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Economia - Brasil avalia recorrer à OMC contra tarifa dos EUA ao aço e alumínio

13/03/2025

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O governo brasileiro anunciou ontem, quarta-feira (12/03) que avaliará todas as possibilidades de ação no campo do comércio exterior contra a medida do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que impõe?tarifa de 25% às importações americanas de aço e alumínio e entrou em vigor hoje. Nesse sentido, recorrer à Organização Mundial do Comércio está entre as possibilidades, diz comunicado.

A Organização

A Organização Mundial do Comércio (OMC) é uma instituição multilateral que tem como função regular o comércio internacional, negociar regras, gerir acordos comerciais e resolver disputas. Brasil e Estados Unidos são dois dos 166 países-membros da OMC, que abarca 98% do comércio mundial.

Taxação

A taxação definida por Trump é uma forma de protecionismo às siderúrgicas americanas, que passam a concorrer em vantagem com produtos importados que chegarão mais caros aos Estados Unidos.

Principais afeta...

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O governo brasileiro anunciou ontem, quarta-feira (12/03) que avaliará todas as possibilidades de ação no campo do comércio exterior contra a medida do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que impõe?tarifa de 25% às importações americanas de aço e alumínio e entrou em vigor hoje. Nesse sentido, recorrer à Organização Mundial do Comércio está entre as possibilidades, diz comunicado.

A Organização

A Organização Mundial do Comércio (OMC) é uma instituição multilateral que tem como função regular o comércio internacional, negociar regras, gerir acordos comerciais e resolver disputas. Brasil e Estados Unidos são dois dos 166 países-membros da OMC, que abarca 98% do comércio mundial.

Taxação

A taxação definida por Trump é uma forma de protecionismo às siderúrgicas americanas, que passam a concorrer em vantagem com produtos importados que chegarão mais caros aos Estados Unidos.

Principais afetados

O Brasil é um dos principais afetados, por ser grande exportador de metal para os americanos. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), os Estados Unidos são o destino de 54% das exportações de ferro e aço brasileiros.

Nota

Em nota conjunta publicada pelos ministérios das Relações Exteriores, e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços na tarde desta quarta-feira, o governo brasileiro lamenta a decisão.

Destaca

A nota destaca o histórico de cooperação e integração econômica entre os dois países e usa dados do próprio governo americano para mostrar que o país de Donald Trump tem saldo positivo nas trocas comerciais com o Brasil.

Haddad: Ordem é negociar

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a ordem do governo é negociar e não retaliar as exportações vindas dos Estados Unidos.

Preparar

De acordo com Haddad, a Fazenda deve preparar uma nota técnica sobre as propostas das siderúrgicas brasileiras, para ser enviada ao vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, a fim de orientar as negociações com o governo americano.

Manifestações

Manifestações do Instituto Aço Brasil - que representa os produtores de aço – e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontam para esforços de convencimento via negociações entre os governos.

Leia outras informações

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Eleição acirrada faz Lula e Flávio apostarem em propaganda na TV e abre guerra por apoio do Centrão, essa e outras manchetes quentes da manhã

30/03/2026

É ano eleitoral, de disputa acirrada, tensão e busca de todos os recursos para conquistar o voto. Na contramão do senso comum de que a publicidade na TV e rádio se tornou pouco relevante nas eleições, as campanhas do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apostam na propaganda oficial nesses veículos como um dos pontos centrais da disputa. Por isso, atuam para fortalecer suas coligações -o apoio de partidos grandes aumenta o tempo de televisão do candidato- para ganhar vantagem sobre o adversário nesses canais.

Avaliam

Integrantes das duas campanhas avaliam que a propaganda nessas emissoras ainda terá papel importante por causa do público atingido pela TV aberta, com renda de até dois salários mínimos.



- Lula escala ministros para agenda de entregas antes de trocas na Esplanada

Próximo ao fim prazo para a desincompatibilização eleitoral visando às eleições de 2026, o presid...

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É ano eleitoral, de disputa acirrada, tensão e busca de todos os recursos para conquistar o voto. Na contramão do senso comum de que a publicidade na TV e rádio se tornou pouco relevante nas eleições, as campanhas do presidente Lula (PT) e do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) apostam na propaganda oficial nesses veículos como um dos pontos centrais da disputa. Por isso, atuam para fortalecer suas coligações -o apoio de partidos grandes aumenta o tempo de televisão do candidato- para ganhar vantagem sobre o adversário nesses canais.

Avaliam

Integrantes das duas campanhas avaliam que a propaganda nessas emissoras ainda terá papel importante por causa do público atingido pela TV aberta, com renda de até dois salários mínimos.



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- Lula escala ministros para agenda de entregas antes de trocas na Esplanada

Próximo ao fim prazo para a desincompatibilização eleitoral visando às eleições de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) escalou seus ministros para uma série de agendas e anúncios ao longo da semana. Boa parte dos ministros devem deixar suas pastas nos próximos dias.

O prazo

O prazo de desincompatibilização eleitoral é o período em que ocupantes de certos cargos públicos — como ministros de Estado — precisam se afastar da função para poder concorrer a uma eleição. Neste ano, ele se encerra no próximo sábado (04/04).

- Irã está preparado para manter operações ofensivas por período prolongado,

A guerra no Oriente Médio parece mesmo que vai durar mais tempo do que o esperado. Um alto funcionário de segurança iraniano garantiu ontem, domingo (29/03), que Teerã determinará quando a guerra terminará e sinalizou que o Irã está preparado para manter operações ofensivas por um longo período, refutando as avaliações dos EUA de que o conflito poderia ser encerrado em algumas semanas.

Afirmou

O funcionário afirmou que as estimativas anteriores dos EUA de que a guerra duraria apenas alguns dias estavam erradas e descartou como irrealista a afirmação do secretário de Estado americano, Marco Rubio, de que os combates continuariam por algumas semanas.



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- Irã confirma morte de comandante responsável por fechar o Estreito de Ormuz

O Irã confirmou hoje, segunda-feira (30/03) a morte do comandante da Marinha da Guarda Revolucionária iraniana, Alireza Tangsiri, morto por bombardeios israelenses na semana passada.
Segundo um comunicado da própria Guarda Revolucionária, não resistiu a ferimentos graves após o ataque de Israel.



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-Netanyahu manda ampliar operações no Sul do Líbano

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse neste domingo que ordenou ao Exército expandir ainda mais suas operações no sul do Líbano, citando o contínuo lançamento de mísseis pelo Hezbollah.

Israel afirmou na semana passada que estava ampliando uma "zona de amortecimento" até o rio Litani. Não ficou imediatamente claro se Netanyahu se referia a essa ?área ou à tomada de território adicional.



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-Avião espião de US$ 270 milhões dos EUA é destruído por drones do Irã

Um Avião espião de US$ 270 milhões dos EUA foi destruído por drones do Irã. Imagens verificadas pela AFP mostram um avião de vigilância aérea dos Estados Unidos destruído após um ataque iraniano à Base Aérea Príncipe Sultan, na Arábia Saudita, ontem domingo (29/03). O voo DL104 da Delta Air Lines era operado com o Airbus A330-323. O avião decolou de Guarulhos às 22h49 e retornou ao aeroporto na sequência.

Atingida

A aeronave atingida é um E-3 Sentry, modelo usado para monitoramento aéreo e coordenação de operações militares. Fotos que circularam nas redes sociais indicam que o avião ficou partido ao meio após o impacto.



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Preço de petróleo bate US$ 115 por barril

O preço do petróleo Brent alcançou US$ 115 (cerca de R$ 602,2) nesta segunda-feira (domingo, 29, no horário de Brasília). O preço da principal referência de petróleo dos EUA também subiu, mais de 3%, superando mais uma vez os US$ 100 (cerca de R$ 576) o barril. A crescente nos preços ocorre devido à guerra no Oriente Médio, que ainda não tem previsão para um fim.



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- Explosão em turbina força pouso de emergência após decolagem em Guarulhos

Susto na pista de pouso e decolagem. Uma aeronave precisou retornar ao solo após um problema grave logo depois da decolagem no Aeroporto Internacional de São Paulo de Guarulhos, na noite de ontem, domingo, (29/03). Uma das turbinas apresentou uma falha e chegou a explodir, levando o piloto a realizar um pouso de emergência. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

O voo

O voo havia partido às 23h49 com destino a Atlanta, nos Estados Unidos, quando, poucos segundos após sair do solo, a turbina esquerda apresentou uma explosão. Fragmentos queimados foram lançados na área próxima à pista, provocando um pequeno incêndio no local.


É segunda-feira, 30 de março. O mês está chegando ao fim. O ano aos poucos “está indo embora”. Daqui a pouco, é São João, Copa do Mundo, Eleições e Final de Ano. Para os católicos, essa semana, a última de março e o começo de abril, é marcante e repleta de significados. A chamada “Semana Santa”. E a manhã começou quente. Tensa com a escalada da guerra no Oriente Médio. Vamos então, conferir outras manchetes nas primeiras horas dessa segunda.



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Turbina de avião explode durante decolagem no Aeroporto de Guarulhos

- Eleições 2026: tarifa zero no transporte público pode ser 'Bolsa Família sobre rodas' para Lula?
- Decisão do Supremo diminui penduricalhos, mas mantem distorções e margem para o abuso
- Caso Master: Desembargador que liberou socorro ao BRB tem dois filhos em cargos de confiança do governo
-Brasil critica Israel por impedir acesso de cardeal ao Santo Sepulcro
- Teerã fica sem energia após ataque aéreo e teme invasão terrestre dos EUA
- Avião dos EUA avaliado em R$$ 270 é visto destruído em base saudita
- Fim de prazo pressiona BRB por balanço
- Estudo mostra que bets são as maiores causadoras de dívidas dos brasileiros
Furto na Unicamp: ao menos 24 tipos de vírus foram transportados entre laboratórios
Pesquisadores identificam sala onde ditadura simulou suicídio de Vladimir Herzog



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E no futebol? É data Fifa. Sem rodada do Brasileirão. Apenas um jogo isolado. Mas a Seleção Brasileira treinou forte para o amistoso contra a Croácia. Tem mudanças no time.


- Carlo Ancelotti testa mudanças para enfrentar a Croácia
- Com golaço e show de Viveros, Athletico goleia, e Botafogo segue no Z4
Por enquanto é isso. Mas a semana está apenas começando. Continuem acompanhando O Poder. Uma feliz Semana Santa a todos.

Severino Lopes




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Americanos estão nas ruas das principais cidades dos EUA em dia de protestos contra Trump, neste sábado (28)

28/03/2026

Milhares de pessoas estão nas ruas neste sábado (28/03) em todo os Estados Unidos para protestar contra o presidente Donald Trump, em função do que consideram uma guinada autoritária e contrária à lei. Trata-se do terceiro protesto com o mesmo objetivo naquele país, em menos de um ano, como parte de um movimento chamado “No Kings” (Sem Reis) — a forma mais estridente e visível de oposição a Trump desde o início de seu segundo mandato, em janeiro de 2025.

Os manifestantes agora têm um novo motivo de indignação: a guerra no Irã que Trump lançou junto com Israel, com objetivos e prazos de conclusão em constante mudança. Milhões de pessoas participaram da primeira manifestação do “No Kings”, em junho do ano passado, com atos de Nova York a San Francisco, enquanto a segunda edição do protesto, em outubro, reuniu cerca de sete milhões de participantes, segundo os organizadores.



Mobilização maior

A meta para este sábado é uma...

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Milhares de pessoas estão nas ruas neste sábado (28/03) em todo os Estados Unidos para protestar contra o presidente Donald Trump, em função do que consideram uma guinada autoritária e contrária à lei. Trata-se do terceiro protesto com o mesmo objetivo naquele país, em menos de um ano, como parte de um movimento chamado “No Kings” (Sem Reis) — a forma mais estridente e visível de oposição a Trump desde o início de seu segundo mandato, em janeiro de 2025.

Os manifestantes agora têm um novo motivo de indignação: a guerra no Irã que Trump lançou junto com Israel, com objetivos e prazos de conclusão em constante mudança. Milhões de pessoas participaram da primeira manifestação do “No Kings”, em junho do ano passado, com atos de Nova York a San Francisco, enquanto a segunda edição do protesto, em outubro, reuniu cerca de sete milhões de participantes, segundo os organizadores.



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Mobilização maior

A meta para este sábado é uma mobilização ainda maior, diante do baixo índice de aprovação de Trump – em torno de 40% – e das eleições de meio de mandato em novembro, nas quais os republicanos podem perder o controle das duas casas legislativas. Muitos apoiadores veneram o presidente dentro do movimento “Make America Great Again” (MAGA, Tornar os Estados Unidos grandes novamente), enquanto opositores, do outro lado da profunda divisão política americana, rejeitam Trump com a mesma intensidade.

Os críticos de Trump questionam sua propensão a governar por decretos executivos, seu uso do Departamento de Justiça para perseguir opositores, sua negação das mudanças climáticas e a ofensiva contra programas de diversidade racial e de gênero. Também apontam seu recente gosto por exibir o poder militar americano após uma campanha em que ele se apresentou como um homem de paz.

Famílias destruídas

“Desde a última vez que marchamos, esta administração nos arrastou ainda mais profundamente para a guerra”, afirmou Naveed Shah, da Common Defense, uma associação de veteranos que integra o movimento “No Kings”. “Em casa, testemunhamos cidadãos sendo mortos nas ruas por forças militarizadas. Vimos famílias destruídas e comunidades de imigrantes transformadas em alvo de ataques. Tudo em nome de um único homem que tenta governar como um rei”, acrescentou.

Os organizadores afirmam que mais de 3.000 manifestações estão programadas nas principais cidades norte-americanas, assim como em áreas suburbanas e rurais; até mesmo na localidade de Kotzebue, no Alasca, acima do círculo polar ártico.



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Minnesota: ponto principal

O estado de Minnesota se tornará um ponto central, meses depois de virar o epicentro do debate nacional sobre a repressão migratória violenta impulsionada por Trump. O astro do rock Bruce Springsteen, crítico ferrenho do presidente, deve se apresentar em St. Paul, capital do estado, para interpretar a canção ‘Streets of Minneapolis’.

Springsteen compôs e gravou a balada em 24 horas, em memória de Renee Good e Alex Pretti, dois cidadãos americanos mortos a tiros por agentes federais durante operações da polícia migratória de Trump na cidade.

Os organizadores afirmam que dois terços dos participantes previstos para este sábado não vivem nas grandes cidades, que costumam ser redutos democratas.

— Com Agências de Notícias



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Semana Santa começa com procissão de Ramos, neste domingo (29); veja aqui programação da Arquidiocese de Olinda e Recife

28/03/2026

A Semana Santa — que dura sete dias e marca a celebração da ressurreição de Jesus Cristo e o início da Páscoa — é considerada a celebração mais importante do calendário religioso católico e tem início neste domingo (29/03), conhecido como o Domingo de Ramos.

Conforme calendário divulgado pela Arquidiocese de Olinda e Recife, o Domingo de Ramos — que recorda a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém — terá sua comemoração inicial em Olinda, a partir das 8h, com a saída da procissão de Ramos da Capela da Misericórdia, no Alto do Sé (ao lado do Colégio Santa Gertrudes).



Catedral da Sé

O destino da procissão será a Catedral da Sé de Olinda, onde será celebrada a Santa Missa, às 9h. Durante a celebração, será realizada a Coleta Nacional de Solidariedade, oferta que será enviada para subsidiar projetos sociais da Campanha da Fraternidade.

Na Quarta-feira de Trevas (01/04) data considerada no calendário católic...

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A Semana Santa — que dura sete dias e marca a celebração da ressurreição de Jesus Cristo e o início da Páscoa — é considerada a celebração mais importante do calendário religioso católico e tem início neste domingo (29/03), conhecido como o Domingo de Ramos.

Conforme calendário divulgado pela Arquidiocese de Olinda e Recife, o Domingo de Ramos — que recorda a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém — terá sua comemoração inicial em Olinda, a partir das 8h, com a saída da procissão de Ramos da Capela da Misericórdia, no Alto do Sé (ao lado do Colégio Santa Gertrudes).



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Catedral da Sé

O destino da procissão será a Catedral da Sé de Olinda, onde será celebrada a Santa Missa, às 9h. Durante a celebração, será realizada a Coleta Nacional de Solidariedade, oferta que será enviada para subsidiar projetos sociais da Campanha da Fraternidade.

Na Quarta-feira de Trevas (01/04) data considerada no calendário católico como de forte reflexão sobre o caminho de Jesus até o Calvário, será realizado o ‘Ofício das Trevas’, rito em que velas são apagadas, simbolizando o abandono de Jesus e o luto da Igreja.

Pátio de São Pedro

O evento terá início com concentração no Pátio de São Pedro, no bairro de São José, Centro do Recife, a partir das 7h. De lá, será realizada a Via-Sacra da Fraternidade pelas ruas da cidade.

Conforme o roteiro divulgado pela arquidiocese, os fiéis carregarão uma cruz com mais de 100 kg, simbolizando o peso do sofrimento humano. O trajeto tem previsão de chegar às 11h na Basílica de Nossa Senhora da Penha, onde será realizada a Santa Missa, presidida pelo arcebispo de Olinda e Recife, Dom Paulo Jackson.

Missa dos Santos Óleos

Na Quinta-feira santa (02/03), será realizada a Missa dos Santos Óleos, às 9h, na Catedral da Sé de Olinda. O momento marca a unidade da Igreja Católica em celebração da renovação das promessas sacerdotais e consagração dos óleos santos, utilizados nos sacramentos do batismo, unção dos enfermos e crisma.

À noite, a partir das 19h, na Matriz do Sagrado Coração Eucarístico de Jesus, no Espinheiro, será realizada a Missa da Ceia do Senhor, também conhecida como ‘Lava-pés’. O momento rememora a última ceia e o gesto de serviço de Jesus.



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Jejum e contemplação

A Sexta-feira santa (03/04) é um dia de silêncio, jejum e contemplação pela morte de Jesus Cristo. A Igreja Católica não celebra a Eucaristia, focando na adoração da Cruz, que será contemplada a partir das 15h, na Catedral da Sé de Olinda.

No Sábado de Aleluia (04/04) será realizada a mais importante celebração da Igreja: a Vigília Pascal, momento em que é anunciada a Ressurreição de Jesus Cristo. A solenidade será realizada pela Arquidiocese às 18h, na Matriz do Sagrado Coração Eucarístico do Jesus, no Espinheiro. A Igreja vai acender e abençoar o Círio Pascal, que representa a luz de Cristo.

Domingo de Páscoa

No Domingo de Páscoa (05/04), dia em que é celebrada a Ressurreição de Jesus, Cristo vence a morte e dá início a uma nova vida. Será realizada a Santa Missa às 9h, na Catedral da Sé de Olinda.

Primeiro dia do período pascal, a Igreja confraterniza o início deste período litúrgico, que se estende pelos 50 dias seguintes, até o Domingo de Pentecostes, que celebra a descida do Espírito Santo.



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As aventuras de Cacimba 34— Cacimba e a cidade onde Deus assinava recibo, por Zé da Flauta*

28/03/2026

A cidade parecia tranquila, praça limpa, igreja cheia, prefeitura funcionando, tudo no lugar, até demais. Mas tinha uma coisa estranha: o povo trabalhava muito… e vivia pouco.
Os funcionários da prefeitura recebiam menos do que o combinado. Os fiéis davam mais do que podiam. E ninguém reclamava, não por satisfação, por medo.
O prefeito falava bonito.
— Estamos organizando a cidade.
— É preciso sacrifício.
— Confiança nas autoridades.
O padre completava:
— Deus vê tudo.
— Quem questiona, desobedece.
— A humildade agrada ao céu.
E assim, um assinava embaixo do outro, literalmente. Diziam que o dinheiro da prefeitura passava pela igreja, e o dinheiro da igreja… ninguém sabia por onde saía.

Foi nesse lugar que Cacimba chegou.
Chapéu de palha, camisa surrada, os dois macaquinhos atentos.
O do ombro direito cochichou:
— Aqui tem coisa escondida.
O do esquerdo respondeu:

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A cidade parecia tranquila, praça limpa, igreja cheia, prefeitura funcionando, tudo no lugar, até demais. Mas tinha uma coisa estranha: o povo trabalhava muito… e vivia pouco.
Os funcionários da prefeitura recebiam menos do que o combinado. Os fiéis davam mais do que podiam. E ninguém reclamava, não por satisfação, por medo.
O prefeito falava bonito.
— Estamos organizando a cidade.
— É preciso sacrifício.
— Confiança nas autoridades.
O padre completava:
— Deus vê tudo.
— Quem questiona, desobedece.
— A humildade agrada ao céu.
E assim, um assinava embaixo do outro, literalmente. Diziam que o dinheiro da prefeitura passava pela igreja, e o dinheiro da igreja… ninguém sabia por onde saía.

Foi nesse lugar que Cacimba chegou.
Chapéu de palha, camisa surrada, os dois macaquinhos atentos.
O do ombro direito cochichou:
— Aqui tem coisa escondida.
O do esquerdo respondeu:
— E bem protegida.

Cacimba começou a observar. na prefeitura, viu funcionário trabalhando dobrado…
e recebendo pela metade. Na igreja, viu gente ofertando com fé… e saindo com culpa.
— Aqui não é roubo só de dinheiro — disse Cacimba.
— É roubo de dignidade.

Naquela noite, ele chamou o povo pra praça, sem anunciar, sem pedir, só chegou e sentou.
Os macaquinhos inquietos.
— Vai mexer com os dois?
— Vai mexer com o sistema todo.

No dia seguinte, o prefeito apareceu.
— Quem é você pra reunir o povo?
Cacimba respondeu:
— Alguém que escuta o que vocês não deixam dizer.
O padre chegou logo depois.
— Isso é desordem.
Cacimba olhou pra ele:
— Desordem é quando o sagrado vira escudo pra erro.
O silêncio caiu.
Pesado.



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Cacimba então pediu uma coisa simples:
— Quero ver as contas.
O prefeito riu.
— Isso é assunto administrativo.
— E o dinheiro da igreja? — perguntou Cacimba.
O padre respondeu rápido:
— Isso é assunto de fé.
Cacimba sorriu:
— Engraçado… quando convém, é fé.
Quando aperta, é administração.

O povo começou a se mexer, pequeno, mas começou. Os macaquinhos cochichavam:
— Agora balança.
— Agora racha.

Cacimba puxou o pifem, mas não tocou música, bateu ele no chão, uma vez, duas, três.
— Quem aqui já trabalhou mais do que recebeu?
Mãos se levantaram.
— Quem aqui já deu mais do que podia… por medo?
Mais mãos.
O padre tentou interromper: — Isso é manipulação!
Cacimba respondeu: — Não. Isso é lembrança.

O prefeito perdeu a calma: — Isso é incitar o povo!
Cacimba olhou firme: — Não. É devolver a voz.

A praça virou espelho. E quando o povo se vê… não dá mais pra fingir.

Dias depois, começaram as perguntas, depois vieram as exigências. Depois… as mudanças.
O prefeito saiu. O padre ficou mas mudou porque entendeu, tarde, mas entendeu,
que fé não é moeda… é compromisso.

Antes de ir embora, Cacimba deixou um aviso:
— Quando poder e fé andam juntos demais… alguém está usando Deus como sócio.

Os macaquinhos bateram as mãos.
— Essa foi pesada.
— Mas necessária.

E dizem que, naquela cidade, até hoje, quando alguém mistura demais autoridade com santidade… sempre aparece alguém dizendo:
— Cuidado…
Deus não assina recibo.

*Zé da Flauta é músico, compositor, filósofo e escritor.



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Comissão de Anistia declara anistiado post-mortem líder Guarani-Kaiowá Marçal Tupã-Y, assassinado por atuar em defesa da causa indígena

28/03/2026

A Comissão de Anistia declarou anistiado post-mortem (após a morte) nesta sexta-feira (27/03), Marçal Souza Tupã-Y, conhecido líder indígena brasileiro da etnia Guarani-Kaiowá.
Por decisão unânime, os conselheiros da Comissão aprovaram a iniciativa 43 anos após o assassinato do indígena, ocorrido em 25 de novembro de 1983.

A anistia política post mortem foi concedida com base na lei que repara pessoas atingidas por atos de exceção com motivação política entre 1946 e 1988. O pedido de anistia foi encaminhado em 2023 pela família de Marçal, em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF).

“Em nome do Estado brasileiro peço desculpas aos seus parentes pelas atrocidades que lhes causou o Estado ditatorial”, afirmou a ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo, durante o julgamento do pedido de anistia, em Brasília.



Luta e resistência

“Ao Marçal, à sua família, aos seus companheiros...

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A Comissão de Anistia declarou anistiado post-mortem (após a morte) nesta sexta-feira (27/03), Marçal Souza Tupã-Y, conhecido líder indígena brasileiro da etnia Guarani-Kaiowá.
Por decisão unânime, os conselheiros da Comissão aprovaram a iniciativa 43 anos após o assassinato do indígena, ocorrido em 25 de novembro de 1983.

A anistia política post mortem foi concedida com base na lei que repara pessoas atingidas por atos de exceção com motivação política entre 1946 e 1988. O pedido de anistia foi encaminhado em 2023 pela família de Marçal, em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF).

“Em nome do Estado brasileiro peço desculpas aos seus parentes pelas atrocidades que lhes causou o Estado ditatorial”, afirmou a ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo, durante o julgamento do pedido de anistia, em Brasília.



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Luta e resistência

“Ao Marçal, à sua família, aos seus companheiros de luta e a toda a sociedade, ao mesmo tempo que lhe agradecemos pela sua luta e resistência contra o Estado ditatorial e em favor da democracia”, acrescentou ela.

O parecer técnico que embasou a decisão registra que Marçal era técnico de enfermagem e servidor do quadro funcional da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), tendo sido alvo de vigilância desde 1971, conforme ficha de investigação social. O documento aponta que ele foi punido com transferências forçadas a título de punição, como registrado em ofício de 21 de fevereiro de 1983.

“Estamos também aplicando uma punição ao atendente de enfermagem Marçal de Souza e transferindo-o daquela comunidade”, aponta o ofício. Com a decisão, a União admite responsabilidade pelas violações cometidas contra a liderança e concede reparação econômica aos familiares, no valor de R$ 100 mil, limite máximo previsto em lei.

Sensibilidade indígena

Em discurso durante a sessão da Comissão de Anistia, a filha de Marçal, Edna Silva de Souza, afirmou que “como meu pai dizia, o mundo guarani, o mundo indígena hoje é visto como um mundo obscuro, mas neste mundo obscuro, na cosmovisão do povo indígena, existem pontos brilhantes e esses pontos são as pessoas que de uma certa forma têm a mesma sensibilidade do patamar da sensibilidade indígena”.

“Por isso vocês estão aqui. Vocês são esses pontos brilhantes. Ele lutou por isso até a morte e ele sabia: ‘Eu sou uma pessoa marcada para morrer, mas por uma causa justa a gente morre.’ Ele morreu pelo seu povo”, acrescentou

Omissão do Estado

O secretário-executivo do Ministério dos Povos Indígenas, Eloy Terena, afirmou que “Marçal de Souza é uma vítima da omissão sistêmica do Estado brasileiro, que permitiu por meio do seu aparato autoritário a perseguição de lideranças indígenas, a transferência, o deslocamento de comunidades indígenas inteiras e a própria desproteção territorial”.

Terena lembrou ainda que a terra indígena onde Marçal vivia, a Nhanderu Marangatu, foi homologada pelo presidente Lula em 2005, no seu primeiro mandato. “Mas nós só conseguimos entregar efetivamente essa terra agora em 2024, por meio inclusive de um acordo que fizemos no território federal”, relatou

“Portanto, mesmo depois da Constituição ter assegurado esse direito, mesmo depois do presidente Lula ter homologado essa terra, foi preciso ainda a comunidade indígena esperar mais 19 anos para efetivamente ter o seu território demarcado”, acrescentou.

Sem apagamento histórico

A ministra Macaé Evaristo destacou, ao final da sessão, o papel da resistência indígena como elemento central na formação do país e cobrou do Estado o enfrentamento ao apagamento histórico.

“Não tem democracia possível sem memória, não há justiça possível sem verdade e não há futuro possível enquanto persistir o apagamento da história dos povos indígenas”. “O direito à memória, à verdade e à justiça não é uma abstração. Ela é uma obrigação concreta do Estado brasileiro”, disse a ministra.



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Quem foi Marçal

Marçal de Souza Tupã-Y nasceu em 1920 em Rincão Júlio, na região de Ponta Porã, no Mato Grosso dos Sul. Aos 63 anos, foi assassinado com cinco tiros na porta de sua casa na aldeia Campestre, TI Nhanderu Marangatu, em Antônio João, após décadas de atuação em defesa dos povos originários.

Considerado um dos pioneiros do movimento indígena no Brasil, integrou a comissão que deu origem à União das Nações Indígenas, criada em junho de 1980 em Campo Grande, da qual foi vice-presidente a partir de 1981.

Herói nacional

Marçal de Souza foi postumamente declarado Herói Nacional do Brasil, conforme consta na Lei 14.402/2022. Seu nome batiza o prêmio anual entregue pela Câmara Municipal de Dourados a pessoas e instituições que promovem os direitos indígenas.

A expectativa da família e das organizações indígenas é que a anistia contribua para ampliar o reconhecimento da trajetória de Marçal e da violência histórica sofrida pelos povos originários durante o regime militar.

— Com portal Brasil de Fato e Agência Brasil



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Alckmin anuncia saída do ministério e admite prorrogar subsídio ao diesel, se necessário

28/03/2026

O vice-presidente do Brasil e ministro da Indústria, Comércio, Desenvolvimento e Inovação Tecnológica (MIDICT), Geraldo Alckmin afirmou neste sábado (28/03), em São Paulo, que sua expectativa é de que a guerra envolvendo EUA e Israel contra o Irã acabe dentro de 60 dias. Mas, pela primeira vez, ele admitiu que, se for necessário, o governo pode prorrogar o subsídio federal ao diesel como forma de reduzir impactos no mercado brasileiro.

Alckmin deu essas declarações no mesmo momento em que anunciou que na próxima semana deixará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços para se dedicar às eleições.

Ele contou que segue como vice-presidente até o fim do mandato, mas já deu data para sair do ministério, prazo legal para disputar o pleito.

Cumprimento da legislação

“Cumprindo a legislação, quem é ministro, vice-presidência não tem desincompatibilização, mas do ministério tem. Então,estamos nos últimos...

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O vice-presidente do Brasil e ministro da Indústria, Comércio, Desenvolvimento e Inovação Tecnológica (MIDICT), Geraldo Alckmin afirmou neste sábado (28/03), em São Paulo, que sua expectativa é de que a guerra envolvendo EUA e Israel contra o Irã acabe dentro de 60 dias. Mas, pela primeira vez, ele admitiu que, se for necessário, o governo pode prorrogar o subsídio federal ao diesel como forma de reduzir impactos no mercado brasileiro.

Alckmin deu essas declarações no mesmo momento em que anunciou que na próxima semana deixará o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços para se dedicar às eleições.

Ele contou que segue como vice-presidente até o fim do mandato, mas já deu data para sair do ministério, prazo legal para disputar o pleito.

Cumprimento da legislação

“Cumprindo a legislação, quem é ministro, vice-presidência não tem desincompatibilização, mas do ministério tem. Então,estamos nos últimos dias a frente da pasta e muito felizes com essa caminhada até aqui”, afirmou.

Sobre o diesel, ele ressaltou que o Governo Federal fez um apelo ao governos estaduais, não para tirar o imposto, mas ter uma subvenção, na qual cada estado entraria com R$ 0,60 e o Governo Federal com mais R$ 0,60, dando R$ 1,2. “Tudo isso transitório, é por 60 dias. Esperamos que esse conflito se resolva em 60 dias. Então, se precisar, pode prorrogar, mas é transitório”, afirmou.

Diálogo com os estados

Alckmin disse que o Executivo Federal tem dialogado com os estados, mas que não pode obrigá-los a reduzir o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre o diesel importado. “O governo não vai obrigar ninguém. O governo fez a sua parte e está com bom entendimento com os estados”, enfatizou.

Perguntado se o governo de Lula prepara novos subsídios para tentar conter a alta do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nas pesquisas eleitorais, Alckmin respondeu que “subsídio não tem a ver com eleição”.

“A questão do petróleo é com a guerra. Nós não temos o poder de acabar com a guerra e ela tem consequências no mundo inteiro. O barril do petróleo subiu no mundo inteiro, pulou de US$ 60 para US$ 100”, afirmou o ministro e vice-presidente.




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Domingo a domingo - Prefeito Laurinho Maia e pré-candidata a deputada estadual Geska Maia apoiam Veneziano

28/03/2026

O Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) recebeu neste sábado (28/03) um importante apoio à sua reeleição ao Senado Federal. Trata-se do Prefeito de Catolé do Rocha, no sertão do estado, Laurinho Maia. O anúncio foi feito durante entrevista do Prefeito à Rádio Panorama FM, de Catolé do Rocha, na qual ele estava acompanhado da Primeira-Dama do Município, Geska Maia, pré-candidata a deputada estadual.

Reafirmou

“Ao lado da nossa pré-candidata a deputada estadual Geska, digo que nosso candidato a Senador é Veneziano, reafirmando e assumindo o compromisso de votar no Senador Veneziano, que já colocou recursos para Catolé do Rocha, que já trabalhou muito pela Paraíba”, afirmou.

“Esse é um dos motivos de hoje a gente estar aqui, consolidando esse apoio ao Senador Veneziano, que tem história na Paraíba e que vai conseguir trazer cada vez mais recursos para melhorar a vida dos paraibanos”, acrescentou o prefeito, ao declarar o apoio.
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O Senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) recebeu neste sábado (28/03) um importante apoio à sua reeleição ao Senado Federal. Trata-se do Prefeito de Catolé do Rocha, no sertão do estado, Laurinho Maia. O anúncio foi feito durante entrevista do Prefeito à Rádio Panorama FM, de Catolé do Rocha, na qual ele estava acompanhado da Primeira-Dama do Município, Geska Maia, pré-candidata a deputada estadual.

Reafirmou

“Ao lado da nossa pré-candidata a deputada estadual Geska, digo que nosso candidato a Senador é Veneziano, reafirmando e assumindo o compromisso de votar no Senador Veneziano, que já colocou recursos para Catolé do Rocha, que já trabalhou muito pela Paraíba”, afirmou.

“Esse é um dos motivos de hoje a gente estar aqui, consolidando esse apoio ao Senador Veneziano, que tem história na Paraíba e que vai conseguir trazer cada vez mais recursos para melhorar a vida dos paraibanos”, acrescentou o prefeito, ao declarar o apoio.

Mesmo projeto

“Com muita alegria digo aqui, meu senador, meu prefeito, que fazer política dessa forma, honesta, respeitosa, é a forma com que a gente quer levar o nosso trabalho para o povo e, com minha pré-candidatura, fico muito feliz com essa união. Vamos juntos à vitória”, acentuou também a pré-candidata a deputada estadual Geska Maia.

Vené agradece

“Quero registrar o meu mais profundo agradecimento por esse gesto de confiança. Você sabe que esse era um dos desejos que eu mais alimentava, de poder estar vivendo, nesta data, esse momento. A sua palavra, meu prefeito, a palavra de Geska, de apoio à nossa caminhada, no reconhecimento ao que a gente já pôde realizar, por essa cidade tão rica e tão cara aos corações dos paraibanos e dos brasileiros, é fundamental. Eu agradeço, penhoradamente”, agradeceu Veneziano.

“E a forma, evidente, de poder demonstrar isso, é continuar trabalhando por Catolé do Rocha, como temos feito pra todo o estado da Paraíba. E, se Deus nos permitir, sejamos nós vitoriosos: Geska pelas bênçãos e pelo trabalho que realiza; e nós, ao Senado Federal, pra poder fazer ainda mais”, completou o senador.




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Governo brasileiro está monitorando impacto da guerra EUA x Irã sobre medicamentos mas no momento não há riscos, diz secretária do Ministério da Saúde

28/03/2026

A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Fernanda de Negri, afirmou que o Ministério da Saúde tem mantido monitoramento constante sobre os possíveis efeitos dos conflitos no Oriente Médio no abastecimento de medicamentos no Brasil.

A secretária resssaltou que a principal preocupação da pasta é com impactos nas cadeias globais de valor, especialmente no fornecimento de insumos farmacêuticos. Ela destacou que o Estreito de Ormuz é um ponto crítico para o transporte global de petróleo — insumo essencial para a produção industrial — e que eventuais interrupções podem afetar países exportadores como Índia e China, importantes fornecedores para o Brasil.

Mas de acordo com ela, apesar do cenário de incerteza, não há, até o momento, risco iminente de desabastecimento. “Não temos um alerta de que vai faltar medicamento por conta disso, mas estamos monitorando isso cotidianamente”, frisou.

Logística e produção

Fe...

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A secretária de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde, Fernanda de Negri, afirmou que o Ministério da Saúde tem mantido monitoramento constante sobre os possíveis efeitos dos conflitos no Oriente Médio no abastecimento de medicamentos no Brasil.

A secretária resssaltou que a principal preocupação da pasta é com impactos nas cadeias globais de valor, especialmente no fornecimento de insumos farmacêuticos. Ela destacou que o Estreito de Ormuz é um ponto crítico para o transporte global de petróleo — insumo essencial para a produção industrial — e que eventuais interrupções podem afetar países exportadores como Índia e China, importantes fornecedores para o Brasil.

Mas de acordo com ela, apesar do cenário de incerteza, não há, até o momento, risco iminente de desabastecimento. “Não temos um alerta de que vai faltar medicamento por conta disso, mas estamos monitorando isso cotidianamente”, frisou.

Logística e produção

Fernanda acrescentou que o Governo Federal admite, no entanto, que a instabilidade internacional pode provocar aumento nos custos de logística e produção, com possíveis reflexos nos preços.

A secretária afirmou, ainda, que a ampliação da produção nacional de medicamentos é uma das principais respostas do governo para mitigar riscos associados a crises geopolíticas.

“A questão é que você fica menos vulnerável a esse tipo de situação, como guerras e oscilações no fornecimento. Ter capacidade de produzir aqui dá mais garantias de que o medicamento não vai faltar”, destacou.

Avanços recentes

Ela citou avanços recentes, como a nacionalização completa da produção do tacrolimo, imunossupressor essencial para pacientes transplantados, fabricado em parceria com a Fiocruz.

E lembrou que o fortalecimento do chamado Complexo Econômico-Industrial da Saúde “busca assegurar que, mesmo diante de interrupções nas cadeias globais, o Brasil consiga manter o fornecimento de medicamentos essenciais à população”.

— Com Agências de Notícias




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Na Câmara, PL que torna crime misoginia tende a ser próxima polêmica entre matérias a serem votadas em 2026

28/03/2026

Da Redação

Em meio a um ano político e recém saído de uma comissão de inquérito que praticamente fez parlamentares da oposição e base do governo se digladiarem (a CPMI do INSS) o Congresso Nacional tem mais uma batalha a travar pela frente, inclusive, com impacto expressivo nos apoios ou rejeições por parte do eleitorado brasileiro.

Trata-se do projeto aprovado terça-feira (24/03) pelo Senado, que inclui a misoginia entre os crimes de preconceito ou discriminação, com pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa — que já está na Câmara dos Deputados.

No Senado, o texto foi aprovado com 67 votos a favor e nenhum contra, na forma de um substitutivo apresentado pela relatora, senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) ao projeto da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA). E já está provocando muita polêmica entre os deputados, que não demonstram tanta simpatia em relação ao tema quanto os senadores.

Voto favorável de Flávi...

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Da Redação

Em meio a um ano político e recém saído de uma comissão de inquérito que praticamente fez parlamentares da oposição e base do governo se digladiarem (a CPMI do INSS) o Congresso Nacional tem mais uma batalha a travar pela frente, inclusive, com impacto expressivo nos apoios ou rejeições por parte do eleitorado brasileiro.

Trata-se do projeto aprovado terça-feira (24/03) pelo Senado, que inclui a misoginia entre os crimes de preconceito ou discriminação, com pena de dois a cinco anos de prisão, além de multa — que já está na Câmara dos Deputados.

No Senado, o texto foi aprovado com 67 votos a favor e nenhum contra, na forma de um substitutivo apresentado pela relatora, senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS) ao projeto da senadora Ana Paula Lobato (PSB-MA). E já está provocando muita polêmica entre os deputados, que não demonstram tanta simpatia em relação ao tema quanto os senadores.

Voto favorável de Flávio

Um dos motivos que causou incômodo na oposição foi o voto favorável do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República. Outra que apoiou amplamente a iniciativa foi a ex-ministra e senadora Damares Alves (Republicanos-DF).

Deputados bolsonaristas alegam que o projeto se passar na Câmara da forma como está, será “um instrumento de censura”. Por outro lado, parlamentares que articularam a iniciativa dizem que “o texto delimita bem os casos que deverão ser punidos” e descartam o uso para restringir a liberdade de expressão.

Ampliação de penas

Além de equiparar a misoginia ao crime de racismo, o projeto aumenta as penas para ofensas contra mulheres. Conforme a proposta, a injúria motivada por ódio ou aversão ao gênero feminino passa a ser punida com reclusão de dois a cinco anos e multa.

Hoje, casos de ofensas contra mulheres por razão de gênero são enquadrados como injúria no Código Penal, com pena que pode chegar a um ano de detenção — ou até o dobro quando há contexto de violência doméstica. Com a mudança, a conduta passa a ser tratada como crime mais grave, com pena maior e enquadramento na Lei do Racismo.

Exemplos de outros países

A senadora Soraya. ao apresentar seu relatório, afirmou que países como França, Argentina e Reino Unido já têm leis de combate à misoginia. A parlamentar enfatizou que, apenas no ano de 2025, houve quase 7 mil vítimas de tentativas de feminicídio no Brasil.

Ela alertou para a ameaça representada pelos chamados red pills, que incentivam o ódio contra as mulheres, frequentemente por meio da internet.

“O projeto é para proteger a família e a dignidade e a liberdade das mulheres. A aprovação do projeto responde a uma realidade urgente. O ódio às mulheres não é abstrato: é estruturado, é crescente e ceifa vidas todos os dias”, afirmou Soraya.

No mesmo tom se manifestou uma das autoras do texto, a senadora Ana Paula. “Agora, existe uma resposta clara do Estado brasileiro. É o Senado dizendo que a misoginia tem consequências”, afirmou ela. Luz amarela, portanto, acesa nas comissões da Câmara a partir da próxima semana.

— Com Agências de Notícias




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Trabalhadores rurais não precisarão mais pagar multa por tempo não cadastrado no INSS

28/03/2026

Entrou em vigor a Lei 15.363/26, que libera os trabalhadores rurais que exerceram essa atividade antes de serem obrigados a contribuir para o INSS, de continuarem tendo de pagar multa para aproveitar o tempo não cadastrado na aposentadoria.

A nova legislação, sancionada nesta sexta-feira (27/03) pelo presidente Lula, tem como intuito beneficiar quem exerceu atividade rural em período anterior a 1991, quando passou a ser obrigatória a filiação ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

Contribuições em atraso

Antes, conforme explicaram técnicos da Previdência Social e analistas legislativos que atuaram na tramitação e avaliação da matéria, quem desejasse contar esse tempo para a aposentadoria precisava pagar contribuições em atraso com incidência de multa. Com a mudança, a multa deixa de ser aplicada nesses casos.

A medida tem origem no Projeto de Lei (PL) 4.385/21, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS). Foi...

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Entrou em vigor a Lei 15.363/26, que libera os trabalhadores rurais que exerceram essa atividade antes de serem obrigados a contribuir para o INSS, de continuarem tendo de pagar multa para aproveitar o tempo não cadastrado na aposentadoria.

A nova legislação, sancionada nesta sexta-feira (27/03) pelo presidente Lula, tem como intuito beneficiar quem exerceu atividade rural em período anterior a 1991, quando passou a ser obrigatória a filiação ao Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

Contribuições em atraso

Antes, conforme explicaram técnicos da Previdência Social e analistas legislativos que atuaram na tramitação e avaliação da matéria, quem desejasse contar esse tempo para a aposentadoria precisava pagar contribuições em atraso com incidência de multa. Com a mudança, a multa deixa de ser aplicada nesses casos.

A medida tem origem no Projeto de Lei (PL) 4.385/21, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS). Foi aprovada primeiro pelo Senado e, mais recentemente, pela Câmara dos Deputados.

Migração entre regimes

Na justificativa do projeto, o senador explicou que a legislação condiciona a migração entre regimes previdenciários ao pagamento de indenização pelo tempo de serviço, como forma de manter o equilíbrio financeiro dos sistemas.

Medida era “desarrazoada”

O problema, segundo ele, é que o trabalhador rural era um segurado facultativo do RGPS antes de 1991, sendo livre para aderir ou não ao sistema, o que torna injusta a cobrança de multa.

O deputado Luiz Lima (Novo-RJ), relator da matéria na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara, deu declarações no mesmo tom.

“É inadequado manter essa multa na legislação. Se o trabalhador não era obrigado antes a recolher contribuições, a incidência de multa é desarrazoada e deve ser afastada”, afirmou Lima. A legislação vai beneficiar milhares de trabalhadores rurais no país.

— Com Agência Senado




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