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Carga de risco - Novo transformador ‘gigante’ de energia eólica já está no porto de Suape e transporte deve seguir para a Paraíba 

28/03/2025

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Por Severino Lopes
 
Uma nova odisseia pelas estradas da Paraíba. O novo transformador ‘gigante’ que deverá ser levado até um parque eólico no município de Nova Palmeira, no Seridó da Paraíba, já chegou ao porto de Suape, em Pernambuco.
 
O equipamento
 
O equipamento é semelhante ao que já está sendo transportado por uma carreta gigante, também para o parque eólico em Nova Palmeira.  O transformador tem 250 toneladas, 1,2 metros de comprimento, 4,2 metros de largura e 4,5 metros de altura.
 
Expectativa
 
A expectativa é que o transportador comece a ser levado para a Paraíba no início de maio.
 
A primeira carreta
 
A carreta com o primeiro transformador ‘gigante’  está estacionada em Soledade, Agreste do estado  e passa  por  transferência de carreta antes de seguir viagem até o destino final, em Nova Palmeira.
 
Segue por rodovias
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Por Severino Lopes
 
Uma nova odisseia pelas estradas da Paraíba. O novo transformador ‘gigante’ que deverá ser levado até um parque eólico no município de Nova Palmeira, no Seridó da Paraíba, já chegou ao porto de Suape, em Pernambuco.
 
O equipamento
 
O equipamento é semelhante ao que já está sendo transportado por uma carreta gigante, também para o parque eólico em Nova Palmeira.  O transformador tem 250 toneladas, 1,2 metros de comprimento, 4,2 metros de largura e 4,5 metros de altura.
 
Expectativa
 
A expectativa é que o transportador comece a ser levado para a Paraíba no início de maio.
 
A primeira carreta
 
A carreta com o primeiro transformador ‘gigante’  está estacionada em Soledade, Agreste do estado  e passa  por  transferência de carreta antes de seguir viagem até o destino final, em Nova Palmeira.
 
Segue por rodovias
 
Agora, a ‘carreta do transformador’ segue por rodovias estaduais até o destino, um parque eólico em Nova Palmeira, no Seridó.
 
 
Vai ser retomado
 
O transporte do transformador de 250 toneladas que está na Paraíba vai ser retomado a partir da segunda-feira (31/03), pela manhã, segundo informou o Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB) hoje, sexta-feira (28/03).

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A saga
 
A saga da “carreta gigante” pelas estradas da Paraíba, chamou a atenção de muitas pessoas e causou várias interdições. Muitos motoristas tiveram que recorrer a desvios alternativos para seguir viagem.
 
A carga
 
 A carga, que saiu de Cabo de Santo Agostinho-PE, tem como destino final o Complexo Eólico Serra da Palmeira, localizado nos municípios de Picuí, Nova Palmeira, Pedra Lavrada, São Vicente do Seridó e Baraúna, na Paraíba. A velocidade média do comboio será de 7 km/h.
 
O deslocamento
 
 O deslocamento já passou  pelos municípios de Alhandra, Bayeux, João Pessoa, Itabaiana e Riachão do Bacamarte, Campina Grande e Pocinhos.
 
O percurso
 
O percurso do comboio da carreta foi feito com apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) durante o percurso nas rodovias federais, que terminou na quarta-feira (26). Para a escolta na PB-117, o comboio vai contar com o apoio do DER-PB, da Polícia Militar, do Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTran) e do Corpo de Bombeiros.
 
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Transformador
 
O transformador de 250 toneladas fará parte do Parque Eólico Serra da Palmeira. O equipamento converte a energia eólica em elétrica, conduzindo a energia gerada para o operador do sistema elétrico. Ele foi produzido numa fábrica na China e transportado ao país pela CGT Brasil, empresa responsável pela construção da subestação no interior paraibano.
 
O complexo
 
O complexo eólico será composto por 108 aerogeradores, distribuídos entre diversas cidades da Paraíba: 36 em Picuí, 33 em Nova Palmeira, 25 em Pedra Lavrada, 10 em São Vicente do Seridó e quatro em Baraúna. Com uma potência instalada de 648 MW, o parque será capaz de abastecer até 1,7 milhão de pessoas. Em abril, um segundo transformador igual a este vai fazer o mesmo percurso, do Porto de Suape, em Pernambuco, até Nova Palmeira.
 
O Poder

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Leia outras informações

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Entenda o que existe em comum nas rejeições ao STF de Floriano Peixoto em 1894 e Lula em 2026

02/05/2026

Por Marcelo S. Tognozzi*

132 anos depois, é muito difícil alguém ir a Copacabana e não cruzar em algum momento a rua Barata Ribeiro. Ele está lá há mais de 100 anos. De uma simples picada aberta no fim do século 19, início do 20, ela virou uma das principais ruas do Rio, com seus 2.600 metros e um nome com muita história por trás.
Em 1920, rua foi batizada com o nome de Cândido Barata Ribeiro (1843-1910), médico baiano que fez careira em São Paulo e depois no Rio. Era neto do jornalista e revolucionário Cipriano Barata (1762-1838), que no fim do século 18 e início do 19 participou de pelo menos 3 revoltas importantes: a Revolta dos Búzios ou Conjuração Baiana de 1798, a Revolução Pernambucana de 1817 e a Confederação do Equador em 1824, encerrada com o enforcamento de Frei Caneca.
Cipriano era um republicano incendiário e Cândido, mais comedido, herdou do avô o DNA da política. Cândido foi prefeito do Rio nomeado pelo presidente Floriano, acabou com...

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Por Marcelo S. Tognozzi*

132 anos depois, é muito difícil alguém ir a Copacabana e não cruzar em algum momento a rua Barata Ribeiro. Ele está lá há mais de 100 anos. De uma simples picada aberta no fim do século 19, início do 20, ela virou uma das principais ruas do Rio, com seus 2.600 metros e um nome com muita história por trás.
Em 1920, rua foi batizada com o nome de Cândido Barata Ribeiro (1843-1910), médico baiano que fez careira em São Paulo e depois no Rio. Era neto do jornalista e revolucionário Cipriano Barata (1762-1838), que no fim do século 18 e início do 19 participou de pelo menos 3 revoltas importantes: a Revolta dos Búzios ou Conjuração Baiana de 1798, a Revolução Pernambucana de 1817 e a Confederação do Equador em 1824, encerrada com o enforcamento de Frei Caneca.
Cipriano era um republicano incendiário e Cândido, mais comedido, herdou do avô o DNA da política. Cândido foi prefeito do Rio nomeado pelo presidente Floriano, acabou com os cortiços do centro da cidade, nos quais viviam milhares de pessoas em situação precária. Derrubados os cortiços, o povo foi viver nos morros e surgiram as favelas.

Floriano era "de ferro"

Naquele fim de século 19, o Brasil ainda engatinhava como República. Deodoro da Fonseca (1827-1892), líder do golpe contra a monarquia de 15 de novembro de 1889, renunciara e seu ministro da Guerra Floriano Peixoto (1939-1895), o general de ferro, assumiu o poder. Floriano, alagoano como Deodoro, entrou em rota de colisão com o Senado. Queria porque queria dominar o Supremo Tribunal Federal, criado por decreto em 1890 e formalizado pela Constituição de 1891, da qual Rui Barbosa foi relator.
Rui não gostava de Floriano e vice-versa. Comandava o Senado Prudente de Morais, sucessor de Floriano e 1º presidente civil. Floriano achou uma brecha na Constituição: os ministros tinham de ter notável saber (sem especificar qual) e reputação ilibada. Explorou essa brecha sem pudor. Indicou generais, médicos, burocratas. O que importava era a lealdade ao regime, não o currículo jurídico.
Assim, ele nomeou gente sem tradição jurídica, como Cândido Barata Ribeiro, que ficou na cadeira de ministro por 10 meses, mas o Senado acabou recusando sua nomeação argumentando que ele tinha “não só ignorância do direito, mas até uma grande falta de senso jurídico”. Não foi a primeira vez que Barata Ribeiro amargou um veto do Senado. Em 1893 passou por constrangimento semelhante ao ter seu nome rejeitado para prefeito do Distrito Federal.

Instabilidades de jovem República

Quando a República foi proclamada em 1889, o Brasil entrou num período de instabilidade que poucos imaginavam ser tão violento. Marechal Floriano Peixoto, governou de 1891 a 1894 em meio a duas guerras civis simultâneas: a Revolução Federalista, no Sul, e a Revolta da Armada, no Rio de Janeiro. Para controlar seus adversários, decretou estado de sítio e mandou prender opositores.
O problema era o Supremo Tribunal Federal. Recém-criado, em 1890, o STF começou a conceder habeas corpus a presos políticos, muitos detidos por ordem direta do presidente. Irritado, Floriano explodiu: "Se os ministros do tribunal concederem ordens de habeas corpus contra os meus atos, eu não sei quem amanhã dará aos ministros os habeas corpus que eles, por sua vez, necessitarão." A solução encontrada por Floriano foi ocupar o STF com aliados, uma tradição que se manteve. Mas isso tinha de ser feito de forma discreta.
Não era apenas uma questão técnica. Era uma guerra institucional. Floriano queria um STF dócil e o Senado queria dar um freio no Executivo. Barata Ribeiro foi a vítima mais ilustre desse embate, por razões jurídicas e políticas.

De bolo

Ao todo, o Senado rejeitou cinco indicados de Floriano em 1894: além de Barata Ribeiro, foram barrados 2 generais sem formação jurídica (Ewerton Quadros e Demóstenes Lobo) e dois bacharéis considerados sem o brilho (Galvão de Queiroz e Antônio Sève Navarro). Derrotado repetidamente, Floriano foi obrigado a indicar nomes com maior respaldo técnico, que acabaram aprovados. Deixou o poder em novembro daquele mesmo ano, sucedido por Prudente de Morais, o primeiro presidente civil da República.

Tudo virou jogo de cena

Depois de 1894, o Senado nunca mais rejeitou um indicado ao STF. Por 132 anos, a sabatina foi, na prática, uma formalidade. Presidentes negociavam nos bastidores, evitavam nomes polêmicos e o resultado era sempre o mesmo: aprovação. O episódio de Floriano havia ensinado uma lição que presidentes e senadores internalizaram tão bem que o conflito aberto se tornou impensável.
O equilíbrio durou até 29 de abril de 2026, quando o Senado rejeitou por 42 votos a 34 a nomeação de Jorge Messias, advogado-geral da União indicado pelo presidente Lula para a vaga aberta com a aposentadoria de Luís Roberto Barroso.

O problema não foi Messias, como não foi Barata Ribeiro.

A questão, era o presidente da República.
A rejeição de Messias era evidente. Os sinais, claríssimos. Lula achou que podia tudo e seguiu numa marcha da insensatez, cometendo engano em cima de engano. Se indicasse o senador Rodrigo Pacheco, como queria a cúpula do Senado, teria feito melhor negócio. Não houve traição, porque o trabalho contra a nomeação de Messias foi feito abertamente. Lula achou que bastava gastar muito dinheiro para conseguir o que queria. Alcolumbre mostrou que dinheiro não é tudo, embora seja muito importante.
Tanto em 1894 quanto agora, havia uma disputa de poder em curso. E em ambos os casos, o STF estava no centro de disputas sobre os limites do poder. Em 1894, o conflito era de Floriano contra o Senado e o Supremo ao mesmo tempo: ele queria um tribunal submisso e o Senado se recusou a entregar. Em 2026, o Senado deu um recado ao STF e ao Executivo, mostrando que ninguém pode tudo.

Dinheiro não compra tudo

?Lula na sua campanha para a nomeação de Jorge Messias, apostou mais nas emendas do que na política. Lembra uma história contada pelo ex-governador e senador do Paraná Roberto Requião, sobre uma das eleições que disputou. Um belo dia os cabos eleitorais de Requião o procuraram para contar das propostas financeiras do banqueiro José Eduardo de Andrade Vieira, então dono do banco Bamerindus, para mudarem de lado. Requião pragmático, nem quis ouvir o resto da história: “Peguem o dinheiro do Zé do Banco e votem em mim”. Dito e feito, Requião eleito.

*Marcelo Tognozzi é jornalista, consultor de RIG e um dos mais agudos analistas da política brasileira e mundial. Assina coluna semanal no Poder360.



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Mano Medeiros comanda em Jaboatão ações de socorro e apoio às vítimas das fortes chuvas

02/05/2026

Jaboatão dos Guararapes enfrentou um dia intenso de chuvas, ontem, sexta-feira 1o de maio, com volume acumulado de aproximadamente 200 mm atingindo todas as áreas do município. Os rios Jaboatão e Duas Unas atingiram a cota de inundação, estão estáveis e com previsão ao longo do sábado voltem às cotas normais. Ao todo, foram registradas 83 ocorrências, incluindo deslizamentos simples, casos que atingiram casas e muros, desabamento de duas casas, além de pontos de alagamento. Apesar da gravidade, não houve vítimas fatais.

As equipes municipais

Atuaram também no resgate de pessoas que ficaram ilhadas ou sem condições de retornar para suas residências. Esses moradores estão sendo encaminhados para o Antigo Senai de Jaboatão dos Guararapes e, em seguida, direcionados a locais em segurança ou a abrigos, como o CRAS de Cajueiro Seco e a instituição Obras de Maria, em Cohab. Não há registro de desabrigados. A previsão indica continuidade das chuvas, com est...

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Jaboatão dos Guararapes enfrentou um dia intenso de chuvas, ontem, sexta-feira 1o de maio, com volume acumulado de aproximadamente 200 mm atingindo todas as áreas do município. Os rios Jaboatão e Duas Unas atingiram a cota de inundação, estão estáveis e com previsão ao longo do sábado voltem às cotas normais. Ao todo, foram registradas 83 ocorrências, incluindo deslizamentos simples, casos que atingiram casas e muros, desabamento de duas casas, além de pontos de alagamento. Apesar da gravidade, não houve vítimas fatais.

As equipes municipais

Atuaram também no resgate de pessoas que ficaram ilhadas ou sem condições de retornar para suas residências. Esses moradores estão sendo encaminhados para o Antigo Senai de Jaboatão dos Guararapes e, em seguida, direcionados a locais em segurança ou a abrigos, como o CRAS de Cajueiro Seco e a instituição Obras de Maria, em Cohab. Não há registro de desabrigados. A previsão indica continuidade das chuvas, com estimativa de mais 50 mm entre a noite da sexta-feira e o meio-dia do sábado (dia 02/05).

Mano coordena

À frente da mobilização desde as primeiras horas, o prefeito Mano Medeiros coordenou a atuação integrada da gestão municipal. “Estamos acompanhando cada etapa desse trabalho com responsabilidade e coordenação, em diálogo próximo com o Governo do Estado. Toda a prefeitura está mobilizada, com a Defesa Civil à frente e o apoio das equipes de Infraestrutura, Assistência Social, Educação e Saúde, atuando de forma conjunta para garantir respostas rápidas e eficazes”, afirmou.

A Defesa Civil

Realizou seis disparos de alerta diretamente para os celulares da população — quatro relacionados ao risco de deslizamentos e dois ao de inundações. Segundo o secretário de Defesa Civil, coronel Elton Moura, o sistema tem alcançado a população de forma ampla e eficaz. Durante a noite, será feita uma reavaliação para verificar a necessidade de cadastro e ampliação de medidas de apoio gratuitas.



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As ocorrências

Foram registradas em diversas regiões do município, com predominância de deslizamentos de barreira. A maioria dos casos foi de menor gravidade, mas houve situações em que deslizamentos atingiram diretamente casas e muros. Também foram registrados dois desabamentos de casas, nos bairros de Zumbi do Pacheco e Alto Santa Rosa, além de desabamentos de muros, pontos de inundação e alagamento. Houve ainda queda de árvore sobre residência e registro de árvore em risco. Os casos estão distribuídos por bairros como Curado, Zumbi do Pacheco, Sucupira, Vila Rica, Socorro, Cavaleiro, Jardim Jordão, Muribeca e Piedade, evidenciando o alcance das chuvas em todo o município.

Na área da saúde

As secretarias municipal e estadual adotaram medidas preventivas, com a transferência de pacientes da UPA Engenho Velho diante da previsão de elevação do nível do Rio Jaboatão. Os atendimentos foram temporariamente suspensos na unidade, e pacientes e equipes foram acolhidos pelos hospitais Memorial Jaboatão e Guararapes. A população deve procurar atendimento nas UPAs de Soteve, Ibura e Curado até a normalização da situação.

Monitoramento continua

As equipes de saúde seguem monitorando continuamente as condições meteorológicas e poderão adotar novas medidas, se necessário. Para acolher moradores desalojados sem alternativa de abrigo seguro, foram disponibilizados dois espaços: a instituição Obras de Maria, em Cohab, e o CRAS de Cajueiro Seco, garantindo suporte imediato à população afetada.



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Balanço do momento - Temporais em Pernambuco deixam 4 mortos e mais de 800 desabrigados em 7 cidades

02/05/2026

Um “dilúvio” em Pernambuco. Um estado debaixo d”água. Alagamentos, mortes e destruição. Ao menos 871 pessoas ficaram desabrigadas em sete cidades após os temporais que atingiram o Grande Recife e a Zona da Mata Norte de Pernambuco, segundo dados do governo estadual e da prefeitura da capital. Nas redes sociais, o presidente Lula (PT) anunciou, atendendo pedido de João Campos, presidente do PSB e também do senador Humberto Costa, o envio de equipes da Defesa Civil Nacional para reforçar as ações de assistência às vítimas.

Manhã de sábado

Pernambuco amanheceu hoje, sábado (02/04), em total estado de alerta com a população tentando retomar a sua vida. Muitos bairros ficaram inundados com a força das enchentes.

Balanço

Em balanço divulgado na noite de ontem sexta (01/04), a Defesa Civil de Pernambuco informou que contabilizou um total de 422 desabrigados e 1.068 desalojados. Já a prefeitura do Recife disse que...

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Um “dilúvio” em Pernambuco. Um estado debaixo d”água. Alagamentos, mortes e destruição. Ao menos 871 pessoas ficaram desabrigadas em sete cidades após os temporais que atingiram o Grande Recife e a Zona da Mata Norte de Pernambuco, segundo dados do governo estadual e da prefeitura da capital. Nas redes sociais, o presidente Lula (PT) anunciou, atendendo pedido de João Campos, presidente do PSB e também do senador Humberto Costa, o envio de equipes da Defesa Civil Nacional para reforçar as ações de assistência às vítimas.

Manhã de sábado

Pernambuco amanheceu hoje, sábado (02/04), em total estado de alerta com a população tentando retomar a sua vida. Muitos bairros ficaram inundados com a força das enchentes.

Balanço

Em balanço divulgado na noite de ontem sexta (01/04), a Defesa Civil de Pernambuco informou que contabilizou um total de 422 desabrigados e 1.068 desalojados. Já a prefeitura do Recife disse que registrou, na cidade, outros 449 moradores que precisaram deixar suas casas. Ao todo, 340 pessoas foram resgatadas pelo Corpo de Bombeiros em ocorrências ligadas à chuva.

Goiana

Uma das cidades mais afetadas foi Goiana, na Zona da Mata Norte. Segundo a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac), o município registrou um acumulado de 214 milímetros em 48 horas até a noite desta sexta (1º).

Casa desabou

Na praia de Ponta de Pedras, parte do primeiro andar de uma casa desabou e uma barraca foi arrastada pelo mar, que também derrubou um poste e jogou uma jangada para o pedregulho. No bairro da Boa Vista, o muro de uma escola em construção ruiu e a enxurrada invadiu as ruas da localidade.

Mortes

Uma mulher de 24 anos e o filho dela, de 6, morreram após uma barreira deslizar sobre uma casa no bairro de Dois Unidos, na Zona Norte do Recife. O pai da criança e a outra filha do casal, uma bebê de 1 ano de 6 meses, ficaram feridos.

Socorro federal

Em publicação nas redes sociais, o presidente Lula (PT) anunciou o envio de equipes da Defesa Civil Nacional para reforçar o atendimento às vítimas.
"O ministro da Integração Regional, Waldez Góes, acionou a Defesa Civil Nacional para prestar todo suporte às cidades atingidas, inclusive com o reconhecimento da situação de emergência e o deslocamento de técnicos para a área. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, também mobilizou a Força Nacional do SUS no atendimento às vítimas. O Governo do Brasil segue acompanhando a situação para prestar toda a ajuda necessária", escreveu no X.

O risco continua

A previsão é de mais chuvas para todo o Estado.

(Severino Lopes, editor Regional de O Poder)



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João Campos articula ajuda do governo federal para as vítimas das chuvas

02/05/2026

O presidente nacional do PSB e pré-candidato ao governo de Pernambuco, João Henrique Campos, suspendeu a agenda que cumpria no Sertão e se dirigiu de imediato para a Região Metropolitana e Zona da Mata Norte do Estado, fortemente atingidas pelo dilúvio que desde a noite da quinta-feira não dá trégua. Nesta madrugada e na manhã de hoje, sábado, 02/04, o aguaceiro continua castigando a RMR e a Zona da Mata Norte.

Apoio Federal

A principal iniciativa de João Campos foi cair em campo para artucular a importante ajuda da Presidência da República. Logo em seguida, o presidente declarou, através da agência Brasil,
Lula determinou apoio federal para cidades atingidas por chuvas em PE.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou ontem, sexta-feira (1º/05) apoio do governo federal à região metropolitana de Recife, após a área sofrer com fortes chuvas. João Campos também se colocou à disposição para ajudar os prefeitos das cidades atingid...

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O presidente nacional do PSB e pré-candidato ao governo de Pernambuco, João Henrique Campos, suspendeu a agenda que cumpria no Sertão e se dirigiu de imediato para a Região Metropolitana e Zona da Mata Norte do Estado, fortemente atingidas pelo dilúvio que desde a noite da quinta-feira não dá trégua. Nesta madrugada e na manhã de hoje, sábado, 02/04, o aguaceiro continua castigando a RMR e a Zona da Mata Norte.

Apoio Federal

A principal iniciativa de João Campos foi cair em campo para artucular a importante ajuda da Presidência da República. Logo em seguida, o presidente declarou, através da agência Brasil,
Lula determinou apoio federal para cidades atingidas por chuvas em PE.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou ontem, sexta-feira (1º/05) apoio do governo federal à região metropolitana de Recife, após a área sofrer com fortes chuvas. João Campos também se colocou à disposição para ajudar os prefeitos das cidades atingidas.

Em uma rede social

Lula disse que conversou por telefone com o ex-prefeito de Recife, João Campos, e com o senador pernambucano Humberto Costa (PT-PE) sobre as chuvas, que atingem também outras regiões do estado.
"Determinei imediatamente o pronto apoio federal às autoridades locais. O ministro da Integração Regional, Waldez Góes, acionou a Defesa Civil Nacional para prestar todo suporte às cidades atingidas, Inclusive com o reconhecimento da situação de emergência e o deslocamento de técnicos para a área", disse o presidente.

Abaixo

Confira a fala de João Campos.








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Fortes chuvas causam transtornos e tumultuam Campina Grande

02/05/2026

Ruas alagadas, trânsito lento, e muitos transtornos. Campina Grande, no Agreste da Paraíba, amanheceu hoje, sábado (02/05), em estado de alerta após as fortes chuvas que causaram alagamentos na cidade. A Defesa Civil Municipal e a Secretaria de Obras, seguem com equipes em campo, atendendo ocorrências provocadas pelas chuvas registradas no município e monitorando as chamadas áreas de risco.

Ocorrências

Entre as ocorrências registradas, houve o desabamento de uma residência no bairro da Liberdade. O imóvel estava desocupado há vários anos e possuía apenas a parede frontal. Não houve vítimas nem feridos. Muitas alagamentos também foram registrados em bairros como Acácio Figueiredo, Bodocongó, entre outros.

Dados climatológicos

Dados meteorológicos recentes do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indicam que toda a Paraíba permanece sob alerta para chuvas intensas.
Para áreas sob aviso amarelo, a prev...

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Ruas alagadas, trânsito lento, e muitos transtornos. Campina Grande, no Agreste da Paraíba, amanheceu hoje, sábado (02/05), em estado de alerta após as fortes chuvas que causaram alagamentos na cidade. A Defesa Civil Municipal e a Secretaria de Obras, seguem com equipes em campo, atendendo ocorrências provocadas pelas chuvas registradas no município e monitorando as chamadas áreas de risco.

Ocorrências

Entre as ocorrências registradas, houve o desabamento de uma residência no bairro da Liberdade. O imóvel estava desocupado há vários anos e possuía apenas a parede frontal. Não houve vítimas nem feridos. Muitas alagamentos também foram registrados em bairros como Acácio Figueiredo, Bodocongó, entre outros.

Dados climatológicos

Dados meteorológicos recentes do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) indicam que toda a Paraíba permanece sob alerta para chuvas intensas.
Para áreas sob aviso amarelo, a previsão aponta precipitações entre 20 e 30 milímetros por hora, podendo alcançar até 50 milímetros por dia, além de ventos entre 40 e 60 km/h. Em parte do estado, também foi emitido alerta laranja, com possibilidade de volumes ainda maiores e risco ampliado de alagamentos, cortes de energia e quedas de árvores.

(Severino Lopes, editor regional de
O Poder).



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Dilúvio Arrasa RMR, Mata Norte, e áreas da PB. Risco ainda continua

02/05/2026

O feriado de 1º de maio de 2026 foi um caos e de alerta máximo para quem vive na Região Metropolitana do Recife, Mata-Norte de Pernambuco, além das duas principais cidades da Paraíba, João Pessoa e Campina Grande, alem de outras localidades (leia matérias nesta edição). Com um volume concentrado de chuvas, o cenário é de transbordamento de rios e famílias retiradas de casa e até mortes e feridos, no Recife e em Olinda. Em João Pessoa, o Inmet renovou o alerta de perigo (laranja) até o final do sábado. Esperam-se chuvas entre 50 e100 mm/dia e ventos intensos de até 100 km/h.

Números das Últimas Horas

Os maiores volumes foram registrados na Mata Norte e em cidades ao norte da capital. Goiana: 205 mm (ponto mais crítico do estado). Igarassu: 172 mm. Abreu e Lima: 191 mm. Paulista: 175 mm. Recife (Média): 167 mm (com picos maiores em bairros da Zona Norte e Oeste). Timbaúba: 135 mm (causando o transbordamento do Rio Capibaribe Mirim).

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O feriado de 1º de maio de 2026 foi um caos e de alerta máximo para quem vive na Região Metropolitana do Recife, Mata-Norte de Pernambuco, além das duas principais cidades da Paraíba, João Pessoa e Campina Grande, alem de outras localidades (leia matérias nesta edição). Com um volume concentrado de chuvas, o cenário é de transbordamento de rios e famílias retiradas de casa e até mortes e feridos, no Recife e em Olinda. Em João Pessoa, o Inmet renovou o alerta de perigo (laranja) até o final do sábado. Esperam-se chuvas entre 50 e100 mm/dia e ventos intensos de até 100 km/h.

Números das Últimas Horas

Os maiores volumes foram registrados na Mata Norte e em cidades ao norte da capital. Goiana: 205 mm (ponto mais crítico do estado). Igarassu: 172 mm. Abreu e Lima: 191 mm. Paulista: 175 mm. Recife (Média): 167 mm (com picos maiores em bairros da Zona Norte e Oeste). Timbaúba: 135 mm (causando o transbordamento do Rio Capibaribe Mirim).

João Pessoa

A capital também teve acumulados em pontos isolados: Altiplano: 134,6 mm. Grotão: 106 mm. Cristo: 101,6 mm. Média da cidade: Superou os 125 mm em diversas estações de monitoramento.
No Shopping Manaíra, aconteceu um pequeno desabamento causado pelas chuvas, por sorte ninguém se feriu.

Gestão de Crise

Raquel Teixeira Lyra cancelou agendas oficiais e monitorou a situação na sede da Apac. O foco do governo estadual está no transbordamento dos rios Capibaribe Mirim (atingindo Timbaúba, que decretou emergência) e Sirigi, (Aliança e Vicência).

Victor Marques (Prefeito em exercício do Recife), elevou o estágio da cidade para Alerta Máximo. A prefeitura abriu 8 abrigos em bairros como Cajueiro e Bidu Krause, oferecendo cerca de 400 vagas para quem vive em áreas de risco.

João Campos

Estava em agenda política no Agreste, veio as pressas para Recife e entrou em contato com prefeitos da Região Metropolitana e da Zona da Mata para articular apoio junto ao Governo Federal.

Pontos Críticos de Alagamentos

Avenida Marechal Mascarenhas de Moraes e em vários trechos da Imbiribeira. Avenida Recife, Cruzamentos com a Rua João Cabral de Melo Neto e com a Rua Dom Hélder Câmara. Avenida Agamenon Magalhães: Pontos de retenção nas proximidades do TRE. Zona Norte, transbordamento do Canal do Arruda e ruas como a Cônego Barata (Tamarineira) e Estrada do Arraial intransitáveis. Túnel Chico Science: Monitorado com alto risco de interdição total. Os shoppings da capital, sem movimento, fecharam as portas mais cedo, às 18h.

O saldo Triste

Uma Mulher de 20 anos e seu filho, de 6 meses, morreram soterrados após um deslizamento no bairro de Passarinho, em Olinda. Outras cinco pessoas foram socorridas.

Dois Unidos

Outras duas mortes provocadas pela chuva foram registradas em Dois Unidos, na Zona Norte do Recife. As vítimas são mãe e filho, de 7 anos. Mais sete pessoas foram transferidas para hospitais de referência.
A Defesa Civil de Pernambuco confirma 422 pessoas desabrigadas e 1068 desalojadas em todo o estado.

Previsão para este Sábado dia 02/05

O cenário para hoje exige cautela redobrada. A Apac renovou o Alerta Vermelho indicando que a chuva moderada a forte deve persistir ao longo do dia.

Orientações para hoje

O Inmet alerta para ventos que podem atingir 100 km/h na costa. Evite estacionar veículos próximos a árvores ou placas de publicidade e, em caso de qualquer sinal de fendas em barreiras ou muros, acione imediatamente a Defesa Civil pelo 199 ou 0800.081.3400.








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Paraíba registra maiores chuvas dos últimos 30 anos. Cidades amanhecem em alerta

02/05/2026

Alagamentos, rompimentos de barreiras, queda de pontes, açudes transbordando e desmoronamento de casas e cidades inundadas. A Paraíba está sob alerta devido às fortes chuvas registradas no estado. As cidades que sofreram danos com as enchentes das últimas 72h amanheceram hoje, sábado (02/05), em estado de alerta. O governador Lucas Ribeiro (Progressistas), anunciou que vai decretar situação de calamidade pública no estado, após as fortes chuvas que causaram alagamentos e danos estruturais em diversas cidades.

Maiores precipitações

De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), municípios como Alhandra (191 mm), Pilar (170 mm) e São José dos Ramos (128 mm) registraram volumes de chuva recordes, superando os maiores índices dos últimos 30 anos.

Situações delicadas

A situação mais sensível, segundo o Governo do Estado, está concentrada nos municípios de Ingá, Itabaiana, Mogeiro, Pilar e Salgado de S...

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Alagamentos, rompimentos de barreiras, queda de pontes, açudes transbordando e desmoronamento de casas e cidades inundadas. A Paraíba está sob alerta devido às fortes chuvas registradas no estado. As cidades que sofreram danos com as enchentes das últimas 72h amanheceram hoje, sábado (02/05), em estado de alerta. O governador Lucas Ribeiro (Progressistas), anunciou que vai decretar situação de calamidade pública no estado, após as fortes chuvas que causaram alagamentos e danos estruturais em diversas cidades.

Maiores precipitações

De acordo com a Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), municípios como Alhandra (191 mm), Pilar (170 mm) e São José dos Ramos (128 mm) registraram volumes de chuva recordes, superando os maiores índices dos últimos 30 anos.

Situações delicadas

A situação mais sensível, segundo o Governo do Estado, está concentrada nos municípios de Ingá, Itabaiana, Mogeiro, Pilar e Salgado de São Félix. Mais de 60 bombeiros militares atuam nessas localidades, e um posto de comando foi instalado em Itabaiana para gerenciar as operações.
O Departamento de Estradas de Rodagem da Paraíba (DER-PB) interditou totalmente pontos estratégicos após danos estruturais.

Moradores

Tentam retomar vida. A situação mais crítica é no Ingá, no Agreste da Paraíba, onde uma ponte estratégica se rompeu e deixou parte da cidade submersa e moradores ilhados. O rompimento causou muita destruição. Os moradores tentam retomar a vida.

108 milímetros

Na cidade foram registrados mais de 108 milímetros de chuvas em apenas 24 horas, segundo dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden).



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Ponte

A situação mais preocupante é na ponte que faz a conexão entre os dois lados da cidade. Parte da estrutura cedeu e foi levada pela água, e uma grande rachadura apareceu no asfalto, aumentando o risco de um colapso total.

Interditada

Por causa do risco, a ponte foi interditada para veículos e apenas pedestres podem atravessar com autorização da Defesa Civil. O fechamento deixou um lado da cidade ilhado, onde fica a UPA, que é referência para a região, impedindo o acesso de quem precisa de socorro.

Mais transtornos

A chuva também causou transtornos em outras cidades da Paraíba. Em Pedras de Fogo, uma das faixas da rodovia PB-032, principal acesso ao município de, na Zona da Mata paraibana, foi totalmente interditada após o aumento de uma cratera que se abriu na via com as fortes chuvas.
A rodovia estava parcialmente interditada desde a última terça-feira (28/04), quando a cratera se abriu após as fortes chuvas. O DER orienta que os condutores trafeguem por rotas alternativas, como a PB-030, até que a situação seja normalizada. Não há previsão de desinterdição da via.

Barragem rompeu

Em Lagoa Seca, no Agreste do Estado, uma barragem rompeu e pelo menos outros dois barreiros também cederam, na zona rural da cidade. De acordo com a Defesa Civil do município, uma pessoa precisou ser resgatada. A Defesa Civil informou que a barragem que rompeu é de médio porte. Já os demais reservatórios atingidos, quatro barreiros, segundo o órgão, eram de pequeno porte.

Inundações em João Pessoa

A capital do Estado também amanheceu este sábado em estado de alerta. A Defesa Civil, que ontem teve muito trabalho, segue monitorando as áreas de risco. Em apenas 24 horas, choveu 134,6 milímetros na capital, segundo dados da Agência Executiva de Gestão de Águas da Paraíba (Aesa-PB).



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Cidades sem água

As fortes chuvas que atingiram a Capital paraibana provocaram a inundação da Estação Elevatória de Água Bruta de Gramame e afetaram o abastecimento de água em bairros da capital, de Cabedelo e do Conde. Segundo a Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), o fornecimento continuará interrompido também hoje, sábado (02/05).

Ações emergenciais

A Cagepa informou que equipes trabalham em ações de contingência para restabelecer o sistema, mas ainda não há previsão para a retomada completa do abastecimento.
A companhia também orientou a população a fazer uso consciente da água enquanto o serviço não é normalizado.

A previsão

É de mais chuvas no Estado ao longo deste ano. A população está sendo orientada a redobrar os cuidados e evitar sair de casa em eventuais temporais.

(Severino Lopes, editor regional de
O Poder)



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É Findi - O Suor que Constrói a Nação - Poema Feito por IA em Homenagem ao Dia do Trabalhador - Por Vida Hare, editoria de O Poder*

30/04/2026

Nas mãos que calam o calo,
E na mente que inventa o amanhã,
Ouvi-se o primeiro estalo
Do sol que desponta na manhã.

Do operário no andaime ao céu,
Ao mestre que ensina o saber,
Cada um cumpre o seu papel,
Fazendo a esperança crescer.

É o campo que brota o sustento,
A fábrica que molda o metal,
O serviço que vence o momento,
No esforço que é universal.

Primeiro de Maio, memória,
De lutas, conquistas e união,
Pois quem faz a nossa história
É quem trabalha de coração.

Que o descanso seja merecido,
Que o direito seja o norte e a luz,
Pois todo valor é erguido
Pelo braço que a vida conduz.

Viva aquele que planta a semente,
E aquele que a engrenagem faz girar,
Pois o progresso da gente
Vem do brio de quem sabe lutar.


*Vida Hare, editoria de O Poder, e a IA prepararam um p...

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Nas mãos que calam o calo,
E na mente que inventa o amanhã,
Ouvi-se o primeiro estalo
Do sol que desponta na manhã.

Do operário no andaime ao céu,
Ao mestre que ensina o saber,
Cada um cumpre o seu papel,
Fazendo a esperança crescer.

É o campo que brota o sustento,
A fábrica que molda o metal,
O serviço que vence o momento,
No esforço que é universal.

Primeiro de Maio, memória,
De lutas, conquistas e união,
Pois quem faz a nossa história
É quem trabalha de coração.

Que o descanso seja merecido,
Que o direito seja o norte e a luz,
Pois todo valor é erguido
Pelo braço que a vida conduz.

Viva aquele que planta a semente,
E aquele que a engrenagem faz girar,
Pois o progresso da gente
Vem do brio de quem sabe lutar.


*Vida Hare, editoria de O Poder, e a IA prepararam um poema que celebra a força, a história e a dignidade de quem constrói o Brasil todos os dias, desde o campo até a cidade.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores. O Poder estimula o livre confronto de ideias e acolhe o contraditório. Todas as pessoas e instituições citadas têm assegurado espaço para suas manifestações.



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É Findi - Herança - Poema - Por Ana Pottes*

30/04/2026

Sei não pra que isso,
se o ar continua ferindo
narizes de perdigueiros.

Pra que tanta vontade,
se nas filas ninguém vê
dias iguais, repetidos?

Indago se é pra ir
buscar o quê?
A carroça me serve —
foi de pai, que se foi.
Faz tempo, nem lembro.

Puxo.
Empurro.

Pobre.
Preto.
Analfabeto.
Burro sem rabo.

Sigo...


*Ana Pottes, psicóloga, gosta de escrever crônicas, contos e poemas sobre as interações emocionais com a vida. Autora do livro de poemas: Nem tudo são flores, mas... elas existem!


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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Sei não pra que isso,
se o ar continua ferindo
narizes de perdigueiros.

Pra que tanta vontade,
se nas filas ninguém vê
dias iguais, repetidos?

Indago se é pra ir
buscar o quê?
A carroça me serve —
foi de pai, que se foi.
Faz tempo, nem lembro.

Puxo.
Empurro.

Pobre.
Preto.
Analfabeto.
Burro sem rabo.

Sigo...


*Ana Pottes, psicóloga, gosta de escrever crônicas, contos e poemas sobre as interações emocionais com a vida. Autora do livro de poemas: Nem tudo são flores, mas... elas existem!


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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É Findi - Trabalhador versus Empregador - Poema em Homenagem ao Dia do Trabalho - Por Eduardo Albuquerque*

30/04/2026

Do trabalhador, se cobra em excesso:
muito, muito menos, se lhe oferece
por quaisquer tarefas, em contraparte;
nessas relações, elo fraco, só se parte.

É cambalacho, puro melaço, um feio trato
se faz, às vezes, com o desditoso empregado
quase sempre pelas necessidades encurralado:
ele acuado, sem opções, cede ao patronato.



Esse, por seu lado, tem a riqueza como missão.
Faz-se necessária uma estratégia equilibrada,
que permeie um acordo, digno de louvor.

Essa fricção, tal embate, entre trabalhador
versus patrão, deve, pois, ser mediada
salomonicamente, eis a melhor solução!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.



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Do trabalhador, se cobra em excesso:
muito, muito menos, se lhe oferece
por quaisquer tarefas, em contraparte;
nessas relações, elo fraco, só se parte.

É cambalacho, puro melaço, um feio trato
se faz, às vezes, com o desditoso empregado
quase sempre pelas necessidades encurralado:
ele acuado, sem opções, cede ao patronato.



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Esse, por seu lado, tem a riqueza como missão.
Faz-se necessária uma estratégia equilibrada,
que permeie um acordo, digno de louvor.

Essa fricção, tal embate, entre trabalhador
versus patrão, deve, pois, ser mediada
salomonicamente, eis a melhor solução!


*Eduardo Albuquerque, poeta, cronista, escritor.


NR - Os textos assinados expressam a opinião dos seus autores.

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