CNJ lança nova ferramenta para monitorar processos sobre violência doméstica
12/03/2025
O Conselho Nacional de Justiça lançou, nesta terça-feira (11/03), um novo painel para acompanhar dados sobre processos judiciais relativos à violência doméstica, inclusive com decisões sobre medidas protetivas de urgência. O sistema permitirá o acompanhamento das varas especializadas em violência doméstica, bem como a identificação de forma individualizada das unidades judiciárias de competência exclusiva para esses casos.
Filtros
A plataforma também disponibilizará filtros para a seleção de um ou mais tribunais, assim como anos de referência (desde 2020) e natureza dos processos, entre outros critérios. E vai direcionar os dados para pesquisas, publicações e demais informações compiladas pelo CNJ sobre o tema.
Medidas protetivas
Conforme dados divulgados pelo Conselho, em 2024 foram registradas 827.990 movimentações relacionadas a medidas protetivas de ur...
O Conselho Nacional de Justiça lançou, nesta terça-feira (11/03), um novo painel para acompanhar dados sobre processos judiciais relativos à violência doméstica, inclusive com decisões sobre medidas protetivas de urgência. O sistema permitirá o acompanhamento das varas especializadas em violência doméstica, bem como a identificação de forma individualizada das unidades judiciárias de competência exclusiva para esses casos.
Filtros
A plataforma também disponibilizará filtros para a seleção de um ou mais tribunais, assim como anos de referência (desde 2020) e natureza dos processos, entre outros critérios. E vai direcionar os dados para pesquisas, publicações e demais informações compiladas pelo CNJ sobre o tema.
Medidas protetivas
Conforme dados divulgados pelo Conselho, em 2024 foram registradas 827.990 movimentações relacionadas a medidas protetivas de urgência da Lei Maria da Penha. Entre elas, estão incluídas 578.849 decisões pela concessão da medida às vítimas, volume maior que o de medidas não acolhida, que ficou em 51.285 decisões.
Volume
Os dados também revelam que, em 2024, a Justiça lidou com um alto volume de processos relacionados à violência doméstica. Ao longo do ano, foram registrados 959.228 novos casos, o equivalente a 2,6 mil novas ações judiciais por dia. Quase 926 mil processos foram baixados. No total, pouco mais de um milhão de ações seguiam pendentes ao final do período.
Desempenhos
Por meio da ferramenta, os usuários podem conhecer, por exemplo, o desempenho dos tribunais para o cumprimento da Meta Nacional 8 do Poder Judiciário, que é priorizar o julgamento dos processos relacionados ao feminicídio e à violência doméstica e familiar contra mulheres.
Outras plataformas
O sistema, segundo informações do CNJ, também reúne outras plataformas relacionadas aos direitos das mulheres, como o banco de sentenças e decisões com aplicação do Protocolo para Julgamento com Perspectiva de Gênero.
Leia outras informações
As duas margens do mesmo rio, por Zé da Flauta*
15/07/2026
O mundo celebrava o fim do tráfico transatlântico como a alvorada de uma era de homens livres, mas a necessidade econômica dos grandes impérios agrícolas recusava-se a abrir mão da submissão absoluta da mão de obra.
Sob o verniz de contratos assinados e falsas promessas de prosperidade, desenhou-se o sistema dos trabalhadores coolies, uma armadilha onde o indivíduo trocava a liberdade jurídica por uma servidão por dívidas intransponíveis.
A ilusão de cidadania ruía no primeiro porto, onde o trabalhador descobria que o direito ao próprio suor havia sido confiscado por uma contabilidade circular, na qual ele já nasci...
Quem observava o movimento portuário de Cuba e do Peru no século dezenove estava, na verdade, testemunhando o nascimento de um disfarce sofisticado para uma engrenagem muito antiga.
O mundo celebrava o fim do tráfico transatlântico como a alvorada de uma era de homens livres, mas a necessidade econômica dos grandes impérios agrícolas recusava-se a abrir mão da submissão absoluta da mão de obra.
Sob o verniz de contratos assinados e falsas promessas de prosperidade, desenhou-se o sistema dos trabalhadores coolies, uma armadilha onde o indivíduo trocava a liberdade jurídica por uma servidão por dívidas intransponíveis.
A ilusão de cidadania ruía no primeiro porto, onde o trabalhador descobria que o direito ao próprio suor havia sido confiscado por uma contabilidade circular, na qual ele já nascia, trabalhava e morria devendo ao mesmo senhor.
Mesma lógica
Essa engenharia do cerco pelo estômago deságua em um controle social absoluto, uma fôrma que o século vinte viu se repetir com fidelidade assustadora quando o poder mudou de mãos e vestiu a farda dos comitês centrais comunistas.
O modelo que a revolução impôs ao povo de Cuba operou sob a mesmíssima lógica dos antigos barões do açúcar: o Estado transformou-se no patrão único, no distribuidor exclusivo das cotas de subsistência e no dono do teto de cada cidadão.
A promessa de segurança social e do prato garantido passou a ser cobrada na moeda da obediência cega. Nesses regimes, perder a simpatia do partido significa ter a caderneta de racionamento recolhida e perder o direito ao trabalho, revelando que a centralização econômica total consegue ser tão eficiente no confinamento dos homens quanto as velhas correntes de ferro.
Pretexto de proteger
Esse enredo de sujeição vigiada projeta sua sombra muito além das páginas do passado, alcançando os debates que moldam o asfalto e as telas do Brasil contemporâneo.
No cenário atual, os receios direcionados às políticas do governo Lula caminham justamente nessa linha de fratura, onde o inchaço da máquina pública, o aumento sufocante de impostos e o avanço de regulamentações sobre a iniciativa privada ameaçam asfixiar a autonomia individual.
O temor latente de grande parte da sociedade é que, sob o pretexto de proteger os mais vulneráveis através de auxílios estatais e subsídios centralizados, crie-se uma engrenagem de dependência crônica.
Quando o cidadão perde a capacidade de empreender, produzir e prosperar pelas próprias pernas, ele deixa de ser o dono do seu destino para se tornar refém do assistencialismo de turno.
Dependência
A pergunta que ecoa nas esquinas da realidade atual é se já não estamos nos transformando nos coolies modernos, operando sob um sistema que confisca a riqueza através de tributos para depois devolvê-la em forma de concessões burocráticas.
Compreender o passado da servidão contratada e dos regimes totalitários é perceber que as correntes mais eficientes da atualidade não machucam os tornozelos, mas cercam o direito ao pensamento e à escolha através da dependência absoluta do bolso.
A história dessas experiências autoritárias fica como um marco de aviso na paisagem: quando a sobrevivência diária de um povo passa a depender inteiramente da autorização ou do auxílio de um único painel de controle estatal, a liberdade deixa de ser um chão seguro para virar apenas um adorno esquecido nos discursos de ocasião.
Até a próxima!
*Zé da Flauta é compositor e cronista

"A Deusa da Razão volta a atacar" por Jarbas Beltrão*
15/07/2026
Muitos Conselhos tutelares desenvolvem trabalhos elogiáveis de recuperação de crianças, muitas em situações perigosas de desencaminhamentos civis.
As crianças, na abertura do evento, cantaram hinos evangélicos, e rezaram orações como forma de agradecimento.
A religião tem sido utilizada como ferramenta de um alinhamento, e bússola moral no processo educacional infantil, diríamos até de uma educação geral.
É saudável que no processo educacional, haja presença de princípios de valorização, princípios de obediência, disciplina, moral, família,, respeito geral... e por aí segue. Daí a manifestação salutar com nobre inspiração religiosa do grupo infantil.
Durante evento de Conselheiros Tutelares no Estado do Rio de Janeiro, crianças que são o foco do trabalho daquele Conselho, organizaram uma manifestação religiosa de agradecimento a Deus, depois aos " conselheiros" pelo trabalho executado em favor do grupo infantil.
Muitos Conselhos tutelares desenvolvem trabalhos elogiáveis de recuperação de crianças, muitas em situações perigosas de desencaminhamentos civis.
As crianças, na abertura do evento, cantaram hinos evangélicos, e rezaram orações como forma de agradecimento.
A religião tem sido utilizada como ferramenta de um alinhamento, e bússola moral no processo educacional infantil, diríamos até de uma educação geral.
É saudável que no processo educacional, haja presença de princípios de valorização, princípios de obediência, disciplina, moral, família,, respeito geral... e por aí segue. Daí a manifestação salutar com nobre inspiração religiosa do grupo infantil.
Então, uma "promotora de justiça" presente no evento, tomou a palavra e se dizendo "assolapada" com o que viu, resolveu tornar público seu "assolapamento".
A servidora pública soltou os diabos contra os organizadores do evento, afirmando que a manifestação religiosa era um desrespeito à nossa Constituição.
A "assolapada" fechou os olhos ao tornar público seu desconhecimento à"Carta Magna", que no seu Preâmbulo faz a seguinte abertura " Sob a proteção de Deus,,,".
A " assolapada" chamou a atenção dos presentes, em vista de ninguém ter levantado a voz contra o que ela "assolapada" considerou "ataque" à cidadania e a Constituição. Pior arrancou aplausos dos presentes ao "encontro".
Não jogaria pedras na jovem promotora "assolapada", ela é um produto perfeito e acabado de uma educação - vivi dentro do processo - onde se teve como bússola/princípios/ valores, de uma duvidosa e enigmática "razão", vista como um fim em si mesmo.
Repetiu nossa "assolapada", aquilo que os crentes da "deusa Razão" fizeram na República Jacobina francesa executara. Os soviéticos, chineses fizeram o mesmo, nos dias posteriores às suas revoluções de "Salvação Nacional do Povo Oprimido".
A "Deusa da Razão", na verdade usa de duas táticas para atingir sua estratégia.
A estratégia ( única) é a eliminação da presença de "Deus" na História.
As duas táticas, são:
1.A negação da existência de Deus, com argumentos "mectrefes" debochando do "Criador"e dos "crentes".
São aqueles ateus que cobram o respeito ao seu ateísmo vazio, mas não dispensam nenhum respeito aos que possuem fé religiosa. Há, aqueles que substituem a crença no "Criador" por uma pobre Deusa Razão".
2.Aqueles que acreditam na existência de um Deus, mas declaram ódio e querem sua derrota ante os homens. Deus é o "atrapalho" ao projeto histórico pessoal. "Religião é o ópio do povo" ( Marx), que afirmaria em poema que sua "mente teria sido tomada por sentimentos infernais".
Na mesma postura temos o revolucionário americano, Saul Alinsck, nas sua "Regras para radicais", dedicou seu livro a Lúcifer, primeiro revolucionário do mundo, segundo ele, que se voltou contra o "Criador"
"Vade retro Satanás"
*Jarbas Beltrão é historiador e professor de História da UPE.
Mestre em Educação e especialista em
Política Estratégia Defesa e Segurança Pública.
NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder é um jornal laico que defende a pluralidade de ideias e visões do mundo. Respeita a pluralidade mesmo quando os textos contrariam a nossa linha editorial.
Dino intima presidentes de 21 partidos para explicar destinação de emendas
15/07/2026
As legendas
A decisão atinge legendas, como PT e PL. Entre outros nomes, vão precisar se explicar os presidentes do PT, Edinho Silva; do PL, Valdemar Costa Neto; do União Brasil, Ciro Nogueira; do PSD, Gilberto Kassab.
"Prestem informações acerca da eventual definição, gestão, distribuição ou operacionalização de emendas parlamentares, por parte da Presidência dos partidos políticos", escreveu Dino.
O Poder
Foto: Fellipe Sampaio/STF
O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), publicou uma decisão hoje, quarta-feira (15/07) em que intima todos os 21 partidos com representação no Congresso Nacional para explicarem destinação de emendas.
As legendas
A decisão atinge legendas, como PT e PL. Entre outros nomes, vão precisar se explicar os presidentes do PT, Edinho Silva; do PL, Valdemar Costa Neto; do União Brasil, Ciro Nogueira; do PSD, Gilberto Kassab.
"Prestem informações acerca da eventual definição, gestão, distribuição ou operacionalização de emendas parlamentares, por parte da Presidência dos partidos políticos", escreveu Dino.
O Poder
Foto: Fellipe Sampaio/STF
Argentina e Inglaterra se enfrentam na semifinal da Copa do Mundo 2026 e duelo marcado por rivalidade
15/07/2026
O duelo
O duelo, carregado de capítulos históricos e polêmicos, coloca frente a frente os atuais campeões mundiais e uma talentosa geração inglesa em busca de um título que não vem há seis décadas. É uma rivalidade no futebol que remonta a gerações.
6° na história
O confronto entre ingleses e argentinos é o 6° na história das Copas e reedita duelos memoráveis como o de 1986, com a genialidade de Diego Maradona, e o de 1998, decidido nos pênaltis. O histórico de duelos entre as duas equipes inclui partidas inesquecíveis em Mundiais.
Quarta semifinal
É a quarta semifinal da história da Inglaterra (a última...
Ingleses e argentinos frente a frente, em mais um duelo marcado por rivalidades históricas. Rivais históricos, Argentina e Inglaterra decidem hoje, quarta-feira (15/07), às 16h em Atlanta, Estados Unidos, quem enfrentará a Espanha na grande final da Copa do Mundo 2026.
O duelo
O duelo, carregado de capítulos históricos e polêmicos, coloca frente a frente os atuais campeões mundiais e uma talentosa geração inglesa em busca de um título que não vem há seis décadas. É uma rivalidade no futebol que remonta a gerações.
6° na história
O confronto entre ingleses e argentinos é o 6° na história das Copas e reedita duelos memoráveis como o de 1986, com a genialidade de Diego Maradona, e o de 1998, decidido nos pênaltis. O histórico de duelos entre as duas equipes inclui partidas inesquecíveis em Mundiais.
Quarta semifinal
É a quarta semifinal da história da Inglaterra (a última em 2018, na Rússia). O país foi campeão em 1966 e nunca mais chegou a uma decisão. Na Copa do Catar, parou nas quartas de final. Até chegar ao confronto da semifinal, os ingleses fizeram sete pontos na primeira fase (vitórias sobre Croácia e Panamá, além de empate com Gana). Nas fase de mata-mata, passaram por RD Congo, México e Noruega.
Atual campeã
Atual campeã, a Argentina está na quinta fase semifinal da história e nunca foi eliminada. Esteve em 1930 (6 a 1 sobre os Estados Unidos), 1986 (2 a 0 na Bélgica), 1990 (vitória nos pênaltis contra a Itália por 4 a 3), 2014 (triunfo por 4 a 2 diante da Holanda, nos pênaltis, após empate sem gols) e no 3 a 0 contra a Croácia em 2022. Em 1978, quando sediou a edição e foi campeã, não teve fase semifinal. Na atual campanha, venceu Argélia, Áustria e Jordânia na fase de grupos. No mata-mata, passou por Cabo Verde, Egito e Suíça.
Os confrontos
Na história, as seleções duelaram pela fase de grupos de 1962 (3 a 1 para a Inglaterra), pelas quartas de final em 1966 (Inglaterra passou com vitória de 1 a 0) e 1986 (Argentina avançou com 2 a 1), além das oitavas de final de 1998 (Argentina avançou nos pênaltis por 4 a 3, após 2 a 2 com bola rolando). O último confronto foi pela fase de grupos de 2002, no Japão, com vitória inglesa por 1 a 0.
Enfrentará
Quem vencer o confronto inédito nas semifinais vai enfrentar a Espanha no próximo domingo, às 16h, no estádio de Nova Jersey/Nova York, nos Estados Unidos. A Espanha eliminou a França por 2 x 0. O perdedor disputa o terceiro lugar contra a França, sábado, às 18h, no Estádio de Miami, nos Estados Unidos.
A Copa
A Copa do Mundo de 2026 é a primeira da história disputada em três países — Estados Unidos, México e Canadá. Ao todo, 16 cidades recebem partidas do torneio, a grande maioria nos EUA.
O Poder

Subiu o tom nas Princesas. Raquel foi chamada de " traidora" cara a cara por Fernando Filho
15/07/2026
A essas alturas
O primo e atual faz (quase) tudo da governadora, André Teixeira, interveio e tentou botar panos quentes na conversa. O tom baixou, mas o conteúdo, não. Os irmãos saíram soltando fumaça pelas ventas e prometendo dar o troco...
As paredes do Palácio do Campo das Princesas ficaram ruborizadas, ontem. Depois de receber o deputado Eduardo da Fonte, no sábado, e cravar a candidatura dele ao Senado, conforme O Poder noticiou com exclusividade, ontem, terça-feira 14/07 foi a vez da governadora Raquel Teixeira Lyra receber os irmãos Miguel e Fernando Coelho Filho. Para dar a notícia e passar manteiga na venta dos gatos. Miguel, como se sabe, foi atraído pela governadora com o compromisso firme de uma vaga para o Senado. Raquel foi informar que a vaga de Miguel iria para Dudu. Prestou não. O clima pesou, os irmãos mostraram toda a sua irritação. Fernando, geralmente o mais contido, se exaltou. Chamou Raquel de "traidora" e de não ter palavra.
A essas alturas
O primo e atual faz (quase) tudo da governadora, André Teixeira, interveio e tentou botar panos quentes na conversa. O tom baixou, mas o conteúdo, não. Os irmãos saíram soltando fumaça pelas ventas e prometendo dar o troco, caso a governadora não cumpra o que acertou com a família.
Raquel
Como dissemos ontem, quis ser mais sabida que todo mundo. Tem duas vagas para senador e prometeu a quatro postulantes, a saber Fernando Dueire (MDB), Túlio Gadelha (PSD), este apadrinhado por Kassab, Eduardo (Dudu) da Fonte, do PP e Miguel Coelho, do UB. PP e UB formam uma federação para este próximo pleito. Com duas vagas prometidas para quatro, a matemática não fecha e a politica anuncia tempestades.
Repercussão
O Poder esta aberto para as versões de todos os citados na matéria acima. Só que as paredes das Princesas têm ouvidos afiados, são fontes leais de O Poder e , até hoje, nenhuma informação delas foi sequer desmentida.
Governo prepara três cenários para reagir à decisão dos EUA sobre tarifa contra produtos brasileiros
15/07/2026
Negociações
Segundo os analistas políticos, caso as tarifas entrem em vigor, o governo pretende manter as negociações diplomáticas com Washington, buscar novos mercados para as exportações brasileiras e elaborar medidas de apoio aos setores que poderão ser mais impactados.
Adiamento
Uma segunda possibilidade considerada pelo Planalto é o adiamento da decisão por razões políticas. Nesse cenário, o governo deve reforçar o discurso em defesa da soberania nacional e atribuir o agravamento da crise comercial à atuação de aliados do ex-presidente Jair...
O governo federal trabalha com três possíveis cenários diante da expectativa sobre a decisão dos Estados Unidos, que deve ser anunciada hoje, quarta-feira (15/07, sobre a possível imposição de tarifas de 25% contra produtos brasileiros. Nos bastidores do Palácio do Planalto, a avaliação predominante é de que a medida deverá ser confirmada. A apuração é de Pedro Teixeira.
Negociações
Segundo os analistas políticos, caso as tarifas entrem em vigor, o governo pretende manter as negociações diplomáticas com Washington, buscar novos mercados para as exportações brasileiras e elaborar medidas de apoio aos setores que poderão ser mais impactados.
Adiamento
Uma segunda possibilidade considerada pelo Planalto é o adiamento da decisão por razões políticas. Nesse cenário, o governo deve reforçar o discurso em defesa da soberania nacional e atribuir o agravamento da crise comercial à atuação de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro junto ao governo norte-americano.
Motivos técnicos
Há ainda a hipótese de um adiamento por motivos técnicos. Se isso ocorrer, a estratégia será aproveitar o prazo adicional para intensificar as negociações e buscar uma solução que impeça a implementação das tarifas.
2º país do mundo mais tarifado pelos EUA
O governo dos Estados Unidos deve anunciar até hoje, quarta-feira (15/07) se vai aplicar novas tarifas contra o Brasil como parte de uma grande investigação sobre práticas comerciais brasileiras consideradas injustas pela Casa Branca — incluindo ataques ao Pix.
Maiores tarifas
Caso as retaliações sugeridas pelo USTR sejam de fato adotadas, o Brasil passará a ser o segundo país com maiores tarifas aplicadas a seus produtos pelos EUA — apenas os produtos chineses importados pelos americanos teriam taxações superiores.
Os dados
Os dados são de uma iniciativa chamada Global Trade Alert (GTA), em que dados de comércio global são compilados pelo St. Gallen Endowment, um centro de estudos independente baseado na Suíça. Atualmente, o Brasil é o 13º país com maiores tarifas impostas pelos EUA, segundo os cálculos do GTA.
Atrás
Com tarifa média efetiva de 11,73%, o país está atrás de China, Turquia, Indonésia, Vietnã, Tailândia, Japão, Coreia do Sul, Alemanha, Índia, Áustria, Suécia e Itália.
O Poder

Rota cultural do Brejo paraibano Caminhos do Frio chega a Matinhas nesta quarta
15/07/2026
Abertura
A abertura oficial do evento em Matinhas será na Praça Pública, com a apresentação da Orquestra Sanfônica Flor de Tangerina e do Grupo Chorata. A programação segue na cidade até 19 de julho com shows, oficinas, trilhas, atividades literárias e exposições.
Em Matinhas nomes como Fabiano Guimarães e o Grupo Chorata estão confirmados em shows na cidade.
O circuito
O circuito vai passar por vários municípios do Brejo paraibano até o mês de setembro. A Rota Cultural Caminhos do Frio completa 20 anos em 2026 e conta com uma programação cultural que oferece aos visitantes música, artes cênicas, gastronomia, trilhas e experiências nos engenhos.
...
Shows, oficinas, trilhas, atividades literárias e exposições e visitas a casarões históricos. Agora na terra da laranja. Após passar por Areia e Pilões, a Rota Cultural Caminhos do Frio 2026 chega a cidade Matinhas hoje, quarta-feira (15/07).
Abertura
A abertura oficial do evento em Matinhas será na Praça Pública, com a apresentação da Orquestra Sanfônica Flor de Tangerina e do Grupo Chorata. A programação segue na cidade até 19 de julho com shows, oficinas, trilhas, atividades literárias e exposições.
Em Matinhas nomes como Fabiano Guimarães e o Grupo Chorata estão confirmados em shows na cidade.
O circuito
O circuito vai passar por vários municípios do Brejo paraibano até o mês de setembro. A Rota Cultural Caminhos do Frio completa 20 anos em 2026 e conta com uma programação cultural que oferece aos visitantes música, artes cênicas, gastronomia, trilhas e experiências nos engenhos.
As cidades
Fazem parte da rota cultural as cidades de Areia, Pilões, Matinhas, Solânea, Serraria, Borborema, Remígio, Bananeiras, Alagoa Grande e Alagoa Nova. O evento conta com uma programação cultural que oferece aos visitantes música, artes cênicas, gastronomia, trilhas e experiências nos engenhos.
Severino Lopes
O Poder

Radar Ativaweb DataLab - O que o mundo digital discute nesta quarta-feira
15/07/2026
A Leitura Estratégica da Ativaweb DataLab
A pesquisa Quaest oferece um retrato do momento eleitoral. A leitura da Ativaweb DataLab busca identificar os movimentos que podem alterar esse cenário nos próximos meses. Mais do que observar quem lidera hoje, analisamos quais tendências estão se consolidando e quais variáveis podem definir a eleição presidencial de 2026.
1. Lula interrompe a sequência de desgaste
O principal movimento da pesquisa é a estabilização dos indicadores do presidente Lula. A aprovação e a desaprovação voltam ao equilíbrio, sinalizando que o governo conseguiu conter a trajetória de queda observada nos últimos meses. O cenário deixa de ser de deterioração contínua e passa a ser de estabilidade política.
Estabilizar é diferente de voltar a crescer. O governo ganha tempo, mas ainda precisa reconstruir entusiasmo.
2. Flávi...
Pesquisa Quaest Julho/2026
A Leitura Estratégica da Ativaweb DataLab
A pesquisa Quaest oferece um retrato do momento eleitoral. A leitura da Ativaweb DataLab busca identificar os movimentos que podem alterar esse cenário nos próximos meses. Mais do que observar quem lidera hoje, analisamos quais tendências estão se consolidando e quais variáveis podem definir a eleição presidencial de 2026.
1. Lula interrompe a sequência de desgaste
O principal movimento da pesquisa é a estabilização dos indicadores do presidente Lula. A aprovação e a desaprovação voltam ao equilíbrio, sinalizando que o governo conseguiu conter a trajetória de queda observada nos últimos meses. O cenário deixa de ser de deterioração contínua e passa a ser de estabilidade política.
Estabilizar é diferente de voltar a crescer. O governo ganha tempo, mas ainda precisa reconstruir entusiasmo.
2. Flávio Bolsonaro consolida a sucessão do capital político bolsonarista
Mais importante do que seus números absolutos é perceber que Flávio mantém praticamente intacta a base identificada com Bolsonaro. A pesquisa reforça sua posição como principal herdeiro eleitoral desse grupo, consolidando-se como o nome mais competitivo da direita nesse momento.
Agora o desafio deixa de ser manter a base e passa a ser conquistar o eleitor que está fora dela.
3. O ambiente digital começa a aparecer nas pesquisas
Os movimentos observados pelo Termômetro Digital da Ativaweb DataLab começam a se refletir nas pesquisas eleitorais. Os candidatos que mais cresceram em presença digital também apresentam evolução gradual na intenção de voto.
Pela primeira vez, há uma convergência clara entre influência digital e desempenho eleitoral.
4. Renan Santos permanece como o principal fenômeno emergente
Mesmo distante dos líderes, Renan Santos continua crescendo rodada após rodada. Esse comportamento é típico de candidaturas que ainda possuem grande espaço para expansão.
Proporcionalmente, continua sendo a candidatura com maior potencial de crescimento nacional.
5. A economia continua sendo o maior problema do governo
Apesar da melhora na aprovação presidencial, a percepção econômica permanece negativa.
Os brasileiros continuam relatando:
* perda do poder de compra;
* alimentos caros;
* dificuldades no mercado de trabalho.
A melhora política ainda não foi acompanhada pela melhora econômica percebida.
6. O bolso continua decidindo mais do que a ideologia
Os indicadores econômicos continuam apresentando maior capacidade de influenciar a percepção do eleitor do que as disputas políticas tradicionais.
Leitura Ativaweb: inflação, renda e custo de vida continuam sendo os temas com maior potencial de mobilização eleitoral.
7. O voto está ficando mais definitivo
A pesquisa mostra crescimento dos eleitores que afirmam ter voto consolidado.
Isso significa:
* menor espaço para mudanças bruscas;
* maior importância da mobilização;
* campanhas mais estratégicas e menos emocionais.
8. A polarização permanece, mas muda de formato
Lulistas e bolsonaristas continuam extremamente fiéis.
A verdadeira disputa passa a ocorrer entre:
* independentes;
* direita não bolsonarista;
* eleitores moderados.
Esses grupos tendem a decidir a eleição.
9. O Nordeste continua sendo a fortaleza de Lula
A vantagem permanece ampla.
Entretanto, os números indicam estabilidade, não crescimento.
Lula continua dominante na região, mas seu maior desafio passa a ser ampliar desempenho fora dela.
10. O Sudeste continua sendo o verdadeiro campo de batalha
O Sudeste permanece muito mais competitivo.
Historicamente, é nessa região que as eleições nacionais costumam ser definidas.
Qualquer pequena mudança no Sudeste pode alterar completamente o cenário nacional.
11. Independentes tornam-se o eleitor mais importante de 2026
Os extremos já possuem comportamento bastante consolidado.
O eleitor independente passa a representar o maior espaço disponível para crescimento eleitoral.
Será o público mais disputado da campanha.
12. Rejeição continua limitando os principais candidatos
Os nomes mais conhecidos também concentram maiores índices de rejeição.
Na prática:
reduzir rejeição poderá valer mais do que ganhar notoriedade.
13. Ainda existe muito espaço para crescimento
Mesmo com maior consolidação do voto, a espontânea ainda apresenta elevado número de indecisos.
Isso significa que parte importante do eleitorado ainda não transformou interesse em decisão definitiva.
14. O governo comunica melhor do que converte
Programas como:
* Isenção do IR;
* Desenrola 2.0
já possuem alto conhecimento público.
Entretanto, poucos brasileiros afirmam ter sentido mudanças concretas em sua vida.
Conhecimento da política pública ainda não significa percepção de resultado.
15. A campanha muda de fase
Os principais candidatos já atingiram elevado conhecimento nacional.
Agora a disputa deixa de ser:
“quem conhece”
e passa a ser
“quem convence”.
16. Segmentação será decisiva
A pesquisa mostra diferenças profundas entre:
* mulheres e homens;
* jovens e idosos;
* renda;
* escolaridade;
* religião;
* posicionamento político.
As campanhas vencedoras serão aquelas capazes de construir mensagens diferentes para públicos diferentes.
17. Existe um paradoxo importante
A aprovação do governo melhora.
Mas a percepção econômica continua negativa.
Isso indica que parte do eleitor faz duas avaliações distintas:
uma sobre Lula;
outra sobre sua própria vida econômica.
Esse talvez seja o principal desafio estratégico do governo.
18. A rejeição de Lula diminui lentamente, mas ainda limita crescimento
Embora a estabilidade política seja positiva para o presidente, seus indicadores mostram que ainda existe um teto eleitoral importante.
A campanha precisará trabalhar mais convencimento do que mobilização.
19. A direita apresenta maior espaço para expansão
Enquanto Lula concentra praticamente todo o campo governista, a direita ainda possui espaço para reorganização.
Isso explica o crescimento gradual de Flávio Bolsonaro, Caiado e Renan Santos em segmentos diferentes do eleitorado.
20. A pesquisa confirma um fenômeno observado pela Ativaweb DataLab
O ambiente digital passou a influenciar mais rapidamente a opinião pública.
Movimentos que antes demoravam meses para aparecer nas pesquisas começam a surgir em poucas semanas.
Isso reduz o tempo entre narrativa digital e impacto eleitoral.
21. O principal indicador a ser observado não é Lula nem Flávio
Na visão da Ativaweb DataLab, o indicador mais importante passa a ser:
o comportamento dos independentes.
Quem crescer entre esse grupo provavelmente chegará ao segundo semestre como favorito.
22. O cenário de hoje favorece campanhas inteligentes, não campanhas barulhentas
Em um ambiente com voto mais consolidado, eleitor mais informado e maior segmentação, campanhas baseadas apenas em volume de exposição tendem a perder eficiência.
O diferencial competitivo estará na capacidade de usar dados, inteligência artificial e comunicação personalizada para influenciar grupos específicos.
23. O maior risco para ambos os polos
Lula precisa transformar melhora de aprovação em melhora econômica percebida.
Flávio Bolsonaro precisa romper a barreira da própria base.
Hoje, ambos enfrentam desafios diferentes, mas igualmente estratégicos.
24. O principal achado da Ativaweb DataLab
A pesquisa Quaest indica que a eleição presidencial de 2026 entrou em uma nova fase.
A polarização continua estruturando a disputa, mas deixa de ser suficiente para explicar seus movimentos. O voto torna-se mais consolidado, os independentes passam a ter peso decisivo e a economia permanece como o principal eixo de decisão do eleitor. Nesse contexto, a vantagem competitiva não será apenas de quem liderar as pesquisas, mas de quem conseguir transformar influência, narrativa e percepção em confiança política.
“As pesquisas mostram onde cada candidato está. Os dados mostram para onde cada candidatura pode ir. Em 2026, quem compreender primeiro as mudanças de comportamento do eleitor terá uma vantagem que dificilmente será recuperada apenas com propaganda.”
“A eleição começou a trocar emoção por estratégia. Os votos mais importantes já não estão nos extremos, mas nos eleitores que ainda esperam uma resposta convincente para a economia e para o futuro do país.” - Alek Maracajá
EUA lançam nova onda de ataques contra o Irã nesta quarta
15/07/2026
"Às 6h (horário da costa leste dos EUA) de hoje, forças do Comando Central dos EUA começaram a lançar uma onda de ataques contra o Irã", escreveu o comando.
Os ataques
Os ataques visam degradar ainda mais as capacidades militares que as forças iranianas têm utilizado para atacar navios comerciais no Estreito de Ormuz.
Bloqueio
A ação ocorre no momento em que os EUA reimpuseram um bloqueio naval aos portos iranianos e lançaram ataques contra o país pela quarta noite consecutiva.
Ataques durante a noite e madrugada
Pelo menos sete militares iranianos morreram em ataques dos Estados Unidos realizados durante a noite contra uma base militar na cidade de Bampur, no sudeste do país...
Os Estados Unidos iniciaram, na manhã de hoje, quarta-feira (15/07), mais uma série de ataques contra o Irã, informou o CENTCOM (Comando Central dos EUA) em uma publicação na rede social X.
"Às 6h (horário da costa leste dos EUA) de hoje, forças do Comando Central dos EUA começaram a lançar uma onda de ataques contra o Irã", escreveu o comando.
Os ataques
Os ataques visam degradar ainda mais as capacidades militares que as forças iranianas têm utilizado para atacar navios comerciais no Estreito de Ormuz.
Bloqueio
A ação ocorre no momento em que os EUA reimpuseram um bloqueio naval aos portos iranianos e lançaram ataques contra o país pela quarta noite consecutiva.
Ataques durante a noite e madrugada
Pelo menos sete militares iranianos morreram em ataques dos Estados Unidos realizados durante a noite contra uma base militar na cidade de Bampur, no sudeste do país, informou o Exército do Irã, nesta quarta-feira (15), segundo a mídia estatal iraniana.
“Sete militares — entre integrantes do serviço ativo e recrutas — das Forças Terrestres do Exército do Irã morreram em Bampur”, informou a agência de notícias estatal iraniana IRNA, citando o Exército iraniano.
Informaram
As Forças Armadas dos EUA informaram na noite de ontem, terça-feira (14/07) que atingiram dezenas de alvos militares próximos ao Estreito de Ormuz e em áreas costeiras iranianas. A onda de ataques durou sete horas, informou o comando em comunicado.
30 civis
A porta-voz do governo iraniano, Fatemeh Mohajerani, disse que pelo menos 30 civis foram mortos nos últimos dias devido aos ataques dos EUA ao sul do Irã, informou a mídia estatal nesta quarta-feira (15).
Trump ameaça setor de energia iraniano
O presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou na terça-feira atacar usinas de energia e pontes iranianas na próxima semana, a menos que Teerã retome as negociações.
Os negociadores dos EUA estavam em contato com seus homólogos iranianos para dizer a eles “é melhor vocês chegarem a um acordo”, acrescentou o presidente americano.
O Poder com a CNN
Tal filho, tal pai - Hugo Motta engaveta PL da misoginia que Veneziano aprovou no Senado
15/07/2026
Como já registramos, Hugo Motta buscou uma aproximação com Lula. A intenção era muito clara: frear o debate de temas de interesse da extrema direita em troca do apoio do presidente à candidatura de Nabor Wanderley ao Senado. Como Lula não aceitou retirar seu apoio ao antigo aliado, Veneziano Vital, Hugo Motta deu o troco. Não apenas passou a pautar temas como a redução da maioridade penal, como também resolveu engavetar projetos de interesse do governo Lula no Congresso.
Hugo Motta parece ter decidido colocar seu mandato como presidente da Câmara a serviço das pautas anti-Lula. A última delas foi engavetar o Projeto de Lei nº 896/2023, conhecido como PL da Misoginia, que tipifica o ódio ou a aversão às mulheres como crime, equiparando-o ao racismo.
A proposta já havia sido aprovada pelo Senado, com o voto favorável de Veneziano Vital, e foi encaminhada à Câmara, onde já existia um acordo para sua votação. No entanto...
Por Flávio Lúcio *
Como já registramos, Hugo Motta buscou uma aproximação com Lula. A intenção era muito clara: frear o debate de temas de interesse da extrema direita em troca do apoio do presidente à candidatura de Nabor Wanderley ao Senado. Como Lula não aceitou retirar seu apoio ao antigo aliado, Veneziano Vital, Hugo Motta deu o troco. Não apenas passou a pautar temas como a redução da maioridade penal, como também resolveu engavetar projetos de interesse do governo Lula no Congresso.
Hugo Motta parece ter decidido colocar seu mandato como presidente da Câmara a serviço das pautas anti-Lula. A última delas foi engavetar o Projeto de Lei nº 896/2023, conhecido como PL da Misoginia, que tipifica o ódio ou a aversão às mulheres como crime, equiparando-o ao racismo.
A proposta já havia sido aprovada pelo Senado, com o voto favorável de Veneziano Vital, e foi encaminhada à Câmara, onde já existia um acordo para sua votação. No entanto, Hugo Motta mudou de posição e, para agradar à bancada conservadora, engavetou o projeto.
Levando em conta o comportamento político de Hugo Motta, é possível projetar como seria a atuação de seu pai no Senado. Os iludidos começam a ter um choque de realidade, porque Nabor é Hugo. Nesse caso, um ajuste no adágio — ou melhor, uma inversão — é necessário: tal filho, tal pai.
*Flávio Lúcio é doutor em Sociologia e professor de História na UFPB.