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Política - Cássio e Pedro cotados para ingressar no PSD paraibano, e Daniella Ribeiro pode ser destituída de presidência da legenda

12/03/2025

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Afastado da política há quase 8 anos, o ex-senador Cássio Cunha Lima e seu filho o ex-deputado federal Pedro Cunha Lima, ambos atualmente no PSDB, estão cotados para ingressar no PSD.

Ligado

Segundo os bastidores da política, Cássio teria ligado ontem, terça-feira (11/03) para Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, para discutir a possibilidade de assumir o controle da sigla na Paraíba e teria enviado o seu filho para a filiação da governadora de Pernambuco Raquel Lyra ao PSD.

Evitou comentar


Prestes a perder o posto de presidente estadual do PSD da Paraíba, a senadora Daniella Ribeiro, evitou falar sobre o afastamento do seu partido das bases do governo Lula (PT). A parlamentar explicou que ainda não conversou com o presidente nacional da sigla, o ex-deputado Gilberto Kassab, sobre o tema.


Especulações

As especulações sobre um possível rompimento ent...

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Afastado da política há quase 8 anos, o ex-senador Cássio Cunha Lima e seu filho o ex-deputado federal Pedro Cunha Lima, ambos atualmente no PSDB, estão cotados para ingressar no PSD.

Ligado

Segundo os bastidores da política, Cássio teria ligado ontem, terça-feira (11/03) para Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD, para discutir a possibilidade de assumir o controle da sigla na Paraíba e teria enviado o seu filho para a filiação da governadora de Pernambuco Raquel Lyra ao PSD.

Evitou comentar


Prestes a perder o posto de presidente estadual do PSD da Paraíba, a senadora Daniella Ribeiro, evitou falar sobre o afastamento do seu partido das bases do governo Lula (PT). A parlamentar explicou que ainda não conversou com o presidente nacional da sigla, o ex-deputado Gilberto Kassab, sobre o tema.


Especulações

As especulações sobre um possível rompimento entre PT e PSD cresceram após Kassab tecer críticas ao governo Lula e se reunir com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para discutir a pauta do 8 de janeiro. Vale lembrar que o PSD ocupa cargos na atual gestão federal. (O Poder)

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Leia outras informações

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Fim da escala 6x1: Senado inicia nova etapa de discussão da PEC

06/10/2026

O Senado Federal inicia hoje, terça-feira (06/10 uma nova etapa da tramitação da proposta que prevê o fim da escala 6x1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e tem direito a apenas um dia de folga.

Três sessões

Serão três sessões seguidas de discussão em plenário, marcadas para amanhã, quarta (07/10) e quinta-feira (08/10), sempre às 14h.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), foi quem pautou o início das discussões.

As reuniões

As reuniões serão realizadas em formato semipresencial, permitindo que os senadores participem tanto presencialmente quanto à distância.

Em nota divulgada na semana passada, a Presidência do Senado afirmou que o tema será debatido com "responsabilidade, equilíbrio e respeito às diferentes perspectivas envolvidas".
As sessões não servem para votar diretamente a proposta.

Regimento

P...

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O Senado Federal inicia hoje, terça-feira (06/10 uma nova etapa da tramitação da proposta que prevê o fim da escala 6x1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e tem direito a apenas um dia de folga.

Três sessões

Serão três sessões seguidas de discussão em plenário, marcadas para amanhã, quarta (07/10) e quinta-feira (08/10), sempre às 14h.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), foi quem pautou o início das discussões.

As reuniões

As reuniões serão realizadas em formato semipresencial, permitindo que os senadores participem tanto presencialmente quanto à distância.

Em nota divulgada na semana passada, a Presidência do Senado afirmou que o tema será debatido com "responsabilidade, equilíbrio e respeito às diferentes perspectivas envolvidas".
As sessões não servem para votar diretamente a proposta.

Regimento

Pelo regimento interno do Senado, uma PEC precisa passar por cinco sessões de discussão em plenário antes de ser submetida à votação em primeiro turno.
As reuniões marcadas para terça, quarta e quinta-feira contam para esse período obrigatório de debates.

Depois da votação em primeiro turno, os senadores ainda deverão realizar outras sessões de discussão antes da votação em segundo turno, que é a etapa final da análise da proposta no Senado.

O que falta para a PEC ser aprovada?

A proposta já percorreu praticamente todo o caminho legislativo.
Primeiro, foi aprovada em dois turnos pela Câmara dos Deputados. Em seguida, recebeu aval da Comissão de Constituição e Justiça do Senado em setembro.




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Veneziano se reúne Lula em Brasília para definir estratégias para o 2º turno com as principais lideranças nacionais

06/10/2026

Reeleito com mais de 900 mil votos, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) foi convidado pelo presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio a Lula da Silva (PT) para uma reunião ontem, segunda-feira (0510), em Brasília.

Participação

A reunião teve a participação das principais lideranças políticas do país, sobretudo as que foram eleitas ou reeleitas. O encontro foi para discutir as estratégias da campanha para o segundo turno, em todos os estados. Pela Paraíba, além de Veneziano, participaram o governador reeleito, Lucas Ribeiro, e o senador eleito João Azevedo (PSB).

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Reeleito com mais de 900 mil votos, o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) foi convidado pelo presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio a Lula da Silva (PT) para uma reunião ontem, segunda-feira (0510), em Brasília.

Participação

A reunião teve a participação das principais lideranças políticas do país, sobretudo as que foram eleitas ou reeleitas. O encontro foi para discutir as estratégias da campanha para o segundo turno, em todos os estados. Pela Paraíba, além de Veneziano, participaram o governador reeleito, Lucas Ribeiro, e o senador eleito João Azevedo (PSB).




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Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta terça-feira

06/10/2026

Por Alek Maracajá

Brasília, 6 de outubro de 2026

… Bora, Brasil! Faltam 19 dias para o 2º turno. O primeiro turno acabou no domingo, mas Brasília claramente não recebeu o memorando sobre descansar.

A urna fechou em Flávio 47,03% × Lula 45,16% dos votos válidos, e ainda não existe pesquisa de 2º turno publicada. No digital, Flávio ganhou cerca de 1,1 milhão de seguidores em dez horas depois da apuração, como registrou a Veja com dados da Ativaweb DataLab.

Flávio juntou Zema, Caiado, Temer ( criador de Xandão) e o centrão, a Bolsa bateu 206 mil pontos e Trump falou em "grande vitória". Lula subiu o tom contra o STF, o PL chegou a 28 das 81 cadeiras no Senado e Kassio avalia soltar Bolsonaro depois do 2º turno.

Resumo da manhã: a eleição virou duas, a do Planalto e a do "quem governa com quem", e o digital largou na frente das pesquisas.

Termômetro eleitoral: urna × digital (e as pesquisas ainda n...

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Por Alek Maracajá

Brasília, 6 de outubro de 2026

… Bora, Brasil! Faltam 19 dias para o 2º turno. O primeiro turno acabou no domingo, mas Brasília claramente não recebeu o memorando sobre descansar.

A urna fechou em Flávio 47,03% × Lula 45,16% dos votos válidos, e ainda não existe pesquisa de 2º turno publicada. No digital, Flávio ganhou cerca de 1,1 milhão de seguidores em dez horas depois da apuração, como registrou a Veja com dados da Ativaweb DataLab.

Flávio juntou Zema, Caiado, Temer ( criador de Xandão) e o centrão, a Bolsa bateu 206 mil pontos e Trump falou em "grande vitória". Lula subiu o tom contra o STF, o PL chegou a 28 das 81 cadeiras no Senado e Kassio avalia soltar Bolsonaro depois do 2º turno.

Resumo da manhã: a eleição virou duas, a do Planalto e a do "quem governa com quem", e o digital largou na frente das pesquisas.

Termômetro eleitoral: urna × digital (e as pesquisas ainda no forno)

Flávio 47,03% × Lula 45,16%: o ponto de partida é a urna

Com 100% das seções totalizadas, Flávio Bolsonaro (PL) teve 47,03% dos válidos, Lula (PT) 45,16% e Augusto Cury (Avante) 2,89%. Diferença de 1,87 ponto. Abstenção de 21,08%, cerca de 33,4 milhões de eleitores, a maior desde 1998. O presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, disse que "não é o ideal" e prometeu reforçar ações para reduzi-la.

Pesquisa de 2º turno? Calma. O calendário divulgado pelo Metrópoles é este:
8/10 Datafolha e Vox Brasil
9/10 AtlasIntel
10/10 Ipespe

A pergunta da semana é para onde vão os eleitores de Cury, Renan, Caiado e Zema, e quem acorda os 33,4 milhões que ficaram em casa.

Quem postar hoje "nova pesquisa do 2º turno" está pesquisando mais rápido que os próprios institutos

Termômetro Digital — Ativaweb Datalab

Últimos 30 dias

Flávio: +1,26 milhão de novos seguidores
Lula: +630 mil novos seguidores, aproximadamente

Soma: cerca de 1,89 milhão de novos seguidores em 30 dias.

Lula publicou 367 vezes, quatro vezes mais que Flávio. Engajamento: Flávio 7,27% × Lula 1,38%. Só nas dez horas após o 1º turno, Flávio ganhou cerca de 1,1 milhão de seguidores, 2,48 vezes o crescimento de Lula no mesmo recorte, segundo a Veja.

Lula ainda tem a maior audiência; Flávio cresce cerca de duas vezes mais e engaja mais de cinco vezes mais. Volume de post não virou eficiência de conteúdo. Mas há pista do outro lado: os posts de Lula de 27 e 29 de setembro chegaram perto de 2,7%, quase o dobro da média dele.

"O digital deixou de ser vitrine e virou o lugar onde a sociedade conversa, reage e decide. Quem interpreta a sociedade conectada chega antes do eleitor." — Alek Maracajá

Lula publicou quatro vezes mais e Flávio cresceu duas vezes mais. Qualquer grupo de família confirma: quem manda mais mensagem nem sempre é quem é mais lido.


Principais movimentos


Senado novo, STF de cabelo em pé

O PL elegeu 19 senadores e terá 28 das 81 cadeiras a partir de 2027, a maior bancada em início de legislatura desde 1988, segundo a Agência Senado. Segundo a jornalista Daniela Lima, um ministro do STF classificou a nova composição, reservadamente, como o "pior cenário possível" para a Corte, por causa de pedidos de impeachment de ministros. Por ora, é preocupação, não medida aprovada.

O 2º turno já não é só Lula × Flávio: o eleitor escolheu antes o Congresso que vai cobrar a conta da governabilidade.
O presidente nem foi escolhido e o Senado já chegou, sentou no sofá e perguntou: "então, vamos falar de governabilidade?"

Flávio junta apoios, a bolsa sobe e Trump aplaude

Zema (Novo), Caiado (PSD), Michel Temer (MDB), Tarcísio (Republicanos) e a federação PP-União Brasil declararam apoio a Flávio. O Ibovespa subiu 7,7% e fechou a 206.911 pontos, recorde histórico, e Trump chamou o resultado de "grande vitória". Do outro lado, Lula subiu o tom: disse carregar "nas costas" a "promiscuidade" que se estabeleceu na Suprema Corte e foi atrás de quem não votou.
Flávio vende a ideia de time formado e mercado animado. Lula aposta em pôr o STF e a abstenção no centro do debate.
Num só dia, Flávio ganhou o centrão, a Faria Lima e um "incrível" em inglês. Lula ganhou a pauta do Supremo. Os dois saíram dizendo que o dia foi ótimo.

Kassio, Bolsonaro e o calendário do STF

Segundo reportagem da Folha, o ministro Kassio Nunes Marques quer julgar depois do 2º turno a revisão criminal de Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e três meses na ação da trama golpista, e avalia até soltá-lo por liminar. O cenário mais provável, diz a reportagem, é levar o caso ao plenário. Interlocutores de Kassio afirmam que ele segurou o processo para não ser acusado de interferir na eleição; o ministro não se manifestou publicamente. Bolsonaro também pediu ao STF para receber visitas de Flávio na prisão domiciliar.
O caso Bolsonaro fica para depois da urna, mas vira munição para os dois lados até lá.
O STF descobriu a fórmula para não interferir na eleição: deixar o suspense para o episódio depois do final da temporada

Fake da Bandeira: não tocou o chão, tocou o TSE

O ministro André Mendonça deu 24 horas para X, TikTok, Threads, Instagram e Facebook apagarem posts que diziam que Lula jogou a bandeira no chão após votar. O pedido foi da coligação Brasil Pronto Pra Mais contra Pablo Marçal e outros perfis. Vídeos mostram a bandeira enrolada e entregue a outra pessoa; Mendonça manteve os posts que apenas criticavam o manuseio.

O 2º turno começou e a desinformação já voltou ao TSE, agora com a linha clara entre crítica, que fica, e fato falso, que sai.

A bandeira não encostou no chão, mas a fake encostou rapidinho no TSE

Corrupção banalizada, voto simbólico

Em artigo no Amado Mundo, Alek Maracajá argumenta que o caso Master circulou muito nas redes, mas perdeu força de diferenciar candidaturas por envolver atores de "praticamente todos os campos políticos e institucionais". No vácuo, pautas simbólicas e identitárias, como a polêmica envolvendo Nossa Senhora Aparecida, mobilizaram comunidades com mais intensidade.
"Quando todos parecem implicados, a corrupção deixa de funcionar como critério de escolha." —

É hipótese estratégica, não prova de voto: quando um tema não separa os lados, quem ativa identidade e emoção ocupa a conversa.
Na política digital, bilhões podem perder a discussão para um símbolo. O algoritmo nunca prometeu respeitar ordem de grandeza

Leitura estratégica Ativaweb Datalab

Eleitoral: largada em 47,03% × 45,16%, e as primeiras fotografias do 2º turno saem a partir de quinta.

Digital: Flávio entra com vantagem em crescimento e engajamento; Lula, com a maior audiência e posts que já mostraram fôlego.
Narrativo: "time formado e mercado em alta" contra "promiscuidade no STF"; abstenção, símbolos e desinformação correm por fora.

Institucional: PL com 28 senadores, Lula contra o Supremo e a revisão de Bolsonaro empurrada para depois da urna. O STF virou cabo eleitoral involuntário dos dois lados.
Abstenção: 33,4 milhões de ausentes valem mais de 14 vezes os cerca de 2,3 milhões de votos de vantagem do 1º turno.

Dois candidatos, 19 dias e um Senado já de olho. Brasília vai precisar de mais café que de urna

Alerta Ativaweb

O maior erro agora seria transformar o digital de Flávio em projeção de urna. 7,27% de engajamento não é 7,27% a mais de votos. Correlação não é conclusão: pesquisa mede intenção, digital mede atenção e interação, urna mede voto. O teste desta semana é ver se a curva digital e a primeira pesquisa do 2º turno apontam para o mesmo lado.

"Audiência mostra tamanho, crescimento mostra direção e engajamento revela intensidade. É a combinação das curvas que explica a temperatura do digital." — Alek Maracajá

Fechamento

A história desta terça é começou outra eleição.

Flávio sai do 1º turno à frente por 1,87 ponto e com forte aceleração nas redes. Lula mantém a maior audiência, mas enfrenta diferença relevante de engajamento, e aposta em quem ficou em casa.

O novo Senado já avisa que vencer é a primeira parte do problema; governar é a segunda. E as pesquisas ainda nem chegaram.

Faltam 19 dias para o 2º turno.

A pesquisa fotografa na quinta. O digital corre desde domingo. A urna só responde no dia 25. Até lá, Brasília promete 46 crises, 12 alianças improváveis e uns 300 milhões de stories

Alek Maracajá
Cientista de Dados | Ativaweb DataLab




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Olinda diz basta - A quinta derrota de Lupércio e o recado das urnas

05/10/2026

O denominado Professor Lupércio amargou, nas eleições deste domingo (04/10), a quinta derrota de sua trajetória eleitoral. O resultado amplia um histórico que começou ainda nos anos 1990. Antes da disputa de 2026, Lupércio havia sido derrotado nas eleições para vereador de Olinda em 1996 e 2000, novamente em 2008, e na disputa por uma vaga de deputado estadual em 2010. Depois, construiu uma sequência de vitórias, sendo eleito vereador em 2004 e 2012, deputado estadual em 2014 e prefeito de Olinda em 2016 e 2020.

A derrota de 2026

Ganha um significado político particular porque ocorre depois de oito anos à frente da Prefeitura de Olinda. Lupércio deixou o cargo ao final de 2024 e apoiou a eleição de Mirella Almeida, sua sucessora e integrante do grupo político que comandou a administração municipal durante seus dois mandatos.

O resultado

Também recoloca no debate o desempenho eleitoral do grupo político construído por Lupércio...

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O denominado Professor Lupércio amargou, nas eleições deste domingo (04/10), a quinta derrota de sua trajetória eleitoral. O resultado amplia um histórico que começou ainda nos anos 1990. Antes da disputa de 2026, Lupércio havia sido derrotado nas eleições para vereador de Olinda em 1996 e 2000, novamente em 2008, e na disputa por uma vaga de deputado estadual em 2010. Depois, construiu uma sequência de vitórias, sendo eleito vereador em 2004 e 2012, deputado estadual em 2014 e prefeito de Olinda em 2016 e 2020.

A derrota de 2026

Ganha um significado político particular porque ocorre depois de oito anos à frente da Prefeitura de Olinda. Lupércio deixou o cargo ao final de 2024 e apoiou a eleição de Mirella Almeida, sua sucessora e integrante do grupo político que comandou a administração municipal durante seus dois mandatos.

O resultado

Também recoloca no debate o desempenho eleitoral do grupo político construído por Lupércio. Antes disso, o ex-prefeito já havia tentado ampliar sua influência eleitoral por meio da candidatura da esposa, Cláudia Lupércio. Ela disputou três eleições: vereadora de Olinda em 2016 e deputada estadual em 2018 e 2022. Não foi eleita em nenhuma delas. Em 2022, chegou a liderar a votação para deputada estadual em Olinda, com 23.690 votos, mas terminou como suplente na disputa estadual.

Nesse contexto

A quinta derrota de Lupércio pode ser interpretada politicamente como um sinal de desgaste do grupo que comandou Olinda por oito anos. A avaliação sobre a gestão municipal, evidentemente, pertence aos eleitores e pode ser objeto de diferentes interpretações. O dado concreto é que o ex-prefeito não conseguiu transformar sua experiência eleitoral anterior em uma nova vitória nas urnas.

Para seus críticos

O resultado representa uma espécie de resposta do eleitorado à administração que Lupércio deixou como legado e à continuidade política representada por Mirella Almeida. A atual prefeita foi secretária de Governo e, posteriormente, de Planejamento e Fazenda durante a gestão anterior, além de ter recebido o apoio direto de Lupércio na eleição municipal.

Projeto rejeitado

Por essa leitura, a derrota de Lupércio em 2026 não deve ser analisada apenas como um resultado individual. Ela também coloca em discussão a força eleitoral do grupo político que esteve à frente da Prefeitura de Olinda e a avaliação que o eleitorado faz da administração municipal.

Basta

Para quem defende essa interpretação, a derrota pode ser vista como uma vitória política de Olinda: não necessariamente pela escolha de um nome específico, mas pelo fato de as urnas terem imposto um limite à tentativa de prolongar, no Legislativo estadual, a influência de um grupo que esteve durante oito anos no comando da cidade.

O resultado

Abre uma nova etapa na política olindense. Depois de duas vitórias para prefeito e de uma longa trajetória eleitoral, Lupércio volta a enfrentar uma derrota nas urnas. E, desta vez, o resultado também coloca em xeque a capacidade de transferência de votos e de manutenção de seu grupo político em Olinda.




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Radar Estratégico Especial - Como as Eleições aconteceram no mundo digital

05/10/2026

Por Alek Marcajá, cientosta de dados, CEO da Ativaweb DataLab

Brasília, 5 de outubro de 2026

Pois é…a urna falou: faltam 20 dias para o 2º turno

Segunda-feira

Ressaca eleitoral, café forte em Brasília e calculadora pegando fogo em todos os comitês.

As pesquisas

Erraram a ordem. O digital acendeu o alerta. A urna marcou a prorrogação.
Hoje os institutos acordaram recalculando a margem de erro... da própria segunda-feira.

O resultado

Com 99,90% das seções totalizadas pelo TSE, Flávio Bolsonaro fez 47,05% dos votos válidos e Lula, 45,13%, uma diferença de 2.288.158 votos.

No Instagram

Flávio ganhou 304.080 seguidores só no domingo, três vezes mais que Lula.

Na noite

Lula se disse "muito bom no mata-mata" e prometeu um apelo contra a abstenção. Tarcísio foi reeleito em São Paulo no 1º turno, o camp...

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Por Alek Marcajá, cientosta de dados, CEO da Ativaweb DataLab

Brasília, 5 de outubro de 2026

Pois é…a urna falou: faltam 20 dias para o 2º turno

Segunda-feira

Ressaca eleitoral, café forte em Brasília e calculadora pegando fogo em todos os comitês.

As pesquisas

Erraram a ordem. O digital acendeu o alerta. A urna marcou a prorrogação.
Hoje os institutos acordaram recalculando a margem de erro... da própria segunda-feira.

O resultado

Com 99,90% das seções totalizadas pelo TSE, Flávio Bolsonaro fez 47,05% dos votos válidos e Lula, 45,13%, uma diferença de 2.288.158 votos.

No Instagram

Flávio ganhou 304.080 seguidores só no domingo, três vezes mais que Lula.

Na noite

Lula se disse "muito bom no mata-mata" e prometeu um apelo contra a abstenção. Tarcísio foi reeleito em São Paulo no 1º turno, o campo de Flávio levou 30 das 54 vagas do Senado e Zema foi denunciado pelo MP Eleitoral por levar celular à cabine.

Resumo da manhã

A urna inverteu a ordem das pesquisas, ecoou o termômetro digital e marcou a prorrogação para 25 de outubro.

Resultados oficiaid

Votos válidos (TSE, 99,90% das seções)

Flávio Bolsonaro (PL) 47,05%,
Lula (PT) 45,13%,
Augusto Cury (Avante) 2,89%, Renan Santos (Missão) 2,24%, Ronaldo Caiado (PSD) 2,18% e Romeu Zema (Novo) 0,27%.

Votos totais

125.152.397, sendo 119.183.137 válidos e 5.969.260 brancos e nulos.
A abstenção foi de 33.425.403 eleitores (21,08%).

Na véspera

O Datafolha (3/10, margem de 2 pontos) tinha Lula 45% e Flávio 42% nos válidos, empate técnico. A AtlasIntel (27/9 a 2/10, margem de 1 ponto) marcava Lula 47% e Flávio 44,1%, e empate técnico no 2º turno: 50,1% a 49,9%.

As pesquisas

Mediram Lula perto do que ele teve; o que escapou foi o tamanho de Flávio, de 3 a 5 pontos acima do previsto.

O dugital acertou nos Estsdos

No monitoramento da Ativaweb DataLab, o termômetro digital antecipou o resultado em vários estados, como São Paulo, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco e Alagoas. Não dá para ignorar a força do digital: ele mostrou para onde a atenção do eleitor caminhava antes de a urna falar.

"No digital, volume não é sinônimo de resultado. Quem publica mais ocupa a vitrine; quem provoca reação ocupa a conversa." — Alek Maracajá


Repercussões

Flávio comemorou a liderança e declarou "o fim da era do PT". Lula disse ser "muito bom no mata-mata" e anunciou apelo contra a abstenção, citando "28 milhões" que não votaram; o TSE registra 33.425.403 abstenções. Sobre a derrota de Haddad, disse: "Quem perdeu foi o povo de SP".

O tom de 1º turno acabou

Agora. um vende desfecho, o outro vende virada, e o digital do domingo (5,87% × 1,38% de engajamento) mostra quem chegou mais aquecido à largada.

Um decretou o fim de uma era, o outro pediu prorrogação. Só falta chamar o VAR.

São Paulo

Tarcísio de Freitas (Republicanos) foi reeleito com 62,65%* contra 36,42% de Fernando Haddad (PT). No Senado, venceram Guilherme Derrite (30,59%) e André do Prado (29,28%); Simone Tebet (19,23%) e Marina Silva (18,12%) ficaram de fora.

Tarcísio

Sai como a maior vitrine da direita para o 2º turno, e uma hipótese da Ativaweb ganha peso: nem todo eleitor dele vota em Flávio por convicção.
Em São Paulo a eleição acabou antes do jantar. No resto do país, acabou o jantar e não acabou a eleição .

Senado

30 A 17 para a direita e recorde feminino.
Aliados de Flávio conquistaram 30 das 54 vagas em disputa; apoiados por Lula, 17 vagas. Foram 12 senadoras eleitas, e a Casa terá 18 mulheres, recorde. O DF elegeu Michelle Bolsonaro e Bia Kicis (PL) e, com Damares Alves, terá bancada só feminina.

Sem surpresa

Quem vencer em 25 de outubro já conhece o Senado que vai encontrar. Detalhe da CNN: Michelle se elegeu sem nenhuma agenda de rua ao lado de Flávio.
O DF trocou "senadores" por "senadoras" sem precisar de reforma ortográfica.

Zema, o voador

O MP Eleitoral denunciou Romeu Zema (Novo) por entrar com celular na cabine em Araxá (MG), alegando violação do sigilo do voto; a peça cita um segundo aparelho sobre a mesa. A pena prevista é de até dois anos de detenção. Zema nega irregularidade: "Não afetou em nada o meu voto", e diz que não usou o aparelho.
Com 0,27% dos válidos, Zema sai do 1º turno mais lembrado pela cabine do que pela urna.

Lição do domingo

Na cabine, o único aplicativo liberado é a urna.




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Flávio e Lula vão disputar segundo turno da eleição presidencial de 2026

04/10/2026

A eleição presidencial do Brasil vai ser decidida no segundo turno. O senador Flávio Bolsonaro (PL), e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT),, disputarão o segundo turno da eleição presidencial de 2026, marcado para o dia 25 de outubro…

Os números

Com 98,62% das urnas apuradas, Flávio tinha 47,27% dos votos e Lula, 44,88%… -

No começo da votação, Flavio chegou a bater mais de 51% dos votos, mas a diferença, conforme a apuração no Nordeste avançou, fez com que Lula diminuísse a diferença.

Flávio Bolsonaro tem 55. 621.423 votos. Lula tem 52.815.468 votos.

O Poder

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A eleição presidencial do Brasil vai ser decidida no segundo turno. O senador Flávio Bolsonaro (PL), e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT),, disputarão o segundo turno da eleição presidencial de 2026, marcado para o dia 25 de outubro…

Os números

Com 98,62% das urnas apuradas, Flávio tinha 47,27% dos votos e Lula, 44,88%… -

No começo da votação, Flavio chegou a bater mais de 51% dos votos, mas a diferença, conforme a apuração no Nordeste avançou, fez com que Lula diminuísse a diferença.

Flávio Bolsonaro tem 55. 621.423 votos. Lula tem 52.815.468 votos.

O Poder




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Campina Grande consagrou Veneziano como Senador com votação esmagadora

04/10/2026

Votação consagradora. Campina Grande foi deu uma votação esmagadora ao Senador reeleito Veneziano Vital do Rêgo. Somente na Rainha da Borborema, Veneziano obteve 116.826 votos.

O total

No total, Veneziano foi reeleito com 963.515 votos, se tornando o quarto senador a ser reeleito na Paraíba.

Veneziano Vital do Rêgo Segundo Neto nasceu em 17 de julho de 1970, em Campina Grande (PB). É filho da ex-deputada federal Nilda Gondim e do ex-deputado federal Antônio Vital do Rêgo (já falecido), sendo irmão do ex-senador e atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo Filho.

Fez história

O senador Veneziano Vital do Rêgo fez história na tarde de hoje, domingo (04/10), e se tornou o terceiro Senador da Paraíba da história a conquistar à reeleição.

Severino Lopes
O Poder

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Votação consagradora. Campina Grande foi deu uma votação esmagadora ao Senador reeleito Veneziano Vital do Rêgo. Somente na Rainha da Borborema, Veneziano obteve 116.826 votos.

O total

No total, Veneziano foi reeleito com 963.515 votos, se tornando o quarto senador a ser reeleito na Paraíba.

Veneziano Vital do Rêgo Segundo Neto nasceu em 17 de julho de 1970, em Campina Grande (PB). É filho da ex-deputada federal Nilda Gondim e do ex-deputado federal Antônio Vital do Rêgo (já falecido), sendo irmão do ex-senador e atual ministro do Tribunal de Contas da União (TCU) Vital do Rêgo Filho.

Fez história

O senador Veneziano Vital do Rêgo fez história na tarde de hoje, domingo (04/10), e se tornou o terceiro Senador da Paraíba da história a conquistar à reeleição.

Severino Lopes
O Poder




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Raquel Lyra é reeleita governadora de Pernambuco

04/10/2026

Com 82,37% dos votos apurados, às 20h15, Raquel Lyra, PSD, é a governadora reeleita de Pernambuco com 2.277.426 votos, o que corresponde a 53,07% dos votos válidos.



A Governadora

Raquel Teixeira Lyra Lucena é a governadora reeleita de Pernambuco. Nasceu em 1978, em Recife/PE. Filha do ex-governador de Pernambuco e ex-prefeito de Caruaru, João Lyra Neto. É viúva e tem dois filhos. Graduada em Direito pela UFPE, com pós-graduação em Direito Econômico e de Empresas pela FGV. Atuou como delegada da Polícia Federal entre 2002 e 2005. Em 2005, foi aprovada em concurso para procuradora do Estado de Pernambuco, PGE-PE. Entre 2007 e 2010, chefiou a Procuradoria de Apoio Jurídico e Legislativo no governo de Eduardo Campos. Foi secretária estadual da Criança e da Juventude em 2011. Deputada Estadual de 2011 a 2016. Prefeita de Caruaru de 2017 a 2022, elege-se prefeita de Caruaru em 2016 e conquista a reeleição em 2020, renunciando ao cargo em a...

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Com 82,37% dos votos apurados, às 20h15, Raquel Lyra, PSD, é a governadora reeleita de Pernambuco com 2.277.426 votos, o que corresponde a 53,07% dos votos válidos.



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A Governadora

Raquel Teixeira Lyra Lucena é a governadora reeleita de Pernambuco. Nasceu em 1978, em Recife/PE. Filha do ex-governador de Pernambuco e ex-prefeito de Caruaru, João Lyra Neto. É viúva e tem dois filhos. Graduada em Direito pela UFPE, com pós-graduação em Direito Econômico e de Empresas pela FGV. Atuou como delegada da Polícia Federal entre 2002 e 2005. Em 2005, foi aprovada em concurso para procuradora do Estado de Pernambuco, PGE-PE. Entre 2007 e 2010, chefiou a Procuradoria de Apoio Jurídico e Legislativo no governo de Eduardo Campos. Foi secretária estadual da Criança e da Juventude em 2011. Deputada Estadual de 2011 a 2016. Prefeita de Caruaru de 2017 a 2022, elege-se prefeita de Caruaru em 2016 e conquista a reeleição em 2020, renunciando ao cargo em abril de 2022 para disputar o governo estadual. Concorreu ao Palácio do Campo das Princesas em 2022 e vence no segundo turno, formando a primeira chapa 100% feminina eleita no comando de um estado, ao lado da vice-governadora Priscila Krause. Filiada historicamente ao PSDB, ingressou no PSD.



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Vice-governadora

A vice-governadora reeleita do estado, é Priscila Krause, PSD.




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Disputa presidencial entre Flavio Bolsonaro e Lula deve ir para o segundo turno

04/10/2026

A eleição presidencial do Brasil deverá ir para o segundo turno. Com pouco mais de 64% de urnas apuradas, Flavio Bolsonaro lidera com 49,58% dos votos contra 42,25% de Lula.

A disputa

No começo da votação, Flavio chegou a bater mais de 51% dos votos, mas a diferença, conforme a apuração no Nordeste avançou, fez com que Lula diminuísse a diferença.
Com 64.81% dos votos apurados, Flávio Bolsonaro tem 37.566.895 votos. Lula tem 32.007.853 votos.

O Poder

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A eleição presidencial do Brasil deverá ir para o segundo turno. Com pouco mais de 64% de urnas apuradas, Flavio Bolsonaro lidera com 49,58% dos votos contra 42,25% de Lula.

A disputa

No começo da votação, Flavio chegou a bater mais de 51% dos votos, mas a diferença, conforme a apuração no Nordeste avançou, fez com que Lula diminuísse a diferença.
Com 64.81% dos votos apurados, Flávio Bolsonaro tem 37.566.895 votos. Lula tem 32.007.853 votos.

O Poder




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Lucas Ribeiro é reeleito governador da Paraíba

04/10/2026

Lucas Ribeiro (PP), foi reeleito Lucas Ribeiro (PP), foi reeleito governador da Paraíba e vai governar o Estado pelos próximos quatro anos. Às 18h56, com 84,53% das seções apuradas, o candidato tinha 64,41% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A vice-governadora eleita é Lígia Feliciano (União Brasil). Ele obteve mais de 1.380.568 votos.

Liderou

Lucas liderou toda a votação, chegando a ultrapassar mais de 200 mil votos a frente de Efraim Filho (PL) e Cícero Lucena (MDB).
A primeira parcial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para governador da Paraíba traz Lucas Ribeiro (PP) liderando a disputa com 64%, Efraim Filho (PL) com 24% e Cícero Lucena (MDB) com 10%. Até agora 49% das urnas foram apuradas.

Vice governador

Lucas Ribeiro (PP), que foi vice-governador do estado no segundo mandato de João Azevêdo (PSB).

Natural

Natural da própria c...

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Lucas Ribeiro (PP), foi reeleito Lucas Ribeiro (PP), foi reeleito governador da Paraíba e vai governar o Estado pelos próximos quatro anos. Às 18h56, com 84,53% das seções apuradas, o candidato tinha 64,41% dos votos válidos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A vice-governadora eleita é Lígia Feliciano (União Brasil). Ele obteve mais de 1.380.568 votos.

Liderou

Lucas liderou toda a votação, chegando a ultrapassar mais de 200 mil votos a frente de Efraim Filho (PL) e Cícero Lucena (MDB).
A primeira parcial do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para governador da Paraíba traz Lucas Ribeiro (PP) liderando a disputa com 64%, Efraim Filho (PL) com 24% e Cícero Lucena (MDB) com 10%. Até agora 49% das urnas foram apuradas.

Vice governador

Lucas Ribeiro (PP), que foi vice-governador do estado no segundo mandato de João Azevêdo (PSB).

Natural

Natural da própria cidade de Campina Grande e parte de uma família tradicional na política paraibana, Lucas Ribeiro iniciou a trajetória na vida pública como vereador de Campina Grande durante os anos de 2017 e 2020, mas deixou a função para assumir um cargo na prefeitura da cidade como Secretário Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Depois disso, entre 2020 e 2022, ele assumiu a chapa para ser o vice-prefeito de Campina Grande, com Bruno Cunha Lima.

A família

Lucas Ribeiro é filho de Daniella Ribeiro, atual senadora pela Paraíba, e sobrinho de Aguinaldo Ribeiro, deputado federal na Câmara dos Deputados.
O governador é bacharel em Direito pela Unifacisa, em Campina Grande, em 2013, e Mestre em Desenvolvimento Regional, em 2020, pela Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).

Severino Lopes
O Poder




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