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Paulista - Gestão de Ramos discute com a PM reestruturação da segurança pública

11/01/2025

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Ontem, sexta-feira (10/01), representantes da Gestão Municipal de Paulista estiveram reunidos com o comandante do 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM), Tenente-Coronel PM Jorge Barbosa, na sede da Secretaria de Segurança, Mobilidade e Defesa Civil. O Encontro teve como principal objetivo discutir acerca do Termo de Cooperação Técnica existente entre as partes, além de discutir a reestruturação do Centro Integrado de Segurança (CIS).

Parceria

De acordo com o secretário de Segurança, Mobilidade e Defesa Civil, José Ricardo Medeiros de Araújo, a parceria busca agilizar o atendimento às ocorrências, bem como reduzir os índices de violência e criminalidade na cidade. Entre as iniciativas previstas no termo de cooperação estão a integração das ações entre a Polícia Militar, a Guarda Municipal e os agentes de trânsito, além da realização de treinamentos especializados para aprimorar a atuação desses profissionais.



Outros...

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Ontem, sexta-feira (10/01), representantes da Gestão Municipal de Paulista estiveram reunidos com o comandante do 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM), Tenente-Coronel PM Jorge Barbosa, na sede da Secretaria de Segurança, Mobilidade e Defesa Civil. O Encontro teve como principal objetivo discutir acerca do Termo de Cooperação Técnica existente entre as partes, além de discutir a reestruturação do Centro Integrado de Segurança (CIS).

Parceria

De acordo com o secretário de Segurança, Mobilidade e Defesa Civil, José Ricardo Medeiros de Araújo, a parceria busca agilizar o atendimento às ocorrências, bem como reduzir os índices de violência e criminalidade na cidade. Entre as iniciativas previstas no termo de cooperação estão a integração das ações entre a Polícia Militar, a Guarda Municipal e os agentes de trânsito, além da realização de treinamentos especializados para aprimorar a atuação desses profissionais.

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Outros atores

Também participaram da reunião o secretário executivo Olavo Morais e o comandante da Guarda Municipal, Thiago Pereira. As autoridades destacaram a importância de unir esforços entre os órgãos de segurança para fortalecer o trabalho preventivo e garantir maior proteção à população.

Ferramenta estratégica

A reestruturação do CIS foi outro ponto central do debate, sendo apontada como uma ferramenta estratégica para melhorar o monitoramento e a resposta rápida às demandas de segurança em Paulista. Segundo Ricardo, o centro é essencial para consolidar um modelo de atuação mais eficiente e integrado.

As próximas etapas

Envolvem a formalização do termo e a implementação das ações acordadas, reafirmando o compromisso da gestão municipal com a segurança pública e a qualidade de vida dos cidadãos.

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Leia outras informações

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Meta tem seis horas para remover robôs que atacaram Veneziano

02/10/2026

Liminar aponta fortes indícios de ataque artificial e determina fornecimento de dados para identificar responsáveis. Grande passo no combate à pirataria digital nas eleições.

A notícia

A Justiça Eleitoral determinou hoje, sexta-feira (02/10) que a Meta remova, em até seis horas, os comentários feitos por perfis apontados como inautênticos nas cinco publicações de Veneziano Vital do Rêgo atingidas por um ataque coordenado no Instagram. Segundo levantamento da campanha, a medida alcança cerca de 1,2 mil comentários.

A decisão

É da juíza auxiliar da Propaganda Eleitoral Renata Barros de Assunção Paiva, do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). Ao analisar as provas, a magistrada reconheceu a existência de “fortes indícios de comportamento não espontâneo e de possível amplificação artificial” contra o candidato.

O ataque

Ocorreu na manhã desta sexta-feira. A documentação...

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Liminar aponta fortes indícios de ataque artificial e determina fornecimento de dados para identificar responsáveis. Grande passo no combate à pirataria digital nas eleições.

A notícia

A Justiça Eleitoral determinou hoje, sexta-feira (02/10) que a Meta remova, em até seis horas, os comentários feitos por perfis apontados como inautênticos nas cinco publicações de Veneziano Vital do Rêgo atingidas por um ataque coordenado no Instagram. Segundo levantamento da campanha, a medida alcança cerca de 1,2 mil comentários.

A decisão

É da juíza auxiliar da Propaganda Eleitoral Renata Barros de Assunção Paiva, do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). Ao analisar as provas, a magistrada reconheceu a existência de “fortes indícios de comportamento não espontâneo e de possível amplificação artificial” contra o candidato.

O ataque

Ocorreu na manhã desta sexta-feira. A documentação apresentada à Justiça registrou centenas de comentários semelhantes disparados praticamente ao mesmo tempo, com repetição de emojis e atuação simultânea de vários perfis. Em uma das amostras, seis comentários foram publicados em apenas 13 segundos.

Estado artificial

Na decisão, a juíza afirma que os elementos indicam possível uso de engajamento inautêntico para “forjar artificialmente um estado de rejeição popular generalizada contra o candidato às vésperas do pleito”.

Rumo a identificar a origem

Além de retirar os comentários, a Meta terá de preservar os dados das contas e, em até 24 horas, fornecer informações técnicas que possam ajudar a identificar os responsáveis, incluindo endereços IP e registros de acesso. O descumprimento injustificado da decisão pode gerar multa diária de R$ 20 mil.




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É Findi Eleição - O Dramalhão do Domingo de Votação - Poema Bem-humorado - Por IA*

02/10/2026

No domingo bem cedo o alarme já toca,

E na mente a dúvida logo se apoca.

Procura a colinha, procura a caneta,

O título digital abre em outro planeta.

Sai pela rua com passo apertado,

Encontra o vizinho de humor alterado.

É fila pra lá, falação para cá,

E o tiozinho na frente não sabe onde está.

Olho pro alto e pergunto cismado:

Quem será o presidente, meu Deus do céu?

É tanto discurso, promessa, confusão e debate, debate??? e teve???

Que a gente só torce pra não dar empate!

Chega a sua vez, encara o mesário,

Assina o livro, que é o ritual diário.

Na frente da urna, um minuto de paz,

Digita os dígitos, confirma e faz:

Piii-ri-ri! Barulhinho sagrado,

Dever cumprido, eleitor liberado!

Volta pra casa correndo pro almoço,

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No domingo bem cedo o alarme já toca,

E na mente a dúvida logo se apoca.

Procura a colinha, procura a caneta,

O título digital abre em outro planeta.

Sai pela rua com passo apertado,

Encontra o vizinho de humor alterado.

É fila pra lá, falação para cá,

E o tiozinho na frente não sabe onde está.

Olho pro alto e pergunto cismado:

Quem será o presidente, meu Deus do céu?

É tanto discurso, promessa, confusão e debate, debate??? e teve???

Que a gente só torce pra não dar empate!

Chega a sua vez, encara o mesário,

Assina o livro, que é o ritual diário.

Na frente da urna, um minuto de paz,

Digita os dígitos, confirma e faz:

Piii-ri-ri! Barulhinho sagrado,

Dever cumprido, eleitor liberado!

Volta pra casa correndo pro almoço,

Pois votar com o estômago 'roncando' é um grande sufoco.


A Editoria - Criado por IA*

Abaixo: as 'colinhas'



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É Findi - Série História de Pernambuco - Guararapes: quando o cerco apertou - Por Alfredo Cabral de Melo*

02/10/2026

Depois das vitórias de Tabocas e Casa Forte, a situação dos neerlandeses em Pernambuco havia mudado. O Recife continuava sob o domínio da Companhia das Índias Ocidentais, protegido por suas fortificações e ainda capaz de receber homens, armas e mantimentos. Fora da cidade, porém, o cenário era outro. As forças da restauração haviam conquistado posições importantes e mantinham pressão sobre as áreas que permaneciam sob controle neerlandês.

A guerra entrava, assim, em uma fase diferente. Os homens que haviam iniciado a luta em 1645 já tinham adquirido experiência nos combates e conheciam melhor os caminhos do interior. Do outro lado, a Companhia das Índias Ocidentais precisava demonstrar que ainda tinha condições de recuperar o terreno perdido. A chegada de novos reforços vindos da Europa, no início de 1648, contribuiu com essa possibilidade.

Cerca de seis mil combatentes chegaram a Pernambuco naquele período, fortalecendo consideravelmente a posição militar...

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Depois das vitórias de Tabocas e Casa Forte, a situação dos neerlandeses em Pernambuco havia mudado. O Recife continuava sob o domínio da Companhia das Índias Ocidentais, protegido por suas fortificações e ainda capaz de receber homens, armas e mantimentos. Fora da cidade, porém, o cenário era outro. As forças da restauração haviam conquistado posições importantes e mantinham pressão sobre as áreas que permaneciam sob controle neerlandês.

A guerra entrava, assim, em uma fase diferente. Os homens que haviam iniciado a luta em 1645 já tinham adquirido experiência nos combates e conheciam melhor os caminhos do interior. Do outro lado, a Companhia das Índias Ocidentais precisava demonstrar que ainda tinha condições de recuperar o terreno perdido. A chegada de novos reforços vindos da Europa, no início de 1648, contribuiu com essa possibilidade.

Cerca de seis mil combatentes chegaram a Pernambuco naquele período, fortalecendo consideravelmente a posição militar neerlandesa. A intenção era utilizar esses homens para romper o cerco que vinha sendo formado ao redor do Recife e recuperar áreas importantes para o abastecimento e para as comunicações. O conflito, que durante algum tempo parecera favorecer cada vez mais as forças da restauração, voltava a apresentar uma situação de incerteza.

Francisco Barreto de Menezes havia sido designado por D. João IV para assumir o comando geral das tropas da restauração. Ao seu lado estavam homens que já conheciam aquela guerra havia anos, entre eles João Fernandes Vieira, André Vidal de Negreiros, Antônio Dias Cardoso, Henrique Dias e Filipe Camarão. Eram trajetórias diferentes e nem sempre ligadas pelos mesmos interesses, mas que naquele momento se encontravam no esforço de combater o domínio neerlandês.

No lado contrário, Sigismund Von Schkoppe recebeu a responsabilidade de conduzir a operação. O objetivo era sair do Recife, avançar pelo território e alcançar áreas que poderiam contribuir para o abastecimento das tropas. O movimento levava em direção ao sul, passando por uma região que, naquele momento, ainda não carregava o significado que receberia nos séculos seguintes.

Os Montes Guararapes ficavam no atual município de Jaboatão dos Guararapes. Para quem observa hoje a paisagem a partir da cidade que cresceu ao seu redor, pode ser difícil imaginar a importância que aquelas elevações tinham para a movimentação de um exército no século XVII. Naquele tempo, o relevo, a vegetação e as áreas alagadas interferiam diretamente na passagem de grandes contingentes.

Para os homens que já haviam lutado em Pernambuco, conhecer o terreno representava uma vantagem. Tabocas havia mostrado isso. A escolha de um lugar adequado podia reduzir a vantagem numérica do adversário e permitir que uma força menor enfrentasse um contingente mais numeroso em condições menos desfavoráveis.

Quando a movimentação neerlandesa se aproximou dos Guararapes, as forças da restauração se prepararam para enfrentá-la. Na noite de 18 de abril, os homens comandados por Barreto de Menezes marcharam em direção aos montes. No dia seguinte, os dois contingentes se encontraram.

A batalha não aconteceu em um campo aberto. O terreno obrigava os soldados a se movimentarem entre elevações, vegetação e áreas de difícil passagem. A superioridade numérica dos neerlandeses, acompanhada de artilharia e de soldados experientes, não desaparecia por causa disso, mas também não podia ser utilizada com a mesma facilidade que teria em uma área mais ampla.

O combate foi intenso. Houve disparos de armas de fogo, avanços, recuos e luta corpo a corpo. Os homens procuravam aproveitar as características do terreno enquanto os neerlandeses tentavam manter sua capacidade de combate diante de uma tropa que conhecia melhor aquelas condições.

Entre os comandantes da restauração estavam João Fernandes Vieira e André Vidal de Negreiros, enquanto Henrique Dias e Filipe Camarão conduziam seus respectivos terços. Antônio Dias Cardoso também participou da operação. Francisco Barreto de Menezes exercia o comando geral.

Sabemos desses acontecimentos não apenas por narrativas escritas posteriormente. Existem documentos produzidos em torno da própria campanha. José Antônio Gonsalves de Mello identificou as partes oficiais dos dois comandantes adversários, Francisco Barreto de Menezes e Sigismund Von Schkoppe. Há ainda o relato de Filipe Bandeira de Melo, tenente de Barreto, dirigido ao rei e datado de 19 de maio de 1648, cujo original se encontrava anexado a uma consulta do Conselho Ultramarino. Do lado neerlandês, existe o relato de Cornelius Van Der Brande, coronel de um dos regimentos e substituto de Schkoppe.

Esses documentos não contam necessariamente a mesma história. Cada comandante tinha suas próprias razões para apresentar o combate de determinada maneira. O vencedor procurava destacar o êxito de suas armas; o derrotado precisava explicar a razão da retirada. É justamente por isso que o confronto entre os relatos é tão importante. A história não precisa escolher uma narrativa pronta quando é possível colocar as versões lado a lado.

Também existe a narrativa de Diogo Lopes Santiago, contemporâneo dos acontecimentos e autor da mais extensa descrição conhecida das batalhas dos Guararapes. Segundo a apresentação de José Antônio Gonsalves de Mello, seu manuscrito foi encontrado na Biblioteca Municipal do Porto e publicado posteriormente. Sua narrativa pode ser confrontada com as partes dos comandantes, permitindo perceber tanto as coincidências quanto as diferenças entre as versões.

Ao final do combate, os neerlandeses recuaram em direção ao Recife. A vitória das forças da restauração foi importante, mas seus limites precisam ser preservados. O Recife continuava nas mãos da Companhia das Índias Ocidentais, suas fortificações permaneciam intactas e os reforços recém-chegados ainda representavam uma ameaça.

Guararapes, portanto, não expulsou os neerlandeses de Pernambuco. Tampouco encerrou a guerra. O que ocorreu foi uma derrota importante para uma tentativa de romper o cerco e recuperar o espaço que a Companhia das Índias Ocidentais vinha perdendo desde os primeiros anos da insurreição.

A batalha também colocou novamente em evidência homens que já haviam aparecido nos episódios anteriores. Vieira, Vidal de Negreiros, Henrique Dias, Filipe Camarão e Antônio Dias Cardoso não surgiram em Guararapes como personagens de uma história pronta. Suas trajetórias vinham sendo construídas ao longo de anos de conflito, com diferentes origens, interesses e experiências.

Foi somente muito depois que aquela composição passou a receber outro significado. A presença de portugueses, moradores da terra, indígenas e negros nos combates seria transformada em símbolo de uma suposta união das três raças na formação do Brasil. A participação desses grupos é um fato histórico. O significado que posteriormente lhe foi atribuído pertence, porém, a outra camada da história, sendo necessário separar essas duas coisas.

Em 1648, não havia ainda o Brasil independente que conheceríamos no século XIX. Os homens que estavam nos Guararapes viviam em uma sociedade colonial e estavam envolvidos em uma guerra que reunia interesses políticos, econômicos, religiosos, militares e pessoais. Alguns defendiam a restauração portuguesa; outros haviam escolhido permanecer ligados aos neerlandeses. As razões que levaram cada um deles ao combate não podem ser reduzidas a uma única explicação.

Talvez seja justamente essa distância entre o acontecimento e a memória posterior que torne Guararapes tão interessante. Os homens que lutaram naquele 19 de abril não poderiam saber o significado que seus atos receberiam séculos mais tarde. Para eles, a questão era bem mais imediata: vencer ou ser derrotado em uma guerra que ainda estava longe de terminar.

Naquele dia, os neerlandeses recuaram para o Recife. As forças da restauração haviam conseguido impedir o avanço e manter a pressão sobre a praça. Mas a cidade continuava de pé, e a Companhia das Índias Ocidentais ainda tinha recursos para continuar lutando.

A primeira batalha dos Guararapes havia terminado. A guerra, não e os mesmos montes ainda voltariam a receber os dois lados.


Fontes


Evaldo Cabral de Mello. Olinda Restaurada: guerra e açúcar no Nordeste, 1630–1654.

Evaldo Cabral de Mello. Rubro Veio: o imaginário da restauração pernambucana.

José Antônio Gonsalves de Mello. Fontes para a História do Brasil Holandês.

José Antônio Gonsalves de Mello. João Fernandes Vieira: mestre de campo do terço de infantaria de Pernambuco.

José Antônio Gonsalves de Mello. Fontes para a história das duas batalhas, estudo publicado em 1959, com identificação das partes e relatos relativos aos combates dos Guararapes.

Diogo Lopes Santiago. História da Guerra de Pernambuco.

Francisco Augusto Pereira da Costa. Anais Pernambucanos, vol. 3.

Documentação da primeira batalha dos Guararapes, incluindo as partes de Francisco Barreto de Menezes e Sigismund Von Schkoppe, o relato de Filipe Bandeira de Melo e o de Cornelius Van Der Brande.


*Alfredo Cabral de Melo, é Advogado, Historiador, Jornalista, e Membro do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP) e do Instituto Histórico do Maranhão (IHGM). @alfredo.cabral.de.melo



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É Findi - Véus - Poema - Por Ana Pottes*

02/10/2026

Escolhas pesadas
Em véus embrulhadas
Disfarçam desejos
Afagam anseios

Palavras faladas
Veladas por atos
Mascaram os fatos
Expressam prisões

Nos céus profecias
Demarcam caminhos
Definem destinos
Em nuvens pintados
E acolhem incautos

Direitos
Deveres
Favores insanos?

Por fim o que resta
De tanta bondade?
Uma réstia de vida
Numa sobrevida
Descobre a crueza
De quase morrer


*Ana Pottes, psicóloga, gosta de escrever crônicas, contos e poemas sobre as interações emocionais com a vida. Autora do livro de poemas: Nem tudo são flores, mas... elas existem! @ana_pottes



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Escolhas pesadas
Em véus embrulhadas
Disfarçam desejos
Afagam anseios

Palavras faladas
Veladas por atos
Mascaram os fatos
Expressam prisões

Nos céus profecias
Demarcam caminhos
Definem destinos
Em nuvens pintados
E acolhem incautos

Direitos
Deveres
Favores insanos?

Por fim o que resta
De tanta bondade?
Uma réstia de vida
Numa sobrevida
Descobre a crueza
De quase morrer


*Ana Pottes, psicóloga, gosta de escrever crônicas, contos e poemas sobre as interações emocionais com a vida. Autora do livro de poemas: Nem tudo são flores, mas... elas existem! @ana_pottes



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É Findi Eleição - Entre Capitanias e Dinastias - Poema - Por Eduardo Albuquerque*

02/10/2026

Que País é este, Brasil?
O que sonhamos, varonil,
agora está andrajoso e senil,
sem perspectiva, já servil!

Quinhentos anos de história,
nada que se agregue à memória;
o tempo se esvai, célere e inglório...
Líderes? Mais parecem escória!

Piores que as capitanias hereditárias,
vejam suas vis e recorrentes trajetórias,
que se perpetuam quais sombras merencórias:



na Bahia, os Magalhães;
os Sarney, no Maranhão;
os Barbalho, no Pará;
os Ferreira Gomes, no Ceará;
os Caiado, em Goiás;
em Alagoas, os Calheiros;
em Pernambuco, os Arraes e os Campos...

Tudo, tudo ao Deus-dará!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



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Que País é este, Brasil?
O que sonhamos, varonil,
agora está andrajoso e senil,
sem perspectiva, já servil!

Quinhentos anos de história,
nada que se agregue à memória;
o tempo se esvai, célere e inglório...
Líderes? Mais parecem escória!

Piores que as capitanias hereditárias,
vejam suas vis e recorrentes trajetórias,
que se perpetuam quais sombras merencórias:



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na Bahia, os Magalhães;
os Sarney, no Maranhão;
os Barbalho, no Pará;
os Ferreira Gomes, no Ceará;
os Caiado, em Goiás;
em Alagoas, os Calheiros;
em Pernambuco, os Arraes e os Campos...

Tudo, tudo ao Deus-dará!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor. @eduardoalbuquerque99



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É Findi - Série Prédios Ícones de Pernambuco - Mercado da Madalena - Antônio Tibúrcio Cavalcanti Filho*

02/10/2026

O mercado

O Mercado da Madalena surgiu em 1925. Foi inaugurado mais especificamente no dia 19 de outubro daquele ano. Completou, portanto, um século de existência. No início, ele era conhecido como Mercado do Bacurau, porque fechava muito tarde. Os boxes funcionavam até às dez da noite.

Antigamente, os restaurantes viravam a madrugada, porque vinha gente do Internacional, de festas, bailes de Carnaval etc. Ali tinha um sarapatel muito famoso. O pessoal gostava muito de sarapatel, ia comer no mercado, e ia todo mundo de terno para o mercado.

Houve grandes reformas ao longo do tempo. Destaco a do período em que Gustavo Krause foi prefeito e mandou colocar azulejo em todos os boxes, porque, por mais a gente que pintasse, ficava um negócio feio. Outra foi a da gestão de Roberto Magalhães, que deu origem à praça da alimentação externa e requalificou a Praça Solange Pinto Melo, onde o mercado se encontra.

Havia muita fiscaliz...

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O mercado

O Mercado da Madalena surgiu em 1925. Foi inaugurado mais especificamente no dia 19 de outubro daquele ano. Completou, portanto, um século de existência. No início, ele era conhecido como Mercado do Bacurau, porque fechava muito tarde. Os boxes funcionavam até às dez da noite.

Antigamente, os restaurantes viravam a madrugada, porque vinha gente do Internacional, de festas, bailes de Carnaval etc. Ali tinha um sarapatel muito famoso. O pessoal gostava muito de sarapatel, ia comer no mercado, e ia todo mundo de terno para o mercado.

Houve grandes reformas ao longo do tempo. Destaco a do período em que Gustavo Krause foi prefeito e mandou colocar azulejo em todos os boxes, porque, por mais a gente que pintasse, ficava um negócio feio. Outra foi a da gestão de Roberto Magalhães, que deu origem à praça da alimentação externa e requalificou a Praça Solange Pinto Melo, onde o mercado se encontra.

Havia muita fiscalização, não era bagunçado. Você não podia botar um rádio alto, ou fazer qualquer algazarra. Se tivesse uma malandragem, pegavam, prendiam e botavam ali na parte onde ficava a administração. Aí chamavam a polícia, e quando a polícia vinha ela torava no meio, o pau cantava.

Nas quartas-feiras, chegava muita mercadoria para ser vendida aos locatários. Muitas frutas e verduras, muito açougue. Era um movimento grande: o que você quisesse encontrar, achava lá. E tinha também aquelas carrocinhas. Os comerciantes de verduras compravam as coisas lá no mercado, botavam nos carrinhos e saíam buzinando pela Madalena, que sempre foi um bairro nobre.

A sapataria

A Sapataria Trovão é de 1943. Foi fundada por meu pai, Antônio Tibúrcio Cavalcanti, que nasceu em Campo Alegre, uma localidade de Lagoa do Carro. O pai dele, meu avô, era fazendeiro e tinha muitas propriedades. Mas meu pai decidiu fugir para o Recife em uma “sopa”, um daqueles ônibus improvisados em chassis de caminhão.

Ele passou um tempo em Olinda, aprendeu o ofício de sapateiro e conseguiu pagar por um box na Madalena. Casou com minha mãe e teve dois filhos: eu, o primeiro, e minha irmã. Por isso, minha infância foi toda na sapataria. Ele tinha mais de dez empregados e quis que eu trabalhasse lá com ele.

Eu relutei. Tinha vergonha. Casei pela primeira vez e fui embora morar em Boa Viagem. Queria montar uma oficina de conserto de calçados no Edifício Califórnia, mas disseram a mim que ali não era bom porque “ali não presta, não; aquilo é mesmo que um cabaré”. Voltei então para a Trovão e comecei a crescer.

Meu pai se aposentou e passou o negócio para mim e minha irmã. Nós registramos a firma no CNPJ em 1978 e fui comprar maquinário e material no Sul e no Sudeste, sem incentivo fiscal ou financeiro nenhum. O preconceito era grande: “Essas máquinas são de alta produção. Para que você comprar essas máquinas se você não tem dinheiro?”. Eu respondia: “Eu tenho”. E comprava.

Minha relação com o mercado

Completei 79 anos e estou aposentado há quatro. Consertei sapato para três gerações. Chegava menino e moça que eu vi quando crianças, filhos dos meus clientes antigos. Daqui a pouco chegavam esses filhos, já grandes, e diziam: “Toinho, o meu filho aqui”. Eram os netos dos primeiros.

Em 1981, fiz um curso de aperfeiçoamento em Novo Hamburgo (RS), com bolsa do Senai PE (passagens aéreas e ajuda de custo). Passei seis dias lá e fiquei maravilhado em conhecer uma fábrica de calçados. Me chamaram para ficar por lá, mas não quis. Quis ficar na Trovão.
Tive como clientes Dr. Ricardo Brennand; Dr. Osvaldo Coelho, ex-deputado federal; Fred Oliveira, ex-presidente da Federação Pernambucana de Futebol; Dr. João Davi de Souza Filho, juiz; Doutor Geraldo Magela Danta] Campos, desembargador; o ex-prefeito e ex-governador Gustavo Krause, e o pai dele, Bido Krause.

Eu organizava uma missa todo ano, na frente da Sapataria Trovão. Arrecadava mais 700 quilos de mercadoria e levava tudo para a Igreja do Perpétuo Socorro, ali pertinho. Quem contribuía eram os meus clientes, que eu convidava, porque no mercado o pessoal não dava quase nada, dava besteira. Sou pioneiro mesmo: passei 50 anos lá dentro. E papai também passou 50 anos, até se aposentar.


*Antônio Tibúrcio Cavalcanti Filho é sócio-proprietário da Sapataria Trovão, estabelecimento mais antigo ainda em atividade no Mercado da Madalena



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É Findi - A Velha casa dos Martírios - Por Josué Sena*

02/10/2026

Goiana. A velha casa de Luiz Gomes, nos Martírios,
Tem uma porta, tal para o Passado,
Para cruzar o acesso a que me refiro,
Um passe em rimas deve ser recitado.



Após a porta, há campos de lírios,
E nichos de mármore desgastado,
Onde cintilam brancos círios,
Indicando o rumo a ser tomado.

O caminho é o das nuvens do Poente,
Onde se sentam profetas de barbas,
Onde a luz, quase de repente,



Some, de montes, entre as abas
E numa delas Prometeu, preso a corrente,
Repete-se a dizer: "Aqui o Tempo acaba".


*Josué Sena, poeta e desembargador do TJPE.



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Goiana. A velha casa de Luiz Gomes, nos Martírios,
Tem uma porta, tal para o Passado,
Para cruzar o acesso a que me refiro,
Um passe em rimas deve ser recitado.



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Após a porta, há campos de lírios,
E nichos de mármore desgastado,
Onde cintilam brancos círios,
Indicando o rumo a ser tomado.

O caminho é o das nuvens do Poente,
Onde se sentam profetas de barbas,
Onde a luz, quase de repente,



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Some, de montes, entre as abas
E numa delas Prometeu, preso a corrente,
Repete-se a dizer: "Aqui o Tempo acaba".


*Josué Sena, poeta e desembargador do TJPE.



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É Findi – Doutor dos Pneus – Ou de como viver sob pressão - Croniqueta - Por Xico Bizerra*

02/10/2026

Da série Meus Breves Contos – 14


Sua mãe queria que ele fosse médico. Até porque seu irmão não quis estudar e administrava a borracharia da família. Cuidava de pneus. Para atender à mãe e não frustrar a tradição familiar, estudou Medicina especializando-se em PNEUmologia. Sócio do irmão, vive hoje dividido entre o consultório – onde calibra a pressão das pessoas e a borracharia - onde afere a pressão de pneus.


*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor. @bizerraxico



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Da série Meus Breves Contos – 14


Sua mãe queria que ele fosse médico. Até porque seu irmão não quis estudar e administrava a borracharia da família. Cuidava de pneus. Para atender à mãe e não frustrar a tradição familiar, estudou Medicina especializando-se em PNEUmologia. Sócio do irmão, vive hoje dividido entre o consultório – onde calibra a pressão das pessoas e a borracharia - onde afere a pressão de pneus.


*Xico Bizerra, é compositor, poeta e escritor. @bizerraxico



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É Findi – O Boi - Poema - Por Victor Sousa Júnior*

02/10/2026

No meio do povo, passista, brincante
De veste elegante, lá vinha o boi.
Baixando, subindo, girando e girando
No meio da rua, passava o boi.
E o seu olhar congelado parecia sorrir
Do povo descrente, de sonho carente
No meio da praça, do ponto mais alto, voava o boi
E o príncipe estrangeiro com seu humor tórrido
Com olhar complacente
Diria sorrir
É o boi na caatinga, com sede, com nada
De olhar impassível, sem nada entender
Igual fez a morte, sem hora, aviso
Por pouco me leva, sem nada temer
O enredo do fim, o cheiro do sangue
A morte na ponta da espada
Do toureiro vaidoso
A agulha, o bisturi na sala de cirurgia
Fez do azul um poço escuro
E o olho aberto parecia chorar.


*Victor Sousa Júnior, é escritor Caruaruense, hoje radicado em Coimbra, Portugal. Autor de livros infantis.



O É Findi é um...

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No meio do povo, passista, brincante
De veste elegante, lá vinha o boi.
Baixando, subindo, girando e girando
No meio da rua, passava o boi.
E o seu olhar congelado parecia sorrir
Do povo descrente, de sonho carente
No meio da praça, do ponto mais alto, voava o boi
E o príncipe estrangeiro com seu humor tórrido
Com olhar complacente
Diria sorrir
É o boi na caatinga, com sede, com nada
De olhar impassível, sem nada entender
Igual fez a morte, sem hora, aviso
Por pouco me leva, sem nada temer
O enredo do fim, o cheiro do sangue
A morte na ponta da espada
Do toureiro vaidoso
A agulha, o bisturi na sala de cirurgia
Fez do azul um poço escuro
E o olho aberto parecia chorar.


*Victor Sousa Júnior, é escritor Caruaruense, hoje radicado em Coimbra, Portugal. Autor de livros infantis.



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É Findi Eleição - Hora H - Art. 37 da Constituição - Crônica - Por Malude Maciel*

02/10/2026

Pois é, está chegando a hora de nós, brasileiros, cumprirmos nosso dever cívico de votar em candidatos aos postos mais importantes e significativos do país: presidente; governador; senadores e deputados. Isto é de suma importância para toda a nação.
Apesar das desconfianças no sistema de urnas eletrônicas, precisamos de fazer a nossa parte e ter fé em Deus que as apurações do escrutínio sejam ilibadas. Mas, o que podemos fazer? Ao eleitor cabe apenas depositar seu voto e esperar o desenrolar do processo, mas não é tão fácil. Muitas vezes, entre aqueles que aparecem na televisão não está a figura que tenha o perfil para nos representar. Quando não é a pessoa que destoa é o partido que decepciona; ora o postulante é qualificado, mas não cativa o eleitorado, ora fica bem patente que se está sendo enganado, outra vez. É sério.

As campanhas

Durante o período de propaganda eleitoral é um deus nos acuda. Os candidatos prometem o céu na terra e são a...

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Pois é, está chegando a hora de nós, brasileiros, cumprirmos nosso dever cívico de votar em candidatos aos postos mais importantes e significativos do país: presidente; governador; senadores e deputados. Isto é de suma importância para toda a nação.
Apesar das desconfianças no sistema de urnas eletrônicas, precisamos de fazer a nossa parte e ter fé em Deus que as apurações do escrutínio sejam ilibadas. Mas, o que podemos fazer? Ao eleitor cabe apenas depositar seu voto e esperar o desenrolar do processo, mas não é tão fácil. Muitas vezes, entre aqueles que aparecem na televisão não está a figura que tenha o perfil para nos representar. Quando não é a pessoa que destoa é o partido que decepciona; ora o postulante é qualificado, mas não cativa o eleitorado, ora fica bem patente que se está sendo enganado, outra vez. É sério.

As campanhas

Durante o período de propaganda eleitoral é um deus nos acuda. Os candidatos prometem o céu na terra e são as mais simpáticas criaturas do planeta. Há sempre uma barulheira incrível com gritaria enorme e todos eles querem se mostrar os melhores, porém os cidadãos conscientes estudam a trajetória de cada um e procura acertar. Segundo um ditado popular: "ruim por ruim, voto em mim", então, que seja o menos ruim, pois, passada a eleição a coisa sempre muda. Já vimos esse filme, antes.
O comportamento dos eleitos dificilmente será o mesmo do tempo de campanha. Nenhum conhece nem recebe ninguém e não quer perder tempo com o eleitor de outrora, muito menos suas reivindicações. Isso é público e notório, com raríssimas exceções e essas atitudes são insuportáveis. As promessas, nem conte com elas; todos esquecem e pensam que são os donos do mundo.

Mágoas

Todas esses procedimentos magoam os indivíduos, humilham, deixam o povo revoltado, com o título nas mãos e sem noção de como atingir o alvo, mudando a história.
Por outro lado, ainda existem os votantes que são: "Maria vai com as outras", infelizmente, o que atrapalha muito o processo da votação consciente e esmerada, num país continental onde a falta de educação geral ainda faz questão de atrasar as conquistas.

Decepções

A verdade é que a maioria dos cidadãos está decepcionada com os políticos em geral, pois dia menos dia, vem à tona corrupções dali e de lá e, não se aguenta mais tanta mentira daqueles que deveriam representar, justamente, quem lhes paga os honorários altíssimos e as suas mordomias.
Há tanta, mais tanta coisa pra ajeitar por aí a fora, na área da saúde, na educação, na segurança, etc. e o que o Executivo sanciona é mínimo diante das carências e do que poderia ser feito com seriedade.

Quantidade não é qualidade

Sabemos que não é preciso tantos deputados e senadores na Câmara e no Senado nacionais; com a metade seria o suficiente pra resolver todos os problemas eficazmente, se houvesse um bom trabalho e menos ganância pessoal. Sim, porque economia no erário tem que começar na base.
Cortar o número de assessores, por exemplo. E o dinheiro gasto sem regras, seria empregado em urgências maiores e necessárias.

Tem que adivinhar

Como disse e repito, não é fácil votar; entregar de mão beijada um cargo altamente significativo pra alguém que não se deixa conhecer, que não transparece suas atitudes, que não dialoga e/ou não aceita críticas construtivas nem sugestões, dói nas consequências. Essa maneira de governar ou administrar, olhando para o próprio umbigo, é vista costumeiramente até em pequenos cargos de instituições e isso demonstra o tipo de pessoa pública que deve ser descartada.

A população

O povo brasileiro precisa de mais força política: exigir, cobrar, pedir prestação de contas e não apenas reclamar em reservado, afinal estamos numa Democracia e precisamos exercê-la literalmente, dia em quem doer. Só não aprovo, de jeito nenhum, protesto com quebra-quebra e bandalheira. Mas, exigir o cumprimento de seus deveres é direito nosso, cidadãos comuns.

Está na hora

Minha gente, de votar bem e acompanhar os eleitos nos seus atos no seu mandato.

A sorte está lançada!
Valha-nos Deus!


O Artigo 37 da Constituição Federal de 1988 estabelece as regras básicas e os princípios que toda a administração pública do Brasil deve seguir.

Princípios Fundamentais

A administração pública direta e indireta (em todos os níveis de governo) deve obedecer ao mnemônico:

* Legalidade: O agente público só pode fazer o que a lei permite.
* Impessoalidade: A atuação deve ser neutra, sem favorecer ou perseguir pessoas.
* Moralidade: É obrigatório agir com ética, honestidade e boa-fé.
* Publicidade: Os atos oficiais devem ser transparentes e divulgados à população.
* Eficiência: É preciso buscar os melhores resultados com o menor desperdício de recursos.


*Malude Maciel, Academia Caruaruense de Cultura, Ciências e Letras, ACACCIL, cadeira 15 pertencente à professora Sinhazina. @malude.maciel



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