É Findi – Cultura e Lazer – Infâncias, poema, por Felipe Bezerra*
11/01/2025
para serem despidas,
às vezes às pressas,
não sendo trela permitida
por vigias, pais ou jardineiros,
sem portão ou algodão superado,
é mera travessia do tempo.
veraneio de verdade
tem desenlace de frutas alheias,
das mais belas às mais feias,
para sentir o coração saltando,
na caixa de emoções do peito,
ao se voltar pra casa correndo
com doce nos lábios e nos dedos.
*Felipe Bezerra, advogado e poeta
para serem despidas,
às vezes às pressas,
não sendo trela permitida
por vigias, pais ou jardineiros,
sem portão ou algodão superado,
é mera travessia do tempo.
veraneio de verdade
tem desenlace de frutas alheias,
das mais belas às mais feias,
para sentir o coração saltando,
na caixa de emoções do peito,
ao se voltar pra casa correndo
com doce nos lábios e nos dedos.
*Felipe Bezerra, advogado e poeta
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Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta terça-feira Por Alek Maracajá
08/09/2026
O 7 de Setembro terminou com um cenário político bem diferente daquele que abriu a semana. Lula tentou ocupar o espaço da institucionalidade e da soberania; a oposição transformou a crise do STF em combustível eleitoral; e a nova pesquisa Quaest avisou que a corrida presidencial já não está apenas aquecendo começou a apertar.
Dentro do Supremo, Alexandre de Moraes e André Mendonça elevaram o confronto, Edson Fachin assumiu a função de árbitro e 13 ministros aposentados cobraram uma apuração pública e urgente.
O feriado acabou, mas Brasília conseguiu transformar a Independência em uma segunda-feira de expediente institucional.
.
Termômetro digital do dia
Em alta: André Mendonça, impulsionado pelo apoio às investigações e pela percepção de enfrentamento dentro do STF.
Em queda: Alexandre de Moraes, que permanece n...
Brasília, 8 de setembro de 2026
O 7 de Setembro terminou com um cenário político bem diferente daquele que abriu a semana. Lula tentou ocupar o espaço da institucionalidade e da soberania; a oposição transformou a crise do STF em combustível eleitoral; e a nova pesquisa Quaest avisou que a corrida presidencial já não está apenas aquecendo começou a apertar.
Dentro do Supremo, Alexandre de Moraes e André Mendonça elevaram o confronto, Edson Fachin assumiu a função de árbitro e 13 ministros aposentados cobraram uma apuração pública e urgente.
O feriado acabou, mas Brasília conseguiu transformar a Independência em uma segunda-feira de expediente institucional.
.
Termômetro digital do dia
Em alta: André Mendonça, impulsionado pelo apoio às investigações e pela percepção de enfrentamento dentro do STF.
Em queda: Alexandre de Moraes, que permanece no centro das críticas relacionadas ao Banco Master, a Daniel Vorcaro e à condução da crise.
Assunto dominante: STF, Banco Master e o confronto Moraes × Mendonça.
Maior velocidade: conteúdos que relacionam a crise do Supremo à eleição presidencial.
Potencial de explosão: eventual julgamento público no plenário do STF.
Disputa do dia: Lula tenta ocupar a institucionalidade; Flávio Bolsonaro procura transformar a indignação em voto.
No digital, Mendonça está ganhando de goleada; Moraes ainda tenta descobrir quem mudou o placar.
A eleição apertou o cinto
A nova pesquisa Quaest colocou Lula com 36% das intenções de voto no primeiro turno, contra 29% de Flávio Bolsonaro. Augusto Cury aparece com 8%, enquanto 10% permanecem indecisos. No segundo turno, Lula e Flávio registram 41% cada. A liderança do presidente permanece na primeira rodada, mas desaparece quando a disputa fica concentrada.
Se antes a eleição estava em aquecimento, agora alguém finalmente apertou o botão “iniciar partida”.
O STF desceu do plenário e subiu no palanque
A crise envolvendo Alexandre de Moraes, André Mendonça e as investigações do Banco Master ultrapassou os limites do Supremo. Flávio Bolsonaro usou o 7 de Setembro para colocar Moraes no centro de seu discurso, enquanto outros candidatos da direita adotaram estratégia semelhante. O STF passou a funcionar como eixo narrativo comum da oposição.
Quando a Suprema Corte vira assunto obrigatório de comício, a crise institucional já entrou oficialmente na campanha.
Flávio testou a força do sobrenome sem o dono original
O ato de Flávio Bolsonaro na Avenida Paulista reuniu cerca de 28,5 mil pessoas, segundo estimativa divulgada pela imprensa — número inferior ao de manifestações anteriores ligadas a Jair Bolsonaro. A militância compareceu, mas Flávio ainda precisa demonstrar que consegue transformar o sobrenome em capital político próprio. Durante o evento, Nikolas Ferreira teria provocado reação popular maior, segundo análise do UOL.
Herdar o sobrenome ajuda muito; herdar automaticamente a multidão já é outro processo e esse ainda está em análise.
Zema foi à Paulista e encontrou uma disputa de condomínio
Romeu Zema participou do ato do Novo contrário ao governo Lula e ao STF, realizado no mesmo local onde Flávio Bolsonaro faria sua manifestação horas depois. Questionado se estaria tentando aproveitar o público bolsonarista, Zema acabou expondo uma disputa maior: quem será o principal candidato anti-Lula caso a eleição avance ao segundo turno?
Na direita brasileira, até a escolha da calçada pode virar prévia presidencial.
Lula escolheu a faixa institucional
Enquanto a Paulista concentrava críticas ao governo e ao STF, Lula participou do desfile oficial em Brasília ao lado de Edson Fachin, Davi Alcolumbre e Hugo Motta. O presidente evitou o confronto direto e priorizou a soberania nacional e as críticas aos chamados “falsos patriotas”. A estratégia procura consolidá-lo como representante da estabilidade institucional.
Enquanto a oposição gritava “STF”, Lula preferiu falar “Brasil”. A disputa agora é saber qual palavra chega mais longe.
Fachin virou presidente, árbitro e síndico
Edson Fachin abriu um procedimento para reunir as informações apresentadas por Moraes e Mendonça e estabeleceu prazo até sexta-feira, 11 de setembro, para as explicações. Também retirou do inquérito das fake news o pedido de Moraes para investigar Mendonça, concentrando a crise sob sua própria condução.
A mensagem institucional é clara: disputas internas não devem ser resolvidas por meio de inquéritos controlados por uma das partes.
Fachin ganhou a cadeira de presidente do STF; a crise entregou também o livro de ocorrências do condomínio.
Mendonça colocou a crise na fila do plenário
André Mendonça liberou para julgamento no plenário o caso envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. Caberá a Fachin definir quando o assunto será pautado, provavelmente depois das manifestações dos envolvidos.
O plenário poderá analisar se existem fundamentos para uma investigação contra Moraes, transformando o confronto entre ministros em debate institucional, formal e televisionado.
A crise já tinha personagens e roteiro; agora pode ganhar pauta, horário e transmissão ao vivo.
Treze aposentados pediram uma reunião de família
Treze ministros aposentados e ex-presidentes do STF enviaram uma carta a Fachin defendendo uma sessão pública do plenário para apurar os fatos. Entre os signatários estão Celso de Mello, Joaquim Barbosa, Rosa Weber, Ellen Gracie e Ayres Britto.
O grupo classificou o episódio como a “mais aguda crise” da história da Corte e cobrou uma resposta transparente, pública e conduzida dentro do devido processo legal.
Quando até quem já saiu do STF manda carta dizendo “precisamos conversar”, é porque o café da firma acabou faz tempo.
Moraes × Mendonça: a toga virou luva de boxe
Moraes apresentou acusações contra Mendonça, citando possíveis crimes como abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade. Mendonça, por sua vez, colocou sob análise do plenário os elementos relacionados a Moraes.
É indispensável separar acusações de fatos comprovados: documentos, versões e relatórios ainda serão contestados e analisados dentro do devido processo. Politicamente, porém, o desgaste já circula sem esperar pela conclusão jurídica.
No STF, a toga continua preta; o problema é que o clima entre os ministros está cada vez mais vermelho.
O 7 de Setembro entregou o mapa da eleição
Brasília mostrou Lula e institucionalidade. São Paulo mostrou oposição e críticas ao STF. A pesquisa revelou uma eleição apertada. E o Supremo encerrou o feriado tentando administrar uma crise interna explorada por praticamente todo o campo oposicionista.
A estrutura narrativa começa a aparecer: Lula aposta em governo, soberania e estabilidade; a oposição tenta transformar o STF e o Banco Master em símbolos da necessidade de mudança. No meio dessa guerra está o eleitor que não se sente integralmente representado por nenhuma das duas narrativas.
A eleição ainda não terminou de escolher todos os candidatos mas já começou a escolher seus assuntos.
Bastidores de Brasília
Nos bastidores, o sentimento é de que a crise ficou grande demais para ser administrada apenas por notas oficiais, conversas reservadas ou acordos internos. Fachin sofre pressão para oferecer uma resposta pública, enquanto integrantes do governo, do Congresso e da própria Corte calculam os efeitos de cada movimento.
A preocupação não está somente no conteúdo das acusações. Está na possibilidade de o plenário expor divisões profundas, ampliar o desgaste institucional e produzir novas imagens, frases e conflitos para as campanhas eleitorais.
No governo, a orientação é evitar assumir como própria uma crise do Supremo. Na oposição, o movimento é inverso: manter Moraes, Vorcaro e o Banco Master conectados ao debate eleitoral pelo maior tempo possível.
Em Brasília, todo mundo pede serenidade em público e atualiza o celular a cada cinco minutos nos bastidores.
Leitura Estratégica Ativaweb Datalab
O 7 de Setembro consolidou três movimentos: a eleição apertou, o STF virou tema eleitoral e o caso Banco Master passou a conectar crise institucional, indignação popular e disputa presidencial.
Lula tenta ocupar o território da estabilidade, da soberania e da defesa institucional. Flávio Bolsonaro procura transformar a insatisfação com o STF em voto. André Mendonça cresce como símbolo de enfrentamento dentro da Corte, enquanto Alexandre de Moraes concentra críticas e pressão reputacional.
A variável mais importante, porém, será o eleitor que não está integralmente conectado a nenhuma dessas narrativas. São os indecisos — 10% segundo a pesquisa apresentada — que poderão definir se a crise do STF terá força para reorganizar a eleição ou permanecerá concentrada nas bolhas já mobilizadas.
Audiência não é voto, mas mostra qual assunto estará esperando o eleitor quando ele decidir escolher.
Alerta Ativaweb
A crise entrou em uma fase de risco elevado porque reúne quatro elementos explosivos: acusações entre ministros, forte rejeição digital, exploração eleitoral e possibilidade de julgamento público.
Cada novo documento poderá produzir uma nova onda antes da análise jurídica. Nesse ambiente, versões simples, emocionais e acusatórias tendem a circular mais rapidamente do que explicações técnicas ou decisões processuais.
O risco para o STF não está apenas no que poderá ser comprovado. Está também na consolidação antecipada de uma percepção pública de conflito interno, falta de transparência e perda de autoridade.
A Justiça pode levar meses para formar convicção; o digital costuma formar sentença antes do almoço.
Alek Maracajá é Ceo da Ativaweb DataLab. Cientista de dados. Professor ESPM-SP. Pesquisador UFPB
Ataques houthis deixam 73 feridos na Arábia Saudita, diz porta-voz militar
08/09/2026
Comunicado
Em comunicado pelas Forças da Coalizão, autoridade saudita confirma o ataque, classificado "uma escalada perigosa que confirma a postura hostil e irresponsável dessa milícia terrorista".
Na nota, o porta-voz oficial das Forças da Coalizão, major-general Turki Al-Maliki, afirma que os houthis realizaram ataques contra instalações civis e econômicas nas cidades de Abha, Khamis Mushait, Jazan e Najran.
"Deixaram 73 civis feridos, incluindo mulheres e crianças, e constituem uma flagrante violação da soberania do Reino, além de uma ameaça direta à segurança e à integridade de seus cidadãos e res...
Pelo menos 73 pessoas ficaram feridas em ataques contra a Arábia Saudita realizados pelos houthis, grupo apoiado pelo Irã que atua no Iêmen, informou na manhã de hoje, terça-feira (08/09) a coalizão liderada pelos sauditas no país, prometendo responder com firmeza à mais recente escalada das hostilidades.
Comunicado
Em comunicado pelas Forças da Coalizão, autoridade saudita confirma o ataque, classificado "uma escalada perigosa que confirma a postura hostil e irresponsável dessa milícia terrorista".
Na nota, o porta-voz oficial das Forças da Coalizão, major-general Turki Al-Maliki, afirma que os houthis realizaram ataques contra instalações civis e econômicas nas cidades de Abha, Khamis Mushait, Jazan e Najran.
"Deixaram 73 civis feridos, incluindo mulheres e crianças, e constituem uma flagrante violação da soberania do Reino, além de uma ameaça direta à segurança e à integridade de seus cidadãos e residentes", diz Al-Maliki.
Ala do STF aposta em decisão sobre Moraes e Mendonça só após as eleições
08/09/2026
Previsão
A previsão é que os prazos impostos por Fachin para as manifestações de ambos os magistrados, da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal se encerrarão na semana do dia 21 de dezembro.
Avaliação
A avaliação de outros ministros é que Fachin não pautará a análise do caso para uma data tão próxima do primeiro turno, a fim de evitar eventual contaminação política do julgamento, que é considerado um dos mais sensíveis da história da Corte. E que não faria marcar uma sessão justamente para uma data entre um primeiro e um eventual segundo turno.
A decisão
A decisão de Fachin de pedir que tod...
Uma ala do STF (Supremo Tribunal Federal) tem apostado nos bastidores que o presidente da Corte, Edson Fachin, marcará uma sessão do plenário para julgar a troca de acusações entre os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes somente depois das eleições de outubro.
Previsão
A previsão é que os prazos impostos por Fachin para as manifestações de ambos os magistrados, da Procuradoria-Geral da República (PGR) e da Polícia Federal se encerrarão na semana do dia 21 de dezembro.
Avaliação
A avaliação de outros ministros é que Fachin não pautará a análise do caso para uma data tão próxima do primeiro turno, a fim de evitar eventual contaminação política do julgamento, que é considerado um dos mais sensíveis da história da Corte. E que não faria marcar uma sessão justamente para uma data entre um primeiro e um eventual segundo turno.
A decisão
A decisão de Fachin de pedir que todos se manifestem foi interpretada como uma estratégia para ganhar tempo na tentativa de construir uma solução interna e também para não pautar o tema no calor da campanha eleitoral.
Alternativa
Uma alternativa cogitada nos bastidores seria até o próprio presidente resolver individualmente a troca de acusações, mas o cenário visto como mais provável é que a palavra final sobre o caso seja do plenário da corte.
A decisão
De um lado, os ministros terão que decidir se abrem uma investigação contra Moraes com base no relatório da PF. O documento contém mais de 50 mensagens enviadas por Vorcaro ao ministro com consultas, inclusive, sobre uma possível fuga do Brasil. Também mostra que o próprio magistrado editou o contrato de R$ 131 milhões firmado pela mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes, e o Banco Master.
Contra-atacou
De outro, o ministro contra-atacou no âmbito do inquérito das fake news e pediu para o plenário da corte investigar Mendonça por crime de responsabilidade e improbidade administrativa por suposto direcionamento político na condução dos inquéritos do Master e do INSS.
Retirou
Fachin retirou o caso do inquérito das fake news e autuou a acusação em um processo à parte, o mesmo em que também está a decisão de Mendonça contra Moraes. A tendência é que o presidente da corte leve esta ação para o plenário em um julgamento conjunto sobre as trocas de acusações.
Foto do panfleto - Bastidor.PE não consegue liminar e pode sofrer busca e apreensão
07/09/2026
Com a decisão
A investigação permanece em curso e não há proteção judicial prévia contra uma eventual busca e apreensão. O TRE ressaltou que ainda não existe mandado expedido, mas registrou a possibilidade de a Polícia Federal apresentar uma representação individualizada caso considere a medida necessária. Nesse cenário, eventual busca dependerá de autorização judicial específica.
A decisão
Também enfrentou o argumento do sigilo da fonte. Embora reconheça a proteção constitucional à atividade jornalíst...
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) negou o pedido liminar apresentado por Rodrigo Ambrósio e Fillipe Vilar, responsáveis pelo Bastidor.PE, que tentavam suspender as diligências destinadas a esclarecer a origem da fotografia do panfleto apócrifo divulgado durante a campanha eleitoral. A defesa também pretendia impedir eventuais medidas de busca e apreensão e obter salvo-conduto contra possíveis atos coercitivos.
Com a decisão
A investigação permanece em curso e não há proteção judicial prévia contra uma eventual busca e apreensão. O TRE ressaltou que ainda não existe mandado expedido, mas registrou a possibilidade de a Polícia Federal apresentar uma representação individualizada caso considere a medida necessária. Nesse cenário, eventual busca dependerá de autorização judicial específica.
A decisão
Também enfrentou o argumento do sigilo da fonte. Embora reconheça a proteção constitucional à atividade jornalística, o Tribunal afirmou que ela não torna automaticamente todos os arquivos e informações imunes à investigação. Para o magistrado, é necessário distinguir dados recebidos de fonte protegida de fatos presenciados diretamente, registros produzidos pela própria equipe e eventuais atos próprios. A decisão destaca ainda que a proteção ao jornalismo “não institui imunidade geral à investigação de condutas próprias eventualmente ilícitas”.
Ao indeferir a liminar
O desembargador Washington Amorim determinou que o juízo de origem preste informações em 24 horas e, em seguida, que a Procuradoria Regional Eleitoral se manifeste. O mérito do habeas corpus ainda será analisado, mas, até lá, permanecem sem suspensão as diligências relacionadas à fotografia, incluindo a tentativa de identificar sua procedência, seus metadados e as circunstâncias de produção, recebimento e divulgação pelo Bastidor.PE.
A patente do caos: Em nome da ordem, por Zé da Flauta
07/09/2026
Em Juazeiro do Norte, com a mediação da autoridade religiosa e sob a promessa de defender a pátria, o bando de Lampião foi recebido com honras, fardamento novo, munição de alto calibre e o título oficial de Capitão. Criou-se o pretexto perfeito: transformar o maior cangaceiro do país em um "agente da ordem".
Monopólio da força
O episódio expõe as engrenagens de um arranjo que se repete através dos séculos. Para a sociedade dominante, o grupo armado e fora da lei deixa de ser um problema de segurança a partir do momento em que pode ser cooptado como braço armado do próprio Estado.
Con...
Há um incômodo na história brasileira: a facilidade com que o poder instituído cruza a linha da legalidade e se alia ao crime organizado sempre que sua hegemonia é ameaçada. Em 1926, diante do avanço da Coluna Prestes pelo sertão nordestino, as elites da República Velha e o governo federal não hesitaram em recorrer ao atalho mais sombrio.
Em Juazeiro do Norte, com a mediação da autoridade religiosa e sob a promessa de defender a pátria, o bando de Lampião foi recebido com honras, fardamento novo, munição de alto calibre e o título oficial de Capitão. Criou-se o pretexto perfeito: transformar o maior cangaceiro do país em um "agente da ordem".
Monopólio da força
O episódio expõe as engrenagens de um arranjo que se repete através dos séculos. Para a sociedade dominante, o grupo armado e fora da lei deixa de ser um problema de segurança a partir do momento em que pode ser cooptado como braço armado do próprio Estado.
Concede-se moralidade, aluga-se a violência e entrega-se o arsenal. Trata-se da terceirização do monopólio da força, onde o discurso público veste a barbárie com trajes de "dever patriótico" ou "proteção da comunidade", escondendo o pragmatismo sórdido de quem só quer preservar os próprios privilégios.
Pragmatismo
No entanto, a história cobrou o preço da ingenuidade das elites. Lampião, um estrategista pragmático que conhecia o jogo do poder melhor do que seus contratantes, recolheu o armamento de ponta, ostentou o prestígio da farda e virou as costas para a missão. Nunca combateu a Coluna Prestes. Em vez disso, usou o poder de fogo financiado pelo próprio governo e abençoado pelas estruturas locais para consolidar seu império de terror, expandindo seu domínio sobre o sertão por mais de uma década.
Pretexto
Das milícias contemporâneas aos grupos armados tolerados sob o pretexto de conter "ameaças maiores", a lição do sertão de 1926 permanece viva e assustadora. Sempre que o Estado e as elites econômicas ou religiosas estendem a mão ao crime para proteger a si mesmos, eles não controlam o monstro, apenas o alimentam. O resultado é o fortalecimento do próprio caos que fingem combater, deixando para a sociedade a conta de uma violência devidamente armada, institucionalizada e legitimada.
Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista.

No Dia da Pátria, Zé Queiroz destaca importância da participação política
07/09/2026
Mensagem
Zé Queiroz aproveitou a data para postar mensagem nas redes sociais contendo uma reflexão sobre liberdade, democracia e a importância da participação política na construção do futuro.
Fala Queiroz
“Independência de verdade é ter liberdade para escolher o futuro que a gente quer construir. É poder acreditar que a política pode melhorar a vida das pessoas”, afirmou.
História de compromissos
Quatro vezes prefeito de Caruaru e com cinco mandatos exercidos na Assembleia Legislativa de Pernambuco,...
Mantendo a tradição de acompanhar as comemorações do Sete de Setembro em Caruaru, o candidato a deputado estadual Zé Queiroz (MDB) participou, hoje, segunda-feira (07/09), do desfile cívico realizado na cidade. Durante o evento, o ex-prefeito circulou entre o público, recebeu cumprimentos e atendeu aos pedidos de fotos de eleitores.

Mensagem
Zé Queiroz aproveitou a data para postar mensagem nas redes sociais contendo uma reflexão sobre liberdade, democracia e a importância da participação política na construção do futuro.

Fala Queiroz
“Independência de verdade é ter liberdade para escolher o futuro que a gente quer construir. É poder acreditar que a política pode melhorar a vida das pessoas”, afirmou.

História de compromissos
Quatro vezes prefeito de Caruaru e com cinco mandatos exercidos na Assembleia Legislativa de Pernambuco, Zé Queiroz destacou a experiência acumulada na vida pública e reafirmou o compromisso de continuar trabalhando pelo município e pelo Estado. “Tenho uma história construída com trabalho, experiência e compromisso por Caruaru e por Pernambuco. Sei dos desafios que o nosso Estado enfrenta. Sei que ainda temos muito a fazer. E é por isso que sigo nessa caminhada, para trabalhar, lutar e ajudar Pernambuco a avançar”, declarou.

Agenda da tarde: Raquel Lyra faz caminhada em Custódia, João Campos lança comitê em Carpina e Ivan Moraes percorre RMR nesta segunda-feira
07/09/2026
Encontro
João Campos (PSB) participa de um encontro sobre inclusão e inaugura um espaço de campanha, enquanto Raquel Lyra (PSD) concede entrevista e visita dois municípios do interior. Ivan Moraes (PSol) participa do Grito dos Excluídos e de atividades políticas em Paulista e Olinda.
João Campos
João Campos inicia a agenda às 15h30 com o Encontro da Inclusão, realizado na Rua do Chacon, no bairro do Poço da Panela, no Recife. Às 17h, o candidato segue para Carpina, na Mata Norte, onde participa da inauguração do Espaço 40, na Avenida Capitão Oswaldo Freire, em Cajá.
Raquel Lyra
...
Encontros, caminhadas, inauguração de comitês e entrevistas. Mais uma semana de intensa atividade política na busca pelo eleitor e, consequentemente, pelo voto. Os candidatos ao Governo de Pernambuco cumprem agendas no Recife, na Região Metropolitana, no Agreste e no Sertão hoje, segunda-feira (07/09).
Encontro
João Campos (PSB) participa de um encontro sobre inclusão e inaugura um espaço de campanha, enquanto Raquel Lyra (PSD) concede entrevista e visita dois municípios do interior. Ivan Moraes (PSol) participa do Grito dos Excluídos e de atividades políticas em Paulista e Olinda.
João Campos
João Campos inicia a agenda às 15h30 com o Encontro da Inclusão, realizado na Rua do Chacon, no bairro do Poço da Panela, no Recife. Às 17h, o candidato segue para Carpina, na Mata Norte, onde participa da inauguração do Espaço 40, na Avenida Capitão Oswaldo Freire, em Cajá.
Raquel Lyra
Raquel Lyra participa, ao meio-dia, de uma sabatina ao vivo na TV Tribuna. Às 16h, reúne-se com lideranças políticas e empresários na Churrascaria Nossa Senhora de Lourdes, às margens da BR-232, em São Caetano. A candidata encerra a programação às 19h, com uma caminhada na Praça Belchior Ferreira Nunes, na Vila da Cohab, em Custódia, no Sertão do Moxotó.
Ivan Moraes
Ivan Moraes abre a agenda às 9h, no Grito dos Excluídos, com concentração no Parque 13 de Maio, área central do Recife. Às 15h, participa de uma plenária com Fernando Macedo, na Estrada da Mirueira, em Paulista. Depois, às 16h15, o candidato segue para Olinda, onde acompanha o Desfile da Pitombeira, na sede da Pitombeira dos Quatro Cantos, no Carmo.
O Poder
Advogado do site que divulgou os supostos panfletos acusando Raquel é investigado pela PF por ataque a Lula
07/09/2026 - Jornal O Poder
A novidade
O advogado pernambucano Thomas Crisóstomo, investigado pela Polícia Federal (PF) e réu em um processo por ter atacado o presidente Lula (PT) nas redes sociais, foi o responsável por ingressar com um pedido de habeas corpus em favor dos donos do site Bastidor.PE. O site está no centro das investigações sobre a divulgação de panfletos apócrifos contra a governadora Raquel Lyra (PSD). Por decisão judicial, a página tinha até domingo (06/09) para fornecer dados que contribuíssem com a identificação dos responsáveis pelos cartazes, mas se recusou sob o argumento de que precisa proteger suas fontes.
Crisóstomo
Recorreu a uma solução parecida à utilizada por ele próprio...
Mais uma pedra nesse nebuloso quebra cabeças dos supostos panfletos com ignóbeis acusações à governadora Raquel Teixeira Lyra. Cada passo da investigação avança na direção do entorno da governadora, o que não significa envolvimento da própria, registre-se.
A novidade
O advogado pernambucano Thomas Crisóstomo, investigado pela Polícia Federal (PF) e réu em um processo por ter atacado o presidente Lula (PT) nas redes sociais, foi o responsável por ingressar com um pedido de habeas corpus em favor dos donos do site Bastidor.PE. O site está no centro das investigações sobre a divulgação de panfletos apócrifos contra a governadora Raquel Lyra (PSD). Por decisão judicial, a página tinha até domingo (06/09) para fornecer dados que contribuíssem com a identificação dos responsáveis pelos cartazes, mas se recusou sob o argumento de que precisa proteger suas fontes.
Crisóstomo
Recorreu a uma solução parecida à utilizada por ele próprio após entrar na mira da Justiça Federal. Em 2023, ele postou na rede social X que a Empresa Brasileira de Comunicação (EBC) “virou cabide de emprego pra mulher do ex-presidiário Lula”. Na época, ele defendeu o direito de criticar governantes. O Ministério Público Federal (MPF) apresentou denúncia por entender que houve injúria contra o presidente da República, argumentando que a liberdade de expressão não é um salvo-conduto para ferir a honra. O advogado não aceitou um acordo de não persecução oferecido no processo e apresentou um pedido de habeas corpus, aceito pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5) em agosto deste ano.
Ligado à direita pernambucana
Crisóstomo se identifica como cofundador do Livres, reduto de políticos neoliberais e antiLula, a exemplo do ex-deputado Daniel Coelho (PSD) e de nomes ligados ao partido Novo, como George Bastos (candidato a deputado federal) e Eduardo Inojosa (candidato a estadual). A vice-governadora Priscila Krause (PSD) também ingressou no movimento em agosto de 2021, com recepção registrada pelo próprio Crisóstomo em foto da época. Outra liderança do Livres é Rodrigo Ambrosio, dono do Bastidor.PE e um dos nomes acionados na Justiça no caso dos panfletos contra Raquel.
A controvérsia em torno do Bastidor.PE começou por conta das ligações políticas de seus responsáveis. O especialista em marketing político Rodrigo Ambrosio e o jornalista Fillipe Vilar tiveram cargos comissionados no Governo Raquel Lyra, de onde saíram em 2025 para fundar o site junto ao jornalista Leo Malafaia, que atua como videomaker da campanha de Raquel à reeleição. Em 30 de agosto, a página foi a primeira a publicar fotos de panfletos contra a governadora, gerando comoção na política local. No dia seguinte, o Bastidor.PE fez uma nova postagem indicando a localização de vários exemplares, exceto de um que tinha a frase incriminando a governadora usado como capa da postagem. O que mais repercutiu.
Por conta dessa lacuna
A Frente Popular incluiu os titulares do Bastidor.PE em uma notícia-crime apresentada à Justiça Eleitoral, pondo em dúvida a existência do panfleto e argumentando que investigações em torno do site seriam relevantes para viabilizar a elucidação do caso. Na sexta-feira (04/09), o Juízo das Garantias da Justiça Eleitoral de Pernambuco acatou a petição, determinando que a Polícia Federal apure se o cartaz realmente foi produzido e afixado em um espaço público ou se a fotografia é resultado de montagem, manipulação ou fabricação digital. O site tinha dois dias para fornecer as informações.
Não apresentou
Além de não indicar dados que poderiam ajudar a desvendar a autoria dos cartazes, Crisóstomo peticionou ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), em nome de Ambrosio e Vilar, “a suspensão imediata de cumprimento de eventual mandado de busca e apreensão ou expedição futura, bem como proibição de qualquer medida neste sentido contra aparelhos eletrônicos ou outras medidas aptas a revelar as fontes jornalísticas”. Também solicitaram que seja expedido um salvo-conduto “proibindo prisão ou quaisquer atos coercitivos decorrentes do exercício regular do direito que é a observância do sigilo da fonte”.
O mistério da foto continua - Site Bastidor.PE recorre ao TRE e pede salvo-conduto
07/09/2026
A notícia
Uma decisão da Justiça Eleitoral colocou uma pergunta objetiva no centro da investigação sobre o suposto panfleto envolvendo o marido da governadora Raquel Lyra: de onde...
A Justiça determinou esclarecimentos sobre a procedência da única imagem conhecida do suposto panfleto contra a governadora Raquel Teixeira Lyra. O prazo venceu ontem. Rodrigo Ambrósio e Felipe Vilar, donos do site Bastidor.PE, não esclareceram a origem da foto. Eles foram os únicos a receber um suposto registro dos supostos panfletos que ninguém viu. A imagem deu origem a uma turbulenta polêmica da qual a governadora e seus seguidores tentaram, desde o início, tirar proveito eleitoral. Ontem, ao invés de explicarem a origem da imagem, ingressaram com habeas corpus para tentar afastar a obrigação e se proteger de eventuais medidas judiciais. E segue o caso nebuloso, com fortes indícios de que tudo nasceu entre mentores e seguidores da própria governadora.

A notícia
Uma decisão da Justiça Eleitoral colocou uma pergunta objetiva no centro da investigação sobre o suposto panfleto envolvendo o marido da governadora Raquel Lyra: de onde veio a fotografia publicada pelo Bastidor.PE? A resposta, porém, ainda não apareceu. Em seu lugar, surgiu um habeas corpus.
Recurso
Rodrigo Ambrósio e Felipe Vilar, responsáveis pelo perfil, recorreram ao Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) depois de serem chamados a prestar informações capazes de esclarecer a procedência da imagem. No pedido, eles buscam não apenas afastar a obrigação de fornecer esses dados, mas também proteção contra eventuais medidas de busca e apreensão e salvo-conduto diante da possibilidade de prisão.
O movimento
Adiciona uma nova camada a um episódio que já vinha cercado de dúvidas. A fotografia divulgada pelo Bastidor.PE ocupa posição central na investigação porque é o registro conhecido que colocou o suposto panfleto em circulação pública. Identificar sua origem pode permitir às autoridades reconstruir todo o caminho percorrido pelo arquivo: onde a imagem foi feita, em que momento, por qual equipamento, quem a produziu, quem a encaminhou e como chegou até os administradores do perfil.
Essencial
Não se trata, portanto, de uma informação periférica. A origem da fotografia pode ser a peça capaz de revelar a origem do próprio episódio.
Por essa razão
A Justiça Eleitoral determinou que fossem prestados esclarecimentos e acionou a Polícia Federal para investigar o caso. A reação dos responsáveis pelo Bastidor.PE foi recorrer ao TRE na tentativa de limitar o alcance dessas medidas.
Novas dúvidas
É justamente essa sequência que provoca novos questionamentos. Se Ambrósio e Vilar apenas receberam de terceiros uma fotografia e posteriormente a publicaram, por que resistir judicialmente ao fornecimento das informações sobre sua procedência? E por que, além de questionar a obrigação de prestar esses dados, buscar proteção preventiva contra possíveis buscas, apreensões e prisão?
O habeas corpus
É uma garantia constitucional e o simples fato de alguém recorrer a esse instrumento não significa reconhecimento de culpa, muito menos permite concluir que seus autores produziram a fotografia ou o panfleto. Mas isso não elimina a relevância investigativa da pergunta que continua sem resposta: de onde veio a imagem?
Ligações inquestionáveis
Há ainda um componente político que torna o esclarecimento especialmente necessário.
Rodrigo Ambrósio e Felipe Vilar tiveram vínculos profissionais com o Governo de Pernambuco e ocuparam cargos na Secretaria de Turismo durante a gestão Raquel Teixeira Lyra. Leonardo Malafaia, apresentado publicamente na criação do Bastidor.PE como integrante do projeto, também foi cargo comissionado do governo estadual, com atuação na Casa Civil, e teve seu nome relacionado pela imprensa à campanha da governadora, na função de videomaker.
Apenas indícios
Nenhuma dessas conexões, isoladamente, comprova envolvimento na produção do panfleto ou da fotografia. Mas, diante da dimensão eleitoral alcançada pelo episódio, elas reforçam a necessidade de que toda a cadeia de produção e circulação da imagem seja esclarecida sem zonas de sombra.
A investigação
Entra agora em uma etapa decisiva. De um lado, o TRE terá de analisar os argumentos apresentados no habeas corpus. De outro, a Polícia Federal segue encarregada de buscar elementos que esclareçam a origem e a circulação da fotografia.
Quem fez
E é aí que está a principal mudança no caso: antes, a discussão era sobre quem teria produzido um panfleto apócrifo. Agora, existe uma questão anterior e talvez ainda mais objetiva: quem fez a fotografia que apresentou esse panfleto ao público? A resposta pode estar nos dados que a Justiça determinou que fossem apresentados e que os responsáveis pelo Bastidor.PE agora recorrem ao TRE para não serem obrigados a fornecer.
O que há para esconder?
Até que isso seja esclarecido, permanece a pergunta que o habeas corpus tornou ainda mais relevante: por que é tão importante impedir que a origem dessa fotografia seja conhecida?
Instituto Badra. João Campos quarenta e oito X Raquel Teixeira Lyra quarenta e dois
06/09/2026
Estimulada
Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são elencados aos entrevistados, Renan Hallais (Missão) teve 1,5%, Victor Assis (PCO), 1,2%, Ivan Moraes (PSOL), 0,7%, Professora Camila (UP), 0,4%, Guilherme Fonseca (PSTU), 0,3%, e Jeremias do Banco (Democrata), 0,1%. Brancos e nulos foram 4,6%. Não soube dizer, 1,2%, e não pretende votar em nenhum, 1,6%.
O instituto
Coletou respostas de 1,5 mil eleitores entre os dias 31 de agosto e 2 de setembro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para...
Pesquisa Badra divulgada na noite de hoje, domingo (06/09), mostra João Campos (PSB) na liderança da corrida ao Governo de Pernambuco, com 48,3% das intenções de voto. O candidato oscilou positivamente em relação ao levantamento do mesmo instituto divulgado em 30 de julho, quando tinha 44,6%. Já a governadora e candidata à reeleição Raquel Teixeira Lyra (PSD) passou de 37,2% para 40,2%.
Estimulada
Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são elencados aos entrevistados, Renan Hallais (Missão) teve 1,5%, Victor Assis (PCO), 1,2%, Ivan Moraes (PSOL), 0,7%, Professora Camila (UP), 0,4%, Guilherme Fonseca (PSTU), 0,3%, e Jeremias do Banco (Democrata), 0,1%. Brancos e nulos foram 4,6%. Não soube dizer, 1,2%, e não pretende votar em nenhum, 1,6%.
O instituto
Coletou respostas de 1,5 mil eleitores entre os dias 31 de agosto e 2 de setembro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado na Justiça Eleitoral com o código PE-07979/2026.