É Findi – Cultura e Lazer – Infâncias, poema, por Felipe Bezerra*
11/01/2025
para serem despidas,
às vezes às pressas,
não sendo trela permitida
por vigias, pais ou jardineiros,
sem portão ou algodão superado,
é mera travessia do tempo.
veraneio de verdade
tem desenlace de frutas alheias,
das mais belas às mais feias,
para sentir o coração saltando,
na caixa de emoções do peito,
ao se voltar pra casa correndo
com doce nos lábios e nos dedos.
*Felipe Bezerra, advogado e poeta
para serem despidas,
às vezes às pressas,
não sendo trela permitida
por vigias, pais ou jardineiros,
sem portão ou algodão superado,
é mera travessia do tempo.
veraneio de verdade
tem desenlace de frutas alheias,
das mais belas às mais feias,
para sentir o coração saltando,
na caixa de emoções do peito,
ao se voltar pra casa correndo
com doce nos lábios e nos dedos.
*Felipe Bezerra, advogado e poeta
Leia outras informações
Mais uma - Natusa Nery, na GloboNews. se espanta com Gabinete do Ódio de Raquel
27/08/2026
Confira.
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A denúncia objetiva e clara, envolvendo o já chamado homem bomba Amisadai, continua repercutindo na mídia de todo o País. Durante debate na GloboNews, a consagrada jornalista mostrou espanto e indignação com o que, supostamente, vinha acontecendo nos subterrâneos do governo de Pernambuco.
Confira.
Eleições 2026 - Começa amanhã o Horário Eleitoral em Pernambuco no rádio e na TV
27/08/2026
TRE-PE definiu ordem e tempo
O TRE-PE definiu a ordem de exibição e o tempo destinado a cada partido, federação e coligação. Na disputa pelo Governo de Pernambuco, a Frente Popular de Pernambuco, que tem João Campos, PSB, como candidato, terá o maior tempo: 4 minutos e 21 segundos. A coligação Pernambuco de Coração, de Raquel Teixeira Lyra, PSD, terá 4 minutos e 3 segundos. Já a Frente Pernambuco de Luta terá 35 segundos. A ordem definida para o primeiro dia será Frente Pernambuco de Luta, Frente Popular de Pernambuco e Pernambuco de Co...
O horário eleitoral gratuito no rádio e na TV começa amanhã, sexta-feira, 28/08, em Pernambuco e marca uma nova etapa da campanha para as eleições de 2026. Até 1º de outubro, candidatas e candidatos aos cargos de governador, senador e deputados, estaduais e federais, terão espaço na programação das emissoras para apresentar propostas e buscar o voto do eleitor. A propaganda do 1o turno será veiculada durante 35 dias.
TRE-PE definiu ordem e tempo
O TRE-PE definiu a ordem de exibição e o tempo destinado a cada partido, federação e coligação. Na disputa pelo Governo de Pernambuco, a Frente Popular de Pernambuco, que tem João Campos, PSB, como candidato, terá o maior tempo: 4 minutos e 21 segundos. A coligação Pernambuco de Coração, de Raquel Teixeira Lyra, PSD, terá 4 minutos e 3 segundos. Já a Frente Pernambuco de Luta terá 35 segundos. A ordem definida para o primeiro dia será Frente Pernambuco de Luta, Frente Popular de Pernambuco e Pernambuco de Coração.
Sistema de rodízio
A partir do segundo dia, a ordem muda em sistema de rodízio. A legenda que aparecer por último em um dia passa a ser a primeira no dia seguinte. A distribuição do tempo é calculada pela Justiça Eleitoral considerando, entre outros critérios, a representação dos partidos na Câmara dos Deputados. Pela legislação, 90% do tempo são distribuídos proporcionalmente ao número de representantes na Câmara e 10% de forma igualitária, observados os requisitos legais.
Horas e dias por cargos
A propaganda em rede será exibida em 2 blocos diários de 25 minutos. No rádio, os programas irão ao ar das 07h00 às 07h25 e das 12h00 às 12h25. Na TV, os horários reservados são das 13h00 às 13h25 e das 20h30 às 20h55. A programação será dividida por cargos ao longo da semana. Segundas, quartas e sextas-feiras serão destinadas à propaganda para presidente da República e deputado federal. Já terças, quintas e sábados serão os dias reservados para governador, senador e deputado estadual. A propaganda dos principais candidatos ao Governo de Pernambuco, João Campos e Raquel Teixeira Lyra, será exibida 3 vezes por semana, nos 2 horários destinados ao programa eleitoral em rede.
Governo Raquel Teixeira Lyra nega 'Gabinete do Ódio'
27/08/2026
A manifestação do governo
Ocorreu após denúncias veiculadas pela imprensa sobre um suposto "gabinete do ódio" ligado à gestão estadual. O caso envolveu a exoneração do servidor comissionado Amisadai Andrade da Silva, que atuava na Secretaria de Turismo e Lazer.
A propria governadora admitiu, sem explicar porque, demitiu o servidor. E em seguidas entrevistas e manifestacoes vem negando, de forma genérica, qualquer varacidade nas acusacoes. Sem discutir documentos e evidencias.
A pasta de comunicação
Declarou que os repasses financeiros a veículos de comunicação seguem estritamente as normas da Lei Federal nº 12.232/2010 e qu...
A Secretaria de Comunicação do Governo de Pernambuco informou, por meio de nota oficial, que a publicidade institucional do estado é executada exclusivamente por agências contratadas mediante licitação pública, seguindo critérios técnicos de audiência, alcance e custo previstos em lei.
A manifestação do governo
Ocorreu após denúncias veiculadas pela imprensa sobre um suposto "gabinete do ódio" ligado à gestão estadual. O caso envolveu a exoneração do servidor comissionado Amisadai Andrade da Silva, que atuava na Secretaria de Turismo e Lazer.
A propria governadora admitiu, sem explicar porque, demitiu o servidor. E em seguidas entrevistas e manifestacoes vem negando, de forma genérica, qualquer varacidade nas acusacoes. Sem discutir documentos e evidencias.
A pasta de comunicação
Declarou que os repasses financeiros a veículos de comunicação seguem estritamente as normas da Lei Federal nº 12.232/2010 e que todas as informações sobre pagamentos e comprovações de veiculação estão disponíveis publicamente no Portal da Transparência.
A governadora
Raquel Teixeira Lyra negou a existência de qualquer estrutura governamental voltada para ataques a opositores políticos e classificou as acusações como infundadas.
Exoneração de servidor
O servidor citado nas reportagens foi exonerado do cargo estadual pelo governo de Pernambuco. Como dito acima, sem explicações dos porquês.
Eleições 2026 - Lula estará hoje no Jornal Nacional, e se prepara com Durigan e Sidônio
27/08/2026
Durigan e Sidônio
Durigan, de acordo com fontes do Palácio do Planalto, ajudará Lula na preparação para perguntas sobre a agenda econômica do atual governo e as propostas para um eventual quarto mandato. Sidônio, por sua vez, treinará o presidente em outras áreas.
Agenda de campanha e programas eleitorais
Após a entrevista ao Jornal Nacional, Lula dará sequência a uma intensa agenda de campanha. Na manhã de sexta-feira,...
O presidente Lula escalou os ministros da Fazenda, Dario Durigan, e da Secretaria de Comunicação Social, Secom, Sidônio Palmeira, para acompanhá-lo na viagem ao Rio de Janeiro, onde participará da sabatina do Jornal Nacional, da TV Globo, hoje. Lula embarca para RJ no início da tarde de hoje, quinta-feira, 27/08. Ao chegar à cidade, o presidente deve ir para um hotel, onde vai se preparar junto aos dois ministros e outros auxiliares para a sabatina, que ocorrerá ao vivo, às 21h00.

Durigan e Sidônio
Durigan, de acordo com fontes do Palácio do Planalto, ajudará Lula na preparação para perguntas sobre a agenda econômica do atual governo e as propostas para um eventual quarto mandato. Sidônio, por sua vez, treinará o presidente em outras áreas.
Agenda de campanha e programas eleitorais
Após a entrevista ao Jornal Nacional, Lula dará sequência a uma intensa agenda de campanha. Na manhã de sexta-feira, 28/08, o presidente embarca para o estado da Bahia, onde participará, à tarde, de uma caminhada em Salvador. No mesmo dia, Lula seguirá para Minas Gerais, onde deve pernoitar. Em Belo Horizonte, o presidente participará, na manhã do sábado, 29/08, do ato “Mulheres com Lula”, uma das agendas de campanha voltadas ao eleitorado feminino. O presidente retorna a Brasília ainda no sábado, segundo assessores. Lula deve dedicar o domingo, 30/08, para gravações de programas eleitorais. Há ainda a possibilidade de Lula cumprir uma agenda no Distrito Federal no domingo.
Laís Honório, Boxeadora Pernambucana No Pódio Nacional - Por Daniel Cipó*
27/08/2026
Campanha
Sua campanha foi no principal campeonato da modalidade no país, realizado em Cuiabá (MT) e organizado pela Confederação Brasileira de Boxe, filiada ao Comitê Olímpico Brasileiro. Laís garantiu a medalha com uma atuação dominante diante da representante de Santa Catarina, conquistando a vitória por nocaute técnico.
Promessa entre a elite juvenil do pugilismo
Na semifinal, Laís foi derrotada por pontos pela atleta que viria a se sagrar campeã, conquistando o ouro por nocaute na final. O resultado demonstra o alto nível da jovem promessa entre a elite juvenil do pugilismo brasileiro. Quando entrar na idade adulta Laís estará disponível para o sel...
A intrépida boxeadora pernambucana Laís Honório, de 17 anos, encerrou sua participação no Campeonato Brasileiro de Boxe – Cadete e Juvenil com a medalha de bronze na categoria Juvenil 51 kg, confirmando seu lugar entre as principais atletas do país.
Campanha
Sua campanha foi no principal campeonato da modalidade no país, realizado em Cuiabá (MT) e organizado pela Confederação Brasileira de Boxe, filiada ao Comitê Olímpico Brasileiro. Laís garantiu a medalha com uma atuação dominante diante da representante de Santa Catarina, conquistando a vitória por nocaute técnico.

Promessa entre a elite juvenil do pugilismo
Na semifinal, Laís foi derrotada por pontos pela atleta que viria a se sagrar campeã, conquistando o ouro por nocaute na final. O resultado demonstra o alto nível da jovem promessa entre a elite juvenil do pugilismo brasileiro. Quando entrar na idade adulta Laís estará disponível para o selecionado brasileiro da modalidade, podendo chegar a disputar campeonatos mundiais e até as Olimpíadas.
Cenário Nacional
O resultado ganha ainda mais importância pelo nível da categoria. Os 51 kg estão entre as divisões mais disputadas e competitivas do boxe feminino na atualidade, e Laís segue mostrando sua evolução no cenário nacional.

Leandro Honório
Laís treina desde os 10 anos com o seu irmão, o também boxeador Leandro Honório, treinador que vem se destacando no cenário do boxe nacional, com diversas participações em campeonatos de grande importância, junto à Seleção Pernambucana de Boxe.
Leandro no UFC
Leandro é responsável tanto por boxeadores recifenses quanto lutadores de MMA profissionais, sendo responsável pelo jogo de mãos de alguns dos principais nomes da modalidade cujo maior evento é o bilionário evento global UFC.
*Daniel Cipó, é instrutor de artes marciais e colaborador de O Poder. Comanda o Cipó Studio, um espaço focado em treinamento de alta performance para lutas como Muay Thai, Kickboxing, Boxe e MMA.

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
Dom Hélder - 27 Anos da Páscoa do Dom da Paz - Por José Ricardo de Souza*
27/08/2026
Hélder Pessoa Câmara
Hélder Pessoa Câmara nasceu em Fortaleza no dia 7 de fevereiro de 1909, décimo-primeiro filho de uma família de treze irmãos. O pai, João Câmara Filho trabalhava como guarda-livros numa firma comercial. Já a mãe, Adelaide Pessoa Câmara era professora primária. Em 1923, entra para o Seminário Diocesano de Fortaleza (Prainha). Sacerdote aos 22 anos, bispo...
Dom Hélder Pessoa Câmara foi um profeta do seu tempo. Soube ao mesmo tempo anunciar o reino de Deus e denunciar os poderosos que se colocam contra ele. Aquele homem pequeno e franzino era de uma coragem ímpar. Quando chegou para pastorar a Arquidiocese de Olinda e Recife fazia poucos dias que os militares haviam derrubado Goulart e instalado uma ditadura que duraria 21 anos. Dom Hélder poderia ter se calado ou se aliado, como fizeram alguns de seus pares, mas ele escolheu a defesa dos perseguidos. Dizia que "o luxo das minorias é um insulto à miséria das massas".

Hélder Pessoa Câmara
Hélder Pessoa Câmara nasceu em Fortaleza no dia 7 de fevereiro de 1909, décimo-primeiro filho de uma família de treze irmãos. O pai, João Câmara Filho trabalhava como guarda-livros numa firma comercial. Já a mãe, Adelaide Pessoa Câmara era professora primária. Em 1923, entra para o Seminário Diocesano de Fortaleza (Prainha). Sacerdote aos 22 anos, bispo aos 43, bispo auxiliar do Rio de Janeiro aos 46, arcebispo de Olinda e Recife aos 55 anos. Em 10 de abril de 1985 torna-se arcebispo emérito de Olinda e Recife.

Feitos
Para resolver os problemas da pobreza e das favelas no Rio de Janeiro, Dom Hélder criou a Cruzada São Sebastião para dar moradia aos favelados e, em 1959, fundou o Banco da Providência para ajudar os pobres. Idealizou, ainda, a Feira da Providência, que se realiza, anualmente, para angariar recursos destinados a minorar a situação das classes menos favorecidas. Participou ativamente do Concílio Vaticano II, entre 1962 e 1964. Articulou a criação da CNBB - Confederação Nacional dos Bispos do Brasil - do qual foi o primeiro secretário e idealizou o CELAM - Conselho Episcopal Latino-Americano. Fundou em Recife o movimento de evangelização "Encontro de Irmãos" e a Comissão de Justiça e Paz.
Na Ditadura
Ameaçado, teve a casa metralhada (24 de outubro de 1968) e revistada várias vezes pelos militares, foi acusado de comunista e subversivo, seu nome e tudo o que fosse relacionado a ele ou de sua autoria foram censurados pelo governo (1° de setembro de 1970), seu nome preterido para o Nobel da paz por três vezes foi sabotado pelos próprios governos militares, e o pior golpe foi o assassinato do padre Antônio Henrique Pereira Neto, que trabalhava junto à juventude, encontrado morto e com sinais de tortura. Dom Hélder Câmara não se abateu, nem se calou.
Denúncias aos abusos do regime militar
Fez várias viagens pelo mundo, denunciando os abusos do regime militar, com sua voz mansa e pacífica. Em Recife, nasceu o movimento de evangelização Encontro de Irmãos e a Comissão de Justiça e Paz. Arauto dos pobres, comunista para os ricos, mas seguidor fiel da "opção preferencial pelos pobres" referendada nas Conferências Episcopais de Medellín (1968) e Puebla (1979).

Continuidade
As Obras de Frei Francisco (OFF), responsáveis pela continuidade da obra missionária de D. Hélder, realizam trabalhos de cunho social junto às crianças e adolescentes da favela do Tururu, no Janga. O Centro Dom Hélder Câmara de Estudos e Ação Social (CENDHEC), que atua na área de defesa dos direitos humanos, inclusive com a prestação de assistência jurídica gratuita.
Livros
Dom Hélder escreveu vários livros em diversos gêneros: poema,crônica e ensaio religioso, traduzido para catorze idiomas. Seus escritos têm servido de inspiração para peças teatrais, coreografias e músicas. Todavia, a maior herança de Dom Hélder Câmara foi a sua luta incansável por justiça e paz. Em suas palavras, em seus gestos, nas suas pregações, procurava despertar nas pessoas o espírito de solidariedade e de respeito com o próximo.
Cidadão Honorário de Paulista
No dia 14 de fevereiro de 1984, Dom Hélder recebeu o título de Cidadão Honorário de Paulista. Para Marcelo Santa Cruz, "sem dúvida, o do ano 2000 mil sem miséria, foi uma das coisas por qual D. Hélder mais lutou", foi um sonho dele que não se realizou. Seu amigo e ex-pároco do Morro da Conceição, Reginaldo Veloso, dizia que "o bem que fizerdes a um desses pequeninos, foi a mim que o fizeste" (Mateus 25, 40), era o versículo que melhor resumia o Dom da Paz.

Símbolo
Na passagem dos seus 27 anos de sua páscoa definitiva, seu nome deve ser lembrado como símbolo de cristão engajado com as causas populares, imerso na realidade das periferias e grotões de pobreza, e sobretudo dotado de um grande senso de justiça social. O legado helderiano é atemporal, reflexivo, e sobretudo instigante para quem deseja vivenciar a fé cristã com compromisso com os pequeninos do reino, justamente aqueles aos quais Jesus escolheu, acolheu e protegeu!
*José Ricardo de Souza, é professor da rede pública estadual de ensino, historiador e escritor. Membro da ALAP, IAHGP, IHGAAP e UBE-Paulista. Criador do Projeto Muita História pra Contar. @josericardope01

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
"Fatos revelam atuação direta de Raquel no Gabinete do Ódio", diz advogado do PSB
27/08/2026
O Blog da Folha
Noticiou que a equipe jurídica do candidato ao governo de Pernambuco João Campos (PSB) anunciou que está ingressando com uma série de ações em diferentes órgãos contra a suposta existência de um “gabinete do ódio” comandado pelo governo Raquel Teixeira Lyra (PSD) contra o candidato socialista.
Entrevista coletiva
Realizada em hotel na Zona Sul no Recife, na manhã de hoje, quinta-feira 27/08. O advogado da Frente Popular, Rafael Carneiro, listou pelo men...
O lado autoritário e arbitrário da governadora de Pernambuco, Raquel Teixeira Lyra frequentemente disfarçado por exagerada simpatia e gestos populistas, vai ficando cada vez mais claro. A máscara cai a cada dia. Hoje o PSB listou as medidas que vai adotar em relação às denúncias de supostos grupos criminosos organizados, agindo nas redes sociais, com participação direta da governadora. A essas alturas, com indícios claros e testemunhos gravados.
O Blog da Folha
Noticiou que a equipe jurídica do candidato ao governo de Pernambuco João Campos (PSB) anunciou que está ingressando com uma série de ações em diferentes órgãos contra a suposta existência de um “gabinete do ódio” comandado pelo governo Raquel Teixeira Lyra (PSD) contra o candidato socialista.
Entrevista coletiva
Realizada em hotel na Zona Sul no Recife, na manhã de hoje, quinta-feira 27/08. O advogado da Frente Popular, Rafael Carneiro, listou pelo menos cinco eixos de supostos crimes eleitorais envolvendo abuso de poder político e econômico por parte da campanha da governadora.
Fatos
“Não são acusações nossas, são fatos graves que revelam a efetiva existência de um 'gabinete do ódio' financiado pelo governo do estado de Pernambuco. Revelam a atuação direta da própria governadora. São vídeos, registros públicos, áudios, tudo isso muito bem documentado”, disse.
Essas graves acusações
Se somam a uma interminável sucessão de episódios, envolvendo a ação da governadora para tentar e até executar o uso das polícias civil e militar em atos para seguir, perseguir e constranger adversários politicos. Também para manipular redes sociais com o objetivo de caluniar adversários políticos. Caso comprovado quando um funcionário da vice-governadoria foi flagrado por câmeras de um shopping postando calúnias contra um deputado da oposição.
Agora
Se isso vai causar alguma perda eleitoral, não se sabe. O que assistimos, infelizmente, é parte da sociedade sempre disposta para a festa e reativa à reflexão.
Lamentável.
Mas você que pensa
Confira o vídeo e divulgue. Estará ajudando a preservar a democracia e as bons princípios da administração pública.
Safo Comando: O Jipe Militar Brasileiro Que Antecipou o Futuro e Desafiou a Dependência Estrangeira - Por Amadeu Robalinho*
27/08/2026
No Brasil, alguns projetos militares não fracassaram por falta de engenharia. Fracassaram porque o país, em determinados momentos de sua história, não conseguiu transformar conhecimento tecnológico em política permanente de Estado.
O SAFO Comando, desenvolvido no final da década de 1970 pela JAMY, Sociedade Industrial de Equipamentos Especiais, em parceria com o Instituto Militar de Engenharia, é um desses casos. Mais do que um jipe militar experimental, o veículo representa uma fotografia de um Brasil que buscava construir capacidade tecnológica própria, reduzir vulnerabilidades externas e transformar engenharia nacional em instrumento de soberania.
O projeto surgiu em um período particularmente complexo. O mundo enfrentava os efeitos da segunda crise do petróleo, enquanto o Brasil procurava ampliar sua autonomia energética e industrial. Ao mesmo tempo,...
Análise de Soberania Nacional, Defesa Nacional, Estratégia e Indústria de Defesa
No Brasil, alguns projetos militares não fracassaram por falta de engenharia. Fracassaram porque o país, em determinados momentos de sua história, não conseguiu transformar conhecimento tecnológico em política permanente de Estado.
O SAFO Comando, desenvolvido no final da década de 1970 pela JAMY, Sociedade Industrial de Equipamentos Especiais, em parceria com o Instituto Militar de Engenharia, é um desses casos. Mais do que um jipe militar experimental, o veículo representa uma fotografia de um Brasil que buscava construir capacidade tecnológica própria, reduzir vulnerabilidades externas e transformar engenharia nacional em instrumento de soberania.
O projeto surgiu em um período particularmente complexo. O mundo enfrentava os efeitos da segunda crise do petróleo, enquanto o Brasil procurava ampliar sua autonomia energética e industrial. Ao mesmo tempo, a Base Industrial de Defesa brasileira vivia um ciclo de expansão, no qual empresas nacionais desenvolviam veículos blindados, sistemas de armas, aeronaves e equipamentos destinados tanto às Forças Armadas brasileiras quanto ao mercado internacional. Estudos do IPEA identificam justamente a segunda metade dos anos 1970 e os anos 1980 como período de grande expansão da indústria de defesa brasileira.
É nesse ambiente que o SAFO Comando precisa ser compreendido.
Não como uma curiosidade automobilística.
Como engenharia de soberania.
A história começou um pouco antes. Em 1978, a JAMY, em conjunto com engenheiros do IME, desenvolveu o primeiro SAFO, sigla de Sistema de Alta Flexibilidade Operacional. Tratava-se de uma espécie de “mula mecânica” aerotransportável, concebida para transportar carga e servir como plataforma para diferentes sistemas de armas.
O projeto possuía soluções extraordinariamente criativas para a época. Seu motor Volkswagen 1300 desenvolvia 38 cv, a tração era 4x4, a transmissão utilizava correntes e havia quatro freios a disco instalados nas saídas da caixa de transferência. A solução mais interessante, entretanto, estava na suspensão articulada, que permitia rebater parte da plataforma e reduzir o comprimento do veículo de aproximadamente 3,24 metros para 2,45 metros, facilitando seu transporte aéreo. Estavam previstas configurações para carga, transporte de tropas, emprego anticarro e transporte de morteiros, canhões e metralhadoras.
O SAFO Comando representou a evolução dessa filosofia.
A JAMY e o IME passaram da ideia de uma plataforma extremamente compacta para uma verdadeira viatura militar de emprego geral. O objetivo era ambicioso: desenvolver uma alternativa nacional para os antigos Dodge Commando de 3,5 toneladas, então ainda empregados pelo Exército Brasileiro.
E foi justamente aí que o projeto revelou o grau de maturidade alcançado pela engenharia nacional.
O SAFO Comando possuía estrutura tubular de aço, santantônio integrado, motor traseiro Chevrolet de 171 cv alimentado a álcool, diferencial autoblocante, suspensão independente nas quatro rodas com molas helicoidais, direção hidráulica e freios a disco. Sua transmissão automática utilizava conversor de torque e estava associada a uma caixa de transferência com reduzida e tomada de força destinada ao acionamento de guincho. As rodas e os pneus eram provenientes do Dodge Commando que a viatura pretendia substituir.
Para o final dos anos 1970, tratava-se de um conjunto mecânico extremamente sofisticado.
E existe uma característica que merece atenção especial: o emprego do álcool como combustível.
Hoje, quando o mundo discute transição energética, diversificação de matrizes e redução da dependência de combustíveis fósseis, pode parecer natural falar em combustíveis alternativos. Em 1979, porém, colocar um motor de uma viatura militar sobre rodas para operar com álcool significava enxergar além da tecnologia disponível naquele momento.
O Brasil possuía uma condição particular: uma forte capacidade agrícola, uma crescente indústria sucroenergética e o Proálcool em expansão. A escolha do combustível não era apenas uma decisão mecânica. Poderia representar, dentro daquele contexto histórico, uma tentativa de aproximar energia nacional, indústria nacional e defesa nacional.
É exatamente nessa interseção que surge o conceito de soberania tecnológica.
Uma nação não é plenamente soberana quando consegue comprar determinado equipamento. Ela amplia sua soberania quando consegue projetá-lo, produzi-lo, mantê-lo, modificá-lo e, sobretudo, compreender profundamente as tecnologias críticas que o sustentam.
O SAFO Comando demonstrava que essa capacidade existia.
A própria trajetória da JAMY reforça esse ponto. Antes de ingressar no setor militar, a empresa havia desenvolvido equipamentos para a Aeronáutica, inclusive os veículos de combate a incêndio Pioneiro. No Pioneiro III, montado sobre chassi Scania, a empresa desenvolveu seu próprio sistema de transformação para tração 4x4, criando caixa de transferência, juntas homocinéticas, roda-livre e sistema pneumático de engate da tração integral. Esse conjunto recebeu a denominação comercial Jamy 4.
Ou seja, o SAFO Comando não nasceu de uma simples adaptação improvisada de componentes estrangeiros.
Ele foi resultado de uma trajetória de acumulação tecnológica.
Esse é um dos elementos mais importantes da história.
A soberania industrial não nasce apenas de grandes programas. Ela nasce da acumulação silenciosa de competências: projeto, materiais, usinagem, transmissão, suspensão, sistemas de tração, integração mecânica, testes, manutenção e capacidade de produzir componentes críticos.
Quando essas competências desaparecem, não desaparece apenas uma empresa.
Desaparece uma parcela do patrimônio tecnológico nacional.
O paradoxo do SAFO Comando é justamente esse. O Brasil demonstrava capacidade para desenvolver uma viatura militar extremamente avançada, mas não conseguiu transformar o protótipo em programa industrial sustentável.
Foram construídos dois protótipos do SAFO Comando. O veículo foi testado com sucesso, mas não recebeu encomendas para produção em série. A própria JAMY, apesar de contar com uma equipe técnica considerada excelente, enfrentava dificuldades administrativas, elevada verticalização e custos significativos. Em 1981, entrou em processo de falência.
É aqui que a história deixa de ser apenas tecnológica e passa a ser estratégica.
Uma indústria de defesa não pode depender exclusivamente da existência ocasional de protótipos brilhantes.
Ela precisa de continuidade.
Precisa de encomendas previsíveis.
Precisa de escala.
Precisa de financiamento.
Precisa de pesquisa e desenvolvimento.
Precisa de domínio de cadeia produtiva.
Precisa, sobretudo, de uma visão de Estado que compreenda que determinados equipamentos não devem ser avaliados apenas pelo preço de aquisição, mas pelo conhecimento tecnológico que sua produção conserva dentro do país.
Essa é uma das grandes lições deixadas pela história da JAMY.
A Base Industrial de Defesa brasileira alcançaria posteriormente resultados expressivos com empresas como Engesa, Avibras e Embraer. O próprio IPEA registra que o setor atingiu seu auge entre meados dos anos 1970 e o início dos anos 1990, período em que produtos brasileiros alcançaram significativa presença internacional.
Mas também veio a crise.
A experiência brasileira demonstraria que possuir competência tecnológica não basta. É necessário criar condições para que essa competência sobreviva aos ciclos econômicos, às mudanças políticas, às oscilações orçamentárias e às transformações do mercado internacional.
O SAFO Comando antecipou, inclusive, características encontradas décadas depois em projetos de viaturas leves de alta mobilidade. A própria referência histórica da JAMY registra que o veículo antecedeu em quase duas décadas a Viatura Leve de Emprego Geral Gaúcho, desenvolvida no século XXI com características semelhantes, como estrutura tubular, suspensão independente e tração 4x4.
Isso não significa afirmar que o Gaúcho tenha sido derivado diretamente do SAFO Comando.
Significa algo mais importante: a engenharia brasileira já trabalhava, na década de 1970, com soluções que continuariam presentes décadas depois nos requisitos de mobilidade tática das forças terrestres.
Essa continuidade tecnológica é frequentemente esquecida.
Quando um país abandona um projeto, o conhecimento acumulado não desaparece imediatamente. Ele permanece na memória dos engenheiros, nos desenhos, nas oficinas, nos fornecedores, nos processos industriais e na cultura técnica. Mas, sem continuidade, essa memória vai se fragmentando até desaparecer.
É por isso que projetos como o SAFO Comando precisam ser resgatados.
Não por nostalgia.
Por estratégia.
O veículo é uma lembrança concreta de que dependência tecnológica é também uma vulnerabilidade militar.
Em situação de crise, uma força armada dependente de fornecedores externos pode descobrir que sua capacidade operacional está condicionada não apenas à disponibilidade financeira, mas à vontade política de terceiros, à logística internacional, às sanções, às interrupções de cadeias de suprimento e à disponibilidade de peças e componentes críticos.
Soberania, portanto, não significa produzir tudo sozinho.
Significa saber o que não pode ser perdido.
E, entre essas tecnologias críticas, estão justamente aquelas capazes de sustentar mobilidade militar, comunicações, sensores, energia, materiais estratégicos, propulsão, munições, sistemas navais, aeronaves, blindados e infraestrutura logística.
O SAFO Comando pertence a essa história.
Um pequeno jipe, construído em poucos exemplares, que talvez tenha recebido pouca atenção diante dos grandes programas militares de sua época, mas que carrega uma mensagem estratégica de enorme dimensão.
A mensagem é simples.
O Brasil tinha engenharia.
Tinha capacidade de adaptação.
Tinha capacidade de projetar.
Tinha capacidade de fabricar componentes próprios.
Tinha capacidade de integrar sistemas.
Tinha capacidade de experimentar.
O que faltou foi transformar essa competência em continuidade industrial.
É justamente aí que entra o conceito de Engenharia de Soberania Estratégica: a engenharia não deve ser compreendida apenas como instrumento de fabricação de produtos, mas como componente estruturante da autonomia nacional. Projetar uma viatura, desenvolver uma transmissão, fabricar um sistema de armas ou dominar determinado material significa preservar conhecimento que poderá ser decisivo em uma crise futura.
O SAFO Comando não chegou à produção em série.
Mas deixou uma pergunta que permanece atual:
quantos projetos brasileiros de alta tecnologia foram interrompidos antes de se transformarem em capacidade estratégica nacional?
E uma segunda pergunta é ainda mais importante:
quanto custa para um país perder o conhecimento que levou décadas para construir?
A resposta não está apenas nos balanços financeiros das empresas que desapareceram.
Está na dependência tecnológica que surge depois.
Está na necessidade de importar aquilo que um dia fomos capazes de produzir.
Está na perda de engenheiros, técnicos, fornecedores e processos industriais.
Está na redução da capacidade de decisão soberana.
Por isso, olhar para o SAFO Comando hoje não é olhar para um velho protótipo estacionado em um galpão.
É olhar para um documento material da soberania brasileira.
Aquele jipe representa um Brasil que tentou fazer diferente.
Um Brasil que compreendeu, ainda na década de 1970, que defesa nacional, energia, engenharia e indústria não são setores isolados.
São partes de uma mesma equação estratégica.
O SAFO Comando não venceu porque não entrou em produção.
Mas também não pode ser considerado derrotado.
Sua maior vitória talvez esteja justamente naquilo que ainda nos ensina:
uma nação que deseja ser soberana precisa construir não apenas equipamentos de defesa, mas a capacidade nacional de continuar projetando o próximo equipamento depois que o primeiro deixar de existir.
O futuro da Defesa Nacional brasileira não será construído somente pela aquisição de plataformas estrangeiras.
Será construído nos laboratórios, nas universidades, nos arsenais, nos estaleiros, nas fábricas, nas oficinas, nas empresas de engenharia e nas cadeias industriais capazes de transformar conhecimento em poder nacional.
O SAFO Comando foi um desses primeiros sinais.
Quase meio século depois, sua história continua atual.
Porque a verdadeira soberania não está apenas naquilo que um país possui.
Está naquilo que ele é capaz de produzir quando não pode mais depender de ninguém.
*Amadeu Robalinho, é Comissário Especial da Polícia Civil de PE, pós-graduado em Engenharia Naval e especialista em Política, Estratégia, Defesa e Segurança Pública. Atua como Conselheiro de Assuntos de Defesa Nacional e Segurança Pública da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG-PE), desenvolvendo estudos e artigos sobre soberania, geopolítica, indústria de defesa e desenvolvimento estratégico do Brasil. @amadeurobalinho
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
Homenagem ao Dia do Psicólogo - 27 de Agosto - Crônica Poética - Por Romero Falcão*
27/08/2026
Colhe dos nossos lábios a palavra oculta
e escuta pelos ouvidos dos sentidos.
O psicólogo traz à tona
a sombra confundida com a luz,
o pus disfarçado de tecido sarado.
O psicólogo libera as grades da prisão,
desde que a ferrugem faça as pazes
com o ferro,
desde que o ferrolho libere
a angústia do berro.
O gênio de Nietzsche vaticinou:
«“Dostoiévski foi o único psicólogo
com quem tive algo a aprender.”»
O psicólogo é a profissão
que vê a piranha devorando o rio
por detrás da beleza do pavão.
*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
O psicólogo é um poeta da linguagem do corpo e das dores da alma.
Colhe dos nossos lábios a palavra oculta
e escuta pelos ouvidos dos sentidos.
O psicólogo traz à tona
a sombra confundida com a luz,
o pus disfarçado de tecido sarado.
O psicólogo libera as grades da prisão,
desde que a ferrugem faça as pazes
com o ferro,
desde que o ferrolho libere
a angústia do berro.
O gênio de Nietzsche vaticinou:

«“Dostoiévski foi o único psicólogo
com quem tive algo a aprender.”»
O psicólogo é a profissão
que vê a piranha devorando o rio
por detrás da beleza do pavão.
*Romero Falcão é cronista e poeta. Articulista de O Poder. @romerocoutinhodearruda

NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.
Cinquenta anos do CEHM: é no município que a história começa - Por Flavio José Gomes Cabral*
27/08/2026
Há cerca de cinquenta anos, o Centro de Estudos de História Municipal (CEHM), da Agência CONDEPE/FIDEM, passou a incentivar a preservação dessa memória, estimulando historiadores e pesquisadores locais a divulgar seus estudos. O resultado desse trabalho foi a publicação de importantes c...
Investigar a história dos municípios é percorrer suas ruas como quem lê um livro aberto. Como observou Ítalo Calvino, as cidades podem ser lidas como páginas escritas, nas quais cada rua, praça e residência preserva fragmentos de um passado que resiste na memória de seus habitantes. Em muitas localidades, são os memorialistas que assumem a missão de registrar essas lembranças em cadernos manuscritos, reunindo narrativas familiares, religiosas, escolares e comunitárias transmitidas entre gerações. Esses registros, frequentemente construídos a partir de relatos dos mais velhos e da consulta a arquivos muitas vezes deteriorados, impedem que acontecimentos importantes desapareçam com o tempo.
Há cerca de cinquenta anos, o Centro de Estudos de História Municipal (CEHM), da Agência CONDEPE/FIDEM, passou a incentivar a preservação dessa memória, estimulando historiadores e pesquisadores locais a divulgar seus estudos. O resultado desse trabalho foi a publicação de importantes coleções, como História Municipal, Tempo Municipal, Documentos Históricos, Cronologia Pernambucana e História da Imprensa de Pernambuco, que contribuíram para ampliar o conhecimento sobre a história dos municípios pernambucanos. Em um período de crescente valorização do ensino da História de Pernambuco, essas publicações aproximaram professores, estudantes e comunidades de suas próprias trajetórias, fortalecendo o sentimento de pertencimento e a compreensão de que os grandes acontecimentos também são construídos nas realidades locais.

Ao longo de cinco décadas, o CEHM desempenhou um papel decisivo na valorização da historiografia municipal, revelando acontecimentos até então desconhecidos e estimulando pesquisas acadêmicas em diversas instituições do país. Sua atuação demonstrou que preservar a memória local é fortalecer a identidade coletiva e ampliar o conhecimento histórico. Celebrar os cinquenta anos do CEHM é reconhecer uma trajetória dedicada à preservação da memória pernambucana e reafirmar uma convicção fundamental: é no município que a história começa.
*Flavio José Gomes Cabral, é professor de história da Unicap e Doutor em história pela UFPE.
