício do cargo de governadora e teve quatro anos para construir projetos e diretrizes, o que levaria, em tese, um segundo governo a ser uma continuidade do primeiro. Entretanto, como O Poder vem alertando, a governadora atua ao sabor do momento, lançando propostas sem conexão com a realidade e definindo objetivos que não tem capacidade para cumprir. Até agora, com o maior canteiro de obras inacabadas do país, continua lançando ordens de serviço que não vão dar em nada, qualquer um desapaixonado sabe. Na direção que ela identifica uma oportunidade midiática, é por aí que vai o governo. Naquele momento.

João Campos

O principal adversário da governadora, por exemplo, anexou suas propostas desde ontem, quarta-feira (05/08), com diretrizes de um plano de governo em áreas como saúde, educação, segurança e infraestrutura. Também cumpriram a exigência da Justiça Eleitoral os candidatos Ivan Moraes (PSOL) e Guilherme Fonseca (PSTU) e a candidata Professora Camila (UP).




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Sem mulheres na vice, campanhas dependem de "madrinhas" pelo voto feminino

06/08/2026

As principais chapas presidenciais chegam à disputa pelo Palácio do Planalto sem mulheres nas vagas de presidente ou vice. Elas são maioria entre os eleitores, têm peso decisivo nas campanhas e podem ajudar a reduzir a rejeição dos candidatos. Ainda assim, ficaram fora do espaço em que o poder é formalmente dividido.

As contradições

A contradição deverá ficar exposta durante a campanha: as mulheres não estarão nas chapas, mas serão convocadas para pedir votos por elas. Lideranças femininas deverão assumir o papel de "madrinhas", chamadas para humanizar os candidatos, amortecer rejeições e falar diretamente com as eleitoras.

Estratégia

A estratégia mostra que os partidos reconhecem a força desse eleitorado. As mulheres representam 52,8% dos eleitores brasileiros — quase 84 milhões de votos. Também chefiam mais da metade dos lares e sentem diretamente os efeitos da inflação dos alimentos, da perda de renda e do cus...

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As principais chapas presidenciais chegam à disputa pelo Palácio do Planalto sem mulheres nas vagas de presidente ou vice. Elas são maioria entre os eleitores, têm peso decisivo nas campanhas e podem ajudar a reduzir a rejeição dos candidatos. Ainda assim, ficaram fora do espaço em que o poder é formalmente dividido.

As contradições

A contradição deverá ficar exposta durante a campanha: as mulheres não estarão nas chapas, mas serão convocadas para pedir votos por elas. Lideranças femininas deverão assumir o papel de "madrinhas", chamadas para humanizar os candidatos, amortecer rejeições e falar diretamente com as eleitoras.

Estratégia

A estratégia mostra que os partidos reconhecem a força desse eleitorado. As mulheres representam 52,8% dos eleitores brasileiros — quase 84 milhões de votos. Também chefiam mais da metade dos lares e sentem diretamente os efeitos da inflação dos alimentos, da perda de renda e do custo dos serviços essenciais.

Oposição procurou mulheres, mas terminou entre homens

No campo da oposição, a procura por uma vice mulher respondia a um cálculo eleitoral. A pré-campanha de Flávio Bolsonaro (PL) buscou nomes como os da senadora Tereza Cristina (PP-MS), vista como ponte com o agronegócio e setores mais moderados, e de Daniella Marques, ex-presidente da Caixa no governo de Jair Bolsonaro. Também surgiram os nomes de Priscila Costa, vereadora de Fortaleza, e da deputada federal Bia Kicis, aliada histórica de Bolsonaro.

Coligação formal

Sem atrair PP, Republicanos e Podemos para uma coligação formal, o PL fechou uma chapa puro-sangue com o deputado Alfredo Gaspar.

Enfrentou

Romeu Zema enfrentou dificuldade semelhante. Isolado no Novo, compôs com o senador Eduardo Girão. Nos dois casos, o impasse na construção de alianças resultou em chapas exclusivamente masculinas.

Governo optou pelo pragmatismo da frente ampla

No campo governista, Lula manteve Geraldo Alckmin e preservou a aliança entre PT e PSB. Setores do PT, da base aliada e de movimentos sociais defenderam uma mulher na vice. Simone Tebet (PSB), Anielle Franco e Gleisi Hoffmann foram mencionadas, mas nenhuma articulação avançou.

"Fator Alckmin

O "fator Alckmin" acabou falando mais alto. Vice-presidente, ele permanece como o principal símbolo da frente ampla que venceu a eleição de 2022.

Acordos partidários

No governo e na oposição, a definição das chapas seguiu a lógica dos acordos partidários — ou da dificuldade de construí-los —, do tempo de televisão e dos interesses dos grupos que ainda controlam as estruturas partidárias – majoritariamente masculinos.

Com CNN




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STF pode decidir nesta quinta se jogo do bicho, bingo e caça-níqueis seguem ilegais

06/08/2026

O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma hoje, quinta-feira (06/08) julgamento para definir se mantém a criminalização dos jogos de azar, como bingo, jogo do bicho e as máquinas caça-níqueis. O julgamento foi suspenso após o início do voto do relator, ministro Luiz Fux, ontem, quarta-feira (05/08).

Indicou

Fux indicou que deve votar para manter a criminalização de jogos e demonstrou preocupação com o aumento e impacto da prática e também das bets (apostas online), apontando que essa modalidade também terá que ser enfrentada pela Corte, uma vez que há uma captura da vontade das pessoas nessa atividade.

Analisam

Os ministros analisam um recurso do Ministério Público do Rio Grande do Sul contra decisões da Justiça do Estado que deixaram de aplicar a contravenção penal em casos de exploração de jogo de azar.

Vai decidir

O Supremo vai decidir se o artigo 50 da Lei de Contravenções...

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O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma hoje, quinta-feira (06/08) julgamento para definir se mantém a criminalização dos jogos de azar, como bingo, jogo do bicho e as máquinas caça-níqueis. O julgamento foi suspenso após o início do voto do relator, ministro Luiz Fux, ontem, quarta-feira (05/08).

Indicou

Fux indicou que deve votar para manter a criminalização de jogos e demonstrou preocupação com o aumento e impacto da prática e também das bets (apostas online), apontando que essa modalidade também terá que ser enfrentada pela Corte, uma vez que há uma captura da vontade das pessoas nessa atividade.

Analisam

Os ministros analisam um recurso do Ministério Público do Rio Grande do Sul contra decisões da Justiça do Estado que deixaram de aplicar a contravenção penal em casos de exploração de jogo de azar.

Vai decidir

O Supremo vai decidir se o artigo 50 da Lei de Contravenções Penais, editada em 1941, permanece compatível com a Constituição.
A lei fixa que estabelecer ou explorar jogo de azar em lugar público ou acessível ao público, mediante o pagamento de entrada ou sem ele, é contravenção penal. A pena é de prisão simples de três meses a um ano, além de multa.

Defendeu

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu que o Supremo mantenha a punição à exploração dos jogos de azar e também da multa para apostadores.

Precisam votar

Além de Fux, outros nove ministros precisam votar. A decisão tomada pelo Supremo terá que ser seguida pelas outras instâncias da Justiça. Ao menos, 2,7 mil processos aguardam a decisão do STF.




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